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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Educação Financeira</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Educação Financeira</title>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Lidar com as finanças pessoais de forma inteligente pode fazer a diferença se você quiser terminar sua graduação com a carreira já alavancada. Preste atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem_formado_parte2.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia a primeira parte do artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/" target="_blank">texto anterior</a>, abordei de maneira generalizada os conceitos de educação financeira e de como obtê-la ainda no período estudantil. Hoje, darei foco a outras questões como alavancagem profissional e as consequências da falta de educação financeira. Como leiga no assunto, encontrei na explicação a seguir uma boa forma de compreender este conceito tão complexo.</p>
<p>A alavanca é um instrumento que potencializa uma força. Por exemplo, usa-se um macaco para levantar um carro. A força que é feita para usar o macaco é muito menor do que a utilizada diretamente no levantamento do carro. Mas, como o macaco é uma alavanca, o resultado é potencialmente maior. Ou seja, o carro, que é muito pesado, é levantado com menor esforço.</p>
<p>O princípio econômico da alavancagem é o mesmo: investe-se um valor pequeno diante do retorno, bem maior, que será obtido. Exemplo: um profissional de design de interiores, com uma pequena quantia, poderá imprimir cerca de 1.000 cartões e fazer seu marketing a qualquer momento. Com seu primeiro projeto de design, certamente conseguirá pagar este gasto com os cartões e, se for um projeto bem sucedido, já terá um cliente para indicá-lo a outros. E ainda terá cartões restantes para distribuir.</p>
<p><span id="more-7055"></span><strong>A alavancagem profissional depende de você!</strong><br />
A alavancagem, no caso de um profissional recém-formado, representa a força que ele precisará para mostrar-se ao mercado. No exemplo acima, a alavancagem foi a impressão dos cartões de visitas para divulgação. Esta força motora inicial vem sob a forma de dinheiro investido, ou seja, uma dívida, um empréstimo que deverá ser realizado para que o passo inicial seja dado.</p>
<p>No Brasil, a família e o cônjuge costumam prover o dinheiro para essa alavancagem, mas atenção: a boa alavancagem considera que o valor investido deve ser recuperado por inteiro e ainda trazer lucros. Ficar dependente de terceiros sempre que precisar dar um passo maior ou errar nos cálculos gastando mais do que irá de fato recuperar são erros frequentes. O que ocorre, muitas vezes, é que, por falta de educação financeira, essa alavancagem acaba se tornando uma despesa fixa ao invés de uma ferramenta de aumento de receita.</p>
<p><strong>O perigo do endividamento para quem está começando</strong><br />
Sabe-se que muitos recém-formados iniciam suas carreiras já endividados, na maioria das vezes por desconhecer técnicas de gestão de finanças pessoais – fruto da falta de educação financeira. Quem não consegue fazer uma boa gestão financeira pessoal, fatalmente terá dificuldades de gerir financeiramente o próprio negócio, mesmo que ele esteja dentro de casa. Os desdobramentos do endividamento são muitos. Veja alguns, a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Estar mal preparado para negociar com o cliente.</strong> Uma vez que a necessidade de ganhar dinheiro é urgente, o profissional poderá assinar contratos ruins, propondo-se fazer trabalhos mal remunerados, fechando contratos a “qualquer custo”;</li>
<li><strong>Receber solicitações de cancelamentos de contratos por parte dos clientes.</strong> A urgência em ganhar dinheiro leva o profissional a pressionar os clientes a assinarem os contratos. Estes, por sua vez, podem cancelá-los durante o processo de trabalho, por perceberem que sua decisão foi fruto de muita pressão;</li>
<li><strong>Tornar-se um profissional avarento financeiramente.</strong> Em função da pouca remuneração e do excesso de dívidas, o profissional pode tornar-se mal pagador e explorar fornecedores, estagiários e prestadores de serviço, sendo, aos poucos, abandonados por eles;</li>
<li><strong>Ter pouca ou nenhuma especialização.</strong> Com recursos escassos, o recém-formado não tem capital para investir em conhecimentos alavancadores como, por exemplo, cursos de alta especialização, pós-graduações renomadas, congressos nacionais e internacionais de grande reconhecimento e, portanto, mais caros.</li>
</ul>
<p><strong>Por que insistir em na educação financeira vale a pena?</strong><br />
Colocadas todas essas questões, é necessário ter em mente as seguintes premissas:</p>
<ul>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira está diretamente relacionado à quantidade de horas a que o profissional se dedicou ao estudo do tema, formal ou informalmente;</li>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira influencia a qualidade das decisões tomadas pelos profissionais em relação às questões financeiras;</li>
<li>A qualidade de vida está diretamente relacionada à tranquilidade financeira. Quem vive endividado ou no limite do orçamento sofre mais as consequências das instabilidades dos mercados e do mundo;</li>
<li>A criação de um portfólio diferenciado é consequência, também, de um profissional emocionalmente tranquilo e capaz de direcionar suas energias para o bom atendimento e a criatividade;</li>
<li>A tranquilidade emocional gera boa administração, e a boa administração traz como resultado a fidelidade de fornecedores e prestadores de serviços;</li>
<li>A tranquilidade financeira possibilita o acesso a pós-graduações e especializações diferenciadas, trazendo como resultado melhor posicionamento no mercado e mais bagagem profissional.</li>
</ul>
<p><strong>Educação financeira é importante, simples assim!</strong><br />
Acredito que todo cidadão, independente de sua formação profissional, deve inteirar-se a respeito de educação financeira. Quanto mais cedo estudar finanças e se dedicar ao planejamento financeiro familiar, melhor. Realizar sonhos é consequência de conhecimento aplicado e muito esforço, raramente de sorte! Sucesso e até a próxima.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos clássicos e luxuosos, em formato de galinhas, feitos em porcelana sem esmalte e banhados a ouro, criados pela conceituada Oxford Porcelanas.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como devem fazer os alunos de graduação que desejam equilibrar suas finanças e colocar em prática a educação financeira? Onde buscar ajuda? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem-formado.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acredito que conhecer os conceitos da educação financeira e aplicá-los no dia a dia tornou-se uma necessidade no Brasil. Digo isso devido ao fato de um novo público acessar as diversas linhas de crédito disponíveis em bancos, concessionárias, lojas de eletrodomésticos etc. Inclusive, sobre o tema, foi criada pelo Governo Federal, no final de 2010, a <a title="Conheça melhor a ENEF" href="http://www.vidaedinheiro.gov.br/Enef/default.aspx" target="_blank">Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</a>.</p>
<p>Quando estudei <em>design</em> de interiores, observei que as escolas de design não ofereciam material didático e específico sobre finanças pessoais. Exceto pelas escolas de administração e economia, não havia material disponível nem no meu curso, nem nos outros. As poucas matérias voltadas para o assunto englobavam mais as questões de marketing e posicionamento de mercado que de educação financeira.</p>
<p><strong>Onde aprender sobre finanças pessoais e dinheiro?</strong><br />
Sabemos que a riqueza de um profissional recém-formado é o seu conhecimento atualizado, trazido do seu curso de formação, somado a sua criatividade livre, leve, solta e sem amarras. Mas, sua formação, muitas vezes, distancia-se de temas ligados às leis da economia. O crescimento econômico de um recém-formado está subordinado tanto as suas aptidões, como também à sistematização e organização dos ganhos e gastos financeiros que vier a realizar.</p>
<p><span id="more-7046"></span>Constatando a carência de fontes de informação sobre este tema, busquei-as em caminhos alternativos, próprios para quem ainda está iniciando suas atividades no mercado de trabalho e, portanto, com pouco capital de investimento. O propósito deste texto é incentivar você, recém-formado, a trilhar caminhos financeiramente mais saudáveis, independentemente de sua formação e interesses.</p>
<p>Para os curiosos, sou designer de interiores por formação, designer gráfico por vocação, escritora e poeta (já publiquei quatro livros e assino regularmente uma página sobre livros de arte para uma revista especializada em arquitetura e design de interiores). Há sete anos, encerrei um bem-sucedido consultório de psicologia, com 10 anos de mercado, para trabalhar com o que gosto, o design. Tardiamente, desenvolvi minha educação financeira e aos poucos fui estruturando minha nova vida e a nova empresa. Valeu a pena!</p>
<p>Por entender que a educação financeira consiste em um conjunto amplo de orientações e esclarecimentos sobre posturas e atitudes adequadas no planejamento e uso dos recursos financeiros pessoais, acho que todos devemos dedicar atençao ao tema. Mas atenção: a capacidade de tomar decisões apropriadas na gestão das próprias finanças não deve ser confundida com o ensino de técnicas de como ganhar e gastar dinheiro.</p>
<p><strong>Fontes de conhecimento para sua educação financeira</strong><br />
Depois de separar e compreender bem a diferença que a educação financeira pode trazer ao cotidiano, compartilho as principais referências que tenho usado para aprender e praticar, ainda que de forma autodidata:</p>
<p><strong>1. Blogs especializados</strong><br />
Atualizados diariamente ou semanalmente, podem ser acessados gratuitamente. Gosto bastante deste blog, Dinheirama, que eu já sigo há algum tempo e do <a title="Leia o Blog da Miriam Leitão" href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/" target="_blank">blog sobre economia da jornalista Miriam Leitão</a>. Sugiro que busque suas próprias fontes, leia diversos blogs diferentes e procure identificar-se com a linha proposta por seus autores. E participe das discussões regularmente.</p>
<p><strong>2. Cursos on-line gratuitos</strong><br />
Desenvolvidos com capricho e muita didática, podem ser cursados no escritório ou em casa. Os <a title="Conheça os cursos online do Sebrae" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">Cursos on line do Sebrae</a>, por exemplo, estão disponíveis para todo tipo de público. Quando eu ainda exercia o ofício de psicóloga e decidi dedicar-me ao que realmente gosto, o design, matriculei-me em todos eles e acabei criando a <a title="Conheça meu trabalho" href="http://www.livro-objeto.com.br/" target="_blank">Livro-objeto Atelier e Design</a>, meu atual escritório.</p>
<p>Meu plano de negócios ficou com 45 páginas e eu estava ciente de que a jornada não seria fácil, afinal percebi que, ao longo de minha formação de psicóloga, eu não tive qualquer contato com questões ligadas à economia. Além dos cursos do SEBRAE, constatei que vários bancos oferecem educação financeira. Claro que estes cursos têm como objetivo direcionar o cliente para investir nos produtos oferecidos pelas agências, mas o posicionamento diante destas ofertas também deve ser consciente.</p>
<p>Os cursos on line oferecem vantagens interessantes:</p>
<ul>
<li>O aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, pois pode adequar o curso à sua rotina e estabelecer o seu próprio ritmo de estudo;</li>
<li>A qualidade de vida é aumentada, pois o curso pode ser frequentado em casa ou no escritório, e o aluno não terá contato com outras tensões, como as de trânsito, por exemplo;</li>
<li>Há a oportunidade real de fazer economia, pois não há gasto com combustível, tarifas de transporte e tarifas de estacionamento;</li>
<li>Pode-se ter acesso a bons cursos a preços mais acessíveis, já que algumas opções são planejadas com antecedência e têm conteúdos bem elaborados e explicativos ocorrendo com muitas opções de datas.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, as vantagens dos cursos gratuitos incluem prover conhecimento com pouco ou nenhum gasto financeiro e respeitar a motivação subjetiva do aluno: o aluno estuda, porque está mental e emocionalmente envolvido com o conteúdo do curso e com as possibilidades reais de transformação que ele representa.</p>
<p><strong>3. Videos na Internet</strong><br />
Os videos disponíveis em sites especializados são ao mesmo tempo dinâmicos e didáticos, além de se aproveitarem da popularidade do método de aprendizado áudio-visual. Há muitos programas interessantes que podem ser baixados a qualquer hora do dia e assistidos quando você tiver tempo e interesse. Eu, por exemplo, assisti e recomendo os muitos videos oferecidos pelo site do <a title="Assista aos videos" href="http://www.endeavor.org.br" target="_blank">Instituto Empreender Endeavor Brasil</a>.</p>
<p><strong>A verdade é que você precisa correr atrás!</strong><br />
Quando um recém-formado inicia sua carreira já com dívidas, o seu raciocínio fica bloqueado e o discernimento afetado. O resultado são contratos mal feitos, relacionamentos ruins com clientes, fornecedores, parceiros, sócios e funcionários. O profissional recém-formado que está estável financeiramente pode se aventurar com mais tranquilidade nos novos desafios que surgirem, usando bom senso e discernimento.</p>
<p>De preferência, o novo profissional deve desenvolver sua educação financeira antes de entrar no mercado, paralelamente à sua formação acadêmica. Essa decisão certamente fará muita diferença. Aproveite que é possível colocá-la em prática sem a necessidade de muito dinheiro. No próximo texto, darei foco às consequências profissionais da falta de educação financeira na vida de um recém-formado. Até lá.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos cor de rosa, arrojados e espirituosos, estilo “focinho de porco”, assinados pelo premiado escritório Nendo, do renomado arquiteto e <em>designer</em> japonês Oky Sato.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/04/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns economistas creem que a taxa de juros hoje exerce, hoje, o mesmo papel da inflação no passado. A inadimplência e o endividamento já são problemas graves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_governo_sociedade_discutem_promovem_educacao_financeira_parte2.jpg" alt="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia o artigo anterior" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/03/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-1/" target="_blank">artigo anterior</a>, falei um pouco sobre as implicações dos dados de uma pesquisa divulgada no <a title="Leia mais sobre o Fórum" href="http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3309&amp;idpai=NOTICIAS" target="_blank">“III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira”</a> que revela um brasileiro otimista em relação ao seu futuro, mas, ao mesmo tempo, pessimista em relação ao futuro do país.</p>
<p>Nesta segunda e última parte, vou me concentrar em um aspecto que surgiu durante o debate do “Painel 1 &#8211; Diagnóstico de Mercado”, onde especialistas afirmaram que <strong>a taxa de juros hoje exerce o mesmo papel da inflação no passado</strong>. Vale lembrar que as discussões do Fórum se concentraram basicamente nas classes C, D e E.</p>
<p><strong>Como devemos encarar o endividamento?</strong><br />
Se o arrocho e as perdas salariais reais, somados à alta constante de preços corroia impiedosamente a renda das então chamadas classes média e baixa, hoje as classes menos favorecidas, principalmente as C e D, veem parte de sua renda comprometida com o pagamento de juros em função de dívidas não honradas.</p>
<p><span id="more-6998"></span>Alguns economistas veem os índices de inadimplência observados nessa população como um fenômeno natural e passageiro. A justificativa para esse tipo de visão é que como o crédito nunca esteve tão acessível, as pessoas não estão preparadas para esse primeiro contato. Estes acreditam que, com o passar do tempo, elas aprenderão a lidar melhor com essa questão.</p>
<p>Ora, isso equivale mais ou menos ao seguinte: suponhamos que ao completar 18 anos, todos os brasileiros recebessem sua Carteira Nacional de Habilitação, sem que para isso tivessem que se preparar. O único pré-requisito para o acesso à CNH seria a maioridade. E que, em função disso, os acidentes provocados pela imperícia e falta de experiência dos recém-habilitados fossem vistos como parte integrante do processo de aprendizado e, portanto, considerados um fenômeno natural e passageiro.</p>
<p>Eu, particularmente, não tenho essa visão tão simplista e otimista do assunto. Não acho que essa população aprenderá sozinha com seus erros em relação ao não pagamento das contas e aos altos juros. Além disso, as conseqüências do endividamento excessivo, tanto do ponto de vista micro quanto macroeconômico, são desastrosas.</p>
<p><strong>Lidar com dinheiro é questão de cidadania</strong><br />
A própria <strong>Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF)</strong>, assim como a <strong>Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</strong>, parte do princípio que desequilíbrios financeiros individuais, quando em massa, podem desequilibrar o sistema econômico do país como um todo.</p>
<p>Uma série de iniciativas voltadas para o uso consciente do crédito vêm sendo implementadas em vários segmentos, <strong>mas informação não basta para modificar comportamento</strong>. Além disso, é preciso criar condições para que as pessoas tomem decisões mais acertadas.</p>
<p>A <strong><a title="Leia mais sobre arquitetura de escolhas" href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/arquiteto-escolhas-483510.shtml" target="_blank">Arquitetura de Escolhas</a></strong> da <strong>Economia Comportamental</strong> pode ser uma ferramenta valiosa, tanto em termos de políticas públicas, quanto em termos de aplicação na iniciativa privada para o público adulto.</p>
<p>Quanto aos jovens que ainda não cristalizaram comportamentos e crenças referentes ao consumo, poupança, crédito e investimento, considero a <strong>Educação Financeira</strong>, dentro da perspectiva da <strong>Alfabetização Econômica</strong>, uma poderosa aliada. Bem, de qualquer forma passos importantes vêm sendo dados nessa área. Mas todos nós temos nossa parcela de responsabilidade:</p>
<ul>
<li>O governo através das políticas públicas;</li>
<li>A esfera privada através de parcerias e iniciativas dentro do seu campo de ação;</li>
<li>Nós, cidadãos, entendendo que Finanças e Economia não são áreas envoltas numa espécie de névoa onde só os especialistas conseguem caminhar sem se perder, mas sim duas áreas onde nós, pessoas comuns, somos inseridas desde muito cedo (e hoje cada vez mais cedo) e por onde transitaremos até o final de nossas vidas.</li>
</ul>
<p>Por fim, é igualmente importante entender que <strong>a situação do país reflete a somatória dos comportamentos e ações individuais</strong>. Cidadania, afinal, é participar, agir e transformar.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 22:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Governo e sociedade discutem, em fórum do Banco Central, quais as principais tendências e mudanças necessárias para maior e melhor inclusão financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_governo_sociedade_discutem_promovem_educacao_financeira_parte1.jpg" alt="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />O encontro <a title="Veja mais sobre o evento" href="http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3309&amp;idpai=NOTICIAS" target="_blank">“III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira”</a>, que aconteceu em Brasília nos dias 21, 22 e 23 de novembro, teve como objetivo lançar e debater a <strong>Parceria Nacional de Inclusão Financeira (PNIF)</strong>. Entre os participantes estavam representantes do governo, representantes do segmento de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais. E lá estava a <strong><a title="Conheça a Dra. Vera Rita" href="http://migre.me/7oHqu" target="_blank">Dra. Vera Rita de Mello Ferreira</a>,</strong> que nos contou um pouco do que aconteceu por lá.</p>
<p>Alguns aspectos me chamaram fortemente a atenção, mas, para não transformar esse artigo em um tratado, preferi dividir o conteúdo em duas partes. Hoje vou me ater a uma pesquisa sobre o perfil do brasileiro em relação ao futuro, cujos dados apontam para <strong>um indivíduo altamente otimista em relação ao seu futuro, mas, em contrapartida, pessimista no que se refere ao futuro do país</strong>.</p>
<p>Do meu ponto de vista, esse dado sobre o perfil do brasileiro em relação a previsões futuras revela de saída dois grandes problemas:</p>
<ul>
<li>O excesso de autoconfiança;</li>
<li>A falta de, digamos assim, um sentido de pertencimento a uma nação, a um povo, a um grupo.</li>
</ul>
<p><strong>Não adianta só acreditar que tudo vai melhorar&#8230;</strong><br />
De acordo com a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UHNpY29sb2dpYStFY29uJUY0bWljYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">Psicologia Econômica<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a grande maioria de nós tem uma visão distorcida da realidade quando se trata de prever nosso desempenho futuro. Em geral, temos uma tendência a previsões muito otimistas. É como se o “eu” lá do futuro fosse sempre muito melhor do que o de hoje.</p>
<p><span id="more-6993"></span>Um exemplo disso são as respostas às pesquisas sobre o que as pessoas vão fazer com o 13º salário. Note que essas pesquisas quase sempre ocorrem antes do recebimento da primeira parcela, e a grande maioria diz que usará o 13º para pagar dívidas ou até para investir. Infelizmente, o que ocorre na verdade é que esse desempenho futuro ótimo acaba não se concretizando.</p>
<p>Esse excesso de confiança no desempenho futuro não é exclusivo do nosso comportamento financeiro. Ele está presente em várias outras áreas da nossa vida. Por exemplo, é muito comum que obras e reformas acabem se arrastando por muito mais tempo do que o inicialmente previsto; que vislumbremos um futuro a dois maravilhoso quando estamos no altar; que segunda-feira começaremos o regime; e assim por diante.</p>
<p>Essa autoconfiança exacerbada no desempenho futuro, do ponto de vista financeiro e econômico, pode trazer duas graves conseqüências ao indivíduo: <strong>o endividamento e o empobrecimento na velhice</strong>.</p>
<p><strong>Confiança demais aumenta o endividamento?</strong><br />
O professor <strong><a title="Conheça o Prof. Pablo Rogers" href="http://migre.me/7oHtu" target="_blank">Pablo Rogers</a></strong>, cuja tese de doutorado ganhou o Prêmio Revelação em Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), constatou em sua pesquisa que indivíduos com um alto grau de confiança em seu desempenho futuro &#8211; isso aliado a outros fatores, é claro &#8211; apresentam um risco maior de se tornarem inadimplentes.</p>
<p>Isso ocorre porque a pessoa tem tanta convicção de que lá na frente ela será capaz de resolver qualquer questão que acaba ignorando os riscos no presente e, por consequência, acaba não construindo esse futuro favorável.</p>
<p><strong>Quem garantirá seu futuro?</strong><br />
Com relação ao empobrecimento na velhice, o excesso de autoconfiança no desempenho futuro pode fazer com que o indivíduo tenha uma certeza quase inabalável de que sempre conseguirá garantir a sua renda. Segundo dados apresentados no Fórum, apenas 3% dos brasileiros possuem algum tipo de plano de previdência complementar – o que não é de se estranhar.</p>
<p>A despeito das previsões e dos problemas que não só o governo brasileiro, mas governos de outros países vêm enfrentando em função do aumento significativo da expectativa de vida e do envelhecimento da população, ainda são poucas as empresas que oferecem algum tipo de plano de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJldmlkJUVBbmNpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">previdência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> complementar e um número ainda menor de empresas que se preocupa em informar seus funcionários sobre essa questão.</p>
<p><strong>O futuro é definido pelo que fazemos hoje!</strong><br />
Pois bem, depois de tudo isso eu diria que um brasileiro altamente otimista em relação ao seu futuro hoje pode contribuir para um Brasil muito pior amanhã. É preciso para de pensar o país como uma entidade autônoma e distante do cotidiano de todos e cada um de nós. Nós e o país não podemos traçar caminhos tão diferentes. A lógica da “Lei de Gerson” é no mínimo ilógica.</p>
<p>Não há como vislumbrar um futuro “cor-de-rosa” se estivermos imersos num lamaçal. Cabeça no lugar, pé no chão e fé no futuro sim. Fé no nosso futuro e no futuro do país que vamos deixar para os nossos filhos, que vão deixar para os filhos deles e assim por diante.</p>
<p>Aprender a considerar o longo prazo e o coletivo na tomada de decisão imediata pode fazer toda a diferença para que todos, nós e o nosso país, tenhamos um futuro promissor.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/19/dinheirama-entrevista-odete-reis-palestrante-de-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Odete Reis, palestrante de educação financeira, fala sobre como colocar suas finanças em dia, economizar nas compras e multiplicar seu patrimônio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_odete_reis_palestrante_educacao_financeira.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos aspectos mais gratificantes deste trabalho de conscientização financeira é saber que, a cada dia que passa, novos profissionais decidem dedicar suas carreiras a melhorar a relação das pessoas com o dinheiro. Ainda melhor é poder conhecer e reconhecer o importante papel que a educação financeira tem no atual cenário de crescimento econômico (pelo menos é o que os brasileiros percebem) e maior possibilidade de consumo (expansão do crédito).</p>
<p>No começo deste mês, tive a honra de conversar com <strong><a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">Odete Reis</a></strong>, palestrante de “Economia Financeira e Comportamental” e Colunista da Rádio Sempre Mais FM 90,7. Formada em Administração, Odete ocupou, por cinco anos, cargo de gerente de mercado e capitais em instituições financeiras, como Bradesco. Atuou também como Assistente Executiva trilingue (português, alemão e inglês) por trinta anos nas empresas multinacionais Hoechst, AgrEvo, Aventis e Behr Brasil.</p>
<p>É Educadora Voluntária no Formare – Fundação Iochpe, onde desenvolve com os jovens de 16 a 18 anos atitudes positivas com o dinheiro, desde o primeiro salário. Conversamos sobre a atual situação do país, as possibilidades de consumo e investimento que o &#8220;novo Brasil&#8221; oferece e a importância de respeitarmos nossa condição financeira familiar. Acompanhe e deixe seu comentário ao final da entrevista:</p>
<p><span id="more-6933"></span><strong>Odete, ao olhar do brasileiro mais simples, humilde, vivemos uma época muito positiva, de renda crescente e pleno emprego. A realidade é de fato essa, mas há uma crise financeira complicada &#8220;lá fora&#8221;. Permanecer alienado pode ser perigoso?</strong></p>
<p><strong>Odete Reis:</strong> Temos agora uma nova classe consumidora que precisa urgentemente de aprendizado em relação ao dinheiro, pois, apesar da evidente disseminação da educação financeira no Brasil, é indiscutível que o que já foi feito não passa de uma gota no oceano.</p>
<p>Este público imenso que está chegando está se deparando com incontáveis decisões financeiras importantes pela primeira vez na história de suas famílias. Logo, está extremamente exposto a armadilhas. Permanecer alienado não só é muito perigoso para essas famílias, mas também para o país, pois com a globalização a crise nos afeta diretamente.</p>
<p><strong>A ascensão social deve ser comemorada, é claro, mas também deve ser acompanhada de perto &#8211; principalmente do ponto de vista do consumo. Quais os perigos, sob a ótica familiar, de tantas opções de compra e crédito?</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Com esta rápida ascensão social, 70% das pessoas estão com problemas financeiros &#8211; e não importa se ganham bem ou mal. O problema não está na remuneração, mas sim no gastar descontroladamente. O perigo está nas famílias cada vez mais endividadas no país das taxas de juros mais altas do planeta (ainda que as taxas médias de juros pagas pelo consumidor estejam em queda).</p>
<p>É necessário aprender a diferença do desejo supérfluo e do necessário. Quando as pessoas aprenderem a identificar essa diferença &#8211; que o desejo é momentâneo e a necessidade é duradora -, irão deixar de consumir por compulsão e passar a usar seu dinheiro de forma a garantir um futuro com mais qualidade de vida.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que muitos jovens, principalmente aqueles acostumados às facilidades da Internet, estão angustiados e ansiosos, com baixa tolerância à frustração. Você concorda? O que houve? Como mudar esse quadro?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Concordo plenamente. Nossos jovens não aprenderam a lidar com as frustrações e isto também se aplica ao consumo. Eles são imediatistas, querem tudo para agora. Os jovens precisam ouvir mais vezes “não” por partes de seus pais ou responsáveis para que se tornem adultos com mais tolerância. Sabendo que a vida é feita de escolhas, é importante aceitar que muitas vezes não teremos tudo que queremos.</p>
<p>Observo que pais disciplinados em relação aos seus filhos, com horário de voltar para casa, hora das refeições, banho e controle de mesada, criam filhos disciplinados em todas as áreas, da alimentação às finanças pessoais. Certamente esses jovens serão bem menos propensos ao descontrole financeiro e serão mais capazes de planejar a superar suas dificuldades.</p>
<p><strong>Os pais tem delegado o dever de educar às escolas. Tal atitude pode ser desastrosa se considerado o trato ao dinheiro, afinal perde-se o exemplo principal, o modelo. Você acha que a educação financeira ainda é pouco compreendida e valorizada?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> É claro que o ambiente escolar deve ser também palco para reflexão e transformação dos alunos, no entanto, em todo o mundo a educação financeira é um assunto que cabe prioritariamente às famílias. Transferir essa responsabilidade para as escolas é ingenuidade ou oportunismo.</p>
<p>Acontece que, na maioria das vezes, os pais também não tiveram educação financeira, então fica a questão: como passar este conhecimento, este modelo, para seus filhos? Neste caso, o aprendizado na escola será válido, embora não o suficiente. É preciso que haja troca entre pais e filhos, diálogo e também participação ativa no processo de formação do cidadão.</p>
<p>Não acredito que a educação financeira seja pouco compreendida e valorizada. Vejo como uma questão cultural que demandará algum tempo para que as pessoas, especialmente das classes mais baixas, compreendam sua importância na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Ironicamente, o dinheiro é também um assunto bastante popular, de apelo, já que faz parte do nosso dia a dia. Quais as razões que levam uma família a ignorar a importância do planejamento financeiro? Pressões sociais agravam essa relação?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Vivemos muito tempo com uma inflação altíssima, onde não havia como fazer planejamento. Some a isso o fato de que o brasileiro não aprendeu educação financeira nas escolas nem em sua casa e temos um problema maior. A falta de planejamento é também cultural.</p>
<p>O Brasil tem estabilidade econômica há apenas quinze anos e somente há cinco anos a inflação ficou estável. Com a moeda estável, ficou mais fácil para o brasileiro perceber que pode se organizar, mas ele ainda não tem essa cultura. Embora isto esteja mudando devagar, vejo em minhas palestras que as pessoas de maior conhecimento já iniciaram um planejamento de suas finanças. É um movimento crescente.</p>
<p>Entendo que os fatores que mais levam as famílias a gastarem sem controle são: as pressões sociais, a fonte de crédito rápido e sem burocracia e a falta de maturidade na relação ao dinheiro. Misture isso e temos uma situação familiar bem complicada.</p>
<p><strong>Se você pudesse resumir em poucos passos a tarefa de organizar e tomar as rédeas das finanças, o que diria? Por onde começar? Existem atalhos? E armadilhas?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> O caminho para se ter uma vida financeira sob controle começa por um passo simples, mas que tem efeito bastante poderoso: colocar todas as receitas e gastos em uma planilha. Esta planilha pode ser de papel ou em versão eletrônica. O importante é se identificar com a ferramenta que escolheu.</p>
<p>As armadilhas geralmente acontecem nos primeiros seis meses. De cada dez pessoas que se propõem a acompanhar as próprias contas, sete desistem até o quinto mês. Para muitos, essa não é uma tarefa gostosa. A realidade é que gerenciar as finanças é um passo fundamental para as pessoas que querem ver seu rico dinheirinho crescer.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, planejar requer realmente grande esforço e muito boa vontade. É primordial a persistência. Sempre digo que é como escovar os dentes, têm que fazer um pouquinho todos os dias. Brinco em minhas palestras que temos 1.440 minutos no dia; por que não tirar apenas 10 minutinhos para cuidar do seu preciso dinheirinho e obter equilíbrio financeiro?</p>
<p>O resultado é fantástico! Para não desanimar, pense que fazer todas as anotações funciona como montar um inventário de sua vida financeira. Foque nos resultados que quer atingir: finanças equilibradas, dívidas quitadas e sonhos realizados. Seja persistente.</p>
<p><strong>Odete, muito obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem para os leitores que desejam mudar sua relação com o dinheiro em 2012.</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Lembre-se também que você não precisa só guardar dinheiro. É preciso dar sentido a ele e gastá-lo bem. Para quem sabe gastar, o dinheiro rende. Para quem não sabe, não há renda que baste. Desejo a todos os leitores muito alegrias e sucesso em 2012, lembrando que o futuro é construído no presente, por isto é fundamental começar seu planejamento agora! Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Quem quiser me conhecer melhor, pode acessar <a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">www.odetereis.com.br</a>.</p>
<p>Fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/22/dialogos-capitais-a-educacao-financeira-agora-e-pra-valer/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Debate Diálogos Capitais apresentou novidades, exemplos e iniciativas sobre a inclusão da educação financeira como parte do currículo escolar (ENEF).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_dialogos_capitais_a_educacao_financeira_agora_pra_valer.jpg" alt="Diálogos Capitais: A Educação Financeira agora é pra valer?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O encontro <a title="Diálogos Capitais" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/16/dialogos-capitais-consumo-consciente-e-educacao-financeira-para-criancas-e-jovens/" target="_blank">&#8220;Diálogos Capitais&#8221;</a>, organizado pela Carta Capital e Carta na Escola, realizado no dia 18/11/2011 em São Paulo, apoiado e divulgado aqui no <em>Dinheirama</em>, contou com a presença de representantes de vários segmentos da sociedade, cujos discursos não deixam a menor dúvida de que a Educação Financeira, seja na escola ou em outros ambientes, já é uma realidade e que realmente veio para ficar.</p>
<p>Na primeira parte do encontro, cujo tema foi <em>“O impacto econômico e a importância da educação financeira para jovens e crianças”</em>, participaram das apresentações o Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, <strong>Antônio Henrique Silveira</strong>; <strong>Juliana Barral</strong>, Gerente Executiva da Universidade do Banco Central do Brasil; e <strong>José Alberto Netto Filho</strong>, Professor de Educação Financeira da BM&amp;F Bovespa; Ao final das apresentações, a Superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, <strong>Denise Hills</strong>, mediou o debate aberto ao público.</p>
<p>Na segunda parte, que girou em torno do tema <em>“Como colocar em prática a educação financeira na escola”</em>, foi a vez de <strong>Sérgio Jamal Gotti</strong>, Diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais do MEC, <strong>José Alexandre Cavalcanti Vasco</strong>, Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores CVM e <strong>Laís Fontenelle</strong>, do Instituto ALANA, apresentarem seus trabalhos.</p>
<p><span id="more-6831"></span><strong>Precisamos valorizar quem se preocupa com o tema!</strong><br />
O que une todas essas pessoas em torno do tema Educação Financeira é a participação ativa de todos os segmentos que elas representam em torno da <strong>ENEF</strong> (Estratégia Nacional de Educação Financeira), instituída pelo <a title="Leia mais sobre o ENEF" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7397.htm" target="_blank">Decreto No 7.397</a> de 22 de dezembro de 2010 e baseada no tripé: <strong>Educação Financeira</strong> (dentro e fora do ambiente escolar para crianças, jovens e adultos), <strong>Proteção ao Consumidor</strong> e <strong>Regulação das Instituições Financeiras</strong>.</p>
<p>Alguns exemplos de ações nesse sentido foram apresentadas pelos participantes, tais como:</p>
<ul>
<li>Os cursos presenciais de educação financeira e programas de televisão, promovidos pela BM&amp;F Bovespa;</li>
<li>O programa “Saúde Financeira Não Tem Preço”, do Banco do Brasil;</li>
<li>A “Coleção Caixa de Educação Financeira”, da Caixa Econômica Federal;</li>
<li>O projeto “Criança e Consumo”, do Instituto Alana, entre outros.</li>
</ul>
<p>A necessidade de se estabelecer uma Estratégia Nacional de Educação Financeira reside no fato de que estamos experimentando aqui no Brasil um período de estabilidade e prosperidade econômica e social para o qual não estamos preparados. Afinal, alguns hábitos que tiveram origem no período da hiperinflação ainda persistem.</p>
<p>Além disso, a ascensão das classes econômicas menos favorecidas – e o consequente primeiro contato destes com produtos financeiros até então desconhecidos – vem elevando significativamente o número de inadimplentes e o comprometimento da renda familiar, especialmente da Classe C.</p>
<p>Entretanto, não é só o Brasil e nem a classe C que precisa de Educação Financeira. Outro ponto bastante relevante que foi apontado pelo Secretário do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Silveira, é o fato de que <strong>produtos financeiros altamente sofisticados, que vêm sendo lançados ultimamente, são de difícil compreensão até para especialistas da área</strong>.</p>
<p>Ainda com relação a fenômenos globais o Secretário mencionou a importância do debate sobre consumo consciente, sustentabilidade e planejamento previdenciário.</p>
<p>Com relação à Educação Financeira de crianças e jovens, a ENEF está com um projeto-piloto em andamento em algumas escolas públicas do país. A primeira fase do projeto que foi dirigida aos alunos do Ensino Médio já foi concluída e agora o projeto se estenderá para o Ensino Fundamental. Tão logo, as avaliações sobre o projeto estejam prontas e os ajustes necessários sejam feitos, a Educação Financeira deverá integrar o currículo das escolas públicas do país.</p>
<p>Tanto o representante do MEC, Sérgio Jamal Gotti, quanto Juliana Barral, do Banco Central do Brasil, deixaram bastante claro que a Educação financeira não está sendo tratada como uma disciplina nesse projeto, mas sim como um grande tema a ser abordado pelos professores de outras áreas, como História, Geografia, Matemática, entre outras.</p>
<p>Foi colocado ainda que o que se pretende vai muito além do simples repasse de informações. O que realmente se almeja é <strong>estabelecer um conjunto de estratégias capazes de modificar hábitos de consumo, poupança e modo de vida</strong>. Daí a importância de levar a Educação Financeira para crianças e jovens que ainda não cristalizaram hábitos e crenças relativas ao consumo, poupança e investimento.</p>
<p>A justificativa maior para esse plano ambicioso é que desequilíbrios financeiros individuais, quando em massa, podem desestabilizar o sistema econômico do país como um todo.</p>
<p>Como professora, mãe e cidadã, fiquei imensamente surpresa e feliz com a abrangência e seriedade com que esse assunto está sendo tratado aqui em nosso país. Só para terminar, gostaria de mencionar que o projeto-piloto brasileiro de Educação Financeira nas escolas apresentou um dos melhores resultados, mundialmente falando.</p>
<p>E, segundo José Alexandre Cavalcanti Vasco, da CVM, esse resultado se deve principalmente ao comprometimento do MEC com essa questão e à inclusão dos aspectos ligados à Psicologia Econômica nos materiais produzidos. Para quem quiser assistir ao encontro na íntegra, o site <strong><a title="Acesse e veja o evento" href="http://www.cartacapital.com.br" target="_blank">www.cartacapital.com.br</a></strong> disponibilizará as gravações a partir de amanhã, 23/11.</p>
<p>Você também acredita que a educação financeira pode fazer a diferença se ensinada e incentivada desde cedo? Tem alguma experiência neste sentido para compartilhar conosco? Deixe sua opinião no espaço de comentários deste texto.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/16/dialogos-capitais-consumo-consciente-e-educacao-financeira-para-criancas-e-jovens/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[As revistas CartaCapital e Carta na Escola apresentam mais um seminário da série Diálogos Capitais 2011. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Inscreva-se!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6810" title="Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_dialogos_capitais_educacao_financeira_criancas_jovens.jpg" alt="Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens" width="532" height="152" /></p>
<p>Nesta sexta-feira, dia <strong>18/11</strong>, a partir das 9 horas as Revistas Carta Capital e Carta na Escola promovem mais um seminário <strong><a title="Conheça o Diálogos Capitais" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/index.html" target="_blank">Diálogos Capitais</a></strong>, dessa vez com o tema: <strong>consumo consciente e educação financeira para crianças e jovens</strong>. O <em>Dinheirama</em> apoia a iniciativa com muito orgulho e é um dos parceiros de comunicação do evento em caráter voluntário. Como sabemos, o tema é muito importante e muito solicitado e comentado em nosso <em>blog</em>.</p>
<p><strong>Como participar?</strong><br />
As Inscrições são <strong>gratuitas</strong>, mas o número de vagas é limitado. O evento acontece neste dia 18 de novembro de 2011, das 9h às 13h no Espaço Reserva Cultural – São Paulo, no endereço: Av. Paulista, 900 (Térreo). <a title="Faça sua inscrição" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/inscricao.asp" target="_blank">Clique aqui para fazer sua inscrição</a> e veja abaixo como será o evento:</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>Mesa 1 - O impacto econômico e a importância da educação financeira para jovens e crianças</p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Juliana Barral</strong>, gerente executiva da Universidade do Banco Central</li>
<li><strong>Antonio Henrique Silveira</strong>, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda</li>
<li><strong>Jose Alberto Netto Filho</strong>, professor de educação financeira da BM&amp;F Bovespa</li>
</ul>
<p><strong>Mesa 2 - Como colocar em prática a educação financeira na escola</strong></p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Sérgio Jamal Gotti</strong>, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais do MEC</li>
<li><strong>José Alexandre Cavalcanti Vasco</strong>, Superintendente de Proteção e Orientação aos investidores CVM</li>
<li><strong>Lais Fontenelle Pereira</strong>, coordenadora de educação e pesquisa do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana</li>
</ul>
<p><strong>Não perca!</strong><br />
O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. <a title="Faça sua inscrição" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/inscricao.asp" target="_blank">Clique aqui para fazer sua inscrição</a>. O evento acontece neste dia 18 de novembro de 2011, das 9h às 13h no Espaço Reserva Cultural – São Paulo, no endereço: Av. Paulista, 900 (Térreo). Até lá.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como a educação financeira transformou minha vida</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
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		<category><![CDATA[reserva]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça a história de uma pessoa transformada pela educação financeira. Realização de sonhos, construção de patrimônio, fim das dívidas e problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como a educação financeira transformou minha vida" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_como_a_educacao_financeira_transformou_minha_vida.jpg" alt="Como a educação financeira transformou minha vida" align="left" hspace="2" vspace="2" />Durante toda a minha infância, o sustento da minha família veio exclusivamente do trabalho de meu pai – que, sendo um profissional autônomo, nunca sabia ao certo quanto receberia no fim de cada mês. Em certas épocas, as comissões garantiam um mês de fartura. Em contrapartida, algumas vezes as receitas eram insuficientes até para pagar nossas contas mais básicas. Mesmo assim, nesse ambiente de renda incerta, meu pai era ótimo para gerenciar as despesas domésticas e sempre trabalhou muito para que nunca faltasse nada à nossa família.</p>
<p>Essa situação financeira, como já disse, durou por toda a minha infância. Como consequência, acabei levando para a adolescência esse “costume” de desejar e sonhar somente com o que estava ao alcance da renda do mês. Mesmo quando comecei a trabalhar como “guardinha” e a ganhar meu próprio salário, eu agia dessa forma. Quando muito, juntava dinheiro por dois ou três meses para comprar alguma coisa mais cara.</p>
<p><strong>Aprender com os exemplos, o primeiro passo</strong><br />
Não tínhamos na minha família o costume de conversarmos sobre dinheiro, mas a regra máxima sempre presente e implícita nas atitudes de meu pai era de a <em><strong>“nunca gastar mais do que a família ganhava”</strong></em>. Regra essa que, em minha opinião, é fundamental para quem deseja ter uma boa saúde financeira.</p>
<p><span id="more-6782"></span>Infelizmente, essa não é a única regra sobre dinheiro que devemos aprender e, esse artigo, tem como objetivo contar resumidamente como foi que aprendi a segunda regra sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWR1Y2ElRTclRTNvK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. A ideia de escrever este texto partiu da possibilidade de compartilhar aquilo que vivi e aprendi – e assim aprender ainda mais.</p>
<p><strong>Aprender com a vida, sempre!</strong><br />
O início da minha vida financeira foi uma maravilha, afinal, eu não era uma pessoa que me importava com grandes luxos, não tinha impulsos de consumo e meu pequeno salário (fruto do meu primeiro emprego) era suficiente para sanar meus “pequenos” desejos e sonhos de consumo.</p>
<p>Alguns anos depois, surgiu um sonho que estava além do meu salário: cursar uma faculdade. Foi então que utilizei meu salário para pagar um cursinho pré-vestibular para tentar uma universidade pública. Eu não passei no vestibular. Mas, graças à boa nota que tirei no ENEM, eu consegui uma bolsa de 100% no ProUNI.</p>
<p>O sonho de cursar a graduação começava a virar realidade. Entretanto, mesmo não pagando a mensalidade da faculdade os gastos com livros, xerox e transporte para outra cidade começaram a pesar demais no meu bolso. Eu era muito jovem, sonhador, ganhava pouco e já gastava dinheiro feito “gente grande”.</p>
<p><strong>Aprender com os fracassos é sempre uma opção</strong><br />
Contrariando os ensinamentos de meus pais, passei a gastar mais do que ganhava em um mês. E isso não aconteceu uma ou duas vezes; não, foram várias ocasiões fazendo isso. As dívidas se acumularam e viraram uma bola de neve e, quando me dei conta, meu saldo bancário estava negativo e minha vida financeira fora de controle.</p>
<p>Conversar com alguém sobre minha situação financeira era como um tabu pra mim: eu tinha vergonha de admitir que o “rapaz inteligente” que conseguiu bolsa de 100% na faculdade era incompetente demais para administrar seu salário e seus os gastos pessoais. Por vergonha e até mesmo por um pouco de orgulho, escondi da minha família e da minha namorada os meus problemas financeiros.</p>
<p>A verdade é que sofri calado durante meses com a preocupação de ter que parar com a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmFjdWxkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">faculdade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e desistir do meu sonho. Depois de “lutar” comigo mesmo e com meus fantasmas pessoais, amadureci e aprendi muito. Fui humilde para reconhecer meus erros. Não tive outra saída senão engolir meu orgulho e recorrer à minha família para conseguir saldar minhas dívidas e recomeçar minha vida financeira.</p>
<p><strong>Aprender com os outros acelera tudo!</strong><br />
Depois desse sufoco, passei a pesquisar na Internet sobre finanças pessoais e encontrei diversos sites, blogs e artigos sobre assunto. Na mesma época, também comprei um livro chamado <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a> (Ed. Campus), de Robert Kiyosaki. Com essas leituras aprendi muito sobre economia, investimentos e finanças.</p>
<p>Infelizmente, a prática não funcionava muito pra mim – os autores, na maioria das vezes, escrevem para um tipo de pessoa cuja renda estava muito além da minha. Pensar em investir em ações, títulos ou imóveis com o que sobrava do meu salário era impossível, então eu só aproveitava mesmo algumas dicas sobre como organizar o orçamento mensal.</p>
<p>Mesmo sem muita perspectiva, continuei a estudar sobre o assunto. Foi lendo uma edição da <a title="Revista Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/" target="_blank">Revista Você S/A</a> que conheci o blog <em>Dinheirama</em>, dos hoje amigos Conrado Navarro e Ricardo Pereira. Depois de ler muitos artigos e ouvir muitos <em>podcasts</em> no blog, eu percebi que antes de aplicar meu dinheiro em um investimento, teria que aprender o “bê-á-bá” da educação financeira.</p>
<p><strong>Aprender a investir e poupar não significa deixar de consumir</strong><br />
A primeira regra eu já tinha aprendido com meus pais: <em>“nunca gastar mais do você ganha”</em>. A segunda, tão básica como a primeira, e que eu ainda não tinha aprendido nem tampouco posto em prática era: <strong><em>“Ter uma reserva financeira para emergências”</em></strong>.</p>
<p>É uma coisa tão obvia e necessária, mas que infelizmente muito de nós brasileiros temos o péssimo hábito de deixar sempre para depois. A partir de então, fiz um compromisso comigo mesmo de que pouparia todo mês 10% da minha renda, fosse ela qual fosse. Quando comecei, eram apenas R$ 50,00 – que faziam uma falta gigantesca no fim do mês, mas eu estava motivado e convicto de que aquilo era a coisa certa a se fazer.</p>
<p>A primeira coisa que fazia ao sacar meu salário era ir para o outro banco que tinha conta poupança e depositar os 10%. No começo, era até desestimulante depositar o dinheiro e ver a quantia ínfima que ele rendia por mês. Não tem problema, afinal aprendi que como a quantia que eu dispunha para poupar era pequena, não havia outras opções de investimentos com baixo risco e boa liquidez para no caso de alguma emergência eu precisar resgatar o dinheiro sem grandes prejuízos.</p>
<p>Com o passar do tempo, o compromisso de poupar os 10% se tornou um hábito: eu nem sentia mais a falta dessa grana no orçamento, pois ele tornou-se uma conta como outra qualquer que todo mês precisava ser paga. Eu aprendi a viver um padrão de vida compatível com a importância de também investir.</p>
<p>Quando minha namorada começou a trabalhar, eu já tinha aprendido sobre a importância de conversar sobre finanças com a família e consegui convencer minha namorada (futura esposa) a também seguir a regra de poupar 10% todo mês. O tempo passou e continuamos firmes com nossa regra dos 10%.</p>
<p>Mas, nem tudo são flores&#8230; Houve meses em que não foi possível depositar, principalmente quando eu e minha namorada (na época minha noiva) começamos a planejar nosso casamento. Sem problemas, o hábito e a decisão de investir já faziam parte de nossa vida: sempre recompensávamos o que deixamos de guardar depositando uma parte do nosso 13º salário no fim do ano.</p>
<p><strong>Aprender ao lado de quem amamos é ainda melhor</strong><br />
Mais tempo passou e muita coisa aconteceu na minha vida. Conclui a faculdade, me casei, arrumei outro emprego e comecei a construir minha casa. Tudo isso sem deixar de poupar os 10% que, é claro, aumentaram de valor conforme meu salário aumentava. Descobri que é possível realizar sonhos sem deixar de sonhar.</p>
<p>Hoje, finalmente, eu e minha esposa conseguimos atuar na área de nossa formação e, da mesma forma que nossa renda cresceu, nosso patrimônio formado apenas com a regra dos 10% também aumentou razoavelmente. Quando olhamos o extrato bancário, os rendimentos estão longe de ser atrativos, mas com os Reais de juros somados à quantia que depositamos todo mês, ele multiplica-se de forma satisfatória (em minha opinião), se considerado o baixo risco que corremos.</p>
<p>Embora evitemos ao máximo fazer isso, a poupança dos 10% por várias vezes serviu ao seu propósito inicial de reserva financeira, principalmente na época entre o casamento e a construção da minha casa. Não foi premeditado, mas essa poupança para reserva financeira acabou tornando-se minha forma de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, sem perceber, apliquei a terceira regra da educação financeira que os amigos aqui tanto divulgam: <strong><em>“Acumular para investir”</em></strong>.</p>
<p>Apesar de ler frequentemente sobre investimentos em livros, revistas e blogs, eu ainda não tive coragem de arriscar em alternativas como a bolsa de valores. Certamente que o maior empecilho é o medo de perder o que tanto me custou para ganhar e juntar, mas isso é um sentimento que pode ser trabalhado. E será.</p>
<p><strong>Aprender sobre o risco abre oportunidades</strong><br />
Sinto que minha educação financeira já chegou a um patamar especial, em que posso arriscar um próximo passo com segurança. E isto isso porque há muito tempo venho fazendo a “lição de casa”, poupando, vivendo um padrão de vida sustentável e, ao mesmo tempo, estudando sobre os vários tipos de investimentos.</p>
<p>Dá mesma forma que abrir mão dos 10% do salário todo mês foi um “sofrimento”, tenho certeza que, no início, seja qual for o investimento escolhido a partir daqui, o “sofrimento” será o mesmo ou até pior por causa do risco maior. Um “mal” necessário para quem quer ver seu patrimônio crescer, o que nos leva à próxima regra que aprendi e pretendo colocar em prática: <strong><em>“Diversificar os investimentos”</em></strong>.</p>
<p><strong>Aprender sempre significa também compartilhar</strong><br />
Uma coisa é ler uma opinião de alguém que trabalha na área de finanças, como os amigos que mantém este espaço. Outra coisa é aprender e fazer questão de aplicar mudanças reais em sua vida a partir de todo o esforço que eles fazem para que a educação financeira realmente transforme nossas vidas. Eu sei do que essa transformação é capaz e decidi escrever este texto para tentar motivá-lo a também tentar.</p>
<p>Não sou especialista, é bom que fique claro, e esta é apenas a conclusão de um leigo sobre a nossa capacidade de mudar o rumo de nossas finanças pessoais. A minha experiência me diz que educação financeira é tal como criar um filho: é preciso que você acompanhe, proteja e cuide com dedicação e paciência o rebento para que ele cresça forte e saudável. Com o dinheiro, não é diferente.</p>
<p>Você já passou por alguma história semelhante ou viveu desafios capazes de fazê-lo mudar suas ações diante da necessidade de se planejar financeiramente? Compartilhe conosco um pouco do que aprendeu e ajude a educação financeira a atingir cada vez mais jovens. O espaço de comentários é todo seu! Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você está preparado para ser um milionário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/22/voce-esta-preparado-para-ser-um-milionario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/10/22/voce-esta-preparado-para-ser-um-milionario/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 12:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo mundo está preparado para ser milionário? O que você faria se ganhasse um dinheiro extra na loteria? O que mudaria em sua vida? Tudo? Nada? Tem certeza?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você está preparado para ser um milionário?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_voce_esta_preparado_para_ser_um_milionario.jpg" alt="Você está preparado para ser um milionário?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um assunto que está sendo bem comentado ultimamente é o prêmio de R$ 50 milhões que uma personagem da novela ganhou na loteria e sua dificuldade em lidar com a nova vida de milionária. Mesmo com essa quantia à disposição, ela insiste em manter o mesmo padrão de vida, inclusive o mesmo trabalho. <em>“O dinheiro vai me tornar uma pessoa fútil e esnobe”</em>, diz ela. A ideia desse artigo é debater um pouco sobre nossos padrões, crenças e atitudes com relação ao dinheiro.</p>
<p>Claro que o exemplo acima retrata um personagem de ficção, em que sua trama será explorada ao máximo para render curiosidade e audiência. No entanto, existem muitas pessoas que tem dificuldades em lidar com somas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que venham de forma inesperada.</p>
<p>Um dos fatores que pode dificultar a aceitação de algum ganho é a <strong>baixa autoestima</strong>. Estamos tão acostumados a ver (e sentir) tudo dar errado em nossas vidas, que a sensação de “eu não mereço” se fortalece e, mesmo com os ganhos extras, a pessoa não se acostuma com a nova sensação e, por incrível que pareça, se sente desconfortável em romper esse vínculo com o fracasso.</p>
<p><span id="more-6721"></span>O <strong>sentimento de culpa</strong> também merece uma atenção especial. Somos acostumados, principalmente os que têm pais e avós mais velhos ou que vieram das zonas rurais, que temos que trabalhar duro, suar a camisa, senão o dinheiro <em>“não é justo, merecido”</em>. Muitas pessoas se sentem culpadas por terem um ganho mais “fácil” do que quem trabalhou duro e não teve a mesma “sorte”.</p>
<p>Um estudo mostra que 1/3 dos americanos que ganham nas loterias <a title="Leia histórias de gente que perdeu tudo" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4830322-EI294,00-Do+luxo+ao+lixo+conheca+ganhadores+da+loteria+que+perderam+tudo.html" target="_blank">perdem tudo pouco tempo depois</a>. No Brasil, começamos a ver alguns casos semelhantes recentemente. A falta de educação financeira também tem sua parcela de culpa, mas as pessoas tem a mania de colocar sentimentos ao dinheiro, de dizer que ele é o culpado pelo seu caráter e estado de espírito. Muitos dizem <em>“eu era feliz e não sabia”</em> ou <em>“era melhor quando eu não tinha nada, agora só tenho dores de cabeça”</em>.</p>
<p>Outro fator que merece ser estudado é a <strong>religião</strong>. São poucas as religiões que tem uma relação neutra com o dinheiro. Algumas o pintam como algo maligno e outras ditam que a pobreza é um pecado, que devemos evitá-lo (como se fosse fácil).</p>
<p>A verdade é que o dinheiro é apenas um papel pintado, criado pelo homem, para ajudar na troca de bens, serviços e mercadorias. Como ele não é um recurso natural, não vem da terra, alimenta todo esse folclore ao seu redor. O certo mesmo seria ter uma atitude imparcial com relação ao dinheiro &#8211; qualquer um dos lados, seja o ódio ou o amor extremo, pode ser prejudicial no nosso <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com ele.</p>
<p>Se você deseja ser um milionário ou mesmo ganhar algum dinheiro a mais, lembre-se que nada em sua vida vai mudar. As pessoas interesseiras apenas vão se mostrar mais interesseiras. Muitos milionários, ou até mesmo bilionários, mantém trabalhos voluntários, usam o seu dinheiro tanto para comprar um carro esporte último tipo, um iate ou um jato, como para fazer o bem. O bem no sentido mais amplo, tanto para eles, como para a sociedade.</p>
<p>Você já parou para pensar no que faria se recebesse uma boa quantia inesperada de dinheiro? Escreva no espaço de comentários sua opinião sobre esse assunto e vamos continuar esse papo. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 01:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[Atingir o sucesso, ficar rico e garantir bem estar e qualidade de vida exigirá de você muito mais que só iniciativa. Você está disposto a sair de sua zona de conforto?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_sucesso_riqueza_bem_estar_iniciativa.jpg" alt="Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruno</strong> comenta: <em>“Navarro, sou daqueles caras super motivados e que tem energia de sobra para iniciar diversos projetos. Gosto de desafios. Minha atual meta pessoal é colocar ordem em minhas finanças e pagar algumas dívidas atrasadas. O problema é que depois de alguns dias tentando colocar em prática essa mudança, coisas novas aparecem e perco o foco. Mas não falta iniciativa. Onde estou errando? Obrigado”</em>.</p>
<p>Você já deve estar acostumado com as insistentes vozes da educação financeira que dizem que para que haja real transformação e sucesso financeiro é necessário mudar de atitude, desafiar hábitos e rever comportamentos. Mais que aprender a somar, subtrair e multiplicar, questionar o processo de tomada de decisão é que tende a trazer melhores frutos.</p>
<p><strong>Os sonhos são individuais, a mudança também!</strong><br />
Faço coro aos demais especialistas, mas tentarei agregar algo mais ao tema. As mudanças propostas são de caráter pessoal e, assim, influenciadas por diversas variáveis subjetivas e particulares: imprimir novos hábitos e definir prioridades são tarefas que oferecem desafios individuais diferentes. Em outras palavras, o que é fácil para um pode não ser para o outro.</p>
<p><span id="more-6633"></span><em>“Há que se tentar”</em>, você deve estar pensando. Iniciativa é a palavra mais usada para definir a característica desejada em muitas ações cotidianas. Se é importante mudar, é também crucial que essa decisão parta de nós mesmos – e que seja então transformada em ação de algum tipo. Com iniciativa, logo logo damos por iniciado o nosso “processo de transformação”. Quer ver?</p>
<ul>
<li>Toda segunda-feira acordamos motivados a colocar em curso a dieta que finalmente mudará o rumo das coisas. A sensação é sempre ótima e passamos o dia respeitando o cardápio e comemorando. Às vezes passamos uma semana, um mês assim. E só;</li>
<li>Todo ano renovamos os votos de dias melhores e definimos metas pessoais importantes: perder peso, livrar-se das dívidas, visitar mais a família, estudar mais etc. São tantas as mudanças desejadas, não é mesmo? Haja iniciativa.</li>
</ul>
<p>Definir tudo isso dá trabalho. Priorizar e agir conforme tais resoluções passa a ser um objetivo. Queremos mudar, queremos ser melhores, não queremos? Por onde olho, não parece faltar iniciativa. Aliás, o que não falta é vontade e coisas a fazer. Iniciativa, começo a ser mais realista em minhas observações, todo mundo tem: basta que o estímulo seja suficientemente interessante para despertar em nós a decisão pelo novo.</p>
<p><strong>Quanto realmente nos levamos a sério?</strong><br />
Se não falta vontade, atitude e iniciativa, como responder a algumas questões tipo:</p>
<ul>
<li>Por que tão poucas pessoas são bem-sucedidas financeiramente e vivem em dia com seus compromissos e orçamento?</li>
<li>Por que poucos brasileiros conseguem se manter saudáveis e satisfeitos com sua forma física?</li>
<li>Por que tão poucos indivíduos são capazes de atingir as metas propostas por eles mesmos?</li>
</ul>
<p><em>“Há algo mais, não é possível”</em>. Sim, há. <strong>Entre o começo de qualquer projeto pessoal e a hora de comemorar seus bons resultados existe um longo percurso</strong>. A jornada traz ao sujeito boas doses de realidade, especialmente se a trajetória escolhida for verdadeiramente nova (desafiadora). O caminho normalmente reserva:</p>
<ul>
<li><strong>Frustrações.</strong> Depois do otimismo característico e necessário para que sejam dados os primeiros passos, nos deparamos com a vida real. Portas fechadas, resultados aquém do esperado, necessidade de correção de rota etc. Impossível não ser assim;</li>
<li><strong>Decepções.</strong> As surpresas com os relacionamentos e amizades são comuns (infelizmente!) durante o decorrer dos acontecimentos. Empresas e sociedades são frequentemente assoladas por problemas dessa ordem. Errar na escolha pode inviabilizar um importante passo, mas nunca o sonho;</li>
<li><strong>Crises</strong>. A história comprova que muito do que hoje é melhor compreendido surgiu do enfrentamento franco das crises – muitas delas com medidas drásticas, como guerras e polêmicas decisões dos governos vigentes. O endividamento excessivo, por exemplo, é uma das mais graves crises que alguém pode encarar, mas tem solução. Tem que ter;</li>
<li><strong>Momentos de reflexão.</strong> Costumamos ser críticos demais com as horas difíceis (dos outros, principalmente) e pouco efusivos quando há o que celebrar. É aquele gosto estranho que nutrimos ao apontar o dedo ou estufar o peito: “Não falei?”; “Eu sabia que não daria certo”. Enquanto isso, damos asas demais ao que esperam de nós e deixamos de celebrar as pequenas vitórias do dia a dia;</li>
<li><strong>Vitórias</strong>. Ora, as coisas também dão muito certo. Aproveitar a sensação de “alvo atingido” oferece energia e motivação para seguirmos firmes com nossas aspirações. Importante que as emoções não sejam demais a ponto de cegar, acomodar e criar a sensação de que a rotina já está confortável.</li>
</ul>
<p>Repare que o percurso descrito pelos itens acima envolve ações e consequências inter-relacionadas. A ordem dos desafios não é literal, mas todos passamos (passaremos) por situações deste tipo. Trata-se, portanto, de um ciclo. Costumo chamá-lo de <strong>ciclo de amadurecimento</strong>.</p>
<p><strong>Iniciativa demais não adianta nada&#8230;</strong><br />
É importante ter iniciativa, é claro, mas só ela não muda muita coisa. O que, então, devemos buscar? Arrisco-me a dizer que a diferença está em insistir mesmo que o ciclo de amadurecimento ofereça mais percalços e crises que vitórias. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. Agir mesmo que as respostas não sejam exatamente as que desejamos. Persistir. Abordei essa visão nos artigos <a title="Leia o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/15/quanto-voce-esta-disposto-a-lutar-e-esperar-por-um-sonho-ou-objetivo/" target="_blank">&#8220;Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?&#8221;</a> e <a title="Leia o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/23/o-sucesso-tem-perseveranca-motivacao-disciplina-e-muitos-fracassos/" target="_blank">“O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos”</a>.</p>
<p>Hoje quero tratar da disciplina. Ela resume o que acredito ser o “pulo do gato” que permite a poucos brasileiros a proeza de se destacar e ver realizados seus objetivos. Começar a dieta é fácil; levá-la a sério é outra história. Com o dinheiro não é diferente: iniciar as atividades de planejamento é simples; rever decisões econômicas e colocar em marcha o plano (e suas consequência) requer desprendimento, esforço e dedicação.</p>
<p>Em se tratando de disciplina, o exercício combinado de reflexão, paciência e motivação frequentemente se confunde com a frustração de não seguir a moda, o anseio dos outros. Respeitar o padrão de vida e lidar com essa percepção viciada evita angústias e problemas futuros. Digo isso porque percebo que <strong>a ansiedade combinada à expectativa dos outros detona com o aprendizado decorrente do “saber esperar”</strong>.</p>
<p><strong>Somos seres irracionais, é óbvio&#8230;</strong><br />
Sendo mais direto, é fácil saber porque tantas pessoas preferem pratos gordurosos a uma dieta saudável; ou porque curtir e comer atrai mais adeptos que a prática regular de exercícios físicos; ou porque consumir logo, usando o crédito, é a opção da maioria em detrimento do hábito de negociar, poupar e pagar à vista.</p>
<p>É fácil: <strong>a satisfação imediata vence os possíveis benefícios futuros</strong>. Está certo? O modelo “curtir agora, correr atrás depois” é popular porque atinge em cheio nossas emoções. Simples assim.</p>
<p>Não se espante! Demorei tantas linhas para falar algo que você já sabe: não adianta se vangloriar por ser bom em começar as coisas. Isso é comum. São os projetos levados a sério, construídos com disciplina, que dão ganhos significativos. Tapar os olhos para essa verdade é continuar a se esconder atrás de desculpas esfarrapadas. O alívio é imediato, mas é também temporário e não representa mudança.</p>
<p>É aquela velha história: <strong>você sabe bem o que precisa fazer, mas certas justificativas são cômodas e fazem o tempo passar</strong>. Os dias avançam, os anos passam e a situação vai sendo empurrada. Sem saber (ou consciente disso, não sei), você escolhe parecer feliz, parecer bem. Parecer? A realidade, ali do lado de fora da janela, é bem distinta.</p>
<p>Vamos resumir? <strong>Não importa quantos projetos bons aos olhos dos outros você começa ou apoia (iniciativa), mas quantos projetos relevantes para você e seus entes queridos você termina (disciplina)</strong>. O resto é hipocrisia e exigência social descabida.</p>
<p>Aproveito a oportunidade e convido-o a alimentar essa discussão no espaço de comentários. Que experiências você já teve no sentido de confundir iniciativa com disciplina? Se preferir, fale comigo também no <em>Twitter</em>: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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