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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Conrado Navarro</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Conrado Navarro</title>
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		<title>A vitimização como falso pilar de felicidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/23/a-vitimizacao-como-falso-pilar-de-felicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 01:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vitimização cria uma perigosa zona de conforto e torna as desculpas e justificativas um falso pilar de felicidade. Dinheiro exige atitude e disciplina, não a busca por culpados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="A vitimização como falso pilar de felicidade" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_a_vitimizacao_como_falso_pilar_de_felicidade.jpg" alt="A vitimização como falso pilar de felicidade" align="left" hspace="2" vspace="2" />Leonardo</strong> comenta:<em> &#8220;Navarro, não faz muito tempo tive uma discussão com minha esposa sobre nossa postura diante de nossos problemas financeiros, dívidas e falta de planejamento. A sensação que tenho é que não colocamos a mesma energia de outros tempos nessas questões. Preferimos jogar a culpa nos outros, no que deu errado, no que ainda não aconteceu e por ai vai. Preciso ler algumas verdades sobre isso. Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Certa vez ouvi em uma palestra que o ser humano é o <em>&#8220;mestre na arte de encontrar justificativas para suas decisões&#8221;</em>. Você já deve ter percebido essa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aGFiaWxpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">habilidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em ação, afinal tomamos muitas decisões de forma impulsiva e logo em seguida tentamos criar as condições ideais para nos confortarmos com o que acabamos de fazer.</p>
<p><strong>Boas justificativas fazem o tempo passar&#8230;</strong><br />
Em se tratando de pequenas decisões cotidianas, tipo <em>&#8220;Comi aquele lanche rápido porque não ia dar tempo de almoçar&#8221;</em>, muitas justificativas até parecem fazer sentido &#8211; e seu uso acaba sendo essencial para que seja possível seguir adiante com as responsabilidades.</p>
<p>É muito comum observar esse &#8220;conceito&#8221; em nossa cultura. Muito de nossa prestação de serviços baseia-se na máxima &#8220;criar complexidades para vender simplicidade&#8221;. Porque é difícil, precisamos (e esperamos) dos outros para a solução (acontece com a abertura de empresas, declaração de imposto de renda, compra e venda de imóveis etc.).</p>
<p>Sem perceber (ou sem aceitar), estendemos isso ao dia a dia e buscamos &#8220;no sistema&#8221; a solução para problemas pessoais. A coisa começa a tomar proporções perigosas quando as desculpas viram muleta para a falta de bom senso e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ao contrário do que temos discutido neste espaço, olhar-se como uma vítima só reforça o quanto você prefere esperar que uma solução apareça ao invés de buscá-la de forma pró-ativa.</p>
<p><strong>A culpa é do sistema?</strong><br />
Frases tipo<em> &#8220;Ele fala isso porque a situação dele é melhor que a minha&#8221;</em> ou <em>&#8220;A liquidação de 70% era imperdível&#8221;</em> trazem uma sensação de tranquilidade imediata porque transferem a culpa por uma decisão insensata para outra pessoa, entidade ou empresa.</p>
<p>A vítima prefere olhar os acontecimentos como sendo consequências de fatores alheios ao seu controle, permitindo assim que a culpa seja sempre de variáveis externas. Assim, dormir tranquilo fica mais fácil e a pose tipo &#8220;está tudo sob controle&#8221; permanece. Na prática, porém, os problemas continuam sem solução.</p>
<p><strong>Quem só se justifica vira um chato!</strong><br />
Existe ainda um agravante. O indivíduo afetado pela necessidade de justificar tudo se torna alguém desagradável e incapaz de enxergar nos outros as <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3BvcnR1bmlkYWRlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">oportunidades<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de melhorar. O convívio fica prejudicado porque quem não se sente culpado tende a cobrar demais.</p>
<p>Inventa-se desculpa para tudo. E se os problemas não são da vítima, ela não é capaz de agir. Logo, vai esperar e trabalhar que para os outros resolvam suas questões. Vai exigir mais dos outros, será mais inflexível, cobrará resultados cada vez mais claros e assim por diante.</p>
<p>Em finanças, esse comportamento também se traduz no pensamento <em>&#8220;devo não nego, pago quando puder&#8221;</em>. O problema existe, é sério e requer ações imediatas, mas e daí? Entram em cena as justificativas: este mês receberei hora extra, mês que vem finalmente fulano vai me pagar, o bico que eu estava procurando vai finalmente aparecer e assim por diante.</p>
<p>O &#8220;e se&#8221;, o &#8220;quando isso&#8221; ou o &#8220;assim que&#8221; acabam se tornando o <em>modus operandi</em> de muitos lares. Consegue enxergar gente assim no seu convívio pessoal? Infelizmente, isso é muito mais comum do que admitimos. Desnecessário dizer que quem prefere ser vítima dificilmente será reconhecido por fazer algo extraordinário ou será capaz de construir um legado.</p>
<p><strong>Cuidado com a interpretação do texto.</strong> Achar que estou apontando o dedo para você é transferir a culpa dos seus problemas para mim &#8211; e isso não vai adiantar nada. Comente no espaço abaixo e também no <em>Twitter</em> se a reflexão foi útil. Siga-me em <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste episódio da TV Dinheirama mostramos como e com quem os jovens aprendem sobre dinheiro e investimentos. Educação financeira precisa começar em casa! Sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_tvdinheirama_como_com_quem_aprendemos_dinheiro_investimentos.jpg" alt="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos lares brasileiros costumam subestimar a oportunidade de passar aos filhos bons exemplos relacionados ao dinheiro. Pior que isso, é usual ouvir de pais e mães que <em>&#8220;a responsabilidade de educar os filhos é da escola&#8221;</em>. E assim muitos brasileiros seguem endividados, enforcados no cheque especial, mas com o discurso de que &#8220;ensinam&#8221; seus filhos não serem adultos assim. Não adianta, não é mesmo?</p>
<p>Neste episódio da <strong><a title="Acesse e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, agora mais leve e agradável, trato de como é importante assumir posturas positivas e coerentes diante de crianças e jovens. Além disso, também abordo os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Pesquisa mostra que os jovens buscam conhecimento e aprendizado sobre finanças e investimentos com os pais;</li>
<li>Investir só nos produtos que conhecemos vai nos levar até onde nossos pais já chegaram. Mas o Brasil mudou, a economia global mudou. Portanto, é preciso buscar aprendizado e investir de forma mais inteligente;</li>
<li>O exemplo dos pais é fundamental para criar nos filhos a cultura de poupança e planejamento financeiro. O que você faz neste sentido?</li>
</ul>
<p>Assista ao vídeo e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ">http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ</a></p>
<p>Importante: Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube – <strong><a title="Acesse a TV Dinheirama no YouTube" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> – e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/14/cinco-caracteristicas-das-pessoas-ricas-e-bem-sucedidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça a realidade de pessoas ricas e bem-sucedidas e entenda porque suas características fazem tanta diferença em relação ao dinheiro e qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_cinco_caracteristicas_pessoas_ricas_bem_sucedidas.jpg" alt="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Helena</strong> comenta: <em>“Navarro, costumo me informar sobre dinheiro em casa e com amigos mais entendidos, mas muitas vezes sinto falta de aprender com pessoas realmente especiais nessa área &#8211; gente rica, mas no sentido da qualidade de vida, da liberdade e da construção de um futuro sempre favorável. Afinal, existe segredo para lidar com o dinheiro sem que ele seja sempre um problema? Obrigada”</em>.</p>
<p>Entender a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro tem proporcionado à nossa equipe excelentes reflexões. Uma delas particularmente me atrai: temos uma tendência natural a seguir a moda, baseando no consumo nossa referência de inclusão social – o resultado é que valorizamos muito as expectativas dos outros. Ao mesmo tempo, também tendemos a culpar os outros por nossos fracassos.</p>
<p>Fazemos mais e melhor porque é o que “esperam de nós” e quando algo “dá errado”, a culpa também é dos outros. Preferimos nos isentar das responsabilidades e apontar o dedo na direção do sistema. Frases tipo <em>“o preço estava ótimo”</em>, <em>“a promoção realmente valeu a pena”</em> e <em>“para ele é fácil falar, ele já nasceu rico”</em> são bastante comuns.</p>
<p><span id="more-7603"></span><strong>Quem é você para falar do MEU dinheiro?</strong><br />
No fundo, tudo o que queremos é manter as aparências em dia e os problemas bem escondidos, especialmente aqueles relacionados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Não se pode perceber, apenas olhando, quem está endividado. O dinheiro tem essa “vantagem” de ser assunto somente nas  horas em que desejamos abordá-lo. <em>“Do meu dinheiro, cuido eu”</em>, não é assim?</p>
<p>A zona de conforto torna os dias mais agradáveis e faz o tempo passar mais depressa, sem grandes sustos – sendo, pois, desejável. Trata-se de uma <a title="Leia mais" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/voce-mais-rico/2012/04/23/zona-de-conforto-outro-sinonimo-para-hipocrisia/" target="_blank">hipocrisia sem tamanho</a>, conforme escrevi no blog <a title="Leia mais" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a>. Enquanto as famílias financeiramente destruídas insistem em manter o assunto “dinheiro” lacrado em sua caixa preta, gente bem-sucedida prefere ver nele um instrumento de liberdade.</p>
<p><strong>Cinco principais características das pessoas ricas e bem-sucedidas</strong><br />
São muitas as referências sobre pessoas de sucesso disponíveis na Internet e em bons livros. Investigar seus hábitos revela muito sobre como essas famílias lidam com o processo de tomada de decisões. Em essência, há sempre diálogo, reflexões e envolvimento.</p>
<p>Achei por bem listar, dentre as muitas coisas que já li até hoje, pontos comuns no relacionamento entre bem-estar, dinheiro e conquista de sonhos. Confira, então, as características que mais admiro nas pessoas realmente ricas e bem-sucedidas:</p>
<p><strong>1. Vivem abaixo de suas possibilidades</strong><br />
Eles realmente levam a sério a <a title="Leia mais no Dinheirama" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>: gastar menos do que se ganha e aprender a investir para sustentar o padrão de vida por muito tempo. A principal questão diz respeito à consciência plena de que as condições de vida precisam ser preservadas para que ela seja aproveitada em todas as suas fases.</p>
<p>Assim, o padrão de vida não é visto como medida de riqueza, mas como meio de criar uma vida sustentável durante todas as suas etapas (nascimento dos filhos, estudos, formação profissional, construção de patrimônio, viagens, velhice, hobbies etc.). Viver com menos do que o possível é o que permite que as prioridades sejam respeitadas e os objetivos alcançados.</p>
<p><strong>2. Alocam tempo, energia e dinheiro de forma eficiente, visando a construção de riqueza</strong><br />
Nem tudo dará certo na primeira vez. Muitas decisões terão que ser adiadas. Alguns sonhos simplesmente terão que “esperar”. Tais afirmações não causam a ansiedade e angústia comuns àqueles acostumados a viver das aparências e mediante exigências sociais.</p>
<p>As famílias bem-sucedidas entendem que o diálogo em torno das finanças é o que permitirá que todos possam unir-se em torno dos objetivos comuns. Assim, dedicam tempo para ensinar e aprender sobre dinheiro (frequentam palestras, conversam em casa e leem sobre o tema), sempre colocando em prática o conhecimento adquirido.</p>
<p><strong>3. Acreditam que a liberdade é mais importante que o status</strong><br />
Ao viverem dentro de um padrão de vida razoável e inteligente, o que fazem é construir os meios para que esse padrão dure por muito tempo. Mais que isso, que as fases da vida sejam aproveitadas de forma plena, desde a criação de um filho até os cuidados com a saúde na terceira idade.</p>
<p>Os bem-sucedidos entendem que viver para parecer custa muito dinheiro e gera problemas emocionais bem profundos (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVwcmVzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">depressão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, angústia, tristeza crônica, sentimento de inferioridade etc.). Ter tudo, mas sentir-se vazio não é ser rico. Assim, o endividamento para consumo não é uma opção, mas apenas usado em casos emergenciais.</p>
<p>O foco é na geração de renda passiva e nas condições de desfrutar a vida de forma sempre abundante e confortável. A independência financeira conquistada a partir do equilíbrio entre consumo e investimento permitirá que a família jamais incorra em problemas de ordem financeira. Isso é ser livre!</p>
<p><strong>4. Buscam e aproveitam oportunidades</strong><br />
A vantagem de manter-se sempre bem informado é clara: fica mais fácil avaliar o que acontece na economia (mundial e local), no entorno familiar ou em sua cidade e, assim, tomar decisões mais inteligentes e voltadas para os objetivos anteriormente traçados.</p>
<p>Uma oportunidade de iniciar um novo negócio, a aquisição de um novo imóvel capaz de acelerar a geração de renda passiva (aluguel), uma revisão na carteira de ações criada com o objetivo de gerar dividendos, são vários os passos que o investidor inteligente e bem-sucedido pode tomar para aproximar-se de suas metas. E é justamente isso que eles fazem.</p>
<p><strong>5. Permitem que seus filhos lidem com a frustração e entendam seu valor</strong><br />
Somos frequentemente bombardeados com a ideia de que educar é também mitigar os riscos e permitir acesso simplificado a tudo o que conquistamos com alguma dificuldade. Uma espécie de redenção. Corremos o risco, no entanto, de criar jovens sem a conduta de valor apropriada para a vida adulta. Prejudicamos mais que ajudamos.</p>
<p>Aprender implica encarar as responsabilidades presentes em nossas decisões. Consequências são acionadas a cada caminho escolhido e é importante que possamos encará-las de forma aberta e corajosa. Errar, portanto, será uma constante, e o aprendizado a partir dos erros acaba sendo o verdadeiro diferencial para a tarefa de dar sequência a projetos de vida mais interessantes e duradouros.</p>
<p>Defender quem amamos das situações de aprendizado pelo erro pode ser reconfortante e prazeroso, mas é também perigoso. Ao acostumar nossos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3JpYXIrZmlsaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">filhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com o sucesso fácil e sempre presente, transformamos o fracasso em vilão. Essa cultura criará adultos manipuladores, exigentes demais, pouco flexíveis e incapazes de reconhecer o valor das coisas. Gente materialista, completamente o oposto do conceito de riqueza aqui exposto.</p>
<p><strong>Pra encerrar&#8230;</strong><br />
Espero que as reflexões propostas tenham serventia no seu aprendizado. Tenha em mente que para as <a title="Leia o Blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">pessoas realmente ricas</a> (o que passa longe de ser milionário ou coisa do gênero), <strong>o dinheiro é sinônimo de possibilidades</strong>, chances de ser melhor, mais livre e fazer mais. <strong>Para os endividados, dinheiro é apenas uma solução</strong>. A diferença é monstruosa.</p>
<p>Que tal discutirmos melhor o assunto? Fale comigo no Twitter – <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> – e também através do espaço de comentários do artigo logo abaixo. Educação financeira precisa ser um assunto mais discutido e valorizado. Concorda?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda as mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança e como elas afetam sua vida. A poupança continua melhor que fundos DI e renda fixa com alta taxa de administração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_as_mudancas_rentabilidade_caderneta_poupanca_afetam_sua_vida.jpg" alt="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Thiago</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, os juros estão caindo, o governo finalmente mexeu na rentabilidade da caderneta de poupança e o crédito ficou mais barato. Como o pequeno investidor deve encarar esta realidade? Onde aplicar nosso dinheiro para garantir melhores retornos? A poupança continuará atraente? Em que situações? Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, coisa de uns 10 anos, investir no Brasil era relativamente simples. Bastava aplicar seu dinheiro em produtos de renda fixa, geralmente fundos conservadores oferecidos pelos bancos, e esperar pela virada do ano. Ao final de 2002, a Taxa Selic estava em 21%. Apesar da alta da inflação na mesma época (IPCA foi de 12,5%), era possível ganhar pelo menos 6% reais (sem impostos, taxas e descontada a inflação), ao ano, quase sem risco.</p>
<p>Em contrapartida, investir na poupança significava &#8220;perder&#8221; dinheiro. Em 2002, para ficarmos no mesmo exemplo de 10 anos atrás, a caderneta teve rentabilidade de 8,95%. Muito, mas pouco, já que a rentabilidade real, usando a inflação como parâmetro, foi negativa. O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> encareceu 12,5% (IPCA) e a poupança rendeu 8,95%, logo o dinheiro guardado &#8220;valia&#8221; ao final 3,55% menos.</p>
<p><span id="more-7584"></span><strong>A situação mudou!</strong><br />
Os juros básicos da economia (Selic) foram caindo, em um movimento iniciado com mais ímpeto na gestão de Henrique Meirelles (governo Lula) e seguido com ainda mais vigor pelo escolhido de Dilma, Alexandre Tombini. O <a title="Veja o histórico da queda de juros" href="http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS" target="_blank">histórico da queda dos juros impressiona</a>: saímos do patamar de 30% em maio de 1998 para os atuais 9% em maio de 2012.</p>
<p>Com os juros em 9% ao ano, a rentabilidade da poupança (0,5% ao mês mais a variação da TR &#8211; Taxa Referencial) passa a ser muito interessante. Sem incidência de Imposto de Renda (IR) e taxas, ela já se equipara à rentabilidade líquida (descontado IR e taxa de administração) de muitos fundos de renda fixa tradicionais. No artigo <a title="Clique para ler o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/o-que-fazer-como-aproveitar-e-o-que-evitar-com-a-queda-dos-juros/" target="_blank">&#8220;O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros&#8221;</a> abordo a questão dos juros bancários.</p>
<p>Diante deste cenário, muitos leitores enviaram questões relacionadas aos seus investimentos, às mudanças na caderneta de poupança e suas decisões financeiras daqui em diante. Aproveitarei este artigo para tentar responder algumas delas.</p>
<p><strong>Quais foram as mudanças anunciadas para a caderneta de poupança? Elas já estão em vigor?</strong><br />
Para poupanças abertas a partir de 04/05/2012, haverá um <a title="Leia mais sobre as mudanças na poupança" href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca,o,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca-,868450,0.htm" target="_blank">gatilho que diminuirá o retorno da poupança</a>. Quando a taxa de juros fixada pelo Banco Central, a Selic, for igual ou inferior a 8,5% ao ano, o rendimento dos novos depósitos será igual a 70% da Selic mais a variação da TR. Se a Selic voltar a subir e ultrapassar o patamar de 8,5% a.a., a regra antiga da poupança será usada para corrigir os valores depositados.</p>
<p><strong>Por que mexer no retorno da caderneta de poupança?</strong><br />
Imagine os juros (Selic) em 7% e a caderneta de poupança rendendo os mesmos 6% garantidos todo ano. A rentabilidade real de muitos produtos de renda fixa ficaria muito abaixo da caderneta, podendo levar investidores a migrar seus investimentos. Isso traria o risco de o governo passar a ter dificuldades para vender títulos públicos, que são a base de fundos de renda fixa e servem para &#8220;financiar&#8221; o Estado.</p>
<p>Assim, a rentabilidade da poupança acabou se tornando o piso da taxa de juros. Ou seja, sem mudar o retorno da poupança não seria possível levar os juros para níveis menores que os 6% até então garantidos da caderneta. Esse problema já havia sido discutido no governo Lula, que considerou o tema &#8220;impopular&#8221;. Dessa vez, a mudança gerou uma <a title="Leia mais sobre a MP e sua aprovação" href="http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/05/04/interna_politica,292575/aprovacao-da-medida-provisoria-da-poupanca-nao-sera-facil-diz-braga.shtml" target="_blank">Medida Provisória (MP), que está na Câmara dos Deputados e requer aprovação</a>.</p>
<p><strong>Cadernetas de poupança já existentes serão afetadas?</strong><br />
Sim. De acordo com a MP apresentada, a partir de 04/05/2012, aportes feitos em contas-poupança já existentes também serão rentabilizados a partir da nova mudança proposta. Tenha em mente, portanto, que as novas regras valem para novas contas e novos aportes em contas já existentes.</p>
<p><strong>Então, apesar de ser a mesma caderneta, os depósitos serão identificados de acordo com a data e assim rentabilizados de forma diferente?</strong><br />
Isso mesmo. Os valores já depositados antes da entrada em vigor da &#8220;nova poupança&#8221; terão sua rentabilidade mantida de acordo com as regras antigas. Novos aportes, porém, sofrerão ação do gatilho de 8,5% da Selic.</p>
<p><strong>Mas, como o banco vai distinguir o que é depósito novo e o que é depósito antigo?</strong><br />
Segundo o Banco Central, o banco será obrigado a apresentar ao poupador, em separado, o saldo da caderneta que está sob as regras antigas. Essa informação será apresentada nas consultas aos terminais de atendimento e no extrato bancário. Na prática, você terá dois saldos referentes à caderneta de poupança.</p>
<p><strong>E o que acontecerá quando eu for sacar dinheiro da poupança? O total sacado será retirado do montante mais novo (dentro das novas regras) ou da poupança mais antiga?</strong><br />
Em caso de saque, o dinheiro vai sair primeiro da parte sob as regras novas. O dinheiro “antigo” só sai da conta se o dinheiro “novo” não for suficiente.</p>
<p><strong>Em caso de transferência de poupanças de mesma titularidade, será usada a nova regra da poupança?</strong><br />
Sim. A movimentação caracteriza um saque (da poupança de origem) e um depósito (na poupança destino), sendo considerada uma nova movimentação. Logo, o gatilho originado da nova regra passará a valer para esta transação.</p>
<p><strong>E no caso dos rendimentos de dinheiro considerado &#8220;antigo&#8221;, ou seja, de uma caderneta já existente antes da data da mudança?</strong><br />
Os rendimentos do dinheiro aplicado antes da nova regra serão considerados &#8220;dinheiro antigo&#8221;, ou seja, somar-se-ão ao montante investido antes da regra e seguirão rendendo pela regra antiga até que sejam utilizados.</p>
<p><strong>Há possibilidade da Taxa Selic cair abaixo de 8,5% e subir novamente dentro do mesmo mês, dificultando o cálculo da rentabilidade do dinheiro aplicado?</strong><br />
Não, pois as reuniões que definem essa taxa são realizadas a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom), inclusive com calendário já divulgado.</p>
<p><strong>Como o investidor deve encarar essa mudança na rentabilidade da poupança? Em que situações a caderneta será interessante?</strong><br />
A verdade é que o pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> não deve mudar muito sua concepção sobre o uso da caderneta de poupança. Para aplicações de curto prazo (até um ano), poupança para compra de bens à vista e fundo de reserva para emergências, a poupança continuará sendo uma excelente opção.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Em caso de Selic a 8,5% ao ano, percentual que dispara o gatilho da poupança, fundos DI terão que oferecer taxas de administração menores que 1% ao ano para resgate em até um ano ou serão menos rentáveis que nova poupança. O mesmo acontece com CDBs (títulos privados) que paguem menos de 90% do CDI e operações com títulos públicos cujos custos sejam maiores que 0,5%;</li>
<li>Em caso de Selic a 8%, a rentabilidade da poupança (5,6%) praticamente empataria com de fundos de renda fixa com taxas de administração de 0,5% (5,7%) e ainda venceria CDBs que paguem menos de 96% do CDI.</li>
</ul>
<p><strong>Apesar da mudança, os investimentos feitos na caderneta de poupança renderão mais que outros produtos conservadores de curto prazo?</strong><br />
Por enquanto, sim! A diferença é que essa situação não acontecia com tanta frequência, o que exigirá dos bancos uma mudança de postura em relação aos custos envolvidos em seus fundos de renda fixa voltados para o pequeno poupador. Taxas inferiores a 1,5% terão que ser prática comum ou a poupança continuará sendo mais interessante. O mesmo vale para a rentabilidade dos títulos privados (CDB), que terão que remunerar melhor o investidor (pelo menos 95% do CDI). Você pode ver outras simulações <a title="Veja mais simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1085518-novas-regras-da-poupanca-afetam-rendimentos-veja-simulacoes.shtml" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Como sei quando vale a pena? O que devo levar em consideração?</strong><br />
Dois fatores merecem atenção: o Imposto de Renda &#8211; as alíquotas vão de 22,5% (resgate antes de seis meses) a 15% (após dois anos) do ganho &#8211; e custo do investimento &#8211; a taxa de administração no caso dos fundos e os custos operacionais (custódia e taxa de negociação) no caso da compra e venda de títulos públicos (Tesouro Direto).</p>
<p>Uma referência geral pode ser útil: para Selic entre 8% e 10% (situação esperada para 2012), fundos de renda fixa só serão tão ou mais interessantes que a poupança se oferecerem taxa de administração máxima de 1,5% (prazo acima de dois anos) e 1% (prazo de até um ano). Para os CDBs, só se oferecerem pelo menos 95% do CDI. A verdade é que <a title="Leia mais e veja outras simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1086533-r-100-bilhoes-em-fundos-vao-perder-para-a-nova-poupanca.shtml" target="_blank">muitos fundos perderão para a poupança</a> se não mudarem suas taxas.</p>
<p><strong>Ora, então a mudança da poupança pode ser considerada uma boa notícia?</strong><br />
Sim. Ao ser anunciada a medida, percebi que muitos brasileiros ficaram inquietos, alguns até preocupados. Primeiro, não há razão para pânico, afinal não se trata de confisco ou coisa parecida &#8211; felizmente, isso é passado. Segundo, muita calma com o discurso <em>&#8220;eles querem tirar dos pobres e não dos ricos&#8221;</em>, já que não é possível ser uma potência econômica e criar melhores condições para os negócios (empreendedores, concessão de crédito, expansão comercial etc.) com juros elevados.</p>
<p>Além disso, uma aplicação cujo retorno esteja sempre acima dos juros básicos, de forma garantida, geraria distorções no trânsito de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, consequentemente, na economia. Ninguém compraria títulos públicos se a caderneta desse mais retorno (e sem taxas e impostos), certo? Sem vender seus papéis, o governo perderia sua capacidade de investir e rolar sua dívida, além do que haveriam recursos em excesso para o financiamento imobiliário (65% dos depósitos na poupança devem ser usados para este fim) e escassez para outras coisas.</p>
<p>O cenário &#8220;deixa como está&#8221; seria bem pior, acredite. Assim, mexer na rentabilidade da caderneta de poupança era essencial para permitir a queda de nossos juros reais, desonerando assim o custo do capital. A consequência mais perigosa ainda continua sendo a inflação, que por enquanto está sob controle, mas assusta economistas no que diz respeito ao ano de 2013. Até lá, façamos todos nossa lição de casa: ler sobre o tema e sobre as possibilidades de fazer render nosso dinheiro. Estamos juntos nessa.</p>
<p>Ajude-nos a compartilhar estas novidades e participe da discussão. Deixe seus comentários no espaço abaixo e siga-nos no Twitter &#8211; <strong><a title="Siga o @Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> &#8211; e Facebook &#8211; <a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/o-que-fazer-como-aproveitar-e-o-que-evitar-com-a-queda-dos-juros/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A recente queda dos juros pode ser interessante para você? O que fazer, como aproveitar a redução nas taxas? Vale a pena financiar ou emprestar dinheiro agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_o_que_fazer_como_aproveitar_o_que_evitar_queda_juros.jpg" alt="O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros" align="left" hspace="2" vspace="2" />Eduardo</strong> comenta: <em>“Navarro, depois do anúncio de taxas de juros mais baixas por parte dos bancos estatais, os bancos privados resolveram entrar na disputa e também ofereceram juros menores. Vale a pena mudar de banco? Os preços das coisas serão afetados com essa medida? Como ficam os consumidores diante dessa história? Obrigado”</em>.</p>
<p>Começou anunciada como “decisão histórica” e terminou como um movimento de mercado. A queda nas taxas de juros cobradas pelos bancos estatais, originada a partir da pressão do governo por crescimento econômico, foi seguida por seus concorrentes privados.</p>
<p>Nossa taxa de juros real (descontada a inflação) é de 3% ao ano, <a title="Juros são os mais baixos da história" href="http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u1078231.shtml" target="_blank">valor mais baixo já registrado desde a adoção do Real</a>. É fato que há uma mudança em curso e é provável que você esteja comemorando tudo isso que está acontecendo. É justo. Pretendo, com este artigo, explorar o que está diante de nós, mas de uma forma sincera e objetiva.</p>
<p><span id="more-7552"></span>O governo declarou guerra ao elevado <em>spread</em> bancário e decidiu forçar a queda dos juros. Há algumas semanas, a presidente <strong>Dilma Rousseff</strong> afirmou que os juros, nos níveis atuais, representam um entrave ao crescimento do país. <em>“Temos a necessidade de colocar nossos juros e spreads incluídos nos padrões internacionais de custo de capital”,</em> ela disse.</p>
<p>O ministro <strong>Guido Mantega</strong> foi mais incisivo depois de ser cobrado pelos bancos privados. Ele disse que <em>“em vez de trazer soluções anunciando aumento de crédito, os bancos privados fizeram cobranças de novas medidas do governo. Se os bancos são tão lucrativos, eles têm margem para reduzir taxas”</em>.</p>
<p>Abordarei as questões recorrentes que temos recebido sobre o tema em forma de perguntas e respostas, acreditando, assim, facilitar a compreensão dos desdobramentos trazidos pelo tema.</p>
<p><strong>O que é o <em>spread</em> bancário?</strong><br />
<em>Spread</em> (pronuncia-se spréd) bancário é a diferença entre o custo do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para o banco (representada pela taxa básica de juros, a Selic) e a taxa cobrada dos clientes. O lucro representa uma parcela do <em>spread</em>, que também é composto de impostos, compulsório, despesas administrativas e provisão contra inadimplência.</p>
<p>Segundo dados do Banco Mundial, de 2010, <a title="Veja mais detalhes da pesquisa" href="http://www.seebma.org.br/paginas/noticias.asp?p=3779" target="_blank">o Brasil tem um dos mais elevados <em>spreads</em> bancários do mundo</a>, de 31,1%, perdendo apenas para o Congo (39,7%) e Madagascar (38,5%). No Chile, esse indicador é de 3%. No México, 4,1%.</p>
<p><strong>As taxas de juros cobradas de consumidores e empresas caíram mesmo?</strong><br />
Caíram, sim! Os bancos públicos seguiram a ordem federal e “derrubaram” suas taxas de juros, permitindo aos consumidores acesso a linhas de crédito mais baratas e com prazos maiores. A realidade é que os juros de diversas linhas de crédito caíram.</p>
<p>Depois de uma <a title="Veja como foi o problema entre Febraban e governo" href="http://www.dcomercio.com.br/index.php/economia/sub-menu-economia/86140-governo-e-febraban-trocam-acusacoes-por-causa-dos-juros" target="_blank">tentativa frustrada de pressionar o governo</a>, liderada pela Febraban, os bancos privados aderiram ao movimento e resolveram entrar forte na concorrência por novos empréstimos e financiamentos mais baratos.</p>
<p>A <a title="Entenda como funciona a portabilidade de crédito" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/21/tv-dinheirama-entendendo-a-portabilidade-de-credito/" target="_blank">portabilidade de crédito</a>, regulamentada em 2008 pelo Banco Central, garante que o cidadão possa escolher uma nova instituição e migrar sua dívida, desde que ela tenha característica semelhante à contratada no banco original. E <a title="Conheça histórias de quem já recorreu à portabilidade de crédito" href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/04/clientes-recorrem-portabilidade-de-credito-apos-reducao-dos-juros.html" target="_blank">já há quem tenha tomado essa decisão</a> depois do anúncio de corte nos juros.</p>
<p>Cabe ressaltar que a redução das taxas destes empréstimos ainda não chegou de forma vibrante à economia real. Não se percebem preços mais baixos por produtos no varejo, por exemplo. O governo acredita que um consumo mais vigoroso e os reflexos destas mudanças surjam a partir do segundo semestre.</p>
<p><strong>Então os bancos estavam “metendo a faca” nos consumidores?</strong><br />
Tenho notado e concordo com a indignação de muitos leitores. Afinal, baixar tanto assim significa que as taxas cobradas eram abusivas, altas demais? Ou isso ou teremos problemas ali na frente, principalmente com os bancos públicos, já que o Tesouro (eu, você, todos nós) poderá ser chamado a fechar certos “rombos”.</p>
<p>Quero crer que a questão é mesmo de falta de concorrência, ou seja, de taxas e lucros altos demais. Além disso, é preciso notar que os bancos estão baixando taxas das linhas que oferecem mais garantias, como empréstimo consignado (descontado em folha), financiamento de veículos (o carro é a garantia) e cheque especial e rotativo do cartão de crédito apenas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2xpZW50ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">clientes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que recebem os salários pelo banco.</p>
<p><strong>Não se trata de um convite ao consumo?</strong><br />
Sempre que você oferece produtos (e o crédito, neste caso, é um produto) a preços mais baixos, a intenção é vender mais, aumentar sua base de clientes – afinal, é preciso “compensar” a redução dos preços com mais volume de vendas, de forma a não prejudicar a geração de lucro e a satisfação dos acionistas.</p>
<p>Logo, oferecer crédito mais barato tem o propósito óbvio de movimentar a economia através do incentivo ao consumo. A questão merece reflexão em dois aspectos:</p>
<ul>
<li>O consumidor consciente, educado financeiramente e que sabe seus limites econômicos, poderá tomar mais dinheiro emprestado sem que as parcelas deste empréstimo fiquem maiores que as que ele já contraiu ou conhece. Neste caso, juros mais baixos significarão que ele poderá aumentar seu consumo sem que isso represente dívidas maiores;</li>
<li>Por outro lado, o “convite ao consumo” pode levar muitos brasileiros a se endividar simplesmente porque <em>“agora as parcelas ficaram mais baratas”</em>, mas sem que esse seja um assunto abordado dentro de um contexto de orçamento doméstico. Não adianta pagar mais barato quando há abuso no crédito tomado. O pensamento <em>“se antes eu contrataria tanto e pagaria tanto, agora posso pegar tanto vezes dois e pagar um pouco mais que tanto”</em> pode elevar o endividamento e aumentar a inadimplência.</li>
</ul>
<p><strong>Qual a grande vantagem do momento para o consumidor?</strong><br />
Um aspecto que ganha um peso fundamental nessa nova época de juros mais baixos é a renegociação de dívidas. Aproveitar que as linhas de credito tiveram suas taxas cortadas pode significar parcelas e/ou prazos de pagamento menores. Acredito que, mais do que pensar em consumir, a hora é de repensar as atuais dívidas e tratar de aliviar o orçamento familiar.</p>
<p>O passo fundamental neste sentido é o diálogo. Você tem que ir até o banco em que mantém seu empréstimo atual, sentar com o responsável e conversar. E, claro, pesquisar outras instituições e modalidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3IlRTlkaXRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">crédito<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para avaliar qual a melhor saída para diminuir o seu saldo devedor. Modalidades como crédito pessoal (CDC) e crédito para aquisição de bens de consumo podem ser portadas com facilidade.</p>
<p><strong>Vale a pena insistir no banco onde possuo conta ou migro para outro de cara?</strong><br />
Prefira o contato com a instituição onde já possui relacionamento. Antes, porém, investigue e pesquise quais as condições oferecidas por bancos concorrentes e faça questão de conhecer o que eles têm a oferecer. Visite a concorrência, escute as opções e faça algumas simulações.</p>
<p>Então, com sinceridade, volte ao seu gerente e apresente tudo aquilo que você conseguiu. Valorize o relacionamento existente e peça para que eles avaliem a possibilidade de melhorar (cobrir) as propostas que você tem em mãos. Diante de tanto “barulho” em torno do tema, é grande a chance de concederem a você algo bem interessante.</p>
<p>Agora, se a conversa com o responsável por sua conta não der em nada, não hesite em procurar outras instituições. A migração está acontecendo e os bancos públicos anunciaram crescimento expressivo na concessão de crédito depois do anúncio das medidas. No Banco do Brasil, por exemplo, essas <a title="Demanda cresce no BB" href="http://veja.abril.com.br/noticia/economia/demanda-por-credito-pessoal-no-bb-cresce-45-com-juro-menor" target="_blank">operações aumentaram 45%</a> nos primeiros cinco dias. Na Caixa, a <a title="Alta nas concessões também na Caixa" href="http://www.dci.com.br/concessao-de-credito-na-caixa-aumenta-17-depois-da-reducao-dos-juros-id290390.html" target="_blank">alta foi de 17%</a>.</p>
<p><strong>E quem não está conseguindo as taxas anunciadas, como deve proceder?</strong><br />
Sempre há entrelinhas, letras miúdas e detalhes que passam longe da publicidade de massa. Neste caso, resumirei de forma objetiva o que está acontecendo: as taxas anunciadas não são para todos. Alguns bancos exigem que o cliente esteja recebendo seus salários por lá, outros fazem uma análise de crédito mais “rigorosa” e definem a taxa de acordo com ela e por ai vai.</p>
<p>A solução, portanto, está no diálogo franco com o atendente. Procure entender quais as vantagens oferecidas, quem pode aproveitá-las, se há contrapartida e quais as condições exigidas para que as taxas anunciadas sejam efetivamente colocadas em prática. Não se assuste se apenas parte do “prometido” se tornar realidade.</p>
<p><strong>Como fica o perigo do endividamento excessivo e do aumento da inadimplência?</strong><br />
Trata-se de um perigo real, mas que ainda não assusta tanto em termos estatísticos. Se o brasileiro vai apenas aproveitar para ter mais crédito a custos menores (consumir mais, mas sem comprometer mais de sua renda) ou se vai “se esbaldar” com a guerra dos juros (endividando-se perigosamente), isso nós só saberemos no decorrer dos meses (anos).</p>
<p>Que fique claro que eu sou um defensor ferrenho da educação financeira. Portanto, temo pelo endividamento excessivo das famílias e não recomendo que o crédito seja usado de forma indiscriminada, só <em>“porque ficou mais barato”</em>. O fato é que o brasileiro se endivida “pouco” em relação a outros povos e paga suas contas em dia, então o tema ainda não causa calafrios em mais ninguém (só em mim).</p>
<p><strong>Afinal, o que devemos fazer diante desse cenário?</strong><br />
As mudanças nos patamares de juros são bem-vindas, isso é inegável. Com o dinheiro custando menos, a economia ganhará fôlego e os consumidores inteligentes poderão consumir mais e melhor. Insisto: o que não dá é para usar essas conclusões para alimentar seu desejo de consumo e sair às compras porque <em>“agora as condições estão imperdíveis”</em>.</p>
<p>O planejamento financeiro realizado com cuidado, acompanhado de um orçamento doméstico constantemente atualizado e revisto, ainda é a chave para a realização de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e para uma vida sustentável no longo prazo. O dinheiro deve ser sempre um meio, uma ferramenta, não um fim.</p>
<p>Todo mundo quer pagar menos, mas pagar mais barato não é sinônimo de comprar melhor. Avalie suas necessidades, limites orçamentários e metas. De repente pode valer a pena esperar antes de comprar isso ou aquilo através de um financiamento. De repente você não precisa de empréstimo coisa nenhuma. Mas aceite que você é o responsável por essa decisão e suas consequências.</p>
<p><strong>Por fim, cuidado com o endividamento.</strong> Ele pode começar invisível, aparentemente bem administrado, mas logo poderá se tornar um problema grave, capaz de “detonar” sua vida familiar. Prefira sempre a liberdade e a formação de patrimônio ao preencher suas expectativas. Quem sabe de sua vida é você, não eu ou seu vizinho. Certo?</p>
<p>As informações foram úteis? Deixe seus comentários no espaço abaixo e também em meu <em>Twitter</em>: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama lança App para iPhone e iPad</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/19/dinheirama-lanca-app-para-iphone-e-ipad/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama lança versão completa de seu conteúdo para iPhone e iPad em app exclusivo criado em parceria com a Gaudium. Leve a educação financeira com você em seu smartphone.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama lança App para Iphone e iPad" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_dinheirama_lanca_app_iphone_ipad.jpg" alt="Dinheirama lança App para Iphone e iPad" align="left" hspace="2" vspace="2" />Recentemente lançamos o <strong><a title="Conheça o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8K2yK" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong>, um software de gestão financeira criado com muito cuidado por nossa equipe com o intuito de oferecer um aplicativo completo, de fácil utilização e gratuito. Acreditamos que para alcançar o sucesso financeiro é indispensável controlar as finanças com inteligência, facilidade e mobilidade. Nesse sentido, a Internet se torna uma ferramenta indispensável e extremamente eficaz.</p>
<p>Você, leitor, aceitou nossa sugestão e em poucas semanas superamos as melhores perspectivas de cadastro e utilização da ferramenta. Uma questão que desde o primeiro dia nos foi cobrado foi uma versão para celulares da ferramenta. Estamos trabalhando nessa versão e concordamos que ela é realmente necessária e urgente.</p>
<p>Enquanto isso, para mostrar o quanto valorizamos e entendemos que os celulares podem ser o futuro, apresentamos um app desenvolvido pela equipe <em>Dinheirama</em> em parceria com a <strong><a title="Conheça a Gaudium" href="http://migre.me/8xCRY" target="_blank">Gaudium</a></strong>, empresa de software especializada em desenvolvimento de aplicativos para iPhone, iPad e Android.</p>
<p><span id="more-7519"></span>Queremos que você leve o <em>Dinheirama</em> com você em seu <em>smartphone</em> e<em> tablet</em>. <a title="Conheça e baixe o app" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para conhecer e baixar o app!</a> Contamos com artigos, tutoriais, podcasts, videocasts, resenhas de livros e entrevistas focadas em tornar a educação financeira um assunto mais acessível, universal e capaz de transformar vidas. <a title="Conheça e  baixe o app" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Baixe o aplicativo (clique aqui)</a> e tenha acesso gratuito a <strong>todo nosso conteúdo</strong>, inclusive simuladores de juros compostos, aposentadoria e aumento de patrimônio.</p>
<p>Além disso, leia diretamente em seu iPhone/iPad as opiniões de nossa equipe: Conrado Navarro (eu), investidor, MBA em Finanças, fundador do Dinheirama.com, autor de livros e ebooks sobre finanças e articulista de jornais e revistas; Ricardo Pereira, especialista em contabilidade e finanças pessoais, co-fundador do site e autor de livros; e Rodrigo Silveira, apaixado pela Análise Técnica e mercado de ações.</p>
<p>Tenha o melhor conteúdo de educação financeira, finanças pessoais e investimentos de graça, na palma de sua mão! <a title="Conheça e baixe o app Dinheirama" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para conhecer e baixar o app</a> ou simplesmente acesse a App Store e faça uma busca pela palavra “Dinheirama” (sem as aspas).</p>
<p>Veja algumas telas:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_telas_app_iphone_ipad.jpg" alt="Exemplos de telas do Dinheirama App" /></p>
<p>Não perca tempo, vá até o iTunes, conheça e utilize mais essa ferramenta feita com carinho para você. <a title="Conheça e baixe o App Dinheirama" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para detalhes</a>. Até mais.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/16/dinheiramacast-independencia-financeira-e-uma-questao-de-opcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atingir a independência financeira significa é questão de opção. Decidir cuidar das finanças pessoais e investir significa ter, manter e respeitar prioridades reais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_podcast_independencia_financeira_questao_de_opcao.jpg" alt="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" align="left" hspace="2" vspace="2" />Em um recente artigo que publiquei em meu blog chamado <strong><a title="Acesse o blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/8Hz0A" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a></strong>, no portal da Revista Você S/A (Ed. Abril), afirmei que devemos <a title="Leia o texto completo" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">&#8220;abrir nossa caixa de pandora&#8221;</a>. Ou seja, que devemos parar de esperar e dar desculpas e enfrentar nossos tabus. Devemos começar coisas, não só esperar que elas sejam concluídas ou tenham um desfecho favorável. Sugiro que dê uma lida no texto e conheça meu blog por lá, assim ficará mais fácil aceitar parte do que falo no podcast de hoje. <a title="Leia mais" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">Clique aqui para ler</a>.</p>
<p>Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Abordar a importância de cuidar do dinheiro e tratá-lo como tema urgente costuma incomodar quem acredita que o problema deve ser mantido em segredo, como uma &#8220;caixa preta&#8221;. Minha opinião sobre isso é firme: dinheiro não pode ser tabu!</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A conversa de hoje aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Assim como todo e qualquer objetivo de vida, a independência financeira também é uma questão de opção. Como encarar essa realidade e lidar com a questão de uma forma adulta e pró-ativa?</li>
<li>O consumismo é cada vez maior e mais valorizado pelas marcas e isso costuma servir de justificativa para a inércia de muitas famílias. Levanto uma questão simples: não conseguimos avançar e conquistar nossos sonhos por que outras empresas nos impedem ou por que não temos disciplina para respeitar nossas verdadeiras prioridades?</li>
<li>Nossas decisões implicam consequências e desdobramentos que devem ser encarados e vencidos. A maneira como lidamos com a frustração define muito do sucesso financeiro que temos e teremos. Essa relação não é muito clara, mas é óbvia e explico porquê;</li>
<li>Esperar é muito cômodo, permite que coloquemos a culpa de tudo nos outros. Mas essa postura também nos impede de crescer e aprender com nossos erros. Isso pode ser perigoso quando envolve dinheiro.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit: Coloque suas finanças no caminho certo!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/11/workshop-dinheirama-moneyfit-coloque-suas-financas-no-caminho-certo/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça o Workshop mais completo de Finanças Pessoais e coloque sua vida financeira no caminho certo! Livre-se das dívidas, construa patrimônio e gere renda passiva com o apoio de nossos especialistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Clique e inscreva-se!" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank"><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_workshop_financas_pessoais_moneyfit_transformar_vida_financeira.jpg" alt="Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit - Clique e conheça!" /></a></p>
<p>Sempre fomos muito cobrados pelos leitores que acompanham nosso trabalho no <em>Dinheirama</em> no sentido de realizar cursos presenciais e outros eventos fora da Internet. Depois de muito planejamento e definições para encontrar o modelo correto e a melhor ocasião para isso, lançamos, em parceria com a <a title="Conheça a MoneyFit" href="http://www.moneyfit.com.br" target="_blank">MoneyFit</a>, o <em><strong>“Workshop de Finanças Pessoais que irá colocar sua vida financeira no caminho certo”</strong></em>.</p>
<p>Para conhecer melhor o evento, acesse sua página oficial: <strong><a title="Acesse a página oficial do Workshop" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a></strong></p>
<p><strong>Informações do evento</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> Dia 12 de maio de 2012<br />
<strong>Horário:</strong> 09h às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Sede da MoneyFit: Av. Prof. Francisco Morato, 600 &#8211; próximo à Estação Butantã (Metrô Linha 4)<br />
<strong>Detalhes e conteúdo abordado:</strong> acesse <a title="Acesse a página oficial do evento" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a><br />
Estão inclusos no evento:</p>
<ul>
<li>Dois Coffee Breaks;</li>
<li>Apostilas e livros do Dinheirama e da MoneyFit;</li>
<li>Certificado de participação.</li>
</ul>
<p><strong>Valor:</strong> R$ 490,00 à vista, com desconto (<a title="Clique para pedir detalhes de pagamento à vista" href="mailto:contato@dinheirama.com" target="_blank">depósito em conta &#8211; clique aqui para solicitar detalhes</a>) &#8211; ou R$ 550,00 parcelado em até 12 Vezes pelo PagSeguro (<a title="Conheça o Workshop" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">clique para conhecer o evento</a>).</p>
<p><a title="Clique e faça sua inscrição" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank"><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/workshop-moneyfit-dinheirama.jpg" alt="Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit - Clique e conheça!" /></a></p>
<p><strong>Participarão como instrutores do evento</strong></p>
<p><strong>André Massaro:</strong> Administrador e pós-graduado em Economia, atua como educador financeiro, escritor, palestrante, conferencista e coach em finanças pessoais. É profissional da área de finanças há dezoito anos, tendo sido executivo financeiro de empresas e instituições financeiras e trader independente, especializado em mercados futuros. Autor dos livros “MoneyFit” e “Por dentro da bolsa de valores” (Matrix Editora) e do blog “Você e o Dinheiro” no Portal EXAME.</p>
<p><strong>Conrado Navarro:</strong> Educador financeiro com MBA Executivo em Finanças pela UNIFEI e fundador do Dinheirama.com, um dos mais premiados sites de finanças pessoais e investimentos do Brasil. É empresário, investidor, palestrante, autor do livro “Vamos Falar de Dinheiro?” (Ed. Novatec), co-autor de “Dinheirama” (Ed. Blogbooks Ediouro) e colunista do portal Você S/A (Editora Abril).</p>
<p><strong>Antônio de Júlio:</strong> Graduado em processamento de dados, com pós-graduação em publicidade, trabalha com o mercado de ações desde 2003. Atua como educador financeiro, é agente autônomo de investimentos pela CVM e autor do livro &#8220;Por dentro da Bolsa de Valores&#8221; (Matrix Editora). É também instrutor sênior da MoneyFit e conselheiro da Associação Comercial de São Paulo.</p>
<p><strong>Ricardo Pereira:</strong> Educador financeiro graduado em Ciências Contábeis com especialização em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas, co-fundador do Dinheirama.com um dos mais premiados sites de finanças pessoais e investimentos do Brasil. Já atuou em bancos de Investimento e participou de vários projetos relevantes de educação financeira no Brasil. É palestrante e co-autor do livro “Dinheirama” (Ed. Blogbooks Ediouro) é colunista do Blog da Tecnisa e do portal Consumidor Moderno ( UOL).</p>
<p>Conheça o conteúdo programático e outros detalhes importantes na página oficial do Workshop: <strong><a title="Conheça e faça sua inscrição!" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a></strong></p>
<p>Faça logo sua inscrição, as vagas são limitadas. Vejo você lá! Valeu!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/29/dinheirama-entrevista-guilherme-horn-ceo-da-orama/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/03/29/dinheirama-entrevista-guilherme-horn-ceo-da-orama/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 16:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Guilherme Horn, CEO da Órama, explica como é possível ter acesso aos melhores fundos de investimento e estratégias com aportes iniciais pequenos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_entrevista_guilherme_horn_ceo_orama.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" align="left" hspace="2" vspace="2" />Há um bom tempo tratamos de uma questão relacionada às decisões de investimentos dos brasileiros que mostra que grande parte dos investidores tem pouco dinheiro para começar a investir. Com aportes menores, estes indivíduos normalmente são levados a escolher produtos com rentabilidades menores. A questão que fica é: como garantir rentabilidades maiores e com aportes iniciais menos vultosos?</p>
<p>Para ajudar a tratar desta questão, conversei com <strong>Guilherme Horn</strong>, CEO da <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama DTVM S/A</a></strong>. Guilherme é Mestre em Administração de Empresas pela PUC-RJ e Doutor em Ciências Empresariais na UMSA &#8211; Argentina, com concentração em Sistemas Complexos. Depois de quase 10 anos de experiência em outros segmentos, juntou-se à Ágora Corretora em 2000 para iniciar o projeto de varejo online daquela corretora.</p>
<p>Foi o sócio responsável pelo projeto, que incluía as áreas de Tecnologia e Marketing, até 2008, quando a empresa foi vendida para o Bradesco por cerca de R$ 1 bilhão de reais. Em 2009, Horn, junto com os sócios fundadores da Ágora, iniciou o desenvolvimento da Órama, a primeira loja online independente de fundos do Brasil, lançada no mercado em agosto de 2011.</p>
<p><span id="more-7441"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Guilherme, os investidores brasileiros que buscaram a renda variável aumentaram bastante na última década. Gestores especializados também apareceram para suprir a demanda por investimentos mais rentáveis. Esse movimento deve continuar?</strong></p>
<p><strong>Guilherme Horn:</strong> Nos últimos anos, houve uma grande popularização da Bolsa no Brasil. Isso mostra que finalmente o brasileiro começou a se preocupar não só em poupar, mas também em rentabilizar seu patrimônio. No entanto, o investidor comum, que se aventurou na Bolsa e obteve grandes conquistas, ficou perdido quando viu seus investimentos se diluírem com a crise. O grande engano foi achar ser possível administrar sozinho 100% dos investimentos.</p>
<p>A analogia que faço é com a automedicação. Uma simples dor de cabeça não te leva ao médico. Mas se o problema é sério, você não vai se automedicar, não é verdade? Então por que vai fazer isto com o seu dinheiro? É muito mais prudente colocar seu dinheiro na mão de especialistas que só fazem isso! Se os ricos e milionários fazem desta forma, você realmente acha que deve fazer diferente?</p>
<p><strong>Muitos leitores têm dúvidas sobre as diferenças de se investir em fundos de investimentos e de forma direta. Você pode citar as características destas alternativas e quando elas podem ser mais interessantes e vantajosas?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Uma das grandes vantagens de se investir em Fundos é contar com especialistas que acompanham e analisam o mercado diariamente em busca das melhores oportunidades, dentro de uma estratégia traçada. Esses profissionais contam com softwares de análise de risco sofisticados, que possibilitam a avaliação do risco de cada operação e suas possibilidades de retorno. Já a Bolsa oferece muitas vantagens para quem quer ter total autonomia, mas para isso é preciso entender, ter tempo de acompanhar o mercado, além de capital disponível para a diversificação em diferentes ativos.</p>
<p>Um Fundo de Ações, por exemplo, antes de comprar um papel, conversa com os administradores da empresa, com funcionários, ex-funcionários, concorrentes, clientes e fornecedores. Algumas vezes até se faz passar por um potencial parceiro ou cliente para entender melhor os processos da empresa. Leva meses numa pesquisa de campo exaustiva e detalhada. Sem contar a quantidade de dados e informações a que tem acesso.</p>
<p>Isto tudo faz com que o gestor do Fundo tenha um conhecimento da empresa e uma visão de seu futuro que não pode ser comparada com a de um investidor individual. O resultado final não pode ser o mesmo. Até pode acontecer de um investidor individual, num determinado período específico, ganhar mais do que um fundo. Mas é só comparar no longo prazo, em 5 ou 10 anos, que fica evidente a diferença na consistência dos resultados.</p>
<p><strong>Um dos principais problemas de muitos investidores é o aporte inicial. Muitas instituições de varejo (grandes bancos, por exemplo) oferecem produtos de aportes baixos, mas cujas rentabilidades não são tão interessantes. Por outro lado, produtos de gestores especializados costumam exigir valores iniciais mais elevados. Pode explicar a diferença entre os produtos de grande apelo daqueles mais específicos?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Brasileiro está acostumado a investir através de seu banco, geralmente com a indicação do gerente, que não é uma pessoa especializada em investimentos. Os bancos oferecem diversos produtos, como poupança, previdência, entre outros. Fundo de Investimento é mais um dos muitos produtos oferecidos. Por isso, da mesma maneira que procuramos um cardiologista quando temos um problema no coração e não um clínico geral, por que fazer diferente com nossos investimentos?</p>
<p>Nada melhor do que escolher um especialista em Fundos se você quiser investir e aumentar suas chances de obter êxito neste segmento. Os produtos que gestores especializados oferecem são diferenciados, pois existe um alinhamento de interesses do gestor e do cotista. Na maioria das vezes, inclusive, o dinheiro do gestor está investido no mesmo produto.</p>
<p><strong>Reparei que a <a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama</a> nasceu com o objetivo de permitir que, mesmo com aportes menores, o investidor consiga investir e aproveitar a estratégia de fundos especializados. Pode explicar melhor como surgiu essa ideia?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> É antigo o nosso desejo de democratizar o mercado de Fundos de Investimento no Brasil. A história da Ágora, que foi durante quase uma década a maior corretora do país, nos mostrou que a Internet é um meio muito poderoso de prover acesso. Por isso, queremos reeditar essa trajetória de democratizar o acesso, criando a ponte entre o pequeno investidor e os Fundos de Investimento mais sofisticados do país.</p>
<p>Afinal, com uma aplicação inicial de R$ 5 mil fica muito mais fácil investir em Fundos de Gestores Independentes, que normalmente possuem uma aplicação inicial de R$ 50 mil a R$ 500 mil, sem contar que para ser cliente de uma gestora dessas, muitas vezes o patrimônio exigido é superior a R$ 1 milhão ou R$ 3 milhões. Alguns vídeos explicam melhor nossas ideias e propósitos: <a title="Veja o video" href="http://migre.me/8rzPc" target="_blank">“Como surgiu a ideia da Órama”</a> e <a title="Assista ao vídeo" href="http://migre.me/8rzSm" target="_blank">“Como a Órama se insere no mercado”</a>.</p>
<p><strong>Os fundos mais conhecidos pelas pessoas normalmente são aqueles mais comuns, comercializados através do relacionamento frequente com o gerente do banco. Como são escolhidos os fundos que a Órama oferece e de que forma o investidor pode encontrar mais detalhes antes de se decidir?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama faz é uma rigorosa seleção, pois não pretendemos ser um supermercado com centenas de opções de Fundos, como algumas corretoras, mas sim oferecer efetivamente os melhores. Por isso, dentre os milhares disponíveis no Brasil, não vamos distribuir mais de 50. Queremos que o investidor saiba que na Órama ele pode formar uma carteira bem diversificada apenas com os melhores.</p>
<p>Para isso, formamos um comitê que analisa rigorosamente os Fundos através de reuniões com os gestores, análise de seu histórico, análise dos processos internos de gestão, controles de risco, grau de aderência à filosofia e estratégia de investimentos. Enfim, uma detalhada due diligence que busca confirmar que a rentabilidade é resultado de uma estratégia bem definida, e não da sorte.</p>
<p>Para auxiliar o investidor a montar uma carteira de Fundos, oferecemos diversas ferramentas. Uma delas chama-se <a title="Conheça o selecionador de fundos da Órama" href="http://migre.me/8t9MS" target="_blank">Selecionador de Fundos</a>, na qual você responde seis perguntas e então recebe uma indicação dos melhores fundos para o seu perfil e objetivo. Temos ainda uma área multimídia com <a title="Assista aos vídeos" href="http://migre.me/8rzO2" target="_blank">vídeos dos próprios gestores</a> explicando as estratégias dos Fundos e suas performances mensais.</p>
<p><strong>Como a Órama consegue viabilizar essa facilidade do aporte inicial menor? Se o fundo exclusivo exige aporte elevado, isso significa que vocês completarão o valor necessário?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Sim. Para cada Fundo escolhido, montamos um FIC (Fundo de Investimento em Cotas), com uma <a title="Veja como começar a aplicar com apenas R$ 5 mil" href="http://migre.me/8rzUR" target="_blank">aplicação mínima de R$ 5 mil</a>. Assim, o que você aplicar no nosso FIC, nós aplicamos no que chamamos Fundo Alvo. Por exemplo, se você aplicar R$ 5 mil no Órama Gávea, a Órama vai completar o mínimo do Gávea (Fundo Alvo), ou seja, colocar mais R$ 295 mil e investir um total de R$ 300 mil lá.</p>
<p>Quando você quiser resgatar, é a mesma coisa. Você resgata o quanto deseja (mínimo de R$ 3 mil) e a Órama faz os ajustes necessários. Dia desses um repórter me perguntou se seria uma espécie de compra coletiva (garantida) de Fundos. Gostei da comparação!</p>
<p><strong>Se o fundo alvo escolhido cobra taxas de performance e administração, como ficará o patrimônio do investidor na hora do resgate? O que mais será cobrado por possibilitar a ele o acesso a este produto diferenciado?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama cobra pelo acesso aos melhores Fundos do mercado é uma taxa de administração de 0,6% ao ano. Isso representa apenas R$ 30,00 por ano para quem aplicou R$ 5 mil. Um valor bem razoável para que você possa investir nos Fundos onde até hoje somente os milionários investiam – ainda mais por se tratar de um site simples, fácil de operar e que oferece todos os melhores fundos num só lugar.</p>
<p>E é só isso, pois a Órama não cobra taxa de performance. É importante lembrar que a rentabilidade de um Fundo é apresentada líquida da taxa de administração. Ou seja, não tem nada a ser debitado, além do imposto, é claro.</p>
<p><strong>Como você vê o atual momento econômico do Brasil e a importante mudança no patamar de renda de nossa população? É hora de investir? Como convencer as pessoas da importância do planejamento financeiro?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O Brasil está vivendo um momento ímpar. Alcançou a 5ª posição entre as maiores economias do mundo, deixando o Reino Unido para trás. Com inflação aparentemente controlada, moeda fortalecida e nível de desemprego no menor patamar da história, esse é o melhor momento para começar a pensar no futuro. As pessoas estão consumindo mais e mudando o padrão de vida.</p>
<p>Por isso, é importante se planejar, investir e diversificar para não ter uma surpresa negativa no futuro. Imagine a situação dos gregos, que não se planejaram. Ou de tantos outros cidadãos europeus diante desta crise. Sejam os investimentos para alcançar um determinado objetivo ou para complementar a renda da aposentadoria, quanto antes começar, melhor. Não é fácil convencer alguém a se planejar, mas cada um tem seu tempo para entender a importância do planejamento.</p>
<p><strong>Guilherme, obrigado pela participação e disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos jovens que desejam construir um futuro financeiro melhor e mais tranquilo.</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Como mensagem final, gostaria de dizer aos jovens que consumir é muito bom, mas ter dinheiro guardado é melhor ainda. Dá segurança e traz liberdade! Nada melhor do que ter uma reserva para poder viajar, consumir e realizar os sonhos. Eu que agradeço o espaço e deixo o convite aos seus leitores para acessarem nosso site – <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">www.orama.com.br</a></strong> – e conhecerem nossos fundos. Tenho certeza de que vão gostar! Até a próxima.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça o Dinheirama Online, software de controle financeiro pessoal completamente gratuito e muito completo. Controle financeiro construindo liberdade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://migre.me/8mdqc"><img title="Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_dinheiramaonline_ferramenta_controle_financeiro_gratis.jpg" alt="Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online" align="left" hspace="2" vspace="2" /></a>Amigos leitores e parceiros, hoje é um dia muito especial para nós! Esta mensagem é para dizer que o <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong> foi oficialmente lançado. É com muito orgulho que o <em>Dinheirama</em> apresenta uma ferramenta de controle financeiro completa e simples de usar, totalmente gratuita e criada por uma equipe dedicada à educação financeira! Acesse <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">www.dinheiramaonline.com.br</a></strong> e comece agora mesmo a transformar sua realidade financeira.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

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