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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; atitude</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; atitude</title>
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		<title>Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/15/tres-coisas-que-seu-consultor-financeiro-nunca-disse-sobre-estar-endividado/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 19:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo R. Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com o endividamento quando o problema não é gastar mal o que ganhamos, mas a baixa renda mensal? Planejamento e atitude podem resolver?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_tres_coisas_que_seu_consultor_financeiro_nunca_disse_estar_endividado.jpg" alt="Três coisas que seu consultor financeiro nunca disse sobre estar endividado" align="left" hspace="2" vspace="2" />Eu tenho estudado bastante educação financeira já faz uns dois anos. Depois de ler o famoso livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/pai+rico+pai+pobre?franq=247523" target="_blank">&#8220;Pai Rico, Pai Pobre&#8221;</a>, do Robert Kiyosaki, assumi que o lema para minha vida seria &#8220;fazer o dinheiro trabalhar para mim&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, tenho estudado também maneiras possíveis de <a title="Livre-se das dívidas" href="http://dinheirama.com/blog/2010/04/22/endividados-tambem-podem-alcancar-a-independencia-financeira/" target="_blank">sair das dívidas</a>, pois eu mesmo passei por essa situação. Sim, eu fiz uns investimentos de risco e ganhei muita experiência com isso (em outras palavras, perdi dinheiro!). Por isso, estou focando em minhas finanças pessoais para buscar a <a title="Liberdade e qualidade de vida são possíveis" href="http://dinheirama.com/blog/2011/07/29/por-que-guardar-dinheiro-foco-na-qualidade-de-vida-e-liberdade/" target="_blank">liberdade em termos financeiros</a>.</p>
<p>O mais curioso nessa situação é que <strong>tenho visto a dívida do ponto de vista do endividado</strong>. Uma coisa é seu consultor financeiro te ajudar a decidir o que fazer, pois a visão de mundo dele é de uma pessoa com &#8220;as contas em dia&#8221;, equilibradas; outra é você conseguir colocar em prática todos os passos propostos, com todas as dificuldades que a restrição na renda te impõe (sair menos, corte de supérfluos etc.).</p>
<p><span id="more-7384"></span>Por isso, venho aqui destacar três pontos importantes que você provavelmente não ouviu em nenhum outro lugar sobre como estar endividado e sair do buraco.</p>
<p><strong>1. Você provavelmente está ganhando menos que o necessário</strong><br />
Vamos dizer que você tenha cansado perder dinheiro para o banco e operadoras de cartão de crédito todo mês. Daí você decide se educar financeiramente, procura livros sobre o tema, vai a encontros, frequenta blogs e começa a colocar os conceitos em prática. Mas, por mais que você corte supérfluos e faça sacrifícios, a conta do mês nunca fecha. Parece familiar?</p>
<p>Bem, as chances são grandes de que você esteja ganhando menos que o necessário para se manter com o mínimo possível. Veja, grande parte das dicas da educação financeira são voltadas para pessoas com <strong>maus hábitos</strong> de gasto, o que deixa implícito que as pessoas ganham o suficiente, mas gastam mal.</p>
<p>Mas, quase nenhum material é voltado para pessoas que ganham menos do que precisam, pois o problema deixa de ser de educação financeira e passa a ser de educação profissional. Então, o que você pode fazer? É um tema delicado, pois envolve suas aspirações e planos de vida. Algumas ideias de coisas que você pode fazer:</p>
<ul>
<li><strong>Trabalhar horas extras.</strong> De preferência, em um ritmo pesado (várias horas por semana), mas por um tempo limitado, de modo que possa levantar uma quantia que faça grande diferença no final do mês. Aqui, a ideia-chave é que <strong>você se sacrifique por um período determinado</strong> – ou corre o risco de virar escravo do emprego e prejudicar sua saúde/qualidade de vida;</li>
<li><strong>Começar um negócio próprio nas horas vagas.</strong> Você não precisa investir dinheiro para começar o próprio negócio. Hoje, com a popularização da Internet e as várias ferramentas gratuitas de qualidade, você pode colocar um site no ar com menos de 100 reais por ano. As <a title="Faça acontecer - veja oportunidades" href="http://estrategistas.com/internet-como-plataforma-para-construir-seu-negocio/" target="_blank">possibilidades são imensas</a>: um blog sobre sua expertise, uma loja virtual, sites voltados a ganhar dinheiro com propaganda e por ai vai. Para mais informações, recomendo o livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21831226/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Vai Fundo&#8221;</a>, do Gary Vaynerchuk;</li>
<li><strong>Começar uma consultoria.</strong> Não importa em qual área você trabalhe, há sempre a possibilidade de fornecer consultoria. Quaisquer que seja sua expertise ou problemas que saiba resolver, com certeza há alguém lá fora inclinado a pagar por esse conhecimento. Aqui, o importante é ter uma grande rede de contatos e saber utilizá-la bem.</li>
</ul>
<p><strong>2. Você pode ter alcançado o limiar da miséria</strong><br />
É interessante como os conceitos mais curiosos vem de áreas de estudo que nem imaginamos. Por exemplo, em um livro sobre pôquer, o <a title="Conheça o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Caros-Book-Poker-Tells-Mike/dp/1580420826/ref=sr_1_2?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1331775803&amp;sr=1-2" target="_blank">&#8220;Poker Tells&#8221;</a>, do Mike Caro (ainda sem tradução para português), ele introduz um conceito interessante: o limiar da miséria.</p>
<p>Aqui não falo de miséria como &#8220;condição financeira extremamente desfavorável&#8221;, mas em um sentido psicológico de sofrimento. Quando estamos passando por uma situação desagradável, seja falta de condicionamento físico, problemas amorosos ou mesmo dívidas financeiras, <strong>há um limite de dor que podemos suportar. Ao romper esse limite, simplesmente paramos de sentir dor; a situação para de nos incomodar</strong>.</p>
<p>O problema é que, embora a situação não nos incomode mais, ela ainda existe. Então, a partir desse momento ela continua piorando, sem controle, pois sai de nossa supervisão. Por exemplo, vamos dizer que você esteja fora de forma e a barriga comece a crescer. Ela cresce, você fica preocupado, mas não age em cima disso, pois a solução requer um esforço muito grande para você (deixar de comer bobagem, se exercitar etc.).</p>
<p>Enquanto a situação piora, você vai ficando cada vez mais preocupado. Se você não age, em determinado momento seu cérebro começa a achar que a situação não tem mais cura e &#8220;entrega os pontos&#8221;. Mesmo sabendo que existe um problema, não há mais dor, não há mais preocupação. A barriga vai continuar crescendo e você não vai mais ficar tão chateado. Complicado, não?</p>
<p>O mesmo processo pode ocorrer com suas finanças. Se você não age no problema logo, por mais sacrifício que essa ação exija, você pode alcançar seu limiar e ver a situação sair do controle facilmente. Você terá pensamentos como: <em>&#8220;Eu vou comprar isso, sim, afinal não vou conseguir pagar a dívida do banco mesmo&#8221;</em>. E ai a coisa vai &#8220;ladeira abaixo&#8221;.</p>
<p>Caso você tenha achado tudo isso familiar, agora entende por que nunca conseguiu colocar seus programas e planilhas para funcionar. A questão é que você não acreditava ser possível. Agora que você conhece esse efeito, é importante estudá-lo a fundo e identificar as situações em que ele surge para que você corte os pensamentos assim que eles aparecerem.</p>
<p><strong>3. Suas finanças podem ter se tornado seu campo cego</strong><br />
Um outro problema psicológico parecido que você pode estar enfrentando é a existência de &#8220;campos cegos&#8221; (tradução livre para “<a title="Leia mais sobre Ugh Fields" href="http://lesswrong.com/lw/21b/ugh_fields/" target="_blank">Ugh Fields</a>”).</p>
<p>Voltemos ao exemplo da pessoa com má condição física. Outro cenário possível – e mais comum do que você imagina – é a pessoa começar a dieta/tratamento, mas perceber então que esse caminho requer um sacrifício muito grande. Assim, ela termina associando dor ao processo/solução. Com o tempo, apenas ao pensar em &#8220;não comer chocolate&#8221; ou &#8220;frequentar academia&#8221;, essa pessoa sentirá dor.</p>
<p>Assim, como um mecanismo de autodefesa, o cérebro dela simplesmente ignorará o condicionamento físico, de modo a fugir da dor. Sempre que alguém falar com ela sobre isso, ela irá fugir do assunto; se ela vir algo na TV, ela mudará de canal. Haverá o surgimento de um verdadeiro ponto cego.</p>
<p>Tudo isso pode acontecer com suas finanças. Por “sair do vermelho” ser um processo difícil, o surgimento do campo cego é algo possível. Faça uma reavaliação de como você se sente em relação à situação, como tem se comportado em direção a isso nos últimos tempos e obterá algumas respostas. Para leitura adicional, você pode ir <a title="Aprofunde-se no tema" href="http://lesswrong.com/lw/21b/ugh_fields/" target="_blank">aqui</a> e <a title="Tem mais aqui, leia também" href="http://lesswrong.com/lw/2cv/defeating_ugh_fields_in_practice/" target="_blank">aqui</a> (em inglês).</p>
<p><strong>Tomara que você consiga mudar. Eu consegui!</strong><br />
Despeço-me na expectativa sincera de que essas dicas te ajudem de alguma maneira. Se forem o vetor de mudança para te tirar do vermelho, você terá feito meu dia. O importante é agir e não deixar-se dominar pelo comodismo e pela “zona de conforto”.</p>
<p>Você, que já conseguiu sair de situações difíceis, que tipo de conselho gostaria de ter recebido na época? Compartilhe-o conosco no espaço de comentários. Até mais!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Paulo R. Ribeiro</b>.<br>

Aspirante a Engenheiro, curte um bom papo e acredita que as pessoas podem mais com a vida. Escreve no site <a title="Estrategistas" href="http://www.estrategistas.com">"Estrategistas"</a> e está trilhando um caminho para se tornar Empreendedor em série. No twitter: <a title="Siga o Paulo no Twitter" href="http://twitter.com/paulorrj">@paulorrj</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como a educação financeira transformou minha vida</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a história de uma pessoa transformada pela educação financeira. Realização de sonhos, construção de patrimônio, fim das dívidas e problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como a educação financeira transformou minha vida" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_como_a_educacao_financeira_transformou_minha_vida.jpg" alt="Como a educação financeira transformou minha vida" align="left" hspace="2" vspace="2" />Durante toda a minha infância, o sustento da minha família veio exclusivamente do trabalho de meu pai – que, sendo um profissional autônomo, nunca sabia ao certo quanto receberia no fim de cada mês. Em certas épocas, as comissões garantiam um mês de fartura. Em contrapartida, algumas vezes as receitas eram insuficientes até para pagar nossas contas mais básicas. Mesmo assim, nesse ambiente de renda incerta, meu pai era ótimo para gerenciar as despesas domésticas e sempre trabalhou muito para que nunca faltasse nada à nossa família.</p>
<p>Essa situação financeira, como já disse, durou por toda a minha infância. Como consequência, acabei levando para a adolescência esse “costume” de desejar e sonhar somente com o que estava ao alcance da renda do mês. Mesmo quando comecei a trabalhar como “guardinha” e a ganhar meu próprio salário, eu agia dessa forma. Quando muito, juntava dinheiro por dois ou três meses para comprar alguma coisa mais cara.</p>
<p><strong>Aprender com os exemplos, o primeiro passo</strong><br />
Não tínhamos na minha família o costume de conversarmos sobre dinheiro, mas a regra máxima sempre presente e implícita nas atitudes de meu pai era de a <em><strong>“nunca gastar mais do que a família ganhava”</strong></em>. Regra essa que, em minha opinião, é fundamental para quem deseja ter uma boa saúde financeira.</p>
<p><span id="more-6782"></span>Infelizmente, essa não é a única regra sobre dinheiro que devemos aprender e, esse artigo, tem como objetivo contar resumidamente como foi que aprendi a segunda regra sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWR1Y2ElRTclRTNvK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. A ideia de escrever este texto partiu da possibilidade de compartilhar aquilo que vivi e aprendi – e assim aprender ainda mais.</p>
<p><strong>Aprender com a vida, sempre!</strong><br />
O início da minha vida financeira foi uma maravilha, afinal, eu não era uma pessoa que me importava com grandes luxos, não tinha impulsos de consumo e meu pequeno salário (fruto do meu primeiro emprego) era suficiente para sanar meus “pequenos” desejos e sonhos de consumo.</p>
<p>Alguns anos depois, surgiu um sonho que estava além do meu salário: cursar uma faculdade. Foi então que utilizei meu salário para pagar um cursinho pré-vestibular para tentar uma universidade pública. Eu não passei no vestibular. Mas, graças à boa nota que tirei no ENEM, eu consegui uma bolsa de 100% no ProUNI.</p>
<p>O sonho de cursar a graduação começava a virar realidade. Entretanto, mesmo não pagando a mensalidade da faculdade os gastos com livros, xerox e transporte para outra cidade começaram a pesar demais no meu bolso. Eu era muito jovem, sonhador, ganhava pouco e já gastava dinheiro feito “gente grande”.</p>
<p><strong>Aprender com os fracassos é sempre uma opção</strong><br />
Contrariando os ensinamentos de meus pais, passei a gastar mais do que ganhava em um mês. E isso não aconteceu uma ou duas vezes; não, foram várias ocasiões fazendo isso. As dívidas se acumularam e viraram uma bola de neve e, quando me dei conta, meu saldo bancário estava negativo e minha vida financeira fora de controle.</p>
<p>Conversar com alguém sobre minha situação financeira era como um tabu pra mim: eu tinha vergonha de admitir que o “rapaz inteligente” que conseguiu bolsa de 100% na faculdade era incompetente demais para administrar seu salário e seus os gastos pessoais. Por vergonha e até mesmo por um pouco de orgulho, escondi da minha família e da minha namorada os meus problemas financeiros.</p>
<p>A verdade é que sofri calado durante meses com a preocupação de ter que parar com a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmFjdWxkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">faculdade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e desistir do meu sonho. Depois de “lutar” comigo mesmo e com meus fantasmas pessoais, amadureci e aprendi muito. Fui humilde para reconhecer meus erros. Não tive outra saída senão engolir meu orgulho e recorrer à minha família para conseguir saldar minhas dívidas e recomeçar minha vida financeira.</p>
<p><strong>Aprender com os outros acelera tudo!</strong><br />
Depois desse sufoco, passei a pesquisar na Internet sobre finanças pessoais e encontrei diversos sites, blogs e artigos sobre assunto. Na mesma época, também comprei um livro chamado <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a> (Ed. Campus), de Robert Kiyosaki. Com essas leituras aprendi muito sobre economia, investimentos e finanças.</p>
<p>Infelizmente, a prática não funcionava muito pra mim – os autores, na maioria das vezes, escrevem para um tipo de pessoa cuja renda estava muito além da minha. Pensar em investir em ações, títulos ou imóveis com o que sobrava do meu salário era impossível, então eu só aproveitava mesmo algumas dicas sobre como organizar o orçamento mensal.</p>
<p>Mesmo sem muita perspectiva, continuei a estudar sobre o assunto. Foi lendo uma edição da <a title="Revista Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/" target="_blank">Revista Você S/A</a> que conheci o blog <em>Dinheirama</em>, dos hoje amigos Conrado Navarro e Ricardo Pereira. Depois de ler muitos artigos e ouvir muitos <em>podcasts</em> no blog, eu percebi que antes de aplicar meu dinheiro em um investimento, teria que aprender o “bê-á-bá” da educação financeira.</p>
<p><strong>Aprender a investir e poupar não significa deixar de consumir</strong><br />
A primeira regra eu já tinha aprendido com meus pais: <em>“nunca gastar mais do você ganha”</em>. A segunda, tão básica como a primeira, e que eu ainda não tinha aprendido nem tampouco posto em prática era: <strong><em>“Ter uma reserva financeira para emergências”</em></strong>.</p>
<p>É uma coisa tão obvia e necessária, mas que infelizmente muito de nós brasileiros temos o péssimo hábito de deixar sempre para depois. A partir de então, fiz um compromisso comigo mesmo de que pouparia todo mês 10% da minha renda, fosse ela qual fosse. Quando comecei, eram apenas R$ 50,00 – que faziam uma falta gigantesca no fim do mês, mas eu estava motivado e convicto de que aquilo era a coisa certa a se fazer.</p>
<p>A primeira coisa que fazia ao sacar meu salário era ir para o outro banco que tinha conta poupança e depositar os 10%. No começo, era até desestimulante depositar o dinheiro e ver a quantia ínfima que ele rendia por mês. Não tem problema, afinal aprendi que como a quantia que eu dispunha para poupar era pequena, não havia outras opções de investimentos com baixo risco e boa liquidez para no caso de alguma emergência eu precisar resgatar o dinheiro sem grandes prejuízos.</p>
<p>Com o passar do tempo, o compromisso de poupar os 10% se tornou um hábito: eu nem sentia mais a falta dessa grana no orçamento, pois ele tornou-se uma conta como outra qualquer que todo mês precisava ser paga. Eu aprendi a viver um padrão de vida compatível com a importância de também investir.</p>
<p>Quando minha namorada começou a trabalhar, eu já tinha aprendido sobre a importância de conversar sobre finanças com a família e consegui convencer minha namorada (futura esposa) a também seguir a regra de poupar 10% todo mês. O tempo passou e continuamos firmes com nossa regra dos 10%.</p>
<p>Mas, nem tudo são flores&#8230; Houve meses em que não foi possível depositar, principalmente quando eu e minha namorada (na época minha noiva) começamos a planejar nosso casamento. Sem problemas, o hábito e a decisão de investir já faziam parte de nossa vida: sempre recompensávamos o que deixamos de guardar depositando uma parte do nosso 13º salário no fim do ano.</p>
<p><strong>Aprender ao lado de quem amamos é ainda melhor</strong><br />
Mais tempo passou e muita coisa aconteceu na minha vida. Conclui a faculdade, me casei, arrumei outro emprego e comecei a construir minha casa. Tudo isso sem deixar de poupar os 10% que, é claro, aumentaram de valor conforme meu salário aumentava. Descobri que é possível realizar sonhos sem deixar de sonhar.</p>
<p>Hoje, finalmente, eu e minha esposa conseguimos atuar na área de nossa formação e, da mesma forma que nossa renda cresceu, nosso patrimônio formado apenas com a regra dos 10% também aumentou razoavelmente. Quando olhamos o extrato bancário, os rendimentos estão longe de ser atrativos, mas com os Reais de juros somados à quantia que depositamos todo mês, ele multiplica-se de forma satisfatória (em minha opinião), se considerado o baixo risco que corremos.</p>
<p>Embora evitemos ao máximo fazer isso, a poupança dos 10% por várias vezes serviu ao seu propósito inicial de reserva financeira, principalmente na época entre o casamento e a construção da minha casa. Não foi premeditado, mas essa poupança para reserva financeira acabou tornando-se minha forma de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, sem perceber, apliquei a terceira regra da educação financeira que os amigos aqui tanto divulgam: <strong><em>“Acumular para investir”</em></strong>.</p>
<p>Apesar de ler frequentemente sobre investimentos em livros, revistas e blogs, eu ainda não tive coragem de arriscar em alternativas como a bolsa de valores. Certamente que o maior empecilho é o medo de perder o que tanto me custou para ganhar e juntar, mas isso é um sentimento que pode ser trabalhado. E será.</p>
<p><strong>Aprender sobre o risco abre oportunidades</strong><br />
Sinto que minha educação financeira já chegou a um patamar especial, em que posso arriscar um próximo passo com segurança. E isto isso porque há muito tempo venho fazendo a “lição de casa”, poupando, vivendo um padrão de vida sustentável e, ao mesmo tempo, estudando sobre os vários tipos de investimentos.</p>
<p>Dá mesma forma que abrir mão dos 10% do salário todo mês foi um “sofrimento”, tenho certeza que, no início, seja qual for o investimento escolhido a partir daqui, o “sofrimento” será o mesmo ou até pior por causa do risco maior. Um “mal” necessário para quem quer ver seu patrimônio crescer, o que nos leva à próxima regra que aprendi e pretendo colocar em prática: <strong><em>“Diversificar os investimentos”</em></strong>.</p>
<p><strong>Aprender sempre significa também compartilhar</strong><br />
Uma coisa é ler uma opinião de alguém que trabalha na área de finanças, como os amigos que mantém este espaço. Outra coisa é aprender e fazer questão de aplicar mudanças reais em sua vida a partir de todo o esforço que eles fazem para que a educação financeira realmente transforme nossas vidas. Eu sei do que essa transformação é capaz e decidi escrever este texto para tentar motivá-lo a também tentar.</p>
<p>Não sou especialista, é bom que fique claro, e esta é apenas a conclusão de um leigo sobre a nossa capacidade de mudar o rumo de nossas finanças pessoais. A minha experiência me diz que educação financeira é tal como criar um filho: é preciso que você acompanhe, proteja e cuide com dedicação e paciência o rebento para que ele cresça forte e saudável. Com o dinheiro, não é diferente.</p>
<p>Você já passou por alguma história semelhante ou viveu desafios capazes de fazê-lo mudar suas ações diante da necessidade de se planejar financeiramente? Compartilhe conosco um pouco do que aprendeu e ajude a educação financeira a atingir cada vez mais jovens. O espaço de comentários é todo seu! Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/23/o-sucesso-tem-perseveranca-motivacao-disciplina-e-muitos-fracassos/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 22:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual o segredo do sucesso financeiro e das pessoas bem-sucedidas? Fracassar muito é um deles. Você está pronto para essa realidade? Topa se tornar uma pessoa de sucesso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_sucesso_perseveranca_motivacao_fracassos.jpg" alt="O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Patrícia</strong> comenta: <em>“Navarro, vejo por ai muitos livros que falam de como atingir o sucesso, como ficar rico e se dar bem na carreira. Ao mesmo tempo, vejo muita gente criticar esse tipo de obra. Para alguém jovem, que sonha e que entende que é preciso muita força pessoal para vencer, o que levar em conta? Por onde começar? O que ler? Obrigada”</em>.</p>
<p>Particularmente, eu gosto das histórias de sucesso bem detalhadas. Em geral, histórias de sucesso bem contadas oferecem alguns ingredientes comuns: perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos. Vistas assim, essas palavras podem mesmo parecer artimanhas de mais um texto de autoajuda. Cuidado! Não se engane, esses diferenciais são raros e dependem muito mais de reações e decisões diante das circunstâncias que de uma “vontade extra de vencer” nascida diante de uma leitura qualquer.</p>
<p><strong>Os desafios que enfrentamos</strong><br />
As razões para escolher entre os caminhos possíveis são pessoais; a necessidade de lidar com as consequências também. Falemos diretamente de dinheiro: quando você escolhe a compra de um novo bem ou produto, em hora errada e com condições comerciais ruins para o seu bolso, usa suas razões para justificar a compra, mas sabe muito bem que tipo de decisão tomou.</p>
<p><span id="more-6606"></span>Em outras palavras, seu orçamento será prejudicado, você terá dificuldades para realizar outras metas e terá menos dinheiro ao final do mês. E você sabe disso. A partir daí, você terá, de modo forçado, que reavaliar suas prioridades – e fazer isso a contragosto não costuma dar bons resultados. Então, apesar de saber o que houve, é provável que você prefira esconder-se dos erros, usando desculpas esfarrapadas e discursos furados para sustentar sua situação.</p>
<p><strong>A diferença está em encarar o problema</strong><br />
Depois de um começo pesado, tratando de problemas financeiros chatos, volto às histórias de sucesso. Experimente lê-las. Você vai perceber que errar é uma constante, mas há aprendizado e seguidas tentativas de vencer os desafios, fazer mais e sobressair. Existe um desejo genuíno de ser melhor (não confunda com ser mais rico ou ter mais). Diante de uma situação como a que descrevi parágrafos atrás, resta a você duas alternativas:</p>
<ol>
<li><strong>Aceitar, enfrentar, mudar e insistir.</strong> Traduzir aprendizado assim parece querer complicar as coisas, mas a verdade é que não encontrei outras palavras para isso;</li>
<li><strong>Desistir, blasfemar e se endividar ainda mais.</strong> Afinal, tapar os olhos para o que acontece com você e sua família e parecer feliz é mais fácil e certamente traz conforto. Se esse estilo de vida é sustentável? A resposta você já sabe.</li>
</ol>
<p>Vamos trabalhar as palavras que mencionei no início do texto?</p>
<p><strong>Persistência</strong><br />
Ainda que o caminho não seja o apropriado (é difícil conhecê-lo de antemão), o bem-sucedido insiste e envolve mais gente em torno de suas metas. Ele não sabe bem onde suas ações vão dar, mas “paga pra ver” e arrasta um exército com ele. Ele não desiste. Ele persiste.</p>
<p><strong>Motivação</strong><br />
As razões para continuar tão focado não vêm dos tapinhas nas costas dados por seus amigos e colegas, mas de seu próprio processo de tomada de decisões. O resultado só será conhecido se o compromisso de buscá-lo permanecer maior que as desculpas. Se quiser olhar de outra forma, pense que a energia para acertar ou errar é a mesma.</p>
<p><strong>Disciplina</strong><br />
É nítida a relação entre conhecimento, prática e resultados. Um problema só encontra solução se sobre ele forem aplicados suor, lágrimas e muitas tentativas. Treino, formação continuada e muito trabalho resultam em um ser humano que faz muito mais que aquilo que esperam dele. Ele vai além porque se disciplina a enfrentar os perigos da rotina e da zona de conforto.</p>
<p><strong>Fracassos</strong><br />
Algumas portas fechadas, tombos, recomeços e notícias ruins fazem parte do cotidiano de todos nós. Gosto muito de uma frase de <strong>Roberto Shinyashiki</strong>, autor do ótimo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1510479/?franq=247523">&#8220;Tudo ou Nada&#8221;</a> (Ed. Gente), que diz que <em>“desistir de mudar é muito mais fácil que decidir mudar”</em>. Fracassar faz parte; sofrer também. As frustrações deveriam ser encaradas de forma tão natural quanto as vitórias – ambas fortalecem o caráter.</p>
<p>O recado final é simples: <strong>algumas coisas dependem realmente de você</strong>. Muitas outras dependem de como você reage e decide agir em relação às consequências daquilo que escolheu. Ou seja, quer encare isso como autoajuda ou não, você tem responsabilidades imensas para consigo mesmo e seu sucesso, seja lá o que isso signifique para você.</p>
<p>Faça uma reflexão sobre a situação de suas finanças. Você ainda acha justo culpar o baixo salário (ele sempre será baixo), as promoções/liquidações irresistíveis e seu desejo incontrolável pelos seus problemas financeiros e endividamento cada vez maior? Cômodo demais, mas nada prático, não acha?</p>
<p>Hora de começar a agir. Anotar receitas e despesas, negociar melhor, definir objetivos interessantes (capazes de motivá-lo), rever prioridades, poupar, ler e raciocinar mais. Ah, e não se apegue muito ao debate quente sobre o que é ou não autoajuda, isso só vai fazer você ler menos e ficar mais chata(0). Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/29/por-que-guardar-dinheiro-foco-na-qualidade-de-vida-e-liberdade/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 23:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisson de Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<description><![CDATA[A busca por conhecimento na área de finanças pessoais é cada dia maior, mas por quê guardar dinheiro? Como lidar com seu dinheiro visando qualidade de vida e liberdade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_guardar_dinheiro_qualidade_de_vida.jpg" alt="Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade" align="left" hspace="2" vspace="2" />De uns tempos para cá, a mídia brasileira começou a veicular notícias e reportagens sobre finanças pessoais como nunca antes se viu. Esse fato tem aumentado o interesse de muitas pessoas em buscar informações sobre como administrar seu próprio dinheiro. Com o fácil acesso à Internet, começam uma busca desenfreada sobre as mais variadas informações, encontrando dicas de como gastar menos, investir melhor, sair das dívidas etc.</p>
<p>Depois dessa fase, aqueles que não se perderam no emaranhado de conteúdos disponíveis partem para cursos sobre investimentos, iniciam o controle do orçamento doméstico e fazem de tudo para convencer aos outros de que a educação financeira é essencial e traz resultados práticos!</p>
<p>Como estudioso da área, vejo como extremamente salutar a atenção dada às finanças pessoais, pois tenho convicção que essa é uma dimensão importante a ser considerada no mundo capitalista em que vivemos. Porém, minha intenção com esse texto é a de defender o ponto de vista de que toda essa preocupação com o dinheiro deve vir acompanhada de uma reflexão muito profunda sobre a importância das finanças pessoais na vida de cada um.</p>
<p><span id="more-6371"></span>Escrevo isso ao constatar que os caminhos sugeridos pelos especialistas, apesar de possuírem certa lógica, são de difícil aplicação no dia a dia. Mudar hábitos que, durante anos, foram tidos como normais não acontece da noite para o dia. Adquirir conhecimentos financeiros sobre tributação, taxas de juros, fluxo de caixa, dentre outros, também não.</p>
<p>E todo esse mundo novo que se abre aos olhos do leigo causa uma mistura de <strong>angústia</strong> (pelo tempo perdido) e <strong>ansiedade</strong> (para colocar em prática todas as informações que está absorvendo). E isso não é necessariamente bom, pois a vida da pessoa pode não melhorar em termos de bem estar. Sai de um problema (dívidas) e entra em outro (compulsão em poupar, poupar, poupar), de efeitos também nocivos.</p>
<p>Educar-se financeiramente precisa ser um ato que <strong>melhore a qualidade de vida</strong>, hoje e no futuro. O estudo das finanças pessoais deve proporcionar uma nova filosofia comportamental que se incorpore naturalmente às suas atitudes e modo de pensar &#8211; e não apenas uma obsessão em conseguir aumentar cada vez mais seu patrimônio, sem um porquê.</p>
<p>É importante que você encontre uma resposta para a seguinte pergunta: por que devo guardar dinheiro? Talvez esse exercício de reflexão não seja fácil, mas quem disse que a vida é simples?</p>
<p>Por fim, gostaria de passar a mensagem de que você pense no dinheiro como meio para conquistar algo relevante, não como um fim por si só. Não caia na armadilha da ganância, deixando de lado princípios morais e éticos, na busca de enriquecer a todo custo. Não deixe o dinheiro dominá-lo, pois é ele quem deve lhe servir. Use da liberdade que o dinheiro proporciona para aumentar sua satisfação pessoal, das pessoas com quem convive e, se possível, daqueles que passam necessidades.</p>
<p>Antes de uma mudança brusca em seus hábitos de consumo e investimento, reflita. Tenho certeza que reservar alguns momentos para pensar no assunto terá um efeito muito positivo em suas finanças pessoais, pois lhe dará uma melhor compreensão sobre o papel do dinheiro em sua vida. Assim, suas chances de sucesso financeiro e pessoal aumentarão. <strong>Naturalmente!</strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elisson de Andrade</b>.<br>

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Mestre e Doutorando em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo. Ganhador do prêmio BM&amp;FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Autor do <a title="Blog do Professor Elisson de Andrade" href="http://www.profelisson.com.br">Blog do Professor Elisson de Andrade</a>. No Twitter: <a title="Siga o Prof. Elisson no Twitter" href="http://twitter.com/Prof_Elisson">Prof_Elisson</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muitos, dinheiro é sinônimo de problemas, dívidas e dor de cabeça. A mudança de comportamento pode contribuir para livrar-se dos problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_mudanca_comportamento_financeiro.jpg" alt="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O cartão de crédito estourou? Os cheques sem fundo são uma rotina? O salário está comprometido com empréstimos consignados? O cheque especial sempre é usado como adicional de salário? As prestações do carro novo estão atrasadas? Os carnês de prestação duram mais que o produto adquirido? Infelizmente, é muito comum esses “desastres” financeiros acontecerem.</p>
<p>O caminho para a solução desses problemas passa pela mudança de comportamento financeiro: aprender a gerir melhor seu dinheiro e determinar/respeitar prioridades. Primeiro, o mais importante é colocar as contas no papel, enxugar gastos, eliminar o fútil e traçar metas.</p>
<p>Em situações graves, onde a saúde financeira da família está comprometida, novas formas de agir são exigidas: diminuir o ritmo das compras e das diversões, anotar todas as despesas, programar as compras, manter o diálogo financeiro familiar e talvez “aposentar” temporariamente o cartão de crédito.</p>
<p><span id="more-5984"></span>Fácil? Não mesmo. Todos sabem sobre a dificuldade da mudança de hábitos e da adoção de novos comportamentos. Quando falamos sobre dinheiro, parece que a mudança fica ainda mais difícil de ser assimilada.</p>
<p><strong>Para entender o processo de mudança</strong><br />
O processo de mudança de comportamento é complexo e requer um grande esforço para que novos hábitos sejam assimilados e tornem-se naturais. Para entender melhor como nós trabalhamos inconscientemente esse momento, a psicóloga <strong>Fela Moscovici</strong> fala <a title="Mais sobre Fela Moscovici" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/43934/?franq=247523" target="_blank">em seus livros e artigos</a> sobre o processo psicossocial das mudanças onde todos nós passamos por determinadas etapas frente a uma situação desafiadora.</p>
<p>Quando somos solicitados a mudar de comportamento, seja por uma boa causa, por uma  necessidade do trabalho ou por demandas financeiras contingenciais, acabamos vivenciando etapas. Não temos consciência do processo, mas eles estarão presentes assim que precisarmos sair da nossa zona de conforto. São elas:</p>
<ul>
<li><strong>Desequilíbrio:</strong> a mudança chega e com ela uma crise interna onde idéias e dúvidas tomam conta do pensamento. É o momento de instabilidade, onde começo a perceber a necessidade de trilhar novos caminhos;</li>
<li><strong>Descongelamento: </strong>fase onde se inicia a “desconstrução” de conceitos e hábitos consolidados para dar lugar a novos modos de funcionar. A ansiedade e a motivação aumentam;</li>
<li><strong>Incorporação: </strong>momento de decisão, pois percebo que a mudança é inevitável. A opção é a aprendizagem e a ação. Os novos comportamentos passam a fazer parte de minha rotina, mas ainda não automatizados;</li>
<li><strong>Congelamento:</strong> a nova estrutura é interiorizada e com ela a estabilização dos novos comportamentos.</li>
</ul>
<p>É normal que toda mudança provoque resistência. Algo que é preciso ter atenção é quando não conseguimos percorrer todas as fases psicossociais apresentadas. Muitas pessoas, diante da mudança, acabam estacionadas na primeira fase, onde seus comportamentos radicais os impedem de seguir adiante. Muitas vezes, o medo e a incerteza paralisam.</p>
<p>Outro fato que ocorre é a negação da situação e a esperança de que, magicamente, tudo vai acabar “se ajeitando”. Muita atenção nessas ciladas, principalmente em relação às questões financeiras! Não existe mágica. O que irá trazer a sua tranqüilidade de volta são a coragem para encarar a realidade, a educação financeira e a atitude para assimilar novas formas de comportamento.</p>
<p><strong>Um conselho: </strong>antes que a sua relação com o dinheiro chegue a níveis críticos de endividamento, analise sua vida e quais aspectos podem ser melhorados. Garanto que a mudança de comportamento em momentos mais tranqüilos é bem mais fácil de ser assimilada! Experimente.</p>
<p>Boa sorte e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/31/o-desafio-de-decidir-esconde-ou-apresenta-o-sucesso/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/01/31/o-desafio-de-decidir-esconde-ou-apresenta-o-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 01:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[De quem é a responsabilidade quando nossas decisões (ou a falta delas) nos colocam diante de problemas? É possível transformar desafios em oportunidades?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_decidir_sucesso.jpg" alt="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Foi num dia comum, mais um daqueles que começam normais demais, que de repente me dei conta de que por alguns momentos havia alguém controlando a minha vida. Não eu, mas algo diferente, que não deixava minha real personalidade vencer. Exatamente como um controle remoto, eu transformava meu dia com certa facilidade, saindo do bom humor à tristeza como se isso fosse normal e necessário. Passava da tranquilidade ao nervosismo exatamente como mudamos de canal na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZXZpcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">televisão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Foram várias as mudanças até que me dei conta de que quem segurava o controle remoto era eu mesmo. E eu mesmo apertava os botões. Por que será que não me espantei nenhum pouco? Você já teve essa sensação? Não é estranha, mas ao mesmo tempo reveladora?</p>
<p>Pare um pouquinho e coloque lado a lado todos os controles remotos que você tiver em casa, de todos os seus equipamentos eletrônicos. Junte a estes equipamentos o seu telefone sem fio, o seu celular, sua câmera digital. Tire uma foto. Você vai se assustar com a quantidade de decisões que pode tomar no seu dia-a-dia. Sim, porque os botões representam uma diferente ação no aparelho, uma decisão perante qualquer problema ou necessidade.</p>
<p><span id="more-5685"></span>Mudar de canal é uma decisão. Aumentar o volume é uma escolha. Atender a uma ligação é uma opção. Desligar o celular, falar “bom dia”, dar um sorriso, começar a investir, pedir desconto&#8230; Quantas escolhas passam despercebidas em seu dia a dia? Pois é, muitas vezes nos deixamos influenciar por fatores incomuns e tomamos decisões que nos prejudicam. Mas ainda assim somos nós que apertamos o botão. A decisão é sempre nossa.</p>
<p><strong>Rir ou chorar? Tentar ou desistir?</strong><br />
Tudo isso para perceber que as pessoas, o ambiente e o mundo às vezes tentam dominar nosso controle remoto, mas só quem sabe a hora de usar cada função e recurso somos nós. A hora de calar, a hora de mudar totalmente de área, a hora de desligar-se das coisas para pensar um pouco em si mesmo e descansar.</p>
<p>Recebi por <em>e-mail</em> um diálogo simples, porém genial e o reproduzo aqui. A mensagem veio sem autoria, então se souberem de onde a história foi tirada, por favor me avisem e publicarei os devidos créditos. Leia:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Eu acompanhava um amigo até uma banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro de forma calorosa e amável, mas, como retorno, recebeu um tratamento impessoal e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Quando nós descíamos pela rua, perguntei:<br />
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?<br />
- Sim, infelizmente é sempre assim – Respondeu meu amigo naturalmente.<br />
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?<br />
- Sim, sempre sou.<br />
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?<br />
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.</em></p>
<p>Então lembrem-se da lição apresentada aqui: nós somos donos de nosso controle e ele não é remoto. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmFpdmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">raiva<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.</p>
<p>Com o texto de hoje, pretendo despertar você para a importância de enxergar oportunidades onde muitos só veem problemas ou distrações. Abdicar de um fim de semana de agito e curtição para detalhar seu orçamento, plano de investimentos e decisões econômicas do ano lhe parece uma opção mais atraente agora? Se não, do que depende esta decisão? De mim? Do vento? Da chuva? Do seu chefe?</p>
<p>Ora, as ferramentas existem aos montes, são muitos os livros e recomendações. Não faltam ensinamentos, dicas e exemplos de sucesso. O que muda é como cada um de nós interpreta o que lê, ouve ou enxerga e que tipo de atitude tal experiência desperta em nosso cotidiano. A informação serve para quê? Posso mudar algo com o que aprendi? Quero fazer isso? Como diria <strong><a title="Conheça os livros de Seth Godin" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/79464/?franq=247523" target="_blank">Seth Godin</a></strong>, <em>“a média é invisível; só as pessoas talentosas se preocupam com a mediocridade”</em>.</p>
<p><strong>Você conhece Erik Weihenmayer?</strong><br />
<strong></strong>Assista um resumo de sua história e entenda porque decidir vencer é mais importante que simplesmente reagir. Perceba como um obstáculo serviu de impulso para toda uma carreira de sucesso.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI">http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI</a></p>
<p>A mensagem é clara: não existe certo e errado. Existe fazer, agir e existe deixar acontecer, esperar. Simples? Nem um pouco? Sonho? Autoajuda? Enfim, interpretação é tudo. Que tal? Deixem seus comentários. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Livre-se das dívidas de forma definitiva</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 23:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você está endividado? Vive preocupado com as dívidas? Assuma a responsabilidade, detalhe suas dívidas e comece a negociá-las com seus credores. Livre-se das dívidas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Livre-se das dívidas de forma definitiva" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/tv_dinheirama_financas_pessoais_logo.jpg" alt="TV Dinheirama: Livre-se das dívidas de forma definitiva" hspace="2" vspace="2" align="left" />Hoje é dia de continuarmos a discussão sobre endividamento, agora na <strong><a title="Conheça a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>. Você tem dívidas? Por que relutamos tanto em mudar mesmo sabendo que a situação é perigosa? Em rápido comentário em video, abordo a possibilidade de qualquer um livrar-se das dívidas praticando três passos: 1) Aceitar e assumir a responsabilidade pelos problemas atualmente vividos; 2) Detalhar as dívidas de forma clara, de forma a poder classificá-las; e 3) Negociar a dívida junto aos credores. Dinheiro no bolso também significa ter atitude. Mexa-se! Saia da sua zona de conforto.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HuqTFl-7Kd0">http://www.youtube.com/watch?v=HuqTFl-7Kd0</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal noYouTube &#8211; <strong><a title="Conheça a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. A gravação tem caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crescimento não rima com endividamento</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/16/crescimento-nao-rima-com-endividamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 19:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da crise de 2009, os brasileiros redescobrem o prazer de comprar e se endividam demais. Quem paga a conta? Que lições podemos aprender com a crise e as dívidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crescimento não rima com endividamento" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_crescimento_nao_rima_endividamento.jpg" alt="Crescimento não rima com endividamento" hspace="2" vspace="2" align="left" />Quem se lembra da crise financeira vivida no mundo e no Brasil há cerca de um ano e meio? Depois de um período de ajustes na economia, com <a title="Crise mexe com o mundo - R7" href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/crise-faz-desemprego-subir-e-atinge-7-9-na-america-latina-20100812.html" target="_blank">demissões, diminuição no crescimento e alguma instabilidade</a>, o mercado brasileiro volta a dar sinais de crescimento, com a <a title="Desemprego diminui - UOL Economia" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/05/27/desemprego.jhtm" target="_blank">taxa de desemprego em claro sinal de melhora</a> e <a title="PIB em alta em 2010 - G1" href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/05/mercado-preve-crescimento-do-pib-proximo-de-65-para-2010.html" target="_blank">previsão de crescimento acima de 6% para 2010</a>. Indicadores de confiança acompanham o mercado e mostram que o consumidor acredita que o pior já passou e que a hora é de consumir mais. Empresas anunciam fusões e o mercado de ações volta a efervescer. Crise? Que crise?</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Dívida de consumidor de SP cresce 24%. Quatro em cada dez consumidores de 15 regiões da capital paulista estão na lista do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), que inclui dívidas com atraso a partir de dez dias, segundo dados de janeiro a junho deste ano&#8221;</em> &#8211; <strong>Claudia Rolli</strong>, edição de 15 de agosto do jornal <a title="Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a>, caderno Mercado.</p></blockquote>
<p>O número total de inadimplentes chegou a 4,16 milhões, cerca de 40% do total de habitantes das regiões pesquisadas (10,94 milhões). O número representa <a title="Leia a reportagem completa" href="http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=55464" target="_blank">queda de 14,5% em relação ao primeiro semestre de 2009</a>, mas ainda assim é bem alto. Apesar de a pesquisa ter como foco 61 bairros e 15 áreas distritais, proporção semelhante deve ser encontrada em outras cidades Brasil afora.</p>
<p><span id="more-4844"></span><strong>Toma lá, dá cá!</strong><br />
O que tudo isso tem a ver com a crise, mencionada no primeiro parágrafo? Vamos tentar chegar a uma conclusão juntos: você sabe quais são as maiores causas de inadimplência? Os consumidores com problemas de pagamento apontam a perda do emprego,  o descontrole de gastos e emprestar o nome/cartão para familiares e amigos como os principais motivos.</p>
<p>Traduzindo, as chances de perder o emprego durante uma crise aumentam consideravelmente, o que explica o maior número de inadimplentes em 2009. A falta de planejamento impede que muitos brasileiros se preparem melhor para emergências e comprometam grande parte de sua renda com dívidas desnecessárias.</p>
<p>Quando há trabalho e emprego, falta bom senso e controle. Quando sobra algum capital, alguém logo pede emprestado e contribui para que tudo fique do mesmo jeito ou pior. É triste constatar que são muitos os brasileiros pagando dívidas empurradas do ano passado. Mais triste é saber que, para não ficarem de fora da &#8220;onda do consumo&#8221;, muitos deles já fizeram novas e maiores dívidas em 2010.</p>
<p><strong>Está tudo bem? Prepare-se para o pior!</strong><br />
O texto de hoje tem tons de indignação. A situação me preocupa, principalmente porque quando damos a volta por cima insistimos em cometer os mesmos erros. Esta não será a última crise, assim como 2010 não será o único ano de crescimento acima da média. Sabendo disso, o que você faz? Dar de ombros é comum, infelizmente. Proponho atitudes mais inteligentes:</p>
<ul>
<li><strong>Crie uma reserva de emergência.</strong> O momento em que você tem dinheiro disponível, fluxo de caixa previsível e possibilidade de se organizar tem que ser aproveitado para investir no futuro e criar oportunidades concretas de consumo e padrão de vida diante de futuras crises. Falei sobre isso no artigo <a title="Leia &quot;Você mantém uma reserva financeira para emergências?&quot;" href="http://dinheirama.com/blog/2009/02/02/voce-mantem-uma-reserva-financeira-para-emergencias/">&#8220;Você mantém uma reserva financeira para emergências?&#8221;</a>;</li>
<li><strong>Evite comprometer mais do que 30% de sua renda mensal com dívidas de mais de 30 dias.</strong> Prefira negociar insistentemente e pagar quando tiver o dinheiro disponível à vista. Certifique-se que há dinheiro para a qualidade de vida, para os investimentos (pelo menos 10% da receita líquida) e para o básico;</li>
<li><strong>Imponha e respeite limites para categorias de gasto do orçamento.</strong> Com o que você gasta seu dinheiro? Os inadimplentes têm sempre desculpas e justificativas para chegar ao final do mês com a corda no pescoço. Comece a anotar tudo o que recebe e gasta como uma simples experiência e depois de algum tempo observe suas anotações. <em>&#8220;C@#%#$@, para onde foi meu dinheiro?&#8221;</em> é uma reação bem comum. Mais sobre orçamento no artigo <a title="Leia &quot;Sua saúde financeira e os 'Outros'&quot;" href="http://dinheirama.com/blog/2007/04/17/sua-saude-financeira-e-os-outros/">&#8220;Sua saúde financeira e os &#8216;Outros&#8217;&#8221;</a>.</li>
</ul>
<p>Como sempre, interpretar um artigo deste tipo é uma tarefa pessoal. Possíveis reflexões sobre seu dia-a-dia financeiro só serão bem-vindas se você admitir que lidar bem com dinheiro deve ser uma de suas principais prioridades. Ou corremos o risco de continuar comentando números e conclusões cada vez piores sobre inadimplência, endividamento, crise etc. Terá fim essa história?</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Consórcio imobiliário e a alta no preço dos imóveis</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/16/consorcio-imobiliario-e-a-alta-no-preco-dos-imoveis/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
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		<description><![CDATA[A alta recente nos preços dos imóveis pode transformar o consórcio imobiliário em mico. Entenda a situação e previna-se ao optar pela compra da casa própria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_consorcio_imobiliario_alta_imoveis.jpg" alt="Consórcio imobiliário e a alta no preço dos imóveis" hspace="2" vspace="2" align="left" />É nítida a mudança no mercado imobiliário brasileiro. A maior oferta de crédito, os incentivos trazidos pelo programa &#8216;Minha Casa, Minha Vida&#8217; e a migração sócio-econômica da população aumentaram (muito!) a demanda por imóveis, especialmente aqueles focados na classe média. Pense em alguns amigos ou familiares mais próximos, certamente um deles está negociando ou acabou de negociar a compra de um imóvel.</p>
<p>Como você já sabe, o aumento da procura por casas e apartamentos eleva os preços de venda e as margens dos negócios. O princípio é simples e se aplica sempre que há negociação: se muitos querem comprar, é possível vender mais caro, afinal há grandes chances de o negócio se concretizar dessa forma. Outra variante do pensamento também existe: se alguém quer muito comprar, provavelmente está disposto a pagar mais pelo bem.</p>
<p>O fato é que o preço dos imóveis disparou. Segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), o preço médio do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios na capital paulista teve alta de 39,4% entre 2006 e 2009. A média indica o movimento geral do mercado, mas certas regiões viram os preços saltar mais de 70% no período.</p>
<p><span id="more-4838"></span><strong>Na pele do consorciado&#8230;</strong><br />
Ao optar por um consórcio imobiliário, o participante estabelece um padrão, uma referência para o cálculo do valor da carta de crédito e sua cota de participação. Suponha que, em 2006, você optou por um consórcio tendo como referência um apartamento de R$ 150 mil. O mercado estava &#8220;normal&#8221;, a referência era válida.</p>
<p>Em 2009, depois de alguma espera, sua vez chegou e você foi contemplado. Para sua surpresa, aquele imóvel referência, antes no valor de R$ 150 mil, passou a custar R$ 250 mil. Sua carta de crédito foi devidamente corrigida pelo indicador comumente usado nos consórcios deste tipo, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que acumulou alta de 28,8% no período, mas o valor ficou longe do necessário.</p>
<p>A matemática é simples: o dinheiro disponível para a compra do imóvel foi corrigido em cerca de 30%, mas o imóvel ficou 66% mais caro. A conta não fecha. A sensação é frustrante! A edição de ontem do jornal Folha de S. Paulo dedicou matéria que <a title="Leia mais na Folha.com" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/783275-consorciado-sorteado-por-ultimo-perde-mais-na-compra-do-imovel.shtml" target="_blank">mostra exemplos reais de consorciados que passaram por situações como essa</a>.</p>
<p><strong>Então consórcio imobiliário não é bom?</strong><br />
Retomo minha polêmica opinião: consórcio não pode ser considerado um investimento. Não recomendo, muito embora ele seja melhor que simplesmente não poupar. Ao optar por participar da modalidade, você paga para que alguém gerencie as somas amealhadas contando com a sorte para estar entre os primeiros a serem sorteados. Se sair logo, ótimo. Do contrário, não vale a pena. Por isso é comum chamarmos o consórcio de &#8220;poupança forçada&#8221;.</p>
<p>A alternativa? Prefira separar você a quantia a ser investida e a gerencie de forma pró-ativa. O ganho em relação à inflação pode ser obtido com combinações simples de investimento direto em títulos públicos, fundos mistos, caderneta de poupança e ações, especialmente se o prazo médio de contribuição for maior que cinco anos. O valor acumulado será muito maior que o da carta de crédito contratada e que a correção normalmente aplicada nestes contratos.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;O resultado financeiro do consórcio depende da sorte. Se a pessoa é contemplada logo, o consórcio equivale a um financiamento barato. Se a pessoa é contemplada do meio para o final, é uma poupança em que a pessoa paga juros ao invés de recebê-los&#8221;</em> &#8211; <strong>Roy Martelanc</strong>, professor de finanças da USP, para a Folha.</p></blockquote>
<p>Faça sua própria poupança aprendendo a investir com disciplina. Isso é básico. Se ainda preferir o consórcio, dedique mais atenção aos detalhes do mercado imobiliário. Avalie a situação dos preços na região onde pretende comprar sua casa, levante o percentual médio de valorização dos últimos anos e incorpore isso no valor principal da carta de crédito antes de contratar o consórcio ou como uma segunda cota.</p>
<p>Evite surpresas ao ser contemplado e prefira não contar com a sorte. Ela ajuda, mas não resolve.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O fracasso também agrega valor</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Erros e acertos fazem parte do dia-a-dia de qualquer um. Admitir que existem FRACASSOS e fracassos e tirar deles lições podem fazer de você alguém melhor e mais forte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O fracasso também agrega valor" src="http://dinheirama.com/files/2010/07/dinheirama_fracasso_agrega_valor.jpg" alt="O fracasso também agrega valor" hspace="2" vspace="2" align="left" />Antes de tudo vamos deixar uma coisa bem clara: existem fracassos e FRACASSOS. Os FRACASSOS são gravíssimos, podem ser fatais e desestruturantes. Mas os outros, os fracassos, são inevitáveis, incompreendidos e desvalorizados. O fato, caro leitor, é que vivemos sob o culto cego ao sucesso. Só se fala sobre ele e ninguém parece ser capaz de admitir o contrário.</p>
<p>É impressionante, ninguém comete erros. No contexto de alguns ambientes corporativos, nem se fala &#8211; calma, reconheço que existem muitas exceções. O fracasso virou palavrão e até mesmo as maiores bobagens podem ser mascaradas e comunicadas com ares de êxito e superação. Nada mais natural, afinal de contas, que nesses lugares qualquer besteirinha leva ao desprestígio, e ali esse é o maior erro que se pode cometer.</p>
<p>Mas qual é o resultado para uma empresa que não consegue admitir que fracassos e erros são saudáveis e inevitáveis? A resposta é uma equipe insegura, infantilizada e emocionalmente despreparada para lidar com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YWR2ZXJzaWRhZGVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">adversidades<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Então, para compensar, criam um ambiente pasteurizado, de onde os competentes tentam fugir e os acomodados permanecem performando (ou seria embromando?) para parecer que estão realizando. Sim, porque realizar de fato envolve riscos, erros, fracassos e capacidade para lidar com tombos.</p>
<p><span id="more-4722"></span>Mas isso é impossível se a punição está à espreita para quem erra tentando de fato inovar e fazer algo de concreto. Nesse contexto, considerando que você é um empreendedor de verdade e deseja criar um ambiente de trabalho fértil para colher inovação e realizações da sua equipe, a chave pode estar em como lidar com algumas questões e crenças freqüentemente presentes no palavrório corporativo.</p>
<p><strong>Francos e corajosos no lugar de medrosos e bajuladores.</strong><br />
Fuja daqueles que respondem na entrevista que estão lá para <em>“vestir a camisa da empresa”</em>. Não se iluda com essas frases feitas, ninguém está em lugar nenhum para vestir a camisa dos outros. Pessoas competentes querem crescer profissionalmente, fazer coisas bacanas e bem feitas e ganhar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Simples assim, e nada mais legítimo. Portanto, contrate quem tem coragem de dizer a verdade, de se arriscar, de não lhe agradar. Esses odeiam enrolar, são mais maduros, honestos e sabem realizar.</p>
<p><strong>Liderar com maturidade, bom senso e franqueza, sempre!</strong><br />
Poucas coisas são mais chatas e desestimulantes do que um chefe doutrinador, louco para colocar em prática o último clichê sobre liderança pessoal e ao mesmo tempo excessivamente atento para apontar (e punir) minúsculos errinhos da sua equipe. Mas também não ajuda nada se anular e não dizer a verdade quando essa é fundamental e necessária.</p>
<p>Pessoas competentes sabem lidar com ela e trabalham para corrigir as falhas, mas ao mesmo tempo, fogem na primeira oportunidade ao se deparar com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">lideranças<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sufocantes. O risco está naqueles que ficam, não se incomodam com isso e nem tentam cair fora. Esses já ligaram o piloto automático. Vão dizer somente o que o chefe vaidoso quer escutar e fazer apenas aquilo que é cômodo e não traz risco algum. Em resumo, vão enrolar.</p>
<p><strong>A estabilidade também constrói.</strong><br />
Um ambiente de trabalho em permanente (doentia) mutação, onde a estratégia que é definida na sexta-feira nunca consegue sobreviver ao final de semana, onde os colaboradores vivem em permanente tensão, com medo de perder os seus empregos por qualquer coisa, não pode resultar em nada muito sólido.</p>
<p>A crença de que a instabilidade pela instabilidade ajuda a criar equipes mais fortes e determinadas, e que a pressão por metas irreais colaboram para resultados mais robustos tem se revelado um grande tiro no pé. Na vida como ela é (grande Nelson Rodriguês), o medo da demissão neutraliza a coragem realizadora.</p>
<p>Metas impossíveis criam uma cultura mentirosa e o resultado é uma equipe com grande rotatividade, subtraindo a empresa do acervo de experiência e aprendizado comuns, tão caros para a sua sobrevivência. Por fim, precisamos compreender que negar a importância dos inevitáveis erros e fracassos de qualquer história empresarial traz o risco de não usufruirmos de seus efeitos pedagógicos; Afinal, quem não erra jamais acerta.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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