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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Pedagogia Econômica</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Pedagogia Econômica</title>
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		<item>
		<title>Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/05/viver-de-forma-superficial-ou-intensa-como-fica-a-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com a qualidade de vida em uma sociedade cada vez mais exigente? Como escolher entre viver de forma superficial ou intensa? Equilíbrio, a chave!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_viver_forma_superficial_intensa_qualidade_de_vida.jpg" alt="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A vida sinaliza para a necessidade de voltar para casa: <strong>o nosso EU</strong>. Um voltar com caráter amoroso e não egoísta. Observo que muitas pessoas estão anestesiadas e acabam vivendo na superficialidade. A demanda maluca do cotidiano acelera e contribui para essa vida rasa, onde não há muito espaço para estar consigo, conhecer melhor suas vontades e decidir pela melhor opção. Infelizmente, “somos levados” por isso ou aquilo&#8230;</p>
<p>Acabamos transportados para lugares sem identidade, empregos sem trabalho, relações sem amores, metas sem ideais, sentimentos sem sentido. A falta de conhecimento sobre nossas reais necessidades e o que nos faz felizes acaba gerando doenças físicas e emocionais, já que o distanciamento do Eu traz consigo consequências negativas em algum momento da vida.</p>
<p>Outros aspectos, como o consumismo, as pressões de uma sociedade voltada para aparências e o empobrecimento cultural em pleno século XXI acabam distanciando muitas pessoas do Belo, do Bem e do Bom. Isso tem reflexos pesadíssimos também no aspecto financeiro das famílias, como você bem sabe.</p>
<p><span id="more-7461"></span>Pense um pouco e lembre-se de qual foi a última vez que você:</p>
<ul>
<li>Olhou para o céu;</li>
<li>Expressou seu carinho para as pessoas que ama;</li>
<li>Olhou no espelho e disse: “Você nasceu para dar certo!”;</li>
<li>Ajudou alguém pelo simples prazer de colaborar;</li>
<li>Pediu perdão;</li>
<li>Trocou a tarde no shopping por um passeio no parque;</li>
<li>Enfeitou a casa com flores;</li>
<li>Decidiu pela saúde financeira e assumiu o controle da planilha doméstica;</li>
<li>Rompeu com as amarras comportamentais que te prendiam no automatismo e foi fazer o que realmente valia a pena para você.</li>
</ul>
<p>É preciso desenvolver uma relação mais real e saudável consigo, com o outro e com a natureza. Todos nós corremos o risco de cair na cilada de uma Vida Líquida, para usar a expressão do sociólogo <strong>Zygmunt Bauman</strong>, onde tudo é temporário. Nesse cenário, as pessoas sentem-se confusas no meio de tantas transformações e informações e acabam com a sensação de estarem perdendo sua condição humana.</p>
<p>Isso tudo <em>“associado à proliferação dos apelos do consumo e sucesso, fazendo com que as pessoas mesmo angustiadas, perplexas e inseguras, estejam mais interessadas em escolher entre as diversas marcas de produtos e as mais infinitas ofertas, do que com sua condição de Ser e Estar no mundo”</em>.</p>
<p>Esse texto é um alerta para mim e para vocês. Uma pausa para refletirmos sobre como conduzimos nossa vida, se nossos dias estão sendo bem vividos, se conseguimos realmente sentir esse cotidiano e provocar mudanças. <strong>A principal revolução deve acontecer dentro de nós</strong> para consolidarmos nossa condição de SERES HUMANOS e não de teres humanos. Que tal aproveitar o feriado prolongado para começar ao invés de apenas reagir?</p>
<p>Concorda com essa ideia? Compartilhe conosco seu ponto de vista no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/06/pouca-atencao-aos-detalhes-erro-comum-e-perigoso-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer bem os detalhes da empresa e o cliente é fundamental para vender mais e melhor. A falta de atenção pode significar queda nas vendas e problemas de relacionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_pouca_atencao_detalhes_erro_comum_perigoso_empresas.jpg" alt="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tema não é novo, mas é sempre bom escrever sobre ele para lembrar a todos sobre a importância da atenção aos clientes. Percebo que, mesmo com tantas informações, alguns aspectos básicos ainda deixam a desejar; e sabemos que cliente insatisfeito é sinônimo de propaganda negativa. Pois bem, é consenso que empresas vitoriosas são aquelas que efetivamente primam pela qualidade de seus produtos e serviços.</p>
<p>O especialista em marketing e professor <strong>David Kotler</strong> alerta sobre a importância da fidelização dos clientes, já que um consumidor insatisfeito causa muitos prejuízos à empresa (ele influência negativamente, em média, outros 10 consumidores). Observa-se que, apesar dos esforços empreendidos na busca pela qualidade, muitas empresas falham e acabam perdendo clientes por não darem a atenção merecida a detalhes da cadeia produtiva.</p>
<p>O objetivo desse artigo é abordar alguns itens que poderão contribuir para a melhoria dos serviços prestados através da discussão de aspectos importantes do cotidiano empresarial. Fatores que muitas vezes são vistos como detalhes e não recebem a atenção devida, fazendo com que a empresa comprometa a qualidade dos serviços oferecidos.</p>
<p><span id="more-7191"></span><strong>Atendimento ao cliente interno</strong><br />
Os funcionários são a base de toda empresa, pois é através de cada um deles que os produtos e serviços são elaborados e oferecidos. Costuma-se ver que as causas mais comuns de afastamentos, absenteísmo, acidentes de trabalho e desmotivação residem na pouca atenção oferecida a eles por parte da gerência. É preciso investir não apenas em remuneração adequada, mas também no reconhecimento de seus esforços e na oportunidade de expressão de suas ideias.</p>
<p>Programas frequentes de treinamento e desenvolvimento, reuniões semanais e melhoria da comunicação interna são eficazes e provocam mudança significativa na postura em relação ao trabalho. Somente funcionários felizes são capazes de transmitir satisfação aos clientes.</p>
<p><strong>Atenção à cadeia produtiva</strong><br />
Muitas vezes, os produtos são entregues aos clientes com pequenas imperfeições, algo que pode ser resolvido com a atenção maior aos detalhes da produção. Pequenos desvios são facilmente resolvidos através da padronização dos processos, das reuniões freqüentes com os funcionários e da adoção de novas formas de atuação.</p>
<p><strong>Pontualidade</strong><br />
Empresas comprometem sua relação com os clientes quando não cumprem os prazos de entrega combinados. A organização interna e o comprometimento de todos da empresa costumam garantir o tempo determinado.</p>
<p><strong>Alto rigor nas normas</strong><br />
Normas e padrões são importantes, mas quando são engessados e não dão margem para pequenas negociações podem comprometer o relacionamento com clientes internos e externos. A opção pelo bom senso é sempre bem vinda.</p>
<p><strong>Repasse das atividades</strong><br />
Funcionário não costuma adivinhar o que se espera dele e isso provoca muita confusão no cotidiano empresarial. O colaborador é encaminhado para suas atividades naturalmente, como se ele soubesse tudo que precisa ser executado e como comportar-se. Esse pequeno problema pode ser resolvido com uma breve explicação do que precisa ser feito.</p>
<p><strong>Pouca atenção às reclamações dos clientes</strong><br />
Um dos caminhos para a excelência é ouvir os consumidores. Não despreze as reclamações de seus clientes e não os considere exigentes demais. Veja-os como aliados na identificação de falhas e possíveis melhorias.</p>
<p><strong>A sustentabilidade veio para ficar!</strong><br />
A preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente também são fatores ganhadores de clientes e algumas atitudes relativamente simples podem ser determinantes na consolidação da marca de uma empresa no mercado:</p>
<ul>
<li><strong>Adoção de sacolas ecológicas.</strong> Principalmente para os comerciantes do setor alimentício, onde o uso de sacolas plásticas é alto, a iniciativa pela adoção de sacolas ecológicas estimula os clientes na questão ambiental e reduz despesas com as sacolas descartáveis. Além de cuidar do meio ambiente, o financeiro da empresa também será beneficiado, vale a pena fazer as contas;</li>
<li><strong>Iluminação correta.</strong> Existem muitas maneiras de diminuir gastos com energia elétrica: utilização da luz natural no ambiente, uso de cores claras nas paredes e móveis, espelhos em locais estratégicos, uso de lâmpadas fluorescentes, aumento ou troca de janelas de lugar são algumas delas;</li>
<li><strong>Conscientização interna.</strong> O uso consciente dos recursos durante a execução das tarefas é um aspecto que precisa ser ensinado e amplamente divulgado dentro das empresas. Desde o uso excessivo de impressões, matérias primas, telefone até o desperdiço de comida e danos nas ferramentas de trabalho pelo mau uso têm um impacto ambiental e um custo mensal alto para as empresas;</li>
<li><strong>Qualidade nas relações internas e externas.</strong> A relação saudável com os funcionários e a preocupação com as condições adequadas de trabalho são itens que merecem atenção. Os cuidados com a comunidade onde a empresa está inserida e ações ligadas ao seu bem estar também agregam muito valor à empresa. Cuidar das relações internas e externas também coloca a empresa em um caminho ecologicamente correto.</li>
</ul>
<p>A melhor maneira de buscar e manter a qualidade de produtos e serviços é o envolvimento de todos da empresa em torno desse objetivo. A gestão participativa é um modelo altamente eficaz nesse sentido, já que preza pela atenção todos em torno do bem mais precioso de uma companhia: o cliente. Estar atento aos detalhes pode ser a diferença entre prosperar ou não. Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/17/qual-o-limite-do-necessario-como-equilibrar-necessidade-e-superfluos/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 18:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já reparou em quanta coisa compra e acumula sem necessidade? O que dizer do armário cheio de roupas nunca utilizadas? Sapatos? Como lidar com esse impulso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_limite_necessario_superfluo.jpg" alt="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um tema ronda meus pensamentos há algum tempo: o supérfluo, o necessário, nossos limites e limitações. Qual o limite do necessário? Você já deu uma volta em sua casa, analisando armários e gavetas? Você percebeu quantas roupas estão (bem) guardadas e que há tempos você não usa? Quanta coisa comprou por impulso e que agora está ali, somente ocupando espaço em seu armário?</p>
<p>Pois é isso mesmo! Todos nós acumulamos muita coisa sem a menor necessidade ou sem a menor noção de que fazemos isso. Por que será que gostamos tanto de acumular objetos, roupas e quinquilharias? Será que é apego? Desleixo? Falta de noção? Desconhecimento?  Cada um tem uma opinião, o certo é que o supérfluo incomoda ou incomodará em algum momento.</p>
<p>Por definição, supérfluo é o que é demais, demasiado, excedente, desnecessário, ocioso, inútil ou aquilo que excede o necessário, coisas dispensáveis.  Já o necessário é aquilo que não se pode dispensar, é imprescindível à vida.</p>
<p><span id="more-6220"></span>Como tratamos esses conceitos dentro do nosso cotidiano? Será que estamos nos endividando por conta de compras majoritariamente supérfluas? Será que acabamos nos endividando com o que é necessário depois de exagerar no que é supérfluo? O certo é que a felicidade e a paz não dependem do volume de coisas que acumulamos durante nossa vida – muitas vezes acabamos esquecendo isso.</p>
<p>Acho interessante trazer essa reflexão para que prestemos atenção em nossas “necessidades artificiais”. Acredito que a razão coloca cada coisa em seu lugar. O conhecimento de nossas necessidades reais nos mostra o limite entre o necessário e o uso consciente de nosso dinheiro. A cada dia, empresas e agências brilhantemente criam necessidades, mas cabe a nós, consumidores, a decisão de compra.</p>
<p>É claro que o limite do necessário varia de pessoa para pessoa, assim como o conceito de sucesso e riqueza. Perceba que a proposta aqui é a autoavaliação, dentro da sua realidade, para que, a partir da identificação dos seus supérfluos, você possa melhorar seu financeiro e sua qualidade de vida.</p>
<p>Que tal um <a title="Simplifique com o método 5S" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/11/simplifique-e-viva-melhor-usando-o-metodo-5s/" target="_blank">5S pessoal</a> para começar a pensar no assunto? Quantas vezes empregamos nosso tempo e energia em conversas supérfluas, e-mails supérfluos, relacionamentos supérfluos e assim por diante&#8230; Preste atenção e tente analisar com mais cuidado e atenção seus hábitos e comportamentos.</p>
<p>Como pode ver, esse artigo é carregado de questionamentos. Pela maiêutica somos conduzidos às nossas questões e possíveis soluções. E, como dizia o Marquês de Maricá no século XVIII, <em>“sabei dispensar o supérfluo e não vos faltará o necessário”</em>.</p>
<p>Pensem no tema! Um abraço e até o próximo artigo!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Para muitos, dinheiro é sinônimo de problemas, dívidas e dor de cabeça. A mudança de comportamento pode contribuir para livrar-se dos problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_mudanca_comportamento_financeiro.jpg" alt="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O cartão de crédito estourou? Os cheques sem fundo são uma rotina? O salário está comprometido com empréstimos consignados? O cheque especial sempre é usado como adicional de salário? As prestações do carro novo estão atrasadas? Os carnês de prestação duram mais que o produto adquirido? Infelizmente, é muito comum esses “desastres” financeiros acontecerem.</p>
<p>O caminho para a solução desses problemas passa pela mudança de comportamento financeiro: aprender a gerir melhor seu dinheiro e determinar/respeitar prioridades. Primeiro, o mais importante é colocar as contas no papel, enxugar gastos, eliminar o fútil e traçar metas.</p>
<p>Em situações graves, onde a saúde financeira da família está comprometida, novas formas de agir são exigidas: diminuir o ritmo das compras e das diversões, anotar todas as despesas, programar as compras, manter o diálogo financeiro familiar e talvez “aposentar” temporariamente o cartão de crédito.</p>
<p><span id="more-5984"></span>Fácil? Não mesmo. Todos sabem sobre a dificuldade da mudança de hábitos e da adoção de novos comportamentos. Quando falamos sobre dinheiro, parece que a mudança fica ainda mais difícil de ser assimilada.</p>
<p><strong>Para entender o processo de mudança</strong><br />
O processo de mudança de comportamento é complexo e requer um grande esforço para que novos hábitos sejam assimilados e tornem-se naturais. Para entender melhor como nós trabalhamos inconscientemente esse momento, a psicóloga <strong>Fela Moscovici</strong> fala <a title="Mais sobre Fela Moscovici" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/43934/?franq=247523" target="_blank">em seus livros e artigos</a> sobre o processo psicossocial das mudanças onde todos nós passamos por determinadas etapas frente a uma situação desafiadora.</p>
<p>Quando somos solicitados a mudar de comportamento, seja por uma boa causa, por uma  necessidade do trabalho ou por demandas financeiras contingenciais, acabamos vivenciando etapas. Não temos consciência do processo, mas eles estarão presentes assim que precisarmos sair da nossa zona de conforto. São elas:</p>
<ul>
<li><strong>Desequilíbrio:</strong> a mudança chega e com ela uma crise interna onde idéias e dúvidas tomam conta do pensamento. É o momento de instabilidade, onde começo a perceber a necessidade de trilhar novos caminhos;</li>
<li><strong>Descongelamento: </strong>fase onde se inicia a “desconstrução” de conceitos e hábitos consolidados para dar lugar a novos modos de funcionar. A ansiedade e a motivação aumentam;</li>
<li><strong>Incorporação: </strong>momento de decisão, pois percebo que a mudança é inevitável. A opção é a aprendizagem e a ação. Os novos comportamentos passam a fazer parte de minha rotina, mas ainda não automatizados;</li>
<li><strong>Congelamento:</strong> a nova estrutura é interiorizada e com ela a estabilização dos novos comportamentos.</li>
</ul>
<p>É normal que toda mudança provoque resistência. Algo que é preciso ter atenção é quando não conseguimos percorrer todas as fases psicossociais apresentadas. Muitas pessoas, diante da mudança, acabam estacionadas na primeira fase, onde seus comportamentos radicais os impedem de seguir adiante. Muitas vezes, o medo e a incerteza paralisam.</p>
<p>Outro fato que ocorre é a negação da situação e a esperança de que, magicamente, tudo vai acabar “se ajeitando”. Muita atenção nessas ciladas, principalmente em relação às questões financeiras! Não existe mágica. O que irá trazer a sua tranqüilidade de volta são a coragem para encarar a realidade, a educação financeira e a atitude para assimilar novas formas de comportamento.</p>
<p><strong>Um conselho: </strong>antes que a sua relação com o dinheiro chegue a níveis críticos de endividamento, analise sua vida e quais aspectos podem ser melhorados. Garanto que a mudança de comportamento em momentos mais tranqüilos é bem mais fácil de ser assimilada! Experimente.</p>
<p>Boa sorte e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As dificuldades financeiras e crescimento pessoal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/03/02/as-dificuldades-financeiras-e-crescimento-pessoal/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/03/02/as-dificuldades-financeiras-e-crescimento-pessoal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 14:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[As emoções definem muito de nossas decisões financeiras e relaçao com o dinheiro. Como lidar com as dificuldades financeiras de forma a aprender e criar oportunidades?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As dificuldades financeiras e crescimento pessoal" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_dificuldades_financeiras_crescimento_pessoal.jpg" alt="As dificuldades financeiras e crescimento pessoal" hspace="2" vspace="2" align="left" />A vida é cíclica. Vivemos momentos de grandes descobertas, de alegrias e desafios. Esses ciclos trazem consigo a oportunidade de amadurecimento e de mudança de padrões. As questões ligadas ao dinheiro também estão presentes nesses ciclos, onde nossa grande chance de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VwZXJhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">superação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e crescimento acontece principalmente nos períodos difíceis.</p>
<p>Quando as dificuldades financeiras aparecem, temos em nossas mãos algumas alternativas: desesperar-se, buscar conhecimentos financeiros, concentrar esforços para virar o jogo, desistir, fortalecer as relações e juntos encontrar a solução. O que fazemos então?  Não é mais fácil pegar o atalho da revolta e do desânimo? Não é mais cômodo delegar a responsabilidade da situação, culpando os outros?</p>
<p>Às vezes, a sensação de incompetência toma conta dos pensamentos e acaba nos cegando. Quem nunca se sentiu assim?</p>
<p><span id="more-5823"></span><strong>A infância psicológica compromete as decisões</strong><br />
É mais comum do que pensamos agirmos na chamada “infância psicológica”, onde nossos comportamentos lembram os de uma criança. Todas nossas atitudes imediatistas e rasas não trazem a solução e, pelo contrário, confundem ainda mais nossa percepção da realidade. O que fazer então quando a incerteza nos paralisa?</p>
<p>Pela minha experiência, vejo que quando conseguimos entender nossas emoções, nossa percepção interna começa a mudar, levando a atitudes mais ordenadas e tornando mais fácil e palpável a busca pela solução. Isso será possível quando passamos a “racionalizar nossas emoções”. Simplificando, quando compreendo meus mecanismos infantis de reação, começo a construir um novo modo de funcionar escolhendo alternativas de sentimentos mais maduros e equilibrados.</p>
<p>A dificuldade em trabalhar as questões complexas relativas ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e responder a elas com mais segurança é resultado do “distanciamento do nosso eu” e do desconhecimento de nossos reais anseios. Sentimentos infantilizados como a raiva, a insegurança, a birra, o descontrole e a inércia acabam dominando nossa mente e acabamos agindo por impulso.</p>
<p><strong>O caminho é educar as emoções</strong><br />
Todos nós temos a capacidade de agirmos diferente e melhorar nossa vida emocional com ações enriquecedoras que promovem o nosso afastamento das emoções subalternas citadas.  O caminho é educar as emoções através do entendimento do sentimento e gerar pensamentos de autoconfiança, substituindo pensamentos pessimistas pelos otimistas. Isso é treino!</p>
<p>A proposta para cada um de nós é o equilíbrio entre o mental e o sentimental. Isso será conseguido através do esforço pessoal na construção do aprendizado sobre si mesmo, sobre as leis naturais que regem o planeta e sobre o outro. Nossos processos internos precisam ser vividos. Parar e olhar para a vida interior, estar consigo no silêncio para perceber suas necessidades interiores.</p>
<p>Os sentimentos são sinalizadores de nossas necessidades e nem sempre sabemos disso. Sentimentos ordenados são “conquistas nobres do processo de aprendizagem”. É preciso atenção para não ser refém de sentimentos desordenados, que levam muitas pessoas ao endividamento, ao uso inadequado do cartão de crédito e até mesmo a deixar todo o salário do mês em uma loja de departamentos.</p>
<p>Nossas emoções são como um painel e indicam o que precisa ser cuidado. Quando enfrentamos uma situação financeira ruim ou períodos de instabilidade econômica, os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VudGltZW50b3NfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">sentimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> falam muito alto. Procure prestar atenção em como você reage:</p>
<ul>
<li>Seus sentimentos atrapalham, tumultuam ou auxiliam suas decisões?</li>
<li>A primeira coisa que faz é culpar seu parceiro/a pelo momento ruim?</li>
<li>Fica com raiva de você e das dívidas contraídas?</li>
<li>Busca aprender mais sobre o universo financeiro?</li>
<li>Mantém a calma e analisa as melhores alternativas?</li>
<li>Coloca as contas em dia e estabelece metas para enxugar o orçamento?</li>
<li>Procura não pensar no assunto e finge estar tudo bem?</li>
</ul>
<p>Nossas reações informam sobre nós e convidam a trabalhar nossas dificuldades. Quando entendemos e analisamos nossas necessidades, compreendemos melhor os valores que são importantes para nossa vida. Precisamos ser mais inteligentes ao definir e respeitar prioridades.</p>
<p>Para finalizar, deixo um conselho e um fragmento do poema de <strong>Kahil Gibran</strong> sobre autoconhecimento: <strong>não tenha medo de encarar seus sentimentos e necessidades, você precisa se conhecer melhor</strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Vossos ouvidos anseiam pelo som do conhecimento de vosso coração.<br />
Quereis saber em palavras aquilo que sempre soubeste em pensamento.<br />
E é bom que o desejeis.<br />
É o tesouro de vossas infinitas profundezas que precisa ser revelado a vossos olhos.”</em></p>
<p>Um abraço e felizes descobertas&#8230;</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/09/problema-ou-questao-a-resolver-o-paradigma-do-desafio/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 12:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[O modo como encaramos os desafios do dia a dia pode determinar nossas chances de sucesso. A atitude positiva diante dos problemas traz benefícios pessoais e profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_problema_questao_resolver_desafio.jpg" alt="Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio" hspace="2" vspace="2" align="left" />Certa vez ouvi um depoimento de uma mulher em uma reportagem sobre as dificuldades cotidianas dos brasileiros: <em>“Minha filha, eu não tenho problemas! Eu tenho questões a resolver! E resolvo cada uma por vez!”</em>. Essa resposta foi formidável, tanto que depois de muito tempo ainda lembro-me da expressão feliz e otimista daquela mulher. Será que a chave desse modo de viver a vida seria seu bom humor?  Esse lado otimista abriria novas formas de lidar com as dificuldades? Acredito que sim.</p>
<p>Agora eu pergunto para você, estimado leitor: você tem problemas ou questões a resolver? Podem parecer somente maneiras diferentes de falar a mesma coisa. Não! São coisas bem diferentes, afinal o modo como encaramos nossos desafios define nossas condutas, nossas reações e as nossas estratégias para solucioná-las.</p>
<p>Como viver é também administrar alguns “resultados indesejados”, seria bem melhor para nossa saúde e bem estar se tais desvios fossem encarados como situações que levam a um ponto de partida para indagações; o resultado desse procedimento seria a aprendizagem, como sugeriu <strong><a title="Mais sobre John Dewey no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/17594/?franq=247523" target="_blank">John Dewey</a></strong> em 1939.  Deste modo podemos sistematizar idéias e antecipar soluções, diminuindo a carga emocional negativa que acompanha os inevitáveis problemas!</p>
<p><span id="more-5725"></span><strong>Qual o estado do problema?</strong><br />
O livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/288937/?franq=247523" target="_blank">“Transformando Conhecimentos em Resultados”</a> (Clio Editora), dos escritores <strong>Beatriz Muñoz-Seca</strong> e <strong>Josep Riverola</strong>, sugere que devemos analisar o estado do problema de forma que sua descrição leve em conta todos os elementos de seu histórico. Assim, seremos capazes de representar o problema projetando-o em algum domínio de conhecimento como a matemática, o desenho ou a escrita. É colar as idéias no papel para tornar tangível o que nos incomoda.</p>
<p>Essa estruturação deixa a situação mais clara e as chances de encontrar uma solução mais rápida e adequada aumentam. É claro que essa técnica não será capaz de responder a todas as nossas questões, mas não deixa de ser uma opção interessante.</p>
<p><strong>O paradigma do desafio</strong><br />
A nossa capacidade de resolver com eficiência nossos problemas/questões está ligada à nossa competência de buscar as melhores transformações e não cair nas armadilhas da ansiedade e do desespero. Logo, a proposta é simples e o desafio é grande: tentar encarar nossos maiores problemas como questões a serem resolvidas buscando mais clareza e discernimento para encontrar a melhor solução.</p>
<p>Outra análise interessante que deve ser feita em relação ao estado do problema é perceber a sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmF0dXJlemFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">natureza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e a sua freqüência de manifestação. Explico: quando é comum nos deparamos com situações onde o enredo é o mesmo, então algo está errado! Alguma coisa está errada com nossa conduta perante a vida. É momento de mudança de paradigma interior. Um bom começo é perguntar-se: <em>“Por que isso está acontecendo de novo?”</em>.</p>
<blockquote><p>Como minhas emoções estão afetando meu cotidiano? Como posso perceber algo novo se estou preso ao meu velho paradigma? O que estou disposto a mudar para ver minha realidade de modo diferente? Como uma mudança nas minhas percepções vai mudar minha realidade? Ela ficará melhor? Diferente? As duas coisas? &#8211; <strong>Betsy Chasse</strong></p></blockquote>
<p>Problemas ou questões a resolver? Pense nisso e deixe seu comentário para que possamos continuar discutindo o assunto. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/24/escolha-o-caminho-certo-opte-pela-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 13:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Viver com qualidade de vida muitas vezes significa abrir mão de cobranças sociais e expectativas familiares. Fica fácil desistir. Mas ser feliz não é o que interessa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_escolha_qualidade_de_vida.jpg" alt="Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Quero falar hoje de caminhos e escolhas. Rotas que nos conduzem à felicidade ou à angústia. Para que consigamos vencer a inércia e buscar uma Vida com qualidade, precisamos estar atentos aos nossos passos. Você, frente aos desafios diários, opta pelos atalhos da discussão, do rancor, do medo, da culpa e das fofocas? Ou prefere olhar outra estrada, mais longa talvez, mas que levará você a condutas sensatas e a uma vida mais saudável?</p>
<p>É preciso deixar claro que o caminho que nos leva à vida com mais qualidade possui muitos obstáculos, grandes e pequenos. Um deles é a vontade de desistir, de voltar e resgatar comportamentos antigos, de achar que não vai conseguir. Esse <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VudGltZW50b18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">sentimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> faz parte do ser humano e de sua incapacidade de entrega total aos desafios e às novas perspectivas. Mas o que sempre falo para as pessoas é: <strong>não desista, nunca desista! </strong></p>
<p>Ás vezes é difícil, muito difícil, mas com os desafios geralmente aprendemos novas habilidades e trabalhamos a expertise necessária para alcançarmos nossos objetivos. De novo, sei que não é fácil! Em muitos momentos, eu mesma já senti vontade de desistir&#8230; Mas não parei nesse sentimento e ultrapassei essa barreira; foi muito bom e surpreendente.</p>
<p><span id="more-5636"></span>As dificuldades podem ser muitas. A falta de trabalho, renda mensal insuficiente, endividamento, má qualidade das relações afetivas, aquele colega de setor sabotador, a falta de reconhecimento profissional e tantos outros obstáculos. É preciso insistir e tentar olhar além. Muitas vezes, é preciso arriscar.</p>
<p><strong>Uma opção de caminho<br />
</strong> Experimente, ao se deparar com uma dificuldade qualquer, parar um pouco. Sem pressa, feche seus olhos, ouça o “eu interior”, perceba sua realidade e comece a discernir. Perceba seus medos, converse com eles e procure apagá-los um a um. Encontre soluções, não coloque a culpa na situação ou no outro. Com isso, a sua cegueira paradigmática irá se desfazer e você conseguirá ver o caminho certo.</p>
<p>O início pode ser complicado. Não estamos acostumados a parar nesta vida agitada, pois nossa realidade não dá muito espaço para estarmos conosco. Sempre é mais fácil sentarmos na “cadeira da vítima” e somente reclamar. É confortável. Assim, passamos o controle de nossas decisões para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z292ZXJub18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">governo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, para o chefe, para o amor da sua vida&#8230; Enfim, para o outro.</p>
<p><strong>Viver é optar! </strong>Em nossas lutas interiores, quando colocamos a cabeça no travesseiro à noite ou em momentos de solidão, quantas vezes nossa decisão (ou a falta dela) fica doendo, arrancando lágrimas e plantando saudade. Escolhas aparentemente simples aos olhos dos outros são para nós extremamente difíceis&#8230; Mas a cada dia que passar a certeza de nossas melhores escolhas deixarão as dores menores ou as apagarão.</p>
<p>Outro aspecto importante na busca pela qualidade de vida pessoal são os sentimentos limitadores que nos levam ao caminho da angústia e da autodestruição. Às vezes temos muitas dificuldades com nossas próprias emoções: pedir perdão, compartilhar, assumir, chorar, ser franco, expressar-se, por que tudo isso é tão complexo?</p>
<p><strong>Um conselho</strong><br />
Primeiramente, é necessário admitir para nós mesmos o que estamos vivenciando e nossas limitações. Importante também é procurar descobrir nossas virtudes e forças que nos darão ferramentas para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VwZXJhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">superação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Que tal ir ao espelho e ali, olhando dentro dos seus olhos, tentar encontrar o que realmente acontece? Experimente! Quem sabe assim você fica mais seguro para demonstrar o sentimento para o outro e se torna alguém melhor.  É um caminho&#8230;</p>
<p>Pense que a vida emite sinais. Silencie a mente e perceba-os em sua rotina! Tenho feito grandes descobertas nesse sentido e garanto a vocês que realmente o “universo conspira ao seu favor”. Mais tempo para você, tudo começa com mais disposição em ouvir e prestar atenção em si mesmo. Dias felizes para todos e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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		<title>Empréstimo em família? Melhor não comprometer as relações!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/06/emprestimo-em-familia-melhor-nao-comprometer-as-relacoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 18:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Pegar dinheiro emprestado de parentes pode representar um alívio imediato para as finanças e o bolso, mas complicar as relações familiares. Dinheiro emprestado pode arruinar a família!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empréstimo em família? Melhor não comprometer as relações!" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_emprestar_dinheiro_familia_cuidado.jpg" alt="Empréstimo em família? Melhor não comprometer as relações!" hspace="2" vspace="2" align="left" />De repente, seu filho ganha uma bolsa de estudos no exterior. Todos se animam com a grande oportunidade para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">carreira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e com a possibilidade do evento aumentar o grau de empregabilidade do jovem profissional. Mas&#8230; e as despesas com passagens, hospedagem, alimentação e outros custos embutidos nesse pacote? A família se reúne e as opções parecem ser um empréstimo bancário ou a venda do carro. Acabam decidindo pedir emprestado a quantia necessária para “aquele parente rico”!</p>
<p>O caso citado aconteceu com um amigo e me levou a pensar sobre essa delicada relação empréstimo x família. Já ouviu ou presenciou histórias deste tipo? Provavelmente sim. Emprestar do parente: será mesmo a melhor opção? Será que o relacionamento familiar fica comprometido com esse tipo de negócio? Será que vale a pena enfrentar a possibilidade de afastamento diante de quem tanto gostamos?</p>
<p>As histórias que conheço não são muito animadoras e acabaram arranhando as relações familiares. Essa questão, aparentemente simples, traz consigo alguns elementos intrínsecos em seu centro: o ciúme, a crítica, o arrependimento, as comparações e muita insegurança. É preciso estar atento a eles e agir com cautela.</p>
<p><span id="more-5564"></span>A grande questão é que quando pensamos em pegar dinheiro emprestado de um parente ou um amigo acabamos não deixando claras algumas questões. Os acordos são, na grande maioria das vezes, verbais.</p>
<ul>
<li><strong>Aparências enganam.</strong> Será que a pessoa tem o capital disponível para me emprestar?</li>
<li><strong>Forma de pagamento e juros.</strong> Quanto poderei pagar por mês, quando começarei a pagar e qual a taxa de juros?</li>
<li><strong>As reações.</strong> Caso a resposta for negativa, ficarei magoado, acharei injusto ou normal? Estou disposto a seguir com o mesmo tratamento diante da pessoa ou associarei sua resposta às minhas expectativas quanto ao nosso relacionamento?</li>
<li><strong>Necessidade real. </strong>Preciso mesmo fazer esse empréstimo ou posso adiar meus planos e juntar a o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FwaXRhbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">capital<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> necessário? Não existem outras opções, ainda que um pouco mais caras/complicadas, mas que poupem o desgaste emocional e a deterioração das relações?</li>
</ul>
<p>Nesses momentos é preciso ter maturidade e tranquilidade. Vale aquele ditado “amigos, amigos, negócios a parte”. Parece frio? Pois acredito que esse pensamento pode deixar a negociação mais realista, objetiva e onde ela merece estar: no plano das contas, da realidade do seu padrão de vida. Afinal, sempre aparece aquele pensamento <em>“Trocou a cortina da sala, mas ainda não me pagou&#8230;”</em> ou algo do tipo.</p>
<p>Esse comportamento costuma estar presente, mesmo que inconscientemente, na mente dos credores. O pensamento passa a ter relação com o lado pessoal. Algo como <em>“Não saldou a dívida e fica usando o dinheiro com outras coisas. Se o dinheiro fosse do banco, o nome já estaria protestado, coisa e tal”</em>. Pois é. Vale voltar às questões presentes alguns parágrafos acima.</p>
<p><strong>O fato é que toda dependência financeira gera falta de liberdade e, muitas vezes, efeitos colaterais nocivos nos aspectos social e emocional</strong>. Quando falamos de relações familiares, esse vínculo fica ainda mais forte.</p>
<p>Se o empréstimo familiar for mesmo a opção desejada, o conselho dos especialistas é fazer a negociação com transparência em relação às datas, juros e formas de pagamento para evitar qualquer prejuízo, emocional ou financeiro, para todos os envolvidos. Tenha tudo por escrito, documentado e assinado. Estabeleça um compromisso! Afinal, qualquer quantia de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> fica pequena perto da riqueza das relações afetivas; e isso não tem preço.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>2011: menos promessas e mais ação</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/30/2011-menos-promessas-e-mais-acao/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/12/30/2011-menos-promessas-e-mais-acao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 15:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<description><![CDATA[Os votos de Feliz Ano Novo demandam renovação. Renovar o que? O importante é agir, fazer, transformar as intenções em ações e correr atrás dos resultados. Difícil?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="2011: menos promessas e mais ação" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_2011_menos_promessas_mais_acao.jpg" alt="2011: menos promessas e mais ação" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ano novo. Novos horizontes. Novas promessas e muita esperança. O ano de 2011 traz consigo novamente o imenso desejo de renovação.  Renovar o que exatamente? Com o passar dos meses acabamos nos dando conta de que se não adotarmos novas posturas as promessas feitas no <em>Réveillon</em> continuarão sendo somente promessas. Proponho uma atitude muito positiva e determinada nesse início de ciclo e nos meses seguintes. Prefira fazer a renovar.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”</em> – <strong>Carlos Drummond</strong></p></blockquote>
<p>Todo esse clima envolvente do dia 31 de dezembro pode ser repetido todos os dias, pois a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmVsaWNpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">felicidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> está ao alcance de nossas mãos. Não tem jeito, eu sou otimista e acredito muito na capacidade de transformação e superação das pessoas. Mas para que tenhamos uma qualidade de vida melhor e dias mais felizes é preciso ter atitude para transformar nossos desejos em realidade.</p>
<p><span id="more-5501"></span>Que tal fazermos menos promessas e cumprirmos todas elas?  A palavra de ordem que sugiro é realização. O melhor é que nesse caminho podemos descobrir muitas coisas interessantes que proporcionam nosso crescimento pessoal. Podemos nos deparar com novos desejos, abandonar posturas limitadoras, romper limites, sermos presença na vida de alguém, descobrir habilidades e conhecer pessoas especiais.</p>
<p>Dê o primeiro passo e deixe a vida surpreender você! Que tal aproveitar o início de ano para fazer um “balanço” de 2010 e pensar sobre as novas possibilidades? Comece respondendo algumas perguntas:</p>
<ul>
<li>Consegui atingir os objetivos traçados em 2010?</li>
<li>O que comprometeu a realização desses objetivos?</li>
<li>O que deixou de funcionar ou poderia ter funcionado melhor?</li>
<li>Errei? Onde? Como? O que aprendi?</li>
<li>Pretendo seguir pelo mesmo caminho?</li>
<li>Qual minha definição de sucesso e felicidade?</li>
<li>O que posso começar fazer para ter <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VjZXNzbytwcm9maXNzaW9uYWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-72">sucesso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e mais qualidade de vida?</li>
<li>Qual o sentido da minha vida e quais são meus maiores tesouros?</li>
<li>Quais são as pedras no meu caminho e como retirá-las?</li>
</ul>
<p>Complete as questões propostas com seu toque pessoal e faça uma avaliação honesta de suas conquistas, seu sucesso, mas principalmente dos seus fracassos. O que não deu certo? Por quê? Ora, precisamos tomar posse da felicidade que nos espera apesar de todas as dificuldades cotidianas.</p>
<p>O escritor <strong>Canísio Mayer</strong> traz em suas palavras o meu desejo para cada um de vocês em 2011: <em>“A vida tem sentido quando dela faz parte o carinho, a liberdade, o entusiasmo, o bom humor, o compromisso e um projeto de vida. Esses ingredientes nos fazem transcender o imediatismo, superar as falsas comodidades, vencer todo tipo de escravidão, ultrapassar as dificuldades e limites, continuar perseguindo um sonho, sistematizar os bons desejos, confiar, apesar de tudo. Ser feliz!”</em>.</p>
<p>Que em 2011 você chegue mais longe, aprenda, ensine e ouça mais. Que o Ano Novo encha seu coração de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YWxlZ3JpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">alegria<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas também a mente de planos e coragem para enfrentar novos e diferentes desafios. Grande abraço!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A realidade e os perigos do Bullying Corporativo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/a-realidade-e-os-perigos-do-bullying-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o que é o Bullying Corporativo, seus sintomas, resultados e aprenda a lidar com essa realidade dentro da empresa. Gestão de Pessoas é a chave para um ambiente de trabalho melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_perigos_realidade_bullying_corporativo.jpg" alt="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O assunto que trago para vocês não é muito agradável, mas de extrema importância para a tão necessária e valorizada qualidade de vida. Diariamente, muitos trabalhadores passam por imensos constrangimentos dentro de seu universo de trabalho e nem sempre se dão conta sobre a gravidade desses fatos. Um risinho hoje, uma exclusão amanhã, aquele apelido desconfortável&#8230; Atitudes assim podem ser indícios do chamado <strong><em>Bullying</em> Corporativo</strong>.</p>
<p>Esse tema, amplamente discutido na mídia nos últimos meses por conta dos absurdos ocorridos nas escolas, também está presente no universo corporativo, causando sérios prejuízos para suas vítimas. <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QnVsbHlpbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Bullying<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> </em>é uma palavra de origem inglesa que se refere a agressões verbais, psicológicas ou mesmo físicas &#8220;disfarçadas&#8221; de brincadeiras. Ocorre quando um grupo ou um indivíduo supostamente mais forte exerce poder sobre um indivíduo mais fraco.</p>
<p><span id="more-5378"></span>São vários os indícios de <em>Bullying</em> Corporativo:</p>
<ul>
<li>Chantagem;</li>
<li>Comentários maldosos sobre a aparência, orientação sexual, local onde mora e roupas usadas;</li>
<li>Pressão durante a execução de atividades;</li>
<li>Depreciação da qualidade do serviço realizado;</li>
<li>Insinuações de incompetência;</li>
<li>Uso abusivo de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> hierárquico.</li>
</ul>
<p>Essas agressões podem ser identificadas entre colegas de trabalho e mesmo entre gestores e seus colaboradores.  Algumas razões que levam os agressores a praticarem essa violência são a sua baixa autoestima e a necessidade de demonstrar poder perante aos amigos. Enfim, trata-se de uma manifestação de poder e força  onde um indivíduo acaba escolhendo outro para &#8220;servir de modelo&#8221; aos demais.</p>
<p>As conseqüências para a vítima são inúmeras, chegando a depressões graves e até mesmo síndrome do pânico. A solução para acabar com esse tipo de violência pode ser  a intervenção do setor de Gestão de Pessoas. Mas para que isso ocorra é preciso que a vítima não se cale e relate o problema em busca de ajuda e orientação, mesmo que o <em>Bullying</em> venha de seu superior hierárquico. Difícil decisão, eu sei.</p>
<p>Para a  psicóloga <strong>Clarice Barbosa</strong>,  <em>&#8220;a melhor forma de acabar com as ações do Bullying é não se intimidar ou ter medo. É preciso que a vítima tenha provas, como gravações, para poder provar dentro da empresa o que está ocorrendo. Quanto mais provas ela tiver, mais ela vai poder expor essa pessoa. Mas se fica fragilizada, a outra pessoa ganha poder, além disso, é possível consultar um advogado para saber como se proteger”</em>. É preciso <a title="Leia mais sobre Clarice Barbosa" href="http://www.rhcentral.com.br/destaques/destaque.asp?cod_destaque=562" target="_blank">atenção para identificar o problema nas empresas</a>.</p>
<p>Não sou especialista em <em>Bullying</em>, por isso falei brevemente sobre o assunto, mas acredito que disse o necessário  para  alertar você  sobre a sua existência dentro das empresas e a importância de acabar com essas práticas que comprometem a vida e a dignidade de muitos trabalhadores.</p>
<p>Você já passou ou conhece alguém que foi vítima de <em>Bullying</em> Corporativo?  O que pensa sobre esse assunto? Compartilhe conosco sua experiência e opinião.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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