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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; cartão de débito</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; cartão de débito</title>
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		<title>Cartões de loja: caros, confusos e desnecessários</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/11/cartoes-de-loja-caros-confusos-e-desnecessarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 16:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cartões de lojas de departamento, varejo e supermercados escondem armadilhas perigosas, são caros e desnecessários. Juros altos e falta de transparência explicam porque você não precisa deles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cartões de loja: caros, confusos e desnecessários" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_cartoes_loja_caros_confusos.jpg" alt="Cartões de loja: caros, confusos e desnecessários" hspace="2" vspace="2" align="left" />Você entra em uma loja de departamentos ou em um grande varejista, escolhe alguns produtos e enquanto aguarda na fila e escolhe a forma de pagamento alguém lhe aborda gentilmente, com uma expressão feliz e olhos bastante focados. Você ouve uma proposta: <em>&#8220;Oferecemos a possibilidade do pagamento em maior número de parcelas, sem juros, participação em sorteios, além de descontos e benefícios exclusivos em cada compra. Tudo isso de graça ao optar por nosso cartão&#8221;</em>.</p>
<p>O discurso é sempre o mesmo e pretende convencê-lo de que aceitar o cartão da loja não vai lhe trazer nenhuma mudança no cotidiano. Vende-se a idéia de você não perde nada ao optar por um cartão deste tipo. O máximo que pode acontecer é você usá-lo de vez em quando e ainda obter bons descontos. Você é induzido a pensar <em>&#8220;Hum, tanto faz. Legal&#8221;</em>. Pura falácia! Cuidado.</p>
<p>O cartão de loja não é seu aliado nas compras, sinto decepcioná-lo. Ele é um instrumento de fidelização e faturamento. Ponto. Poderíamos ir além, discutindo se sua agressiva estratégia de massificação não pretende também gerar consumidores ainda mais despidos de consciência financeira e focados apenas no consumo facilitado através dos altos custos (e lucros, na outra ponta) do crédito. O que você acha?</p>
<p><span id="more-4824"></span><strong>Mitos e verdades sobre os cartões de loja</strong><br />
O texto de hoje tem caráter educativo, portanto facilitarei o entendimento de minhas opiniões montando uma pequena lista dos principais motivos de confusão e problemas quando o assunto são os cartões de loja. Reflita sobre seus principais mitos e verdades:</p>
<ul>
<li><strong>Cartão de loja também é cartão de crédito? MITO!</strong> É muito comum que se confunda o cartão de loja com o cartão de crédito. O cartão de loja pode ser um cartão de crédito. Pode, mas na maioria não é, pois não há bandeira alguma a ele associada. A ProTeste fez um <a title="Leia mais no site da ProTeste" href="http://www.proteste.org.br/central-content/neatilde-o-contrate-carteotilde-es-de-loja-s508641.htm" target="_blank">excelente estudo com 15 opções de cartões</a>; destes, apenas 3 funcionavam como cartões de crédito. O funcionamento, no entanto, é semelhante: há fatura, cobrança de juros no crédito rotativo e tarifas;</li>
<li><strong>Cartão de loja é totalmente grátis, sem anuidade e tarifas? MITO!</strong> As propagandas informam que o cliente não terá custos se usar o cartão, mas isso não é verdade. A maior parte das opções disponíveis gera custo sob nomes como &#8220;tarifa de manutenção&#8221;, &#8220;taxa de extrato&#8221; ou &#8220;custo de manutenção&#8221;. A moda agora é também oferecer &#8211; pasme! &#8211; seguros como pacotes adicionais aos serviços, todos com valores embutidos no parcelamento. Informe-se muito bem antes de aderir;</li>
<li><strong>Cartão de loja oferece parcelamento fixo, sem juros? MITO! </strong>O foco da publicidade é na questão do valor fixo das parcelas, mas geralmente há incidência de juros. Não raro, ao apresentar o cartão da loja no ato do pagamento, o profissional responsável tenta induzi-lo a parcelar no maior número possível de parcelas. Lojas de departamento costumam ser as únicas a oferecer parcelamento do valor anunciado sem acréscimo;</li>
<li><strong>Cartão de loja oferece melhores condições de pagamento e descontos? MITO!</strong> No caso dos descontos, a matemática é simples: o &#8220;benefício&#8221; está precificado em outros itens e na margem dos pagamentos com juros. Não há desconto real, pechincha. As condições de pagamento, geralmente voltadas para a opção de parcelas fixas, são péssimas: juros da ordem de mais de 100% ao ano (e 400% a.a. para o rotativo), mais caros que um empréstimo pessoal ou consignado.</li>
</ul>
<p>Ué, mas só foram citados os mitos. E as verdades? Este artigo tem como referência a maioria dos cartões, então há (poucas) exceções, mas a verdade é que você não precisa de um cartão de loja. Seu atual cartão de crédito, cuja data de vencimento e características você já conhece bem, resolve muito bem as situações de compra em que o cartão de loja seria necessário. Dinheiro vivo e cartão de débito completam a mais que suficiente cesta de meios de pagamento de qualquer brasileiro.</p>
<p><strong>Com foco no dinheiro, o produto virou estratégia.</strong><br />
Se analisar com atenção as práticas detalhadas neste artigo, chegará a uma conclusão simples e óbvia: o produto que você compra nas lojas é a isca, o gatilho, a razão da compra. O faturamento galopante das redes vem mesmo da comodidade oferecida pelos cartões próprios. O antigo crediário evoluiu. Logo, a prática não é nova, mas continua perigosa.</p>
<p>Não entendeu? A empresa lhe empresta o dinheiro necessário para que você leve os itens que escolheu, acrescido de juros, permitindo o pagamento parcelado. Ah, mas isso não caracteriza um empréstimo? Exato, o varejo descobriu que ser banco é muito mais interessante que ser loja e que ser os dois pode ser ainda melhor, afinal o produto vendido tem sua margem própria de lucro.</p>
<p>Conclusão: as instituições gentis ao oferecer o inocente &#8220;cartão facilitador de compra&#8221; ganham nos juros, como uma financeira, e ganham nos produtos, como uma loja. Não há nada de criativo nesta constatação. Quer negociar melhor? Prefira usar o cartão de crédito que você já tem, jogue fora os cartões de loja e pague sempre à vista e com desconto. Se você insistir, as lojas acabarão aceitando. Afinal, o consumidor desinteressado sempre paga por quem pede desconto. Simples assim.</p>
<p><strong>PS:</strong> Você está diante do artigo número <strong>1000</strong> do <em>Dinheirama</em>. São três anos dedicados à educação financeira e tudo aquilo que envolve a boa tomada de decisão. Economia, investimentos, empreendedorismo, pedagogia, sustentabilidade, finanças pessoais, resenhas e muito mais. Tudo só vale a pena porque você nos visita e nos prestigia. Muito obrigado! Continuamos aqui se você continuar por ai. Divulgue nosso trabalho e participe sempre!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os benefícios do cartão de débito e seu dinheiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/04/29/os-beneficios-do-cartao-de-debito-e-seu-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mariana comenta: &#8220;Navarro, muitos artigos do Dinheirama e de outros sites abordam e enfatizam o grande perigo relacionado aos cartões de crédito, famosos por suas facilidades, mas também juros altíssimos. Pois bem, o que você tem a dizer sobre os cartões de débito? Eles são alternativas mais interessantes que o cheque ou mesmo cartão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-2252" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/dinheirama_cartao_de_debito_dinheiro.jpg" alt="Os benefícios do cartão de débito e seu dinheiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />Mariana</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, muitos artigos do Dinheirama e de outros sites abordam e enfatizam o grande perigo relacionado aos cartões de crédito, famosos por suas facilidades, mas também juros altíssimos. Pois bem, o que você tem a dizer sobre os cartões de débito? Eles são alternativas mais interessantes que o cheque ou mesmo cartão de crédito? Por que? Que cuidados nós, consumidores e poupadores, devemos ter ao usar o cartão de débito? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>Eu sou fã dos cartões de débito. A esta altura, esta informação não pode ser novidade para você, leitor fiel deste blog. É como andar com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VyYmFzaV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> na carteira, mas sem correr o risco de perdê-lo, gastá-lo desnecessariamente e/ou ser roubado &#8211; claro que podem levar o cartão em um assalto, mas usá-lo sem minha autorização não seria possível. Considero o cartão de débito minha carteira, pois ele significa aquilo que posso efetivamente gastar.</p>
<p>Mas, infelizmente, a lógica não é tão simples para alguns brasileiros e a facilidade observada no cartão de débito também pode arruinar o orçamento doméstico e os planos de muitas famílias. Já expressei minhas opiniões sobre este importante instrumento financeiro, mas em artigos diversos e acho que é hora de dedicar um artigo inteiro ao tema. Abordarei as questões fundamentais sobre o uso do cartão de débito e suas características, além de aproveitar o texto para mostrar como anda seu uso no Brasil.</p>
<p><span id="more-2250"></span><strong>Por que o cartão de débito é bom?</strong><br />
 Todos estão acostumados com a facilidade de manusear, utilizar e trocar produtos por dinheiro. Segurar uma cédula ou moeda é algo bastante natural até para os mais jovens &#8211; ainda que usá-las com sabedoria seja, infelizmente, um privilégio de poucos. Acostumados com o dia-a-dia das transações comerciais, agora temos a possibilidade de usar uma ferramenta capaz de substituir o dinheiro, mas sem mudar nossa rotina. Isso e mais:</p>
<ul>
<li><strong>Segurança.</strong> O cartão de débito só pode ser usado mediante senha, o que confere ao titular total controle sobre os gastos e evita que seu suado dinheiro seja facilmente roubado ou esquecido. Se perder o cartão, o cliente pode facilmente anulá-lo e solicitar outra via &#8211; sem que neste período corra o risco de ver seu capital desaparecer;</li>
<li><strong>Praticidade e comodidade.</strong> Carregar um cartão plástico acaba por ser muito mais fácil que levar notas e moedas, especialmente quando se trata de muito dinheiro. Além disso, o dinheiro usado para o pagamento não está em casa ou com alguém, mas no banco, em sua conta corrente;</li>
<li><strong>Senso de responsabilidade.</strong> O ato de comprar e pagar com o cartão de débito remete o consumidor a um importante fato financeiro: o dinheiro sairá do saldo disponível em seu banco. Isso significa que o valor usado tem que estar disponível e deve ser lançado no controle financeiro da família. Os atos de digitar a senha e guardar o comprovante emitido sempre despertam esta atitude em quem se planeja e respeita o valor do dinheiro;</li>
<li><strong>Registro da operação.</strong> O pequeno comprovante que acompanha a transação serve de registro para o lançamento e controle das contas da casa. Nele estão informados o valor da compra, a empresa beneficiada e a data, informações mais que suficientes para alimentar sua planilha ou caderno de despesas/receitas.</li>
</ul>
<p>Em suma, o cartão de débito funciona como dinheiro, mas se apresenta como ótima alternativa aos maços de reais que costumávamos carregar no bolso. A transação é segura, respaldada por grandes empresas de certificação e segurança digital, e o valor é debitado diretamente de nossa conta bancária. Quem precisa de cheque quando se tem o cartão de débito? Sua utilização, no entanto, depende da disponibilidade de lojistas &#8211; o que, nos dias atuais, já não é problema na maioria de nossos municípios.</p>
<p><strong>Por que o cartão de débito é ruim?</strong><br />
 Na verdade, ele não é ruim. Como qualquer ferramenta, ele muitas vezes é utilizado de forma incorreta e incoerente. Então, a pergunta correta deveria ser: para quem o cartão de débito é ruim? Obviamente que para aqueles cidadãos que sustentam o recorrente impulso de comprar e satisfazer suas frustrações pessoais através do acúmulo desmedido de produtos, roupas, sapatos e afins. Trata-se do indivíduo que não liga para a necessidade de manter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3IlRTdhbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">orçamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> doméstico. O perigo se apresenta de duas formas:</p>
<ul>
<li><strong>Gastança que coloca o cliente além do limite de sua conta corrente.</strong> A vantagem do débito direto da conta corrente pode se transformar no pesadelo daqueles que simplesmente gastam mais do que têm. Neste ponto, o perigo não difere muito do que ocorre com os cartões de crédito &#8211; e a taxa de juros também é altíssima. O cliente que usar demais o cartão de débito e entrar no limite pagará taxas próximas a 8% ao mês pela imprudência. Cartão de débito é ferramenta útil para quem se controla;</li>
<li><strong>Gastança que deixa insuficiente o saldo em conta corrente.</strong> Fazer da praticidade oferecida pelo cartão &#8211; que representa &#8220;sempre ter dinheiro&#8221; &#8211; um gatilho para a felicidade pode deixar seu saldo insuficiente para cobrir as despesas normais do mês. De novo, o orçamento doméstico bem feito pode ilustrar exatamente qual o valor disponível para uso através do cartão. Controle e disciplina como palavras de ordem. Mais uma vez.</li>
</ul>
<p>Atenção especial com os comerciantes que preferem dar desconto apenas para os que pagam em dinheiro vivo ou cheque. Isso acontece porque eles querem, com isso, se livrar da necessidade de pagar um percentual ao operador do cartão, além de receber o dinheiro na hora. As empresas que lidam com o pagamento de cartão normalmente repassam a quantia aos lojistas depois de 20 dias. A prática é comum, embora não seja reconhecida como justa pelos órgãos de defesa do consumidor e pela maioria dos consultores. Eu acho um absurdo.</p>
<p><strong>A situação do cartão de débito no Brasil</strong><br />
Tive uma grata surpresa ao ler um recente estudo do <strong>Banco Central</strong> que indica que, em 2008, o número de transações com cartão de débito foi maior que o total de transações realizadas com cheque. O estudo mostra que foram registradas <strong>2,1 bilhões</strong> de transações com o cartão de débito em 2008, contra 1,9 bilhões do cheque. Estamos diante de uma redução no uso do cheque, o que é fundamental para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmluYW5jZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">saúde financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das famílias brasileiras. Que o movimento continue em 2009.</p>
<p>Para encerrar, reitero que minha experiência com os cartões de débito é muito positiva. Seus benefícios são, sem dúvida, maiores que seus prováveis efeitos colaterais. A afirmação só faz sentido, é claro, se o usuário dispuser de bom senso, disciplina e mínimo controle sobre suas finanças. Diante de um Brasil economicamente muito diferente do passado, controlar bem o dinheiro parece ser uma atitude bastante coerente. Em dias assim, o cartão de débito pode realmente se destacar.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, formado em Computação com MBA em Finanças e mestrando em Produção, Economia e Finanças pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>, é sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>. Atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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