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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Felipe Russo</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Felipe Russo</title>
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		<title>E a poupança em época de juros baixos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/06/12/e-a-poupanca-em-epoca-de-juros-baixos/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 22:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Russo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como vimos no ótimo artigo do Ricardo Pereira, &#8220;Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic&#8221;, em sua última reunião o COPOM decidiu reduzir a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% a.a. É a primeira vez que a taxa SELIC atinge um dígito e por aí deve permanecer por algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dinheirama_poupanca_selic_juros_baixos.jpg" alt="E a poupança em época de juros baixos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Como vimos no ótimo artigo do <strong>Ricardo Pereira</strong>, <a title="Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/11/brasil-empresta-dinheiro-ao-fmi-e-derruba-taxa-selic/">&#8220;Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic&#8221;</a>, em sua última reunião o COPOM decidiu reduzir a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% a.a. É a primeira vez que a taxa SELIC atinge um dígito e por aí deve permanecer por algum tempo. O país parte para uma nova era de rentabilidades menores e mais aderentes às taxas praticadas por outras economias.</p>
<p>É o começo de uma jornada que engloba reduzir o spread bancário e a rentabilidade de todos os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> financeiros. Entretanto, um investimento clássico e seguro, que é a caderneta de poupança, desponta nesse cenário como um problema para o governo.</p>
<p>Com sua rentabilidade garantida de TR + 6% a.a. e livre de taxa de administração e imposto de renda, ela passa a ser mais atrativa que grande parte dos fundos de investimento, principalmente em relação aos de curto prazo, que são tributados em até 22,5%, conforme a tabela regressiva de imposto de renda.</p>
<p><span id="more-2446"></span>Com isso, grande parte dos investimentos pode migrar para a poupança, podendo causar escassez de recursos para as linhas de crédito que são lastreadas nos outros investimentos. O que deve ser feito é consenso entre especialistas. A poupança deveria sofrer uma alteração em sua rentabilidade para proporcionar um retorno mais adequado ao seu risco e simplicidade.</p>
<p>No entanto, por motivos políticos o governo decidiu “resolver” o problema tributando a poupança em investimentos acima de R$ 50.000,00, evitando que grandes somas migrem de investimento e preservando também a rentabilidade do pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Mas a estratégia afeta um dos pilares do desenvolvimento econômico, que é o crédito imobiliário.</p>
<p>O dinheiro para o financiamento de imóveis pelo SFH é proveniente dos investimentos em caderneta de poupança. Ao manter a rentabilidade da poupança preservada, o governo não permite que o movimento de queda das taxas afete também os juros do crédito imobiliário, impedindo que uma queda nos preços dessas linhas impulsione esse setor.</p>
<p>Ou seja, cedo ou tarde (ou melhor, após as eleições), a poupança terá que render menos. Tomara que não demore. O crescimento do país agradece!</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Felipe Augusto Russo</strong> é investidor e autor do livro de análise fundamentalista <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21443990/?franq=247523" target="_blank">“Avaliando Empresas, Investindo em Ações”</a> (Editora Novatec).</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Felipe Russo</b>.<br>

Investidor e autor do livro de análise fundamentalista “Avaliando Empresas, Investindo em Ações” (Editora Novatec).<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Construção Civil &#8211; Aposta para o longo prazo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/01/12/construcao-civil-aposta-para-o-longo-prazo/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 18:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Russo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
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		<category><![CDATA[Negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[Crise é oportunidade! Como foi possível observar desde o início da crise, ações de todos os setores tiveram quedas fortíssimas e levaram os preços a patamares relativos extremamente atrativos. As ações das empresas de construção civil foram particularmente penalizadas. Uma enxurrada de más notícias minou a expectativa dos investidores. As linhas de financiamento para essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1675" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/dinheirama_construcao_civil.jpg" alt="Construção civil - Aposta para o longo prazo" hspace="2" vspace="2" align="left" /><strong>Crise é oportunidade!</strong> Como foi possível observar desde o início da crise, ações de todos os setores tiveram quedas fortíssimas e levaram os preços a patamares relativos extremamente atrativos. As ações das empresas de construção civil foram particularmente penalizadas. Uma enxurrada de más notícias minou a expectativa dos <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investidor/format:box">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. As linhas de financiamento para essas empresas se tornaram caras e escassas, dificultando suas operações e colocando incertezas nos próximos exercícios.</p>
<p>No lado da demanda, há incertezas sobre o quanto crescerá o país em 2009 e qual será a disponibilidade e preços do crédito para pessoas físicas. Para piorar o cenário, o fato de a crise ter tido início no setor imobiliário americano, aliado ao fato de que boa parte dos investidores do setor é composta de estrangeiros, afetou ainda mais o desempenho desses papéis na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:bolsa+de+valores/format:box">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> brasileira.</p>
<p>Na tabela 1, é possível verificar o quanto as ações das principais empresas do setor caíram em 2008:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/dinheirama_rentabilidade_construcao_civil_2008.gif" alt="Rentabilidade do setor de Construção Civil em 2008" /></p>
<p><span id="more-1673"></span>Esse setor foi tão penalizado que muitas empresas estão sendo negociadas muito abaixo de seu valor de mercado. Um bom indicador fundamentalista para analisar esta característica é o <strong>P/VP</strong> (Preço / Valor patrimonial). Esse indicador relaciona o preço em que uma ação está sendo negociado e seu valor patrimonial, buscando demonstrar o quanto o mercado está disposto a pagar de ágio ou deságio pelo papel em relação ao quanto a empresa realmente vale.</p>
<p>Se uma empresa tem valor patrimonial de R$ 2,00 por ação e está sendo negociada a R$ 4,00, podemos dizer que seu P/VP é de 2x, ou seja, ela está sendo negociada pelo dobro do que seu balanço demonstra que ela vale. Já se estiver sendo negociada a R$ 1,00, podemos dizer que seu P/VP é de 0,5x, ou seja, está sendo negociada pela metade de seu preço.</p>
<p>Voltando para o setor imobiliário, a crise levou os preços dessas empresas a atrativos valores de P/VP, conforme relacionado na tabela 2:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/dinheirama_pvp_construcao_civil_2008.gif" alt="P/VP - Construção Civil em 2008" /></p>
<p>Assim, as empresas desse setor podem ser uma ótima aposta para compor a parcela de Small Caps de uma carteira de longo prazo que esteja sendo montada agora. No começo do ano, antes da crise tomar proporções maiores no <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:mercado+de+a%E7%F5es/format:box">mercado de ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, o P/VP dessas empresas girava entre 1,94 (empresa com menor P/VP) e 3,58 (empresa com maior P/VP). Em 2007, chegaram a ser negociadas ainda mais caras.</p>
<p>Quando a crise se dissipar e bons indicadores começarem a aparecer, é bem provável que essas ações comecem uma espiral de ganhos muito atrativos, voltando a serem negociadas com algum ágio e proporcionando bons retornos aos que aproveitaram o momento de compra.</p>
<p>Entretanto, para escolher a empresa que vai compor esse nicho de sua carteira, cabem alguns cuidados típicos do setor:</p>
<ul>
<li>Escolha empresas com boa diversificação no estoque de terrenos, a concentração em uma única região pode trazer maior risco ao negócio;</li>
<li>Dê atenção à disponibilidade financeira que a empresa possui para terminar seus atuais empreendimentos e para lançar os novos;</li>
<li>Empresas com empreendimentos focados nas classes baixa e média são as menos impactadas pela crise, que afetou primeiramente o segmento de alto padrão. Além disso, o governo vem demonstrando claros sinais de que flexibilizará o que for necessário para manter aquecido o segmento, já que ele é base para toda uma cadeia de atividades;</li>
<li>Por ser um setor complexo e de projetos de longo prazo, o histórico de bons resultados da empresa é decisivo na escolha dos papéis.</li>
</ul>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Felipe Augusto Russo</strong> é investidor e autor do livro de análise fundamentalista <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21443990/?franq=247523" target="_blank">“Avaliando Empresas, Investindo em Ações”</a> (Editora Novatec).</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Felipe Russo</b>.<br>

Investidor e autor do livro de análise fundamentalista “Avaliando Empresas, Investindo em Ações” (Editora Novatec).<br>

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