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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; despesas</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; despesas</title>
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		<title>O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/28/o-deslumbramento-financeiro-causa-dependencia-e-dividas/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/11/28/o-deslumbramento-financeiro-causa-dependencia-e-dividas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que faz o médico que ganha muito dinheiro com os plantões, mas ao mesmo tempo quer fazer residência e especializar-se? Ele sofre! O que planejamento financeiro tem com isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_deslumbramento_financeiro_causa_dependencia_dividas.jpg" alt="O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)" align="left" hspace="2" vspace="2" />Renato</strong> comenta: <em>“Navarro, sou médico recém-formado e estou vivendo uma situação angustiante. Depois de mais de seis anos estudando muito, tenho possibilidades de trabalhar em plantões e chego a tirar mais de R$ 10 mil por mês com relativa facilidade. Comprei carro esporte, viajei, estou curtindo muito, mas tenho que planejar minha residência (período em que ganharei pouco). Estou deslumbrado, mas ansioso porque sei que eu mesmo estou atrapalhando meus sonhos. E agora?”.</em></p>
<p>Embora seja um passo muito mais relacionado aos hábitos que à condição familiar, equilibrar desejos de consumo e necessidades de planejamento não é uma decisão simples de se colocar em prática. Fatores como educação, meio, relacionamentos, desejos represados e expectativas sociais costumam ser mais decisivas em nosso roteiro de consumo que o bom senso e a lógica.</p>
<p>Leve em conta um país recém-alçado à condição de “país com demanda interna sustentável” e você verá cada vez mais famílias “tirando o atraso” em relação ao consumo e à desigualdade social medida por bens e aparências – o que, diga-se, é legítimo e compreensível, embora financeiramente duvidoso.</p>
<p><span id="more-6840"></span><strong>Jovens são mais suscetíveis às pressões sociais</strong><br />
O contexto atual brasileiro, de economia previsível e sem inflação, cumpre papel de destaque na nova realidade econômica dos nossos jovens. A possibilidade de qualificar-se e as oportunidades do mercado de trabalho (nosso desemprego é de apenas 6%) criam condições ideais para a satisfação de desejos de consumo.</p>
<p>Acontece que jovem também é sinônimo de aprendizado, imaturidade, e muitos são os que criam compromissos financeiros maiores que suas capacidades e acabam por figurar como inadimplentes em muitas pesquisas. Os jovens são, de longe, os que têm <a title="Leia mais  no Estadão" href="http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/cresce-a-inadimplencia-entre-jovens-de-ate-30-anos/" target="_blank">mais problemas com o endividamento excessivo</a>, principalmente em decorrência das expectativas dos outros e sua necessidade de “fazer parte” do grupo onde está inserido.</p>
<p>Em outras palavras, quanto mais a renda aumenta, maior fica a demanda por comprovações sociais de pertencimento: a compra do carro, a troca do celular, a roupa da moda, os hábitos emulados dos ídolos, tudo isso representará despesas correntes cada vez maiores e mais profundas.</p>
<p><strong>O deslumbramento causa dependência</strong><br />
O exemplo do médico é, de certa forma, emblemático. Ainda jovem, ele tem a possibilidade de ganhar muito dinheiro com plantões, mas precisa confrontar essa realidade com o sonho de especializar-se em sua área de interesse. O dilema toma proporções alarmantes à medida que o médico decide usufruir plena e materialmente de seus recursos.</p>
<p>A elevada renda permite extravagâncias típicas dos jovens: comprar carros importados (esportivos, SUVs etc.), frequentar lugares caros e exclusivos (restaurantes, casas noturnas, shows etc.), viajar e por ai vai. A “vida perfeita”, qualquer jovem há de concordar. Será? O deslumbramento, no entanto, causa alguns efeitos interessantes:</p>
<ul>
<li><strong>Torna tudo isso cada vez mais banal</strong>, na contramão do que pensava o jovem quando decidiu exagerar. O carrão foi comprado “porque era possível comprá-lo e assim o sonho seria realizado”. Não funciona assim; logo o desejo por outro carro ainda mais exclusivo vai aparecer e ser a razão de tudo;</li>
<li><strong>Cria a falsa sensação de poder</strong>, na medida em que gera barreiras materiais claras entre o abençoado jovem rico e seus pares mais simples. A sensação é falsa simplesmente porque o ciclo é resumido pelo item anterior: aos olhos dos outros, o jovem é bem-sucedido, “tem tudo”; no íntimo, ele vive angustiado, querendo mais e mais;</li>
<li><strong>A ansiedade do deslumbramento desvia o foco das questões essenciais para o momento da carreira.</strong> O que fazer a seguir? Será que vou conseguir viver sem esse padrão de vida? Repare que não há nenhum julgamento de certo ou errado, apenas consequências de decisões tomadas. A angústia paralisa o jovem, que frequentemente precisa de ajuda para seguir a partir deste marco.</li>
</ul>
<p><strong>Despesas fixas e despesas variáveis</strong><br />
Repare que tudo aquilo que se ostenta pode, em certo momento, se tornar o problema que nos impede de crescer e ter ainda mais destaque. Essa conclusão é importante, porque temos a impressão de que atingir tais metas materiais significa ser atingir o sucesso. A questão, como é possível debater, é muito mais subjetiva e pessoal que definitiva.</p>
<p>A questão central, no entanto, não diz respeito ao padrão de vida em si, ao que se pode consumir com tanto dinheiro ou à renda em determinada idade. O que vale é como empregamos o dinheiro diante de duas análises objetivas:</p>
<ul>
<li><strong>Despesas fixas</strong>, ou todos os compromissos financeiros assumidos e contabilizados como de médio e longo prazos. Comprar um carro financiado em três, quatro anos implicará um pagamento mensal razoável durante todo esse período. Despesas com moradia, água, luz etc. também são frequentemente encontradas nesta categoria;</li>
<li><strong>Despesas variáveis</strong>, ou responsabilidades assumidas sem base frequente e que tem seus valores diferentes de um mês para o outro. O lazer, entremeado de saídas noturnas, viagens e alguns hobbies, é o exemplo perfeito para ilustrar esse item do orçamento.</li>
</ul>
<p><strong>Engessar o consumo compromete o padrão de vida</strong><br />
Observe seu controle financeiro e procure identificar onde está a maior parte de seus gastos. Você gasta mais com as despesas fixas ou variáveis? O ideal é ter o menor número (e menor valor) de despesas fixas, enquanto gerencia muito bem as despesas variáveis – não adianta apenas criar uma categoria “Outros” ou “Diversos” e lançar tudo lá.</p>
<p>Esse simples exercício já foi motivo de muita discussão entre meus amigos. De forma geral, o orçamento dos jovens deslumbrados normalmente apresenta duas falhas graves:</p>
<ul>
<li><strong>Bens de consumo duráveis, caros e com grande depreciação, geram despesas fixas elevadas.</strong> A prestação do carro esportivo e a decisão de morar em um bairro elitizado comprometem a renda mensal e criam uma barreira mental contra uma eventual necessidade de redução do padrão de vida. Como pagar as parcelas e despesas do <em>Hyundai Veloster</em> se a receita vai cair para quase zero no período da residência médica?</li>
<li><strong>Cada vez mais, despesas variáveis se tornam despesas fixas, quando o ideal seria o contrário.</strong> As saídas frequentes, as viagens, os hobbies cada vez mais caros, tudo isso passa a contar muito no orçamento mensal. Ainda que apenas mentalmente, a contabilidade para tudo isso passa a ser enraizada no orçamento e tais gastos passam para a categoria das despesas fixas.</li>
</ul>
<p><strong>As “coisas” não são quem você é!</strong><br />
Ou seja, a elevada receita causa bem-estar material imediato (o tal deslumbramento), mas gera um orçamento pesado e cada vez mais exigente. Utilizando o conceito de “profissão escalável”, lançado pelo escritor <strong>Nassim Taleb</strong>, autor do excelente livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21389447/?franq=247523" target="_blank">“A Lógica do Cisne Negro”</a>, isso significa que você terá que trabalhar cada vez mais para sustentar a alta dos gastos; e quanto mais trabalhar, mais vai querer possuir e provar.</p>
<p>O conceito também é apresentado por <strong>Robert Kiyosaki</strong>, autor de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a>, como “Corrida dos Ratos”. O deslumbramento, então, começa a se transformar em dívidas cada vez maiores e cujo único objetivo é sustentar sua posição social e profissional (e não completar suas lacunas pessoais e familiares). É divertido, mas cansa e custa caro.</p>
<p>Em termos financeiros, despesas fixas cada vez maiores somadas a despesas variáveis sem controle geram uma realidade financeira angustiante. Do ponto de vista social e emocional, esse deslumbramento cria dependência total do trabalho (receitas maiores) e dos outros (é preciso que haja plateia).</p>
<p><strong>Mas como fica o que você realmente é e quer?</strong> No caso do nosso amigo médico, como fica a especialização (residência)? Pois é, o assunto é bem polêmico e repleto de opiniões fortes. Mexer com quem acha que o dinheiro pode comprar tudo é sempre um desafio. Espero ter contribuído de forma enriquecedora para com o debate.</p>
<p>E você, o que acha disso tudo? Deixe seu comentário abaixo ou fale comigo no Twitter: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Orçamento &#8211; Como calcular o custo médio mensal de seu carro &#8211; Parte 1/2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/19/orcamento-como-calcular-o-custo-medio-mensal-de-seu-carro-parte-12/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisson de Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça e use uma planilha para calcular os custos de manutenção e uso de seu carro e veja se ele cabe no seu orçamento. Você pode mesmo ter um carro? Faça as contas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Orçamento - Como calcular o custo médio mensal de seu carro - Parte 1/2" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_orcamento_despesas_medias_mensais_com_carro.jpg" alt="Orçamento - Como calcular o custo médio mensal de seu carro - Parte 1/2" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das práticas administrativas mais importantes, em se tratando de controle financeiro, é a construção de uma boa planilha de fluxo de caixa. Compreender, portanto, como essa ferramenta pode auxiliar no bom andamento de suas finanças pessoais é essencial.</p>
<p>Basicamente, o fluxo de caixa permite controlar suas entradas e saídas de dinheiro (diariamente, semanalmente e por ai vai), tendo grande utilidade no planejamento financeiro. O fluxo de caixa oferece visibilidade para o futuro e permite analisar melhor o passado.</p>
<p>Para maiores detalhes sobre o assunto, sugiro os seguintes artigos que já publiquei: <a title="Entenda o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa" href="http://suasfinancaspessoais.blogspot.com/2011/06/entenda-o-balanco-patrimonial-e-o-fluxo.html" target="_blank">“Entenda o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa”</a>, onde explico a diferença entre ambos e <a title="O segredo do Sucesso Financeiro" href="http://suasfinancaspessoais.blogspot.com/2011/06/o-segredo-do-sucesso-financeiro.html" target="_blank">“O segredo do sucesso financeiro”</a>, que demonstra como o fluxo de caixa tem papel fundamental na construção de riqueza.</p>
<p><span id="more-6574"></span><strong>Quanto custa ter um carro?</strong><br />
Nesse contexto, o objetivo do presente artigo é <strong>apresentar um método que permite considerar as despesas relativas a um carro dentro de uma <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">planilha de fluxo de caixa</a></strong>. A aquisição de tal competência técnica permitirá:</p>
<ul>
<li>Auxiliar na tomada de decisão quanto à compra ou não de um carro;</li>
<li>Melhorar a análise das variáveis importantes na compra de um veículo;</li>
<li>Auxiliar no planejamento financeiro de forma a prevenir situações de endividamento devido a gastos com o carro.</li>
</ul>
<p>Para que esse objetivo seja alcançado, um roteiro simples será seguido neste artigo. Primeiro, serão descritos <strong>3 passos</strong> para que se possa calcular a despesa média mensal de um carro. Depois, esses 3 passos serão usados com o <a title="Faça o download de uma planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">auxílio de uma planilha</a>, disponibilizada gratuitamente para download. Finalmente, com o valor da despesa média mensal em mãos, será apresentado um vídeo demonstrando como incorporar esses gastos dentro de uma abordagem de fluxo de caixa: <a title="Leia a parte 2" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/21/orcamento-como-calcular-o-custo-medio-mensal-de-seu-carro-parte-2-2/" target="_blank">clique aqui para ver a segunda parte do artigo</a>.</p>
<p><strong>Cálculo da despesa média mensal do seu carro em apenas 3 passos</strong><br />
O que será exposto a partir de agora é útil tanto para quem <strong>já possui</strong> um carro como para aqueles que <strong>pretendem</strong> comprar um veículo, sendo essa compra (ou intenção de compra) à vista ou financiada. Faça o download da planilha <em><a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">“Despesas Médias Mensais do seu Carro”</a></em>, em Excel, e siga os passos abaixo para seu correto preenchimento. Obs: complete com valores apenas as células em azul.</p>
<p><a title="Faça o download da Planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/icon_excel.jpg" alt="Planilha Excel" />Planilha de Controle e Simulação de Despesas Mensais com o Carro</a> - Criada pelo <a title="Conheça o Prof. Elisson de Andrade" href="http://www.eandrade.com.br/" target="_blank">Prof. Elisson de Andrade</a>, esta planilha permite o controle de todas as despesas relacionadas ao seu carro e ajuda a avaliar quanto, além do valor do próprio veículo, você precisará ter para mantê-lo em sua garagem.</p>
<p><strong>Passo 1. Calcular a quilometragem média mensal e o consumo de combustível</strong><br />
Uma primeira informação para alimentar a planilha é saber quantos quilômetros se percorre (ou pretende percorrer), em média, por mês. Isso porque pessoas que andam mais com o carro certamente terão maiores despesas.</p>
<p>Uma sugestão de como proceder é zerar o marcador de quilometragem do carro e verificar, depois de uma semana, a distância percorrida. Com esse número em mãos, basta multiplicá-lo por quatro para obter uma estimativa da quilometragem percorrida por mês.</p>
<p>Porém, independentemente da forma desejada de medir essa variável, cabe salientar que quanto pior for esse cálculo, menos útil será o resultado final oferecido pela planilha, pois seus resultados não irão condizer com a realidade.</p>
<p>Com relação ao consumo de combustível, muitos motoristas sabem quantos quilômetros seu carro percorre com um litro. Porém, boa parcela das pessoas que possuem carro, ou querem ter um, não tem ideia desse valor. Cabe aqui uma breve explicação de como obter esse número:</p>
<ol>
<li>Complete o tanque do carro e zere o marcador de quilometragem;</li>
<li>Depois de alguns dias, em que o tanque estiver novamente próximo à reserva, complete-o novamente e anote quantos litros foram colocados no abastecimento;</li>
<li>Por fim, basta dividir a distância percorrida pelo carro durante esse tempo pelo volume de combustível abastecido.</li>
</ol>
<p>O resultado será expresso conforme exemplo: 10 quilômetros por litro. Esse valor que será usado na <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">planilha</a>. Para aqueles que estiverem apenas na intenção de comprar um carro, uma saída é perguntar ao vendedor ou a um especialista. Por último, basta pesquisar o preço por litro do combustível utilizado no carro em um posto de gasolina.</p>
<p><strong>Passo 2. Levantamento das despesas fixas (que não dependem da quilometragem)</strong><br />
Muitas despesas relativas a um carro não dependem da quilometragem. No arquivo em Excel de <em>“Despesas Médias Mensais”</em>, preencha os itens das despesas fixas em valores anuais. Isso significa, por exemplo: somar o valor total pago pelo seguro do carro e IPVA em dado ano, multiplicar por 12 a mensalidade do estacionamento e gastos mensais com pedágio e assim por diante.</p>
<p>Muito interessante também seria incorporar no item <em>“OUTROS”</em> uma <strong>expectativa</strong> de gastos com pequenos reparos, pagamento de franquias em caso de acionamento do seguro, eventuais multas de trânsito, dentre outros. Como são eventos incertos, é difícil chegar a um valor exato. Sugestão: dependendo do veículo, considerar um gasto estimado entre R$ 50,00 e R$ 200,00 por mês pode ser interessante.</p>
<p>Atenção especial ao preenchimento da <em>“Parcela do Financiamento”</em>. Seu valor já nos é informado ao mês, devendo ser inserido desta forma na <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">planilha</a>, sem transformação alguma. Para compras à vista, esse valor será zero.</p>
<p><strong>Passo 3. Levantamento das despesas variáveis (que dependem da quilometragem)</strong><br />
Algumas despesas dependem da quilometragem, significando que quanto mais se usa o carro, maiores elas serão. A mais óbvia é o gasto com combustível. Na planilha, esse valor já aparece automaticamente, não sendo necessário seu preenchimento. As demais despesas variáveis, como troca de óleo, alinhamento, balanceamento, amortecedores e etc. necessitam ser informadas na planilha. Tais informações se referem a:</p>
<ul>
<li><strong>Quilometragem (km) em que ocorre a despesa.</strong> É necessário pesquisar os dados referentes ao seu carro, conforme os exemplos a seguir: a troca de óleo deverá ser feita a cada <strong>X</strong> quilômetros; a troca dos pneus a cada <strong>Y</strong> quilômetros; troca dos amortecedores a cada <strong>Z</strong> quilômetros etc. Tomando-se esses exemplos, os valores de <strong>X</strong>, <strong>Y</strong> e <strong>Z</strong> é que deverão ser preenchidos na planilha;</li>
<li><strong>Valor do serviço prestado. </strong>Da mesma forma que no item anterior, é necessário levantar algumas informações, conforme os exemplos: cada troca de óleo custará <strong>X</strong> reais; ao trocar os quatro pneus serão gastos <strong>Y</strong> reais; a troca dos amortecedores custará <strong>Z</strong> reais etc. Usando dos exemplos, os valores de <strong>X</strong>, <strong>Y</strong> e <strong>Z</strong> são exatamente os dados que deverão ser preenchidos na planilha.</li>
</ul>
<p><strong>Importante:</strong> esses valores dependem de diversos fatores, que deverão ser estimados para o <strong>seu</strong> carro. Tente ser bem específico na sua pesquisa e levantamento de valores.</p>
<p><strong>Resumo das despesas</strong><br />
Finalizado o terceiro passo, clique no botão <em>“Ir para Resumo das Despesas”</em>. O valor da <em>“Despesa Média Mensal Total”</em> é um somatório de todas as despesas médias mensais calculadas durante a planilha. Esse será o valor utilizado para o planejamento do fluxo de caixa, a ser demonstrado na segunda parte deste conteúdo (em um próximo artigo).</p>
<p>Uma segunda informação do <em>“Resumo das Despesas”</em> é a multiplicação da despesa média mensal por 24, dando uma ideia de quanto do seu fluxo de caixa será afetado em relação ao carro nos próximos dois anos. Cuidado para não cair da cadeira!</p>
<p>Continuamos nossos cálculos e análises com um vídeo explicando a aplicação da planilha. Acesse <a title="Orçamento - Como calcular o custo médio mensal de seu carro - Parte 2/2" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/21/orcamento-como-calcular-o-custo-medio-mensal-de-seu-carro-parte-2-2/" target="_blank">&#8220;Orçamento &#8211; Como calcular o custo médio mensal de seu carro &#8211; Parte 2/2&#8243;</a> e assista. Para tirar proveito do conteúdo, <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">baixe a planilha</a> e vá se habituando com ela. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elisson de Andrade</b>.<br>

Doutorando em Economia Aplicada pela ESALQ-USP, professor universitário nas áreas de Matemática Financeira, Mercado de Capitais e Finanças Pessoais, responsável pelo blog Suas Finanças Pessoais. Oferece ainda um curso gratuito sobre Etapas do Planejamento Financeiro via e-mail, bastando apenas cadastrar-se no site.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento, a arma contra os imprevistos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 17:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos grandes inimigos das finanças pessoais é a má utilização de alguns instrumentos financeiros vistos como tábua de salvação por alguns, em determinados momentos do mês. O grande problema é que com tanta utilização de ferramentas como cheque especial e cartão de crédito, o valor de desse (falso) dinheiro passa a compor parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Planejamento, a arma contra os imprevistos" href="http://www.istockphoto.com/index.php?refnum=j0sefino" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-535" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/03/dinheirama_calculadora_financeira_dia_a_dia.jpg" alt="Planejamento e dinheiro no bolso!" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a>Um dos grandes inimigos das finanças pessoais é a má utilização de alguns instrumentos financeiros vistos como tábua de salvação por alguns, em determinados momentos do mês. O grande problema é que com tanta utilização de ferramentas como cheque especial e cartão de crédito, o valor de desse (falso) dinheiro passa a compor parte da renda das pessoas.</p>
<p>Crédito não é <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:dinheiro">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em caixa, fica fácil concluir. Mas a prática é bem diferente. O que você acharia de ter sua própria linha de crédito com juros mais baixos? Talvez a resposta para a pergunta seja óbvia. Sem dúvidas, ter uma linha de crédito pessoal pode suprir os apertos e servir como boa opção para fugir do pagamento dos enormes juros cobrados pelas instituições financeiras.</p>
<p><strong>Fundo de reserva, uma necessidade</strong><br />
E se, ao invés de pagar juros baixos, você pudesse arcar com as surpresas da vida sem a ajuda dos bancos ou financeiras? A vida é feita de surpresas que, dia após dia, transformam o futuro de muitos por pura falta de conhecimento das possibilidades, é verdade, mas é possível estar preparado. Duvida?</p>
<p><span id="more-608"></span>O ato de planejar e idealizar o futuro não é uma ciência exata, mas facilita os atos de perceber e mensurar as chances de algo imprevisto acontecer. Contar com o ovo antes da galinha, com o crédito antes da necessidade de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:educação+financeira">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, passou a ser o mais natural, levando milhares de pessoas para o endividamento desnecessário.</p>
<p>Algumas perguntas devem fazer parte do cotidiano de quem planeja o futuro, encarando a possibilidade de surgirem imprevistos com seriedade:</p>
<ul>
<li>Se você perder seu emprego, por quanto tempo sua família manteria o padrão de vida?</li>
<li>Seu plano de saúde cobre todas as suas necessidades? Você seria capaz de mantê-lo, mesmo desempregado?</li>
<li>Qual seria sua atitude diante de um dinheiro inesperado? Pagaría dívidas, compraria bens ou investiria no seu futuro?</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Não acredite cegamente nas previsões seguras publicadas por aí. Acredite somente que teremos crises de tempos em tempos e que, se você tiver zero de reservas, a crise o afetará 100%&#8221; <strong>(Stephen Kanitz)</strong></p></blockquote>
<p>Reflita sobre as palavras de Kanitz. Acaba que aqueles que tem reserva financeira acabam usando-na para outros fins: educação dos filhos, a formatura, o carro, a própria aposentadoria, por exemplo. Mas, dificilmente, param para observar o quanto as desventuras podem modificar suas vidas.</p>
<p><strong>Ninguém admite a possibilidade de uma emergência. </strong>Nós apenas a aceitamos e gostamos de passar a impressão de ter as coisas sob controle, não é assim? O nosso amigo <a title="Blog do Beto Veiga" href="http://www.betoveiga.com/blog/index.html" target="_blank">Beto Veiga</a> lembra muito bem que o dinheiro é o principal motivo de discussão entre as famílias, citando uma pesquisa realizada pela <a title="Revista Veja" href="http://www.veja.com.br/" target="_blank">Revista Veja</a>.</p>
<p>Na situação de perda do emprego, a recolocação pode levar de seis meses a um ano. Ou mais, é claro. Como se manter nesse período? Quando não temos um bom &#8220;pé de meia”, as chances de aceitar um trabalho inadequado são muito grandes. Isso para não dizer das privações familiares. E no caso de necessidade por motivo de saúde? Impossível adiar.</p>
<p>Fazer seu planejamento e investir na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:cerbasi+bussinger">estabilidade financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> lhe garantirá uma vida mais confortável. Além disso, enfrentar com mais serenidade períodos turbulentos e realizar planos/objetivos de longo prazo se tornam tarefas mais interessantes.</p>
<p><strong>Roteiro para gerenciar suas finanças</strong><br />
Cuidar bem de nossas finanças é possível e sei que você sabe disso. Com um pouco de boa vontade e comprometimento é possível manter um planejamento correto, realista e, ainda assim, manter a visão de futuro. Que tal seguir esses 6 passos, para gerenciar suas finanças?</p>
<p><strong>1. </strong>Estabeleça seus objetivos. Seja realista, leve em conta seus sonhos, suas necessidades e defina metas de curto prazo (até 1 ano), médio prazo (até 5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos)</p>
<p><strong>2. </strong>Faça uma análise da sua situação patrimonial atual e de fluxo de caixa. De onde vêm seus ganhos (salário, benefícios, rendimentos etc)? E suas despesas (alimentação, educação, moradia, lazer, juros, seguros, impostos etc)? Quais são seus ativos (aplicações financeiras, bens móveis e imóveis, outros investimentos etc)? E seus passivos (dívidas, obrigações etc)?</p>
<p><strong>3. </strong>Defina o horizonte do seu planejamento. Detalhe ao máximo seus próximos dois anos, experimente resumir seus cinco anos seguintes e vislumbre o futuro.</p>
<p><strong>4. </strong>Defina seu perfil de investidor. Analise sua tolerância aos riscos visando adequar seus investimentos à sua personalidade.</p>
<p><strong>5.</strong> Elabore um plano realista para seus ganhos e despesas futuras, com base na sua situação atual e nos objetivos estabelecidos. Priorize as necessidades, mas sem esquecer os desejos. Também leve em conta a evolução familiar, sua evolução profissional e o cenário econômico.</p>
<p><strong>6. </strong>Elabore um plano de investimentos baseado no seu fluxo de caixa, levando em conta os objetivos definidos para curto, médio e longo prazo. Priorize o os objetivos de longo prazo. Reveja o plano, confrontando-o com os seus objetivos e certifique-se de que ele atende suas necessidades e sonhos</p>
<p>Não é tão difícil! Sim, dá trabalho, mas não é algo complicado. Assim você evita problemas financeiros inesperados e mantém seu presente (e futuro) sobre controle. Seu comprometimento é tudo, lembre-se sempre disso. Nós do Dinheirama estamos aqui, caso necessite de auxilio. Até sexta.</p>
<p>Fontes usadas na criação deste artigo: <a title="Revista Veja" href="http://www.veja.com.br/" target="_blank">Revista Veja</a> e <a title="Portal Financenter" href="http://www.financenter.com.br/" target="_blank">Portal Financenter</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <a href="http://www.dinheirama.com"><em>Dinheirama</em></a>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Marcio Eugenio" href="http://marcioeugenio.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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