Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

Um breve Raio-X da Bovespa

Publicado por Conrado Navarro em 24.6.2008 na seção Ações

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Ferramentas importantes para o investidorCertas informações sempre despertaram minha curiosidade. Por exemplo, será que os homens são maioria no mercado de ações[bb] enquanto investidores pessoa física? Quais os percentuais de homens e mulheres na Bolsa de Valores de São Paulo? Será que a diferença representa alguma coisa? Homens e mulheres dividem a mesma paixão pelos investimentos em ações?

Dados divulgados pela Bovespa mostram, por exemplo, que o total de investidores individuais no mercado chega a 486.706. O Estado de São Paulo é o líder no número de investidores pessoa física: são 222.109 pessoas, seguido de longe pelo Rio de Janeiro (80.900), Minas Gerais (34877), Rio Grande do Sul (34710) e Santa Catarina (16864). Estes, claro, apenas os cinco primeiros.

São números que mostram como o mercado amadureceu, atraindo um número cada vez maior de pessoas. No entanto, a diversidade regional ainda não é fator tão presente, havendo clara concentração nas regiões Sul e Sudeste. Bacana perceber que, segundo levantamento recente realizado pelo jornal Valor Econômico, entre 2000 e 2008, a quantidade de pessoas do Nordeste na bolsa subiu 30%, acima do ritmo visto no Sudeste (25%) e no Sul (27%).

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Ações e o mercado nacional: ontem, hoje e amanhã

Publicado por Conrado Navarro em 17.6.2008 na seção Ações

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O mercado de ações ao seu alcanceO mercado brasileiro se consolidou nos últimos anos e hoje representa excelente potencial, tanto para as empresas listas em Bolsa, quanto para os investidores que nelas investem. A afirmação soa bastante repetitiva, mas deve ser amplamente comemorada e incorporada. Segundo relato recente do jornal Folha de S. Paulo, o mercado brasileiro se igualou, proporcionalmente, ao dos países desenvolvidos.

Como assim? O que isso significa? Significa que o valor das empresas listadas na Bovespa se equiparou, em valores de 2007, ao tamanho do PIB brasileiro. Para os mais “numéricos”, as 450 empresas hoje listadas na Bolsa de Valores de São Paulo representam aproximadamente R$ 2,5 trilhões, valor próximo do PIB medido no ano passado: R$ 2,55 trilhões.

Tá, mas e daí? Evolução, transparência e uso das emissões de ações[bb] como ferramenta de negócios são alguns dos efeitos sentidos nesse grande avanço visto nos últimos sete anos. Em 2000, o valor das empresas - eram quase 500 naquela época - correspondia a apenas 37% do PIB nacional. Países desenvolvidos têm a relação entre valor da empresas e PIB próximos a 100%, situação que vivemos também hoje.

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Valuation e alguns indicadores fundamentalistas

Publicado por André Motta em 12.6.2008 na seção Ações

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Valuation e alguns indicadores fundamentalistasNão é novidade que o processo de valuation de uma empresa é algo bastante complexo. Ele exige fortes conhecimentos de análise de balanços, economia e matemática financeira[bb], seja por parte de um analista ou investidor. Na tentativa de simplificar algumas interpretações e facilitar a referência numérica e de efeito comparativo foram criados os indicadores.

Tais referenciais consistem em índices baseados em informações financeiras e contábeis que buscam dar uma visão mais rápida, porém nem sempre precisa, da atratividade das ações (se estão caras ou baratas). Para tentar entender um pouco melhor os indicadores é interessante uma breve revisão de como é feita uma avaliação[bb] deste tipo.

Uma empresa é avaliada em função dos lucros que gera para seus acionistas ao longo dos anos, descontados a uma taxa adequada e trazidos a valor presente. Logo, duas empresas com uma série de lucros idênticos teriam então o mesmo valor, independente do seu patrimônio ou capital, desde que seja utilizada a mesma taxa de desconto. Certo?

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Carteiras e Ações Recomendadas - Junho 2008

Publicado por Conrado Navarro em 05.6.2008 na seção Ações

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Carteiras e Ações Recomendadas - Junho 2008A situação das commodities parece não incomodar a imensa maioria dos analistas de mercado, que ainda vêem ótimo potencial para investimentos em ações[bb] de empresas como Petrbrás, Vale, Usiminas e CSN. Exemplo do atual momento delicado, a Vale sofreu com a queda de metais e viu suas ações preferenciais (VALE5) valorizarem-se apenas 1,44% em maio.

Com os preços do petróleo em alta - e provavelmente diante de uma estabilização neste patamar - as acões preferenciais da Petrobrás lideram o ranking de recomendações, com 7 indicações e boas perspectivas. Apesar do Brasil ter conquistado o tão esperado grau de investimento, a volatilidade deve permanecer uma constante também durante o mês de junho.

Apenas as corretoras Geração Futuro e ABN Amro Real Corretora mantiveram suas recomendações do mês passado, deixando inalteradas suas sugestões. Interessante notar a entrada do ativo CNFB4 (Confab PN) na carteira da corretora Concórdia. Segundo seu relatório, há fortes chances de valorização do papel já que seu maior cliente, a Petrobrás, tende a aproveitar a alta do petróleo para realizar investimentos.

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EBITDA: Indicador Importante para o Investidor

Publicado por Ricardo Pereira em 14.5.2008 na seção Ações, Economia Geral

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Ferramentas importantes para o investidorMuitos termos técnicos começam a fazer parte de nosso dia-a-dia a partir do momento que decidimos mergulhar de cabeça no mundo dos investimentos[bb]. Conhecer de perto o que representam esses termos e siglas pode facilitar a avaliação de algumas empresas na difícil tarefa de encontrar bons fundamentos e negócios.

Um indicador financeiro bastante utilizado pelas empresas de capital aberto e pelos analistas de mercado é o chamado EBITDA, também conhecido como Lajida, cujo conceito ainda não é claro para muitas pessoas. A sigla corresponde a Earning Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization, ou seja, Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização.

O EBITDA representa a geração operacional de caixa da companhia, ou seja, o quanto a empresa gera de recursos apenas através de suas atividades operacionais, sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos. Por isso, alguns profissionais chamam o EBITDA de fluxo de caixa operacional. Difere do EBIT, conhecido como o lucro na atividade, no que se refere à depreciação e amortização.

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