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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; carreira</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; carreira</title>
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		<title>Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/12/um-desabafo-sobre-nos-e-steve-jobs-somos-todos-geniais-e-dificeis/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Jobs era mesmo um gênio, mas também um chefe bem difícil. Mas, somos todos geniais e difíceis, não? Então como fica a gestão de pessoas e recursos humanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desabafo_nos_steve_jobs_somos_todos_geniais_dificeis.jpg" alt="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Carlos Jenezi</strong>, empresário, consultor e colaborador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Nesses dois meses que se passaram desde a morte de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmUrSm9ic18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Steve Jobs<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, muito se falou e escreveu sobre ele. A maioria falava de sua genialidade, seu espírito inovador, sua revolução no mundo da tecnologia. Tentando usar um pouco mais de seu já desgastado perfil, peço licença póstuma pra discorrer sobre um tema que Jobs também era mestre: sua irascibilidade enquanto chefe (o seu biógrafo, Walter Isaacson confirma).</p>
<p>Sua personalidade difícil e por vezes imatura já é de pleno conhecimento de todos há muitos anos. Jobs era genial, não temos como discordar. Quem conhece minimamente sua história de vida (que vai muito além de seus gadgets) sabe do que estou falando. Mas Jobs também era um cara muito complicado; era dificílimo enquanto gestor de pessoas. Uma característica que sua humanidade preservou, afinal, ele (como todos) carregou consigo a prerrogativa da imperfeição humana.</p>
<p>Eu nunca tive a sorte de trabalhar com chefes verdadeiramente geniais. Meus ex-superiores variavam entre a normalidade e a mediocridade. Por outro lado, tive a infelicidade de trabalhar com chefes que foram péssimos no gerenciamento de pessoas. Talvez eles fossem geniais enquanto esportistas, pais, maridos, mas como gestores dos tais “recursos humanos”, infelizmente não.</p>
<p>Se eu pudesse ter escolhido entre trabalhar com Jobs (genial e irascível) e outra pessoa qualquer (mediano, mas que gerenciasse bem sua equipe), o que teria preferido? Sinceramente, não sei. Provavelmente um pouco de cada, de acordo com a fase da minha vida profissional.</p>
<p><span id="more-6792"></span>De qualquer forma, sempre que ouço falar de pessoas como Jobs e meus ex-chefes fico me perguntando: onde teriam chegado se fossem melhores gestores de suas equipes? Quantas oportunidades não perderam? Quantas pessoas extremamente competentes – normais ou geniais – não repeliram com suas atitudes imaturas e irracionais?</p>
<p>Também me pergunto sobre o que as motiva a agirem dessa forma. Será que nunca ouviram <em>feedbacks</em> de que sua postura era contraproducente? Duvido. Ouviram muitas vezes, mas preferiram se manter iguais, seja por preguiça, descaso ou simplesmente incapacidade de mudar, a opção na qual mais acredito. Vamos aos fatos.</p>
<p>Quando prego que os chefes em geral devem olhar mais atentamente para suas equipes, não o faço como defensor dos direitos humanos. Acredito que o mercado de trabalho é lugar pra “gente grande”, pra pessoas que devem estar preparadas para suportar pressão e cobrança por resultado. Em troca, receberão seus salários, direitos e, quem sabe, alguns mimos adicionais.</p>
<p>Quem não estiver disposto, que mude de ocupação. Quando defendo o olhar atento para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rcGVzc29hc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">gestão de pessoas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, defendo antes de qualquer coisa a eficiência. Produtos e serviços são grandes diferenciais de uma empresa, mas quem os desenvolve e executa são as pessoas.</p>
<p>Salários altos seguram talentos, porém por pouco tempo. Escolher pessoas talentosas, treiná-las de acordo com a cultura da empresa, mantê-las motivadas de verdade (através de salário, desafios e um ambiente estimulante) são com certeza os maiores desafios dos gestores atuais. São também os grandes diferenciais que qualquer empresa pode ter. A má notícia é que poucas empresas se dão conta dessa realidade e cobram dos chefes esse tipo de conhecimento.</p>
<p>Todos nós, chefes ou subordinados, devemos ter sempre essa realidade em mente. Como subordinados, devemos olhar nossos superiores e tentar enxergar se eles de fato estão à altura de nosso valor ou se devemos simplesmente “demiti-los” de nossa história profissional (acredite, existem muitas empresas em todo o mundo!).</p>
<p>Como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hlZmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">chefes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, devemos olhar o exemplo de Jobs e tentar enxergar em nós a genialidade, a normalidade ou a mediocridade. A boa notícia é que, no caso da gestão de pessoas, a diferença entre um e outro não está na vontade divina, e sim na sincera e pragmática decisão de ser mais eficiente.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/01/dinheirama-entrevista-marcelo-cuellar-headhunter-na-michael-page/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/11/01/dinheirama-entrevista-marcelo-cuellar-headhunter-na-michael-page/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page, fala da escolha da profissão, do desenvolvimento da carreira e da importância de ficar atento às oportunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_entrevista_marcelo_cuellar_headhunter_michael_page.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" align="left" hspace="2" vspace="2" />Que rumo tomar quando o assunto é nossa carreira? Você, jovem leitor, já deve ter se questionado bastante sobre suas escolhas profissionais. Acontece sempre, não é mesmo? Tivemos a oportunidade de conversar sobre isso com <strong>Marcelo Cuellar</strong>, administrador pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em Recursos Humanos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em São Paulo e <a title="Conheça o Blog do Cuellar" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/" target="_blank">blogueiro do site da Revista Você S/A</a> (Ed. Abril).</p>
<p>Marcelo Cuellar faz parte do corpo gerencial da <strong><a title="Conheça a Michael Page" href="http://www.michaelpage.com.br/" target="_blank">Michael Page</a></strong>, consultoria multinacional de recrutamento de executivos, onde é responsável por projetos em empresas dos mais variados segmentos da economia, diferentes culturas organizacionais, nacionais e multinacionais. Cuellar é também músico, com muitos cursos completos relacionados ao tema, como harmonia, improvisação, teoria musical, história da música entre outros.</p>
<p>As transformações pessoais ao longo da carreira e a necessidade de fazer algo que traga retorno financeiro e emocional desperta excelentes discussões nas rodas de amigos. Cuellar deu sua opinião sobre isso nesta entrevista. Acompanhe nosso papo e faça contato com o autor pelo <a title="Siga o Cuellar no Twitter" href="http://www.twitter.com/marcelocuellar" target="_blank">@marcelocuellar</a> (<em>Twitter</em>) e através de seu <a title="Acesse o perfil no LinkedIn" href="http://br.linkedin.com/in/marcelocuellar" target="_blank">perfil no LinkedIn</a>.</p>
<p><span id="more-6764"></span><strong>Marcelo, recentemente perdemos Steve Jobs, uma pessoa com uma trajetória profissional brilhante. Ele criou uma cultura que transformou a forma como as pessoas lidam com informática e influenciou toda uma geração. No famoso discurso aos formandos da Universidade de Stanford, Jobs mostra a importância de trabalhar naquilo que realmente se faz com amor. Em sua opinião, trabalhar com o que se gosta é indispensável para se tornar um profissional de sucesso? Por quê?</strong></p>
<p><strong>Marcelo Cuellar:</strong> Indispensável é uma palavra forte, mas com certeza faz toda a diferença. Parafraseando Confúcio, <em>“se você trabalhar naquilo que você gosta, nunca mais precisará trabalhar”</em>.</p>
<p>Imagine você trabalhar em alguma coisa que você faria até de graça! Agora imagine ainda alguém pagar você para fazer isto! É talvez como se sente o Ronaldinho Gaúcho. Pagam – e muito bem – para ele fazer o que ele ama. É o que acredito que todos devem ter como ideal profissional.</p>
<p><strong>Muito se fala da Geração Y e seu desapego com as corporações. Existe a ideia de que as pessoas dessa geração lidam com a troca de emprego de uma forma diferente (nem só o salário importa). Essa imagem é realmente verdadeira? O que levou a termos uma transformação significativa entre as gerações X e Y?</strong></p>
<p><strong>M. C.:</strong> Não sou um especialista no tema Geração Y, mas acredito que independente da geração, o mundo hoje busca o equilíbrio como nunca visto antes. Há protestos em <em>Wall Street</em> contra os banqueiros, novas seitas e religiões surgindo, explosão da venda dos livros de auto-ajuda e muito mais. Não acho que é uma exclusividade da Geração Y.</p>
<p>Além disso, o mundo nunca ofereceu tantas oportunidades como hoje. Com um clip feito em casa você pode fazer sucesso no mundo todo via <em>YouTube</em>, por exemplo. Mixar seu próprio CD ou mesmo montar e distribuir um filme nunca foram atividades tão acessíveis. Assim, a geração dos jovens de hoje (Y) não sabe qual alternativa seguir. O mundo corporativo é só mais uma entre todas as oportunidades que um jovem talentoso possui hoje para aproveitar tudo o que o mundo oferece.</p>
<p><strong>Um dos principais gargalos para o crescimento do Brasil é a falta de mão de obra especializada. Como as empresas estão “remediando” essa situação? Importar mão de obra de outros países já é uma tendência?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Importar já é uma realidade, mas a legislação brasileira – para o bem e para o mal – apresenta diversos entraves. O que as empresas têm feito é treinar na base e apostar em um número de retenção que faça sentido pelo investimento feito. Retenção também é um tema muito discutido.</p>
<p>O gap entre a necessidade das empresas e a oferta de mão de obra especializada faz com que as empresas apostem no treinamento de qualidade e acelerem a carreira dos profissionais. Nunca se viu tantos gestores novos como hoje. Como tudo na carreira e na vida, isto tem seu lado bom e ruim.</p>
<p><strong>Muitos de nossos leitores são jovens que estão terminando a graduação, se preparando para entrar no mercado de trabalho. Qual o caminho para encontrar uma boa colocação? Os programas de <em>trainee</em> podem oferecer um desenvolvimento interessante? O que mais?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Programa de <em>Trainee</em> não é garantia de sucesso, mas pode ser uma boa porta para quem busca crescer no mundo corporativo. Mas, como eu disse antes, o mundo corporativo é apenas uma das alternativas existentes hoje para jovens brasileiros. O Brasil precisa de muitas outras profissões que nem sempre são abarcadas pelo mundo corporativo.</p>
<p>A dica para encontrar uma boa colocação é fazer algo que você goste. É um pouco do que conversamos no começo da entrevista. Com isso, o sucesso é quase garantido.</p>
<p>E outra coisa: gente talentosa <strong>vai</strong> fazer sucesso, independentemente de empresa ou profissão. O Brasil vive um momento único e precisa de gente talentosa em várias áreas do conhecimento. Lembrando também que o crescimento hoje se dá mais fora do eixo Rio-São Paulo. Tem muita oportunidade fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>E as sempre muito comentadas “profissões do futuro”? Existem áreas que podem ser destaques e oportunidades de “ouro” para quem puder ainda escolher esse caminho? Basta escolher? E como ficam a afinidade e o talento para a profissão?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Você pode ter sua aptidão ou talento alinhado às profissões do futuro. O envelhecimento da população é um fato. Isto não quer dizer que só haverá médicos e casas de repouso. Idosos precisarão de Internet, diversão, informação de fácil acesso e entendimento, consultoria financeira, alimentação balanceada, como hoje, apenas com outra orientação.</p>
<p>É o mesmo com o segmento de Óleo e Gás após a descoberta do pré-sal. É lógico que algumas profissões ficaram mais atrativas, mas diversas outras profissões também foram positivamente impactadas com o pré-sal. Tome o exemplo dos pilotos de helicópteros. Volto a dizer: gente talentosa sempre vai enxergar as oportunidades e aproveitá-las.</p>
<p>As dicas são:</p>
<ol>
<li>O caminho se faz ao caminhar. Por isso comece a andar agora;</li>
<li>Errar faz parte. Mas só valem erros novos;</li>
<li>Nunca é tarde para mudar. Por isto não há uma responsabilidade de escolher agora a profissão da vida toda. Até porque, segundo estudos, ela deve mudar no mínimo sete vezes ao longo da vida.</li>
</ol>
<p><strong>Como você disse, é cada vez mais comum encontrarmos profissionais que, no meio da vida profissional, resolveram mudar de carreira. A que devemos esse movimento? Qual o caminho apropriado para quem se decide por esse caminho?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Tem um texto no meu blog, <a title="Leia o texto completo" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152" target="_blank">“Quero mudar de carreira. E agora?”</a>, que fala justamente sobre isso. Querer mudar de profissão vai ser cada vez mais normal. Como falei anteriormente, as possibilidade são muitas e serão cada vez maiores. O mundo ficou menor, as distâncias encurtaram e as possibilidades se multiplicaram.</p>
<p>Como falo no artigo, o caminho a trilhar não é o ímpeto nem a decisão emocional. É preciso refletir. Mas só refletir também não dá, até porque você nunca terá todas as respostas. A ação é o mais importante. Há <a title="Leia os comentários" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152#comments" target="_blank">comentários bem interessantes</a> no texto que indiquei, em específico de gente que tentou e conseguiu!</p>
<p><strong>Marcelo, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo seu excelente trabalho. Por favor, deixe uma mensagem final para nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> O Brasil vive um momento único e muito positivo. Há oportunidades em todos os lados, mas é preciso ousar. O nosso momento chegou e precisamos agarrá-lo e agora! Bora fazer sucesso! Parabéns a vocês pelo trabalho sensacional e obrigado pela oportunidade. Até a próxima.</p>
<p>Foto: <strong>divulgação</strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/07/arrisque-a-importancia-dos-riscos-na-busca-por-melhores-resultados/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Arrisque se quer realizar seus sonhos e atingir o sucesso merecido. Entenda a importância dos riscos na busca por melhores e mais duradouros resultados. Vença o medo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_arrisque_importancia_dos_riscos_busca_melhores_resultados.jpg" alt="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruna</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, tenho uma carreira bastante promissora, mas meu desejo de mudar e arriscar ser feliz com um projeto diferenciado parece falar mais alto. No entanto, sou muito criticada quando decido abordar esta possível decisão com meus amigos e familiares. Já li que você passou por inúmeras mudanças em sua vida (fim de casamento, mudança total de carreira, problemas de saúde etc.) e gostaria de sua opinião sobre minha história. Como você se sentiu ao ter que enfrentar o risco, sem saber que resultados ele traria? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>A abordagem tradicional do crescimento pessoal, que objetiva ações baseadas no conceito de causa e efeito – “faço isso, estudo aquilo e passo a ganhar mais” –, não deve ser levada ao pé da letra por quem pretende viver uma verdadeira guinada financeira. Enriquecer e atingir a independência financeira contando apenas com o salário é tarefa que poucos conseguem atingir, basta observar a realidade à sua volta.</p>
<p><span id="more-6663"></span>Apresento com mais intensidade essa opinião no artigo <a title="Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, publicado semana passada. Hoje quero aprofundar o tema tratando de um aspecto pouco discutido nos papos sobre dinheiro: a importância de correr riscos! Convido-o a uma reflexão sincera sobre seus passos pessoais e profissionais. <strong>Quando foi que você realmente se arriscou a fim de encarar uma mudança?</strong> Qual foi o resultado?</p>
<ul>
<li><em><strong>“Não deu certo!”</strong></em>. Fracassou? Ok, as saídas são: lamentar-se, encontrando culpados por todo lado, escondendo-se atrás de desculpas de toda ordem e abrindo mão de suas responsabilidades, ou investigar as causas do insucesso, fortalecer os pontos que contribuíram com a ruína e tentar de novo. Aceitar a frustração reduz a ansiedade e torna mais humana a tarefa de “digerir” as trombadas;</li>
<li><strong><em>“Boas oportunidades surgiram”</em></strong>. Extraiu algo de positivo? Excelente. Assumir riscos então contribui para o amadurecimento e possibilita que exploremos melhor todas as nossas capacidades. Assusta, mas enriquece;</li>
<li><strong><em>“Não mudou nada”</em></strong>. Tem certeza? A tentativa de mudar e o risco corrido também não fizeram mal algum, certo? Logo, correr riscos desejando e trabalhando por algo melhor certamente agrega valor, ainda que seja “apenas” como amadurecimento e experiência.</li>
</ul>
<p>Riscos são oportunidades de alcançar resultados diferentes a partir de decisões igualmente diversas. Não há um manual que ensina quem e quando devemos arriscar. Cada pessoa tem seus anseios e desejos e também seu grau de aversão ao risco, mas é importante que estes fatores sejam coerentes. Afinal, o conflito entre o tamanho de nossos sonhos e nossa determinação de arriscar para conquistá-los está entre as razões principais de sérios problemas emocionais.</p>
<p><strong>Encare o risco de forma prática!</strong><br />
Se jogar-se diante de oportunidades que exigem desprendimento ainda lhe parece uma decisão difícil, tente parametrizar sua abordagem de uma forma mais objetiva:</p>
<ul>
<li><strong>Ouça com atenção ao que os outros têm a dizer, mas decida-se sozinho.</strong> Participe ativamente dos círculos familiares e profissionais, mas faça-o de forma inteligente. Isto é, evite o ímpeto de avançar com suas verdades prontas e procure escutar mais que falar. Depois, filtre bem que informações são realmente relevantes para o que você pretende fazer e dê o passo por conta própria; você precisa ser capaz de arcar com as consequências de seus atos;</li>
<li><strong>Informe-se sobre oportunidades de gerar renda extra.</strong> Comece a pensar “fora da caixa” e envolva-se com as chances de abrir seu próprio negócio, investir mais etc. Você já visitou o SEBRAE de sua cidade/região? Já leu algum livro ou material que detalha as alternativas de investimento disponíveis no Brasil hoje? Tenha certeza de que seu desejo de transformação não é apenas uma tentativa de distanciar-se da realidade, dos problemas cotidianos. Em outras palavras, conheça o mundo real relacionado com a atividade que pretende exercer e veja se você tem o perfil para ela;</li>
<li><strong>Discorra e analise as possíveis consequências antes de arriscar.</strong> Gosto bastante de responder a três questões antes de dar um passo rumo ao novo: o que de bom pode acontecer? O que de ruim pode acontecer? Qual dos dois cenários é o mais provável? Funciona assim: eu reúno todas as informações possíveis e que julgo importantes para responder a essas perguntas e vou adiante só quando o quadro me traz confiança.</li>
</ul>
<p>Se você interpretou adequadamente este pequeno artigo, percebeu que ele é um convite à mudança. Quero que você leve em conta sua atual situação e questione-se: estou acomodado e contando mais com os outros que comigo mesmo para atingir minha independência financeira? <strong>Sou definido por minha luta e disciplina para correr atrás do meus objetivos ou pelo meu contracheque?</strong></p>
<blockquote><p>“Não há nada de errado em ter um contracheque estável, a não ser que ele interfira na capacidade que você possui de ganhar o que merece. É neste ponto que está o problema: ele geralmente interfere. Nunca estabeleça um teto para os seus rendimentos” – <strong>T. Harv Eker</strong></p></blockquote>
<p><strong>Faça, apesar do medo!</strong><br />
A sensação de que as coisas podem dar muito erradas ou os conselhos dos mais chegados tentando dissuadi-lo da arriscada decisão pesam, mas refletem expectativas externas. Em geral, a sociedade espera que você falhe &#8211; os que adoram apontar o dedo e dizer <em>&#8220;Não falei?&#8221;</em> são maioria, infelizmente. Se você acredita no potencial do projeto/ideia e está preparado para, dando certo ou errado, insistir e assumir responsabilidades, agradeça as interferências e use-as como motivação.</p>
<p>Gosto da história de um pamonheiro aqui da cidade, que antes trabalhava como operador de máquinas na indústria. O nascimento dos filhos aumentou o custo de vida e, ao lado de sua esposa, ele decidiu arriscar-se em um antigo hobby familiar: produzir pamonhas, mas dessa vez para vender. Durante algum tempo, ele manteve os dois trabalhos. Hoje o casal fatura quase cinco vezes mais que na época da indústria, ele tem mais tempo com a família e um padrão de vida melhor. Ele arriscou.</p>
<p><strong>Então mãos à obra!</strong> É hora de tirar da gaveta aquele plano de negócios, fazer o tão falado curso de extensão, começar logo a graduação na nova carreira, investir naquela sociedade e por ai vai. O que você quer fazer? Precisa de autorização para isso? Está esperando o quê?</p>
<p>Convido todos os leitores a contar qual é seu modo de encarar os riscos. Eles influenciam sua tomada de decisões? Você já arriscou? O que fez? Se não teve coragem, por quê ainda é reticente em relação a tentar mudar? Use o espaço de comentários abaixo e também o Twitter para alongarmos esse papo: sou o <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> por lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/03/trabalho-em-casa-como-lidar-com-distracoes-no-home-office/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Borin Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[Como evitar distrações e problemas com a opção de trabalho em casa, ou home office? Disciplina, foco, local de trabalho apropriado e gestão do tempo são fundamentais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_trabalho_em_casa_como_lidar_distracoes_home_office.jpg" alt="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trabalhar em casa pode parecer, à primeira vista, um sinônimo de produtividade: sem perdas de tempo com trânsito, sem distrações de colegas, sem chefes com exigências de última hora, autonomia total nos horários etc. Enfim, um paraíso. Porém, ao trabalhar em casa, qualquer profissional se depara, rapidamente, com um enorme desafio: <strong>a disciplina para manter o foco e para evitar tanto desgaste como distrações</strong>.</p>
<p>Pensando nisso, listo aqui algumas sugestões para escapar de tentações enquanto em <em>Home-Office</em>:</p>
<p><strong>Não misture lazer com trabalho</strong><br />
Mesmo que você tenha montado seu escritório num cômodo específico da casa, é imperativo que ele seja usado apenas para o trabalho. Mantenha a área de lazer separada – e isso inclui a televisão, videogames e outras formas de entretenimento. O seu ambiente de trabalho deve ser separado ao máximo em sua casa e sua família deve ser educada para respeitar o seu horário de trabalho.</p>
<p><span id="more-6643"></span><strong>Estabeleça pausas regulares</strong><br />
Sabe aquela hora do cafezinho, quando você trabalhava no escritório? Pois é, ela é fundamental para manter a sua produtividade. Mesmo estando em casa, você não deve abdicar dela.</p>
<p><strong>Configure a Internet para trabalhar</strong><br />
Existem várias formas de driblar a avalanche de distrações que a Internet oferece, desde evitar o uso de aplicativos que causam interrupções constantes até sistemas de rastreamento do tempo despendido nas tarefas.</p>
<p>O mais importante é definir horas certas para lidar com os sistemas de mensagens instantâneas, reduzir o número de vezes que você checa seu email e responde suas mensagens, separar tempo para pesquisar conteúdo na web e também para se atualizar com as notícias de seu setor. Tudo isso inserido numa rotina que amplie sua produtividade.</p>
<p><strong>Não se torne um &#8220;Super-homem&#8221;</strong><br />
Lembre-se que mesmo trabalhando em casa, você será mais produtivo se mantiver seu foco no que é importante e no que faz bem. Transfira para a secretária da empresa ou mesmo para um assistente virtual todas as tarefas (principalmente os afazeres pessoais que pipocarão à volta de seu <em>home-office</em>), além das coisas que tomam tempo e que não precisam ser executadas por você.</p>
<p>Com isto, além de hábitos saudáveis que melhorarão sua qualidade de vida, você manterá níveis de produtividade acima da média, o que será algo positivo pra você e para sua empresa. Se você utiliza de outras técnicas para manter sua concentração em casa, por favor compartilhe-as conosco no espaço de comentários. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Alexandre Borin Cardoso</b>.<br>

CEO da Prestus®, empresa inovadora e pioneira mundial no conceito de Clube de Serviços, com Assistentes Pessoais 24h/dia e Consultores para apoiar profissionais de alta-performance. Formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Se você é tão esperto, por que ainda não é rico?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/05/03/se-voce-e-tao-esperto-porque-ainda-nao-e-rico/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/05/03/se-voce-e-tao-esperto-porque-ainda-nao-e-rico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 14:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Massaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[riqueza]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que a maioria das pessoas não fica rica? Falta inteligência? Carreira profissional consolidada, investimentos inteligentes e empreendedorismo podem mudar este quadro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Se você é tão esperto, porque ainda não é rico?" src="http://dinheirama.com/files/2011/05/dinheirama_esperto_rico_educacao_financeira.jpg" alt="Se você é tão esperto, porque ainda não é rico?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Em algum momento da vida você já se fez esta pergunta? Ou pior: alguém (um amigo ou parente) já te fez essa pergunta, naquele momento mais inconveniente possível e com direito a plateia? Quanto mais aprendo sobre o dinheiro, mais aceito que o dinheiro e a esperteza &#8211; “esperteza” talvez não seja o termo mais adequado, então vamos falar em <strong>inteligência</strong> &#8211; são menos relacionados do que gostamos de acreditar.</p>
<p>No entanto, ter menos relação do que se imagina por aí é completamente diferente de não ter relação alguma. A inteligência é, em qualquer situação, uma vantagem. Pessoas inteligentes sempre terão mais facilidade em atingir determinado objetivo, seja ele qual for. Vamos tentar descobrir então porque pessoas inteligentes (como você, leitor) ainda não ficaram ricas ou estão enfrentando dificuldades financeiras.</p>
<p>Existem inúmeras formas de se ganhar dinheiro. Entre as mais populares estão desenvolver uma brilhante e sólida carreira profissional, investir sabiamente ou dar vazão aos nossos <a title="TV Dinheirama: O que é ser Empreendedor?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/01/tv-dinheirama-o-que-e-ser-empreendedor/" target="_blank">dotes empreendedores</a>, criando novos negócios que podem virar as novas estrelas do mundo empresarial.</p>
<p><span id="more-6101"></span>Claro que existem algumas alternativas mais fáceis e mais rápidas, como receber uma grande herança, ganhar na loteria ou investir em alguma atividade criminosa (brincadeirinha&#8230;), mas essas são formas sobre as quais temos pouco controle e dependem, mais que nunca, do fator sorte (como a “sorte” de nascer em uma família rica). Por isso, vamos restringir nossa análise às três possibilidades citadas inicialmente.</p>
<p><strong>Vamos começar pela carreira profissional</strong><br />
Você é inteligente, mas sua carreira profissional está “empacada” em um nível significativamente abaixo da sua real capacidade. O que pode estar acontecendo? O combustível de uma carreira bem-sucedida é o conhecimento e uma eficiente rede de contatos (o popular <em>networking</em>).</p>
<p>Tratemos do conhecimento. Muito se fala em plano de carreira, mas você já fez um “plano de aprendizado”? Já parou para pensar em quais as habilidades que terão maior poder para alavancar sua carreira? Antes de tecer qualquer comentário, quero deixar claro que sou um dos maiores defensores da chamada “cultura geral”, é hora de sermos mais pragmáticos: se você trabalha na área financeira (e pretende continuar nela), talvez investir seu tempo e dinheiro naquele curso de web design não seja a melhor pedida.</p>
<p>Outro exemplo são as línguas estrangeiras. Muitas pessoas reclamam que têm dificuldade em aprender inglês &#8211; que, gostemos ou não, é o idioma dos negócios. Em meu trabalho, por exemplo, 90% das informações e manuais técnicos são em inglês. Alguém que não tenha um domínio mínimo do idioma, mesmo que nunca na vida vá falar em inglês com alguém, terá poucas chances de sobrevivência.</p>
<p>Ainda assim, muitas pessoas preferem investir em línguas “exóticas” do mundo dos negócios, como o francês (me perdoem, francófonos!) e outras sem ter condições de sequer ler uma legenda de foto em inglês. Isso limita muito o avanço da carreira. <em>Sorry</em>, é a mais pura verdade.</p>
<p><strong>Vamos agora aos investimentos</strong><br />
Você tem alguma proficiência financeira? Sabe a diferença entre renda fixa e renda variável? É daqueles que tem preguiça de ler o caderno de economia e prefere ligar para aquele amigo da corretora atrás de uma “dica quente” na bolsa? Ou é daqueles sujeitos que morrem de medo do mundo das finanças e guardam dinheiro “embaixo do colchão”, usando alternativas ultraconservadoras e que rendem pouco?</p>
<p>Tem um tipo de “investidor” que é o pior de todos. É aquele que acha que está fazendo “brilhantes” investimentos, mas ao mesmo tempo se enfia em dívidas que corroem os rendimentos de seus investimentos juntamente com o resto do capital. É o<a title="Controle e disciplina: armas contra a contabilidade mental" href="http://dinheirama.com/blog/2010/11/04/controle-e-disciplina-armas-contra-a-contabilidade-mental/" target="_blank"> pecado da contabilidade mental</a>. Pessoas inteligentes às vezes investem de forma pouco inteligente. Será o seu caso?</p>
<p><strong>Por fim, chegamos ao empreendedorismo</strong><br />
Você é um sujeito brilhante, tão brilhante quanto suas idéias de negócios, mas vive paralisado pelo medo. Se sujeita a viver na mediocridade para não ter que enfrentar alguns fantasmas fora de sua zona de conforto. Sua tolerância ao risco é ZERO (e ZERO serão as suas chances de dar um grande salto de qualidade em sua vida desse jeito).</p>
<p>Ou então é uma pessoa que tem hábitos crônicos de protelação, não termina aquilo que começa e é incapaz de cumprir aqueles compromissos que assume consigo mesmo. Verdadeiros empreendedores são comprometidos acima de tudo (aliás, comprometimento é uma característica dos profissionais e investidores de sucesso também).</p>
<p>Você se viu em alguns dos exemplos descritos? Se sim, grande é a chance de que você tenha descoberto o que é que está bloqueando seu progresso. Certo? Ok, mas, aqui entre nós, aposto que você já sabia&#8230;</p>
<p>Então mãos à obra, remova esses obstáculos e desfrute de uma vida financeira à altura de sua inteligência!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Andre Massaro</b>.<br>

Administrador e pós-graduado em Economia, sócio do MoneyFit, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Autor do livro "MoneyFit" (Ed. Matrix) e co-autor do livro "Por Dentro da Bolsa de Valores" (Ed. Matrix), atualmente é consultor em finanças pessoais e corporativas, educador financeiro e palestrante.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mundo corporativo: às vezes um museu de grandes novidades</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/05/02/mundo-corporativo-as-vezes-um-museu-de-grandes-novidades/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 13:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<description><![CDATA[As últimas décadas foram marcadas por constantes mudanças no significado de formação profissional. MBA, metacompetências, qualidade, muita coisa surgiu. O que realmente interessa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mundo corporativo: às vezes um museu de grandes novidades" src="http://dinheirama.com/files/2011/05/dinheirama_mundo_corporativo_museu_novidades.jpg" alt="Mundo corporativo: às vezes um museu de grandes novidades" hspace="2" vspace="2" align="left" />Prezados leitores, desta vez vou poupá-los da temática político-econômica (pelo menos enquanto aguardamos o desenrolar dos acontecimentos) e tratar um pouco daquilo que toma o nosso cotidiano, com atenção especial ao dia a dia corporativo, contemplando suas mazelas, virtudes e pirotecnias.</p>
<p>Quando me formei, lá no final do século passado, o Brasil vivia sob o estigma dos ganhos de produtividade e qualidade. O caos inflacionário tinha sido debelado, não havia muito espaço na ciranda financeira e o único caminho seguro para a vida empresarial era, finalmente, gerar riqueza e sobreviver por meio da competitividade como reflexo de modelos eficientes de produção e gestão.</p>
<p>Em qualquer empresa gerida com o mínimo de bom senso, entoava-se o mantra da Qualidade Total. Era a época do Boom das normas ISO e etc. Tratava-se de uma luta contra o tempo em busca de uma dinâmica econômica normal, mas na qual fosse possível, após evitado o naufrágio, crescer.</p>
<p><span id="more-6091"></span>Como recém-formado e enfiado até a alma no contexto que descrevi, era ávido por todo tipo de informação e conteúdo que traduzisse os novos tempos, suas métricas e práticas. Contudo, com o passar do tempo tive a minha curiosidade sequestrada por um evento paralelo, que orquestrado, parecia andar adiante de executivos, empresários e educadores das áreas de administração e gestão.</p>
<p>Algo difícil de enquadrar como conceito, mas que funcionava por meio de um poderoso mecanismo de repetição contínua redundante. Algo que rebatizava aquilo cujo conhecimento já havia sido dominado, disseminando a nítida percepção de que se tratava de uma relevante novidade.</p>
<p>Então&#8230; reestruturações organizacionais transformaram-se em reengenharia e gerenciamento eficiente de recursos humanos transformou-se em gestão por competências. Recentemente, percebi que o conceito de competente ou muito competente não faz mais diferença e que agora as pessoas precisam ser Metacompetentes.</p>
<p>Na minha busca, notei que rodava em círculos, lendo e escutando sobre os mesmos assuntos, que reposicionados e com novas denominações diziam exatamente a mesmíssima coisa.  Tratava-se de uma indústria do conhecimento que sobrevivia da permanente e provocada sensação de desatualização dos seus consumidores.</p>
<p>Mais do que eu isso, constatei de que era algo inerente ao ambiente gerencial corporativo. Logo, não bastava mais ter um diploma de pós- graduação, pois era necessário fazer um MBA. Concluído o primeiro MBA, seria de bom tom cursar um segundo MBA, preferencialmente no exterior.</p>
<p>Convenhamos, isso tudo é muito cômico. É impensável um médico competente pular de uma residência para outra para se manter atualizado e profissionalmente considerado. Ora, estes profissionais frequentam congressos, compartilham núcleos de estudo e pesquisa, absorvem práticas específicas verdadeiramente inovadoras e ponto final.</p>
<p>O curioso e saudável disso tudo é que o vivo e intenso interesse de gestores e profissionais executivos observado no início desse processo foi aos poucos sendo substituído por bocejos e olhares céticos nas bancas de jornal e nas gôndolas das livrarias – isso sem contar as constantes piadinhas. Fartos da banalização que a repetição contínua trouxe, continuamente buscam conhecimento e inspiração em novas e inusitadas fontes.</p>
<p>Concluindo, penso que ambientes de alta competitividade não podem sobreviver apenas de retórica e cansativas repetições rebatizadas. Rogo para que abandonemos de uma vez por todas o lugar comum, em substituição de uma postura mais crítica e verdadeiramente criadora. Seremos todos beneficiados. Os clientes agradecem.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		</item>
		<item>
		<title>Grupo DPaschoal contrata Analista de Controladoria Sênior</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/13/grupo-dpaschoal-contrata-analista-de-controladoria-senior/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/04/13/grupo-dpaschoal-contrata-analista-de-controladoria-senior/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[informe publicitário]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=6025</guid>
		<description><![CDATA[PUBLICIDADE: Grupo DPaschoal recebe currículos para área financeira, vaga de Analista de Controladoria Sênior. Conheça o perfil da vaga e participe do processo de seleção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img title="Grupo DPaschoal contrata Analista de Controladoria Sênior" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_logo_dpaschoal.jpg" alt="Grupo DPaschoal contrata Analista de Controladoria Sênior" hspace="2" vspace="2" align="left" />INFORME PUBLICITÁRIO &#8211; </em>Você, leitor mais atento do <em>Dinheirama</em>, já deve ter notado que optamos por não realizar campanhas publicitárias através de publieditoriais ou artigos patrocinados. Acreditamos, dessa forma, resguardar o que existe de mais sagrado em nosso trabalho: nossa credibilidade. Agir assim significa preservar o que é mais importante para você que acompanha nosso material: seu crescimento profissional e pessoal.</p>
<p>Por isso nos sentimos muitos felizes e tranquilos em trazer ao conhecimento de todos que o <strong><a title="Conheça o Grupo DPaschoal" href="http://www.dpaschoal.com.br/" target="_blank">Grupo DPaschoal</a> </strong>escolheu nosso site, ou melhor, nossos leitores, para participarem do processo seletivo que busca por um profissional para fazer parte da equipe vencedora da empresa. Entre vocês, leitores, estão pessoas desejadas pelo mercado, algo que nos dá muito orgulho. Entendemos que divulgar a vaga pode agregar valor aos profissionais qualificados que ela procura. Para você, nobre leitor, esta pode ser a chance que você esperava.</p>
<p><span id="more-6025"></span><strong>Perfil da vaga</strong><br />
O processo seletivo busca um <strong>Analista de Controladoria Sênior</strong>, que irá atuar na região de <strong>Campinas, em São Paulo</strong>. O candidato deverá ser formado em uma das áreas relacionadas à vaga: Administração, Economia, Ciências Contábeis, Finanças, Engenharia ou Matemática. Pós-graduação será considerada um diferencial.</p>
<p>Dentre as atribuições deste profissional, estão:</p>
<ul>
<li>Gestão de projetos;</li>
<li>Trabalho propositivo, apresentando informações com inteligência para a tomada de decisão;</li>
<li>Elaboração e análise de informações gerenciais;</li>
<li>Analise de viabilidade financeira;</li>
<li>Acompanhamento e participação nas diversas atividades da área;</li>
<li>Melhoria nos relatórios;</li>
<li>Olhar diário sobre os resultados.</li>
</ul>
<p>A vaga é para <strong>contratação efetiva, de início imediato</strong> e requer, dentre outras características:</p>
<ul>
<li>Visão analítica, financeira e global;</li>
<li>Raciocínio lógico;</li>
<li>Ética com informações confidenciais;</li>
<li>Dinamismo (agilidade) / Praticidade.</li>
</ul>
<p><strong>Participe da seleção!</strong><br />
Os currículos deverão ser encaminhados para o e-mail <strong>oportunidades@dpaschoal.com.br</strong> com o título<em> “Currículo – Vaga Analista de Controladoria Sênior”</em>. É a sua chance de iniciar uma carreira brilhante em uma empresa líder e inovadora dentro de seu segmento.</p>
<p>Se você se encaixa no perfil e tem os requisitos, envie seu currículo para o <strong><a title="Conheça o Grupo DPaschoal" href="http://www.dpaschoal.com.br/" target="_blank">Grupo DPaschoal</a></strong> e mostre todo seu potencial. Se você for chamado para as entrevistas e for contratado, relate para nós a experiência. Ficaremos muito felizes por colaborar com essa importante fase de sua vida.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-6028" title="Artigo Patrocinado" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_artigo_patrocinado-268x45.gif" alt="Artigo Patrocinado" width="268" height="45" /></p>
<p>Até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A realidade e os perigos do Bullying Corporativo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/a-realidade-e-os-perigos-do-bullying-corporativo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/a-realidade-e-os-perigos-do-bullying-corporativo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda o que é o Bullying Corporativo, seus sintomas, resultados e aprenda a lidar com essa realidade dentro da empresa. Gestão de Pessoas é a chave para um ambiente de trabalho melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_perigos_realidade_bullying_corporativo.jpg" alt="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O assunto que trago para vocês não é muito agradável, mas de extrema importância para a tão necessária e valorizada qualidade de vida. Diariamente, muitos trabalhadores passam por imensos constrangimentos dentro de seu universo de trabalho e nem sempre se dão conta sobre a gravidade desses fatos. Um risinho hoje, uma exclusão amanhã, aquele apelido desconfortável&#8230; Atitudes assim podem ser indícios do chamado <strong><em>Bullying</em> Corporativo</strong>.</p>
<p>Esse tema, amplamente discutido na mídia nos últimos meses por conta dos absurdos ocorridos nas escolas, também está presente no universo corporativo, causando sérios prejuízos para suas vítimas. <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QnVsbHlpbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Bullying<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> </em>é uma palavra de origem inglesa que se refere a agressões verbais, psicológicas ou mesmo físicas &#8220;disfarçadas&#8221; de brincadeiras. Ocorre quando um grupo ou um indivíduo supostamente mais forte exerce poder sobre um indivíduo mais fraco.</p>
<p><span id="more-5378"></span>São vários os indícios de <em>Bullying</em> Corporativo:</p>
<ul>
<li>Chantagem;</li>
<li>Comentários maldosos sobre a aparência, orientação sexual, local onde mora e roupas usadas;</li>
<li>Pressão durante a execução de atividades;</li>
<li>Depreciação da qualidade do serviço realizado;</li>
<li>Insinuações de incompetência;</li>
<li>Uso abusivo de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> hierárquico.</li>
</ul>
<p>Essas agressões podem ser identificadas entre colegas de trabalho e mesmo entre gestores e seus colaboradores.  Algumas razões que levam os agressores a praticarem essa violência são a sua baixa autoestima e a necessidade de demonstrar poder perante aos amigos. Enfim, trata-se de uma manifestação de poder e força  onde um indivíduo acaba escolhendo outro para &#8220;servir de modelo&#8221; aos demais.</p>
<p>As conseqüências para a vítima são inúmeras, chegando a depressões graves e até mesmo síndrome do pânico. A solução para acabar com esse tipo de violência pode ser  a intervenção do setor de Gestão de Pessoas. Mas para que isso ocorra é preciso que a vítima não se cale e relate o problema em busca de ajuda e orientação, mesmo que o <em>Bullying</em> venha de seu superior hierárquico. Difícil decisão, eu sei.</p>
<p>Para a  psicóloga <strong>Clarice Barbosa</strong>,  <em>&#8220;a melhor forma de acabar com as ações do Bullying é não se intimidar ou ter medo. É preciso que a vítima tenha provas, como gravações, para poder provar dentro da empresa o que está ocorrendo. Quanto mais provas ela tiver, mais ela vai poder expor essa pessoa. Mas se fica fragilizada, a outra pessoa ganha poder, além disso, é possível consultar um advogado para saber como se proteger”</em>. É preciso <a title="Leia mais sobre Clarice Barbosa" href="http://www.rhcentral.com.br/destaques/destaque.asp?cod_destaque=562" target="_blank">atenção para identificar o problema nas empresas</a>.</p>
<p>Não sou especialista em <em>Bullying</em>, por isso falei brevemente sobre o assunto, mas acredito que disse o necessário  para  alertar você  sobre a sua existência dentro das empresas e a importância de acabar com essas práticas que comprometem a vida e a dignidade de muitos trabalhadores.</p>
<p>Você já passou ou conhece alguém que foi vítima de <em>Bullying</em> Corporativo?  O que pensa sobre esse assunto? Compartilhe conosco sua experiência e opinião.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Independência financeira, Internet e sucesso pessoal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/14/independencia-financeira-internet-e-sucesso-pessoal/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seiiti Arata Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[independência financeira]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Dinheirama e Arata Academy promovem um curso interativo de educação financeira para ajudá-lo a atingir sua independência financeira. Conheça os detalhes e faça a sua inscrição. Participe!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Independência financeira, Internet e sucesso pessoal" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_curso_a_classe_alta_arata.jpg" alt="Independência financeira, Internet e sucesso pessoal" hspace="2" vspace="2" align="left" />Lembro da primeira vez que visitei o <em>Dinheirama</em>, anos atrás, e para ser sincero não entendi o motivo de tanta gente ter esse entusiasmo para falar sobre dinheiro. Concordo bastante com <a title="Daniel Pink - Motivação 3.0" href="http://www.arataacademy.com/port/motivacao-3-0-de-daniel-pink-video/" target="_blank">o Daniel Pink, autor do livro Motivação 3.0</a>, que explica que ao nutrirmos nosso desejo de crescimento profissional, não estamos apenas pensando no salário, mas principalmente em sermos reconhecidos.</p>
<p>O reconhecimento é um dos frutos colhidos após uma dedicação em nossos estudos. Outra consequência de nossa determinação em concluir uma boa faculdade e inclusive ter o empenho em buscar uma pós graduação, MBA ou cursos de idiomas é que o talento resultante inevitavelmente trará o resultado financeiro.</p>
<p>Ao ler o livro <strong><a title="Educação financeira: um estilo de vida" href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-dinheirama/" target="_blank">&#8220;Educação Financeira: Um Estilo de Vida&#8221;</a></strong>, que o Conrado Navarro preparou com uma ótima seleção de artigos do <em>Dinheirama</em> para o grupo <a title="A Classe Alta" href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-dinheirama/" target="_blank"><strong>&#8220;A Classe Alta&#8221;</strong></a>, entrei num questionamento socrático, chegando a uma pergunta fundamental: por que a independência financeira é tão importante para nós?</p>
<p><span id="more-5373"></span>Refletindo sobre este tema, vejo que a independência financeira é muito mais do que a possibilidade de comprar uma casa ou apartamento em um belo local e ter uma vida de qualidade, com um carro zero km, fazendo viagens pela Europa. Essa é a superfície do que a riqueza monetária proporciona.</p>
<p>No meu trabalho de coaching profissional, preciso explorar os desdobramentos da reserva financeira de cada cliente. Nem sempre é uma situação fácil, pois as dívidas e limites de recursos podem representar grandes obstáculos para o que desejamos alcançar.</p>
<p><strong>Qual o papel da riqueza?</strong><br />
Dentro do espectro daquilo que fica fora de nosso alcance, existem desde sonhos pessoais como um casamento, uma lua de mel ou a troca de um carro por um modelo mais confortável a situações mais complicadas, como conflitos familiares ou sermos obrigados a trabalhar em empregos desagradáveis (para não dizer coisa pior).</p>
<p>Sem riqueza, não temos o poder de influenciar fatores ao nosso redor, atrair as pessoas certas em nossas vidas, ajudar quem precisa de nós ou de alcançar qualquer resultado significativo.</p>
<p>A educação financeira acaba sendo, assim, muito mais do que a possibilidade de fazer viagens, comprar carros novos ou mudar para um apartamento melhor. É a capacidade de fazer coisas acontecerem, expressar nossa visão, cuidar de nossas vidas e também de nossos filhos e família, com qualidade de vida.</p>
<p>É fácil? Para algumas pessoas, sim. Para quem tem dificuldade em controlar o desejo de gratificação instantânea, pode ser muito difícil, como provou <a title="Experimento de Joachim Posada" href="http://www.arataacademy.com/port/joachim-posada-ted-sucesso-profissional-infancia-marshmallows/" target="_blank">Joachim de Posada em seu experimento com crianças e doces</a>. Um exemplo? O Navarro sempre alertou todos nós, aqui pelo Dinheirama e em outros espaços, sobre as <a title="Armadilhas na compra de imóveis e carros" href="http://dinheirama.com/blog/2008/11/17/esta-na-hora-de-comprar-um-carro-zero-e-um-imovel/">armadilhas em financiamentos e compra de carro zero ou imóveis</a>.</p>
<p>Ok, até agora não estou falando nada de novo. Inclusive agradeço quem ainda está lendo este post. Se formos usar o bom senso, bastaria então dedicarmos mais esforços em nossa educação financeira e prosperar. Todas as informações para isso estão aí pela Internet.</p>
<p>Uma coisa que eu raramente vejo ser dita, porém, é o que Nicholas Carr, autor de &#8220;The Shallows: What the Internet is doing to our brains&#8221;, e outros <a title="Veja o que pesquisadores de Harvard estão descobrindo" href="http://cyber.law.harvard.edu/interactive/podcasts/radioberkman158" target="_blank">pesquisadores na Harvard University</a> estão descobrindo: a Internet está corroendo o nosso poder de foco e nossos relacionamentos. Numa era em que ficamos aborrecidos quando uma página demora mais de três segundos para carregar, é cada vez mais difícil manter a perseverança e a disciplina, tão essenciais nas estratégias para alcançar objetivos. Falta paciência e existem muitas distrações nos desviando do nosso caminho.</p>
<p>A Internet está mudando nossos cérebros. Para pior. Essa é a mensagem principal de Nicholas Carr. Concordo, porém em partes. É verdade que muita gente utiliza a Internet de forma improdutiva, mas também devemos reconhecer o potencial enorme de aprender muito através dessa tecnologia.</p>
<p>Não me surpreendeu que a grande maioria dos voluntários que respondeu a uma pesquisa que fizemos recentemente sobre <a title="Pesquisa para melhorar o Dinheirama" href="http://dinheirama.com/blog/2010/12/02/precisamos-de-voce-para-melhorar-o-dinheirama/" target="_blank">como melhorar o <em>Dinheirama</em></a> acabou apontando para a falta de tempo como principal motivo em não ter alcançado todos os objetivos em 2010 (42% das respostas). Curiosamente, o segundo obstáculo foi a procrastinação, enrolando na Internet, TV, games e outras distrações (38,6% das respostas)</p>
<p><strong>Curso inovador de educação financeira</strong><br />
Para contornar esse obstáculo, o que preparamos foi um curso inovador em que os materiais de educação financeira são oferecidos por uma plataforma interativa, com sistema de acompanhamento. Para os que entrarem para o grupo criado, um email será enviado de tempos em tempos apontando para atividades interativas que serão realizadas em grupo dentro de uma rede social fechada.</p>
<p>Isso tem uma série de benefícios. Em primeiro lugar, ajuda a contornar as distrações e manter um ritmo leve (porém sólido) de leitura entre todos os leitores, simultaneamente. O tempo total de leitura será de cinco semanas.</p>
<p>As atividades interativas fazem com que a leitura não seja meramente passiva. Quantas vezes não lemos um livro de cabo a rabo em dois dias&#8230; para esquecer tudo na semana seguinte? Com técnicas de eLearning que eu utilizo <a title="Conheça melhor Seiiti Arata" href="http://br.linkedin.com/in/seiiti" target="_blank">em minha profissão</a>, desenvolvi exercícios que estimulam o debate e interpretação e assimilação de conceitos levando em conta as especificidades de cada indivíduo.</p>
<p>Como isso tudo é feito dentro de um grupo MasterMind (conceito de Napoleon Hill, da obra &#8220;Pense e Enriqueça&#8221;), um resultado colateral é um networking de pessoas com pensamento semelhante ao nosso: com muita vontade de investir na educação financeira pessoal, empreendedorismo, carreira e investimentos.</p>
<p>Para manter o grupo coeso e com uma boa dinâmica interna de discussões, estamos limitando o número de participantes com o <a title="Mais sobre o número de Dunbar" href="http://papodehomem.com.br/o-numero-de-dunbar-e-seus-contatos-no-facebook/" target="_blank">número de Dunbar</a>: apenas 150 vagas serão abertas, a partir hoje. <a title="Conheça o Curso &quot;A Classe Alta&quot;" href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-dinheirama/" target="_blank">Clique aqui e conheça mais detalhes da iniciativa<strong> &#8220;A Classe Alta&#8221;</strong></a>.</p>
<p>Este projeto nasceu ao final de 2010 como forma de encerrar o ano com chave de ouro e plantar as sementes de um 2011 próspero e com responsabilidade profissional e financeira. Espero que gostem! Como o <em>Dinheirama</em> é um parceiro especial deste projeto, existe um link que dá <strong>50% de desconto</strong> do valor oferecido para o público geral (veja e clique logo abaixo). Conheça um conjunto de iniciativas que podem ajudar você a ir mais longe:</p>
<p>Acesse: <strong><a title="Conheça &quot;A Classe Alta&quot;" href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-dinheirama/" target="_blank">http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-dinheirama/</a></strong></p>
<p>Obrigado e até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Seiiti Arata Jr.</b>.<br>

Coach profissional, Consultor para a Organização das Nações Unidas (ONU), Facilitador de Comunidades de eLearning para a DiploFoundation e Fundador da Arata Academy.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O jogo político corporativo: um caminho perigoso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/17/o-jogo-politico-corporativo-um-caminho-perigoso/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[acionista]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[empresário]]></category>
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		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O jogo corporativo cria um ambiente hostil de negócios onde só o poder e o dinheiro interessam. Como fica a vida pessoal, a família e o ser humano nessa história?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_jogo_corporativo_perigo.jpg" alt="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assunto comum no circuito empresarial, a busca incessante pela excelência e o constante enfrentamento da mais dura e saudável concorrência é sempre tomada de superlativos e clichês que, pouco a pouco, inundam o entendimento comum sobre as façanhas executivas, seus feitos, legados e êxitos.</p>
<p>Com isso, o mundo corporativo exerce o seu fascínio, envolto numa atmosfera onde conceitos como meritocracia e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29tcGV0aXRpdmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">competitividade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> impõem toda uma cultura que transforma os seus mais proeminentes atores, os executivos profissionais, em seres quase mitológicos, mas com poderes robóticos, guiados pelo esforço, pelas competências individuais, pela ética e habilidades de liderança.</p>
<p>Jovens formandos, seduzidos pelo mesmo contexto, aspiram ingressar em grandes organizações em busca da oportunidade de serem, um dia, os atores principais dessa peça <em>darwiniana</em>.</p>
<p><span id="more-5254"></span>Embora um tanto <em>glamourizada</em>, a narrativa acima descreve com alguma fidelidade o universo desse extrato social acostumado a extensas cargas de trabalho, poucas horas de sono, com gordas contas bancárias, mas sem tempo, e muitas vezes, sem disposição para o lazer, exauridos pelo ritmo frenético e o peso das exigências.</p>
<p>Mas pouco se fala sobre o jogo político corporativo, menos ainda sobre os seus impactos, e nada sobre o ônus que pode representar.</p>
<p>No livro <a title="Mais sobre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Power-Some-People-Have-Others/dp/0061789089/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1289998310&amp;sr=8-1" target="_blank">“Power: Why Some People Have It, And Others Don`t”</a>, escrito por <strong>Jeffrey Pfeffer</strong>, renomado professor da Universidade de Stanford, o tema é abordado de forma nua e crua. Mais que isso, seu conteúdo permite diferentes interpretações, sendo que alguns podem tomar ao pé da letra as recomendações extraídas da obra de Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política da renascença.</p>
<p>Neste contexto, não se observa nada sobre eficiência, líderes servidores ou meritocracia, mas muito sobre o jogo árduo e frio de acesso ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, custe o que custar. Neste caso, os acionistas são meros expectadores, ou, quem sabe, um obstáculo a ser vencido.</p>
<p>Porém, para um leitor mais astuto o conteúdo soa como uma crítica desse mesmo jogo insano, que fragiliza as estruturas de gestão, inibe iniciativas empreendedoras e enche de desalento e descrença aqueles que realmente querem fazer algo de concreto.</p>
<p>Especialistas afirmam categoricamente que ambientes organizacionais carregados de grande politização interna geram alta rotatividade de pessoal, afastam colaboradores competentes e contaminam a equipe com um clima de desconfiança e instabilidade que acaba por inviabilizar a empresa ao longo do tempo.</p>
<p>Fico com o leitor mais astuto e com os especialistas. O jogo político corporativo não agrega valor, toma tempo, dinheiro e, pior, acaba por permitir a criação de “instituições” paralelas à própria empresa.</p>
<p>Em termos de política, prefiro a de expressão nacional. Nessa sim falta, e muito, a participação de executivos e empresários, eternos pagadores de impostos, mas com pouquíssima voz ativa. A empresa é lugar para se trabalhar, para a busca da realização profissional e, é claro, ganhar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Nada mais.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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