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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Empreendedorismo</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Empreendedorismo</title>
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		<title>Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/22/voce-e-o-proprio-negocio-o-empreendedorismo-perde-forca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 02:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos brasileiros desejam independência través do próprio negócio, mas o empreendedorismo perde força e apresenta sinais de mudanças. O que é fato? O que é mito?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_voce_proprio_negocio_empreendedorismo_perde_forca.jpg" alt="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, o título também me traz pesar. Mais do que isso, me assusta. Quando comecei a conceber esse texto, troquei algumas opiniões a respeito com parceiros e sócios, e de fato ali não observei sequer uma vírgula de desânimo, mas o universo empreendedor é muito grande e, por conta disso, alguns dados não podem passar sem o mínimo de observação.</p>
<p>Desde sempre escutei – e realmente presenciei todos os indícios – a máxima que coloca o Brasil como um dos países mais empreendedores do mundo. Uma gente criativa, impactada por múltiplas influências culturais, dotada de grande capacidade de adaptação a adversidades e invejável flexibilidade a circunstâncias.</p>
<p>E, como se não bastasse, um povo que ainda conta com um dos maiores <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> consumidores do mundo, além de um universo empresarial repleto de oportunidades e grande diversificação.</p>
<p><span id="more-7631"></span>Tudo absolutamente verdadeiro, assim como é efetivamente possível perceber o avanço do empreendedorismo como cultura e aspiração para jovens e também maduros, que anseiam independência e campo fértil para suas realizações e sonhos através das próprias “pernas” (empresas).</p>
<p>Mas alguns fatos merecem atenção. Segundo algumas pesquisas, a maioria dos profissionais já formados e em atividades, estudantes e donas de casa, declaram o desejo de ter serem seus próprios patrões, mas pouquíssimos se animam a pôr a ideia em prática. Ao que tudo indica , o impulso perdeu intensidade nos últimos anos.</p>
<p>Durante muito tempo, muito antes do glamour empreendedor, diante das inúmeras e recorrentes crises econômicas, muitos brasileiros enxergavam no negócio próprio uma rota de fuga da consequente escassez de empregos formais. Para mim, semanas antes da formatura, é inesquecível a imagem da aglomeração de alunos disputando um mural que não continha mais do que alguns poucos anúncios de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVnb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">emprego<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Algo impensável nos dias de hoje.</p>
<p>O tempo passou, o Brasil passou a usufruir das poucas e essenciais reformas que foram implementadas nos últimos 17 anos, recebendo impacto direto na criação de empregos formais. Com isso, observamos o surgimento e o fortalecimento de grandes grupos empresariais. Estes também, frutos de forte e saudável cultura empreendedora.</p>
<p>Mas a dinâmica econômica precisa ser sempre observada em perspectiva e, ao que tudo indica e apesar dos avanços claros, estamos “ficando pra trás”. Em um estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2011, sobre a facilidade para abrir e conduzir negócios em 183 países, o Brasil ocupou o longínquo 126º lugar no ranking, entre a Bósnia e a Tanzânia.</p>
<p>Além dos obstáculos criados pela nossa ineficiente burocracia, existem as questões tributárias e os encargos trabalhistas que, consumindo 35% da renda nacional, põem medo em muita gente corajosa. A parte paradoxal dessa história é que, segundo alguns levantamentos, não obstante o crescimento observado nos últimos anos, o número de brasileiros que declaram desejar montar as suas próprias empresas vem declinando na medida em que os empregos formais ganham força.</p>
<p>A conclusão aqui é a de que não atingiremos os patamares desejados de competitividade, diversidade industrial e tecnológica sem um forte e estruturado espírito <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> capaz de ser colocado em prática, em ação.</p>
<p>Esse mesmo espírito deve ser potencializado por incentivos e um cenário minimamente fértil para o seu fortalecimento – ou, quem sabe, menos hostil. Mais do que tudo isso, o empreendedorismo saudável deve ser cada vez mais uma opção e menos uma simples solução.</p>
<p>Você já tentou abrir uma empresa por aqui? É atualmente um empresário? Pretende ser? Como enxerga essa situação? Vamos discutir o tema com mais cuidado? Use o espaço de comentários abaixo. Obrigado e até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/04/dinheirama-entrevista-paulo-schiavon-diretor-do-vivareal/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/04/dinheirama-entrevista-paulo-schiavon-diretor-do-vivareal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 01:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Paulo Schiavon, Diretor de Marketing do portal VivaReal, que fala sobre empreendedorismo, investimentos no Brasil e compra e venda de imóveis pela Internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_paulo_schiavon_diretor_vivareal.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos leitores enviam comentários relacionados ao fato de o Brasil chamar tanta atenção. Questões que envolvem a solidez de nossa economia, os eventos esportivos que se avizinham (Copa e Olimpíadas), a realidade do mercado sob a ótica do investidor e as histórias de empresas de sucesso são frequentes. É fato que o Brasil tem hoje negócios muito interessantes, inclusive capazes de fazer sucesso fora daqui.</p>
<p>É este o caso do <strong><a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a></strong>, um portal imobiliário voltado para anúncios de venda e locação de imóveis em toda a América Latina e mercado hispânico norte-americano. O VivaReal brasileiro compõe a rede internacional de portais imobiliários que iniciaram suas operações, em 2007, nos Estados Unidos. O site tem mais de 500 mil imóveis em suas ofertas e mais de dois milhões de visitas por mês.</p>
<p>Conversamos com <strong>Paulo Schiavon</strong>, Diretor de Marketing do VivaReal, portal imobiliário com ofertas em mais de 20 países nas Américas e Caribe, palestrante e professor de Marketing Digital. É Bacharel em Tecnologia e Mídias Digitais, com especialização em Arte e Tecnologia pela PUC-SP, pós-graduado em Gestão Empresarial e Inovação pela ESPM, com extensões nas áreas de Gestão de Projetos e Gestão do Conhecimento.</p>
<p><span id="more-7577"></span>Paulo &#8211; <a title="Siga o Paulo no Twitter" href="http://twitter.com/pauloschiavon" target="_blank">@pauloschiavon</a> &#8211; atua nas áreas de Comunicação e Marketing Digital desde 1998 e há cinco anos colabora com empresas no segmento imobiliário. Já atuou em empresas como Tecnisa, Gafisa, SOCOG (Comitê Olímpico organizador das Olimpíadas de Sydney/Austrália), Loducca Publicidade, entre outras.</p>
<p>Veja como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Nos últimos anos, o mercado brasileiro de imóveis se desenvolveu bastante, apoiado no crescimento da renda do brasileiro e na facilidade do acesso ao crédito. A perspectiva de crescimento do país continua positiva no curto e médio prazo e a redução dos juros para consumidor parece garantir a procura por imóveis. Como o VivaReal encara esse momento do Brasil e qual a perspectiva de crescimento do portal para os próximos anos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Schiavon:</strong> O momento pelo qual o Brasil passa em sua economia, e por consequência no mercado imobiliário, é muito positivo e talvez único por algumas décadas. Entramos em um ciclo vigoroso, com um mercado interno crescente e forte, baixo desemprego, baixo juros, além de hospedarmos nos próximos anos os dois maiores eventos esportivos mundiais.</p>
<p>Todos esses fatores criam oportunidades indiscutíveis em diversas áreas de negócios e o <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> busca expandir sua posição e se consolidar como maior e melhor portal imobiliário em um segmento ainda em desenvolvimento. O país já possui exemplos regionais de projetos que prosperaram, mas o VivaReal quer prosperar em todo o Brasil, respeitando suas complexidades e diferenças regionais através de um posicionamento ousado e inovador.</p>
<p>Estamos trilhando um caminho que nunca foi trilhado, por isso o crescimento deve ser intenso em todos os aspectos, sejam eles financeiros, em audiência ou em volume de negócios. Consideramos um crescimento contínuo na casa dos dois ou três dígitos nos próximos anos, mas é difícil precisar ainda.</p>
<p><strong>Falando ainda sobre o crescimento do país, alguns dados interessantes foram recentemente divulgados. Por exemplo, fica clara a migração internacional, em que profissionais começam a enxergar no Brasil um país de oportunidades para desenvolvimento de carreira. No primeiro trimestre de 2012, o VivaReal brasileiro recebeu acessos de 174 países, segundo você nos contou. Esse dado mostra que o Brasil efetivamente entrou no mapa mundial de oportunidades como um destino interessante?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sem dúvidas. O Brasil é a &#8220;bola da vez&#8221; e é comum ouvir dos principais executivos de grandes empresas que não há melhor lugar no mundo para se estar e fazer negócios nessa década. A busca por imóveis e oportunidades de trabalho por pessoas de todo o mundo vêm se intensificando, especialmente nos últimos dois ou três anos &#8211; e esse movimento trará grandes ganhos para a economia local.</p>
<p>O mercado imobiliário, por sua representatividade e importância, acaba sendo um dos setores mais beneficiados por essa nova dinâmica de negócios. Os ganhos acontecem rapidamente em toda a cadeia que depende dessa indústria, como serviços especializados, móveis, insumos e outros tipos de fornecedores posicionados acima ou abaixo na cadeia da construção civil.</p>
<p><strong>Vivemos na era da informação e da tecnologia. Dados recentes mostram o expressivo crescimento dos aparelhos celulares, uma boa parte deles os smartphones. O VivaReal acaba de lançar uma versão móvel do site, seguindo essa tendência. Nós também queremos aperfeiçoar nossas ferramentas mobile, então seria muito legal contar com seus comentários a esse respeito.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> O <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> vai sempre estar onde o consumidor estiver nos meios digitais, unindo anunciantes a clientes de maneira direta, não importa a tela. A versão móvel de nosso site é o primeiro passo por ser a plataforma mais versátil, colocando cerca de 400 mil ofertas de imóveis na mão de aproximadamente 30 milhões de usuários de internet móvel no país.</p>
<p>O site reconhece a localização do usuário, preenchendo automaticamente certos campos de busca, oferece as fichas completas dos imóveis, opções de contato direto com os anunciantes, permite o compartilhamento dos imóveis via redes sociais, além de filtros para segmentação de resultados, entre outros recursos.</p>
<p>Certamente é a melhor e mais completa experiência de busca por imóveis em smartphones disponível no Brasil atualmente. Para acessá-lo, basta digitar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">vivareal.com.br</a> diretamente no navegador Internet do seu smartphone. E parabéns por levarem a educação financeira de forma tão responsável a milhões de brasileiros, isso é fundamental para que bons negócios sejam realizados.</p>
<p><strong>Acreditamos que não se pode desprezar o poder das redes sociais nesse “admirável mundo novo”. A interação entre usuário e empresa tem papel importante na estratégia de vocês? Nossos leitores, empreendedores ou não, devem prestar atenção nisso?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, sem dúvida! O VivaReal já tem presença oficial em 14 redes sociais, pelo qual nossos usuários podem se relacionar com a marca. No nosso caso, que pode servir de exemplo, nossos serviços permitem o compartilhamento de imóveis pelas três principais redes da atualidade: Facebook, Twitter e Google+.</p>
<p>Com isso, já temos a presença mais completa do setor, porém estamos ampliando significativamente o aspecto &#8216;social&#8217; de nossos produtos e serviços para anunciantes e usuários nos próximos meses. Devemos lançar novos serviços exclusivos integrados com as redes sociais, recursos inéditos no Brasil que ainda não podemos divulgar.</p>
<p><strong>Recentemente, o VivaReal recebeu investimentos dos fundos Monashees e Kaszek. A partir desse novo degrau alcançado, é correto afirmar que a empresa aumentará seu quadro de colaboradores e continuará investindo pesado em criar mecanismos inovadores de busca de imóveis?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, vamos ser o maior e melhor portal imobiliário do Brasil. Para uma empresa de publicidade e serviços como a nossa, pessoas e tecnologia são as bases desse objetivo. Acreditamos que serviços prestados com qualidade e uma equipe realmente apaixonada podem fazer a diferença. E, claro, chamar atenção, despertando interesse de investidores e parceiros.</p>
<p>Queremos transformar a busca por imóveis no país, oferecendo o portal mais completo e simples do mercado, com ferramentas poderosas e muito conteúdo onde o usuário estiver, seja na tela do computador no trabalho, na comodidade de sua casa com um tablet no fim do dia ou em um smartphone durante o trânsito.</p>
<p><strong>Agradecemos a oportunidade de conversar. Peço que deixe uma mensagem para os leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> É sempre um prazer participar de uma conversa agradável com profissionais e leitores inteligentes e experientes como os do Dinheirama. Parabéns por insistirem tanto na educação financeira dos brasileiros. Aproveito para convidar os leitores a experimentarem nossos serviços. Basta acessar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">www.vivareal.com.br</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/capital-capital-de-giro-capital-de-giro-liquido-e-outros-temas-capitais/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como deve ser feita a gestão e controle do capital de giro, ativos e passivos de uma empresa bem administrada? A gestão é a chave para o sucesso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_capital_de_giro_outros_temas.jpg" alt="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" align="left" hspace="2" vspace="2" />O gestor é o guardião do capital a ele confiado pelos acionistas e é imprescindível que cuide deste com carinho e diligência. Para cuidar, é preciso conhecê-lo e é isso que vou abordar nesse artigo em relação ao capital de giro.</p>
<p>O capital, nome genérico atribuído aos recursos financeiros investidos numa empresa, pode vir dos acionistas e dos credores (Origem &#8211; lado esquerdo do balanço). Ele é então investido (Aplicação &#8211; lado direito do balanço) nos ativos em contas classificadas segundo sua liquidez, isto é, contas mais líquidas, como caixa, são colocadas em primeiro lugar e contas menos líquidas, como imóveis e equipamentos numa indústria, por exemplo, por último.</p>
<p>Assim, o valor total investido numa empresa é representado por todo o ativo que, por ser de natureza distinta, é classificado em ativo circulante e não circulante. Como já ressaltamos, a regra geral nos negócios é minimizar o investimento (capital), buscando, com isso, aumentar o retorno (para o mesmo lucro, quanto menor o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, maior vai ser o retorno).</p>
<p><span id="more-7546"></span>Os lucros da operação da empresa devem vir, preferencialmente, da eficiência e eficácia no uso dos ativos não circulantes (máquinas, equipamentos, softwares e marca, por exemplo) e, portanto, dado que o capital é escasso, quanto menor o capital investido no ativo circulante, maior é a parcela disponível para investimento no capital permanente.</p>
<p><strong>Capital de Giro ou &#8220;de Trabalho&#8221;, como diriam os gringos</strong><br />
Os ativos circulantes dizem respeito àqueles ativos mais líquidos e que no curso normal das operações de uma empresa vão se transformar em caixa num período de até um ano. É por isso que esses ativos compõem aquilo que se denominou capital de giro, pois eles giram ao longo de um ano, sustentando a necessidade de liquidez (caixa) da empresa.</p>
<p>Numa empresa comercial, por exemplo, o caixa se transforma em estoque pela compra, que por sua vez se transforma num contas a receber pela venda, para finalmente se transformar em caixa novamente, completando o ciclo. Capital de giro, portanto, é o ativo circulante que dá liquidez às operações do dia a dia da empresa.</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO = ATIVO CIRCULANTE (CAIXA, CONTAS A RECEBER, ESTOQUES).</strong></p>
<p><strong>Capital de Giro Líquido (CGL)</strong><br />
Todos os ativos de uma empresa são financiados por recursos (fontes) representados no passivo. Os recursos do acionista no patrimônio líquido, e os recursos de terceiros de curto e de longo prazo representados no exigível a curto e no exigível a longo prazo. Aos recursos que se originam de terceiros e são exigíveis (têm que ser pagos até uma determinada data) em até um ano, convencionou-se chamar de passivo circulante.</p>
<p>Deste modo, dá-se o nome de capital de giro líquido à diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante, e este representa em que medida o passivo circulante financia o capital de giro (ativo circulante).</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO = ATIVO CIRCULANTE (-) PASSIVO CIRCULANTE</strong></p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro</strong><br />
O objetivo da administração financeira de curto prazo é gerir cada um dos itens do ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber, estoques etc.) e do passivo circulante (fornecedores, salários e impostos a pagar, empréstimos etc.) a fim de alcançar um equilíbrio, entre rentabilidade e risco, que contribua positivamente para aumentar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dmFsb3IrZW1wcmVzYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">valor da empresa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Um investimento alto demais em ativos circulantes reduz a lucratividade (mais investimento em ativos líquidos e, portanto, menos rentáveis), enquanto um investimento baixo demais em ativos circulantes aumenta o risco de a empresa não poder honrar suas obrigações nos prazos pactuados (perder crédito e até se tornar inadimplente). Ambas as situações conduzem à redução do valor da empresa, que é exatamente o oposto da missão dos gestores.</p>
<p><strong>Capital de Giro Positivo e Capital de Giro Negativo</strong><br />
Quando o valor do ativo circulante supera o do passivo circulante, significa que a empresa possui um capital de giro positivo. Essa situação (ativo circulante maior que o passivo circulante) é mais comum, por conta de dois motivos:</p>
<ul>
<li>O primeiro, denominado descasamento, diz respeito à impossibilidade de conciliar as datas de pagamento com as de recebimento;</li>
<li>O segundo refere-se à incerteza associada ao recebimento dos recursos de clientes nas datas acordadas e à necessidade de a empresa honrar seus pagamentos nas datas compromissadas, sob pena de sofrer os efeitos de perda de reputação, pagamento de multa e juros cada vez mais altos e, por fim, perda do crédito e inadimplência.</li>
</ul>
<p>Assim, um ativo circulante maior que o passivo circulante dá fôlego para o gestor lidar com o descasamento e as incertezas das entradas de caixa. Nessa situação, ativo circulante maior que o passivo circulante, o capital de giro líquido representa a parcela dos ativos circulantes da empresa financiada com recursos de longo prazo (soma do exigível a longo prazo com patrimônio líquido), os quais excedem as necessidades de financiamento dos ativos permanentes. Veja a figura abaixo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_figura_capital_de_giro.gif" alt="Detalhes sobre Capital de Giro" /></p>
<p>Quando o valor do ativo circulante é menor que o do passivo circulante, significa que a empresa possui capital de giro líquido negativo. Nessa situação, menos usual, o capital de giro líquido é a parcela dos ativos permanentes da empresa que está sendo financiada com passivos circulantes, ou seja, com capitais de curto prazo, o que denota um quadro de risco, pois dívidas de curto prazo vencem antes que os ativos não circulantes comecem a gerar caixa.</p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro no Brasil</strong><br />
No Brasil, provavelmente em função de nossa memória inflacionária e da elevada taxa de juros real, a gestão de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FwaXRhbCtkZStnaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">capital de giro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> torna-se ainda mais relevante. Primeiro, nós, gestores, temos que entender o capital de giro como um mal necessário (precisamos ter estoques para amortecer desvios da demanda e falhas na cadeia de suprimentos, além de precisarmos conceder crédito e vender a prazo se quisermos vender mais e batermos nosso concorrente).</p>
<p>Isto posto, a meta é otimizar o capital de giro, buscando eficiência na gestão de estoques e de contas a receber de um lado, e passivos circulantes que nos financiem, de preferência sem custo do outro. Como já mencionei, nossa taxa de juros exorbitante faz com que os fornecedores de matéria-prima e serviços incluam encargos financeiros, hoje em dia de até 2% ao mês quando optamos por compras a curto prazo (30/60 dias), coisa que no exterior dificilmente ocorre. Assim, apenas as contas de salários em geral e de impostos e encargos a pagar podem ser ditos como de custo zero no financiamento do capital de giro.</p>
<p>Como otimizar contas circulantes (caixa, estoques, contas a receber, contas a pagar etc.) é o “X” da questão, e que pretendo explorar em futuros artigos. Até lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/23/dinheirama-entrevista-brian-chesky-ceo-e-co-fundador-da-airbnb/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb, fala sobre como aproveitar o que você já tem (espaço) para ganhar mais dinheiro e maximizar seus ganhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_entrevista_brian_chesky_ceo_airbnb.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" align="left" hspace="2" vspace="2" />A visão de nossa equipe sempre foi a de equilibrar as posses com as possibilidades de realizar sonhos sem a necessidade de acumular coisas demais. As despesas de manter uma casa de campo ou apartamento na praia compensam as poucas vezes que você vai até lá? Por que não procurar por uma boa acomodação (não necessariamente um hotel) e negociar diretamente a estadia com o seu proprietário?</p>
<p>Com a Internet, compartilhar bens também é possível. Sobre isso conversamos com <strong>Brian Chesky</strong>, CEO e co-fundador da <strong><a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a></strong>, uma das mais badaladas <em>startups</em> do momento. Brian é bacharel em Belas Artes e Desenho Industrial pela Rhode Island School of Design e, antes da Airbnb, gerenciou uma loja de design industrial em Los Angeles. Brian dirige a visão, estratégia e crescimento da empresa.</p>
<p>Para compreender completamente o impacto e experiência da Airbnb, Brian se livrou do seu apartamento e está morando nas casas dos membros da comunidade Airbnb desde junho de 2010. Fundada em agosto de 2008 e com sede em São Francisco, na Califórnia, a Airbnb é um mercado comunitário, de confiança, para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações exclusivas em todo mundo – online ou de um telefone celular.</p>
<p><span id="more-7532"></span>Veja como foi nossa conversa:</p>
<p><strong>Nos últimos anos EUA e Europa bem como boa parte dos países mais ricos atravessaram uma grave crise financeira. Ao mesmo tempo, muitas grandes empresas de tecnologia tiveram ótimos resultados e crescimento no mundo todo. A <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu em pouco espaço de tempo se destacar em um mercado agressivo e em constante transformação. Ao que se deve o crescimento e sucesso da empresa?</strong></p>
<p><strong>Brian Chesky:</strong> Nós acreditamos que, durante uma crise financeira, muitas pessoas devem procurar por novas formas de gerar receita &#8211; e a Airbnb é a solução perfeita para criar novas fontes de renda ao usar algo que você já tem: espaço. O crescimento e o sucesso da empresa são simplesmente um subproduto do poder da ideia por trás da Airbnb. Nós somos bem-sucedidos como uma empresa porque ajudamos as pessoas a alcançarem o sucesso em suas próprias vidas.</p>
<p><strong>O brasileiro sempre foi muito receptivo as empresas que oferecem seus produtos e serviços na Internet, mesmo ainda tendo por aqui muitos problemas com acessibilidade. Nos últimos anos muitas startups desembarcaram no país. O que a Airbnb espera encontrar no país é possível afirmar que o mercado brasileiro pode ser estratégico para a empresa?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós acreditamos que o Brasil será um dos maiores mercados da <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> no mundo todo. O país está se expandindo muito, assim como a Airbnb. Ao crescer, mais e mais brasileiros serão receptivos a novas ideias, novas formas de pensar e, com grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas no horizonte, temos expectativa de um intenso crescimento aqui. Nós já somos o maior marketplace de acomodações no Brasil e esperamos crescer ainda mais.</p>
<p><strong>O Presidente Obama há pouco tempo atrás utilizou o serviço da Airbnb para reservar uma casa no Havaí para passar o Natal com a família. Esse cliente ilustre mostra as possibilidades e a diversidade de público da empresa, isto é desde um jovem que procura um local para ficar durante a faculdade até o presidente da maior potencia do mundo?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, sem dúvidas. Algumas pessoas presumem que a Airbnb é mais popular entre jovens viajantes, mas nossos índices demográficos estão muito além desse quadro. Na verdade, mulheres com idade entre 35-44 anos constituem nosso principal público consumidor. A verdade é que com a Airbnb você tem uma grande variedade de opções. Se você deseja reservar um quarto vago no apartamento de alguém da cidade por algumas noites, você pode fazê-lo. Se você deseja reservar um castelo na Inglaterra por dois meses, você também consegue. As possibilidades na Airbnb são infinitas!</p>
<p><strong>Você destacou em sua recente visita ao Brasil a importância de ter uma equipe sempre motivada. É possível afirmar que o ambiente de trabalho atualmente é um dos segredos de sucesso das Startups? Como encontrar os talentos necessários para esse desafio?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Acreditamos que nossa cultura é absolutamente vital para o desenvolvimento de nossa empresa. Nossos colaboradores são a chave de tudo o que torna a Airbnb excelente, até porque contratamos pessoas intensamente apaixonadas e que sempre pensam “grande” e globalmente em tudo o que fazem.</p>
<p><strong>Sempre que abordamos o assunto empreendedorismo pensamos que o grande diferencial é uma ótima ideia. Na prática já observamos muitas ótimas ideias afundarem porque os lideres da empresa não se organizaram e encararam o trabalho com profissionalismo. Como a <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu transformar uma ótima ideia em uma empresa de sucesso?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós ouvimos atentamente à nossa comunidade. Paul Graham, um de nossos mentores, contou a Nate, Joe e eu que é bem melhor ter 100 pessoas que realmente te amam e admiram do que 10.000 pessoas que gostam mais ou menos de você. Nós trabalhamos duro, desde o início, para conseguir essas 100 pessoas. Fomos para Nova York, as visitamos e permanecemos com elas. Nós fomos encontrar e conhecer cada um de nossos anfitriões pessoalmente e eles nos guiaram para tornar a Airbnb ainda melhor.</p>
<p><strong>O Brasil terá em breve dois grandes eventos mundiais a Copa do mundo de futebol e as Olimpíadas. Os eventos trarão muitos turistas que poderão utilizar os serviços da Airbnb. Existe uma expectativa ou projeto por parte da Airbnb para aproveitar esse momento especial no Brasil?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, achamos que a Copa do Mundo e as Olimpíadas serão oportunidades incríveis para nós no Brasil. Já se sabe que muitas cidades anfitriãs da Copa do Mundo simplesmente não têm quartos de hotéis suficientes para atender a demanda dos viajantes que chegarão para isso. O mesmo ocorre com o Rio de Janeiro e as Olimpídas. Sabemos que isso é um grande problema para o Brasil e percebemos que a Airbnb é extremamente estratégica e bem posicionada para ajudar nisso.</p>
<p>A Airbnb estará presente não só para oferecer acomodações para milhões de visitantes que virão para o Brasil, mas também para disponibilizar acomodações que mostrarão aos visitantes o Brasil de forma autêntica e original. Além disso, os brasileiros poderão participar diretamente no grande fluxo de capital de turismo que irá entrar no país ao alugar seus espaços para visitantes através da Airbnb.</p>
<p><strong>Brian, muito obrigado pela entrevista. Deixe uma mensagem final para os nossos leitores que estão curiosos para saber um pouco mais sobre a Airbnb.</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo pelo trabalho. Aproveito e convido seus leitores a conferir de perto a Airbnb. Experimente, cadastre seu espaço ou simplesmente saia para viajar. Mais em <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">www.airbnb.com.br</a>. Abraços.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/11/empreendedorismo-digital-brasil-a-arroba-da-vez/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 12:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somos a "arroba" da vez em empreendedorismo digital. São cada vez mais bem-sucedidos os projetos de tecnologia criados e executados no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_empreendedorismo_digital_brasil_arroba_da_vez.jpg" alt="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Tenho lido diversas matérias em publicações internacionais sobre o Brasil. Edições especializadas ou não em tecnologia, a voz geral diz que chegou a nossa vez. O Brasil deixou de ser apenas referência em Carnaval, o país da Amazônia, do futebol, das empresas internacionais, como Petrobrás, Embraer e Vale, que muito nos orgulham, para ser referência em tecnologia e mercado digital.</p>
<p>O Brasil já ocupa o sétimo maior mercado de TI no mundo. Os bancos brasileiros são os mais inovadores nessa área, nossas eleições são informatizadas (com o resultado saindo quase que instantaneamente), temos produtos, empresas e profissionais de destaque em todo o ecossistema da tecnologia mundial.</p>
<p>Exatamente por isso, em muito em breve o Brasil será um dos três centros globais de tecnologia para pesquisa e desenvolvimento no mundo, disputando essa posição com a India e China, perdendo apenas para os EUA e o Japão.</p>
<p><span id="more-7474"></span>Por outro lado e apesar de todo esse &#8220;boom brazuca&#8221;, infelizmente ainda temos vários problemas: legislação tributária ultrapassada, leis trabalhistas impeditivas e pouco ou quase nenhum apoio governamental (Federal, Estadual e Municipal).</p>
<p>Para completar os desafios, li uma nota em que o Ministério do Trabalho informava que não estamos formando engenheiros e e bacharéis em ciências da computação com rapidez suficiente para atender este crescimento e demanda. Precisamos de gente qualificada e com boa formação.</p>
<p>Os empreendedores, no entanto, estáo fazendo cada vez melhor a sua parte e têm colaborado bastante com iniciativas independentes e projetos tão bons quanto os similares nos grandes centros no mundo. Isso também tem atraido cada vez mais a atenção de investidores para o Brasil.</p>
<p>Vamos em frente! Somos a bola da vez! Arr@ba Brasil&#8230; ops&#8230; Arriba Brasil!</p>
<p>Até a próxima &#8211; <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/JoaoKepler" target="_blank">@JoaoKepler</a>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/21/nova-economia-os-empreendedores-e-os-recursos-intangiveis/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 14:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empreendedores e startups criam negócios a partir de ideias e recursos intangíveis. A tendência molda nova economia mundial, com pequenas e médias representando grande parte do PIB.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_nova_economia_empreendedores_recursos_intangiveis.jpg" alt="Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma economia feita por otimistas, persistentes e sonhadores, é assim que estamos percebendo este momento positivo na economia mundial. Os empreendedores em suas <em>startups</em> e seus negócios inovadores acreditam que podem, acima de tudo e contra todas as probabilidades, construir algo melhor, desenvolver do nada e contribuir com mudanças para um mundo melhor.</p>
<p>No Brasil, vivemos o boom do empreendedorismo: parte significativa do mercado está, finalmente, dando o devido valor a esses que, contra tudo e todos os obstáculos, fazem acontecer. Com isso, o empreendedorismo deixa de ser apenas um meio ou alternativa de sobrevivência para assumir uma posição de importância no cenário nacional. Negócios são criados todos os dias, cada vez mais preparados, trazendo ao mercado serviços e produtos que tem um encaixe, que ofereçam soluções de problemas, brechas e oportunidades não exploradas.</p>
<p>Mesmo sem ter uma educação voltada especificamente para isso, onde se prepara também o aluno para o mercado de trabalho e para a vida empresarial, já temos menos morte empresarial antes dos dois anos de empresa. Segundo o Banco Mundial, somos 6,2 milhões de negócios empreendedores instalados e já estamos em <a title="Leia mais" href="http://www.fnq.org.br/site/ItemID=1709/369/default.aspx" target="_blank">terceiro lugar no ranking de empreendedorismo</a> no mundo.</p>
<p><span id="more-7409"></span>Mas, afinal, como eles conseguem sobressair no Brasil? Um país com leis antigas e uma complexa, lenta e burocrática máquina pública. Simples, operando à margem e no sentido de não precisar dele, com recursos próprios, da família, ou de um investimento semente, operando com ênfase no <strong>capital intangível</strong>.</p>
<p>Estes pequenos grandes negócios são tocados pelos sócios que fazem o capital intelectual e usam tecnologia de ponta, utilizam ferramentas gratuitas, serviços nas núvens pagando apenas pelo que usam, fazem uso do Marketing Digital para divulgar seus negócios e trabalham com maior eficiência com operações simplificadas e reduções de custos. O que existe de <strong>capital tangível</strong> é muito pouco que possa ser contabilizado e que seja essencial. O que significa dizer que, hoje em dia, é preciso de menos recursos para iniciar, construir e manter um negócio.</p>
<p>Até bem pouco tempo, no passado recente, uma empresa pra ter sucesso e conquistar mercado tinha que ter, além de um bom produto, altos investimentos em marketing tradicional, capital de giro, estrutura física, estoque, equipamentos, imóveis, entre vários outros componentes para formação do capital. Hoje, em empresas como Google, Microsoft e FaceBook, seus maiores e valorados ativos são software e gente qualificada. Ou seja, a maior parte são, efetivamente, recursos Intangíveis.</p>
<p>Individualmente, as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) são apenas gotas no balde da econômica mundial &#8211; mas, no conjunto, fazem um grande volume, pois já são responsáveis por quase 65% do PIB global, segundo pesquisa da Forester Research.</p>
<p>As grandes indústrias e empresas já perceberam o valor da cadeia produtiva e da redução de custos na parceria com MPEs, já que da sinergia com elas derivam benefícios mútuos. As PMEs são hábeis em descobrir como ganhar vantagem, sempre que possível através de associações comerciais, por exemplo. Para uma pequena empresa, uma parceria com uma empresa maior, cuja marca, canal e força de vendas ou distribuição podem ser aproveitado é a grande oportunidade de que precisam.</p>
<p>Bem, não podemos somente comemorar o momento desta nova economia; essa situação tem que ser percebida como um todo. Não é fácil realmente valorizar uma coisa <strong>abstrata</strong>, que não é <strong>tangível</strong>, e ainda existem empresários que não entenderam a chamada Revolução Digital e tem dificuldade em valorizar um negócio com estas características.</p>
<p>Você já deve ter ouvido algo tipo &#8220;Se não tem mesa, cadeira, maquina, estoque, produto acabado e estrutura, não tem valor!&#8221;. Essa afirmação, infelizmente ainda encontramos no mercado, principalmente entre aqueles que aprenderam a fazer negócio na maneira antiga, desde o escambo.</p>
<p>Pense Nisso! <strong><a title="Siga o João no Twitter" href="http://twitter.com/joaokepler" target="_blank">@JoaoKepler</a></strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Banco sem agências, virtuais e através de redes sociais: realidade ou ficção?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Os bancos do futuro serão sem agências, completamente virtuais e com transações via celular e através das redes sociais? Veja o que já existe neste sentido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Banco sem agências e via redes sociais, realidade ou ficção?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_bancos_sem_agencias_via_redes_sociais_realidade_ficcao.jpg" alt="Banco sem agências e via redes sociais, realidade ou ficção?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Não, não estou falando do Banco Imobiliário, que ganha uma edição que agrega tecnologia ao tradicional tabuleiro do jogo. Estou falando de <strong>bancos reais que estão se transformando em bancos virtuais</strong>. Para começar, é importante reconhecer que os serviços bancários atravessaram o século antenados com a Revolução da Informação, sempre com o conceito de que <em>&#8220;se você não vai ao banco, ele vem até você&#8221;</em>.</p>
<p>Como sempre, os bancos saem na frente, antecipando o lançamento de tecnologias que depois, com o tempo, passam a fazer parte do nosso dia a dia. O pioneirismo bancário em tecnologia de ponta não é mera coincidência. A questão agora são as redes sociais, que fazem parte da Revolução Digital e que mudaram a forma de relacionamento entre pessoas, marcas, negócios e instituições.</p>
<p>Os bancos até agora estão limitando suas atuações em mídia social para marketing e atendimento a clientes pelo <em>Twitter</em> e <em>Facebook</em>. Mas as instituições financeiras e fornecedores de produtos financeiros estão cientes de que podem obter dados sociais de seus clientes potenciais para decisões de crédito e para determinar os aspectos do seu relacionamento, incluindo as taxas e preços dos produtos.</p>
<p><span id="more-7246"></span>Todos os bancos sabem que estas informações e esta nova forma de relacionamento podem ser fundamentais para a manutenção da base de clientes. A questão central será o approach, o timing e a regulamentação disso!</p>
<p>Pois bem, <strong>Brett King</strong>, autor do livro <em>&#8220;Banco 2.0&#8243;</em> é fundador do primeiro banco virtual do mundo, o <strong><a title="Conheça o MovenBank" href="http://movenbank.com/" target="_blank">MovenBank Corp Ltd</a></strong>. Trata-se do banco do futuro, sem agências. Ele não &#8220;abriu as suas portas&#8221; ainda, mas já foi lançado em 2011, pretendendo ser um <a title="Leia mais sobre o MovenBank" href="http://migre.me/7UqcW" target="_blank">banco móvel para a era do <em>smartphone</em></a>. É um modelo de banco que utiliza as tecnologias social, móvel e de gamificação.</p>
<p>O banco vai operar, além dos elementos e princípios básicos bancários, na capacidade do cliente em agir como um referencial, seja pela sua influência ou por sua relevância no universo virtual. Este formato pode apoiar a decisão de crédito e conduzir a aquisição de outros produtos, além de ampliar o relacionamento com aspectos de recomendações e conexões.</p>
<p>O MovenBank planeja usar informações do <em>Twitter</em>, <em>Facebook</em> e outras redes sociais não apenas para abertura de conta, mas para todo o relacionamento. Ele desenvolveu um produto de pontuação chamado CRED, que é uma combinação de elementos de pontuação tradicionais e meios de comunicação social de um consumidor.</p>
<p>Usar as redes sociais para decisões de crédito já é uma realidade em sistemas de analise de risco na web. Empresas como <a title="Conheça a Weemba" href="http://migre.me/7UqhP" target="_blank">Weemba Inc</a>. e <a title="Conheça a SoMoLend" href="http://migre.me/7Uqjo" target="_blank">SoMoLend LLC</a> atuam neste segmento. O primeiro banco no mundo a NÃO ter agência física e que NÃO vai emitir um cartão de plástico (débito/crédito/ATM) quer ir além e aposta na <a title="Entenda como funciona a tecnologia NFC" href="http://migre.me/7Uqmg" target="_blank">tecnologia NFC</a> (<em>Near-Field Communication</em>) dos telefones modernos para fazê-los funcionar como um dispositivo de pagamento. Assim, eles alegam que as taxas bancárias serão infinitamente menores.</p>
<p>Se a novidade vai pegar e se o Movenbank é mesmo o futuro, eu ainda não sei, até porque muitas dúvidas ainda precisam ser respondidas. Por exemplo, como sacar o dinheiro? Isso será feito em lojas que aceitem NFC? Uma coisa é certa: as pessoas estão cada vez mais conectadas e, por conta disso, estão indo cada vez menos às agências bancárias, onde os serviços estão piorando.</p>
<p>Como aproveitar as redes sociais para envolver dinheiro, clientes e bancos? As mudanças já começaram. Pense Nisso! Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/08/as-ilusoes-corporativas-e-os-perigos-da-zona-de-conforto/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Crenças antigas, ilusões corporativas, acomodação na zona de conforto e decisões baseadas no lugar comum e a falta de bom senso prejudicam o importante aprendizado profissional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_ilusoes_corporativas_perigos_da_zona_de_conforto.jpg" alt="As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, depois de uma certa vivência, e após ter assistido (e sofrido as consequências na própria pele) ao conjunto de crises e turbulências econômicas que o sistema capitalista gerou nos últimos quinze anos, a conclusão que fica é a de que, se há algum benefício nos grandes vendavais – e penso que apenas aqueles bem fortes possuem essa prerrogativa –, é justamente o de produzir a disposição para questionamentos até então fora do esquadro.</p>
<p><strong>A comodidade da vida na zona de conforto</strong><br />
Quando tudo vai bem, ou quando as crises são resolvidas sem grandes complicações estruturais, a sensação dominante da capacidade natural dos agentes em superar eventuais turbulências sempre prevalece. Ao final, para os menos críticos (ou mais crédulos) funciona como a comprovação da perfeição do sistema, que se autocorrige e é capaz de conceber a próprias soluções.</p>
<p>Fica a impressão de que qualquer proposição de reformas mais robustas e abordagens que ameacem a muralha que protege o castelo do senso comum soam como precipitação ou esquisitice. Com isso, e nessa cadência de causa e efeito, constroem-se as novas torres desse castelo tão protegido. Em sua defesa, no lugar de arqueiros, os eternos lugares comuns.</p>
<p><span id="more-7231"></span><strong>A realidade ou o que querem que acreditemos?</strong><br />
Ao invés de fossos com crocodilos famintos, modismos e mais modismos. Para aqueles que optaram por viver dentro da fortificação, as leis são rigorosas. Críticas ao modelo? Nem pensar. Rever conceitos amplamente estabelecidos? Nem de brincadeira. Pensar por conta própria e à revelia dos gurus do “bobajal”? Jamais! E, assim, a vida segue, aparentemente tranquila, com uma acefalia aqui, outra ali.</p>
<p>No meio do caminho, algumas “torres” são mais bem defendidas do que outras. São torres conceituais, cujo núcleo jamais pode ser questionado. Mas, com o tempo e os acontecimentos, tais torres não resistem aos fatos e as temidas novas abordagens começam a atravessar a muralha.</p>
<p><strong>O exemplo da empresa de capital aberto, “sem dono”</strong><br />
Uma dessas abordagens, da qual compartilho e sobre a qual começo a escutar vozes convergentes a defendê-la, trata do descompromisso que o sistema profissional de gestão pode incutir em uma companhia aberta. Ofereço o reconhecimento de que, independentemente disso, algumas culturas organizacionais de fato conseguem oferecer a blindagem a esse tipo de risco.</p>
<p>Mas o problema, como sabemos, é que uma fileira de dominós não consegue resistir integralmente de pé quando um deles leva um tombo. Alguns permanecem firmes, mas muitos vão ao chão sem nenhuma resistência. O que dizer da crença comum de que uma empresa imune à fiscalização rigorosa de um “dono”, mas sujeita a gestão de um profissional com mandato seja menos suscetível aos desvios de conduta?</p>
<p>Reconheço que, na maioria dos casos onde as fraudes ocorreram, uma ou duas ovelhas da pá virada, destoando da maioria dos seus colegas, fizeram todo o serviço. Mas, observe que assim como na analogia com o dominó, bastaram um ou dois elementos para que a fileira descambasse em um redemoinho de acusações, investigações criminais e desespero jurídico. E as ações? Bem, como sempre elas desabaram em conjunto com a reputação de auditorias e agências de rating.</p>
<p><strong>E o caso do profissional que pula de empresa em empresa?</strong><br />
Outro “lugar comum” corporativo, pouco relacionado às regras de governança, mas com impacto direto na alta-média e média gestão, tanto em empresas de capital aberto quanto naquelas que permanecem fechadas, trata da instabilidade profissional como conceito de posicionamento e afirmação de “competência” ou “agressividade”.</p>
<p>Escutei certa vez de um headhunter sobre sua relutância em indicar candidatos que tenham trabalhado na mesma companhia por mais de três anos. Para ele, isso era sinal inequívoco de acomodação, incompatibilidade aos novos tempos e afirmação de um perfil retrógrado.</p>
<p>À parte a total inexistência de qualquer métrica, de qualquer fundo metodológico ou científico no sentido da exploração psicológica do tema, para este caçador de executivos faltou também o mínimo de bom senso. Para ele, pouco importava a dinâmica de carreira destes candidatos ao longo dos quatro, cinco ou dez anos de permanência em suas posições atuais ou anteriores.</p>
<p>Não importava se tinham realizado projetos do início ao fim, se foram frequentemente expostos a novos e ricos desafios e menos ainda se souberam suportar e administrar pressões por períodos longos, como reflexo de um senso de responsabilidade apurado. Não, a qualidade do período de permanência não oferecia o menor indicativo de nada. O que importava mesmo era a cega repetição dos manuais e da retórica em voga.</p>
<p>O artigo tem tom provocador, mas porque <strong>acredito que precisamos aprender a pensar e criar por conta própria</strong>. Não é fácil, afinal não há castelo bem defendido sem um exército inteligente; e, mesmo quando isso existe, sempre poderá haver um Cavalo de Tróia tripulado por uma turba de ilusionistas do senso comum tentando complicar as coisas. <strong>É preciso resistir. E insistir</strong>.</p>
<p>Até o próximo.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores são indivíduos dotados de energia e talento de sobra, o que lhes confere muitas oportunidades. Como torná-los verdadeiros cidadãos engajados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_engajamento_empreendedor_forca_que_falta_verdadeiro_sucesso.jpg" alt="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, antes de tudo peço calma e compreensão. Solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo (ou quem sabe sonífero) dessa temática. E, diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe, logo no título, uma convocação ao seu engajamento.</p>
<p>Da mesma forma, posso garantir que nesse texto você estará protegido dos ataques da ditadura do politicamente correto, com seus clichês insistentes, superficiais e suas modinhas de ocasião. Prometo não incomodá-los com esse “bobajal”. Afirmaria até que o que abordarei traz, em última análise, desoneração. Exatamente isso, desoneração empreendedora, assim como um balão que para subir necessita jogar fora parte da bagagem de seus passageiros. Mas a questão é que essa desoneração não se conquista sem um pouco de esforço.</p>
<p><strong>Qual o papel do empreendedor?</strong><br />
A dura realidade é que somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados (está no plural, pois me incluo na categoria) para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis e inquiridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores. Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.</p>
<p><span id="more-7059"></span>Não basta a carga tributária infernal – e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não poder contar com uma mão de obra qualificada, a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia.</p>
<p><strong>Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada?</strong><br />
A resposta é simples: o nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões e a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados reduziram a nossa capacidade de <strong>existir exigindo</strong>. Em troca disso, passamos a <strong>existir absorvendo</strong>, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.</p>
<p>Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam tempo pensando. Vocês precisam ganhar dinheiro para consumir e nos sustentar!”.</p>
<p>Hora de refletir:</p>
<ul>
<li>A quem interessa a nossa despolitização?</li>
<li>Quem ganha com a nossa desunião?</li>
</ul>
<p>As respostas também são simples, sabemos disso. A mesma sociedade que nos enxerga de forma tão estoica, como indivíduos repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar solucionados (ou pelo menos a caminho da solução).</p>
<p><strong>Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?</strong><br />
Que tal usarmos os nossos atributos para, ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e, na contraofensiva, efetivar reclamações e exigências? E fazer isso mantendo nossa forma de ser, com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização. Quem topa?</p>
<p>Perceba que o texto relata uma conta que não fecha. Como empreendedores, a nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.</p>
<p>Onde queremos chegar? Pensemos nisso. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, CMO da boo-box</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 09:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Marco Gomes, CMO da boo-box, fala sobre como startups podem alavancar seus negócios e fortalecer sua marca em um mercado cada vez mais competitivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, CMO da boo-box" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_marco_gomes_cmo_boo_box.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, CMO da boo-box" align="left" hspace="2" vspace="2" />Nossa <a title="Leia a primeira entrevista com Marco Gomes" href="http://migre.me/7A0AJ" target="_blank">primeira entrevista com o amigo empreendedor <strong>Marco Gomes</strong></a> foi um grande sucesso. Recebemos muito <em>feedback</em> através dos comentários e também por e-mail, inclusive com sugestões de pauta para uma nova rodada de perguntas. Marco, para quem ainda não o conhece, é fundador e atual CMO da <strong><a title="Conheça a boo-box" href="http://migre.me/7A0BB" target="_blank">boo-box</a></strong>, empresa de tecnologia para publicidade com operações no Brasil e América Latina.</p>
<p>Se já conversamos sobre empreendedorismo digital e as dificuldades e desafios que o empreendedor enfrenta em um país como o Brasil, agora é hora de discutir como as startups podem valorizar seus serviços e suas marcas sem que isso signifique gastar muito dinheiro. Além disso, Marco dá sua opinião sobre a importância do posicionamento e da troca de experiências como usuário através das redes sociais.</p>
<p>Confira nosso novo papo e deixe suas considerações no espaço de comentários ao final. Boa leitura!</p>
<p><span id="more-7029"></span><strong>Marco, as startups estão no centro do debate de empreendedorismo no Brasil. Apesar de ser um período em que o mercado olha para o Brasil como um celeiro de oportunidades, para as empresas novatas é necessário trabalhar com orçamento enxuto e produtos matadores. Considerando sua experiência, você acha que tornar a marca da startup conhecida pode fazer grande diferença nos resultados? Por quê?</strong></p>
<p><strong>Marco Gomes:</strong> Fazer investimento visando o reconhecimento da marca é muito importante para empresas de qualquer porte, principalmente as classificadas como <em>“Consumer Internet”</em>, ou seja, as que não são B2B, mas B2C, focadas em atender e prover serviços para pessoas físicas.</p>
<p>O maior desafio de qualquer serviço ao consumidor ou rede social é entrar no dia-a-dia do usuário e fazer com que a pessoa lembre de você quando precisar do seu serviço. O processo é super difícil e um bom planejamento de marketing, cuidadosamente executado, pode ser o diferencial para o crescimento explosivo de uma empresa. Temos vários exemplos recentes da Internet brasileira, como Peixe Urbano, BuscaPé, Privalia e SaveMe.</p>
<p><strong>Olhando um pouco para o futuro e trabalhando com a expectativa de crescimento da Internet no Brasil, como você enxerga o mercado digital e principalmente o papel do Brasil nas redes sociais? Elas serão responsáveis pela conversão de negócios? Quais as oportunidades que você vê no momento?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> As redes sociais estão amadurecendo cada vez mais como mídia. Hoje já atingem mais de 70 milhões de pessoas no Brasil e influenciam as decisões de compra de milhões de brasileiros. Os anunciantes estão cada vez mais hábeis em criar estratégias de comunicação integrando redes sociais e os que não se moverem rápido vão ficar para trás. As redes sociais são sinônimo de oportunidades para quem souber trabalhar seu posicionamento.</p>
<p><strong>Sabemos que algumas startups de sucesso reconhecido no Brasil foram lançadas com o apoio da boo-box. Você pode contar um pouco desse processo de aproximação? Por que Peixe Urbano, Clickon, Frugar, entre outras, optaram por esse relacionamento com a boo-box?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> A boo-box é pioneira em publicidade em redes sociais, nossos serviços proporcionam campanhas nas mídias sociais em alta escala, simplicidade e segmentação precisa do público-alvo do anunciante. Graças a estes diferenciais, sempre chamamos a atenção dos anunciantes mais exigentes e também daqueles que estão começando e não tem a opção de errar no lançamento da empresa.</p>
<p><strong>E como ficam os empreendedores com menos capital? Você comentou que a boo-box lançou há pouco tempo pacotes especiais de anúncios em mídias voltados para quem está começando, para as Startups. Pode explicar melhor a ideia e os planos oferecidos? O investimento precisa ser alto?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Os planos são voltados para <a title="Conheça os planos para startups da boo-box" href="http://migre.me/7A0Hb" target="_blank">startups que desejam fazer investimento em mídia on-line</a>, mas que ainda não possuem o capital necessário para trabalhar com grandes agências de publicidade e planejamentos de mídia volumosos. Criamos pacotes especiais para empreendedores como todos nós. Os preços têm descontos agressivos de até 50% no valor de tabela e geram resultados incríveis em lançamentos de novas ideias.</p>
<p>Veja por exemplo estes <a title="Clique e veja exemplos de sucesso da boo-box" href="http://migre.me/7A0G0" target="_blank">cases da nossa plataforma self-service</a>. Um dos anunciantes conseguiu um novo usuário a cada 63 centavos investidos na boo-box; normalmente, em outros sistemas de publicidade cada novo usuário custaria 10 vezes mais.</p>
<p>Ao contratar os planos para startups, o empreendedor pode lançar sua empresa exibindo seus anúncios em nossa rede, que tem mais de 280 mil sites e ainda o diferencial de fazer o lançamento simultaneamente no Twitter, veiculando publicidade em nossa base de usuários, que conta atualmente com mais de 12 mil pessoas, atingindo acima de 6 milhões de seguidores únicos.</p>
<p>Com a combinação de anúncios gráficos exibidos em blogs e tweets patrocinados, a startup tem os itens mais importantes para um lançamento:</p>
<ul>
<li>Divulgação do serviço para milhões de pessoas do público-alvo desejado, levando tráfego qualificado para o website no momento do lançamento;</li>
<li><em>Feedback</em> imediato dos usuários do Twitter, que, ao verem o lançamento, repassam para seus contatos, testam o serviço, deixam opiniões sobre o site e o que esperam da startup.</li>
</ul>
<p><strong>Apesar da Internet possuir mais anúncios tradicionais (banners, essencialmente), nos últimos anos começaram a surgir outras oportunidades de publicidade em redes sociais, como posts patrocinados no Twitter e algumas campanhas no Facebook. Optar por esse tipo de publicidade já é uma boa alternativa por aqui? Como medir a eficiência e o retorno de campanhas assim?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> O retorno sobre o investimento é mensurável através de uma métrica objetiva e quantitativa, como novos usuários cadastrados ou novas vendas efetuadas, isso não muda, independente do meio de divulgação. Uma das maiores vantagens de anúncios em redes sociais como o Twitter é a natureza altamente interativa do ambiente.</p>
<p>Ao colocar a marca em contato com o consumidor, ele vai reagir espontaneamente, provendo informações valiosas de satisfação de usuário e pontos de melhoria para a startup. Na “velha mídia” este tipo de feedback precisa ser coletado por empresas de pesquisa e custam muito caro; ao colocar sua marca no Twitter, você tem o feedback gratuitamente.</p>
<p><strong>Em nossa outra conversa, você alertou os futuros empreendedores para que &#8220;não se prendam em desculpas&#8221; e, assim, tentem, experimentem fazer o que desejam. Alguns leitores já empreenderam e, por algum motivo, não prosperaram. Você acredita que os caminhos para o sucesso passam, hoje, por uma estratégia digital?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Com certeza, principalmente para as <em>“Consumer Internet”</em>, a estratégia de comunicação digital é um importante elemento do plano de comunicação. É preciso fazer um planejamento realista e robusto e ter atenção com a execução, medindo sempre o ROI de cada ação e alterando a tática e a operação de acordo com os resultados obtidos.</p>
<p><strong>Marco, muito obrigado pela nova oportunidade de abordarmos o empreendedorismo digital e os negócios em nossas conversas. Se você tivesse que resumir a realidade digital do Brasil em um parágrafo, como encerraria esse nosso papo?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Em uma palavra, seria <strong>potencial</strong>! O Brasil está crescendo muito, rápido e as oportunidades são inúmeras. Há mais oportunidades que pessoas para aproveitá-las e os mais preparados e corajosos com certeza vão ter belíssimas histórias para contar daqui alguns anos. Que sejam os leitores do Dinheirama!</p>
<p>Foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

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