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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; China</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; China</title>
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		<title>Brasil, América Latina e China: diferenças e desafios na caça aos investimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 14:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[A busca por investimentos diretos e crescimento tem diferenças e desafios em cada país. Brasil, América Latina e China agem de forma diferente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Brasil, América Latina e China: diferenças e desafios na caça aos investimentos" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_brasil_america_latina_china_diferencas_desafios_caca_investimentos.jpg" alt="Brasil, América Latina e China: diferenças e desafios na caça aos investimentos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, vou começar esta matéria de uma forma inusitada, ou melhor, a partir de um tema que aparentemente não tem relação com o universo dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e seus operadores. Começarei abordando a atividade de caçar. Sim, essa mesma, a caça esportiva a animais indefesos. O leitor já teve contato com essa atividade? (Aos politicamente corretos demais, as minhas sinceras desculpas).</p>
<p>Por mais incrível que pareça, nesta atividade encontra-se parte de um conjunto comportamental que em muito se relaciona com a nossa temática principal, com a grande diferença de que, quando se “caça” investimentos, deve-se excluir terminantemente toda e qualquer atividade ou ato que sugira tocaias, dissimulações, armadilhas ou atos e sentidos predatórios.</p>
<p>Diante de investidores, toda transparência é pouco e a relação de confiança deve ir muito além da retórica, sendo marcada por parâmetros claros e meios específicos e estruturados de fiscalização, além do rigor no respeito às normas vigentes.</p>
<p><span id="more-7333"></span>Mas a parte que nos permite o paralelo entre as duas atividades é muito clara, e ela consiste essencialmente nos <strong>cuidados para não espantar aquilo que se persegue</strong>. E aqui vale um novo ajuste temático: na caça esportiva, o não assustar significa um disfarce bem feito e silencioso, mas a caça aos investimentos nos obriga a uma atitude verdadeira, na essência e sem disfarces.</p>
<p>Complementando a analogia, para o contexto da atividade de atração aos investimentos, podemos substituir o barulho feito nas matas pelo barulho feito com o desrespeito – ou mesmo os questionamentos – a contratos já estabelecidos e em vigor, assim como a divulgação oficial de índices ou parâmetros que, de tão incoerentes, atuam diluindo a confiança dos observadores.</p>
<p>E isso não vale apenas para empresários em busca de recursos, mas também para governos que, por não oferecerem um ambiente atraente para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmlzY29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">risco<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, certamente não apenas espantarão os investimentos em curso, como também dificilmente conseguirão atrair outros novos.</p>
<p>Na esteira destes comparativos, uma conclusão: com exceção do caso brasileiro, o restante dos governos de esquerda da nossa querida América Latina definitivamente não sabem “caçar”, ou manter suas “caças” já conquistadas.</p>
<p>Vejamos a trajetória – na contramão – dos principais expoentes do movimento bolivariano:</p>
<p><strong>1. Argentina</strong><br />
A desconfiança diante dos números e índices oficiais argentinos é crescente. Recentemente, a prestigiada revista “The Economist” anunciou que <a title="&quot;The Economist&quot; retira Argentina" href="http://www.economist.com/node/21548242" target="_blank">não divulgará mais os dados fornecidos pelos institutos do país</a>, justamente por conta das permanentes divergências apresentadas por consultorias especializadas e outros institutos independentes.</p>
<p>Na última semana, em meio à conflituosa polêmica que reivindica a soberania sobre as Ilhas Malvinas, o governo argentino orientou (com um pouquinho de pressão) que os grandes grupos empresariais ali instalados <a title="Veja um exemplo do governo argentino" href="http://caranddriverbrasil.uol.com.br/noticias/fabricantes/argentina-pede-que-ford-nao-importe-pecas-britanicas/1501" target="_blank">recusassem comprar produtos vindos da Inglaterra</a>. Vale lembrar que a mesma Inglaterra, com a qual disputam a ilha, não obstante o turbulento momento econômico europeu, configura-se como um dos países com maior fluxo de capitais em investimento no nosso vizinho.</p>
<p>Somam-se a isso as constantes pressões e constrangimentos a todos os meios de comunicação que ousam criticar ou endossar criticas a condução da política econômica do país portenho. O resultado é a dúvida: que investidor se sentiria seguro com tanto barulho?</p>
<p><strong>2. Venezuela, Equador e Bolívia</strong><br />
Juntamos os três por representarem a tríade máxima da esquerda bolivariana. Os problemas começam pela instabilidade contratual, justamente nos polos mais significativos dos fluxos externos do capital direto. Determinar a invasão, por forçar militares, de parques operacionais instalados (e até de escritórios) de empresas estrangeiras tornou-se algo cada vez mais comum com o passar dos anos.</p>
<p>Trata-se de previsível procedimento sempre que negociações mais complexas e tensas sobre contratos vigentes sinalizam desfechos contrários aos interesses dos governos estabelecidos. Tudo pela nação bolivariana! Advogados? Enfrentamento de litígios por meios democraticamente legítimos? Nada disso, chamem a cavalaria e tudo se resolverá. É a cultura da força pela força, a apologia do brucutu.</p>
<p>Nas redações de jornal, o grande temor dos jornalistas é serem rotulados como antibolivarianos ou antinacionalistas. Criticou a política econômica? Declarou desconfiança diante do futuro do país ou dos números oficiais de inflação? Cuidado, você pode ter de <a title="Leia mais sobre ataques aos jornalistas" href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/ataques-digitais-contra-jornalistas-se-tornam-uma-nova-forma-de-censura-na-venezuela-entrevista" target="_blank">enfrentar um processo devastador</a>. Você não acredita no país? Tudo bem, mas arque com as consequências de suas opiniões expressas.</p>
<p>A insegurança jurídica é outra questão crítica. Nos últimos anos tornaram-se comuns os atos oficiais de criminalização diante da independência exercida por magistrados e outros agentes da lei.</p>
<p>Convenhamos, qual é o investidor que permanece “firme na estrada” com um caminhão desses na contramão?</p>
<p><strong>Autoritários, porém extremamente inteligentes</strong><br />
Há um caso que destoa das “patacoadas esquerdoides” latino-americanas. Sim, ela mesma, sempre ela. A China. O sistema político é uma declarada ditadura, o que para esse que vos escreve é uma infelicidade para um povo tão especial, mas os mecanismos do capital funcionam bem, muito melhor do que boa parte do ocidente gostaria.</p>
<p>A imprensa é monitorada e a insegurança jurídica existe, mas não ousa prejudicar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. E não é só isso, afinal o sistema político, ainda que totalitário, preserva na sua essência o pragmatismo e a inteligência inerentes às grandes potências.</p>
<p>Para ilustrar, um passagem simples: recentemente, diante da polêmica de que <a title="Leia mais sobre a saída dos milionários chineses" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI276614-16367,00-METADE+DOS+MILIONARIOS+CHINESES+PENSA+EM+MIGRAR+PARA+O+EXTERIOR.html" target="_blank">muitos milionários chineses declararam o interesse de prosseguir com suas vidas em outros países</a>, em busca de uma existência com mais qualidade e menos expostos ao poder central do Partido Comunista Chinês, a resposta de uma secretária do partido, publicada em um meio oficial de imprensa foi: <em>“Isso nos diz que precisamos construir na China as condições para que as pessoas queiram permanecer aqui”</em>.</p>
<p>Observem que a proeminente funcionária da nomenclatura chinesa não os acusou de antichineses, de criminosos ou sequer sugeriu medidas de contenção, proibindo o êxodo. Ela simplesmente pensou que algo é preciso ser feito para que estes cidadãos descontentes não deixem de realizar seus investimentos no próprio país. Simples assim. Isso assusta um investidor?</p>
<p>Pense como um investidor e analise as opções que discutimos neste artigo. Onde você investiria?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/24/voce-e-a-china-saiba-um-pouco-sobre-xi-jinping/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 19:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiba mais sobre o Vice-Presidente da China, Xi Jinping, e como ele pode mudar a China em uma eventual sucessão política. O Ocidente verá mudanças?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_china_xi_jinping.jpg" alt="Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, comecemos pelos fatos objetivos. <strong>Xi Jinping</strong> é o Vice Presidente da China. Mais do que isso, ele deverá se tornar, ao longo dos próximos dois anos, o principal líder Chinês, substituindo <strong>Hu Jintao</strong>, que se notabilizou como um duro negociador com o ocidente. Jinping faz parte do grupo conhecido como “os pequenos príncipes”, que reúne os filhos de líderes revolucionários chineses – uma elite formada como fruto da revolução cultural, destinada a conduzir o futuro do país. Sim, os comunistas também adoram uma elite (a própria, naturalmente).</p>
<p>Avancemos pelo histórico do senhor Xi Jinping, filho de um proeminente – e corajoso – político chinês, expulso do partido comunista em 1962 por apoiar uma publicação considerada crítica ao presidente Mao Zedong, mas que, reabilitado em 1978, assumiu papel relevante na construção da China moderna com sua adesão ao capitalismo de estado.</p>
<p>Em 1987, seu pai defendeu reformas políticas no partido e em seguida condenou a violenta repressão aos protestos de 1989 na Praça da Paz Celestial, episódio marcado como a última mobilização de grande relevância da sociedade chinesa, que na época clamava pela mistura de capitalismo com democracia. Como nem tudo se pode ter nessa vida, os tanques avançaram, os líderes foram presos e perseguidos e, para o pai de Xi, restou (por sorte) apenas o desprestígio político.</p>
<p><strong>Por que interessa saber quem é Xi Jinping?</strong><br />
Mas, o contexto familiar, suas sequelas e um passado marcado por vários contatos e interações com o ocidente, como a ocasião na qual liderou uma delegação de especialistas em alimentação animal em uma viagem oficial ao estado de Iowa (EUA), podem ter contribuído para a formação de um perfil significativamente diferente de Jintao, a quem deverá suceder.</p>
<p>Durante anos, e ao longo de sua ascensão na hierarquia do partido comunista, Xi Jinping cultivou uma forte relação com os EUA, com inúmeras viagens, relacionamentos sólidos e construídos de forma confiante e assertiva, incluindo encontros regulares nos últimos anos com Henry Paulson, ex-secretário do Tesouro. Sua esposa, Peng Liyuan, é uma famosa cantora pop na China e sua filha estuda em Harvard.</p>
<p><strong>Uma China mais próxima do Ocidente?</strong><br />
O resultado de tudo isso é um provável arejamento na relação com o Ocidente, o que não representará necessariamente refresco no avanço das ambições da China, país que hoje figura como o principal do grupo apelidado de Bric’s.</p>
<p>Precisamente na última semana, Xi iniciou uma visita de cinco dias aos EUA, começando com o programado encontro com o presidente Barack Obama e se estendendo aos estados de Iowa e da Califórnia, onde serão realizados encontros com empresários e investidores. Mas o que realmente marcou a visita foi o tom sutilmente mais conciliatório, sem deixar a retórica das temáticas mais espinhosas em linha com a estratégia diplomática. Ainda assim, ficou patente a inequívoca diferença em relação ao atual líder.</p>
<p>Os mais otimistas começam a alimentar as esperanças de que Xi Jinping poderá, juntamente com a esperada renovação nos quadros do partido comunista Chinês, iniciar um processo de distensão, lenta e gradual (parafraseando a expressão adotada pela ditadura militar brasileira nos anos 70), para aí sim garantir à China o status de economia de mercado – e, quem sabe, equipada com o sopro de liberdade típico de uma crescente democracia.</p>
<p>Se essas expectativas se concretizarem, o resultado não será certamente o de um cenário com menos concorrência e reduzida ambição internacional. No entanto, a calibragem de muitos parâmetros tornará a briga no mínimo mais razoável. Quem viver verá. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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		<title>Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/13/para-a-plateia-brasil-e-seus-ensinamentos-ao-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 13:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil prefere oferecer ensinamentos vazios ao mundo a focar em suas prioridades como nação, em mais um ato para a platéia. E como ficam nossos cidadãos e seus reais problemas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_plateia_brasil_ensinamentos_paro_mundo.jpg" alt="Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caro leitor, antes de tudo preciso declarar a imensa e implacável preguiça que sinto (desde que isso começou) ao escutar os gritos ufanistas de revanche que emanam de algumas autoridades, e eventualmente de alguns empresários brasileiros, com o objetivo de firmar a recente posição econômica do Brasil diante da Europa, o pedaço do planeta que atualmente padece em franco declínio.</p>
<p>Lamentavelmente, isso não ocorre apenas na assembleia geral da ONU, mas em diversos outros ambientes onde convivemos e nos fazemos representar diante do mundo que nos observa com admiração.</p>
<p>O fato é que o momento poderia ser aproveitado para apontar nossos caminhos e explicitar as propostas concretas de solução que poderíamos oferecer, se é que podemos oferecer algo. Seria também o grande e, esse sim, magnífico momento para mostrar ao mundo que, embora nos encontremos em um momento mais sólido e economicamente fundamentado, não deixamos e nem deixaremos de fazer a lição de casa, justamente por atribuirmos à sua realização no passado o motivo principal pelo nosso êxito atual.</p>
<p><span id="more-6678"></span>Mas, sobretudo, seria uma ótima oportunidade para o silêncio seguro e confiante, típico de quem não precisa provar nada a ninguém, pois dizem que os números falam por si mesmos (muito embora não estejam tão bons assim). Certamente algo muito mais marcante do que fanfarrear sobre os próprios sucessos, numa mostra de profunda insegurança e senso de inferioridade latente.</p>
<p>Fico espantado por haver tanta admiração e temor pela economia chinesa, ao mesmo tempo em que percebo tão mínima observação sobre o comportamento chinês no início de sua ascensão como potência industrial, em meados dos anos setenta.</p>
<p>Foi a primeira nação a se descolar do imenso e multifacetado universo de países em desenvolvimento (quadro ao qual o Brasil pertence desde os anos cinquenta). Mas na crise do petróleo, quando as nações ricas brincaram na beira do abismo, eles estavam lá, participavam dos fóruns mundiais, do conselho de segurança da ONU já como membros permanentes e de todas as assembleias da instituição, mas jamais se escutou deles uma só bravata, um só discurso vazio, uma única demonstração retórica de auto-afirmação.</p>
<p>Ao contrário, sempre se posicionaram atuantes, mas centrados. Confiantes, altivos, mas repletos de sobriedade. Porém, muito mais importante do que isso, permaneceram disciplinadamente fazendo a lição de casa.</p>
<p>É verdade que já fomos vítimas de análises equivocadas, dúvidas preconceituosas e generalizações baratas. Mas penso que não precisamos cometer os mesmos erros por causa disso. Qual seria a vantagem? EUA e as nações da Europa já mergulharam no abismo mais de uma vez, e de lá ressurgiram como a fênix. Esperamos que assim ocorra, sem o mergulho, por favor.</p>
<p>Mas faz parte do “DNA” de uma grande potência a aversão ao infantilismo internacional. Dela se espera altivez, exercício de poder, mas com maturidade, sempre. Já é chegada a hora de deixarmos as palavras vazias de lado. Precisamos nos preocupar menos com a plateia e mais com o aperfeiçoamento de nossos fundamentos.</p>
<p>Precisamos, urgentemente, amadurecer como nação.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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		<item>
		<title>TV Dinheirama: Como a crise financeira mundial afetará o Brasil e você?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/24/tv-dinheirama-como-a-crise-financeira-mundial-afetara-o-brasil-e-voce/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 18:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Veja como a crise financeira mundial pode afetar o Brasil e o seu bolso. Por que a situação é diferente da de 2008? Qual a realidade do país e nosso futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Como a crise financeira mundial afetará o Brasil e você?" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_tvdinheirama_crise_financeira_voce.jpg" alt="TV Dinheirama: Como a crise financeira mundial afetará o Brasil e você?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Compreender a extensão da atual crise financeira não é tão simples. Alguns leitores nos questionam sobre os impactos da crise na nossa economia e se os problemas para os brasileiros serão semelhantes aos enfrentados em 2008. Difícil dizer, mas achei a oportunidade interessante para falar um pouco mais sobre a situação, de forma mais didática e simples. Neste episódio da <strong><a title="Acesse a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> eu trato dos principais reflexos que a crise pode trazer e como entender que problemas viveremos e seu grau de complexidade.</p>
<p>Também abordo neste video os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>A crise pode resultar em desaquecimento econômico global e prejudicar nossa economia caso a demanda por commodities também caia;</li>
<li>Nossa demanda interna parece ser capaz de sustentar o crescimento, ainda que menor?</li>
<li>Nossas autoridades financeiras apontam para um quadro melhor do que o de 2008, mas já aparecem revisões para o crescimento projetado de nosso PIB (Produto Interno Bruto);</li>
<li>O que você deve levar em consideração para entender a crise e passar por ela sem grandes sustos?</li>
</ul>
<p>Assista ao vídeo e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=pZ64E_lbFAg">http://www.youtube.com/watch?v=pZ64E_lbFAg</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Acesse a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Capitalismo na China e a Democracia</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/27/o-capitalismo-na-china-e-a-democracia/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual deve ser o olhar sobre o crescente avanço da China no cenário capitalista mundial? Como fica a discussão se lembrarmos que por lá não existe democracia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Capitalismo na China e a Democracia" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_capitalismo_china_democracia.jpg" alt="O Capitalismo na China e a Democracia" hspace="2" vspace="2" align="left" />A referência capitalista que a China comunista representa há muito deixou de espantar analistas de mercado e especialistas em desenvolvimento econômico. A estratégia liderada pelo ex-presidente norte-americano <strong>Richard Nixon</strong> – vítima de <em>impeachment</em> –, surpreendendo o mundo em matéria de política externa, ao estabelecer, nos anos setenta (auge da guerra fria), uma política de aproximação comercial e industrial com a China não tardou a produzir efeitos.</p>
<p>Preocupados com as consequências de uma China explicitamente hostil e dotada de crescente poderio político e militar, decidiram pelo caminho da proximidade, permitindo compreensões e a eliminação de mútuas desconfianças e mitos que não ajudam em nada na construção das saudáveis relações internacionais &#8211; e muito menos à paz.</p>
<p>Muito bem, neste episódio da história observamos um governo – o norte-americano – investindo na relação de mercado com uma nação politicamente hostil, justamente para que essa hostilidade possa ser, se não desarmada, ao menos melhor administrada.</p>
<p><span id="more-6231"></span>O resultado é conhecido. Hoje, a interdependência entre os dois países oferecem a tônica para as novas polarizações de poder que devem se consolidar nos próximos tempos. Mas, observemos que tudo nasceu de um mútuo entendimento e da compreensão das singularidades entre os interlocutores, ou seja, de um lado uma nação capitalista liberal e democrática e do outro uma ditadura maoísta com um nascente capitalismo de forte indução estatal (hoje já consolidado).</p>
<p>Faço esse paralelo e o devido resgate histórico para oferecer um contraponto à crescente, e na minha modesta opinião preocupante, sedução que o modelo chinês exerce em parte do nosso empresariado, situação que não encontro explicação, a não ser na provável confusão entre capitalismo (induzido ou não pelo aparato estatal) e democracia.</p>
<p>A China de hoje é uma nação fortemente inserida na economia de mercado, mas com fundamentos e alicerces típicos de uma ditadura. É inimaginável, por exemplo, um empreendimento como Belo Monte sofrer tão implacável oposição em um país como a China, onde o confronto de ideias e posições com o Estado é tratado como caso de polícia.</p>
<p>O mesmo ocorre com a população operária da “magnífica e competitiva” indústria chinesa, onde condições de trabalho que beiram a escravidão jamais foram objeto de qualquer tipo de mobilização, tal qual ocorreu aqui em plena ditadura militar, com as paralizações do ABC – considerando que, na época, nos enquadrávamos no mesmo conceito de nação capitalista, com forte indução estatal e nem de longe uma democracia.</p>
<p>É evidente que sem democracia e sem a livre expressão da sociedade civil organizada fica bem mais fácil tocar programas estatais de desenvolvimento e manipular a indústria.</p>
<p>Tudo isso sem contar com a total falta de transparência, tanto nos setores de mercado – e nesse segmento destaco o sistema financeiro –,  como nos institutos econômicos, deixando uma sociedade inteira, e porque não o mundo, devido à sua importância macroeconômica, à mercê das potenciais influências dos técnicos aprovados pelo partido comunista chinês.</p>
<p>O que vale compreender e reforçar é que o sistema político democrático liberal, com o qual nos habituamos desde a redemocratização em meados da década de oitenta e a posterior abertura dos mercados, mesmo com todas as suas imperfeições, é o grande alicerce de uma economia saudável e sustentável.</p>
<p>Para apimentar um pouco, deixo duas questões:</p>
<ol>
<li>O que acontecerá com a China quando a sociedade que ali está não se conformar mais apenas com o acesso ao consumo e exigir, com vigor, a abertura política e os direitos civis dos seus pares de mercado (vale observar o conturbado cenário político árabe)?</li>
<li>Você depositaria o seu dinheiro em um banco chinês e dormiria tranquilo?</li>
</ol>
<p>Até o próximo encontro.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>G8, G20, EUA e os reflexos da crise internacional</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/07/11/g8-g20-eua-e-os-reflexos-da-crise-internacional/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 12:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Ufa, tivemos uma semana cheia de novidades no cenário econômico internacional. Vimos serem veiculadas noticias boas, razoáveis e outras nem tanto. Tivemos o encerramento da cúpula dos G-8 (Grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia). Para inicio de conversa, muito se questionou a respeito da legitimidade da cúpula para discussão da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_china_mundo_economia.jpg" alt="G8, G20, EUA e os reflexos da crise internacional" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ufa, tivemos uma semana cheia de novidades no cenário econômico internacional. Vimos serem veiculadas noticias boas, razoáveis e outras nem tanto. Tivemos o encerramento da cúpula dos G-8 (Grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia). Para inicio de conversa, muito se questionou a respeito da legitimidade da cúpula para discussão da crise econômica mundial. É consenso entre a maioria dos analistas internacionais que o fórum mais apropriado seria o G-20.</p>
<p>O que se pode apurar é que os países em desenvolvimento terão papel fundamental na retomada do crescimento mundial. As expectativas de que os EUA poderão demorar um período maior para sair da crise são grandes. O próprio presidente Obama deixa transparecer em algumas frases que os países que se acostumaram com o crescimento vendendo produtos e serviços para a potência norte-americana precisarão encontrar outros portos.</p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil buscou novos parceiros comerciais: dentro de nossos resultados positivos está o bom desempenho nas transações com a China. A expectativa de crescimento do PIB chinês ronda os 8% anuais. Abaixo dos dois dígitos alcançados nos últimos tempos, mas ainda consistente. De qualquer forma, os produtos chineses já chegavam com grande competitividade ao mercado norte-americano. Agora o gigante asiático irá com grande apetite para novos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, inclusive América Latina, onde o Brasil reina soberano.</p>
<p><span id="more-2566"></span>Dessa nova realidade, acredita-se que o consumidor americano ainda se recupera do tombo, que parece ser enorme. A convalescência pode ser maior do se supunha. Essa tese é fundamentada na idéia de que os americanos vão precisar refazer a poupança até para se precaver de um futuro instável.</p>
<p>Sem falar na questão do desemprego, que bateu forte em diversos segmentos, desde o setor financeiro, passando pelo setor automobilístico e de bens de consumo. Outra notícia acompanhada com grande interesse por parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytmaW5hbmNlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-68">mercado financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é a proposta legislativa divulgada ontem pelo Secretário do Tesouro Norte Americano, Timothy Geithner, dando maiores poderes à SEC (Securities and Exchange Commission), órgão similar à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).</p>
<p>Entre outras frentes, a proposta pretende oferecer à agência o poder de examinar e banir formas de compensação que estimulem intermediários financeiros a induzir <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a comprar produtos que não estão no seu melhor interesse, além de muni-la de autoridade para limitar ou proibir arbitragens, que segundo o Tesouro podem minar os interesses dos investidores.</p>
<blockquote><p>“O plano irá promover uma regulação mais forte e a transparência para todos os derivativos negociados em mercado de balcão, independente do ativo de referência e independente se o derivativo é padronizado ou customizado&#8221; (<strong>Timothy Geithner</strong>)</p></blockquote>
<p>Vamos torcer para que o mercado financeiro se adéqüe às medidas e que crises geradas pela ganância exorbitante sejam evitadas de maneira mais clara, menos traumática. Mas como financistas não são Deuses, pode ser que outras variáveis influenciem outras e novas crises. Por enquanto nos preocupemos com os atuais problemas financeiros mundiais e com as possibilidades apresentadas ao nosso país. Bom final de semana.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Ricardo Pereira </strong>é educador financeiro e palestrante, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Carnaval no Brasil, a China e a crise</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/02/26/o-carnaval-no-brasil-a-china-e-a-crise/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 16:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Ficou para trás o Carnaval de 2009. Quem teve a oportunidade de acompanhar um pouco a festa de Momo teve a oportunidade de notar os reflexos da crise nos desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo. O luxo não foi tão nítido como nos últimos anos e mesmo os ingressos tiveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1948" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/dinheirama_china_economia.jpg" alt="O Carnaval no Brasil, a China e a crise" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ficou para trás o Carnaval de 2009. Quem teve a oportunidade de acompanhar um pouco a festa de Momo teve a oportunidade de notar os reflexos da crise nos desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo. O luxo não foi tão nítido como nos últimos anos e mesmo os ingressos tiveram suas vendas realizadas com certa dificuldade. Mas, enquanto o Brasil parava para comemorar, o mundo continuava dando mostras de que a crise continuará forte nos próximos meses.</p>
<p>O que de fato mais me preocupa são os dados apresentados pela economia chinesa, última esperança do mundo (e do Brasil) em sofrer menos os reflexos da crise. O governo chinês injetará uma montanha de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir+dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> na economia tentando promover o crescimento e principalmente a criação de mais empregos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, fica claro que o Governo Obama terá um mar de espinhos pela frente para aprovar medidas financeiras que não são consensuais &#8211; nem mesmo dentro do seu próprio partido. Que os EUA vivem e viverão tempos difíceis em 2009 (e quem sabe 2010), todo mundo sabe. Mas e a China?</p>
<p><span id="more-1946"></span>O “PAC chinês” (referência ao Plano de Aceleração do Crescimento) terá ao todo <strong>US$ 586 bilhões</strong> investidos (boa parte em infra estrutura). Veja tabela a baixo:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/dinheirama_pac_chines.gif" alt="PAC Chinês - Tabela" /></p>
<p><strong>Por que a preocupação com a China?</strong><br />
 A tabela mostra números expressivos e que revelam o tamanho de uma economia que, ao que tudo indica, crescerá entre 6,5% e 8% em 2009. Hoje a China é nosso segundo maior parceiro comercial, atrás apenas dos EUA. Entretanto, a partir do segundo semestre começamos a sentir o peso da recessão e alguns setores começaram a ter seus pedidos cancelados ou diminuídos.</p>
<p>O caso mais nítido dessa nova disposição mundial foi expressa nas incertezas sobre o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:mercado+de+a%E7%F5es/format:box">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de <em>commodities</em>, nosso carro chefe comercial com a China. A China compra muita matéria prima no Brasil, posteriormente usada na fabricação de seus produtos &#8211; que então são vendidos para os EUA, Europa e Japão.</p>
<p>Logo, se Japão, EUA e Europa não compram da China, a China não busca a matéria prima no Brasil, que dessa forma é atingido pela crise, gerando inúmeros problemas (entre eles menor crescimento, demissões em massa e etc.). Pior, o que se espera é o aumento da agressividade dos produtos chineses no mundo inteiro, o que explica algumas <a title="A &quot;desglobalização&quot; está chegando" href="http://dinheirama.com/blog/2009/02/20/a-desglobalizacao-esta-chegando/">medidas protecionistas</a> surgidas em muitos países.</p>
<p>Com o desemprego batendo a porta aqui e acolá, algumas verdades ficam  claras:</p>
<ul>
<li><strong>No mundo atual, não existe problema do vizinho.</strong> Todos estamos miseravelmente envolvidos em tudo. O que acontece na China influencia, e muito, as aventuras em nosso quintal; e vice-versa;</li>
<li><strong>Algumas idiotices estão ficando óbvias.</strong> A mais clara delas é a pornográfica taxa de juros reais aplicadas no Brasil. As pessoas não terão como manter em dia seus pagamentos.</li>
</ul>
<p><strong>Ah, os juros&#8230;</strong><br />
Quem entrou na ilusão de comprar sonhos com o dinheiro dos outros (crédito), acordará dentro de um pesadelo de juros e taxas. Ontem, por exemplo, o jornal <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de São Paulo</a> divulgou dados dando conta do aumento da devolução de veículos por conta da inadimplência.</p>
<p>No melhor dos cenários, parece que no último trimestre de 2009 as ações do Presidente Obama começarão a dar alguns resultados – trazendo de volta a confiança ao mundo e seus <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:neg%F3cios/format:box">negócios<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Quem sabe influenciados pelo espírito de Natal o mundo experimente os primeiros sinais de recuperação.</p>
<p>No pior dos cenários, o governo americano precisará estatizar definitivamente alguns bancos e repassar ao contribuinte a conta de anos e anos de pura especulação. Dessa forma, os olhos de todos no mundo passariam a enxergar apenas o próprio umbigo, imaginando o que irá acontecer e se precavendo de todas as formas possíveis – o protecionismo entre elas.</p>
<p>O mundo mudou muito em um ano. Em 2008 estávamos preocupados com a inflação, a alta de preços dos alimentos e do petróleo. Agora, a preocupação é outra: não deixar o mundo quebrar. Mais, não deixar que as famílias e os contribuintes quebrem. Quem diria, a economia e o sistema financeiro nos tiraram para dançar&#8230;</p>
<p><strong>Fontes consultadas:</strong> jornal <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> (25/02/2009) e <a title="Conheça a revista Exame" href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Revista Exame</a> edição 937.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é educador financeiro e palestrante credenciado pelo <a title="Conheça o Instituto DiSOP" href="http://www.disop.com.br" target="_blank">Instituto DiSOP</a>, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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