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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; desafio</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; desafio</title>
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		<title>Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprenda a investir em ações de forma inteligente e ainda concorra a R$ 50 mil em prêmios. Conheça e participe do Desafio em Ação! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desafio_em_acao.png" alt="Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios" align="left" hspace="2" vspace="2" />Como você sabe, caro leitor, o <em>Dinheirama</em> sempre apóia (e apoiará) iniciativas voltadas para o aprendizado e prática da educação financeira. Temos a alegria de apresentar o <strong><a title="Conheça o Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong>, um simulador idealizado pela SolutionTech que pretende incentivar o investimento em ações e, ao mesmo tempo, premiar aqueles interessados no assunto. <strong>Já pensou aprender a investir na bolsa de valores em um evento que dará R$ 50 mil em prêmios?</strong></p>
<p>A atual volatilidade e as incertezas na economia global costumam provocar um cenário pouco animador para o mercado acionário. O reflexo direto dessa conjuntura é a desaceleração da entrada de novos investidores e o aumento no número de saques, mesmo com o valor da maioria dos papéis em baixa. Para <strong>Rogério Thomé</strong>, co-idealizador do <strong><a title="Inscreva-se no Desafio Em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong>, <em>&#8220;os investidores mais inexperientes não podem se deixar levar pelas emoções de momento&#8221;</em>. De acordo com Rogério, o medo deve ser combatido com paciência e disciplina, associadas a uma estratégia clara e objetiva:</p>
<blockquote><p>“Considerando que podemos ganhar em um mercado que sobe ou cai, qualquer momento é ideal para o início dos investimentos. Alguns papéis que estão sendo negociados abaixo de seu valor de mercado passam a informação de que o valor patrimonial de seus ativos é mais valioso que a própria empresa. Nesse caso, em se tratando de uma empresa lucrativa com boas perspectivas para o longo prazo, esse seria o momento ideal para comprá-las”</p></blockquote>
<p>Thomé salienta, no entanto, que é extremamente importante não concentrar demasiadamente os recursos em investimentos de renda variável e buscar opções também em renda fixa.</p>
<p><span id="more-6845"></span><strong>Participe do <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong><br />
Para auxiliar os iniciantes e inexperientes, a Gomes &amp; Magliano Promoções e Eventos desenvolveu o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a>, concurso cultural que distribuirá premiação total de <strong>R$ 50 mil</strong> aos participantes até 23 de dezembro.</p>
<p><strong>Por que o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a> é importante?</strong><br />
O objetivo principal é fazer com que as pessoas passem atuar de forma sólida na Bolsa, descartando a estratégia de vender papéis com ganhos baixos após o investimento inicial e segurar ações que estão com perda acentuada, fator que compromete os ganhos no mercado de renda variável.</p>
<p><strong>Como funciona o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a>?</strong><br />
A dinâmica da competição permite que os internautas iniciem com um crédito fictício de R$ 100 mil para compra e venda de ações. Ao fim de cada semana, as carteiras são zeradas e os cinco participantes que apresentarem maior rentabilidade são contemplados com premiações pré-definidas, conforme regulamento no site do concurso.</p>
<p>Rogério explica melhor: <em>“Essa regra propicia o aperfeiçoamento dos participantes. Caso o competidor não obtenha sucesso na semana anterior, ele tem a opção de mudar a estratégia para alcançar resultados melhores. Já aqueles que atingirem resultados positivos podem manter ou testar novas medidas para ainda conseguirem maiores valorizações na carteira”</em>.</p>
<p>O <strong><a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong> acontece em ambiente virtual, podendo também ser realizado via <em>Facebook</em> e nas plataformas <em>iPad</em>, <em>iPhone</em> e <em>Android</em>. As inscrições estão abertas até <strong>12 de dezembro</strong> e custam apenas R$ 29,90. Esse valor cai para R$ 19,90 se o interessado indicar 10 amigos no Facebook.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas no site oficial do evento &#8211; <strong><a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">www.desafioemacao.com.br</a></strong> &#8211; ou <a title="Inscreva-se no Desafio Em Ação" href="http://migre.me/6gRzY" target="_blank">www.facebook.com/desafioemacao</a>! Participe!</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/17/qual-o-limite-do-necessario-como-equilibrar-necessidade-e-superfluos/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 18:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já reparou em quanta coisa compra e acumula sem necessidade? O que dizer do armário cheio de roupas nunca utilizadas? Sapatos? Como lidar com esse impulso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_limite_necessario_superfluo.jpg" alt="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um tema ronda meus pensamentos há algum tempo: o supérfluo, o necessário, nossos limites e limitações. Qual o limite do necessário? Você já deu uma volta em sua casa, analisando armários e gavetas? Você percebeu quantas roupas estão (bem) guardadas e que há tempos você não usa? Quanta coisa comprou por impulso e que agora está ali, somente ocupando espaço em seu armário?</p>
<p>Pois é isso mesmo! Todos nós acumulamos muita coisa sem a menor necessidade ou sem a menor noção de que fazemos isso. Por que será que gostamos tanto de acumular objetos, roupas e quinquilharias? Será que é apego? Desleixo? Falta de noção? Desconhecimento?  Cada um tem uma opinião, o certo é que o supérfluo incomoda ou incomodará em algum momento.</p>
<p>Por definição, supérfluo é o que é demais, demasiado, excedente, desnecessário, ocioso, inútil ou aquilo que excede o necessário, coisas dispensáveis.  Já o necessário é aquilo que não se pode dispensar, é imprescindível à vida.</p>
<p><span id="more-6220"></span>Como tratamos esses conceitos dentro do nosso cotidiano? Será que estamos nos endividando por conta de compras majoritariamente supérfluas? Será que acabamos nos endividando com o que é necessário depois de exagerar no que é supérfluo? O certo é que a felicidade e a paz não dependem do volume de coisas que acumulamos durante nossa vida – muitas vezes acabamos esquecendo isso.</p>
<p>Acho interessante trazer essa reflexão para que prestemos atenção em nossas “necessidades artificiais”. Acredito que a razão coloca cada coisa em seu lugar. O conhecimento de nossas necessidades reais nos mostra o limite entre o necessário e o uso consciente de nosso dinheiro. A cada dia, empresas e agências brilhantemente criam necessidades, mas cabe a nós, consumidores, a decisão de compra.</p>
<p>É claro que o limite do necessário varia de pessoa para pessoa, assim como o conceito de sucesso e riqueza. Perceba que a proposta aqui é a autoavaliação, dentro da sua realidade, para que, a partir da identificação dos seus supérfluos, você possa melhorar seu financeiro e sua qualidade de vida.</p>
<p>Que tal um <a title="Simplifique com o método 5S" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/11/simplifique-e-viva-melhor-usando-o-metodo-5s/" target="_blank">5S pessoal</a> para começar a pensar no assunto? Quantas vezes empregamos nosso tempo e energia em conversas supérfluas, e-mails supérfluos, relacionamentos supérfluos e assim por diante&#8230; Preste atenção e tente analisar com mais cuidado e atenção seus hábitos e comportamentos.</p>
<p>Como pode ver, esse artigo é carregado de questionamentos. Pela maiêutica somos conduzidos às nossas questões e possíveis soluções. E, como dizia o Marquês de Maricá no século XVIII, <em>“sabei dispensar o supérfluo e não vos faltará o necessário”</em>.</p>
<p>Pensem no tema! Um abraço e até o próximo artigo!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As dificuldades financeiras e crescimento pessoal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/03/02/as-dificuldades-financeiras-e-crescimento-pessoal/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/03/02/as-dificuldades-financeiras-e-crescimento-pessoal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 14:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As emoções definem muito de nossas decisões financeiras e relaçao com o dinheiro. Como lidar com as dificuldades financeiras de forma a aprender e criar oportunidades?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As dificuldades financeiras e crescimento pessoal" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_dificuldades_financeiras_crescimento_pessoal.jpg" alt="As dificuldades financeiras e crescimento pessoal" hspace="2" vspace="2" align="left" />A vida é cíclica. Vivemos momentos de grandes descobertas, de alegrias e desafios. Esses ciclos trazem consigo a oportunidade de amadurecimento e de mudança de padrões. As questões ligadas ao dinheiro também estão presentes nesses ciclos, onde nossa grande chance de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VwZXJhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">superação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e crescimento acontece principalmente nos períodos difíceis.</p>
<p>Quando as dificuldades financeiras aparecem, temos em nossas mãos algumas alternativas: desesperar-se, buscar conhecimentos financeiros, concentrar esforços para virar o jogo, desistir, fortalecer as relações e juntos encontrar a solução. O que fazemos então?  Não é mais fácil pegar o atalho da revolta e do desânimo? Não é mais cômodo delegar a responsabilidade da situação, culpando os outros?</p>
<p>Às vezes, a sensação de incompetência toma conta dos pensamentos e acaba nos cegando. Quem nunca se sentiu assim?</p>
<p><span id="more-5823"></span><strong>A infância psicológica compromete as decisões</strong><br />
É mais comum do que pensamos agirmos na chamada “infância psicológica”, onde nossos comportamentos lembram os de uma criança. Todas nossas atitudes imediatistas e rasas não trazem a solução e, pelo contrário, confundem ainda mais nossa percepção da realidade. O que fazer então quando a incerteza nos paralisa?</p>
<p>Pela minha experiência, vejo que quando conseguimos entender nossas emoções, nossa percepção interna começa a mudar, levando a atitudes mais ordenadas e tornando mais fácil e palpável a busca pela solução. Isso será possível quando passamos a “racionalizar nossas emoções”. Simplificando, quando compreendo meus mecanismos infantis de reação, começo a construir um novo modo de funcionar escolhendo alternativas de sentimentos mais maduros e equilibrados.</p>
<p>A dificuldade em trabalhar as questões complexas relativas ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e responder a elas com mais segurança é resultado do “distanciamento do nosso eu” e do desconhecimento de nossos reais anseios. Sentimentos infantilizados como a raiva, a insegurança, a birra, o descontrole e a inércia acabam dominando nossa mente e acabamos agindo por impulso.</p>
<p><strong>O caminho é educar as emoções</strong><br />
Todos nós temos a capacidade de agirmos diferente e melhorar nossa vida emocional com ações enriquecedoras que promovem o nosso afastamento das emoções subalternas citadas.  O caminho é educar as emoções através do entendimento do sentimento e gerar pensamentos de autoconfiança, substituindo pensamentos pessimistas pelos otimistas. Isso é treino!</p>
<p>A proposta para cada um de nós é o equilíbrio entre o mental e o sentimental. Isso será conseguido através do esforço pessoal na construção do aprendizado sobre si mesmo, sobre as leis naturais que regem o planeta e sobre o outro. Nossos processos internos precisam ser vividos. Parar e olhar para a vida interior, estar consigo no silêncio para perceber suas necessidades interiores.</p>
<p>Os sentimentos são sinalizadores de nossas necessidades e nem sempre sabemos disso. Sentimentos ordenados são “conquistas nobres do processo de aprendizagem”. É preciso atenção para não ser refém de sentimentos desordenados, que levam muitas pessoas ao endividamento, ao uso inadequado do cartão de crédito e até mesmo a deixar todo o salário do mês em uma loja de departamentos.</p>
<p>Nossas emoções são como um painel e indicam o que precisa ser cuidado. Quando enfrentamos uma situação financeira ruim ou períodos de instabilidade econômica, os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VudGltZW50b3NfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">sentimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> falam muito alto. Procure prestar atenção em como você reage:</p>
<ul>
<li>Seus sentimentos atrapalham, tumultuam ou auxiliam suas decisões?</li>
<li>A primeira coisa que faz é culpar seu parceiro/a pelo momento ruim?</li>
<li>Fica com raiva de você e das dívidas contraídas?</li>
<li>Busca aprender mais sobre o universo financeiro?</li>
<li>Mantém a calma e analisa as melhores alternativas?</li>
<li>Coloca as contas em dia e estabelece metas para enxugar o orçamento?</li>
<li>Procura não pensar no assunto e finge estar tudo bem?</li>
</ul>
<p>Nossas reações informam sobre nós e convidam a trabalhar nossas dificuldades. Quando entendemos e analisamos nossas necessidades, compreendemos melhor os valores que são importantes para nossa vida. Precisamos ser mais inteligentes ao definir e respeitar prioridades.</p>
<p>Para finalizar, deixo um conselho e um fragmento do poema de <strong>Kahil Gibran</strong> sobre autoconhecimento: <strong>não tenha medo de encarar seus sentimentos e necessidades, você precisa se conhecer melhor</strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Vossos ouvidos anseiam pelo som do conhecimento de vosso coração.<br />
Quereis saber em palavras aquilo que sempre soubeste em pensamento.<br />
E é bom que o desejeis.<br />
É o tesouro de vossas infinitas profundezas que precisa ser revelado a vossos olhos.”</em></p>
<p>Um abraço e felizes descobertas&#8230;</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/09/problema-ou-questao-a-resolver-o-paradigma-do-desafio/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 12:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O modo como encaramos os desafios do dia a dia pode determinar nossas chances de sucesso. A atitude positiva diante dos problemas traz benefícios pessoais e profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_problema_questao_resolver_desafio.jpg" alt="Problema ou questão a resolver? O paradigma do desafio" hspace="2" vspace="2" align="left" />Certa vez ouvi um depoimento de uma mulher em uma reportagem sobre as dificuldades cotidianas dos brasileiros: <em>“Minha filha, eu não tenho problemas! Eu tenho questões a resolver! E resolvo cada uma por vez!”</em>. Essa resposta foi formidável, tanto que depois de muito tempo ainda lembro-me da expressão feliz e otimista daquela mulher. Será que a chave desse modo de viver a vida seria seu bom humor?  Esse lado otimista abriria novas formas de lidar com as dificuldades? Acredito que sim.</p>
<p>Agora eu pergunto para você, estimado leitor: você tem problemas ou questões a resolver? Podem parecer somente maneiras diferentes de falar a mesma coisa. Não! São coisas bem diferentes, afinal o modo como encaramos nossos desafios define nossas condutas, nossas reações e as nossas estratégias para solucioná-las.</p>
<p>Como viver é também administrar alguns “resultados indesejados”, seria bem melhor para nossa saúde e bem estar se tais desvios fossem encarados como situações que levam a um ponto de partida para indagações; o resultado desse procedimento seria a aprendizagem, como sugeriu <strong><a title="Mais sobre John Dewey no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/17594/?franq=247523" target="_blank">John Dewey</a></strong> em 1939.  Deste modo podemos sistematizar idéias e antecipar soluções, diminuindo a carga emocional negativa que acompanha os inevitáveis problemas!</p>
<p><span id="more-5725"></span><strong>Qual o estado do problema?</strong><br />
O livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/288937/?franq=247523" target="_blank">“Transformando Conhecimentos em Resultados”</a> (Clio Editora), dos escritores <strong>Beatriz Muñoz-Seca</strong> e <strong>Josep Riverola</strong>, sugere que devemos analisar o estado do problema de forma que sua descrição leve em conta todos os elementos de seu histórico. Assim, seremos capazes de representar o problema projetando-o em algum domínio de conhecimento como a matemática, o desenho ou a escrita. É colar as idéias no papel para tornar tangível o que nos incomoda.</p>
<p>Essa estruturação deixa a situação mais clara e as chances de encontrar uma solução mais rápida e adequada aumentam. É claro que essa técnica não será capaz de responder a todas as nossas questões, mas não deixa de ser uma opção interessante.</p>
<p><strong>O paradigma do desafio</strong><br />
A nossa capacidade de resolver com eficiência nossos problemas/questões está ligada à nossa competência de buscar as melhores transformações e não cair nas armadilhas da ansiedade e do desespero. Logo, a proposta é simples e o desafio é grande: tentar encarar nossos maiores problemas como questões a serem resolvidas buscando mais clareza e discernimento para encontrar a melhor solução.</p>
<p>Outra análise interessante que deve ser feita em relação ao estado do problema é perceber a sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmF0dXJlemFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">natureza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e a sua freqüência de manifestação. Explico: quando é comum nos deparamos com situações onde o enredo é o mesmo, então algo está errado! Alguma coisa está errada com nossa conduta perante a vida. É momento de mudança de paradigma interior. Um bom começo é perguntar-se: <em>“Por que isso está acontecendo de novo?”</em>.</p>
<blockquote><p>Como minhas emoções estão afetando meu cotidiano? Como posso perceber algo novo se estou preso ao meu velho paradigma? O que estou disposto a mudar para ver minha realidade de modo diferente? Como uma mudança nas minhas percepções vai mudar minha realidade? Ela ficará melhor? Diferente? As duas coisas? &#8211; <strong>Betsy Chasse</strong></p></blockquote>
<p>Problemas ou questões a resolver? Pense nisso e deixe seu comentário para que possamos continuar discutindo o assunto. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/31/o-desafio-de-decidir-esconde-ou-apresenta-o-sucesso/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 01:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[De quem é a responsabilidade quando nossas decisões (ou a falta delas) nos colocam diante de problemas? É possível transformar desafios em oportunidades?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_decidir_sucesso.jpg" alt="O desafio de decidir esconde ou apresenta o sucesso?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Foi num dia comum, mais um daqueles que começam normais demais, que de repente me dei conta de que por alguns momentos havia alguém controlando a minha vida. Não eu, mas algo diferente, que não deixava minha real personalidade vencer. Exatamente como um controle remoto, eu transformava meu dia com certa facilidade, saindo do bom humor à tristeza como se isso fosse normal e necessário. Passava da tranquilidade ao nervosismo exatamente como mudamos de canal na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZXZpcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">televisão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Foram várias as mudanças até que me dei conta de que quem segurava o controle remoto era eu mesmo. E eu mesmo apertava os botões. Por que será que não me espantei nenhum pouco? Você já teve essa sensação? Não é estranha, mas ao mesmo tempo reveladora?</p>
<p>Pare um pouquinho e coloque lado a lado todos os controles remotos que você tiver em casa, de todos os seus equipamentos eletrônicos. Junte a estes equipamentos o seu telefone sem fio, o seu celular, sua câmera digital. Tire uma foto. Você vai se assustar com a quantidade de decisões que pode tomar no seu dia-a-dia. Sim, porque os botões representam uma diferente ação no aparelho, uma decisão perante qualquer problema ou necessidade.</p>
<p><span id="more-5685"></span>Mudar de canal é uma decisão. Aumentar o volume é uma escolha. Atender a uma ligação é uma opção. Desligar o celular, falar “bom dia”, dar um sorriso, começar a investir, pedir desconto&#8230; Quantas escolhas passam despercebidas em seu dia a dia? Pois é, muitas vezes nos deixamos influenciar por fatores incomuns e tomamos decisões que nos prejudicam. Mas ainda assim somos nós que apertamos o botão. A decisão é sempre nossa.</p>
<p><strong>Rir ou chorar? Tentar ou desistir?</strong><br />
Tudo isso para perceber que as pessoas, o ambiente e o mundo às vezes tentam dominar nosso controle remoto, mas só quem sabe a hora de usar cada função e recurso somos nós. A hora de calar, a hora de mudar totalmente de área, a hora de desligar-se das coisas para pensar um pouco em si mesmo e descansar.</p>
<p>Recebi por <em>e-mail</em> um diálogo simples, porém genial e o reproduzo aqui. A mensagem veio sem autoria, então se souberem de onde a história foi tirada, por favor me avisem e publicarei os devidos créditos. Leia:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Eu acompanhava um amigo até uma banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro de forma calorosa e amável, mas, como retorno, recebeu um tratamento impessoal e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Quando nós descíamos pela rua, perguntei:<br />
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?<br />
- Sim, infelizmente é sempre assim – Respondeu meu amigo naturalmente.<br />
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?<br />
- Sim, sempre sou.<br />
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?<br />
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.</em></p>
<p>Então lembrem-se da lição apresentada aqui: nós somos donos de nosso controle e ele não é remoto. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmFpdmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">raiva<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.</p>
<p>Com o texto de hoje, pretendo despertar você para a importância de enxergar oportunidades onde muitos só veem problemas ou distrações. Abdicar de um fim de semana de agito e curtição para detalhar seu orçamento, plano de investimentos e decisões econômicas do ano lhe parece uma opção mais atraente agora? Se não, do que depende esta decisão? De mim? Do vento? Da chuva? Do seu chefe?</p>
<p>Ora, as ferramentas existem aos montes, são muitos os livros e recomendações. Não faltam ensinamentos, dicas e exemplos de sucesso. O que muda é como cada um de nós interpreta o que lê, ouve ou enxerga e que tipo de atitude tal experiência desperta em nosso cotidiano. A informação serve para quê? Posso mudar algo com o que aprendi? Quero fazer isso? Como diria <strong><a title="Conheça os livros de Seth Godin" href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/79464/?franq=247523" target="_blank">Seth Godin</a></strong>, <em>“a média é invisível; só as pessoas talentosas se preocupam com a mediocridade”</em>.</p>
<p><strong>Você conhece Erik Weihenmayer?</strong><br />
<strong></strong>Assista um resumo de sua história e entenda porque decidir vencer é mais importante que simplesmente reagir. Perceba como um obstáculo serviu de impulso para toda uma carreira de sucesso.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI">http://www.youtube.com/watch?v=QgsBTW1MtCI</a></p>
<p>A mensagem é clara: não existe certo e errado. Existe fazer, agir e existe deixar acontecer, esperar. Simples? Nem um pouco? Sonho? Autoajuda? Enfim, interpretação é tudo. Que tal? Deixem seus comentários. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/24/escolha-o-caminho-certo-opte-pela-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 13:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Viver com qualidade de vida muitas vezes significa abrir mão de cobranças sociais e expectativas familiares. Fica fácil desistir. Mas ser feliz não é o que interessa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_escolha_qualidade_de_vida.jpg" alt="Escolha o caminho certo: opte pela qualidade de vida!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Quero falar hoje de caminhos e escolhas. Rotas que nos conduzem à felicidade ou à angústia. Para que consigamos vencer a inércia e buscar uma Vida com qualidade, precisamos estar atentos aos nossos passos. Você, frente aos desafios diários, opta pelos atalhos da discussão, do rancor, do medo, da culpa e das fofocas? Ou prefere olhar outra estrada, mais longa talvez, mas que levará você a condutas sensatas e a uma vida mais saudável?</p>
<p>É preciso deixar claro que o caminho que nos leva à vida com mais qualidade possui muitos obstáculos, grandes e pequenos. Um deles é a vontade de desistir, de voltar e resgatar comportamentos antigos, de achar que não vai conseguir. Esse <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VudGltZW50b18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">sentimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> faz parte do ser humano e de sua incapacidade de entrega total aos desafios e às novas perspectivas. Mas o que sempre falo para as pessoas é: <strong>não desista, nunca desista! </strong></p>
<p>Ás vezes é difícil, muito difícil, mas com os desafios geralmente aprendemos novas habilidades e trabalhamos a expertise necessária para alcançarmos nossos objetivos. De novo, sei que não é fácil! Em muitos momentos, eu mesma já senti vontade de desistir&#8230; Mas não parei nesse sentimento e ultrapassei essa barreira; foi muito bom e surpreendente.</p>
<p><span id="more-5636"></span>As dificuldades podem ser muitas. A falta de trabalho, renda mensal insuficiente, endividamento, má qualidade das relações afetivas, aquele colega de setor sabotador, a falta de reconhecimento profissional e tantos outros obstáculos. É preciso insistir e tentar olhar além. Muitas vezes, é preciso arriscar.</p>
<p><strong>Uma opção de caminho<br />
</strong> Experimente, ao se deparar com uma dificuldade qualquer, parar um pouco. Sem pressa, feche seus olhos, ouça o “eu interior”, perceba sua realidade e comece a discernir. Perceba seus medos, converse com eles e procure apagá-los um a um. Encontre soluções, não coloque a culpa na situação ou no outro. Com isso, a sua cegueira paradigmática irá se desfazer e você conseguirá ver o caminho certo.</p>
<p>O início pode ser complicado. Não estamos acostumados a parar nesta vida agitada, pois nossa realidade não dá muito espaço para estarmos conosco. Sempre é mais fácil sentarmos na “cadeira da vítima” e somente reclamar. É confortável. Assim, passamos o controle de nossas decisões para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z292ZXJub18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">governo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, para o chefe, para o amor da sua vida&#8230; Enfim, para o outro.</p>
<p><strong>Viver é optar! </strong>Em nossas lutas interiores, quando colocamos a cabeça no travesseiro à noite ou em momentos de solidão, quantas vezes nossa decisão (ou a falta dela) fica doendo, arrancando lágrimas e plantando saudade. Escolhas aparentemente simples aos olhos dos outros são para nós extremamente difíceis&#8230; Mas a cada dia que passar a certeza de nossas melhores escolhas deixarão as dores menores ou as apagarão.</p>
<p>Outro aspecto importante na busca pela qualidade de vida pessoal são os sentimentos limitadores que nos levam ao caminho da angústia e da autodestruição. Às vezes temos muitas dificuldades com nossas próprias emoções: pedir perdão, compartilhar, assumir, chorar, ser franco, expressar-se, por que tudo isso é tão complexo?</p>
<p><strong>Um conselho</strong><br />
Primeiramente, é necessário admitir para nós mesmos o que estamos vivenciando e nossas limitações. Importante também é procurar descobrir nossas virtudes e forças que nos darão ferramentas para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VwZXJhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">superação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Que tal ir ao espelho e ali, olhando dentro dos seus olhos, tentar encontrar o que realmente acontece? Experimente! Quem sabe assim você fica mais seguro para demonstrar o sentimento para o outro e se torna alguém melhor.  É um caminho&#8230;</p>
<p>Pense que a vida emite sinais. Silencie a mente e perceba-os em sua rotina! Tenho feito grandes descobertas nesse sentido e garanto a vocês que realmente o “universo conspira ao seu favor”. Mais tempo para você, tudo começa com mais disposição em ouvir e prestar atenção em si mesmo. Dias felizes para todos e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[risco]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto você realmente enfrenta de desafios ou deixa de fazê-lo preferindo a autossabotagem? Você tem medo de errar? Agrada demais os outros? Cuidado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_sucesso.jpg" alt="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Feliz Ano Novo! </strong>De novo! Afinal, nada melhor que um Réveillon bastante agitado, com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hhbXBhbmhlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">champanhe<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e ao lado de familiares e amigos de longa data para reforçar o compromisso de vencer, fazer melhor e ir mais longe. Foi assim com você? Época de promessas ocas e desejos exagerados, a virada de ano também traz alento, esperança e motivos de alegria. Afinal, a vida segue – razão máxima para comemorar.</p>
<p>Além dos usuais votos de paz, prosperidade, alegria e sucesso, tenho o costume de desejar a todos os amigos e familiares que o Ano Novo seja repleto de desafios. Ora, o que seria de nossas realizações não fossem os desafios que somos obrigados a enfrentar? São eles que nos fazem crescer e melhorar nossas habilidades; são eles que nos lembram do quanto somos capazes de “dar a volta por cima” ou de improvisar, resolver.</p>
<p><strong>Desafio e autossabotagem</strong><br />
Tenho para mim que desafio é uma palavra intimamente relacionada a risco e oportunidade. Tente se lembrar das suas principais conquistas nos anos passados. Como as atingiu? Foi fácil? Precisou de ajuda? Provavelmente, você teve de enfrentar alguma situação nova, inesperada ou ao menos diferente. Observando os acontecimentos do dia a dia dá pra perceber que ao removermos os riscos de nossas vidas, eliminamos também as oportunidades.</p>
<p><span id="more-5532"></span>O que fazer? Esconder-se nas desculpas tipo <em>“Isso não acontece comigo”</em> ou <em>“Papo furado de autoajuda”</em> costuma funcionar bem, mas até certo ponto apenas. São muitas as figuras que preferem posar, passar uma imagem inabalável, agradável, quando na verdade sofrem problemas pessoas de perigosas consequências. Para estes, a zona de conforto consiste em “deixar rolar”, mesmo que não haja nada de confortável no passar dos dias. A isso <a title="Leia mais sobre autossabotagem" href="http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/autossabotagem-compromete-crescimento-profissional-417365.shtml" target="_blank">alguns especialistas chamam autossabotagem</a>.</p>
<p><strong>Arriscar mais ajuda. Ser mais preciso também. </strong>Aproveite que a energia que o Ano Novo injetou em sua vida e encare as atitudes transformadoras que tanto empurrou com a barriga no passado. Sugiro que você encare o desafio de realmente mudar sua vida e:</p>
<ul>
<li><strong>Gaste sua energia criando objetivos mais concretos e menos abstratos.</strong> Muitos brasileiros colocam como meta do ano “entrar em forma”. Muito abstrato. Prefira apontar ações mais diretas, como: caminhar 30 minutos diariamente ou correr 20 minutos, duas vezes por semana. Outro exemplo: troque a meta “gastar menos” por anotar durante 30 dias suas receitas e despesas do período;</li>
<li><strong>Pare de temer o fracasso como se errar fosse um pecado. </strong>Prefira cercar-se de informação, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uaGVjaW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">conhecimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e aceite riscos calculados. Para cada objetivo proposto, experimente pontuar o que de melhor pode acontecer, o que de pior pode acontecer e o que tem mais probabilidade de acontecer. Se o cenário lhe agradar, faça! É como fazem os gestores profissionais antes de tomar uma decisão. Funciona;</li>
<li><strong>Agrade menos os outros e mais a si mesmo.</strong> Reconhecimento é fundamental, mas quando é exagerado só serve para evidenciar a presença de baixa autoestima. Continue sendo uma pessoa “boa praça”, de bom convívio, mas que prioriza também suas metas e não só o bem-estar do próximo. Cuidado com a interpretação de texto: estou dizendo que você precisa fazer sempre mais que o possível pelo bem, mas deve incluir seus desejos nessa missão. Só você sabe o quanto você é importante;</li>
<li><strong>Experimente mais e melhor as vitórias.</strong> É comum notar um acúmulo de energia no planejamento e tentativa de explorar a oportunidade do tipo “bola da vez”. Ficamos obcecados pelo “grande passo” e nos esquecemos de comemorar os pequenos passos. Alguém certa vez disse que <em>“as grandes tacadas dão fama, as pequenas dão grana”</em>. Quebre seus grandes sonhos em pequenas metas, várias delas, e comemore cada vez que atingi-las.</li>
</ul>
<p>Não sei se percebeu minha intenção com as provocantes ações que propus. É simples: todas elas são perturbadoras na medida em que alteram completamente nosso <em>“modus operandi”</em>, nossa programação mental padrão. Elas representam, pois, um desafio. E como todo bom desafio, há o risco de que nada disso funcione para você &#8211; e você me tenha como um sonhador &#8211; e de que os resultados apareçam logo e com frequência maior do que você imaginava &#8211; e terei dito apenas o óbvio. Prefiro assim.</p>
<p>Finalmente, se nada disso fizer sentido, deixo aqui minha última tentativa de sensibilizá-lo para a importância dos desafios e da exposição ao não usual: experimente ler <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YmlvZ3JhZmlhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">biografias<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de pessoas que você admira, seja pela riqueza, beleza ou impacto na mídia. Mas prepare-se para passagens dolorosas, tristes, pesadas. Repare em quantos e quão difíceis foram os desafios da personalidade escolhida. As pessoas bem-sucedidas – aquelas que inspiram outras com sua história – são lembradas porque arriscam mais que a média. <strong>O desafio de viver precisa valer a pena!</strong></p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama entrevista: Leandro Morais, co-fundador da B2ML Sistemas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/18/dinheirama-entrevista-leandro-morais-co-fundador-da-b2ml-sistemas/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 16:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama conversa com Leandro Morais, da B2ML Sistemas, sobre empreendedorismo e empresas incubadas, tratando da sua importância para o empresário, suas vantagens e desvantagens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Leandro Morais, co-fundador da B2ML Sistemas" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_entrevista_leandro_morais_B2ML.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Leandro Morais, co-fundador da B2ML Sistemas" hspace="2" vspace="2" align="left" />A <strong><a title="Conheça a B2ML" href="http://www.b2ml.com.br/" target="_blank">B2ML Sistemas</a></strong> é uma empresa especialista em soluções de <em>cloud computing</em> em <em>Java</em> que se desenvolveu dentro da <a title="Conheça a INCIT" href="http://www.incit.com.br/incit/Pagina.do" target="_blank">INCIT</a> &#8211; Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá. Decidimos entrevistar Leandro Morais, diretor da empresa, para falar sobre o processo de incubação e de formação de novas empresas, abordando questões que podem ajudar você e a sua empresa a dar o próximo passo em direção ao sucesso.</p>
<p>Se você desconhece o conceito de Incubadora de empresas, leia o artigo que já publicamos para entender<a title="Entenda melhor o funcionamento das incubadoras" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/14/dinheirama-entrevista-mauricio-bitencourt-consultor-da-incit/"> o que é uma incubadora de empresas</a> e qual a sua importância no cenário de desenvolvimento econômico nacional. Aproveite a leitura e sinta-se à vontade para fazer perguntas e criar uma discussão em torno deste tema em nosso espaço de comentários.</p>
<p><strong>Leandro Morais</strong> é engenheiro da computação e mestre em engenharia de produção com ênfase em tecnologia pela Universidade Federal de Itajubá. É co-fundador e diretor de novos negócios da <a title="Conheça melhor a B2ML Sistemas" href="http://www.b2ml.com.br/" target="_blank">B2ML Sistemas</a>, empresa graduada da <a title="Conheça a INCIT" href="http://www.incit.com.br/incit/Pagina.do" target="_blank">INCIT</a>. Faz parte do conselho diretor da Mútuos Inteligência em Compras e da Web-de-resultado, duas promissoras start-ups brasileiras. O premiado software de plano de negócios <strong><a title="Conheça e baixe o Empreenda" href="http://www.empreendacomsucesso.com.br" target="_blank">Empreenda</a></strong> é parte dos produtos da B2ML Sistemas.</p>
<p><span id="more-5270"></span><strong>Você é sócio de uma empresa que recebeu muitos prêmios durante o processo de incubação. Você acredita que se você e seus sócios tivessem iniciado a empresa sem o apoio da incubadora teriam alcançado o mesmo sucesso?</strong></p>
<p><strong>Leandro Morais (LM):</strong> Não acredito que a B2ML teria sucesso se não tivesse passado pelo processo de incubação. O que o público de fora vê são os prêmios, o crescimento, os novos clientes etc. Nós vemos isso, mas também os erros que tivemos, o aprendizado ao longo dos anos, entre outras coisas.</p>
<p>Sem a incubadora, nós teríamos quebrado no primeiro revés. O ambiente de incubação nos ajudou muito em um processo duríssimo de aprendizado com os erros, da tentativa e da experimentação. Tudo isso foi muito importante para ganharmos experiência e amadurecermos a nossa visão empreendedora.</p>
<p><strong>A incubadora de empresas é um local de desenvolvimento de ideias, produtos, empresas, empreendedores etc. Olhando sob este ponto de vista, ela aparenta ser ideal para o desenvolvimento de todo e qualquer tipo de empreendimento. Isso é verdade? Qual a sua opinião sobre o assunto?</strong></p>
<p><strong>LM:</strong> Eu acredito que alguns negócios podem se desenvolver melhor com o processo de incubação do que outros. O perfil do empreendedor também afeta diretamente este aproveitamento. Empreendedores inexperientes, como nós éramos, cresce, ganham experiência e aprendem muito mais dentro de uma incubadora do que aqueles com mais prática. O que eu digo é que a incubadora acrescenta mais para os menos experientes e eu vejo isso como algo natural e alinhado com o papel dela.</p>
<p>Em termos de negócios é a mesma coisa: a incubadora ajuda no nascimento da empresa, mas também cobra o seu preço. Você precisa dar algumas contrapartidas, o tempo dela nem sempre é o tempo de mercado etc. Além disso, nem todas as incubadoras são para todo tipo de negócios. Pelo contrário, a maioria das incubadoras atende algumas linhas específicas como biotecnologia, design, tecnologia etc.</p>
<p><strong>De acordo com a sua experiência pessoal na incubação de empresas, quais os pontos positivos de fazer parte desta organização? E quais são os pontos negativos, aqueles que atrapalham o empreendedor em seu dia-a-dia?</strong></p>
<p><strong>LM:</strong> A incubadora é um ambiente muito fértil. Se você souber extrair tudo que pode de lá, você consegue muita coisa positiva. No meu caso específico, eu aproveitei muito os cursos de gestão oferecidos pela incubadora, a infraestrutura fornecida, a rede de contatos, a participação em eventos e a visibilidade do programa de incubação de Itajubá.</p>
<p>Eu vejo como ponto negativo a questão do time. O mercado é mais veloz que a resposta da incubadora em algumas ocasiões. Acontece também que em alguns momentos temos que participar de alguns eventos de divulgação da incubadora que eu considero importantes e necessários, mas que acabam tirando o foco. Mas, os pontos positivos certamente são maiores que os negativos. Até porque se não fosse assim não existiria fila de empreendedores querendo participar do processo.</p>
<p><strong>E quais são, em sua opinião, os fatores que mais influenciam na aprovação de uma empresa durante o processo seletivo de uma incubadora?</strong></p>
<p><strong>LM:</strong> Para uma empresa entrar numa incubadora como a INCIT, os empreendedores precisam ter boa capacidade técnica e perfil empreendedor. Além disso, o negócio tem que ser inovador e com um bom potencial de crescimento. Basicamente, a incubadora vai analisar se o produto é inovador e tem potencial de mercado e também se os empreendedores têm capacidade de executar o que está no plano de negócios.</p>
<p><strong>Para quem você indica a inscrição em um processo seletivo como esse, para participar do processo de uma incubação de empresas?</strong></p>
<p><strong>LM:</strong> Eu indico a incubadora para jovens empreendedores com boas ideias, mas que ainda precisam se desenvolver em termos de gestão e mercado. A incubadora é uma escola. Se o empreendedor já é experiente e possui recursos e contatos desenvolvidos, o papel da incubadora diminui consideravelmente. Gosto muito desse modelo de incubadora que foca sua atuação em recém-formados e estudantes de pós-graduação. Esse público consegue tirar muito conhecimento e resultado de um processo de incubação.</p>
<p><strong>É muito comum vermos, em incubadoras, empresas que buscam e necessitam de investimentos externos, como investimento anjo, <a title="Entenda como funciona o capital de risco" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/29/entendendo-como-funciona-o-capital-de-risco-venture-capital/">venture capital (capital de risco)</a> etc. A sua empresa também procurou por esse tipo de investimento? Qual a sua visão, e também de seus sócios, sobre esse tipo de investimento? Algum companheiro de incubadora recebeu esse aporte financeiro? Como foi a experiência?</strong></p>
<p><strong>LM:</strong> Os investidores são importantíssimos para o desenvolvimento de negócios inovadores. Eles funcionam muitas vezes como uma alavanca para o negócio, trazendo não só investimento, mas também conhecimento mercadológico e rede de contatos. Porém, o momento de passar por um aporte varia de empresa para empresa e algumas nem precisam.</p>
<p>No caso de fábricas de softwares como a nossa, os investimentos são mais comuns em uma fase mais consolidada do negócio. Por isso, ainda não buscamos investidores para a B2ML. Outras empresas incubadas e até a Mútuos e a Web de resultado, empresas de que faço parte do conselho diretor, têm, no momento, um perfil atual mais aderente a investidores externos.</p>
<p>Temos na incubadora alguns casos sim. O que dá para perceber é que o “negócio aportado” ganha outra dimensão e, geralmente, passa por uma boa revisão no modelo de negócios e também por um processo de profissionalização. Estou certo que os meus colegas empreendedores da INCIT estão satisfeitos com os novos sócios e eu torço muito para que eles tenham muito sucesso.</p>
<p><strong>Leandro, acredito que tivemos uma conversa bastante enriquecedora. Muito obrigado pela disponibilidade e pela atenção de dividir sua experiência conosco. </strong></p>
<p><strong>LM:</strong> É sempre um prazer falar sobre a B2ML, empreendedorismo e inovação e uma honra conversar com o Dinheirama. Estou à disposição para novos bate-papos!</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>TV Dinheirama: O que é ser Empreendedor?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/01/tv-dinheirama-o-que-e-ser-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual a definição de empreendedorismo que você mais gosta? O que é ser empreendedor de verdade? É possível empreender na empresa onde trabalha? Na vida?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: O que é ser Empreendedor?" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/tv_dinheirama_empreendedorismo_logo.jpg" alt="TV Dinheirama: O que é ser Empreendedor?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O tema empreendedorismo vem sendo continuamente abordado por revistas, sites e programas de televisão de todo o mundo, mas ainda restam muitas dúvidas sobre o que é de fato ser empreendedor. Alguns autores simplificam muito, outros complicam demais. <strong>Bruno Biscaia</strong>, nosso editor de empreendedorismo, prefere uma explicação mais coerente, objetiva, que privilegia nossa capacidade de fazer mais e melhor seja onde e como for. Assista ao breve video da <strong><a title="Acesse e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> e conheça melhor a nossa opinião através das palavras do Bruno.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dZgXS1Pbk4w">httpv://www.youtube.com/watch?v=dZgXS1Pbk4w</a></p>
<p>Importante: Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Acesse e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. A gravação tem caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>É possível conciliar tempo, dinheiro e família?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/05/05/e-possivel-conciliar-tempo-dinheiro-e-familia/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/05/05/e-possivel-conciliar-tempo-dinheiro-e-familia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Trabalhar demais representa menos tempo com a família. Trabalhar pouco significa menos reconhecimento e renda. Como conciliar trabalho, família e dinheiro? Isso é possível?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="É possível conciliar tempo, dinheiro e família?" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_dinheiro_familia_trabalho.jpg" alt="É possível conciliar tempo, dinheiro e família?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Rápido. Tudo tem acontecido muito rápido e as mudanças impostas pelas invisíveis leis do alto desempenho recaem cada vez mais intensas sob os ombros de muitas famílias. Participar dos momentos familiares, educar os filhos para a cidadania, praticar exercícios, sustentar hábitos saudáveis, destacar-se no trabalho e ainda manter uma vida social satisfatória parecem atividades impossíveis de serem realizadas de forma complementar. Para muitos, são mesmo.</p>
<p>A verdade é que ninguém gostaria que fosse assim, mas, ao mesmo tempo, poucos desligam o piloto automático por alguns instantes e se concentram em avaliar sua situação pessoal e profissional de forma séria, determinante. Prioridade. Esta é a palavra-chave ignorada por muitos e que gera infindáveis discussões a respeito de carreira, dinheiro e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvc3BlcmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">prosperidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Tais debates, sempre desgastantes, trazem a você meu desabafo.</p>
<p>Afinal de contas, é de se esperar que alguém equilibrado, coerente, afirme que sua prioridade é a qualidade de vida, a família e seus filhos. Não é. Estes são, cada vez mais, apenas pretextos para desafios profissionais cada vez maiores, mais complicados e exigentes. Está claro que trabalhar é mais do que uma opção, é um estilo de vida e uma necessidade. Trabalhar demais, no entanto, é uma escolha.</p>
<p><span id="more-4416"></span><strong>O desafio de viver!<br />
</strong>Confesso que abordar este assunto gera um certo desconforto. Tudo porque temos como modelo de sucesso empreendedores, profissionais e celebridades viciadas em trabalho, com famílias destroçadas, pouquíssimos amigos e muito pouco tempo de lazer. Também porque certas famílias evitam tratar de tais problemas, o que significaria mexer na sua zona de conforto.</p>
<p>Na era da comunicação, que ironia, presenciamos cada vez mais casamentos &#8220;remotos&#8221;. O marido aqui, a esposa e os filhos lá e um fim de semana para os momentos familiares. Alguns casais amigos meus afirmam, categoricamente, que o relacionamento só funciona com a semana os separando &#8211; ou, do contrário, a saudade seria menor e as discussões maiores e mais perigosas. E o número de separações/divórcios, que só tem aumentado? Que modelo de família queremos construir? Queremos construir família?</p>
<p><strong>Trabalhar demais é bom?<br />
</strong>Na raiz da questão está o cada vez mais pesado fardo do trabalho. Fardo? Pois é, muitos brasileiros têm no trabalho sua fonte de renda para o consumo e realização de desejos. O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> decorrente do trabalho serve, na maioria dos casos, para comprar, gastar e envolver-se na aparente sensação de liberdade e independência.</p>
<p>O resultado é que trabalha-se cada vez mais, com a certeza de que assim a família terá melhores oportunidades, mais felicidade e condições de prosperar como conjunto. E os pais dedicam-se ao trabalho durante 10, 12, 14 horas com esse nobre objetivo. Está na moda ser viciado em trabalho, ser <em>workaholic</em>. Aliás, parece que não está na moda ser &#8220;preguiçoso&#8221; segundo a <a title="Dinheirama Entrevista: Eduardo Cupaiolo - PeopleSide" href="http://dinheirama.com/blog/2010/03/25/dinheirama-entrevista-eduardo-cupaiolo-socio-da-peopleside/">visão do amigo Eduardo Cupaiolo</a>. Certo dia, os viciados descobrem que o filho cresceu, não os respeita como gostariam e que os planos foram dando lugar aos gestos consumistas.</p>
<p>Mas a justificativa está na ponta da língua: <em>&#8220;Se não for assim, me mandam embora e contratam outro&#8221;</em>, <em>&#8220;Sem todo esse esforço, nossos concorrentes vão ter mais destaque&#8221;</em>, <em>&#8220;Minha família compreende esses sacrifícios porque sabe que faço isso para que possamos ter mais qualidade de vida&#8221;</em>, <em>&#8220;Só cresce na empresa quem trabalha muito e se dedica aos jogos corporativos&#8221;</em> e por ai vai. Você e eu poderíamos preencher todo este espaço com desculpas deste tipo. Sugiro que faça uma reflexão a partir das perguntas:</p>
<ul>
<li>Você fica mais excitado com o seu trabalho do que ao lado de sua família e com os momentos ao lado de amigos?</li>
<li>Leva trabalho para casa? Para a cama? E nos finais de semana?</li>
<li>Sua família ou amigos desistem de esperá-lo quando sabem que você está vindo do trabalho?</li>
<li>Você fica impaciente e é pouco compreensivo com pessoas que tem outras prioridades além do trabalho? Como é para você ouvir <em>&#8220;As 17h não posso me reunir porque preciso sair para fazer meu treino de corrida&#8221;</em>?</li>
<li>Você fica irritado quando alguém pede para você trabalhar menos ou deixar de trabalhar por alguns instantes?</li>
<li>Você trabalha ou lê durante refeições?</li>
</ul>
<p><strong>Qual o legado deixado?<br />
</strong>Depois de muito trabalhar e se sacrificar, resta aceitar, já na hora de se aposentar ou durante a terceira idade, que a vida passou rápido e que o &#8220;possível&#8221; foi feito. O possível, que é bem diferente do importante, do relevante. O resto fica como puro desejo. Desejo de ter economizado e investido para ter mais durante a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YXBvc2VudGFkb3JpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">aposentadoria<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, de ter trabalhado menos para passar mais tempo com a família ou de ter praticado exercícios para minimizar os problemas de saúde, para ficar em poucos exemplos. Tudo isso já foi possível, mas não era relevante. Prioridade, lembra?</p>
<p><strong>Utopia?<br />
</strong>Eu passei por tudo isso. Cheguei a achar que passar por privações, experiências amargas de trabalho, ambientes corporativos recheados de tirania e problemas de saúde eram passos obrigatórios para uma vida plena, com dinheiro em caixa e possibilidades de realização pessoal/profissional. Fui na onda e acabei literalmente destruído. Depois percebi que nada disso é necessário para quem quer viver sua vida dentro dos limites do bom senso. De verdade.</p>
<p>Sem nenhuma vergonha, deixo aqui meu testemunho: morei cerca de 6 anos em São Paulo, de onde viajava de quatro a cinco dias por semana. Lá, começava a trabalhar às 8h e voltava depois de 20h para casa. Então tive um colapso no trabalho e problemas sérios de saúde. Meu casamento ruiu e veio a separação. Para alguns, eu tinha tudo (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">carreira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> promissora, reconhecimento, emprego, isso e aquilo). Na verdade, eu não tinha nada.</p>
<p>Então voltei para o sul de Minas, onde hoje programo minha agenda para no máximo dois dias fora de casa, acordo as 8h e trabalho das 9h às 17h, corro 50 km por semana e tenho uma alimentação balanceada. Finalmente estou vivo. Tenho tempo para manias, família, amor, livros, amigos, viagens e o que mais você imaginar.</p>
<p>Como vê, não sou demagogo. Babaquice por babaquice, prefiro a visão piegas de gente comum que encontra na vida simples inúmeras razões para ser feliz. Essa coisa de sucesso a qualquer custo, trabalho escravo e dedicação total ao trabalho pode torná-lo alguém muito influente, até rico e com muito patrimônio, está certo! Mas não inveje minha qualidade de vida e sossego. Prioridade, de novo, lembra? Uai…</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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