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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; empresário</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; empresário</title>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Eduardo L&#8217;Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a trajetória de sucesso de Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas. O jovem empresário fala sobre a trajetória do negócio e como teve a idéia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_eduardo_lotellier_ceo_cofundador_getninjas.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Empreender é, antes de mais nada, detectar e resolver um problema. Poder fazer isso de forma inteligente (e rentável) significa criar um negócio sustentável e próspero. A Internet ficou muito conhecida como o terreno perfeito para lançar novas idéias sem tanta burocracia e dinheiro. O Dinheirama valoriza muito a possibilidade de aprendermos com empreendedores de sucesso. Que tal conhecer mais uma história de sucesso da nossa web?</p>
<p>Tivemos a oportunidade de conversar com <strong>Eduardo L&#8217;Hotellier</strong>, CEO e co-fundador do <strong><a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a></strong>, uma plataforma onde as pessoas podem contratar ou oferecer qualquer tipo de serviço. Formado em Engenharia da Computação pelo Institutio Militar de Engenharia (IME) e pós-graduado em Finanças pela COPPEAD, Eduardo, 26 anos começou sua carreira na área de consultoria estratégica e gestão financeira em multinacionais como McKinsey&amp;Company e Bain&amp;Company e na nacional Angra Partners.</p>
<p>Segundo ele mesmo nos contou, sua aptidão para empreendedorismo começou já na faculdade, quando foi finalista no jogo universitário Desafio Sebrae e terceiro colocado na competição de Casos de Negócio da FEA/USP. Hoje, Eduardo é CEO da GetNinjas. Veja como foi nosso papo:</p>
<p><span id="more-6887"></span><strong>Eduardo, é muito comum enxergarmos a web como um mundo repleto de muito conteúdo e informação. Até que ponto estamos preparados para lidar com os benefícios de tantas opções? Esse acesso constante não gera ansiedade em excesso?</strong></p>
<p><strong>Eduardo L&#8217;Hotellier:</strong> Vejo de forma um pouco diferente. Acredito que, pelo contrário, a Internet diminui a ansiedade na medida em que provê soluções eficazes para os problemas que enfrentamos. Falo por experiência própria: em poucos minutos posso planejar minhas férias, comprar os eletrodomésticos de minha casa ou até contratar um encanador para arrumar um vazamento. Acho isso fantástico.</p>
<p><strong>A característica que talvez faça da Internet uma poderosa ferramenta pessoal e profissional é a chance de construir algo em conjunto com outros usuários e, através dessa interação, desenvolver novos produtos e serviços. Você pode explicar melhor o que significa <em>crowdsourcing</em>?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O <em>crowdsourcing</em> é o uso da inteligência e dos conhecimentos coletivos espalhados pela internet para criar conteúdo, soluções ou desenvolver novas tecnologias. O termo foi cunhado em 2006 pelo jornalista Jeff Howe em um artigo para a revista &#8220;Wired&#8221; intitulado <a title="Leia o artigo" href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" target="_blank">&#8220;The Rise of Crowdsourcing&#8221;</a>.</p>
<p>Todavia, o conceito é muito mais antigo. Você talvez se beneficie do <em>crowdsourcing</em> todos os dias de manhã, sem saber. É que em 1869, a França enfrentava uma escassez de manteiga, o que fez com que o preço do produto fosse às alturas; foi então que o imperador Luís Napoleão III resolveu criar um prêmio para quem fosse capaz de criar um substituto para esse produto. De um esforço coletivo, surgiu a margarina.</p>
<p><strong>A venda de produtos (e-commerce) já é uma realidade na Internet brasileira. Sua empresa, a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>, propõe que o mesmo “boom” possa ocorrer com a prestação de serviços. Pode explicar melhor a ideia e como percebeu essa oportunidade?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Todo empresário já precisou de um designer para fazer um material promocional e quase todo mundo já precisou contratar um encanador para resolver um problema de vazamento. Porém, mesmo com todas as informações disponíveis na Internet, ainda é extremamente difícil encontrar um profissional de confiança, que atenda às nossas necessidades. Há diversos classificados online, mas nenhum possui sistema de qualificação e/ou verificação de vendedores: a maioria dos sites do segmento de serviços nada mais é do que páginas amarelas online.</p>
<p>Depois que identificamos que esse problema existia, fizemos alguns estudos para calcularmos o tamanho do mercado e claramente vimos que trata-se de um mercado de enorme potencial, na casa de bilhões de reais. Foi a partir dessas constatações que resolvemos criar o <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>. Prestação de serviços online, mas com qualidade, verificação e feedback de usuários e prestadores de serviços.</p>
<p><strong>Uma das principais características da Internet é aproximar empresas de seus potenciais clientes. Até agora, o profissional que deseja oferecer seus serviços normalmente opta por criar uma página web e divulgá-la entre seus contatos e através das redes sociais. Esse modelo ainda funcionará? Ou a proposta de um local de negociação, como a GetNinjas, torna desnecessária a criação de um currículo virtual oficial?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Ambos os modelos irão coexistir e eles se complementam. Apesar do <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> oferecer para seus usuários a possibilidade de criar uma página pessoal, incentivamos os usuários a &#8220;linkarem&#8221; seus blogs, perfis no Flickr, LinkedIn e outros sites. Cada plataforma tem seus pontos fortes, então por que não utilizarmos o que cada uma tem de melhor para oferecermos aos compradores o máximo de informação possível sobre os vendedores?</p>
<p><strong>Você pode dar um exemplo prático de como o crowdsourcing e a oferta de serviços via web facilitou a vida de empresas brasileiras? E o lado do profissional?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Um dos exemplos mais claros é a ajuda que plataformas como a que criamos dão para as empresas nos processos de criação da marca. O empresário pode, em instantes, achar um ótimo profissional para ajudá-lo a construir sua marca, definindo a identidade visual da empresa, criando um logotipo e até recebendo apoio para criar o slogan. Os bons profissionais também se beneficiam desse modelo, pois eles podem ter contato direto com seus clientes.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que o modelo favorece bastante o freelancer, aquele profissional que trabalha de forma independente. Como fica a qualidade e a garantia de um serviço idôneo, bem prestado, se nem sempre haverá uma empresa responsável?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O maior atrativo de uma empresa é seu nome e o mesmo vale para os freelancers. Além de que empresas são várias pessoas trabalhando em um mesmo propósito (ou pelo menos assim deveria ser). No nosso caso, oferecemos garantia para os compradores: caso o serviço não seja devidamente executado, devolvemos 100% do valor pago, sem complicações e sem enrolações.</p>
<p>Assim, apesar de abrir portas para os freelancers, será preciso prestar um serviço de qualidade para diferenciar-se na base de possibilidades que o cliente terá. Empresas e equipes bem estruturadas e que levarem o trabalho à sério serão reconhecidas pelos clientes, o que elevará as chances de receberem novos pedidos de trabalho. O <em>crowdsourcing</em> é um meio eficiente de avaliar fornecedores e criar relações entre especialistas e clientes.</p>
<p><strong>Quais devem ser os principais motivos de atenção das empresas ao procurar por serviços oferecidos através da Internet? Como evitar problemas e garantir que o serviço será realizado de forma conveniente e no prazo?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Os cuidados que as empresas e pessoas físicas devem ter ao contratar serviços pela internet devem ser os mesmos que eles exercitam ao contratar utilizando páginas amarelas e outros tipos de classificados. Deve-se verificar se o profissional é realmente quem ele diz que é, prestar atenção no seu portfólio (quem ele já atendeu, o que fez etc.), procurar referências de quem já trabalhou com ele e por ai vai.</p>
<p>A idéia de implementar essas possibilidades em uma plataforma online facilita todo esse processo, afinal você pode ver os comentários e avaliações das pessoas que já compraram determinado serviço. Mais que isso, os vendedores são incentivados a conectar sua conta no Facebook, então é possível saber o nome real da pessoa, além de ver quais amigos você tem em comum com ele. Também verificamos o telefone celular do vendedor através do envio de SMS, além de outros sistemas de validação que estão sendo implementados.</p>
<p><strong>Eduardo, desejamos sucesso com a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> e agradecemos sua disponibilidade para conversar. Por favor, deixe uma mensagem final aos leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Queridos leitores do <em>Dinheirama</em>, obrigado pela atenção de vocês. Falar um pouco sobre minha idéia e empresa me traz satisfação porque sei que assim incentivo novos empreendedores. Torço para que o papo tenha sido enriquecedor e espero vê-los também no GetNinjas. Acessem <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">www.getninjas.com.br</a> e conheçam nosso trabalho. Sigo à disposição, até a próxima. Abração.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Empresas, negócios e custos: “decifra-me ou devoro-te”</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/06/empresas-negocios-e-custos-decifra-me-ou-devoro-te/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 23:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o que são custos e como funciona o sistema de custos em uma empresa. Uma visão prática sobre custos fixos, custos variáveis, custos diretos e custos indiretos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empresas, negócios e custos: “decifra-me ou devoro-te”" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_empresas_negocios_custos.jpg" alt="Empresas, negócios e custos: “decifra-me ou devoro-te”" align="left" hspace="2" vspace="2" />Atribuída à Esfinge que desafiou Édipo na obra de Homero, a expressão <em>&#8220;Decifra-me ou devoro-te&#8221;</em> é um desafio para não cometer equívocos em associações e/ou interpretações de textos literários. Nos negócios, a frase pode ser empregada com relação à importância da compreensão e do uso correto da informação sobre custos.</p>
<p>Os custos proporcionam a informação básica para que os gestores possam planejar e controlar, reportar resultados, bem como custear um objeto de custos. A contabilidade de custos, por meio do custeio, fornece informação relativa à aquisição e ao consumo de recursos, subsidiando o executivo na gestão de custos e no seu processo de tomada de decisão.</p>
<p><strong>Importantes definições</strong><br />
Os <strong>custos</strong> são a principal ferramenta de mensuração e controle da eficiência econômica, ou seja, fazer mais com menos, o que é imprescindível no ambiente econômico atual.</p>
<p><span id="more-6525"></span>Custo é um recurso sacrificado ou consumido para se atingir um objetivo específico ou, em outras palavras, é o montante de recurso monetário consumido para se adquirir ou produzir um objeto de custo.</p>
<p>Um <strong>objeto de custo</strong>, por sua vez, é “qualquer coisa” para a qual uma medição separada de custo é desejada. Um produto tangível, um serviço, um projeto, um cliente, uma marca, uma atividade, um departamento são exemplos de objetos de custo.</p>
<p>Diferentemente do senso comum, um objeto de custo pode ter diferentes custos, para diferentes propósitos. A informação de custos para formar preços deve ser diferente da informação de custos para fins de apuração de resultado fiscal ou para subsidiar o processo de decisão de terceirizar uma atividade (<em>make-or-buy</em>).</p>
<p><strong>Os custos e a tomada de decisão</strong><br />
Cada decisão requer um modelo de mensuração específico, isto é, um modelo de atribuição de números para representar alguns atributos de um objeto ou evento de interesse. Por exemplo, se estivermos formando preço, os custos relevantes para a decisão são os custos futuros ou de reposição, incrementais e evitáveis, quando se analisa o produto individualmente.</p>
<p>Ainda na decisão de preços, quando se olha a empresa como um todo, o custo de se estar no negócio e o custo de oportunidade do investimento realizado na empresa precisam ser cobertos e remunerados respectivamente, determinando o valor da margem que deve ser gerada para atingir o lucro desejado.</p>
<p>Já os custos para apuração de lucro para fins de pagamento de imposto de renda, por exemplo, tem um modelo de mensuração diferente, com custos históricos – pois aí a objetividade e possibilidade de verificação factual (nota fiscal) são os atributos mais importantes para se evitar a subjetividade na apuração do imposto de renda.</p>
<p><strong>Entendendo o sistema de custos</strong><br />
Um <strong>sistema de custos</strong> “contabiliza” os custos em dois estágios: no primeiro, ele <strong>acumula</strong> custos baseado numa classificação natural (matéria-prima, energia elétrica, mão de obra etc.) e, num segundo estágio, <strong>designa</strong> os custos acumulados aos objetos de custo.</p>
<p>No processo de designação existem os <strong>custos diretos</strong> (facilmente identificáveis no objeto de custo – a borracha do pneu, por exemplo) e os <strong>custos indiretos</strong>, que você não vê no produto, mas sabe que eles foram consumidos (a mão de obra ou a energia elétrica empregada na fabricação do pneu).</p>
<p>A meu ver, o mais importante na gestão de custos diz respeito ao entendimento do comportamento dos custos do objeto em análise. As várias classificações de custos procuram, por questões de simplificação, estabelecer padrões de comportamento dos custos para facilitar seu entendimento e subsidiar o processo de decisão.</p>
<p>Além dos custos diretos e indiretos, outra importante distinção é aquela entre <strong>custos variáveis</strong> (variam proporcionalmente a um direcionador de custos – volume, por exemplo) e <strong>custos fixos</strong>, que, por um determinado período ou intervalo de volume, não variam proporcionalmente ao direcionador de custo.</p>
<p><strong>A prática do sistema de custos</strong><br />
A classificação direto/indireto é imprescindível para a apuração de resultados de produtos, projetos, serviços e etc. E a recomendação aqui vai de encontro ao que a maioria pratica. Em relação aos custos indiretos, parafraseando meu querido mestre Armando Catelli, “não ratearás jamais”, pois normalmente os critérios de rateio se mostram pouco objetivos e acabam imputando custos aos objetos sem que esses “tenham como se defender”.</p>
<p>Já a classificação variável/fixo é imprescindível para a maioria das decisões econômicas dentro da empresa, pois ela reflete a realidade dos fatos econômicos no ambiente interno. Costumo dividir os custos dentro da empresa entre “custos de se fazer negócios”, que se referem aos variáveis, e “custos de se estar no negócio” como os fixos. Isso facilita a tomada de decisões de preços, de eliminação de produto, <em>make-or-buy</em>, de investimento e muitas outras.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Quanto vale uma empresa para o comprador?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/28/quanto-vale-uma-empresa-para-o-comprador/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 22:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[comprador]]></category>
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		<category><![CDATA[investidor]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual o preço justo de uma empresa do ponto de vista do comprador/investidor? Como avaliar uma empresa para determinar seu valor? Conheça o Valor Presente do Fluxo de Caixa Futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Quanto vale uma empresa para o comprador?" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_quanto_vale_empresa_para_comprador.jpg" alt="Quanto vale uma empresa para o comprador?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Todo bem tem valor distinto aos olhos de quem vende e de quem compra. O mesmo vale para uma empresa. Meu objetivo com este artigo é apresentar, em poucas palavras, como se chega ao valor de uma companhia sob o ponto de vista do comprador, ou seja, responder à pergunta: <strong>qual o preço que alguém estaria disposto a pagar por uma empresa? </strong></p>
<p>Para um empresário que decide vender sua empresa, fatores como emoção, status e benefícios fiscais e econômicos entram na balança na hora de calcular o valor do seu negócio.</p>
<p>O empreendedor normalmente valoriza o tempo e a energia investidos e todos os percalços pelos quais passou para criar e desenvolver sua empresa, principalmente em ambientes hostis ao empreendedorismo e de elevada carga tributária, como é o caso do Brasil. O custo de não estar com a família, as noites mal dormidas por conta das preocupações com a produção, com as vendas ou com as contas e impostos por pagar certamente pesam quando o vendedor quer definir quanto pedir.</p>
<p><span id="more-6086"></span>Além do valor emocional agregado, o fato de ser o dono de uma empresa também traz algum poder e status. Depois de vendida, mesmo com dinheiro no bolso, o ex-dono vai perder parte desse status e terá que se cuidar para que essa mudança não provoque ansiedade e até depressão.</p>
<p>Comparativamente com aqueles que vivem de renda ou são assalariados, os benefícios fiscais e econômicos para os proprietários de empresa no Brasil também podem ser uma vantagem extra &#8211; da qual é preciso abrir mão ao desfazer-se do negócio.</p>
<p>Porém esses fatores – emoção, status e benefícios monetários – não têm valor para o comprador.</p>
<p><strong>O caixa é rei</strong><br />
A valia de uma empresa é determinada pelo valor presente de seu fluxo de caixa futuro. Valor presente – ou valor atual – é o valor dos fluxos de caixa futuros gerados pela empresa descontados a uma determinada taxa. Esse valor seria assim determinado:</p>
<p><strong>Valor da Empresa</strong> = <em>∑ (Fluxo de Caixa Livre) do período “n” dividido por (1 + taxa de desconto) elevado a “n”, onde “n” igual ao período de ocorrência do Fluxo de Caixa</em>.</p>
<p>O fluxo de caixa de uma empresa em determinado período é dado pela seguinte equação: <em>Lucro Operacional Líquido depois do Imposto de Renda (+) Despesas que não representam saídas de caixa (depreciação, amortizações etc) (=) Fluxo de Caixa Operacional (-) Investimentos em Capital Fixo (máquinas, Instalações, etc) (+/-) Variações investimento em capital de giro (=) Fluxo de Caixa Livre</em>.</p>
<p>O lucro não é sinônimo de caixa, mas com certeza é o principal componente ou o que mais contribui para a geração de caixa. Assim, para turbinar seu lucro você vai precisar de crescimento forte de vendas, margens (preço (-) custo variável) adequadas, estrutura de despesas fixas enxuta e pagar o mínimo necessário em impostos.</p>
<p>Aqui sim, bons produtos, marca reconhecida, boa carteira de clientes e produtividade vão ajudar a vender mais e ter boa margem.</p>
<p>Sob o ponto de vista de investimentos em capital fixo, boas instalações atuais significam menos investimentos e isso é economia de caixa que beneficia o fluxo de caixa livre.</p>
<p>Sob o ponto de vista de capital de giro, quanto menor o investimento em estoques, contas a receber (menor prazo de recebimento) e maior prazo para pagamento dos passivos, menos desembolso de caixa e, portanto, mais fluxo de caixa livre.</p>
<p>A taxa de desconto abate o fluxo de caixa futuro a um valor presente, pois o dinheiro tem valor no tempo. Essa taxa de desconto é determinada por dois componentes: um componente de risco associado a não ocorrência dos fluxos de caixa futuros; e um componente que se refere ao custo de oportunidade, isto é, o custo da alternativa sacrificada para que o recurso fosse investido nessa alternativa, no caso nessa empresa e não em outra. Normalmente, a taxa é determinada por uma taxa de juros básica da economia mais uma taxa pelo risco.</p>
<p><strong>Mas, afinal, quanto vale a empresa para o comprador?</strong><br />
Vale o valor presente dos fluxos de caixa futuros gerados pela empresa atualmente somado ao valor presente dos fluxos de caixa gerados pelas sinergias sob a nova gestão. Existem sinergias de receita como, por exemplo, produtos complementares ou uma boa rede de distribuição que irá turbinar as vendas dos produtos na nova empresa. Do lado dos custos, as sinergias podem ser de escala, fiscais, de integração vertical etc.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> Se sua empresa gera um fluxo de caixa livre anual de R$ 1.000.000,00 constante e a taxa de desconto do seu comprador para esse projeto for de 12,5% ao ano, sua empresa vale R$ 8.000.000,00 sem sinergias, sem caixa e sem dívidas.  Na mão do comprador, sua ex- empresa, por conta das sinergias, vai gerar um fluxo de caixa livre de R$1.500.000,00 e aí passará a valer R$12.000.000,00 (aos mesmos 12,5%) sem caixa e sem dívidas.</p>
<p>Quanto maior a taxa de crescimento de suas vendas e, em consequência, do lucro e do fluxo de caixa, maior será o valor presente. Quanto menor o risco associado a esses fluxos de caixa, menor a taxa de desconto e, portanto, maior o valor presente. Uma das grandes discussões entre vendedores e compradores é a taxa de desconto, pois cada um tem um custo de oportunidade e uma aversão/propensão ao risco.</p>
<p>Agora, caro empreendedor, a negociação é com você e o valor final deverá estar entre o valor presente sem e com sinergias e vai depender da taxa de desconto e, por certo, do quão estratégico é o seu negócio para os objetivos de seu comprador e do seu poder de negociação que, sabemos, dispensa comentários. Boa sorte.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama entrevista: Cadu Alves, sócio-fundador do BeesOffice</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/13/dinheirama-entrevista-cadu-alves-socio-fundador-do-beesoffice/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 09:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama fala com Cadu de Castro Alves, sócio-fundador do BeesOffice, espaço de Coworking. Conversamos sobre idéias, empreendedorismo, negócios e oportunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Cadu Alves, sócio-fundador do BeesOffice" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_entrevista_cadu_alves_beesofice.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Cadu Alves, sócio-fundador do BeesOffice" hspace="2" vspace="2" align="left" />O <em>Dinheirama</em> sempre se destacou por ser um espaço de aprendizado, divulgação de boas ideias e opiniões fortes. Ainda no começo de nossa história, recebemos apoio de muitos empreendedores, leitores, gente como a gente, dispostos a contribuir com nosso conteúdo e direção. Hoje tenho a oportunidade de entrevistar um desses incentivadores, alguém que nos deu força desde o início e hoje é um empreendedor de sucesso, além de um grande amigo.</p>
<p><strong>Cadu de Castro Alves </strong>tem 26 anos e é estudante de Engenharia de Produção. É sócio-fundador do <strong><a title="Conheça o BeesOffice" href="http://www.beesoffice.com/" target="_blank">BeesOffice Espaço de Coworking</a></strong> e da <strong><a title="Conheça a Blue Factory" href="http://www.bluefactory.com.br/" target="_blank">Blue Factory Solutions</a></strong>, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para Internet, área em que atua há mais de 8 anos. Torce para o Vasco da Gama, é apaixonado pelo Rio de Janeiro e devora tudo relacionado a empreendedorismo, negócios e tecnologia.</p>
<p>Cadu é um desses empreendedores que transformam a realidade à sua volta. Jovem, talentoso e muito determinado, inovou com o conceito de escritórios compartilhados, algo que só entendi melhor depois desta rápida conversa que tivemos, e que você lerá a seguir. Espero que aproveite para alimentar também seus sonhos de empreender lembrando-se do mais importante: é possível! E vale a pena. Vamos ao papo:</p>
<p><span id="more-5574"></span><strong>Cadu, fiquei curioso quando retomamos nosso contato e me disse que estava à frente de um espaço de <em>coworking</em>. Pode nos contar um pouco mais sobre como funciona esse tipo de negócio?</strong></p>
<p><strong>Cadu Alves: </strong>Um funcionário de uma empresa chega no escritório, senta em sua estação de trabalho e, simplesmente, começa a trabalhar. Não se preocupa com os móveis do local, limpeza, manutenção, contas de luz, água ou telefone, porque tudo isso já está sendo gerenciado pelo dono da empresa. Assim é a vida de muita gente, certo?</p>
<p>Agora imagine um pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que está começando um negócio ou que já possui uma pequena empresa: como se preocupar com tudo isso e ainda tocar o seu negócio? Imagine, ainda, trabalhar em seu home-office e ter de lidar com interrupções causadas de sua diarista, querendo saber o que fazer no almoço, ou do seu filho querendo brincar. Para muitos, trabalhar em casa não é produtivo, seja por conta do isolamento ou simplesmente porque a cama parece “um convite” para uma boa soneca.</p>
<p>Situações como essas não ocorrem em espaços de <em>coworking</em>. Por um custo acessível, você conta com toda a infraestrutura necessária para focar 100% no seu negócio. E o melhor, cercado por profissionais de diversas áreas, sempre dispostos a trocar ideias, ajudá-lo quando você precisar e até mesmo fazer companhia para um cafezinho. Tudo em um local com uma atmosfera descontraída, mas com a mesma seriedade de uma grande empresa.</p>
<p><strong>O brasileiro costuma criar raízes, o que significa apego ao trabalho e à rotina. Não é difícil convencer as pessoas de que um ambiente novo de trabalho, sem formalidades e compartilhado, pode ser útil para produtividade?</strong></p>
<p><strong>CA: </strong>Com certeza é. No entanto, uma das coisas mais interessantes é que os próprios profissionais, ao experimentarem pela primeira vez um lugar deste tipo acabam indicando o espaço para outras pessoas. Temos clientes que, antes mesmo de se tornarem nossos clientes, já fizeram negócios com outras pessoas que trabalham em nosso espaço. Lá dentro, a experiência é ainda mais interessante. Como a maioria dos profissionais possuem microempresas, eles acabam tornando-se parceiros de negócios e indicando clientes uns para os outros.</p>
<p>A produtividade está muito relacionada com o ambiente onde você está inserido. Se você trabalha num local onde as pessoas vivem reclamando do ambiente de trabalho, você tende a fazer o mesmo. Num espaço de <em>coworking</em>, você vê as pessoas felizes, ávidas pelo trabalho e com muita garra, produzindo como loucos. Isso contagia qualquer um!</p>
<p><strong>Parece que as novas gerações estão mais preparadas para o desapego, para o trabalho sem tanto vínculo e para a qualidade de vida. Como você vê esses aspectos?</strong></p>
<p><strong>CA: </strong>É verdade. Quando eu estava começando a me inserir no mercado de trabalho, eu lembro que as empresas consideravam os profissionais &#8220;rodados&#8221; como um perfil negativo. Hoje isso praticamente não existe mais. Eu vejo o mercado de trabalho atual como o mercado do futebol. Se você é craque, sempre terá oferta dos melhores locais para trabalhar. E é isso que hoje as empresas buscam: os foras de série.</p>
<p>A qualidade de vida é algo com que as empresas tem se preocupado mais nos últimos anos. Um exemplo disso é o prêmio &#8220;Melhor empresa para trabalhar&#8221;. Existe uma preocupação muito grande das empresas em oferecer um local de trabalho propício para que os profissionais produzam sem perder em qualidade de vida. Nesse ponto, eu acredito que os espaços de <em>coworking</em> se assemelhem muito com escritórios como os do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/R29vZ2xlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">Google<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e Microsoft.</p>
<p>É muito comum encontrar espaços lounge e salas de jogos para os profissionais saírem um pouco da rotina e relaxarem durante o expediente. Isso é muito interessante e faz muita diferença.</p>
<p><strong>O ambiente de trabalho no Brasil e a cultura do brasileiro ainda não são totalmente voltados para o equilíbrio profissional e empreendedorismo. Lidar com profissionais tão diferentes no dia-a-dia colabora para uma mudança neste sentido? O que tem aprendido?</strong></p>
<p><strong>CA: </strong>Eu acredito que sim. Nos últimos anos, o número de pessoas interessadas em empreender por oportunidade tem superado o número das pessoas que empreendem por necessidade. Isso mostra que o brasileiro está evoluindo e acredita que é o principal responsável pelo seu futuro e, consequentemente, pelo futuro do país. É uma mudança cultural ainda incipiente, mas bastante importante e há muito tempo esperada.</p>
<p>Muita gente reclama que o Brasil é um país com muitos problemas (o que realmente é verdade), mas eu vejo isso com bons olhos, pois problemas geram oportunidades; logo, estamos diante de um país cheio de oportunidades. Empreender é enxergá-las, viabilizá-las e comemorá-las.</p>
<p><strong>Então empreender é criar oportunidades e valorizar relacionamentos? Gostei da definição.</strong></p>
<p><strong>CA: </strong>Exato. Reparo muito isso no dia a dia de meu trabalho. Uma das experiências mais interessantes em gerenciar um espaço de <em>coworking</em> é lidar com profissionais de diferentes áreas, com diferentes visões. Umas das filosofias do espaço de trabalho compartilhado é estar sempre aberto a novas ideias, sempre disposto a trocar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uaGVjaW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">conhecimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Esta abertura gera excelentes reflexões e nos faz pensar “fora da caixa”.</p>
<p>Isso tem sido muito importante para o <a title="Conheça o BeesOffice" href="http://www.beesoffice.com/" target="_blank">BeesOffice</a>, pois valorizamos o <em>feedback</em> de nossos clientes e fazemos questão de aprender com eles. Já fizemos mudanças na gestão interna e na abordagem depois de recebermos sugestões neste sentido. Além disso, organizamos eventos de capacitação e orientação dentro do espaço para os clientes e a comunidade e muitos desses eventos surgiram para atender as necessidades dos próprios clientes.</p>
<p><strong>Observar e estar em contato com empresários, profissionais de diferentes áreas e ramos distintos de negócio parece ser fascinante se levarmos em conta o olhar empreendedor. Como você tem aproveitado essa rara oportunidade?</strong></p>
<p><strong>CA: </strong>Acordar todos os dias para trabalhar com pessoas tão bacanas, competentes e cheias de ideias é realmente uma experiência fascinante. Graças a Deus, eu trabalhei com muitos profissionais assim em todas as empresas por onde passei, mas nada se compara a trabalhar com profissionais com perfis tão distintos, cada um com a sua especialidade.</p>
<p>Desde que abri a empresa, não me lembro de um dia sequer em que estivesse desmotivado. A diversidade gera tantas chances de aprendizado, e isso já paga todo o esforço que fazemos para mostrar as pessoas todos os benefícios do <em>coworking</em>. Perceber os clientes satisfeitos por estarem em um ambiente de trabalho que facilita a produtividade e o <em>networking</em> motiva bastante.</p>
<p><strong>Cadu, obrigado pelo bate papo e sucesso!</strong></p>
<p><strong>CA:</strong> Eu que agradeço e desejo a vocês um excelente 2011! Abraços.</p>
<p>Crédito da foto<strong>: divulgação.</strong></p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O jogo político corporativo: um caminho perigoso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/17/o-jogo-politico-corporativo-um-caminho-perigoso/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O jogo corporativo cria um ambiente hostil de negócios onde só o poder e o dinheiro interessam. Como fica a vida pessoal, a família e o ser humano nessa história?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_jogo_corporativo_perigo.jpg" alt="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assunto comum no circuito empresarial, a busca incessante pela excelência e o constante enfrentamento da mais dura e saudável concorrência é sempre tomada de superlativos e clichês que, pouco a pouco, inundam o entendimento comum sobre as façanhas executivas, seus feitos, legados e êxitos.</p>
<p>Com isso, o mundo corporativo exerce o seu fascínio, envolto numa atmosfera onde conceitos como meritocracia e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29tcGV0aXRpdmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">competitividade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> impõem toda uma cultura que transforma os seus mais proeminentes atores, os executivos profissionais, em seres quase mitológicos, mas com poderes robóticos, guiados pelo esforço, pelas competências individuais, pela ética e habilidades de liderança.</p>
<p>Jovens formandos, seduzidos pelo mesmo contexto, aspiram ingressar em grandes organizações em busca da oportunidade de serem, um dia, os atores principais dessa peça <em>darwiniana</em>.</p>
<p><span id="more-5254"></span>Embora um tanto <em>glamourizada</em>, a narrativa acima descreve com alguma fidelidade o universo desse extrato social acostumado a extensas cargas de trabalho, poucas horas de sono, com gordas contas bancárias, mas sem tempo, e muitas vezes, sem disposição para o lazer, exauridos pelo ritmo frenético e o peso das exigências.</p>
<p>Mas pouco se fala sobre o jogo político corporativo, menos ainda sobre os seus impactos, e nada sobre o ônus que pode representar.</p>
<p>No livro <a title="Mais sobre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Power-Some-People-Have-Others/dp/0061789089/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1289998310&amp;sr=8-1" target="_blank">“Power: Why Some People Have It, And Others Don`t”</a>, escrito por <strong>Jeffrey Pfeffer</strong>, renomado professor da Universidade de Stanford, o tema é abordado de forma nua e crua. Mais que isso, seu conteúdo permite diferentes interpretações, sendo que alguns podem tomar ao pé da letra as recomendações extraídas da obra de Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política da renascença.</p>
<p>Neste contexto, não se observa nada sobre eficiência, líderes servidores ou meritocracia, mas muito sobre o jogo árduo e frio de acesso ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, custe o que custar. Neste caso, os acionistas são meros expectadores, ou, quem sabe, um obstáculo a ser vencido.</p>
<p>Porém, para um leitor mais astuto o conteúdo soa como uma crítica desse mesmo jogo insano, que fragiliza as estruturas de gestão, inibe iniciativas empreendedoras e enche de desalento e descrença aqueles que realmente querem fazer algo de concreto.</p>
<p>Especialistas afirmam categoricamente que ambientes organizacionais carregados de grande politização interna geram alta rotatividade de pessoal, afastam colaboradores competentes e contaminam a equipe com um clima de desconfiança e instabilidade que acaba por inviabilizar a empresa ao longo do tempo.</p>
<p>Fico com o leitor mais astuto e com os especialistas. O jogo político corporativo não agrega valor, toma tempo, dinheiro e, pior, acaba por permitir a criação de “instituições” paralelas à própria empresa.</p>
<p>Em termos de política, prefiro a de expressão nacional. Nessa sim falta, e muito, a participação de executivos e empresários, eternos pagadores de impostos, mas com pouquíssima voz ativa. A empresa é lugar para se trabalhar, para a busca da realização profissional e, é claro, ganhar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Nada mais.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama entrevista: Mauricio Bitencourt, consultor da INCIT</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/14/dinheirama-entrevista-mauricio-bitencourt-consultor-da-incit/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 14:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[idéia]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora]]></category>
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		<category><![CDATA[viabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem uma idéia e gostaria de abrir seu negócio e empreender com a ajuda de profissionais? Saiba mais sobre as incubadoras e como elas avaliam planos de negócios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Mauricio Bitencourt, consultor da INCIT" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_entrevista_mauricio.jpg" alt="Mauricio Bitencourt, consultor da INCIT" hspace="2" vspace="2" align="left" />Hoje você vai ler uma entrevista exclusiva que realizei com <strong>Mauricio de Pinho Bitencourt</strong>, que atua como consultor de negócios para empresas de base tecnológica, incubadoras e parques tecnológicos no país e consultor técnico da <a title="Conheça a INCIT" href="http://www.incit.com.br/" target="_blank">INCIT</a> (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá).</p>
<p>O objetivo desta entrevista é fornecer a você um pequeno guia sobre incubadoras e iniciativas para pequenas empresas. Abordaremos durante o texto algumas questões fundamentais: o que é uma incubadora, como ela atua e o que de fato ela representa para o empreendedor iniciante que tem uma ideia, mas precisa de apoio para fazê-la sair do papel e decolar.</p>
<p>Mauricio, nosso entrevistado de hoje, é graduado em engenharia elétrica pelo Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações de Santa Rita do Sapucaí), possui especialização em administração de empresas e em controladoria financeira, além de já ter atuado em empresas multinacionais e nacionais no setor de telecomunicações.</p>
<p><span id="more-4992"></span>Aproveite a leitura e o conhecimento difundido. Se acreditar que o conteúdo aqui apresentado é de interesse de amigos e conhecidos, divulgue-o e contribua para a educação de mais empreendedores.</p>
<p><strong>O que é uma incubadora?</strong><br />
<strong> Mauricio Bitencourt:</strong> É um ambiente empresarial com o propósito de apoiar empreendedores na formatação e fortalecimento de um empreendimento, por meio de apoio sistêmico na gestão empresarial, desenvolvimento do produto/serviços e interações com o mercado. Ao atingir um nível de maturidade, esses empreendimentos estão preparados para o crescimento e consolidação em seu mercado de atuação.</p>
<p><strong>Qual o objetivo de uma incubadora?</strong><br />
<strong> MB: </strong>O principal objetivo de uma incubadora é apoiar projetos inovadores com grande potencial de viabilidade e sucesso empresarial, que tragam crescimento econômico para o meio em que está inserida. Uma incubadora não deve ser vista de forma isolada, e sim como um elo importante de atração de empreendedores oriundos de ambientes onde a cultura empreendedora e a inovação são estimuladas. Conseqüentemente, o crescimento e a fixação desses empreendimentos devem ser acolhidos, por exemplo, por um ambiente de parque tecnológico.</p>
<p><strong>Qual e que tipo de apoio é normalmente oferecido ao incubado?</strong><br />
<strong> MB:</strong> Pode-se visualizar um conjunto de apoio, desde a infra-estrutura física para o início operacional da empresa, como sala, acesso a internet, apoio logístico, secretaria, um amplo programa de capacitação para o fortalecimento da gestão da empresa e, sobretudo o apoio através da rede de relacionamentos que uma incubadora pode oferecer e de grande impacto para a viabilidade de uma empresa nascente.</p>
<p><strong>Quem pode participar da incubação e como deve proceder para tal?</strong><br />
<strong> MB:</strong> Podem candidatar-se pessoas físicas ou jurídicas que tenham uma idéia inovadora e com grande potencial de viabilidade de aceitação no mercado. Deve-se formalizar essa idéia/projeto através da apresentação de um Plano de Negócios em resposta a um Edital. Não é necessário que a empresa esteja formalmente constituída quando da apresentação da proposta.</p>
<p><strong>Qual o período de incubação?</strong><br />
<strong> MB:</strong> O programa de incubação da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá &#8211; <a title="Conheça a INCIT" href="http://www.incit.com.br/" target="_blank">INCIT</a> &#8211; prevê três anos, divididos em três fases, sendo: Fase 1 &#8211; Implantação do empreendimento; Fase 2 – Desenvolvimento e consolidação; e Fase 3 &#8211; Preparação para a graduação. Deve-se destacar que essas fases e o tempo de incubação variam em função do tipo de empreendimento e principalmente da dedicação e da capacidade dos empreendedores em transformar uma idéia em uma empresa de sucesso.</p>
<p><strong>Qual o custo para o incubado?</strong><br />
<strong> MB:</strong> Ao ingressar no programa, o empreendedor deverá abrir a empresa, incorrendo nos custos vigentes de abertura e manutenção de uma empresa. Para a incubadora, é pago uma taxa mínima de incubação &#8211; que é subsidiada nos primeiros meses e crescente ao longo da permanência no programa.</p>
<p><strong>Quais projetos têm maior chance de serem selecionados para a incubação?</strong><br />
<strong> MB:</strong> O processo de entrada é a apresentação de um Plano de Negócios mostrando a característica do negócio e a viabilidade do projeto, porém, o principal pré-requisito é a inovação aliada ao perfil empreendedor do proponente.</p>
<p><strong>Mauricio, obrigado pela disponibilidade da entrevista e pela confiança depositada em nós.</strong></p>
<p><strong></strong>Para mais informações sobre o tema empreendedorismo, veja os textos publicados em nossa <a title="Leia mais sobre empreededorismo" href="http://dinheirama.com/blog/category/empreendedorismo/">seção de empreendedorismo</a> ou assista aos <a title="Conheça a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama/" target="_blank">vídeos do Dinheirama no Youtube</a>. Caro leitor, obrigado pela leitura e até mais.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama entrevista: Gustavo Caetano, Empreendedor do Ano</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/08/30/dinheirama-entrevista-gustavo-caetano-empreendedor-do-ano/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
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		<description><![CDATA[Em novo bate papo com o Dinheirama, Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, fala de empreendedorismo, conquista de clientes e diferenciais competitivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Gustavo Caetano, Empreendedor do Ano" src="http://dinheirama.com/files/2010/08/dinheirama_gustavo_caetano_ceo_samba_tech.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Gustavo Caetano, Empreendedor do Ano" hspace="2" vspace="2" align="left" />Olá, leitor. Em março de 2010, publicamos uma <a title="Dinheirama entrevista: Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech" href="http://dinheirama.com/blog/2010/03/09/dinheirama-entrevista-gustavo-caetano-ceo-da-samba-tech/" target="_blank">entrevista exclusiva com </a><strong><a title="Dinheirama entrevista: Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech" href="http://dinheirama.com/blog/2010/03/09/dinheirama-entrevista-gustavo-caetano-ceo-da-samba-tech/" target="_blank">Gustavo Caetano</a></strong>, CEO da <a title="Conheça a Samba Tech" href="http://www.sambatech.com.br" target="_blank">Samba Tech</a> que foi eleito o Empreendedor do Ano pela Revista <a title="Leia a matéria completa" href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI108577-17152,00-PREMIO+EMPREENDEDOR+DE+SUCESSO.html" target="_blank">Pequenas Empresas Grandes Negócios (Ed. Globo)</a> em 2009. Na ocasião, alguns leitores se mostraram interessados pelo tema e decidiram enviar algumas perguntas para o nosso entrevistado, através do nosso espaço de comentários.</p>
<p>Com base nesse interesse, enviamos uma segunda rodada de questões ao Gustavo utilizando algumas das perguntas enviadas pelos leitores e outras feitas por nossos editores. Mais uma vez, trazemos para você uma entrevista exclusiva com um grande nome do cenário brasileiro de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Caso não tenha lido a primeira entrevista que fizemos, sugiro que o faça. Assim a imersão e o aprendizado ocorrerão de forma mais completa e o entendimento será pleno. Aproveite a conversa e fique à vontade para deixar seu comentário e iniciar um bate-papo com os demais leitores. Desejamos a você uma ótima leitura.</p>
<p><span id="more-4917"></span><strong>Inicialmente, qual foi a estratégia adotada pela Samba Tech para adicionar clientes? O que a empresa fez para apresentar seus produtos para possíveis clientes e em quanto tempo, após a empresa ter sido aberta, conquistou-se o primeiro cliente?</strong> &#8211; Pergunta enviada por <strong>Gledson</strong></p>
<p><strong>Gustavo Caetano:</strong> Quando se monta uma empresa, a primeira tentação é de abordar todos os tipos de clientes. No caso da SambaTech, focamos apenas em grupos de mídia e criamos a melhor solução para emissoras de TVs, Jornais e Revistas do país. Hoje temos quase 80% do mercado de vídeos online no Brasil.</p>
<p>Sobre o primeiro cliente, procuramos entender quais eram seus problemas reais e como poderíamos criar uma solução de valor. Nossa mentalidade sempre foi a de criar softwares que resolvessem problemas que ainda não haviam sido descobertos.</p>
<p><strong>Gostaria de saber quais foram os principais desafios legais enfrentados pela empresa. Além disso, como se deu a elaboração dos contratos com clientes/fornecedores? Quais são, hoje, os principais problemas jurídicos que a Samba Tech enfrenta?</strong> – Pergunta enviada por <strong>Guilherme H. S. Ostrock</strong>.</p>
<p><strong>GC:</strong> Contamos com um escritório de assessoria jurídica que nos auxilia na revisão e confecção de todos os contratos. Atualmente não temos nenhum problema jurídico/legal.</p>
<p><strong>Como se deu a estruturação da empresa na busca por um aporte financeiro de um fundo de Venture Capital? E quais implicações, positivas e negativas, isso trouxe para a empresa?</strong></p>
<p><strong>GC:</strong> A Samba Tech contou, desde o começo, com investimento de Angels (pequenos investidores). Com isso, a empresa sempre teve que se manter organizada, transparente e prestar contas, o que exigiu maturidade e profissionalismo de toda a equipe. Quando buscamos um aporte financeiro de Venture Capital, já estávamos preparados e cientes das regras de Governança Corporativa exigidas pelo fundo.</p>
<p><strong>Qual o diferencial da empresa que a identifica como melhor do que as concorrentes para seus atuais clientes? Como foi o processo de desenvolvimento e de percepção desse diferencial?</strong></p>
<p><strong>GC:</strong> Como diferenciais em relação aos nossos concorrentes, podemos destacar dois principais pontos:</p>
<ul>
<li>Os nossos produtos estão 100% nas nuvens, o que garante escalabilidade (possibilidade de aumentar a capacidade dos servidores de acordo com a demanda), economia, uma vez que não é necessário investir em uma grande estrutura local, e rapidez na implantação do projeto, já que todo o processo é online;</li>
<li>A maioria dos nossos concorrentes tem como foco a solução de Web TV. Nós vamos além com os vídeos online, utilizando-os em soluções como Comunicação Corporativa, Ensino à Distância, E-commerce, vídeos para celular, UGC (conteúdo gerado pelo usuário) e muito mais.</li>
</ul>
<p>Esses diferenciais foram percebidos e buscados a partir da parceria com o MIT (Massachussetts Institute of Technology), na qual estudantes do Instituto nos auxiliaram no desenvolvimento de nossas estratégias, e através do resultado do trabalho da nossa área de Inteligência de Mercado, que estuda e traz para dentro da empresa tendências e novidades do mercado mundial.</p>
<p><strong>Obrigado Gustavo.</strong><br />
Mais uma vez deixo o nosso obrigado ao Gustavo pela disponibilidade e atenção. Recomendamos que conheça melhor o trabalho que ele vem desempenhando através da <strong><a title="Conheça a Samba Tech" href="http://www.sambatech.com.br" target="_blank">www.sambatech.com.br</a></strong>. Se preferir, siga-o no Twitter: <a title="Siga o Gustavo no Twitter" href="http://twitter.com/gustavocaetano" target="_blank">@gustavocaetano</a>. Um forte abraço. Aguardamos seus comentários para iniciarmos a discussão.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A característica mais importante de um empreendedor</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/06/11/a-caracteristica-mais-importante-de-um-empreendedor/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/06/11/a-caracteristica-mais-importante-de-um-empreendedor/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Millor Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual a característica mais importande em um empreendedor? Persistência, dedicação, habilidade com pessoas? Ser "imparável" é o que realmente faz dele alguém especial!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A característica mais importante de um empreendedor" src="http://dinheirama.com/files/2010/06/dinheirama_empreendedorismo_imparavel.jpg" alt="A característica mais importante de um empreendedor" hspace="2" vspace="2" align="left" />Existem diversas características consideradas como obrigatórias para quem quer empreender com sucesso. Entre elas, temos: uma boa rede de contatos, coragem para assumir riscos, conhecimento de mercado e etc. A grande questão é que acima de todas essas, existe uma característica fundamental para todo empreendedor: <strong>ser “imparável”</strong>.</p>
<p>O empreendedor que é “imparável” pode não ter todas as habilidades e competências necessárias, mas se ele tem essa característica será capaz de adquirir essas habilidades e conseqüências. Em outras palavras, nada irá impedi-lo de alcançar os objetivos desejados. Nada.</p>
<p><strong>Empreendedores inspiram pessoas</strong><br />
De uma forma ou de outra, qualquer um é motivado ao ler histórias de pessoas que ousaram ir mais longe, trabalharam muito e alcançaram o sucesso através de seus projetos. Um ponto que é comum nessas histórias de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é a presença de obstáculos aparentemente insuperáveis que aparecem no caminho do empreendedor e que, de alguma forma, ele consegue ultrapassar.</p>
<p><span id="more-4574"></span>Ser “imparável” tem um efeito inspirador nas pessoas, pois mostra que é possível chegar mais longe do que se nos entregarmos às nossas dificuldades.</p>
<p><strong>Empreendedores estão em processo contínuo de desenvolvimento</strong><br />
A criação de um empreendimento exige tanto uma visão de longo prazo quanto um controle rígido sobre as atividades do dia-a-dia. Essa necessidade de conciliar as duas visões faz com que o empreendedor precise sempre desenvolver seus conhecimentos e habilidades.</p>
<p>Para quem não quer ficar pra trás, é fundamental acompanhar as novas tendências de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ao mesmo tempo em que métodos de trabalho cada vez mais eficientes precisam ser aplicados na gestão diária do empreendimento. Estar em processo contínuo de desenvolvimento é mais do que uma questão de estratégia, é uma questão de sobrevivência.</p>
<p><strong>Empreendedores estão sempre em contato com as pessoas</strong><br />
Além do conhecimento que está nos livros, existe uma fonte infinita de dados de mercado e ideias de melhoria do empreendimento: as pessoas. Apesar de não ser algo comum em 100% dos empreendedores de sucesso, ter habilidade com pessoas pode facilitar muito a vida de quem quer criar e fortalecer uma marca.</p>
<p>Em qualquer empresa é necessário um contato constante com fornecedores, clientes, parceiros, etc. Ao interagir com as pessoas relacionadas ao seu mercado, o empreendedor consegue enxergar ótimas oportunidades de negócios, além de também fortalecer as parcerias existentes e criar novos laços pessoais e profissionais.</p>
<p><strong>Empreendedores aprendem com os erros próprios e dos outros</strong><br />
De nada adianta estudar casos de sucesso sem conferir o outro lado da moeda, o fracasso. Diversos empresários de sucesso já fracassaram algumas (muitas) vezes antes de alcançarem o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VjZXNzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">sucesso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O fracasso, se bem aproveitado, pode se transformar em uma forma de aprendizado fantástica.</p>
<p>Empreendedores “imparáveis” são aqueles que, apesar de experimentarem o fracasso, não desistem e superam as barreiras. Além disso, é preciso entender fracassos de outras empresas para não repetir os mesmos erros.</p>
<p><strong>Conclusão: empreendedores conseguem criar estratégias vencedoras</strong><br />
Ao ser “imparável” e estar em processo contínuo de desenvolvimento, o empreendedor consegue transformar uma visão em ações práticas que alcançam resultados. Sem dúvidas, dominar todas essas competências habilidades e não desmotivar com o fracasso é extremamente difícil e não é para qualquer um. Mas quem falou que era fácil?</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Millor Machado</b>.<br>

Millor Machado é Engenheiro de Controle e Automação pela UNICAMP com experiência em vendas e consultoria estratégica. É co-fundador da Empreendemia e atualmente escreve sobre empreendedorismo no blog Saia do Lugar.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os dois lados das histórias de empreendedorismo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/04/27/os-dois-lados-das-historias-de-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 14:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Esqueça a visão romântica de sucesso instantâneo pregada por ai. Os empreendedores são guerreiros e sabem que fracassar faz parte. E você, sabe lidar com frustrações?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os dois lados das histórias de empreendedorismo" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_historias_empreendedores.jpg" alt="Os dois lados das histórias de empreendedorismo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Embora a gente imagine o contrário, lidar com o excesso de histórias superficiais de empreendedores de sucesso, como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Sm9ic18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-48">Steve Jobs<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Michael Dell, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V2FycmVuK0J1ZmZldHRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Warren Buffett<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> etc. pode dificultar no momento em que estamos começando o nosso negócio. Por quê? Na grande maioria das vezes, elas são regadas de romantismo. A impressão que fica é a de que o sucesso aconteceu da noite para o dia, que o empresário é um semideus.</p>
<p>Parece que estas figuras nasceram com conhecimentos fundamentais sobre vendas e sobre negócios, fazendo tudo parecer muito fácil e que você, simples mortal, dificilmente conseguirá chegar ao mesmo patamar que ele. Ou pior, fará você acreditar que será possível alcançar o sucesso rapidamente, com o mínimo de esforço, pois parece ter sido assim que o seu ídolo do mundo dos negócios o fez.</p>
<p>A Revista <a title="Revista PEGN" href="http://revistapegn.globo.com/" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a> (Globo) trouxe, na edição de Abril, uma matéria de capa fantástica, intitulada <a title="O verdadeiro caminho para o sucesso - PEGN" href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI131068-17152,00-O+VERDADEIRO+CAMINHO+DO+SUCESSO+TRECHO.html" target="_blank">“O verdadeiro caminho do sucesso”</a>, onde aborda pontos importantes da verdadeira história de alguns dos empreendedores mais famosos. A reportagem desmistifica vários mitos sobre empreendedorismo, fazendo inúmeras citações aos livros <a title="Compre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Illusions-Entrepreneurship-Costly-Entrepreneurs-Investors/dp/0300158564/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1272321830&amp;sr=8-1-spell" target="_blank">“The Ilusions of Entrepreneurship”</a>, de Scott Shane e <a title="Compre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Predators-Icons-Exposing-Myth-Business/dp/080147566X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1272321818&amp;sr=8-1" target="_blank">“From Predators to Icons”</a>, de <strong>Michel Villete</strong> e <strong>Catherine Vuillermot</strong>.</p>
<p><span id="more-4363"></span>Logo no inicio da reportagem, foram apresentadas sete imagens que frequentemente sofrem distorções e logo em seguida são apresentadas as seguintes verdades entre parênteses:</p>
<ol>
<li><strong>Imagem romântica:</strong> empreendedor nasce empreendedor. <strong>Verdade:</strong> o que determina o sucesso não é a genética, e sim o ambiente e o esforço individual;</li>
<li><strong>Imagem romântica: </strong>não é preciso educação nem experiência para montar um negócio. <strong>Verdade:</strong> empresários sem bagagem são os que mais dão errado;</li>
<li><strong>Imagem romântica: </strong>o empreendedor age sozinho. <strong>Verdade:</strong> mas quanto melhor a rede de contatos, maiores as chances de sucesso;</li>
<li><strong>Imagem romântica: </strong>empreender é arriscar. <strong>Verdade:</strong> quem vai longe sabe da importância de calcular e minimizar os riscos;</li>
<li><strong>Imagem romântica:</strong> empreender é ficar livre. <strong>Verdade:</strong> na realidade, trabalha-se muitas vezes mais e é preciso dar satisfação a fornecedores, funcionário, clientes etc.;</li>
<li><strong>Imagem romântica:</strong> é preciso uma ideia genial para abrir uma empresa. <strong>Verdade:</strong> a maioria dos negócios é trivial;</li>
<li><strong>Imagem romântica:</strong> todo empreendedor é rico.<strong> Verdade:</strong> normalmente, o retorno sobre o investimento inicial demora a acontecer.</li>
</ol>
<p>Li esta reportagem atentamente e a grifei em vários momentos. Ela expressa a verdade e para empreender é disso que precisamos. Uma boa dose de realidade! Não pense em nerds que criaram o Google, nem em super engenheiros que criaram o iPod e como sua empresa seria demais se você tivesse criado algo assim, se você tivesse dinheiro para investir em propaganda, se&#8230; Ah, e se&#8230; Pense em você e no que precisa fazer para garantir o seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VjZXNzbyt0cmFiYWxob18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">sucesso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, principalmente, o faturamento de amanhã, a sustentabilidade do negócio.</p>
<p>Sim, recomendamos, aqui no <em>Dinheirama</em>, que você leia cada vez mais sobre como grandes ideias saíram do papel e viraram sucesso. Aliás, existem ótimos livros sobre isso. Mas, estude a fundo, descubra o porquê desse triunfo realmente ter acontecido e ai então você terá aprendido algo. Não fique apenas maravilhado querendo ser um deles. Vamos lá, bola pra frente! Este é o seu mundo, a sua realidade. Aceite-o e conforme-se. Ou não, transforme-o, afinal você sabe que isso é possível. Empreender, com certeza, é a melhor opção.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Informação: faça bom uso na hora de empreender</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça excelentes fontes de informação, conteúdo e lições sobre empreendedorismo, negócios, plano de negócios e coloque em prática sua idéia de abrir sua empresa ou rever o potencial de seu atual empreendimento. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Informação: faça bom uso na hora de empreender" src="http://dinheirama.com/files/2009/11/dinheirama_negocios_empreendedorismo_sebrae.jpg" alt="Informação: faça bom uso na hora de empreender" hspace="2" vspace="2" align="left" />É muito comum encontrar pessoas que têm vontade de abrir o seu próprio negócio, mas não sabem nem como começar. Ou então, aqueles que se aventuraram no sonho de seu empreendimento e hoje se vêem com problemas. Para iniciar o seu empreendimento, é preciso informação, mas acima de tudo muita força de vontade.</p>
<p>O mais importante é dar o “primeiro passo”, e a partir dai aprender com a realidade de cada dia, de forma sempre flexível e preparado mentalmente para agir quando preciso. Contudo, hoje vamos deixar de lado assuntos motivacionais da aventura de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">empreender<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e vamos partir para a informação, aspecto tão importante no desenvolvimento de negócios.</p>
<p>Fiz algumas pesquisas e selecionei alguns pontos que podem ajudá-lo a se preparar para abrir sua empresa ou a desenvolver o seu negócio já iniciado. Aproveite!</p>
<p><span id="more-3479"></span><strong>Órgãos de informação e de apoio</strong><br />
Há algumas organizações que fornecem informações, serviços e até mesmo financiamentos. Selecionei uma lista, a partir de consultas a livros e sites, que contêm algumas dessas iniciativas – mas, saiba, não são as únicas. Portanto, informe-se e descubra aquela que melhor pode ajudá-lo:</p>
<ul>
<li><strong>SEBRAE</strong> (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) &#8211; <a title="SEBRAE" href="http://www.sebrae.com.br" target="_blank">www.sebrae.com.br</a> &#8211; Oferece informações e esclarecimento a respeito da abertura legal de um negócio e inúmeros outros serviços, inclusive alguns cursos de preparação para quem quer começar a empreender.</li>
<li><strong>Instituto Empreender Endeavor</strong> – <a title="Instituto Empreender Endeavor" href="http://www.endeavor.org.br" target="_blank">www.endeavor.org.br</a> &#8211; Atua como agente facilitador do desenvolvimento de empreendedores. Tem uma extensa carteira de serviços que inclui orientação, treinamento e avaliação de planos de negócios, entre outros.</li>
<li><strong>Empresa Júnior</strong> &#8211; é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados. Acesse a <a title="Veja a lista de Empresas Junior" href="http://www.brasiljunior.org.br/listarFederacoes.php" target="_blank">lista com a relação das federações de empresas juniores</a> de cada estado e encontre uma que possa lhe auxiliar na sua região.</li>
<li><strong>Simpi</strong> – <a title="SIMPI" href="http://www.simpi.com.br" target="_blank">www.simpi.com.br</a> &#8211; Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo. Oferece o serviço Empresa Aberta, que tem o objetivo de disponibilizar ao micro e pequeno empresário, a baixo custo, uma forma rápida de tornar operacional seu próprio negócio. O Simpi também tem a Unicash – Sociedade de Crédito ao Microempreendedor.</li>
<li><strong>FINEP</strong> (Financiadora de Estudos e Projetos) – <a title="FINEP" href="http://www.finep.gov.br" target="_blank">www.finep.gov.br</a> &#8211; Empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Concede financiamentos reembolsáveis e não reembolsáveis – destinados a instituições sem fins lucrativos – e apóia a incubação de empresas de base tecnológica, a implantação de parques tecnológicos, a estruturação e consolidação dos processos de pesquisa, o desenvolvimento e a inovação em empresas já estabelecidas e o desenvolvimento de mercados.</li>
<li><strong>SBA</strong> (Small Business Administration) – <a title="SBA" href="http://www.sba.gov" target="_blank">www.sba.gov</a> &#8211; Órgão do governo norte-americano de apoio a empresas de pequeno porte. Fornece orientações a empreendedores e modelos de planos de negócios. Apesar de voltado para o empreendedorismo nos Estados Unidos, suas ferramentas têm aplicação universal. Tem versão em espanhol.</li>
<li><strong>Dinheirama</strong>: Blog de Finanças Pessoais, Empreendedorismo, Economia e Educação Financeira, em que os assuntos são tratados de forma natural e enriquecedora – <a title="Dinheirama" href="http://www.dinheirama.com" target="_blank">www.dinheirama.com</a> &#8211; Não deixe de conversar conosco sobre suas dúvidas e sobre seus pensamentos e impressões acerca da abertura ou da gestão de sua empresa.</li>
</ul>
<p>Que tal sugerir algum nome para aumentarmos essa lista? Aguardo o seu comentário. Um abraço.</p>
<p><strong>Livro utilizado como uma das fontes:</strong> <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1583813/?franq=247523" target="_blank">“Administração para Empreendedores”</a>, de <strong>Antonio Cesar Amaru Maximiano</strong> (Pearson Prentice Hall, 2006). Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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