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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Ações e Derivativos</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Ações e Derivativos</title>
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		<title>Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/16/como-fazer-o-calculo-mensal-do-meu-ir-em-acoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 13:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Skwara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba como fazer o cálculo mensal do Imposto de Renda (IR) em ações, bolsa de valores e renda variável. Conheça calculadora de IR e o passo a passo das contas para sua declaração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_como_fazer_calculo_mensal_IR_acoes.jpg" alt="Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Como se não bastasse ter que pagar o Imposto de Renda (IR), cabe ainda ao investidor fazer sua apuração e pagamento mensal do que deve ser recolhido. É necessária muita atenção no processo para evitar futuros problemas com a Receita Federal. Aprenda aqui como fazê-lo e fique mais tranquilo na hora de declarar!</p>
<p>Apesar de envolver diversas apurações e cálculos, saber qual o valor que deve ser recolhido pode ser muito fácil. Existem ferramentas especializadas em auxiliar nesta tarefa, tornando tudo muito mais simples, como a <strong><a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g" target="_blank">Calculadora de IR</a></strong> do portal <a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/8Ho2Q" target="_blank">Bússola do Investidor</a>, que faz todas as apurações gratuitamente.</p>
<p>No entanto, sempre é importante saber como os cálculos funcionam, até mesmo para evitar algumas operações que podem acarretar na cobrança de mais impostos. Vamos detalhar como deve ser calculado e como deve ser recolhido o seu IR em ações.</p>
<p><span id="more-7503"></span><strong>Imposto de Renda em Operações Daytrade</strong><br />
Operações daytrade ocorrem quando a compra e a venda são executadas no mesmo dia. Para a cobrança de imposto de renda, também são consideradas daytrade as operações em que uma venda é executada depois de uma compra. Preste atenção no passo a passo:</p>
<ol>
<li>Verifique se houve lucro ou prejuízo na operação;</li>
<li>Se houver lucro, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> deverá pagar 20% dele para a Receita Federal, descontadas as taxas e corretagem pagas. No dia da operação, a corretora já retém 1% do lucro, como forma de sinalizar para a Receita Federal que você deve recolher os outros19%;</li>
<li>Se houver prejuízo, guarde este valor para descontá-lo nos meses seguintes, quando houver lucro;</li>
<li><strong>Atenção:</strong> o prejuízo acumulado em operações daytrade somente servirá para abater lucros neste mesmo tipo de operação.</li>
</ol>
<p><strong>Imposto de Renda em Operações Normais</strong><br />
Operações normais ocorrem quando a compra e a venda são executadas em dias diferentes. Neste caso, o investidor conta com um incentivo: existe a isenção do pagamento de IR nos meses em que o valor total das vendas for abaixo de R$ 20.000,00. Desse modo, em alguns meses deve-se tomar cuidado para não ultrapassar este limite e ter que recolher imposto. Veja o passo a passo:</p>
<ol>
<li>Calcule o valor total das ações vendidas no mês;</li>
<li>Caso seja menos que R$ 20 mil, você não precisa recolher impostos;</li>
<li>Caso haja lucro e as vendas totais fiquem acima de R$ 20 mil, o pagamento será de 15% do lucro, descontadas as taxas e corretagens pagas à corretora. Esta já retêm 0,005% do valor das vendas, como forma de sinalizar para a Receita Federal que você deve pagar o imposto;</li>
<li>Caso haja prejuízo, guarde o valor para abater de seu lucro nos meses seguintes, exatamente como feito nas operações daytrade. Lembrando-se que este só poderá ser abatido de outras operações normais.</li>
</ol>
<p><strong>Bonificação de Ações no IR</strong><br />
As Bonificações de Ações devem ser incluídas em seu estoque, utilizando o custo de aquisição zero.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que tinha em seu estoque 100 ações compradas por R$ 10,00 e recebeu uma bonificação de 10 ações, terá um novo estoque de 110 ações com um preço médio de R$ 9,09. Em outras palavras, o custo de aquisição das ações (R$ 1.000), dividido pela nova quantidade de ações em estoque (110).</p>
<p><strong>Desdobramentos de Ações no IR</strong><br />
Os desdobramentos devem ser tratados exatamente como as bonificações de ações. Desta forma, seu preço médio sempre será multiplicado pelo fator inverso do desdobramento ocorrido.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> Se uma ação desdobrou de 1 para 4 ações, seu preço médio será dividido por 4.</p>
<p><strong>Dividendos no IR</strong><br />
Neste caso, o Imposto de Renda não precisa ser pago. Isso porque o valor já representa o lucro líquido de impostos da empresa pagadora, não fazendo sentido você pagar novamente o imposto. No caso de Juros sobre Capital Próprio, o IR já é retido na fonte, portanto você não precisará pagar o imposto novamente.</p>
<p><strong>Como recolher meu Imposto de Renda?</strong><br />
Todos estes cálculos e apurações devem ser feitos mensalmente e o imposto pago sempre até o último dia útil do mês seguinte à sua apuração. Dessa maneira, o imposto das operações em janeiro deve ser pago até o último dia de fevereiro, e assim por diante.</p>
<p>Uma vez calculados os valores, o investidor deve emitir sua DARF e pagá-la em algum banco ou Internet. Lembre-se de que os impostos de operações normais e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGF5K3RyYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">daytrade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> devem ser somados e pagos na mesma DARF.</p>
<p>Esta é mais uma facilidade de recorrer a ferramentas que auxiliam neste processo. Além do cálculo, a <a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g" target="_blank">Calculadora de IR</a> do <a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/8Ho2Q" target="_blank">Bússola do Investidor</a> já faz a emissão da DARF, preenchendo todos os campos necessários. Experimente, a ferramenta pode ser útil para você. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Frederico Skwara</b>.<br>

Economista formado pela FEA-USP e criador da <a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g">Calculadora de IR</a>, um dos serviços de cálculo de imposto de renda para a bolsa mais completo do Brasil, oferecido gratuitamente no portal <a title="Conheça o site" href="http://migre.me/8Ho2Q">Bússola do Investidor</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>IRPF: Declaração de imposto de renda e bolsa de valores, principais dúvidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/09/irpf-declaracao-de-imposto-de-renda-e-bolsa-de-valores-principais-duvidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 14:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Lo Visco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as principais dúvidas sobre declaração de imposto de renda pessoa física - IRPF - de operações na bolsa de valores, mercado de ações e renda variável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="IRPF: Declaração de imposto de renda e bolsa de valores, principais dúvidas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_irpf_declaracao_imposto_de_renda_bolsa_de_valores_principais_duvidas.jpg" alt="IRPF: Declaração de imposto de renda e bolsa de valores, principais dúvidas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Não é novidade que muitos investidores do mercado de renda variável (bolsa de valores) têm dúvidas sobre como manter-se em dia com a Receita Federal. A apuração, declaração e pagamento do imposto de renda referente às operações no mercado de ações merecem uma explicação à parte das demais características do imposto de renda, já abordadas nos artigos <a title="Como fazer a Declaração de Imposto de Renda - IRPF 2011/2012" href="http://dinheirama.com/blog/2012/03/12/como-fazer-a-declaracao-de-imposto-de-renda-irpf-2011-2012/" target="_blank">“Como fazer a Declaração de Imposto de Renda &#8211; IRPF 2011/2012”</a> e <a title="IRPF 2012: Declaração de Imposto de Renda, principais dúvidas respondidas" href="http://dinheirama.com/blog/2012/03/26/irpf-2012-declaracao-de-imposto-de-renda-principais-duvidas-respondidas/" target="_blank">“IRPF 2012: Declaração de Imposto de Renda, principais dúvidas respondidas”</a>.</p>
<p>O tema é tão vasto e repleto de importantes detalhes que procurei abordá-los no livro <strong><a title="Conheça e compre o livro" href="http://migre.me/8Bsox" target="_blank">“Imposto de Renda no Mercado de Ações”</a></strong> (Ed. Novatec), recentemente publicado e que, a pedido do amigo Conrado Navarro, será resenhado pela equipe do <em>Dinheirama</em> (com direito a promoção e sorteio de exemplares). O artigo de hoje é uma seleção das principais questões apontadas pelos investidores no que diz respeito ao imposto de renda no mercado de ações. Confira:</p>
<p><strong>1. Em que momento devo apurar o imposto devido no mercado de ações?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> A apuração do imposto de renda sobre os ganhos no mercado de ações da bolsa de valores deve ser realizada mensalmente, sempre que uma operação for encerrada, qualquer que seja a modalidade de negociação (à vista, a termo, futuro, opções ou day trade).</p>
<p>Nesse ponto, é preciso ressaltar um aspecto importante. No jargão do mercado é comum dizer que realizamos uma &#8220;operação de compra&#8221; ou uma &#8220;operação de venda&#8221;, quando queremos nos referir a cada ordem executada no pregão da bolsa. No entanto, para os efeitos da incidência do imposto de renda, a &#8220;operação&#8221; que tem relevância sempre envolve a combinação de, pelo menos, uma ordem de compra e uma ordem de venda, não necessariamente nessa sequência.</p>
<p>Isso porque, quando o assunto é imposto de renda, o interesse fiscal recai sobre o acréscimo patrimonial, somente perceptível quando se compara o montante que ingressou na conta do investidor com o montante que dela saiu em razão de cada operação realizada.</p>
<p>Em resumo, o investidor deverá apurar o imposto eventualmente devido no mês sempre que executar uma ordem de venda para encerrar (total ou parcialmente) uma posição comprada, ou uma ordem de compra para encerrar (total ou parcialmente) uma posição vendida.</p>
<p><strong>2. Como devo considerar uma ordem executada num mês e liquidada no mês seguinte?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Essa é uma situação que acontece com alguma frequência. Quando uma ordem como essa abre uma posição (comprada ou vendida), ou aumenta uma já aberta, não há grandes consequências. Por outro lado, se a ordem em questão encerra uma operação, faz toda a diferença associar o eventual ganho ao mês do pregão ou ao mês da liquidação. Nesse caso, em março de 2011 a Receita Federal esclareceu, através do guia de “Perguntas e Respostas”, que o ganho se refere ao mês do pregão.</p>
<p><strong>3. Como faço para calcular o imposto sobre minhas operações no mercado de ações da bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Essa é a pergunta mais abrangente possível sobre o tema. Por isso mesmo, sua resposta nos possibilita ter uma visão geral da apuração do imposto sobre o ganho líquido no mercado de ações.</p>
<p>Não causa nenhuma estranheza o fato de o investidor considerar complicada essa apuração, afinal, ainda que a legislação sobre o assunto apresente razoável sistematização (especialmente a publicada pela Receita Federal), ela está longe de ser de fácil compreensão. Mas dela é possível extrair um método, composto das seguintes etapas:</p>
<ul>
<li><strong>Primeira etapa:</strong> apuração do resultado de cada operação, obedecidas as regras específicas de cada modalidade de negociação (à vista, a termo, futuro ou opções);</li>
<li><strong>Segunda etapa:</strong> apuração do resultado mensal, por tipo de operação (comum ou day trade), mediante a soma algébrica dos resultados de cada uma das operações realizadas no mês, individualmente consideradas;</li>
<li><strong>Terceira etapa:</strong> determinação da base de cálculo do imposto, por tipo de operação (comum ou day trade), a partir do resultado mensal positivo, após a compensação de perdas de meses anteriores;</li>
<li><strong>Quarta etapa:</strong> apuração do imposto devido, mediante a aplicação das alíquotas de 15% ou 20% sobre as bases de cálculo correspondentes às operações comuns e ao day trade, respectivamente;</li>
<li><strong>Quinta etapa:</strong> definição do montante do imposto a pagar, deduzindo do imposto devido as retenções na fonte efetuadas no mês sobre as operações comuns ou de day trade, indistintamente, e compensando o saldo não utilizado de retenções na fonte efetuadas em meses anteriores.</li>
</ul>
<p><strong>4. Como desdobramentos e agrupamentos podem influenciar o custo de aquisição das minhas ações?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> O desdobramento (split) e o agrupamento (inplit) de ações são eventos que não alteram o valor do capital da empresa. Na verdade, apenas modificam o número de ações representativas do capital. Em consequência, o valor total investido pelo acionista também não se altera. Em outras palavras, nos eventos de desdobramentos ou agrupamentos o valor do custo total da carteira de ações mantida pelo acionista não sofre alteração.</p>
<p>Por outro lado, como nesses eventos o número de ações se altera, para que seja mantido o valor do custo total da carteira o acionista deve, necessariamente, ajustar o custo de aquisição de cada ação na proporção inversa do aumento ou da diminuição do número de ações possuídas.</p>
<p>Para ilustrar o efeito do desdobramento, vamos considerar que um acionista tenha investido R$ 54 mil em 1.200 ações. Nesse caso, seria R$ 45,00 o custo médio de aquisição de cada ação. Com o desdobramento, por exemplo, de um para três, onde havia uma ação passou a existir três. Portanto, nesse exemplo o investidor passaria a possuir 3.600 ações.</p>
<p>Para que sua carteira de ações permaneça nos mesmos R$ 54 mil, o custo de cada uma das 3.600 ações tem que ser ajustado para R$ 15,00. Ou seja, no desdobramento, se o número de ações é multiplicado por três (1.200 x 3), o custo de aquisição de cada uma das ações tem que ser dividido também por três (R$ 45 / 3).</p>
<p>A lógica do agrupamento é inversa. Considerando os dados do exemplo acima, se ao invés de se desdobrar, três ações forem agrupadas em uma, o investidor passará a possuir 400 ações, ao custo médio unitário de R$ 135,00, de modo a manter o custo total da carteira em R$ 54 mil.</p>
<p><strong>5. Como devo considerar as ações recebidas em bonificação?</strong></p>
<p><strong>Reposta:</strong> Diferentemente do desdobramento e do agrupamento, a bonificação de ações resulta de um evento de aumento do valor do capital da empresa, mediante incorporação de lucros. Com o aumento do capital da empresa, para manter o valor nominal das ações, a companhia emite novas ações representativas do aumento do capital, e as distribui proporcionalmente aos acionistas.</p>
<p>Nesse caso, cada acionista deve ajustar seus controles, considerando o valor informado pela empresa como custo de aquisição de cada ação recebida em bonificação. Tal valor corresponde ao montante do lucro incorporado dividido pelo número total de novas ações emitidas.</p>
<p>Vale ainda dizer que o valor correspondente às ações recebidas em bonificação é isento do imposto de renda, devendo ser informado na linha 14 da ficha de Rendimentos Isentos ou Não Tributáveis da declaração anual.</p>
<p><strong>6. Qual o efeito tributário do recebimento de dividendos e de juros sobre o capital próprio?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> O valor recebido a título de dividendos distribuídos por pessoa jurídica domiciliada no Brasil é isento do imposto de renda, e deve ser informado na linha própria da ficha de Rendimentos Isentos ou Não Tributáveis da declaração anual.</p>
<p>Já os juros sobre o capital próprio são tributados exclusivamente na fonte à alíquota de 15%. Isso significa que o investidor deve informar o valor líquido recebido a esse título na ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva da declaração anual, e não deve utilizar o valor do imposto retido de nenhuma forma.</p>
<p>É importante ressaltar que, para os efeitos da tributação, como são considerados “rendimento”, tanto os dividendos quanto os juros sobre o capital próprio não devem ser utilizados para ajustar o custo de aquisição das ações.</p>
<p><strong>7. Posso compensar perdas em opções com os ganhos com ações?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Sim, desde que respeitada a segregação entre operações comuns e day trade. Perceba, na segunda etapa do método apresentado na resposta à terceira pergunta, que o resultado mensal é calculado mediante a soma dos resultados de cada operação individualmente considerada, de modo que, no âmbito das operações de um mesmo tipo (comum ou day trade), perdas em uma modalidade podem ser compensadas com ganhos nas demais.</p>
<p><strong>8. Posso aproveitar o prejuízo acumulado ao final do ano anterior?</strong></p>
<p><strong>Reposta:</strong> Sim, respeitando a segregação entre operações comuns e day trade, o prejuízo pode passar de um ano para o outro. Ao longo do ano-base da declaração do imposto de renda, o investidor pode se utilizar do prejuízo decorrente de operações realizadas em anos anteriores. Se isso ocorrer, o investidor não deve deixar de preencher o valor do prejuízo de anos anteriores na linha própria do mês de janeiro no Demonstrativo de Apuração dos Ganhos em Renda Variável, anexo à declaração da pessoa física.</p>
<p><strong>9. E o saldo não utilizado do imposto retido na fonte? Pode passar de um ano para o outro?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Não. Nesse caso o investidor terá algumas alternativas, a depender do tipo de operação que sofreu a retenção na fonte. O saldo não utilizado de imposto de renda retido na fonte em operações de day trade, acumulado ao final de um ano, pode ser objeto de pedido de restituição, mediante a utilização do programa PER/DCOMP, disponível no site da Receita Federal.</p>
<p>Por outro lado, se ao final do ano-base houver saldo não utilizado de imposto de renda retido na fonte em operações comuns, o investidor pode compensá-lo com o imposto devido na Declaração de Ajuste Anual, devendo informar essa utilização na ficha “Imposto Pago”, em linha própria cujo título é “Imposto de Renda na Fonte (Lei nº 11.033, de 2004)”.</p>
<p><strong>10. Como posso saber se um ganho é isento do imposto?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> São isentos do imposto sobre a renda os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações efetuadas com ações, no mercado à vista, se o total das alienações realizadas no mês não exceder a R$ 20 mil.</p>
<p>Deve ficar claro que o limite de R$ 20 mil refere-se às alienações (vendas) de ações efetuadas no mês no mercado à vista, e não aos ganhos. Desse modo, para saber se são isentos os ganhos auferidos pelo investidor pessoa física em operações com ações no mercado à vista, deve-se verificar o valor mensal das alienações que geraram esses ganhos.</p>
<p>Por exemplo, se em um dado mês as vendas de ações no mercado à vista atingiram R$ 18 mil, será isento do imposto eventual ganho de R$ 3 mil decorrente dessas operações. Mas, se esse mesmo ganho de R$ 3 mil for auferido em decorrência de alienações que atingiram R$ 21 mil, o ganho de R$ 3 mil (todo ele) será tributado.</p>
<p>Para aferir o limite de R$ 20 mil, as alienações devem ser consideradas em seu valor bruto. Assim, não serão isentos os ganhos líquidos auferidos em operações com ações no mercado à vista se, por exemplo, for R$ 20.000,01 o valor mensal das alienações que tenham gerado esses ganhos, mesmo que, em razão dos custos e das despesas dedutíveis, o valor líquido recebido ou creditado por conta dessas alienações tenha sido inferior a R$ 20 mil.</p>
<p><strong>11. Como faço para declarar o ganho líquido isento?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> O ganho líquido isento (e não o valor das alienações) deve ser informado na ficha de Rendimentos Isentos ou Não Tributáveis da declaração anual. Esse ganho não deve ser informado no Demonstrativo de Apuração dos Ganhos em Renda Variável.</p>
<p>Por outro lado, se as operações com ações no mercado à vista produzirem perda mensal, caso queira utilizá-la na compensação de ganhos nos meses seguintes o investidor deve informar o valor dessa perda no Demonstrativo de Apuração dos Ganhos em Renda Variável, ainda que as operações que produziram a referida perda tenham somado valor mensal de alienação inferior a R$ 20 mil.</p>
<p><strong>12. Se o ganho líquido é tributado mensalmente, por que é tão importante informá-lo na declaração anual da pessoa física?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> O ganho líquido obtido pelo investidor no mercado de ações é um rendimento que explica parte do acréscimo patrimonial eventualmente percebido no ano. Ao declarar os ganhos no Demonstrativo de Apuração dos Ganhos em Renda Variável, o investido fornece informações que servem de cobertura para parte do acréscimo patrimonial facilmente identificado na declaração de bens que compõe a declaração.</p>
<p>Isso porque a soma do ganho líquido informado no Demonstrativo de Renda Variável é transportada para a linha 05 da Ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva.</p>
<p><strong>13. Como devo declarar as ações mantidas em carteira no final do ano?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> As ações mantidas em carteira ao final do ano devem ser informadas na declaração de bens pelo valor de aquisição. É um erro grave valorar as ações mantidas em carteira ao final do dia 31 de dezembro de acordo com a cotação de fechamento do último pregão do ano.</p>
<p>Em outras palavras, eventual valorização das cotações não deve ser informada na ficha de bens e direitos que compõe a declaração. Se houver valorização das ações, ao informá-las segundo o valor cotado em bolsa, o investidor insere em seu patrimônio declarado um acréscimo sem o correspondente rendimento haja vista que, enquanto as ações não forem vendidas, não há ganho realizado.</p>
<p>Esse é um erro que, a depender do montante envolvido, pode incorporar na declaração de bens um acréscimo patrimonial não coberto pelos rendimentos informados no ano, provocando o interesse na convocação do contribuinte para dar explicações.</p>
<p><strong>14. Devo mesmo guardar por cinco anos os documentos relativos às minhas operações em bolsa?</strong></p>
<p><strong>Resposta:</strong> Não é bem assim. É de fundamental importância o investidor manter os documentos comprobatórios das aquisições pelo prazo previsto na legislação tributária e que, ao contrário do que muitos acreditam, não é, necessariamente, de cinco anos contados da data do fato a que se referirem.</p>
<p>Para esclarecer a questão, basta pensar no exemplo do investidor que passa a vida inteira comprando ações, sem nunca ter vendido nenhuma delas. Suponha que hoje um jovem inicie a compra de ações para sua aposentadoria e as mantenha por 30 anos, ocasião em que irá vendê-las.</p>
<p>Nesse caso, o fato de interesse fiscal relacionado com a aquisição das ações somente ocorrerá 30 anos depois das primeiras aquisições, quando o investidor apurar ganho líquido em decorrência da alienação das ações adquiridas. Ainda assim, mesmo que transcorridos 30 anos, não resta dúvida de que o custo de aquisição deverá ser comprovado na data de realização do ganho que corresponde ao fato de interesse fiscal, gerador da obrigação de pagar o imposto.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Murillo Lo Visco</b>.<br>

Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil. Antes, na Secretaria do Tesouro Nacional, atuou como Analista de Finanças e Controle. Formou-se em engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) e especializou-se em administração industrial pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini, entidade ligada à POLI-USP. Atualmente, está cursando a graduação em direito na Universidade Federal de Santa Catarina.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/29/dinheirama-entrevista-guilherme-horn-ceo-da-orama/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 16:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Guilherme Horn, CEO da Órama, explica como é possível ter acesso aos melhores fundos de investimento e estratégias com aportes iniciais pequenos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_entrevista_guilherme_horn_ceo_orama.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" align="left" hspace="2" vspace="2" />Há um bom tempo tratamos de uma questão relacionada às decisões de investimentos dos brasileiros que mostra que grande parte dos investidores tem pouco dinheiro para começar a investir. Com aportes menores, estes indivíduos normalmente são levados a escolher produtos com rentabilidades menores. A questão que fica é: como garantir rentabilidades maiores e com aportes iniciais menos vultosos?</p>
<p>Para ajudar a tratar desta questão, conversei com <strong>Guilherme Horn</strong>, CEO da <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama DTVM S/A</a></strong>. Guilherme é Mestre em Administração de Empresas pela PUC-RJ e Doutor em Ciências Empresariais na UMSA &#8211; Argentina, com concentração em Sistemas Complexos. Depois de quase 10 anos de experiência em outros segmentos, juntou-se à Ágora Corretora em 2000 para iniciar o projeto de varejo online daquela corretora.</p>
<p>Foi o sócio responsável pelo projeto, que incluía as áreas de Tecnologia e Marketing, até 2008, quando a empresa foi vendida para o Bradesco por cerca de R$ 1 bilhão de reais. Em 2009, Horn, junto com os sócios fundadores da Ágora, iniciou o desenvolvimento da Órama, a primeira loja online independente de fundos do Brasil, lançada no mercado em agosto de 2011.</p>
<p><span id="more-7441"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Guilherme, os investidores brasileiros que buscaram a renda variável aumentaram bastante na última década. Gestores especializados também apareceram para suprir a demanda por investimentos mais rentáveis. Esse movimento deve continuar?</strong></p>
<p><strong>Guilherme Horn:</strong> Nos últimos anos, houve uma grande popularização da Bolsa no Brasil. Isso mostra que finalmente o brasileiro começou a se preocupar não só em poupar, mas também em rentabilizar seu patrimônio. No entanto, o investidor comum, que se aventurou na Bolsa e obteve grandes conquistas, ficou perdido quando viu seus investimentos se diluírem com a crise. O grande engano foi achar ser possível administrar sozinho 100% dos investimentos.</p>
<p>A analogia que faço é com a automedicação. Uma simples dor de cabeça não te leva ao médico. Mas se o problema é sério, você não vai se automedicar, não é verdade? Então por que vai fazer isto com o seu dinheiro? É muito mais prudente colocar seu dinheiro na mão de especialistas que só fazem isso! Se os ricos e milionários fazem desta forma, você realmente acha que deve fazer diferente?</p>
<p><strong>Muitos leitores têm dúvidas sobre as diferenças de se investir em fundos de investimentos e de forma direta. Você pode citar as características destas alternativas e quando elas podem ser mais interessantes e vantajosas?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Uma das grandes vantagens de se investir em Fundos é contar com especialistas que acompanham e analisam o mercado diariamente em busca das melhores oportunidades, dentro de uma estratégia traçada. Esses profissionais contam com softwares de análise de risco sofisticados, que possibilitam a avaliação do risco de cada operação e suas possibilidades de retorno. Já a Bolsa oferece muitas vantagens para quem quer ter total autonomia, mas para isso é preciso entender, ter tempo de acompanhar o mercado, além de capital disponível para a diversificação em diferentes ativos.</p>
<p>Um Fundo de Ações, por exemplo, antes de comprar um papel, conversa com os administradores da empresa, com funcionários, ex-funcionários, concorrentes, clientes e fornecedores. Algumas vezes até se faz passar por um potencial parceiro ou cliente para entender melhor os processos da empresa. Leva meses numa pesquisa de campo exaustiva e detalhada. Sem contar a quantidade de dados e informações a que tem acesso.</p>
<p>Isto tudo faz com que o gestor do Fundo tenha um conhecimento da empresa e uma visão de seu futuro que não pode ser comparada com a de um investidor individual. O resultado final não pode ser o mesmo. Até pode acontecer de um investidor individual, num determinado período específico, ganhar mais do que um fundo. Mas é só comparar no longo prazo, em 5 ou 10 anos, que fica evidente a diferença na consistência dos resultados.</p>
<p><strong>Um dos principais problemas de muitos investidores é o aporte inicial. Muitas instituições de varejo (grandes bancos, por exemplo) oferecem produtos de aportes baixos, mas cujas rentabilidades não são tão interessantes. Por outro lado, produtos de gestores especializados costumam exigir valores iniciais mais elevados. Pode explicar a diferença entre os produtos de grande apelo daqueles mais específicos?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Brasileiro está acostumado a investir através de seu banco, geralmente com a indicação do gerente, que não é uma pessoa especializada em investimentos. Os bancos oferecem diversos produtos, como poupança, previdência, entre outros. Fundo de Investimento é mais um dos muitos produtos oferecidos. Por isso, da mesma maneira que procuramos um cardiologista quando temos um problema no coração e não um clínico geral, por que fazer diferente com nossos investimentos?</p>
<p>Nada melhor do que escolher um especialista em Fundos se você quiser investir e aumentar suas chances de obter êxito neste segmento. Os produtos que gestores especializados oferecem são diferenciados, pois existe um alinhamento de interesses do gestor e do cotista. Na maioria das vezes, inclusive, o dinheiro do gestor está investido no mesmo produto.</p>
<p><strong>Reparei que a <a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama</a> nasceu com o objetivo de permitir que, mesmo com aportes menores, o investidor consiga investir e aproveitar a estratégia de fundos especializados. Pode explicar melhor como surgiu essa ideia?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> É antigo o nosso desejo de democratizar o mercado de Fundos de Investimento no Brasil. A história da Ágora, que foi durante quase uma década a maior corretora do país, nos mostrou que a Internet é um meio muito poderoso de prover acesso. Por isso, queremos reeditar essa trajetória de democratizar o acesso, criando a ponte entre o pequeno investidor e os Fundos de Investimento mais sofisticados do país.</p>
<p>Afinal, com uma aplicação inicial de R$ 5 mil fica muito mais fácil investir em Fundos de Gestores Independentes, que normalmente possuem uma aplicação inicial de R$ 50 mil a R$ 500 mil, sem contar que para ser cliente de uma gestora dessas, muitas vezes o patrimônio exigido é superior a R$ 1 milhão ou R$ 3 milhões. Alguns vídeos explicam melhor nossas ideias e propósitos: <a title="Veja o video" href="http://migre.me/8rzPc" target="_blank">“Como surgiu a ideia da Órama”</a> e <a title="Assista ao vídeo" href="http://migre.me/8rzSm" target="_blank">“Como a Órama se insere no mercado”</a>.</p>
<p><strong>Os fundos mais conhecidos pelas pessoas normalmente são aqueles mais comuns, comercializados através do relacionamento frequente com o gerente do banco. Como são escolhidos os fundos que a Órama oferece e de que forma o investidor pode encontrar mais detalhes antes de se decidir?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama faz é uma rigorosa seleção, pois não pretendemos ser um supermercado com centenas de opções de Fundos, como algumas corretoras, mas sim oferecer efetivamente os melhores. Por isso, dentre os milhares disponíveis no Brasil, não vamos distribuir mais de 50. Queremos que o investidor saiba que na Órama ele pode formar uma carteira bem diversificada apenas com os melhores.</p>
<p>Para isso, formamos um comitê que analisa rigorosamente os Fundos através de reuniões com os gestores, análise de seu histórico, análise dos processos internos de gestão, controles de risco, grau de aderência à filosofia e estratégia de investimentos. Enfim, uma detalhada due diligence que busca confirmar que a rentabilidade é resultado de uma estratégia bem definida, e não da sorte.</p>
<p>Para auxiliar o investidor a montar uma carteira de Fundos, oferecemos diversas ferramentas. Uma delas chama-se <a title="Conheça o selecionador de fundos da Órama" href="http://migre.me/8t9MS" target="_blank">Selecionador de Fundos</a>, na qual você responde seis perguntas e então recebe uma indicação dos melhores fundos para o seu perfil e objetivo. Temos ainda uma área multimídia com <a title="Assista aos vídeos" href="http://migre.me/8rzO2" target="_blank">vídeos dos próprios gestores</a> explicando as estratégias dos Fundos e suas performances mensais.</p>
<p><strong>Como a Órama consegue viabilizar essa facilidade do aporte inicial menor? Se o fundo exclusivo exige aporte elevado, isso significa que vocês completarão o valor necessário?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Sim. Para cada Fundo escolhido, montamos um FIC (Fundo de Investimento em Cotas), com uma <a title="Veja como começar a aplicar com apenas R$ 5 mil" href="http://migre.me/8rzUR" target="_blank">aplicação mínima de R$ 5 mil</a>. Assim, o que você aplicar no nosso FIC, nós aplicamos no que chamamos Fundo Alvo. Por exemplo, se você aplicar R$ 5 mil no Órama Gávea, a Órama vai completar o mínimo do Gávea (Fundo Alvo), ou seja, colocar mais R$ 295 mil e investir um total de R$ 300 mil lá.</p>
<p>Quando você quiser resgatar, é a mesma coisa. Você resgata o quanto deseja (mínimo de R$ 3 mil) e a Órama faz os ajustes necessários. Dia desses um repórter me perguntou se seria uma espécie de compra coletiva (garantida) de Fundos. Gostei da comparação!</p>
<p><strong>Se o fundo alvo escolhido cobra taxas de performance e administração, como ficará o patrimônio do investidor na hora do resgate? O que mais será cobrado por possibilitar a ele o acesso a este produto diferenciado?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama cobra pelo acesso aos melhores Fundos do mercado é uma taxa de administração de 0,6% ao ano. Isso representa apenas R$ 30,00 por ano para quem aplicou R$ 5 mil. Um valor bem razoável para que você possa investir nos Fundos onde até hoje somente os milionários investiam – ainda mais por se tratar de um site simples, fácil de operar e que oferece todos os melhores fundos num só lugar.</p>
<p>E é só isso, pois a Órama não cobra taxa de performance. É importante lembrar que a rentabilidade de um Fundo é apresentada líquida da taxa de administração. Ou seja, não tem nada a ser debitado, além do imposto, é claro.</p>
<p><strong>Como você vê o atual momento econômico do Brasil e a importante mudança no patamar de renda de nossa população? É hora de investir? Como convencer as pessoas da importância do planejamento financeiro?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O Brasil está vivendo um momento ímpar. Alcançou a 5ª posição entre as maiores economias do mundo, deixando o Reino Unido para trás. Com inflação aparentemente controlada, moeda fortalecida e nível de desemprego no menor patamar da história, esse é o melhor momento para começar a pensar no futuro. As pessoas estão consumindo mais e mudando o padrão de vida.</p>
<p>Por isso, é importante se planejar, investir e diversificar para não ter uma surpresa negativa no futuro. Imagine a situação dos gregos, que não se planejaram. Ou de tantos outros cidadãos europeus diante desta crise. Sejam os investimentos para alcançar um determinado objetivo ou para complementar a renda da aposentadoria, quanto antes começar, melhor. Não é fácil convencer alguém a se planejar, mas cada um tem seu tempo para entender a importância do planejamento.</p>
<p><strong>Guilherme, obrigado pela participação e disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos jovens que desejam construir um futuro financeiro melhor e mais tranquilo.</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Como mensagem final, gostaria de dizer aos jovens que consumir é muito bom, mas ter dinheiro guardado é melhor ainda. Dá segurança e traz liberdade! Nada melhor do que ter uma reserva para poder viajar, consumir e realizar os sonhos. Eu que agradeço o espaço e deixo o convite aos seus leitores para acessarem nosso site – <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">www.orama.com.br</a></strong> – e conhecerem nossos fundos. Tenho certeza de que vão gostar! Até a próxima.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A teoria dos mercados eficientes e você: o papel do medo nos mercados</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/02/a-teoria-dos-mercados-eficientes-e-voce-o-papel-do-medo-nos-mercados/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 20:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Hermoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o conceito da teoria dos mercados eficientes e o papel do medo na rentabilidade de seus investimentos. Investidor inteligente é investidor informado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A teoria dos mercados eficientes e você: o papel do medo nos mercados" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_teoria_mercados_eficientes_voce_o_papel_do_medo_mercados.jpg" alt="A teoria dos mercados eficientes e você: o papel do medo nos mercados" align="left" hspace="2" vspace="2" />A importância de poupar e investir é reconhecida, mas muitas pessoas ainda tem medo de investir. Isso geralmente acontece porque essas pessoas não entendem o mecanismo e o processo de investimento. E nada pior que andar em terreno desconhecido. Hoje vou falar sobre a teoria dos mercados eficientes e a influência dela sobre todos os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>; melhor dizendo, a nossa influência sobre a teoria.</p>
<p>A <strong>teoria dos mercados eficientes</strong> é a “nova teoria” ou “teoria moderna”, enquanto as análises gráfica e fundamentalista são as “teorias antigas”. Basicamente, a teoria dos mercados eficientes diz que todos os agentes do mercado têm acesso às mesmas informações, ao mesmo tempo, e que o preço dos ativos reflete exatamente o nível de conhecimento, preparo, despreparo, medo e ganância de todo o mercado sobre o ativo (ou sobre o próprio mercado) e que qualquer distorção nos preços é rapidamente corrigida.</p>
<p>Seguindo tal lógica, seria infundado pensar em rentabilidades acima da rentabilidade do mercado em si. Em um cenário assim, o mais interessante seria procurar investimentos que nos proporcionassem rentabilidades idênticas ao do indicador em questão – no caso de renda variável, o próprio Ibovespa.</p>
<p><span id="more-7328"></span><strong>O medo faz parte do mercado e influencia seu comportamento</strong><br />
Mas essa teoria nos abre alguns parênteses. Primeiro, se o mercado realmente fosse eficiente, distorções nunca deveriam ocorrer. Segundo, seria ótimo aproveitar essas distorções. A variável que permite que as distorções apareçam é chamada de <strong>assimetria de informações</strong>, que existe quando dois agentes estabelecem uma transação e uma das partes envolvidas detém mais informações que a outra. Essa falha do mercado só existe por conta do comportamento humano, que é imprevisível, e este conceito gera outro evento que é conhecido como seleção adversa.</p>
<p>A <strong>seleção adversa</strong> ocorre quando os investidores selecionam, de maneira incorreta, ativos ou a direção do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. É como comprar na hora que deveria vender e vice-versa. Isso sempre é piorado pelo efeito manada, que é quando o investidor não sabe o que fazer e age movido pela vontade do todo – compra somente porque o mercado está subindo, sem entender o que realmente está fazendo ou acontecendo, por exemplo.</p>
<p><strong>O medo potencializa tudo: oportunidades, lucro e prejuízo</strong><br />
Por outro lado, a assimetria de informações faz com que investidores mais informados consigam maximizar seu retorno sobre o seu investimento. Logo, esse evento deve ser visto como uma oportunidade a ser aproveitada e não como algo a ser temido. A ideia é simples: ao ler este texto, você está contribuindo para diminuir sua assimetria informacional; e isso é bom!</p>
<p>Agora imagine um banco de investimentos formado por diversos profissionais, todos com boas formações acadêmicas e muita informação disponível. Estes profissionais dedicam suas vidas exclusivamente a encontrar as distorções de preços, aproveitando os breves momentos de ineficiência do mercado e tornando-o novamente eficiente. Com certeza, eles conseguirão auferir lucro maior que a média do mercado &#8211; esses são os agentes que trazem eficiência para o mercado.</p>
<p>Neste momento, você deve estar pensando algo tipo <em>“mas, o que isso tem a ver com o meu medo de investir? Na verdade, toda essa história gera mais medo”</em>. Vamos olhar o aspecto mais óbvio do raciocínio: imagine um médico fazendo o trabalho de um engenheiro. Estaremos, com certeza, perdendo um bom médico e algumas vidas nas construções feitas por esse pseudoengenheiro.</p>
<p><strong>Informação e qualificação contra o medo de investir</strong><br />
A mensagem que quero passar é que não devemos ter medo de investir, desde que isso seja feito de forma inteligente e com o suporte dos profissionais certos. Em primeiro lugar, devemos ir atrás de informação, para então procurar ajuda profissional para as decisões de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Assim como vamos ao médico quando estamos doentes, quando queremos investir devemos procurar uma boa assessoria.</p>
<p>Conhecer o mercado através de um bom profissional é muito vantajoso, pois podemos usar a experiência deste profissional para identificar nosso perfil e saber qual o melhor investimento, descobrindo, inclusive, a quantia de dinheiro que devemos alocar em cada ativo.</p>
<p>Não tenha medo de investir, pois, segundo a teoria que acabamos de ler, <strong>até o nosso medo está precificado valor dos ativos</strong>. É isso mesmo, o medo dos investidores pode causar (e causa) ineficiências no mercado. Portanto, procure ajuda profissional e o maior número possível de informações para identificar as oportunidades e lucrar em cima do medo e despreparo dos outros.</p>
<p>O Mercado obedece ao mesmo conceito da natureza: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. O dinheiro que entra como lucro em seu bolso ou saiu como prejuízo do bolso de alguém ou como uma aposta contrária à sua. Aqui, informação é transformada em lucro.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Leonardo Hermoso</b>.<br>

Trabalha no mercado financeiro desde 2006 e, desde 2010, é sócio fundador da <a title="Tradeal Investimentos" href="http://www.tdinvestimentos.com.br/">Tradeal Investimentos</a>. Aficionado por tecnologia, acredita que um grande boom financeiro pode acontecer muito em breve graças às facilidades dos meios digitais. No Dinheirama, traz explicações e soluções mais práticas para o seu bolso e o seu dia a dia.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/01/dinheirama-entrevista-aline-rabelo-executiva-do-investmania/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Aline Rabelo, Executiva do Investmania, fala da importância da informação para o investidor e de como ele pode criar estratégias de investimentos mais inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_aline_rabelo_executiva_investmania.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre defendemos a importância da informação para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras para seus investimentos. O aprendizado é a principal condição para que resultados cada vez melhores sejam alcançados, especialmente no longo prazo.</p>
<p>Para melhor abordar a realidade da educação financeira focada no investidor, conversei com <strong>Aline Rabelo</strong>, executiva do <strong><a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a></strong>, um site cujo objetivo é concentrar, em um só lugar e em tempo real, o máximo de informações necessárias para a tomada de decisão de um investidor. Tudo isso com foco no relacionamento entre os participantes.</p>
<p>Aline é formada em Administração de Empresas e possui mais de sete anos de experiência profissional no mercado financeiro, trabalhando em grandes corretoras e proferindo palestras em eventos do setor, como o Circuito Expo Money. Atualmente, dedica-se exclusivamente à coordenação do Investmania.</p>
<p><span id="more-7178"></span>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Aline, apesar da migração social ocorrida na última década e do aumento na renda da população, o brasileiro ainda poupa e investe pouco. Como chamar atenção para o futuro, para a importância do investimento, quando consumir passa a ser possível e divertido?</strong></p>
<p><strong>Aline Rabelo:</strong> As pessoas, principalmente os jovens, devem sempre se perguntar: <em>“O que eu quero conquistar? Como quero viver quando estiver aposentado? Como imagino o meu futuro?”</em>. Estas perguntas provocarão você a olhar mais para o longo prazo e despertarão sua atenção para a importância de se planejar e começar a investir.</p>
<p><strong>Nós acreditamos que o desafio de convencer os investidores a investir na bolsa de valores passa pela educação financeira. Notei que esta é também a principal preocupação do site <a title="Conheça o InvestMania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a>. O investidor brasileiro participa mesmo dos recursos oferecidos (chats, videos, relatórios etc.)? O que ele valoriza mais?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A principal preocupação do Investmania é mostrar aos participantes as oportunidades de investimentos, sejam em ações (renda variável), renda fixa, imóveis ou câmbio. Tenho notado uma excelente participação de investidores no site, inclusive os mais experientes. Todos aproveitam os recursos disponibilizados.</p>
<p>Afinal de contas, o mais importante para qualquer investidor são as boas oportunidades e as chances de lucro. O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> é exatamente isso: um meio sério, responsável e constantemente atualizado para o investidor encontrar as melhores oportunidades de investimentos.</p>
<p><strong>Uma outra análise sugere que o investidor brasileiro tem um relacionamento muito fiel com os bancos de varejo, que normalmente não oferecem investimentos diretos em ações, mas seus produtos (fundos). Além disso, os juros ainda elevados garantem altos ganhos sem risco. Como você vê o desafio de popularizar a bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A popularização da Bolsa de Valores já vem ocorrendo há algum tempo e os próprios bancos passaram a oferecer estes investimentos aos clientes que os solicitam. A popularização dos investimentos mais sofisticados é um reflexo da necessidade de quem quer ter um futuro melhor.</p>
<p>Neste sentido, o investimento em ações é, sem dúvida, um dos mais importantes para se atingir este objetivo. É sempre bom lembrar que em momentos de crise é que surgem as melhores oportunidades para investir em renda variável, momento em que é possível comprar ações de excelentes empresas a preços normalmente defasados e mais baixos.</p>
<p><strong>É consenso entre especialistas que nosso mercado de ações atualmente oferece boas possibilidades de compra para quem tem uma carteira de longo prazo. Ao mesmo tempo, notícias sobre a crise frequentemente assustam e mexem com o mercado. O que dizer ao jovem investidor que nos lê? Como encarar a realidade dos fatos e criar uma estratégia de investimentos inteligente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Como disse, durante as crises é que surgem as melhores oportunidades. O investidor precisa entender seus objetivos e confrontá-los com a estratégia que pretende usar para alcançá-los. O passo seguinte é se informar com especialistas e acompanhar o noticiário para tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> nasceu para auxiliar estes investidores, provendo conteúdo qualificado e informação relevante para quem quer saber como lidar com o mercado e traçar uma estratégia diferenciada. A aproximação com o investidor através da Internet possibilita compartilhar experiências e o aprendizado, tarefas essenciais para quem quer ter uma carteira de investimentos interessante.</p>
<p><strong>Ainda sobre a estratégia de investimentos, como deve ser a correta alocação de recursos do pequeno investidor. Pensando nos valores ainda mais baixos que ele tem para investir, como a bolsa de valores pode ser uma opção atraente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Todo o investidor deve ponderar o capital que tem disponível para investir, o prazo desejado do investimento e o risco que ele está disposto a assumir. Para aqueles que estão iniciando e para os que dispõem de poucos recursos os ETFs, que replicam os índices de Bolsa, são uma boa opção.</p>
<p><strong>Você acredita no potencial de alternativas com os ETFs (Fundos de Índice) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), ambos negociados em bolsa? Para o pequeno investidor, estes podem ser bons pontos de entrada no mundo da renda variável? Por quê?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Sim, estas alternativas são ótimas opções de investimento. Particularmente, gosto dos ETFs porque permitem que você tenha a composição de uma carteira de ativos com baixo custo. Todo mundo conhece a lei da diversificação (não se coloca todos os ovos em uma mesma cesta), mas com pouco recurso fica caro diversificar.</p>
<p>Desta forma, quem está começando e ainda não tem muito capital para investir pode dar seus primeiros passos no mercado de ações através de ETF´s. O investidor vai encontrar nestes ativos a diversificação ideal para os seus investimentos sem ter que, para isso, comprar lotes ou frações de ativos de diversas empresas.</p>
<p><strong>Aline, muito obrigado pela disponibilidade e participação. Por favor, deixe seus conselhos finais sobre investimentos e renda variável ao nosso leitor.</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Um conselho importante para quem pretende começar a investir é conversar com quem já tem alguma experiência e entende de investimentos. Converse com quem já investe e dedique parte de seu tempo para aprender e conhecer melhor as alternativas de investimentos, suas características, riscos, modo de operação e possibilidades de retorno.</p>
<p>Essa troca de experiências também é algo que valorizamos muito no Investmania, onde o investidor pode tirar suas dúvidas com especialistas ou investidores mais experientes para encontrar excelentes oportunidades de investimento. Convido os leitores a conhecerem nosso trabalho em <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">www.investmania.com.br</a>. Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Bons investimentos a todos!</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/12/bolsa-de-valores-acerte-na-escolha-da-sua-corretora-para-investir/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça os principais fatores na hora de escolher uma corretora para investir em ações. Use o Guia de Corretoras BM&#038;F Bovespa para achar a corretora ideal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_acerte_escolha_corretora_investir.jpg" alt="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das dúvidas recorrentes de nossos leitores diz respeito à escolha da “melhor corretora” para começar a investir em ações. Apontar uma ou outra empresa seria irresponsabilidade de nossa parte, então optamos por construir o conhecimento que deve auxiliar o investidor a se decidir de acordo com seus planos pessoais e estratégias de investimento.</p>
<p>Não é novidade que existem corretoras mais voltadas para aqueles que gostam de investir usando Análise Técnica. Da mesma forma, algumas corretoras oferecem avaliações mais detalhadas sobre os fundamentos das empresas e trabalham com carteiras recomendadas de prazos mais longos, favorecendo investidores de longo prazo.</p>
<p>Nosso trabalho é construir a resposta para a pergunta “como começar a investir e escolher uma corretora” de forma inteligente e de acordo com o seu perfil. Publicamos na semana passada o excelente artigo <a title="Bolsa de valores: como ficar longe de uma corretora ruim" href="http://dinheirama.com/blog/2011/12/08/bolsa-de-valores-como-ficar-longe-de-uma-corretora-ruim/" target="_blank">“Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim”</a>, de Hugo Teixeira.</p>
<p><span id="more-6898"></span><strong>Como escolher a corretora, então?</strong><br />
Esta semana trazemos para você alguns comentários de <strong>Diego Wawrzeniak</strong>, sócio do excelente site <strong><a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/77bbu" target="_blank">Bússola do Investidor</a> </strong>(nosso parceiro de longa data) ao lado do amigo Frederico Skwara – que inclusive já escreveu publicou alguns artigos por aqui sobre imposto de renda e ações. Conversei com o Diego e relato abaixo suas contribuições:</p>
<p><strong>Diego, escolher uma corretora é uma decisão difícil?</strong></p>
<p><strong>Diego Wawrzeniak:</strong> A escolha da corretora é a primeira grande decisão que o investidor deve tomar e requer bastante atenção. Atualmente, existem mais de 80 corretoras cadastradas na BM&amp;F Bovespa e o que cada uma delas oferece a seus clientes pode variar enormemente.</p>
<p><strong>O que o investidor deve observar e comparar antes de decidir-se por alguma corretora?</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Existem vários fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher uma corretora, porém os principais são preço, atendimento, ferramentas e serviços. Vou detalhar melhor esses itens:</p>
<ul>
<li><strong>Preço:</strong> os valores cobrados por cada corretora variam bastante. Algumas corretoras chegam a cobrar R$ 50,00 por ordem executada, enquanto outras cobram menos de R$ 5,00. Embora seja tentador, não faça sua escolha baseada somente no preço! Um atendimento ruim ou ferramentas limitadas pode custar muito caro na hora de investir;</li>
<li><strong>Atendimento:</strong> a disponibilidade da corretora para atender seus clientes e a qualidade do atendimento faz uma enorme diferença principalmente na hora de resolver problemas;</li>
<li><strong>Ferramentas:</strong> boas ferramentas são fundamentais para auxiliar as decisões de investir e podem fazer uma grande diferença no retorno do investidor. Alguns home brokers, por exemplo, são bem básicos, enquanto outros oferecem ferramentas gráficas, relatórios de mercado, análises de empresas, calculadoras, indicadores, acompanhamento de trades ao vivo, chat com analistas etc;</li>
<li><strong>Serviços:</strong> serviços complementares também fazem uma grande diferença e, assim como os demais critérios, variam bastante, principalmente na qualidade. A divulgação de carteiras recomendadas e a qualidade dos relatórios, por exemplo, devem ser consideradas. Peça para receber um relatório antes de abrir sua conta e veja se a análise realizada é suficiente para você.</li>
</ul>
<p><strong>Sei que vocês tem uma novidade interessante para o investidor interessado em escolher melhor a corretora. Vocês lançaram o Guia de Corretoras BM&amp;F Bovespa, uma ferramenta gratuita. Conte-nos mais sobre ela.</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Tentando facilitar um pouco a vida dos investidores, criamos o <strong><a title="Conheça e acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">Guia de Corretoras da BM&amp;F Bovespa</a></strong>, que permite comparar lado a lado as corretoras de valores. Entre outras informações, lá você irá encontrar as taxas cobradas, os serviços oferecidos e até mesmo avaliações dos nossos usuários.</p>
<p>É possível ordenar e filtrar as corretoras segundo diferentes critérios e, de forma fácil, visualizar quais são as mais bem avaliadas, quais cobram menos taxa de custódia ou quais oferecem aplicativos mobile, por exemplo. O acesso é gratuito: <a title="Acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">www.bussoladoinvestidor.com.br/guia_corretoras/</a></p>
<p><strong>O investidor tem cada vez mais aliados</strong><br />
Iniciativas de educação financeira devem ser sempre apoiadas e divulgadas. Particularmente, fico muito orgulhoso de ver colegas de trabalho criando ferramentas úteis e que agregam valor ao dia a dia do pequeno investidor – e o fazem de forma gratuita. Parabéns aos amigos do Bússola do Investidor!</p>
<p>A você, leitor do <em>Dinheirama</em>, desejo cada vez mais sucesso com seus investimentos e planejamento financeiro. Reitero nosso compromisso de trazer conteúdo de qualidade para auxiliá-lo nesse caminho. Aproveite e ajude a divulgar nosso site para seus amigos. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 21:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evite as armadilhas das corretoras e escolhe aquela que melhor oferece suporte para o investimento na bolsa de valores. Seja um investidor mais inteligente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_como_ficar_longe_corretora_ruim.jpg" alt="Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim" align="left" hspace="2" vspace="2" />Algumas corretoras da bolsa de valores brasileira, a BM&amp;F Bovespa, logo de cara mostram o quão boas são. Com preços competitivos, milhares de clientes pelo Brasil afora, vários prêmios da mídia e plataformas gráficas avançadas, não é difícil entender o motivo de tanto sucesso. Só que para cada corretora de qualidade, sempre existem umas três de péssima qualidade.</p>
<p>E nesse post convidado, dedicado especialmente aos leitores do <em>Dinheirama</em>, eu compartilharei algumas dicas para que um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> esperto como você aprenda a evitar uma corretora ruim com uma facilidade maior.</p>
<p><strong>A) Julgue pela aparência</strong><br />
Em primeiro lugar, nenhuma corretora dirá que os seus serviços são ruins. Por isso devemos prestar atenção aos sinais e aos pequenos detalhes. O mais óbvio deles é a aparência do site da corretora. Uma corretora ruim raramente dedica muito tempo à criação de um site decente e intuitivo.</p>
<p><span id="more-6883"></span>Logo, quando um investidor iniciante for procurar por informações, até uma encontrar uma simples tabela de preços de corretagem se tornará uma missão de guerra devido a péssima disposição dos elementos do site e um relaxo por parte dos responsáveis.</p>
<p>Um site desorganizado costuma indicar uma empresa desorganizada e, consequentemente, imprópria para os seus investimentos. Então preste atenção na clareza das informações, facilidade de encontrar FAQ&#8217;s, preços e formulários de contato.</p>
<p>Certifique-se também de que o site da corretora (ou pelo menos a página de abertura de conta) possui um certificado SSL válido (ícone de um cadeado na barra de endereços ou barra de status inferior).</p>
<p>Agora, os outros sinais infelizmente não são tão óbvios. Como por exemplo, o sinal do home broker.</p>
<p><strong>B) Faça um &#8220;Test Drive&#8221; no home broker</strong><br />
Qualquer investidor que se preze abre uma conta numa corretora da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Ym9sc2ErZGUrdmFsb3Jlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> só depois de dar uma boa testada na plataforma home broker oferecida pela empresa, nem que seja apenas um &#8220;test drive&#8221; de alguns minutos.</p>
<p>Depois, caso a plataforma seja muito ruim ou se os corretores nem deixarem você testá-la, é natural que o seu &#8220;alarme mental&#8221; comece a apitar: <em>&#8220;Opa, não gostei e tem algo de errado aí!&#8221;</em>, <em>&#8220;Wow, se eles não me deixam nem testar, então DEVE se tratar de um produto de baixíssima qualidade!&#8221;</em> e por ai vai.</p>
<p>Será que você deve arriscar? Não. Sendo assim, se os corretores querem ver o seu dinheiro antes de te mostrarem como é o produto, use o seu bom senso e procure uma corretora mais honesta, que te deixa &#8220;brincar&#8221; na plataforma para ver como ela funciona, que oferece bônus e, em resumo, se esforça para conquistar seus clientes (você).</p>
<p>Para terminar, se a plataforma utilizada for uma dessas populares como a Apligraph, certifique-se de que a corretora está usando a versão mais atual do sistema ou, pelo menos, uma que não seja ofensivamente ultrapassada.</p>
<p><strong>C) Conheça a reputação da corretora</strong><br />
A terceira dica é prestar atenção em como a empresa trata os outros clientes, já que uma corretora decente é conhecida pelos elogios dos seus clientes e não pelas suas reclamações. Para descobrir o que o mercado acha da corretora X ou da Y, a melhor ferramenta é, previsivelmente, a Internet.</p>
<p>Pesquise em fórums na Internet o que as pessoas acham da corretora em que você considera abrir uma conta. Você não tem ideia de como uma simples pesquisa, de apenas 15 minutos, pode tirá-lo de uma furada e apontá-lo para um caminho mais seguro e profissional.</p>
<p>Preste atenção nos problemas que os usuários reportam e, mais importante, se eles foram rapidamente resolvidos ou apenas deram dor de cabeça aos usuários. É claro, tome cuidado com opiniões suspeitas. Se uma corretora é recomendada demais, é possível haja alguma manipulação, então fique de olho e, novamente, use o seu bom senso!</p>
<p><strong>D) Teste o atendimento</strong><br />
Minha última dica para você evitar uma corretora ruim diz respeito ao atendimento da tal corretora. É óbvio que ligar numa filial e perguntar como é a qualidade do atendimento não resolve o problema, pois nesses casos a resposta sempre será a mesma: <em>&#8220;Nós somos os melhores&#8230; DO MUNDO!!!&#8221;</em>.</p>
<p>Porém, não custa nada ligar na corretora e pedir informações. Ao ligar, preste atenção na velocidade do atendimento, conte quanto tempo você fica ouvindo aquelas típicas musiquinhas de espera ou, então, pergunte quanto tempo leva para a corretora devolver seu dinheiro quando você estiver disposto a retirá-lo.</p>
<p>Tente descobrir também quanto tempo levaria para você ser transferido para um corretor da mesa no caso de querer vender alguma ação a descoberto ou para o caso de algo acontecer com sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW50ZXJuZXRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Internet<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e você precisar vender ações com urgência. Não pule este passo, pois é importantíssimo saber se a corretora tem a capacidade de ajudá-lo nos momentos mais sérios.</p>
<p>Enviar um e-mail pode funcionar muito bem e com certeza é mais fácil, porém no dia em que demorarem para responder, você irá se arrepender de não ter testado o atendimento através do ultrapassado telefone.</p>
<p>Meu conselho final é: siga cuidadosamente esses passos e adicione os seus próprios se achar necessário. Dessa maneira, quando você abrir uma conta numa corretora, as chances de fazer uma ótima escolha em vez de entrar numa fria serão muito maiores.</p>
<p>E como um investidor que usa uma boa corretora não sente nem um pingo da dor de cabeça daquele que escolheu sem pensar, não deixe isso para depois. Use seu tempo e escolha hoje uma boa corretora para não se arrepender amanhã. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Hugo Teixeira</b>.<br>

Hugo Teixeira é investidor autônomo, criador do blog para iniciantes "Como Investir na Bolsa de Valores" e autor do e-book "Como Investir na Bolsa de Valores Com Pouco Dinheiro".<br>

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		<title>Bolsa de Valores &#8211; É difícil se tornar um investidor de sucesso?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/14/bolsa-de-valores-e-dificil-se-tornar-um-investidor-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encarar o aprendizado e as perdas iniciais são parte do processo de construção do investidor de sucesso na bolsa de valores. Aprenda e multiplique seu dinheiro na renda variável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores - É difícil se tornar um investidor de sucesso?" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_e_dificil_ser_um_investidor_de_sucesso.jpg" alt="Bolsa de Valores - É difícil se tornar um investidor de sucesso?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O trabalho de um investidor é o de procurar ações interessantes, comprá-las e, então, cuidar delas para ver se está tudo bem. Esse processo da compra de uma ação é a coisa mais fácil do mundo: basta enviar algum dinheiro para uma corretora e comprar as ações pelo sistema on-line conhecido como home broker.</p>
<p>Ficar de olho na ação é mais fácil ainda: bastar gastar alguns minutos diários de &#8220;<em>baby-sitting</em>&#8221; junto do ativo que o trabalho está completo. Mas, então é só isso mesmo? Não existe a parte difícil?</p>
<p>Infelizmente, existe sim! A parte difícil é justamente o começo: procurar ações interessantes, de empresas com bons fundamentos, ótimo histórico de crescimento e que sejam &#8220;limpa&#8221; aos olhos do mercado e da lei. Executar bem esse passo não é tão simples e pode complicar as coisas.</p>
<p><span id="more-6555"></span><strong>A fase de aprendizado</strong><br />
É verdade que dá trabalho descobrir qual ação comprar e em qual momento. Para muitas pessoas, esse trabalho pode ser quase impossível, pois requer uma boa análise, que por sua vez requer dedicação, tempo e suor &#8211; características cada vez mais raras nos dias atuais.</p>
<p>O resultado é que os investidores mais impacientes ignoram a escolha das ações, compram qualquer tranqueira com um nome bonito (ou seguem dicas ruins) para, no final, inevitavelmente perderem dinheiro. E mesmo aqueles que fazem suas análises com o mínimo de bom senso, perdem dinheiro com uma frequência alta apenas porque são iniciantes.</p>
<p>Logo, chegamos a uma primeira conclusão importante: <strong>os erros e as perdas são inevitáveis no começo</strong>. Porém, esses problemas podem ser vistos pelos investidores de uma das duas maneiras: como &#8220;perdas&#8221; ou como &#8220;custos de aprendizado&#8221;.</p>
<p>Os investidores que chamam esse dinheiro perdido de &#8220;custos de aprendizado&#8221; estão corretos porque, como as próprias palavras indicam, ao perder dinheiro ele aprendeu alguma coisa. Aprendeu, com os seus erros, a investir melhor.</p>
<p>Por outro lado, aquele que vê uma perda como uma perda e nada mais, possui uma chance muito maior de fazer bobagens sem aprender nada e perder cada vez mais dinheiro. Esse perfil costuma desistir e passa a advogar contra: <em>&#8220;Investir em renda variável não funciona! É impossível ganhar dinheiro na bolsa&#8221;</em> é o que costumo ouvir.</p>
<p><strong>O período de treinamento</strong><br />
Aqueles que perdem dinheiro, mas aprendem com os erros, aos poucos param de errar tanto, deixam de perder dinheiro e, finalmente, começam a ganhar. Mas as coisas também não são assim tão fáceis, pois a maioria dos investidores precisa suportar toda essa fase de perdas e aprendizado para chegar aonde deseja: nos lucros.</p>
<p>Não importa quantos livros você leia ou quantos trades imaginários faça, mesmo utilizando o melhor dos simuladores da bolsa, a verdade é que <strong>o início de qualquer investidor é tenso e complicado</strong>.</p>
<p>No caso de um investidor que possui alguma outra renda e não depende dos resultados dos investimentos para sobreviver, o problema não é muito sério. Mas se você depende dos lucros para poder continuar investindo, aí a tensão pode crescer a ponto de estragar todo o seu equilíbrio emocional.</p>
<p>E o que acontece em decorrência disso? Obviamente, você perde dinheiro. Assim, costumo dizer que se tornar um investidor comum (que investe um pouco de dinheiro todos os meses) não é tão fácil assim, mas se tornar um investidor autônomo (que depende dos rendimentos), além de ser muito mais difícil, é também muito estressante.</p>
<p><strong>A conta, por favor!</strong><br />
Outro ponto que dificulta bastante o sucesso de um investidor na bolsa de valores é o quão bem ou mal capitalizado ele está. Quem acha que pode investir em ações sem pensar nos custos da plataforma, corretagem, custódia, emolumentos e etc., poderá até sair ganhando dinheiro no papel, mas na hora de terminar a operação, verá que metade dos seus lucros foram apenas para pagar as taxas.</p>
<p>E apesar de ser possível investir bem com pouco capital e reduzir essas taxas ao máximo, é inegável a vantagem do investidor que já tem um bom patrimônio disponível. Esse investidor gastará, proporcionalmente, quase nada com taxas, poderá negociar ações de valores mais altos e operar no mercado integral ao invés do fracionário.</p>
<p>Sua <em>slippage</em> (diferença do preço desejado da compra ou venda para o preço real da compra ou venda) será muito menor e, de modo geral, seus lucros serão maiores. Isso sem contar o conforto de saber que um lucro de 10% sobre muito dinheiro poderá ter alguma utilidade verdadeira em vez de servir apenas como um trocado que mal paga uma conta de luz.</p>
<p>Para concluir, tornar-se um investidor de sucesso não chega a ser tão difícil assim, mas com certeza é bastante trabalhoso. O investidor que pretende se dar bem na bolsa, ou em qualquer outro mercado, deve <strong>aprender ao máximo com os seus erros e perdas</strong>.</p>
<p>É importante suportar bem a fase de aprendizado, por mais dolorosa que ela seja, e, também operar mais capitalizado &#8211; ou o processo será mais demorado. Felizmente, no final das contas o caminho do sucesso é simples e parecido com o de várias outras áreas e profissões.</p>
<p>Para se dar bem, basta que você esteja disposto a aceitar o desafio e então, com <strong>estudo, dedicação, disciplina e estratégia, lute até o fim</strong>. Boa sorte e bons investimentos!</p>
<p>Foto: divulgação do autor.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Hugo Teixeira</b>.<br>

Hugo Teixeira é investidor autônomo, criador do blog para iniciantes "Como Investir na Bolsa de Valores" e autor do e-book "Como Investir na Bolsa de Valores Com Pouco Dinheiro".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Eric Cardoso, Gerente do RenaTrader</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/25/dinheirama-entrevista-eric-cardoso-gerente-da-renatrader/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 10:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como começar a investir em ações? É possível ser um investidor da bolsa de valores com pouco dinheiro? Vale a pena usar simuladores? Eric Cardoso, da RenaTrader, responde a essas e outras perguntas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Eric Cardoso, Gerente da RenaTrader" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_entrevista_eric_cardoso_renatrader-268x186.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Eric Cardoso, Gerente da RenaTrader" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos leitores continuam nos enviando dúvidas e questões referentes ao mercado de ações. As questões principais continuam sendo as mesmas: como começar a investir na bolsa de valores? Qual o valor ideal para começar? É possível aprender os detalhes do mercado através de simuladores de ações, cursos e palestras? Ninguém melhor que um gestor e profissional de corretora para nos ajudar com essas questões.</p>
<p>Conversei esta semana com <strong>Eric Cardoso</strong>, Administrador de Empresas, pós-graduado em Mercado Financeiro pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Eric trabalha há mais de 13 anos com Bolsa de Valores, atuando diretamente no atendimento de pessoa física (Home Broker) desde 2003. É o responsável pela implantação do projeto de varejo da <strong><a title="Conheça a RenaTrader" href="http://www.renatrader.com.br/" target="_blank">Renascença Corretora &#8211; RenaTrader</a></strong>.</p>
<p>Eric também foi um dos idealizadores do <strong><a title="Conheça o SimulaTrader" href="http://simulador.renatrader.com.br/" target="_blank">SimulaTrader</a></strong>, simulador da RenaTrader que se diferencia por oferecer atendimento direto da corretora aos seus participantes, além de funcionar como porta de entrada para os investidors novatos. Além disso, trabalha em projetos educacionais atuando como professor e palestrante desde 2004. Acompanhe nossa conversa abaixo:</p>
<p><span id="more-6482"></span><strong>Eric, quais são suas expectativas em relação ao mercado de ações no Brasil? A BM&amp;F Bovespa reconhece que a meta de 5 milhões de investidores (pessoas físicas) em 2015 será revista para baixo. O potencial existe, mas o que falta para que o investimento em renda variável se popularize para valer?</strong></p>
<p><strong>Eric Cardoso:</strong> O mercado de ações no Brasil tem muito espaço para se desenvolver. Se compararmos a quantidade de investidores que investem em ações no Brasil com o tamanho da população brasileira, conseguimos identificar esse grande potencial de crescimento.</p>
<p>O caminho para o desenvolvimento do mercado de ações é a Educação Financeira. Tanto as corretoras, como a BM&amp;F Bovespa oferecerem cada vez mais conteúdo educacional, cursos e palestras. Com a divulgação de informações, conseguiremos acabar com os mitos de que investimento em ações é algo para grandes investidores ou para profissionais de mercado.</p>
<p><strong>Muitos investidores (especialmente os novatos) estão se perguntando: o que fazer diante de um cenário tão volátil? Percebo que o momento assustou muita gente. O que você pode dizer àqueles que ainda têm dúvidas sobre a decisão de investir ou não em ações?</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> Primeiro ponto é que para se investir em ações, o investidor deve fazer um planejamento e identificar seu perfil. É muito importante ter a visão de que Bolsa de Valores é um investimento de longo prazo. Quando o investidor não se planeja, acaba passando por esses sustos nos momentos de queda.</p>
<p>Para os investidores que ainda tem dúvidas sobre se investem ou não em ações, minha recomendação é que a pessoa estude mais sobre o assunto, procure cursos com profissionais de mercado e, que antes de investir, também utilizem simuladores de Bolsa de Valores, como o <a title="Conheça o SimulaTrader" href="http://simulador.renatrader.com.br/" target="_blank">SimulaTrader</a> &#8211; apesar de o dinheiro investido ser virtual, o aprendizado é real. Se o investidor levar a sério, com certeza encurtará esse aprendizado e conseguirá ter noção das características do investimento em renda variável.</p>
<p><strong>Vemos notícias de analistas acreditando em uma nova queda no curto prazo, mas também informações de outros economistas insinuando chance de alta expressiva. Como nosso leitor deve lidar com o noticiário financeiro?</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> O mercado de ações existe justamente por conta dessas opiniões diferentes: se todos pensassem apenas em comprar ou em vender, não existiria o mercado.</p>
<p>Para o investidor que ainda não investiu em ações, esses momentos de queda forte no preço das ações são ótimas oportunidades de comprar ações de boas empresas por um preço mais baixo. Cabe lembrar que o investidor deve ter um planejamento e deve investir um capital que não tenha compromisso de curto prazo.</p>
<p>Para o investidor que está no mercado de ações, é o momento de ter calma e não tomar nenhuma decisão por impulso. O Brasil vive um bom momento econômico e o momento de instabilidade que o mercado atravessa parece ser estresse temporário.</p>
<p><strong>Definir e respeitar uma estratégia de investimentos em renda variável passa por adquirir conhecimento sobre o mercado, seu funcionamento e possibilidades. Consideramos a educação financeira um passo fundamental neste sentido. Como o investidor deve se preparar? Por onde começar?</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> Primeiro passo, que considero muito importante, é a pessoa fazer um teste de perfil de investidor. Após a identificação desse perfil será possível verificar que tipo de investimento se enquadra e se encaixa com suas características pessoais. Àqueles com maior aversão ao risco devem ter exposição menor à renda variável, por exemplo.</p>
<p>Segundo passo: os interessados devem investir uma parte do seu tempo no aprendizado, que pode ser adquirido tanto on-line como com cursos presenciais. No caso do RenaTrader, oferecemos um canal de Educação Financeira via site, onde temos conteúdo para iniciantes e conteúdo mais completo para pessoas que já tem conhecimento de mercado. Oferecemos também palestras e cursos presenciais gratuitos.</p>
<p>Como terceiro passo, creio ser fundamental o investidor novato simular o investimento em renda variável para se familiarizar com a dinâmica e com os termos técnicos de mercado. São poucas as corretoras que oferecem este serviço, normalmente encontrados em iniciativas da própria BM&amp;F Bovespa ou de grandes portais/veículos de comunicação. Veja o nosso caso: nós oferecemos o <a title="Conheça o SimulaTrader" href="http://simulador.renatrader.com.br/" target="_blank">SimulaTrader</a>, que se assemelha ao nosso home-broker &#8211; o que facilita a migração para o mundo real.</p>
<p><strong>Muitos de nossos leitores também nos questionam sobre o modo de operação da bolsa de valores. Corretagem, emolumentos, ordens de compra e venda, alguns termos ainda são tidos como complicados demais. A criação de um simulador do mercado de ações facilita esse aprendizado?</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> O aspecto do aprendizado é mesmo fundamental, acho interessante você insistir neste ponto. No dia a dia, no contato com os clientes e nos cursos presenciais que realizamos, identificamos uma grande curiosidade sobre como “operar” no mercado, além de uma dificuldade com os termos técnicos e cálculos envolvidos.</p>
<p>A criação do simulador <a title="Conheça o SimulaTrader" href="http://simulador.renatrader.com.br/" target="_blank">SimulaTrader</a> deu-se justamente para saciar essa curiosidade das pessoas e também mostrar que é simples investir em ações. Um grande diferencial é que nossa equipe de atendimento oferece total suporte para os investidores que utilizam também o simulador.</p>
<p>Assim como vocês, acreditamos na educação financeira. Assim, com essa proximidade conseguimos passar mais segurança para os futuros investidores. Gerar compromisso e confiança na área de finanças pessoais é um grande desafio.</p>
<p><strong>Quais devem ser os passos do investidor que, depois de simular seus investimentos em renda variável, decide que é hora de investir de verdade? Que estratégia adotar? Quanto deve ser a aplicação inicial? Quais devem ser os pontos de mais atenção no começo?</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> Depois de simular, o investidor deve prosseguir com a abertura de conta junto à corretora. A estratégia que será aplicada deve ir de encontro ao perfil desse investidor – já mencionei a importância do perfil: ao fazer o cadastro na corretora, um dos itens obrigatórios deve ser justamente o teste de perfil de investidor.</p>
<p>Quanto ao valor inicial, hoje o mercado de ações é bem acessível. Com um valor inferior a R$ 1.000,00, a pessoa já consegue investir: temos hoje os ETFs &#8211; Exchange Traded Funds ou Fundos de Índice (o investidor desta modalidade está comprando uma cesta de ações).</p>
<p>Cito como exemplo o BOVA11, que é o ETF que replica o Índice Ibovespa (o principal indicador de desempenho da Bolsa Brasileira). Ao comprar as cotas desse fundo, a pessoa está investindo ao mesmo tempo em 69 empresas; o interessante desse investimento é a diversificação. Existem outros ETFs também negociados em Bolsa, como ETFs do setor financeiro, setor imobiliário e etc.</p>
<p>Os principais pontos que o investidor deve levar em consideração no inicio são:</p>
<ul>
<li>Seguir o seu planejamento;</li>
<li>Ser fiel à sua estratégia;</li>
<li>Manter a disciplina, que é fundamental para os investidores não se levarem pelas emoções do mercado;</li>
<li>Evitar correr riscos elevados.</li>
</ul>
<p><strong>Eric, muito obrigado pela disponibilidade. Queira, por favor, deixar uma mensagem final aos nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>E.C.:</strong> A mensagem final é que com Educação Financeira como principal pilar, vamos conseguir popularizar o mercado de renda variável e mostrar para as pessoas que é possível ser sócio das empresas com as quais mantemos contato no nosso dia a dia.</p>
<p>Foto: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Falando em Ações: O que são dividendos e juros sobre capital próprio?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 13:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda o que são dividendos e juros sobre capital próprio. Aprenda a escolher empresas que pagam bons dividendos e a criar sua estratégia de investimento em ações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Falando em Ações: O que são dividendos e juros sobre capital próprio?" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_falando_acoes_dividendos_juros_capital_proprio.jpg" alt="Falando em Ações: O que são dividendos e juros sobre capital próprio?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Hoje publicamos, com exclusividade e autorização, mais um episódio do podcast <strong>&#8220;Falando em Ações&#8221;</strong>, produzido e criado pela Elas &amp; Lucros com a participação do economista e analista de investimentos CNPI <strong>Leandro Martins</strong>. No bate papo de hoje, Leandro explica a diferença entre dividendos e juros sobre capital próprio. Como saber o que são bons dividendos? Como escolher empresas que pagam bons dividendos? Leandro também discute a definição de yield e fala sobre perfis de investimento. O material criado pela Elas &amp; Lucros é publicado com exclusividade e autorização pelo Dinheirama.com.</p>
<p>Dentre os assuntos abordados no papo de hoje, estão:</p>
<ul>
<li>O que são dividendos?</li>
<li>O que são juros sobre capital próprio?</li>
<li>Como avaliar empresas e dividendos sob a ótica do investidor e sua estratégia?</li>
<li>Quais as diferenças tributárias entre dividendos e juros sobre capital próprio?</li>
<li>Aprenda o que é dividend yield e o que esse indicador representa;</li>
<li>Para que tipo de perfil de investidor são indicadas as ações de empresas que pagam dividendos?</li>
</ul>
<p><strong>Opções para ouvir</strong><br />
Decidimos disponibilizar o material de duas formas. Para aqueles que preferem a comodidade do próprio post ou YouTube, o podcast de hoje também está disponível na <strong><a title="Assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> (assista abaixo). Para aqueles que preferem ouvir o arquivo MP3 em seu aparelho portátil compatível com RSS ou iTunes, basta assinar <a title="Assine via iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">nosso canal de podcasts no iTunes (Apple Store)</a> ou usar o link RSS &#8211; <a title="Assine via feed" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> &#8211; e aproveitar!</p>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RDgRRdryNZ0">http://www.youtube.com/watch?v=RDgRRdryNZ0</a></p>
<p><strong>Player do áudio:</strong></p>

<p><strong>Cursos on-line de investimento em ações</strong><br />
Você pode aprender a investir em ações com o <em>Dinheirama</em> e o analista Leandro Martins. Conheça nossos <a title="Conheça os cursos on-line de investimentos" href="http://dinheirama.com/cursos-on-line/" target="_blank">cursos on-line</a>, compostos de video-aulas preparadas com recursos multimídia, lições didáticas e exemplos reais que ensinam você a negociar ações, avaliar tendências e investir mirando rentabilidade e segurança. São três os cursos disponíveis atualmente:</p>
<ul>
<li><a title="Conheça o curso de introdução à Bolsa de Valores" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-introducao-a-bolsa-de-valores/" target="_blank"><strong>Mercado à Vista de Ações </strong>[clique e conheça]</a></li>
<li><a title="Conheça o curso Intensivo Análise Gráfica" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-intensivo-analise-grafica/" target="_blank"><strong>Intensivo Análise Gráfica</strong> (Técnica) [clique e conheça]</a></li>
<li><a title="Conheça o curso Day Trade com Ações e Opções" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-day-trade-com-acoes-e-opcoes/" target="_blank"><strong>Day Trade com Ações e Opções</strong> [clique e conheça]</a></li>
</ul>
<p>Qualquer dúvida, <a title="Entre em contato" href="http://dinheirama.com/contato" target="_blank">entre em contato conosco</a> e teremos prazer em colaborar. Aprenda a investir com segurança e ao lado de quem entende. Valeu. Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

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	<itunes:subtitle>Entenda o que são dividendos e juros sobre capital próprio. Aprenda a escolher empresas que pagam bons dividendos e a criar sua estratégia de investimento em ações.</itunes:subtitle>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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