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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Poupança</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Poupança</title>
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		<title>As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/07/as-mudancas-na-rentabilidade-da-caderneta-de-poupanca-afetam-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda as mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança e como elas afetam sua vida. A poupança continua melhor que fundos DI e renda fixa com alta taxa de administração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_as_mudancas_rentabilidade_caderneta_poupanca_afetam_sua_vida.jpg" alt="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Thiago</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, os juros estão caindo, o governo finalmente mexeu na rentabilidade da caderneta de poupança e o crédito ficou mais barato. Como o pequeno investidor deve encarar esta realidade? Onde aplicar nosso dinheiro para garantir melhores retornos? A poupança continuará atraente? Em que situações? Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, coisa de uns 10 anos, investir no Brasil era relativamente simples. Bastava aplicar seu dinheiro em produtos de renda fixa, geralmente fundos conservadores oferecidos pelos bancos, e esperar pela virada do ano. Ao final de 2002, a Taxa Selic estava em 21%. Apesar da alta da inflação na mesma época (IPCA foi de 12,5%), era possível ganhar pelo menos 6% reais (sem impostos, taxas e descontada a inflação), ao ano, quase sem risco.</p>
<p>Em contrapartida, investir na poupança significava &#8220;perder&#8221; dinheiro. Em 2002, para ficarmos no mesmo exemplo de 10 anos atrás, a caderneta teve rentabilidade de 8,95%. Muito, mas pouco, já que a rentabilidade real, usando a inflação como parâmetro, foi negativa. O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> encareceu 12,5% (IPCA) e a poupança rendeu 8,95%, logo o dinheiro guardado &#8220;valia&#8221; ao final 3,55% menos.</p>
<p><span id="more-7584"></span><strong>A situação mudou!</strong><br />
Os juros básicos da economia (Selic) foram caindo, em um movimento iniciado com mais ímpeto na gestão de Henrique Meirelles (governo Lula) e seguido com ainda mais vigor pelo escolhido de Dilma, Alexandre Tombini. O <a title="Veja o histórico da queda de juros" href="http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS" target="_blank">histórico da queda dos juros impressiona</a>: saímos do patamar de 30% em maio de 1998 para os atuais 9% em maio de 2012.</p>
<p>Com os juros em 9% ao ano, a rentabilidade da poupança (0,5% ao mês mais a variação da TR &#8211; Taxa Referencial) passa a ser muito interessante. Sem incidência de Imposto de Renda (IR) e taxas, ela já se equipara à rentabilidade líquida (descontado IR e taxa de administração) de muitos fundos de renda fixa tradicionais. No artigo <a title="Clique para ler o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/o-que-fazer-como-aproveitar-e-o-que-evitar-com-a-queda-dos-juros/" target="_blank">&#8220;O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros&#8221;</a> abordo a questão dos juros bancários.</p>
<p>Diante deste cenário, muitos leitores enviaram questões relacionadas aos seus investimentos, às mudanças na caderneta de poupança e suas decisões financeiras daqui em diante. Aproveitarei este artigo para tentar responder algumas delas.</p>
<p><strong>Quais foram as mudanças anunciadas para a caderneta de poupança? Elas já estão em vigor?</strong><br />
Para poupanças abertas a partir de 04/05/2012, haverá um <a title="Leia mais sobre as mudanças na poupança" href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca,o,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca-,868450,0.htm" target="_blank">gatilho que diminuirá o retorno da poupança</a>. Quando a taxa de juros fixada pelo Banco Central, a Selic, for igual ou inferior a 8,5% ao ano, o rendimento dos novos depósitos será igual a 70% da Selic mais a variação da TR. Se a Selic voltar a subir e ultrapassar o patamar de 8,5% a.a., a regra antiga da poupança será usada para corrigir os valores depositados.</p>
<p><strong>Por que mexer no retorno da caderneta de poupança?</strong><br />
Imagine os juros (Selic) em 7% e a caderneta de poupança rendendo os mesmos 6% garantidos todo ano. A rentabilidade real de muitos produtos de renda fixa ficaria muito abaixo da caderneta, podendo levar investidores a migrar seus investimentos. Isso traria o risco de o governo passar a ter dificuldades para vender títulos públicos, que são a base de fundos de renda fixa e servem para &#8220;financiar&#8221; o Estado.</p>
<p>Assim, a rentabilidade da poupança acabou se tornando o piso da taxa de juros. Ou seja, sem mudar o retorno da poupança não seria possível levar os juros para níveis menores que os 6% até então garantidos da caderneta. Esse problema já havia sido discutido no governo Lula, que considerou o tema &#8220;impopular&#8221;. Dessa vez, a mudança gerou uma <a title="Leia mais sobre a MP e sua aprovação" href="http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/05/04/interna_politica,292575/aprovacao-da-medida-provisoria-da-poupanca-nao-sera-facil-diz-braga.shtml" target="_blank">Medida Provisória (MP), que está na Câmara dos Deputados e requer aprovação</a>.</p>
<p><strong>Cadernetas de poupança já existentes serão afetadas?</strong><br />
Sim. De acordo com a MP apresentada, a partir de 04/05/2012, aportes feitos em contas-poupança já existentes também serão rentabilizados a partir da nova mudança proposta. Tenha em mente, portanto, que as novas regras valem para novas contas e novos aportes em contas já existentes.</p>
<p><strong>Então, apesar de ser a mesma caderneta, os depósitos serão identificados de acordo com a data e assim rentabilizados de forma diferente?</strong><br />
Isso mesmo. Os valores já depositados antes da entrada em vigor da &#8220;nova poupança&#8221; terão sua rentabilidade mantida de acordo com as regras antigas. Novos aportes, porém, sofrerão ação do gatilho de 8,5% da Selic.</p>
<p><strong>Mas, como o banco vai distinguir o que é depósito novo e o que é depósito antigo?</strong><br />
Segundo o Banco Central, o banco será obrigado a apresentar ao poupador, em separado, o saldo da caderneta que está sob as regras antigas. Essa informação será apresentada nas consultas aos terminais de atendimento e no extrato bancário. Na prática, você terá dois saldos referentes à caderneta de poupança.</p>
<p><strong>E o que acontecerá quando eu for sacar dinheiro da poupança? O total sacado será retirado do montante mais novo (dentro das novas regras) ou da poupança mais antiga?</strong><br />
Em caso de saque, o dinheiro vai sair primeiro da parte sob as regras novas. O dinheiro “antigo” só sai da conta se o dinheiro “novo” não for suficiente.</p>
<p><strong>Em caso de transferência de poupanças de mesma titularidade, será usada a nova regra da poupança?</strong><br />
Sim. A movimentação caracteriza um saque (da poupança de origem) e um depósito (na poupança destino), sendo considerada uma nova movimentação. Logo, o gatilho originado da nova regra passará a valer para esta transação.</p>
<p><strong>E no caso dos rendimentos de dinheiro considerado &#8220;antigo&#8221;, ou seja, de uma caderneta já existente antes da data da mudança?</strong><br />
Os rendimentos do dinheiro aplicado antes da nova regra serão considerados &#8220;dinheiro antigo&#8221;, ou seja, somar-se-ão ao montante investido antes da regra e seguirão rendendo pela regra antiga até que sejam utilizados.</p>
<p><strong>Há possibilidade da Taxa Selic cair abaixo de 8,5% e subir novamente dentro do mesmo mês, dificultando o cálculo da rentabilidade do dinheiro aplicado?</strong><br />
Não, pois as reuniões que definem essa taxa são realizadas a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom), inclusive com calendário já divulgado.</p>
<p><strong>Como o investidor deve encarar essa mudança na rentabilidade da poupança? Em que situações a caderneta será interessante?</strong><br />
A verdade é que o pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> não deve mudar muito sua concepção sobre o uso da caderneta de poupança. Para aplicações de curto prazo (até um ano), poupança para compra de bens à vista e fundo de reserva para emergências, a poupança continuará sendo uma excelente opção.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Em caso de Selic a 8,5% ao ano, percentual que dispara o gatilho da poupança, fundos DI terão que oferecer taxas de administração menores que 1% ao ano para resgate em até um ano ou serão menos rentáveis que nova poupança. O mesmo acontece com CDBs (títulos privados) que paguem menos de 90% do CDI e operações com títulos públicos cujos custos sejam maiores que 0,5%;</li>
<li>Em caso de Selic a 8%, a rentabilidade da poupança (5,6%) praticamente empataria com de fundos de renda fixa com taxas de administração de 0,5% (5,7%) e ainda venceria CDBs que paguem menos de 96% do CDI.</li>
</ul>
<p><strong>Apesar da mudança, os investimentos feitos na caderneta de poupança renderão mais que outros produtos conservadores de curto prazo?</strong><br />
Por enquanto, sim! A diferença é que essa situação não acontecia com tanta frequência, o que exigirá dos bancos uma mudança de postura em relação aos custos envolvidos em seus fundos de renda fixa voltados para o pequeno poupador. Taxas inferiores a 1,5% terão que ser prática comum ou a poupança continuará sendo mais interessante. O mesmo vale para a rentabilidade dos títulos privados (CDB), que terão que remunerar melhor o investidor (pelo menos 95% do CDI). Você pode ver outras simulações <a title="Veja mais simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1085518-novas-regras-da-poupanca-afetam-rendimentos-veja-simulacoes.shtml" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Como sei quando vale a pena? O que devo levar em consideração?</strong><br />
Dois fatores merecem atenção: o Imposto de Renda &#8211; as alíquotas vão de 22,5% (resgate antes de seis meses) a 15% (após dois anos) do ganho &#8211; e custo do investimento &#8211; a taxa de administração no caso dos fundos e os custos operacionais (custódia e taxa de negociação) no caso da compra e venda de títulos públicos (Tesouro Direto).</p>
<p>Uma referência geral pode ser útil: para Selic entre 8% e 10% (situação esperada para 2012), fundos de renda fixa só serão tão ou mais interessantes que a poupança se oferecerem taxa de administração máxima de 1,5% (prazo acima de dois anos) e 1% (prazo de até um ano). Para os CDBs, só se oferecerem pelo menos 95% do CDI. A verdade é que <a title="Leia mais e veja outras simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1086533-r-100-bilhoes-em-fundos-vao-perder-para-a-nova-poupanca.shtml" target="_blank">muitos fundos perderão para a poupança</a> se não mudarem suas taxas.</p>
<p><strong>Ora, então a mudança da poupança pode ser considerada uma boa notícia?</strong><br />
Sim. Ao ser anunciada a medida, percebi que muitos brasileiros ficaram inquietos, alguns até preocupados. Primeiro, não há razão para pânico, afinal não se trata de confisco ou coisa parecida &#8211; felizmente, isso é passado. Segundo, muita calma com o discurso <em>&#8220;eles querem tirar dos pobres e não dos ricos&#8221;</em>, já que não é possível ser uma potência econômica e criar melhores condições para os negócios (empreendedores, concessão de crédito, expansão comercial etc.) com juros elevados.</p>
<p>Além disso, uma aplicação cujo retorno esteja sempre acima dos juros básicos, de forma garantida, geraria distorções no trânsito de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, consequentemente, na economia. Ninguém compraria títulos públicos se a caderneta desse mais retorno (e sem taxas e impostos), certo? Sem vender seus papéis, o governo perderia sua capacidade de investir e rolar sua dívida, além do que haveriam recursos em excesso para o financiamento imobiliário (65% dos depósitos na poupança devem ser usados para este fim) e escassez para outras coisas.</p>
<p>O cenário &#8220;deixa como está&#8221; seria bem pior, acredite. Assim, mexer na rentabilidade da caderneta de poupança era essencial para permitir a queda de nossos juros reais, desonerando assim o custo do capital. A consequência mais perigosa ainda continua sendo a inflação, que por enquanto está sob controle, mas assusta economistas no que diz respeito ao ano de 2013. Até lá, façamos todos nossa lição de casa: ler sobre o tema e sobre as possibilidades de fazer render nosso dinheiro. Estamos juntos nessa.</p>
<p>Ajude-nos a compartilhar estas novidades e participe da discussão. Deixe seus comentários no espaço abaixo e siga-nos no Twitter &#8211; <strong><a title="Siga o @Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> &#8211; e Facebook &#8211; <a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 18:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio de Almeida Lopes Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caderneta de poupança ou fundo DI, onde é melhor investir? Planilha e dicas ensinam você a calcular a rentabilidade líquida de investimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_o_que_vale_mais_a_pena_poupanca_fundo_di.jpg" alt="O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Com a queda da taxa Selic muitos investidores se perguntam sobre o que vale mais a pena: investimento em fundos DI ou em poupança? Trata-se de produtos diferentes, mas que são utilizados para propósitos similares. A <a title="Faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank">planilha oferecida</a> neste artigo auxilia as pessoas que buscam ter mais embasamento para tomar melhores decisões.</p>
<p><a title="Clique e faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/icon_excel.jpg" alt="Planilha Excel" /><strong>Planilha de simulação Fundos DI e Caderneta de poupança</strong> &#8211; Clique aqui para fazer o download</a>.</p>
<p><strong>Como utilizar a planilha?</strong><br />
Insira valores para as 4 variáveis (explicadas abaixo) e a planilha mostrará o resultado da sua comparação.</p>
<p>As variáveis são:</p>
<ol>
<li>Rendimento da poupança: Insira o rendimento da poupança previsto para o ano (6,17% + TR). Para saber o rendimento histórico da poupança e da TR, consulte a <a title="Conheça a calculadora do Cidadão" href="http://www.bcb.gov.br/?CALCULOSINDCOT" target="_blank">calculadora do cidadão do BCB</a>;</li>
<li>Taxa Selic (meta): Insira o valor da Taxa Selic (consulte em <a title="Acesse o site do Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">www.bcb.gov.br</a>);</li>
<li>Taxa de administração do Fundo (ao ano): Taxa de administração do fundo de investimento DI. Sugestão: colocar a taxa do fundo de investimento em que investe atualmente ou simular valores entre 0,3% a 4,0%;</li>
<li>Prazo de resgate do investimento: Clique na “caixa de listagem” para selecionar o prazo de aplicação do dinheiro. Isso afetará a tributação do rendimento das aplicações em fundos DI. Até 6 meses &#8211; 22,5% -, entre 6 meses e 1 ano &#8211; 20% -, entre 1 e 2 anos &#8211; 17,5% -, mais que 2 anos &#8211; 15%.</li>
</ol>
<p>A planilha calcula, mostra e compara, por meio de um gráfico, o rendimento da poupança e o rendimento líquido do fundo de investimento. A diferença (em pontos percentuais ao ano) entre as duas modalidades de investimento é evidenciada numa tabela. Se o número for negativo, vantagem para a poupança, se for positivo, vantagem para o fundo.</p>
<p><strong>Algumas informações básicas</strong><br />
O investimento em poupança é isento de Imposto de Renda (IR) para as pessoas físicas e não há cobrança de taxa de administração. Ou seja, o rendimento já é líquido. Atente apenas para a “data de aniversário”. Se o investidor sacar o dinheiro da poupança antes da data de aniversário da mesma, os juros daquele mês não serão creditados.</p>
<p>Já os fundos DI são fundos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) que tem o objetivo de acompanhar os juros de mercado. Há cobrança de taxa de administração e há a incidência de IR. Para esses fundos, a rentabilidade é diária. Atente para a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide apenas se os saques forem feitos com prazo inferior a 30 dias, de acordo com o número de dias da aplicação.</p>
<p><strong>Conclusões</strong><br />
Portanto, é bom fugir de bordões tipo “a poupança não rende nada”. As informações sobre as regras básicas dos produtos proporcionam ao investidor compará-los e escolher a melhor opção para o seu caso específico. Recomenda-se colher alguns dados simples (taxa de administração do fundo DI do seu banco, por exemplo) e usar os próprios objetivos pessoais, como por exemplo &#8220;comprar um computador daqui um ano&#8221;, para usar os produtos de investimento adequadamente.</p>
<p><a title="Clique e faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/icon_excel.jpg" alt="Planilha Excel" /><strong>Planilha de simulação Fundos DI e Caderneta de poupança</strong> - Clique aqui para fazer o download</a>.</p>
<p><strong>Importante:</strong> O autor prezou pela qualidade da informação, ressaltando, no entanto, que não faz qualquer tipo de recomendação de investimento, não se responsabilizando por perdas, danos (diretos, indiretos e incidentais), custos e lucros cessantes.</p>
<p><strong>Aviso legal:</strong> Este trabalho não deve ser citado como representando as opiniões do Banco Central do Brasil. As opiniões expressas neste trabalho são exclusivamente do autor e não refletem, necessariamente, a visão do Banco Central do Brasil.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Fabio de Almeida Lopes Araujo</b>.<br>

Graduado em Administração de Empresas pela EAESP-FGV e pós-graduado pela Business School São Paulo. É servidor do Banco Central do Brasil desde 2006 e membro da International Network on Financial Education (OCDE).<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silvestre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça e aproveite alternativas de investimento capazes de render até seis vezes mais que a caderneta de poupança, com a mesma segurança. Invista melhor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_ganhar_ate_seis_vezes_mais_que_a_poupanca_com_a_mesma_seguranca.jpg" alt="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" align="left" hspace="2" vspace="2" />A forma mais garantida de enriquecer de verdade é aprender a multiplicar o dinheiro que você tem. Neste artigo, eu quero lhe mostrar – na ponta do lápis – quanto o investidor pode conseguir de rentabilidade diferenciada investindo em aplicações mais dinâmicas, ao invés de ficar somente nas aplicações mais triviais, como a caderneta de poupança. Também abordo a questão com mais profundidade em meu novo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">&#8220;Investimentos à Prova de Crise&#8221;</a> (Leya).</p>
<p>Sem abrir mão de segurança (porque dinheiro do salário não foi feito para correr riscos!), você verá que é possível e altamente compensador buscar por um ganho diferenciado nos seus investimentos. Além disso, terá a chance de participar de uma promoção exclusiva que sorteará livros e prêmios. Leia, aprenda a investir melhor e garanta sua participação!</p>
<p><strong>Rentabilidade diferenciada com segurança elevada</strong><br />
A caderneta de poupança paga hoje, em média, cerca de 0,60% de rentabilidade nominal todo mês. Como a poupança não cobra IR (Imposto de Renda) ou qualquer outra taxa, podemos dizer que estes 0,60% são rentabilidade líquida, quer dizer, dinheiro no bolso. Mas, como a inflação leva cerca de 0,50% do poder de compra do dinheiro todos os meses, restam portanto apenas 0,10% (= 0,60% &#8211; O,50%) de rentabilidade real para a caderneta por mês. Isso é o que na realidade o aplicador da caderneta terá ganho, isto é o quanto ele terá enriquecido de fato durante um mês de aplicação.</p>
<p><span id="more-6856"></span>Já uma aplicação mais dinâmica, como um título do Tesouro Direto (LFTs, LTNs e NTNs), um bom fundo de investimento, um plano de previdência moderado, ou ainda um CDB bem negociado (neste caso, para quantias mais elevadas), pode pagar algo próximo de 1% ao mês, mas descontando-se algumas pequenas taxas cobradas, o IR e a inflação, ficamos com 0,30% de rentabilidade real líquida ao mês. Ainda parece pouco, mas já é três vezes mais que a poupança.</p>
<p>No entanto, ao aplicar em ações de boas empresas brasileiras, em fundos dinâmicos de investimentos ou em planos de previdência arrojados, no longo prazo o investidor poderá ganhar – em média – algo como 1,30%. Só que, abatendo-se taxas, IR e inflação, a rentabilidade líquida real ficará em 0,60%. Pode não parecer tanto, mas isso já equivale a seis vezes a rentabilidade real da poupança.</p>
<p>Agora, qualquer uma destas taxas de rentabilidade real podem lhe parecer muito pequenas porque estão aí colocadas apenas numa base mensal. Mas o bom investidor não pode limitar sua visão de ganhos às taxas mensais. Quem investe para acumular boas reservas financeiras, com o objetivo de poder realizar seus principais sonhos de compra e consumo, sabe que não adianta aplicar seu dinheiro por um único mês ou alguns poucos meses.</p>
<p>Aí entra em ação o surpreendente conceito da rentabilidade líquida real acumulada nos investimentos ao longo do tempo. Rentabilidade líquida = sem taxas de impostos; real = acima da inflação; e também acumulada = contando com a força dos juros sobre juros acumulados ao longo do tempo para fazer seu dinheiro crescer de verdade, os juros compostos.</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada: um exemplo prático</strong><br />
Veja este exemplo: se você investir R$ 200,00 por mês na caderneta de poupança, durante cinco anos, ao final do período terá o equivalente a R$ 12,4 mil corrigidos monetariamente para valores da época (ou seja, seriam R$ 12,4 mil em valores de hoje, mas que daqui a cinco anos estarão devidamente corrigidos para a inflação, para resguardar o verdadeiro poder de compra do dinheiro aplicado).</p>
<p>Juntar este dinheiro terá custado ao aplicador o total de R$ 12 mil (60 meses X R$ 200,00 por mês) e ele(a) terá ganho em termos líquidos (descontadas taxas e IR) e reais (menos a inflação) a quantia de R$ 400,00. Não é ruim, mas poderia ser bem melhor.</p>
<p>O mesmo sacrifício poupador mensal, se investido em uma aplicação mais dinâmica (títulos do Tesouro Direto, bons fundos de investimento, planos de previdência moderados ou ainda um CDB bem negociado), resultará em R$ 13,2 mil. Isso corresponde a R$ 1.200,00 de ganho líquido e real (já descontadas taxas e já reposto desgaste da inflação), o que equivale a 3X a rentabilidade da poupança &#8211; com exatamente a mesma segurança e sem ter de colocar um tostão a mais do próprio bolso, em termos de esforço poupador e investidor!</p>
<p>Poderia ser ainda melhor: se a mensalidade for destinada a uma aplicação superdinâmica (ações de boas empresas brasileiras, fundos de investimentos ou planos de previdência arrojados), o total acumulado poderia ser de R$ 14,5 mil (um valor projetado), ou seja, R$ 2,5 mil de ganho líquido real, o que equivale a mais de 6X a rentabilidade obtida na poupança. E o melhor: essa performance seria atingida com segurança equiparável à da caderneta, já que estamos falando de aplicações com lastro somente em ações de primeiríssima linha!</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada no longo prazo</strong><br />
Para quem puder/quiser esperar, é no longo prazo que a rentabilidade líquida real acumulada mostra sua plena força. Imagine alguém que deseje acumular um bom pé-de-meia para sua aposentadoria. Então, quando começa a trabalhar aos 20 anos, este investidor começa a aplicar R$ 200,00 todos os meses na caderneta de poupança. Quando se aposentar aos 65 anos, terá acumulado R$ 143 mil, corrigidos para valores da época.</p>
<p>Mas se optar por aplicações mais dinâmicas, com o mesmo esforço investidor mensal de R$ 200,00 esta reserva pode chegar R$ 270 mil, ou quase o dobro da poupança. Ou seja, o dobro do patrimônio acumulado, não apenas da rentabilidade!</p>
<p>Agora, veja isso: se destinado a aplicações superdinâmicas, este dinheiro pode chegar a R$ 860 mil atualizados para valores da época, ou seja, seis vezes mais do que a poupança (no total do patrimônio acumulado, não apenas na rentabilidade obtida!) com a enorme segurança de investir com lastro em ações blue chips, valendo-se somente das ações mais nobres e cobiçadas do mercado brasileiro.</p>
<p>Já imaginou ter um patrimônio acumulado seis vezes maior, sem correr riscos desnecessários, só porque você escolheu uma aplicação mais dinâmica para seu dinheiro, já que o objetivo era investi-lo a longo prazo? Imperdível! Por isso compensa tanto aprender a ganhar uma rentabilidade diferencial nos investimentos mais dinâmicos e superdinâmicos! Sem abrir mão de praticidade e segurança, o aplicador pode incrementar (e muito!) seus ganhos líquidos reais.</p>
<p>O maior diferencial do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">“Investimentos à Prova de Crise”</a> é que, além de explicar os detalhes que verdadeiramente interessam sobre as principais aplicações financeiras dinâmicas, apresentamos o passo a passo completo de como fazer para aplicar na prática e colher todo o seu potencial enriquecedor! Trata-se de um livro realmente prático, para que você possa começar a investir à medida que vai virando as páginas. Então, boa leitura, bons investimentos&#8230; e excelentes ganhos! Sua prosperidade financeira agradece.</p>
<p><strong>PROMOÇÃO EXCLUSIVA</strong><br />
Agora queremos presentear você, leitor do <em>Dinheirama</em>, com um de nossos livros. Os autores dos três melhores depoimentos sobre educação financeira (e como ela transformou sua vida) publicados no espaço de comentários abaixo levarão para casa um exemplar do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses Para Enriquecer&#8221;</a> (Leya). A escolha será feita pelos editores deste site.</p>
<p><strong>Mais chances de ganhar!</strong><br />
Você ainda pode aumentar suas chances de ganhar utilizando o Twitter. O <em>Dinheirama</em> sorteará dois exemplares de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;</a> para os seguidores do <strong><a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> e <strong><a title="Siga o Prof. Marcos Silvestre" href="http://www.twitter.com/marcossilvestre" target="_blank">@marcossilvestre</a></strong> que publicarem a mensagem abaixo:</p>
<p>#PROMO Sorteio do livro &#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;? Como? http://migre.me/6iACF &#8211; Siga @Dinheirama e @marcossilvestre e dê RT!</p>
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<p><strong>Resultados da promoção!</strong><br />
Os vencedores foram:</p>
<ul>
<li>No Twitter: @msribeir e @babiladeia;</li>
<li>Nos comentários deste texto: Renato C, CLAUDIA e Fulgêncio Bomtempo.</li>
</ul>
<p>Parabéns aos vencedores. Faremos contato via Twitter e e-mail para acertarmos o envio dos livros. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Marcos Silvestre</b>.<br>

Economista com MBA em Finanças e Controladoria pela Universidade de São Paulo. Há 21 anos atua como educador e planejador financeiro especializado. Autor dos livros "12 Meses para Enriquecer" e "Investimentos à Prova de Crise", ambos publicados pela Leya e criador do site www.oplanodavirada.com.br. Mantém coluna semanal na BandNews FM nacional e no jornal Metro. No Twitter: @marcossilvestre<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O investidor econômico xiita</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/12/10/o-investidor-economico-xiita/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto Veiga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Sobrou uma grana por ai e você quer investir? Veja como garantir que seus investimentos sejam feitos de forma consciente e sem que intermediários tirem parte de seus rendimentos. Atenção redobrada nas decisões, certo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O investidor econômico xiita" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_investidor_economico_xiita.jpg" alt="O investidor econômico xiita" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ok, você conseguiu ultrapassar a barreira do som no que se fere a equilibrar seu orçamento. Cortou, cortou, fez malabarismos que nem artista de circo de Pequim conseguiria fazer. De fato, você foi além, aos conseguir ajustar tão bem os gastos à renda, e percebe que já começa a sobrar dinheiro. E agora? Quando eu vejo uma situação assim, fico com muito receio que os frutos do seu esforço tenham que ser compartilhados com algumas pessoas que não tiveram o mesmo trabalho que você.</p>
<p>Por este motivo, imaginei a <strong>técnica do investidor econômico xiita</strong>. Falando sério, não creio que seja possível aplicar 100% esta técnica, uma vez que  de uma maneira ou de outra, você acaba pagando alguma coisa para algum intermediário que não presta serviço algum, mas é uma boa forma de nos manter atentos para os “vazamentos” que ocorrem em nossos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O investidor econômico xiita dentro de você quer maximizar os ganhos, sem ter que pagar muito por isso.</p>
<p>Antes que os ânimos fiquem acirrados, quero dizer que os intermediários a que me refiro são aqueles que não agregam valor. São aqueles que oferecem produtos idênticos aos que podemos encontrar no mercado a preços muito mais baratos. São aqueles que se aproveitam de determinadas intervenções do governo para “dar uma mordidinha”.</p>
<p><span id="more-3571"></span>Aliás, estas práticas são todas legais (a legitimidade vai por conta do ponto de vista de cada um), mas quanto mais transparência vai se implantando no sistema, menos espaço para isso sobra.</p>
<p><strong>Sobrou dinheiro e você quer investir?</strong><br />
Abordarei algumas alternativas de investimento de forma sucinta, propositalmente com algumas siglas e informações mais técnicas, de forma a despertar seu interesse. Vou começar pelos <a title="Leia mais sobre fundos no blog do Beto" href="http://www.betoveiga.com/log/index.php/2009/12/fundos/" target="_blank">fundos</a> de investimento referenciados. Eles são um ótimo negócio quando a taxa cobrada pela administração é compatível com o serviço prestado. Cobrar 3% ao ano para oferecer retorno de DI? Sei não.</p>
<p>Dá para fazer uma boa substituição por um CDB-DI, se o percentual de remuneração for elevado e, nesse momento, considerar também a Caderneta de Poupança. O <a title="Por dentro do Tesouro Direto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/07/por-dentro-do-tesouro-direto/" target="_self">Tesouro Direto</a> pode entrar em cena se o prazo para aplicação for longo e você encontrar uma corretora que “isente” a taxa de corretagem; uma LFT pode ajudar.</p>
<p>Os fundos de ações podem ser outra opção interessante para a diversificação da sua carteira, principalmente se você tem um longo prazo pela frente. Nesse caso, repete-se o que foi dito anteriormente: utilizar um fundo que “persegue” o Ibovespa com uma taxa de administração de 4% não valhe a pena. Procure mais que você acha coisa melhor. Certeza.</p>
<p>Por outro lado, se o dinheiro é pouco para comprar as <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YSVFNyVGNWVzK2JvbHNhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">ações na bolsa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, procure um fundo que ofereça a aplicação em PIBB (Papéis índice Brasil Bovespa) &#8211; se a grana está curta para aplicar, comprar o papel diretamente é meio “caro” por conta da corretagem. Grandes bancos cobram até 1,5% ao ano de taxa de administração nesse produto. Certamente, ele não rende exatamente a mesma coisa que a variação do Ibovespa, mas, no longo prazo, você acabará indo na mesma direção.</p>
<p>Finalmente, estes são apenas alguns exemplos do que um investidor econômico xiita poderia fazer. Há muitas outras técnicas, mas, repetindo o que já falei no começo, ainda que o objetivo de perda zero não seja atingido, você estará trilhando um bom caminho na preservação do seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW52ZXN0aXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para o futuro.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Humberto Veiga</b>.<br>

Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. Autor do livro "O que as mulheres querem saber sobre finanças pessoais", iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989 e ministra palestras e treinamentos aqui e no exterior. Beto mantém um blog onde publica comentários sobre o sistema financeiro e o universo das finanças pessoais: http://www.betoveiga.com<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/08/13/caderneta-de-poupanca-investir-ou-nao-por-que/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
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		<description><![CDATA[André comenta: “Navarro, sou um pequeno investidor que está de olho na caderneta de poupança. Tenho alguns objetivos de curto prazo, mas não sei se optar pela poupança agora pode ser interessante por conta das anunciadas mudanças que vem por ai. É sobre isso que quero sua opinião: o que o investidor deve saber sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/dinheirama_poupanca_investidor.jpg" alt="Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?" hspace="2" vspace="2" align="left" />André</strong> comenta: <em>“Navarro, sou um pequeno investidor que está de olho na caderneta de poupança. Tenho alguns objetivos de curto prazo, mas não sei se optar pela poupança agora pode ser interessante por conta das anunciadas mudanças que vem por ai. É sobre isso que quero sua opinião: o que o investidor deve saber sobre as mudanças na poupança ou em torno de sua rentabilidade? A caderneta é uma boa opção se comparada à maioria dos fundos de renda fixa? Muito obrigado”</em>.</p>
<p>Dadas as condições econômicas atuais e o cenário que se desenrola, a caderneta de poupança é uma ótima alternativa de investimento! Começo o artigo com esta afirmação para que minha opinião fique bem clara: se você é do tipo que investe em fundos de renda fixa tradicionais, cujas taxas de administração são maiores que 1,5% e onde há incidência de Imposto de Renda, faça uma boa avaliação de sua rentabilidade líquida. As chances de seu valor ser inferior ao atual patamar de retorno da poupança é grande.</p>
<p>Pronto, a esta altura você já deve estar pensando: <em>“Então vou tirar tudo da renda fixa e migrar para a caderneta de poupança”</em>. Calma, interpretação de texto, um pouco de cautela e algumas continhas é que selarão esta possível decisão. Este artigo traz um panorama das aplicações em caderneta de poupança e informações úteis para que você decida-se de forma coerente. Um pouco de realidade faz bem: para alguns <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a poupança está muito atrativa, para outros ainda existem produtos mais interessantes e de risco também baixo. Vamos entender melhor tudo isso?</p>
<p><span id="more-2762"></span><strong>O momento da caderneta</strong><br />
Excluídos os meses de dezembro &#8211; momento em que os depósitos em caderneta aumentam por conta do 13o. salário -, a poupança teve, em julho deste ano, sua maior captação desde 1994. A entrada líquida de recursos chegou a <strong>R$ 6,67 bilhões</strong> no mês. A captação completa três meses seguidos com mais aportes que retiradas. Traduzindo, mais gente está optando pela caderneta em detrimento de outras modalidades conservadoras de investimento.</p>
<p>Mas, não! Não chega a ser a tão falada migração de recursos de fundos de investimento. No mesmo mês, os fundos DI e de renda fixa também tiveram captação positiva de R$ 1,47 bilhões, segundo dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Além disso, os recursos aplicados na poupança são bem menores que os atualmente investidos na indústria de fundos: R$ 290 bilhões contra R$ 1,291 trilhão.</p>
<p><strong>De olho em agosto, setembro, outubro…</strong><br />
A ordem no governo parece ser simples: observar com atenção e torcer. Torcer para que o equilíbrio nos saldos das aplicações seja atingido e que os aportes na poupança não prejudiquem os fundos de investimento. Torcer para que a tal migração não ocorra. Envolver a população em uma reforma na caderneta de poupança, ainda que nos moldes já apresentados, pode trazer reflexos políticos preocupantes &#8211; 2010 é ano de eleições, não é? Estas e outras novidades sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> vão depender das captações nos próximos meses.</p>
<p>Parece que o Banco Central considera importante enviar logo ao Congresso <a title="Governo bate martelo nas mudanças da poupança" href="http://dinheirama.com/blog/2009/05/13/governo-bate-o-martelo-nas-mudancas-da-poupanca/">o projeto que estipula tributação para a caderneta de poupança</a> (em valores acima de R$ 50 mil) e também as novas regras de tributação para os fundos de renda fixa. O interesse parece ser coerente, já que, segundo apurou a Folha de S. Paulo, o simples envio dos projetos já seria suficiente para lançar ao mercado a mensagem de que, em algum momento, a rentabilidade da poupança será revista. A Fazenda dá outro recado:</p>
<blockquote><p>“Por enquanto, na nossa análise, o movimento ainda está dentro do normal. Você teve um aumento de captação na poupança, mas também teve um aumento de captação de todos os fundos. (…) O Brasil está mudando para uma situação de baixa taxa de juros e, eventualmente, a poupança vai ter que ser reformulada, mas quando e como é uma questão em aberto” &#8211; <strong>Nelson Barbosa</strong>, secretário de Política Econômica da Fazenda, em entrevista ao jornal <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> de 08/08/2009.</p></blockquote>
<p>Tudo indica que mexer na caderneta de poupança não parece ser atividade de grande interesse por parte do governo. Fica a impressão de que se a mudança puder ser adiada, será. A mudança prevê cobrança de IR para investidores que mantém mais de R$ 50 mil na caderneta de poupança, o que atinge uma parcela pequena da população &#8211; mas não pequena dos recursos. Logo, para o pequeno poupador pouco deve mudar, com ou sem o atual projeto. Se confirmada a tendência de juros baixos, pode ser que maiores mudanças estruturais no cálculo tenham que ser feitas. Provavelmente, em outro governo.</p>
<p><strong>O que deve fazer o investidor?</strong><br />
Como costumamos sempre defender, informação é fundamental para que suas decisões sejam assertivas. Dito isso, listo alguns dos princípios que tenho compartilhado com amigos e clientes quando o assunto é o investimento na caderneta de poupança:</p>
<ul>
<li><strong>Defina bem o objetivo e seu prazo.</strong> Pode ser que o capital que você queira investir na poupança só vá ser usado no médio prazo. Neste caso, avalie a possibilidade de conhecer produtos de carteira mista, conhecidos como fundos multimercado;</li>
<li><strong>Faça bem as contas.</strong> Simplesmente tirar o capital hoje alocado em fundos de renda fixa pode não ser vantajoso, especialmente se você optou por fundos de curto prazo e onde as alíquotas de IR são maiores. Ao avaliar a possibilidade de migração, veja em que faixa de cobrança de IR você se enquadra e considere a possibilidade de esperar pelo prazo em que a taxa for menor;</li>
<li><strong>Cuidado com as taxas de administração.</strong> Já está em curso um movimento de mudança nas regras de investimento de fundos. Bancos e instituições financeiras começaram diminuindo o valor de aporte inicial de produtos cujas taxas de administração já eram mais baixas. Se você está em um produto que cobra mais do que 2% ao ano, a poupança pode ser bem mais interessante &#8211; ainda que você tenha que recolher IR para sair;</li>
<li><strong>Considere outras alternativas de investimento.</strong> Investir em títulos públicos, conhecidos agora como <a title="Por dentro do Tesouro Direto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/07/por-dentro-do-tesouro-direto/">Tesouro Direto</a>, é também uma decisão inteligente. Como as taxas e encargos são bem mais baixos que os encontrados nos fundos, hoje a rentabilidade final &#8211; atrelada à Selic ou à indicadores de inflação &#8211; tende a ser superior que a encontrada na caderneta de poupança.</li>
</ul>
<p>Diante de tudo isso, lembre-se da possibilidade de mudança em todo este cenário. Apesar de não estar sendo cogitada, pode haver mudança na cobrança de IR de fundos de renda fixa; pode ser que as mudanças na poupança sejam mesmo levadas ao Congresso; pode ser que os bancos diminuam suas taxas de administração de forma mais agressiva. Por isso frisamos tanto que não adianta apenas conhecer o produto. É preciso se interessar também pelos rumos da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, pelo cenário atual e pelas possibilidades para o futuro. Em outras palavras, quero dizer que o plano de investimentos deve ser periodicamente revisto. Até a próxima!</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>, autor do livro <a title="Compre o livro do Navarro!" href="http://www.novatec.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_blank">&#8220;Vamos falar de dinheiro?&#8221;</a> (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Investidores de olho na Selic: poupança ganha adeptos!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/06/18/investidores-de-olho-na-selic-poupanca-ganha-adeptos/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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		<category><![CDATA[imposto]]></category>
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		<description><![CDATA[Virgílio comenta: “Navarro, a taxa Selic finalmente entrou na casa de um dígito: 9,25% ao ano depois do último corte do Copom. Certo, eu sei que a rentabilidade da renda fixa (títulos públicos e privados) vai cair e começo a pensar seriamente em migrar para a caderneta de poupança. Afinal, esta é uma decisão inteligente? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dinheirama_investidor_selic_poupanca.jpg" alt="Investidores de olho na Selic: poupança ganha adeptos!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Virgílio</strong> comenta: <em>“Navarro, a taxa Selic finalmente entrou na casa de um dígito: 9,25% ao ano depois do último corte do Copom. Certo, eu sei que a rentabilidade da renda fixa (títulos públicos e privados) vai cair e começo a pensar seriamente em migrar para a caderneta de poupança. Afinal, esta é uma decisão inteligente? A competitividade da poupança merece nossa atenção? Como ficam os fundos conservadores de renda fixa e os CDBs?”</em></p>
<p>Os juros básicos de um dígito são motivo de muita comemoração, mas também atenção por parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Sua queda representa, ao menos em tese, queda também no custo do dinheiro. A oferta de crédito mais barato se acentua e novos investimentos produtivos mais competitivos passam a ser feitos por empresários e empresas. A economia se aquece, gera mais empregos, o consumo é afetado e o crescimento tende a aparecer com mais vigor.</p>
<p>Na outra ponta estão as aplicações financeiras balizadas pela taxa básica de juros, que obviamente sentirão efeitos em suas rentabilidades. Caso típico da renda fixa, que vê sua rentabilidade minguar e reaquece uma importante constatação do investidor: países com economia competitiva e em forte crescimento confirmam a necessidade de se aumentar a exposição ao risco para sustentar ganhos diferenciados. Em outras palavras, dinheiro fácil e sem risco fica cada vez mais difícil.</p>
<p><span id="more-2467"></span><strong>Renda fixa versus poupança</strong><br />
 Com a Selic neste novo patamar, só fundos de renda fixa que cobram no varejo taxa de administração inferior a 1,25% têm rendimento líquido maior que da caderneta de poupança, não interessa o cenário de tributação utilizado (que varia de 22,5% a 15% para as aplicações). A simulação, realizada a pedido do jornal <a title="Acesse a Folha de S. Paulo na Internet" href="http://www.folha.com.br" target="_blank"><strong>Folha de S. Paulo</strong></a>, foi realizada pela Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras). É possível concluir, entre outras coisas, que:</p>
<ul>
<li>Fundos DI com taxa de administração de 1,25% tinham rendimento líquido de 6,8% ao ano, considerando uma alíquota de IR de 15% (saques acima de dois anos);</li>
<li>Fundos DI com taxa de administração de 1,25% tinham rendimento líquido de 6,2% ao ano quando considerada a alíquota de 22,5% (saques em menos de seis meses);</li>
<li>A caderneta de poupança, com base no dia 8 deste mês, rendeu 6,95% nos últimos 12 meses.</li>
</ul>
<p>A conclusão é óbvia: produtos DI ou de renda fixa cujas taxas de administração são maiores que 1,5% têm rendimento líquido menor que o da poupança, independentemente do tempo da aplicação. Ainda é muito difícil encontrar fundos com taxas de administração próximas de 1,5% &#8211; normalmente este valor só é oferecido para investidores de grandes somas (mais de R$ 50 mil). <strong>Marcia Dessen</strong>, consultora do <a title="Conheça o BankRisk" href="http://www.bankrisk.com.br/" target="_blank">BankRisk</a> consultada pela Folha, afirma que:</p>
<blockquote><p>
“Para o investidor com menos de R$ 50 mil, a poupança ficou imbatível. A única ressalva em favor dos fundos é que a poupança não tem liquidez diária. Se o poupador retira um dia antes do aniversário, perde o rendimento inteiro de um mês. Para o aplicador que não precisa de liquidez diária, a poupança é a melhor opção”.</p></blockquote>
<p>Cabe lembrar que quase tudo é negociável quando se trata do relacionamento entre instituições financeiras e consumidores. Portanto, agora que você observa seu extrato de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em um fundo de renda fixa e percebe que a rentabilidade caiu, mas a taxa de administração não se alterou, é hora de correr até o gerente e negociar com firmeza. Alguns bancos já baixaram o valor inicial de alguns produtos e também sua taxa de administração.</p>
<p>No caso do CDB, o importante continua sendo negociar muito bem a taxa de retorno em relação ao CDI/Selic. Gosto muito do exemplo dado pelo amigo e doutor em economia <strong>Humberto Veiga</strong>, que no seu artigo <a title="Leia o artigo de Beto Veiga" href="http://www.betoveiga.com/log/index.php/2009/06/reproduzindo-em-funcao-da-baixa-da-selic/" target="_blank">“Cuidados com as taxas baixas – CDB-DI, Fundos ou Tesouro Direto”</a> diz que:</p>
<blockquote><p>“Todo cuidado é pouco, também quando vamos aplicar em CDB-DI, porque o banco pode oferecer uma taxa bem baixinha para você. Não aceite nada menos do que 97% se o seu dinheiro for passar mais de três meses aplicados e se você tiver pelo menos uns R$ 5.000,00 para aplicar.</p>
<p>Para comparar com o CDB, veja qual o percentual do DI que o banco irá lhe pagar. Se ele oferecer 98%, por exemplo, significa que, dos 9,25% ele lhe pagará 9,25 x 0,98 = 9,07% brutos, o que é melhor do que aplicar em um fundo com 1% de taxa de administração e um título do TD atrelado à Selic (LFT) que tenha uma taxa de custódia de 0,6%, acrescida de uma taxa da CBLC de 0,4%, totalizando 1%.”</p></blockquote>
<p><strong>A situação vai continuar assim?</strong><br />
Ontem recebi uma notícia que mostra bem o que pode continuar acontecendo: o volume aplicado na caderneta de poupança, nos sete primeiros dias úteis de junho, já supera o de todo o mês de maio. Foram captados R$ 2,018 bilhões nestes 7 dias, enquanto os fundos DI perderam R$ 2,284 bilhões. Os dados são da Anbid (Associação dos bancos de investimento). Ora, não há como negar que o impacto nos números está ligado ao contínuo e forte movimento de queda na Selic.</p>
<p>Como já alertou o investidor <strong>Felipe Russo</strong>, em artigo intitulado <a title="E a poupança em época de juros baixos?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/12/e-a-poupanca-em-epoca-de-juros-baixos/">“E a poupança em época de juros baixos?”</a>, manter uma alternativa de investimento com rendimento garantido por lei de 6% a.a. mais TR, sem IR e taxas, pode ser perigoso. No entanto, o leitor deve se lembrar que estamos em véspera de eleição. Logo, fica claro que objetivos políticos estão deixando de lado a discussão em torno da realidade dos investimentos conservadores.</p>
<p>Você, investidor bem informado, esta diante de uma oportunidade de rever suas aplicações financeiras e bater um papo com o gestor de seus investimentos. Discuta as taxas cobradas, a rentabilidade e as alternativas disponíveis. Um pouco de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWF0ZW0lRTF0aWNhK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">matemática financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, alguma dose de boa vontade, certa dose de risco e bom senso podem transformar suas finanças. Hoje, mais do que nunca. Bons investimentos!</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção, Economia e Finanças pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>, autor do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863?franq=247523" target="_blank">&#8220;Vamos falar de dinheiro?&#8221;</a> (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>E a poupança em época de juros baixos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/06/12/e-a-poupanca-em-epoca-de-juros-baixos/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/06/12/e-a-poupanca-em-epoca-de-juros-baixos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 22:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Russo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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		<description><![CDATA[Como vimos no ótimo artigo do Ricardo Pereira, &#8220;Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic&#8221;, em sua última reunião o COPOM decidiu reduzir a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% a.a. É a primeira vez que a taxa SELIC atinge um dígito e por aí deve permanecer por algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dinheirama_poupanca_selic_juros_baixos.jpg" alt="E a poupança em época de juros baixos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Como vimos no ótimo artigo do <strong>Ricardo Pereira</strong>, <a title="Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/11/brasil-empresta-dinheiro-ao-fmi-e-derruba-taxa-selic/">&#8220;Brasil empresta dinheiro ao FMI e derruba Taxa Selic&#8221;</a>, em sua última reunião o COPOM decidiu reduzir a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% a.a. É a primeira vez que a taxa SELIC atinge um dígito e por aí deve permanecer por algum tempo. O país parte para uma nova era de rentabilidades menores e mais aderentes às taxas praticadas por outras economias.</p>
<p>É o começo de uma jornada que engloba reduzir o spread bancário e a rentabilidade de todos os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> financeiros. Entretanto, um investimento clássico e seguro, que é a caderneta de poupança, desponta nesse cenário como um problema para o governo.</p>
<p>Com sua rentabilidade garantida de TR + 6% a.a. e livre de taxa de administração e imposto de renda, ela passa a ser mais atrativa que grande parte dos fundos de investimento, principalmente em relação aos de curto prazo, que são tributados em até 22,5%, conforme a tabela regressiva de imposto de renda.</p>
<p><span id="more-2446"></span>Com isso, grande parte dos investimentos pode migrar para a poupança, podendo causar escassez de recursos para as linhas de crédito que são lastreadas nos outros investimentos. O que deve ser feito é consenso entre especialistas. A poupança deveria sofrer uma alteração em sua rentabilidade para proporcionar um retorno mais adequado ao seu risco e simplicidade.</p>
<p>No entanto, por motivos políticos o governo decidiu “resolver” o problema tributando a poupança em investimentos acima de R$ 50.000,00, evitando que grandes somas migrem de investimento e preservando também a rentabilidade do pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Mas a estratégia afeta um dos pilares do desenvolvimento econômico, que é o crédito imobiliário.</p>
<p>O dinheiro para o financiamento de imóveis pelo SFH é proveniente dos investimentos em caderneta de poupança. Ao manter a rentabilidade da poupança preservada, o governo não permite que o movimento de queda das taxas afete também os juros do crédito imobiliário, impedindo que uma queda nos preços dessas linhas impulsione esse setor.</p>
<p>Ou seja, cedo ou tarde (ou melhor, após as eleições), a poupança terá que render menos. Tomara que não demore. O crescimento do país agradece!</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Felipe Augusto Russo</strong> é investidor e autor do livro de análise fundamentalista <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21443990/?franq=247523" target="_blank">“Avaliando Empresas, Investindo em Ações”</a> (Editora Novatec).</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Felipe Russo</b>.<br>

Investidor e autor do livro de análise fundamentalista “Avaliando Empresas, Investindo em Ações” (Editora Novatec).<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Podcast: justificativas, desculpas e a poupança</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/05/19/podcast-justificativas-desculpas-e-a-poupanca/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/05/19/podcast-justificativas-desculpas-e-a-poupanca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 00:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terça-feira é dia de &#8220;Futura Dinheiro&#8221; na Rádio Futura FM 106,9. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_desculpas_justificativas_planejamento.jpg" alt="Podcast: justificativas, desculpas e a poupança" hspace="2" vspace="2" align="left" />Terça-feira é dia de &#8220;Futura Dinheiro&#8221; na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br" target="_blank"><strong>Rádio Futura FM 106,9</strong></a>. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? O que devemos levar em consideração quando as justificativas nos impedem de tomar melhores decisões? As mudanças na caderneta de poupança já foram oficializadas?</p>
<p>Estas e outras perguntas são respondidas na edição de hoje do programa, que você pode ouvir como um podcast neste artigo. Nosso objetivo é tornar o blog um espaço mais dinâmico, com diferentes tipos de informação, ao mesmo tempo em que levamos este sucesso para outros veículos de mídia &#8211; no caso, o rádio. A parceria é ótima e ganham os leitores deste espaço e também os ouvintes de toda a região sul de Minas Gerais. Espero que gostem e participem cada vez mais. Ouça o programa e deixe seu comentário. Até a próxima!</p>

<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine pelo iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine nossos feeds" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Terça-feira é dia de &quot;Futura Dinheiro&quot; na Rádio Futura FM 106,9. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? O que devemos levar em consideração quando as justificativas nos impedem de tomar melhores decisões? As mudanças na caderneta de poupança já foram oficializadas?

Estas e outras perguntas são respondidas na edição de hoje do programa, que você pode ouvir como um podcast neste artigo. Nosso objetivo é tornar o blog um espaço mais dinâmico, com diferentes tipos de informação, ao mesmo tempo em que levamos este sucesso para outros veículos de mídia - no caso, o rádio. A parceria é ótima e ganham os leitores deste espaço e também os ouvintes de toda a região sul de Minas Gerais. Espero que gostem e participem cada vez mais. Ouça o programa e deixe seu comentário. Até a próxima!



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Obrigado e até a próxima.</itunes:summary>
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		<title>Governo bate o martelo nas mudanças da poupança</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/05/13/governo-bate-o-martelo-nas-mudancas-da-poupanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 02:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você pode estar pensando: “De novo falar da poupança?”. O assunto é importante, tem preocupado os leitores e a solução agora é oficial. O governo divulgou as alterações que serão feitas na caderneta de poupança. Tecnicamente, as alterações terão pouco impacto na economia, pois abrangem um contingente muito pequeno de investidores, ficando muito mais nítido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_poupanca_governo_real.jpg" alt="Governo bate o martelo nas mudanças da poupança" hspace="2" vspace="2" align="left" />Você pode estar pensando: <em>“De novo falar da poupança?”</em>. O assunto é importante, tem preocupado os leitores e a solução agora é oficial. O governo divulgou as alterações que serão feitas na caderneta de poupança. Tecnicamente, as alterações terão pouco impacto na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, pois abrangem um contingente muito pequeno de investidores, ficando muito mais nítido que o assunto foi politizado e o país perdeu uma grande oportunidade de avançar mais em um assunto tão importante.</p>
<p>Felizmente, aqui no <em>Dinheirama</em> o tema foi muito bem discutido, sendo até pauta do programa Futura Dinheiro &#8211; realizado pela rádio <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br" target="_blank">Futura FM 106,9</a> e que conta semanalmente com a presença do <strong>Navarro</strong> falando sobre economia, finanças pessoais e educação financeira. Seu último artigo, <a title="A poupança e os hábitos financeiros dos brasileiros" href="http://dinheirama.com/blog/2009/05/12/a-poupanca-e-os-habitos-financeiros-do-brasileiro/">“A poupança e os hábitos financeiros do brasileiro”</a> traz uma das edições que já tratou da caderneta e das voltas que o assunto deu.</p>
<p><strong>Caderneta de poupança com Imposto de Renda</strong><br />
 O que interessa é frisar a informação anunciada hoje de que as cadernetas de poupança com saldo acima de R$ 50 mil vão passar a pagar Imposto de Renda a partir de 2010. O imposto só será cobrado se a taxa básica de juros (Selic) cair abaixo de 10,5%. Lembrando que hoje a taxa está em 10,25% ao ano e a tendência apontada pelo mercado é de que até o final do ano ela esteja entre 9,5%  e 8,5%.</p>
<p><span id="more-2313"></span>A proposta do governo é taxar quem mantiver mais de R$ 50 mil em poupança de acordo com a variação da Taxa Selic. O quadro abaixo mostra uma tabela progressiva e auxiliará o entendimento da nova medida:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_tabela_poupanca_selic.jpg" alt="Tabela base Selic X Poupança" /></p>
<p><strong>Exemplo:</strong> imagine que o investidor tenha uma aplicação R$ 60 mil na poupança e que a taxa Selic esteja fixada em 9% ao ano. Diante dos critérios estabelecidos pela nova regra, esse <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> terá de recolher 30% de Imposto de Renda sobre os rendimentos da diferença do aplicado para os R$ 50 mil do teto. Ou seja, neste exemplo existiria cobrança de IR sobre os ganhos de R$ 10 mil no período. De acordo com as palavras do ministro da Economia, <strong>Guido Mantega</strong>, o acerto com o Leão será feito no momento da entrega da Declaração de Ajuste Anual.</p>
<p>Se a poupança for a única renda (rentabilidade a partir do investimento) da pessoa, haverá isenção de imposto até R$ 850 mil. Para esses casos, o IR só será cobrado acima desse valor. Mesmo assim, o imposto ainda será menor que o de outras aplicações.</p>
<p><strong>Governo também reduzirá Imposto de Renda cobrado em fundos de investimento</strong><br />
Ainda no campo das notícias importantes, o governo também anunciou que reduzirá o IR cobrado dos fundos de investimento. É uma medida que visa complementar a taxação da caderneta de poupança de forma que os investidores possam ver os fundos e a gestão especializada como opções ainda interessantes frente aos rendimentos da caderneta.</p>
<p>A conta do governo mostra que se a taxa básica de juros (Selic) cair de 10,25% ao ano para 9,25% ao ano, o IR sobre os fundos terá de cair 7,5 pontos percentuais, passando de uma alíquota máxima de 22,5% para 15%. <em>“A redução [da alíquota] será graduada, de acordo com a queda da Selic”</em>, disse hoje o ministro Mantega.</p>
<p>A mesma redução de IR concedida aos fundos será estendida para as aplicações com renda fixa, o que inclui também os chamados Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e o agora combalido Tesouro Direto. De uma forma técnica, a medida provisória que será publicada em breve trata a renuncia fiscal como um desconto. Isso permite uma maior facilidade ao governo caso a tendência de baixa na Selic se reverta. E, claro, não assusta o pequeno poupador (eleitor) às vésperas da eleição.</p>
<p><strong>Resumo da ópera</strong><br />
Fica a sensação de que poderíamos ter avançado mais. Para um país com uma economia estável, em desenvolvimento, ter uma aplicação nos moldes de caderneta de poupança (com rendimento garantido de 6% ao ano mínimo garantido) não parece ser muito inteligente. Veja, estou falando como alguém que pensa no futuro da nação – não encarem como crítica pessoal à caderneta de poupança ou ao ato de poupar.</p>
<p>É bem verdade que a elevada carga tributária e as altas taxas de administração dos bancos são grandes obstáculos aos pequenos investidores. Justamente por isso, apenas 1% ou menos dos poupadores da caderneta serão atingidos pelas mudanças oficializadas hoje. A verdade nua e crua é que o brasileiro ainda poupa pouco e para grande maioria das pessoas falar em fundos de investimento soa como hipocrisia.</p>
<p>Nosso grande desafio é criar uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29jaWVkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">sociedade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que ao final do mês consiga ver a conta no azul, totalmente diferente dos atuais valores “emprestados” do cheque especial, cujos juros andam em percentuais absurdos – e para os quais o governo parece não ligar. Pra frente Brasil, porque atrás vem gente. Pra frente poupador, porque o futuro chega rápido demais.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Ricardo Pereira </strong>é educador financeiro e palestrante, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A poupança e os hábitos financeiros do brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 19:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal Valor Econômico, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo &#8220;A caderneta de poupança atraente demais&#8221;, publicado recentemente aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2303" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_poupanca_tempo_dinheiro.jpg" alt="A poupança e os hábitos financeiros do brasileiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal <a title="Acesse o site do jornal Valor Econômico" href="http://www.valoronline.com.br" target="_blank">Valor Econômico</a>, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo <a title="A caderneta de poupança atraente demais" href="http://dinheirama.com/blog/2009/04/27/a-caderneta-de-poupanca-atraente-demais/">&#8220;A caderneta de poupança atraente demais&#8221;</a>, publicado recentemente aqui no <em>Dinheirama</em>. A crise e a insegurança causada pela discussão fizeram com a que poupança registrasse mais saques do que depósitos nas últimas semanas. Ouça ao final do artigo o podcast em que trato do assunto.</p>
<p>A verdade sobre as mudanças parece ser a seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Alíquotas de Imposto de Renda da renda fixa serão alteradas.</strong> Atualmente, quem investe em fundos de renda fixa paga 22,5% de IR sobre os ganhos quando decide manter o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VyYmFzaV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> aplicado por até seis meses. A alíquota vai diminuindo, passando por 20% (de seis meses a um ano), 17,5% (de um a dois anos) e termina em 15% (para mais de dois anos). A medida que deve ser adotada para aumentar a competitividade destes produtos deve ser a mudança do teto, que passará a ser de 15% &#8211; e não mais 22,5%. Em outras palavras, a alíquota máxima seria de 15%;</li>
<li><strong>IR para cadernetas de poupança &#8220;inchadas&#8221;.</strong> Cerca de 93% dos usuários das cadernetas possuem aportes de até R$ 5000,00. A idéia do governo é que estes pequenos poupadores não sejam afetados, mas que quem mantém muito dinheiro na poupança pague IR referente aos ganhos via declaração anual. O teto e a alíquota não foram apresentadas, mas a medida parece ser a mais atraente aos ouvidos do Presidente Lula. A razão é óbvia: mexer na rentabilidade da poupança em véspera de eleição pode derrubar sua popularidade, o que atrapalharia bastante os planos da base governista. A solução, no entanto, seria paliativa e só entraria em vigor em 2010, aparecendo apenas na declaração de IR de 2011.</li>
</ul>
<p>Outras mudanças, como atrelar o rendimento da poupança a um percentual da Selic (discute-se 65%), aumento da carência dos depósitos (hoje de 30 dias) ou mesmo mudar o cálculo da TR também foram ações cogitadas pela equipe econômica, mas não ganharam popularidade entre os políticos. A verdade é que algo será feito, mas sem que haja efeitos colaterais no bolso do eleitor. O sonho seria notar maior competitividade entre os produtos de renda fixa, com taxas de administração mais baixas.</p>
<p><span id="more-2302"></span>No programa <strong>Futura Dinheiro</strong>, veiculado todas as terças às 11h na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br" target="_blank"><strong>Futura FM 106,9</strong></a> e aqui disponibilizado como um <em>podcast</em>, tratei desta e de outra questão de suma importância no nosso dia-a-dia: quais os hábitos financeiros dos brasileiros e como eles influenciam suas decisões de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e poupança? Ouça o programa de hoje e deixe seu comentário.</p>

<p>Lidar com o dinheiro é mais do que apenas vê-lo passar por nossas mãos. Negociar, comprar bem e investir são hábitos existentes no cotidiano das pessoas e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> bem-sucedidos. O que você está esperando para agir como elas e agintir o merecido sucesso? Estude, informe-se, leia bastante e aprenda a questionar aquilo que antes parecia um tabu. Seu bolso merece atenção. Até a próxima.</p>
<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine pelo iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine nossos feeds" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, formado em Computação com MBA em Finanças e mestrando em Produção, Economia e Finanças pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>, é sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>. Atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal Valor Econômico, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal Valor Econômico, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo &quot;A caderneta de poupança atraente demais&quot;, publicado recentemente aqui no Dinheirama. A crise e a insegurança causada pela discussão fizeram com a que poupança registrasse mais saques do que depósitos nas últimas semanas. Ouça ao final do artigo o podcast em que trato do assunto.

A verdade sobre as mudanças parece ser a seguinte:

	Alíquotas de Imposto de Renda da renda fixa serão alteradas. Atualmente, quem investe em fundos de renda fixa paga 22,5% de IR sobre os ganhos quando decide manter o dinheiro aplicado por até seis meses. A alíquota vai diminuindo, passando por 20% (de seis meses a um ano), 17,5% (de um a dois anos) e termina em 15% (para mais de dois anos). A medida que deve ser adotada para aumentar a competitividade destes produtos deve ser a mudança do teto, que passará a ser de 15% - e não mais 22,5%. Em outras palavras, a alíquota máxima seria de 15%;
	IR para cadernetas de poupança &quot;inchadas&quot;. Cerca de 93% dos usuários das cadernetas possuem aportes de até R$ 5000,00. A idéia do governo é que estes pequenos poupadores não sejam afetados, mas que quem mantém muito dinheiro na poupança pague IR referente aos ganhos via declaração anual. O teto e a alíquota não foram apresentadas, mas a medida parece ser a mais atraente aos ouvidos do Presidente Lula. A razão é óbvia: mexer na rentabilidade da poupança em véspera de eleição pode derrubar sua popularidade, o que atrapalharia bastante os planos da base governista. A solução, no entanto, seria paliativa e só entraria em vigor em 2010, aparecendo apenas na declaração de IR de 2011.

Outras mudanças, como atrelar o rendimento da poupança a um percentual da Selic (discute-se 65%), aumento da carência dos depósitos (hoje de 30 dias) ou mesmo mudar o cálculo da TR também foram ações cogitadas pela equipe econômica, mas não ganharam popularidade entre os políticos. A verdade é que algo será feito, mas sem que haja efeitos colaterais no bolso do eleitor. O sonho seria notar maior competitividade entre os produtos de renda fixa, com taxas de administração mais baixas.

No programa Futura Dinheiro, veiculado todas as terças às 11h na Futura FM 106,9 e aqui disponibilizado como um podcast, tratei desta e de outra questão de suma importância no nosso dia-a-dia: quais os hábitos financeiros dos brasileiros e como eles influenciam suas decisões de investimento e poupança? Ouça o programa de hoje e deixe seu comentário.



Lidar com o dinheiro é mais do que apenas vê-lo passar por nossas mãos. Negociar, comprar bem e investir são hábitos existentes no cotidiano das pessoas e investidores bem-sucedidos. O que você está esperando para agir como elas e agintir o merecido sucesso? Estude, informe-se, leia bastante e aprenda a questionar aquilo que antes parecia um tabu. Seu bolso merece atenção. Até a próxima.

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Conrado Navarro, educador financeiro, formado em Computação com MBA em Finanças e mestrando em Produção, Economia e Finanças pela UNIFEI, é sócio-fundador do Dinheirama. Atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.

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