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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Finanças Pessoais</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Finanças Pessoais</title>
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		<title>Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/16/como-economizar-e-ainda-assim-realizar-o-casamento-dos-sonhos/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba que é possível realizar o casamento dos sonhos com economia. Planeje a contratação dos serviços e economize nos trajes, buffet, salão e demais despesas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_como_economizar_ainda_assim_realizar_casamento_sonhos.jpg" alt="Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Recentemente, o amigo Ricardo Pereira abordou, de forma bem interessante, <a title="Casamento e planejamento financeiro precisam andar sempre juntos" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/13/casamento-e-planejamento-financeiro-precisam-estar-juntos-sempre/" target="_blank">a importância do planejamento financeiro na vida dos casais</a> e como isso pode afetar negativamente o casamento. Como recém-casado, achei muito válida a discussão e decidi, no artigo de hoje, abordar o mesmo assunto, porém, com uma diferença: focarei a reflexão sobre as finanças antes de subir ao altar, ou seja, os gastos com os preparativos do casamento.</p>
<p>Casei-me há pouco mais de um ano e minha namorada, como a maioria das mulheres, sonhava com um casamento glamuroso na igreja e uma festa de arromba para os familiares, amigos e convidados. Muito justo e não nego que esse também era meu desejo, mas esse sonho pareceu impossível quando começamos a levantar preços de convites, trajes, filmagem, decoração, Buffet etc.</p>
<p>Quando o assunto é casamento, tudo é sempre muito mais caro; e, para quem está começando a vida, investir tanto dinheiro assim não é uma decisão das mais fáceis. A situação fica ainda mais difícil se pensarmos que, nessa época, não estamos apenas preocupados com o casamento em si, mas também com a casa onde vamos morar e os gastos que virão nessa nova fase da vida.</p>
<p><span id="more-7023"></span>Na verdade, este artigo tem como objetivo discutir mais aspectos ligados ao comportamento e consumismo que finanças em si. Justamente por isso, os pontos de vista aqui colocados são resultados da minha experiência no “mundo casamentício” – minha pretensão não é julgar como e o que se deve ou não fazer no casamento, mas sim compartilhar com os leitores as minhas reflexões depois de ter passado por essa fase com um orçamento tão apertado.</p>
<p>Como em outras situações quando o assunto é dinheiro, vale a regra de que <strong>devemos priorizar sempre o que é mais importante</strong>. Foi dessa forma que minha esposa e eu conseguimos realizar o casamento dos nossos sonhos com muita economia. Para isso, definimos logo no inicio dos preparativos quais eram os itens de maior prioridade no casamento (estes itens receberam mais atenção e dinheiro). Em contrapartida, nos itens menos importantes gastamos o mínimo possível.</p>
<p><strong>Onde economizamos e nossas explicações</strong></p>
<p><strong>1. Convites</strong><br />
Quando procuramos esse tipo de serviço, achamos um absurdo o preço cobrado por um pedaço de papel que, em pouco tempo, a maioria das pessoas jogariam no lixo. Decidimos então que faríamos nós mesmos o convite do casamento. Os gastos que tivemos foram com material (papel couchê, fita decorativa, impressora, cola etc) e com o serviço de um freelancer que contratamos para desenhar nossa caricatura.</p>
<p>O convite ficou personalizado, passamos bons momentos juntos confeccionando manualmente cada convite e, estimamos uma economia em torno de 70% do que seria gasto se contratássemos esse tipo de serviço.</p>
<p><strong>2. Lembrancinhas</strong><br />
Da mesma forma que o convite, fizemos nós mesmos as lembrancinhas do casamento. Pensamos em algo simples, fácil de fazer, mas que tivesse algum significado relacionado à nossa história.</p>
<p><strong>3. Músicos</strong><br />
Os músicos (instrumentos) são essenciais em um casamento, principalmente para quem gosta de musica como eu, mas, entre três instrumentos e uma orquestra completa, percebemos que o resultado não seria tão espetacular. Fizemos questão do violino e saxofone.</p>
<p><strong>4. Decoração</strong><br />
Dos serviços que cotamos, a maior discrepância entre valores veio na decoração. A primeira pessoa cobraria mais de R$ 1.500,00 para decorar somente a igreja, por exemplo. Depois de uma boa procura, encontramos uma pessoa que fazia o mesmo serviço por menos da metade do valor do primeiro e ainda dividiríamos esse valor com os noivos que casariam depois de nós.</p>
<p><strong>5. Bolo e doces</strong><br />
Confesso que quando o vi o valor do bolo de casamento, quase desisti de casar. Depois de pesquisar um pouco mais, percebi que o que conta muito nessa hora é o nome da confeiteira; como não priorizamos esse item, procuramos uma confeiteira menos famosa e que fez um bolo igualmente bonito (e gostoso) por um preço muito mais baixo.</p>
<p><strong>6. Vídeo dos noivos</strong><br />
Não sei até que ponto foi interessante alugar um telão para passar um vídeo com fotos para os convidados, mas de qualquer forma valeram os momentos de descontração que tivemos ao convidar amigos para tirar fotos nossas em vários lugares da cidade. Além de economizar com fotografo para essas fotos, eu mesmo fiz a montagem do vídeo, economizando ainda mais.</p>
<p><strong>Onde não economizamos e as razões para investir nisso</strong></p>
<p><strong>1. Fotos e Filmagem</strong><br />
Além dos votos do matrimonio e da lembrança, a única coisa que fica depois do dia do casamento são as lembranças que foram registradas em forma de fotos e vídeo. Por isso, decidimos não arriscar e contratamos a empresa que mais passou confiança de que faria um bom trabalho. Gastamos um pouco mais, mas não nos arrependemos disso, pois o álbum de fotos e a filmagem ficaram excelentes.</p>
<p><strong>2. Trajes</strong><br />
O terno do noivo e o vestido da noiva são itens que ficarão marcados para sempre na memória e, por isso, não economizamos na busca dos trajes que mais nos agradassem. Apesar de gastarmos um pouco mais nesse item – o vestido de noiva era primeiro aluguel –, economizamos um pouco porque a empresa ofereceu, gratuitamente, os trajes dos pais dos noivos e das daminhas.</p>
<p><strong>3. Buffet</strong><br />
O serviço de Buffet é um dos serviços que mais pesam no orçamento de um casamento e, assim, contratar um que cobrasse valores estratosféricos estava fora de cogitação. No entanto, decidimos que esse seria um item prioritário no casamento e por isso investimos uma boa quantia para contratar um Buffet que servisse um jantar bem feito e de qualidade para nossos convidados.</p>
<p><strong>4. Salão e DJ</strong><br />
Durante o tempo em que estávamos preparando o casamento, minha esposa e eu tivemos oportunidade de ouvir várias histórias de noivos reclamando que não aproveitaram a festa por vários motivos, um deles sendo o local e a música. Decidimos investir um bom dinheiro na contratação de um salão confortável para a recepção e em um bom DJ para animar a festa. Valeu cada centavo gasto, pois nunca me diverti tanto em uma festa com meus amigos, além de reunir tantas pessoas da família em um mesmo dia.</p>
<p><strong>Casamento especial também existe para quem valoriza e respeita seu dinheiro!</strong><br />
Acho que a principal dica que posso dar para quem está planejando o seu casamento é: faça muita pesquisa de preços e crie uma lista de prioridades baseada no casamento de seus sonhos. Mas seja coerente e respeite os limites financeiros. Endividar-se para fazer um super casamento logo se mostrará uma decisão errada. Quem vai pagar a conta depois?</p>
<p>Há muitas opções de serviços mais em conta, basta você procurar no lugar certo. E, <strong>se for pra gastar dinheiro, que seja com algo para agradar você e sua família, e não os outros</strong>. Eu, por exemplo, escolhi um terno que fez muitas pessoas “torcerem o nariz”; apesar de estar ciente dessa possibilidade de assustar, nem por um instante desisti da ideia de usá-lo – e assim realizei meu desejo sem me importar com o que os outros pensariam.</p>
<p>Espero que esse artigo possa ajudar os noivos que estão planejando seu casamento de forma inteligente e madura, se preocupando com as despesas e limites do bom senso. Desejo também que você, leitor, possa refletir sobre as ideias e deixar nos comentários a sua opinião sobre o assunto, seja ela a favor ou contra.</p>
<p>Se você ficou curioso para ver o terno que usei, ou ainda, gostaria de saber mais sobre como foi nosso casamento, minha esposa e eu temos um blog, “Casamento de Lizena e Junior”, onde postamos reflexões, momentos e fotos do nosso matrimônio. Acesse e fale conosco. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/21/como-foi-o-ano-de-2011-voce-ficou-mais-rico-ou-mais-pobre/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você avalia o ano de 2011 em termos financeiros, pessoais e de desenvolvimento profissional? Cresceu? Aprendeu mais? Leve as lições para 2012!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_foi_ano_2011_voce_ficou_mais_rico_mais_pobre.jpg" alt="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Todo o final do ano é comum perceber na maior parte das pessoas a intenção de mudar, começar algo novo e ser mais feliz. Claro, eu não sou diferente e já comecei a pensar nos projetos (e existem vários) para os próximos anos. Se a análise para o futuro quase sempre tem a perspectiva positiva, o que podemos aprender com o que acabamos de superar durante o ano de 2011? Afinal, você ficou mais rico ou mais pobre em 2011?</p>
<p>Não existe uma maneira mais prática de encarar a evolução natural das coisas do que pensar nas conquistas. Como está o seu lado profissional, você conseguiu avançar? E sua qualidade de vida, melhorou? Os dias e momentos ao lado de sua família e amigos foram mais completos, harmoniosos? Você conseguiu investir algum dinheiro e livrar-se do endividamento?</p>
<p><strong>Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje</strong><br />
Se pensarmos objetivamente, um bom termômetro para conferir o que de fato aconteceu é olhar paro o crescimento de seu patrimônio e, numericamente, descobrir se ele aumentou ou não. Preste atenção também aos detalhes, já que a resposta para essa questão pode ser também muito subjetiva: em alguns casos, um grande projeto iniciado nesse ano pode ser o trunfo para o futuro ou longo prazo – dessa forma, você pode considerar a resposta como positiva.</p>
<p><span id="more-6943"></span>A verdade é que muitas variáveis precisam ser consideradas para responder essa pergunta sobre o patrimônio. O ideal é analisar seu crescimento primeiro pelo lado do desenvolvimento pessoal. Depois dos desafios, conquistas e dificuldades de 2011, você acredita ser uma pessoa melhor?</p>
<p>Repare que nossa conversa hoje é um pouco diferente. Estou convencido de que toda experiência adquirida durante a vida nos torna pessoas mais bem preparadas para tomar as melhores decisões, inclusive e principalmente aquelas relacionadas ao dinheiro.</p>
<p>Há aqueles que não aprenderam a lidar com o planejamento financeiro, por exemplo. Por que não o fizeram? Está mais do que claro que planejar os gastos e manter uma harmonia entre as receitas e despesas é indispensável para uma vida tranquila e de futuro garantido. Aprender a planejar é, sem dúvida, um ganho espetacular que contribuirá sempre para a realização de nossos sonhos. Você percebeu isso em 2011?</p>
<p><strong>Aprenda com os bons exemplos</strong><br />
Observe seus amigos mais bem sucedidos. Afinal, você aproveitou o ano que agora termina para perguntar como ele chegou lá? Mais, tentou absorver os pontos positivos que o levaram ao sucesso? Preste atenção: estou falando aqui de pessoas que chegaram ao sucesso com boas práticas e não dos picaretas, que usaram e abusaram de práticas condenáveis. O que você aprendeu com essas pessoas diferenciadas?</p>
<p><strong>Por um 2012 diferente, melhor!</strong><br />
Se o ano que acaba agora não foi tão bom para você, não fique se lamentando. Separei algumas atividades que podem motivá-lo a fazer de 2012 um ano melhor. Veja:</p>
<ul>
<li><strong>Invista no conhecimento.</strong> Deixe de lado a ideia de que não é possível mudar. Desenvolva o hábito da leitura e aproveite a oportunidade (se ela surgir) de voltar a estudar;</li>
<li><strong>Crie novos hábitos.</strong> Procure aprender com os erros. Deixe de comprar na base do impulso e passe a planejar os gastos para que, nos momentos de grande emoção, você não tome as piores decisões financeiras;</li>
<li><strong>Invista no relacionamento online.</strong> O mundo nunca se tornou tão pequeno. Você está a um clique de começar a ampliar seu relacionamento profissional com milhares de pessoas que podem ajudá-lo no desenvolvimento de sua carreira. A Internet não pode ser utilizada apenas para diversão. “Think different”, já dizia a Apple de Steve Jobs;</li>
<li><strong>Aprenda a investir.</strong> Chega de tomar decisões baseadas apenas nos conceitos ou aprendizados de terceiros. Aprenda a valorizar o conhecimento específico sobre economia, finanças pessoais e investimentos e busque aperfeiçoar suas decisões neste sentido. Onde investir? Quanto poupar? Por que essa e não aquela alternativa? Seu futuro pode depender disso;</li>
<li><strong>Tente, sim, mudar o mundo.</strong> Em 2011, morreu Steve Jobs, alguém que passou grande parte da vida com a intenção de mudar o mundo. Ele conseguiu. Você não acredita que também tem uma colaboração a fazer? Cada um ao seu estilo, podemos fazer a diferença, ainda que seja para uma pessoa, pequeno grupo ou comunidade. Uma boa alternativa são os trabalhos voluntários. Atualmente, as grandes empresas valorizam os profissionais que dão sua parcela de colaboração com causas consideradas nobres. Faça mais que apenas a sua parte!</li>
<li><strong>Valorize o que realmente é importante.</strong> Cada pessoa tem o seu próprio conceito de o que é realmente importante. Minha experiência pessoal mostra que o que é mais valioso e importante normalmente não custa dinheiro; não é algo que se possa comprar. Estou falando do tempo, o tempo que muitas vezes desperdiçamos com atitudes pequenas e pouco produtivas. Invista mais no contato com as pessoas e aprendendo coisas novas.</li>
</ul>
<p>Ainda dá tempo? Claro! Ora, ainda faltam alguns dias para o ano se encerrar de vez. Portanto, dá tempo de fazer muitas coisas. Comece fazendo algo especial para alguém; comece aceitando a responsabilidade de reorganizar suas finanças e sair do vermelho; comece fazendo mais que apenas prometer. Aceita o desafio?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/13/casamento-e-planejamento-financeiro-precisam-estar-juntos-sempre/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O casamento é sinônimo de planejamento financeiro ou de uma vida juntos, mas com cada um mantendo sua independência? Como ficam os sonhos e objetivos da família?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_casamento_planejamento_financeiro_juntos_sempre.jpg" alt="Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos assuntos que mais gosto de abordar quando falamos de finanças pessoais é o quanto o dinheiro pode, para o bem ou para mal, influenciar a vida dos casais. Nosso grande amigo e mestre <strong>Gustavo Cerbasi</strong> foi muito feliz ao abordar o tema no best seller <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/280373/?franq=247523" target="_blank">“Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”</a> (Ed. Gente). Desde então, aqui mesmo no <em>Dinheirama</em> já tivemos a oportunidade de promover discussões interessantes sobre o tema em muitos artigos.</p>
<p>A verdade é que quanto mais conversarmos sobre o tema, melhor! Quanto mais discutirmos detalhes e aprimorarmos a relação entre a vida conjugal e o planejamento financeiro, acredito que mais poderemos contribuir para o bom andamento das famílias. Nosso papel é justamente alimentar a discussão e promover o debate trazendo opiniões, exemplos e reflexões.</p>
<p><strong>Dívidas, um problema fatal para os casais</strong><br />
Um dos primeiros pontos que me chama a atenção é a negação em enxergar que as finanças fora de ordem possuem um enorme poder destrutivo nas relações afetivas. Reparo no dia a dia de casais amigos que muitas vezes é mais fácil culpar alguma questão secundária e se deter na constante desculpa de que o parceiro é o vilão da história. <em>“Ele”</em> ou <em>“ela”</em> sempre <em>“gasta mais, é descontrolado”</em> e por ai vai.</p>
<p><span id="more-6796"></span>As desculpas caem por terra quando fica claro que em poucos momentos o casal destinou um mínimo de tempo para conversar e planejar os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e objetivos para o futuro. A realidade é mesmo essa: <strong>mesmo exercendo uma vida a dois, é comum encontrarmos casos de pessoas que vivem como se fossem solteiras e não enxergam nisso um problema</strong>. Você conhece casos assim? Tenho certeza que sim.</p>
<p>A situação vai se agravando e mais desculpas são trazidas para os poucos diálogos. Uma das mais comuns é acreditar que manter a independência financeira em relação ao parceiro é a “melhor alternativa” para o sucesso do casamento. Sim, é importante que cada um possa exercer sua atividade profissional e se realizar dessa forma (recebendo para tal), mas isso não quer dizer que a situação deva se resumir ao simples <em>“este é meu dinheiro”</em>.</p>
<p>Como ficam os objetivos da família? E os sonhos cultivados durante muito tempo, quando vocês ainda namoravam e noivavam? E os votos do casamento? Então vale tudo, mas não vale colocar o dinheiro na história de sucesso a ser construída? Como assim? Que cumplicidade é essa? Cuidado!</p>
<p><strong>Vida a dois, inclusive na parte financeira</strong><br />
No decorrer do caminho, é normal existirem momentos de dificuldades. Tomemos o problema para encontrar trabalho como um exemplo que, via de regra, causa redução do poder de compra da família. Ora, justamente por isso a conversa sobre as escolhas e padrão de vida é fundamental. Agir assim para que, lá na frente, nas novas dificuldades, um não jogue a culpa no outro por uma decisão que não deu certo.</p>
<p>E quando falo de conversar sobre finanças com o cônjuge, não falo apenas dos gastos em comum que precisam ser planejados. <strong>É indispensável colocar na pauta algumas situações relevantes sobre o futuro, o que ainda não ocorreu e que se deseja atingir</strong>. Um dos pontos cruciais é justamente a aposentadoria: não seria o presente o momento de discutir seriamente como será a vida no futuro? É, além de você, muita gente sequer pensa nisso&#8230;</p>
<p>Se considerarmos os recém-casados, a situação fica ainda mais complicada: são muitos os casais que estão com problemas desde o inicio do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FzYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">casamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Tudo porque não planejaram os gastos e apostaram em começar uma vida a dois com uma super festa, e uma dívida enorme. Decididamente, somos aquilo que escolhemos ser. Tenho convicção em afirmar que uma festa de poucas horas não compensa o sofrimento de uma dívida galopante que precisará de muito tempo para ser resolvida.</p>
<p><strong>Pensar no seu futuro é importante para seus filhos</strong><br />
E os filhos? A maioria dos pais, ao saber da notícia de gravidez, já começa a imaginar e idealizar uma vida perfeita e sem privações para o pimpolho(a) que está pra chegar. Já imagina uma poupança que lá na frente servirá para o filho bancar a universidade, um carro, um consultório. Tudo lindo, mas como bancar essa história se você sequer consegue andar na linha com seu próprio dinheiro?</p>
<p>Esse sonho para os filhos pode se definir uma estratégia equivocada. É claro que o futuro dos filhos é importante, mas ele deve ser pensado ao lado de decisões capazes de garantir também a você um futuro tranqüilo. Digo isso porque também <strong>é comum vermos os pais se tornarem um problema financeiro que os filhos carregam por muito tempo</strong>. Você certamente não quer isso, quer?</p>
<p>Como você pode perceber, os assuntos não se esgotam. Não podemos “tampar o sol com a peneira”, simplesmente ignorando o assunto “dinheiro” em casa e suas consequências. Se você tem alguém com quem divide a vida, seus sonhos e metas, comece a trazer o relacionamento de vocês o assunto finanças. Faça isso de forma natural, construtiva, sem medos ou tabus. Encare a questão!</p>
<p>O planejamento financeiro bem feito também ajuda a enxergar melhor os principais vilões dos relacionamentos. Em muitos casos, <strong>a falta de romantismo pode ser explicada pela falta de dinheiro</strong>. É sempre muito difícil responder à pergunta que muitos casais se fazem ao lembrar que dinheiro é importante (o que geralmente acontece quando as dívidas são enormes): o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YW1vcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-48">amor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> continua, mesmo quando acaba o dinheiro?</p>
<p>Participe da discussão. Você fala sobre dinheiro com sua família? Isso já trouxe algum benefício prático? A relação melhorou? Conte-nos um pouco de sua história. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/03/ferramenta-on-line-de-controle-financeiro-por-que-voce-ainda-nao-usa/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 22:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você controla seu dinheiro? Você já pensou em abandonar as planilhas e o caderno e passar a utilizar uma ferramenta on-line de controle financeiro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_ferramenta_online_controle_financeiro_por_que_voce_ainda_nao_usa.jpg" alt="Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Cada vez mais o brasileiro passa a utilizar os cartões de crédito ou débito como forma de pagamento. De acordo com recente <a title="Leia mais sobre a pesquisa" href="http://www.abecs.org.br/site/arquivo/2364-A-APRES.%20COM%C3%89RCIO_2011_FINAL.pdf" target="_blank">pesquisa divulgada pelo Datafolha</a>, em associação com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), <strong>72,4% dos brasileiros já têm algum tipo de cartão</strong>. É o “dinheiro de plástico” emplacando e deixando de lado o velho talão de cheques.</p>
<p>Um dado interessante apresentado na mesma pesquisa é que, atualmente, 50% do total de pagamentos realizados já são feitos utilizando algum tipo de meio eletrônico. A realidade parece ser incontestável: rapidamente a forma como lidamos com a organização financeira está mudando e se tornando mais dinâmica, ágil e integrada à tecnologia. Já está em curso, por exemplo, o pagamento com o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">celular<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – outra coisa nova e que promete mudar nosso cotidiano.</p>
<p><strong>Meios eletrônicos: tendência para pagamento e gestão financeira</strong><br />
Se a forma de efetuar o pagamento está mudando com a adesão aos cartões e outros meios de pagamento eletrônico, dá para crer que essa tendência pode e deve ser seguida na forma como lidamos com o planejamento e a organização financeira. Mas ainda não é. Vejo que muitos brasileiros ainda são resistentes à ideia de utilizar os gerenciadores financeiros on-line. Puro preconceito, que gera perda de tempo e eficiência.</p>
<p><span id="more-6770"></span>A possibilidade de transformar dados em informações relevantes que o ajudarão a tomar decisões importantes é, sem dúvida, um ativo que precisa ser melhor aproveitado – principalmente se essa informação puder ser acessada em qualquer momento e de qualquer lugar através da Internet. Não há como negar que ver graficamente a evolução de seu fluxo de caixa e patrimônio, bem como gerenciar as contas de forma integrada e direta facilitam a gestão financeira.</p>
<p><strong>Falta de informação e medo do novo?</strong><br />
Já tive a oportunidade de conversar com algumas pessoas que são adeptas do controle através de planilhas, “caderninhos” e outras ferramentas off-line. A maioria, que diz se sentir insegura ao disponibilizar informações financeiras na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW50ZXJuZXRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Internet<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, não pensa duas vezes ao <strong>ostentar nas redes sociais fotos e informações pessoais</strong> – dados que, dentro desse contexto, podem ser tão ou mais sigilosos e que demonstram características valiosas para os aproveitadores.</p>
<p>Muitos que não utilizam deste tipo de ferramenta ainda lamentam a não integração dos serviços disponíveis no Brasil com as operações bancárias: os dados precisam ser inseridos manualmente ou através do download e importação do extrato. O modelo de sucesso é a ferramenta <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>, que nos EUA e Canadá já faz essa integração, que de certa forma facilitou a vida do usuário, e é totalmente gratuito.</p>
<p>Voltando para a nossa realidade, nem mesmo essa desculpa relacionada a não automatização é 100% convincente. Afinal, quem utiliza a velha planilha também tem que inserir seus valores e dados manualmente e gastar um pouco de tempo trabalhando para transformar tantos números em informações interessantes.</p>
<p><strong>O problema não está na ferramenta!</strong><br />
Assim, o fato de ter que alimentar uma ferramenta qualquer (on-line ou off-line) não pode ser encarado de forma negativa. Esse tempo e dedicação, quando bem utilizados, criam um controle ajustado para a realidade de cada pessoa e determinante para o processo de tomada de decisões e planejamento financeiro familiar.</p>
<p>O importante é lembrar que boa parte dos erros cometidos quando tomamos decisões relativas à gestão do dinheiro estão relacionados à:</p>
<ul>
<li><strong>Falta de disciplina para criar um planejamento</strong> e dedicar um pouco do tempo para construir e conhecer melhor as possibilidades financeiras para construir patrimônio;</li>
<li><strong>Falta de objetivos claros e metas relacionadas ao futuro financeiro</strong>, o que faz com as decisões de poupar sejam interrompidas na primeira oportunidade de consumo.</li>
</ul>
<p><strong>Bons ventos sopram, felizmente&#8230;</strong><br />
Aqui no Brasil, aos poucos vamos rompendo as barreiras tecnológicas e culturais. Utilizar uma ferramenta de gestão financeira pessoal é uma oportunidade única. Insisto: se bem aproveitada, tem potencial para lhe proporcionar muitas facilidades. É claro, as ferramentas podem e devem melhorar e, quem sabe, com apoio das instituições financeiras buscar a sonhada integração. A segurança, principal preocupação, já tem níveis satisfatórios e semelhantes aos dos sites dos bancos.</p>
<p>Se você está disposto a buscar uma boa ferramenta de controle financeiro, nada melhor do que pesquisar e experimentar as diversas opções que existem no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. E, mais, faça contato com os administradores das ferramentas e solicite maiores informações. Aproveite e faça sugestões, ajude a criar uma ferramenta que poderá ser adaptada às suas vontades e necessidades.</p>
<p>Que tal aproveitarmos este texto para discutir e oferecer nossas opiniões sobre as ferramentas on-line. Você já utilizou? Utilizaria? O que acha que precisa melhorar? O que precisa ser feito? Melhor do que simplesmente não usar e se negar a experimentar é tentar construir uma alternativa que faça sentido, para você e para os demais. Não acha? Use o espaço de comentários abaixo e faça sua parte!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Compramos mais por necessidade ou vaidade?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/17/compramos-mais-por-necessidade-ou-vaidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já parou para analisar suas decisões financeiras e compras? Você compra mais por necessidade ou por vaidade? Os cuidados com nossas decisões podem nos fazer pessoas mais felizes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_compramos_mais_por_necessidade_ou_vaidade.jpg" alt="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por diversas vezes me fiz a pergunta que intitula este texto. Depois de ler um dos recentes textos do <strong>Navarro</strong>, <a title="Leia o artigo do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, pensei um pouco mais sobre o assunto e resolvi atrever-me a escrever um artigo refletindo sobre a diferença de quando nós compramos por necessidade e de quando compramos simplesmente por vaidade.</p>
<p><strong>Quem tem o celular mais moderno?</strong><br />
Há mais ou menos cincos anos, começou na turma da minha faculdade a “febre” de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZWZvbmUrY2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">celulares<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> multifunções. A cada semana chegava alguém com um aparelho de última geração, sempre fazendo questão de exibi-lo para o resto da turma. Dentre as muitas funções presentes nos novos aparelhos celulares (muitas vezes inúteis, diga-se de passagem), a tecnologia <em>Bluetooth</em> começava a popularizar-se – a “febre” tornou-se ainda mais evidente com a troca de arquivos e toques “descolados” entre os colegas, inclusive durante as aulas.</p>
<p>Certo dia, durante o intervalo, um colega veio mostrar-me seu novo celular e, depois de discorrer sobre as maravilhas tecnológicas do seu aparelho, ele disparou a seguinte pergunta, acompanhada de uma voz assoberbada: <em>“Cadê o seu celular?”</em>. Olhei para ele e, tirando o celular do bolso, respondi prontamente: <em>“Aqui, está aqui”</em> – e estiquei a mão com o aparelho em sua direção.</p>
<p><span id="more-6699"></span>Lembro como se fosse hoje da cara de surpresa dele quando viu meu “antiquado” celular. <em>“Puxa vida!”</em> – exclamou ele –<em> “&#8230;mas esse aí não tem nada”</em> – continuou ele tentando disfarçar seu esnobismo. <em>“Não!”</em> – respondi enfático – <em>“Tem apenas o essencial, que é fazer e receber ligações”</em>.</p>
<p>Apesar de não ter gostado muito da minha resposta, nos dias seguintes meu colega continuou mostrando as novas funções que ele aprendia no celular. Por diversas vezes, ele tentou me convencer de que o celular “X” estava em promoção na loja “XPTO” e que eu poderia fazer como ele: parcelar o valor em 12 vezes sem juros no cartão. Eu preferia despistá-lo e mudar o rumo da conversa.</p>
<p><strong>Quero usar ou esbanjar?</strong><br />
Embora tenha fascínio por tecnologia desde a infância, o celular é uma das coisas que nunca me atraiu e que só comprei quando precisei, por motivo de trabalho. Neste episódio com meu colega de faculdade, meu celular já era pré-histórico, admito. Por mais que seja difícil de acreditar, eu o utilizei por mais de seis anos e só o abandonei no mês retrasado, porque a bateria pifou e não segurava mais carga.</p>
<p>Nunca quis trocar de celular porque nunca vi necessidade pra isso, mas depois que o celular me deixou na mão várias vezes, não tive outra escolha e comecei a procurar por um novo modelo para comprar. Pesquisei vários modelos, preços e lojas diferentes. Antes de decidir por qual comprar, utilizei o poder das redes sociais para ter opiniões sobre qual seria o melhor aparelho.</p>
<p>Entre várias sugestões com valores estratosféricos, um modelo não tão caro destacou-se. Mesmo custando bem acima do que eu tinha planejado gastar, o custo/benefício do aparelho parecia ser realmente interessante. Foi dessa forma que comprei meu atual celular, um <em>smartphone</em> <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2Ftc3VuZytHYWxheHlfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Samsung Galaxy<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> 5.</p>
<p>Estou com o modelo novo há pouco mais de dois meses e, apesar das centenas de recursos que o aparelho oferece, eu ainda utilizo o celular apenas para duas coisas: fazer e receber ligações. Para não dizer que nunca utilizei outra coisa, uma vez usei o <em>GPS</em> integrado, “twittei” umas duas vezes e brinquei com o <em>Angry Birds Rio</em> enquanto esperava na fila do banco.</p>
<p>Depois e começar a escrever este texto, uma constatação invadiu minha cabeça: comprei um novo celular por necessidade, mas escolhi o atual modelo simplesmente por vaidade. Apesar de ter feito uma boa compra considerando o valor que paguei (à vista), eu não tinha a menor necessidade de pagar mais por uma centena de funções que quase nunca utilizo. Olhando lado “positivo” disso tudo, pelo menos terei um “aparelho da moda” por pelo menos um ano e que utilizarei quatro ou cinco vezes mais.</p>
<p><strong>A expectativa da sociedade vai longe&#8230;</strong><br />
Essa história com o celular me faz refletir sobre outro momento semelhante, cuja pressão da sociedade incomoda: a compra do carro. Amigos e conhecidos sempre me questionam sobre quando irei comprar o meu carro, como se isso fosse tão simples como comprar uma jujuba no supermercado. Nem sempre eu digo, mas na minha cabeça a resposta já está formatada: <em>“Comprarei quando realmente tiver necessidade ou condições de comprar um”</em>.</p>
<p>Hoje, tenho uma moto Honda Titan 98 e gasto R$ 80,00 por mês com gasolina para ir trabalhar todos os dias e para viajar até Campinas uma vez por semana (curso de pós-graduação). Se tivesse que fazer esse mesmo percurso de carro o mês inteiro, o gasto com combustível e pedágio sairia na faixa de R$ 300,00 por mês, ou seja, quase quatro vezes mais.</p>
<p>Quem possui um carro, por mais popular que seja, sabe melhor do que eu quanto realmente custa ter e manter um carro. Esse valor de R$ 300,00 não é um chute, afinal eu pego emprestado o carro do meu pai para ir trabalhar e para frequentar a pós-graduação em Campinas quando está chovendo. Tenho ciência de quanto minhas despesas irão aumentar quando eu tomar a decisão de comprar um carro.</p>
<p>Por fim, gostaria de deixar bem claro que não estou dizendo que não devemos comprar celulares caros e que ter carro é coisa de louco. A questão é que, no meu caso, na minha atual situação financeira, a compra de um carro seria mais por vaidade do que por necessidade, como aconteceu com o celular. Eu não precisava do <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c21hcnRwaG9uZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">smartphone<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a></em>; eu não preciso de um carro agora.</p>
<p><strong>Então você quer ter tudo?</strong><br />
Tenho ressalvas em relação às atitudes tomadas simplesmente para satisfazer a ânsia de status imposta pela sociedade, que “classifica” como “felizes” os possuidores de carros novos e celulares modernos, não interessando o tamanho da dívida feita neste sentido. Provavelmente, comprarei um carro quando tiver um filho – objetivo que eu e minha esposa planejamos para os próximos dois anos. Enquanto formos apenas nós dois, a moto nos atenderá muito bem.</p>
<p>O celular moderno eu já comprei e paguei, não tem volta. Mas suas lições ficaram marcadas e servirão como parâmetro para minhas futuras decisões; e geraram este texto que, sem pretensão alguma, pode também transformar as suas decisões ao lado de sua família.</p>
<p>Foto: arquivo pessoal.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/05/como-fazer-para-ter-um-prospero-ano-novo/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 17:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Garanta um Próspero Ano Novo adiantando as questões financeiras e profissionais que o preocupam e priorizando a mudança de comportamento e atitude para realizar suas promessas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_como_fazer_ter_prospero_ano_novo.jpg" alt="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já repararam que o ano está “acabando” cada vez mais cedo? Mal chegou outubro e já temos Panetone nos supermercados, carros 2012 nas lojas (esses, então, começam a trocar de ano cada vez mais cedo), decoração natalina para vender no comércio, lojas começando mais uma <em>“queima total, ficamos malucos, descontos nunca vistos antes”</em> e muitas outras ocorrências típicas de final de ano.</p>
<p>Aliás, o décimo terceiro salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele gaste-o antes mesmo de “ver sua cor”. Temos que lembrar que depois de toda festa regada a muita bebida vem uma forte ressaca.</p>
<p>Estou falando de Janeiro, o mês dos “I”s. IPVA, IPTU, <em>“ihhhhh faltou dinheiro para a matrícula dos filhos”</em> e por aí vai. Lembrando que teremos um forte IGP-M (inflação também começa com “i”) em 2012, por mais que o governo prometa que será uma nova “marolinha”.</p>
<p><span id="more-6653"></span>A verdade é que quem consegue passar de janeiro “no azul”, tem grandes chances de continuar na mesma situação no decorrer do ano. Vamos a algumas dicas de como podemos alcançar 2012 em paz e com a saúde física e financeira preservadas. Afinal, um bolso saudável ajuda até mesmo a cuidar melhor da nossa saúde e bem estar. Até mesmo a OMS reconhece a importância da “saúde social” para o nosso bem estar.</p>
<p><strong>1) Conheça a si mesmo antes de começar o Ano Novo.</strong> Saiba quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater.</p>
<p>O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) a seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos. Procure não contrair dívidas que consumam mais do que 30-35% de sua renda.</p>
<p><strong>2) Só pense em adquirir um novo bem se estiver bem financeiramente.</strong> Simples assim.</p>
<p><strong>3) Aprenda a mágica dos juros compostos em aplicações financeiras e a tragédia nas compras a prazo.</strong> Não se iluda com o pensamento “essa parcela cabe no meu bolso tranquilamente”. Antes de fechar uma compra, entenda bem como funciona o mecanismo das prestações.</p>
<p><strong>4) Dedique um pouco do seu tempo para pensar na sua carreira profissional.</strong> Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos aproveitando a tranquilidade de estar empregado?</p>
<p><strong>5) Não seja acomodado.</strong> O mundo gira, e cada vez mais rápido, à medida que ficamos mais velhos.</p>
<p><strong>6) Desenvolva seu <em>network</em>.</strong> Participe de grupos e fóruns relacionados à sua carreira e áreas de interesse pessoal.</p>
<p><strong>7) Nem só de empréstimos e financiamentos vive o mundo.</strong> Se você já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. A poupança própria seria ainda melhor. Fuja do imediatismo.</p>
<p><strong> <img src='http://dinheirama.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico.</strong> Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.</p>
<p><strong>9) Quem deve cuidar da sua saúde financeira é VOCÊ!</strong> Para tal, conheça os planos que seu banco oferece e informe-se muito bem sobre as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde “aperta o calo” é você.</p>
<p><strong>10) Seja realista!</strong> Não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer “a viagem dos sonhos” devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar as dívidas e pense duas vezes antes de contrair uma nova.</p>
<p><strong>11) Cheque especial não é<em> &#8220;complemento do salário&#8221;</em>.</strong> Cheque especial, apesar de estar sempre disponível, só deve ser usado em situações REAIS de emergência e deve ser coberto o mais rápido possível.</p>
<p>Por fim, tenha em mente que o importante é &#8220;viver em paz&#8221; com o seu dinheiro. Não adianta tratar o dinheiro a partir do comportamento bipolar, isto é, no início do mês ele é &#8220;do bem&#8221; (você tem dinheiro) e no fim do mês ele é &#8220;do mal&#8221; (o dinheiro se foi). Dinheiro deve ser a nossa base sólida para a prosperidade, para o nosso futuro.</p>
<p>Não existem grandes lavouras sem pequenas sementes. Não existem grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não está só contraindo dívidas; está também deixando de plantar as sementes do seu futuro. Vamos começar?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Saúde e dinheiro: como fica o bem estar físico, mental e financeiro?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/26/saude-e-dinheiro-como-fica-o-bem-estar-fisico-mental-e-financeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 13:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O dinheiro (ou a falta dele) pode influenciar em sua condição de saúde, bem estar e qualidade de vida? Enriquecer o debate é valorizar a educação financeira e o planejamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Saúde e dinheiro: como fica o bem estar físico, mental e financeiro?" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_saude_dinheiro_bem_estar_financeiro.jpg" alt="Saúde e dinheiro: como fica o bem estar físico, mental e financeiro?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a definição da saúde é um estado completo de bem estar físico, mental e social. Essa definição já gerou algumas críticas, pois não gera “metas” a serem atingidas. O raciocínio por trás da polêmica é simples: o que para alguns pode significar o ápice do bem estar, para outros pode ser só o começo.</p>
<p>Existe, também, uma segunda definição, criada pela própria OMS, que pode ser considerada mais tangível: <em>“A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente”</em>. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.</p>
<p>Bom, quando se fala de recursos, nós temos os recursos naturais, como a terra em que podemos plantar, nossos recursos (nossa saúde e disposição para realizar as tarefas) e o recurso criado pelo homem, que se chama dinheiro. Segundo o último censo, 84% dos brasileiros vivem em áreas urbanas – logo, não deve sobrar muito espaço em seus apartamentos ou casas para se plantar alguma coisa.</p>
<p><span id="more-6610"></span>Só sobra realmente o recurso do dinheiro para satisfazer suas necessidades (algumas básicas, como comer e ter onde morar). E assim ter saúde, que é um recurso para a vida diária. Assim, fica mais óbvia a chance de fecharmos um ciclo, que seria de saúde, dinheiro, nossas metas sociais, saúde&#8230;</p>
<p>A falta de dinheiro pode causar um rompimento nesse ciclo. A maneira com a qual lidamos com esse recurso é de grande importância para o nosso bem estar. As empresas, através de seus departamentos de Recursos Humanos, além de se preocupar com a saúde e o ambiente de trabalho onde seus funcionários passam a maior parte do dia, já começam a se preocupar com a saúde financeira de seus colaboradores. Ter uma “dieta” saudável com o dinheiro e tão importante quanto ter uma boa dieta alimentar (dieta não precisa significar corte, mas sim equilíbrio).</p>
<p>É comum encontrarmos muitas pessoas que não tem um plano para o seu recurso, que são elas mesmas. Só precisam de sua saúde para levantar, trabalhar, cumprir suas tarefas e pronto. Daí, de repente, o corpo começa a emitir sinais de desgaste, de “falta de uso” de algumas partes. Quem nunca ouviu a famosa frase “problema de junta”, que todos dizem na primeira lesão?</p>
<p>Alguma semelhança com o dinheiro? Mera coincidência? Eu diria que é difícil formular uma pergunta tipo <em>“a falta de saúde gera a falta de dinheiro?”</em> ou <em>“a falta de dinheiro gera a falta de saúde?”</em>.</p>
<p>Em nossa sociedade tão ligada ao social de cada um, onde cada dia mais as pessoas gostam de usufruir do recurso “dinheiro” sem realmente possuí-lo (através de créditos, financiamentos e parcelas), fica o alerta para parar, refletir e, quem sabe, começar uma dieta voltada para o seu bem estar.</p>
<p>Procure olhar a questão a partir de uma ótica mais objetiva: <strong>se um dia o recurso “dinheiro” faltar, como vai ficar a sua saúde?</strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/23/o-sucesso-tem-perseveranca-motivacao-disciplina-e-muitos-fracassos/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 22:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual o segredo do sucesso financeiro e das pessoas bem-sucedidas? Fracassar muito é um deles. Você está pronto para essa realidade? Topa se tornar uma pessoa de sucesso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_sucesso_perseveranca_motivacao_fracassos.jpg" alt="O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Patrícia</strong> comenta: <em>“Navarro, vejo por ai muitos livros que falam de como atingir o sucesso, como ficar rico e se dar bem na carreira. Ao mesmo tempo, vejo muita gente criticar esse tipo de obra. Para alguém jovem, que sonha e que entende que é preciso muita força pessoal para vencer, o que levar em conta? Por onde começar? O que ler? Obrigada”</em>.</p>
<p>Particularmente, eu gosto das histórias de sucesso bem detalhadas. Em geral, histórias de sucesso bem contadas oferecem alguns ingredientes comuns: perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos. Vistas assim, essas palavras podem mesmo parecer artimanhas de mais um texto de autoajuda. Cuidado! Não se engane, esses diferenciais são raros e dependem muito mais de reações e decisões diante das circunstâncias que de uma “vontade extra de vencer” nascida diante de uma leitura qualquer.</p>
<p><strong>Os desafios que enfrentamos</strong><br />
As razões para escolher entre os caminhos possíveis são pessoais; a necessidade de lidar com as consequências também. Falemos diretamente de dinheiro: quando você escolhe a compra de um novo bem ou produto, em hora errada e com condições comerciais ruins para o seu bolso, usa suas razões para justificar a compra, mas sabe muito bem que tipo de decisão tomou.</p>
<p><span id="more-6606"></span>Em outras palavras, seu orçamento será prejudicado, você terá dificuldades para realizar outras metas e terá menos dinheiro ao final do mês. E você sabe disso. A partir daí, você terá, de modo forçado, que reavaliar suas prioridades – e fazer isso a contragosto não costuma dar bons resultados. Então, apesar de saber o que houve, é provável que você prefira esconder-se dos erros, usando desculpas esfarrapadas e discursos furados para sustentar sua situação.</p>
<p><strong>A diferença está em encarar o problema</strong><br />
Depois de um começo pesado, tratando de problemas financeiros chatos, volto às histórias de sucesso. Experimente lê-las. Você vai perceber que errar é uma constante, mas há aprendizado e seguidas tentativas de vencer os desafios, fazer mais e sobressair. Existe um desejo genuíno de ser melhor (não confunda com ser mais rico ou ter mais). Diante de uma situação como a que descrevi parágrafos atrás, resta a você duas alternativas:</p>
<ol>
<li><strong>Aceitar, enfrentar, mudar e insistir.</strong> Traduzir aprendizado assim parece querer complicar as coisas, mas a verdade é que não encontrei outras palavras para isso;</li>
<li><strong>Desistir, blasfemar e se endividar ainda mais.</strong> Afinal, tapar os olhos para o que acontece com você e sua família e parecer feliz é mais fácil e certamente traz conforto. Se esse estilo de vida é sustentável? A resposta você já sabe.</li>
</ol>
<p>Vamos trabalhar as palavras que mencionei no início do texto?</p>
<p><strong>Persistência</strong><br />
Ainda que o caminho não seja o apropriado (é difícil conhecê-lo de antemão), o bem-sucedido insiste e envolve mais gente em torno de suas metas. Ele não sabe bem onde suas ações vão dar, mas “paga pra ver” e arrasta um exército com ele. Ele não desiste. Ele persiste.</p>
<p><strong>Motivação</strong><br />
As razões para continuar tão focado não vêm dos tapinhas nas costas dados por seus amigos e colegas, mas de seu próprio processo de tomada de decisões. O resultado só será conhecido se o compromisso de buscá-lo permanecer maior que as desculpas. Se quiser olhar de outra forma, pense que a energia para acertar ou errar é a mesma.</p>
<p><strong>Disciplina</strong><br />
É nítida a relação entre conhecimento, prática e resultados. Um problema só encontra solução se sobre ele forem aplicados suor, lágrimas e muitas tentativas. Treino, formação continuada e muito trabalho resultam em um ser humano que faz muito mais que aquilo que esperam dele. Ele vai além porque se disciplina a enfrentar os perigos da rotina e da zona de conforto.</p>
<p><strong>Fracassos</strong><br />
Algumas portas fechadas, tombos, recomeços e notícias ruins fazem parte do cotidiano de todos nós. Gosto muito de uma frase de <strong>Roberto Shinyashiki</strong>, autor do ótimo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1510479/?franq=247523">&#8220;Tudo ou Nada&#8221;</a> (Ed. Gente), que diz que <em>“desistir de mudar é muito mais fácil que decidir mudar”</em>. Fracassar faz parte; sofrer também. As frustrações deveriam ser encaradas de forma tão natural quanto as vitórias – ambas fortalecem o caráter.</p>
<p>O recado final é simples: <strong>algumas coisas dependem realmente de você</strong>. Muitas outras dependem de como você reage e decide agir em relação às consequências daquilo que escolheu. Ou seja, quer encare isso como autoajuda ou não, você tem responsabilidades imensas para consigo mesmo e seu sucesso, seja lá o que isso signifique para você.</p>
<p>Faça uma reflexão sobre a situação de suas finanças. Você ainda acha justo culpar o baixo salário (ele sempre será baixo), as promoções/liquidações irresistíveis e seu desejo incontrolável pelos seus problemas financeiros e endividamento cada vez maior? Cômodo demais, mas nada prático, não acha?</p>
<p>Hora de começar a agir. Anotar receitas e despesas, negociar melhor, definir objetivos interessantes (capazes de motivá-lo), rever prioridades, poupar, ler e raciocinar mais. Ah, e não se apegue muito ao debate quente sobre o que é ou não autoajuda, isso só vai fazer você ler menos e ficar mais chata(0). Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/22/credito-consignado-uma-boa-ideia-que-se-tornou-um-grande-problema/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 08:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<category><![CDATA[pensionista]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito consignado virou febre e aumentou as dívidas de muitos brasileiros. Obter consignado pode representar perigos para seu orçamento e dinheiro. Evite o endividamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_credito_consignado_ideia_virou_problema.jpg" alt="Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema" align="left" hspace="2" vspace="2" />Afirmar que o brasileiro ainda tem dificuldades em lidar com o crédito é “chover no molhado”. Muitos acreditam que o crédito faz parte da renda e trabalham com os valores do dinheiro emprestado somados à sua receita líquida real para fechar o orçamento. Ao utilizar o crédito dessa forma, mais cedo ou mais tarde uma bola de neve se formará – muitos só percebem o perigo quando ela fica gigantesca e incontrolável.</p>
<p>Um dos tipos de crédito que mais cresce é o chamado Crédito Consignado, uma linha de crédito criada durante o governo Lula. Ofertas acessíveis e mais baratas de crédito eram concedidas a partir da garantia do débito diretamente na folha de pagamento das empresas. A certeza de pagamento era maior (risco de inadimplência muito mais baixo) e os juros mais civilizados.</p>
<p><strong>Uma ótima ideia na teoria, mas um “terror” na prática</strong><br />
Claro que a ideia é muito bem vinda, em um país como o Brasil, onde os juros são tão altos, ter a disponibilidade de linhas mais baratas significou um grande avanço. O grande problema começou a surgir quando a <a title="Leia mais na Folha" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/870813-caixa-faz-acordo-para-levar-consignado-a-5-mi-de-trabalhadores.shtml" target="_blank">facilidade dessa linha crédito se chocou com a necessidade das pessoas</a> em tomar o empréstimo.</p>
<p><span id="more-6600"></span>As pessoas começaram a utilizar o empréstimo consignado para consumir bens e produtos dos mais variados tipos. Começou a ser comum o empréstimo ser utilizado para troca de celular, compra de TV nova, viagens e todo tipo de consumo. Um dinheiro mais barato que, apesar da burocracia, permitia comprar mais e mais coisas.</p>
<p>Outro ponto está relacionado ao quanto cada pessoa pode usar dessa modalidade de crédito. O empréstimo consignado oferece bons valores de crédito, além do que vários empréstimos eram concedidos à mesma pessoa. A prática se transformou em problemas para muitas famílias: quase como uma corda para o enforcamento.</p>
<p><strong>Como anda a educação financeira nas empresas?</strong><br />
Em pouco tempo, as empresas começaram a perceber que o empréstimo consignado estava se tornando um verdadeiro problema, já que gerenciar a lista de empréstimos e a velocidade com que mais e mais funcionários o solicitavam é atribuição também dos departamentos de Recursos Humanos.</p>
<p>Com o endividamento, a produtividade caiu e mais problemas começaram a surgir. Um funcionário com problemas financeiros tem seu desempenho totalmente comprometido. A situação pode ser comprovada em qualquer grande empresa que queira falar abertamente sobre o crédito consignado.</p>
<p>Muitas empresas decidiram criar programas de educação financeira para orientar os funcionários, valendo tanto para aqueles que se interessavam em pedir e usar linhas de crédito, quanto para o grupo daqueles que já estavam terrivelmente comprometidos com diversos empréstimos.</p>
<p>A edição de setembro da <a title="Conheça a Revista Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/" target="_blank">Revista Você S/A</a> mostra o exemplo do Hospital Santa Paula, em São Paulo. Segundo a revista, após a implementação do programa de educação financeira, a utilização do crédito consignado pelos funcionários caiu pela metade. Trata-se de um exemplo a ser seguido.</p>
<p><strong>Ganhos x gastos: o que realmente faz a diferença?</strong><br />
O fenômeno registrado pelo Hospital Santa Paula e descrito na revista mostrou que, mesmo com bons salários, a falta de planejamento para a realização dos sonhos de consumo resultava em péssimas escolhas, que logo se traduziam em dívidas. O funcionário via no crédito consignado a chance de “cobrir” os problemas e seguir em frente.</p>
<p>Infelizmente, apenas algumas empresas adotam o programa de educação financeira como beneficio para seus funcionários. A grande maioria, mesmo sabendo do “tamanho da encrenca” em que seus funcionários se meteram, ainda não despertou para essa necessidade. Atenção empresários, é hora de acordar!</p>
<p>Outros que sofrem com a má utilização de crédito e a baixa renda são os aposentados, que também se utilizam do crédito consignado para manter as contas em dia ou mesmo para o consumo. De acordo com a Previdência Social, no primeiro semestre de 2011 cerca de <a title="Leia mais sobre o consignado" href="http://www.mpas.gov.br/vejaNoticia.php?id=43218" target="_blank">6 milhões de aposentados e pensionistas solicitaram acesso à linha de crédito</a>, um número 8,7% maior do que o mesmo período em 2010.</p>
<p><strong>Crédito, uma ferramenta para ser usada com inteligência</strong><br />
A lição que fica é nossa população ainda é extremamente carente de informações sobre a utilização das ferramentas financeiras disponíveis. Faltam conhecimentos mínimos, sem os quais boas ideias se transformam em verdadeiras armas. O crédito, mesmo o consignado, ainda é muito caro se compararmos com a boa parte do mundo. Logo, manter a realização de nossos sonhos apenas com dinheiro dos outros pode tornar o sonho um pesadelo.</p>
<p>Lidar mais tarde com a frustração da dívida e os problemas para voltar as ter as finanças em dia é uma experiência muito pesada, que exigirá muita disciplina e controle emocional. Sempre há saída, mas em se tratando de crédito, o melhor é não abusar e evitar o caminho mais fácil e rápido.</p>
<p>Imagine uma criança com um martelo na mão. Para quem sabe o que fazer, utilizar uma ferramenta assim pode ser extremamente importante. A criança terá problemas e poderá se ferir gravemente. Esse é o resultado que o crédito acaba levando para dentro de muitos lares brasileiros.</p>
<p>O crédito consignado pode ser uma alternativa inteligente para quem tem dívidas com juros maiores ou para quem precisa de um valor a ser usado em uma emergência. Caso contrário, o melhor continua sendo planejar suas finanças e guardar dinheiro, sempre respeitando os seus limites de renda.</p>
<p><strong>O que você pode fazer para mudar esse quadro?</strong><br />
Se você é empresário, pense com carinho na possibilidade de criar um programa sério de educação financeira. Se você é funcionário, passou por esse problema e quer evitar que outras pessoas também sofram essas situações, converse com seu chefe. Nós do <em>Dinheirama</em> podemos ajudá-los neste sentido – entre em contato conosco através de nosso <a title="Fale conosco" href="http://dinheirama.com/contato" target="_blank">formulário de contato</a> e conheça nossas <a title="Veja nossas palestras" href="http://dinheirama.com/palestras/" target="_blank">palestras e cursos <em>in company</em></a>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Finanças Pessoais &#8211; Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 16:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Massaro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprenda a usar as metas SMART para livrar-se das dívidas do cartão de crédito e para comprar seu tão sonhado carro. Controle suas finanças com inteligência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Finanças Pessoais - Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_financas_pessoais_metas_smart_organizar_dinheiro.jpg" alt="Finanças Pessoais - Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro" align="left" hspace="2" vspace="2" />O mundo dos negócios é cheio de siglas e acrônimos que têm como objetivo nos ajudar a memorizar algum conceito importante. Alguns exemplos: os famosos “4 Ps” do marketing (Produto, Preço, Promoção e Ponto de venda) e a análise SWOT (as iniciais de “forças”, “fraquezas”, “oportunidades” e “ameaças” em inglês). Você certamente já se deparou com algumas dessas siglas por ai, não é mesmo?</p>
<p><strong>SMART</strong><br />
Um dos mais conhecidos acrônimos, muito utilizado em gerenciamento de projetos, é o SMART (que também significa “esperto” em inglês). A sigla SMART é composta pelas palavras <em>“Specific”</em>, <em>“Measurable”</em>, <em>“Attainable”</em>, <em>“Relevant”</em> e <em>“Time-bound”</em> (poderíamos traduzir de forma livre como “especifico”, “mensurável”, “atingível”, “relevante” e “temporal”).</p>
<p>Não se sabe ao certo quem é o autor das metas SMART. Alguns dizem que foi o guru dos negócios Peter Drucker, mas não há registros precisos disso. As metas SMART se tornaram populares nos anos oitenta por causa de um famoso livro de negócios que as mencionava, mas o livro também não dá mais detalhes sobre suas origens.</p>
<p><span id="more-6548"></span>Por ser uma sigla de autoria desconhecida, muitos autores acabam definindo as palavras que a compõem de forma diferente, trocando, por exemplo, a palavra “relevante” por “realista”, ou “temporal” por “tangível” (colocando, neste caso, o sentido de temporalidade em alguma outra palavra), o que não invalida o conceito.</p>
<p><strong>Usando o SMART para lidar com seu dinheiro</strong><br />
Deixando questões históricas de lado, as metas SMART são uma das mais úteis e eficientes ferramentas de gestão de projetos e também para gerenciar objetivos em geral. Como ter objetivos é algo muito importante na administração das finanças pessoais, as metas SMART podem ser grandes aliadas no cumprimento desses objetivos. Vamos ver um pouco sobre como aplicá-las.</p>
<p>Os objetivos financeiros pertencem, basicamente, a duas grandes “famílias”. A primeira dessas famílias comporta aqueles <strong>objetivos que estão relacionados às dívidas e ao equilíbrio financeiro</strong>. Entre esses podemos mencionar: eliminar dívidas de um ou mais cartões de créditos, quitar antecipadamente um financiamento imobiliário, adequar os gastos à renda de forma a sobrar uma quantia determinada por mês e por aí vai.</p>
<p>A segunda família de objetivos é aquela que envolve <strong>guardar e investir dinheiro com alguma finalidade</strong>, que pode ser: aposentadoria, ter uma reserva para emergências, fazer uma viagem, comprar um imóvel, fazer um curso de pós-graduação etc.</p>
<p><strong>Como podemos utilizar as metas SMART para um objetivo da primeira família, como por exemplo “quitar as dívidas no cartão de crédito”?</strong></p>
<p>Vamos ver o <strong>primeiro item, “Específico”</strong>. De que cartão estamos falando? Algum em particular? Existe mais de um cartão com dívidas? Vamos imaginar então que trabalharemos inicialmente com o cartão emitido pelo banco “Z”.</p>
<p><strong>Segundo item: “Mensurável”</strong>. Qual o valor da dívida? Qual a taxa de juros? Qual será o valor da dívida no mês que vem se ela não for paga hoje? Essas informações estão disponíveis em seu extrato mensal do cartão e através de um contato com o banco.</p>
<p><strong>Terceiro item: “Atingível”</strong>. Já sabemos qual será o cartão com o qual vamos trabalhar e qual o “tamanho da encrenca”. Pagar essa dívida é algo factível, considerando-se o atual nível de renda? Não é realista, por exemplo, querer eliminar uma dívida de cem mil reais no cartão em seis meses, ganhando-se mil reais por mês. Neste momento, deve-se estabelecer um cronograma de pagamentos sensato e realista.</p>
<p><strong>Quarto item: “Relevante”</strong>. Bem, considerando-se que, no atual momento, a taxa média do rotativo de um cartão de crédito no Brasil é superior a 200% ao ano e que uma dívida triplica a cada ano, eliminar esse tipo de dívida é bastante relevante e pode causar mudanças reais (para melhor) na vida de qualquer família.</p>
<p><strong>Quinto item: “Temporal”</strong>. Direto ao ponto – quando começa e quando termina? Não adianta dizer “começo na semana que vem”. Estabeleça uma data definida para começar, tipo “10 de outubro”. Quanto tempo vai levar? Seis meses? Então anote em algum lugar que vai começar em 10 de outubro e vai terminar em 10 de abril do ano seguinte.</p>
<p>Agora que exercitamos bem o SMART, vamos, rapidamente, discutir como seria uma meta SMART para a “segunda família” de objetivos: comprar um carro à vista:</p>
<ul>
<li>Qual carro será comprado (Específico)?</li>
<li>Quanto custa o carro e quanto dinheiro você terá que poupar para comprá-lo (Mensurável)?</li>
<li>É possível, com seu atual nível de renda, poupar o dinheiro necessário para comprar o carro à vista (Atingível)?</li>
<li>Você realmente precisa de um carro novo? Ele vai trazer alguma melhora concreta à sua vida (Relevante)?</li>
<li>Quando você comprará o carro (Temporal)?</li>
</ul>
<p>Vamos imaginar que a resposta para o item “Atingível” seja “não”, pois você não consegue juntar o valor necessário com seu atual nível de renda. Nesse caso, seja esperto (smart!), abandone esse objetivo e trace outro, como “aumentar sua renda”, e defina como será esse aumento de renda criando uma meta SMART para ele.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Andre Massaro</b>.<br>

Administrador e pós-graduado em Economia, sócio do MoneyFit, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Autor do livro "MoneyFit" (Ed. Matrix) e co-autor do livro "Por Dentro da Bolsa de Valores" (Ed. Matrix), atualmente é consultor em finanças pessoais e corporativas, educador financeiro e palestrante.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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