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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Educação Financeira</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Educação Financeira</title>
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		<title>Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/17/dinheirama-entrevista-helenita-fernandes-coordenadora-academica-do-ibmec/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Helenita Fernandes, do Ibmec, e fala dos cursos de especialização, MBA e como a formação continuada pode fazer a diferença na carreira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_helenita_fer_coordenadora_ibmec.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre recebemos sugestões de leitores interessados em formação profissional. Afinal, o que devemos levar em consideração quando o assunto é uma especialização ou MBA, por exemplo? É sabido que em nosso país investir em qualificação costuma dar excelentes resultados – e isso vale para quem gosta da área de finanças também, é claro.</p>
<p>Para falar sobre isso, conversei com <strong>Helenita Fernandes</strong>, Coordenadora Acadêmica do <a title="Conheça o Ibmec Online" href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">Ibmec Business School</a> e líder do Movimento RH. Tratamos basicamente de como o Ibmec enxerga a questão dos <a title="Conheça os cursos online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">cursos de MBA online</a> voltados para finanças e projetos, bem como dos ganhos que cursos deste tipo podem agregar ao legado profissional do participante.</p>
<p>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Helenita, vocês oferecem hoje cursos online voltados para profissionais qualificados. Quais os públicos-alvo dos <a title="Conheça os MBAs Online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">MBAs Online</a> de Finanças e Gestão de Projetos, por exemplo?</strong></p>
<p><strong>Helenita Fernandes:</strong> O público-alvo de ambos é composto por profissionais formados nas mais diversas áreas, o que promove diversidade nas turmas e novos olhares para as muitas questões que são trabalhadas nas disciplinas dos cursos. Finanças e Projetos são áreas importantes dentro de qualquer empresa, portanto podem trazer diferenciais competitivos para profissionais de destaque que queiram aperfeiçoar-se nesses quesitos.</p>
<p><strong>As pessoas estão mais habituadas a aprender da maneira tradicional, com aulas presenciais. Quais os principais alicerces da metodologia usada para os cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Para que haja uma construção coletiva do conhecimento, temos como base uma proposta metodológica que une processos pedagógicos, tecnologias interativas e ferramentas diversas, sempre acompanhadas de tutoria e participação ativa dos professores.</p>
<p>Nossos alunos contam com curso modular, conteúdo aprofundado preparado por professores-autores, mediação especializada e campus virtual com atividades síncronas (reuniões online em tempo real) e assíncronas (fóruns de discussão). Com tudo isso, possibilitamos o alcance dos objetivos propostos com qualidade e muita atenção ao aprendizado do aluno.</p>
<p><strong>Outra curiosidade de nossos leitores: como é feita a avaliação de aprendizagem dos cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossas reuniões em tempo real e as discussões propostas através do campus virtual preparam os alunos, de maneira mais imediata, para a avaliação pedagógica, que é feita por meio de prova presencial e atividades online.</p>
<p><strong>Pensando no profissional que busca cursos de MBA, como essa qualificação pode gerar ganho e gerar diferenciais em sua carreira?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O <a title="Conheça o MBA em Finanças" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA em Finanças</a> prepara os alunos para assumir posições de destaque na área financeira de grandes corporações, para atuar como administradores de fundos e carteiras, gestores de fundos de pensão ou executivos de bancos, para atuar em empresas de consultoria e auditoria ou ainda como consultores de investimentos.</p>
<p>Já o <a title="Conheça o MBA Executivo em Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Executivo em Gestão de Projetos</a> desenvolve profissionais com visão abrangente e estratégica do ambiente de negócios, habilitados a gerenciar projetos de alta complexidade e com domínio das mais avançadas técnicas de gestão. Promove dinamismo nos processos cíclicos, pensamento integrado e ações focadas no alcance dos objetivos propostos.</p>
<p>Além disso, enfatiza o trabalho em equipe e mobiliza competências de comunicação e gera conhecimentos necessários para uma avaliação adequada da viabilidade financeira e do dimensionamento dos riscos em projetos.</p>
<p>Ou seja, são cursos focados em competências capazes cruciais dentro de suas áreas de atuação. Os diferenciais na carreira virão do maior conhecimento e da possibilidade de colocar em prática esse aprendizado, obtido em uma instituição reconhecida e respeitada pelo mercado.</p>
<p><strong>Escolher onde estudar faz muita diferença e sempre lembramos nossos leitores disso. Quais as vantagens do Ibmec em relação aos demais MBAs Online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossos professores online, em conjunto com nossos alicerces metologógicos, são nosso grande diferencial. Eles são essenciais para podermos oferecer um serviço educacional de alto nível, pois atuam com mediadores das turmas online e orientadores do estudo (com base em conteúdos desenvolvidos pelos professores-autores).</p>
<p>Além disso, também agem como coaches e dinamizadores da inteligência coletiva, além de possuírem ampla experiência acadêmica e de mercado. São pessoas reconhecidas, com extenso conhecimento prático e teórico do que ensinam.</p>
<p><strong>Como anda o mercado para os profissionais de Finanças e Gerência de Projetos? O que um MBA como este pode representar no futuro do aluno?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O mercado está extremamente competitivo, e estar preparado e atualizado profissionalmente é uma exigência cada vez mais forte. O básico relacionado a cada uma das áreas é normalmente aprendido em cursos tradicionais de graduação, então o diferencial precisa vir na formação opcional do profissional.</p>
<p>Neste sentido, os cursos online que oferecemos vão além, pois trabalham competências inerentes a seus estudantes muito buscadas nas empresas, como disciplina, autonomia, fluidez digital e interação.</p>
<p><strong>Obrigado pela disponibilidade e parabéns pelo trabalho.</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo por insistirem tanto, e com tanta qualidade, na educação financeira de nossos brasileiros. Convido o leitor a conhecer mais sobre nosso trabalho em <a title="Conheça melhor nossos cursos. Acesse." href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">www.ibmeconline.com.br</a>. Com relação aos cursos mencionados, as inscrições se encerram amanhã, dia 18 de maio de 2012. Para matricular-se, use os links abaixo:</p>
<ul>
<li>Inscreva-se no <a title="Clique e inscreva-se" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA Online de Finanças (clique aqui)</a>;</li>
<li>Inscreva-se no <a title="Inscreva-se no MBA Online de Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Online de Gestão de Projetos (clique aqui)</a>.</li>
</ul>
<p>Obrigada e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Que tal levar uma palestra de educação financeira, de graça, para sua cidade?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/22/que-tal-levar-uma-palestra-de-educacao-financeira-de-graca-para-sua-cidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Realize, de graça, uma palestra de educação financeira, finanças pessoais e investimentos em sua cidade. O Dinheirama e o Projeto Consumidor Consciente estão à disposição!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Que tal levar uma palestra de educação financeira, de graça, para sua cidade?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_palestra_educacao_financeira_de_graca_cidade.jpg" alt="Que tal levar uma palestra de educação financeira, de graça, para sua cidade?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O Dinheirama é um dos parceiros do Projeto <strong><a title="Conheça o Consumidor Consciente" href="http://migre.me/8nFaO" target="_blank">Consumidor Consciente</a></strong>, um programa educacional para consumidores criado pela MasterCard (América Latina e Caribe). Trata-se de uma plataforma educacional completa, que oferece ferramentas amigáveis para ajudar o consumidor a entender os princípios de finanças pessoais, desenvolver hábitos de consumo responsáveis e aprender como melhor administrar suas finanças pessoais.</p>
<p>No blog <strong><a title="Conheça o blog Mister Finanças" href="http://migre.me/8nFdU" target="_blank">Mister Finanças</a></strong>, por exemplo, você encontrará artigos, <em>podcasts</em> e, em breve, <em>videocasts</em> que abordam temas como planejamento financeiro, empreendedorismo, cidadania e práticas sustentáveis relacionadas as finanças. A diferença está na forma como cada um de nós encara o dinheiro e as decisões a ele relacionadas – e queremos fazer parte deste processo de transformação.</p>
<p><strong>Oportunidades para você e sua cidade!</strong><br />
Uma das grandes novidades do projeto em 2012 são as palestras que acontecerão em todo o Brasil, oferecidas pelo Projeto Consumidor Consciente a todos que desejam aprender sobre o mundo das finanças.</p>
<p>Se você quer levar uma de nossas palestras de forma totalmente gratuita para sua universidade, escola ou associação, entre em contato com o Dinheirama através do e-mail <strong>contato@dinheirama.com </strong>ou via nosso <a title="Entre em contato" href="http://dinheirama.com/contato" target="_blank">formulário de contato (clique aqui)</a>. Nós e toda a equipe do projeto escolheremos <strong>oito localidades</strong> para receber nossas palestras neste ano.</p>
<p>Essa é uma grande oportunidade para a disseminação da educação financeira. Ao entrar em contato, informe qual a data proposta para a realização do evento e também outras informações básicas, como seu estado, cidade e o número de telefone para contato.</p>
<p>Agora é com você! Passe essa oportunidade adiante e vamos construir um Brasil mais forte e educado financeira. Aguardamos seu contato! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A educação financeira e suas escolhas: o que você quer ser?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/08/a-educacao-financeira-e-suas-escolhas-o-que-voce-quer-ser/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Nitz de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[abelha]]></category>
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		<description><![CDATA[Pensando em educação financeira e suas escolhas, quem você prefere ser, a formiga ou a cigarra? Garantir o futuro ou viver o presente? Mas e a abelha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A educação financeira e suas escolhas: o que você quer ser?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_educacao_financeira_escolhas_o_que_voce_quer_ser.jpg" alt="A educação financeira e suas escolhas: o que você quer ser?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você pode nunca ter ouvido falar de <strong>Jean de La Fontaine</strong> (1621-1695), um escritor francês, mas com certeza já viu e ouviu suas históricas em livros infantis, quadrinhos e desenhos animados. Entre seus trabalhos, encontramos as fábulas <a title="Compre no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/6/1029854/?franq=247523" target="_blank">“A Lebre e a Tartaruga”</a> e <a title="Compre no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/6/295491/?franq=247523" target="_blank">“A Cigarra e a Formiga”</a>, sempre com um elemento moral como ensinamento.</p>
<p>Para relembrar, na fábula “A Cigarra e a Formiga”, enquanto a Formiga trabalhava arduamente sob o sol durante todo o verão, a Cigarra apenas cantava e dançava, zombando da formiga. Quando chegou o tenebroso inverno, enquanto a Formiga estava aquecida e alimentada, a Cigarra passava frio e fome – assim precisou pedir ajuda para a Formiga.</p>
<p>Torna-se implícito o questionamento sobre de que lado você prefere estar, sendo uma “Cigarra” ou uma “Formiga”. Também se direciona a resposta do leitor para ser obviamente uma “Formiga”. Contudo, considerando a educação financeira e a busca por mais qualidade de vida, será que estas são as únicas opções que podemos seguir?</p>
<p><span id="more-7350"></span>Inicialmente, cabe destacar que na mídia encontramos inúmeras “Cigarras” que são transmitidas como reflexo de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VjZXNzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">sucesso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para as crianças, jovens e adolescentes, influenciando negativamente sua construção de hábitos. Assim, o consumo consciente, a educação formal e financeira devem ser elementos essenciais para formação destes novos cidadãos, diante de toda informação recebida diariamente.</p>
<p>Adicionalmente, a “Formiga” mostra-se menos atrativa e sem nenhum status na mídia, principalmente pela propensão do consumo no curto prazo dos indivíduos. A “Formiga” parece ter uma vida muito “chata”. Mas, se a única opção é você trabalhar árdua e incansavelmente debaixo de sol ou simplesmente esbanjar todos os recursos de forma displicente e fanfarrona, o que é mais atraente?</p>
<p>Aproveitando a analogia, prefiro ser uma “Abelha”, pois poderia passar os meus dias passeando no bosque, exaurindo o perfume das flores, colhendo o néctar, voando com a brisa em meu rosto e vivendo em uma sociedade mais harmônica. Paralelamente, também produziria um doce mel a ser reservado para os períodos futuros de forma precavida e coerente.</p>
<p>Utilizo esta nova comparação para gerar uma reflexão, pois o fato de ser precavido, prudente e pensar no futuro não deve (e nem pode) ser motivo para não termos prazeres no momento presente. Ainda mais se considerarmos que muitos prazeres são gratuitos, como um banho de mar, um abraço apertado ou vislumbrar o nascer do sol ao lado de uma pessoa especial.</p>
<p>Desta forma, devemos poupar e investir em nosso futuro, mas sem deixar de viver o presente, pois mais importante que a quantidade de recursos que você está poupando é o tempo e a disciplina de investir continuamente para poder colher os frutos de boas escolhas financeiras.</p>
<p>A moral do texto é óbvia: será premiado o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que tiver paciência na construção e gestão de sua carteira de investimentos, mas sem esquecer-se de investir também na sua saúde física, mental e afetiva durante todas as etapas de seu caminho.</p>
<p>Diante do exposto, entre a “Formiga” trabalhadeira incansável, a “Cigarra” displicente e imediatista, e a “Abelha” que busca um equilíbrio entre o prazer no curto prazo com a poupança para o longo prazo, escolho a terceira opção. E você?</p>
<p>Foto de sxc.hu.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Fernando Nitz de Carvalho</b>.<br>

Especialista em Finanças, Mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no Centro Universitário Municipal de São José (USJ), Analista de Projetos no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O poder da mesada: investir nos filhos sempre será o melhor investimento</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/16/o-poder-da-mesada-investir-nos-filhos-sempre-sera-o-melhor-investimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Hermoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[mesada]]></category>

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		<description><![CDATA[A mesada é um importante instrumento de educação financeira e empreendedorismo. Aprenda a usá-la e compreenda porque os filhos são o melhor investimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O poder da mesada: investir nos filhos sempre será o melhor investimento" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_poder_mesada_investir_filhos_sera_sempre_melhor_investimento.jpg" alt="O poder da mesada: investir nos filhos sempre será o melhor investimento" align="left" hspace="2" vspace="2" />Atualmente, um fato que vem se tornando cada vez mais comum é o endividamento por parte dos jovens, um fenômeno que não para de crescer. Os críticos mais severos podem até dizer que estamos diante de uma juventude que não leva nada a sério e que não pensa no futuro. Será que é assim tão simples e óbvio?</p>
<p>Farei uso de um trecho do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/24036999/?franq=247523" target="_blank">“Freakonomics”</a> (Ed. Campus) para embasar minha analogia e opinião de que o fenômeno é muito mais educacional do que comportamental, sendo a influencia dos pais um fator de grande relevância – impactando muito mais que a própria vontade do jovem.</p>
<p>O livro mostra situações cotidianas confrontadas pelos autores, onde ideias simples, convenientes e confortadoras, tidas como verdadeiras pela sociedade, são postas em dúvida, assim como pretendo fazer com a questão do endividamento dos jovens.</p>
<p><span id="more-7259"></span>O capítulo que fornece subsídios para minha análise trata da diminuição da criminalidade na cidade de Nova York em decorrência adoção da <a title="Leia mais sobre tolerância zero" href="http://www.dantaspimentel.adv.br/jcdp5134.htm" target="_blank">política de tolerância zero</a>, criada na década de 90, pelo então prefeito Rudolph Giuliani. Após um levantamento, percebeu-se que a maioria dos crimes era cometida por jovens de baixa renda que se encontravam na faixa entre os 18 e 25 anos.</p>
<p>Um fator, portanto, que não foi levado em consideração neste levantamento foi o advento da legalização do aborto no estado de Nova York, nos anos 70, fazendo com que gravidezes indesejadas fossem interrompidas.</p>
<p>Por mais cruel que possa parecer, segundo o autor do livro, o economista Steven Levitt, estas crianças que não nasceram em decorrência destes abortos seriam, futuramente, as pessoas que teriam o perfil traçado para cometer crimes. Coincidentemente, o prefeito Giuliani adotou a o programa de tolerância zero vinte e três anos após a lei do aborto ser aprovada, o que contribuiu de forma expressiva para o sucesso do seu projeto.</p>
<p><strong>Mas o que isso tem a ver com jovens endividados?</strong><br />
Assim como no caso mostrado, em que uma ação realizada no passado acabou por fazer toda a diferença para o sucesso de um projeto futuro, embora isso não tenha passado pela previsão do autor do projeto, temos algo muito parecido com a nossa situação-problema: jovens descontrolados geralmente são, de alguma forma, crianças frustradas economicamente.</p>
<p>Ao levar os filhos a um supermercado, por exemplo, os pais geralmente respondem com um assertivo “não” para os pedidos descontrolados das crianças, ao invés de proceder de forma inteligente e educacional, explicando à criança o motivo da negação. A criança, desse modo, fica sem compreender o que realmente aconteceu e, nos momentos em que estiver de posse de algum dinheiro, procurará realizar todos os seus desejos, interrompidos outrora por um “não”.</p>
<p><strong>A importância da mesada</strong><br />
A mesada é uma forma muito inteligente e educacional de acostumar crianças ao dinheiro. Receber um retorno financeiro a partir de tarefas e comportamentos estipulados em conjunto com os pais ajuda a criar o ambiente ideal para que o jovem aprenda ter responsabilidades. Deve-se ainda dar à criança a opção de ter parte do pagamento retido como forma de investimento.</p>
<p>Exemplo: ao invés de receber 50 reais, referente a um valor integral hipotético, recebe-se somente 30 reais, ficando os 20 reais que faltaram para gastos nas férias de fim de ano ou para comprar as guloseimas do supermercado, que antes eram impedidas pelo “não”.</p>
<p>Há também a possibilidade da cobrança de uma espécie de taxa, que deverá ser devolvida em benefício da criança, podendo, por exemplo, ser revertido em um passeio ao parque de diversões no final de semana, devendo os pais deixar claro à criança que aquela regalia só foi conseguida graças ao trabalho despendido.</p>
<p>Pequenas alternativas como estas ensinam a criança a dar valor e a lidar de maneira inteligente com dinheiro, afinal introduzem conceitos de trabalho, investimentos e impostos. Educação não se restringe somente ao ensino de boas maneiras, etiquetas à mesa e responsabilidade com os estudos. Educação também deve abordar assuntos financeiros. Só assim teremos jovens e adultos conscientes em relação a finanças.</p>
<p>Assim como aconteceu em Nova York, uma decisão que fora tomada anos atrás pode alterar o curso das coisas. Educação financeira é como um investimento: deve ser diário, com fundamento e visando o longo prazo. Investir nos filhos ainda pode ser considerado a melhor e mais viável forma de investimentos que há disponível.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Leonardo Hermoso</b>.<br>

Trabalha no mercado financeiro desde 2006 e, desde 2010, é sócio fundador da <a title="Tradeal Investimentos" href="http://www.tdinvestimentos.com.br/">Tradeal Investimentos</a>. Aficionado por tecnologia, acredita que um grande boom financeiro pode acontecer muito em breve graças às facilidades dos meios digitais. No Dinheirama, traz explicações e soluções mais práticas para o seu bolso e o seu dia a dia.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/25/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[alavancagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Lidar com as finanças pessoais de forma inteligente pode fazer a diferença se você quiser terminar sua graduação com a carreira já alavancada. Preste atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem_formado_parte2.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia a primeira parte do artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/" target="_blank">texto anterior</a>, abordei de maneira generalizada os conceitos de educação financeira e de como obtê-la ainda no período estudantil. Hoje, darei foco a outras questões como alavancagem profissional e as consequências da falta de educação financeira. Como leiga no assunto, encontrei na explicação a seguir uma boa forma de compreender este conceito tão complexo.</p>
<p>A alavanca é um instrumento que potencializa uma força. Por exemplo, usa-se um macaco para levantar um carro. A força que é feita para usar o macaco é muito menor do que a utilizada diretamente no levantamento do carro. Mas, como o macaco é uma alavanca, o resultado é potencialmente maior. Ou seja, o carro, que é muito pesado, é levantado com menor esforço.</p>
<p>O princípio econômico da alavancagem é o mesmo: investe-se um valor pequeno diante do retorno, bem maior, que será obtido. Exemplo: um profissional de design de interiores, com uma pequena quantia, poderá imprimir cerca de 1.000 cartões e fazer seu marketing a qualquer momento. Com seu primeiro projeto de design, certamente conseguirá pagar este gasto com os cartões e, se for um projeto bem sucedido, já terá um cliente para indicá-lo a outros. E ainda terá cartões restantes para distribuir.</p>
<p><span id="more-7055"></span><strong>A alavancagem profissional depende de você!</strong><br />
A alavancagem, no caso de um profissional recém-formado, representa a força que ele precisará para mostrar-se ao mercado. No exemplo acima, a alavancagem foi a impressão dos cartões de visitas para divulgação. Esta força motora inicial vem sob a forma de dinheiro investido, ou seja, uma dívida, um empréstimo que deverá ser realizado para que o passo inicial seja dado.</p>
<p>No Brasil, a família e o cônjuge costumam prover o dinheiro para essa alavancagem, mas atenção: a boa alavancagem considera que o valor investido deve ser recuperado por inteiro e ainda trazer lucros. Ficar dependente de terceiros sempre que precisar dar um passo maior ou errar nos cálculos gastando mais do que irá de fato recuperar são erros frequentes. O que ocorre, muitas vezes, é que, por falta de educação financeira, essa alavancagem acaba se tornando uma despesa fixa ao invés de uma ferramenta de aumento de receita.</p>
<p><strong>O perigo do endividamento para quem está começando</strong><br />
Sabe-se que muitos recém-formados iniciam suas carreiras já endividados, na maioria das vezes por desconhecer técnicas de gestão de finanças pessoais – fruto da falta de educação financeira. Quem não consegue fazer uma boa gestão financeira pessoal, fatalmente terá dificuldades de gerir financeiramente o próprio negócio, mesmo que ele esteja dentro de casa. Os desdobramentos do endividamento são muitos. Veja alguns, a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Estar mal preparado para negociar com o cliente.</strong> Uma vez que a necessidade de ganhar dinheiro é urgente, o profissional poderá assinar contratos ruins, propondo-se fazer trabalhos mal remunerados, fechando contratos a “qualquer custo”;</li>
<li><strong>Receber solicitações de cancelamentos de contratos por parte dos clientes.</strong> A urgência em ganhar dinheiro leva o profissional a pressionar os clientes a assinarem os contratos. Estes, por sua vez, podem cancelá-los durante o processo de trabalho, por perceberem que sua decisão foi fruto de muita pressão;</li>
<li><strong>Tornar-se um profissional avarento financeiramente.</strong> Em função da pouca remuneração e do excesso de dívidas, o profissional pode tornar-se mal pagador e explorar fornecedores, estagiários e prestadores de serviço, sendo, aos poucos, abandonados por eles;</li>
<li><strong>Ter pouca ou nenhuma especialização.</strong> Com recursos escassos, o recém-formado não tem capital para investir em conhecimentos alavancadores como, por exemplo, cursos de alta especialização, pós-graduações renomadas, congressos nacionais e internacionais de grande reconhecimento e, portanto, mais caros.</li>
</ul>
<p><strong>Por que insistir em na educação financeira vale a pena?</strong><br />
Colocadas todas essas questões, é necessário ter em mente as seguintes premissas:</p>
<ul>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira está diretamente relacionado à quantidade de horas a que o profissional se dedicou ao estudo do tema, formal ou informalmente;</li>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira influencia a qualidade das decisões tomadas pelos profissionais em relação às questões financeiras;</li>
<li>A qualidade de vida está diretamente relacionada à tranquilidade financeira. Quem vive endividado ou no limite do orçamento sofre mais as consequências das instabilidades dos mercados e do mundo;</li>
<li>A criação de um portfólio diferenciado é consequência, também, de um profissional emocionalmente tranquilo e capaz de direcionar suas energias para o bom atendimento e a criatividade;</li>
<li>A tranquilidade emocional gera boa administração, e a boa administração traz como resultado a fidelidade de fornecedores e prestadores de serviços;</li>
<li>A tranquilidade financeira possibilita o acesso a pós-graduações e especializações diferenciadas, trazendo como resultado melhor posicionamento no mercado e mais bagagem profissional.</li>
</ul>
<p><strong>Educação financeira é importante, simples assim!</strong><br />
Acredito que todo cidadão, independente de sua formação profissional, deve inteirar-se a respeito de educação financeira. Quanto mais cedo estudar finanças e se dedicar ao planejamento financeiro familiar, melhor. Realizar sonhos é consequência de conhecimento aplicado e muito esforço, raramente de sorte! Sucesso e até a próxima.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos clássicos e luxuosos, em formato de galinhas, feitos em porcelana sem esmalte e banhados a ouro, criados pela conceituada Oxford Porcelanas.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como devem fazer os alunos de graduação que desejam equilibrar suas finanças e colocar em prática a educação financeira? Onde buscar ajuda? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem-formado.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acredito que conhecer os conceitos da educação financeira e aplicá-los no dia a dia tornou-se uma necessidade no Brasil. Digo isso devido ao fato de um novo público acessar as diversas linhas de crédito disponíveis em bancos, concessionárias, lojas de eletrodomésticos etc. Inclusive, sobre o tema, foi criada pelo Governo Federal, no final de 2010, a <a title="Conheça melhor a ENEF" href="http://www.vidaedinheiro.gov.br/Enef/default.aspx" target="_blank">Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</a>.</p>
<p>Quando estudei <em>design</em> de interiores, observei que as escolas de design não ofereciam material didático e específico sobre finanças pessoais. Exceto pelas escolas de administração e economia, não havia material disponível nem no meu curso, nem nos outros. As poucas matérias voltadas para o assunto englobavam mais as questões de marketing e posicionamento de mercado que de educação financeira.</p>
<p><strong>Onde aprender sobre finanças pessoais e dinheiro?</strong><br />
Sabemos que a riqueza de um profissional recém-formado é o seu conhecimento atualizado, trazido do seu curso de formação, somado a sua criatividade livre, leve, solta e sem amarras. Mas, sua formação, muitas vezes, distancia-se de temas ligados às leis da economia. O crescimento econômico de um recém-formado está subordinado tanto as suas aptidões, como também à sistematização e organização dos ganhos e gastos financeiros que vier a realizar.</p>
<p><span id="more-7046"></span>Constatando a carência de fontes de informação sobre este tema, busquei-as em caminhos alternativos, próprios para quem ainda está iniciando suas atividades no mercado de trabalho e, portanto, com pouco capital de investimento. O propósito deste texto é incentivar você, recém-formado, a trilhar caminhos financeiramente mais saudáveis, independentemente de sua formação e interesses.</p>
<p>Para os curiosos, sou designer de interiores por formação, designer gráfico por vocação, escritora e poeta (já publiquei quatro livros e assino regularmente uma página sobre livros de arte para uma revista especializada em arquitetura e design de interiores). Há sete anos, encerrei um bem-sucedido consultório de psicologia, com 10 anos de mercado, para trabalhar com o que gosto, o design. Tardiamente, desenvolvi minha educação financeira e aos poucos fui estruturando minha nova vida e a nova empresa. Valeu a pena!</p>
<p>Por entender que a educação financeira consiste em um conjunto amplo de orientações e esclarecimentos sobre posturas e atitudes adequadas no planejamento e uso dos recursos financeiros pessoais, acho que todos devemos dedicar atençao ao tema. Mas atenção: a capacidade de tomar decisões apropriadas na gestão das próprias finanças não deve ser confundida com o ensino de técnicas de como ganhar e gastar dinheiro.</p>
<p><strong>Fontes de conhecimento para sua educação financeira</strong><br />
Depois de separar e compreender bem a diferença que a educação financeira pode trazer ao cotidiano, compartilho as principais referências que tenho usado para aprender e praticar, ainda que de forma autodidata:</p>
<p><strong>1. Blogs especializados</strong><br />
Atualizados diariamente ou semanalmente, podem ser acessados gratuitamente. Gosto bastante deste blog, Dinheirama, que eu já sigo há algum tempo e do <a title="Leia o Blog da Miriam Leitão" href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/" target="_blank">blog sobre economia da jornalista Miriam Leitão</a>. Sugiro que busque suas próprias fontes, leia diversos blogs diferentes e procure identificar-se com a linha proposta por seus autores. E participe das discussões regularmente.</p>
<p><strong>2. Cursos on-line gratuitos</strong><br />
Desenvolvidos com capricho e muita didática, podem ser cursados no escritório ou em casa. Os <a title="Conheça os cursos online do Sebrae" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">Cursos on line do Sebrae</a>, por exemplo, estão disponíveis para todo tipo de público. Quando eu ainda exercia o ofício de psicóloga e decidi dedicar-me ao que realmente gosto, o design, matriculei-me em todos eles e acabei criando a <a title="Conheça meu trabalho" href="http://www.livro-objeto.com.br/" target="_blank">Livro-objeto Atelier e Design</a>, meu atual escritório.</p>
<p>Meu plano de negócios ficou com 45 páginas e eu estava ciente de que a jornada não seria fácil, afinal percebi que, ao longo de minha formação de psicóloga, eu não tive qualquer contato com questões ligadas à economia. Além dos cursos do SEBRAE, constatei que vários bancos oferecem educação financeira. Claro que estes cursos têm como objetivo direcionar o cliente para investir nos produtos oferecidos pelas agências, mas o posicionamento diante destas ofertas também deve ser consciente.</p>
<p>Os cursos on line oferecem vantagens interessantes:</p>
<ul>
<li>O aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, pois pode adequar o curso à sua rotina e estabelecer o seu próprio ritmo de estudo;</li>
<li>A qualidade de vida é aumentada, pois o curso pode ser frequentado em casa ou no escritório, e o aluno não terá contato com outras tensões, como as de trânsito, por exemplo;</li>
<li>Há a oportunidade real de fazer economia, pois não há gasto com combustível, tarifas de transporte e tarifas de estacionamento;</li>
<li>Pode-se ter acesso a bons cursos a preços mais acessíveis, já que algumas opções são planejadas com antecedência e têm conteúdos bem elaborados e explicativos ocorrendo com muitas opções de datas.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, as vantagens dos cursos gratuitos incluem prover conhecimento com pouco ou nenhum gasto financeiro e respeitar a motivação subjetiva do aluno: o aluno estuda, porque está mental e emocionalmente envolvido com o conteúdo do curso e com as possibilidades reais de transformação que ele representa.</p>
<p><strong>3. Videos na Internet</strong><br />
Os videos disponíveis em sites especializados são ao mesmo tempo dinâmicos e didáticos, além de se aproveitarem da popularidade do método de aprendizado áudio-visual. Há muitos programas interessantes que podem ser baixados a qualquer hora do dia e assistidos quando você tiver tempo e interesse. Eu, por exemplo, assisti e recomendo os muitos videos oferecidos pelo site do <a title="Assista aos videos" href="http://www.endeavor.org.br" target="_blank">Instituto Empreender Endeavor Brasil</a>.</p>
<p><strong>A verdade é que você precisa correr atrás!</strong><br />
Quando um recém-formado inicia sua carreira já com dívidas, o seu raciocínio fica bloqueado e o discernimento afetado. O resultado são contratos mal feitos, relacionamentos ruins com clientes, fornecedores, parceiros, sócios e funcionários. O profissional recém-formado que está estável financeiramente pode se aventurar com mais tranquilidade nos novos desafios que surgirem, usando bom senso e discernimento.</p>
<p>De preferência, o novo profissional deve desenvolver sua educação financeira antes de entrar no mercado, paralelamente à sua formação acadêmica. Essa decisão certamente fará muita diferença. Aproveite que é possível colocá-la em prática sem a necessidade de muito dinheiro. No próximo texto, darei foco às consequências profissionais da falta de educação financeira na vida de um recém-formado. Até lá.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos cor de rosa, arrojados e espirituosos, estilo “focinho de porco”, assinados pelo premiado escritório Nendo, do renomado arquiteto e <em>designer</em> japonês Oky Sato.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/04/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns economistas creem que a taxa de juros hoje exerce, hoje, o mesmo papel da inflação no passado. A inadimplência e o endividamento já são problemas graves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_governo_sociedade_discutem_promovem_educacao_financeira_parte2.jpg" alt="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia o artigo anterior" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/03/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-1/" target="_blank">artigo anterior</a>, falei um pouco sobre as implicações dos dados de uma pesquisa divulgada no <a title="Leia mais sobre o Fórum" href="http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3309&amp;idpai=NOTICIAS" target="_blank">“III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira”</a> que revela um brasileiro otimista em relação ao seu futuro, mas, ao mesmo tempo, pessimista em relação ao futuro do país.</p>
<p>Nesta segunda e última parte, vou me concentrar em um aspecto que surgiu durante o debate do “Painel 1 &#8211; Diagnóstico de Mercado”, onde especialistas afirmaram que <strong>a taxa de juros hoje exerce o mesmo papel da inflação no passado</strong>. Vale lembrar que as discussões do Fórum se concentraram basicamente nas classes C, D e E.</p>
<p><strong>Como devemos encarar o endividamento?</strong><br />
Se o arrocho e as perdas salariais reais, somados à alta constante de preços corroia impiedosamente a renda das então chamadas classes média e baixa, hoje as classes menos favorecidas, principalmente as C e D, veem parte de sua renda comprometida com o pagamento de juros em função de dívidas não honradas.</p>
<p><span id="more-6998"></span>Alguns economistas veem os índices de inadimplência observados nessa população como um fenômeno natural e passageiro. A justificativa para esse tipo de visão é que como o crédito nunca esteve tão acessível, as pessoas não estão preparadas para esse primeiro contato. Estes acreditam que, com o passar do tempo, elas aprenderão a lidar melhor com essa questão.</p>
<p>Ora, isso equivale mais ou menos ao seguinte: suponhamos que ao completar 18 anos, todos os brasileiros recebessem sua Carteira Nacional de Habilitação, sem que para isso tivessem que se preparar. O único pré-requisito para o acesso à CNH seria a maioridade. E que, em função disso, os acidentes provocados pela imperícia e falta de experiência dos recém-habilitados fossem vistos como parte integrante do processo de aprendizado e, portanto, considerados um fenômeno natural e passageiro.</p>
<p>Eu, particularmente, não tenho essa visão tão simplista e otimista do assunto. Não acho que essa população aprenderá sozinha com seus erros em relação ao não pagamento das contas e aos altos juros. Além disso, as conseqüências do endividamento excessivo, tanto do ponto de vista micro quanto macroeconômico, são desastrosas.</p>
<p><strong>Lidar com dinheiro é questão de cidadania</strong><br />
A própria <strong>Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF)</strong>, assim como a <strong>Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</strong>, parte do princípio que desequilíbrios financeiros individuais, quando em massa, podem desequilibrar o sistema econômico do país como um todo.</p>
<p>Uma série de iniciativas voltadas para o uso consciente do crédito vêm sendo implementadas em vários segmentos, <strong>mas informação não basta para modificar comportamento</strong>. Além disso, é preciso criar condições para que as pessoas tomem decisões mais acertadas.</p>
<p>A <strong><a title="Leia mais sobre arquitetura de escolhas" href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/arquiteto-escolhas-483510.shtml" target="_blank">Arquitetura de Escolhas</a></strong> da <strong>Economia Comportamental</strong> pode ser uma ferramenta valiosa, tanto em termos de políticas públicas, quanto em termos de aplicação na iniciativa privada para o público adulto.</p>
<p>Quanto aos jovens que ainda não cristalizaram comportamentos e crenças referentes ao consumo, poupança, crédito e investimento, considero a <strong>Educação Financeira</strong>, dentro da perspectiva da <strong>Alfabetização Econômica</strong>, uma poderosa aliada. Bem, de qualquer forma passos importantes vêm sendo dados nessa área. Mas todos nós temos nossa parcela de responsabilidade:</p>
<ul>
<li>O governo através das políticas públicas;</li>
<li>A esfera privada através de parcerias e iniciativas dentro do seu campo de ação;</li>
<li>Nós, cidadãos, entendendo que Finanças e Economia não são áreas envoltas numa espécie de névoa onde só os especialistas conseguem caminhar sem se perder, mas sim duas áreas onde nós, pessoas comuns, somos inseridas desde muito cedo (e hoje cada vez mais cedo) e por onde transitaremos até o final de nossas vidas.</li>
</ul>
<p>Por fim, é igualmente importante entender que <strong>a situação do país reflete a somatória dos comportamentos e ações individuais</strong>. Cidadania, afinal, é participar, agir e transformar.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 22:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia econômica]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo e sociedade discutem, em fórum do Banco Central, quais as principais tendências e mudanças necessárias para maior e melhor inclusão financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_governo_sociedade_discutem_promovem_educacao_financeira_parte1.jpg" alt="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />O encontro <a title="Veja mais sobre o evento" href="http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3309&amp;idpai=NOTICIAS" target="_blank">“III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira”</a>, que aconteceu em Brasília nos dias 21, 22 e 23 de novembro, teve como objetivo lançar e debater a <strong>Parceria Nacional de Inclusão Financeira (PNIF)</strong>. Entre os participantes estavam representantes do governo, representantes do segmento de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais. E lá estava a <strong><a title="Conheça a Dra. Vera Rita" href="http://migre.me/7oHqu" target="_blank">Dra. Vera Rita de Mello Ferreira</a>,</strong> que nos contou um pouco do que aconteceu por lá.</p>
<p>Alguns aspectos me chamaram fortemente a atenção, mas, para não transformar esse artigo em um tratado, preferi dividir o conteúdo em duas partes. Hoje vou me ater a uma pesquisa sobre o perfil do brasileiro em relação ao futuro, cujos dados apontam para <strong>um indivíduo altamente otimista em relação ao seu futuro, mas, em contrapartida, pessimista no que se refere ao futuro do país</strong>.</p>
<p>Do meu ponto de vista, esse dado sobre o perfil do brasileiro em relação a previsões futuras revela de saída dois grandes problemas:</p>
<ul>
<li>O excesso de autoconfiança;</li>
<li>A falta de, digamos assim, um sentido de pertencimento a uma nação, a um povo, a um grupo.</li>
</ul>
<p><strong>Não adianta só acreditar que tudo vai melhorar&#8230;</strong><br />
De acordo com a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UHNpY29sb2dpYStFY29uJUY0bWljYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">Psicologia Econômica<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a grande maioria de nós tem uma visão distorcida da realidade quando se trata de prever nosso desempenho futuro. Em geral, temos uma tendência a previsões muito otimistas. É como se o “eu” lá do futuro fosse sempre muito melhor do que o de hoje.</p>
<p><span id="more-6993"></span>Um exemplo disso são as respostas às pesquisas sobre o que as pessoas vão fazer com o 13º salário. Note que essas pesquisas quase sempre ocorrem antes do recebimento da primeira parcela, e a grande maioria diz que usará o 13º para pagar dívidas ou até para investir. Infelizmente, o que ocorre na verdade é que esse desempenho futuro ótimo acaba não se concretizando.</p>
<p>Esse excesso de confiança no desempenho futuro não é exclusivo do nosso comportamento financeiro. Ele está presente em várias outras áreas da nossa vida. Por exemplo, é muito comum que obras e reformas acabem se arrastando por muito mais tempo do que o inicialmente previsto; que vislumbremos um futuro a dois maravilhoso quando estamos no altar; que segunda-feira começaremos o regime; e assim por diante.</p>
<p>Essa autoconfiança exacerbada no desempenho futuro, do ponto de vista financeiro e econômico, pode trazer duas graves conseqüências ao indivíduo: <strong>o endividamento e o empobrecimento na velhice</strong>.</p>
<p><strong>Confiança demais aumenta o endividamento?</strong><br />
O professor <strong><a title="Conheça o Prof. Pablo Rogers" href="http://migre.me/7oHtu" target="_blank">Pablo Rogers</a></strong>, cuja tese de doutorado ganhou o Prêmio Revelação em Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), constatou em sua pesquisa que indivíduos com um alto grau de confiança em seu desempenho futuro &#8211; isso aliado a outros fatores, é claro &#8211; apresentam um risco maior de se tornarem inadimplentes.</p>
<p>Isso ocorre porque a pessoa tem tanta convicção de que lá na frente ela será capaz de resolver qualquer questão que acaba ignorando os riscos no presente e, por consequência, acaba não construindo esse futuro favorável.</p>
<p><strong>Quem garantirá seu futuro?</strong><br />
Com relação ao empobrecimento na velhice, o excesso de autoconfiança no desempenho futuro pode fazer com que o indivíduo tenha uma certeza quase inabalável de que sempre conseguirá garantir a sua renda. Segundo dados apresentados no Fórum, apenas 3% dos brasileiros possuem algum tipo de plano de previdência complementar – o que não é de se estranhar.</p>
<p>A despeito das previsões e dos problemas que não só o governo brasileiro, mas governos de outros países vêm enfrentando em função do aumento significativo da expectativa de vida e do envelhecimento da população, ainda são poucas as empresas que oferecem algum tipo de plano de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJldmlkJUVBbmNpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">previdência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> complementar e um número ainda menor de empresas que se preocupa em informar seus funcionários sobre essa questão.</p>
<p><strong>O futuro é definido pelo que fazemos hoje!</strong><br />
Pois bem, depois de tudo isso eu diria que um brasileiro altamente otimista em relação ao seu futuro hoje pode contribuir para um Brasil muito pior amanhã. É preciso para de pensar o país como uma entidade autônoma e distante do cotidiano de todos e cada um de nós. Nós e o país não podemos traçar caminhos tão diferentes. A lógica da “Lei de Gerson” é no mínimo ilógica.</p>
<p>Não há como vislumbrar um futuro “cor-de-rosa” se estivermos imersos num lamaçal. Cabeça no lugar, pé no chão e fé no futuro sim. Fé no nosso futuro e no futuro do país que vamos deixar para os nossos filhos, que vão deixar para os filhos deles e assim por diante.</p>
<p>Aprender a considerar o longo prazo e o coletivo na tomada de decisão imediata pode fazer toda a diferença para que todos, nós e o nosso país, tenhamos um futuro promissor.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/19/dinheirama-entrevista-odete-reis-palestrante-de-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Odete Reis, palestrante de educação financeira, fala sobre como colocar suas finanças em dia, economizar nas compras e multiplicar seu patrimônio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_odete_reis_palestrante_educacao_financeira.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos aspectos mais gratificantes deste trabalho de conscientização financeira é saber que, a cada dia que passa, novos profissionais decidem dedicar suas carreiras a melhorar a relação das pessoas com o dinheiro. Ainda melhor é poder conhecer e reconhecer o importante papel que a educação financeira tem no atual cenário de crescimento econômico (pelo menos é o que os brasileiros percebem) e maior possibilidade de consumo (expansão do crédito).</p>
<p>No começo deste mês, tive a honra de conversar com <strong><a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">Odete Reis</a></strong>, palestrante de “Economia Financeira e Comportamental” e Colunista da Rádio Sempre Mais FM 90,7. Formada em Administração, Odete ocupou, por cinco anos, cargo de gerente de mercado e capitais em instituições financeiras, como Bradesco. Atuou também como Assistente Executiva trilingue (português, alemão e inglês) por trinta anos nas empresas multinacionais Hoechst, AgrEvo, Aventis e Behr Brasil.</p>
<p>É Educadora Voluntária no Formare – Fundação Iochpe, onde desenvolve com os jovens de 16 a 18 anos atitudes positivas com o dinheiro, desde o primeiro salário. Conversamos sobre a atual situação do país, as possibilidades de consumo e investimento que o &#8220;novo Brasil&#8221; oferece e a importância de respeitarmos nossa condição financeira familiar. Acompanhe e deixe seu comentário ao final da entrevista:</p>
<p><span id="more-6933"></span><strong>Odete, ao olhar do brasileiro mais simples, humilde, vivemos uma época muito positiva, de renda crescente e pleno emprego. A realidade é de fato essa, mas há uma crise financeira complicada &#8220;lá fora&#8221;. Permanecer alienado pode ser perigoso?</strong></p>
<p><strong>Odete Reis:</strong> Temos agora uma nova classe consumidora que precisa urgentemente de aprendizado em relação ao dinheiro, pois, apesar da evidente disseminação da educação financeira no Brasil, é indiscutível que o que já foi feito não passa de uma gota no oceano.</p>
<p>Este público imenso que está chegando está se deparando com incontáveis decisões financeiras importantes pela primeira vez na história de suas famílias. Logo, está extremamente exposto a armadilhas. Permanecer alienado não só é muito perigoso para essas famílias, mas também para o país, pois com a globalização a crise nos afeta diretamente.</p>
<p><strong>A ascensão social deve ser comemorada, é claro, mas também deve ser acompanhada de perto &#8211; principalmente do ponto de vista do consumo. Quais os perigos, sob a ótica familiar, de tantas opções de compra e crédito?</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Com esta rápida ascensão social, 70% das pessoas estão com problemas financeiros &#8211; e não importa se ganham bem ou mal. O problema não está na remuneração, mas sim no gastar descontroladamente. O perigo está nas famílias cada vez mais endividadas no país das taxas de juros mais altas do planeta (ainda que as taxas médias de juros pagas pelo consumidor estejam em queda).</p>
<p>É necessário aprender a diferença do desejo supérfluo e do necessário. Quando as pessoas aprenderem a identificar essa diferença &#8211; que o desejo é momentâneo e a necessidade é duradora -, irão deixar de consumir por compulsão e passar a usar seu dinheiro de forma a garantir um futuro com mais qualidade de vida.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que muitos jovens, principalmente aqueles acostumados às facilidades da Internet, estão angustiados e ansiosos, com baixa tolerância à frustração. Você concorda? O que houve? Como mudar esse quadro?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Concordo plenamente. Nossos jovens não aprenderam a lidar com as frustrações e isto também se aplica ao consumo. Eles são imediatistas, querem tudo para agora. Os jovens precisam ouvir mais vezes “não” por partes de seus pais ou responsáveis para que se tornem adultos com mais tolerância. Sabendo que a vida é feita de escolhas, é importante aceitar que muitas vezes não teremos tudo que queremos.</p>
<p>Observo que pais disciplinados em relação aos seus filhos, com horário de voltar para casa, hora das refeições, banho e controle de mesada, criam filhos disciplinados em todas as áreas, da alimentação às finanças pessoais. Certamente esses jovens serão bem menos propensos ao descontrole financeiro e serão mais capazes de planejar a superar suas dificuldades.</p>
<p><strong>Os pais tem delegado o dever de educar às escolas. Tal atitude pode ser desastrosa se considerado o trato ao dinheiro, afinal perde-se o exemplo principal, o modelo. Você acha que a educação financeira ainda é pouco compreendida e valorizada?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> É claro que o ambiente escolar deve ser também palco para reflexão e transformação dos alunos, no entanto, em todo o mundo a educação financeira é um assunto que cabe prioritariamente às famílias. Transferir essa responsabilidade para as escolas é ingenuidade ou oportunismo.</p>
<p>Acontece que, na maioria das vezes, os pais também não tiveram educação financeira, então fica a questão: como passar este conhecimento, este modelo, para seus filhos? Neste caso, o aprendizado na escola será válido, embora não o suficiente. É preciso que haja troca entre pais e filhos, diálogo e também participação ativa no processo de formação do cidadão.</p>
<p>Não acredito que a educação financeira seja pouco compreendida e valorizada. Vejo como uma questão cultural que demandará algum tempo para que as pessoas, especialmente das classes mais baixas, compreendam sua importância na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Ironicamente, o dinheiro é também um assunto bastante popular, de apelo, já que faz parte do nosso dia a dia. Quais as razões que levam uma família a ignorar a importância do planejamento financeiro? Pressões sociais agravam essa relação?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Vivemos muito tempo com uma inflação altíssima, onde não havia como fazer planejamento. Some a isso o fato de que o brasileiro não aprendeu educação financeira nas escolas nem em sua casa e temos um problema maior. A falta de planejamento é também cultural.</p>
<p>O Brasil tem estabilidade econômica há apenas quinze anos e somente há cinco anos a inflação ficou estável. Com a moeda estável, ficou mais fácil para o brasileiro perceber que pode se organizar, mas ele ainda não tem essa cultura. Embora isto esteja mudando devagar, vejo em minhas palestras que as pessoas de maior conhecimento já iniciaram um planejamento de suas finanças. É um movimento crescente.</p>
<p>Entendo que os fatores que mais levam as famílias a gastarem sem controle são: as pressões sociais, a fonte de crédito rápido e sem burocracia e a falta de maturidade na relação ao dinheiro. Misture isso e temos uma situação familiar bem complicada.</p>
<p><strong>Se você pudesse resumir em poucos passos a tarefa de organizar e tomar as rédeas das finanças, o que diria? Por onde começar? Existem atalhos? E armadilhas?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> O caminho para se ter uma vida financeira sob controle começa por um passo simples, mas que tem efeito bastante poderoso: colocar todas as receitas e gastos em uma planilha. Esta planilha pode ser de papel ou em versão eletrônica. O importante é se identificar com a ferramenta que escolheu.</p>
<p>As armadilhas geralmente acontecem nos primeiros seis meses. De cada dez pessoas que se propõem a acompanhar as próprias contas, sete desistem até o quinto mês. Para muitos, essa não é uma tarefa gostosa. A realidade é que gerenciar as finanças é um passo fundamental para as pessoas que querem ver seu rico dinheirinho crescer.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, planejar requer realmente grande esforço e muito boa vontade. É primordial a persistência. Sempre digo que é como escovar os dentes, têm que fazer um pouquinho todos os dias. Brinco em minhas palestras que temos 1.440 minutos no dia; por que não tirar apenas 10 minutinhos para cuidar do seu preciso dinheirinho e obter equilíbrio financeiro?</p>
<p>O resultado é fantástico! Para não desanimar, pense que fazer todas as anotações funciona como montar um inventário de sua vida financeira. Foque nos resultados que quer atingir: finanças equilibradas, dívidas quitadas e sonhos realizados. Seja persistente.</p>
<p><strong>Odete, muito obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem para os leitores que desejam mudar sua relação com o dinheiro em 2012.</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Lembre-se também que você não precisa só guardar dinheiro. É preciso dar sentido a ele e gastá-lo bem. Para quem sabe gastar, o dinheiro rende. Para quem não sabe, não há renda que baste. Desejo a todos os leitores muito alegrias e sucesso em 2012, lembrando que o futuro é construído no presente, por isto é fundamental começar seu planejamento agora! Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Quem quiser me conhecer melhor, pode acessar <a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">www.odetereis.com.br</a>.</p>
<p>Fotos: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/22/dialogos-capitais-a-educacao-financeira-agora-e-pra-valer/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/11/22/dialogos-capitais-a-educacao-financeira-agora-e-pra-valer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Debate Diálogos Capitais apresentou novidades, exemplos e iniciativas sobre a inclusão da educação financeira como parte do currículo escolar (ENEF).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_dialogos_capitais_a_educacao_financeira_agora_pra_valer.jpg" alt="Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O encontro <a title="Diálogos Capitais" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/16/dialogos-capitais-consumo-consciente-e-educacao-financeira-para-criancas-e-jovens/" target="_blank">&#8220;Diálogos Capitais&#8221;</a>, organizado pela Carta Capital e Carta na Escola, realizado no dia 18/11/2011 em São Paulo, apoiado e divulgado aqui no <em>Dinheirama</em>, contou com a presença de representantes de vários segmentos da sociedade, cujos discursos não deixam a menor dúvida de que a Educação Financeira, seja na escola ou em outros ambientes, já é uma realidade e que realmente veio para ficar.</p>
<p>Na primeira parte do encontro, cujo tema foi <em>“O impacto econômico e a importância da educação financeira para jovens e crianças”</em>, participaram das apresentações o Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, <strong>Antônio Henrique Silveira</strong>; <strong>Juliana Barral</strong>, Gerente Executiva da Universidade do Banco Central do Brasil; e <strong>José Alberto Netto Filho</strong>, Professor de Educação Financeira da BM&amp;F Bovespa; Ao final das apresentações, a Superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, <strong>Denise Hills</strong>, mediou o debate aberto ao público.</p>
<p>Na segunda parte, que girou em torno do tema <em>“Como colocar em prática a educação financeira na escola”</em>, foi a vez de <strong>Sérgio Jamal Gotti</strong>, Diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais do MEC, <strong>José Alexandre Cavalcanti Vasco</strong>, Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores CVM e <strong>Laís Fontenelle</strong>, do Instituto ALANA, apresentarem seus trabalhos.</p>
<p><span id="more-6831"></span><strong>Precisamos valorizar quem se preocupa com o tema!</strong><br />
O que une todas essas pessoas em torno do tema Educação Financeira é a participação ativa de todos os segmentos que elas representam em torno da <strong>ENEF</strong> (Estratégia Nacional de Educação Financeira), instituída pelo <a title="Leia mais sobre o ENEF" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7397.htm" target="_blank">Decreto No 7.397</a> de 22 de dezembro de 2010 e baseada no tripé: <strong>Educação Financeira</strong> (dentro e fora do ambiente escolar para crianças, jovens e adultos), <strong>Proteção ao Consumidor</strong> e <strong>Regulação das Instituições Financeiras</strong>.</p>
<p>Alguns exemplos de ações nesse sentido foram apresentadas pelos participantes, tais como:</p>
<ul>
<li>Os cursos presenciais de educação financeira e programas de televisão, promovidos pela BM&amp;F Bovespa;</li>
<li>O programa “Saúde Financeira Não Tem Preço”, do Banco do Brasil;</li>
<li>A “Coleção Caixa de Educação Financeira”, da Caixa Econômica Federal;</li>
<li>O projeto “Criança e Consumo”, do Instituto Alana, entre outros.</li>
</ul>
<p>A necessidade de se estabelecer uma Estratégia Nacional de Educação Financeira reside no fato de que estamos experimentando aqui no Brasil um período de estabilidade e prosperidade econômica e social para o qual não estamos preparados. Afinal, alguns hábitos que tiveram origem no período da hiperinflação ainda persistem.</p>
<p>Além disso, a ascensão das classes econômicas menos favorecidas – e o consequente primeiro contato destes com produtos financeiros até então desconhecidos – vem elevando significativamente o número de inadimplentes e o comprometimento da renda familiar, especialmente da Classe C.</p>
<p>Entretanto, não é só o Brasil e nem a classe C que precisa de Educação Financeira. Outro ponto bastante relevante que foi apontado pelo Secretário do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Silveira, é o fato de que <strong>produtos financeiros altamente sofisticados, que vêm sendo lançados ultimamente, são de difícil compreensão até para especialistas da área</strong>.</p>
<p>Ainda com relação a fenômenos globais o Secretário mencionou a importância do debate sobre consumo consciente, sustentabilidade e planejamento previdenciário.</p>
<p>Com relação à Educação Financeira de crianças e jovens, a ENEF está com um projeto-piloto em andamento em algumas escolas públicas do país. A primeira fase do projeto que foi dirigida aos alunos do Ensino Médio já foi concluída e agora o projeto se estenderá para o Ensino Fundamental. Tão logo, as avaliações sobre o projeto estejam prontas e os ajustes necessários sejam feitos, a Educação Financeira deverá integrar o currículo das escolas públicas do país.</p>
<p>Tanto o representante do MEC, Sérgio Jamal Gotti, quanto Juliana Barral, do Banco Central do Brasil, deixaram bastante claro que a Educação financeira não está sendo tratada como uma disciplina nesse projeto, mas sim como um grande tema a ser abordado pelos professores de outras áreas, como História, Geografia, Matemática, entre outras.</p>
<p>Foi colocado ainda que o que se pretende vai muito além do simples repasse de informações. O que realmente se almeja é <strong>estabelecer um conjunto de estratégias capazes de modificar hábitos de consumo, poupança e modo de vida</strong>. Daí a importância de levar a Educação Financeira para crianças e jovens que ainda não cristalizaram hábitos e crenças relativas ao consumo, poupança e investimento.</p>
<p>A justificativa maior para esse plano ambicioso é que desequilíbrios financeiros individuais, quando em massa, podem desestabilizar o sistema econômico do país como um todo.</p>
<p>Como professora, mãe e cidadã, fiquei imensamente surpresa e feliz com a abrangência e seriedade com que esse assunto está sendo tratado aqui em nosso país. Só para terminar, gostaria de mencionar que o projeto-piloto brasileiro de Educação Financeira nas escolas apresentou um dos melhores resultados, mundialmente falando.</p>
<p>E, segundo José Alexandre Cavalcanti Vasco, da CVM, esse resultado se deve principalmente ao comprometimento do MEC com essa questão e à inclusão dos aspectos ligados à Psicologia Econômica nos materiais produzidos. Para quem quiser assistir ao encontro na íntegra, o site <strong><a title="Acesse e veja o evento" href="http://www.cartacapital.com.br" target="_blank">www.cartacapital.com.br</a></strong> disponibilizará as gravações a partir de amanhã, 23/11.</p>
<p>Você também acredita que a educação financeira pode fazer a diferença se ensinada e incentivada desde cedo? Tem alguma experiência neste sentido para compartilhar conosco? Deixe sua opinião no espaço de comentários deste texto.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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