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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; dinheiro</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; dinheiro</title>
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		<title>Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/24/sustentabilidade-insistimos-em-aperfeicoar-uma-roda-quadrada/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 14:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sustentabilidade é pra valer ou apenas continuamos a viver o extrativismo nômade da antiguidade, agora com um nome mais atual? Como lidamos com a atual estrutura de poder?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_sustentabilidade_insistimos_aperfeicoar_roda_quadrada.jpg" alt="Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A memória extrativista nômade, legado de nossos ancestrais mais longínquos, perpetuada durante toda a Antiguidade e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SWRhZGUrTSVFOWRpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">Idade Média<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e remodelada durante a Idade Moderna continua a exercer uma forte influência sobre as relações de poder e o modo de produção vigentes. Se por um lado nossa supremacia como espécie foi viabilizada pelo extrativismo nômade por milhares de anos, hoje ele representa o maior obstáculo à continuidade da nossa espécie.</p>
<p>Apesar de, historicamente, não sermos mais considerados extrativistas nômades desde o Período Neolítico (8.000 A.C. – 4.000 A.C.), essa característica vem nos acompanhando desde o aparecimento do Homem sobre a Terra. Buscamos os recursos (naturais, gente, dinheiro), os usamos até a exaustão e partimos para novos lugares (regiões, mercados, instituições).</p>
<p>Assim como o Homem extrativista nômade do Período Pré-Histórico era basicamente um coletor, durante a Antiguidade, Idade Média, Idade Moderna e Contemporânea, os grandes centros de poder também funcionaram e funcionam até hoje como grandes coletores.</p>
<p><span id="more-7646"></span>Sim, esses centros eram fixos, como foi o caso do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW1wJUU5cmlvK1JvbWFub18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">Império Romano<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas seus braços se estendiam sobre outras regiões para subjugá-las e extrair (sem repor) todo o tipo de riqueza que essas regiões poderiam oferecer: minerais, mão de obra, capital, recursos naturais e etc. E, quando uma dessas regiões era totalmente exaurida, esses braços se mudavam para outras regiões – daí o conceito de nomadismo.</p>
<p><strong>Somos assim?</strong><br />
O extrativismo nômade assumiu várias formas durante todos esses anos: Imperialismo, Colonialismo, Globalização. Talvez um grande exemplo de extrativismo nômade que podemos observar atualmente aqui no nosso país é esse interesse “súbito”, principalmente por parte das instituições financeiras, pelas classes C e D, ou até mesmo o pré-sal.</p>
<p>O grande problema do extrativismo nômade é, como o próprio nome diz, a extração sem a devida reposição, o que gera o esgotamento de um recurso, de um povo, de um grupo, para saciar a fome de poder ou recursos de um ente maior – que, ao perceber esse esgotamento, redireciona a sua atenção e esforços para outros lugares (ou pessoas) que possam ser igualmente explorados.</p>
<p><strong>A expectativa de vida aumenta os perigos da exploração!</strong><br />
A questão é que agora temos “um tal de longo prazo” que afeta diretamente essa equação extrair/esgotar/redirecionar. Nos últimos 200 anos, ganhamos um excedente de vida de impressionantes 30 anos. A curva de expectativa de vida humana é algo que se manteve praticamente estável até o final da Antiguidade, quando vivíamos em torno de 20 anos. Durante toda a Idade Média chegávamos aos 30, 35 anos.</p>
<p>E, de repente, a partir do século XIX essa curva entra numa ascendente vertiginosa, chegando hoje aos 75 anos. Se fôssemos traçar uma curva de tendência, hoje estaríamos vivendo em torno de 45 anos – e neste caso, caro leitor, eu não estaria escrevendo esse artigo, primeiro porque não estaríamos enfrentando o desafio que me levou a escrever o artigo e segundo porque eu provavelmente já “não estaria mais aqui”.</p>
<p><strong>Onde isso vai nos levar?</strong><br />
Embasamos toda a nossa evolução no princípio de uma espécie de roda quadrada. E sinto que todo esse movimento em torno do tema <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VzdGVudGFiaWxpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">sustentabilidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que vemos hoje parece ter como objetivo aperfeiçoar a “quadradice” dessa roda para que o nosso trajeto seja mais suave.</p>
<p>Do meu ponto de vista, é urgente abandonar essa memória e sair questionando e quebrando todos os paradigmas que envolvem o modo de produção e as relações de poder vigentes para então começar a vislumbrar a possibilidade de se construir uma roda redonda. Essa sim, apropriada e adequada para dar continuidade ao nosso trajeto como espécie.</p>
<p>Gostaria de saber sua opinião sobre o tema. Como você vê a “evolução” das relações de poder, o capitalismo, a globalização e essa insistência nos mesmos modelos de extrativismo nômade de nossos ancestrais? Sente que algo precisa mudar? Use o espaço de comentários abaixo para alimentar a discussão. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/14/cinco-caracteristicas-das-pessoas-ricas-e-bem-sucedidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a realidade de pessoas ricas e bem-sucedidas e entenda porque suas características fazem tanta diferença em relação ao dinheiro e qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_cinco_caracteristicas_pessoas_ricas_bem_sucedidas.jpg" alt="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Helena</strong> comenta: <em>“Navarro, costumo me informar sobre dinheiro em casa e com amigos mais entendidos, mas muitas vezes sinto falta de aprender com pessoas realmente especiais nessa área &#8211; gente rica, mas no sentido da qualidade de vida, da liberdade e da construção de um futuro sempre favorável. Afinal, existe segredo para lidar com o dinheiro sem que ele seja sempre um problema? Obrigada”</em>.</p>
<p>Entender a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro tem proporcionado à nossa equipe excelentes reflexões. Uma delas particularmente me atrai: temos uma tendência natural a seguir a moda, baseando no consumo nossa referência de inclusão social – o resultado é que valorizamos muito as expectativas dos outros. Ao mesmo tempo, também tendemos a culpar os outros por nossos fracassos.</p>
<p>Fazemos mais e melhor porque é o que “esperam de nós” e quando algo “dá errado”, a culpa também é dos outros. Preferimos nos isentar das responsabilidades e apontar o dedo na direção do sistema. Frases tipo <em>“o preço estava ótimo”</em>, <em>“a promoção realmente valeu a pena”</em> e <em>“para ele é fácil falar, ele já nasceu rico”</em> são bastante comuns.</p>
<p><span id="more-7603"></span><strong>Quem é você para falar do MEU dinheiro?</strong><br />
No fundo, tudo o que queremos é manter as aparências em dia e os problemas bem escondidos, especialmente aqueles relacionados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Não se pode perceber, apenas olhando, quem está endividado. O dinheiro tem essa “vantagem” de ser assunto somente nas  horas em que desejamos abordá-lo. <em>“Do meu dinheiro, cuido eu”</em>, não é assim?</p>
<p>A zona de conforto torna os dias mais agradáveis e faz o tempo passar mais depressa, sem grandes sustos – sendo, pois, desejável. Trata-se de uma <a title="Leia mais" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/voce-mais-rico/2012/04/23/zona-de-conforto-outro-sinonimo-para-hipocrisia/" target="_blank">hipocrisia sem tamanho</a>, conforme escrevi no blog <a title="Leia mais" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a>. Enquanto as famílias financeiramente destruídas insistem em manter o assunto “dinheiro” lacrado em sua caixa preta, gente bem-sucedida prefere ver nele um instrumento de liberdade.</p>
<p><strong>Cinco principais características das pessoas ricas e bem-sucedidas</strong><br />
São muitas as referências sobre pessoas de sucesso disponíveis na Internet e em bons livros. Investigar seus hábitos revela muito sobre como essas famílias lidam com o processo de tomada de decisões. Em essência, há sempre diálogo, reflexões e envolvimento.</p>
<p>Achei por bem listar, dentre as muitas coisas que já li até hoje, pontos comuns no relacionamento entre bem-estar, dinheiro e conquista de sonhos. Confira, então, as características que mais admiro nas pessoas realmente ricas e bem-sucedidas:</p>
<p><strong>1. Vivem abaixo de suas possibilidades</strong><br />
Eles realmente levam a sério a <a title="Leia mais no Dinheirama" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>: gastar menos do que se ganha e aprender a investir para sustentar o padrão de vida por muito tempo. A principal questão diz respeito à consciência plena de que as condições de vida precisam ser preservadas para que ela seja aproveitada em todas as suas fases.</p>
<p>Assim, o padrão de vida não é visto como medida de riqueza, mas como meio de criar uma vida sustentável durante todas as suas etapas (nascimento dos filhos, estudos, formação profissional, construção de patrimônio, viagens, velhice, hobbies etc.). Viver com menos do que o possível é o que permite que as prioridades sejam respeitadas e os objetivos alcançados.</p>
<p><strong>2. Alocam tempo, energia e dinheiro de forma eficiente, visando a construção de riqueza</strong><br />
Nem tudo dará certo na primeira vez. Muitas decisões terão que ser adiadas. Alguns sonhos simplesmente terão que “esperar”. Tais afirmações não causam a ansiedade e angústia comuns àqueles acostumados a viver das aparências e mediante exigências sociais.</p>
<p>As famílias bem-sucedidas entendem que o diálogo em torno das finanças é o que permitirá que todos possam unir-se em torno dos objetivos comuns. Assim, dedicam tempo para ensinar e aprender sobre dinheiro (frequentam palestras, conversam em casa e leem sobre o tema), sempre colocando em prática o conhecimento adquirido.</p>
<p><strong>3. Acreditam que a liberdade é mais importante que o status</strong><br />
Ao viverem dentro de um padrão de vida razoável e inteligente, o que fazem é construir os meios para que esse padrão dure por muito tempo. Mais que isso, que as fases da vida sejam aproveitadas de forma plena, desde a criação de um filho até os cuidados com a saúde na terceira idade.</p>
<p>Os bem-sucedidos entendem que viver para parecer custa muito dinheiro e gera problemas emocionais bem profundos (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVwcmVzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">depressão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, angústia, tristeza crônica, sentimento de inferioridade etc.). Ter tudo, mas sentir-se vazio não é ser rico. Assim, o endividamento para consumo não é uma opção, mas apenas usado em casos emergenciais.</p>
<p>O foco é na geração de renda passiva e nas condições de desfrutar a vida de forma sempre abundante e confortável. A independência financeira conquistada a partir do equilíbrio entre consumo e investimento permitirá que a família jamais incorra em problemas de ordem financeira. Isso é ser livre!</p>
<p><strong>4. Buscam e aproveitam oportunidades</strong><br />
A vantagem de manter-se sempre bem informado é clara: fica mais fácil avaliar o que acontece na economia (mundial e local), no entorno familiar ou em sua cidade e, assim, tomar decisões mais inteligentes e voltadas para os objetivos anteriormente traçados.</p>
<p>Uma oportunidade de iniciar um novo negócio, a aquisição de um novo imóvel capaz de acelerar a geração de renda passiva (aluguel), uma revisão na carteira de ações criada com o objetivo de gerar dividendos, são vários os passos que o investidor inteligente e bem-sucedido pode tomar para aproximar-se de suas metas. E é justamente isso que eles fazem.</p>
<p><strong>5. Permitem que seus filhos lidem com a frustração e entendam seu valor</strong><br />
Somos frequentemente bombardeados com a ideia de que educar é também mitigar os riscos e permitir acesso simplificado a tudo o que conquistamos com alguma dificuldade. Uma espécie de redenção. Corremos o risco, no entanto, de criar jovens sem a conduta de valor apropriada para a vida adulta. Prejudicamos mais que ajudamos.</p>
<p>Aprender implica encarar as responsabilidades presentes em nossas decisões. Consequências são acionadas a cada caminho escolhido e é importante que possamos encará-las de forma aberta e corajosa. Errar, portanto, será uma constante, e o aprendizado a partir dos erros acaba sendo o verdadeiro diferencial para a tarefa de dar sequência a projetos de vida mais interessantes e duradouros.</p>
<p>Defender quem amamos das situações de aprendizado pelo erro pode ser reconfortante e prazeroso, mas é também perigoso. Ao acostumar nossos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3JpYXIrZmlsaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">filhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com o sucesso fácil e sempre presente, transformamos o fracasso em vilão. Essa cultura criará adultos manipuladores, exigentes demais, pouco flexíveis e incapazes de reconhecer o valor das coisas. Gente materialista, completamente o oposto do conceito de riqueza aqui exposto.</p>
<p><strong>Pra encerrar&#8230;</strong><br />
Espero que as reflexões propostas tenham serventia no seu aprendizado. Tenha em mente que para as <a title="Leia o Blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">pessoas realmente ricas</a> (o que passa longe de ser milionário ou coisa do gênero), <strong>o dinheiro é sinônimo de possibilidades</strong>, chances de ser melhor, mais livre e fazer mais. <strong>Para os endividados, dinheiro é apenas uma solução</strong>. A diferença é monstruosa.</p>
<p>Que tal discutirmos melhor o assunto? Fale comigo no Twitter – <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> – e também através do espaço de comentários do artigo logo abaixo. Educação financeira precisa ser um assunto mais discutido e valorizado. Concorda?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Festa de 15 anos: problema ou comemoração?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/10/festa-de-15-anos-problema-ou-comemoracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 01:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_festa_15_anos_problema_comemoracao.jpg" alt="Festa de 15 anos: problema ou comemoração?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tempo passa depressa&#8230; A garotinha cresceu e vai fazer 15 anos, uma tradição onde as jovens começam uma nova fase de sua vida. Essa tradição, iniciada na Europa, tornou-se popular no Brasil na década de 50. Depois, teve uma queda nos anos 80 e de 2000 para cá voltou com força total, reavivando as tradições de vestidos elaborados, valsa e as 15 velas.</p>
<p>As festas de Debutantes movimentam milhões de reais todo ano e aquecem o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das empresas de eventos. Eu já soube de festas que giraram em torno de 30, 50 e até 60 mil reais. A questão crucial a ser discutida aqui é: como a família lida com essa questão em seu cotidiano?</p>
<p>Gostaria que ficasse claro que não sou contra as festas! Meu papel aqui é questionar as infelizes circunstâncias em que muitas delas acontecem e propor um olhar mais real sobre essa data. Isso porque tenho ouvido muitas queixas e preocupações de pais divididos entre “posso, quero ou devo”? Assim, vamos entrar em contato com alguns pontos fundamentais:</p>
<p><strong>Conflitos familiares</strong><br />
As cobranças por uma grande festa de 15 anos são mais comuns do que imaginamos. Tendo muitas amigas comemorando o aniversário com eventos de grande porte, é natural a adolescente sonhar com algo parecido no seu dia.</p>
<p>Caso a família não tenha o hábito de conversar sobre a realidade financeira ou sobre o que pensam sobre esse tipo de festa, esse desejo da filha pode trazer conflitos para todos. Explico: quando os filhos são criados sem a noção do poder aquisitivo dos pais ficará mais complicado administrar os “nãos” e as frustrações.</p>
<p><strong>Falta de planejamento</strong><br />
Esse descuido acaba comprometendo o orçamento da família caso optem pela festa. Geralmente, os pais decidem pelo evento sem terem tido tempo necessário para orçamentos diversos com fornecedores de Buffet, convite, vestido, DJ e etc. A pressa e a euforia “mascaram” os custos.</p>
<p><strong>Endividamento</strong><br />
Com a intenção de realizar uma festa que atenda às altas expectativas da debutante ou dos próprios pais, a solução muitas vezes acaba sendo o empréstimo, algo perigoso quando mal calculado. Lembre-se que a comemoração terá a duração de algumas horas, mas as prestações bancárias estarão em sua planilha por meses!</p>
<p><strong>Seguir modelos</strong><br />
O mais grave é quando a opção pela festa passa pelo desejo de impressionar amigos e/ou familiares. O famoso <em>“não podemos ficar para trás”</em> faz com que se gaste o que não se tem para manter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3RhdHVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">status<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> social inexistente.</p>
<p>O interessante nesse cenário é que, se olharmos mais atentamente, as festas acabam perdendo seu sentido mais puro: a comemoração. Será que estarei tendo uma crise de saudade do tempo em que as festas eram mais simples, mais leves, mas muito mais reais e mais divertidas?</p>
<p>Vejo que é preciso ter a noção do comércio que gira em torno de tanta ostentação e ter discernimento para realizar festas dentro da realidade de cada um. É função do mercado de eventos criar necessidades e produções incríveis, mas cabe a nós consumidores encaixar tudo isso dentro do nosso orçamento familiar – isso faz parte da educação financeira.</p>
<p>A doutora em psicologia <strong>Laura Quadros</strong> diz que <a title="Leia mais " href="http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/noticias/Festa-de-15-anos--pais-nao-devem-fugir-da-realidade.shtml" target="_blank">os pais não devem fugir da realidade da família</a> para realizar o sonho da filha: <em>&#8220;Completar 15 anos é um rito e merece a celebração especial. Mas não recomendo vender um carro para bancar as despesas da festa&#8221;</em>. Caso a opção por uma grande festa fique inviável, por que não pensar em algo até mais significativo para todos nessa data especial? Uma viagem, presentes carregados de carinho dado pelos pais e irmãos.</p>
<p>O conselho é o diálogo, onde a realidade pode ser vista com tranquilidade. Nesse momento, os pais precisam estar alinhados em pensamentos e, assim, conduzirem com maturidade as decisões, contando também com a participação dos filhos. Estou certa de que quando as questões financeiras são administradas com carinho e atenção, elas podem criar laços e gerar aprendizados para a vida toda.</p>
<p>Outro fator importante que vale a pena ser reforçado é a atenção com a educação financeira desde cedo. A família precisa ter coerência desde as primeiras festas de seus filhos, pois a crítica feita para as comemorações dos 15 anos também são válidas para muitas festas de 1 aninho. Tem cada coisa por ai&#8230;</p>
<p>Não podemos descuidar do que é mais importante: o relacionamento saudável e coerente com nossos filhos. Condutas amorosas para que eles passem pela <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YWRvbGVzYyVFQW5jaWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">adolescência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais felizes e com conflitos existenciais necessários, que irão colaborar com a formação de sua personalidade.</p>
<p>Percebo que, atualmente, a adolescência vem sendo atingida por um alto grau de consumismo aliado à impaciência e ao imediatismo. Infelizmente, constatamos a pouca força dos pais ou responsáveis na formação moral desses jovens – seja por falta de tempo, medo ou desconhecimento de seu papel como educador e formador desse cidadão. Os conflitos sérios com as festas de 15 anos são apenas consequências dessa educação (ou a falta dela).</p>
<p>Você concorda? Vamos discutir mais o tema no espaço de comentários abaixo. Deixe sua opinião. Um abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/30/emprego-e-renda-uma-relacao-linear-estados-unidos-mostram-que-nao/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Rizzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados recentes da economia dos Estados Unidos mostram que a Lei de Okun, sobre relação linear entre emprego e renda, foi novamente quebrada. Entenda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_emprego_renda_relacao_linear_EUA_mostram_nao.jpg" alt="Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Dados iniciais de 2012 indicam descasamento dessas variáveis nos EUA. Entenda os porquês. Se um dia, seu pai chegar em casa com o paletó molhado, a princípio, você não saberá o que de fato ocorreu. Mas, após uma rápida olhada na janela, você nota que está chovendo. Pronto. Isso já é suficiente para você se sentir confortável na compreensão (mesmo que teórica) do que acabara de ocorrer.</p>
<p>Os dois dados (paletó molhado e chuva) são analisados de forma a estabelecer uma relação de causa e efeito. Faz parte da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmF0dXJlemFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">natureza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> humana relacionar dados, estabelecer uma razão entre eles e tirar conclusões. Agir assim nos ajuda a compreender o mundo que nos cerca e a isso convencionou-se chamar de o uso da razão, ou simplesmente, racionalidade.</p>
<p>Na macroeconomia, existem duas variáveis que costumeiramente se relacionam de forma tão harmônica como chuva e paletó molhado: Emprego e Renda (PIB). Pode até parecer óbvio dizer que quando a renda aumenta, o nível geral de emprego também sobe, assim como em fases de recessão, o desemprego cresce.</p>
<p><span id="more-7563"></span>Essa relação positivamente linear entre Emprego e Renda foi muito bem exposta pelo economista americano <strong>Arthur Okun</strong> no início dos anos 60, que acabou por dar seu nome a uma lei mercadológica, a <a title="Conheça mais sobre a Lei de Okun" href="http://migre.me/8Tzrw" target="_blank">Lei de Okun</a>. Porém, como em toda lei, existem aqueles que não a respeitam.</p>
<p>Nos últimos dois trimestres, o “criminoso” em questão é um velho conhecido, inclusive reincidente: os EUA. No atual ciclo econômico, os americanos deixaram de ser réus primários nos três trimestres entre julho de 2009 e março de 2010, quando o desemprego crescia mesmo no início de uma observável recuperação econômica.</p>
<p>Os EUA voltaram a quebrar a lei neste ano. Dados do primeiro trimestre de 2012 mostram um aumento significativo no nível geral de emprego, mas sem o devido (e esperado, conforme Okun) crescimento proporcional do PIB. O que teria ocorrido?</p>
<p>O fundamento essencial da lei em questão é que, com um maior nível geral de emprego, a demanda aumenta, gerando necessidade de uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvZHUlRTclRTNvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">produção<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ainda maior, o que estimula uma expansão econômica – que, por sua vez, aumenta o emprego e assim prossegue. Porém, há uma série de inter-relações que precisam ser exploradas para melhor compreender Emprego e Renda, e aqui cito três:</p>
<ul>
<li>A primeira delas é que a geração de renda não depende somente do nível de emprego em si (quantidade de pessoas empregadas), mas também da produtividade individual do trabalho;</li>
<li>A segunda é que o nível de emprego pode ser decomposto entre quantidade de pessoas empregadas e número de horas trabalhadas;</li>
<li>A terceira é que o nível de desemprego é uma razão entre quantidade de pessoas empregadas e tamanho da mão de obra.</li>
</ul>
<p>Desta forma, é possível quebrar a Lei de Okun através de um pequeno aumento (ou queda) do desemprego em um cenário de baixo (ou alto) crescimento econômico através de uma combinação de crescimento da produtividade, aumento nas horas trabalhadas e crescimento da massa de mão-de-obra.</p>
<p>Nos EUA, a questão das horas trabalhadas por empregado torna-se um ponto crucial. Apesar da economia estar usando um contingente maior de mão-de-obra, o número médio de horas trabalhadas tem sido reduzido nos últimos 40 anos. Em 2009 e 2010, porém, este número aumentou.</p>
<p>Isso explica os eventos de quebra da Lei de Okun em 2009/2010: aumento de desemprego em termos de número de pessoas empregadas, mas devido ao aumento da produtividade individual do trabalho, observou-se crescimento do PIB. Isso aconteceu porque, receosos de contratar mais funcionários, os empregadores passaram a pressionar o contingente existente, aumentando assim a sua produtividade individual. Naquele cenário, meses após a crise de 2008, essa parecia ser a solução mais sensata.</p>
<p>Em 2012, com o cenário econômico mais favorável (quando comparado a 2009), os empregadores não temeram mais contratações. Muito pelo contrário. Através de ações governamentais de incentivo a geração de emprego, as empresas contrataram fortemente. Mas, apesar do aumento do nível de emprego, a produtividade geral do trabalho caiu muito, e por isso o PIB não reagiu como deveria.</p>
<p>E quem paga a conta é o nível geral de salários. O Governo democrata de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFyYWNrK09iYW1hXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">Barack Obama<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dá indícios de que está satisfeito com essa escolha, afinal entende que em ano de eleição, o nível de emprego passa a importar mais que o PIB. Resta saber se a população concorda com o nível salarial mais baixo, consequência natural desta ação. O pleito de seis de novembro tirará esta dúvida.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Gustavo Rizzo</b>.<br>

Economista pela UNICAMP, tem MBA em Gestão do Risco pela FGV. Trabalha há 10 anos no mercado financeiro, com passagens por grandes instituicoes financeiras no Brasil, Holanda, Reino Unido e EUA. Atualmente trabalha com Investment Banking e análise econômico-financeira em Nova York.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você pode não saber, mas é um milionário</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/25/voce-pode-nao-saber-mas-e-um-milionario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/25/voce-pode-nao-saber-mas-e-um-milionario/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 01:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Nitz de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Se observar a expectativa de vida e seu potencial de poupança, você é milionário. Construir riqueza é muito mais fácil quando usamos o tempo em nosso favor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você pode não saber, mas é um milionário" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_voce_pode_nao_saber_mas_milionario.jpg" alt="Você pode não saber, mas é um milionário" align="left" hspace="2" vspace="2" />Talvez você não saiba, mas você é um milionário. Não estou falando no sentido figurado, nem em saúde e felicidade, mas no sentido financeiro, ou seja, ter um patrimônio líquido acima de um milhão, principalmente em ativos financeiros. Também não estou me referindo a um prêmio de loteria ou uma repentina herança recebida, pois estou ciente que ambos os casos, apesar de possíveis, são estatisticamente improváveis.</p>
<p>Isso mesmo, você é um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWlsaCVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">milionário<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – ao menos potencialmente. Por exemplo: considerando que a expectativa média de vida no Brasil é de aproximadamente 74 anos, se você consegue investir R$ 100,00 mensais com rendimentos de 1% ao mês e tem até trinta e cinco anos, então é potencialmente um milionário.</p>
<p>Se você tem entre 35 e 53 anos, também é potencialmente um milionário, pois considerando a mesma expectativa de vida e rendimento mensal, se investir R$ 1.000,00 mensais você poderá chegar ao milhão de reais. E se você também já passou dos 53 anos, também é potencialmente milionário e ao investir R$ 10.000,00 mensais poderá alcançar o milhão de reais antes dos 70 anos.</p>
<p><span id="more-7540"></span><strong>Qual é a moral da história?</strong><br />
Assim como a lebre e a tartaruga na famosa fábula de Jean de La Fontaine (1621-1695), <strong>devagar e constantemente é muito mais fácil para conseguir chegar longe</strong>. Entenda que os exemplos acima citados são de cunho didático e podem estar distante da realidade de alguns brasileiros, mas isso não deve impedi-lo de planejar seu futuro. O <em>Dinheirama</em> oferece em sua <a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">seção de downloads</a> (<a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">clique aqui</a>) muitos simuladores que podem ajudá-lo com as contas.</p>
<p>Na fábula, a lebre ficava se gabando, dizendo que era o mais veloz de todos os animais da floresta. A tartaruga a desafiou para uma corrida e a lebre saiu facilmente na frente. Porém, a lebre parou para descansar e dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga passou vagarosamente. Quando acordou continuou a correr, mas a tartaruga, que se manteve constante, chegou em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes, observamos, presencialmente ou no ambiente virtual, indivíduos iniciantes no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytkZStjYXBpdGFpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">mercado de capitais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> buscando uma riqueza rápida e repentina, assim como a lebre da nossa história. Estes normalmente são os primeiros a fugir nos momentos de crises, amargando grandes perdas.</p>
<p>Em contrapartida, encontramos também indivíduos seguros, que investem constantemente e com objetivos de longo prazo, sem medo de crises passageiras. Podemos dizer que são as tartarugas da nossa história, pois normalmente alcançam seus objetivos.</p>
<p>Claro que o objetivo não deve ser simplesmente acumular, mas sim segurança, qualidade de vida e realizar sonhos como uma viagem, um carro desejado ou uma confortável casa própria. Adicionalmente, o fato de investir não deve ser impeditivo de aproveitar o momento presente, mas de garantir um momento futuro com conforto e tranquilidade.</p>
<p>Desta forma, o quando antes você planejar seus objetivos de longo prazo e iniciar seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, com disciplina e constantemente, mais fácil você chegará lá. Se existe mesmo uma receita mágica para enriquecer, um ingrediente relevante é e será sempre a <strong>paciência</strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Fernando Nitz de Carvalho</b>.<br>

Especialista em Finanças, Mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no Centro Universitário Municipal de São José (USJ), Analista de Projetos no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/23/dinheirama-entrevista-brian-chesky-ceo-e-co-fundador-da-airbnb/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb, fala sobre como aproveitar o que você já tem (espaço) para ganhar mais dinheiro e maximizar seus ganhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_entrevista_brian_chesky_ceo_airbnb.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" align="left" hspace="2" vspace="2" />A visão de nossa equipe sempre foi a de equilibrar as posses com as possibilidades de realizar sonhos sem a necessidade de acumular coisas demais. As despesas de manter uma casa de campo ou apartamento na praia compensam as poucas vezes que você vai até lá? Por que não procurar por uma boa acomodação (não necessariamente um hotel) e negociar diretamente a estadia com o seu proprietário?</p>
<p>Com a Internet, compartilhar bens também é possível. Sobre isso conversamos com <strong>Brian Chesky</strong>, CEO e co-fundador da <strong><a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a></strong>, uma das mais badaladas <em>startups</em> do momento. Brian é bacharel em Belas Artes e Desenho Industrial pela Rhode Island School of Design e, antes da Airbnb, gerenciou uma loja de design industrial em Los Angeles. Brian dirige a visão, estratégia e crescimento da empresa.</p>
<p>Para compreender completamente o impacto e experiência da Airbnb, Brian se livrou do seu apartamento e está morando nas casas dos membros da comunidade Airbnb desde junho de 2010. Fundada em agosto de 2008 e com sede em São Francisco, na Califórnia, a Airbnb é um mercado comunitário, de confiança, para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações exclusivas em todo mundo – online ou de um telefone celular.</p>
<p><span id="more-7532"></span>Veja como foi nossa conversa:</p>
<p><strong>Nos últimos anos EUA e Europa bem como boa parte dos países mais ricos atravessaram uma grave crise financeira. Ao mesmo tempo, muitas grandes empresas de tecnologia tiveram ótimos resultados e crescimento no mundo todo. A <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu em pouco espaço de tempo se destacar em um mercado agressivo e em constante transformação. Ao que se deve o crescimento e sucesso da empresa?</strong></p>
<p><strong>Brian Chesky:</strong> Nós acreditamos que, durante uma crise financeira, muitas pessoas devem procurar por novas formas de gerar receita &#8211; e a Airbnb é a solução perfeita para criar novas fontes de renda ao usar algo que você já tem: espaço. O crescimento e o sucesso da empresa são simplesmente um subproduto do poder da ideia por trás da Airbnb. Nós somos bem-sucedidos como uma empresa porque ajudamos as pessoas a alcançarem o sucesso em suas próprias vidas.</p>
<p><strong>O brasileiro sempre foi muito receptivo as empresas que oferecem seus produtos e serviços na Internet, mesmo ainda tendo por aqui muitos problemas com acessibilidade. Nos últimos anos muitas startups desembarcaram no país. O que a Airbnb espera encontrar no país é possível afirmar que o mercado brasileiro pode ser estratégico para a empresa?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós acreditamos que o Brasil será um dos maiores mercados da <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> no mundo todo. O país está se expandindo muito, assim como a Airbnb. Ao crescer, mais e mais brasileiros serão receptivos a novas ideias, novas formas de pensar e, com grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas no horizonte, temos expectativa de um intenso crescimento aqui. Nós já somos o maior marketplace de acomodações no Brasil e esperamos crescer ainda mais.</p>
<p><strong>O Presidente Obama há pouco tempo atrás utilizou o serviço da Airbnb para reservar uma casa no Havaí para passar o Natal com a família. Esse cliente ilustre mostra as possibilidades e a diversidade de público da empresa, isto é desde um jovem que procura um local para ficar durante a faculdade até o presidente da maior potencia do mundo?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, sem dúvidas. Algumas pessoas presumem que a Airbnb é mais popular entre jovens viajantes, mas nossos índices demográficos estão muito além desse quadro. Na verdade, mulheres com idade entre 35-44 anos constituem nosso principal público consumidor. A verdade é que com a Airbnb você tem uma grande variedade de opções. Se você deseja reservar um quarto vago no apartamento de alguém da cidade por algumas noites, você pode fazê-lo. Se você deseja reservar um castelo na Inglaterra por dois meses, você também consegue. As possibilidades na Airbnb são infinitas!</p>
<p><strong>Você destacou em sua recente visita ao Brasil a importância de ter uma equipe sempre motivada. É possível afirmar que o ambiente de trabalho atualmente é um dos segredos de sucesso das Startups? Como encontrar os talentos necessários para esse desafio?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Acreditamos que nossa cultura é absolutamente vital para o desenvolvimento de nossa empresa. Nossos colaboradores são a chave de tudo o que torna a Airbnb excelente, até porque contratamos pessoas intensamente apaixonadas e que sempre pensam “grande” e globalmente em tudo o que fazem.</p>
<p><strong>Sempre que abordamos o assunto empreendedorismo pensamos que o grande diferencial é uma ótima ideia. Na prática já observamos muitas ótimas ideias afundarem porque os lideres da empresa não se organizaram e encararam o trabalho com profissionalismo. Como a <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu transformar uma ótima ideia em uma empresa de sucesso?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós ouvimos atentamente à nossa comunidade. Paul Graham, um de nossos mentores, contou a Nate, Joe e eu que é bem melhor ter 100 pessoas que realmente te amam e admiram do que 10.000 pessoas que gostam mais ou menos de você. Nós trabalhamos duro, desde o início, para conseguir essas 100 pessoas. Fomos para Nova York, as visitamos e permanecemos com elas. Nós fomos encontrar e conhecer cada um de nossos anfitriões pessoalmente e eles nos guiaram para tornar a Airbnb ainda melhor.</p>
<p><strong>O Brasil terá em breve dois grandes eventos mundiais a Copa do mundo de futebol e as Olimpíadas. Os eventos trarão muitos turistas que poderão utilizar os serviços da Airbnb. Existe uma expectativa ou projeto por parte da Airbnb para aproveitar esse momento especial no Brasil?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, achamos que a Copa do Mundo e as Olimpíadas serão oportunidades incríveis para nós no Brasil. Já se sabe que muitas cidades anfitriãs da Copa do Mundo simplesmente não têm quartos de hotéis suficientes para atender a demanda dos viajantes que chegarão para isso. O mesmo ocorre com o Rio de Janeiro e as Olimpídas. Sabemos que isso é um grande problema para o Brasil e percebemos que a Airbnb é extremamente estratégica e bem posicionada para ajudar nisso.</p>
<p>A Airbnb estará presente não só para oferecer acomodações para milhões de visitantes que virão para o Brasil, mas também para disponibilizar acomodações que mostrarão aos visitantes o Brasil de forma autêntica e original. Além disso, os brasileiros poderão participar diretamente no grande fluxo de capital de turismo que irá entrar no país ao alugar seus espaços para visitantes através da Airbnb.</p>
<p><strong>Brian, muito obrigado pela entrevista. Deixe uma mensagem final para os nossos leitores que estão curiosos para saber um pouco mais sobre a Airbnb.</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo pelo trabalho. Aproveito e convido seus leitores a conferir de perto a Airbnb. Experimente, cadastre seu espaço ou simplesmente saia para viajar. Mais em <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">www.airbnb.com.br</a>. Abraços.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama lança App para iPhone e iPad</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/19/dinheirama-lanca-app-para-iphone-e-ipad/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama lança versão completa de seu conteúdo para iPhone e iPad em app exclusivo criado em parceria com a Gaudium. Leve a educação financeira com você em seu smartphone.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama lança App para Iphone e iPad" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_dinheirama_lanca_app_iphone_ipad.jpg" alt="Dinheirama lança App para Iphone e iPad" align="left" hspace="2" vspace="2" />Recentemente lançamos o <strong><a title="Conheça o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8K2yK" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong>, um software de gestão financeira criado com muito cuidado por nossa equipe com o intuito de oferecer um aplicativo completo, de fácil utilização e gratuito. Acreditamos que para alcançar o sucesso financeiro é indispensável controlar as finanças com inteligência, facilidade e mobilidade. Nesse sentido, a Internet se torna uma ferramenta indispensável e extremamente eficaz.</p>
<p>Você, leitor, aceitou nossa sugestão e em poucas semanas superamos as melhores perspectivas de cadastro e utilização da ferramenta. Uma questão que desde o primeiro dia nos foi cobrado foi uma versão para celulares da ferramenta. Estamos trabalhando nessa versão e concordamos que ela é realmente necessária e urgente.</p>
<p>Enquanto isso, para mostrar o quanto valorizamos e entendemos que os celulares podem ser o futuro, apresentamos um app desenvolvido pela equipe <em>Dinheirama</em> em parceria com a <strong><a title="Conheça a Gaudium" href="http://migre.me/8xCRY" target="_blank">Gaudium</a></strong>, empresa de software especializada em desenvolvimento de aplicativos para iPhone, iPad e Android.</p>
<p><span id="more-7519"></span>Queremos que você leve o <em>Dinheirama</em> com você em seu <em>smartphone</em> e<em> tablet</em>. <a title="Conheça e baixe o app" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para conhecer e baixar o app!</a> Contamos com artigos, tutoriais, podcasts, videocasts, resenhas de livros e entrevistas focadas em tornar a educação financeira um assunto mais acessível, universal e capaz de transformar vidas. <a title="Conheça e  baixe o app" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Baixe o aplicativo (clique aqui)</a> e tenha acesso gratuito a <strong>todo nosso conteúdo</strong>, inclusive simuladores de juros compostos, aposentadoria e aumento de patrimônio.</p>
<p>Além disso, leia diretamente em seu iPhone/iPad as opiniões de nossa equipe: Conrado Navarro (eu), investidor, MBA em Finanças, fundador do Dinheirama.com, autor de livros e ebooks sobre finanças e articulista de jornais e revistas; Ricardo Pereira, especialista em contabilidade e finanças pessoais, co-fundador do site e autor de livros; e Rodrigo Silveira, apaixado pela Análise Técnica e mercado de ações.</p>
<p>Tenha o melhor conteúdo de educação financeira, finanças pessoais e investimentos de graça, na palma de sua mão! <a title="Conheça e baixe o app Dinheirama" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para conhecer e baixar o app</a> ou simplesmente acesse a App Store e faça uma busca pela palavra “Dinheirama” (sem as aspas).</p>
<p>Veja algumas telas:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_telas_app_iphone_ipad.jpg" alt="Exemplos de telas do Dinheirama App" /></p>
<p>Não perca tempo, vá até o iTunes, conheça e utilize mais essa ferramenta feita com carinho para você. <a title="Conheça e baixe o App Dinheirama" href="http://migre.me/8K278" target="_blank">Clique aqui para detalhes</a>. Até mais.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/16/dinheiramacast-independencia-financeira-e-uma-questao-de-opcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Atingir a independência financeira significa é questão de opção. Decidir cuidar das finanças pessoais e investir significa ter, manter e respeitar prioridades reais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_podcast_independencia_financeira_questao_de_opcao.jpg" alt="DinheiramaCast: Independência financeira é uma questão de opção" align="left" hspace="2" vspace="2" />Em um recente artigo que publiquei em meu blog chamado <strong><a title="Acesse o blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/8Hz0A" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a></strong>, no portal da Revista Você S/A (Ed. Abril), afirmei que devemos <a title="Leia o texto completo" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">&#8220;abrir nossa caixa de pandora&#8221;</a>. Ou seja, que devemos parar de esperar e dar desculpas e enfrentar nossos tabus. Devemos começar coisas, não só esperar que elas sejam concluídas ou tenham um desfecho favorável. Sugiro que dê uma lida no texto e conheça meu blog por lá, assim ficará mais fácil aceitar parte do que falo no podcast de hoje. <a title="Leia mais" href="http://migre.me/8Hz5L" target="_blank">Clique aqui para ler</a>.</p>
<p>Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Abordar a importância de cuidar do dinheiro e tratá-lo como tema urgente costuma incomodar quem acredita que o problema deve ser mantido em segredo, como uma &#8220;caixa preta&#8221;. Minha opinião sobre isso é firme: dinheiro não pode ser tabu!</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A conversa de hoje aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Assim como todo e qualquer objetivo de vida, a independência financeira também é uma questão de opção. Como encarar essa realidade e lidar com a questão de uma forma adulta e pró-ativa?</li>
<li>O consumismo é cada vez maior e mais valorizado pelas marcas e isso costuma servir de justificativa para a inércia de muitas famílias. Levanto uma questão simples: não conseguimos avançar e conquistar nossos sonhos por que outras empresas nos impedem ou por que não temos disciplina para respeitar nossas verdadeiras prioridades?</li>
<li>Nossas decisões implicam consequências e desdobramentos que devem ser encarados e vencidos. A maneira como lidamos com a frustração define muito do sucesso financeiro que temos e teremos. Essa relação não é muito clara, mas é óbvia e explico porquê;</li>
<li>Esperar é muito cômodo, permite que coloquemos a culpa de tudo nos outros. Mas essa postura também nos impede de crescer e aprender com nossos erros. Isso pode ser perigoso quando envolve dinheiro.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação entre dinheiro e felicidade é muito clara nas famílias que criam e planejam seu futuro. Afinal, será que dinheiro traz felicidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_dinheiro_felicidade_elementos_complementares_planeja_futuro.jpg" alt="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já tem tempo que penso em escrever um artigo falando de felicidade. É comum, muito comum, diga-se de passagem, ouvirmos aquela veja velha máxima <em>“dinheiro não traz felicidade”</em>. Até que ponto essa afirmação está correta? Você concorda? A resposta comum, e muitas vezes irônica, que muita gente gosta é <em>“Ele (o dinheiro) pode não trazer, mas manda buscar”</em>. Pois é&#8230;</p>
<p>A verdade é que, a cada dia que passa, estou mais convencido de que o que nos faz ou não felizes quando falamos em dinheiro é a forma como lidamos com ele. Não só nos momentos de crise, mas em todos os momentos de nossa vida. Quase sempre, só percebemos o quanto alguma coisa é importante para nossas vidas quando deixamos de tê-la. Essa verdade pode ser empregada para o dinheiro também.</p>
<p><strong>Exemplos: são eles que movem o mundo.</strong><br />
É natural buscarmos exemplos na vida prática que sirvam de inspiração e fonte de motivação para alcançar o sucesso. Quantos por ai não confirmam possuir muita admiração por esportistas, personalidades da TV e atores de cinema? Mas, dificilmente percebemos (pelo menos no público jovem) a identificação com pessoas de sucesso no mundo das finanças.</p>
<p><span id="more-7495"></span>Afinal, o que é mais legal: a figura do jovem ator da novela das oito ou o jovem que batalhou e alcançou, com seu próprio esforço, sua independência financeira antes dos 30 anos? A visão romântica do sucesso é mais “cool”, mais simples de explicar aos outros e mais fácil de “emular”.</p>
<p>Somos condicionados, desde sempre, a viver uma realidade de faz de conta. Aprendemos de forma errada que para ter alguma coisa na vida é preciso se endividar. Ontem mesmo no caminho para participar de uma palestra, ouvi alguém falando isso. Olhei para ver quem era e, para meu espanto, eram duas jovens de pouco mais de 20 anos. Muito triste.</p>
<p><strong>O Brasileiro ainda vive na década de 80?</strong><br />
Tenho a nítida impressão que ainda estamos vivendo no Brasil da década de 80, onde era praticamente impossível planejar o orçamento financeiro no longo e médio prazo. A inflação, que batia forte no poder de compra da população, ainda está presente, mas hoje temos a possibilidade de pensar o amanhã com muitas possibilidades.</p>
<p>Para começar, podemos sonhar com possibilidades inimagináveis naquele tempo. Hoje é possível investir pra valer na carreira (sim, educação é investimento!). O Brasil de hoje e do futuro é carente de mão de obra especializada, algo que você já está cansado de saber. Quer mais? O desemprego encontra-se em níveis relativamente baixos e a renda é crescente, o que nos permite estruturar o orçamento doméstico com tranquilidade e priorizar a construção de patrimônio.</p>
<p><strong>Felicidade hoje e sempre!</strong><br />
Hoje é uma necessidade indispensável pensar o futuro, trabalhar para criar um modelo novo e privado de aposentadoria. Você, jovem leitor, deve se sentir privilegiado: tem muito mais tempo e possibilidades de aprendizado (acesso a informações) que seus pais ou avós. O que você faz diante dessa realidade?</p>
<p>E como fica a felicidade nessa história? Ora, hoje é muito mais fácil encontrar a felicidade. E, vamos deixar a hipocrisia de lado, ela passa necessariamente por questões financeiras, seja pela tranquilidade de não estar devendo a ninguém ou mesmo pelas possibilidades de conquistar bens de consumo e realizar desejos e sonhos pessoais/familiares. O dinheiro e os exemplos que surgem na forma como lidamos com ele são importantíssimos.</p>
<p>Para finalizar, presto uma homenagem a um grande brasileiro que recentemente nos deixou: Millôr Fernandes. Uma pessoa admirada por muitos e que também manifestou alguns ótimos pensamentos em relação ao dinheiro: &#8220;O que o dinheiro faz por nós não é nada em comparação com o que a gente faz por ele&#8221;.</p>
<p>Tenho certeza que a reflexão sobre essa frase complementa e, ao mesmo tempo, dá o tom do artigo de hoje. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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