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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; crédito</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; crédito</title>
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		<title>Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/22/credito-consignado-uma-boa-ideia-que-se-tornou-um-grande-problema/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 08:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O crédito consignado virou febre e aumentou as dívidas de muitos brasileiros. Obter consignado pode representar perigos para seu orçamento e dinheiro. Evite o endividamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_credito_consignado_ideia_virou_problema.jpg" alt="Crédito Consignado: uma boa ideia que se tornou um grande problema" align="left" hspace="2" vspace="2" />Afirmar que o brasileiro ainda tem dificuldades em lidar com o crédito é “chover no molhado”. Muitos acreditam que o crédito faz parte da renda e trabalham com os valores do dinheiro emprestado somados à sua receita líquida real para fechar o orçamento. Ao utilizar o crédito dessa forma, mais cedo ou mais tarde uma bola de neve se formará – muitos só percebem o perigo quando ela fica gigantesca e incontrolável.</p>
<p>Um dos tipos de crédito que mais cresce é o chamado Crédito Consignado, uma linha de crédito criada durante o governo Lula. Ofertas acessíveis e mais baratas de crédito eram concedidas a partir da garantia do débito diretamente na folha de pagamento das empresas. A certeza de pagamento era maior (risco de inadimplência muito mais baixo) e os juros mais civilizados.</p>
<p><strong>Uma ótima ideia na teoria, mas um “terror” na prática</strong><br />
Claro que a ideia é muito bem vinda, em um país como o Brasil, onde os juros são tão altos, ter a disponibilidade de linhas mais baratas significou um grande avanço. O grande problema começou a surgir quando a <a title="Leia mais na Folha" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/870813-caixa-faz-acordo-para-levar-consignado-a-5-mi-de-trabalhadores.shtml" target="_blank">facilidade dessa linha crédito se chocou com a necessidade das pessoas</a> em tomar o empréstimo.</p>
<p><span id="more-6600"></span>As pessoas começaram a utilizar o empréstimo consignado para consumir bens e produtos dos mais variados tipos. Começou a ser comum o empréstimo ser utilizado para troca de celular, compra de TV nova, viagens e todo tipo de consumo. Um dinheiro mais barato que, apesar da burocracia, permitia comprar mais e mais coisas.</p>
<p>Outro ponto está relacionado ao quanto cada pessoa pode usar dessa modalidade de crédito. O empréstimo consignado oferece bons valores de crédito, além do que vários empréstimos eram concedidos à mesma pessoa. A prática se transformou em problemas para muitas famílias: quase como uma corda para o enforcamento.</p>
<p><strong>Como anda a educação financeira nas empresas?</strong><br />
Em pouco tempo, as empresas começaram a perceber que o empréstimo consignado estava se tornando um verdadeiro problema, já que gerenciar a lista de empréstimos e a velocidade com que mais e mais funcionários o solicitavam é atribuição também dos departamentos de Recursos Humanos.</p>
<p>Com o endividamento, a produtividade caiu e mais problemas começaram a surgir. Um funcionário com problemas financeiros tem seu desempenho totalmente comprometido. A situação pode ser comprovada em qualquer grande empresa que queira falar abertamente sobre o crédito consignado.</p>
<p>Muitas empresas decidiram criar programas de educação financeira para orientar os funcionários, valendo tanto para aqueles que se interessavam em pedir e usar linhas de crédito, quanto para o grupo daqueles que já estavam terrivelmente comprometidos com diversos empréstimos.</p>
<p>A edição de setembro da <a title="Conheça a Revista Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/" target="_blank">Revista Você S/A</a> mostra o exemplo do Hospital Santa Paula, em São Paulo. Segundo a revista, após a implementação do programa de educação financeira, a utilização do crédito consignado pelos funcionários caiu pela metade. Trata-se de um exemplo a ser seguido.</p>
<p><strong>Ganhos x gastos: o que realmente faz a diferença?</strong><br />
O fenômeno registrado pelo Hospital Santa Paula e descrito na revista mostrou que, mesmo com bons salários, a falta de planejamento para a realização dos sonhos de consumo resultava em péssimas escolhas, que logo se traduziam em dívidas. O funcionário via no crédito consignado a chance de “cobrir” os problemas e seguir em frente.</p>
<p>Infelizmente, apenas algumas empresas adotam o programa de educação financeira como beneficio para seus funcionários. A grande maioria, mesmo sabendo do “tamanho da encrenca” em que seus funcionários se meteram, ainda não despertou para essa necessidade. Atenção empresários, é hora de acordar!</p>
<p>Outros que sofrem com a má utilização de crédito e a baixa renda são os aposentados, que também se utilizam do crédito consignado para manter as contas em dia ou mesmo para o consumo. De acordo com a Previdência Social, no primeiro semestre de 2011 cerca de <a title="Leia mais sobre o consignado" href="http://www.mpas.gov.br/vejaNoticia.php?id=43218" target="_blank">6 milhões de aposentados e pensionistas solicitaram acesso à linha de crédito</a>, um número 8,7% maior do que o mesmo período em 2010.</p>
<p><strong>Crédito, uma ferramenta para ser usada com inteligência</strong><br />
A lição que fica é nossa população ainda é extremamente carente de informações sobre a utilização das ferramentas financeiras disponíveis. Faltam conhecimentos mínimos, sem os quais boas ideias se transformam em verdadeiras armas. O crédito, mesmo o consignado, ainda é muito caro se compararmos com a boa parte do mundo. Logo, manter a realização de nossos sonhos apenas com dinheiro dos outros pode tornar o sonho um pesadelo.</p>
<p>Lidar mais tarde com a frustração da dívida e os problemas para voltar as ter as finanças em dia é uma experiência muito pesada, que exigirá muita disciplina e controle emocional. Sempre há saída, mas em se tratando de crédito, o melhor é não abusar e evitar o caminho mais fácil e rápido.</p>
<p>Imagine uma criança com um martelo na mão. Para quem sabe o que fazer, utilizar uma ferramenta assim pode ser extremamente importante. A criança terá problemas e poderá se ferir gravemente. Esse é o resultado que o crédito acaba levando para dentro de muitos lares brasileiros.</p>
<p>O crédito consignado pode ser uma alternativa inteligente para quem tem dívidas com juros maiores ou para quem precisa de um valor a ser usado em uma emergência. Caso contrário, o melhor continua sendo planejar suas finanças e guardar dinheiro, sempre respeitando os seus limites de renda.</p>
<p><strong>O que você pode fazer para mudar esse quadro?</strong><br />
Se você é empresário, pense com carinho na possibilidade de criar um programa sério de educação financeira. Se você é funcionário, passou por esse problema e quer evitar que outras pessoas também sofram essas situações, converse com seu chefe. Nós do <em>Dinheirama</em> podemos ajudá-los neste sentido – entre em contato conosco através de nosso <a title="Fale conosco" href="http://dinheirama.com/contato" target="_blank">formulário de contato</a> e conheça nossas <a title="Veja nossas palestras" href="http://dinheirama.com/palestras/" target="_blank">palestras e cursos <em>in company</em></a>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A crise de 2008 não acabou? Os EUA, Obama, o Triple A e o Brasil</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/08/a-crise-de-2008-nao-acabou-os-eua-obama-o-triple-a-e-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 23:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda a crise econômica que persiste no mundo, a situação da dívida e do rating dos EUA, desdobramentos na economia da Europa, Brasil e mundo. O que fazer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A crise de 2008 não acabou? Os EUA, Obama, o Triple A e o Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_crise_economia_eua_obama_brasil.jpg" alt="A crise de 2008 não acabou? Os EUA, Obama, o Triple A e o Brasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Estamos acompanhando de perto os desdobramentos do <a title="S&amp;P rebaixa nota de crédito dos EUA" href="http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2011/08/05/agencia-rebaixa-nota-da-divida-dos-eua-pela-1-vez-na-historia.jhtm" target="_blank">rebaixamento da nota de crédito dos EUA</a>, realizado pela <em>Standard &amp; Poor’s</em> na última sexta feira. Por que os EUA perderam o rating AAA? De acordo com o noticiado, o que pesou de forma definitiva para o rebaixamento foram questões políticas, que ficaram nítidas nos últimos dias dos esforços para se chegar ao acordo que permitiu a elevação da dívida pública do país.</p>
<p>Para entendermos melhor o que acontece atualmente na economia americana, não podemos desconsiderar alguns personagens que hoje parecem escondidos e sobre os quais pouco se fala de verdade – especialmente no que se refere à responsabilidade que possuem diante do atual momento econômico do mundo.</p>
<p><strong>Personagens que merecem (des)crédito</strong><br />
O primeiro é <strong>George Bush</strong>, grande responsável pelo aumento nos gastos do governo, principalmente no <a title="Bush exagerou nos gastos com a guerra?" href="http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/internacional/43835/midia+chinesa+culpa+gastos+militares+pela+crise+dos+eua/" target="_blank">lado militar</a>, justificado pela chamada “Guerra ao Terror” nas caçadas cinematográficas a Bin Laden e Sadam Hussein.</p>
<p><span id="more-6406"></span>Outro artista principal e um dos grandes responsáveis pela crise que se iniciou ali em 2008 atende pelo nome de <strong>Alan Greenspan</strong>, segundo aponta William Fleckenstein em seu <a title="Mais sobre &quot;As Bolhas de Greenspan&quot;" href="http://www.istoedinheiro.com.br/entrevistas/2208_A+CULPA+E+TODA+DE+ALAN+GREENSPAN" target="_blank">livro &#8220;As Bolhas de Greenspan&#8221;</a>. Alan Greenspan ficou conhecido como “Oráculo”, “Maestro” e foi o homem forte da economia norte-americana (e pode-se dizer mundial) por quase duas décadas. Seu papel na crise foi confiar e incentivar o funcionamento do livre <a title="Greenspan admite erro parcial" href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,greenspan-admite-erro-parcial-sobre-desregulamentacao,265261,0.htm" target="_blank">mercado sem regulamentação</a> (regras claras) e a devida fiscalização. Ele “deu asas” à “criatividade financeira”.</p>
<p><strong>O que está acontecendo agora?</strong><br />
A crise atual nada mais é do que reflexo do que estourou em 2008, a chamada crise de crédito, que rapidamente contaminou boa parte do mundo rico. O grande problema é que ao mesmo tempo (desta vez) se percebe nos EUA uma incapacidade em conciliar as necessidades econômicas do país e os interesses políticos entre Democratas e Republicanos.</p>
<p>A base de sustentação do governo na câmara dos deputados é <a title="Situação de Obama é complicada" href="http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2011/07/29/popularidade-de-obama-chega-ao-fundo-do-poco-diz-gallup/" target="_blank">insuficiente para garantir a governabilidade de Obama</a> &#8211; isto está claro. O desfecho é um presidente “perdido”, sem força para levar adiante importantes mudanças e sem apoio para tratar de questões importantes sem que tudo se transforme em mera disputa política.</p>
<p><strong>Obama, uma marionete nas mãos do Congresso</strong><br />
O desgaste da figura antes tão celebrada de Obama durante a discussão do acordo para elevação da crise é algo alarmante. Tão alarmante que foi esse o principal componente para que a principal agência de crédito reduzisse, pela primeira vez na história, o triplo A da dívida americana.</p>
<p><strong>Europa junta os cacos&#8230;</strong><br />
Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, Portugal, Espanha, Itália e Grécia parecem depender da <a title="França e Alemanha querem salvar Europa" href="http://www.agora.uol.com.br/mundo/ult10109u955982.shtml" target="_blank">boa vontade de seus pares da União Européia</a> (leia-se França e Alemanha) para não caminhar em um caminho ainda mais perigoso. Já tem gente se perguntando <em>“O que será da Zona do Euro?”</em> e também apontando datas para que os países do Velho Mundo voltem a usar suas antigas moedas próprias.</p>
<p>A realidade é dura. É difícil imaginar um país como Espanha com desemprego próximo de <strong>20%</strong>. A verdade é que essas grandes nações, que passaram décadas ensinando os antes países de terceiro mundo sobre como se comportar economicamente, parecem ter esquecido os princípios básicos da ciência econômica e optado pela pura e simples “lei do mercado” &#8211; onde praticamente tudo é permitido.</p>
<p><strong>Tudo cheira mal!</strong><br />
O endividamento americano, por exemplo, é algo que beirou a podridão. Era claro que, mais cedo ou mais tarde, a corda ia acabar se rompendo e o que sobraria seria a sombra e a escuridão em <em>Wall Street</em>. Discursos e análises sensatas sobre a crise de 2008 e seus efeitos duradouros foram <a title="Roubini previu muita coisa..." href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/24374_O+TAMANHO+DA+CRISE+SEGUNDO+ROUBINI" target="_blank">proferidos à exaustão por vozes em todo o globo</a>. Alguém prestou atenção? Pra quê, se os bolsos estavam se enchendo em algum lugar?</p>
<p>Fundos de hedge mandaram e desmandaram nas pequenas economias, fazendo e acontecendo conforme o vento mudava de direção. Até agora, não sabemos de fato o quão especulativos são os movimentos nos mercados globais, sabemos apenas que novas regulações e controle mais rígido são necessários. Não era isso que Obama prometia durante sua competente campanha eleitoral?</p>
<p><strong>O que acontecerá com o Brasil?</strong><br />
Olhando para nosso umbigo, o primeiro e natural desdobramento da crise é a fuga de capital na bolsa de valores. Nossa bolsa, com cerca de 600 mil investidores pessoa física, vive à mercê dos ventos externos e, mesmo com o mercado aquecido e o país crescendo, levamos tombos históricos como de hoje.</p>
<p>Tudo indica que a taxa de juros pode até cair no curto prazo, mas se manterá alta se levado em conta os padrões internacionais. Aliás, acredito que o fluxo de investimentos e mesmo o de capital especulativo continuará trazendo muitos dólares para o país.</p>
<p>Nossa lição de casa continua a mesma: gastar melhor e elevar o nível de dinamismo da máquina pública, o que resultará em um país naturalmente mais eficiente e competitivo. Falo de incentivar ainda mais o capital produtivo, nossos empreendedores e em levar adiante reformas como a tributária, previdenciária e trabalhista. A quanto tempo falamos disso, não é mesmo?</p>
<p><strong>E essa história de “o país do futuro”?</strong><br />
Temos, sim, uma excelente oportunidade para o futuro, mas tudo dependerá do que faremos a seguir. Investir pesadamente em infraestrutura – mas com inteligência, sem corrupção e em caráter de longo prazo – e tornar o país ainda mais atraente para o capital externo de qualidade tem que ser mais do que uma meta.</p>
<p>Nesse meio tempo, <em>“cautela e caldo de galinha não farão mal a ninguém”</em>. Mais cedo ou mais tarde, grandes e boas oportunidades continuarão aparecendo, inclusive para aqueles que nesse momento criticam (sem fundamento) o mercado de ações. Vejamos onde tudo isso vai nos levar&#8230; Estamos de olho.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Consumo inconsciente e crédito fácil: pesadelos nacionais?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/01/consumo-inconsciente-e-credito-facil-pesadelos-nacionais/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/04/01/consumo-inconsciente-e-credito-facil-pesadelos-nacionais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 13:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expansão do crédito traz consigo perigos no orçamento doméstico, aumento na inadimplência e uma questão: por que pagamos tão caro pelos produtos que compramos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Consumo inconsciente e crédito fácil: pesadelos nacionais?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_credito_juros_planejamento.jpg" alt="Consumo inconsciente e crédito fácil: pesadelos nacionais?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Hoje vamos conversar um pouquinho sobre crédito. Nada me tira da cabeça que o brasileiro tem, no crédito, ou melhor, na forma como lida com o crédito, um grande problema. Meu temor se deve pela constatação de que em breve teremos dados que selarão o aumento na inadimplência. É importante lembrar e observar, com muita preocupação, que ainda temos juros estratosféricos nas mais diversas operações. Juros que, em parte, respondem pelo esperado aumento na inadimplência.</p>
<p>E se os juros altos não são capazes de conter o apetite pelos financiamentos (que ficam caros e pesados), fica claro que o problema também é cultural. O brasileiro comum parece não se importar com o valor dos juros na hora de financiar ou tomar um empréstimo, especialmente aquele brasileiro que está financiando o consumo direto.</p>
<p><span id="more-5948"></span>Um dos jornalistas que melhor escreve sobe economia no Brasil, <strong>José Paulo Kupfer</strong>, abordou a questão no artigo <a title="Leia o artigo completo" href="http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/por-que-nao-limitar-o-numero-de-prestacoes/" target="_blank">“Por que não limitar o número de prestações?”</a>, em seu blog no Estadão:</p>
<blockquote><p>“Em razão de uma longa história de convivência com necessidades de consumo não atendidas, em ambiente de inflação e juros altos, os brasileiros aprenderam a decidir por consumo financiado, a partir não dos níveis dos juros e do número de prestações, mas de duas outras variáveis: o encaixe do valor da prestação no orçamento e as perspectivas de sustentação de volume de renda suficiente para absorver os crediários”</p></blockquote>
<p><strong>Falta planejamento para comprar?</strong><br />
A constatação de que o brasileiro planeja as compras apenas considerando encaixar as prestações no orçamento me preocupa. Afinal, por que nos sujeitar a comprar algo e pagar muito mais caro por isso, se com um pouco de disciplina e planejamento esse mesmo bem seria adquirido de forma muito mais barata e saudável?</p>
<p>Os valores despendidos com o pagamento de juros poderiam e deveriam estar em outro lugar: na formação de patrimônio, no lazer, na carreira, família e etc., sendo utilizados em prol de quem trabalha, e não o contrário, como observamos sempre.</p>
<p>Nada me tira da cabeça que o consumo desenfreado está cada dia mais ligado ao fato de que muitos ainda não aprenderam a lidar com as frustrações cotidianas. Assim, muita gente busca nas compras exageradas (consumo inconsciente) uma recompensa (ingrata) para suportar a cobrança íntima de sucesso. Péssimo negócio!</p>
<p><strong>A inadimplência irá crescer!</strong><br />
No decorrer do ano, vamos ouvir cada vez mais <a title="Aumento da inadimplência é realidade" href="http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/03/banco-central-preve-aumento-da-inadimplencia.html" target="_blank">notícias relacionadas ao aumento da inadimplência</a>. O Brasil não vai entrar em recessão, longe disso, mas o momento é de incertezas em relação à economia. Com a inflação em alta, novas correções nos juros poderão vir para conter o ímpeto do mercado. Não estão descartadas novas medidas de contenção ao crédito e entrada de dólares no país &#8211; quem utiliza o cartão de crédito internacional já começou a sentir <a title="Sobe IOF para compras no exterior" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/03/28/aumento-do-iof-ja-encarece-compras-com-cartao-em-sites-estrangeiros/" target="_blank">as consequências com o aumento do IOF</a>.</p>
<p>A cada dia fica mais claro que o consumo é necessário, faz o país crescer, gera empregos e cria oportunidades para todos. É verdade. O grande perigo é fazer do consumo uma simples armadilha de crédito. Comprar e não conseguir pagar ou comprar e ficar todo enrolado não ajuda em nada.</p>
<p>Crédito fácil não é sinônimo de crédito barato, não canso de afirmar isso. E mesmo que tivéssemos créditos com juros mais civilizados (estamos longe disso), o consumo consciente ainda seria nossa principal fonte de inspiração – negociações feitas de forma planejada e com recursos próprios.</p>
<p>Nada dará mais prazer do que alcançar o objetivo de compra, usando a inteligência financeira para comprar pagando à vista, sem recorrer a dívidas e com bons descontos. Pense nisso e conte pra gente sua opinião. Bom final de semana.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: As dívidas no cheque especial e seus perigos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 22:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba porque as dívidas no cheque especial são tão perigosas. Acabe com suas dívidas de forma inteligente e aprenda a não utilizar formas fáceis (e caras) de crédito!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: As dívidas no cheque especial e seus perigos" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_tvdinheirama_perigos_cheque_especial.jpg" alt="TV Dinheirama: As dívidas no cheque especial e seus perigos" hspace="2" vspace="2" align="left" />Sempre que posso, insisto na questão dos juros cobrados no Brasil. O consumidor brasileiro é bom pagador, mas parece não atentar para quanto realmente paga em suas compras, especialmente quando excede seus limites e usa o crédito fácil do limite de sua conta corrente ou cheque especial. Neste episódio da <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, eu questiono o real papel do crédito caro e abordo a comodidade e o preço alto a pagar por abusar principalmente do cheque especial. Como você lida com os limites e os juros tão altos cobrados pelas instituições financeiras?</p>
<p>Abordo neste video os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Por que insistimos em chamar o cheque especial de especial se ele é tão caro e costuma arruinar a vida de tanta gente? Especial para quem, afinal?</li>
<li>Os juros cobrados no cheque especial &#8211; da ordem de 200% ao ano &#8211; são capazes de arruinar as finanças familiares. Como lidar com essa realidade e aprender a usar o crédito de forma inteligente?</li>
<li>Quais as alternativas ao cheque especial?</li>
<li>Como gerenciar melhor o dinheiro do dia a dia e os compromissos financeiros de forma a evitar a necessidade de usar o limite da conta corrente ou modalidades caras de crédito?</li>
</ul>
<p>Assista ao video abaixo e deixe seus comentários:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z44PUDhyWp0">http://www.youtube.com/watch?v=Z44PUDhyWp0</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Transparência nas Informações, um caminho inevitável</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/06/transparencia-nas-informacoes-um-caminho-inevitavel/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 02:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Cenário econômico favorável significa ambiente competitivo mais exigente. Como garantir melhores condições de gestão e relacionamento? Transparência nos negócios!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Transparência nas Informações, um caminho inevitável" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_transparencia_negocios_futuro.jpg" alt="Transparência nas Informações, um caminho inevitável" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assistimos ao longo dos últimos cinco anos a um salto no desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Popularizou-se a expressão <em>“IPO”</em> &#8211; sigla que passou a ser adotada para resumir o processo de oferta pública de ações &#8211; e junto com ela todo um glossário de novas terminologias que gravitam em volta dessa feliz realidade de empresas com números confiáveis, governança, rigorosa prestação de contas ao público e em especial aos investidores que nela depositaram as suas apostas e confiança.</p>
<p>Sem a menor dúvida, um virtuoso processo de desenvolvimento que fortalece a nossa economia de mercado e projeta o nosso país, que passou a exibir e disponibilizar um dos mais sólidos e confiáveis ambientes para investimentos do mundo. Os fluxos recorrentes de investimentos externos e a nossa facilidade para encarar o recente tsunami financeiro são a prova disso.</p>
<p>Uma receita relativamente simples: regras claras, uma CVM (Comissão de Valores Mobiliários) eficiente e rigorosa, empreendedores conscientes e, para completar, um sistema financeiro robusto. Sem nenhuma dúvida, está aí o fruto do árduo processo de estabilização econômica e saneamento dos bancos, com adesão aos melhores e mais rigorosos padrões de gestão, iniciado em meados da década de noventa.</p>
<p><span id="more-4792"></span>Certamente um cenário animador. Mas seria ainda mais interessante se empresas que não tivessem a menor preocupação em ter as suas ações listadas na bolsa de valores também passassem a se preocupar com essas saudáveis práticas simplesmente para, digamos, colher inúmeros benefícios. E não são poucos. Vejamos:</p>
<ul>
<li>Acesso aos mais bem estruturados e por vezes customizados produtos de crédito;</li>
<li>Relações societárias mais estáveis, seguras e sólidas;</li>
<li>Processos sucessores menos tumultuados e mais organizados;</li>
<li>A longevidade empresarial como algo bastante possível, independentemente dos seus herdeiros.</li>
</ul>
<p>Isso só para citar as vantagens mais óbvias. Como sabem, sou avesso a modismos de gestão de última hora ou a antigos métodos rebatizados com novos nomes e transformados em clichês inquestionáveis. Sempre achei tudo isso muito infantil e, sinceramente, incompatível com profissionais que, em tese, deveriam ser o exemplo de capacidade para conduzir as corporações pelos mares revoltos da vida empresarial.</p>
<p>Mas quando se fala em transparência de informações e governança corporativa, podemos afirmar que simplesmente se trata do “dever de casa”. Empresas pequenas ou médias precisam necessariamente apresentar relatórios e documentos confiáveis sobre os seus números, independentemente das exigências bancárias (e eles agradecem muito quando encontram isso), para ao menos para protegê-la de seus sócios e vice-versa.</p>
<p>Ainda me recordo da conversa que tive com um cliente, que dizia: <em>“Não tenho o menor interesse em abrir o capital da minha empresa”</em>, mas, <em>“quero ter acesso aos melhores produtos de crédito e atrair a melhor proposta de investimentos de um bom private equity interessado”</em> e, <em>“Ao lado deste investidor, estabelecer o mais equilibrado relacionamento de gestão”</em>. Ele então concluiu: <em>“E é por isso que torno as minhas informações confiáveis e transparentes”</em>.</p>
<p>Então me pergunto: <strong>Existe outro caminho?</strong> A resposta é não. Não é necessário ser um gigante da indústria onde se atua para ter uma administração competente e confiável, para ter solidez. E é só isso que o mercado pede, nada mais.</p>
<p>Por isso, recomendo: enquanto ainda é um diferencial, seja rápido e tome as providencias necessárias antes que se transforme numa exigência básica ou imediata. Pode representar alguma despesa (ou seria investimento?) para colocar a casa e os números em ordem, mas o benefício é gigantesco, além de melhorar o sono de muita gente: gerentes de banco, sócios, clientes, herdeiros, investidores e, é claro, o seu também.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/05/24/endividados-e-sem-planejamento-uma-estatistica-que-preocupa/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/05/24/endividados-e-sem-planejamento-uma-estatistica-que-preocupa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 13:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de 25 milhões de brasileiros devem valores acima de R$ 5 mil. A estatística assusta e traz à tona a necessidade de consumo com planejamento!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_endividamento_estatistica_dinheiro.jpg" alt="Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa" hspace="2" vspace="2" align="left" />Na semana passada fomos surpreendidos por uma notícia emblemática. Segundo dados do Banco Central e <a title="Leia mais na Folha de S. Paulo" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u736739.shtml" target="_blank">matéria da Folha</a>, mais de 25 milhões de brasileiros devem acima de R$ 5 mil. O número representa um aumento de 40% em relação ao período passado. Reflexo da retomada do crédito pós-crise, é o que dizem os especialistas. Ainda que a capacidade de pagamento tenha apresentado ligeira melhora, trata-se de um numero significativo e que serve de alerta para todos.</p>
<p>A informação foi divulgada na terça-feira, dia 18, pelo Banco Central. A notícia dá conta que 25,7 milhões de consumidores brasileiros contraíram empréstimos de valores acima de R$ 5 mil. Mais, os dados demonstram que 20% dos brasileiros maiores de 16 anos já tem dívidas equivalentes a, pelo menos, quatro vezes a renda média nacional mensal.</p>
<p><strong>O que está errado?</strong><br />
Mais uma vez percebemos que o brasileiro mergulhou de cabeça na vontade de consumir, sem planejar, e com um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que ele não tem. Percebemos que nos últimos anos, a mídia e o próprio governo  bateram forte na tecla do consumo e de que existiam condições plenas para bancar  a compra de bens como automóveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos etc.</p>
<p><span id="more-4509"></span>O consumo foi de certa forma positivo, porque conseguiu fazer com que o país atravessasse bem o pior da crise &#8211; o consumo interno foi o responsável por essa constatação. Entretanto, cabe alimentarmos um pouco mais esse debate, pensando não nos números apresentados acima, mas principalmente nas conseqüências que isso pode trazer, não só para as pessoas que entraram nesse apelo do consumo sem critério, mas para toda a economia brasileira.</p>
<p><strong>Perguntas que preocupam</strong></p>
<ul>
<li>Será que essas pessoas conseguirão arcar com o pagamento dessas dívidas?</li>
<li>Será que criaremos uma bolha que, mais cedo ou mais tarde, irá estourar em razão da inadimplência que poderá aumentar?</li>
<li>O brasileiro parou para mensurar que, mesmo o crédito sendo farto e fácil, ele é extremamente caro e que a adesão, mesmo nessa situação, só incentiva a manutenção de taxas altas e insensatas?</li>
</ul>
<p>São muitas perguntas que podem representar apenas um medo exagerado de alguém que preza muito a independência financeira ou até mesmo verdadeiro possível problema. De forma geral, ainda estamos aprendendo muito &#8211; mas devagar &#8211; quando o assunto é o planejamento para aquisição de bens e construção de patrimônio. Continuamos na mesma cultura ultrapassada de que para conseguir algo existem os boletos, os pagamentos a perder de vista e os financiamentos.</p>
<p>Aproveito e faço um apelo para que todos que tenham a oportunidade de ler esse artigo: transmitam aos amigos o beneficio de comprar com critérios, negociando e, sobre tudo, planejando. Não deixem seus amigos aderirem facilmente às idéias de feirões, mega promoções ou outras artimanhas que são lançadas todos os dias pelo <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para favorecer as vendas a crédito.</p>
<p><strong>Sonho ou pesadelo?</strong><br />
Creio e pratico que para conseguir algo é preciso criar condições, afinal não desejo transformar sonhos de consumo em um pesadelos relacionados ao endividamento. A vontade de ter algo precisa ser alimentada todos os dias e esse é o segredo para o inicio do planejamento. Exerça essa conquista diariamente, com preparo e muito calma, e isso mostrará se seu objetivo é realmente verdadeiro. Se não for, você rapidamente desistirá dele e pelo menos não entrará na roubada de comprar algo com o dinheiro dos outros.</p>
<p>Se você é alguém que faz parte dessa estatística do endividamento, é hora de mudar a situação e não cair mais nessa armadilha. Errar uma única vez já é mais do que suficiente quando o assunto é <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Mude de postura, comece a poupar e passe a comprar à vista e com desconto. Radical demais? Ora, valorizar o dinheiro é também aprender a lidar com seus limites e com a frustração. Se não tiver dinheiro, não compre. Dívidas, nunca mais!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cartão de crédito: verdades, vantagens e armadilhas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/05/20/cartao-de-credito-verdades-vantagens-e-armadilhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 17:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça a verdade sobre o cartão de crédito, suas vantagens, desvantagens, perigos e armadilhas. Cartão de crédito é uma ferramenta que deve ser respeitada e bem utilizada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Cartão de crédito: verdades, vantagens e armadilhas" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_armadilhas_vantagens_cartao_credito.jpg" alt="Cartão de crédito: verdades, vantagens e armadilhas" hspace="2" vspace="2" align="left" />Marlene</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, sou uma daquelas pessoas que usam muito o cartão de crédito. Tanto que já tive problemas com o excesso de consumo e a falta de dinheiro para pagamento integral da fatura. Passei muito tempo tendo que usar o crédito rotativo, pagando a fatura de forma parcelada. Senti que o valor devido aumentava de forma abusiva. Gosto do cartão porque centralizo os pagamentos e uso os benefícios (milhas, descontos etc.). O que dizer sobre meu caso?&#8221;</em></p>
<p>As discussões relacionadas ao uso do cartão de crédito são sempre bastante acaloradas e frequentemente terminam de forma pouco amistosa. Tudo porque, em muitos casos, o cartão de crédito e seu uso são interpretados de forma incorreta. Para que o texto faça sentido, é importante ressaltar a importância do cartão enquanto ferramenta e meio de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGFnYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">pagamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e então abordar suas limitações e implicações na vida dos menos organizados. Leia até o final e entenda porque usar o cartão não é tão simples como parece.</p>
<p><strong>Cartão de crédito vale a pena?</strong><br />
A principal vantagem do cartão de crédito está na possibilidade de se aproveitar sua característica de cobrança futura para adquirir, agora, um produto ou serviço. Ao comprar algo com o cartão, levamos imediatamente o bem para casa e o pagamento só acontecerá na chegada da(s) fatura(s), podendo ainda o valor total ser parcelado, no ato da compra, junto à loja ou prestador de serviço.</p>
<p><span id="more-4501"></span>Em suma, isso significa consumir antes, pagar depois. Tal constatação deveria ser vista como bastante interessante, já que representa a chance de consumo contínuo, desde que planejado e organizado, aliado a um controle fixo de pagamentos (data de vencimento da fatura). Pense no quanto isso facilita o controle de fluxo de caixa e sua manutenção. Certo, mas não é bem assim que as coisas acontecem, não é mesmo?</p>
<p><strong>Cartão de crédito, uma ferramenta</strong><br />
O que aconteceria se deixássemos uma criança pequena se aventurar com um martelo e alguns pregos? Ela certamente se machucaria, simplesmente porque não está preparada para usar a ferramenta martelo para lidar com o produto prego. Algum problema com a ferramenta em si? Não. E com o produto? Também não. Fica óbvio, até para os que não têm filhos (meu caso), que o problema não é a ferramenta, nem o produto, mas a falta de prática e conhecimento para usá-los.</p>
<p>Ao optar pelo cartão de crédito para realizar um negócio, precisamos estar cientes de que o valor negociado será cobrado e, portanto, precisa estar programado em nosso controle financeiro. O crédito associado ao cartão é parte da ferramenta e não significa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> extra, mas simplesmente poder comprar, consumir e deixar o pagamento para uma data futura &#8211; que deverá ser respeitada.</p>
<p>Indivíduos organizados frequentemente centralizam seus gastos no cartão de crédito. Fazem isso por razões simples:</p>
<ul>
<li>Porque simplificam seus pagamentos e mantém datas estabelecidas para pagamento de suas despesas, pagando a(s) fatura(s) sempre em dia;</li>
<li>Porque lançam estas transações em seu caderno (ou <a title="Conheça as planilhas do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads">planilha</a>) de controle financeiro e mantém à vista o saldo disponível para o restante do mês;</li>
<li>Porque aproveitam os programas de recompensa (pontos, milhagem ou descontos) e acumulam benefícios depois usados nas férias, em viagens ou mesmo em novas oportunidades de consumo.</li>
</ul>
<p><strong><em>&#8220;Ah, Navarro, então o cartão de crédito é uma maravilha?&#8221;</em></strong><br />
Não, não é. Longe disso. Como toda ferramenta, o cartão também tem seus problemas. Não por acaso, seu maior atrativo é também sua maior armadilha. As facilidades impostas pelo uso diário do cartão implicam em uma das mais altas taxas de juros cobradas no sistema financeiro mundial. Usar o crédito disponível e não honrá-lo integralmente no vencimento da fatura significa dar início a uma espiral perigosa de endividamento.</p>
<p>Confira uma lista simples dos juros cobrados por alguns dos muitos cartões disponíveis hoje em dia:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_tabela_cartoes.jpg" alt="Exemplo de Cartões de Crédito" /></p>
<p><strong>Exemplos rápidos</strong><br />
Suponha que você tem uma fatura de cerca de R$ 1.500,00, valor que extrapolou seu orçamento &#8211; e você nem percebeu por aproveitar a comodidade do cartão nas <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3Vtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">compras<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> &#8211; e então você decide que pagará, neste mês do estouro, R$ 500,00. O problema é que você está descontrolado e vai continuar gastando, sem conseguir quitar os R$ 1.000,00 devidos nos próximos meses. <em>&#8220;Vou tentar parar de gastar e quando tiver dinheiro pago os R$ 1.000,00 que ficaram para trás&#8221;</em>, é o que você pensa.</p>
<p>A próxima reflexão passa a ser: <em>&#8220;Se pagar um valor mínimo é possível, então é assim que farei até conseguir levantar todo o montante devido&#8221;</em>. Então você passa a dever R$ 1.000,00 no chamado crédito rotativo, valor este que será corrigido mensalmente por uma das taxas demonstradas na tabela presente neste artigo. Usemos o exemplo intermediário de 13,42% ao mês. Se você ficar &#8220;arrastando&#8221; a dívida de R$ 1.000,00 por um ano (12 meses), o valor devido ao final deste período será de <strong>R$ 4.581,35</strong>. Se deixar rolar e esperar 2 anos (24 meses), o valor subirá para <strong>R$ 20.537,68</strong>.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> usar o crédito rotativo oferecido pelos bancos emissores dos cartões é um dos erros mais perigosos que um cidadão pouco informado pode cometer. Se é esse o seu caso, pare imediatamente de usar o cartão, ligue para o banco e negocie o pagamento do saldo devedor em parcelas &#8211; de forma a pararem a cobrança de juros. Se não der certo, faça um empréstimo consignado ou pessoal (CDC) do valor devido, pague a dívida e inutilize seu cartão até que o empréstimo seja quitado &#8211; ou para sempre, se for essa a solução.</p>
<p><strong>Como não parar para rever nossas decisões diante de números e casos como esses?<br />
</strong> Se quiser simular estes simples cálculos, use a <a title="Faça o download da planilha" href="http://dinheirama.com/files/2010/05/simulador-divida.xls" target="_blank">planilha de simulação de juros compostos para endividamento</a> com taxa fixa para &#8216;n&#8217; períodos que disponibilizo no <em>Dinheirama</em>. A verdade é que o cartão de crédito não é para todo mundo. Porque é simples, é caro. Porque é caro, deve ser motivo de muita análise. O cartão de crédito pode ser seu aliado? Pode. Pode arruiná-lo? Pode. A diferença? Educação financeira!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos" href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como ser convencido a comprar sem ter a intenção</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/04/08/como-ser-convencido-a-comprar-sem-ter-a-intencao/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Prates</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Estrategistas de marketing e grandes centros de compras têm formas muito criativas de induzir nosso desejo de consumo. Você já se viu comprando algo sem perceber? Pois é!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como ser convencido a comprar sem ter a intenção" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_compra_sem_intencao_eua.jpg" alt="Como ser convencido a comprar sem ter a intenção" hspace="2" vspace="2" align="left" />Estive na cidade de Orlando no inicio de março e não podia deixar passar em branco a experiência. Para quem não conhece, Orlando fica no Estado da Florida, nos Estados Unidos. É lá que fica o maior complexo da Disney, onde há parques temáticos, shows, resorts e etc.</p>
<p>Entretanto, hoje em dia Orlando não é mais famosa somente por ser a casa do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWlja2V5K0Rpc25leV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">Mickey<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, e sim por ser uma cidade destinada às compras. Até poucos anos atrás, quem ia a Orlando passava por Miami, este sim famosíssimo paraíso das compras. Hoje, visitar apenas a cidade de Orlando já compromete cada centímetro da mala.</p>
<p>Vendo o potencial desta cidade turística, as lojas se instalaram lá e levaram junto suas coleções passadas, montando então grandes centros de descontos chamados <em>outlets</em>. Veja bem, não estou aqui para fazer propaganda da cidade e sim para mostrar como, sem perceber, somos induzidos a comprar. Tirei algumas fotos de lojas grandes e famosas para todos terem uma idéia de quão atrativo tudo se torna.</p>
<p><span id="more-4274"></span>A primeira foto é da loja de chocolates M&amp;M´s. Hoje as bolinhas coloridas recheadas de chocolate ou amendoim já não são as atrizes principais. Os produtos comercializados variam de canetas a bolsas de designers famosos. Tudo, claro, remetendo aos simpáticos personagens. Mas isso não é só. A marca M&amp;M´s deixa claro que são poucas as lojas em que você pode adquirir um produto deles e, por isso, você se sente tentado a ter peças exclusivas.</p>
<p>Na foto há uma parede de displays com M&amp;M´s de todas as cores, indo das mais claras às mais escuras:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_eua_loja_mm.jpg" alt="Interior da loja M&amp;M's" /></p>
<p>Qual a jogada de marketing? Quem não sonhou em comer somente M&amp;M´s vermelhos? E quem consegue escolher a cor mais bonita? Pois é, você vê pessoas com sacos gigantes parecendo um arco-íris. Preço? Óbvio que bem mais caro do que o saquinho comprado no supermercado.</p>
<p>Segunda foto: loja da <a title="BestBuy" href="http://www.bestbuy.com" target="_blank">Best Buy</a>. A Best Buy é uma rede americana de lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e afins. Ao entrar na loja, você vê placas enormes no teto indicando quais produtos estão abaixo. Ok, você está à procura de uma bolsa para <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bm90ZWJvb2tfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">notebook<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Veja quantos modelos existem. Ao olhar para o lado, você encontra todos os complementos para o seu notebook, desde webcams ate mouse sem fio via bluetooth. Quem não quer facilitar a vida com um acessório desse? Repare na foto:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_eua_loja_bestbuy.jpg" alt="Interior da loja BestBuy" /></p>
<p>Para completar, a coisa mais fácil nesta loja é encontrar um vendedor brasileiro, que sabe explicar quais as implicações de se comprar eletrônicos lá, os valores autorizados de gastos da receita federal brasileira e como funciona garantia no Brasil (!!). Coloquei 2 exemplos simples e que são relativamente fora do mundo feminino, senão a área de comentários deste artigo seria bombardeada por discussões de como as mulheres são consumistas.</p>
<p>Para terminar, digo uma coisa: tem muito brasileiro indo fazer compras para revender aqui. Não entrarei no mérito se e certo ou não, se e ético ou não. A única coisa que sei, conversando com compradores profissionais (sim, muitas famílias vivem disso), é que realmente é lucrativo.</p>
<p>Os brasileiros gostam dos produtos americanos e suas marcas fascinam cidadãos do mundo inteiro. Tanto é que o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de muitas empresas brasileiras é conseguir lançar produtos similares que caiam no gosto de todos.</p>
<p>Além disso, as lojas e centros comerciais têm alguns macetes inteligentíssimos para impulsionar vendas. Placas como “Compre 2 e leve 3” são praticamente obrigatórias. Ou ainda “Compre US$ 100 em produtos e ganhe determinado brinde”. E não é só isso. Seus shoppings não têm fila para entrar no estacionamento &#8211; menor chance de desistência -, não têm relógios de fácil acesso &#8211; maior a facilidade de perder o controle &#8211; e disponibilizam mapas do shopping e talões de desconto para as lojas.</p>
<p>Mais? Restaurantes em um único lugar, fechado, onde suas mesas são apertadas e o ambiente faz com que passemos o menor tempo possível lá dentro. Apelo anti-ético? Não. As pessoas são livres para fazer o que bem entendem.</p>
<p>Por isso, vale sempre <strong>usar o bom senso</strong>. Saiba ate onde pode ir. Respeite seus limites e os limites de seu orçamento. Não tenha a mentalidade <em>“não sei quando terei oportunidade de voltar”</em> para justificar a compra desenfreada. O problema só vai se agravar. Afinal, aqui já sabemos que com um bom <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvK2ZpbmFuY2Vpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">planejamento financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> todos os nossos sonhos podem ser realizados.</p>
<p>Crédito da foto: <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a> e Mariana Prates.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Mariana Prates</b>.<br>

Economista pela PUC-SP, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Trabalha no departamento comercial da Editora Novatec e adora fazer planejamento financeiro para amigos e familiares.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Instituições financeiras e a educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/12/17/instituicoes-financeiras-e-a-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Os bancos e instituições financeiras mantém programas muito tímidos de educação financeira, com cartilhas e apostilas. Chegou a hora de investirem mais no cliente, o que trará melhores resultados e menos inadimplência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Instituições financeiras e a educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_bancos_educacao_financeira.jpg" alt="Instituições financeiras e a educação financeira" hspace="2" vspace="2" align="left" />Está claro que um dos maiores avanços dos países que conseguem a estabilização econômica é o maior acesso ao crédito. E, felizmente, o Brasil começa a usufruir desse beneficio. O grande problema é que a maior parte da população não está preparada &#8211; ninguém os ensinou ou deu exemplo &#8211; a usar o crédito com critério e bom senso.</p>
<p>Vejo nesse cenário um risco com potencial altamente destrutivo, que pode sem dúvidas levar o país a sérios problemas no futuro. Basta olhar para os fundamentos da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3Jpc2UrZmluYW5jZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">crise financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de 2008 para perceber que o principal mote da crise estava na forma descontrolada como o crédito foi (mal) usado em boa parte no mundo, principalmente nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Muitas parcelas = descontrole financeiro</strong><br />
Que fique claro que o problema não está no crédito em si. Financiar bens em diversas prestações pode significar o inicio de um enorme problema para muitas famílias. As diversas prestações levam, via de regra, a um comprometimento excessivo das finanças e elimina o potencial de investimentos da família. Com compromissos financeiros extensos e pesados, muitos deixam o verdadeiro bem-estar e a qualidade de vida de lado.</p>
<p><span id="more-3614"></span>O exemplo mais gritante, e que sempre traz muita polêmica, são os automóveis. Financiar esse tipo de bem se tornou uma obsessão – para muitos, a única forma de comprar um carro é através de financiamentos. O assunto é tratado com grande relevância na mídia e o governo abaixou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para manter as vendas. Os juros, ninguém baixou.</p>
<p>A redução do imposto causou mais impacto do que redução de fato. O preço final do carro caiu, é verdade, mas o valor total pago após o financiamento continua alto. As vendas cresceram como nunca, mas será que os compradores terão como pagar o financiamento no decorrer do tempo? Tomara que sim.</p>
<p><strong>Educação financeira, uma arma poderosa para sociedade</strong><br />
Em minha opinião, as instituições financeiras poderiam exercer um papel muito mais abrangente e relevante para sociedade brasileira: conscientizar a população para aprender a lidar com o crédito. Já existem programas deste tipo em andamento, mas precisamos ir além de criar cartilhas e apostilas; é preciso um trabalho mais amplo, capaz de transmitir conhecimento prático para que as pessoas <a title="Programa Consumidor Consciente - MasterCard" href="http://www.consumidorconsciente.org/BR/mister-financas/" target="_blank">entendam quais as formas de crédito</a> disponíveis e como usá-las da melhor maneira.</p>
<p>Em um primeiro momento, pode parecer pretensioso demais – especialmente para as pessoas que acreditam que os bancos ganham dinheiro à custa da desinformação das pessoas. No entanto, a conscientização pode impedir o surgimento de uma bolha financeira ou crise de crédito no Brasil, onde todos seriam afetados &#8211; principalmente as instituições financeiras. Assim, parece razoável pensar em projetos de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW52ZXN0aXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de longo prazo com o apoio dos grandes players do mercado financeiro.</p>
<p><strong>Combatendo a inadimplência</strong><br />
Um dos grandes fatores que contribuem para os juros altos praticados no país é a  inadimplência. Combater esse mal é outro ponto positivo que a adoção de uma política de educação financeira pode cumprir. O acesso a informação de qualidade conduziria as pessoas a usar o crédito possível e de forma inteligente. Aos poucos, a inadimplência diminuiria, favorecendo a todos: bancos, empresas e, principalmente, consumidores.</p>
<p>Tenho certeza que a idéia soa um tanto utópica. Admito ser um sonhador quando o assunto é educação financeira. Mas os sonhadores como eu aprendem aos poucos que para que os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> se tornem realidade, o primeiro passo é “fazer barulho” e acreditar. Eu acredito e por isso estou divulgando essa idéia. Se você também acredita, pode colaborar deixando seu comentário e passando adiante a idéia. Unido, com o suporte da educação financeira, nosso país pode fazer uma enorme diferença.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Podcast: Poupança, previsões, planejamento e economia</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/08/18/podcast-poupanca-previsoes-planejamento-e-economia/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 16:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
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		<description><![CDATA[A edição de hoje do “Futura Dinheiro”, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na Rádio Futura FM 106,9, traz diversas dúvidas de ouvintes e leitores. O formato do podcast continua privilegiando dúvidas e informações repassadas por leitores e ouvintes. Hoje procuramos atender aos que nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/dinheirama_planejamento_poupanca_economia.jpg" alt="Podcast: Poupança, previsões, planejamento e economia" hspace="2" vspace="2" align="left" />A edição de hoje do <strong>“Futura Dinheiro”</strong>, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br/" target="_blank"><strong>Rádio Futura FM 106,9</strong></a>, traz diversas dúvidas de ouvintes e leitores. O formato do podcast continua privilegiando dúvidas e informações repassadas por leitores e ouvintes. Hoje procuramos atender aos que nos enviaram dúvidas focadas em planejamento, investimentos e economia em geral.A idéia foi reunir e-mails e comentários recorrentes, de forma que as palavras possam servir para os ouvintes que enviaram as dúvidas, mas também a todos os que nos ouvem.</p>
<p>O podcast de hoje está imperdível! Nele abordamos os seguintes temas e pontos de discussão:</p>
<ul>
<li>O leitor <strong>Diego</strong> questiona como é calculada a rentabilidade da caderneta de poupança e se sobre ela incidem impostos e/ou taxas;</li>
<li>O <strong>Leonardo</strong> levanta uma questão importante. Até que ponto é importante seguir as previsões econômicas e as sugestões de carteira dadas pelas corretoras e analistas de mercado? Há espaço para a intuição?</li>
<li>A <strong>Maria Regina</strong> nos lembra da importância de se criar carteiras de investimento específicas para cada objetivo &#8211; dica que ela ouviu em uma rádio de São Paulo. Neste sentido, como pode ser feito o planejamento para o futuro dos filhos? O que devemos levar em consideração?</li>
<li>O <strong>Lucas</strong>, poupador que é, questiona as vantagens relacionadas ao Imposto de Renda quando se opera diretamente a compra e venda de ações, pelo sistema de home broker. Defendo que é importante primeiro tentar acumular maior patrimônio antes de começar a operar sozinho, evitando muitas operações e o consequente gasto excessivo com corretagem e tarifas;</li>
<li>O administrador de empresas <strong>Luis Fernando</strong> conta que percebeu, na empresa onde trabalha, que muitos colegas de trabalho usaram o crédito consignado (com desconto em folha) de forma indiscriminada e agora estão pagando caro pela falta de disciplina. O que as empresas devem fazer ao oferecer este tipo de &#8220;vantagem&#8221;? E o empregado, como deve encarar o dinheiro mais &#8220;barato&#8221;?</li>
<li>Como deve ser feito o planejamento quando o profissional é autônomo e não tem receita mensal fixa? O <strong>Henrique</strong>, que é médico, levanta esta questão e pede informações para que o controle financeiro de seu dia a dia seja mais eficiente e inteligente;</li>
<li>O investimento em imóveis requer cuidados específicos? O ouvinte <strong>Max </strong>questiona se os financiamentos imobiliários estão mais baratos e se, por isso, comprar um imóvel assim e revendê-lo pode ser lucrativo;</li>
<li>O <strong>Thiago</strong>, com quem já conversei aqui no blog e também através de <a title="Acesse meu perfil no Orkut" href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7664934258166568418" target="_blank">meu perfil no Orkut</a>, questiona a razão de os juros estarem ainda altos, especialmente agora que a taxa básica de juros (Selic) está muito mais baixa. Como é essa relação? Em que a Selic influencia nosso dia a dia?</li>
</ul>

<p>Podcast: <a title="Faça o Download do Podcast" href="http://media.blubrry.com/dinheirama/dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/podcast/Conrado_Navarro_Futura_180809.mp3" target="_blank"><strong>Download</strong></a> (14,6 MB)</p>
<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine via iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine o feed do Podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>A edição de hoje do “Futura Dinheiro”, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na Rádio Futura FM 106,9, traz diversas dúvidas de ouvintes e leitores. O formato do podcast continua privilegiando dúvidas e informações repassadas por leitores e ouvintes. Hoje procuramos atender aos que nos enviaram dúvidas focadas em planejamento, investimentos e economia em geral.A idéia foi reunir e-mails e comentários recorrentes, de forma que as palavras possam servir para os ouvintes que enviaram as dúvidas, mas também a todos os que nos ouvem.

O podcast de hoje está imperdível! Nele abordamos os seguintes temas e pontos de discussão:

	O leitor Diego questiona como é calculada a rentabilidade da caderneta de poupança e se sobre ela incidem impostos e/ou taxas;
	O Leonardo levanta uma questão importante. Até que ponto é importante seguir as previsões econômicas e as sugestões de carteira dadas pelas corretoras e analistas de mercado? Há espaço para a intuição?
	A Maria Regina nos lembra da importância de se criar carteiras de investimento específicas para cada objetivo - dica que ela ouviu em uma rádio de São Paulo. Neste sentido, como pode ser feito o planejamento para o futuro dos filhos? O que devemos levar em consideração?
	O Lucas, poupador que é, questiona as vantagens relacionadas ao Imposto de Renda quando se opera diretamente a compra e venda de ações, pelo sistema de home broker. Defendo que é importante primeiro tentar acumular maior patrimônio antes de começar a operar sozinho, evitando muitas operações e o consequente gasto excessivo com corretagem e tarifas;
	O administrador de empresas Luis Fernando conta que percebeu, na empresa onde trabalha, que muitos colegas de trabalho usaram o crédito consignado (com desconto em folha) de forma indiscriminada e agora estão pagando caro pela falta de disciplina. O que as empresas devem fazer ao oferecer este tipo de &quot;vantagem&quot;? E o empregado, como deve encarar o dinheiro mais &quot;barato&quot;?
	Como deve ser feito o planejamento quando o profissional é autônomo e não tem receita mensal fixa? O Henrique, que é médico, levanta esta questão e pede informações para que o controle financeiro de seu dia a dia seja mais eficiente e inteligente;
	O investimento em imóveis requer cuidados específicos? O ouvinte Max questiona se os financiamentos imobiliários estão mais baratos e se, por isso, comprar um imóvel assim e revendê-lo pode ser lucrativo;
	O Thiago, com quem já conversei aqui no blog e também através de meu perfil no Orkut, questiona a razão de os juros estarem ainda altos, especialmente agora que a taxa básica de juros (Selic) está muito mais baixa. Como é essa relação? Em que a Selic influencia nosso dia a dia?



Podcast: Download (14,6 MB)

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