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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; democracia</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; democracia</title>
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		<title>Brasil: Impossível não falar de Corrupção</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 13:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro, calma, muita calma. Não aconteceu nada específico ou extraordinário que justificasse um título tão dramático como o usado neste artigo. Sou assim, gosto de chamar a atenção dos leitores, especialmente quando o assunto é sério. Corrupção é desses assuntos que me deixam bastante irritado. Chateado, até. Vejamos qual será sua reação depois de alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-900" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/dinheirama_corrupcao_brasil_futuro.jpg" alt="Brasil: Impossível não falar de Corrupção" hspace="2" vspace="2" align="left" />Primeiro, calma, muita calma. Não aconteceu nada específico ou extraordinário que justificasse um título tão dramático como o usado neste artigo. Sou assim, gosto de chamar a atenção dos leitores, especialmente quando o assunto é sério. Corrupção é desses assuntos que me deixam bastante irritado. Chateado, até. Vejamos qual será sua reação depois de alguns importantes dados divulgados recentemente.</p>
<p>O André, leitor do <em>Dinheirama</em>, decidiu nos enviar um resumo de uma recente <a title="Veja mais detalhes da pesquisa realizada pelo Vox Populi/UFMG" href="http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=447261" target="_blank">pesquisa realizada pelo Vox Populi/UFMG</a> e publicada, com exclusividade pelo jornal <a title="Visite o site do jornal Valor Econômico" href="http://www.valoronline.com.br" target="_blank">Valor Econômico</a>, que trata da corrupção desde o ponto de vista dos brasileiros. Ao todo, foram entrevistados 2421 cidadãos entre os dias 10 e 16 de maio de 2008, em todo o Brasil.</p>
<p>Uma conclusão óbvia, mas ao mesmo tempo chocante, me impressionou: os brasileiros consideram mais graves os efeitos colaterais e problemas causados pela <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:corrup%E7%E3o/format:box">corrupção<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> quando esta é originada no governo ou nos empresários de nosso país. Por outro lado, quando atitudes cotidianas dos brasileiros são cercadas pelos &#8220;truques&#8221;, o brasileiro se sente mais vítima que bandido.</p>
<p><span id="more-898"></span><strong>Quadro simplificado da corrupção</strong><br />
 A corrupção no Brasil é muito grave: 77% dos entrevistados concordam com esta afirmação. Pois sabemos que ela existe, que ela prejudica o país e ainda assim não tratamos de combatê-la de forma mais entusiasmada? Ai começa minha indignação. Certo, 73% disseram ter percebido um aumento da corrupção nos últimos cinco anos. A indignação aumenta.</p>
<p>No entanto, um número interessante muda um pouco o foco da discussão: 75% dos participantes dizem que, na verdade, o que aumentou não foi a corrupção, mas a apuração de casos em que ela ocorre. A corrupção aumentou, mas os casos investigados e que se tornam públicos também. Será que a exposição é mesmo mostra de que os casos estão sendo levados mais a sério? A indignação dá lugar a uma reflexão.</p>
<p>Fico com a sensação de que este &#8220;conforto&#8221; é, além de passageiro, ilusório e perigoso. E, ufa, não estou sozinho: 82%, um dos maiores percentuais de concordância, acreditam que novas leis, com penas maiores e mais duras, devem ser criadas e aplicadas nos processos que envolvem a corrupção. Sinais de amadurecimento vêm acompanhados de dados intrigantes:</p>
<blockquote><p>
&#8220;Quanto mais próximos os atos corruptos estiverem do cidadão, mais inversamente proporcional é a lógica. Daí por que pagar propina para obter uma licença ou invadir uma terra pública são atos mais aceitáveis do que o achaque por parte de um policial ou o abuso do poder econômico de um empresário que financia ilicitamente uma campanha eleitoral.&#8221; (<strong>Maria Cristina Fernandes</strong> &#8211; Valor Econômico de 01/08/2008)</p></blockquote>
<p><strong>O que eu acho da corrupção?</strong><br />
 Acreditar que atos cotidianos deliberados e associados à corrupção merecem menor destaque e importância que aqueles perpetrados pelas figuras públicas ou <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:governo/format:box">governo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é a prova das distorções sociais, de valores e de educação vivida pela população brasileira. Sustento duas razões centrais para a questão da corrupção e seu quadro crônico no país:</p>
<p><strong>1. O governo ainda faz pouco para fazer chegar ao cidadão a transparência necessária em suas decisões.</strong> Os inúmeros escândalos protagonizados pelo governo, as sabidas falcatruas políticas e a demora em se promover importantes reformas traduzem uma realidade cruel: a corrupção existe, assusta, mas não mobiliza nem o governo, nem a população. Há que se combater a impunidade, principal motor da corrupção.</p>
<p><strong>2. Poucos brasileiros sabem explicar o que é o poder público, quais são suas responsabilidades e em que esferas ele atua.</strong> A educação incipiente contribui para formar superficiais indivíduos, cujos objetivos e interesses pessoais passam a se basear apenas nos princípios éticos transferidos pela nação durante sua formação. No país das filas duplas, das invasões de terra, do &#8220;está tudo certo&#8221; e dos assaltos aos cofres públicos, justificar sem ser punido ainda é mais fácil que trabalhar duro para conquistar algo. Ainda.</p>
<p>Odeio corrupção! A certeza da impunidade move muitas forças ocultas dentro de cada um de nós. As mesmas forças que, de repente, mostram-se alarmadas com informações como as publicadas pela pesquisa citada. Infelizmente, o sentimento passa rápido demais. Não deveria, mas passa. Mas, se dinheirama é uma palavra usada para representar todo o dinheiro desviado pela corrupção, <em>Dinheirama</em> é também esperança. Afinal, assim é o Brasil!</p>
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<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Economia, inflação e um Banco Central independente</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 18:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas, um assunto vem sendo discutido de maneira reservada e carregada de preocupação: a saída de Henrique Meirelles, atual presidente do Banco Central, para concorrer a um cargo público nas eleições de 2010. É verdade que já existem alguns nomes cogitados para a cadeira, mas a sucessão não deverá ocorrer de forma tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Economia, inflação e um Banco Central independente" href="http://www.sxc.hu/photo/954864" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-665" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/dinheirama_autonomia_banco_central.jpg" alt="Economia, inflação e um Banco Central independente" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a>Nas últimas semanas, um assunto vem sendo discutido de maneira reservada e carregada de preocupação: <a title="Henrique Meirelles fora do BC?" href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5532&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0" target="_blank">a saída de Henrique Meirelles</a>, atual presidente do <a title="Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a>, para concorrer a um cargo público nas eleições de 2010. É verdade que já existem alguns nomes cogitados para a cadeira, mas a sucessão não deverá ocorrer de forma tão simples.</p>
<p>O pouco tempo até as eleições presidenciais e as incertezas que sempre rondam as eleições após a posse do novo presidente dificultam bastante o interesse de pessoas reconhecidamente preparadas para a responsabilidade do cargo. E agora, será que temos motivos para nos preocupar? O que pode acontecer? Como isso pode afetar nosso bolso e <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investir+dinheiro">capacidade de investir<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>?</p>
<p>Diante deste cenário, volta a tona um tema que esteve em pauta durante a presença do ex-ministro Antonio Palocci na pasta da Fazenda, ainda no primeiro mandato do Presidente Lula: <strong>a autonomia do Banco Central</strong>. Percebe-se que essa realidade faz muito bem ao país e sua economia, mas será que este modelo de operação será mantido e incentivado?</p>
<p><span id="more-664"></span><strong>Qual o papel do Banco Central?</strong><br />
 É importante que todos entendam o verdadeiro papel de um Banco Central: garantir a estabilidade econômica do país. Para alguns, isso se resume ao termo “Guardião da Moeda”. Nos dois últimos governos, alguns economistas de peso passaram pelo posto. Os exemplos recentes são <a title="Armínio Fraga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arm%C3%ADnio_Fraga" target="_blank"><strong>Armínio Fraga</strong></a> e o atual presidente <a title="Henrique Meirelles" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Meirelles" target="_blank"><strong>Henrique Meirelles</strong></a>, que recebeu o mesmo peso de um ministro de Estado.</p>
<p>O efetivo sucesso da política econômica com o papel conservador das diretorias do Banco Central se resume no bom momento econômico brasileiro, principalmente no que diz respeito ao controle inflacionário. Por isso, quando se pensa na troca da presidência do Banco Central inúmeras incertezas começam a surgir:</p>
<ul>
<li>O próximo presidente manterá o mesmo viés conservador?</li>
<li>A nova equipe manterá a mesma política de juros?</li>
<li>O sucessor levará adiante o combate impiedoso da inflação?</li>
</ul>
<p>As respostas para tais dúvidas reforçam a importância da autonomia do Banco central e de sua diretoria. Desta forma, é possível sinalizar ao <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:mercado+financeiro">mercado financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que o poder conferido à instituição está separado das mudanças e interesses políticos.</p>
<p><strong>Razões para dar autonomia ao BC</strong><br />
Para a maioria dos especialistas existem, no mínimo, duas grandes razões para se alimentar a autonomia do Banco Central:</p>
<ul>
<li>Maior eficácia no combate à inflação (efeito direto);</li>
<li>Aumento do potencial de crescimento do país (efeito indireto).</li>
</ul>
<p>De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o aumento do número de BCs independentes coincidiu com o fenômeno mundial de queda inflacionária pelo mundo. Na década de 70, por exemplo, a taxa média mundial de inflação era de 10%. Este valor chegou a 4% entre os anos de 2000 e 2004.</p>
<p>É importante salientar que durante esses períodos ocorreram fenômenos inflacionários parecidos em termos de números, especialmente entre os anos 80 e início da década de 90. A possibilidade de conciliar alternância no poder, valor incontestável em qualquer <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:democracia">democracia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, permitindo ao mesmo tempo separar estabilidade econômica e embates eleitorais é um argumento expressivo, que garante boa argumentação à proposta.</p>
<p><strong>Bancos Centrais pelo mundo</strong><br />
 É preciso desassociar a autonomia do Banco Central das ideologias políticas, sobre tudo porque em alguns governos liberais – como da ex-primeira ministra da Inglaterra <a title="Margareth Tatcher" href="http://www.brasilescola.com/historia/margareth-thatcher.htm" target="_blank"><strong>Margareth Tatcher</strong></a> e do seu seguidor <a title="John Major" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Major" target="_blank"><strong>John Major</strong></a> – a autonomia foi negada durante 18 anos.</p>
<p>Em contrapartida, <a title="Tony Blair" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tony_Blair" target="_blank"><strong>Tony Blair</strong></a> – do Partido Trabalhista – outorgou, em apenas 7 dias, a autonomia do Banco Central Inglês. No Chile, o ditador <a title="Augusto Pinochet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Pinochet" target="_blank"><strong>Augusto Pinochet</strong></a> outorgou a independência do Banco Central e os governos de <a title="Eduardo Frei" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Frei" target="_blank"><strong>Eduardo Frei</strong></a> e <strong><a title="Ricardo Lagos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Lagos_Escobar" target="_blank">Ricardo Lagos</a></strong> mantiveram a liberdade para a instituição, após os bons resultados.</p>
<p>Independente de qual seja a ideologia ou programa eleitoral que conduza um governante à presidência de uma nação, é obvio que a estabilidade de preços beneficia a todos. Este ponto é crucial para a definição econômica da sociedade.</p>
<p><strong>E os mandatos fixos?</strong><br />
 Defendo o mandato fixo de oito anos para a diretoria do Banco Central. Claro, não coincidindo com o mandato da Presidência da República. Assim como a autonomia do Banco Central, outros instrumentos precisam ser aprimorados para garantir mais transparência nos processos de decisão.</p>
<p>Maior acesso às decisões do <a title="COPOM" href="http://www.bcb.gov.br/?COPOM" target="_blank">COPOM</a>, menor interferência do <a title="Ministério da Fazenda" href="http://www.fazenda.gov.br/" target="_blank">Ministério da Fazenda</a> e algumas trocas de responsabilidade entre BC e <a title="CMN" href="http://www.fazenda.gov.br/portugues/orgaos/cmn/cmn.asp" target="_blank">CMN</a> são algumas atitudes inteligentes que podem surtir efeito positivo. Além disso, o Congresso Nacional poderia, como acontece com o <a title="Federal Reserve" href="http://www.federalreserve.gov/" target="_blank">FED</a> nos EUA, criar audiências periódicas para discussão das ações do Banco Central.</p>
<p>Esta não é uma discussão trivial. Para nós, que buscamos aproveitar as melhores oportunidades financeiras e de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:educação+financeira">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, é muito importante conhecer e participar de tudo que acontece no mundo econômico do Brasil. Não é? Até sexta.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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