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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; equilíbrio</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; equilíbrio</title>
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		<title>Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/05/viver-de-forma-superficial-ou-intensa-como-fica-a-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com a qualidade de vida em uma sociedade cada vez mais exigente? Como escolher entre viver de forma superficial ou intensa? Equilíbrio, a chave!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_viver_forma_superficial_intensa_qualidade_de_vida.jpg" alt="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A vida sinaliza para a necessidade de voltar para casa: <strong>o nosso EU</strong>. Um voltar com caráter amoroso e não egoísta. Observo que muitas pessoas estão anestesiadas e acabam vivendo na superficialidade. A demanda maluca do cotidiano acelera e contribui para essa vida rasa, onde não há muito espaço para estar consigo, conhecer melhor suas vontades e decidir pela melhor opção. Infelizmente, “somos levados” por isso ou aquilo&#8230;</p>
<p>Acabamos transportados para lugares sem identidade, empregos sem trabalho, relações sem amores, metas sem ideais, sentimentos sem sentido. A falta de conhecimento sobre nossas reais necessidades e o que nos faz felizes acaba gerando doenças físicas e emocionais, já que o distanciamento do Eu traz consigo consequências negativas em algum momento da vida.</p>
<p>Outros aspectos, como o consumismo, as pressões de uma sociedade voltada para aparências e o empobrecimento cultural em pleno século XXI acabam distanciando muitas pessoas do Belo, do Bem e do Bom. Isso tem reflexos pesadíssimos também no aspecto financeiro das famílias, como você bem sabe.</p>
<p><span id="more-7461"></span>Pense um pouco e lembre-se de qual foi a última vez que você:</p>
<ul>
<li>Olhou para o céu;</li>
<li>Expressou seu carinho para as pessoas que ama;</li>
<li>Olhou no espelho e disse: “Você nasceu para dar certo!”;</li>
<li>Ajudou alguém pelo simples prazer de colaborar;</li>
<li>Pediu perdão;</li>
<li>Trocou a tarde no shopping por um passeio no parque;</li>
<li>Enfeitou a casa com flores;</li>
<li>Decidiu pela saúde financeira e assumiu o controle da planilha doméstica;</li>
<li>Rompeu com as amarras comportamentais que te prendiam no automatismo e foi fazer o que realmente valia a pena para você.</li>
</ul>
<p>É preciso desenvolver uma relação mais real e saudável consigo, com o outro e com a natureza. Todos nós corremos o risco de cair na cilada de uma Vida Líquida, para usar a expressão do sociólogo <strong>Zygmunt Bauman</strong>, onde tudo é temporário. Nesse cenário, as pessoas sentem-se confusas no meio de tantas transformações e informações e acabam com a sensação de estarem perdendo sua condição humana.</p>
<p>Isso tudo <em>“associado à proliferação dos apelos do consumo e sucesso, fazendo com que as pessoas mesmo angustiadas, perplexas e inseguras, estejam mais interessadas em escolher entre as diversas marcas de produtos e as mais infinitas ofertas, do que com sua condição de Ser e Estar no mundo”</em>.</p>
<p>Esse texto é um alerta para mim e para vocês. Uma pausa para refletirmos sobre como conduzimos nossa vida, se nossos dias estão sendo bem vividos, se conseguimos realmente sentir esse cotidiano e provocar mudanças. <strong>A principal revolução deve acontecer dentro de nós</strong> para consolidarmos nossa condição de SERES HUMANOS e não de teres humanos. Que tal aproveitar o feriado prolongado para começar ao invés de apenas reagir?</p>
<p>Concorda com essa ideia? Compartilhe conosco seu ponto de vista no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/17/qual-o-limite-do-necessario-como-equilibrar-necessidade-e-superfluos/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 18:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já reparou em quanta coisa compra e acumula sem necessidade? O que dizer do armário cheio de roupas nunca utilizadas? Sapatos? Como lidar com esse impulso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_limite_necessario_superfluo.jpg" alt="Qual o limite do necessário? Como equilibrar necessidade e supérfluos?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um tema ronda meus pensamentos há algum tempo: o supérfluo, o necessário, nossos limites e limitações. Qual o limite do necessário? Você já deu uma volta em sua casa, analisando armários e gavetas? Você percebeu quantas roupas estão (bem) guardadas e que há tempos você não usa? Quanta coisa comprou por impulso e que agora está ali, somente ocupando espaço em seu armário?</p>
<p>Pois é isso mesmo! Todos nós acumulamos muita coisa sem a menor necessidade ou sem a menor noção de que fazemos isso. Por que será que gostamos tanto de acumular objetos, roupas e quinquilharias? Será que é apego? Desleixo? Falta de noção? Desconhecimento?  Cada um tem uma opinião, o certo é que o supérfluo incomoda ou incomodará em algum momento.</p>
<p>Por definição, supérfluo é o que é demais, demasiado, excedente, desnecessário, ocioso, inútil ou aquilo que excede o necessário, coisas dispensáveis.  Já o necessário é aquilo que não se pode dispensar, é imprescindível à vida.</p>
<p><span id="more-6220"></span>Como tratamos esses conceitos dentro do nosso cotidiano? Será que estamos nos endividando por conta de compras majoritariamente supérfluas? Será que acabamos nos endividando com o que é necessário depois de exagerar no que é supérfluo? O certo é que a felicidade e a paz não dependem do volume de coisas que acumulamos durante nossa vida – muitas vezes acabamos esquecendo isso.</p>
<p>Acho interessante trazer essa reflexão para que prestemos atenção em nossas “necessidades artificiais”. Acredito que a razão coloca cada coisa em seu lugar. O conhecimento de nossas necessidades reais nos mostra o limite entre o necessário e o uso consciente de nosso dinheiro. A cada dia, empresas e agências brilhantemente criam necessidades, mas cabe a nós, consumidores, a decisão de compra.</p>
<p>É claro que o limite do necessário varia de pessoa para pessoa, assim como o conceito de sucesso e riqueza. Perceba que a proposta aqui é a autoavaliação, dentro da sua realidade, para que, a partir da identificação dos seus supérfluos, você possa melhorar seu financeiro e sua qualidade de vida.</p>
<p>Que tal um <a title="Simplifique com o método 5S" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/11/simplifique-e-viva-melhor-usando-o-metodo-5s/" target="_blank">5S pessoal</a> para começar a pensar no assunto? Quantas vezes empregamos nosso tempo e energia em conversas supérfluas, e-mails supérfluos, relacionamentos supérfluos e assim por diante&#8230; Preste atenção e tente analisar com mais cuidado e atenção seus hábitos e comportamentos.</p>
<p>Como pode ver, esse artigo é carregado de questionamentos. Pela maiêutica somos conduzidos às nossas questões e possíveis soluções. E, como dizia o Marquês de Maricá no século XVIII, <em>“sabei dispensar o supérfluo e não vos faltará o necessário”</em>.</p>
<p>Pensem no tema! Um abraço e até o próximo artigo!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A suave acomodação de cada dia</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/02/17/a-suave-acomodacao-de-cada-dia/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 16:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como você lida com a constante força que nos coloca rumo à zona de conforto? A acomodação pode ser uma perigosa armadilha contra o seu sucesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A suave acomodação de cada dia" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_acomodacao_relax_vida.jpg" alt="A suave acomodação de cada dia" hspace="2" vspace="2" align="left" />Trouxe para vocês hoje fragmentos de um texto interessante e do qual gosto muito, escrito pela jornalista <strong>Marina Colasanti</strong>. Ele nos faz refletir sobre esse cotidiano maluco, sobre esse ritmo alucinante que a vida acaba nos impondo e nos fazendo acreditar no estilo de vida “se não for assim, eu morro na praia”.  Será que morreremos mesmo na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJhaWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">praia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou viveremos com baixa qualidade de vida e com a saúde no limite? Vale à pena pensar nessa questão.</p>
<blockquote><p>Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.<br />
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora.<br />
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado por que está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus por está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.<br />
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e de que precisa. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar. E a pagar mais do que as coisas valem.<br />
A gente acostuma a andar na rua e ver cartazes. Abrir as revistas e ver anúncios. Ligar a televisão e assistir comerciais. Ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na rua na infindável caçada aos produtos.<br />
A gente se acostuma para preservar a pele. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta de tanto se acostumar, se perde de si mesma. (<a title="Mais sobre Marina Colasanti" href="http://www.releituras.com/mcolasanti_menu.asp" target="_blank"><strong>Marina Colasanti</strong></a>)</p></blockquote>
<p>Provocativo o texto, não concordam? Pelo menos algumas das frases se encaixam como uma luva em nosso comportamento “piloto automático”. Ao ler, sentimos bater forte dentro de nós e pensamos em nossa lista pessoal, em nossos desejos e sentir alguma vontade de fazer diferente.</p>
<p><span id="more-4005"></span>Convido você a pensar em sua própria mudança, pois alguém já falou que enquanto pensarmos que quem deve mudar é o outro, vamos entorpecendo nossos sentidos, nos tornando cada vez tolerantes, mais resistentes e, por isto, menos capazes de intervir na realidade. Afinal, a gente se acostuma, não?</p>
<p>Convido vocês a partilharem seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9udG8rZGUrdmlzdGFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">ponto de vista<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sobre essa acomodação humana pela qual todos nós acabamos passando. Como ser diferente e fugir das suaves e desnecessárias imposições cotidianas? Vale a pena fazê-lo? Por quê?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

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