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Consórcio - Nas entrelinhas, um mau negócio

Publicado por Conrado Navarro em 16.6.2008 na seção Educação Financeira, Imóveis

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Consórcio - Nas entrelinhas, um mau negócioGiba comenta: “Navarro, gostaria de ler um artigo ou mesmo uma breve resposta sua sobre a compra da casa própria através do consórcio. As prestações sempre são mais baixas que a dos financiamentos, o total pago ao final também, mas acho que tanto o lance quanto o sorteio são questões que parecem inviabilizar sua matemática para a maioria dos brasileiros. Estou certo? Obrigado.”

Contrariando a forma mais elegante com que escrevo o início de meus artigos, deixo claro que não sou fã dos consórcios, especialmente os imobiliários. Ah, sim, estou pronto para as pedradas! Matematicamente atraente, o consórcio esconde algumas armadilhas capazes de inviabilizar o negócio e transformá-lo em uma alternativa de compra mais cara que os usuais financiamentos via SAC e(ou) Tabela Price:

Armadilha 1: Sustentar a ilusão de que será sorteado rapidamente
O otimismo característico do brasileiro e sua fé inabalável são fatores emocionais perigosos quando o assunto é negociar um bem caro ou investir na casa própria[bb]. O brasileiro típico, que mora de aluguel, acaba entrando em um consórcio esperando ser sorteado ainda no primeiro ou segundo ano. Imagine que o prazo total do consórcio seja de 15 anos (comum) e as chaves saiam apenas no décimo ano. Vale a pena pagar o aluguel e a prestação até lá?

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Caderneta de poupança em tempos de inflação

Publicado por Ricardo Pereira em 13.6.2008 na seção Poupança

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Caderneta de poupança em tempos de alta inflaçãoTodos já ouvimos algumas frases emblemáticas em nossas vidas, não é mesmo? Algumas, com um sentido super afinado, podem ser atribuídas e usadas amplamente no dia-a-dia. Ao ler um dado divulgado recentemente pelo Banco Central, de imediato lembrei-me de uma dessas frases e fiz um pequeno exercício de imaginação.

“Há males que vêm pra o bem”, conhece? E se pensarmos no contrario, como que imaginando algum bem que se mal empregado se torna mal? A informação do BC dá conta que a caderneta de poupança apresentou saldo positivo em sua captação líquida do mês de maio. Simplificando, entrou mais dinheiro na poupança do que saiu.

Então o brasileiro começou efetivamente a poupar? Sim! Certo, mas o que isso tem a ver com os males ou com algo interessante que mal empregado pode estragar? A notícia, se analisada no contexto geral, é boa, mas podemos também mostra como o brasileiro ainda desconhece o mercado financeiro[bb] e, assim, não busca oportunidades de investir melhor e ter rentabilidades mais atraentes.

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Juros baixos ou enésimas prestações?

Publicado por Conrado Navarro em 10.6.2008 na seção Educação Financeira, Orçamento

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Juros baixos ou enésimas prestações?Outra reportagem encaminhada por um leitor, outro susto. Transcrevo aqui a pergunta que encabeça o e-mail enviado pelo amigo Michel. Pense no brasileiro típico: quando se trata de financiamento de veículos, cartão de crédito e cheque especial, será que ele se preocupa mais com os juros que vai pagar ou com o prazo de financiamento colocado à sua disposição? Onde fica a preocupação com as finanças pessoais[bb]?

A relação juros x prazo é pauta de um fantástico estudo realizado pelo Ibmec-SP sob coordenação do economista Domingos Pandeló, cujos resultados foram alvo de uma reportagem na edição impressa de ontem (9 de junho) do jornal Folha de S. Paulo. Se levado em conta o aspecto econômico, a facilidade na obtenção do crédito piorou - e muito - a qualidade das decisões financeiras dos consumidores.

Pandeló sustenta que a decisão de fazer um empréstimo no banco com juros proibitivos tem mais a ver com necessidades pontuais de caixa e com a comodidade do que com taxas e prazos. O brasileiro quer o simples, mas se esquece de que o amanhã, o dia do pagamento, nunca é fácil. O autor do estudo arremata:

“Quanto mais fácil a adesão ao financiamento - como o cheque especial, o cartão de crédito e os limites pré-aprovados -, mais irracional o consumidor se mostra do ponto de vista econômico, que avalia a relação custo/benefício”

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Pequenos detalhes, grandes oportunidades

Publicado por Ricardo Pereira em 30.5.2008 na seção Educação Financeira

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Pequenos detalhes, grandes oportunidadesExistem muitas pessoas que me procuram com uma série de dúvidas, buscando uma forma de colocar em ordem sua situação financeira. Muitos recebem grandes salários, mas ao mesmo tempo são grandes gastadores e quase não investem ou pensam nos dias que têm pela frente. Assim, acabam desperdiçando a chance de construir um futuro mais rico[bb] e feliz. Por que? Será que é difícil?

É obvio que felicidade não se constrói exatamente pelo poder aquisitivo, mas não podemos fechar aos olhos aos problemas por ventura causados pela falta de um bom patrimônio, especialmente se pensarmos na velhice. Todos querem progredir na vida, o que jamais pode deixar de ser um sonho. Mas o que fazer, hoje, para alcançar este objetivo o mais rapidamente possível?

De olho nas oportunidades
Cortar despesas é a melhor forma para acumular patrimônio. Ao cortar gastos, podemos poupar e adiar o consumo a fim de propiciar um futuro melhor. Poupar hoje pode ter um significado doloroso - afinal nunca é fácil abrir mão do agora, do consumo - mas a chance de aproveitar um futuro melhor e ter mais dinheiro[bb] pode fazer a diferença. Pense nisso.

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Energia elétrica, como economizar?

Publicado por Ricardo Pereira em 23.5.2008 na seção Orçamento

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Energia Elétrica, como economizar?Quando iniciamos uma consultoria financeira, duas de nossas primeiras (e maiores) preocupações são a listagem e identificação dos gastos. É impossível fugir de algumas despesas, é verdade, mas com alguns bons conselhos é possível economizar e formar um bom capital para turbinar os investimentos[bb].

Hoje vamos listar dicas e instaurar um saudável debate sobre um dos gastos presentes na vida de quase todos os brasileiros: a energia elétrica e o seu desperdício. O brasileiro, é bem verdade, não tem o hábito de controlar muito bem o desperdício.

Afinal de contas, são muitas as luzes acesas em ambientes vazios, aparelhos em stand by e o uso de aparelhos antigos (que consomem muito mais energia). É comum notar o brasileiro pouco incomodado com os gastos em energia, o que prejudica sua saúde financeira.

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