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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; cidadania</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; cidadania</title>
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		<title>Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/26/engajamento-empreendedor-a-forca-que-falta-para-o-verdadeiro-sucesso/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores são indivíduos dotados de energia e talento de sobra, o que lhes confere muitas oportunidades. Como torná-los verdadeiros cidadãos engajados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_engajamento_empreendedor_forca_que_falta_verdadeiro_sucesso.jpg" alt="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, antes de tudo peço calma e compreensão. Solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo (ou quem sabe sonífero) dessa temática. E, diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe, logo no título, uma convocação ao seu engajamento.</p>
<p>Da mesma forma, posso garantir que nesse texto você estará protegido dos ataques da ditadura do politicamente correto, com seus clichês insistentes, superficiais e suas modinhas de ocasião. Prometo não incomodá-los com esse “bobajal”. Afirmaria até que o que abordarei traz, em última análise, desoneração. Exatamente isso, desoneração empreendedora, assim como um balão que para subir necessita jogar fora parte da bagagem de seus passageiros. Mas a questão é que essa desoneração não se conquista sem um pouco de esforço.</p>
<p><strong>Qual o papel do empreendedor?</strong><br />
A dura realidade é que somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados (está no plural, pois me incluo na categoria) para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis e inquiridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores. Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.</p>
<p><span id="more-7059"></span>Não basta a carga tributária infernal – e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não poder contar com uma mão de obra qualificada, a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia.</p>
<p><strong>Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada?</strong><br />
A resposta é simples: o nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões e a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados reduziram a nossa capacidade de <strong>existir exigindo</strong>. Em troca disso, passamos a <strong>existir absorvendo</strong>, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.</p>
<p>Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam tempo pensando. Vocês precisam ganhar dinheiro para consumir e nos sustentar!”.</p>
<p>Hora de refletir:</p>
<ul>
<li>A quem interessa a nossa despolitização?</li>
<li>Quem ganha com a nossa desunião?</li>
</ul>
<p>As respostas também são simples, sabemos disso. A mesma sociedade que nos enxerga de forma tão estoica, como indivíduos repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar solucionados (ou pelo menos a caminho da solução).</p>
<p><strong>Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?</strong><br />
Que tal usarmos os nossos atributos para, ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e, na contraofensiva, efetivar reclamações e exigências? E fazer isso mantendo nossa forma de ser, com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização. Quem topa?</p>
<p>Perceba que o texto relata uma conta que não fecha. Como empreendedores, a nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.</p>
<p>Onde queremos chegar? Pensemos nisso. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/13/para-a-plateia-brasil-e-seus-ensinamentos-ao-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 13:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil prefere oferecer ensinamentos vazios ao mundo a focar em suas prioridades como nação, em mais um ato para a platéia. E como ficam nossos cidadãos e seus reais problemas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_plateia_brasil_ensinamentos_paro_mundo.jpg" alt="Para a platéia: Brasil e seus ensinamentos ao mundo" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caro leitor, antes de tudo preciso declarar a imensa e implacável preguiça que sinto (desde que isso começou) ao escutar os gritos ufanistas de revanche que emanam de algumas autoridades, e eventualmente de alguns empresários brasileiros, com o objetivo de firmar a recente posição econômica do Brasil diante da Europa, o pedaço do planeta que atualmente padece em franco declínio.</p>
<p>Lamentavelmente, isso não ocorre apenas na assembleia geral da ONU, mas em diversos outros ambientes onde convivemos e nos fazemos representar diante do mundo que nos observa com admiração.</p>
<p>O fato é que o momento poderia ser aproveitado para apontar nossos caminhos e explicitar as propostas concretas de solução que poderíamos oferecer, se é que podemos oferecer algo. Seria também o grande e, esse sim, magnífico momento para mostrar ao mundo que, embora nos encontremos em um momento mais sólido e economicamente fundamentado, não deixamos e nem deixaremos de fazer a lição de casa, justamente por atribuirmos à sua realização no passado o motivo principal pelo nosso êxito atual.</p>
<p><span id="more-6678"></span>Mas, sobretudo, seria uma ótima oportunidade para o silêncio seguro e confiante, típico de quem não precisa provar nada a ninguém, pois dizem que os números falam por si mesmos (muito embora não estejam tão bons assim). Certamente algo muito mais marcante do que fanfarrear sobre os próprios sucessos, numa mostra de profunda insegurança e senso de inferioridade latente.</p>
<p>Fico espantado por haver tanta admiração e temor pela economia chinesa, ao mesmo tempo em que percebo tão mínima observação sobre o comportamento chinês no início de sua ascensão como potência industrial, em meados dos anos setenta.</p>
<p>Foi a primeira nação a se descolar do imenso e multifacetado universo de países em desenvolvimento (quadro ao qual o Brasil pertence desde os anos cinquenta). Mas na crise do petróleo, quando as nações ricas brincaram na beira do abismo, eles estavam lá, participavam dos fóruns mundiais, do conselho de segurança da ONU já como membros permanentes e de todas as assembleias da instituição, mas jamais se escutou deles uma só bravata, um só discurso vazio, uma única demonstração retórica de auto-afirmação.</p>
<p>Ao contrário, sempre se posicionaram atuantes, mas centrados. Confiantes, altivos, mas repletos de sobriedade. Porém, muito mais importante do que isso, permaneceram disciplinadamente fazendo a lição de casa.</p>
<p>É verdade que já fomos vítimas de análises equivocadas, dúvidas preconceituosas e generalizações baratas. Mas penso que não precisamos cometer os mesmos erros por causa disso. Qual seria a vantagem? EUA e as nações da Europa já mergulharam no abismo mais de uma vez, e de lá ressurgiram como a fênix. Esperamos que assim ocorra, sem o mergulho, por favor.</p>
<p>Mas faz parte do “DNA” de uma grande potência a aversão ao infantilismo internacional. Dela se espera altivez, exercício de poder, mas com maturidade, sempre. Já é chegada a hora de deixarmos as palavras vazias de lado. Precisamos nos preocupar menos com a plateia e mais com o aperfeiçoamento de nossos fundamentos.</p>
<p>Precisamos, urgentemente, amadurecer como nação.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma nova oportunidade para as universidades brasileiras</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/03/02/uma-nova-oportunidade-para-as-universidades-brasileiras/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/03/02/uma-nova-oportunidade-para-as-universidades-brasileiras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 21:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Prates</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[Está em processo de aprovação uma nova linha de crédito oferecida pelo BNDES para universidades públicas e privadas que se diferencia pelo fato de que o projeto desenvolvido pela universidade deve ser aprovado pelo Ministério da Educação (MEC). Ele só pode ser destinado a melhorias &#8211; e não à abertura de novas instituições ou como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1971" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/dinheirama_universidade_bndes.jpg" alt="Uma nova oportunidade para as universidades brasileiras" hspace="2" vspace="2" align="left" />Está em processo de aprovação uma nova linha de crédito oferecida pelo BNDES para universidades públicas e privadas que se diferencia pelo fato de que o projeto desenvolvido pela universidade deve ser aprovado pelo Ministério da Educação (<a title="MEC - Ministério da Educação" href="http://www.mec.gov.br/" target="_blank">MEC</a>). Ele só pode ser destinado a melhorias &#8211; e não à abertura de novas instituições ou como capital de giro. A mudança visa melhorar a qualidade do ensino superior brasileiro. A verdade, finalmente compreendida, é que nós não precisamos de novos campus, e sim de melhor qualidade.</p>
<p>Ao ampliar e modernizar os campus disponíveis, construir novos laboratórios e bibliotecas, formar e capacitar os professores, a tendência no curto prazo é aumentar a capacidade de agregar novos alunos. Afinal, as universidades particulares já sentiram o peso da crise: cada vez mais alunos inadimplentes e queda no número de matrículas são os itens de maior preocupação.</p>
<p>Hoje, estas universidades criaram novas formas de financiamento e, além disso, estimulam a chegada de novos alunos com a oferta de desconto nas mensalidades e alongamento do prazo. E, exatamente por este motivo, as universidades particulares não concordam com as condições da nova linha, pois julgam que <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:capital+de+giro/format:box">capital de giro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é essencial para se protegerem do que vem pela frente.</p>
<p><span id="more-1969"></span>Acredito que as novas condições para o empréstimo são válidas. Hoje o brasileiro acredita que é necessário somente concluir uma faculdade e ter o diploma em mãos. É triste, mas a maioria não questiona a qualidade do serviço que pagam para ter. Os processos seletivos têm sido substituídos por provas surreais, onde, muitas vezes, os aprovados são informados do resultado no mesmo dia em que realizam os exames.</p>
<p>E a análise das perguntas e respostas subjetivas, abertas? Vamos acabar com elas? E as redações? Gostaria de saber quem são os &#8220;professores supersônicos&#8221; capazes de avaliar milhares de candidatos em menos de um dia. Fica claro que o que importa é a capacidade dos alunos de pagar as mensalidades em dia. O <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir+dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do aluno é o que interessa.</p>
<p>É irônico, porque nós mesmos somos prejudicados por este círculo vicioso. As empresas buscam cada vez mais profissionais de fora, já que não encontram aqui dentro pessoas aptas a executarem os serviços de alto nível necessários. Além disso, os processos de estágio e <em>trainee</em> estão cada vez mais acirrados, com etapas extremamente difíceis. Por que? Pelo simples fato de que a peneira deve ser feita baseada em mínimos detalhes. Ainda, nossos grandes “prodígios” vão para o exterior em busca de melhores oportunidades.</p>
<p>Já diz a sabedoria popular que <em>“a vida do brasileiro começa depois do Carnaval”</em> &#8211; o que não concordo, pois meu sonho de consumo (e de grande parte da população) é justamente poder começar a pensar na vida somente depois deste feriado. Então vamos pensar no que vamos fazer neste ano? Somente os melhores vão ficar! Conhecimento é um bem que não sofre desgaste nem oscilação e <em>“o mar não está para peixe”</em>.</p>
<p>Os grandes bancos estão com vagas congeladas, as indústrias estão demitindo e oferecendo férias coletivas e o setor de serviços vive em busca de clientes. É importante se atualizar, adquirir novos conhecimentos e se reciclar. Nós, consumidores do ensino, devemos tratar as instituições como um prestador de serviço comum. Se brigamos com a loja que não entrega nossas compras em dia, por que não reclamar de professores que não dão aula direito ou de um laboratório que não possui <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:computador/format:box">computadores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para todos?</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Mariana Prates </strong>é economista pela PUC-SP e pós-graduanda em Administração de Empresas pela FGV. Trabalha no departamento comercial da <a title="Editora Novatec" href="http://www.novatec.com.br/" target="_blank">Editora Novatec</a> e adora fazer planejamento financeiro para amigos e familiares.</p>
<ul>
<li><a title="Conheça Mariana Prates" href="http://www.dinheirama.com/blog/mariana">Quem é Mariana Prates?</a></li>
<li><a title="Acesse todos os artigos publicados por Mariana Prates" href="http://dinheirama.com/blog/author/mariana%20prates/">Leia todos os artigos escritos por Mariana</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Mariana Prates</b>.<br>

Economista pela PUC-SP, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Trabalha no departamento comercial da Editora Novatec e adora fazer planejamento financeiro para amigos e familiares.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Quanto você valoriza a leitura?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/07/14/quanto-voce-valoriza-a-leitura/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<description><![CDATA[Renata comenta: &#8220;Navarro, percebo através de seus textos e das capas dos livros publicados na barra lateral do Dinheirama &#8211; especialmente na seção &#8216;Estou lendo&#8217; &#8211; que você lê muito e lê livros de temáticas nem sempre voltadas ao universo financeiro. Levanto dois pontos: 1) Até que ponto isso o faz crescer como pessoa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-726" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/07/dinheirama_leitura_e_importante.jpg" alt="Quanto você valoriza a leitura?" hspace="2" vspace="2" align="left" /><strong>Renata</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, percebo através de seus textos e das capas dos livros publicados na barra lateral do Dinheirama &#8211; especialmente na seção &#8216;Estou lendo&#8217; &#8211; que você lê muito e lê livros de temáticas nem sempre voltadas ao universo financeiro. Levanto dois pontos: 1) Até que ponto isso o faz crescer como pessoa e profissional? 2) A leitura em nível mais amplo cria mais oportunidades? Obrigada.&#8221;</em></p>
<p>Ler é, acima de tudo, um exercício de cidadania. É com esse propósito que me mantenho sempre diante de livros, revistas e jornais das mais variadas áreas, temas e origens. Valorizar diferentes tipos de leitura significa aumentar drasticamente nossa bagagem cultural, o que influencia sobremaneira nossa capacidade de interação e, por consequência, de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:livro+sucesso/format:box">sucesso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Assumo, sou daqueles que lê desde os textos impressos em pacotes de biscoitos até bula de remédio.</p>
<p>Ler é participar de novas histórias, é formar opinião acerca de novos conceitos. É, em última instância, manter-se atualizado em relação às tendências recentes, conclusões científicas, personalidades (adoro biografias!) e surgimento de novos escritores. Mas ler é também material essencial para a boa escrita, para o acúmulo de vocabulário e poder de articulação.</p>
<p><span id="more-725"></span><strong>Que jornais ou revistas você lê? Por que?</strong><br />
 É claro que profissionais devem ler periódicos que tratam de sua área afim. Adquirir conhecimento, ler opiniões de pares do mercado e acompanhar as novidades de seu segmento são pressupostos básicos para o sucesso. Mais, são atitudes mínimas para quem quer postar-se como participante de seu mercado alvo. O equívoco está em crer que só isso basta para atingir o sucesso de forma sustentável.</p>
<p><strong>Até que ponto a leitura contribui para o crescimento pessoal e profissional?</strong><br />
 Em plena era do conhecimento, a diferenciação muitas vezes está naquilo que nada tem a ver com o lado prático do dia-a-dia dos novos profissionais. Conquistar um <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:cliente/format:box">cliente<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, fazer novas amizades ou obter facilidades em negociações são alguns exemplos simples onde a troca de informações, cultura e experiências pode fazer toda a diferença. Ler facilita tudo isso.</p>
<p><strong>A leitura em nível mais amplo cria mais oportunidades?</strong><br />
Quando nos dedicamos a conhecer novas visões, alteramos nossa própria percepção diante da realidade que nos cerca. E tudo é uma simples questão de percepção. Oportunidades, segundo minha filosofia de vida, são momentos capazes de oferecer novas chances de crescimento e transformação, momentos de aprendizado. A leitura instiga nossa curiosidade e facilita a interação pessoal e profissional. Daí, naturalmente, surgem oportunidades mil.</p>
<p>Minha opinião, como você já deve ter percebido, é simples: só ler muito não significa maior conhecimento. É preciso ler com o objetivo de participar, servir e se comunicar. Ler para escrever melhor, ler para debater determinados temas com os amigos, ler para ter opinião acerca de um autor e sua obra. Ler periódicos para entender as transformações políticas, econômicas e sociais que movem nosso país e o mundo. Ler para investir melhor, claro!</p>
<p>Ler para rabiscar os <a title="Veja os livros mais vendidos no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/books_speciallist.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;Top3rdRowKey=48&amp;PROMOID=28805&amp;ST=OCT2983&amp;ST=2983hlmvt&amp;franq=247523" target="_blank">livros</a>, sublinhá-los e enchê-los de anotações. Ler para compartilhar lições simples e fundamentais com a família. Tudo isso porque, hoje, o verdadeiro sucesso profissional está relacionado ao conjunto de nossas atitudes, muito mais que apenas ao amplo conhecimento técnico, específico. Como nos relacionamos, como tratamos as pessoas e o que delas sabemos são diferenciais raros em nossos profissionais.</p>
<p><strong>Leitura é investimento!</strong><br />
Os brasileiros lêem, em média, <a title="Veja mais sobre a realidade da leitura dos brasileiros" href="http://www.samshiraishi.com/o-brasileiro-le-47-livros-por-ano/" target="_blank">quase cinco livros por ano</a>. Não raro, sentem dificuldade ao tentar escrever um simples e-mail, um documento de cunho pessoal ou mesmo uma pequena carta de apresentação. Não raro, são incapazes de articular, escrita ou verbalmente, decente opinião sobre seus próprios feitos e futuros objetivos pessoais. Ah, como é difícil escrever o próprio currículo, não é mesmo? Ler ajuda a abrir estas e outras portas.</p>
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<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a></p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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