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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Brasil</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; Brasil</title>
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		<title>Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Evans organiza evento Fórum Brasil Anticorrupção: Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação. Participe e divulgue!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_forum_brasil_anticorrupcao.jpg" alt="Dinheirama apoia o Fórum Brasil Anticorrupção" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos maiores e mais graves problemas do Brasil é a corrupção. Todos os dias são apresentadas na mídia denúncias que envolvem homens públicos e empresas privadas, em contratos que oferecem e aceitam efeitos mirabolantes. O resultado é um país que cresce menos do que deveria e cuja administração se dá através da troca de favores políticos e comerciais. A situação é lamentável e sempre fomos contra esse modelo de gestão (ou falta dele).</p>
<p>Diversas pesquisas já foram realizadas sobre o tema. Em uma delas, de 2002, os economistas Daniel Kaufmann e Aart Kraay elaboraram um <a title="Leia mais" href="http://veja.abril.com.br/271102/p_054.html" target="_blank">banco de dados com indicadores de boa governança de 160 países</a>, incluindo o combate à corrupção. De acordo com essa lista, o Brasil ocupa a septuagésima posição. Estamos na péssima vizinhança de países como Sri Lanka, Malauí, Peru e Jamaica, e de duas ditaduras, Cuba e Bielo-Rússia.</p>
<p>Se de 2002 avançamos na economia e conseguimos vencer alguns trágicos índices de desemprego, além de aumentar a renda, a impressão que temos é que continuamos sofrendo com a corrupção. Isso pode ser facilmente observado em <a title="Leia mais" href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,bird-em-dez-anos-brasil-nao-avancou-em-combate-a-corrupcao,394827,0.htm" target="_blank">estatísticas mais recentes</a> e também nos relatórios do site <a title="Conheça o DataGov" href="http://www.iadb.org/datagob/" target="_blank">DataGov</a>, criado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e que mantém estatísticas de governança de muitos países.</p>
<p><span id="more-6822"></span><strong>Vamos mudar esse quadro?</strong><br />
Vale lembrar que, nos próximos anos, o Brasil poderá se tornar a sexta maior economia do mundo. Esse status fará com que novas empresas cada vez mais se interessem em investir no país. Dentro desse cenário, a Marcus Evans está realizando o <strong><a title="Conheça e inscreva-se no Fórum Brasil Anticorrupção" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-details.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51" target="_blank">Fórum Brasil Anticorrupção</a></strong>, no próximo dia 29/11 com o apoio do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Ao assistir à conferência, você estará apto à:</p>
<ul>
<li>Inserir estratégias inovadoras de compliance e alcançar a sustentabilidade em época de explosão da economia;</li>
<li>Alinhar compliance com boas práticas de gestão corporativa e gestão de riscos no combate a corrupção;</li>
<li>Detectar estratégias e Mitigar riscos relacionados à FCPA e UK Anti-Bribery;</li>
<li>Montar um sistema de gestão aplicado ao combate a corrupção;</li>
<li>Incorporar código de ética nos canais de comunicação entre diretrizes e polinizar a boa administração.</li>
</ul>
<p>Participe do <strong>Fórum Brasil Anticorrupção</strong> &#8211; Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação.<br />
<strong>Data:</strong> 29 e 30 de novembro de 2011<br />
<strong>Local:</strong> Quality Faria Lima, na Rua Diogo Moreira, 247 – Pinheiros, São Paulo-SP.<br />
<strong><a title="Clique aqui e faça sua inscrição" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-bookingoption.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51&amp;enquiry=brochure" target="_blank"> Clique aqui e faça sua inscrição!</a></strong></p>
<p>Conheça os palestrantes do evento:</p>
<ul>
<li><strong>Wagner Giovanini</strong>, Cluster Compliance Officer &#8211; América Latina &#8211; Siemens Brasil Ltda.</li>
<li><strong>Ana Paula Candeloro</strong>, Diretora de Compliance &#8211; Bank of America Merrill Lynch Banco Múltiplo S.A.</li>
<li><strong>Renato Batalha</strong>, Gerente Jurídico &#8211; International Paper</li>
<li><strong>Alfredo Fiel Santana Neto</strong>, Gerente Jurídico &#8211; Sony Brasil Ltda.</li>
<li><strong>Alexandre da Cunha Serpa</strong>, Regional Compliance Officer LATAM &amp; Canada &#8211; Novartis</li>
<li><strong>Marcelo S. Santin</strong>, Risk &amp; Compliance Officer &#8211; BLADEX Asset Management Brazil</li>
<li><strong>Cristiano Monteiro Bueno</strong>, Gerente de Compliance &#8211; Grupo CPFL Energia</li>
<li><strong>Olga de Mello Pontes</strong>, Segurança Empresarial &#8211; Braskem S.A.</li>
<li><strong>Luiz Claudio Sampaio</strong>, Coordenador de Transparência &#8211; Ouvidoria Geral &#8211; Petrobras</li>
<li><strong>Denis Jacob</strong>, Senior Commercial Assurance Manager &#8211; Latin America &#8211; Becton Dickinson</li>
<li><strong>Alexandre Dalmasso</strong>, Diretor Jurídico &#8211; Astellas Farma Brasil</li>
<li><strong>Adriana Fussuma</strong>, Health Care Compliance Officer &amp; Privacy &#8211; Johnson &amp; Johnson</li>
<li><strong>Rafael Gomes</strong>, Legal Vice-Presidente &#8211; Multinational Co.</li>
<li><strong>Pyter Stradioto</strong>, Security &amp; Compliance Manager &#8211; Henkel Ltda.</li>
<li><strong>Eunice Alcantara</strong>, Associate Director, Compliance &amp; Ethics &#8211; Brystol-Meyers Squibb</li>
<li><strong>Maria Leonor Rios</strong>, General Counsel &#8211; Ethics &amp; Compliance – LATAM &#8211; Baxter</li>
<li><strong>Gilson Libório</strong>, Diretor de Informações Estratégicas – CGU (Controladoria Geral da União)</li>
<li><strong>George Barcat</strong>, Especialista de Ética Corporativa &#8211; Itaú-Unibanco</li>
<li><strong>Eder Luiz Menezes de Faria</strong>, Diretor Executivo &#8211; Governance Technology</li>
</ul>
<p><strong>Fórum Brasil Anticorrupção</strong> &#8211; Compliance no Combate a Corrupção para Prevenção de Violação da Legislação.<br />
Data: 29 e 30 de novembro de 2011<br />
Local: Quality Faria Lima, na Rua Diogo Moreira, 247 – Pinheiros, São Paulo-SP.<br />
<strong><a title="Faça sua inscrição" href="http://www.marcusevans.com/marcusevans-conferences-event-bookingoption.asp?eventID=18214&amp;sectorID=51&amp;enquiry=brochure" target="_blank">Clique aqui e faça sua inscrição!</a></strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A política e você: a omissão jamais será lucrativa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/16/a-politica-e-voce-a-omissao-jamais-sera-lucrativa/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[As pessoas pró-ativas e engajadas parecem cada vez menos se interessar pela política. Sobram os inaptos. Por que isso é perigoso e o que deve mudar para garantirmos um futuro melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A política e você: a omissão jamais será lucrativa" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_a_omissao_jamais_sera_lucrativa.jpg" alt="A política e você: a omissão jamais será lucrativa" align="left" hspace="2" vspace="2" />Caro leitor, desde muito cedo na jornada profissional, seja ela no mundo corporativo ou empresarial, aprendemos o valor da iniciativa. O valor da não passividade, a aversão ao comodismo. Com isso, ao longo do tempo foi-se construindo uma cultura de ativismo no trabalho, onde os acomodados passaram a ser (evidentemente que sempre foram) rotulados com o carimbo do baixo potencial. Por outro lado os profissionais tidos como ativos foram selecionados para ser a ponta de lança em um universo de implacável competição.</p>
<p>Esses últimos, também rotulados, receberam um carimbo diferente, carregando nas costas a responsabilidade pelos riscos, pelas derrapadas e pelas trombadas. Sim, a vida desses abnegados não é nada fácil e um dos maiores riscos que enfrentam é justamente o do não reconhecimento. Mas mesmo assim, corajosos, decidiram protagonizar e com isso alimentar o pavor de serem coadjuvantes.</p>
<p>Recentemente, esse ser ativo, destemido e voluntarioso – aqui excluo os acomodados de sempre, pois destes pouco se espera mesmo – passou a carregar, nas mesmas costas onde se alojam seus rótulos, alguns pesos extras. Então, pouco a pouco, não bastava mais ter iniciativa, era necessária também a consciência socioambiental. Não bastava mais ter coragem para tomar decisões e disposição para trabalhar onze horas por dia, era importante também se dedicar a algum trabalho voluntário.</p>
<p><span id="more-6568"></span>Não bastava arcar com a tradicional forte tributação brasileira (sempre acompanhada da tradicional falta de retorno em serviços públicos de qualidade), mas também lidar, não apenas com o seu brutal crescimento, mas também com a equação inversamente proporcional da queda acentuada na qualidade dos mesmos serviços públicos.</p>
<p>Como consequência, diante de tantas cobranças e atribuições, e seguro de seu legítimo (e bem vindo, aproveito para deixar bem claro) empenho socioambiental &#8211; se não em trabalho voluntário, ao menos em sensibilidade ao tema –, pouco a pouco se distanciou do universo onde as grandes decisões com impacto direto na sua vida privada, familiar e empresarial são tomadas: o universo público-político.</p>
<p><strong>Política.</strong> Queiram ou não, é nela que a decisão sobre os impostos que você paga são tomadas. É nela que, por descuido ou conveniente esquecimento, nenhuma decisão ou iniciativa é tomada para melhorar os serviços públicos pelos quais você paga.</p>
<p>Não é em outro lugar que, vez ou outra, surge a ideia “brilhante” de criar mecanismos de censura à imprensa, para que você não possa acompanhar em profundidade (e talvez nem saber da existência) escândalos e desvios efetivados com o dinheiro pago com as suas onze horas diárias de trabalho.</p>
<p>É ali que surgem as determinações com força de lei que influem na forma como você deve ou não criar seus filhos. É ali que, vira e mexe, surge a ideia de um novo imposto, uma nova taxa, uma nova obrigação para o seu dia-a-dia tão tranquilo. É lá que, por displicência, a concorrência desleal, e eventualmente ilegal, pode simplesmente não ser devidamente reprimida.</p>
<p>Evidentemente que a preocupação e o engajamento ambiental são não apenas legítimos e bem vindos, mas também necessários. Da mesma forma, o trabalho voluntário é preciso, até porque existem circunstâncias emergenciais &#8211; é muito louvável que alguém tenha a desprendimento de se dedicar a isso, sem se preocupar com o retorno, a não ser o de conviver em uma comunidade mais equilibrada e justa.</p>
<p>Mas chamo a atenção para que essas pessoas, as de iniciativa, as protagonistas cuja saga tentei descrever no início do texto, <strong>não se omitam em relação à política</strong>, as causas públicas de uma forma geral. Vivemos, felizmente, em uma democracia, mas é fundamental compreendermos que sua força cresce ou decai na proporção de nossa participação, de nossa indignação.</p>
<p>Estão nos públicos e não nos institutos empresariais as forças políticas necessárias para aplacar, se não definitivamente ou ao mesmo em grande parte, as mazelas sociais que presenciamos no nosso cotidiano. O mundo empresarial tem grande parte dos recursos, vontade, além de competência gestora de sobra.</p>
<p>Mas não nos enganemos. Os grandes fóruns de decisão que podem realmente transformar esse país para enfrentar os desafios do futuro, envolvendo saúde pública razoável, um melhor modelo educacional, desenvolvimento tecnológico-científico e as condições para o desenvolvimento industrial e de serviços de valor agregado (e não apenas extrativista), estão nos gabinetes cafonas de nossos administradores e parlamentares eleitos, e não nos belíssimos condomínios corporativos.</p>
<p>Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crise econômica: oportunidade para o Brasil baixar os juros</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/14/crise-economica-oportunidade-para-o-brasil-baixar-os-juros/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 21:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise financeira nos EUA e Europa oferecem uma oportunidade para o Brasil baixarem seus juros e criar uma política fiscal mais inteligente. Entenda a crise e o Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crise econômica: oportunidade para o Brasil baixar os juros" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_crise_economica_oportunidade_Brasil_baixar_juros.jpg" alt="Crise econômica: oportunidade para o Brasil baixar os juros" align="left" hspace="2" vspace="2" />A semana passada foi marcada pelos extremos. Na segunda-feira, o mercado financeiro viveu momentos de pânico com a <a title="S&amp;P rebaixa nota de dívida americana" href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,em-decisao-inedita-agencia-reduz-nota-de-risco-de-credito-dos-eua,79073,0.htm" target="_blank">diminuição do rating dos EUA realizada pela Standard &amp; Poor&#8217;s</a>. Ao mesmo tempo, a situação na Europa também preocupava o investidor. Se já havia conhecimento de que Grécia, Portugal, Espanha estavam com grandes dificuldades, a <a title="França também preocupa" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/957389-bovespa-cai-com-temor-externo-sobre-a-franca-dolar-vai-a-r-162.shtml" target="_blank">França também começou a ser olhada com certa preocupação</a>.</p>
<p>A semana foi caminhando e, aos poucos, a crise foi sendo compreendida de uma maneira menos dramática (pelo menos nesse momento). Existe a compreensão por parte de muitos de que o crescimento econômico mundial continuará pequeno, mas insuficiente para nos levar para o abismo. Fala-se em recessão, mas não em depressão.</p>
<p><strong>O Brasil está preparado para a “nova” crise?</strong><br />
Aqui no Brasil, a presidenta <strong>Dilma Rousseff</strong> e os componentes da equipe econômica se apressaram em garantir que <a title="Dilma e equipe econômica garantem que Brasil está melhor aparelhado" href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/brasil-esta-mais-preparado-para-enfrentar-crise-diz-dilma-20110808.html" target="_blank">estamos aparelhados para atravessar com tranquilidade esse momento de turbulência</a>. Os dados econômicos do país merecem atenção: se não são perfeitos (e não são!), podemos considerá-los <a title="Números brasileiros são melhores que no passado" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/08/12/cenario-externo-e-complexo-mas-pais-esta-preparado-diz-tombini.jhtm" target="_blank">relativamente bons se comparados com a maior parte dos países</a>.</p>
<p><span id="more-6438"></span>Talvez a crise seja na verdade a grande oportunidade que o Brasil necessitava de atacar um problema antigo: os altos juros. A crise poderá conter os preços internacionais e jogar nossa inflação para os percentuais desejáveis, dentro da meta – o que abre espaço para juros consistentemente mais baixos, hoje e no futuro.</p>
<p>A queda nas taxas pode trazer diversos desdobramentos importantes para nossa economia. A questão do câmbio, muito falada recentemente, pode ser uma das áreas afetadas positivamente, contendo os apelos da indústria, que se vê totalmente perdida e sem competitividade diante dos produtos importados e dos baixos ganhos com as exportações.</p>
<p><strong>A oportunidade para baixar os juros</strong><br />
Na quinta-feira passada, o jornal &#8220;O Estado de São Paulo&#8221; publicou uma <a title="Estadão entrevista Henrique Meirelles" href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-brasil-podera-sofrer-contagio-da-crise-pelo-comercio,756999,0.htm" target="_blank">entrevista com <strong>Henrique Meirelles</strong></a>, ex-presidente do Banco Central (BC), que vai de encontro com essa expectativa. <strong>José Paulo Kupfer</strong>, economista e blogueiro do Estadão, analisou e deu sua opinião sobre a entrevista no texto <a title="Leia o texto de José Paulo Kupfer" href="http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/oportunidade-na-crise/" target="_blank">“Oportunidade na crise”</a>. Kupfer afirmou:</p>
<blockquote><p>“Os desdobramentos práticos desse diagnóstico não dão margem a dúvidas. O Brasil deveria, desta vez, compensar possíveis efeitos negativos da crise global no nível de atividades com uma ação expansiuonista de política monetária, mantendo contido o lado fiscal”</p></blockquote>
<p>Fico curioso para saber por que, quando esteve à frente do BC, Henrique Meirelles não agiu de forma mais incisiva na questão de baixar mais os juros. Suas decisões e <a title="Meirelles poderia ter sido mais agressivo" href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/12/08/em-ultima-reuniao-sob-comando-de-meirelles-copom-mantem-juros-em-10-75-ao-ano-923226580.asp" target="_blank">atuações foram sempre bastante conservadoras</a>.</p>
<p>A crise sem dúvida representa alguns (grandes) desafios à economia global e ao Brasil. O futuro pode reservar inúmeros perigos, mas não dá para negar que possuímos hoje bases consolidadas e muito melhores para transformar dificuldades em oportunidades. Pode ser que a crise prejudique o crescimento no curto prazo, mas aproveitá-la para colocar em prática medidas de interesse nacional pode ser algo inteligente a se fazer.</p>
<p>Os juros deverão cair, é fato. Mas quanto? Por quanto tempo? Veremos&#8230;</p>
<p>Até a próxima. Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A visita de Barack Obama e os resultados do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 02:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A visita de Barack Obama ao Brasil frustrou as expectativas de muitos especialistas e não trouxe nada de novo à relação entre Brasil e EUA. Qual o problema?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A visita de Barack Obama e os resultados do Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_visita_obama_eua_brasil.jpg" alt="A visita de Barack Obama e os resultados do Brasil" hspace="2" vspace="2" align="left" />Fomos agraciados no final de semana passado com a visita do Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama. A visita produziu cenas memoráveis, afinal tanto Obama como a Primeira Dama Michelle <a title="Presidente Obama passeia pelo Rio" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/visitaobama/carisma+e+simpatia+de+obama+cativam+a+plateia+do+municipal/n1238182073892.html" target="_blank">mostraram carisma e disposição de sobra</a> para correr os pontos turísticos do Rio de Janeiro, incluindo no roteiro uma inesquecível visita noturna ao Cristo Redentor.</p>
<p>Diversos temas relevantes foram abordados durante sua passagem, mas a verdade é que sua visita não resultou em nenhum tipo de compromisso efetivamente bom para o Brasil. A visita aconteceu, mas serviu apenas para estreitar laços já conhecidos. O atual cenário global mostra o Brasil como um grande exportador de commodities e, no entanto, persistem enormes barreiras contra a entrada de nossos produtos nos EUA.</p>
<p><strong>A novela do Biocombustível</strong><br />
Entre nossos principais produtos está o biocombustível, feito a partir da cana de açúcar. Nos EUA, o biocombustível é feito a partir do milho e o governo norte-americano paga aos produtores US$ 0,45 por galão. Os subsídios chegaram a custar ao governo americano, só no ano de 2008, <a title="Pelo fim dos subsidios nos EUA" href="http://www.odiario.com/economia/noticia/402513/usinas-querem-discutir-o-fim-dos-subsidio-com-barack-obama/" target="_blank">mais de US$ 4 bilhões</a>. E o governo norte americano ainda cobra uma tarifa extra de US$ 0,54 por galão. Nosso produto poderia ser muito competitivo por lá. Poderia.</p>
<p><span id="more-5904"></span>A verdade é que os produtos brasileiros &#8211; etanol, suco de laranja, algodão, carne bovina, entre outros &#8211; não são competitivos do ponto de vista financeiro a ponto de encontrar mercado consumidor dentro dos EUA. Isso ocorre devido às inúmeras barreiras e à força do lobby de produtores norte-americanos. Acessar o mercado é complicado para nossos exportadores.</p>
<p>Claro que o fim das barreiras não depende exclusivamente da vontade do Presidente Obama (O congresso é fundamental), mas ele é a autoridade máxima do país. Ele não deu nenhum indicativo de que as barreiras possam ser revistas.</p>
<p><strong>Balança comercial: os motivos do déficit</strong><br />
Analisando friamente os números, fica mais fácil entender os motivos que levaram a <a title="Balança comercial deficitária em 2010" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/03/16/deficit-comercial-com-eua-e-desafio-em-visita-de-obama-ao-brasil.jhtm" target="_blank">balança comercial brasileira a ser deficitária em 2010</a> em relação aos EUA em US$ 8 bilhões &#8211; vendemos US$ 19 bilhões e compramos US$ 28 bilhões.</p>
<p>Durante a visita de Obama, muitos analistas se exaltavam em criticar algumas escolhas que o Brasil fez nos últimos anos ao buscar novos parceiros comerciais. Ora, trabalhar ao lado da maior economia do planeta não é algo que pode ser rejeitado. Pelo contrário, a relação tem e terá sempre muita importância para o desempenho de nosso país.</p>
<p>Mas, sejamos realistas: não existe por parte do governo norte-americano (presidência e principalmente congresso) abertura para que exista um ambiente “ganha ganha”. Eles querem vender e oferecer seus produtos sem a recíproca para nosso país. Fica fácil com esse tipo de conduta entender o <a title="Por que não avançamos com a Alca?" href="http://correiodobrasil.com.br/amorim-culpa-eua-e-canada-por-fracasso-da-alca/51595/" target="_blank">fracasso nas negociações da Alca</a> (Área de Livre Comércio das Américas), por exemplo.</p>
<p><strong>Parceiros globais, não parceiro exclusivo</strong><br />
Imaginemos que o Brasil não diversificasse seus negócios e parceiros comerciais, buscando, por exemplo, outros mercados (como a China). Será que teríamos atravessado o período de crise da mesma forma? Não precisamos ir muito longe para entender isso: basta relembrar as dificuldades que o México atravessou durante o tombo recessivo do Tio Sam, quando <a title="México tenta aproximação com o Brasil" href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/08/17/mexico-quer-aproximacao-do-brasil-para-menor-dependencia-dos-eua-757440069.asp" target="_blank">passou a querer se aproximar do Brasil</a>.</p>
<p>Para finalizar e citar, claro, um ponto positivo da passagem de Obama, rolou um certo <a title="Pré-Sal desperta interesse dos EUA" href="http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=42814" target="_blank">interesse dos EUA pelo tema &#8220;pré-sal&#8221;</a>. Trata-se de um legado que, sem sobre de dúvidas, pode vir a ser um grande trunfo de nossa economia &#8211; desde que não tropecemos nas nossas próprias pernas. É torcer, trabalhar e esperar para ver. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O vale das oportunidades perdidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/18/o-vale-das-oportunidades-perdidas/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Como surgem as ressacas econômicas? O Brasil está fazendo o mesmo que seus colegas do chamado BRIC a fim de crescer mais e de forma mais sustentável?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O vale das oportunidades perdidas" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_economia_vale_oportunidades_perdidas.jpg" alt="O vale das oportunidades perdidas" hspace="2" vspace="2" align="left" />Vou começar o texto com um questionamento: Como nascem as ressacas econômicas? O leitor poderá me responder afirmando que elas se originam das bolhas da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou, quem sabe, do abuso dos movimentos especulativos. Mas, para resumir, eu mesmo responderia afirmando que elas nascem das oportunidades perdidas. A oportunidade perdida de conter na raiz um tsunami financeiro (<em>Lehman Brothers</em>); a oportunidade jogada no lixo de impor maior rigor na segregação de atividades de bancos de investimentos e bancos comerciais (o contexto da crise de 2008) e por aí vai.</p>
<p>São exemplos atuais, mas ainda assim não ilustram o tema central. Então, para ajudar, vamos encaixar no texto uma breve historinha do velho oeste. As oportunidades desperdiçadas no tempo e nos fatos são como o “cavalo encilhado” embaixo da janela. Ele está ali, a disposição para ser montado, o mocinho sabe que cair em cima dele é a melhor alternativa, sabe que ele é o passaporte para melhores e mais interessantes aventuras, que a consequência principal de não montá-lo e dar no pé será a de passar o resto da vida sendo explorado e colhendo batatas de sol a sol.</p>
<p>Mas ele prefere esquecer essa lógica contundente, se enche de medo diante dos transtornos e do trabalho que abandonar a sua pacata e previsível vida trará e decide abrir mão do cavalo, que instantes depois passa galopando na sua frente, dessa vez montado por um cavaleiro mais audacioso e destemido.</p>
<p><span id="more-5770"></span>Mas o que isso tem haver com ressacas econômicas e oportunidade perdidas? Eu chego lá.</p>
<p>O investidor e especialista do mercado de <em>commodities</em>, <strong>Jim Rogers</strong>, afirma categoricamente que a festa em cima da extração e venda de riquezas naturais de países como o Brasil está longe de acabar.</p>
<p>Alívio? A curto e médio prazo e diante das circunstancias pode ate ser, mas o que dizer sobre o longo prazo? Sobre o futuro?</p>
<p>Desta vez, peço desculpas ao leitor por me esquivar propositadamente das possíveis respostas e retóricas e, na intenção de plantar uma interrogação gigante e saudável na cabeça de cada um, destaco abaixo mais alguns incômodos questionamentos, todos eles rodando na cabeça do <em>cowboy</em> observando o “cavalo encilhado”:</p>
<ul>
<li>Até quando vamos nos acomodar ancorando a nossa força econômica na extração e vendas de riquezas naturais?</li>
<li>Até quando os ambientes acadêmicos viverão distanciados da realidade dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e de suas urgências funcionais?</li>
<li>Quando de fato o investimento em educação se transformará de retórica para fato consumado e concreto?</li>
<li>Quando virá a tão esperada reforma tributária?</li>
<li>Quando abordaremos de frente os problemas previdenciários brasileiros?</li>
<li>Quando teremos uma classe empresarial coesa e engajada, que repudie a ideia de simplesmente manter investimentos e contribuições socioambientais e que passe a atuar exigindo a correta aplicação da bilionária arrecadação fiscal, juntamente com a desburocratização para a livre criação de inciativas empresariais?</li>
<li>Quando de fato poderemos contar com relevantes incentivos ao desenvolvimento tecnológico e à pesquisa científica?</li>
<li>Quando ocorrerá a reforma da legislação trabalhista, potencializando o crescimento do emprego formal, juntamente com a desoneração para os empreendedores?</li>
<li>A nossa ressaca econômica nunca virá? Contamos com proteção divina?</li>
</ul>
<p>Os nossos colegas de agremiação “Brics” estão montando os seus “cavalos encilhados”. Nossos concorrentes do dito primeiro mundo estão aos trancos e barrancos purgando os seus problemas. A fila anda e as <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3BvcnR1bmlkYWRlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">oportunidades<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> passam. O que faremos?</p>
<p>De duas uma: ou montamos nos cavalos ou veremos a mesma banda passar, recorrentemente, tocando a mesma música, com os mesmos músicos, no mesmo vale das batatas.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Catastrofismo ou otimismo generalizado? Nenhum dos dois!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/03/catastrofismo-ou-otimismo-generalizado-nenhum-dos-dois/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/09/03/catastrofismo-ou-otimismo-generalizado-nenhum-dos-dois/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[O otimismo generalizado em torno do crescimento brasileiro se justifica? O que dizer dos profetas do caos que insistem em apontar rumos econômicos sombrios ao mundo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Catastrofismo ou otimismo generalizado? Nenhum dos dois!" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_catastrofismo_otimismo.jpg" alt="Catastrofismo ou otimismo generalizado? Nenhum dos dois!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Faz muito tempo que não presencio um momento de tanto otimismo e confiança no futuro econômico do Brasil como agora. Algo que toca fundo, principalmente para pessoas que, como eu, viveram as conseqüências do calote na dívida externa, a inflação galopante e a mendicância nacional diante das “nações do primeiro mundo” durante as crises dos países emergentes no final da década de 90 e início deste século.</p>
<p>Foram experiências trágicas sem dúvida alguma, mas de um aprendizado marcante &#8211; talvez o mais importante seja o de receber com desconfiança o senso comum.</p>
<p>Nestes episódios que descrevi, o senso comum, reforçado por analistas renomados, desconhecidos e também aqueles de última hora loucos para explorar os espaços disponibilizados pela mídia era algo que beirava a catástrofe total.</p>
<p><span id="more-4941"></span>Me recordo, como se fosse ontem, de um mega <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> internacional avisando a todos que o Real iria explodir, que corríamos o risco do retorno de uma inflação galopante e que a imagem de filas para se comprar alimentos no país seria muito comum. Pois é, como se sabe, nada disso aconteceu.</p>
<p>O Brasil enfrentou o mar revolto, com uma ou outra vela que se rompeu, precisou ajustar a rota, atrasou o cronograma de navegação, mas, no final das contas e não sem arranhões por parte da tripulação e passageiros, as adversidades foram sendo superadas pouco a pouco. Hoje virou história do passado; e o infortúnio daqueles que administravam o país virou peça de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWFya2V0aW5nXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">marketing<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> eleitoral.</p>
<p>O tempo passou, a estabilidade econômica se solidificou e, quando achávamos que o barco navegaria em águas tranqüilas e a todo vapor, nuvens negras, desta vez vindas do hemisfério norte, nos envolveram mais uma vez na teia do senso comum, onde analistas domésticos e de todo o mundo, mesmo considerando a nossa posição privilegiada (a esquadra Bric), alertavam para a obviedade de nossas evidentes fragilidades. E mais uma vez o noticiário foi tomado pelo pessimismo generalizado. Aqui me refiro à crise de 2008.</p>
<p>Hoje, depois de tudo isso e diante de tanto e generalizado otimismo, percebo que me tornei, digamos, um ser economicamente desconfiado. Fiquei vacinado contra o catastrofismo, mas confesso que me assusta esse (mais uma vez ele) senso comum de que navegaremos em um oceano de oportunidades com vento de popa, potencializado pelos eventos desportivos mundiais que sediaremos nos próximos anos.</p>
<p>Pior, parece que mais uma vez adiaremos, impunes, a realização de reformas estruturais, tais como a previdenciária, a tributária e a política. Não quero, acreditem, ser o desmancha prazeres dessa viagem, avistando “icebergs” ali no horizonte (o que de fato não faz sentido) nem mesmo tempestades a estibordo. Mas, uma ou outra nuvem mais escura que o normal, bem, preciso ser sincero, essas sim, consigo ver com facilidade.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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		<title>Empresas, empreendedores e o Leão da arrecadação</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/07/13/empresas-empreendedores-e-o-leao-da-arrecadacao/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/07/13/empresas-empreendedores-e-o-leao-da-arrecadacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Está em voga um forte movimento empreendedor ligado ao terceiro setor. Que diferença podemos fazer por um Brasil melhor neste sentido? Cobrar o Estado? Fazer nossa parte?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empresas, empreendedores e o Leão da arrecadação" src="http://dinheirama.com/files/2010/07/dinheirama_empreendedores_leao_ambiente.jpg" alt="Empresas, empreendedores e o Leão da arrecadação" hspace="2" vspace="2" align="left" />Nos últimos anos, observamos um significativo engajamento do ambiente empresarial ao chamado terceiro setor. Por engajamento, entenda-se: projetos efetivos, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de toda ordem, virtuosas iniciativas, mas como sempre também existe muito discurso. A velha retórica de sempre, mas agora associada à &#8220;versão 3G&#8221; da patrulha ideológica. A ditadura do politicamente correto.</p>
<p>Antes de causar qualquer polêmica, preciso deixar algo bem claro: sou absolutamente partidário desse envolvimento nas questões sócio-ambientais. Mais do que isso, vejo nessas iniciativas um necessário e seguro investimento em nossa sobrevivência. De fato acredito nisso.</p>
<p>Mas vou me permitir compartilhar com vocês uma nova abordagem do mesmo tema. Vamos lá.</p>
<p><span id="more-4677"></span>Trabalhamos mais de um 1/3 do ano para pagar impostos. São mais de quatro meses totalmente dedicados a isso, garantindo uma das maiores, se não a maior, arrecadação tributária do planeta.</p>
<p>Muito bem. Com essa cifra bilionária, crescente e, como sabemos, insaciável, o aparelho estatal tem por obrigação investir em educação, segurança, urbanização, inclusão social etc., etc., ou seja, no próprio terceiro setor.</p>
<p>Com toda franqueza, não é necessário acompanhar as mazelas nacionais na mídia para ter a certeza inequívoca do quanto essa massa de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é deficientemente empregada, quando é empregada. Para tanto, basta uma boa observação.</p>
<p>Diante disso, sugiro algumas reflexões:</p>
<ul>
<li>Estaríamos nos engajando adequadamente? Será que é suficiente e eficaz nos limitarmos aos investimentos socialmente responsáveis, nos esquecendo de cobrar a correta aplicação dos recursos que nos são arrecadados?</li>
<li>Não estaríamos assim contribuindo para um modelo de inclusão menos sustentável no longo prazo?</li>
<li>Não seria o ato de cobrar de forma estruturada, por si só, uma excelente iniciativa em prol da responsabilidade social?</li>
</ul>
<p>É totalmente legítimo que as empresas empreendam os seus próprios esforços na área social, com ou sem renúncia fiscal associada, reforçando o seu posicionamento institucional. Mas acho que não é o bastante. Falta engajamento efetivo. Algo que vá além do “cool”, além daquilo que é, digamos, “bonitinho”. Algo que nos permita cobrar do Estado para que faça a sua parte.</p>
<p>Enquanto isso, o Leão persegue as suas presas, sem nenhuma preocupação com a sua imagem institucional ou com o posicionamento politicamente correto. Ele não se interessa pelo assunto e não está nem aí para falar a verdade, mas segue voraz, eficiente, bravo e faminto.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil e a &#8220;Fanfarronice&#8221; Européia</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/05/13/o-brasil-e-a-fanfarronice-europeia/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 16:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Alberto Debastiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Euro]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>

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		<description><![CDATA[Financial Times critica Brasil e acusa golpe de sorte para nossa situação. Será? Economias tidas como avançadas estão à beira do colapso, como explicar isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Brasil e a &quot;Fanfarronice&quot; Européia" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_fanfarronice_europa_euro.jpg" alt="O Brasil e a &quot;Fanfarronice&quot; Européia" hspace="2" vspace="2" align="left" />Em 05 de maio último, li uma notícia no <a title="Economia - Terra" href="http://economia.terra.com.br/" target="_blank">portal de economia do Terra</a> (veiculada pela BBC Brasil), que me deixou surpreso. O Título da notícia era: <a title="Leia a matéria completa" href="http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201005051041_BBB_78941332" target="_blank">&#8216;FT&#8217; vê &#8220;fanfarronice&#8221; em recuperação econômica do Brasil</a>.</p>
<p>Segundo o artigo, o jornal inglês <em><a title="Financial Times" href="http://www.ft.com" target="_blank">Financial Times</a> (FT)</em>, em seu editorial, avaliou como &#8220;complacência&#8221; latino-americana a boa situação econômica do Brasil frente ao momento de crise mundial, alertando que <em>&#8220;as piores quedas normalmente ocorrem justo quando se está cantando de galo&#8221;</em>, como se os países da zona do Euro já não “cantassem de galo” há muito tempo (provável razão para a decadência econômica que experimentam agora).</p>
<p>Minha surpresa (e minha indignação) se deu em razão da chacota ter sido publicada em um jornal da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RXVyb3BhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">Europa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, de onde nos chegam as mais bizarras notícias sobre protestos e revolta popular contra a postura pouco responsável de governos que administram tão mal suas políticas econômicas.</p>
<p>Grécia, Portugal, Espanha e, talvez, em breve, outros países europeus venham a figurar entre os que sofrerão os efeitos do uso inadequado das reservas financeiras e da adoção de políticas monetárias pouco equilibradas pelos países que o <em>Financial Times</em> chama de &#8220;economias avançadas&#8221;.</p>
<p><span id="more-4460"></span>Talvez o FT também considere &#8220;avançada&#8221; a economia americana, que espalhou papéis podres que os &#8220;avançados&#8221; <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e banqueiros europeus compraram sem muito critério, baseados exclusivamente em sua &#8220;avançada&#8221; ganância, amparada na falsa noção de que eram os &#8220;donos do mundo&#8221;, mostrando a todos a “fanfarronice” européia.</p>
<p>Para mim, o que parece incomodar os especialistas do Financial Times é ver economias de países como o Brasil resistirem a momentos de crise como o que, por muito pouco, não destruiu o Euro (em apenas algumas semanas), enquanto o Real segue bem apreciado e experimenta um período de valorização que há muito tempo não se via por aqui.</p>
<p>No artigo, o FT argumenta que o Brasil contou com uma boa dose de &#8220;sorte&#8221; na última década e tenta se justificar afirmando que os bancos latino-americanos, calejados por crises anteriores, focaram o mercado interno e preferiram não se expor aos empréstimos do tipo subprime.</p>
<p>Nisso, o FT tem razão: os “calos” deixados por crises anteriores realmente ensinaram lições importantes sobre análise de risco (lições que os investidores europeus parecem nunca ter aprendido). Aqui, em nossa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> “pouco avançada” não se compra papel podre aos montes, sem critério, pagando preço de ouro.</p>
<p>Ao final, o FT afirma que <em>“os países da região devem procurar olhar para além da bonança e tomar medidas como evitar a apreciação exagerada do câmbio”</em>. Francamente, quando olho para além da “bonança”, só lamento não termos um governo melhor preparado para aproveitar o momento econômico que vivemos, altamente propício para realmente projetar o Brasil a nível mundial.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Carlos Alberto Debastiani</b>.<br>

Carlos Alberto Debastiani é empresário, investidor e autor dos livros “Candlestick”, “Análise Técnica de Ações”, “Avaliando Empresas, Investindo em Ações” e “Pare de Viver na Corda Bamba”, todos editados pela Novatec Editora.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As oportunidades no Brasil da classe média</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/04/23/as-oportunidades-no-brasil-da-classe-media/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/04/23/as-oportunidades-no-brasil-da-classe-media/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A classe média já representa metade da população brasileira. O que isso significa em termos de oportunidades e diferenças para hoje e futuro? Viva a classe média!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As oportunidades no Brasil da classe média" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_oportunidades_brasil_classec.jpg" alt="As oportunidades no Brasil da classe média" hspace="2" vspace="2" align="left" />Investidores, bancos e muitos outros agentes ligados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytmaW5hbmNlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-68">mercado financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> passaram o ano de 2009 bastante atarefados. O tímido desempenho da economia nacional no ano passado trouxe preocupações, mas também uma constatação importante: a migração de classes, alimentada pelo crescimento e estabilidade econômica, é uma realidade que vem transformando o país. Nos últimos cinco anos, a classe C recebeu 30 milhões de brasileiros e já representa 49% da população de nossa nação, ou 92,85 milhões de pessoas.</p>
<p>O número em si não representa muita coisa, mas sua análise em relação às classes D e E nos permite concluir que a mudança representa crescimento e aumento no poder de compra. De acordo com dados do Ipsos, em 2005 a classe D/E continha 51% da população, enquanto a classe C sustentava 34% dos brasileiros. A situação se inverteu e hoje somos um país de classe média (classe C com 49% do total) e menos pobre (classe D/E com 35%).</p>
<p>O economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), <strong>Marcelo Neri</strong>, disse à Folha em 07/04 que o Brasil deve ter pelo menos mais cinco anos de ascensão social, com a entrada de 9,4 milhões de brasileiros nas classes A/B até 2014 e outros 26,6 milhões na classe C.</p>
<p><span id="more-4352"></span>Mercado de trabalho aquecido, criação e formalização de empregos, empreendedorismo e ambiente econômico estável são alguns dos ingredientes para tais mudanças. Com a renda familiar média também em ascensão, muitos brasileiros começaram a compor seu desejo de compra com itens antes supérfluos, como indica <a title="Leia a matéria completa" href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/4/18/classe-c-puxa-novo-padrao-de-consumo" target="_blank">matéria recente sobre padrão de consumo da classe C publicada pelo jornal Folha de S. Paulo</a>.</p>
<p><strong>Bem estar e qualidade de vida<br />
</strong>A notícia é importante porque evidencia a tão comentada (e necessária) ascensão social. Cada vez mais, os brasileiros estão tendo acesso a novas oportunidades de trabalho, o que influencia diretamente a renda da família, sua capacidade de construir <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGF0cmltJUY0bmlvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">patrimônio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e investir em qualidade de vida. A realização de pequenos desejos oferece possibilidades de elevar a autoestima e, com ela, a felicidade.</p>
<p>Abro parênteses para uma questão por vezes polêmica: investir e adiar consumo para realização de sonhos não significa que a prioridade deve ser dada apenas para as conquistas futuras. Não. Significa destinar parte de suas receitas para estes objetivos, mas de forma que outra parte do orçamento seja usada para o equilíbrio no dia a dia e qualidade de vida. Tudo para que você viva bem, satisfazendo também as vontades imediatas. Priorizar apenas um ou outro extremo é não saber valorizar toda a mudança que a classe C vem trazendo ao país.</p>
<p><strong>Investindo em oportunidades de geração de renda<br />
</strong>Vale reiterar que com um Brasil mais previsível e economicamente sustentável, sobram oportunidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">empreender<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e gerir o próprio negócio. Com renda crescente e maior estabilidade no trabalho, potenciais clientes podem estar deixando de consumir porque sua região não oferece determinados produtos. Serviços gerais, antes na informalidade, agora podem se profissionalizar &#8211; not o caso do programa MEI (Micro Empreendedor Individual). Tem mais gente por ai querendo ajustar e elevar seu padrão de vida, o que é ótimo.</p>
<p>Fica claro que o caminho parece ser muito diferente daquele pautado pelas extenuantes altas nos preços, dificuldade de poupança e planejamento. A moeda única, a oportunidade de usar serviços bancários de qualidade, o crédito e a força de trabalho cada vez mais qualificada são atributos de um país resiliente, candidato a se transformar em potência. E é esse o Brasil que está diante de nossos olhos. Aproveitá-lo significa reconhecer sua trajetória e valorizar aquilo que depende do nosso controle: nosso capital moral, intelectual e financeiro. Viva o Brasil da classe média.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Reciclagem: o que pode e o que não pode?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/26/reciclagem-o-que-pode-e-o-que-nao-pode/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/03/26/reciclagem-o-que-pode-e-o-que-nao-pode/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 15:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[despesa]]></category>
		<category><![CDATA[longo prazo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe que a reciclagem é importante, mas não tem idéia de que produtos podem ser reciclados e como este processo acontece? Entenda a reciclagem de forma definitiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Reciclagem: o que pode e o que não pode?" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_reciclagem_pode_nao_pode.jpg" alt="Reciclagem: o que pode e o que não pode?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Antes, durante ou depois de fazermos nossas compras, uma questão que gera muitas dúvidas é como descartar o lixo gerado com o nosso consumo. Com tantos materiais diferentes, como saber o que separar para reciclagem e o que enviar para o aterro sanitário? Além de saber quais são os tipos de resíduos recicláveis, é importante saber quais deles podem realmente ser reciclados.</p>
<p>Isso não só para dar a destinação correta, como também para evitar gerar resíduos que não sejam recicláveis. Assim, veja abaixo o que pode e o que não pode ser reciclado:</p>
<p><strong>1. Papel e/ou papelão </strong></p>
<ul>
<li><strong>Reciclamos:</strong> jornais e revistas, livros, folhas de caderno, formulários de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UENfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">computador<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, caixas em geral, aparas de papel, fotocópias, envelopes, rascunhos, cartazes velhos, papel cartão, embalagens longa vida, listas telefônicas, papel de fax;</li>
<li><strong>Não reciclamos:</strong> etiquetas adesivas, papel carbono e celofane, fita crepe, papéis sanitários, papéis metalizados, papéis parafinados, papéis plastificados, guardanapos, “bitucas” de cigarro, fotografias.</li>
</ul>
<p><span id="more-4208"></span><strong>2. Produtos metalizados</strong></p>
<ul>
<li><strong>Reciclamos: </strong>folha-de-flandres, tampinha de garrafa, latas de óleo, leite em pó e conservas, latas de refrigerante, cerveja e suco, alumínio, embalagens metálicas de congelados;</li>
<li><strong>Não reciclamos: </strong>clips, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos.</li>
</ul>
<p><strong>3. Plástico</strong></p>
<ul>
<li><strong>Reciclamos:</strong> canos e tubos, sacos, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q0RfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">CD<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>s, disquetes, embalagens de margarina e produtos de limpeza, embalagens PET: refrigerante, suco e óleo de cozinha, plásticos em geral;</li>
<li><strong>Não reciclamos: </strong>cabos de panela, tomadas, plásticos termofixos (usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos), isopor.</li>
</ul>
<p><strong>4. Vidro</strong></p>
<ul>
<li><strong>Reciclamos:</strong> recipientes em geral, garrafas e copos;</li>
<li><strong>Não reciclamos:</strong> espelhos, vidros planos e cristais, cerâmicas e porcelanas, tubos de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFZfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>s e computadores.</li>
</ul>
<p><strong>5. Outros</strong></p>
<p><strong>5.1. Eletrônicos:</strong> a reciclagem desses itens é trabalhosa, uma vez que são compostos por vários tipos de materiais, incluindo itens tóxicos como mercúrio, chumbo e refrigerantes químicos. Mas se os produtos forem adequadamente desmontados, seus componentes podem ser separados para destinação ou reaproveitamento.</p>
<p><strong>5.2. Pneus usados: </strong>podem ser usados para os mais diferentes fins, desde sandálias até asfalto. O importante é descartá-los corretamente, inclusive denunciando quem faz queima desses resíduos.</p>
<p><strong>5.3. Óleo de cozinha:</strong> jogar o óleo usado na pia é uma péssima idéia. Ele permanece no encanamento e causa entupimentos. Sem um sistema de tratamento de esgoto, acaba em rios e represas, impermeabiliza o solo e entra em decomposição, soltando gás metano, um dos grandes vilões do efeito estufa. Por isso, devemos guardar o óleo usado em garrafas para depois dar a destinação adequada, que pode ser a solução caseira de fazer sabão (indico o artigo <a title="Faça sabão ecológico em casa" href="http://drang.com.br/blog/2009/08/faca-sabao-ecologico-em-casa/" target="_blank">“Faça sabão ecológico em casa”</a>, da querida <strong>Denise Rangel</strong> da <a title="Rede Ecoblogs" href="http://www.ecoblogs.com.br/" target="_blank">Rede Ecoblogs</a>). Mas se não tiver tempo para isso, procure empresas ou pessoas que trabalhem com essa reciclagem. Seu óleo usado pode se transformar até em biodiesel.</p>
<p><strong>5.4. Lixo orgânico: </strong>cerca de 1/3 de todo alimento comprado vai para o lixo. Sem trocadilhos, é dinheiro que jogamos diretamente no lixo! Para mudar esse quadro, é preciso rever conceitos e adotar novos hábitos, como planejar o cardápio com antecedência, aumentar a freqüência das compras e diminuir as quantidades. Já os resíduos que são inevitáveis (cascas, talos, sementes) podem ser usados de duas formas: em receitas com aproveitamento total dos alimentos ou por meio de compostagem doméstica (para saber mais, veja o artigo <a title="Como fazer um minhocário doméstico" href="http://www.maiscommenos.net/blog/2009/04/como-fazer-um-minhocario-domestico/" target="_blank">“Como fazer um minhocário doméstico”</a> no <a title="Blog Mais com Menos" href="http://www.maiscommenos.net/" target="_blank">Mais Com Menos</a>). Além de reduzir a quantidade de lixo doméstico, gera-se um excelente adubo orgânico. E de graça!</p>
<p><strong>5.5. Fraldas descartáveis: </strong>apesar de práticas, em torno de 17 milhões de fraldas são descartadas por dia no Brasil.  E elas levam cerca de 500 anos para se decompor! Já existem algumas iniciativas em busca de reciclar esses resíduos, mas, seguindo os 4Rs, também precisamos investir na redução. Por isso, uma opção ecológica e econômica são as fraldas de pano. É possível encontrar modelos bonitos, que imitam o formato das fraldas descartáveis, e possuem grande durabilidade. Se não podemos substituir totalmente os modelos descartáveis, usar as fraldas de pano aos finais de semana ou quando for possível já é um bom começo.</p>
<p><strong>As cores da reciclagem<br />
</strong>Certamente você já deve ter visto recipientes para separação do lixo, mas sempre surge aquela dúvida sobre a cor de cada tipo de resíduo. Assim, segue um resumo do assunto:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_cores_reciclagem.png" alt="Cores da Reciclagem" /></p>
<p><strong>Reciclar é bom!<br />
</strong>Você sabia que uma tonelada de papel reciclado evita o corte de 15 a 20 árvores, economiza 50% de energia elétrica e 10 mil m3 de água? E que uma tonelada de alumínio reciclado evita a extração de 5 toneladas de minério? Além disso, 100 toneladas de aço reciclado poupam 27 kWh de energia elétrica e 5 árvores usadas como carvão no processamento de minério de ferro, assim como 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo.</p>
<p>O reaproveitamento de materiais é bom para o meio ambiente e para a sociedade, gera empregos e cria oportunidades de negócio. E você? Já separa o lixo para reciclagem? Tem alguma boa prática para contar? Aproveite os comentários e compartilhe com a gente.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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