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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; gustavocerbasi</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; gustavocerbasi</title>
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		<title>O que é um investimento inteligente?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 21:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil está sobrando em termos de bons investimentos. Qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe que estamos em uma boa maré para as ações, para os imóveis e para montar um negócio próprio, fruto de uma conjunção de fatores econômicos bastante positivos. O principal motivo da bonança é o fato de estarmos mais ricos, e riqueza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="O que é um investimento inteligente?" href="http://www.sxc.hu/photo/931074" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-694" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/06/dinheirama_investimentos_inteligentes.jpg" alt="O que é um investimento inteligente?" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a>O Brasil está sobrando em termos de bons <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investimento+dinheiro">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe que estamos em uma boa maré para as ações, para os imóveis e para montar um negócio próprio, fruto de uma conjunção de fatores econômicos bastante positivos. O principal motivo da bonança é o fato de estarmos mais ricos, e riqueza multiplica riqueza.</p>
<p>Porém, apesar da abundância de alternativas, o investidor ainda se sente muito inseguro, com dificuldades para mergulhar no mundo dos investimentos. O motivo não é mais a falta de informação, pois este ingrediente é abundante nas diversas mídias que acessamos diariamente. A insegurança do <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investidor">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> deve-se paradoxalmente ao excesso de informações.</p>
<p>São tantas dicas, críticas, recomendações, normas, detalhes e fontes diferentes, que resultam em uma sensação de que estamos sempre um passo atrás da informação ideal. Por isso, costumo dizer que, ao invés de boas recomendações de investimento, o que está em falta no mercado é bons investidores, pessoas capazes de filtrar os excessos e não se deixar abater pela ansiedade ou pela euforia informacional.</p>
<p><span id="more-693"></span>Para investir bem, devemos ter em mente que jamais teremos em mãos toda informação disponível sobre qualquer investimento, que sempre haverá investimentos que rendem mais do que o que escolhemos, que rendimentos espetaculares dependem bastante de nossa sorte ou de um certo grau de especulação e que uma rentabilidade mediana e consistente produz mais resultados do que grandes rentabilidades sujeitas a muito risco.</p>
<p>Um erro de muitas pessoas está em tentar ganhar mais do que a média do mercado, mesmo quando a média está interessante. Outro erro comum está em dar importância demasiada a nossa intuição e desprezar orientações vindas de especialistas como nosso gerente no banco ou o relatório de análises e recomendações de uma grande corretora.</p>
<p>Na maioria dos casos, as orientações de grandes especialistas tendem a ser mais conservadoras, deixando de competir, no curto prazo, com as estrelas que mais brilham nos rankings de investimentos. Porém, tais orientações tendem a aparecer sempre com algum destaque, mesmo jamais liderando tais rankings. As alternativas campeãs, por sua vez, costumam ser substituídas de tempos em tempos, por embutir mais risco.</p>
<p>O fato é que existem muitos investimentos simples e inteligentes sobrando no <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:bolsa+de+valores">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e sendo desprezados por aqueles que foram contagiados pela febre dos ganhos espetaculares. Uma pena, pois os investimentos mais complexos consomem mais de nossa vida. Se seu investimento lhe toma mais tempo que seu lazer, ou lhe rouba horas de sono, ou então é fonte de preocupações e úlceras em sua vida, provavelmente você escolheu o investimento errado.</p>
<p>Um investimento inteligente é aquele que lhe traz uma sensação contínua de satisfação e segurança, que não o assusta nas crises e que não lhe toma muito tempo para que você se atualize sobre ele. Essas características são encontradas em qualquer mercado, e cabe ao investidor experimentá-las e aprová-las.</p>
<p>Se você quer conhecer mais sobre estratégias inteligentes nas diferentes formas de investimento disponíveis, sugiro a leitura de meu mais recente e importante trabalho, o livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21376854franq=247523" target="_blank">&#8220;Investimentos Inteligentes&#8221;</a>, publicado pela Thomas Nelson Brasil.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a></p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Até que ponto confiar nos bancos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/05/27/ate-que-ponto-confiar-nos-bancos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 18:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar dos juros em queda nos últimos anos, ainda é forte o coro daqueles que entendem que o Brasil somente justificará sua presença entre as grandes promessas dos países emergentes (o BRIC) quando reduzir seus juros a um patamar que estimule o forte crescimento. Por outro lado, há também o coro daqueles que afirmam que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Até que ponto confiar nos bancos?" href="http://www.sxc.hu/photo/996859" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-663" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/dinheirama_juros_brasil.jpg" alt="Até que ponto confiar nos bancos?" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a>Apesar dos juros em queda nos últimos anos, ainda é forte o coro daqueles que entendem que o Brasil somente justificará sua presença entre as grandes promessas dos países emergentes (o BRIC) quando reduzir seus juros a um patamar que estimule o forte crescimento. Por outro lado, há também o coro daqueles que afirmam que o problema do Brasil não está nos juros, mas sim no que fazem com esses juros.</p>
<p>Realmente, juros mais baixos estimulariam o investimento em produção. Mas, será que, com maior produção, o brasileiro conseguirá consumir? Talvez se engane quem pensa que os juros elevados estejam entre os maiores problemas do Brasil. Nossos juros são os maiores do mundo, mas o verdadeiro problema é que o brasileiro aceita pagá-los, gastando com eles, em média, <strong>30%</strong> de sua renda mensal.</p>
<p>Não trato aqui do brasileiro que <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investir">investe e empreende<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas sim do consumidor brasileiro que gasta e se endivida. Sim, é provável que você pague muito mais juros do que pensa. Eles estão embutidos nas prestações de sua casa, do carro, dos carnês de lojas e, menos escondidos, no extrato da conta que você deixou no vermelho recentemente.</p>
<p><span id="more-662"></span>Poderíamos consumir bem mais se deixássemos de pagar juros. Para isso, bastaria pacientemente poupar para depois gastar. Gastaríamos mais e teríamos um padrão de vida melhor. Já pensou se, ao consultar seu gerente do banco sobre um consórcio de imóveis ou um financiamento, ele lhe orientasse a aplicar recursos por alguns meses até ter condições de pagar um imóvel em construção – ao invés de financiá-lo?</p>
<p>Não é esse tipo de orientação que recebemos de nosso gerente, no banco. Aliás, lembre-se que ele é gerente do banco, e não de sua conta. Já percebeu como ele lhe empurra produtos que lhe causam um desconforto ao analisá-los? A consultoria normalmente oferecida por ele, seja de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investimentos">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou de produtos de crédito, apenas lhe traz uma alternativa, dentre as diversas que são lucrativas para a instituição, que se aproxima de sua necessidade. Não tem nada a ver com a melhor alternativa para seu bolso.</p>
<p>Nada de errado com a postura do banco, pois esse é o tipo de orientação esperada quando procuramos conselhos de quem vende algo. Você acha que seu corretor de imóveis lhe oferece sempre a melhor alternativa de moradia? Ou que o feirante lhe oferece sempre as melhores frutas da banca? Ou que a vendedora realmente acredita que aquela roupa está com um caimento impecável em você?</p>
<p>Bancos não são vilões do bolso de ninguém. O grande vilão é a falta de conhecimento. O sistema financeiro brasileiro oferece até mesmo a quem tem poucos recursos uma carta de produtos extremamente requintada e eficiente, desde que o cliente saiba pedir o que precisa. Quem não aprender a ler o cardápio, sairá do restaurante reclamando da cozinha, após comer apenas o couvert.</p>
<p>O primeiro passo para utilizar melhor os serviços de seu banco é entender que a agência bancária é uma loja de serviços. Sempre haverá algo muito bom para você, mas não necessariamente o melhor. Haverá produtos ruins também, para clientes menos exigentes. Por isso, o melhor caminho para explorar bem o que o banco tem a lhe oferecer é pesquisar antes, comparar alternativas, consultar os portais de outros bancos na Internet.</p>
<p>Brigue por menos juros e mais limites no cheque especial. Negocie a anuidade de seu cartão de crédito. Questione os custos dos financiamentos antes de aceitá-los. Exija investimentos com menores taxas de administração e carregamento. Questione os critérios de investimento de seus fundos. Pergunte sobre o funcionamento da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investir+ações">corretora de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de seu banco.</p>
<p>Os bancos estão brigando ferozmente entre si para captar clientes. Seu gerente irá batalhar para mantê-lo em sua carteira, não tema em apresentar produtos da concorrência na hora de barganhar. Quem tem conta em banco tem uma empresa madura e extremamente eficiente a seu dispor, mas talvez não tenha se dado conta disso. Está na hora de cobrar resultados de quem trabalha para você.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a></p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crises deveriam ser um alívio para quem investe</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/03/24/crises-deveriam-ser-um-alivio-para-quem-investe/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 15:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/blog/2008/03/24/crises-deveriam-ser-um-alivio-para-quem-investe/</guid>
		<description><![CDATA[A crise de janeiro nas bolsas repercutiu como um exemplo de que investir em ações embute elevado risco. No mês, o noticiário divulgava a crença de que 2008 seria um ano perdido. O pessimismo generalizado levou muitos a repetirem um erro clássico: arrependidos por terem investido em algo que gerou perdas, novos investidores venderam suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istockphoto.com/file_search.php?action=file&amp;lightboxID=2732032" title="Foto de Marcio Eugenio" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/dinheirama_inteligencia_financeira_grana.jpg" alt="Inteligência financeira é tudo!" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="113" hspace="1" vspace="1" width="170" /></a>A crise de janeiro nas bolsas repercutiu como um exemplo de que <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investir+em+a%C3%A7%C3%B5es" class="bbli">investir em ações<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> embute elevado risco. No mês, o noticiário divulgava a crença de que 2008 seria um ano perdido. O pessimismo generalizado levou muitos a repetirem um erro clássico: arrependidos por terem investido em algo que gerou perdas, novos investidores venderam suas ações e prometeram a si mesmos nunca mais voltar a pensar nessa alternativa.</p>
<p>Mas, como nas duas crises anteriores, em maio e agosto de 2007, a recuperação do mercado financeiro foi quase que instantânea. Alívio? Talvez não – seria bom que todos mantivessem em mente a expectativa de especialistas para um ano difícil. Mas temos boas lições a tirar desta crise que inaugurou o ano. Em primeiro lugar, ela serviu para nos lembrar que <strong>bons investimentos envolvem risco</strong>, e esse risco se traduz na alternância de períodos de fortes ganhos com períodos de perdas, mesmo que as perdas sejam resultantes de uma simples realização de lucros – o que, em janeiro, não foi o caso.</p>
<p><span id="more-558"></span>A segunda lição vem da rápida e intensa recuperação: felizmente, ela mostra que o que determina os rumos do mercado, no longo prazo, são os fundamentos e não os movimentos especulativos. Em um Brasil cada vez mais rico e mais competitivo, com negócios ainda pouco dependentes das relações globais, boa parte dos resultados das empresas encontra-se em condição sustentável. Além disso, não deixamos de estar a um degrau do investment grade, nem deixamos de fazer parte do BRIC, o grupo de países com maior potencial de crescimento.</p>
<p>Por essas razões, temos aqui condições favoráveis ao crescimento das empresas, o que faz do <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:mercado+de+a%C3%A7%C3%B5es" class="bbli">mercado de ações<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> uma alternativa atraente. Porém, quem direcionar suas fichas para este investimento deve estar preparado para as crises. Não apenas preparado para suportá-las, mas principalmente para evitar a euforia de investir quando muitos já estiverem comemorando lucros, e ter paciência e disciplina para aguardar novas crises – que são a situação ideal para investir de maneira concentrada em ativos baratos. Afinal, é nas crises que os preços despencam e o investimento em ações mostra-se como um grande negócio.</p>
<p>Quando todos estiverem comemorando o bom momento dos <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investimentos" class="bbli">investimentos<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, segure seus impulsos e invista de maneira conservadora. Nas crises, abandone seu conservadorismo e faça escolhas que permitam bons saltos em seu patrimônio. É nas crises que começam as belas histórias de investidores de sucesso.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=1215572" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Novo fôlego para o leasing</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/03/10/novo-folego-para-o-leasing/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2008/03/10/novo-folego-para-o-leasing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 03:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Viramos o ano sem a CPMF em nossa conta. Boa notícia para alguns, nem tanto para outros. Nem todos serão impactados pela mudança. Infelizmente, os maiores impactados serão aqueles que já não estão bem com a saúde financeira: os ENDIVIDADOS. Os impactos mais abrangentes da maior alíquota do imposto estarão nos financiamentos e crediários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istockphoto.com/file_search.php?action=file&amp;lightboxID=2732032" title="Foto de Marcio Eugenio" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/02/dinherama_dinheiro_na_mao.jpg" alt="Dinheirama - Finanças Pessoais" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="180" hspace="1" vspace="1" width="120" /></a>Viramos o ano sem a CPMF em nossa conta. Boa notícia para alguns, nem tanto para outros. Nem todos serão impactados pela mudança. Infelizmente, os maiores impactados serão aqueles que já não estão bem com a saúde financeira: os ENDIVIDADOS. Os impactos mais abrangentes da maior alíquota do imposto estarão nos financiamentos e crediários e também nas compras com cartão de crédito no exterior.</p>
<p>Em relação ao cartão de crédito, ainda compensa continuar utilizando esse meio de pagamento, pois o dólar praticado pelas operadoras de cartão é próximo do dólar oficial, enquanto que a compra de travellers cheques e moeda embute um preço bem maior no câmbio. Ainda compensa pagar o IOF nessa modalidade.</p>
<p>Quanto aos financiamentos, nunca foi bom negócio estender o pagamento de suas compras por prazos longos. O aumento do IOF apenas reforça essa idéia, pois os financiamentos ficaram BEM mais caros. A recomendação, como sempre, é solicitar ao vendedor uma simulação com todos os valores a pagar e refletir sobre a soma de todos os encargos. Se você topa pagar muito mais pelo que compra, continue adiando seus planos de enriquecer.</p>
<p><span id="more-545"></span>Aos poucos, nos acostumaremos com o IOF maior, até porque o imposto não é o único custo que se sobrepõe aos juros. Você acredita que paga juros de menos de 1% ao mês no financiamento de seu automóvel ou de sua casa? É porque ainda não somou os custos do IOF, e também da Taxa de Abertura de Crédito, do seguro contra inadimplência, os custos de cobrança e, em alguns casos, de impressão do carnê. Essa informação vem ganhando a mídia e muitos consumidores estão atentos e já não vacilam diante de uma proposta mágica de financiamento. Se comprar a prazo já era um mau negócio, pior agora. Pense duas vezes antes de levar para casa um carnezinho.</p>
<p>Uma alternativa que está voltando à cena do consumo é o uso do leasing como alternativa de pagamento de bens de grande valor. O leasing foi muito utilizado até 1999, quando muita gente aproveitou a opção de financiar veículos com taxas corrigidas pela variação cambial – que eram mais baratas até o dólar disparar e, então, a maioria não conseguir pagar seus carros.</p>
<p>Por não ser uma operação considerada financeira, mas sim mercantil – ou seja, uma compra a prazo sem juros – o leasing acaba não recebendo o ônus do IOF. No lugar dos juros, surge a chamada taxa de administração. Essa taxa varia bastante no mercado, por isso você deve pesquisar bem antes de contratar seu leasing. Mas, com a dimensão que ganhou o IOF, essa passou a ser uma alternativa bem vantajosa para adquirir seus bens.</p>
<p>Pesquise a respeito. A decisão, como no financiamento, deve ser feita sempre somando o valor de todas as parcelas e seus encargos, para saber o quanto você pagará a mais pelo serviço.</p>
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<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=1215572" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A essência de investir</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/01/14/a-essencia-de-investir/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 12:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas afirmam que investem seus recursos, porém não o fazem. Elas têm a ilusão de que investem porque alocam parte de suas riquezas em algo que entendem como não sendo consumo imediato. Mas nem todo dinheiro que é direcionado para algo que possa ser revendido, isto é, convertido novamente em dinheiro no futuro, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istockphoto.com/file_search.php?action=file&amp;lightboxID=2732032" title="A essência de investir!" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/dinheirama_foto_geral.jpg" alt="Dinheirama - Foto geral" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="113" hspace="1" vspace="1" width="170" /></a>Muitas pessoas afirmam que investem seus recursos, porém não o fazem. Elas têm a ilusão de que investem porque alocam parte de suas riquezas em algo que entendem como não sendo consumo imediato. Mas nem todo dinheiro que é direcionado para algo que possa ser revendido, isto é, convertido novamente em dinheiro no futuro, é considerado <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:livro+finan%C3%A7as+pessoais" class="bbli">investimento<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</p>
<p>Tudo que ganha valor no tempo é um investimento, desde que você tenha condições de usufruir dos resultados obtidos com o aumento de valor. Na linguagem usada por especialistas, um investimento precisa ter liquidez, ou seja, a transformação dele em dinheiro deve ser viável quando você precisar. Não considero a casa própria, por exemplo, um investimento. Por mais que ela tenha potencial de valorização, dificilmente você aceitará, no futuro, vender sua casa supervalorizada e mudar-se para uma moradia econômica, visando viver dos rendimentos da diferença poupada. É mais provável que você ofereça a casa como entrada em uma moradia mais cara ainda. Casa própria, portanto, é consumo. Investir vai bem além de comprar bens que valorizam.</p>
<p><span id="more-458"></span>Uma das primeiras regras que você deve aprender sobre investimentos é que investir é multiplicar, transformar 1 em 2. Investir não é somente guardar parte da renda ou aplicar na caderneta de poupança. Investir é também comprar barato e vender caro. Alguns optam por se especializar na <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:guia+im%C3%B3veis" class="bbli">compra e venda de imóveis<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. Procuram pechinchas e as vendem, algum tempo depois, pelo real valor de mercado. Quem já procurou imóveis em uma imobiliária deparou com a pergunta: “O que o senhor (ou a senhora) procura é para morar ou para investir?” O corretor imobiliário sabe que aqueles que querem um imóvel para morar darão valor a aspectos que nem sempre se refletem no valor de mercado, como a beleza do jardim, a ventilação da casa, a vista da janela, a facilidade de uma padaria próxima. Por valorizar tais aspectos, muitas vezes estarão dispostos a pagar preços que incluem as qualidades detectadas pelo proprietário original.</p>
<p>Quando se está procurando um imóvel para investir, na percepção dos corretores, o objetivo é qualquer imóvel que valha menos que um “para morar” valeria – o ideal é que valha muito menos – e não seja difícil revender no futuro. Tais qualidades não são fáceis de conseguir, exigem um trabalho de garimpagem. Em geral, dependem de um proprietário realmente interessado em se desfazer do imóvel, como acontece em casos de herança, viagem súbita para o exterior, separações conjugais e problemas financeiros. É assim que se ganha dinheiro no mercado imobiliário. Os “que investem”, com capital e tempo para esperar uma oportunidade, compram imóveis dos “desesperados para vender”, e então esperam a oportunidade de encontrar um “que quer morar”, que lhes pagará preço maior. Para conseguir esse preço maior, o corretor, muitas vezes, usa todas as técnicas de vendas que ele aprendeu em incontáveis cursos e seminários de vendas. Assim, aquele que quiser investir no mercado imobiliário não dependerá apenas de sua decisão.</p>
<p>É preciso conhecer imóveis, conhecer as imobiliárias, preferencialmente ter alguns corretores de confiança, visitar as imobiliárias com freqüência, manter o foco em um mercado específico (ninguém consegue estar informado sobre todos os tipos de imóvel de todas as regiões de uma grande cidade) e constantemente atualizar informações e conhecimentos. Em outras palavras, será preciso ser um profundo conhecedor do assunto se não quiser perder dinheiro em seus investimentos.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=1215572" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O valor de um bom presente</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2007/12/10/o-valor-de-um-bom-presente/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 13:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das tradições natalinas do mundo moderno é a guerra das compras de final de ano. Na hora de escolher presentes para pessoas queridas, inevitavelmente somos apanhados por dúvidas relacionadas aos preços e aos recursos de que dispomos – que tipicamente são escassos. Quanto gastar? Será que a pessoa achará que sou miserável? Será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istockphoto.com/file_search.php?action=file&amp;lightboxID=2732032" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/dinheirama_inteligencia_financeira_grana.jpg" alt="IPO BM&amp;F: vai ou fica?" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="113" hspace="1" vspace="1" width="170" /></a>Uma das tradições natalinas do mundo moderno é a guerra das compras de final de ano. Na hora de escolher presentes para pessoas queridas, inevitavelmente somos apanhados por dúvidas relacionadas aos preços e aos recursos de que dispomos – que tipicamente são escassos. <strong>Quanto gastar?</strong> Será que a pessoa achará que sou miserável? Será que a pessoa me daria algo desse valor? Será que não terei problemas financeiros se for muito generoso nos presentes? Dúvidas intermináveis que rondam milhões de consumidores ávidos por queimar seu décimo terceiro salário ou bônus de final de ano.</p>
<p>Em parte, tais dúvidas são pertinentes. Mas apenas em parte, pois, ao presentear, realmente devemos expressar no valor do presente o apreço que temos pela pessoa que o recebe. Porém, <strong>um presente de elevado valor não é a mesma coisa do que um presente de elevado preço.</strong> Essa diferença é importante.</p>
<p><span id="more-431"></span>Há duas moedas disponíveis para pagar o que consumimos: <strong>dinheiro e criatividade</strong>. Normalmente, quanto menos criatividade utilizamos, mais dinheiro desembolsamos. O exemplo clássico de meus livros é o do namorado que não teve criatividade para dedicar tempo na elaboração de um cartão caprichado ou de uma poesia, ou para planejar um dia a dois inesquecível – normalmente, ele acaba compensando sua falta de criatividade com a compra de um buquê de flores caríssimo.</p>
<p>Presentes custosos não deixam de gerar uma boa impressão. Quem recebe um presente caro, como uma roupa de grife, certamente reconhece nele o valor do elevado desembolso. Porém, quem recebe uma lembrança cuidadosamente elaborada por quem presenteou, com um cartão contendo uma mensagem que reforça o sentimento de amizade ou amor, inevitavelmente reconhecerá o tempo dedicado à personalização do presente e, por isso, o devido valor daquele item. Mesmo que tenha custado muito pouco, é o tempo dedicado a fazer daquela lembrança algo único e pessoal que dá a ela seu devido valor.</p>
<p>Talvez esteja na criatividade, hoje tão escassa, o tão procurado espírito natalino que o comércio se encarregou de transformar em uma burocrática troca de presentinhos. Repense seus presentes, repense seus gastos, para que você tenha um Natal mais rico.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=1215572" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Investment grade: problemas e oportunidades</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2007/11/06/investment-grade-problemas-e-oportunidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 02:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavocerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se vem alardeando a respeito das oportunidades que a elevação do grau de risco do Brasil, o chamado investment grade, pode trazer às empresas e à economia brasileira como um todo. Para quem ainda está por fora do assunto, esse assunto tem a ver com a recomendação que agências de risco e grandes bancos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istockphoto.com/file_search.php?action=file&amp;lightboxID=2459038" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/dinheirama_estrada_futuro.jpg" alt="Dinheirama - Estrada para o futuro!" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="113" hspace="1" vspace="1" width="170" /></a>Muito se vem alardeando a respeito das oportunidades que a elevação do grau de risco do Brasil, o chamado investment grade, pode trazer às empresas e à <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:economia%20finan%C3%A7as%20dinheiro" class="bbli">economia brasileira<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> como um todo. Para quem ainda está por fora do assunto, esse assunto tem a ver com a recomendação que agências de risco e grandes bancos de investimento internacionais fazem sobre cada país. Como o Brasil, em função de seu histórico de dificuldades econômicas, ainda não recebeu a recomendação no nível de investimento, investidores estrangeiros mais conservadores e grandes fundos de pensão evitam investir aqui com perspectivas de longo prazo.</p>
<p><strong>Uma vez obtido o investment grade, o que muda?</strong><br />
Basicamente, um grande volume de investimentos passará a ter como destino o Brasil. Segundo economistas, isso não deve se traduzir em grande alta no mercado de ações, pois investidores com apetite para o risco já apostaram suas fichas nessa conquista do país, investindo maciçamente nas ações de empresas brasileiras e proporcionando uma alta nos preços. Por outro lado, esse capital com perspectivas de longo prazo que entrou, em parte substituindo um capital especulativo, vem para ficar e, por isso, para dar estabilidade aos movimentos de nossa <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:bolsa%20de%20valores" class="bbli">bolsa de valores<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</p>
<p><span id="more-378"></span>Quanto menos especulativo o capital, menor a rotatividade dos papéis e menos intensos são os altos e baixos. O índice Bovespa deve passar a traduzir, cada vez mais, um ritmo de crescimento compatível com a realidade das empresas, algo entre 10 e 30% ao ano – caso não haja grande interferência de efeitos extremos como guerras e desequilíbrios políticos. Por isso, o cenário mais otimista para o mercado de ações em nada deve lembrar os últimos anos de grande fartura.</p>
<p>Por outro lado, a provável enxurrada de dinheiro que entrará no Brasil, vinda principalmente de fundos de pensão – que, por questões estatutárias, só poderão investir quando o investment grade for fato – trará grande benefício ao chamado middle market, formado por empresas de menor porte que, para crescer, hoje esbarram no crédito caro e limitado. Devemos esperar por uma oferta maior de financiamentos, com taxas menores e prazos mais longos, o que deve aquecer tanto a produção quanto o consumo.</p>
<p>Ilude-se, porém, quem pensa que crédito mais longo, mais farto e mais barato significará uma grande festa para os consumidores. O brasileiro é um péssimo usuário de crédito, contraindo dívidas sem saber se poderá pagar ou, muitas vezes, com a certeza de que não poderá pagar.  O crédito de primeiro mundo que bate às nossas portas deverá ser mais exigente, cobrando de seus potenciais clientes um bom histórico e um bom projeto de negócios ou de vida que viabilize a quitação das dívidas com boa margem de segurança. Hoje, financeiras seduzem clientes, e esse mecanismo continuará existindo nas alternativas de crédito com juros astronômicos. Mas as facilidades passarão a ser enormes para quem aprender a seduzir o sistema financeiro com um bom planejamento financeiro.</p>
<p>O investment grade, portanto, pode vir a ser o paraíso para quem cuida de sua reputação e para quem está concentrando esforços em qualificação e conhecimento para contar com bons <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:aposentadoria%20investimento" class="bbli">projetos futuros<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. Tenha um bom projeto em mãos, que você crescerá. Mas, se tiver um histórico ruim em seu nome e maus hábitos financeiros, talvez você até cresça; mas verá outros crescerem bem mais do que você, aproveitando o período de bonança da economia. Essa bonança não será para poucos, mas exigirá esforço de sua parte.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Gustavo Cerbasi</strong> (<a href="http://www.maisdinheiro.com.br" target="_blank">www.maisdinheiro.com.br</a>) é consultor financeiro pessoal e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=280373&amp;franq=247523" target="_blank">Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1017374&amp;franq=247523" target="_blank">Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=1215572" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>gustavocerbasi</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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