<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
xmlns:rawvoice="http://www.rawvoice.com/rawvoiceRssModule/"
>

<channel>
	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; economia</title>
	<atom:link href="http://dinheirama.com/blog/tag/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dinheirama.com</link>
	<description>Só mais um site WordPress</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 14:15:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
<!-- podcast_generator="Blubrry PowerPress/4.0" -->
	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/powerpress/dinheiramacast_grande_novo.jpg" />
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Conrado Navarro</itunes:name>
		<itunes:email>navarro@dinheirama.com</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
	<copyright>www.dinheirama.com - 2010</copyright>
	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
	<itunes:keywords>dinheiro, financas pessoais, economia, educacao financeira, planejamento, educacao, mercado de acoes, investimento, investidor, bolsa de valores</itunes:keywords>
	<image>
		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; economia</title>
		<url>http://dinheirama.com/wp-content/uploads/powerpress/dinheiramacast_peq_novo.jpg</url>
		<link>http://dinheirama.com</link>
	</image>
	<itunes:category text="Business">
		<itunes:category text="Investing" />
		<itunes:category text="Business News" />
		<itunes:category text="Management &amp; Marketing" />
	</itunes:category>
		<item>
		<title>Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/11/voce-esta-preparado-para-um-brasil-de-primeiro-mundo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/11/voce-esta-preparado-para-um-brasil-de-primeiro-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 03:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro mundo]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7598</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil de primeiro mundo significa juros baixos, mas também rentabilidade afetada para a renda fixa, complemento de poupança e mudança de hábitos. Você está preparado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_voce_preparado_brasil_primeiro_mundo.jpg" alt="Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?" align="left" hspace="2" vspace="2" />O Brasil viveu recentemente dias intensos no que se refere a crédito e juros bancários. Uma verdadeira “guerra do crédito”, iniciada pelos bancos públicos – que baixaram suas taxas com cortes dignos de uma “espada samurai” recém-afiada, abalando as estruturas bancárias tradicionais.</p>
<p>Queda nos juros seguida pela maioria dos bancos privados, que não tiveram muita escolha e também foram para a “guerra”, mas com cortes não tão afiados como os dos bancos públicos. Resultado: uma promessa de juros mais dignos para quem sonha em ter sua moradia, seu carro zero e abrir sua empresa foi anunciada!</p>
<p><strong>Como fica o consumidor?</strong><br />
Depois, a guerra passou para o outro lado, dos juros para quem aplica. A renda fixa está abalada e também foi atingida no meio desse combate. A poupança, sinônimo de conforto e de uma rentabilidade constante em todos os meses, pode ter seu rendimento prejudicado caso a Selic, a nossa taxa referencial, baixe de 8,5% ao ano, o que pode ocorrer em breve.</p>
<p><span id="more-7598"></span>Aliás, nunca antes na história desse país o nome “taxa referencial” teve tanto sentido como agora. Por enquanto, muitas pessoas estão eufóricas com as novas possibilidades de adquirir carros, imóveis, pagar e renegociar prestações.</p>
<p>A euforia é explicável: se compararmos o que um brasileiro vai economizar em um financiamento versus a redução da rentabilidade da renda fixa, por enquanto o ganho vai ser muito maior em favor do consumidor.</p>
<p>Para quem quer gastar e consumir, nunca antes tivemos águas tão azuis para navegar – e nosso PIB precisa dessas águas com urgência, pois está muito “pequeno”, torcendo para algo mais o empurrar para cima (o governo quer fechar 2012 com crescimento de mais de 4%, mas as estimativas de todos os demais são de 3% ou menos).</p>
<p><strong>E para quem pensa em se aposentar com base na renda fixa? Como fica a situação?</strong><br />
Em países de primeiro mundo, o que o Brasil pretende ser com a redução das taxas, não existe essa rentabilidade da renda fixa que existe por aqui. Rentabilidade garantida, como ocorre com a poupança, é outra coisa que não se vê lá fora.</p>
<p>Quem quiser se aposentar pela previdência privada, que em resumo é um sistema que acumula recursos que garantam uma renda mensal no futuro, vai ter que:</p>
<ul>
<li>Começar a poupar mais cedo, para aqueles que tem tempo pela frente;</li>
<li>Colocar aportes maiores, para quem está no meio do caminho.</li>
</ul>
<p>Mas nós temos um pequeno problema aqui: o governo quer que os brasileiros gastem mais para girar os motores da nossa economia e sabemos que, por outro lado, teremos que poupar mais ou arriscar mais na renda variável para ter uma velhice tranquila. Como fica essa equação?</p>
<p>Muitos brasileiros devem estar fazendo contas do que vão poder comprar com as novas taxas oferecidas pelos bancos. E as contas de quanto vão precisar guardar para se aposentar, será que alguém as está fazendo? Será que alguém experimentou atualizar seus simuladores de previdência para as novas taxas (taxas de países de primeiro mundo)?</p>
<p>Rentabilidade baixa para produtos conservadores (aqueles que mais gostamos), maior apetite pelo risco e complementação de renda para a aposentadoria. Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo? Tem certeza?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "empreendedorismo, internet, digital, marketing, sucesso, carreira, profissional, trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/05/11/voce-esta-preparado-para-um-brasil-de-primeiro-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/02/nacionalismo-latino-americano-uma-historia-sonolenta-e-assustadora/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/02/nacionalismo-latino-americano-uma-historia-sonolenta-e-assustadora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 22:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[embaixada]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7571</guid>
		<description><![CDATA[O nacionalismo latino-americano, sempre acompanhado de populismo e medidas questionáveis, atinge novamente a Argentina. A nacionalização da YPF traz à tona o jeito "choramingão" de ser dos latinos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_nacionalismo_latino_americano_historia_sonolenta_assustadora.jpg" alt="Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, é antiga a tradição que evoca o nacionalismo latino-americano, sempre estridente, sempre provocado pela sensível e melindrosa vitimização &#8211; aquela velha e aparentemente lucrativa ladainha do eterno expropriado, explorado, vilipendiado. Em resumo, uma retórica tão antiga e chata como as velhas histórias dos bandoleiros de chapelão na cabeça e vasto bigode, onde a agressividade convive pateticamente com a ingenuidade típica de um emotivo patológico.</p>
<p>Tudo sempre muito trágico, com muitas lágrimas, sofrimento, grande perdas, gritos de bravura e berros de bravata. Um cenário sempre previsível – e claro, terrivelmente estigmatizante. No entanto, convenhamos, os fatos são os fatos.</p>
<p><strong>Governos de novela?</strong><br />
Fico aqui imaginando a alegria que os funcionários (e seus familiares) da embaixada brasileira sentiam ao escutar, madrugada adentro, segundo contam alguns veículos de imprensa que acompanharam o episódio, <a title="Leia mais" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u671281.shtml" target="_blank">as cantorias e violas do presidente deposto de Honduras</a>, Manuel Zelaya.</p>
<p><span id="more-7571"></span>Refugiado em nossa representação diplomática em 2009, Zelaya encarnava o típico caudilho latino-americano colocado à forra por gente apavorada com os desdobramentos de sua condução política-econômica. Não vou tomar partido sobre o assunto, se deveria ou não ser deposto, mas posso imaginar a alegria sem fim em escutá-lo cantando e tocando violão com suas trovas bolivarianas.</p>
<p><strong>A vez dos hermanos. De novo!</strong><br />
De fato, um conjunto de cenas e cenários sempre permeados por muita música. Porém, de tempos em tempos os personagens decidem trocar o disco. Desta vez, parece que o tango vai tocar.</p>
<p>A mesma trilha sonora da guerra que nos anos 80 estremeceu o continente – popularmente conhecida como “A Guerra das Malvinas”, travada entre a Argentina e o Reino Unido –, hoje toca embalando não apenas a retomada das hostilidades com o antigo desafeto, mas também trocando grossas farpas com o ocidente circunstancialmente na berlinda, <a title="Leia mais" href="http://www.dci.com.br/argentina-estatiza-ypf-por-reduzir-investimento-id290296.html" target="_blank">estatizando a petroleira espanhola YPF</a> e desrespeitando contratos internacionais.</p>
<p>Um processo abrasivo que traz consigo um encadeamento de consequências pouco estimulantes. O fato é que nosso vizinho necessita de investimentos, e sabemos como os investidores ficam assustados com comportamentos assim. Mas, independentemente disso, a popularidade da mandatária parece não ceder, alcançando bons patamares.</p>
<p>Ao que tudo indica, a nacionalização de empresas estrangeiras é mais importante para o grupo político vigente do que qualquer outra coisa. Um triste repertório para uma nação que nos anos 40 e 50 <a title="Leia mais sobre a decadência da Argentina" href="http://www.espacoacademico.com.br/009/09bertonha.htm" target="_blank">despontava como uma futura grande potência</a>, na época absolutamente destacada do lamaçal latino.</p>
<p><strong>Que tal trabalhar ao invés de se lamentar?</strong><br />
Mas a tristeza maior se origina de um contexto mais amplo, repleto de bravatas contraproducentes, “choramingos” contra os ianques maldosos e suplicas por reconhecimento da própria história.</p>
<p>Mais do que isso, com ou sem tango, a realidade convenientemente esquecida é a de que grandes nações, fortes e reconhecidas, são constituídas por vigoroso trabalho, incentivos e fértil ambiente ao empreendedorismo, investimento maciço em educação, ciência e inovação, tributação equilibrada, mas, sobretudo, por um modelo governamental servidor, preocupado em ser eficiente e prestar contas ao invés de “chorar as pitangas”.</p>
<p>Até o próximo “hasta la vista”. Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "economia, investimentos, ficar rico, riqueza, governo, profissional, gustavo cerbasi, trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/05/02/nacionalismo-latino-americano-uma-historia-sonolenta-e-assustadora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Planejamento e negócios: meu reino por um mínimo de previsibilidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/20/planejamento-e-negocios-meu-reino-por-um-minimo-de-previsibilidade/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/20/planejamento-e-negocios-meu-reino-por-um-minimo-de-previsibilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7527</guid>
		<description><![CDATA[O cenário econômico brasileiro, de mudanças paliativas e pouco duradouras, atrapalha o planejamento de negócios com potencial? Precisamos de reformas pra valer!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento e negócios: meu reino por um mínimo de previsibilidade" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_negocios_meu_reino_pouco_previsibilidade.jpg" alt="Planejamento e negócios: meu reino por um mínimo de previsibilidade" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, sejamos francos, não é nada fácil planejar negócios e investimentos nesta terra varonil. De fato, não se trata de atividade fácil em nenhum lugar do mundo, mas é ainda mais complicado diante da dinâmica em que vivemos, com repentes, sustos recorrentes e mudanças repentinas e que insistem em se repetir.</p>
<p>A sugestão lúdica do título não vem por acaso. Ela sugere mais do que a importância que reputo ao processo de planejamento e prognóstico. Sugere a inviabilidade de um desenvolvimento que se sustente economicamente sem que se possa dispor de cenários projetáveis.</p>
<p><strong>O fato é que a rotina do universo empresarial brasileiro é a própria e contundente imprevisibilidade</strong>. Para o bem ou para o mal, as alterações e ajustes em medidas oficiais repentinas sem garantia de continuidade e sustentação atrapalham, e muito, o processo de planejamento. E, sem planejamento, não existe competitividade que resista ao tempo revolto.</p>
<p><span id="more-7527"></span>Digo para o bem, pois nos últimos anos uma série de medidas de desoneração tributária de orientação setorial foram implementadas, garantindo impacto direto na produção, nos lucros e no consequente consumo – o que pode ser bom para os negócios já estabelecidos e em linha com o modelo produtivo que perpetramos. Já é alguma coisa. Mas convenhamos, é apenas “alguma coisa”.</p>
<p>Tente, com esse cenário, sugerir o desenvolvimento de tecnologia própria sensível e de alta relevância, ou mesmo o desembolso privado em pesquisa e desenvolvimento em larga escala, sem que para isso seja necessário o insumo de recursos de um grande banco de fomento oficial – ou seja, bancado pelo setor privado, pura e simplesmente, na melhor tradição do bom capitalismo de mercado. Daria certo?</p>
<p>A resposta é clara e triste. Tais saltos de qualidade simplesmente não virão. Por um óbvio e plausível motivo: o retorno deste tipo de investimento ocorre depois de longos invernos e, para que isso se viabilize é necessário um prognóstico minimamente seguro. Em resumo, <strong>um risco alto demais</strong> para se criar produtos e invenções únicas em valor agregado, com potencial competitivo global.</p>
<p>Para reforçar, faço os seguintes questionamentos:</p>
<ul>
<li>Onde estão as indústrias genuinamente nacionais de automóveis?</li>
<li>E a similar para os eletroeletrônicos?</li>
<li>Qual foi a última grande invenção nacional no campo científico ou tecnológico com aplicação econômica direta?</li>
</ul>
<p>Entenda, caro leitor, que não se trata de pessimismo ou de ausência de crença na própria terra (e menos ainda de aversão às indústrias estrangeiras aqui instaladas via tecnologia importada, essas sempre bem vindas), mas de enfrentamento dos fatos. Trata-se da realidade ali do lado de fora da janela.</p>
<p><strong>Precisamos de ajustes e de reformas, sim, mas de caráter definitivo</strong>, beneficiando de uma vez por todas o processo produtivo e de geração de riqueza. O improviso pode apoiar circunstancialmente, mas como sabemos, não resolve o problema central. Basta de medidas que durem apenas um ou outro governo.</p>
<p>Você concorda? Tem visto melhoras, mas também acredita que temos muito a ser feito para o longo prazo? Deixe seu comentário no espaço abaixo. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "empreendedorismo, internet, digital, marketing, sucesso, carreira, profissional, trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/04/20/planejamento-e-negocios-meu-reino-por-um-minimo-de-previsibilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Economia mundial: continue dançando, a música ainda toca</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/12/economia-mundial-continue-dancando-a-musica-ainda-toca/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/12/economia-mundial-continue-dancando-a-musica-ainda-toca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 17:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Rizzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[credibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7489</guid>
		<description><![CDATA[Medidas importantes ainda precisam ser implementadas para frear os problemas econômicos de países da Europa e do mundo. Enquanto isso, é preciso seguir atento!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Economia mundial: continue dançando, a música ainda toca" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_economia_mundial_continue_dancando_a_musica_ainda_toca.jpg" alt="Economia mundial: continue dançando, a música ainda toca" align="left" hspace="2" vspace="2" />Em se tratando de Economia, evita-se ao máximo falar de uninanimidade ou de conceitos aceitos por 100% dos agentes econômicos. Afinal, trata-se de uma ciência humana e, conforme <strong>Nélson Rodrigues</strong> já dizia em 1949, no livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/218483/?franq=247523" target="_blank">“A mulher que amou demais”</a>, toda unanimidade é burra.</p>
<p>No entanto, se é que existe um conceito plenamente aceito nas economias dos quatro cantos do planeta, este conceito é exatamente a idéia de que os mercados se movem e se comportam em conformidade com as suas propensões ao risco. O famoso apetite de risco. O maior apetite de risco determina para onde se vai e o quanto se avança (ou se retrai). A propensão ao risco ou apetite se alimenta de dois pratos principais. O primeiro é o acesso a liquidez, enquanto que o segundo é a recuperação econômica.</p>
<p>Desde o estouro da crise financeira em 2008, desencadeada inicialmente pela falência do banco de investimento americano Lehman Brothers e pela consequente quebra de outras instituições, gerando a crise dos subprimes, foram poucas as vezes em que a economia mundial pode, de fato, dizer possuir acesso a liquidez e a um certo nível de recuperação econômica. Os primeiros quatro meses de 2009, o início de 2011 e os últimos meses são os poucos exemplos desse oásis desde 2008.</p>
<p><span id="more-7489"></span>É verdade que existem, sim, razões para se pensar que o pequeno ciclo econômico atual, relativamente positivo, possa continuar. Porém, não virá facilmente, na medida que existe uma clara dependência dos grandes Bancos Centrais de proverem exatamente esta liquidez adicional necessária.</p>
<p>Países como Itália, Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda não estão observando recuperação em suas economias. No caso da Espanha e Itália, alguns avanços foram observados, como, por exemplo, na evolução dos custos de captação, mais quão sustáveis essas melhoras realmente são é algo difícil de saber.</p>
<p>Os recentes comprometimentos de vários Bancos Centrais de dar suporte às economias dos seus países, associados à melhora cíclica dos mercados têm gerado uma reprecificação (para baixo) dos ativos de risco a nível global. Esta reabertura dos mercados de captação na Europa tem sido efetiva em alguns países periféricos, que agora já conseguem emitir títulos das suas dívidas públicas com mais facilidade.</p>
<p>Esta relativa melhora nas condições mercadológicas não só reduz a pressão sobre os bancos para os mesmos se desalavancarem a qualquer custo, como também reduz os riscos de uma nova crise de crédito. Mas, por enquanto, são pequenos os sinais de que essas melhoras estejam atingindo o núcleo dos países que sofrem uma crise mais séria.</p>
<p>O aumento no desemprego nesses países diminui os sinais de estabilização, gerando efeitos recessivos. Nesse contexto, os importantes e difíceis desafios de países como Itália e Espanha, por exemplo, tem sido sub-avaliados pelos mercados como um todo. Daí percebe-se a importância da “barreira de proteção” à zona do Euro, planejada pelos Bancos Centrais europeus e apoiada pelo G20, que se reunirá em Los Cabos (México) em Junho.</p>
<p>Mais importante do que a “barreira de proteção” por si só, é a credibilidade e sustentabilidade dessas medidas. E, num momento como esse, não existiria kryptonita pior do que uma crise de credibilidade, que facilmente colocaria a perder os recentes avanços. Mas, até que isso ocorra (se é que ocorrerá), aproveite. A festa ainda não acabou. A música ainda toca no salão. Portanto, continue dançando.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "economia, investimentos, ficar rico, riqueza, governo, profissional, gustavo cerbasi, trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Gustavo Rizzo</b>.<br>

Economista pela UNICAMP, tem MBA em Gestão do Risco pela FGV. Trabalha há 10 anos no mercado financeiro, com passagens por grandes instituicoes financeiras no Brasil, Holanda, Reino Unido e EUA. Atualmente trabalha com Investment Banking e análise econômico-financeira em Nova York.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/04/12/economia-mundial-continue-dancando-a-musica-ainda-toca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/20/crescimento-do-brasil-em-2011-conheca-o-pibinho-esse-incompreendido/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/03/20/crescimento-do-brasil-em-2011-conheca-o-pibinho-esse-incompreendido/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 13:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7393</guid>
		<description><![CDATA[Afinal, o que representa o crescimento do PIB brasileiro em 2011, de 2,7%? Quais as expectativas da economia, do governo e da sociedade em relação ao futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_crescimento_brasil_2011_pibinho_esse_incompreendido.jpg" alt="Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, muito embora o <a title="Economia brasileira cresce 2,7% em 2011" href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/03/economia-brasileira-cresce-27-em-2011-mostra-ibge.html" target="_blank">número representativo de 2,7% deste personagem já seja de conhecimento geral</a>, hoje abordaremos as profundezas de sua composição. Mas, antes de embarcar nessa leitura, quero tranquilizá-los. Não tratarei aqui de modelos econômicos ou matemáticos; não promoverei a discussão sobre teorias econômicas e nem mesmo sobre a teimosa insistência que as previsões mais otimistas têm em não se realizar.</p>
<p>Da mesma forma, não tentarei sugerir ou eleger culpados, afinal de contas vivemos em uma democracia – e nela somos todos responsáveis pelo nosso destino. A questão aqui é refletir sobre a atmosfera que sempre envolve os resultados decepcionantes.</p>
<p>Pretendo provocá-lo de forma mais específica, abordando sobre aquilo que se pode denominar coimo o DNA de um PIB pequenininho e tímido que tinha tudo para não nascer, mas nasceu.</p>
<p><span id="more-7393"></span><strong>Afinal, o que representa esse crescimento de 2,7%?</strong><br />
A sua composição é complexa. Alguns culpariam o governo, outros apontariam o dedo para os financistas e seus juros difíceis de encarar, e outros certamente apontariam a crise internacional como fonte de todas as mazelas – aquela mesma, que ocorre do outro lado do oceano, sobre a qual tantos se gabavam por estar tão distante e afetando justamente aqueles que por anos foram a referência de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvc3BlcmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">prosperidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e sucesso econômico.</p>
<p>Mas a genética de um percentual tão baixinho nasce, antes, na mentalidade de um povo. Um paradoxo triste que nasce de afirmações alvissareiras do tipo: <em>“Agora sim, ninguém segura esse Brasil!”</em>. Triste por conta do resultado final em si e lamentável pelo que representa em termos de oportunidades perdidas.</p>
<p>Compreender o “PIBinho” exige mais do que simples reflexão ou constatação, exige autoenfrentamento. Um enfrentamento que leve à conclusão de que a prosperidade não depende apenas da boa vontade dos governos e tampouco pode ser totalmente delegada ao simples empenho da sociedade civil.</p>
<p><strong>O que um verdadeiro PIB representa?</strong><br />
Para ajudar, podemos caminhar na direção inversa, tentando entender os componentes responsáveis pela construção de um PIB de verdade (que na realidade todos conhecemos muito bem).</p>
<p>Para começar, ele é feito de engajamento e reivindicação. Sim, isso mesmo, de uma sociedade soberana que cobra e exige, independentemente das distintas correntes políticas. Essa mesma sociedade assimila a noção de que nenhum governo se alinha a interesses coletivos e nacionais de forma ajustada e coerente sem intensa participação dos contribuintes.</p>
<p>É nessa atuação forte e sistemática que se blinda uma nação a ponto dela não aproveitar os ventos favoráveis para efetivar os ajustes e as reformas necessárias, para as colheitas do futuro. E, nessa esteira, efetivam-se <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> estruturantes em formação de quadros, em infraestrutura, assim como nos incentivos à competitividade. Sei que essa ladainha pode ser cansativa, mas é sempre bom lembrar o óbvio – que por ser tão evidente, quase sempre acaba no esquecimento.</p>
<p>Mas, mesmo assim, rogo para que na próxima vez que a bonança vier (esperamos que ainda ao longo dos próximos dois anos), e depois de enfrentado esse susto, as vozes do bom senso gritem mais alto e mais forte para aplacar os berros de ufanismo (aqueles da vitória antes do tempo) que, como sabemos, não são bons conselheiros.</p>
<p>Quanto ao “PIBinho”, não sinta raiva dele. Ele não tem culpa de nada. É apenas uma resultante, uma consequência, nada além disso. Ele não queria nascer. Que venha o próximo ciclo de oportunidades. Esperemos.</p>
<p>Foto de sxc.hu.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "economia, investimentos, ficar rico, riqueza, governo, profissional, gustavo cerbasi, trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/03/20/crescimento-do-brasil-em-2011-conheca-o-pibinho-esse-incompreendido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/09/tempo-e-dinheiro-saiba-quando-economizar-pode-ser-prejudicial-a-voce/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/02/09/tempo-e-dinheiro-saiba-quando-economizar-pode-ser-prejudicial-a-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 20:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=7236</guid>
		<description><![CDATA[Economizar nem sempre significa um bom negócio para seu desempenho profissional e pessoal. Será que economizar pode ser prejudicial a você?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_tempo_dinheiro_saiba_quando_economizar_pode_ser_prejudicial_a_voce.jpg" alt="Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você" align="left" hspace="2" vspace="2" />Fomos criados e acostumados a pensar que economizar sempre vale a pena. Porém, minha intenção neste artigo é mostrar que certos tipos de economia podem ter justamente o efeito contrário. Elas podem ser prejudiciais a você, podendo até mesmo retardar o seu crescimento pessoal e profissional.</p>
<p>E eu sei que falar sobre não economizar aqui no Dinheirama pode soar como uma heresia. Mas, fique tranquilo, eu tenho ótimos pontos para sustentar esta visão. Continue lendo o artigo para saber quando economizar pode ser ruim para você e saiba o que fazer para evitar estas situações.</p>
<p><strong>Cópia a R$ 0,30 ou a R$ 0,60?</strong><br />
Parece uma pergunta idiota, não é mesmo? Afinal, dada a mesma qualidade do material, é claro que você optaria pela cópia de R$ 0,30. Porém, o caso é:</p>
<ul>
<li>Você está na faculdade e a empresa que faz a cópia de R$ 0,60 fica ao lado de sua sala de aula;</li>
<li>Já a papelaria que faz a cópia por R$ 0,30 fica a uma hora (30 minutos de ida e 30 minutos de volta).</li>
</ul>
<p>Sabendo que você precisará de 10 páginas copiadas, você manteria a opção de R$ 0,30, para economizar? Note que você está diante de um<strong><em> trade-off</em></strong>, ou seja, uma relação de <strong>custo-oportunidade</strong>:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 6,00;</li>
<li>Opção 2: gastar uma hora adicional e gastar R$ 3,00 (economizando outros R$ 3,00).</li>
</ul>
<p>E então? Analisarei os resultados em breve, mas antes vejamos outro exemplo que ocorre frequentemente.</p>
<p><strong>Gasolina a R$ 2,90 o litro ou a R$ 3,00 o litro?</strong><br />
Você decidiu sair de viagem com sua família e deve decidir em qual posto irá abastecer durante a viagem. Sua intenção é abastecer 50 litros de combustível e deve optar entre dois postos.</p>
<ul>
<li>Posto #1: o posto fica exatamente no caminho da viagem, porém o preço é de R$ 3,00 o litro;</li>
<li>Posto #2: É preciso desviar 1 hora do trajeto original para abastecer a R$ 2,90 o litro.</li>
</ul>
<p>Note o seguinte custo-oportunidade:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 150,00 (R$ 3,00 x 50 litros);</li>
<li>Opção 2: gastar 1 hora adicional e R$ 145 (economizando R$ 5,00).</li>
</ul>
<p>Qual opção você escolheria?</p>
<p><strong>Tempo é Dinheiro!</strong><br />
Você certamente já ouviu a frase <em>&#8220;Time is Money&#8221;</em> ou <em>&#8220;Tempo é Dinheiro&#8221;</em>. Talvez ela não tenha feito muito sentido quando você a escutou pela primeira vez, mas ela é essencial em finanças pessoais e <a title="Acesse o HC Investimentos" href="http://migre.me/7RzuW" target="_blank">investimentos</a>. Compreender esta frase é saber que o seu tempo é o ativo mais importante. E sabe por quê? Porque ele não tem volta. Você está sempre correndo contra o tempo e não há mágica para recuperar um tempo perdido.</p>
<p>Lembre-se da frase &#8220;Tempo é Dinheiro&#8221; como um custo-oportunidade. Toda vez que você decidir gastar seu tempo em alguma atividade, saiba que ela possui um custo-oportunidade. Por exemplo: você possui uma prova amanhã, mas decide assistir uma hora de novela. Este tempo tem um custo, já que você está perdendo a oportunidade de estudar mais para garantir uma melhor nota na prova. A relação é simples assim.</p>
<p><em>“E como aplicar este conceito de custo-oportunidade aos dois casos que analisamos?”</em>. Achei que você não fosse perguntar. Vamos lá&#8230;</p>
<p><strong>Você pode estar trocando seu tempo por menos do que o salário mínimo!</strong><br />
Talvez você tenha escolhido economizar dinheiro em ambos exemplos. Afinal, é natural do ser humano querer obter vantagem. No caso da cópia, você poderia falar com seu amigo que pagou R$ 0,60 pela cópia algo tipo: <em>&#8220;Nossa, você é louco, eu consegui aqui perto pela metade do preço&#8221;</em>. Ou, no caso da gasolina: <em>&#8220;Tá louco, você pagou R$ 3,00 o litro? Não conhece o posto de R$ 2,90?&#8221;</em>.</p>
<p>Porém, precisamos analisar ambas as situações através do custo-oportunidade, ou pensando na frase <em>“Tempo é Dinheiro”</em>. No caso da cópia:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 6,00;</li>
<li>Opção 2: gastar 1 hora adicional e gastar R$ 3,00 (economia de R$ 3,00).</li>
</ul>
<p>Veja claramente como <strong>na opção 2 você está trocando uma hora do seu tempo por R$ 3,00</strong>. Você acha que vale a pena economizar neste caso? Se você ainda respondeu &#8220;sim&#8221;, acredito que os números a seguir podem mudar sua opinião.</p>
<p>O salário mínimo atual é de R$ 622,73. Logo, se considerarmos um trabalhador de 40 horas semanais, ou 168 horas por mês, temos a seguinte relação de R$ 3,71 por hora de trabalho. Então, <strong>o trabalhador que recebe o salário mínimo troca uma hora de seu tempo por R$ 3,71</strong>.</p>
<p>Surpreendente, não é mesmo? Assim, se você prefere gastar uma hora a mais de seu dia para economizar apenas R$ 3,00, você está trocando o seu tempo por menos do que uma pessoa que recebe o salário mínimo. Este é o seu custo-oportunidade.</p>
<p>Ao invés de trocar R$ 3,00 por hora, você poderia gastar esta hora estudando mais para, futuramente, conseguir um salário melhor. Ou, se você recebe por hora, esta relação fica ainda mais fácil de compreender: se você recebe R$ 10,00 por hora, este tipo de economia custaria a você R$ 7,00 (R$ 10,00 que você poderia receber trabalhando – R$ 3,00 que você efetivamente economizou).</p>
<p><strong>Economizar nem sempre vale a pena</strong><br />
Retornando ao início do artigo, economizar pode até mesmo ser prejudicial ao seu crescimento pessoal e profissional. Principalmente quando a economia potencial é muito pequena em termos absolutos.</p>
<p><strong>Erro #1: Pensar em termos relativos ao invés de absolutos na economia de pequenos valores.</strong><br />
Note que no caso da cópia, a economia absoluta é de R$ 3,00. Porém, em termos relativos é de 50%. Ou seja, metade do preço economizado. Este é um erro fundamental que muita gente comete.</p>
<p>Pela natureza do ser humano &#8211; de querer obter vantagem ou contar vantagem para os outros -, ele tende a “esquecer” que, mesmo que ele esteja pagando metade do preço, ele estaria economizando apenas R$ 3,00. E, assim, decide “contar vantagem” usando os 50% como justificativa.</p>
<p><strong>Erro #2: Trocar seu maior ativo (tempo) por pouco dinheiro.</strong><br />
Trata-se de um erro decorrente do primeiro. Seu valioso tempo não tem volta, certo? A afirmação fica ainda mais séria quando se troca seu tempo por menos do que o salário mínimo, como vimos na explicação ali em cima.</p>
<p><strong>O que fazer para evitar estes erros?</strong><br />
Primeiramente, quero deixar um conceito bem claro: <strong>não estou dizendo que você nunca deve economizar</strong>. Eu mesmo sou um grande poupador e invisto cada centavo guardado para aproveitar o máximo do magnífico benefício dos <a title="Leia mais sobre juros compostos" href="http://migre.me/7Rzwu" target="_blank">juros compostos</a>.</p>
<p>A questão é que você deve saber <strong>quando</strong> economizar. E não, você não precisa ficar maluco calculando a relação entre tempo e dinheiro ou o custo-oportunidade a cada momento. Você precisa lembrar apenas deste simples conceito: ao economizar é preciso pensar mais em termos absolutos do que relativos.</p>
<p>Não importa se o desconto é de 90% quando o preço do produto é R$ 5,00. Afinal, você economizaria &#8220;apenas&#8221; R$ 4,50. Digo &#8220;apenas&#8221; porque é preciso avaliar o que você deixaria de fazer (e ganhar) para conquistar este desconto.</p>
<p>De uma forma geral, prefira gastar seu tempo para economizar em compras de alto valor (um desconto de 10% em um produto que custa R$ 1.000,00 é excelente) ou em negociações cujos esforços são mínimos (uma cópia de R$ 0,50 do lado da de R$ 0,60 é um bom negócio, claro!).</p>
<p>Assim, sempre pesquise preços de TVs, aparelhos domésticos, eletroeletrônicos, carros, imóveis e afins. E perceba que, ainda que soe estranho, não vai haver muita vantagem em economizar na compra de canetas, refrigerantes, pão etc.</p>
<p>Mais uma vez reitero: <strong>o tempo é seu bem mais valioso</strong>; quando bem utilizado, no que realmente importa para você, ele só tem a acrescentar em sua vida. Aproveito para convidá-lo a comentar o texto e dar sua opinião sobre a questão de quando economizar. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "investidor, investir dinheiro, bolsa valores, sucesso, ficar rico, dinheiro";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Henrique Carvalho</b>.<br>

Autor do Blog <a title="HC Investimentos" href="http://www.hcinvestimentos.com">HC Investimentos</a>. No Twitter: <a title="Siga no Twitter" href="http://www.twitter.com/hcinvestimentos">@hcinvestimentos</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2012/02/09/tempo-e-dinheiro-saiba-quando-economizar-pode-ser-prejudicial-a-voce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>33</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os meus votos e alguns pedidos para 2012</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/os-meus-votos-e-alguns-pedidos-para-2012/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/os-meus-votos-e-alguns-pedidos-para-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 15:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[promessa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=6973</guid>
		<description><![CDATA[Receba os votos de um Feliz 2012, mas também a responsabilidade de lutar por um ano melhor. Conheça os desafios e oportunidades do Brasil na economia e no cotidiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_meus_votos_alguns_pedidos_2012.jpg" alt="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>No final do ano passado, quando 2010 chegava aos seus últimos dias, publiquei aqui uma matéria na qual declarava um conjunto de pedidos para o ano que estava chegando. Foi um desabafo consciente de quem, apesar do tom eventualmente irônico e do humor cáustico presente na maioria dos textos, crê e muito na força transformadora da sociedade brasileira e dos seus empreendedores e amantes da livre iniciativa, essa gente corajosa.</p>
<p>Mas, agora estamos aqui, no final do ano para o qual fiz aqueles pedidos todos. E 2012 começa a bater na porta &#8211; e com ele seus desafios, venturas e desventuras.</p>
<p>Em um ano, muita coisa mudou. No campo político, uma normalidade pouco a pouco se estabelece, o que não quer dizer que estejamos satisfeitos com a troca de parcela tão significativa de ministros por conta de denúncias de corrupção. Mas ela se estabelece na medida em que o senso crítico e a indignação voltam a tomar conta do consciente coletivo, o que fortalece o sistema democrático e, por final, as próprias instituições.</p>
<p><span id="more-6973"></span>Na economia, apesar do atoleiro europeu e norte-americano, estamos nos mantendo, mais maduros ao que parece. Pouco a pouco, não tenho mais escutado os berros e sanfonas ufanistas do Brasil potência, mas no seu lugar surge um sentimento de nação estruturada, realista, com menos samba, menos fanfarra e mais realidade e percepção sobre o valor do dever de casa que deve ser feito sempre (e que nunca chega ao fim).</p>
<p>Neste campo, o ano de 2012 não parece prometer grandes comemorações. A história recente (eu vivi na pele tanto a crise dos anos 90 como as do início deste século) mostra que a nossa capacidade de surpreender expectativas econômicas são mesmo surpreendentes. Certamente chegaremos bem ao final do ano que vai começar.</p>
<p>Mas há muito ainda para evoluirmos. Nos falta o senso de cobrança que um contribuinte honesto deve ter. Aquela altivez diante do Estado e suas instituições, que não as deixa de respeitar, mas que contém no seu conjunto um ceticismo saudável misturado a uma boa dose de severidade e baixa tolerância diante da ocorrência dos desmandos, dos desatinos e da ridícula incompetência. Sim, leitor, somos tolerantes demais.</p>
<p>Por fim, consciente de que a vida econômica e empresarial se dá no dia-a-dia, num conjunto de pequenos gestos, atitudes, fatos e ocorrências, me reservo direito de repetir abaixo os mesmos pedidos que fiz ao final de 2010. Mais uma vez, sei que vou incomodar alguns, arrancar gargalhadas de outros, mas também sei que muitos se identificarão com a minha lista absolutamente genuína de resoluções de Ano Novo:</p>
<ol>
<li><strong>Que não sejamos constantemente abordados por modinhas de gestão</strong> cuja importância se dilui na mesma intensidade com que são anunciadas;</li>
<li><strong>Que as pessoas envolvidas com o mundo dos negócios abandonem o uso irresponsável e massacrante do gerúndio</strong> em suas comunicações. Algo como: “Estamos fazendo, alinhando, providenciando”, usados sempre para criar a imagem de movimento e ação para algo que já se sabe totalmente paralisado ou engavetado;</li>
<li><strong>Que as empresas abandonem a instabilidade como cultura permanente</strong> e passem a entendê-la como um problema a ser resolvido e não como uma solução ou qualidade sem nexo algum. E, em consequência, que nunca mais escutemos em uma reunião ou encontro de negócios expressões do tipo “Sou um cara movido por mudanças”, como se a mesma representasse um adjetivo qualitativo;</li>
<li><strong>Que o desempenho cênico nunca mais vença o fato</strong>. Que ninguém se permita ser persuadido ou seduzido pela oratória ou capacidade de expressão de alguém, mas sim convencido pela clareza dos fatos apresentados e pela lógica dos argumentos;</li>
<li><strong>Que o mundo empresarial abandone a ideia de que a política é lugar apenas para políticos profissionais, sindicalistas, ativistas ou agitadores desta ou daquela tendência</strong>. É justamente por essa falta de participação e engajamento que vivemos no Brasil, absurdos como: a) Meses para se abrir uma empresa; b) Uma massacrante burocracia para se tirar qualquer ideia empreendedora do papel; c) Uma legislação trabalhista absolutamente antiquada e desestimulante para a geração de empregos formais; d) Uma brutal insegurança jurídica; e e) A maior carga tributária do planeta, sem retorno em benefícios públicos. (Não para por aqui, existem muitos outros);</li>
<li><strong>Que tenhamos mais personalidade e altivez</strong>, longe do nacionalismo barato, mas abandonando de vez, ou sempre que possível, o hábito de usar outros idiomas para expressar ideias, conceitos ou o que quer que seja, estimulando com isso o neo-analfabetismo (dificuldade de expressão no idioma nativo, verificado em pessoa dotada de instrução);</li>
<li><strong>Que as reuniões sejam objetivas e estruturadas</strong>, sem espaço para ações performáticas ou recitais de frases de efeito, deixando as artes cênicas para o momento apropriado;</li>
<li><strong>Que chefes sejam simplesmente bons chefes</strong>, dotados de aptidões para a liderança (já estaria de bom tamanho), sem as propaladas pretensões rocambolescas de se tornar “O Líder”, “O Grande Líder” ou quem sabe “O Grande Timoneiro”;</li>
<li><strong>Que tenhamos um pouco mais de autoconfiança</strong>, tratando com naturalidade as opiniões divergentes, as críticas ou embates de natureza profissional, fazendo com que essa atitude saia do discurso e entre para a vida real;</li>
<li><strong>Que ninguém seja cobrado para ser politicamente correto</strong>, mas estimulado a dizer a verdade, a ser honesto, mesmo que não agrade;</li>
<li><strong>Que abandonemos as frases feitas e o lugar comum</strong> em troca de cultura, aprofundamento e senso de precisão.</li>
</ol>
<p>Com muita esperança e os meus melhores votos, que venha 2012!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "trabalho";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/os-meus-votos-e-alguns-pedidos-para-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os nós da economia, seus pontos de inflexão e o Brasil</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/05/os-nos-da-economia-seus-pontos-de-inflexao-e-o-brasil/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/08/05/os-nos-da-economia-seus-pontos-de-inflexao-e-o-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 13:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[subprime]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=6395</guid>
		<description><![CDATA[As mudanças econômicas parecem muito mais que um simples relexo da crise financeira de 2008. Como desatar os nós econômicos vigentes? Quais são os reais problemas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os nós da economia, seus pontos de inflexão e o Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_economia_nos_pontos_inflexao_brasil.jpg" alt="Os nós da economia, seus pontos de inflexão e o Brasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Pelo andar da carruagem, mesmo depois de superado o susto de uma possível moratória norte-americana, onde a aflição tomou conta dos mercados internacionais assim como de veteranos de guerra, pensionistas e credores, poucas horas de sono tranquilo estarão disponíveis nos próximos tempos para aqueles que acompanham a novela da economia mundial, seja por força da profissão ou por senso de realidade.</p>
<p>O fato é que as explicações oferecidas e elaboradas por especialistas, que apresentavam o forte impacto da crise de 2008 como justificativa para a paralisia da maior economia do mundo em 2009, e que depois foram reapresentadas para explicar a irrelevante reação ensaiada em 2010, tornaram-se agora teses sem validade, com quase nenhuma sustentação. Passados quase três anos após a <a title="Entenda a quebra do Lehman Brothers" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u445110.shtml" target="_blank">quebra do <em>Lehman Brothers</em></a> (lembram-se do primeiro dominó da série?), a economia americana patina em meio a um dos maiores confrontos políticos de sua história, com sequelas ainda imprevisíveis.</p>
<p>A sensação que fica é a de que a roda emperrou como resultado de uma quebra na engrenagem econômica, fazendo a confiança dos tradicionalmente convictos e autoconfiantes empresários norte-americanos ser reduzida a pó, resultando em uma fortuna em caixa a espera de um empurrão, uma luz no fim do túnel, um alento.</p>
<p><span id="more-6395"></span>Não há dúvida sobre a imperiosa necessidade de mudanças nesta engrenagem econômica que encantou o mundo por décadas de sucesso e dinamismo. Mas também não há dúvidas sobre a dificuldade de uma mobilização nacional nessa direção, ainda mais quando o cenário aponta uma sociedade ainda crente na força natural de reciclagem e reinvenção do seu potencial empresarial, e que por sua vez é conduzida por um dos governos mais desprovidos de força política de sua história.</p>
<p>Franklin Delano Roosevelt (presidente por quatro mandatos, de 1933 a 1945) enfrentou uma barra e tanto com a grande depressão, mas <a title="Relação da crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-grande-depressao-de-29/54012/" target="_blank">em sua “salvação” veio a Segunda Grande Guerra</a>, e com ela o rompimento do “ponto de inflexão” &#8211; a partir da união nacional em prol de um maciço emprego da sociedade no esforço de guerra e com isso o desatar do nó econômico de sua época. A história que se seguiu sabemos de cor. Mas e quanto ao momento atual? O que desatará o nó? A torcida é grande.</p>
<p>Mas não deixemos de olhar para as bagunças da própria casa enquanto contemplamos a confusão nos vizinhos. <strong>Não estaremos nós também enfiados em um gigante e imponente “Ponto de Inflexão”?</strong></p>
<p>A partir de 1990, iniciamos finalmente a abertura de nossos mercados, a consolidação aos trancos e barrancos da nossa jovem democracia e a inevitável inclusão da palavra competição no vocabulário cotidiano das empresas. Em 1994 começamos a debelar a inflação, cuja queda se consolidou (mas nunca deixou totalmente de nos ameaçar) e diante de uma economia “de verdade” avançamos e inovamos como poucas vezes se observou. No período seguinte, fortalecemos as instituições, saneamos o sistema financeiro e o próprio estado por meio de um forte processo de privatização.</p>
<p>Em 2003, inauguramos uma fase de exploração do câmbio desvalorizado (mas que agora foi embora e vai demorar a voltar), expandindo as fronteiras do processo exportador, bem como passamos a valorizar e praticar a continuidade de políticas econômicas e fiscais que vinham dando certo (independentemente de terem sido implementadas por outro grupo político), colocamos em prática um modelo próprio de desenvolvimento do mercado interno e também surfamos na onda gigante e confortável das commodities.</p>
<p>Em 2008, superamos todas as expectativas dos analistas internacionais e das agências de avaliação de risco, enquanto ícones do mercado financeiro internacional viravam pó da noite para o dia (muitas vezes no mesmo dia em que seus economistas chefes liberavam avaliações bastante pessimistas sobre as economias emergentes), para em seguida serem salvos pelo dinheiro dos contribuintes de seus países.</p>
<p>Mas a fila anda e não é difícil pensar no que consiste o nosso “Ponto de Inflexão”. E é justamente por não termos atravessado tantas décadas de bonança e sucesso ininterruptos que posso deixar a sentença assim, subentendida e incompleta para ser preenchida na cabeça de cada leitor. Sabemos bem onde estão os nossos nós, não sabemos?</p>
<p><strong>Talvez a falta de espaço para ilusões seja uma vantagem.</strong> Mas não podemos perder tempo. Até o próximo texto.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "economia, sustentabilidade, falar dinheiro, bolsa valores, investimentos";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2011/08/05/os-nos-da-economia-seus-pontos-de-inflexao-e-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Brasil é a sétima economia do mundo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/03/09/o-brasil-e-a-setima-economia-do-mundo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/03/09/o-brasil-e-a-setima-economia-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 19:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=5859</guid>
		<description><![CDATA[Brasil se torna a sétima economia mundial depois de crescimento de 7,5% em 2010. Ainda assim, estamos longe de um país realmente voltado para o crescimento sustentável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Brasil é a sétima economia do mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_brasil_setima_economia_bom_ruim.jpg" alt="O Brasil é a sétima economia do mundo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O título é a réplica literal do que foi anunciado na semana passada por nossas autoridades governamentais, como também pontuou <strong>Ricardo Pereira</strong> no artigo <a title="PIB brasileiro cresce 7,5% em 2010. E agora? E o futuro?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/03/04/pib-brasileiro-cresce-75-em-2010-e-agora-e-o-futuro/" target="_blank">“PIB brasileiro cresce 7,5% em 2010. E agora? E o futuro?”</a>. Sem nenhum questionamento, uma ótima notícia. Um marco, certamente. Depois de mais de 30 anos, galgamos uma importante posição no “ranking” das nações. Para constar, no final dos anos setenta ostentávamos a posição de 8ª economia mundial.</p>
<p>É fato, estamos mesmo entre os países mais desenvolvidos do planeta. Mas estaríamos entre as sociedades mais desenvolvidas? A minha resposta é “Sim”. Considerando as barbaridades que observamos todos os dias no noticiário, assim como os horrores que atormentam nações inteiras submetidas a regimes explicita e sanguinariamente ditatoriais, de fato, nos destacamos.</p>
<p>Observem que <a title="Leia mais no Terra" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4968679-EI294,00-ONU+expulsa+Libia+do+Conselho+de+Direitos+Humanos.html" target="_blank">a Líbia só foi expulsa do Conselho de Direitos Humanos da ONU na semana passada</a>, com decisão justificada diante da violência praticada contra os rebeldes pelas tropas oficiais do governo.</p>
<p><span id="more-5859"></span>A questão é que talvez, na minha modesta opinião, exista bastante tolerância por parte dos organismos oficiais na hora de classificar países e sociedades como sendo razoáveis ou inadmissíveis.</p>
<p>Como a nossa sociedade se classificaria, então? Razoáveis? Inadmissíveis? Ótimos? Antes de colocar a minha resposta, vou recorrer ao trecho da notícia <a title="Leia mais na Folha.com" href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/879694-medo-de-apagoes-faz-empresas-produzirem-a-propria-energia-em-sp.shtml" target="_blank">“Medo de apagões faz empresas produzirem a própria energia em SP”</a>, publicada no dia 23/02 na Folha de S. Paulo:</p>
<blockquote><p>&#8220;Grandes consumidores de energia elétrica na Grande SP estão abandonando a rede e montando um parque de minitermelétricas para suprir o próprio consumo.O êxodo é uma reação aos sucessivos apagões e ao alto custo da tarifa. O preço do KWh (quilowatt hora) em horário de pico (das 18h às 21h) é sete vezes maior que o valor gasto para a geração própria&#8221;</p></blockquote>
<p>Respondendo: penso que somos razoáveis, até muito razoáveis, mas por vezes inadmissíveis, e eventualmente ótimos, por que não?</p>
<p>Mas, me digam: é razoável que alguma empresa, disposta a investir e a correr todos os riscos de uma empreitada industrial, encarando a barbaridade tributária que vivemos e todos os encargos associados e interessada em gerar riquezas e divisas tenha que abdicar do aparato de infraestrutura energética promovido pelo estado e assumir por conta própria a sua geração de energia? Cabe lembrar que mesmo no caso de concessões privadas, o indutor e fiscalizador é o estado.</p>
<p>Algo como: <em>“Quer produzir? Quer Gerar riquezas, empregos e divisas? Então se vire se quiser que as máquinas funcionem”</em>.</p>
<p>Desculpem-me, mas nesse momento somos uma sociedade inadmissível.</p>
<p>E também pouco razoável é a passividade empresarial que hoje observamos, anestesiada e sem articulação. Rogo, então, para que não nos acomodemos. Podemos até comemorar brevemente a nossa sétima posição, eventualmente por uma noite, uma semana, mas nada além disso.</p>
<p>Há muito para fazer e inúmeros motivos para indignação. A responsabilidade é de todos nós. A vida passa, efêmera e frágil. Mas as consciências, enquanto existirem, serão sempre perseguidas pelo arrependimento daquilo que não se fez.</p>
<p>Honestamente, ficaria muito feliz e satisfeito se em dez anos estivéssemos ainda na antiga 8ª posição, mas em um Brasil fortemente competitivo e educado, com problemas que no passado (hoje) eram considerados insolúveis sendo liquidados e composto por uma sociedade civil forte e respeitada, indignada quando precisa ser, e grata quando for o caso.</p>
<p>Até mais.</p>
<p>Crédito da foto: <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1674" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "falar dinheiro, economia, bolsa valores, gustavo cerbasi";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2011/03/09/o-brasil-e-a-setima-economia-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Organização: o básico das finanças começa na carteira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/14/organizacao-o-basico-das-financas-comeca-na-carteira/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/09/14/organizacao-o-basico-das-financas-comeca-na-carteira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 18:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[despesa]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=4998</guid>
		<description><![CDATA[O que você leva na carteira? Homens costumam enchê-la de coisas, documentos, papéis etc. Organizar o dinheiro na carteira é o primeiro passo para a liberdade financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Organização: o básico das finanças começa na carteira" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_organizacao_financas_carteira.jpg" alt="Organização: o básico das finanças começa na carteira" hspace="2" vspace="2" align="left" />Dizem por ai que <em>&#8220;o modo como o homem trata seu carro é o modo como trata a si mesmo&#8221;</em>. Aqueles carros bagunçados, imundos, sem manunteção revelariam, pois, homens completamente desleixados, desorganizados e pouco cuidadosos. Veículos bem cuidados, com a manutenção em dia, interior organizado e limpo, seriam reflexo de pessoas disciplinadas e atentas. Verdade ou mentira, faz algum sentido.</p>
<p>O que dizer das carteiras que tanto levamos para lá e para cá? Seriam elas capazes de oferecer algum indício a respeito dos hábitos financeiros de cada um? Falo dela mesmo, da carteira onde você guarda seus cartões de crédito, talão de cheques, dinheiro, carteirinha de plano de saúde, documentos etc. Antes de pegá-la, pense e responda sinceramente: ela está organizada?</p>
<p><strong>O famoso &#8220;X-Tudo&#8221;</strong><br />
Isso mesmo, o nome que dou para as carteiras inchadas é &#8220;X-Tudo&#8221;. Brinco assim com os amigos que insistem em colocar dentro da carteira todo e qualquer papel, comprovante, conta, documento, foto, canhoto e o que mais você imaginar. Você é assim? Conhece alguém com esses hábitos? Repare como a carteira vai inchando, entortando, amassando e deformando.</p>
<p><span id="more-4998"></span><em>&#8220;Está aqui em algum lugar!&#8221;</em> costuma ser a resposta quando os donos das carteiras &#8220;X-Tudo&#8221; resolvem procurar pelos ingressos do cinema comprados há poucas horas. É óbvio que a transformação da carteira em um monstro não ocorre deliberadamente: na correria do dia-a-dia é razoável agir segundo a filosofia <em>&#8220;guardo aqui que é seguro, onde mexo sempre e depois coloco em outro lugar melhor&#8221;</em>. Ok, mas depois quando? O problema se arrasta&#8230;</p>
<p>Faço a crítica à falta de organização porque já fui assim. Costumava guardar tudo que podia na carteira, desde fotos, documentos desnecessários e protocolos de votação em eleições remotas a listas de supermercado, <em>tickets</em> de estacionamento e comprovantes cujos textos já estavam completamente apagados.</p>
<p>Certa vez um recibo desapareceu. Depois foi a vez de um documento mais importante. Era chegada a hora de admitir que a carteira, além de não caber no bolso, estava desorganizada, fora de controle. Abaixo listo o que funciona para mim na hora de lidar com a carteira:</p>
<ul>
<li>Gastos são anotados em uma planilha, comprovantes são jogados fora e recibos/notas fiscais são guardados em pastas separadas por ano;</li>
<li>Cartões de visita de clientes são armazenados em um porta cartão de visita, no escritório, e organizados em ordem alfabética;</li>
<li>O único documento de identidade que está sempre comigo é a Carteira Nacional de Habilitação. Além da CNH, estão presentes os cartões do plano de saúde e do seguro do carro. Os demais documentos originais ficam guardados em uma pasta específica para este fim;</li>
<li>Não carrego talão de cheques e tenho apenas três cartões de crédito, sendo que um deles também funciona como débito e é o cartão de uso bancário;</li>
<li>Prefiro realizar saques periódicos para os pequenos gastos, evitando assim andar com grande quantidade de dinheiro na carteira (uso muito o cartão de débito) e facilitando o apontamento das despesas no orçamento financeiro.</li>
</ul>
<p>Que fique claro que estou longe de ser um exemplo de organização. A lista acima representa uma mudança de hábito em relação ao controle das variáveis que cercam o planejamento financeiro, algo que nem sempre valorizamos ou que simplesmente ignoramos, ainda que inconscientemente. Funcionou para mim, pode funcionar para você. Ou não.</p>
<p>A carteira e o carro são exemplos presentes na vida de muitos brasileiros, por isso decidi usá-los no artigo de hoje. Mas repare como eles também funcionam perfeitamente com metáforas para outras áreas e atitudes que neste momento podem estar &#8220;do avesso&#8221; e trazendo dores de cabeça. No início, sair da zona de conforto pode incomodá-lo, deixá-lo inseguro, mas garanto que será uma experiência libertadora. O que funciona para você?</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "falar dinheiro, economia, bolsa valores, gustavo cerbasi";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2010/09/14/organizacao-o-basico-das-financas-comeca-na-carteira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

