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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; ambiente</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; ambiente</title>
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		<title>Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/20/empresas-e-negocios-a-unica-certeza-e-a-imprevisibilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas relações profissionais e nos negócios, só há uma certeza: tudo muda muito rápido e há muita imprevisibilidade. Qual seria a graça se fosse diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_empresa_imprevisibilidade.jpg" alt="Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Já afirmei em outros textos que de fato não conheço nada na vida empresarial tão previsível ou rotineiro do que a própria inconstância (por favor, ao discordar manifeste-se, adoraria estar errado). Especialistas, economistas, gurus e gurus de última hora adoram recomendar, anunciar e propalar comportamentos, atitudes e modelos planejados, no intuito de oferecer algum alento para aqueles que vivem a turbulência cotidiana de empreender ou conduzir negócios.</p>
<p>A intenção é ótima e legítima, mas confesso que às vezes acho um tanto cômico. Principalmente quando são acompanhadas de introduções do tipo: <em>“A última onda agora é&#8230;”</em> ou <em>“Você quer ter sucesso? Então faça isso!”</em>. Tudo tão determinante, tão meticulosamente pensado, mas ao mesmo tempo frívolo e improvável.</p>
<p>Obviamente que algumas regras e práticas são sim necessárias, vitais e universais. Refiro-me à necessidade de transparência nas informações com números confiáveis, na simples e óbvia equação de gestão onde não se pode gastar mais do que se ganha e, naturalmente, na lógica vital para a operacionalidade e sustentação do negócio. Mas qual seria essa lógica? Impossível saber, cada empresa tem a sua.</p>
<p><span id="more-4873"></span>Os gestores de um importante fundo de <em>Private Equity</em> brasileiro gostam de se auto-definir assim: <em>“Somos um grupo que trabalha com bom-senso e Excel”</em>. Legítimo, direto, crível, e, mais do que isso, confiável. De resto, tudo o que observei, escutei e estudei é um grande emaranhado de acasos e desencontros, desafiando modelos, previsões e prodigiosos cérebros.</p>
<p><strong>George Soros</strong>, por exemplo, recomenda que o melhor caminho para se entender os mercados  é fugir de modelos pré-concebidos, e simplesmente tentar compreender e navegar no caos. Essa sim, segundo ele, é a única certeza previsível. Viajando pelo universo da literatura, podemos acompanhar o escritor <strong>Paul Auster</strong>, que usa a imprevisibilidade da vida como fonte inspiradora para quase todos os seus romances. Nos seus livros, ela é a única certeza permanente.</p>
<p><strong>Não é diferente nas empresas.</strong> Evidentemente que um bom planejamento ajuda, mas estar preparado para a inconstância é fundamental. Ela sempre estará presente, colocando em xeque planos, metodologias, mitos, todas as modinhas de gestão, assim como compromissos, contratos e articulações de corredor.</p>
<p>Aquilo que é impensável em uma empresa, é regra em outra. Modelos abandonados e impraticáveis em uma determinada corporação, são implementados e cotidianamente seguidos pela sua concorrente direta.</p>
<p>A conclusão é que a perplexidade e o diverso sempre imperam. A única regra é que não existem regras nem previsões absolutas. Por mais que tentemos enquadrá-la em compartimentos administráveis, a realidade vai sempre se impor, escapar da caixinha e nos restará seguir abandonando e admitindo novas e antigas práticas e soluções.</p>
<p><strong>Mas qual seria a graça se fosse diferente?</strong> Fico com o pessoal do <em>Private Equity</em> e Soros. Bom senso, Excel e boa convivência com o caos. De resto, nada como um ano fiscal após o outro. Ainda bem.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por quanto tempo trabalhar na mesma empresa?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/01/por-quanto-tempo-trabalhar-na-mesma-empresa/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/03/01/por-quanto-tempo-trabalhar-na-mesma-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
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		<description><![CDATA[Você trabalharia 20, 30 anos pela mesma empresa? Como empresário ou gestor, investiria em uma geração disposta a encarar muitos desafios até realmente se comprometer? Quanto tempo é o ideal em um trabalho?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por quanto tempo trabalhar na mesma empresa?" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_trabalho_carreira_tempo.jpg" alt="Por quanto tempo trabalhar na mesma empresa?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Acompanhar o movimento das organizações e as novas tendências gerenciais é importante em um mercado de trabalho que está de olho no nível de empregabilidade dos trabalhadores. É preciso saber para ser mais atuante, pois só o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uaGVjaW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">conhecimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> traz consigo liberdade. Cuidar bem da carreira profissional é algo que não pode ser deixado de lado em nenhuma circunstância.</p>
<p>Nesse sentido, trouxe para vocês uma reportagem do <a title="Acesse o Jornal da Tarde" href="http://www.jt.com.br/" target="_blank"><strong>Jornal da Tarde</strong></a>, edição de 17 de fevereiro, intitulada <a title="Leia a matéria completa no JT" href="http://www.jt.com.br/editorias/2010/02/17/eco-1.94.2.20100217.1.1.xml" target="_blank">“Aumenta a fidelidade do trabalhador à empresa”</a>. Alguns aspectos relevantes abordados por especialistas em Gestão de Pessoas serão comentados a seguir.</p>
<p>A inclusão de mais políticas de valorização do trabalhador adotadas pelas empresas promove a permanência no mesmo emprego por em média 6 anos e meio, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2002, a média ficava em torno de 5 anos e meio; alguns anos atrás era comum encontrar funcionários com 20, 30 anos de casa.</p>
<p><span id="more-4065"></span>Há um consenso entre os especialistas ouvidos: é preciso ter equilíbrio em relação ao tempo de permanência em uma mesma empresa. Ressalto alguns itens importantes:</p>
<ul>
<li>É preciso cuidado com um currículo recheado de empregos “fast”. Trocar muito de empresa pode significar instabilidade e falta de comprometimento e soma pontos negativos na busca pela recolocação no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>;</li>
<li>Muitos anos dedicados a uma empresa, na mesma função, pode parecer acomodação e há o perigo de ficar defasado em seus conhecimentos e habilidades técnicas. Isso aumentaria as dificuldades na hora de buscar um novo trabalho;</li>
<li>Vale a pena permanecer em uma mesma empresa caso ela ofereça oportunidades de atualização e plano de carreira, por exemplo. O principal é se sentir feliz e realizado;</li>
<li>O ideal é que a permanência gire em torno de 8 anos na empresa, orienta a professora do MBA da Brazilian Business School, <strong>Irene Azevedo</strong>.</li>
</ul>
<p>O que se percebe é que as empresas passarão a ficar atentas, reconhecendo e valorizando seus talentos. Assim, investirão cada vez mais em cursos de atualização, treinamentos e planos de carreira. Elas sabem que sai caro perder um ótimo funcionário, além do risco de levar tempo para encontrar outra pessoa que se encaixe no mesmo cargo.</p>
<p>Mas há o outro lado da moeda no aumento do índice de permanência nas empresas. Os funcionários também passarão a cuidar melhor de suas carreiras, escolhendo empresas mais adequadas aos seus valores e objetivos profissionais. Além disso, a crise internacional trouxe o medo do desemprego, fazendo com que os funcionários arriscassem menos na procura de um novo trabalho.</p>
<p>A decisão de permanecer ou não no mesmo emprego é muito pessoal. É preciso estar atento ao mercado de trabalho e suas demandas. O importante é cuidar bem da carreira, se reciclar sempre que possível e, sobretudo, buscar alternativas para ser feliz no seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmErdHJhYmFsaG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Compartilhe conosco sua experiência: Você está mais para funcionário de carreira ou é um tipo “fast”? O que acha destes perfis? O que futuro das empresas reserva para os profissionais?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A irracionalidade da falta de organização</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/01/27/a-irracionalidade-da-falta-de-organizacao/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/01/27/a-irracionalidade-da-falta-de-organizacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 12:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente insiste em separar um dia da semana ou do mês para organizar a bagunça à sua volta. Outros nem isso fazem. Não seria mais inteligente colocar a organização como prioridade no cotidiano?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A irracionalidade da falta de organização" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_organizacao_sucesso_trabalho.jpg" alt="A irracionalidade da falta de organização" hspace="2" vspace="2" align="left" />Existe uma grande parcela da sociedade que sempre reserva um dia da semana ou do mês para poder organizar a bagunça da casa, da mesa de trabalho etc., o que na verdade é uma grande e completa perda de tempo, salvo algumas exceções. É verdade que ninguém consegue viver ao redor da bagunça. Mas, digo que é perda de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVtcG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">tempo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> porque isso implica desperdício de tempo. A arrumação demora.</p>
<p>O tempo para deixar tudo no seu devido lugar poderia ser usado para fazer algo realmente produtivo, ao invés de apenas ter de rearrumar a bagunça que você já havia acumulado ali com tanto carinho e com tanta dedicação – e arrumado inúmeras outras vezes. Agora que consegui sua atenção para a questão do desperdício de tempo e bagunça, vamos discutir <strong>organização</strong>.</p>
<p>Brincadeiras à parte, considero que reservar um dia da semana ou do mês para se organizar é um hábito que costumamos ter e que pode nos levar a perda de tempo e a sermos improdutivos. Mas, sem dúvida, é mais difícil trabalhar em um ambiente bagunçado. Então, o que fazer? Ao invés de fazer bagunça com freqüência e se organizar de tempos em tempos, que tal se manter organizado todos os dias, a todo o momento, colocando cada objeto em seu devido lugar, ou então, cada e-mail em sua respectiva pasta de importância?</p>
<p><span id="more-3831"></span>Pense bem, é um hábito que, depois de criado, só lhe trará <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmVsaWNpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">felicidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, bem-estar e, principalmente, produtividade. Leva tempo, esforço e exige um pouco de perseverança para se adaptar. Mas, criar o hábito de ser uma pessoa organizada, tanto em casa quanto no trabalho, é mais um tópico que você deve adicionar à lista dos seus objetivos a realizar em 2010. Em essência, isso significa gerenciar bem seus desafios e conseguir melhorar seu senso de urgência.</p>
<p>Porque estou dizendo isso? Pessoas desorganizadas têm um problema muito comum, que elas sempre denominam como um “leve esquecimento”: elas, em muitos momentos, esquecem o lugar onde deixaram as chaves do carro ou da casa, o celular, um documento importante, a agenda etc. São diversos exemplos que remetem a apenas uma direção: a organização ou a falta dela.</p>
<p>E não pense que este assunto não tem a mesma prioridade do que se eu estivesse aqui falando sobre “como a sua empresa pode <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dmVuZGVyK21haXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">vender mais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>” ou “como atrair e reter mais clientes”. Esse assunto é tão importante quanto os outros. Não adie a necessidade de se tornar alguém mais organizado. Sem organização e sem planejamento, você dificilmente será “o melhor do mundo” ou será único naquilo que faz. Definitivamente, será apenas mais um player eficaz no mercado, porém não tão eficiente quanto poderia.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Com que roupa eu vou?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/19/com-que-roupa-eu-vou/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/11/19/com-que-roupa-eu-vou/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada ambiente social pede a adoção de uma postura pessoal adequada, e isso inclui a roupa que se usa. As empresas, por exemplo, levam isso em conta desde seu processo de seleção de pessoas. Como você se veste? Se importa com isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Com que roupa eu vou?" src="http://dinheirama.com/files/2009/11/dinheirama_roupa_sucesso_trabalho.jpg" alt="Com que roupa eu vou?" hspace="2" vspace="2" align="left" />A polêmica discussão sobre o uso de um vestido curto por uma aluna, durante a aula em faculdade de São Paulo, ainda está em alta. Ontem, li no Canal Executivo, parte do portal <strong>UOL</strong>, uma <a title="Leia a matéria no UOL" href="http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas091/1811200919.htm" target="_blank">matéria interessante e oportuna sobre o tema</a>. Especialistas da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) falaram sobre o uso de roupas inadequadas no ambiente de trabalho.</p>
<p>Segundo <strong>Ralph Arcanjo Chelotti</strong>, presidente da ABRH-Nacional, <em>“a premissa de que as pessoas são livres para usar o que bem entendem precisa ser analisada com cuidado, pois vivemos em um ambiente social, onde as pessoas são julgadas, inclusive, pela forma como se vestem, por seu asseio e até pelo modo como falam”</em>.</p>
<p>É justamente essa liberdade que precisa ser pensada com cuidado. Temos padrões sociais já estabelecidos e fugir deles pode ser perigoso para o crescimento pessoal e profissional &#8211; embora a quebra de paradigmas seja tentadora. A questão estética passa também por isso. Cada ambiente social pede a adoção de uma postura pessoal adequada, e isso inclui a roupa que se usa. As empresas, por exemplo, levam isso em conta desde seu processo de seleção de pessoas, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW50cmV2aXN0YSt0cmFiYWxob18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">entrevistas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e atividades cotidianas.</p>
<p><span id="more-3394"></span>Em meus cursos de Marketing Pessoal essa questão é abordada. A primeira pergunta que faço é: <em>“Qual a mensagem que você quer transmitir através do seu modo de vestir?”</em>. O posicionamento de imagem é a adequação visual ao contexto social. A roupa certa para cada ocasião é também seu cartão de visita. É preciso estar atento e buscar eliminar os aspectos que possam trazer um impacto desfavorável, distorcendo a maneira como você é percebido pelos outros.</p>
<p>Outro dia, ao visitar uma universidade, presenciei algumas alunas de cursos da área da saúde atendendo pacientes usando roupas muito inadequadas. Pensei comigo: onde estariam os supervisores de estágio para orientar essas futuras profissionais em relação à questão estética? Será que alguém se preocupa com isso? Deveria?</p>
<p>A intenção em trazer essa matéria não é ser moralista, algo que os integrantes da ABRH também pontuam, mas alertar aos que estão cursando a universidade e aos que estão inseridos (ou não) no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkbyt0cmFiYWxob18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">mercado de trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que, apesar do Brasil ser um país tropical, existem maneiras adequadas de se vestir e não sentir tanto calor! Não pensem em certo ou errado, mas em coerência.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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