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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Finanças Pessoais</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Finanças Pessoais</title>
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		<title>A vitimização como falso pilar de felicidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/23/a-vitimizacao-como-falso-pilar-de-felicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 01:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vitimização cria uma perigosa zona de conforto e torna as desculpas e justificativas um falso pilar de felicidade. Dinheiro exige atitude e disciplina, não a busca por culpados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="A vitimização como falso pilar de felicidade" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_a_vitimizacao_como_falso_pilar_de_felicidade.jpg" alt="A vitimização como falso pilar de felicidade" align="left" hspace="2" vspace="2" />Leonardo</strong> comenta:<em> &#8220;Navarro, não faz muito tempo tive uma discussão com minha esposa sobre nossa postura diante de nossos problemas financeiros, dívidas e falta de planejamento. A sensação que tenho é que não colocamos a mesma energia de outros tempos nessas questões. Preferimos jogar a culpa nos outros, no que deu errado, no que ainda não aconteceu e por ai vai. Preciso ler algumas verdades sobre isso. Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Certa vez ouvi em uma palestra que o ser humano é o <em>&#8220;mestre na arte de encontrar justificativas para suas decisões&#8221;</em>. Você já deve ter percebido essa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aGFiaWxpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">habilidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em ação, afinal tomamos muitas decisões de forma impulsiva e logo em seguida tentamos criar as condições ideais para nos confortarmos com o que acabamos de fazer.</p>
<p><strong>Boas justificativas fazem o tempo passar&#8230;</strong><br />
Em se tratando de pequenas decisões cotidianas, tipo <em>&#8220;Comi aquele lanche rápido porque não ia dar tempo de almoçar&#8221;</em>, muitas justificativas até parecem fazer sentido &#8211; e seu uso acaba sendo essencial para que seja possível seguir adiante com as responsabilidades.</p>
<p>É muito comum observar esse &#8220;conceito&#8221; em nossa cultura. Muito de nossa prestação de serviços baseia-se na máxima &#8220;criar complexidades para vender simplicidade&#8221;. Porque é difícil, precisamos (e esperamos) dos outros para a solução (acontece com a abertura de empresas, declaração de imposto de renda, compra e venda de imóveis etc.).</p>
<p>Sem perceber (ou sem aceitar), estendemos isso ao dia a dia e buscamos &#8220;no sistema&#8221; a solução para problemas pessoais. A coisa começa a tomar proporções perigosas quando as desculpas viram muleta para a falta de bom senso e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ao contrário do que temos discutido neste espaço, olhar-se como uma vítima só reforça o quanto você prefere esperar que uma solução apareça ao invés de buscá-la de forma pró-ativa.</p>
<p><strong>A culpa é do sistema?</strong><br />
Frases tipo<em> &#8220;Ele fala isso porque a situação dele é melhor que a minha&#8221;</em> ou <em>&#8220;A liquidação de 70% era imperdível&#8221;</em> trazem uma sensação de tranquilidade imediata porque transferem a culpa por uma decisão insensata para outra pessoa, entidade ou empresa.</p>
<p>A vítima prefere olhar os acontecimentos como sendo consequências de fatores alheios ao seu controle, permitindo assim que a culpa seja sempre de variáveis externas. Assim, dormir tranquilo fica mais fácil e a pose tipo &#8220;está tudo sob controle&#8221; permanece. Na prática, porém, os problemas continuam sem solução.</p>
<p><strong>Quem só se justifica vira um chato!</strong><br />
Existe ainda um agravante. O indivíduo afetado pela necessidade de justificar tudo se torna alguém desagradável e incapaz de enxergar nos outros as <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3BvcnR1bmlkYWRlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">oportunidades<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de melhorar. O convívio fica prejudicado porque quem não se sente culpado tende a cobrar demais.</p>
<p>Inventa-se desculpa para tudo. E se os problemas não são da vítima, ela não é capaz de agir. Logo, vai esperar e trabalhar que para os outros resolvam suas questões. Vai exigir mais dos outros, será mais inflexível, cobrará resultados cada vez mais claros e assim por diante.</p>
<p>Em finanças, esse comportamento também se traduz no pensamento <em>&#8220;devo não nego, pago quando puder&#8221;</em>. O problema existe, é sério e requer ações imediatas, mas e daí? Entram em cena as justificativas: este mês receberei hora extra, mês que vem finalmente fulano vai me pagar, o bico que eu estava procurando vai finalmente aparecer e assim por diante.</p>
<p>O &#8220;e se&#8221;, o &#8220;quando isso&#8221; ou o &#8220;assim que&#8221; acabam se tornando o <em>modus operandi</em> de muitos lares. Consegue enxergar gente assim no seu convívio pessoal? Infelizmente, isso é muito mais comum do que admitimos. Desnecessário dizer que quem prefere ser vítima dificilmente será reconhecido por fazer algo extraordinário ou será capaz de construir um legado.</p>
<p><strong>Cuidado com a interpretação do texto.</strong> Achar que estou apontando o dedo para você é transferir a culpa dos seus problemas para mim &#8211; e isso não vai adiantar nada. Comente no espaço abaixo e também no <em>Twitter</em> se a reflexão foi útil. Siga-me em <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/14/cinco-caracteristicas-das-pessoas-ricas-e-bem-sucedidas/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/14/cinco-caracteristicas-das-pessoas-ricas-e-bem-sucedidas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça a realidade de pessoas ricas e bem-sucedidas e entenda porque suas características fazem tanta diferença em relação ao dinheiro e qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_cinco_caracteristicas_pessoas_ricas_bem_sucedidas.jpg" alt="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Helena</strong> comenta: <em>“Navarro, costumo me informar sobre dinheiro em casa e com amigos mais entendidos, mas muitas vezes sinto falta de aprender com pessoas realmente especiais nessa área &#8211; gente rica, mas no sentido da qualidade de vida, da liberdade e da construção de um futuro sempre favorável. Afinal, existe segredo para lidar com o dinheiro sem que ele seja sempre um problema? Obrigada”</em>.</p>
<p>Entender a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro tem proporcionado à nossa equipe excelentes reflexões. Uma delas particularmente me atrai: temos uma tendência natural a seguir a moda, baseando no consumo nossa referência de inclusão social – o resultado é que valorizamos muito as expectativas dos outros. Ao mesmo tempo, também tendemos a culpar os outros por nossos fracassos.</p>
<p>Fazemos mais e melhor porque é o que “esperam de nós” e quando algo “dá errado”, a culpa também é dos outros. Preferimos nos isentar das responsabilidades e apontar o dedo na direção do sistema. Frases tipo <em>“o preço estava ótimo”</em>, <em>“a promoção realmente valeu a pena”</em> e <em>“para ele é fácil falar, ele já nasceu rico”</em> são bastante comuns.</p>
<p><span id="more-7603"></span><strong>Quem é você para falar do MEU dinheiro?</strong><br />
No fundo, tudo o que queremos é manter as aparências em dia e os problemas bem escondidos, especialmente aqueles relacionados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Não se pode perceber, apenas olhando, quem está endividado. O dinheiro tem essa “vantagem” de ser assunto somente nas  horas em que desejamos abordá-lo. <em>“Do meu dinheiro, cuido eu”</em>, não é assim?</p>
<p>A zona de conforto torna os dias mais agradáveis e faz o tempo passar mais depressa, sem grandes sustos – sendo, pois, desejável. Trata-se de uma <a title="Leia mais" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/voce-mais-rico/2012/04/23/zona-de-conforto-outro-sinonimo-para-hipocrisia/" target="_blank">hipocrisia sem tamanho</a>, conforme escrevi no blog <a title="Leia mais" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a>. Enquanto as famílias financeiramente destruídas insistem em manter o assunto “dinheiro” lacrado em sua caixa preta, gente bem-sucedida prefere ver nele um instrumento de liberdade.</p>
<p><strong>Cinco principais características das pessoas ricas e bem-sucedidas</strong><br />
São muitas as referências sobre pessoas de sucesso disponíveis na Internet e em bons livros. Investigar seus hábitos revela muito sobre como essas famílias lidam com o processo de tomada de decisões. Em essência, há sempre diálogo, reflexões e envolvimento.</p>
<p>Achei por bem listar, dentre as muitas coisas que já li até hoje, pontos comuns no relacionamento entre bem-estar, dinheiro e conquista de sonhos. Confira, então, as características que mais admiro nas pessoas realmente ricas e bem-sucedidas:</p>
<p><strong>1. Vivem abaixo de suas possibilidades</strong><br />
Eles realmente levam a sério a <a title="Leia mais no Dinheirama" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>: gastar menos do que se ganha e aprender a investir para sustentar o padrão de vida por muito tempo. A principal questão diz respeito à consciência plena de que as condições de vida precisam ser preservadas para que ela seja aproveitada em todas as suas fases.</p>
<p>Assim, o padrão de vida não é visto como medida de riqueza, mas como meio de criar uma vida sustentável durante todas as suas etapas (nascimento dos filhos, estudos, formação profissional, construção de patrimônio, viagens, velhice, hobbies etc.). Viver com menos do que o possível é o que permite que as prioridades sejam respeitadas e os objetivos alcançados.</p>
<p><strong>2. Alocam tempo, energia e dinheiro de forma eficiente, visando a construção de riqueza</strong><br />
Nem tudo dará certo na primeira vez. Muitas decisões terão que ser adiadas. Alguns sonhos simplesmente terão que “esperar”. Tais afirmações não causam a ansiedade e angústia comuns àqueles acostumados a viver das aparências e mediante exigências sociais.</p>
<p>As famílias bem-sucedidas entendem que o diálogo em torno das finanças é o que permitirá que todos possam unir-se em torno dos objetivos comuns. Assim, dedicam tempo para ensinar e aprender sobre dinheiro (frequentam palestras, conversam em casa e leem sobre o tema), sempre colocando em prática o conhecimento adquirido.</p>
<p><strong>3. Acreditam que a liberdade é mais importante que o status</strong><br />
Ao viverem dentro de um padrão de vida razoável e inteligente, o que fazem é construir os meios para que esse padrão dure por muito tempo. Mais que isso, que as fases da vida sejam aproveitadas de forma plena, desde a criação de um filho até os cuidados com a saúde na terceira idade.</p>
<p>Os bem-sucedidos entendem que viver para parecer custa muito dinheiro e gera problemas emocionais bem profundos (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVwcmVzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">depressão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, angústia, tristeza crônica, sentimento de inferioridade etc.). Ter tudo, mas sentir-se vazio não é ser rico. Assim, o endividamento para consumo não é uma opção, mas apenas usado em casos emergenciais.</p>
<p>O foco é na geração de renda passiva e nas condições de desfrutar a vida de forma sempre abundante e confortável. A independência financeira conquistada a partir do equilíbrio entre consumo e investimento permitirá que a família jamais incorra em problemas de ordem financeira. Isso é ser livre!</p>
<p><strong>4. Buscam e aproveitam oportunidades</strong><br />
A vantagem de manter-se sempre bem informado é clara: fica mais fácil avaliar o que acontece na economia (mundial e local), no entorno familiar ou em sua cidade e, assim, tomar decisões mais inteligentes e voltadas para os objetivos anteriormente traçados.</p>
<p>Uma oportunidade de iniciar um novo negócio, a aquisição de um novo imóvel capaz de acelerar a geração de renda passiva (aluguel), uma revisão na carteira de ações criada com o objetivo de gerar dividendos, são vários os passos que o investidor inteligente e bem-sucedido pode tomar para aproximar-se de suas metas. E é justamente isso que eles fazem.</p>
<p><strong>5. Permitem que seus filhos lidem com a frustração e entendam seu valor</strong><br />
Somos frequentemente bombardeados com a ideia de que educar é também mitigar os riscos e permitir acesso simplificado a tudo o que conquistamos com alguma dificuldade. Uma espécie de redenção. Corremos o risco, no entanto, de criar jovens sem a conduta de valor apropriada para a vida adulta. Prejudicamos mais que ajudamos.</p>
<p>Aprender implica encarar as responsabilidades presentes em nossas decisões. Consequências são acionadas a cada caminho escolhido e é importante que possamos encará-las de forma aberta e corajosa. Errar, portanto, será uma constante, e o aprendizado a partir dos erros acaba sendo o verdadeiro diferencial para a tarefa de dar sequência a projetos de vida mais interessantes e duradouros.</p>
<p>Defender quem amamos das situações de aprendizado pelo erro pode ser reconfortante e prazeroso, mas é também perigoso. Ao acostumar nossos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3JpYXIrZmlsaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">filhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com o sucesso fácil e sempre presente, transformamos o fracasso em vilão. Essa cultura criará adultos manipuladores, exigentes demais, pouco flexíveis e incapazes de reconhecer o valor das coisas. Gente materialista, completamente o oposto do conceito de riqueza aqui exposto.</p>
<p><strong>Pra encerrar&#8230;</strong><br />
Espero que as reflexões propostas tenham serventia no seu aprendizado. Tenha em mente que para as <a title="Leia o Blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">pessoas realmente ricas</a> (o que passa longe de ser milionário ou coisa do gênero), <strong>o dinheiro é sinônimo de possibilidades</strong>, chances de ser melhor, mais livre e fazer mais. <strong>Para os endividados, dinheiro é apenas uma solução</strong>. A diferença é monstruosa.</p>
<p>Que tal discutirmos melhor o assunto? Fale comigo no Twitter – <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> – e também através do espaço de comentários do artigo logo abaixo. Educação financeira precisa ser um assunto mais discutido e valorizado. Concorda?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Festa de 15 anos: problema ou comemoração?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/10/festa-de-15-anos-problema-ou-comemoracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 01:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_festa_15_anos_problema_comemoracao.jpg" alt="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as tradições de vestidos elaborados, valsa e as 15 velas.</p>
<p>As festas de Debutantes movimentam milhões de reais todo ano e aquecem o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das empresas de eventos. Eu já soube de festas que giraram em torno de 30, 50 e até 60 mil reais. A questão crucial a ser discutida aqui é: como a família lida com essa questão em seu cotidiano?</p>
<p>Gostaria que ficasse claro que não sou contra as festas! Meu papel aqui é questionar as infelizes circunstâncias em que muitas delas acontecem e propor um olhar mais real sobre essa data. Isso porque tenho ouvido muitas queixas e preocupações de pais divididos entre “posso, quero ou devo”? Assim, vamos entrar em contato com alguns pontos fundamentais:</p>
<p><strong>Conflitos familiares</strong><br />
As cobranças por uma grande festa de 15 anos são mais comuns do que imaginamos. Tendo muitas amigas comemorando o aniversário com eventos de grande porte, é natural a adolescente sonhar com algo parecido no seu dia.</p>
<p>Caso a família não tenha o hábito de conversar sobre a realidade financeira ou sobre o que pensam sobre esse tipo de festa, esse desejo da filha pode trazer conflitos para todos. Explico: quando os filhos são criados sem a noção do poder aquisitivo dos pais ficará mais complicado administrar os “nãos” e as frustrações.</p>
<p><strong>Falta de planejamento</strong><br />
Esse descuido acaba comprometendo o orçamento da família caso optem pela festa. Geralmente, os pais decidem pelo evento sem terem tido tempo necessário para orçamentos diversos com fornecedores de Buffet, convite, vestido, DJ e etc. A pressa e a euforia “mascaram” os custos.</p>
<p><strong>Endividamento</strong><br />
Com a intenção de realizar uma festa que atenda às altas expectativas da debutante ou dos próprios pais, a solução muitas vezes acaba sendo o empréstimo, algo perigoso quando mal calculado. Lembre-se que a comemoração terá a duração de algumas horas, mas as prestações bancárias estarão em sua planilha por meses!</p>
<p><strong>Seguir modelos</strong><br />
O mais grave é quando a opção pela festa passa pelo desejo de impressionar amigos e/ou familiares. O famoso <em>“não podemos ficar para trás”</em> faz com que se gaste o que não se tem para manter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3RhdHVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">status<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> social inexistente.</p>
<p>O interessante nesse cenário é que, se olharmos mais atentamente, as festas acabam perdendo seu sentido mais puro: a comemoração. Será que estarei tendo uma crise de saudade do tempo em que as festas eram mais simples, mais leves, mas muito mais reais e mais divertidas?</p>
<p>Vejo que é preciso ter a noção do comércio que gira em torno de tanta ostentação e ter discernimento para realizar festas dentro da realidade de cada um. É função do mercado de eventos criar necessidades e produções incríveis, mas cabe a nós consumidores encaixar tudo isso dentro do nosso orçamento familiar – isso faz parte da educação financeira.</p>
<p>A doutora em psicologia <strong>Laura Quadros</strong> diz que <a title="Leia mais " href="http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/noticias/Festa-de-15-anos--pais-nao-devem-fugir-da-realidade.shtml" target="_blank">os pais não devem fugir da realidade da família</a> para realizar o sonho da filha: <em>&#8220;Completar 15 anos é um rito e merece a celebração especial. Mas não recomendo vender um carro para bancar as despesas da festa&#8221;</em>. Caso a opção por uma grande festa fique inviável, por que não pensar em algo até mais significativo para todos nessa data especial? Uma viagem, presentes carregados de carinho dado pelos pais e irmãos.</p>
<p>O conselho é o diálogo, onde a realidade pode ser vista com tranquilidade. Nesse momento, os pais precisam estar alinhados em pensamentos e, assim, conduzirem com maturidade as decisões, contando também com a participação dos filhos. Estou certa de que quando as questões financeiras são administradas com carinho e atenção, elas podem criar laços e gerar aprendizados para a vida toda.</p>
<p>Outro fator importante que vale a pena ser reforçado é a atenção com a educação financeira desde cedo. A família precisa ter coerência desde as primeiras festas de seus filhos, pois a crítica feita para as comemorações dos 15 anos também são válidas para muitas festas de 1 aninho. Tem cada coisa por ai&#8230;</p>
<p>Não podemos descuidar do que é mais importante: o relacionamento saudável e coerente com nossos filhos. Condutas amorosas para que eles passem pela <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YWRvbGVzYyVFQW5jaWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">adolescência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais felizes e com conflitos existenciais necessários, que irão colaborar com a formação de sua personalidade.</p>
<p>Percebo que, atualmente, a adolescência vem sendo atingida por um alto grau de consumismo aliado à impaciência e ao imediatismo. Infelizmente, constatamos a pouca força dos pais ou responsáveis na formação moral desses jovens – seja por falta de tempo, medo ou desconhecimento de seu papel como educador e formador desse cidadão. Os conflitos sérios com as festas de 15 anos são apenas consequências dessa educação (ou a falta dela).</p>
<p>Você concorda? Vamos discutir mais o tema no espaço de comentários abaixo. Deixe sua opinião. Um abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você pode não saber, mas é um milionário</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/25/voce-pode-nao-saber-mas-e-um-milionario/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 01:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Nitz de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Se observar a expectativa de vida e seu potencial de poupança, você é milionário. Construir riqueza é muito mais fácil quando usamos o tempo em nosso favor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você pode não saber, mas é um milionário" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_voce_pode_nao_saber_mas_milionario.jpg" alt="Você pode não saber, mas é um milionário" align="left" hspace="2" vspace="2" />Talvez você não saiba, mas você é um milionário. Não estou falando no sentido figurado, nem em saúde e felicidade, mas no sentido financeiro, ou seja, ter um patrimônio líquido acima de um milhão, principalmente em ativos financeiros. Também não estou me referindo a um prêmio de loteria ou uma repentina herança recebida, pois estou ciente que ambos os casos, apesar de possíveis, são estatisticamente improváveis.</p>
<p>Isso mesmo, você é um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWlsaCVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">milionário<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – ao menos potencialmente. Por exemplo: considerando que a expectativa média de vida no Brasil é de aproximadamente 74 anos, se você consegue investir R$ 100,00 mensais com rendimentos de 1% ao mês e tem até trinta e cinco anos, então é potencialmente um milionário.</p>
<p>Se você tem entre 35 e 53 anos, também é potencialmente um milionário, pois considerando a mesma expectativa de vida e rendimento mensal, se investir R$ 1.000,00 mensais você poderá chegar ao milhão de reais. E se você também já passou dos 53 anos, também é potencialmente milionário e ao investir R$ 10.000,00 mensais poderá alcançar o milhão de reais antes dos 70 anos.</p>
<p><span id="more-7540"></span><strong>Qual é a moral da história?</strong><br />
Assim como a lebre e a tartaruga na famosa fábula de Jean de La Fontaine (1621-1695), <strong>devagar e constantemente é muito mais fácil para conseguir chegar longe</strong>. Entenda que os exemplos acima citados são de cunho didático e podem estar distante da realidade de alguns brasileiros, mas isso não deve impedi-lo de planejar seu futuro. O <em>Dinheirama</em> oferece em sua <a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">seção de downloads</a> (<a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">clique aqui</a>) muitos simuladores que podem ajudá-lo com as contas.</p>
<p>Na fábula, a lebre ficava se gabando, dizendo que era o mais veloz de todos os animais da floresta. A tartaruga a desafiou para uma corrida e a lebre saiu facilmente na frente. Porém, a lebre parou para descansar e dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga passou vagarosamente. Quando acordou continuou a correr, mas a tartaruga, que se manteve constante, chegou em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes, observamos, presencialmente ou no ambiente virtual, indivíduos iniciantes no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytkZStjYXBpdGFpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">mercado de capitais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> buscando uma riqueza rápida e repentina, assim como a lebre da nossa história. Estes normalmente são os primeiros a fugir nos momentos de crises, amargando grandes perdas.</p>
<p>Em contrapartida, encontramos também indivíduos seguros, que investem constantemente e com objetivos de longo prazo, sem medo de crises passageiras. Podemos dizer que são as tartarugas da nossa história, pois normalmente alcançam seus objetivos.</p>
<p>Claro que o objetivo não deve ser simplesmente acumular, mas sim segurança, qualidade de vida e realizar sonhos como uma viagem, um carro desejado ou uma confortável casa própria. Adicionalmente, o fato de investir não deve ser impeditivo de aproveitar o momento presente, mas de garantir um momento futuro com conforto e tranquilidade.</p>
<p>Desta forma, o quando antes você planejar seus objetivos de longo prazo e iniciar seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, com disciplina e constantemente, mais fácil você chegará lá. Se existe mesmo uma receita mágica para enriquecer, um ingrediente relevante é e será sempre a <strong>paciência</strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Fernando Nitz de Carvalho</b>.<br>

Especialista em Finanças, Mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no Centro Universitário Municipal de São José (USJ), Analista de Projetos no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/13/dinheiro-e-felicidade-elementos-complementares-para-quem-planeja-o-futuro/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[A relação entre dinheiro e felicidade é muito clara nas famílias que criam e planejam seu futuro. Afinal, será que dinheiro traz felicidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_dinheiro_felicidade_elementos_complementares_planeja_futuro.jpg" alt="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já tem tempo que penso em escrever um artigo falando de felicidade. É comum, muito comum, diga-se de passagem, ouvirmos aquela veja velha máxima <em>“dinheiro não traz felicidade”</em>. Até que ponto essa afirmação está correta? Você concorda? A resposta comum, e muitas vezes irônica, que muita gente gosta é <em>“Ele (o dinheiro) pode não trazer, mas manda buscar”</em>. Pois é&#8230;</p>
<p>A verdade é que, a cada dia que passa, estou mais convencido de que o que nos faz ou não felizes quando falamos em dinheiro é a forma como lidamos com ele. Não só nos momentos de crise, mas em todos os momentos de nossa vida. Quase sempre, só percebemos o quanto alguma coisa é importante para nossas vidas quando deixamos de tê-la. Essa verdade pode ser empregada para o dinheiro também.</p>
<p><strong>Exemplos: são eles que movem o mundo.</strong><br />
É natural buscarmos exemplos na vida prática que sirvam de inspiração e fonte de motivação para alcançar o sucesso. Quantos por ai não confirmam possuir muita admiração por esportistas, personalidades da TV e atores de cinema? Mas, dificilmente percebemos (pelo menos no público jovem) a identificação com pessoas de sucesso no mundo das finanças.</p>
<p><span id="more-7495"></span>Afinal, o que é mais legal: a figura do jovem ator da novela das oito ou o jovem que batalhou e alcançou, com seu próprio esforço, sua independência financeira antes dos 30 anos? A visão romântica do sucesso é mais “cool”, mais simples de explicar aos outros e mais fácil de “emular”.</p>
<p>Somos condicionados, desde sempre, a viver uma realidade de faz de conta. Aprendemos de forma errada que para ter alguma coisa na vida é preciso se endividar. Ontem mesmo no caminho para participar de uma palestra, ouvi alguém falando isso. Olhei para ver quem era e, para meu espanto, eram duas jovens de pouco mais de 20 anos. Muito triste.</p>
<p><strong>O Brasileiro ainda vive na década de 80?</strong><br />
Tenho a nítida impressão que ainda estamos vivendo no Brasil da década de 80, onde era praticamente impossível planejar o orçamento financeiro no longo e médio prazo. A inflação, que batia forte no poder de compra da população, ainda está presente, mas hoje temos a possibilidade de pensar o amanhã com muitas possibilidades.</p>
<p>Para começar, podemos sonhar com possibilidades inimagináveis naquele tempo. Hoje é possível investir pra valer na carreira (sim, educação é investimento!). O Brasil de hoje e do futuro é carente de mão de obra especializada, algo que você já está cansado de saber. Quer mais? O desemprego encontra-se em níveis relativamente baixos e a renda é crescente, o que nos permite estruturar o orçamento doméstico com tranquilidade e priorizar a construção de patrimônio.</p>
<p><strong>Felicidade hoje e sempre!</strong><br />
Hoje é uma necessidade indispensável pensar o futuro, trabalhar para criar um modelo novo e privado de aposentadoria. Você, jovem leitor, deve se sentir privilegiado: tem muito mais tempo e possibilidades de aprendizado (acesso a informações) que seus pais ou avós. O que você faz diante dessa realidade?</p>
<p>E como fica a felicidade nessa história? Ora, hoje é muito mais fácil encontrar a felicidade. E, vamos deixar a hipocrisia de lado, ela passa necessariamente por questões financeiras, seja pela tranquilidade de não estar devendo a ninguém ou mesmo pelas possibilidades de conquistar bens de consumo e realizar desejos e sonhos pessoais/familiares. O dinheiro e os exemplos que surgem na forma como lidamos com ele são importantíssimos.</p>
<p>Para finalizar, presto uma homenagem a um grande brasileiro que recentemente nos deixou: Millôr Fernandes. Uma pessoa admirada por muitos e que também manifestou alguns ótimos pensamentos em relação ao dinheiro: &#8220;O que o dinheiro faz por nós não é nada em comparação com o que a gente faz por ele&#8221;.</p>
<p>Tenho certeza que a reflexão sobre essa frase complementa e, ao mesmo tempo, dá o tom do artigo de hoje. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit: Coloque suas finanças no caminho certo!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/11/workshop-dinheirama-moneyfit-coloque-suas-financas-no-caminho-certo/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[workshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o Workshop mais completo de Finanças Pessoais e coloque sua vida financeira no caminho certo! Livre-se das dívidas, construa patrimônio e gere renda passiva com o apoio de nossos especialistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Clique e inscreva-se!" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank"><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_workshop_financas_pessoais_moneyfit_transformar_vida_financeira.jpg" alt="Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit - Clique e conheça!" /></a></p>
<p>Sempre fomos muito cobrados pelos leitores que acompanham nosso trabalho no <em>Dinheirama</em> no sentido de realizar cursos presenciais e outros eventos fora da Internet. Depois de muito planejamento e definições para encontrar o modelo correto e a melhor ocasião para isso, lançamos, em parceria com a <a title="Conheça a MoneyFit" href="http://www.moneyfit.com.br" target="_blank">MoneyFit</a>, o <em><strong>“Workshop de Finanças Pessoais que irá colocar sua vida financeira no caminho certo”</strong></em>.</p>
<p>Para conhecer melhor o evento, acesse sua página oficial: <strong><a title="Acesse a página oficial do Workshop" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a></strong></p>
<p><strong>Informações do evento</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> Dia 12 de maio de 2012<br />
<strong>Horário:</strong> 09h às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Sede da MoneyFit: Av. Prof. Francisco Morato, 600 &#8211; próximo à Estação Butantã (Metrô Linha 4)<br />
<strong>Detalhes e conteúdo abordado:</strong> acesse <a title="Acesse a página oficial do evento" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a><br />
Estão inclusos no evento:</p>
<ul>
<li>Dois Coffee Breaks;</li>
<li>Apostilas e livros do Dinheirama e da MoneyFit;</li>
<li>Certificado de participação.</li>
</ul>
<p><strong>Valor:</strong> R$ 490,00 à vista, com desconto (<a title="Clique para pedir detalhes de pagamento à vista" href="mailto:contato@dinheirama.com" target="_blank">depósito em conta &#8211; clique aqui para solicitar detalhes</a>) &#8211; ou R$ 550,00 parcelado em até 12 Vezes pelo PagSeguro (<a title="Conheça o Workshop" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">clique para conhecer o evento</a>).</p>
<p><a title="Clique e faça sua inscrição" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank"><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/workshop-moneyfit-dinheirama.jpg" alt="Workshop Dinheirama &amp; MoneyFit - Clique e conheça!" /></a></p>
<p><strong>Participarão como instrutores do evento</strong></p>
<p><strong>André Massaro:</strong> Administrador e pós-graduado em Economia, atua como educador financeiro, escritor, palestrante, conferencista e coach em finanças pessoais. É profissional da área de finanças há dezoito anos, tendo sido executivo financeiro de empresas e instituições financeiras e trader independente, especializado em mercados futuros. Autor dos livros “MoneyFit” e “Por dentro da bolsa de valores” (Matrix Editora) e do blog “Você e o Dinheiro” no Portal EXAME.</p>
<p><strong>Conrado Navarro:</strong> Educador financeiro com MBA Executivo em Finanças pela UNIFEI e fundador do Dinheirama.com, um dos mais premiados sites de finanças pessoais e investimentos do Brasil. É empresário, investidor, palestrante, autor do livro “Vamos Falar de Dinheiro?” (Ed. Novatec), co-autor de “Dinheirama” (Ed. Blogbooks Ediouro) e colunista do portal Você S/A (Editora Abril).</p>
<p><strong>Antônio de Júlio:</strong> Graduado em processamento de dados, com pós-graduação em publicidade, trabalha com o mercado de ações desde 2003. Atua como educador financeiro, é agente autônomo de investimentos pela CVM e autor do livro &#8220;Por dentro da Bolsa de Valores&#8221; (Matrix Editora). É também instrutor sênior da MoneyFit e conselheiro da Associação Comercial de São Paulo.</p>
<p><strong>Ricardo Pereira:</strong> Educador financeiro graduado em Ciências Contábeis com especialização em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas, co-fundador do Dinheirama.com um dos mais premiados sites de finanças pessoais e investimentos do Brasil. Já atuou em bancos de Investimento e participou de vários projetos relevantes de educação financeira no Brasil. É palestrante e co-autor do livro “Dinheirama” (Ed. Blogbooks Ediouro) é colunista do Blog da Tecnisa e do portal Consumidor Moderno ( UOL).</p>
<p>Conheça o conteúdo programático e outros detalhes importantes na página oficial do Workshop: <strong><a title="Conheça e faça sua inscrição!" href="http://dinheirama.com/workshop/" target="_blank">www.dinheirama.com/workshop</a></strong></p>
<p>Faça logo sua inscrição, as vagas são limitadas. Vejo você lá! Valeu!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O cartão de crédito dos meus sonhos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/23/o-cartao-de-credito-dos-meus-sonhos/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/03/23/o-cartao-de-credito-dos-meus-sonhos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 13:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Levando em conta educação financeira, planejamento, desejos de consumo e orçamento doméstico, como seria o cartão de crédito dos sonhos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O cartão de crédito dos meus sonhos" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_cartao_de_credito_meus_sonhos.jpg" alt="O cartão de crédito dos meus sonhos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Semana passada, quando li a notícia sobre o novo <a title="Leia a notícia completa" href="http://migre.me/8orsj" target="_blank">cartão de crédito que oferece parcelamento das compras em até 200 meses</a>, enviei um e-mail para o <strong>Navarro</strong> perguntando se eu poderia escrever alguma coisa para o <em>Dinheirama</em> nesse sentido.</p>
<p>Inicialmente a minha ideia era falar um pouco sobre as armadilhas dessa nova modalidade de crédito (nem tão nova assim) e confrontar a ideia defendida por alguns de que o problema não é o cartão, mas o uso que as pessoas fazem dele.</p>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Resolvi falar um pouco sobre o <strong>cartão de crédito dos meus sonhos</strong>, um cartão de crédito que não existe no mercado, mas que deveria existir.</p>
<p>Não se trata de um cartão que oferece juros menores do que os cobrados no rotativo atualmente, nem um maior prazo de parcelamento, nem custos reduzidos de aquisição e operação para os lojistas.</p>
<p><span id="more-7420"></span>É um cartão de crédito que realmente funcione para <strong>todos</strong> como uma ferramenta capaz de ajudar no controle das finanças e não como um perigo potencial para o superendividamento.</p>
<p>O meu cartão de crédito dos sonhos é um cartão que vem com algumas opções pré-estabelecidas, mas que podem ser modificadas pelo titular do cartão através de um SAC, após o pagamento da primeira fatura. Entre essas opções estariam:</p>
<ul>
<li>Limite de 10% da renda do titular;</li>
<li>Bloqueio para compras parceladas onde incidam juros;</li>
<li>Bloqueio para pagamento mínimo;</li>
<li>Bloqueio para saque.</li>
</ul>
<p>A ideia aqui é utilizar o viés do <em>status quo</em>, ou seja, fazer uso (ético e sustentável) daquela nossa tendência de deixar as coisas como estão.</p>
<p>Algumas empresas utilizam esse viés quando nos oferecem, por exemplo, um bem ou serviço com um preço absurdamente inferior ao normalmente praticado (ou até mesmo gratuitamente) por um determinado período de tempo. Ao término deste período, o preço volta ao normal, mas você continua recebendo o bem ou serviço (e pagando por ele) – a menos que você procure cancelar o contrato. As assinaturas de revistas são o exemplo clássico.</p>
<p>A probabilidade de você continuar pagando o preço cheio pelo bem ou serviço (manter as coisas como estão) é muito maior do que a probabilidade de você se dar ao trabalho de cancelar o contrato.</p>
<p>A razão de ter as opções pré-estabelecidas atreladas ao limite e ao parcelamento está ligada à nossa incapacidade de substituir as contas mentais pelas continhas de somar e subtrair com lápis e papel (ou planilhas, como queira).</p>
<p><strong>A grande maioria das pessoas decide se compra ou não em função do valor da parcela</strong> e, o que é pior, normalmente se esquece de somar a nova parcela às anteriores dentro de seu fluxo de caixa. E, quanto menor o valor da parcela, maiores são as chances de você usar a conta mental.</p>
<p>O comércio varejista sabe bem disso. Basta prestar um pouco de atenção às propagandas para perceber que o valor em destaque (e em alguns casos o único valor mencionado verbalmente) é o da parcela.</p>
<p>Já que as contas mentais são um perigo – e não, nós não vamos substituí-las pelas contas de lápis e papel só porque temos um cartão de crédito ou só porque sabemos que esse é o melhor caminho –, o cartão de crédito dos meus sonhos exibe em cada comprovante de compra o limite disponível atualizado.</p>
<p>Bem, e só para provocar mais um pouquinho, o contrato do meu cartão de crédito dos sonhos é automaticamente cancelado pela operadora se o titular efetuar o pagamento mínimo por cinco vezes, consecutivas ou não, nos últimos 12 meses de vigência do contrato.</p>
<p>A inspiração aqui veio da <a title="Conheça a lei em detalhes" href="http://migre.me/8orC2" target="_blank">Lei 9.656</a> sobre a regulamentação dos planos de saúde. Em seu artigo 13, parágrafo único, inciso II, a Lei 9.656 proíbe a suspensão ou rescisão unilateral do plano,<em> “salvo por fraude ou não pagamento da mensalidade por período superior a 60 dias, consecutivos ou não, nos últimos 12 meses de vigência do contrato, desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o quinquagésimo dia de inadimplência”</em>.</p>
<p>Acho que para aqueles que já sabem utilizar um cartão de crédito, essa nova modalidade não seria problema algum. Mas, para aqueles que não sabem fazer um uso adequado da ferramenta, acho que seria um grande empurrão para escolhas mais acertadas.</p>
<p>Em meio a tantas iniciativas no setor das finanças, como a <a title="Leia mais sobre a proposta" href="http://migre.me/8orGi" target="_blank">proposta do Código de Defesa do Consumidor enviada ao Senado</a> que visa a atacar o superendividamento das famílias e a regulação das instituições financeiras do país (um dos aspectos que compõem o tripé de atuação da ENEF), quem sabe alguém não se inspira nas minhas provocações&#8230;</p>
<p>Afinal, sonhar não custa nada (nem endivida ninguém!). Você não gostaria de usar um cartão de crédito assim, dos sonhos?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/15/tres-coisas-que-seu-consultor-financeiro-nunca-disse-sobre-estar-endividado/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 19:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo R. Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
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		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como lidar com o endividamento quando o problema não é gastar mal o que ganhamos, mas a baixa renda mensal? Planejamento e atitude podem resolver?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_tres_coisas_que_seu_consultor_financeiro_nunca_disse_estar_endividado.jpg" alt="Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado" align="left" hspace="2" vspace="2" />Eu tenho estudado bastante educação financeira já faz uns dois anos. Depois de ler o famoso livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/pai+rico+pai+pobre?franq=247523" target="_blank">&#8220;Pai Rico, Pai Pobre&#8221;</a>, do Robert Kiyosaki, assumi que o lema para minha vida seria &#8220;fazer o dinheiro trabalhar para mim&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, tenho estudado também maneiras possíveis de <a title="Livre-se das dívidas" href="http://dinheirama.com/blog/2010/04/22/endividados-tambem-podem-alcancar-a-independencia-financeira/" target="_blank">sair das dívidas</a>, pois eu mesmo passei por essa situação. Sim, eu fiz uns investimentos de risco e ganhei muita experiência com isso (em outras palavras, perdi dinheiro!). Por isso, estou focando em minhas finanças pessoais para buscar a <a title="Liberdade e qualidade de vida são possíveis" href="http://dinheirama.com/blog/2011/07/29/por-que-guardar-dinheiro-foco-na-qualidade-de-vida-e-liberdade/" target="_blank">liberdade em termos financeiros</a>.</p>
<p>O mais curioso nessa situação é que <strong>tenho visto a dívida do ponto de vista do endividado</strong>. Uma coisa é seu consultor financeiro te ajudar a decidir o que fazer, pois a visão de mundo dele é de uma pessoa com &#8220;as contas em dia&#8221;, equilibradas; outra é você conseguir colocar em prática todos os passos propostos, com todas as dificuldades que a restrição na renda te impõe (sair menos, corte de supérfluos etc.).</p>
<p><span id="more-7384"></span>Por isso, venho aqui destacar três pontos importantes que você provavelmente não ouviu em nenhum outro lugar sobre como estar endividado e sair do buraco.</p>
<p><strong>1. Você provavelmente está ganhando menos que o necessário</strong><br />
Vamos dizer que você tenha cansado perder dinheiro para o banco e operadoras de cartão de crédito todo mês. Daí você decide se educar financeiramente, procura livros sobre o tema, vai a encontros, frequenta blogs e começa a colocar os conceitos em prática. Mas, por mais que você corte supérfluos e faça sacrifícios, a conta do mês nunca fecha. Parece familiar?</p>
<p>Bem, as chances são grandes de que você esteja ganhando menos que o necessário para se manter com o mínimo possível. Veja, grande parte das dicas da educação financeira são voltadas para pessoas com <strong>maus hábitos</strong> de gasto, o que deixa implícito que as pessoas ganham o suficiente, mas gastam mal.</p>
<p>Mas, quase nenhum material é voltado para pessoas que ganham menos do que precisam, pois o problema deixa de ser de educação financeira e passa a ser de educação profissional. Então, o que você pode fazer? É um tema delicado, pois envolve suas aspirações e planos de vida. Algumas ideias de coisas que você pode fazer:</p>
<ul>
<li><strong>Trabalhar horas extras.</strong> De preferência, em um ritmo pesado (várias horas por semana), mas por um tempo limitado, de modo que possa levantar uma quantia que faça grande diferença no final do mês. Aqui, a ideia-chave é que <strong>você se sacrifique por um período determinado</strong> – ou corre o risco de virar escravo do emprego e prejudicar sua saúde/qualidade de vida;</li>
<li><strong>Começar um negócio próprio nas horas vagas.</strong> Você não precisa investir dinheiro para começar o próprio negócio. Hoje, com a popularização da Internet e as várias ferramentas gratuitas de qualidade, você pode colocar um site no ar com menos de 100 reais por ano. As <a title="Faça acontecer - veja oportunidades" href="http://estrategistas.com/internet-como-plataforma-para-construir-seu-negocio/" target="_blank">possibilidades são imensas</a>: um blog sobre sua expertise, uma loja virtual, sites voltados a ganhar dinheiro com propaganda e por ai vai. Para mais informações, recomendo o livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21831226/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Vai Fundo&#8221;</a>, do Gary Vaynerchuk;</li>
<li><strong>Começar uma consultoria.</strong> Não importa em qual área você trabalhe, há sempre a possibilidade de fornecer consultoria. Quaisquer que seja sua expertise ou problemas que saiba resolver, com certeza há alguém lá fora inclinado a pagar por esse conhecimento. Aqui, o importante é ter uma grande rede de contatos e saber utilizá-la bem.</li>
</ul>
<p><strong>2. Você pode ter alcançado o limiar da miséria</strong><br />
É interessante como os conceitos mais curiosos vem de áreas de estudo que nem imaginamos. Por exemplo, em um livro sobre pôquer, o <a title="Conheça o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Caros-Book-Poker-Tells-Mike/dp/1580420826/ref=sr_1_2?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1331775803&amp;sr=1-2" target="_blank">&#8220;Poker Tells&#8221;</a>, do Mike Caro (ainda sem tradução para português), ele introduz um conceito interessante: o limiar da miséria.</p>
<p>Aqui não falo de miséria como &#8220;condição financeira extremamente desfavorável&#8221;, mas em um sentido psicológico de sofrimento. Quando estamos passando por uma situação desagradável, seja falta de condicionamento físico, problemas amorosos ou mesmo dívidas financeiras, <strong>há um limite de dor que podemos suportar. Ao romper esse limite, simplesmente paramos de sentir dor; a situação para de nos incomodar</strong>.</p>
<p>O problema é que, embora a situação não nos incomode mais, ela ainda existe. Então, a partir desse momento ela continua piorando, sem controle, pois sai de nossa supervisão. Por exemplo, vamos dizer que você esteja fora de forma e a barriga comece a crescer. Ela cresce, você fica preocupado, mas não age em cima disso, pois a solução requer um esforço muito grande para você (deixar de comer bobagem, se exercitar etc.).</p>
<p>Enquanto a situação piora, você vai ficando cada vez mais preocupado. Se você não age, em determinado momento seu cérebro começa a achar que a situação não tem mais cura e &#8220;entrega os pontos&#8221;. Mesmo sabendo que existe um problema, não há mais dor, não há mais preocupação. A barriga vai continuar crescendo e você não vai mais ficar tão chateado. Complicado, não?</p>
<p>O mesmo processo pode ocorrer com suas finanças. Se você não age no problema logo, por mais sacrifício que essa ação exija, você pode alcançar seu limiar e ver a situação sair do controle facilmente. Você terá pensamentos como: <em>&#8220;Eu vou comprar isso, sim, afinal não vou conseguir pagar a dívida do banco mesmo&#8221;</em>. E ai a coisa vai &#8220;ladeira abaixo&#8221;.</p>
<p>Caso você tenha achado tudo isso familiar, agora entende por que nunca conseguiu colocar seus programas e planilhas para funcionar. A questão é que você não acreditava ser possível. Agora que você conhece esse efeito, é importante estudá-lo a fundo e identificar as situações em que ele surge para que você corte os pensamentos assim que eles aparecerem.</p>
<p><strong>3. Suas finanças podem ter se tornado seu campo cego</strong><br />
Um outro problema psicológico parecido que você pode estar enfrentando é a existência de &#8220;campos cegos&#8221; (tradução livre para “<a title="Leia mais sobre Ugh Fields" href="http://lesswrong.com/lw/21b/ugh_fields/" target="_blank">Ugh Fields</a>”).</p>
<p>Voltemos ao exemplo da pessoa com má condição física. Outro cenário possível – e mais comum do que você imagina – é a pessoa começar a dieta/tratamento, mas perceber então que esse caminho requer um sacrifício muito grande. Assim, ela termina associando dor ao processo/solução. Com o tempo, apenas ao pensar em &#8220;não comer chocolate&#8221; ou &#8220;frequentar academia&#8221;, essa pessoa sentirá dor.</p>
<p>Assim, como um mecanismo de autodefesa, o cérebro dela simplesmente ignorará o condicionamento físico, de modo a fugir da dor. Sempre que alguém falar com ela sobre isso, ela irá fugir do assunto; se ela vir algo na TV, ela mudará de canal. Haverá o surgimento de um verdadeiro ponto cego.</p>
<p>Tudo isso pode acontecer com suas finanças. Por “sair do vermelho” ser um processo difícil, o surgimento do campo cego é algo possível. Faça uma reavaliação de como você se sente em relação à situação, como tem se comportado em direção a isso nos últimos tempos e obterá algumas respostas. Para leitura adicional, você pode ir <a title="Aprofunde-se no tema" href="http://lesswrong.com/lw/21b/ugh_fields/" target="_blank">aqui</a> e <a title="Tem mais aqui, leia também" href="http://lesswrong.com/lw/2cv/defeating_ugh_fields_in_practice/" target="_blank">aqui</a> (em inglês).</p>
<p><strong>Tomara que você consiga mudar. Eu consegui!</strong><br />
Despeço-me na expectativa sincera de que essas dicas te ajudem de alguma maneira. Se forem o vetor de mudança para te tirar do vermelho, você terá feito meu dia. O importante é agir e não deixar-se dominar pelo comodismo e pela “zona de conforto”.</p>
<p>Você, que já conseguiu sair de situações difíceis, que tipo de conselho gostaria de ter recebido na época? Compartilhe-o conosco no espaço de comentários. Até mais!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Paulo R. Ribeiro</b>.<br>

Aspirante a Engenheiro, curte um bom papo e acredita que as pessoas podem mais com a vida. Escreve no site <a title="Estrategistas" href="http://www.estrategistas.com">"Estrategistas"</a> e está trilhando um caminho para se tornar Empreendedor em série. No twitter: <a title="Siga o Paulo no Twitter" href="http://twitter.com/paulorrj">@paulorrj</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Riqueza e qualidade de vida: é rico quem pensa como rico.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 00:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisson de Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Quer ficar rico? Aprenda a pensar como um rico! O conceito de riqueza deve levar em conta a geração de fluxo de caixa, não apenas o patrimônio material. Entenda!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Riqueza e qualidade de vida: é rico quem pensa como rico." src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_riqueza_qualidade_de_vida_e_rico_quem_pensa_como_rico.jpg" alt="Riqueza e qualidade de vida: é rico quem pensa como rico." align="left" hspace="2" vspace="2" />Em minhas aulas e palestras, costumo usar os termos <strong>RICO</strong> e <strong>POBRE</strong> com bastante frequência – inspirado no famoso livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a>. Porém, em tais ocasiões, antes que qualquer ouvinte me acuse de politicamente incorreto, também costumo deixar bem claro o que cada um desses dois termos representa e significa para mim. É exatamente esse ponto de vista que gostaria de compartilhar com os leitores do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Primeiramente, uso as palavras RICO e POBRE para diferenciar como as pessoas pensam (e, por consequência, agem), e não pelo quanto ganham por mês. Perceba que a diferença é imensa. Por tal conceituação, uma pessoa que tenha renda mensal de R$ 15.000,00 pode ser considerada pobre, enquanto outra com renda de R$ 1.500,00 pode ser rica. Isso simplesmente pelo fato de pensarem e agirem de maneiras diferentes. Para exemplificar como isso é possível, apresento o famoso exemplo da caixa d&#8217;água.</p>
<p><strong>A riqueza e a caixa d’água</strong><br />
Imagine a situação de uma casa em que a caixa d´água que a abastece esteja completamente cheia. Essa fartura momentânea pode fazer com que os moradores da casa comecem a gastar mais água do que a bomba consegue repor. Assim, se ao longo do tempo as saídas forem maiores que as entradas, a caixa um dia ficará vazia e os moradores passarão sede.</p>
<p><span id="more-7322"></span>Repare que esse exemplo, discutido de maneira pormenorizada em meu artigo <a title="Leia mais em meu blog" href="http://migre.me/876S6" target="_blank">“Entenda o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa”</a>, demonstra que, para evitar problemas futuros, não adianta a caixa d´água estar cheia. É preciso que o fluxo de água seja constantemente positivo.</p>
<p>No campo financeiro, isso significa dizer que não basta ter patrimônio. É preciso que, consistentemente, as receitas mensais sejam maiores do que as despesas – na verdade, essa é a única maneira de se aumentar a riqueza. Aliás, se quiser medir sua riqueza, acesse este <a title="Leia mais e aprenda a medir sua riqueza" href="http://migre.me/876Tv" target="_blank">excelente artigo dos amigos do Blog Quero Ficar Rico</a>.</p>
<p><strong>Ricos e pobres pensam de maneira diferente</strong><br />
Com base no exemplo da caixa d´água e sua possível analogia com as finanças pessoais, já é possível delinear a diferença de pensamento entre pobres e ricos. Acompanhe a seguir.</p>
<p><strong>Os pobres</strong><br />
Os indivíduos que se encaixam nessa definição têm sua conceituação sobre riqueza financeira baseada em quantos ativos se tem no Balanço Patrimonial. Isso significa que olham apenas se a caixa d´água está cheia.</p>
<p>Ainda é preciso destacar um detalhe importante: a riqueza percebida pelos pobres está geralmente associada a ativos que dão despesa. Isso porque, apesar de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> também serem ativos, <strong>o POBRE associa riqueza a quem possui casa de luxo, carros importados, roupas de grife etc</strong>., bens que geram mais despesas e aumentam as responsabilidades financeiras da família.</p>
<p>Ao lidar com as finanças pessoais, sua intenção é potencializar o consumo, acreditando que seu bem estar e qualidade de vida estão diretamente associados à quantidade de bens e serviços que consegue obter, nem que para isso seja preciso endividar-se.</p>
<p><strong>Os ricos</strong><br />
As pessoas pertencentes a essa categoria dão grande importância ao fluxo de caixa, isto é, tomam providências para que, sistematicamente, entre mais líquido do que saia na caixa d´água. Dessa forma, é possível verificar que <strong>o RICO abre mão do consumo imediato e exacerbado em troca de receitas maiores que suas despesas</strong>. O destino para a “sobra” do dinheiro é inteligente: compram ativos que geram mais receita; ou, em outras palavras, investem.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Com base na argumentação construída ao longo do texto, é possível perceber claramente que diferencio POBRES e RICOS pela maneira como definem <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmlxdWV6YV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">riqueza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> financeira. A maneira como pensam e agem são completamente distintas e independem de sua receita mensal.</p>
<p>Obviamente, uma pessoa RICA e com alta renda mensal, conseguirá atingir a independência financeira mais rapidamente que outra com renda menor, mas definitivamente o quanto se ganha não é condição suficiente para geração da verdadeira riqueza financeira.</p>
<p>A realidade é uma só: <strong>se você pretende se tornar uma pessoa rica, pense e aja como tal, independentemente de sua renda atual!</strong></p>
<p>Boa sorte em suas finanças e vida pessoal. Até a próxima. Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elisson de Andrade</b>.<br>

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Mestre e Doutorando em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo. Ganhador do prêmio BM&amp;FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Autor do <a title="Blog do Professor Elisson de Andrade" href="http://www.profelisson.com.br">Blog do Professor Elisson de Andrade</a>. No Twitter: <a title="Siga o Prof. Elisson no Twitter" href="http://twitter.com/Prof_Elisson">Prof_Elisson</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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