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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Ricardo Pereira</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Ricardo Pereira</title>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil, alerta para a atitude de cuidar do dinheiro e fala mais sobre softwares de controle financeiro online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_entrevista_suely_almoas_diretora_digithobrasil.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos muitos desafios do brasileiro é manter-se em dia com suas finanças. O controle financeiro é uma atividade que requer atenção, dedicação e união familiar. Apesar de presente no nosso cotidiano, o dinheiro nem sempre é tratado de forma inteligente: seu uso indiscriminado causa uma falsa sensação de liberdade, logo substituída pelos problemas do endividamento. O fato é que muitos leitores nos questionam sobre a melhor maneira de gerenciar e manter registrados os gastos e as receitas.</p>
<p>Para falar mais sobre a questão, conversamos com <strong>Suely Almôas</strong>, Diretora da respeitada empresa de soluções em software <strong><a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a></strong>, hoje a maior empresa do segmento no Estado do Mato Grosso do Sul. Dentre seus produtos está o <strong><a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a></strong>, software online de controle financeiro pessoal que existe há 10 anos, possui mais de 50.000 usuários cadastrados e que recebeu, da Revista INFO, o título de <em>“Melhor Software de Controle Financeiro”</em> no ano de 2006.</p>
<p>Na nossa conversa, Suely aborda as vantagens de aproveitar ferramentas para manter o registro dos acontecimentos financeiros e conta, usando sua experiência e conhecimento da área, como os usuários estão lidando com essa nova forma de cuidar de seu bolso. Acompanhe:</p>
<p><span id="more-7156"></span><strong>Durante muitos anos, o brasileiro conviveu com uma economia instável, com inflação e com poucas perspectivas de crescimento. A realidade mudou, já somos a sexta maior economia do mundo e a Internet já é alcançada por boa parte de nossa população. Dentro desse cenário, qual a contribuição que os softwares de gestão financeira online podem oferecer as pessoas?</strong></p>
<p><strong>Suely Almôas:</strong> A gestão financeira começa com a visualização do quanto se ganha, quanto se gasta e com o quê se gasta. Nesse ponto, os softwares de gestão financeira são ferramentas facilitadoras, já que permitem que relatórios, gráficos e tabelas mostrem, de forma visual e simples, a realidade financeira do usuário. Além disso, os softwares online auxiliam de forma mais ágil a entrada de dados, uma vez que estão sempre à disposição na Internet, onde quer que o usuário esteja e a qualquer hora.</p>
<p><strong>Muitos leitores acabam destacando o item segurança como um dos fatores de preocupação ao usar ferramentas de controle de terceiros. O que as empresas que oferecem esse tipo de trabalho tem realizado para preservar a segurança dos seus usuários? O usuário pode realmente ficar tranquilo?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Muito se tem feito na área de segurança da informação, desde a melhoria em infraestrutura, com data centers a prova de incêndio, inundações, abalos e violações de qualquer natureza, até a criptografia de dados, onde nem mesmo quem manuseia os bancos de dados tem acesso aos conteúdos dos mesmos.</p>
<p>Os usuários podem ficar tranquilos, pois os seus dados estão sob os cuidados de especialistas e em estruturas onde o risco de perda é mínimo. Quando os usuários domésticos são responsáveis por seus próprios dados, o risco é bem maior, uma vez que, normalmente, a maioria deles não dispõe do conhecimento do processo de cópias (backup) e armazenagem. Além disso, na hipótese de ocorrer algum problema técnico no computador, os dados podem se perder ou danificar para sempre.</p>
<p><strong>Você participou ativamente da criação do <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a>, software de controle financeiro pessoal da DígithoBrasil. Fale-nos um pouco mais sobre esse aplicativo. Por que decidiram colocá-lo na web? Quais suas características principais?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus nasceu da vontade de auxiliar as pessoas no processo de educação financeira e tem o princípio de ser simples e eficiente. Na época do lançamento da primeira versão, em 1997, os softwares existentes vinham, em sua maioria, migrados dos computadores de grande porte, onde a interface, a &#8220;cara&#8221; do software, não era considerada importante.</p>
<p>O Bônus surgiu com uma proposta nova, inteiramente gráfica, onde as despesas e receitas eram ícones desenhados (símbolos) ao invés de texto. Procuramos sempre deixar o produto enxuto no número de funcionalidades e relatórios, mas sempre evoluindo no quesito facilidade e praticidade.</p>
<p>Foram lançadas versões desde 1997 até 2009, na versão <em>desktop</em>. Nesse período, fizemos várias pesquisas de mercado, principalmente com nossos usuários, sobre a migração para a Internet. A nossa dúvida era se as pessoas colocariam os seus dados na grande rede. E a resposta foi meio a meio, então topamos o desafio de partir para web e lançamos o portal <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">www.bonusweb.com.br</a>.</p>
<p><strong>Pelos testes que fizemos com o sistema, percebemos que existe uma versão gratuita e outra com mais recursos, que é paga. Quais as principais diferenças entre as versões? Pode nos dizer quantas visitas o site recebe e quantos usuários ativos a ferramenta possui hoje?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus possui duas versões: a gratuita, com mais de 20 funcionalidades que atendem usuários que buscam um controle mais simples de suas finanças, com a possiblidade de realizar quantos lançamentos desejarem e usá-lo pelo tempo que quiserem. Já a versão paga é mais completa e possui opções de conciliação bancária e controle de cartão de crédito, facilitando as atividades de conferência e proporcionando ganho de tempo com os lançamentos. Atualmente, recebemos mais de 10 mil visitas mensais e temos mais de cinco mil usuários ativos no Bônus.</p>
<p><strong>Pensando no futuro, muitos sites cogitam a possibilidade de ver um software de gerenciamento financeiro online integrado às operações bancárias, algo parecido com o já realizado pelo americano <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>. Vocês enxergam este caminho para os aplicativos no Brasil? Quais outras inovações tendem a se concretizar no decorrer dos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Sim, esse é um caminho plausível. A barreira no Brasil concentra-se muito mais nos processos legais do que nas limitações técnicas. Mas acredito que esta seja uma tendência. As inovações virão para facilitar o processo de entrada de dados, fazendo com que estes fiquem cada vez mais automatizados e também disponibilizem uma consultoria financeira, tendo como base o conhecimento do perfil do usuário.</p>
<p>Entender melhor como o usuário compra, o que adquire, quais são os seus objetivos materiais e financeiros pode ser útil para sugerir maneiras de economizar, alternativas de gastos e aplicações (investimentos) melhores.</p>
<p><strong>Um dos mercados que mais se desenvolve no Brasil e no mundo é o ligado aos aparelhos móveis. Como você encara esse mercado? A <a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a> pretende oferecer uma versão do site para quem está ligado nessa nova forma de usar a Internet?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> É o mercado que mais cresce no momento, uma grande oportunidade de expansão. Sim, já estamos trabalhando em uma versão para esse mercado.</p>
<p><strong>Suely, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso. Peço que, por favor, deixe uma mensagem final aos nossos leitores que querem começar o seu planejamento financeiro de forma inteligente e pró-ativa.</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Existem somente dois dias que não existem no meu calendário: o ontem e o amanhã. Portanto, meus amigos, aproveitem o hoje, o presente. Como o próprio nome já diz, se dê esse presente começando hoje a gerir o seu dinheiro. E comecem ganhando um Bônus para suas finanças. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo trabalho em prol da educação financeira de nossos brasileiros.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação financeira para profissionais da área de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama e Gestão Hospitalar criam projeto para levar educação financeira para profissionais da área de saúde. Conheça a e apoie esta ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira para profissionais da área de saúde" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_educacao_financeira_profissionais_saude.jpg" alt="Educação financeira para profissionais da área de saúde" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você, leitor habitual do <em>Dinheirama</em>, já deve saber que, além de sermos um blog também oferecemos em todo território nacional palestras, cursos, seminários e consultoria relacionada à área de educação financeira. Felizmente, temos alcançado no mundo offline a mesma aceitação que alcançamos na Internet.</p>
<p>Por isso, gostaríamos de compartilhar com você a parceria firmada entre o Dinheirama e o blog <a title="Conheça o Blog Gestão Hospitalar" href="http://gehosp.com.br/" target="_blank">Gestão Hospitalar</a> com o objetivo de desenvolver projetos de educação financeira personalizados para os profissionais da área de saúde.</p>
<p><strong>O que podemos oferecer?</strong><br />
Com essa parceria, instituições de saúde poderão adotar o projeto de educação financeira feito sobe medida para os seus profissionais, contando com:</p>
<ul>
<li>Palestras de Educação Financeira e planejamento pessoal;</li>
<li>Cursos específicos de desenvolvimento financeiro (Planejamento, Investimentos, Negociação de Dívidas, Bolsa de Valores etc);</li>
<li>Consultorias pessoais;</li>
<li>Criação de conteúdo (artigos, vídeos, podcasts) para exposição na Intranet do Hospital;</li>
<li>Criação de cursos de educação financeira em DVD.</li>
</ul>
<p><span id="more-7151"></span><strong>Faça contato e conheça melhor essas possibilidades!</strong><br />
Se você trabalha em alguma instituição de saúde (hospitais, operadoras de plano de saúde, clínicas ou consultórios), converse com o departamento de pessoal (RH) e faça a sugestão para ter, em sua empresa, um beneficio que certamente fará diferença no futuro.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais do projeto e desta parceria com o Dinheirama, entre em contato com <strong>Roberta</strong> através do e-mail <strong>roberta@gehosp.com.br</strong> ou com <strong>Ricardo</strong> pelo e-mail <strong>contato@dinheirama.com</strong>. Se precisar de ajuda para formular uma apresentação ou proposta, conte conosco.</p>
<p>Não perca essa oportunidade. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/05/o-ano-de-2012-sera-especial-para-voce-e-para-o-dinheirama/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ajude o Dinheirama a criar ferramentas capazes de ajudar você a atingir sua independência financeira. Seja um beta-tester e faça de 2012 um ano especial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_ano_2012_especial_voce_dinheirama.jpg" alt="O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama" align="left" hspace="2" vspace="2" />Amigo leitor, muito obrigado pela companhia em mais um ano. Ao seu lado fizemos de 2011 um ano histórico, muito positivo para o <em>Dinheirama</em>. Com seu apoio, alçamos voos Brasil afora, levando materiais, artigos e livros de educação financeira, empreendedorismo, investimentos, entre outros assuntos, de maneira simples e direta para milhões de pessoas.</p>
<p>Aumentamos também nossa lista de produtos, criamos o <strong><a title="Conheça o Dinheirama Shop" href="http://www.dinheirama.com/loja" target="_blank">Dinheirama Shop</a></strong>, a primeira loja online de educação financeira no Brasil, sempre com preços justos e frete grátis. Solidificamos a marca <em>Dinheirama</em> nas redes sociais, chegando ao número expressivo de <strong>13,5 mil</strong> seguidores no Twitter &#8211; <strong><a title="Siga-nos no Twitter" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> &#8211; e <strong>5 mil</strong> fãs no Facebook &#8211; <strong><a title="Acesse nossa fan page" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a></strong> -, números que crescem a cada dia. O <strong><a title="Assista aos nossos videos" href="http://www.youtube.com/Dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> também foi um enorme sucesso. Nosso canal no Youtube alcançou mais de <strong>57 mil</strong> visualizações, um número muito expressivo para o nosso nicho.</p>
<p>Nossos livros <a title="Compre o livro" href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=52" target="_blank">“Dinheirama”</a> e <a title="Compre o livro" href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=50" target="_blank">“Vamos Falar de Dinheiro?”</a> caíram no gosto dos leitores e se tornaram sucesso de venda em nossa loja e na Internet brasileira. O Blog alcançou uma marca que consideramos incrível, especialmente se considerarmos que o assunto que abordamos ainda é pouco procurado no Brasil: <strong>somamos mais de 5 milhões de visitantes</strong>.</p>
<p><span id="more-7002"></span>O trabalho foi tão bem recebido que chegamos à final do <a title="Conheça o Prêmio CNH" href="http://www.premiocnh.com.br/" target="_blank">Prêmio Case New Holland (CNH) de Jornalismo Econômico</a> na categoria Blog, fato que nos encheu de orgulho, já que fomos indicados por diversos jornalistas, de diversos veículos, e que já consideram o <em>Dinheirama</em> como fonte para suas matérias.</p>
<p><strong>E 2012 ainda reserva muitas novidades&#8230;</strong><br />
Diante de tudo isso, decidimos apostar alto e fazer de 2012 um ano ainda melhor. É nossa meta fazer o <em>Dinheirama</em> crescer mais e oferecer mais serviços para que as pessoas tenham acesso a ótimas informações e ferramentas que possam ajudá-las a criar um futuro mais rico e feliz. De cara, estamos trabalhando em uma nova versão de nosso site, muito mais leve, acessível, com design atualizado e mais fácil de ler e compartilhar textos e opiniões.</p>
<p>E que tal nos ajudar a construir nossa grande novidade? Queremos convidar você, leitor do <em>Dinheirama</em>, para ser um dos <em>beta-testers</em> de uma nova ferramenta que, em breve, estará a disposição de todos no Brasil. Para que possamos refiná-la e aperfeiçoá-la, precisamos de leitores que estejam dispostos e tenham tempo disponível para que, nos próximos dias, façam uma minuciosa utilização da ferramenta.</p>
<p>Por que você? Ora, você é a razão de nossa existência, então nada mais natural que sua opinião e suas críticas sejam aproveitadas para criar uma nova ferramenta. Por essa ajuda, além do acesso antecipado ao projeto e nosso reconhecimento público, os leitores escolhidos receberão como brinde um cupom de 10% de desconto em qualquer produto do <a title="Acesse a loja" href="http://dinheirama.com/loja/" target="_blank">Dinheirama Shop</a>.</p>
<p>Então, gostou da ideia? Se a resposta for afirmativa, envie um e-mail para <strong>contato@dinheirama.com</strong> com endereço completo, telefone e uma breve mensagem do porquê gostaria de participar dos testes e da criação desta ferramenta. Os selecionados irão conhecer e ter acesso total a ferramenta.</p>
<p>Que 2012 seja repleto de realizações, desafios e muita educação financeira. Reiteramos nosso compromisso de publicar artigos e materiais de qualidade para ajudar você a realizar seus sonhos e objetivos.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil ultrapassa o Reino Unido e se torna a sexta maior economia do mundo. O que é verdade e o que é mito sobre essa notícia? Ainda temos desafios a vencer!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_brasil_presente_futuro_sexta_maior_economia_mundo.jpg" alt="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" align="left" hspace="2" vspace="2" />O ano de 2011 se encerra com a notícia de que o Brasil alcançou o posto de sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, conforme <a title="Leia mais" href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-bate-reino-unido-e-se-torna-6-maior-economia-do-mundo-diz-jornal,97257,0.htm" target="_blank">matéria publicada pelo jornal “The Guardian”</a>. Como não poderia ser diferente, a notícia foi recebida com entusiasmo por parte do governo e com algumas críticas por boa parte da sociedade – que nos fez lembrar que ainda possuímos graves problemas em diversas áreas como educação, saúde, infraestrutura, saneamento básico, entre outras.</p>
<p><strong>O Brasil mudou e mudará ainda mais em 20 anos</strong><br />
O ministro Guido Mantega foi rapidamente a público afirmar que <a title="Leia mais" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/12/26/brasileiro-pode-levar-20-anos-para-ter-padrao-de-vida-europeu-diz-mantega.jhtm" target="_blank">o Brasil levará pelo menos 20 anos para alcançar o mesmo padrão de vida europeu</a>. Isso, é claro, se mantivermos o mesmo nível de crescimento atual.</p>
<p>Confesso que tenho uma opinião extremamente prática sobre o assunto: os números de crescimento da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWErYnJhc2lsZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">economia brasileira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nos últimos 20 anos são suficientes para acreditar que, sim, avançamos consideravelmente nas questões econômicas. Mas, sim, poderíamos estar em patamares melhores. Ok, dentro de um contexto de crise que se arrasta por boa parte do mundo, conseguimos evoluir e apresentar a boa parte da população condições necessárias para acreditar no país.</p>
<p><span id="more-6988"></span>A verdade é que concordo com aqueles que mostram o noticiário recheado de milhares de pessoas que são vítimas do mau atendimento público e se desesperam esperando atendimento no SUS; notícias de muitos brasileiros ainda desamparados pelo Estado, muitas vezes passando fome, também chamam minha atenção. Mas, se olharmos o Brasil de vinte anos atrás, é nítida a diferença: o desenvolvimento de nosso país tornou muita coisa possível.</p>
<p>E não é difícil descobrir qual é o grande e grave problema do Brasil: a corrupção. Dados preliminares apontam que, só em 2011, houve <a title="Leia mais" href="http://oglobo.globo.com/pais/investigacoes-em-5-ministerios-apontam-desvios-de-11-bilhao-3513380" target="_blank">indícios de desvios que somam R$ 1,1 bilhão</a>, em cinco ministérios investigados pela CGU (Controladoria Geral da União).</p>
<p>Para manter o exercício do tempo, imagine o transcorrer dos últimos 20 anos. Quanto de dinheiro público seguiu o caminho da corrupção em detrimento das reais necessidades do país? Pense adiante: mantendo o mesmo padrão nos próximos 20 anos, quanto ainda será desviado se continuarmos tolerando essas práticas?</p>
<p><strong>O desenvolvimento da sociedade</strong><br />
Está mais do que claro que para chegarmos a níveis europeus de crescimento, a população brasileira precisa também crescer como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29jaWVkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">sociedade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> organizada – isso para que tenhamos atitudes que nos dêem o direito de cobrar os governantes. Chega de ser o “país do jeitinho” ou da imagem malandra, de querer levar vantagem em tudo. Precisamos avançar.</p>
<p>Cabe lembrar que apesar do tamanho da economia – e da notícia de que ultrapassamos o Reino Unido –, <a title="Leia mais" href="http://www.jcnet.com.br/detalhe_opiniao.php?codigo=219644" target="_blank">a comparação do PIB per capita de nosso país e dos países europeus</a> dá a dimensão do desafio que temos pela frente. O Reino Unido ocupa a 20ª posição, com US$ 32 mil de renda per capita, enquanto o Brasil está em 70º lugar, com renda anual de US$ 13 mil.</p>
<p>Se já crescemos, agora precisamos nos desenvolver, melhorar a renda da população e avançar com projetos sociais que garantam mais do que uma simples bolsa no final do mês. É preciso garantir que tenhamos uma nação composta por verdadeiros cidadãos, com direitos e deveres claros e amparados pelo Estado de uma forma inteligente e sustentável.</p>
<p>O Brasil avançou muito e encarou a crise de forma inteligente. Somos a sexta <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do mundo. O ano de 2011 termina com excelentes notícias, mas também com desafios ainda maiores se considerarmos o potencial e a oportunidade que temos nas mãos. Torço para que 2012 seja um ano convincente no sentido de colocar o Brasil como uma realidade, não como uma aposta.</p>
<p>Feliz 2012 e até lá!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/dinheirama-entrevista-marco-gomes-fundador-da-boo-box/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 21:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Marco Gomes, fundador da boo-box, fala sobre empreendedorismo, captação de recursos com investidores para alavancar sua startup e sobre as características do negócio vencedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_marco_gomes_fundador_boo_box.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box" align="left" hspace="2" vspace="2" />Histórias inspiradoras são ideais para o momento que vivemos. O ano de 2012 já está chegando e, como não poderia deixar de ser, com ele chegam a esperança e o desejo de um ano mais completo, rico e recheado de felicidade, realizações e alegria. Mas não podemos esquecer que histórias de sucesso também são feitas de desafios, disciplina e muita persistência. Os leitores que aspiram empreender e cuidar do próprio negócio sabem muito bem do que estamos falando.</p>
<p>Inspiração e muito trabalho! É isso que queremos trazer a você com o papo de hoje, com <strong>Marco Gomes</strong>, fundador e executivo da <strong><a title="Conheça a boo-box" href="http://boo-box.com/" target="_blank">boo-box</a></strong>, empresa de tecnologia para publicidade com operações no Brasil e América Latina. A empresa fundada por Marco quando ele tinha apenas 20 anos, exibe cerca de 3 bilhões de anúncios em mais de 200 mil sites e blogs.</p>
<p>Marco, que teve uma infância bastante dura em Gama, cidade-satélite no Distrito Federal, abandonou o curso de computação na Universidade de Brasília depois de três anos e resolveu correr atrás de seu sonho em São Paulo. A boo-box hoje é uma referência quando se fala de empreendedorismo digital no Brasil. E com a humildade característica de um grande empreendedor, Marco nos conta mais sobre esse feito. Aprenda com ele:</p>
<p><span id="more-6978"></span><strong>Marco, você abandonou a universidade e mudou-se de cidade para correr atrás dos seus sonhos de empreendedor. Foi difícil tomar essas decisões? O que levou em conta e como atravessou esse processo?</strong></p>
<p><strong>Marco Gomes:</strong> Fácil nunca foi, mas posso dizer que foi natural. Eu tinha um objetivo claro e minha melhor chance era estar em São Paulo, próximo dos clientes, investidores e parceiros. Na minha cabeça era muito simples: ou saía do DF para tentar fazer a empresa em São Paulo ou continuava com a mesma vida por lá. Eu quis tentar, até agora tem dado certo.</p>
<p><strong>Você é um dos exemplos mais marcantes de sucesso da Internet brasileira. Olhando um pouco para trás, como surgiu a ideia para criar a boo-box? Aconteceram mudanças de modelo de negócio durante o planejamento e desenvolvimento da empresa?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Mudamos muito, no empreendedorismo chamamos isso de pivot. Há até um neologismo em português, dizemos que “pivotamos muito”. Em 2007, antes de abordar o mercado, nosso palpite era que o mercado principal seria o de e-commerce, intermediando a venda de produtos relacionados ao conteúdo dos blogs.</p>
<p>Durante 2008, ouvindo o mercado, percebemos que a tração com agências de publicidade era muito maior; era imenso o interesse dos publicitários em fazer anúncios nos blogs e redes sociais. Aproveitamos o interesse, adaptamos o produto para campanhas de publicidade e lançamos em 2009 o sistema de publicidade para mídias sociais.</p>
<p>Hoje o sistema de publicidade da boo-box é usado em 280 mil sites, apresenta anúncios de centenas de anunciantes para 65 milhões de pessoas no Brasil, mensalmente, e agora está sendo expandido para o restante da América Latina.</p>
<p><strong>Em uma recente entrevista você diz que aprendeu a lidar com o risco e que hoje não se assusta facilmente com qualquer situação. Em sua opinião, olhando o desenvolvimento econômico do Brasil e tudo as promessas do mercado de Internet, agora é o momento certo para arriscar?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Em uma análise macro sim, o Brasil está em um momento incrível e a atenção internacional voltada para nós. É fácil conseguir reuniões com investidores brasileiros, europeus e americanos, e vemos mais de um anúncio de investimento por semana em startups de tecnologia e internet.</p>
<p>Mas, é claro que cada pessoa é diferente e tem questões pessoais que precisa analisar muito bem antes de “se jogar”. Muita gente diz que empreendedorismo é como montar um avião em queda livre, mas antes de se jogar na queda você precisa ter segurança que tem o conhecimento e as peças necessárias.</p>
<p><strong>Como não poderia ser diferente, você lidou no início com algumas dificuldades, mas encontrou no momento certo a oportunidade de contar com o investimento do fundo Monashees. Como deve ser a aproximação de alguém que tenha um grande projeto junto aos investidores e o que eles levam em conta na hora de decidir ou não em investir?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> O investidor vai avaliar alguns elementos:</p>
<ul>
<li>Seu brilho no olho;</li>
<li>O tamanho do mercado que você pretende abordar;</li>
<li>Seu conhecimento do mercado;</li>
<li>Seu protótipo;</li>
<li>A qualidade do seu trabalho passado;</li>
<li>Seu histórico e passado profissional.</li>
</ul>
<p>Falo mais sobre isso no meu blog, nos textos <a title="Leia mais no blog do Marco" href="http://marcogomes.com/blog/2010/o-que-e-venture-capital-e-como-sua-empresa-pode-receber-investimento/" target="_blank">&#8220;O que é Venture Capital e como sua empresa pode receber investimento&#8221;</a> e <a title="Leia mais no blog do Marco" href="http://marcogomes.com/blog/2011/como-criar-uma-startup-na-internet/" target="_blank">&#8220;Como criar uma startup de serviço na Internet&#8221;</a>.</p>
<p><strong>Nesse ano, quem teve a oportunidade de acompanhar a boo-box percebeu o crescimento e a presença de pessoas com experiência para compor a equipe da empresa, como é o caso do amigo Edney Souza (ou Interney). Vocês também concordam que o trunfo de uma startup é sua equipe? Pode falar mais sobre isso?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> É importante você estar cercado dos profissionais mais competentes do mercado. Criar uma empresa a partir do zero e ser bem sucedido em um mercado competitivo exige muita energia, conhecimento e dedicação. Sempre recomendo que os empreendedores estejam próximos dos melhores profissionais do mercado em que estão atuando, se possível trazendo-os para o time como conselheiros ou até executivos e acionistas.</p>
<p>Na boo-box, fizemos isso desde o princípio. Logo no início da empresa, nós convidamos o Edney Souza para ser nosso conselheiro de Publishers, recebendo seu feedback periodicamente e tendo-o como um evangelista entre os produtores de conteúdo. Em 2011, ele se juntou ao time de executivos no dia-a-dia da boo-box como VP de Publishers.</p>
<p>Temos também proximidade com <a title="Quem é Anibal Messa" href="http://www.pcapital.com.br/nossotime.htm" target="_blank">Anibal Messa</a>, investidor inicial do BuscaPé e um dos mais experientes <em>venture capitalists</em> do Brasil. Até o final de 2010, éramos 3 executivos na boo-box; em 2011, trouxemos mais 4 executivos, totalizando 7 profissionais altamente capacitados no comando da empresa, inclusive através da incorporação da empresa argentina Popego. (os detalhes estão no site da holding, <a title="Conheça o Grupo 42" href="http://grupo42.com/" target="_blank">Grupo 42</a>). Com isso, nós estamos com uma taxa de crescimento de mais de 6 vezes ao ano.</p>
<p><strong>O que dizer aos jovens leitores que buscam inspiração em histórias como a sua e que desejam também empreender e fundar suas startups? Quais são as fases críticas? Há uma hora certa para profissionalizar a gestão?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Tenha coragem e inteligência para mudar, muito e rápido. Veja as oportunidades pairando no ar (há muitas). Lembre-se que não é o mais forte que sobrevive, mas o mais adaptado às mudanças. Profissionalize a gestão o quanto antes! No empreendedorismo de alto impacto não há excesso de profissionalismo &#8211; lembrando que profissionalismo é diferente de burocracia.</p>
<p><strong>Marco, obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso à frente da boo-box. Por favor, deixe uma mensagem final de incentivo aos nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Não se prenda em desculpas. Se você tentar, em cinco anos vai ter uma história, de sucesso ou de fracasso. Se você não fizer <em>&#8220;porque não tem dinheiro&#8221;</em>, <em>&#8220;não está no lugar certo&#8221;</em>, <em>&#8220;não tem a formação necessária&#8221;</em>, <em>&#8220;não tem sócio&#8221;</em> ou porque <em>&#8220;não sabe programar&#8221;</em>, por exemplo, daqui cinco anos vai continuar tendo só uma desculpa.</p>
<p>Agradeço imensamente a oportunidade, estou honrado em participar, afinal acompanho o site desde os primeiros posts. Fico muito feliz também em ser parceiro há tantos anos. O <em>Dinheirama</em> – com seu conteúdo segmentado e de alta qualidade – está sempre em minhas apresentações de melhores cases de uso da boo-box. Um exemplo para todos que querem produzir conteúdo profissionalmente no Brasil. Parabéns!</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/21/como-foi-o-ano-de-2011-voce-ficou-mais-rico-ou-mais-pobre/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você avalia o ano de 2011 em termos financeiros, pessoais e de desenvolvimento profissional? Cresceu? Aprendeu mais? Leve as lições para 2012!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_foi_ano_2011_voce_ficou_mais_rico_mais_pobre.jpg" alt="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Todo o final do ano é comum perceber na maior parte das pessoas a intenção de mudar, começar algo novo e ser mais feliz. Claro, eu não sou diferente e já comecei a pensar nos projetos (e existem vários) para os próximos anos. Se a análise para o futuro quase sempre tem a perspectiva positiva, o que podemos aprender com o que acabamos de superar durante o ano de 2011? Afinal, você ficou mais rico ou mais pobre em 2011?</p>
<p>Não existe uma maneira mais prática de encarar a evolução natural das coisas do que pensar nas conquistas. Como está o seu lado profissional, você conseguiu avançar? E sua qualidade de vida, melhorou? Os dias e momentos ao lado de sua família e amigos foram mais completos, harmoniosos? Você conseguiu investir algum dinheiro e livrar-se do endividamento?</p>
<p><strong>Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje</strong><br />
Se pensarmos objetivamente, um bom termômetro para conferir o que de fato aconteceu é olhar paro o crescimento de seu patrimônio e, numericamente, descobrir se ele aumentou ou não. Preste atenção também aos detalhes, já que a resposta para essa questão pode ser também muito subjetiva: em alguns casos, um grande projeto iniciado nesse ano pode ser o trunfo para o futuro ou longo prazo – dessa forma, você pode considerar a resposta como positiva.</p>
<p><span id="more-6943"></span>A verdade é que muitas variáveis precisam ser consideradas para responder essa pergunta sobre o patrimônio. O ideal é analisar seu crescimento primeiro pelo lado do desenvolvimento pessoal. Depois dos desafios, conquistas e dificuldades de 2011, você acredita ser uma pessoa melhor?</p>
<p>Repare que nossa conversa hoje é um pouco diferente. Estou convencido de que toda experiência adquirida durante a vida nos torna pessoas mais bem preparadas para tomar as melhores decisões, inclusive e principalmente aquelas relacionadas ao dinheiro.</p>
<p>Há aqueles que não aprenderam a lidar com o planejamento financeiro, por exemplo. Por que não o fizeram? Está mais do que claro que planejar os gastos e manter uma harmonia entre as receitas e despesas é indispensável para uma vida tranquila e de futuro garantido. Aprender a planejar é, sem dúvida, um ganho espetacular que contribuirá sempre para a realização de nossos sonhos. Você percebeu isso em 2011?</p>
<p><strong>Aprenda com os bons exemplos</strong><br />
Observe seus amigos mais bem sucedidos. Afinal, você aproveitou o ano que agora termina para perguntar como ele chegou lá? Mais, tentou absorver os pontos positivos que o levaram ao sucesso? Preste atenção: estou falando aqui de pessoas que chegaram ao sucesso com boas práticas e não dos picaretas, que usaram e abusaram de práticas condenáveis. O que você aprendeu com essas pessoas diferenciadas?</p>
<p><strong>Por um 2012 diferente, melhor!</strong><br />
Se o ano que acaba agora não foi tão bom para você, não fique se lamentando. Separei algumas atividades que podem motivá-lo a fazer de 2012 um ano melhor. Veja:</p>
<ul>
<li><strong>Invista no conhecimento.</strong> Deixe de lado a ideia de que não é possível mudar. Desenvolva o hábito da leitura e aproveite a oportunidade (se ela surgir) de voltar a estudar;</li>
<li><strong>Crie novos hábitos.</strong> Procure aprender com os erros. Deixe de comprar na base do impulso e passe a planejar os gastos para que, nos momentos de grande emoção, você não tome as piores decisões financeiras;</li>
<li><strong>Invista no relacionamento online.</strong> O mundo nunca se tornou tão pequeno. Você está a um clique de começar a ampliar seu relacionamento profissional com milhares de pessoas que podem ajudá-lo no desenvolvimento de sua carreira. A Internet não pode ser utilizada apenas para diversão. “Think different”, já dizia a Apple de Steve Jobs;</li>
<li><strong>Aprenda a investir.</strong> Chega de tomar decisões baseadas apenas nos conceitos ou aprendizados de terceiros. Aprenda a valorizar o conhecimento específico sobre economia, finanças pessoais e investimentos e busque aperfeiçoar suas decisões neste sentido. Onde investir? Quanto poupar? Por que essa e não aquela alternativa? Seu futuro pode depender disso;</li>
<li><strong>Tente, sim, mudar o mundo.</strong> Em 2011, morreu Steve Jobs, alguém que passou grande parte da vida com a intenção de mudar o mundo. Ele conseguiu. Você não acredita que também tem uma colaboração a fazer? Cada um ao seu estilo, podemos fazer a diferença, ainda que seja para uma pessoa, pequeno grupo ou comunidade. Uma boa alternativa são os trabalhos voluntários. Atualmente, as grandes empresas valorizam os profissionais que dão sua parcela de colaboração com causas consideradas nobres. Faça mais que apenas a sua parte!</li>
<li><strong>Valorize o que realmente é importante.</strong> Cada pessoa tem o seu próprio conceito de o que é realmente importante. Minha experiência pessoal mostra que o que é mais valioso e importante normalmente não custa dinheiro; não é algo que se possa comprar. Estou falando do tempo, o tempo que muitas vezes desperdiçamos com atitudes pequenas e pouco produtivas. Invista mais no contato com as pessoas e aprendendo coisas novas.</li>
</ul>
<p>Ainda dá tempo? Claro! Ora, ainda faltam alguns dias para o ano se encerrar de vez. Portanto, dá tempo de fazer muitas coisas. Comece fazendo algo especial para alguém; comece aceitando a responsabilidade de reorganizar suas finanças e sair do vermelho; comece fazendo mais que apenas prometer. Aceita o desafio?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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		<title>Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 07:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gustavo Franco fala da importância da juventude e comenta a atuação do governo na queda da taxa básica de juros (Selic). O que esperar de 2012?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_gustavo_franco.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Economia também é assunto para os jovens, principalmente porque eles sempre são os agentes de transformação (ou não) de um país. Entender o que se passa com nossa taxa de juros, nossa política fiscal e qual o papel da sociedade diante desses desafios é questão de cidadania. Para destacar a importância do tema, nada melhor que conversar com um economista. Felizmente, tivemos a oportunidade de bater um papo com um grande economista: <strong>Gustavo Franco, </strong>ex-presidente do Banco Central.</p>
<p>Gustavo Franco é Economista pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, onde também completou seu mestrado. Sua dissertação foi a primeira colocada em 1983 no Prêmio BNDES de Economia. Foi professor, pesquisador e consultor em assuntos de economia no Departamento de Economia da PUC-RJ, especializando-se em inflação, estabilização, história econômica e economia internacional, áreas em que publicou extensamente.</p>
<p>Entre 1993 e 1999, Gustavo foi secretário de política econômica adjunto do Ministério da Fazenda, diretor de Assuntos Internacionais e presidente do Banco Central do Brasil. Teve participação central na formulação, operacionalização e administração do Plano Real.</p>
<p><span id="more-6874"></span>Em 2000, Gustavo Franco fundou a <a title="Conheça a Rio Bravo Investimentos" href="http://www.riobravo.com.br/" target="_blank">Rio Bravo Investimentos</a>, empresa de serviços financeiros, fusões, aquisições, investimentos e securitizações. Participa de diversos conselhos de administração, consultivos e de eventos corporativos como palestrante. Em paralelo, mantém alguma atividade acadêmica (aulas e pesquisas) e escreve para jornais e revistas (O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Veja, Época). Acompanhe nossa conversa:</p>
<p><strong>Gustavo, um dos temas mais discutidos no Brasil é a taxa de juros. Recentemente você se tornou uma voz importante que acredita que poderíamos já praticar taxas de juros similares às da zona do Euro. Como viabilizar esse cenário?</strong></p>
<p><strong>Gustavo Franco:</strong> Somos o campeão mundial de juros há muitos anos; já é tempo de assumir que há algo de patológico nesse comportamento. Temos praticado as “metas de inflação” tal como se já tivéssemos alcançado a “normalidade” em matéria de juros e contas públicas, o que, infelizmente, não é o caso. Parece que a crise fiscal do Hemisfério Norte fez parecer que a nossa situação é melhor do que realmente é.</p>
<p>O fato é que sem uma melhora substancial no déficit nominal (e no superávit primário), não vamos conseguir reduzir muito substancialmente os juros sem acordar a inflação. Trata-se, portanto, de mudar a mistura: menos “política fiscal” permite mais “flexibilização monetária”.</p>
<p><strong>Olhando para 2012 e os gastos que o governo terá, inclusive com aumento substancial do salário mínimo (e consequentemente a expectativa de consumo maior), não corremos o risco de termos o retorno da inflação se a Selic cair demais?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Sim, corremos o risco. A determinação presidencial de reduzir os juros é louvável, mas se o Palácio não providenciar uma melhoria na política fiscal vamos rumar na direção do “mix” argentino, onde a inflação se aproxima de 20%, há manipulações e muita propaganda sobre a manutenção do crescimento, ainda que meio trôpego, e provavelmente insustentável. Não é o caminho que devemos perseguir.</p>
<p><strong>A atual direção do Banco Central optou por conter a inflação com a adoção das chamadas medidas macroprudenciais. Nesse meio tempo, a crise na Europa se agravou &#8211; o que de certa forma contribuiu para o aumento de preços e desaquecimento econômico em todo mundo. O Brasil pode aproveitar-se deste momento ou sofrerá com ele?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Pessoalmente, não gosto de medidas “macroprudenciais”, pois sob este título o que se pratica, geralmente, é controle quantitativo do crédito e tributação disfarçada, o que antigamente era chamado de “repressão financeira”. O impacto dessas medidas é simplesmente o de aumentar o “spread” bancário, ou seja, um aumento de taxas de juros que incide apenas para o crédito (para o setor privado).</p>
<p>O fato é que essas medidas ajudaram o Brasil a parar de ferver, mas em níveis de atividade e emprego ainda muito altos. A crise na Europa tem tido alguma influência deflacionista mas nada nem próximo do que se observou em 2008, de tal sorte que esta nova safra de reduções na Taxa Selic precisa ser calibrada com enorme cuidado.</p>
<p><strong>O desejo de crescer de forma sustentável nos acompanha há um bom tempo. Não seria o momento de olharmos com carinho para possíveis alterações na política fiscal, incluindo uma possível elevação no superávit primário?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Claro que sim, está mais do que na hora. Na verdade, há anos que estamos diante desse desafio. Os governos fazem o possível e o impossível para procrastinar esse momento, face aos custos políticos de curto prazo. É a miopia clássica dos políticos, que não percebem o tamanho do benefício que pode ser gerado no futuro. Enfim, estamos perdendo tempo e ajudando a nutrir a máxima segundo a qual somos o país do futuro que nunca chega.</p>
<p><strong>No livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21866870/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Cartas a um Jovem Economista&#8221;</a>, você teve a oportunidade de conversar com um público jovem e que está se preparando para entrar no mercado de trabalho. Algumas projeções colocam o Brasil entre as quatro maiores economias do mundo daqui algumas décadas. Qual o peso dos jovens na nova realidade econômica do Brasil?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> É gigantesco. As mudanças demográficas dos últimos anos nos transformaram em um país com um inchaço nas faixas etárias dos iniciantes no mercado de trabalho, todos empregados e com fortes percepções de que é enorme a “taxa de retorno” do investimento em educação é qualificação.</p>
<p>Há muito otimismo no ar, e por isso o Instituto Gallup aferiu que o Brasil ocupa a 24ª posição no ranking de países sobre “felicidade” e a 1ª do mundo em “felicidade esperada para cinco anos à frente”. Isto é estranho para um país que ocupa a 83ª posição no ranking do Índide de Desenvolvimento Humano (IDH), e só se explica a partir de um fator, aliás, como ficou bem demonstrado no estudo do <a title="Conheça o CPS - FGV" href="http://cps.fgv.br/" target="_blank">CPS-FGV-RJ</a>, de Marcelo Nery: o fator é a juventude.</p>
<p><strong>Um dos pontos mais delicados em nosso país é justamente a falta de mão de obra especializada. Em que medida as reformas na educação e no nível do ensino profissionalizante são fundamentais para alcançarmos o projetado sucesso?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> O ponto crucial é o aumento de vagas, e isto tem ocorrido sobretudo a partir de estabelecimentos privados. No ensino universitário, a rede pública estagnou e se elitizou a despeito da demagogia em se manter a gratuidade das mensalidades, que beneficia apenas aos filhos da classe média abastada para cima.</p>
<p>Enquanto isso, o ensino universitário noturno talvez tenha multiplicado por cinco as suas vagas nos últimos 10 anos. O governo prefere gastar dinheiro dando bolsas para os estudantes na rede privada (PROUNI) a cobrar anuidades na rede pública. Eu não consigo entender.</p>
<p><strong>Gustavo, obrigado pela participação. Por favor, deixe um recado final aos nossos muitos leitores jovens que admiram sua trajetória.</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> O Brasil é um país jovem cheio de estruturas velhas, por isso somos uma explosão de empreendedorismo e vontade de vencer, mas num ambiente ainda dominado pelo privilégio e pelos cânones do patrimonialismo. O país precisa se renovar. Em boa medida, a hiperinflação era um sintoma dessa batalha entre o novo e o velho. Os problemas não foram inteiramente resolvidos, longe disso. A juventude será a principal força na direção da mudança, e há muito o que fazer.</p>
<p>Crédito das fotos: <strong>Daniela Toviansky/AE e divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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		<title>Você bem informado! Concurso Cultural Dinheirama</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 22:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participe do Concurso Cultural Dinheirama e leve para casa uma assinatura de um mês do jornal Valor Econômico, referência em economia, finanças e investimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você bem informado! Concurso Cultural Dinheirama" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_voce_bem_informado_concurso_cultural.jpg" alt="Você bem informado! Concurso Cultural Dinheirama" align="left" hspace="2" vspace="2" />O leitor do <em>Dinheirama</em> é participativo e exigente, até porque sempre pregamos que dinheiro merece atenção. Justamente por isso, todos os autores têm a preocupação de buscar os melhores temas e aos melhores fontes de informação e conhecimento. Uma das fontes que considero ter maior credibilidade nas áreas de economia, finanças pessoais e investimentos é o <strong><a title="Conheça o Jornal Valor Econômico" href="http://www.valoronline.com.br" target="_blank">Jornal Valor Econômico</a></strong>, que você deve conhecer.</p>
<p>Aproveitando a época de Natal, onde muita gente se preocupa muito mais com o consumo que com o aprendizado, decidimos presentear você com uma assinatura de um mês do jornal, na versão online e impressa, para permitir que ainda mais conhecimentos e informações em finanças possam ser agregados ao seu dia a dia.</p>
<p><strong>Concurso cultural!</strong><br />
Para premiá-los, resolvemos criar um concurso cultural. Ao todo, serão 50 assinaturas com vigência de um mês para desfrutar de toda estrutura e conteúdo do jornal: serão 25 assinaturas da versão online e 25 assinaturas do jornal impresso (ambas com vigência igual, de um mês). O Concurso cultural será realizado nas redes sociais oficiais do <em>Dinheirama</em>, que você deve seguir e acompanhar para poder participar:</p>
<ul>
<li>Perfil do twitter: <strong><a title="Siga-nos no Twitter" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> ou <a title="Siga-nos no Twitter" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">http://www.twitter.com/Dinheirama</a></li>
<li>Fan Page no Facebook: <strong><a title="Acesse nossa página no Facebook" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a></strong></li>
</ul>
<p><strong>Como vai funcionar?</strong><br />
Para ter acesso ao concurso, você precisará responder corretamente uma questão específica que será realizada durante os próximos dias. É fundamental, para isso, ficar atento às orientações enviadas nos posts de divulgação (Twitter e Facebook). Não perca tempo, siga nossas redes sociais e se prepare para o inicio do concurso.</p>
<p><strong>O concurso começa hoje!</strong><br />
Hoje, dia 06/12, primeiro dia do concurso, as 5 pessoas que primeiro responderem à pergunta ganharão uma assinatura online do jornal Valor. Amanhã, dia 07/12, os 5 primeiros que responderem ganharão a assinatura da versão impressa e assim por diante, até completarmos as 50 assinaturas.</p>
<p>Você merece estar mais bem informado e nós trabalhamos para que isso aconteça. A cada dia que passa, o <em>Dinheirama</em> se consolida como fonte constante de aprendizado. Você, leitor, é especial e por isso merece toda a nossa atenção e carinho. Cuidar da evolução e aperfeiçoar seus conhecimentos é nosso dever. Aproveite o concurso e participe!</p>
<p>Boa sorte e fique de olho em nossas redes sociais!</p>
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		<title>Crescimento econômico, crise financeira mundial e inflação, os desafios do Brasil</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/21/crescimento-economico-crise-financeira-mundial-e-inflacao-os-desafios-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 12:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Juros altos normalmente esfriam a economia e contribuem para a queda da inflação. Juros baixos incentivam o crescimento do país. A crise mundial torna a análise mais delicada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crescimento econômico, crise financeira mundial e inflação, os desafios do Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_crescimento-economico_crise_financeira_mundial_inflação_desafios_Brasil.jpg" alt="Crescimento econômico, crise financeira mundial e inflação, os desafios do Brasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Algum tempo atrás iniciamos um debate extremamente interessante sobre juros, inflação e crescimento econômico e os efeitos dessas variáveis em todo o ambiente econômico brasileiro nos últimos meses, período em que Alexandre Tombini assumiu a presidência do Banco Central. Coincidência ou não, nesse mesmo período tivemos o <a title="Leia mais" href="http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=104036" target="_blank">agravamento da crise na Europa</a>, o que trouxe de imediato para o mundo um crescimento menor e, consequentemente, um esfriamento da economia.</p>
<p>O crescimento do país nos últimos anos, superior até ao percentual que o país pode suportar, trouxe de volta um perigo muito conhecido. Aliás, prefiro chamar o fenômeno de “inimigo íntimo”, já que faz parte da história econômica de nosso país. É ela mesmo, a inflação. Dentro desse contexto, ainda na gestão Henrique Meirelles o COPOM começou a colocar em prática a política de ajustes da Taxa Selic somada às <a title="Relembre como foram as medidas" href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,medidas-macroprudenciais-desaceleraram-credito-bc,54625,0.htm" target="_blank">medidas de contenção de crédito</a> para conter a alta dos preços. O dragão está na mira faz tempo.</p>
<p><strong>Meta de inflação e ajuste de juros</strong><br />
O ajuste atual começou a ter algum resultado. A inflação, mesmo acima do centro da meta (4,5% ao ano) e até do teto da meta (6,5% ao ano), deixou de ser a maior preocupação da equipe econômica. O discurso está bem ensaiado: a degradação da crise econômica no mundo criou, na visão do COPOM, a <a title="A crise como oportunidade?" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110831_selic_analise_jf.shtml" target="_blank">oportunidade necessária para iniciar um processo de redução dos juros</a>.</p>
<p><span id="more-6827"></span>Boa parte do <a title="Mercado não aprovou a queda dos juros" href="http://economia.ig.com.br/mercados/copom-decide-selic-sob-desconfianca-do-mercado/n1597295568339.html" target="_blank">mercado encarou os novos ajustes para baixo da Selic com desconfiança</a> e manteve o discurso de que a inflação ainda estava em patamares elevados. A visão fazia todo o sentido e muitos acreditavam que o BC estava cometendo um grave erro que teria tristes consequências já no curto prazo.</p>
<p>Em minha opinião, o mercado e boa parte dos analistas se ateve muito mais aos argumentos e dados internos do que às reais condições e fundamentos da economia no mundo. A miopia que assola boa parte do mercado não deixou alguns analistas observarem que, em momentos como esse, pior do que a inflação é o desemprego e o desaquecimento da economia.</p>
<p><strong>Inflação ou crescimento econômico?</strong><br />
É claro que a <a title="Inflação é perigosa? Claro!" href="http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/alta-da-inflacao-reduziria-poder-de-compra/" target="_blank">inflação reduz o poder de compra do trabalhador</a> e ele é o mais afetado, mais cedo ou mais tarde. Mas, sejamos realistas e sinceros: de que adianta termos uma inflação no centro da meta e uma economia estagnada, com percentuais de desemprego de dois dígitos, como acontece atualmente em alguns países europeus?</p>
<p>O país precisa continuar crescendo, investindo na melhoria do ambiente econômico, realizando as reformas necessárias e modernizando a infraestrutura necessária para nos desenvolvermos mais (de forma responsável, sem comprometer o futuro). A lição de casa também passa pelo maior investimento em educação do cidadão, pois se existe o déficit de profissionais qualificados (e isso já é mais do que conhecido), existe também o déficit ainda maior de cidadania – pessoas que se comportem de forma proativa e que influenciem positivamente o crescimento do país, cobrando os políticos e votando melhor.</p>
<p>Que fique claro que acredito que seja possível manter a inflação sob controle, mas sem exagerar nas doses de juros – o que influenciaria negativamente o desenvolvimento de nossa economia. Neste sentido, as ações do BC parecem ter sido feitas de forma coerente. Vamos ficar de olho para saber como será o desfecho do tema.</p>
<p><strong>Melhora na nota de crédito do Brasil</strong><br />
Na semana passada, a <a title="Brasil tem nota de crédito elevada" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI279615-16357,00-SP+ELEVA+NOTA+DO+BRASIL+POR+COMPROMISSO+COM+METAS.html" target="_blank">Standard and Poor&#8217;s elevou a nota de crédito do Brasil</a>, tanto em moeda estrangeira como local. A agência de risco considera que o Brasil demonstra comprometimento com as metas fiscais, atitude que deixou o país melhor preparado para enfrentar a crise econômica mundial. Vale lembrar que a questão fiscal é uma das principais causas da crise de muitos países europeus.</p>
<p>De certa forma, podemos dizer que estamos em um ambiente econômico mais positivo do que o dos considerados países ricos. Aliás, o Finacial Times fez uma análise neste sentido, em seu blog “Beyond Brics”, lembrando que a <a title="Brasil é notícia mundo afora" href="http://blogs.ft.com/beyond-brics/2011/11/17/brazil-very-good-effort-can-do-better/#axzz1e352z8Sa" target="_blank">elevação do crédito é um grande feito</a> para um país que há pouco tempo afugentou o mundo por causa da superinflação e tinha problemas sérios para pagar suas dívidas.</p>
<p>Temos muito o que comemorar! O Brasil de hoje é, sem sombra de dúvidas, um país melhor do que foi no passado recente. Acredito que seja o momento de trazermos as taxas de juros para níveis civilizados, mesmo em detrimento de picos inflacionários (observados de perto e analisados com inteligência).</p>
<p>Alguns economistas devem começar a perceber que mais do que bater a meta de inflação, o fundamental é geri-la de forma controlada e astuta. Em momentos de crise, o crescimento do país pode ser mais importante do que o cumprimento da meta de inflação, desde que essa avaliação seja revista de acordo com as mudanças nos cenários interno e externo. Você concorda?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Evans organiza evento Fórum Brasil Anticorrupção: Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação. Participe e divulgue!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_forum_brasil_anticorrupcao.jpg" alt="Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos maiores e mais graves problemas do Brasil é a corrupção. Todos os dias são apresentadas na mídia denúncias que envolvem homens públicos e empresas privadas, em contratos que oferecem e aceitam efeitos mirabolantes. O resultado é um país que cresce menos do que deveria e cuja administração se dá através da troca de favores políticos e comerciais. A situação é lamentável e sempre fomos contra esse modelo de gestão (ou falta dele).</p>
<p>Diversas pesquisas já foram realizadas sobre o tema. Em uma delas, de 2002, os economistas Daniel Kaufmann e Aart Kraay elaboraram um <a title="Leia mais" href="http://veja.abril.com.br/271102/p_054.html" target="_blank">banco de dados com indicadores de boa governança de 160 países</a>, incluindo o combate à corrupção. De acordo com essa lista, o Brasil ocupa a septuagésima posição. Estamos na péssima vizinhança de países como Sri Lanka, Malauí, Peru e Jamaica, e de duas ditaduras, Cuba e Bielo-Rússia.</p>
<p>Se de 2002 avançamos na economia e conseguimos vencer alguns trágicos índices de desemprego, além de aumentar a renda, a impressão que temos é que continuamos sofrendo com a corrupção. Isso pode ser facilmente observado em <a title="Leia mais" href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,bird-em-dez-anos-brasil-nao-avancou-em-combate-a-corrupcao,394827,0.htm" target="_blank">estatísticas mais recentes</a> e também nos relatórios do site <a title="Conheça o DataGov" href="http://www.iadb.org/datagob/" target="_blank">DataGov</a>, criado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e que mantém estatísticas de governança de muitos países.</p>
<p><span id="more-6822"></span><strong>Vamos mudar esse quadro?</strong><br />
Vale lembrar que, nos próximos anos, o Brasil poderá se tornar a sexta maior economia do mundo. Esse status fará com que novas empresas cada vez mais se interessem em investir no país. Dentro desse cenário, a Marcus Evans está realizando o <strong><a title="Conheça e inscreva-se no Fórum Brasil Anticorrupção" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-details.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51" target="_blank">Fórum Brasil Anticorrupção</a></strong>, no próximo dia 29/11 com o apoio do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Ao assistir à conferência, você estará apto à:</p>
<ul>
<li>Inserir estratégias inovadoras de compliance e alcançar a sustentabilidade em época de explosão da economia;</li>
<li>Alinhar compliance com boas práticas de gestão corporativa e gestão de riscos no combate a corrupção;</li>
<li>Detectar estratégias e Mitigar riscos relacionados à FCPA e UK Anti-Bribery;</li>
<li>Montar um sistema de gestão aplicado ao combate a corrupção;</li>
<li>Incorporar código de ética nos canais de comunicação entre diretrizes e polinizar a boa administração.</li>
</ul>
<p>Participe do <strong>Fórum Brasil Anticorrupção</strong> &#8211; Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação.<br />
<strong>Data:</strong> 29 e 30 de novembro de 2011<br />
<strong>Local:</strong> Quality Faria Lima, na Rua Diogo Moreira, 247 – Pinheiros, São Paulo-SP.<br />
<strong><a title="Clique aqui e faça sua inscrição" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-bookingoption.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51&amp;enquiry=brochure" target="_blank"> Clique aqui e faça sua inscrição!</a></strong></p>
<p>Conheça os palestrantes do evento:</p>
<ul>
<li><strong>Wagner Giovanini</strong>, Cluster Compliance Officer &#8211; América Latina &#8211; Siemens Brasil Ltda.</li>
<li><strong>Ana Paula Candeloro</strong>, Diretora de Compliance &#8211; Bank of America Merrill Lynch Banco Múltiplo S.A.</li>
<li><strong>Renato Batalha</strong>, Gerente Jurídico &#8211; International Paper</li>
<li><strong>Alfredo Fiel Santana Neto</strong>, Gerente Jurídico &#8211; Sony Brasil Ltda.</li>
<li><strong>Alexandre da Cunha Serpa</strong>, Regional Compliance Officer LATAM &amp; Canada &#8211; Novartis</li>
<li><strong>Marcelo S. Santin</strong>, Risk &amp; Compliance Officer &#8211; BLADEX Asset Management Brazil</li>
<li><strong>Cristiano Monteiro Bueno</strong>, Gerente de Compliance &#8211; Grupo CPFL Energia</li>
<li><strong>Olga de Mello Pontes</strong>, Segurança Empresarial &#8211; Braskem S.A.</li>
<li><strong>Luiz Claudio Sampaio</strong>, Coordenador de Transparência &#8211; Ouvidoria Geral &#8211; Petrobras</li>
<li><strong>Denis Jacob</strong>, Senior Commercial Assurance Manager &#8211; Latin America &#8211; Becton Dickinson</li>
<li><strong>Alexandre Dalmasso</strong>, Diretor Jurídico &#8211; Astellas Farma Brasil</li>
<li><strong>Adriana Fussuma</strong>, Health Care Compliance Officer &amp; Privacy &#8211; Johnson &amp; Johnson</li>
<li><strong>Rafael Gomes</strong>, Legal Vice-Presidente &#8211; Multinational Co.</li>
<li><strong>Pyter Stradioto</strong>, Security &amp; Compliance Manager &#8211; Henkel Ltda.</li>
<li><strong>Eunice Alcantara</strong>, Associate Director, Compliance &amp; Ethics &#8211; Brystol-Meyers Squibb</li>
<li><strong>Maria Leonor Rios</strong>, General Counsel &#8211; Ethics &amp; Compliance – LATAM &#8211; Baxter</li>
<li><strong>Gilson Libório</strong>, Diretor de Informações Estratégicas – CGU (Controladoria Geral da União)</li>
<li><strong>George Barcat</strong>, Especialista de Ética Corporativa &#8211; Itaú-Unibanco</li>
<li><strong>Eder Luiz Menezes de Faria</strong>, Diretor Executivo &#8211; Governance Technology</li>
</ul>
<p><strong>Fórum Brasil Anticorrupção</strong> &#8211; Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação.<br />
Data: 29 e 30 de novembro de 2011<br />
Local: Quality Faria Lima, na Rua Diogo Moreira, 247 – Pinheiros, São Paulo-SP.<br />
<strong><a title="Faça sua inscrição" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-bookingoption.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51&amp;enquiry=brochure" target="_blank">Clique aqui e faça sua inscrição!</a></strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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