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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; casa</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; casa</title>
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		<title>Consórcio imobiliário e a alta no preço dos imóveis</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/16/consorcio-imobiliario-e-a-alta-no-preco-dos-imoveis/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
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		<description><![CDATA[A alta recente nos preços dos imóveis pode transformar o consórcio imobiliário em mico. Entenda a situação e previna-se ao optar pela compra da casa própria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_consorcio_imobiliario_alta_imoveis.jpg" alt="Consórcio imobiliário e a alta no preço dos imóveis" hspace="2" vspace="2" align="left" />É nítida a mudança no mercado imobiliário brasileiro. A maior oferta de crédito, os incentivos trazidos pelo programa &#8216;Minha Casa, Minha Vida&#8217; e a migração sócio-econômica da população aumentaram (muito!) a demanda por imóveis, especialmente aqueles focados na classe média. Pense em alguns amigos ou familiares mais próximos, certamente um deles está negociando ou acabou de negociar a compra de um imóvel.</p>
<p>Como você já sabe, o aumento da procura por casas e apartamentos eleva os preços de venda e as margens dos negócios. O princípio é simples e se aplica sempre que há negociação: se muitos querem comprar, é possível vender mais caro, afinal há grandes chances de o negócio se concretizar dessa forma. Outra variante do pensamento também existe: se alguém quer muito comprar, provavelmente está disposto a pagar mais pelo bem.</p>
<p>O fato é que o preço dos imóveis disparou. Segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), o preço médio do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios na capital paulista teve alta de 39,4% entre 2006 e 2009. A média indica o movimento geral do mercado, mas certas regiões viram os preços saltar mais de 70% no período.</p>
<p><span id="more-4838"></span><strong>Na pele do consorciado&#8230;</strong><br />
Ao optar por um consórcio imobiliário, o participante estabelece um padrão, uma referência para o cálculo do valor da carta de crédito e sua cota de participação. Suponha que, em 2006, você optou por um consórcio tendo como referência um apartamento de R$ 150 mil. O mercado estava &#8220;normal&#8221;, a referência era válida.</p>
<p>Em 2009, depois de alguma espera, sua vez chegou e você foi contemplado. Para sua surpresa, aquele imóvel referência, antes no valor de R$ 150 mil, passou a custar R$ 250 mil. Sua carta de crédito foi devidamente corrigida pelo indicador comumente usado nos consórcios deste tipo, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que acumulou alta de 28,8% no período, mas o valor ficou longe do necessário.</p>
<p>A matemática é simples: o dinheiro disponível para a compra do imóvel foi corrigido em cerca de 30%, mas o imóvel ficou 66% mais caro. A conta não fecha. A sensação é frustrante! A edição de ontem do jornal Folha de S. Paulo dedicou matéria que <a title="Leia mais na Folha.com" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/783275-consorciado-sorteado-por-ultimo-perde-mais-na-compra-do-imovel.shtml" target="_blank">mostra exemplos reais de consorciados que passaram por situações como essa</a>.</p>
<p><strong>Então consórcio imobiliário não é bom?</strong><br />
Retomo minha polêmica opinião: consórcio não pode ser considerado um investimento. Não recomendo, muito embora ele seja melhor que simplesmente não poupar. Ao optar por participar da modalidade, você paga para que alguém gerencie as somas amealhadas contando com a sorte para estar entre os primeiros a serem sorteados. Se sair logo, ótimo. Do contrário, não vale a pena. Por isso é comum chamarmos o consórcio de &#8220;poupança forçada&#8221;.</p>
<p>A alternativa? Prefira separar você a quantia a ser investida e a gerencie de forma pró-ativa. O ganho em relação à inflação pode ser obtido com combinações simples de investimento direto em títulos públicos, fundos mistos, caderneta de poupança e ações, especialmente se o prazo médio de contribuição for maior que cinco anos. O valor acumulado será muito maior que o da carta de crédito contratada e que a correção normalmente aplicada nestes contratos.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;O resultado financeiro do consórcio depende da sorte. Se a pessoa é contemplada logo, o consórcio equivale a um financiamento barato. Se a pessoa é contemplada do meio para o final, é uma poupança em que a pessoa paga juros ao invés de recebê-los&#8221;</em> &#8211; <strong>Roy Martelanc</strong>, professor de finanças da USP, para a Folha.</p></blockquote>
<p>Faça sua própria poupança aprendendo a investir com disciplina. Isso é básico. Se ainda preferir o consórcio, dedique mais atenção aos detalhes do mercado imobiliário. Avalie a situação dos preços na região onde pretende comprar sua casa, levante o percentual médio de valorização dos últimos anos e incorpore isso no valor principal da carta de crédito antes de contratar o consórcio ou como uma segunda cota.</p>
<p>Evite surpresas ao ser contemplado e prefira não contar com a sorte. Ela ajuda, mas não resolve.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Menos é mais: decoração minimalista ajuda no orçamento</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/01/19/menos-e-mais-decoracao-minimalista-ajuda-no-orcamento/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/01/19/menos-e-mais-decoracao-minimalista-ajuda-no-orcamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 21:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Ajeitar sua casa ou seu escritório pode lhe custar algum trabalho, mas certamente vai aumentar sua produtividade, o conforto e reduzir despesas. Conheça o Estilo Minimalista e dê uma geral por ai!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Menos é mais: decoração minimalista ajuda no orçamento" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_minimalismo_orcamento_dinheiro.jpg" alt="Menos é mais: decoração minimalista ajuda no orçamento" hspace="2" vspace="2" align="left" />Há momentos em que os excessos parecem estar intrinsecamente ligados ao estilo de vida das grandes cidades. É o excesso de trabalho, o excesso de trânsito, o excesso na alimentação, o excesso de desperdício, o excesso de taxas, tudo monopolizando tempo, dinheiro e energia. Com todos esses excessos, <a title="Custo de vida aumenta" href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/01/15/custo-de-vida-da-classe-media-sobe-4-04-em-2009-segundo-fecomercio-915539168.asp" target="_blank">nosso custo de vida aumenta</a>. E, claro, nem sempre os rendimentos aumentam na mesma proporção. Por isso, é cada vez mais importante refletir sobre os excessos e planejar o uso dos recursos privilegiando o que realmente é necessário.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>Estilo Minimalista</strong> prima pela manutenção dos itens mínimos necessários para que um ambiente cumpra com seu objetivo principal.  Por exemplo, se a razão de ser de um quarto é que se possa dormir nele, então o mais importante é que possua um cama confortável e mais uns poucos itens.</p>
<p>Observe as imagens de ambientes nas revistas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVjb3JhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">decoração<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Grande parte deles é minimalista. Poucos móveis e objetos, superfícies limpas e paredes livres passando uma agradável sensação de harmonia, onde tudo está “em ordem”.  Além dessa sensação de ordem, um ambiente com poucos itens evita a distração ocasionada pela desorganização.</p>
<p><span id="more-3789"></span><strong>Quem já não chegou em casa ou no escritório, com um objetivo específico em mente, mas, ao observar tantas coisas fora do lugar (ou por fazer), acabou deixando o objetivo inicial de lado? </strong></p>
<p>Quando se opta pelo estilo minimalista, algo muito interessante acontece: não só os ambientes passam a ser mais organizados como também a simplificação se estende a armários, estantes, cômodas, gaveteiros e outros. A idéia de viver com o mínimo necessário reflete também em outras áreas da vida, nos ajudando a valorizar qualidade acima de quantidade &#8211; o que nos torna mais críticos e menos suscetíveis aos apelos consumistas.</p>
<p><strong>Principais características de um ambiente minimalista</strong><br />
Um ambiente minimalista tem apenas as mobílias essenciais, valorizando o uso ou a importância delas. Um quarto, por exemplo, tem apenas uma cama, um armário, um ou dois criados-mudos e algum outro item importante para o morador (uma poltrona, uma estante para livros, um cabideiro etc.). Já um escritório teria as mesas de trabalho em uso, alguns gaveteiros, armários (altos ou baixos) e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FkZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">cadeiras<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, com poucos itens na mesma área e privilegiando a circulação.</p>
<p>Os móveis apresentam as superfícies limpas. Com exceção de algumas peças decorativas, as superfícies são livres de itens acumulados ou a processar, como livros, correspondências, revistas, entre outras coisas. Outra característica é valorizar a qualidade e não a quantidade. Ao invés de ter vários itens de menor importância, um ambiente minimalista privilegia o destaque para as peças relevantes.</p>
<p>Por fim, um ambiente com o mínimo de itens é mais fácil de manter limpo e com a aparência de organizado.</p>
<p><strong>Como criar um ambiente minimalista</strong><br />
A não ser que esteja de mudança, o ideal é analisar uma área ou cômodo de cada vez. Isso ajuda a manter o foco e a não desanimar. Primeiro, analise o mobiliário. Observe o espaço disponível, a circulação e identifique os itens que estão sem função ou “sobrando” naquele ambiente. Privilegie o uso e diminua a quantidade de mobílias no ambiente, deixando só o essencial.</p>
<p>Mantenha apenas os itens que tenham significado para você. Estes podem ficar à vista como peças de decoração, serem guardadas para uso em outras áreas ou como opção para mudar a decoração posteriormente. Em contato com o chão, só a mobília. Os demais itens devem estar sobre a mobília ou guardados.</p>
<p>Mantenha as superfícies dos móveis limpas, com exceção de uma ou duas peças de decoração. Faça o mesmo com as paredes, evitando a tentação de migrar o que estava no chão para elas. Prateleiras também devem ter superfícies livres, sem acúmulo de objetos. Se tiver muitos livros, CDs ou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">DVD<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>s para acomodar, prefira estantes fechadas. Além de proteger os itens, permitem que o ambiente tenha um visual limpo.</p>
<p>No caso das janelas, evite cortinas demasiadamente ornamentadas. A não ser que você goste muito desse tipo de cortina, optar por modelos mais simples (ou por nenhum modelo) garante um visual limpo. Padrões básicos, linhas simples e cores sólidas são ideais quando se deseja obter um ambiente harmonioso, com poucas distrações visuais.</p>
<p>Organize também a área da “bagunça”. Se deixar que os itens se acumulem sem controle, logo eles retornarão à origem. Guarde ou disponha os itens que sobraram. Aqueles que decidir manter devem ser guardados em armários fechados ou no sótão. Para os demais, venda ou troque por algo que esteja precisando ou doe.</p>
<p><strong>Considerações</strong><br />
Adotar um estilo minimalista não significa privar-se de desfrutar dos itens que apreciamos. Ao contrário, ajuda a destacar aqueles mais significativos dos adquiridos por impulso. Dessa forma, a simplificação de ambientes é um grande aliado do orçamento, pois manter o mínimo necessário de itens significa escolher melhor o que vai permanecer no ambiente e, conseqüentemente, o que vai adentrá-lo futuramente. Gasta-se de forma mais comedida e inteligente.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Decoração Minimalista" href="http://www.mundomulher.com.br/?pg=17&amp;sec=24&amp;sub=62&amp;idtexto=5747&amp;keys=Decoracao+Minimalista" target="_blank">Decoração Minimalista</a></li>
<li><a title="Minimalismo / El Estilo Minimalista" href="http://www.estiloambientacion.com.ar/estilosminimalismo.htm" target="_blank">Minimalismo / El Estilo Minimalista</a></li>
<li><a title="Como criar uma casa minimalista" href="http://estadozen.com/artigos/como-criar-casa-minimalista" target="_blank">Como criar uma casa minimalista</a></li>
<li><a title="Simplifique: que tal uma casa minimalista?" href="http://www.organizesuavida.com.br/si/site/0241" target="_blank">Simplifique: que tal uma casa minimalista?</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng." href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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