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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; controle</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; controle</title>
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		<title>Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/27/conseguiu-gastar-menos-que-tal-agora-ganhar-mais/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que você aprendeu e conseguiu gastar menos, como aproveitar a educação financeira para ganhar mais? Subir na carreira ou ter o próprio negócio fazem sentido?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_conseguiu_gastar_menos_que_tal_ganhar_mais.jpg" alt="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Esse artigo é dedicado àqueles que conseguiram controlar seus gastos, que adquiriram (pelo menos até esse instante) bons hábitos financeiros e saíram do vermelho. Isso é ótimo, ainda mais com os altos índices de inadimplência que temos atualmente no Brasil. Ter as contas em dia é poder dormir melhor, se concentrar mais no trabalho e até ter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais tranquilo.</p>
<p><strong>Mas, e depois? O que vem depois das contas em dia? Parar de dever é o suficiente?</strong><br />
Se hoje você consegue enxugar seus gastos até o seu orçamento dar conta e sobrar uma pequena parte, você pode até ter o sono dos deuses (o que é ótimo para a saúde), mas infelizmente pode estar bloqueando o seu <strong>“desenvolvimento consumista”</strong>. Esse é um termo novo e pode soar um pouco estranho, mas resumidamente, seria o mesmo que “limitar o horizonte dos seus sonhos”.</p>
<p>Nós vivemos de sonhos: sonhamos em conhecer lugares novos, ter um carro melhor, roupas melhores, uma casa melhor e por ai vai. Assim como os animais se desenvolvem para subir na cadeia alimentar, nós nos desenvolvemos financeiramente para gastar (e comer está incluso) melhor. De certa forma, é como a lei do mais forte, quanto mais recursos nós temos, mais podemos ter.</p>
<p><span id="more-7558"></span><strong>Que tal ganhar mais?</strong><br />
A saída para você ter mais recursos é partir para o passo seguinte dentro da “escala evolutiva”, que é ganhar mais. Existem algumas maneiras de fazer isso acontecer: receber uma herança, lançar uma música “chiclete” no mercado e ela explodir nas rádios, jogar bola muito bem, casar com alguém rico, ganhar na loteria, partir para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou subir na carreira.</p>
<p>Vamos focar nas duas últimas. Tanto subir na carreira quando se tornar um empreendedor requer uma certa dose de ousadia e disposição para assumir riscos. Às vezes, a empresa atual se torna pequena para nossas ambições e é necessário largar o conforto daquele emprego “seguro” por outro, desconhecido.</p>
<p>Abrir uma empresa requer não só coragem, mas muitos cálculos, um bom plano de negócios e sangue frio para a emoção não atrapalhar. Ter o negócio próprio implica gerenciar e lidar com funcionários, contabilidade e outros temas relacionados às melhores práticas de gestão empresarial.</p>
<p><strong>Educação financeira é fundamental!</strong><br />
Em ambos em casos, a educação financeira é que vai permitir que você dê esse passo. Imagine um time de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnV0ZWJvbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">futebol<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sem reservas, que só pode contar com seus jogadores titulares. Ele tem que torcer para ninguém se machucar. O mesmo acontece com quem deseja evoluir e ganhar mais. Nem sempre as coisas acontecem na velocidade que desejamos e é através de nossas reservas que a evolução terá tempo suficiente para acontecer.</p>
<p>A educação financeira não é somente a chave para um sono tranquilo. É a chave também para o seu futuro. Sucesso e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/o-que-fazer-como-aproveitar-e-o-que-evitar-com-a-queda-dos-juros/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A recente queda dos juros pode ser interessante para você? O que fazer, como aproveitar a redução nas taxas? Vale a pena financiar ou emprestar dinheiro agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_o_que_fazer_como_aproveitar_o_que_evitar_queda_juros.jpg" alt="O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros" align="left" hspace="2" vspace="2" />Eduardo</strong> comenta: <em>“Navarro, depois do anúncio de taxas de juros mais baixas por parte dos bancos estatais, os bancos privados resolveram entrar na disputa e também ofereceram juros menores. Vale a pena mudar de banco? Os preços das coisas serão afetados com essa medida? Como ficam os consumidores diante dessa história? Obrigado”</em>.</p>
<p>Começou anunciada como “decisão histórica” e terminou como um movimento de mercado. A queda nas taxas de juros cobradas pelos bancos estatais, originada a partir da pressão do governo por crescimento econômico, foi seguida por seus concorrentes privados.</p>
<p>Nossa taxa de juros real (descontada a inflação) é de 3% ao ano, <a title="Juros são os mais baixos da história" href="http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u1078231.shtml" target="_blank">valor mais baixo já registrado desde a adoção do Real</a>. É fato que há uma mudança em curso e é provável que você esteja comemorando tudo isso que está acontecendo. É justo. Pretendo, com este artigo, explorar o que está diante de nós, mas de uma forma sincera e objetiva.</p>
<p><span id="more-7552"></span>O governo declarou guerra ao elevado <em>spread</em> bancário e decidiu forçar a queda dos juros. Há algumas semanas, a presidente <strong>Dilma Rousseff</strong> afirmou que os juros, nos níveis atuais, representam um entrave ao crescimento do país. <em>“Temos a necessidade de colocar nossos juros e spreads incluídos nos padrões internacionais de custo de capital”,</em> ela disse.</p>
<p>O ministro <strong>Guido Mantega</strong> foi mais incisivo depois de ser cobrado pelos bancos privados. Ele disse que <em>“em vez de trazer soluções anunciando aumento de crédito, os bancos privados fizeram cobranças de novas medidas do governo. Se os bancos são tão lucrativos, eles têm margem para reduzir taxas”</em>.</p>
<p>Abordarei as questões recorrentes que temos recebido sobre o tema em forma de perguntas e respostas, acreditando, assim, facilitar a compreensão dos desdobramentos trazidos pelo tema.</p>
<p><strong>O que é o <em>spread</em> bancário?</strong><br />
<em>Spread</em> (pronuncia-se spréd) bancário é a diferença entre o custo do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para o banco (representada pela taxa básica de juros, a Selic) e a taxa cobrada dos clientes. O lucro representa uma parcela do <em>spread</em>, que também é composto de impostos, compulsório, despesas administrativas e provisão contra inadimplência.</p>
<p>Segundo dados do Banco Mundial, de 2010, <a title="Veja mais detalhes da pesquisa" href="http://www.seebma.org.br/paginas/noticias.asp?p=3779" target="_blank">o Brasil tem um dos mais elevados <em>spreads</em> bancários do mundo</a>, de 31,1%, perdendo apenas para o Congo (39,7%) e Madagascar (38,5%). No Chile, esse indicador é de 3%. No México, 4,1%.</p>
<p><strong>As taxas de juros cobradas de consumidores e empresas caíram mesmo?</strong><br />
Caíram, sim! Os bancos públicos seguiram a ordem federal e “derrubaram” suas taxas de juros, permitindo aos consumidores acesso a linhas de crédito mais baratas e com prazos maiores. A realidade é que os juros de diversas linhas de crédito caíram.</p>
<p>Depois de uma <a title="Veja como foi o problema entre Febraban e governo" href="http://www.dcomercio.com.br/index.php/economia/sub-menu-economia/86140-governo-e-febraban-trocam-acusacoes-por-causa-dos-juros" target="_blank">tentativa frustrada de pressionar o governo</a>, liderada pela Febraban, os bancos privados aderiram ao movimento e resolveram entrar forte na concorrência por novos empréstimos e financiamentos mais baratos.</p>
<p>A <a title="Entenda como funciona a portabilidade de crédito" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/21/tv-dinheirama-entendendo-a-portabilidade-de-credito/" target="_blank">portabilidade de crédito</a>, regulamentada em 2008 pelo Banco Central, garante que o cidadão possa escolher uma nova instituição e migrar sua dívida, desde que ela tenha característica semelhante à contratada no banco original. E <a title="Conheça histórias de quem já recorreu à portabilidade de crédito" href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/04/clientes-recorrem-portabilidade-de-credito-apos-reducao-dos-juros.html" target="_blank">já há quem tenha tomado essa decisão</a> depois do anúncio de corte nos juros.</p>
<p>Cabe ressaltar que a redução das taxas destes empréstimos ainda não chegou de forma vibrante à economia real. Não se percebem preços mais baixos por produtos no varejo, por exemplo. O governo acredita que um consumo mais vigoroso e os reflexos destas mudanças surjam a partir do segundo semestre.</p>
<p><strong>Então os bancos estavam “metendo a faca” nos consumidores?</strong><br />
Tenho notado e concordo com a indignação de muitos leitores. Afinal, baixar tanto assim significa que as taxas cobradas eram abusivas, altas demais? Ou isso ou teremos problemas ali na frente, principalmente com os bancos públicos, já que o Tesouro (eu, você, todos nós) poderá ser chamado a fechar certos “rombos”.</p>
<p>Quero crer que a questão é mesmo de falta de concorrência, ou seja, de taxas e lucros altos demais. Além disso, é preciso notar que os bancos estão baixando taxas das linhas que oferecem mais garantias, como empréstimo consignado (descontado em folha), financiamento de veículos (o carro é a garantia) e cheque especial e rotativo do cartão de crédito apenas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2xpZW50ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">clientes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que recebem os salários pelo banco.</p>
<p><strong>Não se trata de um convite ao consumo?</strong><br />
Sempre que você oferece produtos (e o crédito, neste caso, é um produto) a preços mais baixos, a intenção é vender mais, aumentar sua base de clientes – afinal, é preciso “compensar” a redução dos preços com mais volume de vendas, de forma a não prejudicar a geração de lucro e a satisfação dos acionistas.</p>
<p>Logo, oferecer crédito mais barato tem o propósito óbvio de movimentar a economia através do incentivo ao consumo. A questão merece reflexão em dois aspectos:</p>
<ul>
<li>O consumidor consciente, educado financeiramente e que sabe seus limites econômicos, poderá tomar mais dinheiro emprestado sem que as parcelas deste empréstimo fiquem maiores que as que ele já contraiu ou conhece. Neste caso, juros mais baixos significarão que ele poderá aumentar seu consumo sem que isso represente dívidas maiores;</li>
<li>Por outro lado, o “convite ao consumo” pode levar muitos brasileiros a se endividar simplesmente porque <em>“agora as parcelas ficaram mais baratas”</em>, mas sem que esse seja um assunto abordado dentro de um contexto de orçamento doméstico. Não adianta pagar mais barato quando há abuso no crédito tomado. O pensamento <em>“se antes eu contrataria tanto e pagaria tanto, agora posso pegar tanto vezes dois e pagar um pouco mais que tanto”</em> pode elevar o endividamento e aumentar a inadimplência.</li>
</ul>
<p><strong>Qual a grande vantagem do momento para o consumidor?</strong><br />
Um aspecto que ganha um peso fundamental nessa nova época de juros mais baixos é a renegociação de dívidas. Aproveitar que as linhas de credito tiveram suas taxas cortadas pode significar parcelas e/ou prazos de pagamento menores. Acredito que, mais do que pensar em consumir, a hora é de repensar as atuais dívidas e tratar de aliviar o orçamento familiar.</p>
<p>O passo fundamental neste sentido é o diálogo. Você tem que ir até o banco em que mantém seu empréstimo atual, sentar com o responsável e conversar. E, claro, pesquisar outras instituições e modalidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3IlRTlkaXRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">crédito<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para avaliar qual a melhor saída para diminuir o seu saldo devedor. Modalidades como crédito pessoal (CDC) e crédito para aquisição de bens de consumo podem ser portadas com facilidade.</p>
<p><strong>Vale a pena insistir no banco onde possuo conta ou migro para outro de cara?</strong><br />
Prefira o contato com a instituição onde já possui relacionamento. Antes, porém, investigue e pesquise quais as condições oferecidas por bancos concorrentes e faça questão de conhecer o que eles têm a oferecer. Visite a concorrência, escute as opções e faça algumas simulações.</p>
<p>Então, com sinceridade, volte ao seu gerente e apresente tudo aquilo que você conseguiu. Valorize o relacionamento existente e peça para que eles avaliem a possibilidade de melhorar (cobrir) as propostas que você tem em mãos. Diante de tanto “barulho” em torno do tema, é grande a chance de concederem a você algo bem interessante.</p>
<p>Agora, se a conversa com o responsável por sua conta não der em nada, não hesite em procurar outras instituições. A migração está acontecendo e os bancos públicos anunciaram crescimento expressivo na concessão de crédito depois do anúncio das medidas. No Banco do Brasil, por exemplo, essas <a title="Demanda cresce no BB" href="http://veja.abril.com.br/noticia/economia/demanda-por-credito-pessoal-no-bb-cresce-45-com-juro-menor" target="_blank">operações aumentaram 45%</a> nos primeiros cinco dias. Na Caixa, a <a title="Alta nas concessões também na Caixa" href="http://www.dci.com.br/concessao-de-credito-na-caixa-aumenta-17-depois-da-reducao-dos-juros-id290390.html" target="_blank">alta foi de 17%</a>.</p>
<p><strong>E quem não está conseguindo as taxas anunciadas, como deve proceder?</strong><br />
Sempre há entrelinhas, letras miúdas e detalhes que passam longe da publicidade de massa. Neste caso, resumirei de forma objetiva o que está acontecendo: as taxas anunciadas não são para todos. Alguns bancos exigem que o cliente esteja recebendo seus salários por lá, outros fazem uma análise de crédito mais “rigorosa” e definem a taxa de acordo com ela e por ai vai.</p>
<p>A solução, portanto, está no diálogo franco com o atendente. Procure entender quais as vantagens oferecidas, quem pode aproveitá-las, se há contrapartida e quais as condições exigidas para que as taxas anunciadas sejam efetivamente colocadas em prática. Não se assuste se apenas parte do “prometido” se tornar realidade.</p>
<p><strong>Como fica o perigo do endividamento excessivo e do aumento da inadimplência?</strong><br />
Trata-se de um perigo real, mas que ainda não assusta tanto em termos estatísticos. Se o brasileiro vai apenas aproveitar para ter mais crédito a custos menores (consumir mais, mas sem comprometer mais de sua renda) ou se vai “se esbaldar” com a guerra dos juros (endividando-se perigosamente), isso nós só saberemos no decorrer dos meses (anos).</p>
<p>Que fique claro que eu sou um defensor ferrenho da educação financeira. Portanto, temo pelo endividamento excessivo das famílias e não recomendo que o crédito seja usado de forma indiscriminada, só <em>“porque ficou mais barato”</em>. O fato é que o brasileiro se endivida “pouco” em relação a outros povos e paga suas contas em dia, então o tema ainda não causa calafrios em mais ninguém (só em mim).</p>
<p><strong>Afinal, o que devemos fazer diante desse cenário?</strong><br />
As mudanças nos patamares de juros são bem-vindas, isso é inegável. Com o dinheiro custando menos, a economia ganhará fôlego e os consumidores inteligentes poderão consumir mais e melhor. Insisto: o que não dá é para usar essas conclusões para alimentar seu desejo de consumo e sair às compras porque <em>“agora as condições estão imperdíveis”</em>.</p>
<p>O planejamento financeiro realizado com cuidado, acompanhado de um orçamento doméstico constantemente atualizado e revisto, ainda é a chave para a realização de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e para uma vida sustentável no longo prazo. O dinheiro deve ser sempre um meio, uma ferramenta, não um fim.</p>
<p>Todo mundo quer pagar menos, mas pagar mais barato não é sinônimo de comprar melhor. Avalie suas necessidades, limites orçamentários e metas. De repente pode valer a pena esperar antes de comprar isso ou aquilo através de um financiamento. De repente você não precisa de empréstimo coisa nenhuma. Mas aceite que você é o responsável por essa decisão e suas consequências.</p>
<p><strong>Por fim, cuidado com o endividamento.</strong> Ele pode começar invisível, aparentemente bem administrado, mas logo poderá se tornar um problema grave, capaz de “detonar” sua vida familiar. Prefira sempre a liberdade e a formação de patrimônio ao preencher suas expectativas. Quem sabe de sua vida é você, não eu ou seu vizinho. Certo?</p>
<p>As informações foram úteis? Deixe seus comentários no espaço abaixo e também em meu <em>Twitter</em>: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você pode não saber, mas é um milionário</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 01:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Nitz de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se observar a expectativa de vida e seu potencial de poupança, você é milionário. Construir riqueza é muito mais fácil quando usamos o tempo em nosso favor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você pode não saber, mas é um milionário" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_voce_pode_nao_saber_mas_milionario.jpg" alt="Você pode não saber, mas é um milionário" align="left" hspace="2" vspace="2" />Talvez você não saiba, mas você é um milionário. Não estou falando no sentido figurado, nem em saúde e felicidade, mas no sentido financeiro, ou seja, ter um patrimônio líquido acima de um milhão, principalmente em ativos financeiros. Também não estou me referindo a um prêmio de loteria ou uma repentina herança recebida, pois estou ciente que ambos os casos, apesar de possíveis, são estatisticamente improváveis.</p>
<p>Isso mesmo, você é um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWlsaCVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">milionário<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – ao menos potencialmente. Por exemplo: considerando que a expectativa média de vida no Brasil é de aproximadamente 74 anos, se você consegue investir R$ 100,00 mensais com rendimentos de 1% ao mês e tem até trinta e cinco anos, então é potencialmente um milionário.</p>
<p>Se você tem entre 35 e 53 anos, também é potencialmente um milionário, pois considerando a mesma expectativa de vida e rendimento mensal, se investir R$ 1.000,00 mensais você poderá chegar ao milhão de reais. E se você também já passou dos 53 anos, também é potencialmente milionário e ao investir R$ 10.000,00 mensais poderá alcançar o milhão de reais antes dos 70 anos.</p>
<p><span id="more-7540"></span><strong>Qual é a moral da história?</strong><br />
Assim como a lebre e a tartaruga na famosa fábula de Jean de La Fontaine (1621-1695), <strong>devagar e constantemente é muito mais fácil para conseguir chegar longe</strong>. Entenda que os exemplos acima citados são de cunho didático e podem estar distante da realidade de alguns brasileiros, mas isso não deve impedi-lo de planejar seu futuro. O <em>Dinheirama</em> oferece em sua <a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">seção de downloads</a> (<a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">clique aqui</a>) muitos simuladores que podem ajudá-lo com as contas.</p>
<p>Na fábula, a lebre ficava se gabando, dizendo que era o mais veloz de todos os animais da floresta. A tartaruga a desafiou para uma corrida e a lebre saiu facilmente na frente. Porém, a lebre parou para descansar e dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga passou vagarosamente. Quando acordou continuou a correr, mas a tartaruga, que se manteve constante, chegou em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes, observamos, presencialmente ou no ambiente virtual, indivíduos iniciantes no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytkZStjYXBpdGFpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">mercado de capitais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> buscando uma riqueza rápida e repentina, assim como a lebre da nossa história. Estes normalmente são os primeiros a fugir nos momentos de crises, amargando grandes perdas.</p>
<p>Em contrapartida, encontramos também indivíduos seguros, que investem constantemente e com objetivos de longo prazo, sem medo de crises passageiras. Podemos dizer que são as tartarugas da nossa história, pois normalmente alcançam seus objetivos.</p>
<p>Claro que o objetivo não deve ser simplesmente acumular, mas sim segurança, qualidade de vida e realizar sonhos como uma viagem, um carro desejado ou uma confortável casa própria. Adicionalmente, o fato de investir não deve ser impeditivo de aproveitar o momento presente, mas de garantir um momento futuro com conforto e tranquilidade.</p>
<p>Desta forma, o quando antes você planejar seus objetivos de longo prazo e iniciar seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, com disciplina e constantemente, mais fácil você chegará lá. Se existe mesmo uma receita mágica para enriquecer, um ingrediente relevante é e será sempre a <strong>paciência</strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Fernando Nitz de Carvalho</b>.<br>

Especialista em Finanças, Mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no Centro Universitário Municipal de São José (USJ), Analista de Projetos no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/16/dinheiramacast-independencia-financeira-e-uma-questao-de-opcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Atingir a independência financeira significa é questão de opção. Decidir cuidar das finanças pessoais e investir significa ter, manter e respeitar prioridades reais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_podcast_independencia_financeira_questao_de_opcao.jpg" alt="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" align="left" hspace="2" vspace="2" />Em um recente artigo que publiquei em meu blog chamado <strong><a title="Acesse o blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/8Hz0A" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a></strong>, no portal da Revista Você S/A (Ed. Abril), afirmei que devemos <a title="Leia o texto completo" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">&#8220;abrir nossa caixa de pandora&#8221;</a>. Ou seja, que devemos parar de esperar e dar desculpas e enfrentar nossos tabus. Devemos começar coisas, não só esperar que elas sejam concluídas ou tenham um desfecho favorável. Sugiro que dê uma lida no texto e conheça meu blog por lá, assim ficará mais fácil aceitar parte do que falo no podcast de hoje. <a title="Leia mais" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">Clique aqui para ler</a>.</p>
<p>Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Abordar a importância de cuidar do dinheiro e tratá-lo como tema urgente costuma incomodar quem acredita que o problema deve ser mantido em segredo, como uma &#8220;caixa preta&#8221;. Minha opinião sobre isso é firme: dinheiro não pode ser tabu!</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A conversa de hoje aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Assim como todo e qualquer objetivo de vida, a independência financeira também é uma questão de opção. Como encarar essa realidade e lidar com a questão de uma forma adulta e pró-ativa?</li>
<li>O consumismo é cada vez maior e mais valorizado pelas marcas e isso costuma servir de justificativa para a inércia de muitas famílias. Levanto uma questão simples: não conseguimos avançar e conquistar nossos sonhos por que outras empresas nos impedem ou por que não temos disciplina para respeitar nossas verdadeiras prioridades?</li>
<li>Nossas decisões implicam consequências e desdobramentos que devem ser encarados e vencidos. A maneira como lidamos com a frustração define muito do sucesso financeiro que temos e teremos. Essa relação não é muito clara, mas é óbvia e explico porquê;</li>
<li>Esperar é muito cômodo, permite que coloquemos a culpa de tudo nos outros. Mas essa postura também nos impede de crescer e aprender com nossos erros. Isso pode ser perigoso quando envolve dinheiro.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>O cartão de crédito dos meus sonhos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/23/o-cartao-de-credito-dos-meus-sonhos/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 13:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Levando em conta educação financeira, planejamento, desejos de consumo e orçamento doméstico, como seria o cartão de crédito dos sonhos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O cartão de crédito dos meus sonhos" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_cartao_de_credito_meus_sonhos.jpg" alt="O cartão de crédito dos meus sonhos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Semana passada, quando li a notícia sobre o novo <a title="Leia a notícia completa" href="http://migre.me/8orsj" target="_blank">cartão de crédito que oferece parcelamento das compras em até 200 meses</a>, enviei um e-mail para o <strong>Navarro</strong> perguntando se eu poderia escrever alguma coisa para o <em>Dinheirama</em> nesse sentido.</p>
<p>Inicialmente a minha ideia era falar um pouco sobre as armadilhas dessa nova modalidade de crédito (nem tão nova assim) e confrontar a ideia defendida por alguns de que o problema não é o cartão, mas o uso que as pessoas fazem dele.</p>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Resolvi falar um pouco sobre o <strong>cartão de crédito dos meus sonhos</strong>, um cartão de crédito que não existe no mercado, mas que deveria existir.</p>
<p>Não se trata de um cartão que oferece juros menores do que os cobrados no rotativo atualmente, nem um maior prazo de parcelamento, nem custos reduzidos de aquisição e operação para os lojistas.</p>
<p><span id="more-7420"></span>É um cartão de crédito que realmente funcione para <strong>todos</strong> como uma ferramenta capaz de ajudar no controle das finanças e não como um perigo potencial para o superendividamento.</p>
<p>O meu cartão de crédito dos sonhos é um cartão que vem com algumas opções pré-estabelecidas, mas que podem ser modificadas pelo titular do cartão através de um SAC, após o pagamento da primeira fatura. Entre essas opções estariam:</p>
<ul>
<li>Limite de 10% da renda do titular;</li>
<li>Bloqueio para compras parceladas onde incidam juros;</li>
<li>Bloqueio para pagamento mínimo;</li>
<li>Bloqueio para saque.</li>
</ul>
<p>A ideia aqui é utilizar o viés do <em>status quo</em>, ou seja, fazer uso (ético e sustentável) daquela nossa tendência de deixar as coisas como estão.</p>
<p>Algumas empresas utilizam esse viés quando nos oferecem, por exemplo, um bem ou serviço com um preço absurdamente inferior ao normalmente praticado (ou até mesmo gratuitamente) por um determinado período de tempo. Ao término deste período, o preço volta ao normal, mas você continua recebendo o bem ou serviço (e pagando por ele) – a menos que você procure cancelar o contrato. As assinaturas de revistas são o exemplo clássico.</p>
<p>A probabilidade de você continuar pagando o preço cheio pelo bem ou serviço (manter as coisas como estão) é muito maior do que a probabilidade de você se dar ao trabalho de cancelar o contrato.</p>
<p>A razão de ter as opções pré-estabelecidas atreladas ao limite e ao parcelamento está ligada à nossa incapacidade de substituir as contas mentais pelas continhas de somar e subtrair com lápis e papel (ou planilhas, como queira).</p>
<p><strong>A grande maioria das pessoas decide se compra ou não em função do valor da parcela</strong> e, o que é pior, normalmente se esquece de somar a nova parcela às anteriores dentro de seu fluxo de caixa. E, quanto menor o valor da parcela, maiores são as chances de você usar a conta mental.</p>
<p>O comércio varejista sabe bem disso. Basta prestar um pouco de atenção às propagandas para perceber que o valor em destaque (e em alguns casos o único valor mencionado verbalmente) é o da parcela.</p>
<p>Já que as contas mentais são um perigo – e não, nós não vamos substituí-las pelas contas de lápis e papel só porque temos um cartão de crédito ou só porque sabemos que esse é o melhor caminho –, o cartão de crédito dos meus sonhos exibe em cada comprovante de compra o limite disponível atualizado.</p>
<p>Bem, e só para provocar mais um pouquinho, o contrato do meu cartão de crédito dos sonhos é automaticamente cancelado pela operadora se o titular efetuar o pagamento mínimo por cinco vezes, consecutivas ou não, nos últimos 12 meses de vigência do contrato.</p>
<p>A inspiração aqui veio da <a title="Conheça a lei em detalhes" href="http://migre.me/8orC2" target="_blank">Lei 9.656</a> sobre a regulamentação dos planos de saúde. Em seu artigo 13, parágrafo único, inciso II, a Lei 9.656 proíbe a suspensão ou rescisão unilateral do plano,<em> “salvo por fraude ou não pagamento da mensalidade por período superior a 60 dias, consecutivos ou não, nos últimos 12 meses de vigência do contrato, desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o quinquagésimo dia de inadimplência”</em>.</p>
<p>Acho que para aqueles que já sabem utilizar um cartão de crédito, essa nova modalidade não seria problema algum. Mas, para aqueles que não sabem fazer um uso adequado da ferramenta, acho que seria um grande empurrão para escolhas mais acertadas.</p>
<p>Em meio a tantas iniciativas no setor das finanças, como a <a title="Leia mais sobre a proposta" href="http://migre.me/8orGi" target="_blank">proposta do Código de Defesa do Consumidor enviada ao Senado</a> que visa a atacar o superendividamento das famílias e a regulação das instituições financeiras do país (um dos aspectos que compõem o tripé de atuação da ENEF), quem sabe alguém não se inspira nas minhas provocações&#8230;</p>
<p>Afinal, sonhar não custa nada (nem endivida ninguém!). Você não gostaria de usar um cartão de crédito assim, dos sonhos?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/06/depois-da-farra-do-credito-e-do-consumo-quem-vai-pagar-suas-contas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 12:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expansão do crédito e do consumo traz uma realidade inconveniente: é hora de pagar as contas. Como lidar com o endividamento e livrar-se das dívidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_depois_da_farra_credito_consumo_quem_vai_pagar_suas_contas.jpg" alt="Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Roberta</strong> comenta: <em>“Navarro, em 2010 consegui um emprego melhor e minha renda cresceu. Aproveitei para comprar algumas coisas que desejava há algum tempo, mas acabei me deixando levar pelos apelos de consumo. Exagerei e hoje estou enrolada, com muitas dívidas e sem conseguir aproveitar a mudança profissional. Empréstimo, financiamento, tenho de tudo. Socorro!”</em>.</p>
<p>Para muitos, a compra parcelada representa a “grande sacada”: é possível comprar o produto tão esperado (normalmente caro e fora do orçamento), levá-lo imediatamente para casa e só pagá-lo “de leve”, em “suaves” prestações. Televisão nova, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHMzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">videogame<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, geladeira, sofá, armário, moto, carro, praticamente tudo o que está a venda pode ser comprado assim.</p>
<p>Há quem diga que <em>“a única forma de nossa família ter as coisas é comprando parcelado”</em>. Antes de qualquer observação, escuto logo a justificativa <em>“não fosse assim, não teríamos compromisso com o pagamento e a construção de patrimônio”</em>. O raciocínio está em todo lugar, você deve conhecer algumas (muitas) pessoas assim.</p>
<p><span id="more-7338"></span>Que é legal poder comprar tudo que a gente quer, não tenho dúvida. Mas o que fazer quando o verbo comprar está completamente desvirtuado? Quero dizer, como agir quando dinheiro não é realmente o que se tem que ter para sair da loja com esse ou aquele produto?</p>
<p><strong>A realidade cobra seu preço!</strong><br />
Os meses de dezembro de 2011 e janeiro de 2012 foram marcados pela elevação das reservas destinadas a cobrir prejuízos com inadimplência. As chamadas provisões para créditos duvidosos cresceram em ritmo maior que o da oferta de crédito, indicando que os principais bancos temem o recente avanço da inadimplência.</p>
<p>De acordo com <a title="Leia mais" href="http://www.panoramabrasil.com.br/alta-da-provisao-afeta-margens-dos-bancos-id74900.html" target="_blank">levantamento realizado pela consultoria Austin Rating</a>, as provisões de 23 bancos de grande e médio porte cresceram 42,2% em 2011, número mais de duas vezes maior que o da expansão das carteiras destas mesmas instituições no período (19,8%).</p>
<p>Dados oficiais publicados pelo Banco Central deixam claros os motivos de preocupação: o percentual de atrasos acima de 90 dias nas prestações de empréstimos a pessoas físicas <a title="Leia mais" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/02/28/inadimplencia-do-consumidor-sobe-76-em-janeiro-deste-ano.jhtm" target="_blank">chegou a 7,6% do total em janeiro deste ano</a>, representando um avanço de 33% em relação a janeiro de 2011, quando o percentual era de 5,7%.</p>
<p>A última vez em que os índices de inadimplência chegaram a patamares semelhantes foi em dezembro de 2009, em decorrência dos reflexos da crise – sendo o desemprego o principal fator na época.</p>
<p>Observado o atual estágio econômico do país, onde o desemprego atinge níveis historicamente baixos e a renda é crescente, o problema parece ser a relação do brasileiro com a abundante oferta de crédito e as facilidades na obtenção de empréstimos e financiamentos.</p>
<p>O economista <strong>Roberto LuisTroster</strong> resumiu bem o quadro em recente entrevista ao jornal Folha de S. Paulo: <em>“Os dados de inadimplência confirmam que a dinâmica recente do crédito não é sustentável indefinidamente”</em>.</p>
<p><strong>A saída passa por assumir a culpa e lidar com suas consequências</strong><br />
Livrar-se do endividamento sempre é possível, mas requer boas doses de humildade e coragem. Humildade para reconhecer que os principais culpados pelo problema são você e as decisões que você tomou enquanto consumia sem planejamento. Coragem para enfrentar a carga de responsabilidades e consequências que a humildade colocará diante de seus olhos.</p>
<p>Tente ser pragmático e ao mesmo tempo objetivo, focando seus esforços em ações com resultados práticos, palpáveis. Só assim a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bW90aXZhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">motivação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para seguir adiante será maior que a tentação de voltar ao mundo mágico (e falso) da “terapia pelo consumo”. Experimente:</p>
<ol>
<li><strong>Assumir a responsabilidade</strong>. Eu concordo que gastar é muito mais legal que poupar, mas é hora de encarar as coisas de uma forma mais adulta;</li>
<li><strong>Listar todos os seus compromissos financeiros</strong>, saldos devedores, taxas de juros, prazos de vencimento e informações de contato de cada dívida. Esse registro será sua missão de agora em diante;</li>
<li><strong>Registrar seus gastos e receitas</strong> de maneira que seu orçamento doméstico seja criado. Só assim você saberá exatamente onde estão os problemas (onde você gasta demais) e quais aqueles gastos que não poderão ser trabalhados;</li>
<li><strong>Renegociar suas dívidas de forma inteligente</strong>, preferindo quitar as dívidas mais caras e de menos parcelas primeiro. Pagar o mais caro acabará logo com o que mais prejudica seu fluxo de caixa, enquanto pagar as dívidas que estão quase no fim darão a necessária sensação de missão cumprida.</li>
</ol>
<p>Quando tudo parecer chato e entediante, lembre-se das decisões que tomou e do ciclo perigoso que enfrentava há pouco tempo atrás. Volte ao primeiro item da lista acima e recomece. <strong>Enfrente as frustrações de cabeça erguida</strong>, afinal o problema é seu.</p>
<p><strong>O que vem por ai?</strong><br />
Tudo indica que o Brasil voltará ao caminho de crescimento ainda em 2012, especialmente se a tendência de queda dos juros (Selic) se confirmar. Isso deve contribuir para a queda da inadimplência, mas o ritmo de expansão do crédito deverá elevar-se de forma mais comedida.</p>
<p>Ainda que o número de inadimplentes não assuste tanto, fica latente a necessidade de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e dedicação em busca de educação financeira. Afinal, independentemente da abusiva oferta de dinheiro fácil, somos nós os responsáveis por assinar os contratos e fazer mau uso do crédito oferecido.</p>
<p>Se você já enfrentou problemas de endividamento excessivo, que tal compartilhar conosco suas experiências e decisões que contribuíram para lidar com a situação? Use o espaço de comentários abaixo. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Garanta sua aposentadoria com mais dinheiro, benefícios e muito tempo livre para aproveitar a melhor idade. Leia dicas financeiras para planejar melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheiramacast_post_como_se_preparar_para_aposentadoria_tranquila.jpg" alt="DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila" align="left" hspace="2" vspace="2" />Enquanto os mais jovens se recusam a dedicar atenção à poupança para aposentadoria, muitas brasileiros mais velhos vivem o problema de aposentar-se sem conseguir manter seu padrão de vida. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos e listamos os principais passos para uma aposentadoria tranquila e devidamente planejada, sem sustos.</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Por que é tão importante preocupar-se com a aposentadoria? A Previdência Social não dará conta de pagar maiores benefícios e o padrão de vida atual de muitos brasileiros será afetado com despesas maiores no futuro;</li>
<li>A preparação para uma aposentadoria tranquila e rica depende de uma avaliação inteligente do padrão de vida que se deseja manter no futuro;</li>
<li>O controle de gastos e a tarefa de manter um orçamento doméstico podem ajudar a dimensionar as reais necessidades da família hoje e amanhã;</li>
<li>Os investimentos voltados para o usufruto na aposentadoria devem apresentar grande liquidez (facilidade de serem transformados em dinheiro), ou corre-se o risco de ter patrimônio, mas sem renda para as despesas correntes.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil, alerta para a atitude de cuidar do dinheiro e fala mais sobre softwares de controle financeiro online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_entrevista_suely_almoas_diretora_digithobrasil.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos muitos desafios do brasileiro é manter-se em dia com suas finanças. O controle financeiro é uma atividade que requer atenção, dedicação e união familiar. Apesar de presente no nosso cotidiano, o dinheiro nem sempre é tratado de forma inteligente: seu uso indiscriminado causa uma falsa sensação de liberdade, logo substituída pelos problemas do endividamento. O fato é que muitos leitores nos questionam sobre a melhor maneira de gerenciar e manter registrados os gastos e as receitas.</p>
<p>Para falar mais sobre a questão, conversamos com <strong>Suely Almôas</strong>, Diretora da respeitada empresa de soluções em software <strong><a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a></strong>, hoje a maior empresa do segmento no Estado do Mato Grosso do Sul. Dentre seus produtos está o <strong><a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a></strong>, software online de controle financeiro pessoal que existe há 10 anos, possui mais de 50.000 usuários cadastrados e que recebeu, da Revista INFO, o título de <em>“Melhor Software de Controle Financeiro”</em> no ano de 2006.</p>
<p>Na nossa conversa, Suely aborda as vantagens de aproveitar ferramentas para manter o registro dos acontecimentos financeiros e conta, usando sua experiência e conhecimento da área, como os usuários estão lidando com essa nova forma de cuidar de seu bolso. Acompanhe:</p>
<p><span id="more-7156"></span><strong>Durante muitos anos, o brasileiro conviveu com uma economia instável, com inflação e com poucas perspectivas de crescimento. A realidade mudou, já somos a sexta maior economia do mundo e a Internet já é alcançada por boa parte de nossa população. Dentro desse cenário, qual a contribuição que os softwares de gestão financeira online podem oferecer as pessoas?</strong></p>
<p><strong>Suely Almôas:</strong> A gestão financeira começa com a visualização do quanto se ganha, quanto se gasta e com o quê se gasta. Nesse ponto, os softwares de gestão financeira são ferramentas facilitadoras, já que permitem que relatórios, gráficos e tabelas mostrem, de forma visual e simples, a realidade financeira do usuário. Além disso, os softwares online auxiliam de forma mais ágil a entrada de dados, uma vez que estão sempre à disposição na Internet, onde quer que o usuário esteja e a qualquer hora.</p>
<p><strong>Muitos leitores acabam destacando o item segurança como um dos fatores de preocupação ao usar ferramentas de controle de terceiros. O que as empresas que oferecem esse tipo de trabalho tem realizado para preservar a segurança dos seus usuários? O usuário pode realmente ficar tranquilo?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Muito se tem feito na área de segurança da informação, desde a melhoria em infraestrutura, com data centers a prova de incêndio, inundações, abalos e violações de qualquer natureza, até a criptografia de dados, onde nem mesmo quem manuseia os bancos de dados tem acesso aos conteúdos dos mesmos.</p>
<p>Os usuários podem ficar tranquilos, pois os seus dados estão sob os cuidados de especialistas e em estruturas onde o risco de perda é mínimo. Quando os usuários domésticos são responsáveis por seus próprios dados, o risco é bem maior, uma vez que, normalmente, a maioria deles não dispõe do conhecimento do processo de cópias (backup) e armazenagem. Além disso, na hipótese de ocorrer algum problema técnico no computador, os dados podem se perder ou danificar para sempre.</p>
<p><strong>Você participou ativamente da criação do <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a>, software de controle financeiro pessoal da DígithoBrasil. Fale-nos um pouco mais sobre esse aplicativo. Por que decidiram colocá-lo na web? Quais suas características principais?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus nasceu da vontade de auxiliar as pessoas no processo de educação financeira e tem o princípio de ser simples e eficiente. Na época do lançamento da primeira versão, em 1997, os softwares existentes vinham, em sua maioria, migrados dos computadores de grande porte, onde a interface, a &#8220;cara&#8221; do software, não era considerada importante.</p>
<p>O Bônus surgiu com uma proposta nova, inteiramente gráfica, onde as despesas e receitas eram ícones desenhados (símbolos) ao invés de texto. Procuramos sempre deixar o produto enxuto no número de funcionalidades e relatórios, mas sempre evoluindo no quesito facilidade e praticidade.</p>
<p>Foram lançadas versões desde 1997 até 2009, na versão <em>desktop</em>. Nesse período, fizemos várias pesquisas de mercado, principalmente com nossos usuários, sobre a migração para a Internet. A nossa dúvida era se as pessoas colocariam os seus dados na grande rede. E a resposta foi meio a meio, então topamos o desafio de partir para web e lançamos o portal <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">www.bonusweb.com.br</a>.</p>
<p><strong>Pelos testes que fizemos com o sistema, percebemos que existe uma versão gratuita e outra com mais recursos, que é paga. Quais as principais diferenças entre as versões? Pode nos dizer quantas visitas o site recebe e quantos usuários ativos a ferramenta possui hoje?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus possui duas versões: a gratuita, com mais de 20 funcionalidades que atendem usuários que buscam um controle mais simples de suas finanças, com a possiblidade de realizar quantos lançamentos desejarem e usá-lo pelo tempo que quiserem. Já a versão paga é mais completa e possui opções de conciliação bancária e controle de cartão de crédito, facilitando as atividades de conferência e proporcionando ganho de tempo com os lançamentos. Atualmente, recebemos mais de 10 mil visitas mensais e temos mais de cinco mil usuários ativos no Bônus.</p>
<p><strong>Pensando no futuro, muitos sites cogitam a possibilidade de ver um software de gerenciamento financeiro online integrado às operações bancárias, algo parecido com o já realizado pelo americano <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>. Vocês enxergam este caminho para os aplicativos no Brasil? Quais outras inovações tendem a se concretizar no decorrer dos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Sim, esse é um caminho plausível. A barreira no Brasil concentra-se muito mais nos processos legais do que nas limitações técnicas. Mas acredito que esta seja uma tendência. As inovações virão para facilitar o processo de entrada de dados, fazendo com que estes fiquem cada vez mais automatizados e também disponibilizem uma consultoria financeira, tendo como base o conhecimento do perfil do usuário.</p>
<p>Entender melhor como o usuário compra, o que adquire, quais são os seus objetivos materiais e financeiros pode ser útil para sugerir maneiras de economizar, alternativas de gastos e aplicações (investimentos) melhores.</p>
<p><strong>Um dos mercados que mais se desenvolve no Brasil e no mundo é o ligado aos aparelhos móveis. Como você encara esse mercado? A <a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a> pretende oferecer uma versão do site para quem está ligado nessa nova forma de usar a Internet?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> É o mercado que mais cresce no momento, uma grande oportunidade de expansão. Sim, já estamos trabalhando em uma versão para esse mercado.</p>
<p><strong>Suely, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso. Peço que, por favor, deixe uma mensagem final aos nossos leitores que querem começar o seu planejamento financeiro de forma inteligente e pró-ativa.</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Existem somente dois dias que não existem no meu calendário: o ontem e o amanhã. Portanto, meus amigos, aproveitem o hoje, o presente. Como o próprio nome já diz, se dê esse presente começando hoje a gerir o seu dinheiro. E comecem ganhando um Bônus para suas finanças. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo trabalho em prol da educação financeira de nossos brasileiros.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: A importância da disciplina para a realização de sonhos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 16:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[A disciplina é a única forma de transformar sua força de vontade, intenção, em resultados. Aprenda a valorizar novos hábitos, respeite-os e seja mais rico e feliz!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: A importância da disciplina para a realização de sonhos" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheiramacast_podcast_importancia_disciplina_realizacao_sonhos.jpg" alt="DinheiramaCast: A importância da disciplina para a realização de sonhos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Participei, no dia 31/12, da tradicional prova de corrida de rua <strong>São Silvestre</strong>. A corrida é, para mim, uma fonte de disciplina para todas as demais áreas de minha vida. Os treinos, a dedicação e o esforço são usados para atingir as mais diversas metas pessoais e profissionais. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos a importância da disciplina como fator de mudança na vida financeira de muitos brasileiros. Afinal de contas, sem esforço, sacrifício e muito trabalho não é possível valorizar aquilo que conquistamos. Não acha?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>O que é disciplina e por que ela é tão importante?</li>
<li>Como exercitar a disciplina e qual o seu papel para a conquista da controle financeiro, para o fim das dívidas, planejamento para o consumo e para os investimentos?</li>
<li>Qual a relação entre educação financeira e disciplina? O que podemos aprender com os esportes e outras atividades que demandam dedicação, paciência e muita disciplina?</li>
<li>Como colocar em prática um plano de ação capaz de criar novos e melhores hábitos pessoais e profissionais?</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
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<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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