Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos

Diego, um exemplo de sucesso e atitude!

Publicado por Conrado Navarro em 03.7.2008 na seção Finanças Pessoais

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Pequenos detalhes, grandes oportunidadesRaras são as vezes que nos dedicamos a agradecer as pessoas e suas iniciativas. Raras são as vezes que valorizamos as diferenças e a importante capacidade de reação e superação das pessoas que nos cercam. Raras são as vezes que nos oferecemos para um longo papo amistoso ou para um simples envio de feedback positivo. Preferimos criticar, sugerir mudanças e nos isolar.

Aquele dia tinha tudo para ser apenas mais um dia. Não foi. O leitor Diego Costa resolveu coroar o prazeroso esforço de coordenar os textos e artigos publicados no Dinheirama. Uma mensagem sincera de agradecimento chegou à minha caixa postal e me emocionou. Não tanto pelo gesto singelo (mas poderoso) de agradecimento, mas pela atitude.

Mais que saber administrar nosso dinheiro, é preciso enfrentar a vida, seus dilemas e desafios com igual energia. Diego é capaz de mostrar que tudo isso é possível e que a força para que isso aconteça está em cada um de nós. O texto que você vai ler é a reprodução fiel das palavras de uma pessoa que descobriu algo fantástico: tudo, inclusive ter dinheiro[bb], é possível.

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Brasil, um país de endividados

Publicado por Conrado Navarro em 23.6.2008 na seção Educação Financeira, Orçamento

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Brasil, um país de endividadosOs últimos meses têm sido de muita agitação por aqui. Muito trabalho, muito estudo, muita leitura e muitos fatos. Adoro fatos! Acredito que através deles somos capazes de compreender a realidade que nos cerca e definir que medidas importantes devem ser tomadas para nos movermos, com o objetivo de deixar para trás os problemas. O brasileiro é um povo resiliente, que não desiste nunca, não é? Nem tanto.

Lutamos por melhores condições de vida e trabalho, somos guerreiros. É verdade. Lutamos pelas nossas famílias, para que possam viver dias melhores. Verdade. Nunca desistimos de lutar por nossos direitos e por melhores condições comerciais e financeiras nas negociações em que participamos. Ahn, eh, como assim? Se lutamos para pagar menos, pagar melhor, para viver dentro do orçamento, para ter dinheiro[bb] sempre? Blah, que nada!

Continuamos nos endividando de forma irresponsável, seja por pura ignorância financeira ou pela “armadilha do crédito fácil”, atualmente em voga na vida de todos nós. A manchete de ontem (22 de junho de 2008) do jornal Folha de S. Paulo, “Endividamento cresce 47% em 26 meses”, dá a dimensão do problema. De novo, a questão é grave e merece nossa atenção.

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Henrique Meirelles, investimentos e juros altos

Publicado por Ricardo Pereira em 18.6.2008 na seção Economia Geral

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Alta dos juros e o seu bolsoNa última segunda feira, dia 16/06, participei, como editor de economia do Dinheirama, da cobertura da entrevista dada pelo presidente do Banco Central Henrique Meirelles ao programa Roda Viva (TV Cultura), comandado pela jornalista Lilliam Witte Fibe. Assistir ao programa ao vivo e interagir com os participantes trouxe excelentes insights para o artigo de hoje.

Durante o programa, deixei minhas impressões e opiniões disponíveis a todos através do meu perfil no Twitter. Também comentei um pouco do que acontecia nos bastidores - ouso dizer que, algumas vezes, durante os intervalos foram ditas coisas mais interessantes que durante o programa. Aliás, algum leitor acompanhou a entrevista na TV Cultura? O que você achou?

De uma maneira geral, a experiência foi maravilhosa. Mais uma vez aprendi muito e tive a oportunidade de estar próximo da maior autoridade econômica[bb] do país. Figura ímpar que, diga-se de passagem, colocou os jornalistas “no bolso” durante o programa. As perguntas foram muito focadas nas altas taxas de juros. Temas importantes, como a dívida brasileira e os gastos públicos, acabaram ficando fora da pauta.

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Os ciclos brasileiros e alta da taxa Selic

Publicado por Ricardo Pereira em 11.6.2008 na seção Economia Geral

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O ciclo de alta da SelicVocê já reparou que os juros estão em queda no Brasil? Calma leitor, não estou louco! Escrevo como investidor[bb], aquele que sempre encara o tempo, o longo prazo. No inicio do governo Lula (fevereiro de 2003) tivemos um pico de 26,5% na taxa Selic. Você se lembra? Pois é, aquele foi o primeiro ciclo de alta dos juros da gestão de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central.

De lá para cá, especialmente em maio de 2005, registramos o pico do segundo ciclo de alta, com a taxa de juros chegando a 19,75% e recuado até os 16%. Até os dois últimos aumentos, chegamos aos juros mais baixos desde a chegada do Plano Real: 11,25% ao ano. Agora estamos com 12,25% e a expectativa geral no mercado é que este terceiro ciclo de alta nos juros faça a taxa subir até os 14% ainda este ano, voltando para a casa de 12% no ano que vem.

A taxa ainda está alta? Provavelmente sim, diriam alguns mais cautelosos. Certamente sim, diriam alguns mais extremistas. O aumento é pontual e visa controlar a inflação, diriam alguns mais informados. Não há unanimidade, o que é interessante em uma democracia. Mas, ainda acho alta a taxa se levarmos em conta os demais países em desenvolvimento.

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A alta da Selic, o feijãozinho e o seu bolso

Publicado por Ricardo Pereira em 04.6.2008 na seção Economia Geral

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A alta da Selic, o feijãozinho e o seu bolsoSe existe algo em que os economistas concordam no Brasil, é que o COPOM aumentará a taxa básica de juros hoje. Discute-se muito a necessidade e a magnitude do aumento (0,25%, 0,5% ou 0,75%?), mas sua mudança é dada como certa. Como você já sabe, o grande responsável pelo aumento é o perigo inflacionário, muito mais perigoso e ardiloso do que se supunha até pouco tempo.

Hoje foi divulgado o Índice de Preços ao consumidor (IPC), mantido pela Fipe, que sofreu forte elevação no mês de maio, saltando de 0,54% em abril para 1,23% no mês passado. É a maior variação do índice desde fevereiro de 2003, quando o indicador chegou a 1,61%. Naquele tempo, o fantasma inflacionário pegava carona na forte pressão do dólar frente ao real.

Os alimentos no centro da questão
O grupo alimentação puxou a corda inflacionária, chegando a acelerar 3,17% em maio. Dentro do grupo, destacam-se as altas de 22,16% do arroz, 4,61% da carne bovina, 5,08% do leite longa vida e 4,15% do pão francês. Já temendo perder o controle e as rédeas da situação, o governo, mesmo que timidamente, começa a dar alguns sinais de que percebe o quanto o problema é critico.

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