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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; acionista</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; acionista</title>
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		<title>O jogo político corporativo: um caminho perigoso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/17/o-jogo-politico-corporativo-um-caminho-perigoso/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/11/17/o-jogo-politico-corporativo-um-caminho-perigoso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O jogo corporativo cria um ambiente hostil de negócios onde só o poder e o dinheiro interessam. Como fica a vida pessoal, a família e o ser humano nessa história?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_jogo_corporativo_perigo.jpg" alt="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assunto comum no circuito empresarial, a busca incessante pela excelência e o constante enfrentamento da mais dura e saudável concorrência é sempre tomada de superlativos e clichês que, pouco a pouco, inundam o entendimento comum sobre as façanhas executivas, seus feitos, legados e êxitos.</p>
<p>Com isso, o mundo corporativo exerce o seu fascínio, envolto numa atmosfera onde conceitos como meritocracia e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29tcGV0aXRpdmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">competitividade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> impõem toda uma cultura que transforma os seus mais proeminentes atores, os executivos profissionais, em seres quase mitológicos, mas com poderes robóticos, guiados pelo esforço, pelas competências individuais, pela ética e habilidades de liderança.</p>
<p>Jovens formandos, seduzidos pelo mesmo contexto, aspiram ingressar em grandes organizações em busca da oportunidade de serem, um dia, os atores principais dessa peça <em>darwiniana</em>.</p>
<p><span id="more-5254"></span>Embora um tanto <em>glamourizada</em>, a narrativa acima descreve com alguma fidelidade o universo desse extrato social acostumado a extensas cargas de trabalho, poucas horas de sono, com gordas contas bancárias, mas sem tempo, e muitas vezes, sem disposição para o lazer, exauridos pelo ritmo frenético e o peso das exigências.</p>
<p>Mas pouco se fala sobre o jogo político corporativo, menos ainda sobre os seus impactos, e nada sobre o ônus que pode representar.</p>
<p>No livro <a title="Mais sobre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Power-Some-People-Have-Others/dp/0061789089/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1289998310&amp;sr=8-1" target="_blank">“Power: Why Some People Have It, And Others Don`t”</a>, escrito por <strong>Jeffrey Pfeffer</strong>, renomado professor da Universidade de Stanford, o tema é abordado de forma nua e crua. Mais que isso, seu conteúdo permite diferentes interpretações, sendo que alguns podem tomar ao pé da letra as recomendações extraídas da obra de Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política da renascença.</p>
<p>Neste contexto, não se observa nada sobre eficiência, líderes servidores ou meritocracia, mas muito sobre o jogo árduo e frio de acesso ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, custe o que custar. Neste caso, os acionistas são meros expectadores, ou, quem sabe, um obstáculo a ser vencido.</p>
<p>Porém, para um leitor mais astuto o conteúdo soa como uma crítica desse mesmo jogo insano, que fragiliza as estruturas de gestão, inibe iniciativas empreendedoras e enche de desalento e descrença aqueles que realmente querem fazer algo de concreto.</p>
<p>Especialistas afirmam categoricamente que ambientes organizacionais carregados de grande politização interna geram alta rotatividade de pessoal, afastam colaboradores competentes e contaminam a equipe com um clima de desconfiança e instabilidade que acaba por inviabilizar a empresa ao longo do tempo.</p>
<p>Fico com o leitor mais astuto e com os especialistas. O jogo político corporativo não agrega valor, toma tempo, dinheiro e, pior, acaba por permitir a criação de “instituições” paralelas à própria empresa.</p>
<p>Em termos de política, prefiro a de expressão nacional. Nessa sim falta, e muito, a participação de executivos e empresários, eternos pagadores de impostos, mas com pouquíssima voz ativa. A empresa é lugar para se trabalhar, para a busca da realização profissional e, é claro, ganhar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Nada mais.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A abertura de capital: estréia na bolsa de valores</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/08/18/a-abertura-de-capital-estreia-na-bolsa-de-valores/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[André comenta: &#8220;Navarro, estou aprendendo muito com o Dinheirama. Tenho 20 anos e em breve devo ingressar no mercado de ações (pensando lá na frente, no longo prazo). No entanto, ao ler mais sobre o assunto uma dúvida (simples?) apareceu: Quais são as razões para uma empresa abrir seu capital e estrear na Bolsa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-859" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/dinheirama_abertura_de_capital_bolsa.jpg" alt="Por que uma empresa abre seu capital?" hspace="2" vspace="2" align="left" /><strong>André</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, estou aprendendo muito com o Dinheirama. Tenho 20 anos e em breve devo ingressar no mercado de ações (pensando lá na frente, no longo prazo). No entanto, ao ler mais sobre o assunto uma dúvida (simples?) apareceu: Quais são as razões para uma empresa abrir seu capital e estrear na Bolsa de Valores? Obrigado.&#8221;</em><br />
<strong>Janaína</strong> pergunta: <em>&#8220;Navarro, por que uma empresa decide abrir seu capital?&#8221;</em></p>
<p>A decisão de abrir o capital não é das mais triviais, mas seu impacto é muito grande tanto no dia-a-dia da organização, quanto em seu futuro. Emitir ações &#8211; pulverizar o controle da empresa e negociar parte de seu controle na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:bolsa+de+valores/format:box">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> &#8211; significa deixar de ser uma empresa com sócios pré-estabelecidos em contrato (modelo de empresa LTDA.) e passar ao modelo aberto, inclusive tendo que divulgar informações e resultados periodicamente e de forma padronizada.</p>
<p><strong>Não é tão simples&#8230;</strong><br />
 É difícil afirmar exatamente qual a razão para esta ou aquela empresa ter decidido abrir seu capital, mas certamente um dos fatores mais óbvios é o acesso a um capital (dinheiro) mais &#8220;barato&#8221; para financiar sua expansão e seus planos de investimento. Abrir capital significar financiar-se com capital próprio, dinheiro melhor que aquele emprestado por terceiros, mas também mais exigente.</p>
<p><span id="more-858"></span><strong>Capital próprio? Mais exigente? </strong>Cabe um parentesis: é comum notar empresas contraindo dívidas para alavancar seu crescimento. Elas financiam seu crescimento (capital de terceiros), mas, claro, buscam retorno maior que os custos do capital tomado. Isto se chama <a title="O que você precisa saber sobre alavancagem" href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/26/o-que-voce-precisa-saber-sobre-alavancagem/">alavancagem</a>. Com o dinheiro de acionistas (capital próprio), ocorre a mesma coisa, mas normalmente os donos querem muito mais retorno, e em menos tempo, que as instituições financeiras.</p>
<p>O uso da abertura de capital e das emissões posteriores de ações é parte de um processo de captação de recursos com poucas limitações. Enquanto financiamentos ou o uso de capital de terceiros muitas vezes trazem consigo questões operacionais muito específicas (amortização, prazo para pagamento, resgate etc.), a emissão de ações requer apenas que existam investidores interessados na empresa.</p>
<p>É claro que o processo de abertura de capital não é simples, já que requer adequação da empresa e auditoria de bancos de investimento e da <a title="Conheça a CVM" href="http://www.cvm.gov.br/" target="_blank">CVM</a> (Comissão de Valores Mobiliários), que deve autorizar, ou não, a operação. No entanto, os benefícios da alavancagem através de capital próprio superam eventuais contraposições operacionais. Cabe lembrar que as <a title="Conheça algumas normas para abertura de capital" href="http://www.cvm.gov.br/port/public/publ/publ_200.asp" target="_blank">normais para abertura de capital</a> são rígidas, como era de se esperar.</p>
<p>Outro aspecto importante e bastante diferente de um empréstimo tradicional, que tem rendimento ou pagamento definidos, é que o retorno aos <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir+a%E7%F5es/format:box">acionistas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> depende do desempenho da empresa. A gestão, conclui-se, terá que ser mais participativa e focada, já que será muito mais cobrada. Isto se traduz em um custo de capital mais baixo, o que garante maiores chances de retorno e crescimento para a empresa.</p>
<p><strong>O que mais? </strong>Para a administração da empresa como um todo, abrir o capital também significa facilitar eventuais compras e fusões. Sim, porque as ações podem ser usadas nestas operações, nos conhecidos modelos de troca de controle acionário. Em essência, negociar ações é negociar parte(s) da empresa, em função semelhante àquela existente na divisão de cotas no modelo de empresa LTDA.</p>
<p>Além disso, se for de interesse dos donos da empresa, estes podem converter suas ações em <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, bastando para isso negociá-las na abertura de capital ou em processos auxiliares de emissão. Para esta característica, o jargão técnico correto é liquidez patrimonial &#8211; que representa a facilidade, ou não, da transformação de patrimônio em dinheiro.</p>
<p>Acredito, ainda, que a abertura de capital seja muito benéfica para o país. O processo cria uma cultura de fomento de capital inteligente e exigente, que aplica em empresas que prezam pelo crescimento e representação da nação. Empresas de capital aberto são monitoradas de perto por <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investidor/format:box">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do mundo todo e, assim, tendem a ser melhor gerenciadas.</p>
<p><strong>Como assim?</strong> Ao abrir seu capital, a empresa está tornando públicos os seus dados financeiros e de controle, o que acirra a competitividade e aumenta a necessidade de melhor governança. Tais efeitos, aliados ao olhar sempre atento do acionista, tendem a gerar mais empregos e a maximizar a participação da empresa tanto no mercado nacional, quanto internacional. A empresa cresce, o país também.</p>
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<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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