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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; celular</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; celular</title>
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		<title>Compramos mais por necessidade ou vaidade?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/17/compramos-mais-por-necessidade-ou-vaidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já parou para analisar suas decisões financeiras e compras? Você compra mais por necessidade ou por vaidade? Os cuidados com nossas decisões podem nos fazer pessoas mais felizes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_compramos_mais_por_necessidade_ou_vaidade.jpg" alt="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por diversas vezes me fiz a pergunta que intitula este texto. Depois de ler um dos recentes textos do <strong>Navarro</strong>, <a title="Leia o artigo do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, pensei um pouco mais sobre o assunto e resolvi atrever-me a escrever um artigo refletindo sobre a diferença de quando nós compramos por necessidade e de quando compramos simplesmente por vaidade.</p>
<p><strong>Quem tem o celular mais moderno?</strong><br />
Há mais ou menos cincos anos, começou na turma da minha faculdade a “febre” de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZWZvbmUrY2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">celulares<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> multifunções. A cada semana chegava alguém com um aparelho de última geração, sempre fazendo questão de exibi-lo para o resto da turma. Dentre as muitas funções presentes nos novos aparelhos celulares (muitas vezes inúteis, diga-se de passagem), a tecnologia <em>Bluetooth</em> começava a popularizar-se – a “febre” tornou-se ainda mais evidente com a troca de arquivos e toques “descolados” entre os colegas, inclusive durante as aulas.</p>
<p>Certo dia, durante o intervalo, um colega veio mostrar-me seu novo celular e, depois de discorrer sobre as maravilhas tecnológicas do seu aparelho, ele disparou a seguinte pergunta, acompanhada de uma voz assoberbada: <em>“Cadê o seu celular?”</em>. Olhei para ele e, tirando o celular do bolso, respondi prontamente: <em>“Aqui, está aqui”</em> – e estiquei a mão com o aparelho em sua direção.</p>
<p><span id="more-6699"></span>Lembro como se fosse hoje da cara de surpresa dele quando viu meu “antiquado” celular. <em>“Puxa vida!”</em> – exclamou ele –<em> “&#8230;mas esse aí não tem nada”</em> – continuou ele tentando disfarçar seu esnobismo. <em>“Não!”</em> – respondi enfático – <em>“Tem apenas o essencial, que é fazer e receber ligações”</em>.</p>
<p>Apesar de não ter gostado muito da minha resposta, nos dias seguintes meu colega continuou mostrando as novas funções que ele aprendia no celular. Por diversas vezes, ele tentou me convencer de que o celular “X” estava em promoção na loja “XPTO” e que eu poderia fazer como ele: parcelar o valor em 12 vezes sem juros no cartão. Eu preferia despistá-lo e mudar o rumo da conversa.</p>
<p><strong>Quero usar ou esbanjar?</strong><br />
Embora tenha fascínio por tecnologia desde a infância, o celular é uma das coisas que nunca me atraiu e que só comprei quando precisei, por motivo de trabalho. Neste episódio com meu colega de faculdade, meu celular já era pré-histórico, admito. Por mais que seja difícil de acreditar, eu o utilizei por mais de seis anos e só o abandonei no mês retrasado, porque a bateria pifou e não segurava mais carga.</p>
<p>Nunca quis trocar de celular porque nunca vi necessidade pra isso, mas depois que o celular me deixou na mão várias vezes, não tive outra escolha e comecei a procurar por um novo modelo para comprar. Pesquisei vários modelos, preços e lojas diferentes. Antes de decidir por qual comprar, utilizei o poder das redes sociais para ter opiniões sobre qual seria o melhor aparelho.</p>
<p>Entre várias sugestões com valores estratosféricos, um modelo não tão caro destacou-se. Mesmo custando bem acima do que eu tinha planejado gastar, o custo/benefício do aparelho parecia ser realmente interessante. Foi dessa forma que comprei meu atual celular, um <em>smartphone</em> <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2Ftc3VuZytHYWxheHlfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Samsung Galaxy<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> 5.</p>
<p>Estou com o modelo novo há pouco mais de dois meses e, apesar das centenas de recursos que o aparelho oferece, eu ainda utilizo o celular apenas para duas coisas: fazer e receber ligações. Para não dizer que nunca utilizei outra coisa, uma vez usei o <em>GPS</em> integrado, “twittei” umas duas vezes e brinquei com o <em>Angry Birds Rio</em> enquanto esperava na fila do banco.</p>
<p>Depois e começar a escrever este texto, uma constatação invadiu minha cabeça: comprei um novo celular por necessidade, mas escolhi o atual modelo simplesmente por vaidade. Apesar de ter feito uma boa compra considerando o valor que paguei (à vista), eu não tinha a menor necessidade de pagar mais por uma centena de funções que quase nunca utilizo. Olhando lado “positivo” disso tudo, pelo menos terei um “aparelho da moda” por pelo menos um ano e que utilizarei quatro ou cinco vezes mais.</p>
<p><strong>A expectativa da sociedade vai longe&#8230;</strong><br />
Essa história com o celular me faz refletir sobre outro momento semelhante, cuja pressão da sociedade incomoda: a compra do carro. Amigos e conhecidos sempre me questionam sobre quando irei comprar o meu carro, como se isso fosse tão simples como comprar uma jujuba no supermercado. Nem sempre eu digo, mas na minha cabeça a resposta já está formatada: <em>“Comprarei quando realmente tiver necessidade ou condições de comprar um”</em>.</p>
<p>Hoje, tenho uma moto Honda Titan 98 e gasto R$ 80,00 por mês com gasolina para ir trabalhar todos os dias e para viajar até Campinas uma vez por semana (curso de pós-graduação). Se tivesse que fazer esse mesmo percurso de carro o mês inteiro, o gasto com combustível e pedágio sairia na faixa de R$ 300,00 por mês, ou seja, quase quatro vezes mais.</p>
<p>Quem possui um carro, por mais popular que seja, sabe melhor do que eu quanto realmente custa ter e manter um carro. Esse valor de R$ 300,00 não é um chute, afinal eu pego emprestado o carro do meu pai para ir trabalhar e para frequentar a pós-graduação em Campinas quando está chovendo. Tenho ciência de quanto minhas despesas irão aumentar quando eu tomar a decisão de comprar um carro.</p>
<p>Por fim, gostaria de deixar bem claro que não estou dizendo que não devemos comprar celulares caros e que ter carro é coisa de louco. A questão é que, no meu caso, na minha atual situação financeira, a compra de um carro seria mais por vaidade do que por necessidade, como aconteceu com o celular. Eu não precisava do <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c21hcnRwaG9uZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">smartphone<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a></em>; eu não preciso de um carro agora.</p>
<p><strong>Então você quer ter tudo?</strong><br />
Tenho ressalvas em relação às atitudes tomadas simplesmente para satisfazer a ânsia de status imposta pela sociedade, que “classifica” como “felizes” os possuidores de carros novos e celulares modernos, não interessando o tamanho da dívida feita neste sentido. Provavelmente, comprarei um carro quando tiver um filho – objetivo que eu e minha esposa planejamos para os próximos dois anos. Enquanto formos apenas nós dois, a moto nos atenderá muito bem.</p>
<p>O celular moderno eu já comprei e paguei, não tem volta. Mas suas lições ficaram marcadas e servirão como parâmetro para minhas futuras decisões; e geraram este texto que, sem pretensão alguma, pode também transformar as suas decisões ao lado de sua família.</p>
<p>Foto: arquivo pessoal.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crédito fácil: não caia nessa conversa!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Baseado nos últimos indícios econômicos e financeiros, a crise financeira parece já ter atravessado o seu pior momento. A calmaria assusta e ainda há muito o que se compreender e viver até que possamos crer no fim da crise. O fato é que, aqui no Brasil, as boas notícias são comemoradas sobretudo em referência à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dinheirama_credito_facil_perigo.jpg" alt="Crédito fácil: não caia nessa conversa!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Baseado nos últimos indícios econômicos e financeiros, a crise financeira parece já ter atravessado o seu pior momento. A calmaria assusta e ainda há muito o que se compreender e viver até que possamos crer no fim da crise. O fato é que, aqui no Brasil, as boas notícias são comemoradas sobretudo em referência à volta do crédito ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e aos consumidores. Nos próximos meses, ações do governo e de mídia baterão forte na tecla de que devemos consumir através de ofertas e programas governamentais com renúncia fiscal que baratearam os produtos.</p>
<p>Soa como uma ótima noticia, não é mesmo? Calma lá. Depende! Depende da forma como você vai encarar a volta ao consumo e, principalmente, se você planejará a compra de um novo bem. Algumas perguntas devem muito bem respondidas e vamos abordá-las aqui neste texto. <strong>A primeira pergunta é simples: será que eu preciso desse bem, nesse momento?</strong> Trata-se da questão entre comprar por comprar e comprar por necessidade.</p>
<p>A questão é polêmica, mas precisa ser abordada pela ótica do planejamento. Nós brasileiros somos os reis do desperdício. Quem já teve coragem de verificar o valor dos alimentos que foram jogados ao lixo no último mês? Ou mesmo de mais uma bolsa ou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">DVD<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, que depois de pouco tempo ficam lá guardados, por muitos anos, sem uso? Isso sem falar na mania de comprar um celular novo quando o atual ainda funciona perfeitamente e não tem nem mesmo um único ano de utilização.</p>
<p><span id="more-2405"></span>O consumo precisa ser consciente, inteligente, nem sempre relacionado à vontade, mas dentro de um critério de necessidade e oportunidade.</p>
<p><strong>Surge então a segunda questão: como vou comprar?</strong> A volta do crédito fácil é perigosa. Hoje pela manhã, ao lado do meu amigo <strong>Navarro</strong>, ouvi a seguinte história: uma senhora, depois de alguns anos com o mesmo carro, resolveu trocar o veículo por um mais novo. O valor de manutenção anual do carro já dizia que a estratégia mais inteligente seria a compra de um carro novo.</p>
<p>A senhora dirigiu-se ao banco em que possui conta e com o qual mantém relacionamento e foi “aconselhada” pelo gerente a não mexer no valor de suas aplicações (montante mais que suficiente para a compra do automóvel e para manter uma reserva saudável) e financiar a compra do carro novo.</p>
<p>Percebe-se que muitas pessoas são levadas a acreditar que prazos estendidos e valores pequenos são as melhores alternativas de compra. No caso de nossa história, há bom fluxo de caixa, os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> são alimentados, o fundo de reserva é bom e ainda assim queriam “empurrar” um financiamento. É o tipo de atitude reprovável e condenável.</p>
<p>É óbvio que a grande maioria dos gestores são pessoas sérias e jamais defenderiam uma situação como essa (quero acreditar que seja assim), mas a realidade do fato mostra que isso acontece com certa freqüência. Felizmente, no caso acima o desfecho não foi o desejado pelo gerente, pois a senhora foi orientada por pessoas de seu convívio a não realizar tamanha sandice.</p>
<p>Nota-se que a ingenuidade dos consumidores é explorada. O conselho antes de tomar qualquer decisão que envolva dinheiro é objetivo e direto: procure entender o que está diante de você, informe-se e busque a opinião de outras pessoas, amigos ou parentes. A história verídica se encaixa no contexto do artigo justamente para exemplificar que, mesmo na necessidade, existem formas e maneiras mais apropriadas para se comprar bem.</p>
<p>Comprar financiado deixa o bem mais caro, portanto avalie bem o que fazer. Não caia na conversa de parcelas pequenas. Elas matam o seu poder de investimento e seu futuro financeiro fica comprometido.</p>
<p><strong>De olho no status&#8230;</strong><br />
 Cabe repetir: cuidado com o desejo pelo simples ato de esbanjar status. Não pense que, ao comprar algo, a compra lhe conferirá poder sobre as pessoas. Ninguém é melhor do que ninguém porque comprou um carro ou um computador de última geração. Muitas vezes, essa compra esconde uma conta negativa e uma vida financeira arruinada. Vale a pena viver “de fachada”?</p>
<p>Merecem respeito todos os cidadãos que já pensam e planejam o futuro. E investem, não só <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VyYmFzaV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas parte de seu tempo para ajudar pessoas e melhorar seu conhecimento através de leituras, cursos e bons papos com os amigos. Sempre valorizando o que a vida tem de melhor: o respeito pelo outro e por si mesmo.</p>
<p>Então, cuidado! Não caia na idéia e no atrativo do consumo fácil. Os juros estão baixando, o que é ótimo. Mas continuam altos, muito altos. Se quer realizar o sonho da compra de um bem precioso, exerça seu poder de realização e planeje a compra com sabedoria, disciplina e paciência.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Ricardo Pereira </strong>é educador financeiro e palestrante, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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