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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; consumismo</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; consumismo</title>
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		<title>Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas onde está o planejamento financeiro?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/29/dinheiro-e-bom-e-todo-mundo-gosta-mas-onde-esta-o-planejamento-financeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas poucos dão a verdadeira importância para o planejamento financeiro. Por quê? Como ficar de bem com o dinheiro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas onde está o planejamento financeiro?" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_dinheiro_bom_todo_mundo_gosta_planejamento_financeiro.jpg" alt="Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas onde está o planejamento financeiro?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Se tudo vai bem, ele é praticamente invisível, passa despercebido por nossas mãos e aparece quase sempre empregado em produtos supérfluos e desejos outrora esquecidos. Se algo vai mal, ele é um dos principais culpados, passa a ser questionado e relacionado diretamente às consequências dos problemas vividos na família.</p>
<p><strong>Ah, o dinheiro&#8230;</strong><br />
Experimente responder duas questões bastante objetivas: quando você pensa em dinheiro, qual é a primeira coisa que idealiza? O que sua mente programa quando o assunto é dinheiro?</p>
<p>Suas respostas trazem representações capazes de identificar como você encara suas finanças e que tipo de comportamento mantém com seu bolso. Há quem imagine muito dinheiro e enxergue nele a solução para seus problemas; outros preferem ligá-lo ao sentido de independência e melhor qualidade de vida.</p>
<p><span id="more-6489"></span>Sem perceber, alguns se tornam escravos do dinheiro e da impressão que ele causa na sociedade &#8211; valorizando mais a reação dos outros que sua própria realização; Outros preferem usá-lo como ferramenta para sua liberdade, vivendo um equilíbrio duradouro e planejado &#8211; o dinheiro é um atalho para a independência e realização de sonhos.</p>
<p>A verdade é que dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas o assunto “planejamento financeiro” ainda está muito longe de ser uma unanimidade. Abordar a educação financeira de forma sincera, inteligente e pró-ativa ainda não é hábito das famílias brasileiras. Infelizmente, o assunto ainda é um tabu.</p>
<p><strong>Afinal, por que o dinheiro é tão relevante?</strong><br />
A pergunta mais adequada talvez seja: por que é tão importante falar de dinheiro? A resposta não flui tão facilmente de seu pensamento, eu sei. Nosso processo formal de educação e a cultura do consumo como remédio para a infelicidade geram angustia em níveis perigosos, o que espanta qualquer boa vontade em relação ao diálogo financeiro.</p>
<p>Felizmente, é cada vez maior o número de leitores jovens que acompanham artigos e livros de finanças pessoais e educação financeira. Também é cada vez maior o número de pessoas interessadas e dispostas a investir tempo e esforço em conhecimento técnico/específico de finanças pessoais e investimentos.</p>
<p>Os sinais dos tempos e das novas gerações são claros: queremos mudar o paradigma cultural impresso pelo passado e evoluir intelectual, moral, social e, claro, financeiramente. Nossa situação enquanto país vem melhorando bastante, mas ainda carece de mais atenção para a educação como um todo (financeira, inclusive).</p>
<p><strong>A culpa também é nossa!</strong><br />
Mesmo sem perceber, nós também limitamos o aprendizado mais profundo sobre dinheiro. Fazemos isso porque discutir tais particularidades requer tempo, conhecimento e disposição. Pesquisar alternativas de compra, detalhes de contratos e economizar até que possamos comprar determinado produto à vista exige disciplina, paciência e organização.</p>
<p>Preferimos, pois, conviver apenas com as brincadeiras e conversas livres de responsabilidade, valorizando o prazer imediato da convivência (e do consumo) em detrimento de um bom e profundo papo sobre aquilo que o mundo real insiste em nos apresentar.</p>
<p>E, assim, passamos o (mau) exemplo adiante, valorizando, ainda que inconscientemente, o prazer imediato (consumo como salvação) em detrimento ao planejamento. O querer agora porque é mais fácil, gostoso, e não o saber esperar, que exige algum esforço.</p>
<p>Falar sobre dinheiro não é apenas um exercício social relevante, mas uma atitude representativa do verdadeiro amor que nutrimos por nossos entes queridos e amigos mais próximos. Esticar a conversa, sem cortar o papo <em>“porque economia é assunto para economistas e gente chata”,</em> é o ponto principal para a construção de um diálogo capaz de quebrar o tabu – significa agir como já fizemos no passado com os temas &#8220;drogas&#8221; e &#8220;sexo&#8221;, por exemplo.</p>
<p><strong>Se o dinheiro está presente, como devemos agir?</strong><br />
Costumo oferecer aos amigos uma pequena reunião de palavras sobre três importantes atitudes que considero essenciais para integrar as finanças ao ambiente familiar do atribulado século XXI:</p>
<ul>
<li><strong>Empregue a mesma energia usada nos afazeres gerais à avaliação e acompanhamento de suas finanças.</strong> Use mais do seu tempo para também ler mais sobre economia doméstica, praticá-la em seu ambiente familiar e estendê-la ao convívio com os familiares;</li>
<li><strong>Incentive a educação financeira através de simples mudanças de hábito.</strong> Pare de prometer tanto e comece com as pequenas coisas. Compre mais à vista, negocie com mais frequência, exija Nota Fiscal, envolva os filhos nas ações cotidianas também relacionadas ao dinheiro (saque, compras, poupança etc.);</li>
<li><strong>Não tente bancar o “herói financeiro”.</strong> Mantenha sempre familiares próximos engajados em atividades que tenham relação com o dinheiro. Uma reunião mensal para atualizar e discutir o orçamento doméstico evita que o dinheiro só seja lembrado quando ele for sinônimo de dívidas ou problemas familiares.</li>
</ul>
<p>A maioria das pessoas se concentra em ter mais dinheiro, em receber mais dinheiro. Mas, ainda que este desejo se realize, poucos realmente valorizam o aprendizado e a atenção que o dinheiro exige para que ele realmente represente mudanças significativas na qualidade de vida familiar.</p>
<p>No meu entender, mais dinheiro não significa mais felicidade. Prefiro discutir a qualidade de vida e a manutenção de um padrão de vida confortável, porém seguro. Porque gostar de dinheiro é aprender a respeitá-lo; é fazer dele um aliado para conquistar sonhos e objetivos. Ou não? O que você acha?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um ano sem compras &#8211; A polícia do consumo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/12/um-ano-sem-compras-a-policia-do-consumo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/07/12/um-ano-sem-compras-a-policia-do-consumo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o comportamento das pessoas influencia as decisões de compra, consumo e o consumismo em geral? Defina prioridades e viva apenas com suas expectativas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um ano sem compras - A polícia do consumo" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_compras_consumo_policia.jpg" alt="Um ano sem compras - A polícia do consumo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Você já teve a sensação de estar consumindo somente para preencher as expectativas dos outros ou porque se sentiu, de alguma forma, constrangido ou impelido a comprar? Eu já. Quando decidi <a title="Um ano sem compras" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">ficar um ano sem comprar supérfluos</a> e contei às pessoas com quem convivo sobre o meu projeto, as reações foram variadas – e isso me fez refletir sobre muitas coisas.</p>
<p>O que eu descobri rapidamente é que as pessoas realmente querem que você consuma e a idéia de alguém passar um longo período de tempo sem comprar itens desnecessários incomoda alguns indivíduos. Após essa constatação inicial, comecei a pesquisar para entender melhor o impacto que a atitude das pessoas com quem convivemos tem no nosso próprio padrão de consumo e de que forma isso acontece.</p>
<p>Inicialmente, entrei em contato com as noções de <strong>obsolescência programada</strong> e <strong>obsolescência percebida</strong>. Esses conceitos remetem a práticas da indústria e do comércio que muitas vezes são desconhecidas pelo consumidor.</p>
<p><span id="more-6291"></span>A <strong>obsolescência programada</strong> consiste tanto em criar um produto que logo se tornará obsoleto, pois suas funcionalidades rapidamente serão consideradas ultrapassadas, quanto em criar produtos projetados para durar pouco tempo. Podemos observar essa prática de forma muito clara nas áreas de eletrônicos e informática:</p>
<ul>
<li>O celular que em um ano é considerado “top de linha” se torna, no ano seguinte, ultrapassado em função do lançamento de uma “versão mais moderna”, com mais funcionalidades que a original.</li>
<li>Outro exemplo é a máquina fotográfica maravilhosa (e cara) que foi adquirida há um ano e que estraga logo após o período de garantia. O conserto é tão caro que vale mais à pena comprar uma nova.</li>
</ul>
<p>Já a <strong>obsolescência percebida</strong>, conceito mais relevante para a reflexão proposta neste artigo, consiste basicamente em criar um produto para que logo ele se torne obsoleto do ponto de vista do estilo ou do design. É uma estratégia mais sutil, porém extremamente eficaz, pois aposta em gerar sentimentos de inferioridade nas pessoas como forma de incentivá-las a consumir. Uma espécie de inclusão social pelo consumo.</p>
<p>Isso quer dizer, por exemplo, que se em um ano todos os sapatos têm saltos finos, no outro ano a moda provavelmente será usar sapatos com saltos largos, gerando uma situação na qual a pessoa que tem os saltos da estação passada fique exposta e possa ser identificada como alguém que está usando um produto fora de moda. Muitas vezes, é devido à obsolescência percebida que as pessoas se sentem impelidas a comprar e acabam gastando dinheiro em produtos desnecessários.</p>
<p>Sei que lendo o que foi escrito até agora fica fácil pensar que somente pessoas frívolas se deixam levar pela pressão da sociedade para que consumam, mas isso talvez não seja exatamente o que acontece.</p>
<p>Um consultor que chega a uma reunião usando um celular grande e antigo muitas vezes será recebido com reserva por novos clientes; um menino que continua usando o vídeo game antigo vai ser alvo de gozação do coleguinha que vem em casa para uma visita; e a mulher que usa um tênis de corrida por anos a fio poderá escutar de uma amiga que já passou da hora de trocar aquele calçado, independentemente do seu estado.</p>
<p>Todas essas situações citadas aqui como exemplos mostram o poder da “polícia do consumo” e o ciclo vicioso que muitas vezes leva as pessoas a consumirem e a gastarem com coisas e serviços que não desejam ou que não precisam.</p>
<p><strong>Existe uma associação entre consumir e ser feliz/bem sucedido no mundo contemporâneo.</strong> É freqüente o raciocínio de que quem consome mais é mais feliz e, nessa linha, há muita incompreensão quando pessoas dotadas de grandes recursos financeiros decidem viver a vida de forma simples e discreta.</p>
<p>Em tempos de realidade travestida de show (reality show), a indústria do comércio se mascara de indústria da felicidade e do conforto e busca vender o impossível: a completude, o &#8220;ter tudo&#8221;, o final feliz que todos nós queremos.</p>
<p>O mais sério é que nós acreditamos nisso tudo e nosso questionamento passa a ser tão tênue que passamos a ser reprodutores dessa lógica, vigiando o comportamento uns dos outros e notificando as pessoas sobre as reposições de produtos que, acreditamos, devem ser feitas. Em essência, <strong>acabamos por fazer com que as pessoas se sintam mal por estarem satisfeitas com o que possuem e com a vida que levam</strong>.</p>
<p>Não se trata de esquecer as ambições e de viver em frangalhos, é claro, mas de refletir sobre a transitoriedade dos bens no mundo atual e da cultura de reposição e descarte constante em que estamos mergulhados. Existe um abismo entre viver bem, ter conforto e consumir de forma agradável e prazerosa (isso é possível!) e estar à mercê de modismos, aprisionado entre o olhar dos outros e uma visão distorcida do sucesso.</p>
<p>Fazendo um paralelo com a sabedoria popular, que garante que <em>&#8220;o pior cego é aquele que não quer ver&#8221;</em>, talvez o pior consumidor seja aquele que ajuda a incrementar a lógica de que imagem é tudo.</p>
<p>A “polícia do consumo” é ativa, atuante e perversa. Seus principais aliados não são a indústria, as empresas, o comércio ou a publicidade. Somos nós. Assim como historicamente os movimentos repressivos só foram possíveis com a adesão de uma parcela significativa da população às ideias que os norteavam, também o consumismo desenfreado só está na ordem do dia porque muitos de nós aceitamos e defendemos que se consuma cada vez mais.</p>
<p>Como <strong>Hobbes</strong> já dizia em uma de suas expressões mais célebres, <em>&#8220;o homem é o lobo do homem&#8221;</em>. Até a próxima! Grande abraço!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marina Paula</b>.<br>

Psicóloga com ênfase Clínica, tem pós-graduação em Metodologia de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes. Atualmente trabalha no SUS, em um projeto de Psicologia Comunitária, e atende em seu consultório particular. É autora do blog Um Ano Sem Compras.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/20/por-que-alguem-se-propoe-a-ficar-um-ano-sem-comprar/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 16:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um ano sem compras! Uma meta ousada, mas capaz de reinventar a relação de uma pessoa com o consumo e seu papel de cidadão. Conheça esta história de educação financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_umanosemcompraslogo.jpg" alt="Por que alguém se propõe a ficar um ano sem comprar?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um dia, após organizar os meus pertences e doar um monte de coisas que eu já não usava mais e jogar fora um tanto de tralha que estava acumulada e que não tinha serventia para mim &#8211; e certamente não teria para mais ninguém -, comecei a pensar em como tinha chegado naquela situação de acúmulo de tantos objetos desnecessários.</p>
<p>Refletindo sobre isso, aos poucos foi se delineando uma idéia ambiciosa: ficar um ano sem comprar supérfluos e, com isso, pensar sobre o papel que o consumismo tem em minha vida. Foi nesse momento que decidi criar um blog, onde relato minha experiência: o Blog <a title="Conheça meu blog" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">&#8220;Um Ano Sem Compras&#8221;</a>.</p>
<p>Não parei de comprar imediatamente, afinal o projeto de abrir mão de adquirir novos produtos precisava ser elaborado. Eu senti necessidade de me preparar emocionalmente e também de ler sobre diversos assuntos, como economia doméstica, sustentabilidade, finanças pessoais, psicologia e etc. Parei de comprar no dia primeiro de junho e permaneço fiel ao desafio que me propus desde então.</p>
<p><span id="more-6225"></span>O blog, que havia sido pensado para ser um registro da minha experiência e também uma forma a mais de manter o autocontrole, tem gerado <a title="Um ano sem compras! Impossível?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/06/13/um-ano-sem-compras-impossivel/" target="_blank">discussões interessantes</a> e uma de suas repercussões foi o convite que recebi do <em>Dinheirama</em> para escrever neste espaço e compartilhar com os leitores deste site as descobertas e as possibilidades que venho extraindo dessa experiência.</p>
<p>O mais importante sobre a decisão de ficar um ano sem compras é a motivação. Uma pessoa não decide simplesmente ficar um ano sem comprar, fazer uma dieta, economizar parte da sua renda ou mesmo iniciar um relacionamento afetivo sem que tenha uma boa dose de motivação. Se os motivos são bons ou ruins, profundos ou superficiais, isso é outra discussão, mas é preciso que eles existam e que sejam suficientemente fortes para que alguém ponha qualquer tipo de plano em prática.</p>
<p>Parar de comprar pode parecer bastante drástico, mas com certeza é uma forma de se tornar mais consciente dos padrões de consumo que influenciam as escolhas feitas, o que elas geram em termos de conseqüências e impacto na vida pessoal e também qual é a função emocional que comprar cumpre na economia psíquica de cada sujeito.</p>
<p>Todos esses motivos estiveram presentes e cumpriram um papel importante na minha decisão de passar um ano sem comprar. Muitas pessoas perguntam, por exemplo, se economizar foi uma das razões que levaram à criação desse blog. A resposta para essa pergunta é não, embora com certeza a economia seja uma das conseqüências agradáveis decorrentes do desafio.</p>
<p>Como Psicóloga que nunca trabalhou na área de finanças e que só recentemente entrou em contato com temas ligados à Psicologia Econômica, sempre pensei que o ato de comprar revela um pouco o nosso modo de lidar com o mundo.</p>
<ul>
<li>Somos pessoas cautelosas, que preferem se guardar diante de situações de risco ou gostamos de apostar alto quando há chance de extrair algum prazer em um determinado contexto?</li>
<li>Encaramos situações novas como ameaças ou subestimamos suas possíveis implicações?</li>
<li>Abordamos o mundo de forma racional ou nos deixamos levar pelas emoções?</li>
<li>Pensamos em prazeres imediatos ou no que podemos alcançar em longo prazo?</li>
</ul>
<p>Esses são alguns questionamentos possíveis que se aplicam tanto ao modo como as pessoas lidam com suas finanças pessoais, quanto com assuntos de ordem mais subjetiva. Poucos sabem, mas Freud foi um dos primeiros teóricos da área Psi a usar modelos econômicos para descrever processos mentais. Levando isso em conta, é importante lembrar que muitas vezes pensamos em termos de ganhar ou perder, de mais e menos, de investir ou “pôr tudo a perder”. Eu, com certeza, posso perceber essa lógica muito presente na minha vida e nas decisões que tomo diariamente.</p>
<p>Então, antes de qualquer coisa, um ano sem compras é sinônimo de um ano de muita reflexão, de autocrítica e, principalmente, de constatações muito interessantes sobre os hábitos de consumo e o funcionamento de cada pessoa. No meu caso, até agora consegui perceber que uma das coisas mais difíceis é não ter a possibilidade de comprar; é saber que se eu entrar em uma loja ou em um <em>shopping</em>, eu não devo adquirir nada supérfluo de acordo com as regras que eu mesma estabeleci.</p>
<p>É difícil porque uma coisa que o ser humano gosta muito é de poder fazer alguma coisa, mesmo que nunca vá colocá-la em prática realmente. Dá a gostosa sensação de liberdade e de ser dono do próprio nariz. Poder voar de asa-delta, poder comer comida apimentada, poder pegar o carro e dirigir para onde quiser, poder escolher uma área de trabalho, poder “pular carnaval”, enfim&#8230; Poder é bom.</p>
<p>O que muitas vezes passa despercebido é que poder não fazer alguma coisa também é muito importante. Quando o assunto é consumo, poder não comprar é tão ou mais importante quanto poder comprar. Nesse sentido, passar um ano sem compras talvez seja uma forma um pouco drástica de questionar essa lógica em que sair de uma liquidação carregada de sacolas, ter uma estante cheia de livros novos ainda por ler ou trocar o carro sempre por um modelo mais caro é necessariamente melhor.</p>
<p>Espero poder contribuir para o questionamento desse imperativo pós-moderno que nos exorta diariamente a comprar, comprar e comprar &#8211; e que vem, gradualmente, substituindo a noção de cidadão pela de consumidor. Isso e também encontrar saídas criativas para economizar um pouco, porque fazer um pé de meia e resistir a uma promoção não faz mal a ninguém!</p>
<p>Até a próxima! Grande abraço!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Marina Paula</b>.<br>

Psicóloga com ênfase Clínica, tem pós-graduação em Metodologia de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes. Atualmente trabalha no SUS, em um projeto de Psicologia Comunitária, e atende em seu consultório particular. É autora do blog Um Ano Sem Compras.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Compra por impulso: bom para quem?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/27/compra-por-impulso-bom-para-quem/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 23:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[compra coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
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		<category><![CDATA[site]]></category>

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		<description><![CDATA[Sites de compra coletiva motivam a compra por impulso, contribuindo para o endividamento excessivo de consumidores. Essa estratégia tem espaço no médio e longo prazo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compra por impulso: bom para quem?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_compra_por_impulso_compras_coletivas.jpg" alt="Compra por impulso: bom para quem?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um dos pilares que sustenta a compra coletiva é o apelo à compra por impulso. Os mecanismos utilizados por esses sites são um combinado perigoso para o consumidor mais desatento e, como veremos a seguir, igualmente perigoso para o setor no longo prazo.</p>
<p><strong>As armadilhas para o consumidor</strong><br />
O destaque no anúncio é o produto e um valor &#8211; que corresponde ou ao preço cheio ou ao valor do desconto. Como estamos acostumados a ver a cifra ligada ao produto como preço praticado, a nossa mente nos aplica um golpe. Ela nos informa que aquele valor é o preço do produto, ou seja, o ponto de partida para avaliarmos a compra.</p>
<p>Quando verificamos que o valor que realmente será pago é bem menor do que aquele que está em destaque, a nossa mente nos aplica outro golpe, nos informando que aquele é um “ótimo negócio”, uma “promoção imperdível”.</p>
<p><span id="more-6076"></span>Para quem termina a avaliação neste estágio e opta pela compra, é tarde: este consumidor provavelmente comprou por impulso. E aí há dois grandes problemas:</p>
<ul>
<li>O primeiro deles é saber se o preço com desconto, ainda que bastante inferior ao preço cheio, vai caber no bolso ou não. Essa análise fica comprometida porque o ponto de partida da avaliação é ou preço cheio ou o desconto e não a disponibilidade financeira;</li>
<li>O segundo ponto é avaliar se o cliente terá condições de usufruir do produto ou serviço dentro do prazo estipulado e das condições impostas pelo anunciante. O preço pode ser tão atraente que os detalhes da compra (as famosas “letrinhas miúdas”) são ignorados.</li>
</ul>
<p><strong>Brincando com os números&#8230;</strong><br />
Ainda com relação às cifras, alguns sites que aceitam parcelamento colocam como alternativa pré-preenchida o número máximo de parcelas a que o consumidor tem direito. Mais uma vez o mecanismo de evidenciar um valor mais alto como ponto de partida entra em ação.</p>
<p>Por exemplo, o valor da compra ficou em R$ 90,00 &#8211; você já está feliz da vida porque ganhou um desconto de R$110,00. Na hora de finalizar a compra, você vê na tela a cifra de, digamos R$30,00. Pronto! A sensação é de que você fez o verdadeiro “negócio da china”.</p>
<p>Como se isso já não bastasse, existe ainda o fator tempo. Todos os sites de compra coletiva colocam em destaque um relógio em contagem regressiva. Ora, contagem regressiva para nós significa ter um prazo para terminar algo e, por isso mesmo, nos coloca sob pressão e abre espaço para a ansiedade.</p>
<p>Nossa cabeça nos aplica outro golpe: sempre que estamos sob o efeito de uma contagem regressiva, nossa mente nos coloca em modo de ação para terminarmos a tarefa a tempo. Desistir, na maioria dessas situações, não é uma alternativa, assim como manter a calma e “perder” algum tempo com avaliações também não. Se deixarmos a cabeça tomar conta, terminamos a tarefa, que nesse caso é finalizar a compra.</p>
<p>Outra questão bastante relevante aqui é o tempo de espera entre a aquisição e a utilização do produto ou serviço. Salvo raras exceções, o consumidor não usufrui imediatamente da compra. É preciso esperar a promoção começar a vigorar ou esperar até que o produto seja entregue.</p>
<p>Para quem compra por impulso ou por compulsão, o efeito da espera é mais ou menos o de não ter comprado nada. A recompensa não é imediata, o que acaba levando esse consumidor a efetuar novas compras para diminuir a sensação de desconforto.</p>
<p><strong>Parece que a fórmula mágica para vender (e muito!) finamente foi descoberta</strong><br />
Como eu já disse aqui, as participações em promoções de sites de compra coletiva funcionam mais como um investimento do que como uma forma de incrementar os lucros, se olhada a ótica do empresário. Portanto, o retorno esperado é que o consumidor conheça o seu produto ou serviço e tenha uma experiência positiva que o faça retornar ao seu estabelecimento, mesmo se tiver que pagar pelo preço cheio.</p>
<p>Se o que faz o consumidor chegar ao seu estabelecimento é um mecanismo que direta ou indiretamente contribui para o endividamento, a história muda. Possivelmente, esse indivíduo mais desavisado não terá poder de compra para tornar-se um cliente fiel. E essa talvez seja a grande fragilidade do sistema de compras coletivas.</p>
<p>Trocando em miúdos, a arquitetura desses sites é o famoso “tiro no pé” no médio e longo prazo, já que não consegue atrair clientes potenciais na mesma proporção em que atrai consumidores que estão com os “dias contados”.</p>
<p>Ora, tanto o consumidor que compra por impulso, quanto o consumidor compulsivo tem uma “vida útil”, digamos assim, muito mais curta do que a de um consumidor consciente.</p>
<p>O poder de compra do consumidor compulsivo está diretamente ligado à disponibilidade de crédito ou à ilusão de estar fazendo um bom negócio. Não é preciso dizer que essas são bases frágeis, que inevitavelmente levarão ao endividamento. E consumidor endividado não consegue comprar nem com desconto, nem sem desconto.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/03/23/tv-dinheirama-consumismo-os-adolescentes-e-o-planejamento-familiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 14:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível lidar com o crescente consumismo entre adolescentes, jovens sem prejudicar o planejamento financeiro e familiar e ainda garantir um futuro melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_tvdinheirama_consumismo_jovens_planejamento_familiar.jpg" alt="TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar" hspace="2" vspace="2" align="left" />O Brasil é um país cuja história de consumo não tem muito tempo. Antes atingidos pela inflação galopante, muitos brasileiros estão podendo comprar e consumir de forma mais intensa, o que traz muitos pontos positivos, mas também negativos. Neste episódio da <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> abordo a questão do consumismo sob a ótica dos jovens e adolescentes, além de mencionar a relação desta geração com seus pais e sociedade. Será que é preciso haver um limite para o consumo? Como educar nossos jovens neste sentido sem prejudicar seu amadurecimento?</p>
<p>Abordo neste video os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>O consumo como fator de inclusão social e aceitação tende a influenciar demais as decisões dos adolescentes e jovens. O movimento é perigoso, já que aumenta muito o nível de endividamento e a ansiedade deste grupo;</li>
<li>Trabalhar o consumismo deve ser uma atitude pautada pelo exemplo dos pais. Ensinar a lidar com dinheiro sem praticar não funciona!</li>
<li>Como os pais devem relacionar-se com seus filhos quando o assunto é o planejamento familiar?</li>
<li>Trabalhar a autoestima dos jovens e o aprendizado em relação às frustrações normais da vida costuma trazer bons resultados para o bem estar familiar.</li>
</ul>
<p><span id="more-5909"></span>Assista ao video e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uxxa65TLoE0">http://www.youtube.com/watch?v=uxxa65TLoE0</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Relação Consumo Consciente x Produção x Emprego</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/23/relacao-consumo-consciente-x-producao-x-emprego/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 02:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
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		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Se todos consumissem de forma consciente, haveria problemas na economia? Como ficaria a produção, o consumo em geral e o nível de empregos? Consumo consciente é uma realidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Relação Consumo Consciente x Produção x Emprego" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_consumo_consciente_producao_emprego.jpg" alt="Relação Consumo Consciente x Produção x Emprego" hspace="2" vspace="2" align="left" />Benilton</strong> comenta: <em>“Eu estou sentindo na pele como consumir de forma consciente, sem exageros e apenas o necessário faz diferença tanto no bolso como na maneira de encarar a vida, mas tenho uma duvida: se todos os consumidores consumirem conscientemente, não se corre o risco de a economia dar uma desacelerada? Menos demanda implicaria em menor produção, podendo afetar também o nível de emprego. Por favor, me esclareça isto, pois não compreendi ainda esta associação entre consumo consciente e desenvolvimento. Obrigado”</em>.</p>
<p>Tenho certeza que essa é a dúvida de muitas pessoas. Afinal, tudo o que ouvimos em relação a crescimento e desenvolvimento no contexto atual está associado ao incentivo do aumento no consumo. Mas, para discutir a questão, cabe relembrar três pontos:</p>
<ul>
<li><strong>Em primeiro lugar, a questão da consciência.</strong> Estar consciente nada mais é do que estar atento, o tempo todo, ao que fazemos. Isso significa desligar o piloto automático e manter o foco no momento presente. Adotar as premissas do consumo consciente é se manter atento às escolhas de consumo, procurando sempre compreender como elas impactam no meio em que vivemos. É buscar sempre as opções mais social e ambientalmente responsáveis;</li>
<li><strong>Em segundo lugar, não podemos confundir consumo com consumismo.</strong> O ato de consumir é inerente ao fato de estarmos vivos. Precisamos de diversos itens para viver e só os obtemos através do consumo de recursos. Já o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3VtaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">consumismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é suprir necessidades e desejos intangíveis através da aquisição de itens tangíveis;</li>
<li><strong>Por fim, mas não menos importante, o consumo consciente não deve ser encarado como algo negativo sob o aspecto econômico.</strong> O ato de consumir vai existir sempre. O que muda é forma como o percebemos.</li>
</ul>
<p>Na atual situação, o consumo aparece tanto como mocinho quanto vilão. Enquanto ele cresce, tudo funciona bem. Aumenta o nível de emprego e renda, melhora o acesso a alguns bens, aumentam os investimentos, cresce a oferta e acesso ao crédito etc. Ou seja: tudo na nossa economia cresce.</p>
<p><span id="more-5048"></span>Mas quando acontece algum evento que desestimula o consumo, pronto! A espiral toma o caminho inverso e passa a haver diminuição da atividade econômica, com os respectivos reflexos em emprego, renda, endividamento etc. E, como temos acompanhado, a tempestade e a bonança se alternam regularmente no que tange à questão econômica.</p>
<p>Além disso, nem sempre o consumo que é bom para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> agora será positivo sempre. Ao se estimular o consumo, também se estimula a exploração de recursos naturais. E como estes são recursos finitos &#8211; ou necessitam de muito tempo para se formar &#8211; em algum momento enfrentaremos sua escassez.</p>
<p>Mesmo diante de uma situação tão séria, não observamos ações significativas em busca de uma solução. Embora existam limites para o nosso crescimento, porque evitamos tanto a questão? Uma das respostas pode estar associada ao que discuti no artigo <a title="Sobre sacrifícios e limites: a dor é inevitável, já o sofrimento…" href="http://dinheirama.com/blog/2010/08/26/sobre-sacrificios-e-limites-a-dor-e-inevitavel-ja-o-sofrimento/">“Sobre sacrifícios e limites: a dor é opcional, já o sofrimento&#8230;”</a>.</p>
<p>Creio que a razão para isso também está na busca pela satisfação imediata dos desejos, que não considera seu impacto nos dias vindouros (qualquer semelhança com problemas de finanças pessoais não é mera coincidência!).</p>
<p>No ensaio <a title="Leia mais na WikiPedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trag%C3%A9dia_dos_comuns" target="_blank">“A Tragédia dos Comuns”</a>, de <strong>Garrett Hardin</strong>, publicado na revista Science em 1968, é possível ter uma clara noção de como a busca egoísta por benefícios pode colocar todo um sistema a perder. O caso hipotético apresenta uma área de terra capaz de comportar todo o ciclo de vida de mil ovelhas. A propriedade é de uso comum a 10 pastores, que concordaram em colocar no máximo 100 ovelhas cada um, de forma a manter a terra produtiva.</p>
<p>Mas, motivados pelo lucro adicional, cada pastor foi ultrapassando a sua cota de ovelhas ao longo do tempo. No final, embora tenham lucrado mais com essas ovelhas adicionais, a degradação da terra, a falta de alimentação e a proliferação de doenças acabaram com todo o rebanho.</p>
<p>A idéia proposta pelo exemplo é simples: se existisse o respeito pelos limites naturais, a produção teria se mantido por tempo indeterminado. Mas, a partir do momento em que se explora além da capacidade de resiliência da terra, em algum momento perde-se tudo o que foi investido. É apenas uma questão de tempo.</p>
<p>Outro ponto: quando o espaço é de todos, também é de ninguém. Ou seja, não aceitamos que se jogue entulho no nosso quintal, mas podemos ser condescendentes com quem joga em propriedade pública. Afinal, o espaço é de todos, não é?</p>
<p>Voltando para a questão do consumo, precisamos tomar cuidado em lembrar que o ambiente comum é responsabilidade de todos. Por isso, nem sempre o crescimento econômico será positivo para a “aldeia global”. Se existe abuso no consumo, como acontece hoje nos países desenvolvidos, alguém vai pagar a conta. Não existe outra equação.</p>
<p>Depois de apresentar argumentos e opiniões polêmicas, finalmente arrisco-me a responder à dúvida proposta pelo leitor. Consumir de forma consciente muda o mundo, os mercados, as empresas, o governo, ou seja, todos aqueles que dependem dos recursos financeiros de cada consumidor. Assim, criado por um novo tipo de consumidor, forma-se um novo <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, que igualmente necessita de um novo tipo de produção, um novo tipo de trabalho e um novo tipo de pessoas.</p>
<p>Diferentemente do modelo exploratório atual, um modelo econômico para consumidores conscientes deve privilegiar o respeito aos limites naturais, além de investir na qualidade de vida e educação dos povos, dar preferência a arte e cultura regionais, abolir a produção massiva de qualquer coisa, revisar a idéia de conforto, evoluir o conceito de sucesso pessoal e valorizar a comunhão de pessoas com interesses no bem comum.</p>
<p>Por essa razão, desenvolver uma consciência global é fundamental para mostrar como nossas escolhas impactam no ambiente e que, apesar de vivermos em lugares diferentes, somos cidadãos de um único Planeta. Que tal partirmos deste ponto para uma discussão mais abrangente? O que você acha disso tudo? Deixe seu comentário.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Consumo e consumismo: como diferenciar?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/01/13/consumo-e-consumismo-como-diferenciar/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Você se acha uma pessoa consumista? Entender as origens do consumismo e porque ele é tão perigoso pode ajudá-lo a comprar com mais consciência. Dinheiro não merece desaforo! Nunca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Consumo e consumismo: como diferenciar?" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_consumismo_consumo.jpg" alt="Consumo e consumismo: como diferenciar?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Consumir é uma parte indissociável da vida. O reino mineral alimenta o reino vegetal, que por sua vez alimenta os reinos animal e humano. Durante muito tempo, fomos capazes de consumir sem provocar grandes impactos na natureza. Então como, em menos de dois séculos, nosso consumo passou de natural a nocivo?</p>
<p>A sociedade do consumo, caracterizada pelo desejo de adquirir mais do que precisamos, teve sua lógica originada a partir da Revolução Industrial, acelerando-se após a segunda metade do século XX. Nesse momento, observa-se uma revolução da maneira de se fazer o comércio, com a introdução do marketing e de estratégias de segmentação de mercado. A atividade de consumo deixa ser apenas uma atividade econômica para se tornar um campo de criação de significados.</p>
<p>O conceito de progresso se transforma em melhores condições materiais de vida, bem como a felicidade passa a ser associada a uma rotina confortável, fruto da aquisição de bens de consumo. Dessa forma, como podemos nos negar ao bem estar cada vez mais ao alcance do cartão de crédito? A busca pela felicidade passou a ser a busca por mais dinheiro, por mais crédito, por mais status. Ter conforto não é mais suficiente; é preciso ter a melhor <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFZfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, o carro novo, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">celular<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> moderno.</p>
<p><span id="more-3755"></span>Se antes a aquisição de bens de consumo devia atender às necessidades das pessoas, o que observamos hoje é o consumo pelo consumo. Um desejo atendido gera outro quase que imediatamente, tornando o ato consumista a razão final para o consumo. Basta avaliar a facilidade com a qual trocamos itens perfeitamente funcionais por outros usando as mais diversas justificativas.</p>
<p>Ou como é forte o impulso para comprar itens dispensáveis, ou que serão pouco usados, como os tais multiprocessadores com um milhão de funções. Não é o atendimento ao desejo ou à necessidade; é a busca pela sensação de bem estar proporcionada pelo ato de consumir. Vale a pena dar uma lida no artigo <a title="Marketing e neurociência: um casamento perfeito?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/02/marketing-e-neurociencia-um-casamento-perfeito/" target="_self">“Marketing e neurociência: um casamento perfeito?”</a>, que publiquei aqui mesmo alguns meses atrás.</p>
<p><strong>Como diferenciar consumo de consumismo</strong><br />
O dicionário <em><strong>Michaelis</strong></em> <a title="Consumismo segundo o Michaelis" href="http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&amp;palavra=consumismo" target="_blank">esclarece consumismo</a> como <em>“situação própria de países altamente industrializados, caracterizada pela produção e consumo ilimitados de bens duráveis, sobretudo artigos supérfluos”</em>. Já em outros artigos que procuram definir <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3VtaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">consumismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, encontramos também palavras como excedente e luxo, confirmando esse comportamento como o uso de muito mais do que se necessita para viver.</p>
<p>De forma a diferenciar o ato de consumir do nocivo comportamento consumista é preciso refletir sobre o que se deseja obter em cada ato de consumo. Para exemplificar, imagine que alguém quer comprar um automóvel. A necessidade que precisa ser atendida é conseguir chegar ao trabalho no horário e voltar mais cedo para casa. A partir desse raciocínio, qualquer veículo serve.</p>
<p>Um automóvel popular resolveria o problema. Preço adequado à renda, IPVA mais em conta, seguro razoável e motor econômico. Ótima opção para atender a necessidade, certo? Mas então porque acontece de se optar por modelos mais dispendiosos, acima da renda, e que até inviabilizam outras conquistas? A resposta está no apelo consumista pelo supérfluo, o excesso, o luxo, o “você merece”.</p>
<p>Claro, tem a questão do conforto, mas acho que entenderam o ponto principal do artigo: o consumismo pode nos fazer crer que tudo é ilimitado. Mas, como o consumo de bens duráveis pode ser ilimitado se os recursos existentes para produzi-los são escassos? Assim, os limites existem e é a nossa maneira de lidar com eles que determina se agimos como consumidores ou consumistas.</p>
<p><strong>Referências e leituras complementares:</strong></p>
<ul>
<li>RETONDAR, Anderson Moebus. <a title="A (re)construção do indivíduo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-69922008000100006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">A (re)construção do indivíduo: a sociedade de consumo como &#8220;contexto social&#8221; de produção de subjetividades.</a></li>
<li>FONTENELLE, Isleide A.. <a title="Os paradoxos do consumo - SCIELO" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-75902008000300010&amp;lng=e&amp;nrm=iso" target="_blank">Os paradoxos do consumo.</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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