Investidores de olho na Selic: poupança ganha adeptos!
Publicado por Conrado Navarro em 18.6.2009 na seção Poupança, Renda Fixa
Virgílio comenta: “Navarro, a taxa Selic finalmente entrou na casa de um dígito: 9,25% ao ano depois do último corte do Copom. Certo, eu sei que a rentabilidade da renda fixa (títulos públicos e privados) vai cair e começo a pensar seriamente em migrar para a caderneta de poupança. Afinal, esta é uma decisão inteligente? A competitividade da poupança merece nossa atenção? Como ficam os fundos conservadores de renda fixa e os CDBs?”
Os juros básicos de um dígito são motivo de muita comemoração, mas também atenção por parte do investidor. Sua queda representa, ao menos em tese, queda também no custo do dinheiro. A oferta de crédito mais barato se acentua e novos investimentos produtivos mais competitivos passam a ser feitos por empresários e empresas. A economia se aquece, gera mais empregos, o consumo é afetado e o crescimento tende a aparecer com mais vigor.
Na outra ponta estão as aplicações financeiras balizadas pela taxa básica de juros, que obviamente sentirão efeitos em suas rentabilidades. Caso típico da renda fixa, que vê sua rentabilidade minguar e reaquece uma importante constatação do investidor: países com economia competitiva e em forte crescimento confirmam a necessidade de se aumentar a exposição ao risco para sustentar ganhos diferenciados. Em outras palavras, dinheiro fácil e sem risco fica cada vez mais difícil.




Como vimos no ótimo artigo do Ricardo Pereira,
Terça-feira é dia de “Futura Dinheiro” na
Você pode estar pensando: “De novo falar da poupança?”. O assunto é importante, tem preocupado os leitores e a solução agora é oficial. O governo divulgou as alterações que serão feitas na caderneta de poupança. Tecnicamente, as alterações terão pouco impacto na
As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal
















