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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; compra</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; compra</title>
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		<title>Você sabe aproveitar as promoções do comércio virtual?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/23/voce-sabe-aproveitar-as-promocoes-do-comercio-virtual/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mateus Ricardo N. Vilanova</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negociação]]></category>
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		<description><![CDATA[A pesquisa de preços, uma boa dose de paciência e algum planejamento financeiro podem garantir excelentes compras através das promoções do comércio virtual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você sabe aproveitar as promoções do comércio virtual?" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_voce_sabe_aproveitar_promocoes_comercio_virtual.jpg" alt="Você sabe aproveitar as promoções do comércio virtual?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Primeiramente, é um grande prazer ter a oportunidade de escrever em parceira com meu amigo de longa data, <strong>Conrado Navarro</strong>, que vem dando show na sua missão de ensinar as pessoas a ganhar e gastar dinheiro racionalmente. Sou grande admirador da sua visão de dinheiro como ferramenta de melhoria da qualidade de vida e facilitador da realização de objetivos e sonhos, o que só é possível através da educação financeira. Parabéns meu amigo!</p>
<p>Bem, vamos ao texto. A idéia de escrevê-lo surgiu durante as festas do final de 2011, quando resolvi me presentear com alguns materiais esportivos comprados em duas grandes e famosas lojas virtuais do ramo. Como essas compras não eram urgentes, trocando uma idéia com o Navarro perguntei se era interessante aguardar a passagem do Natal para obter bons descontos. A resposta foi “sim”, pois após a efervescência dos consumidores nessa data, muitas lojas buscam liquidar os estoques excedentes e renová-los com novas coleções. Sem trocadilhos, &#8220;paguei para ver&#8221; se ia dar certo.</p>
<p><strong>Liste o que você quer e pesquise os preços</strong><br />
Cadastrei os produtos de interesse na minha lista de desejos (uma das lojas oferece essa facilidade e, para a outra, foi necessário criar uma planilha no Excel) e os monitorei durante a última semana de 2011 e a primeira de 2012. Não deu outra: a paciência me rendeu belos descontos e uma bela economia! Aí vai uma tabela com alguns itens da compra:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_tabela_descontos_promocao.gif" alt="Descontos conseguidos com paciência!" /></p>
<p>Nessa “brincadeira”, obtive uma economia de <strong>R$ 130,00</strong>, ou <strong>30%</strong>! Você deve estar, nesse momento, com a sua agenda na mão, aberta no mês de dezembro de 2012 e esperando ansiosamente o próximo Natal para poder aproveitar grandes descontos como esses. A boa notícia é que esse tipo de promoção não se limita ao Natal e outras datas específicas de aumento do consumo (como o Dia das Crianças, Dia dos Namorados etc.).</p>
<p><strong>Acompanhe as principais lojas que oferecem os produtos que você deseja</strong><br />
As lojas virtuais fazem, regularmente, grandes promoções, que podem ser a oportunidade de comprar aquele produto que você namora há tanto tempo, com preços bem abaixo do mercado. Essas promoções vão desde as mais comuns, como o famoso <em>“10% de desconto em todo o site e frete grátis”</em>, até descontos estrondosos, acima de 50% em dias específicos.</p>
<p>A grande “sacada” é ficar sabendo dessas promoções. Para isso, nada melhor do que se cadastrar nas lojas virtuais de sua preferência (optar pelas maiores e mais famosas é uma boa dica em termos de segurança nas compras) e ficar de olho nos emails enviados com as ofertas.</p>
<p>Se você, assim como eu, não suporta caixa de email lotada de spams, fique tranqüilo, os filtros de spams dos principais servidores existentes cumprem bem a tarefa, e essas propagandas podem ser direcionadas para pastas específicas, que você pode definir. Crie suas regras de maneira que as muitas mensagens não interfiram no seu dia a dia de trabalho, mas de forma que você possa visitar os sites quando decidir pesquisar por algo que precisa comprar.</p>
<p><strong>Aproveite, mas lembre-se sempre da educação financeira!</strong><br />
Só tenha o cuidado de não se empolgar com os grandes descontos e sair comprando por impulso – afinal, comprar só porque está barato é um dos grandes erros que o amigo Navarro já abordou diversas vezes. Planeje suas compras, economize e prefira pagar à vista. Se conseguir o grande desconto, ótimo, você ainda fica com uma grana para satisfazer outros desejos.</p>
<p>Valeu pela oportunidade! Feliz 2012 para todos vocês e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Mateus Ricardo N. Vilanova</b>.<br>

Engenheiro Hídrico e Mestre em Engenharia da Energia pela UNIFEI e Doutorando em Engenharia Mecânica pela UNESP/FEG.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/28/a-grande-vantagem-da-permuta-imobiliaria-para-efeitos-de-imposto-de-renda/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda as vantagens da permuta de imóveis na sua declaração de imposto de renda. Você pode pagar menos impostos e evitar operações mais complicadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_grande_vantagem_permuta_imobiliaria_efeitos_imposto_de_renda.jpg" alt="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trocar imóveis diretamente tende a ser um negócio mais econômico do que vender para comprar outro. Em negociações de compra ou venda de imóveis, a permuta imobiliária pode ser um recurso muito eficiente para se pagar menos imposto. As regras do imposto de renda (IR) sobre as transações de permuta de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW0lRjN2ZWlzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">imóveis<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> são específicas e comentadas apenas superficialmente. Porém, é bem interessante conhecer as peculiaridades, para não deixar escapar a chance de usufruir de vantagens que podem significar uma grande economia.</p>
<p>Para começar, deve-se compreender que, sob a ótica do regulamento do IR, <strong>todo tipo de imóvel está elegível à permuta</strong> – seja ele um terreno, um lote desmembrado de terreno, um prédio construído para venda, uma casa pronta para morar ou até um apartamento a construir. Também é importante compreender que a permuta pode ocorrer de duas formas distintas: pela troca de um ou mais bens, de valor de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> equivalente, ou através da troca de bens acompanhada de um pagamento adicional. A esse pagamento, dá-se o nome de torna.</p>
<p>Sob o ponto de vista da Receita Federal, o custo da aquisição do imóvel recebido em permuta, quando não há torna, é igual ao valor declarado do imóvel pelo antigo dono. <strong>E essa transação é isenta de imposto de renda</strong>. Pode parecer curioso, mas é isso mesmo. Se um imóvel declarado por R$ 1 milhão for permutado por outro, de valor de mercado equivalente, mas declarado por R$ 200 mil, a pessoa que antigamente declarava R$ 1 milhão vai passar a declarar a posse de um bem de R$ 200 mil e vice-versa. E ninguém paga IR.</p>
<p><span id="more-6983"></span>Quando há torna, o IR pode ter de ser pago por quem a recebeu. Porém, é importante ressaltar que <strong>todos os redutores de IR de ganho de capital sobre imóvel continuam válidos</strong>! E <strong>quanto menos representar a torna sobre o valor do imóvel</strong> recebido, menor o ganho de capital. Logo, <strong>menor o pagamento de IR</strong>.</p>
<p>A isenção do imposto de renda para a venda de um único imóvel de até R$ 440 mil, contando que nenhum outro imóvel tenha sido vendido ou transferido nos últimos cinco anos, também vale para permutas com torna.</p>
<p>Uma leitura um pouco arrojada da legislação dá a entender que, <strong>quando a torna é inferior a R$ 440mil, dentro da condição dos 5 anos acima, cabe isenção de IR</strong>. É difícil encontrar alguma publicação de tal informação. Mas convidamos as pessoas a lerem as regras vigentes. Na dúvida, para quem quer ser conservador, como nós da <strong><a title="Conheça a DeclareCerto" href="http://migre.me/7kGH6" target="_blank">DeclareCerto</a></strong> e <em>Dinheirama</em>, o melhor é considerar que <strong>a isenção ocorre quando o valor declarado do imóvel recebido somado da torna está abaixo do patamar de R$ 440mil</strong>. Neste caso, não há dúvida sobre a isenção.</p>
<p>De qualquer forma, você não concorda que a permuta pode gerar boas oportunidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmVnJUYzY2lvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">negócio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, sobretudo para quem tem imóveis declarados por valores bem defasados?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>André Duarte</b>.<br>

Diretor da DeclareCerto IOB, empresa parceira do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/01/dinheiramacast-como-voce-pretende-usar-o-13-salario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/12/01/dinheiramacast-como-voce-pretende-usar-o-13-salario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_podcast_como_voce_pretende_usar_13_salario.jpg" alt="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Segundo pesquisa recente da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças), 60% dos consumidores usarão o 13o. salário para pagar dívidas já contraídas. Apenas 3% pretendem guardar o dinheiro extra. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos a importância de aproveitar esse dinheiro para começar a criar uma cultura de poupança e planejamento financeiro em sua família. Quitar dívidas pode ser importante e essencial, mas investir também. Como você lida com essa realidade?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Comemoramos o reconhecimento do <em>Dinheirama</em> como um dos melhores blogs de finanças do país. Nosso espaço foi um dos finalistas do <a title="Conheça o Prêmio CNH" href="http://www.premiocnh.com.br/" target="_blank">19o. Prêmio CNH de Jornalismo Econômico</a>. Tudo isso graças a você, caro leitor, e à dedicação de nossa equipe para atendê-lo com materiais e artigos interessantes;</li>
<li>Pesquisa Anefac comprova que o número de brasileiros que irá usar o 13o. salário para pagar dívidas aumentou de 2010 para 2011. O contraste é claro: enquanto 60% pagarão dívidas, apenas 3% investirão o dinheiro. Que implicações isso traz para o dia a dia financeiro das famílias?</li>
<li>Como fica o planejamento para 2012 a partir do uso do 13o. salário? Será que não vale a pena guardar e começar a investir para realizar um objetivo pessoal?</li>
<li>O Natal se aproxima e as lojas já mudaram seus horários de atendimento. Como evitar as principais armadilhas de consumo?</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?</itunes:subtitle>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/06/educacao-financeira-as-compras-de-natal-e-as-festas-de-fim-de-ano/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já planejou suas compras de Natal e despesas de final de ano? A educação financeira precisa estar presente ou 2012 pode ser um ano de dívidas. Atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_educacao_financeira_compras_de_natal_festas_fim_de_ano.jpg" alt="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" align="left" hspace="2" vspace="2" />Vermelho, verde, dourado&#8230; Já é possível perceber as mudanças e o movimento das cores nas lojas! Todas muito bem acompanhadas de guirlandas, presépios e o simpático <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGFwYWkrTm9lbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Papai Noel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O bom velhinho já sorri e acena para nós em muitas vitrines, centros de lazer e shopping centers. O Natal está próximo, você já se deu conta disso? Pois é!</p>
<p>Com a sua proximidade, está na hora de falarmos um pouco sobre educação financeira e as compras do final de ano. É importante alertar e relembrar pontos importantes que merecem atenção nessa época. Abaixo listo algumas observações relevantes para que possamos planejar bem e não correr o risco de começar 2012 com dívidas:</p>
<ul>
<li><strong>Presentes de Natal:</strong> como (ainda) temos tempo, é possível planejar a compra dos presentes. Comece fazendo uma lista das pessoas que deseja presentear, seus limites financeiros e as opções de compra. Com tranqüilidade já é possível fazer uma pesquisa de preços e melhores ofertas;</li>
<li><strong>Atenção às ciladas:</strong> evite a contabilidade mental, as compras de última hora e o habitual costume de comprar por impulso;</li>
<li><strong>Cuide bem de seu 13º salário:</strong> avalie qual a melhor alternativa para ele. Talvez saldar algumas dívidas seja o presente que você esteja merecendo; talvez usar parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> extra para investir nas suas merecidas férias do ano que vem também. Seja mais inteligente, mas principalmente coerente com sua realidade financeira;</li>
<li><strong>O ano de 2012 chegará logo:</strong> cuidado na hora de parcelar as compras nos últimos meses do ano. Lembre-se dos compromissos no início de 2012: IPVA, IPTU, matrícula e material escolar;</li>
<li><strong>Sonhos em comum:</strong> aproveite para envolver toda a família no planejamento. Falem sobre sonhos e juntos planejem uma ocasião onde todos possam colaborar e desfrutar. Pode ser aquela viagem, a TV nova ou quem sabe mudar de casa. Mas é preciso que essa decisão seja confrontada com seu padrão de vida e necessidades financeiras;</li>
<li><strong>Avalie seu ano:</strong> faça uma reflexão de como esteve sua saúde financeira em 2011. Pense em quantas vezes usou o cheque especial, em quantas coisas comprou sem necessidade, em quanto conseguiu poupar, em quanto investiu e o que deseja mudar em seu comportamento financeiro. A partir das suas conclusões, trace metas consistentes, aprimore hábitos positivos e evite os mesmo erros;</li>
<li><strong>Os presentes das crianças:</strong> como falei no ano passado, os presentes de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmF0YWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">Natal<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> também podem e devem ser negociados com as crianças. Uma alternativa, principalmente para crianças maiores de seis anos, é a lista de desejos, onde elas escrevem o que querem ganhar. Com essa lista, e o bom senso dos pais, é possível escolher as melhores alternativas.</li>
</ul>
<p>Final de ano é um momento especial para estarmos ao lado de quem amamos e para celebrar a Vida! Comportamento econômico saudável traz tranqüilidade durante os outros dias do ano. Cuide do seu dinheiro com atenção e discernimento. A felicidade está nas mãos de cada um de nós!</p>
<p>Para desejar um feliz ano empresto o verso de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>: <em>&#8220;Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre&#8221;</em>.</p>
<p>Você já planejou suas compras? Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Compramos mais por necessidade ou vaidade?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/17/compramos-mais-por-necessidade-ou-vaidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já parou para analisar suas decisões financeiras e compras? Você compra mais por necessidade ou por vaidade? Os cuidados com nossas decisões podem nos fazer pessoas mais felizes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_compramos_mais_por_necessidade_ou_vaidade.jpg" alt="Compramos mais por necessidade ou vaidade?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por diversas vezes me fiz a pergunta que intitula este texto. Depois de ler um dos recentes textos do <strong>Navarro</strong>, <a title="Leia o artigo do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, pensei um pouco mais sobre o assunto e resolvi atrever-me a escrever um artigo refletindo sobre a diferença de quando nós compramos por necessidade e de quando compramos simplesmente por vaidade.</p>
<p><strong>Quem tem o celular mais moderno?</strong><br />
Há mais ou menos cincos anos, começou na turma da minha faculdade a “febre” de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZWZvbmUrY2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">celulares<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> multifunções. A cada semana chegava alguém com um aparelho de última geração, sempre fazendo questão de exibi-lo para o resto da turma. Dentre as muitas funções presentes nos novos aparelhos celulares (muitas vezes inúteis, diga-se de passagem), a tecnologia <em>Bluetooth</em> começava a popularizar-se – a “febre” tornou-se ainda mais evidente com a troca de arquivos e toques “descolados” entre os colegas, inclusive durante as aulas.</p>
<p>Certo dia, durante o intervalo, um colega veio mostrar-me seu novo celular e, depois de discorrer sobre as maravilhas tecnológicas do seu aparelho, ele disparou a seguinte pergunta, acompanhada de uma voz assoberbada: <em>“Cadê o seu celular?”</em>. Olhei para ele e, tirando o celular do bolso, respondi prontamente: <em>“Aqui, está aqui”</em> – e estiquei a mão com o aparelho em sua direção.</p>
<p><span id="more-6699"></span>Lembro como se fosse hoje da cara de surpresa dele quando viu meu “antiquado” celular. <em>“Puxa vida!”</em> – exclamou ele –<em> “&#8230;mas esse aí não tem nada”</em> – continuou ele tentando disfarçar seu esnobismo. <em>“Não!”</em> – respondi enfático – <em>“Tem apenas o essencial, que é fazer e receber ligações”</em>.</p>
<p>Apesar de não ter gostado muito da minha resposta, nos dias seguintes meu colega continuou mostrando as novas funções que ele aprendia no celular. Por diversas vezes, ele tentou me convencer de que o celular “X” estava em promoção na loja “XPTO” e que eu poderia fazer como ele: parcelar o valor em 12 vezes sem juros no cartão. Eu preferia despistá-lo e mudar o rumo da conversa.</p>
<p><strong>Quero usar ou esbanjar?</strong><br />
Embora tenha fascínio por tecnologia desde a infância, o celular é uma das coisas que nunca me atraiu e que só comprei quando precisei, por motivo de trabalho. Neste episódio com meu colega de faculdade, meu celular já era pré-histórico, admito. Por mais que seja difícil de acreditar, eu o utilizei por mais de seis anos e só o abandonei no mês retrasado, porque a bateria pifou e não segurava mais carga.</p>
<p>Nunca quis trocar de celular porque nunca vi necessidade pra isso, mas depois que o celular me deixou na mão várias vezes, não tive outra escolha e comecei a procurar por um novo modelo para comprar. Pesquisei vários modelos, preços e lojas diferentes. Antes de decidir por qual comprar, utilizei o poder das redes sociais para ter opiniões sobre qual seria o melhor aparelho.</p>
<p>Entre várias sugestões com valores estratosféricos, um modelo não tão caro destacou-se. Mesmo custando bem acima do que eu tinha planejado gastar, o custo/benefício do aparelho parecia ser realmente interessante. Foi dessa forma que comprei meu atual celular, um <em>smartphone</em> <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2Ftc3VuZytHYWxheHlfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Samsung Galaxy<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> 5.</p>
<p>Estou com o modelo novo há pouco mais de dois meses e, apesar das centenas de recursos que o aparelho oferece, eu ainda utilizo o celular apenas para duas coisas: fazer e receber ligações. Para não dizer que nunca utilizei outra coisa, uma vez usei o <em>GPS</em> integrado, “twittei” umas duas vezes e brinquei com o <em>Angry Birds Rio</em> enquanto esperava na fila do banco.</p>
<p>Depois e começar a escrever este texto, uma constatação invadiu minha cabeça: comprei um novo celular por necessidade, mas escolhi o atual modelo simplesmente por vaidade. Apesar de ter feito uma boa compra considerando o valor que paguei (à vista), eu não tinha a menor necessidade de pagar mais por uma centena de funções que quase nunca utilizo. Olhando lado “positivo” disso tudo, pelo menos terei um “aparelho da moda” por pelo menos um ano e que utilizarei quatro ou cinco vezes mais.</p>
<p><strong>A expectativa da sociedade vai longe&#8230;</strong><br />
Essa história com o celular me faz refletir sobre outro momento semelhante, cuja pressão da sociedade incomoda: a compra do carro. Amigos e conhecidos sempre me questionam sobre quando irei comprar o meu carro, como se isso fosse tão simples como comprar uma jujuba no supermercado. Nem sempre eu digo, mas na minha cabeça a resposta já está formatada: <em>“Comprarei quando realmente tiver necessidade ou condições de comprar um”</em>.</p>
<p>Hoje, tenho uma moto Honda Titan 98 e gasto R$ 80,00 por mês com gasolina para ir trabalhar todos os dias e para viajar até Campinas uma vez por semana (curso de pós-graduação). Se tivesse que fazer esse mesmo percurso de carro o mês inteiro, o gasto com combustível e pedágio sairia na faixa de R$ 300,00 por mês, ou seja, quase quatro vezes mais.</p>
<p>Quem possui um carro, por mais popular que seja, sabe melhor do que eu quanto realmente custa ter e manter um carro. Esse valor de R$ 300,00 não é um chute, afinal eu pego emprestado o carro do meu pai para ir trabalhar e para frequentar a pós-graduação em Campinas quando está chovendo. Tenho ciência de quanto minhas despesas irão aumentar quando eu tomar a decisão de comprar um carro.</p>
<p>Por fim, gostaria de deixar bem claro que não estou dizendo que não devemos comprar celulares caros e que ter carro é coisa de louco. A questão é que, no meu caso, na minha atual situação financeira, a compra de um carro seria mais por vaidade do que por necessidade, como aconteceu com o celular. Eu não precisava do <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c21hcnRwaG9uZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">smartphone<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a></em>; eu não preciso de um carro agora.</p>
<p><strong>Então você quer ter tudo?</strong><br />
Tenho ressalvas em relação às atitudes tomadas simplesmente para satisfazer a ânsia de status imposta pela sociedade, que “classifica” como “felizes” os possuidores de carros novos e celulares modernos, não interessando o tamanho da dívida feita neste sentido. Provavelmente, comprarei um carro quando tiver um filho – objetivo que eu e minha esposa planejamos para os próximos dois anos. Enquanto formos apenas nós dois, a moto nos atenderá muito bem.</p>
<p>O celular moderno eu já comprei e paguei, não tem volta. Mas suas lições ficaram marcadas e servirão como parâmetro para minhas futuras decisões; e geraram este texto que, sem pretensão alguma, pode também transformar as suas decisões ao lado de sua família.</p>
<p>Foto: arquivo pessoal.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Finanças Pessoais &#8211; Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/13/financas-pessoais-utilizando-metas-smart-para-lidar-com-seu-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 16:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Massaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Aprenda a usar as metas SMART para livrar-se das dívidas do cartão de crédito e para comprar seu tão sonhado carro. Controle suas finanças com inteligência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Finanças Pessoais - Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_financas_pessoais_metas_smart_organizar_dinheiro.jpg" alt="Finanças Pessoais - Utilizando metas SMART para lidar com seu dinheiro" align="left" hspace="2" vspace="2" />O mundo dos negócios é cheio de siglas e acrônimos que têm como objetivo nos ajudar a memorizar algum conceito importante. Alguns exemplos: os famosos “4 Ps” do marketing (Produto, Preço, Promoção e Ponto de venda) e a análise SWOT (as iniciais de “forças”, “fraquezas”, “oportunidades” e “ameaças” em inglês). Você certamente já se deparou com algumas dessas siglas por ai, não é mesmo?</p>
<p><strong>SMART</strong><br />
Um dos mais conhecidos acrônimos, muito utilizado em gerenciamento de projetos, é o SMART (que também significa “esperto” em inglês). A sigla SMART é composta pelas palavras <em>“Specific”</em>, <em>“Measurable”</em>, <em>“Attainable”</em>, <em>“Relevant”</em> e <em>“Time-bound”</em> (poderíamos traduzir de forma livre como “especifico”, “mensurável”, “atingível”, “relevante” e “temporal”).</p>
<p>Não se sabe ao certo quem é o autor das metas SMART. Alguns dizem que foi o guru dos negócios Peter Drucker, mas não há registros precisos disso. As metas SMART se tornaram populares nos anos oitenta por causa de um famoso livro de negócios que as mencionava, mas o livro também não dá mais detalhes sobre suas origens.</p>
<p><span id="more-6548"></span>Por ser uma sigla de autoria desconhecida, muitos autores acabam definindo as palavras que a compõem de forma diferente, trocando, por exemplo, a palavra “relevante” por “realista”, ou “temporal” por “tangível” (colocando, neste caso, o sentido de temporalidade em alguma outra palavra), o que não invalida o conceito.</p>
<p><strong>Usando o SMART para lidar com seu dinheiro</strong><br />
Deixando questões históricas de lado, as metas SMART são uma das mais úteis e eficientes ferramentas de gestão de projetos e também para gerenciar objetivos em geral. Como ter objetivos é algo muito importante na administração das finanças pessoais, as metas SMART podem ser grandes aliadas no cumprimento desses objetivos. Vamos ver um pouco sobre como aplicá-las.</p>
<p>Os objetivos financeiros pertencem, basicamente, a duas grandes “famílias”. A primeira dessas famílias comporta aqueles <strong>objetivos que estão relacionados às dívidas e ao equilíbrio financeiro</strong>. Entre esses podemos mencionar: eliminar dívidas de um ou mais cartões de créditos, quitar antecipadamente um financiamento imobiliário, adequar os gastos à renda de forma a sobrar uma quantia determinada por mês e por aí vai.</p>
<p>A segunda família de objetivos é aquela que envolve <strong>guardar e investir dinheiro com alguma finalidade</strong>, que pode ser: aposentadoria, ter uma reserva para emergências, fazer uma viagem, comprar um imóvel, fazer um curso de pós-graduação etc.</p>
<p><strong>Como podemos utilizar as metas SMART para um objetivo da primeira família, como por exemplo “quitar as dívidas no cartão de crédito”?</strong></p>
<p>Vamos ver o <strong>primeiro item, “Específico”</strong>. De que cartão estamos falando? Algum em particular? Existe mais de um cartão com dívidas? Vamos imaginar então que trabalharemos inicialmente com o cartão emitido pelo banco “Z”.</p>
<p><strong>Segundo item: “Mensurável”</strong>. Qual o valor da dívida? Qual a taxa de juros? Qual será o valor da dívida no mês que vem se ela não for paga hoje? Essas informações estão disponíveis em seu extrato mensal do cartão e através de um contato com o banco.</p>
<p><strong>Terceiro item: “Atingível”</strong>. Já sabemos qual será o cartão com o qual vamos trabalhar e qual o “tamanho da encrenca”. Pagar essa dívida é algo factível, considerando-se o atual nível de renda? Não é realista, por exemplo, querer eliminar uma dívida de cem mil reais no cartão em seis meses, ganhando-se mil reais por mês. Neste momento, deve-se estabelecer um cronograma de pagamentos sensato e realista.</p>
<p><strong>Quarto item: “Relevante”</strong>. Bem, considerando-se que, no atual momento, a taxa média do rotativo de um cartão de crédito no Brasil é superior a 200% ao ano e que uma dívida triplica a cada ano, eliminar esse tipo de dívida é bastante relevante e pode causar mudanças reais (para melhor) na vida de qualquer família.</p>
<p><strong>Quinto item: “Temporal”</strong>. Direto ao ponto – quando começa e quando termina? Não adianta dizer “começo na semana que vem”. Estabeleça uma data definida para começar, tipo “10 de outubro”. Quanto tempo vai levar? Seis meses? Então anote em algum lugar que vai começar em 10 de outubro e vai terminar em 10 de abril do ano seguinte.</p>
<p>Agora que exercitamos bem o SMART, vamos, rapidamente, discutir como seria uma meta SMART para a “segunda família” de objetivos: comprar um carro à vista:</p>
<ul>
<li>Qual carro será comprado (Específico)?</li>
<li>Quanto custa o carro e quanto dinheiro você terá que poupar para comprá-lo (Mensurável)?</li>
<li>É possível, com seu atual nível de renda, poupar o dinheiro necessário para comprar o carro à vista (Atingível)?</li>
<li>Você realmente precisa de um carro novo? Ele vai trazer alguma melhora concreta à sua vida (Relevante)?</li>
<li>Quando você comprará o carro (Temporal)?</li>
</ul>
<p>Vamos imaginar que a resposta para o item “Atingível” seja “não”, pois você não consegue juntar o valor necessário com seu atual nível de renda. Nesse caso, seja esperto (smart!), abandone esse objetivo e trace outro, como “aumentar sua renda”, e defina como será esse aumento de renda criando uma meta SMART para ele.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Andre Massaro</b>.<br>

Administrador e pós-graduado em Economia, sócio do MoneyFit, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Autor do livro "MoneyFit" (Ed. Matrix) e co-autor do livro "Por Dentro da Bolsa de Valores" (Ed. Matrix), atualmente é consultor em finanças pessoais e corporativas, educador financeiro e palestrante.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Guru Financeiro #4: Deixe a emoção de lado e não confie na contabilidade mental</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/21/guru-financeiro-4-deixe-a-emocao-de-lado-e-nao-confie-na-contabilidade-mental/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 17:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[As decisões econômicas mais perigosas estão relacionadas a momentos de grande euforia e emoção. Como você lida com essas emoções no dia a dia? Sabe avaliá-las?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de tomada de decisões pode ser bastante traiçoeiro. Decidir com base nas emoções que envolvem uma compra costuma trazer arrependimentos e grandes aborrecimentos (endividamento, inimizades, discussões, problemas pessoais etc.). Tudo porque permitimos que a sensação de alegria e euforia esconda a verdadeira reflexão que deve ser feita ao comprar.</p>
<p><strong>Eu realmente posso comprar esse produto agora? Preciso comprá-lo neste momento? Já fiz todas as contas que envolvem essa compra e tudo que ela representará daqui para frente?</strong> É comum usarmos apenas a contabilidade mental para justificar nossas decisões financeiras &#8211; fazemos rápidas contas de cabeça e chegamos à conclusão de que, sim, é possível ter tudo o que queremos naquele momento. A realidade é bem diferente&#8230;</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_guru_financeiro_4.jpg" alt="Guru Financeiro #4: Deixe a emoção de lado e não confie na contabilidade mental" /><br />
Ilustração: <strong><a title="Ilustração de Denny Fischer" href="http://dennyfischerilustracoes.blogspot.com/" target="_blank">Denny Fischer</a></strong></p>
<p><strong>Educação financeira significa saber quanto custa, mas também avaliar o impacto da compra no fluxo de caixa familiar a partir do momento da aquisição.</strong> Contas simples, algum esforço e bom senso podem ajudar nessa hora. Basta pesquisar muito bem os preços, as condições de manutenção do bem e os custos que virão a partir da compra. Dá trabalho, mas afinal trata-se de valorizar o seu dinheiro. Ou não?</p>
<p>No caso da compra do carro, lembre-se que você terá que pagar IPVA, licenciamento, seguro obrigatório, combustível, estacionamento, lavagem, manutenção (preventiva e corretiva). Isso sem contar com a depreciação do bem, acelerada pelos lançamentos cada vez mais frequentes de novos modelos de carros. Cuidado, faça bem as contas e decida-se com segurança. Na dúvida, evite a compra.</p>
<p>Ajude-nos a criar novas tirinhas. Entre em <a title="Fale conosco" href="http://dinheirama.com/contato/" target="_blank">contato conosco</a> com sua sugestão, roteiro ou crítica e tentaremos atendê-lo em uma futura versão do projeto.</p>
<p>Sucesso e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um ano sem compras &#8211; A polícia do consumo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/12/um-ano-sem-compras-a-policia-do-consumo/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
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		<description><![CDATA[Como o comportamento das pessoas influencia as decisões de compra, consumo e o consumismo em geral? Defina prioridades e viva apenas com suas expectativas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um ano sem compras - A polícia do consumo" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_compras_consumo_policia.jpg" alt="Um ano sem compras - A polícia do consumo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Você já teve a sensação de estar consumindo somente para preencher as expectativas dos outros ou porque se sentiu, de alguma forma, constrangido ou impelido a comprar? Eu já. Quando decidi <a title="Um ano sem compras" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">ficar um ano sem comprar supérfluos</a> e contei às pessoas com quem convivo sobre o meu projeto, as reações foram variadas – e isso me fez refletir sobre muitas coisas.</p>
<p>O que eu descobri rapidamente é que as pessoas realmente querem que você consuma e a idéia de alguém passar um longo período de tempo sem comprar itens desnecessários incomoda alguns indivíduos. Após essa constatação inicial, comecei a pesquisar para entender melhor o impacto que a atitude das pessoas com quem convivemos tem no nosso próprio padrão de consumo e de que forma isso acontece.</p>
<p>Inicialmente, entrei em contato com as noções de <strong>obsolescência programada</strong> e <strong>obsolescência percebida</strong>. Esses conceitos remetem a práticas da indústria e do comércio que muitas vezes são desconhecidas pelo consumidor.</p>
<p><span id="more-6291"></span>A <strong>obsolescência programada</strong> consiste tanto em criar um produto que logo se tornará obsoleto, pois suas funcionalidades rapidamente serão consideradas ultrapassadas, quanto em criar produtos projetados para durar pouco tempo. Podemos observar essa prática de forma muito clara nas áreas de eletrônicos e informática:</p>
<ul>
<li>O celular que em um ano é considerado “top de linha” se torna, no ano seguinte, ultrapassado em função do lançamento de uma “versão mais moderna”, com mais funcionalidades que a original.</li>
<li>Outro exemplo é a máquina fotográfica maravilhosa (e cara) que foi adquirida há um ano e que estraga logo após o período de garantia. O conserto é tão caro que vale mais à pena comprar uma nova.</li>
</ul>
<p>Já a <strong>obsolescência percebida</strong>, conceito mais relevante para a reflexão proposta neste artigo, consiste basicamente em criar um produto para que logo ele se torne obsoleto do ponto de vista do estilo ou do design. É uma estratégia mais sutil, porém extremamente eficaz, pois aposta em gerar sentimentos de inferioridade nas pessoas como forma de incentivá-las a consumir. Uma espécie de inclusão social pelo consumo.</p>
<p>Isso quer dizer, por exemplo, que se em um ano todos os sapatos têm saltos finos, no outro ano a moda provavelmente será usar sapatos com saltos largos, gerando uma situação na qual a pessoa que tem os saltos da estação passada fique exposta e possa ser identificada como alguém que está usando um produto fora de moda. Muitas vezes, é devido à obsolescência percebida que as pessoas se sentem impelidas a comprar e acabam gastando dinheiro em produtos desnecessários.</p>
<p>Sei que lendo o que foi escrito até agora fica fácil pensar que somente pessoas frívolas se deixam levar pela pressão da sociedade para que consumam, mas isso talvez não seja exatamente o que acontece.</p>
<p>Um consultor que chega a uma reunião usando um celular grande e antigo muitas vezes será recebido com reserva por novos clientes; um menino que continua usando o vídeo game antigo vai ser alvo de gozação do coleguinha que vem em casa para uma visita; e a mulher que usa um tênis de corrida por anos a fio poderá escutar de uma amiga que já passou da hora de trocar aquele calçado, independentemente do seu estado.</p>
<p>Todas essas situações citadas aqui como exemplos mostram o poder da “polícia do consumo” e o ciclo vicioso que muitas vezes leva as pessoas a consumirem e a gastarem com coisas e serviços que não desejam ou que não precisam.</p>
<p><strong>Existe uma associação entre consumir e ser feliz/bem sucedido no mundo contemporâneo.</strong> É freqüente o raciocínio de que quem consome mais é mais feliz e, nessa linha, há muita incompreensão quando pessoas dotadas de grandes recursos financeiros decidem viver a vida de forma simples e discreta.</p>
<p>Em tempos de realidade travestida de show (reality show), a indústria do comércio se mascara de indústria da felicidade e do conforto e busca vender o impossível: a completude, o &#8220;ter tudo&#8221;, o final feliz que todos nós queremos.</p>
<p>O mais sério é que nós acreditamos nisso tudo e nosso questionamento passa a ser tão tênue que passamos a ser reprodutores dessa lógica, vigiando o comportamento uns dos outros e notificando as pessoas sobre as reposições de produtos que, acreditamos, devem ser feitas. Em essência, <strong>acabamos por fazer com que as pessoas se sintam mal por estarem satisfeitas com o que possuem e com a vida que levam</strong>.</p>
<p>Não se trata de esquecer as ambições e de viver em frangalhos, é claro, mas de refletir sobre a transitoriedade dos bens no mundo atual e da cultura de reposição e descarte constante em que estamos mergulhados. Existe um abismo entre viver bem, ter conforto e consumir de forma agradável e prazerosa (isso é possível!) e estar à mercê de modismos, aprisionado entre o olhar dos outros e uma visão distorcida do sucesso.</p>
<p>Fazendo um paralelo com a sabedoria popular, que garante que <em>&#8220;o pior cego é aquele que não quer ver&#8221;</em>, talvez o pior consumidor seja aquele que ajuda a incrementar a lógica de que imagem é tudo.</p>
<p>A “polícia do consumo” é ativa, atuante e perversa. Seus principais aliados não são a indústria, as empresas, o comércio ou a publicidade. Somos nós. Assim como historicamente os movimentos repressivos só foram possíveis com a adesão de uma parcela significativa da população às ideias que os norteavam, também o consumismo desenfreado só está na ordem do dia porque muitos de nós aceitamos e defendemos que se consuma cada vez mais.</p>
<p>Como <strong>Hobbes</strong> já dizia em uma de suas expressões mais célebres, <em>&#8220;o homem é o lobo do homem&#8221;</em>. Até a próxima! Grande abraço!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marina Paula</b>.<br>

Psicóloga com ênfase Clínica, tem pós-graduação em Metodologia de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes. Atualmente trabalha no SUS, em um projeto de Psicologia Comunitária, e atende em seu consultório particular. É autora do blog Um Ano Sem Compras.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/20/por-que-alguem-se-propoe-a-ficar-um-ano-sem-comprar/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 16:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano sem compras! Uma meta ousada, mas capaz de reinventar a relação de uma pessoa com o consumo e seu papel de cidadão. Conheça esta história de educação financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_umanosemcompraslogo.jpg" alt="Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um dia, após organizar os meus pertences e doar um monte de coisas que eu já não usava mais e jogar fora um tanto de tralha que estava acumulada e que não tinha serventia para mim &#8211; e certamente não teria para mais ninguém -, comecei a pensar em como tinha chegado naquela situação de acúmulo de tantos objetos desnecessários.</p>
<p>Refletindo sobre isso, aos poucos foi se delineando uma idéia ambiciosa: ficar um ano sem comprar supérfluos e, com isso, pensar sobre o papel que o consumismo tem em minha vida. Foi nesse momento que decidi criar um blog, onde relato minha experiência: o Blog <a title="Conheça meu blog" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">&#8220;Um Ano Sem Compras&#8221;</a>.</p>
<p>Não parei de comprar imediatamente, afinal o projeto de abrir mão de adquirir novos produtos precisava ser elaborado. Eu senti necessidade de me preparar emocionalmente e também de ler sobre diversos assuntos, como economia doméstica, sustentabilidade, finanças pessoais, psicologia e etc. Parei de comprar no dia primeiro de junho e permaneço fiel ao desafio que me propus desde então.</p>
<p><span id="more-6225"></span>O blog, que havia sido pensado para ser um registro da minha experiência e também uma forma a mais de manter o autocontrole, tem gerado <a title="Um ano sem compras! Impossível?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/06/13/um-ano-sem-compras-impossivel/" target="_blank">discussões interessantes</a> e uma de suas repercussões foi o convite que recebi do <em>Dinheirama</em> para escrever neste espaço e compartilhar com os leitores deste site as descobertas e as possibilidades que venho extraindo dessa experiência.</p>
<p>O mais importante sobre a decisão de ficar um ano sem compras é a motivação. Uma pessoa não decide simplesmente ficar um ano sem comprar, fazer uma dieta, economizar parte da sua renda ou mesmo iniciar um relacionamento afetivo sem que tenha uma boa dose de motivação. Se os motivos são bons ou ruins, profundos ou superficiais, isso é outra discussão, mas é preciso que eles existam e que sejam suficientemente fortes para que alguém ponha qualquer tipo de plano em prática.</p>
<p>Parar de comprar pode parecer bastante drástico, mas com certeza é uma forma de se tornar mais consciente dos padrões de consumo que influenciam as escolhas feitas, o que elas geram em termos de conseqüências e impacto na vida pessoal e também qual é a função emocional que comprar cumpre na economia psíquica de cada sujeito.</p>
<p>Todos esses motivos estiveram presentes e cumpriram um papel importante na minha decisão de passar um ano sem comprar. Muitas pessoas perguntam, por exemplo, se economizar foi uma das razões que levaram à criação desse blog. A resposta para essa pergunta é não, embora com certeza a economia seja uma das conseqüências agradáveis decorrentes do desafio.</p>
<p>Como Psicóloga que nunca trabalhou na área de finanças e que só recentemente entrou em contato com temas ligados à Psicologia Econômica, sempre pensei que o ato de comprar revela um pouco o nosso modo de lidar com o mundo.</p>
<ul>
<li>Somos pessoas cautelosas, que preferem se guardar diante de situações de risco ou gostamos de apostar alto quando há chance de extrair algum prazer em um determinado contexto?</li>
<li>Encaramos situações novas como ameaças ou subestimamos suas possíveis implicações?</li>
<li>Abordamos o mundo de forma racional ou nos deixamos levar pelas emoções?</li>
<li>Pensamos em prazeres imediatos ou no que podemos alcançar em longo prazo?</li>
</ul>
<p>Esses são alguns questionamentos possíveis que se aplicam tanto ao modo como as pessoas lidam com suas finanças pessoais, quanto com assuntos de ordem mais subjetiva. Poucos sabem, mas Freud foi um dos primeiros teóricos da área Psi a usar modelos econômicos para descrever processos mentais. Levando isso em conta, é importante lembrar que muitas vezes pensamos em termos de ganhar ou perder, de mais e menos, de investir ou “pôr tudo a perder”. Eu, com certeza, posso perceber essa lógica muito presente na minha vida e nas decisões que tomo diariamente.</p>
<p>Então, antes de qualquer coisa, um ano sem compras é sinônimo de um ano de muita reflexão, de autocrítica e, principalmente, de constatações muito interessantes sobre os hábitos de consumo e o funcionamento de cada pessoa. No meu caso, até agora consegui perceber que uma das coisas mais difíceis é não ter a possibilidade de comprar; é saber que se eu entrar em uma loja ou em um <em>shopping</em>, eu não devo adquirir nada supérfluo de acordo com as regras que eu mesma estabeleci.</p>
<p>É difícil porque uma coisa que o ser humano gosta muito é de poder fazer alguma coisa, mesmo que nunca vá colocá-la em prática realmente. Dá a gostosa sensação de liberdade e de ser dono do próprio nariz. Poder voar de asa-delta, poder comer comida apimentada, poder pegar o carro e dirigir para onde quiser, poder escolher uma área de trabalho, poder “pular carnaval”, enfim&#8230; Poder é bom.</p>
<p>O que muitas vezes passa despercebido é que poder não fazer alguma coisa também é muito importante. Quando o assunto é consumo, poder não comprar é tão ou mais importante quanto poder comprar. Nesse sentido, passar um ano sem compras talvez seja uma forma um pouco drástica de questionar essa lógica em que sair de uma liquidação carregada de sacolas, ter uma estante cheia de livros novos ainda por ler ou trocar o carro sempre por um modelo mais caro é necessariamente melhor.</p>
<p>Espero poder contribuir para o questionamento desse imperativo pós-moderno que nos exorta diariamente a comprar, comprar e comprar &#8211; e que vem, gradualmente, substituindo a noção de cidadão pela de consumidor. Isso e também encontrar saídas criativas para economizar um pouco, porque fazer um pé de meia e resistir a uma promoção não faz mal a ninguém!</p>
<p>Até a próxima! Grande abraço!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Marina Paula</b>.<br>

Psicóloga com ênfase Clínica, tem pós-graduação em Metodologia de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes. Atualmente trabalha no SUS, em um projeto de Psicologia Comunitária, e atende em seu consultório particular. É autora do blog Um Ano Sem Compras.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um ano sem compras! Impossível?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/13/um-ano-sem-compras-impossivel/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Quais as reais motivações por trás do desejo de consumir? Por que o brasileiro ainda não consegue adiar o consumo e planejar melhor seu futuro financeiro? Qual o problema?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img title="Um ano sem compras! Impossível?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_um_ano_sem_comprar.jpg" alt="Um ano sem compras! Impossível?" hspace="2" vspace="2" align="left" />“Um ano sem comprar”</em>. Quando vi essa frase em um dos comentários sobre o meu último artigo publicado aqui no <em>Dinheirama</em> &#8211; <a title="Felicidade: o lançamento do Século XXI" href="http://dinheirama.com/blog/2011/05/04/felicidade-o-lancamento-do-seculo-xxi/" target="_blank">&#8220;Felicidade: o lançamento do século XXI&#8221;</a> &#8211; fiquei bastante curiosa: como assim ficar um ano sem comprar? Resolvi investigar.</p>
<p>A autora do comentário, <strong>Marina</strong>, criou um blog para compartilhar sua experiência de ficar um ano sem comprar uma série de itens que ela considera supérfluos: <strong><a title="Conheça o blog" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">Um Ano Sem Compras</a></strong>. Em função desse blog, acabei encontrando um sem número de outros que seguem a mesma linha. E gostaria de compartilhar com você, leitor, os meus achados sobre o tema, que do meu ponto de vista, “dão um caldo e tanto”!</p>
<p><strong>O consumo e as mulheres</strong><br />
O primeiro ponto que gostaria de ressaltar aqui é que a maioria esmagadora desses blogs tem mulheres como autoras. Bem, até aqui não há nenhuma grande novidade, já que nós, mulheres, somos o grande alvo da publicidade, mas mesmo assim acho que vale a pena explorar um pouco o assunto.</p>
<p>A mídia passa constantemente a mensagem de que ser mulher é o resultado do que eu chamo de uma alquimia perfeita entre Barbie, Marília Gabriela e o estereótipo da Rainha do Lar. Ou seja, a mulher tem de ser linda, extremamente competente (do ponto de vista profissional e intelectual), além de excelente dona de casa e mãe amantíssima e presente.</p>
<p>Ora, com esse padrão de exigência era de se esperar que as mulheres tomassem a frente neste movimento de alteração de padrão de consumo.</p>
<p><strong>Pensar para consumir</strong><br />
Outra questão relevante é que, do ponto de vista da Psicologia Econômica, utilizando o viés psicanalítico proposto pela <a title="Conheça a Dra. Vera Rita Ferreira" href="http://www.verarita.psc.br/" target="_blank">Dra. Vera Rita Ferreira</a>, essas mulheres estão exercitando o aparelho mental do pensar.</p>
<p>É como se estivessem fazendo musculação mental, deixando de utilizar os chamados “atalhos mentais” e começando a exercitar sua capacidade de percepção e avaliação na tomada de decisão, que nesse caso se refere ao consumo.</p>
<p>Ancoragem e comportamento de manada são dois desses “atalhos mentais” que podem comprometer, e muito, a vida financeira das pessoas no que se refere ao consumo.</p>
<p><strong>Satisfação hoje ou tranquilidade amanhã?</strong><br />
Trocando em miúdos, um bom exemplo de ancoragem na tomada de decisão de consumo é a inabilidade do brasileiro em adiar uma compra. Isso se deve em grande parte aos altíssimos índices de inflação que tiveram seu auge na década de 80.</p>
<p>Quem viveu aquela época sabe muito bem que adiar o consumo não era a melhor das decisões em função da alta constante e exorbitante de preços. Um tempo em que não era possível planejar um orçamento com segurança.</p>
<p>Daí alguns comportamentos que se perpetuam até hoje, mesmo na vida de jovens que não viveram esse momento, como por exemplo, fazer estoque de produtos em casa.</p>
<p>Outro bom exemplo de ancoragem é o hábito do brasileiro em fazer “a compra de mês” no mercado. Hoje, com a economia estabilizada, não há necessidade de efetuar uma única grande compra, porque os preços se mantêm ao longo do tempo.</p>
<p>Resumindo, atitudes que faziam todo sentido para proteger e equilibrar as finanças das famílias há três décadas, apesar de não se aplicarem mais, continuam presentes no comportamento da maioria dos consumidores, funcionando como uma espécie de âncora que dificulta o exercício da nossa habilidade em planejar e adiar compras.</p>
<p><strong>Maria vai com as outras&#8230;</strong><br />
Com relação ao comportamento de manada, a coisa seja talvez até mais complicada. Eu explico.</p>
<p>Por não sermos seres tão racionais como quer a Economia, acabamos adotando um padrão de consumo muito mais em função do grupo (a manada) a que pertencemos – ou até do qual gostaríamos de pertencer – do que em função da nossa realidade sócio-econômica.</p>
<p><em>“Diga-me o que consomes e eu te direi quem és”</em> tornou-se a versão moderna do antigo ditado.</p>
<p><strong>Quem é você? O que você compra?</strong><br />
Hoje, a nossa capacidade de socialização está muito mais ligada ao nosso padrão de consumo do que às nossas habilidades e características pessoais e sociais. Parece que há uma forma de inclusão social pelo que vestimos ou calçamos.</p>
<p>A dinâmica da família moderna é um grande exemplo dessa realidade. Os pais, em sua maioria, exercem apenas a função de provedores de um padrão de consumo que possibilite a inserção e aceitação dos filhos em determinado grupo.</p>
<p>Atualmente, a formação e educação das crianças está quase que totalmente delegada à terceiros, já que os pais precisam trabalhar para garantir uma renda que permita esse tipo de socialização.</p>
<p>Essa visão do consumo como ferramenta de ascensão social somada à nossa inabilidade herdada em planejar um orçamento já seriam suficientes para fazer um estrago considerável na nossa vida financeira e pessoal.</p>
<p>Entretanto, existem dois outros fatores que potencializam esse efeito, que são: a publicidade, como colocou muito bem a <a title="A publicidade é muito mais do que imaginamos" href="http://dinheirama.com/blog/2011/05/17/a-publicidade-e-muito-mais-do-que-imaginamos/" target="_blank">Mariana Prates em seu último artigo</a> aqui no <em>Dinheirama</em> e a facilidade de acesso ao crédito.</p>
<p>Portanto, é preciso entender que as nossas decisões sobre consumo não são assim tão racionais e autônomas como muitos de nós pensamos. E os blogs que mencionei fornecem uma série de reflexões e questionamentos sobre o assunto que realmente nos fazem parar para pensar.</p>
<p>Mesmo que você ainda não esteja preparado para modificar o seu padrão de consumo, acompanhe, dê uma olhada de vez em quando, talvez você comece a olhar com estranheza algumas coisas que até então pareciam absolutamente normais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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