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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; comportamento</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; comportamento</title>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/04/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<category><![CDATA[economia comportamental]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns economistas creem que a taxa de juros hoje exerce, hoje, o mesmo papel da inflação no passado. A inadimplência e o endividamento já são problemas graves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_governo_sociedade_discutem_promovem_educacao_financeira_parte2.jpg" alt="Governo e sociedade discutem e promovem a educação financeira - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia o artigo anterior" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/03/governo-e-sociedade-discutem-e-promovem-a-educacao-financeira-parte-1/" target="_blank">artigo anterior</a>, falei um pouco sobre as implicações dos dados de uma pesquisa divulgada no <a title="Leia mais sobre o Fórum" href="http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3309&amp;idpai=NOTICIAS" target="_blank">“III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira”</a> que revela um brasileiro otimista em relação ao seu futuro, mas, ao mesmo tempo, pessimista em relação ao futuro do país.</p>
<p>Nesta segunda e última parte, vou me concentrar em um aspecto que surgiu durante o debate do “Painel 1 &#8211; Diagnóstico de Mercado”, onde especialistas afirmaram que <strong>a taxa de juros hoje exerce o mesmo papel da inflação no passado</strong>. Vale lembrar que as discussões do Fórum se concentraram basicamente nas classes C, D e E.</p>
<p><strong>Como devemos encarar o endividamento?</strong><br />
Se o arrocho e as perdas salariais reais, somados à alta constante de preços corroia impiedosamente a renda das então chamadas classes média e baixa, hoje as classes menos favorecidas, principalmente as C e D, veem parte de sua renda comprometida com o pagamento de juros em função de dívidas não honradas.</p>
<p><span id="more-6998"></span>Alguns economistas veem os índices de inadimplência observados nessa população como um fenômeno natural e passageiro. A justificativa para esse tipo de visão é que como o crédito nunca esteve tão acessível, as pessoas não estão preparadas para esse primeiro contato. Estes acreditam que, com o passar do tempo, elas aprenderão a lidar melhor com essa questão.</p>
<p>Ora, isso equivale mais ou menos ao seguinte: suponhamos que ao completar 18 anos, todos os brasileiros recebessem sua Carteira Nacional de Habilitação, sem que para isso tivessem que se preparar. O único pré-requisito para o acesso à CNH seria a maioridade. E que, em função disso, os acidentes provocados pela imperícia e falta de experiência dos recém-habilitados fossem vistos como parte integrante do processo de aprendizado e, portanto, considerados um fenômeno natural e passageiro.</p>
<p>Eu, particularmente, não tenho essa visão tão simplista e otimista do assunto. Não acho que essa população aprenderá sozinha com seus erros em relação ao não pagamento das contas e aos altos juros. Além disso, as conseqüências do endividamento excessivo, tanto do ponto de vista micro quanto macroeconômico, são desastrosas.</p>
<p><strong>Lidar com dinheiro é questão de cidadania</strong><br />
A própria <strong>Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF)</strong>, assim como a <strong>Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</strong>, parte do princípio que desequilíbrios financeiros individuais, quando em massa, podem desequilibrar o sistema econômico do país como um todo.</p>
<p>Uma série de iniciativas voltadas para o uso consciente do crédito vêm sendo implementadas em vários segmentos, <strong>mas informação não basta para modificar comportamento</strong>. Além disso, é preciso criar condições para que as pessoas tomem decisões mais acertadas.</p>
<p>A <strong><a title="Leia mais sobre arquitetura de escolhas" href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/arquiteto-escolhas-483510.shtml" target="_blank">Arquitetura de Escolhas</a></strong> da <strong>Economia Comportamental</strong> pode ser uma ferramenta valiosa, tanto em termos de políticas públicas, quanto em termos de aplicação na iniciativa privada para o público adulto.</p>
<p>Quanto aos jovens que ainda não cristalizaram comportamentos e crenças referentes ao consumo, poupança, crédito e investimento, considero a <strong>Educação Financeira</strong>, dentro da perspectiva da <strong>Alfabetização Econômica</strong>, uma poderosa aliada. Bem, de qualquer forma passos importantes vêm sendo dados nessa área. Mas todos nós temos nossa parcela de responsabilidade:</p>
<ul>
<li>O governo através das políticas públicas;</li>
<li>A esfera privada através de parcerias e iniciativas dentro do seu campo de ação;</li>
<li>Nós, cidadãos, entendendo que Finanças e Economia não são áreas envoltas numa espécie de névoa onde só os especialistas conseguem caminhar sem se perder, mas sim duas áreas onde nós, pessoas comuns, somos inseridas desde muito cedo (e hoje cada vez mais cedo) e por onde transitaremos até o final de nossas vidas.</li>
</ul>
<p>Por fim, é igualmente importante entender que <strong>a situação do país reflete a somatória dos comportamentos e ações individuais</strong>. Cidadania, afinal, é participar, agir e transformar.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/05/como-fazer-para-ter-um-prospero-ano-novo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/10/05/como-fazer-para-ter-um-prospero-ano-novo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 17:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Garanta um Próspero Ano Novo adiantando as questões financeiras e profissionais que o preocupam e priorizando a mudança de comportamento e atitude para realizar suas promessas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_como_fazer_ter_prospero_ano_novo.jpg" alt="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já repararam que o ano está “acabando” cada vez mais cedo? Mal chegou outubro e já temos Panetone nos supermercados, carros 2012 nas lojas (esses, então, começam a trocar de ano cada vez mais cedo), decoração natalina para vender no comércio, lojas começando mais uma <em>“queima total, ficamos malucos, descontos nunca vistos antes”</em> e muitas outras ocorrências típicas de final de ano.</p>
<p>Aliás, o décimo terceiro salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele gaste-o antes mesmo de “ver sua cor”. Temos que lembrar que depois de toda festa regada a muita bebida vem uma forte ressaca.</p>
<p>Estou falando de Janeiro, o mês dos “I”s. IPVA, IPTU, <em>“ihhhhh faltou dinheiro para a matrícula dos filhos”</em> e por aí vai. Lembrando que teremos um forte IGP-M (inflação também começa com “i”) em 2012, por mais que o governo prometa que será uma nova “marolinha”.</p>
<p><span id="more-6653"></span>A verdade é que quem consegue passar de janeiro “no azul”, tem grandes chances de continuar na mesma situação no decorrer do ano. Vamos a algumas dicas de como podemos alcançar 2012 em paz e com a saúde física e financeira preservadas. Afinal, um bolso saudável ajuda até mesmo a cuidar melhor da nossa saúde e bem estar. Até mesmo a OMS reconhece a importância da “saúde social” para o nosso bem estar.</p>
<p><strong>1) Conheça a si mesmo antes de começar o Ano Novo.</strong> Saiba quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater.</p>
<p>O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) a seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos. Procure não contrair dívidas que consumam mais do que 30-35% de sua renda.</p>
<p><strong>2) Só pense em adquirir um novo bem se estiver bem financeiramente.</strong> Simples assim.</p>
<p><strong>3) Aprenda a mágica dos juros compostos em aplicações financeiras e a tragédia nas compras a prazo.</strong> Não se iluda com o pensamento “essa parcela cabe no meu bolso tranquilamente”. Antes de fechar uma compra, entenda bem como funciona o mecanismo das prestações.</p>
<p><strong>4) Dedique um pouco do seu tempo para pensar na sua carreira profissional.</strong> Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos aproveitando a tranquilidade de estar empregado?</p>
<p><strong>5) Não seja acomodado.</strong> O mundo gira, e cada vez mais rápido, à medida que ficamos mais velhos.</p>
<p><strong>6) Desenvolva seu <em>network</em>.</strong> Participe de grupos e fóruns relacionados à sua carreira e áreas de interesse pessoal.</p>
<p><strong>7) Nem só de empréstimos e financiamentos vive o mundo.</strong> Se você já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. A poupança própria seria ainda melhor. Fuja do imediatismo.</p>
<p><strong> <img src='http://dinheirama.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico.</strong> Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.</p>
<p><strong>9) Quem deve cuidar da sua saúde financeira é VOCÊ!</strong> Para tal, conheça os planos que seu banco oferece e informe-se muito bem sobre as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde “aperta o calo” é você.</p>
<p><strong>10) Seja realista!</strong> Não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer “a viagem dos sonhos” devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar as dívidas e pense duas vezes antes de contrair uma nova.</p>
<p><strong>11) Cheque especial não é<em> &#8220;complemento do salário&#8221;</em>.</strong> Cheque especial, apesar de estar sempre disponível, só deve ser usado em situações REAIS de emergência e deve ser coberto o mais rápido possível.</p>
<p>Por fim, tenha em mente que o importante é &#8220;viver em paz&#8221; com o seu dinheiro. Não adianta tratar o dinheiro a partir do comportamento bipolar, isto é, no início do mês ele é &#8220;do bem&#8221; (você tem dinheiro) e no fim do mês ele é &#8220;do mal&#8221; (o dinheiro se foi). Dinheiro deve ser a nossa base sólida para a prosperidade, para o nosso futuro.</p>
<p>Não existem grandes lavouras sem pequenas sementes. Não existem grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não está só contraindo dívidas; está também deixando de plantar as sementes do seu futuro. Vamos começar?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/29/por-que-guardar-dinheiro-foco-na-qualidade-de-vida-e-liberdade/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 23:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisson de Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[A busca por conhecimento na área de finanças pessoais é cada dia maior, mas por quê guardar dinheiro? Como lidar com seu dinheiro visando qualidade de vida e liberdade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_guardar_dinheiro_qualidade_de_vida.jpg" alt="Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade" align="left" hspace="2" vspace="2" />De uns tempos para cá, a mídia brasileira começou a veicular notícias e reportagens sobre finanças pessoais como nunca antes se viu. Esse fato tem aumentado o interesse de muitas pessoas em buscar informações sobre como administrar seu próprio dinheiro. Com o fácil acesso à Internet, começam uma busca desenfreada sobre as mais variadas informações, encontrando dicas de como gastar menos, investir melhor, sair das dívidas etc.</p>
<p>Depois dessa fase, aqueles que não se perderam no emaranhado de conteúdos disponíveis partem para cursos sobre investimentos, iniciam o controle do orçamento doméstico e fazem de tudo para convencer aos outros de que a educação financeira é essencial e traz resultados práticos!</p>
<p>Como estudioso da área, vejo como extremamente salutar a atenção dada às finanças pessoais, pois tenho convicção que essa é uma dimensão importante a ser considerada no mundo capitalista em que vivemos. Porém, minha intenção com esse texto é a de defender o ponto de vista de que toda essa preocupação com o dinheiro deve vir acompanhada de uma reflexão muito profunda sobre a importância das finanças pessoais na vida de cada um.</p>
<p><span id="more-6371"></span>Escrevo isso ao constatar que os caminhos sugeridos pelos especialistas, apesar de possuírem certa lógica, são de difícil aplicação no dia a dia. Mudar hábitos que, durante anos, foram tidos como normais não acontece da noite para o dia. Adquirir conhecimentos financeiros sobre tributação, taxas de juros, fluxo de caixa, dentre outros, também não.</p>
<p>E todo esse mundo novo que se abre aos olhos do leigo causa uma mistura de <strong>angústia</strong> (pelo tempo perdido) e <strong>ansiedade</strong> (para colocar em prática todas as informações que está absorvendo). E isso não é necessariamente bom, pois a vida da pessoa pode não melhorar em termos de bem estar. Sai de um problema (dívidas) e entra em outro (compulsão em poupar, poupar, poupar), de efeitos também nocivos.</p>
<p>Educar-se financeiramente precisa ser um ato que <strong>melhore a qualidade de vida</strong>, hoje e no futuro. O estudo das finanças pessoais deve proporcionar uma nova filosofia comportamental que se incorpore naturalmente às suas atitudes e modo de pensar &#8211; e não apenas uma obsessão em conseguir aumentar cada vez mais seu patrimônio, sem um porquê.</p>
<p>É importante que você encontre uma resposta para a seguinte pergunta: por que devo guardar dinheiro? Talvez esse exercício de reflexão não seja fácil, mas quem disse que a vida é simples?</p>
<p>Por fim, gostaria de passar a mensagem de que você pense no dinheiro como meio para conquistar algo relevante, não como um fim por si só. Não caia na armadilha da ganância, deixando de lado princípios morais e éticos, na busca de enriquecer a todo custo. Não deixe o dinheiro dominá-lo, pois é ele quem deve lhe servir. Use da liberdade que o dinheiro proporciona para aumentar sua satisfação pessoal, das pessoas com quem convive e, se possível, daqueles que passam necessidades.</p>
<p>Antes de uma mudança brusca em seus hábitos de consumo e investimento, reflita. Tenho certeza que reservar alguns momentos para pensar no assunto terá um efeito muito positivo em suas finanças pessoais, pois lhe dará uma melhor compreensão sobre o papel do dinheiro em sua vida. Assim, suas chances de sucesso financeiro e pessoal aumentarão. <strong>Naturalmente!</strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elisson de Andrade</b>.<br>

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Mestre e Doutorando em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo. Ganhador do prêmio BM&amp;FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Autor do <a title="Blog do Professor Elisson de Andrade" href="http://www.profelisson.com.br">Blog do Professor Elisson de Andrade</a>. No Twitter: <a title="Siga o Prof. Elisson no Twitter" href="http://twitter.com/Prof_Elisson">Prof_Elisson</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que podemos aprender com o insucesso financeiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/11/o-que-podemos-aprender-com-o-insucesso-financeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 14:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[hábito]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[A tentativa de compensar comprando em excesso é perigosa. O descontrole agrava a situação. Planejamento financeiro é a saída, mas como encarar o problema sem desespero?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que podemos aprender com o insucesso financeiro" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_aprender_insucesso_financeiro.jpg" alt="O que podemos aprender com o insucesso financeiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />Desde que comecei a estudar e incentivar a educação financeira, tenho a oportunidade de observar, cada vez mais de perto, o comportamento das pessoas. Digo comportamento porque tenho convicção de que a forma como lidam com o dinheiro passa muito por questões relacionadas aos hábitos, principalmente quando as atitudes do dia a dia resultam no insucesso financeiro.</p>
<p>Eu também já errei e até por isso tirei todo proveito para aprimorar meus conhecimentos em relação ao dinheiro. Percebi que, também comigo, haviam desvios de comportamento que prejudicavam avanços mais significativos. Aprendi e continuo aprendendo. E não existe outra palavra mais apropriada para definir o que representa o <em>Dinheirama</em>: aprendizado. Um aprendizado tão intenso e constante que se renova a cada artigo e comentário dos amigos leitores.</p>
<p><strong>As dificuldades que criamos pra vida</strong><br />
Sempre percebi que boa parte das pessoas que passam por alguma dificuldade financeira – infelizmente, tenho muitos exemplos &#8211; atravessa duas situações que as levaram para o limite entre o desespero e a falta de esperança em viver dias melhores: compensação injustificada e descontrole (falta de limites).</p>
<p><span id="more-5999"></span><strong>A compensação</strong><br />
A primeira situação trágica é a forma como a pessoa utiliza o dinheiro como instrumento de conforto e massagem do ego. Explico: os gastos se tornam prêmios individuais que representam a oportunidade de esquecer as frustrações na vida, no trabalho e nos relacionamentos amorosos ou familiares. Funciona como uma terapia, mas está muito mais para compulsão. E traz consequências.</p>
<p>Fica claro que existe um descontrole latente em pessoas assim, mas o descontrole não é somente financeiro; é também comportamental e a ajuda necessária passa também por questões psicológicas, além do apoio prático em relação às finanças. A matemática será útil para lidar com o orçamento e a mudança da estrutura do comportamento por ditar rumos melhores e mais coerentes.</p>
<p>Engraçado que, via de regra, as pessoas que se encontram nessa situação possuem situação financeira relativamente estável. Tudo começa com bons salários, carreiras com relativo sucesso, mas, de uma hora para outra, desmorona – esses indivíduos se descontrolam e rapidamente afundam sua trajetória em dívidas perigosas. Sugiro a leitura do artigo <a title="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/" target="_blank">&#8220;Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?&#8221;</a>, de <strong>Bernadette Vilhena</strong>.</p>
<p><strong>Descontrole: o sinal de alerta</strong><br />
O outro ponto responsável pelo destempero e insucesso financeiro é a falta de controle, a falta de limites. Hoje mesmo, conversando de forma descontraída com um amigo, ouvi uma confissão: <em>“Não sei os meus limites e durante o mês simplesmente vou gastando. Não estipulo metas”</em>.</p>
<p>Pronto. Na hora percebi o estrago. O amigo em questão teve uma mudança de vida radical nos últimos tempos e hoje já está em uma situação promissora. De devedor passou a poupador, mas por não ter controles, metas e objetivos para os gastos no orçamento deixa “a torneira aberta” e o seu potencial para acumular patrimônio fica cada vez menor.</p>
<p><strong>Atitude na hora de virar o jogo</strong><br />
Minha sugestão para quem passa pelas duas situações é bem direta: aceite que precisa de ajuda. Muitos nem perceberam ainda que se encontram em situação delicada, alimentando a sensação de que “a qualquer hora será possível dar um jeito nisso”. Seja sincero consigo mesmo e reflita sobre os motivos pelos quais você não consegue viver sem o limite do cheque especial ou da ajuda do cartão crédito para manter o pagamento das despesas do lar em dia.</p>
<p>Pare de culpar os outros e aceite que você é o primeiro e grande responsável pelo seu insucesso. Aprender a viver dentro do limite de seu padrão de vida (que sua renda propicia) é o “pulo do gato” em relação às finanças. Esqueça o vizinho, o amigo mais rico ou aquele parente que você tanto faz questão de impressionar. Experimente e perceba as vantagens de comprar de forma planejada e trabalhar seu patrimônio com paciência, vendo-o crescer de forma constante e sustentável.</p>
<p><strong>Só depende de você! Mesmo!</strong><br />
O que proponho é uma mudança. Faça algo diferente e avalie as sensações e consequências da nova atitude. Perceba como sua autoestima irá melhorar e a despesa deixará de ser apenas um prêmio. Seus sonhos são os verdadeiros objetivos que devem estar ao lado de seu padrão de vida. Estabeleça-os antes de tudo.</p>
<p>Uma última dica: desenvolva o hábito de inserir controles em sua vida. Não tenha medo de parecer chato e relacione seus gastos, defina limites para seu orçamento doméstico e seja curioso no sentido de encontrar boas oportunidades de investimento. Lembre-se que além de consumir, você também pode construir. Com pouco tempo, tudo isso se tornará natural para você e sua família. Boa sorte e até a próxima.</p>
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<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/07/mudanca-de-comportamento-financeiro-missao-impossivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muitos, dinheiro é sinônimo de problemas, dívidas e dor de cabeça. A mudança de comportamento pode contribuir para livrar-se dos problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_mudanca_comportamento_financeiro.jpg" alt="Mudança de comportamento financeiro: missão impossível?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O cartão de crédito estourou? Os cheques sem fundo são uma rotina? O salário está comprometido com empréstimos consignados? O cheque especial sempre é usado como adicional de salário? As prestações do carro novo estão atrasadas? Os carnês de prestação duram mais que o produto adquirido? Infelizmente, é muito comum esses “desastres” financeiros acontecerem.</p>
<p>O caminho para a solução desses problemas passa pela mudança de comportamento financeiro: aprender a gerir melhor seu dinheiro e determinar/respeitar prioridades. Primeiro, o mais importante é colocar as contas no papel, enxugar gastos, eliminar o fútil e traçar metas.</p>
<p>Em situações graves, onde a saúde financeira da família está comprometida, novas formas de agir são exigidas: diminuir o ritmo das compras e das diversões, anotar todas as despesas, programar as compras, manter o diálogo financeiro familiar e talvez “aposentar” temporariamente o cartão de crédito.</p>
<p><span id="more-5984"></span>Fácil? Não mesmo. Todos sabem sobre a dificuldade da mudança de hábitos e da adoção de novos comportamentos. Quando falamos sobre dinheiro, parece que a mudança fica ainda mais difícil de ser assimilada.</p>
<p><strong>Para entender o processo de mudança</strong><br />
O processo de mudança de comportamento é complexo e requer um grande esforço para que novos hábitos sejam assimilados e tornem-se naturais. Para entender melhor como nós trabalhamos inconscientemente esse momento, a psicóloga <strong>Fela Moscovici</strong> fala <a title="Mais sobre Fela Moscovici" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/43934/?franq=247523" target="_blank">em seus livros e artigos</a> sobre o processo psicossocial das mudanças onde todos nós passamos por determinadas etapas frente a uma situação desafiadora.</p>
<p>Quando somos solicitados a mudar de comportamento, seja por uma boa causa, por uma  necessidade do trabalho ou por demandas financeiras contingenciais, acabamos vivenciando etapas. Não temos consciência do processo, mas eles estarão presentes assim que precisarmos sair da nossa zona de conforto. São elas:</p>
<ul>
<li><strong>Desequilíbrio:</strong> a mudança chega e com ela uma crise interna onde idéias e dúvidas tomam conta do pensamento. É o momento de instabilidade, onde começo a perceber a necessidade de trilhar novos caminhos;</li>
<li><strong>Descongelamento: </strong>fase onde se inicia a “desconstrução” de conceitos e hábitos consolidados para dar lugar a novos modos de funcionar. A ansiedade e a motivação aumentam;</li>
<li><strong>Incorporação: </strong>momento de decisão, pois percebo que a mudança é inevitável. A opção é a aprendizagem e a ação. Os novos comportamentos passam a fazer parte de minha rotina, mas ainda não automatizados;</li>
<li><strong>Congelamento:</strong> a nova estrutura é interiorizada e com ela a estabilização dos novos comportamentos.</li>
</ul>
<p>É normal que toda mudança provoque resistência. Algo que é preciso ter atenção é quando não conseguimos percorrer todas as fases psicossociais apresentadas. Muitas pessoas, diante da mudança, acabam estacionadas na primeira fase, onde seus comportamentos radicais os impedem de seguir adiante. Muitas vezes, o medo e a incerteza paralisam.</p>
<p>Outro fato que ocorre é a negação da situação e a esperança de que, magicamente, tudo vai acabar “se ajeitando”. Muita atenção nessas ciladas, principalmente em relação às questões financeiras! Não existe mágica. O que irá trazer a sua tranqüilidade de volta são a coragem para encarar a realidade, a educação financeira e a atitude para assimilar novas formas de comportamento.</p>
<p><strong>Um conselho: </strong>antes que a sua relação com o dinheiro chegue a níveis críticos de endividamento, analise sua vida e quais aspectos podem ser melhorados. Garanto que a mudança de comportamento em momentos mais tranqüilos é bem mais fácil de ser assimilada! Experimente.</p>
<p>Boa sorte e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/31/o-desafio-de-decidir-esconde-ou-apresenta-o-sucesso/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/01/31/o-desafio-de-decidir-esconde-ou-apresenta-o-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 01:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[De quem é a responsabilidade quando nossas decisões (ou a falta delas) nos colocam diante de problemas? É possível transformar desafios em oportunidades?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_decidir_sucesso.jpg" alt="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Foi num dia comum, mais um daqueles que começam normais demais, que de repente me dei conta de que por alguns momentos havia alguém controlando a minha vida. Não eu, mas algo diferente, que não deixava minha real personalidade vencer. Exatamente como um controle remoto, eu transformava meu dia com certa facilidade, saindo do bom humor à tristeza como se isso fosse normal e necessário. Passava da tranquilidade ao nervosismo exatamente como mudamos de canal na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZXZpcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">televisão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Foram várias as mudanças até que me dei conta de que quem segurava o controle remoto era eu mesmo. E eu mesmo apertava os botões. Por que será que não me espantei nenhum pouco? Você já teve essa sensação? Não é estranha, mas ao mesmo tempo reveladora?</p>
<p>Pare um pouquinho e coloque lado a lado todos os controles remotos que você tiver em casa, de todos os seus equipamentos eletrônicos. Junte a estes equipamentos o seu telefone sem fio, o seu celular, sua câmera digital. Tire uma foto. Você vai se assustar com a quantidade de decisões que pode tomar no seu dia-a-dia. Sim, porque os botões representam uma diferente ação no aparelho, uma decisão perante qualquer problema ou necessidade.</p>
<p><span id="more-5685"></span>Mudar de canal é uma decisão. Aumentar o volume é uma escolha. Atender a uma ligação é uma opção. Desligar o celular, falar “bom dia”, dar um sorriso, começar a investir, pedir desconto&#8230; Quantas escolhas passam despercebidas em seu dia a dia? Pois é, muitas vezes nos deixamos influenciar por fatores incomuns e tomamos decisões que nos prejudicam. Mas ainda assim somos nós que apertamos o botão. A decisão é sempre nossa.</p>
<p><strong>Rir ou chorar? Tentar ou desistir?</strong><br />
Tudo isso para perceber que as pessoas, o ambiente e o mundo às vezes tentam dominar nosso controle remoto, mas só quem sabe a hora de usar cada função e recurso somos nós. A hora de calar, a hora de mudar totalmente de área, a hora de desligar-se das coisas para pensar um pouco em si mesmo e descansar.</p>
<p>Recebi por <em>e-mail</em> um diálogo simples, porém genial e o reproduzo aqui. A mensagem veio sem autoria, então se souberem de onde a história foi tirada, por favor me avisem e publicarei os devidos créditos. Leia:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Eu acompanhava um amigo até uma banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro de forma calorosa e amável, mas, como retorno, recebeu um tratamento impessoal e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Quando nós descíamos pela rua, perguntei:<br />
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?<br />
- Sim, infelizmente é sempre assim – Respondeu meu amigo naturalmente.<br />
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?<br />
- Sim, sempre sou.<br />
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?<br />
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.</em></p>
<p>Então lembrem-se da lição apresentada aqui: nós somos donos de nosso controle e ele não é remoto. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmFpdmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">raiva<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.</p>
<p>Com o texto de hoje, pretendo despertar você para a importância de enxergar oportunidades onde muitos só veem problemas ou distrações. Abdicar de um fim de semana de agito e curtição para detalhar seu orçamento, plano de investimentos e decisões econômicas do ano lhe parece uma opção mais atraente agora? Se não, do que depende esta decisão? De mim? Do vento? Da chuva? Do seu chefe?</p>
<p>Ora, as ferramentas existem aos montes, são muitos os livros e recomendações. Não faltam ensinamentos, dicas e exemplos de sucesso. O que muda é como cada um de nós interpreta o que lê, ouve ou enxerga e que tipo de atitude tal experiência desperta em nosso cotidiano. A informação serve para quê? Posso mudar algo com o que aprendi? Quero fazer isso? Como diria <strong><a title="Conheça os livros de Seth Godin" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/79464/?franq=247523" target="_blank">Seth Godin</a></strong>, <em>“a média é invisível; só as pessoas talentosas se preocupam com a mediocridade”</em>.</p>
<p><strong>Você conhece Erik Weihenmayer?</strong><br />
<strong></strong>Assista um resumo de sua história e entenda porque decidir vencer é mais importante que simplesmente reagir. Perceba como um obstáculo serviu de impulso para toda uma carreira de sucesso.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI">http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI</a></p>
<p>A mensagem é clara: não existe certo e errado. Existe fazer, agir e existe deixar acontecer, esperar. Simples? Nem um pouco? Sonho? Autoajuda? Enfim, interpretação é tudo. Que tal? Deixem seus comentários. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Autoestima em sintonia com seu sucesso pessoal e financeiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/autoestima-em-sintonia-com-seu-sucesso-pessoal-e-financeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Sua autoestima determina o grau de sucesso pessoal, profissional e financeiro que você pode alcançar. A limitação parte de você. Entenda e mude essa atitude!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Autoestima em sintonia com seu sucesso pessoal e financeiro" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_autoestima_sintonia_sucesso_pessoal_financeiro.jpg" alt="Autoestima em sintonia com seu sucesso pessoal e financeiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />Existe uma mania que odeio em alguns brasileiros. Não é privilégio nosso, claro, mas temos uma tendência pessimista demais. Alguns dizem se tratar de cautela. Justificam o pessimismo exagerado como forma de estar prevenido e preparado para quando a oportunidade surgir. Esperar a oportunidade surgir e os problemas se resolverem são nossas especialidades. <a title="A culpa é minha? Do sistema? De quem?" href="http://dinheirama.com/blog/2007/04/12/a-culpa-e-minha-do-sistema-de-quem/">A culpa &#8220;é do sistema&#8221;</a>, nos vemos como vítimas. Quando o assunto é dinheiro, essa atitude pode ser fatal.</p>
<p>Existem diversas variáveis que influenciam nossa capacidade de criar oportunidades e agir diante de realidades adversas, mas hoje irei citar e discutir uma das mais importantes: a autoestima. <strong>Crer na sua capacidade significa simplesmente que você é tão bom quanto qualquer outra pessoa.</strong> Trata-se de um princípio básico, mas poderoso, para dar cabo das coisas.</p>
<p>Parece simples. Há, no entanto, diversos aspectos da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YXV0b2VzdGltYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">autoestima<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que gosto de abordar. Antes de tudo, o seu ambiente cultural, familiar e educacional têm enorme influência e importância na formação de sua opinião, ponto de vista e de seu conceito sobre o mundo. Dito isso, lembre-se de sempre aplicar os conceitos que julgar úteis, pois esta é a maneira mais simples e fácil de fortalecer sua autoestima. Não existe regra, nem certo/errado.</p>
<p><span id="more-5383"></span>É preciso acreditar que, independentemente de suas ações, você terá sempre o mesmo valor e importância. Simplificando, a autoestima não depende do que você realmente é, mas sim das representações que faz de si mesmo, do que você pensa a seu respeito. E, então, de como age de acordo com esse quadro.</p>
<p>Um exemplo simples que presenciei recentemente demonstra como não estamos preparados para lidar com a autoestima de uma maneira geral. Em uma cena normal do cotidiano, uma mãe está discutindo com seu filho de oito anos sobre suas teimosias. Ela então solta uma frase mais ou menos assim: <em>&#8220;Você é uma criança muito ruim, irresponsável, que peste!&#8221;</em>. Passados alguns minutos, a mãe, fora de controle, repete as palavras em tom ainda mais rude.</p>
<p>Tudo que ele fazia era falar muito alto, incomodando as pessoas. Ouvir mensagens assim, com relativa frequência, mexe com a autoestima do filho. Quanto ele já ouviu e ainda vai ouvir? Funciona? Ora, as crianças acreditam no que os adultos dizem. É preferível explicar e esbravejar sua crítica ao ato incorreto da criança, mas não transformá-la, prematuramente, em algo que ela não é. Momentos em que não nos controlamos acontecem, mas educar segundo o princípio da ferida não me parece inteligente.</p>
<p>Crianças sem autoestima também crescem e se tornam adultos. Adultos que muitas vezes consideram perder um emprego como perder um amigo ou um parente. Elas sentem que perderam parte de si mesmas, entram em <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVwcmVzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">depressão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, perdem o prazer de viver e muitas vezes adoecem. O exemplo pode ser associado às frustrações em geral. Você conhece alguém assim? Pois é, infelizmente eu também conheço.</p>
<p>Agora adicione dinheiro, contas, investimentos e consumo a esse caldeirão de emoções, sentimentos represados, pressão cotidiana e baixa autoestima. A receita tem enormes chances de desandar. <strong>Gente sem amor próprio e motivação tende a ver o dinheiro como problema</strong>. Não raro, muitas consultorias e trabalhos de planejamento terminam por identificar uma falha maior no aspecto emocional. A falta de planejamento surge muito mais como consequência.</p>
<p>Então pergunto:<strong> o que você faz?</strong> Você naturalmente irá começar a falar de trabalho, sua profissão, empresa em que atua etc. Que falta de imaginação. Experimente falar de você, do que gosta, porque decidiu-se por sua profissão e o que o diferencia das pessoas. O ouvinte vai interessar-se muito mais em você, que é o que realmente importa.</p>
<p>Sobre autoestima e seu efeito no cotidiano, tenho algumas considerações:</p>
<ul>
<li>Um bom começo é <strong>pensar se um determinado aspecto pessoal representa um obstáculo ou uma possibilidade</strong>. Há algo que você não gosta em você? Certo, mas também há algo que você faz melhor que ninguém. Pense nisso;</li>
<li><strong>Explore sua beleza física</strong>. De todas as competências que alimentam a autoestima, o aspecto físico é o mais imediato, aquele que menos depende do contexto;</li>
<li><strong>Elogios são sempre bem-vindos, mas depender deles para manter a sua autoestima elevada é um erro</strong>. Não podemos depender exclusivamente de algo que está fora de nosso controle. Aceite que nem todos irão reparar na sua transformação e viva com isso;</li>
<li><strong>Evite a rotina</strong>. Ela impede você de diferenciar-se e valorizar-se;</li>
<li>Você não é <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RWluc3RlaW5fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Einstein<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e não conhece matemática como ele, mas isso não é motivo para se autodepreciar ou ficar deprimido. <strong>Saiba o suficiente e explore sua vocação</strong>;</li>
<li><strong>Para imediatamente de se criticar. Relaxe.</strong> Aceite-se como você é e viva SUA vida. Quando você culpa a si mesmo exageradamente, tende a assumir grande parte da responsabilidade de todos os eventos ruins que ocorrem ao seu redor. O próximo passo pode ser a depressão;</li>
<li>É possível tornar nossa vida mais leve se diminuirmos o nosso senso crítico e <strong>dirigirmos o foco das nossas ações para a diversão; não para a perfeição</strong>.</li>
</ul>
<p>Não somos obrigados a aceitar o que o destino nos reserva. Polêmica, ou não, minha visão é de que podemos e devemos decidir. Àqueles que “tem tanta coisa para fazer”, que provavelmente dirão que este texto não passa de uma utopia, insisto: para vencer e manter sua autoestima, não adianta sonhar fora do escritório, ser feliz só depois do expediente. Valorize suas crenças, princípios e revolucione. A paz com seu bolso será uma das muitas consequências. Maravilhosas consequências.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A realidade e os perigos do Bullying Corporativo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/a-realidade-e-os-perigos-do-bullying-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
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		<category><![CDATA[profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o que é o Bullying Corporativo, seus sintomas, resultados e aprenda a lidar com essa realidade dentro da empresa. Gestão de Pessoas é a chave para um ambiente de trabalho melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_perigos_realidade_bullying_corporativo.jpg" alt="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O assunto que trago para vocês não é muito agradável, mas de extrema importância para a tão necessária e valorizada qualidade de vida. Diariamente, muitos trabalhadores passam por imensos constrangimentos dentro de seu universo de trabalho e nem sempre se dão conta sobre a gravidade desses fatos. Um risinho hoje, uma exclusão amanhã, aquele apelido desconfortável&#8230; Atitudes assim podem ser indícios do chamado <strong><em>Bullying</em> Corporativo</strong>.</p>
<p>Esse tema, amplamente discutido na mídia nos últimos meses por conta dos absurdos ocorridos nas escolas, também está presente no universo corporativo, causando sérios prejuízos para suas vítimas. <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QnVsbHlpbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Bullying<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> </em>é uma palavra de origem inglesa que se refere a agressões verbais, psicológicas ou mesmo físicas &#8220;disfarçadas&#8221; de brincadeiras. Ocorre quando um grupo ou um indivíduo supostamente mais forte exerce poder sobre um indivíduo mais fraco.</p>
<p><span id="more-5378"></span>São vários os indícios de <em>Bullying</em> Corporativo:</p>
<ul>
<li>Chantagem;</li>
<li>Comentários maldosos sobre a aparência, orientação sexual, local onde mora e roupas usadas;</li>
<li>Pressão durante a execução de atividades;</li>
<li>Depreciação da qualidade do serviço realizado;</li>
<li>Insinuações de incompetência;</li>
<li>Uso abusivo de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> hierárquico.</li>
</ul>
<p>Essas agressões podem ser identificadas entre colegas de trabalho e mesmo entre gestores e seus colaboradores.  Algumas razões que levam os agressores a praticarem essa violência são a sua baixa autoestima e a necessidade de demonstrar poder perante aos amigos. Enfim, trata-se de uma manifestação de poder e força  onde um indivíduo acaba escolhendo outro para &#8220;servir de modelo&#8221; aos demais.</p>
<p>As conseqüências para a vítima são inúmeras, chegando a depressões graves e até mesmo síndrome do pânico. A solução para acabar com esse tipo de violência pode ser  a intervenção do setor de Gestão de Pessoas. Mas para que isso ocorra é preciso que a vítima não se cale e relate o problema em busca de ajuda e orientação, mesmo que o <em>Bullying</em> venha de seu superior hierárquico. Difícil decisão, eu sei.</p>
<p>Para a  psicóloga <strong>Clarice Barbosa</strong>,  <em>&#8220;a melhor forma de acabar com as ações do Bullying é não se intimidar ou ter medo. É preciso que a vítima tenha provas, como gravações, para poder provar dentro da empresa o que está ocorrendo. Quanto mais provas ela tiver, mais ela vai poder expor essa pessoa. Mas se fica fragilizada, a outra pessoa ganha poder, além disso, é possível consultar um advogado para saber como se proteger”</em>. É preciso <a title="Leia mais sobre Clarice Barbosa" href="http://www.rhcentral.com.br/destaques/destaque.asp?cod_destaque=562" target="_blank">atenção para identificar o problema nas empresas</a>.</p>
<p>Não sou especialista em <em>Bullying</em>, por isso falei brevemente sobre o assunto, mas acredito que disse o necessário  para  alertar você  sobre a sua existência dentro das empresas e a importância de acabar com essas práticas que comprometem a vida e a dignidade de muitos trabalhadores.</p>
<p>Você já passou ou conhece alguém que foi vítima de <em>Bullying</em> Corporativo?  O que pensa sobre esse assunto? Compartilhe conosco sua experiência e opinião.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/20/empresas-e-negocios-a-unica-certeza-e-a-imprevisibilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas relações profissionais e nos negócios, só há uma certeza: tudo muda muito rápido e há muita imprevisibilidade. Qual seria a graça se fosse diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_empresa_imprevisibilidade.jpg" alt="Empresas e Negócios: a única certeza é a imprevisibilidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Já afirmei em outros textos que de fato não conheço nada na vida empresarial tão previsível ou rotineiro do que a própria inconstância (por favor, ao discordar manifeste-se, adoraria estar errado). Especialistas, economistas, gurus e gurus de última hora adoram recomendar, anunciar e propalar comportamentos, atitudes e modelos planejados, no intuito de oferecer algum alento para aqueles que vivem a turbulência cotidiana de empreender ou conduzir negócios.</p>
<p>A intenção é ótima e legítima, mas confesso que às vezes acho um tanto cômico. Principalmente quando são acompanhadas de introduções do tipo: <em>“A última onda agora é&#8230;”</em> ou <em>“Você quer ter sucesso? Então faça isso!”</em>. Tudo tão determinante, tão meticulosamente pensado, mas ao mesmo tempo frívolo e improvável.</p>
<p>Obviamente que algumas regras e práticas são sim necessárias, vitais e universais. Refiro-me à necessidade de transparência nas informações com números confiáveis, na simples e óbvia equação de gestão onde não se pode gastar mais do que se ganha e, naturalmente, na lógica vital para a operacionalidade e sustentação do negócio. Mas qual seria essa lógica? Impossível saber, cada empresa tem a sua.</p>
<p><span id="more-4873"></span>Os gestores de um importante fundo de <em>Private Equity</em> brasileiro gostam de se auto-definir assim: <em>“Somos um grupo que trabalha com bom-senso e Excel”</em>. Legítimo, direto, crível, e, mais do que isso, confiável. De resto, tudo o que observei, escutei e estudei é um grande emaranhado de acasos e desencontros, desafiando modelos, previsões e prodigiosos cérebros.</p>
<p><strong>George Soros</strong>, por exemplo, recomenda que o melhor caminho para se entender os mercados  é fugir de modelos pré-concebidos, e simplesmente tentar compreender e navegar no caos. Essa sim, segundo ele, é a única certeza previsível. Viajando pelo universo da literatura, podemos acompanhar o escritor <strong>Paul Auster</strong>, que usa a imprevisibilidade da vida como fonte inspiradora para quase todos os seus romances. Nos seus livros, ela é a única certeza permanente.</p>
<p><strong>Não é diferente nas empresas.</strong> Evidentemente que um bom planejamento ajuda, mas estar preparado para a inconstância é fundamental. Ela sempre estará presente, colocando em xeque planos, metodologias, mitos, todas as modinhas de gestão, assim como compromissos, contratos e articulações de corredor.</p>
<p>Aquilo que é impensável em uma empresa, é regra em outra. Modelos abandonados e impraticáveis em uma determinada corporação, são implementados e cotidianamente seguidos pela sua concorrente direta.</p>
<p>A conclusão é que a perplexidade e o diverso sempre imperam. A única regra é que não existem regras nem previsões absolutas. Por mais que tentemos enquadrá-la em compartimentos administráveis, a realidade vai sempre se impor, escapar da caixinha e nos restará seguir abandonando e admitindo novas e antigas práticas e soluções.</p>
<p><strong>Mas qual seria a graça se fosse diferente?</strong> Fico com o pessoal do <em>Private Equity</em> e Soros. Bom senso, Excel e boa convivência com o caos. De resto, nada como um ano fiscal após o outro. Ainda bem.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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