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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; família</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; família</title>
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		<title>DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Garanta sua aposentadoria com mais dinheiro, benefícios e muito tempo livre para aproveitar a melhor idade. Leia dicas financeiras para planejar melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheiramacast_post_como_se_preparar_para_aposentadoria_tranquila.jpg" alt="DinheiramaCast: Como se preparar para uma aposentadoria tranquila" align="left" hspace="2" vspace="2" />Enquanto os mais jovens se recusam a dedicar atenção à poupança para aposentadoria, muitas brasileiros mais velhos vivem o problema de aposentar-se sem conseguir manter seu padrão de vida. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos e listamos os principais passos para uma aposentadoria tranquila e devidamente planejada, sem sustos.</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Por que é tão importante preocupar-se com a aposentadoria? A Previdência Social não dará conta de pagar maiores benefícios e o padrão de vida atual de muitos brasileiros será afetado com despesas maiores no futuro;</li>
<li>A preparação para uma aposentadoria tranquila e rica depende de uma avaliação inteligente do padrão de vida que se deseja manter no futuro;</li>
<li>O controle de gastos e a tarefa de manter um orçamento doméstico podem ajudar a dimensionar as reais necessidades da família hoje e amanhã;</li>
<li>Os investimentos voltados para o usufruto na aposentadoria devem apresentar grande liquidez (facilidade de serem transformados em dinheiro), ou corre-se o risco de ter patrimônio, mas sem renda para as despesas correntes.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
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<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/30/dinheirama-entrevista-suely-almoas-diretora-da-digithobrasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil, alerta para a atitude de cuidar do dinheiro e fala mais sobre softwares de controle financeiro online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_entrevista_suely_almoas_diretora_digithobrasil.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos muitos desafios do brasileiro é manter-se em dia com suas finanças. O controle financeiro é uma atividade que requer atenção, dedicação e união familiar. Apesar de presente no nosso cotidiano, o dinheiro nem sempre é tratado de forma inteligente: seu uso indiscriminado causa uma falsa sensação de liberdade, logo substituída pelos problemas do endividamento. O fato é que muitos leitores nos questionam sobre a melhor maneira de gerenciar e manter registrados os gastos e as receitas.</p>
<p>Para falar mais sobre a questão, conversamos com <strong>Suely Almôas</strong>, Diretora da respeitada empresa de soluções em software <strong><a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a></strong>, hoje a maior empresa do segmento no Estado do Mato Grosso do Sul. Dentre seus produtos está o <strong><a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a></strong>, software online de controle financeiro pessoal que existe há 10 anos, possui mais de 50.000 usuários cadastrados e que recebeu, da Revista INFO, o título de <em>“Melhor Software de Controle Financeiro”</em> no ano de 2006.</p>
<p>Na nossa conversa, Suely aborda as vantagens de aproveitar ferramentas para manter o registro dos acontecimentos financeiros e conta, usando sua experiência e conhecimento da área, como os usuários estão lidando com essa nova forma de cuidar de seu bolso. Acompanhe:</p>
<p><span id="more-7156"></span><strong>Durante muitos anos, o brasileiro conviveu com uma economia instável, com inflação e com poucas perspectivas de crescimento. A realidade mudou, já somos a sexta maior economia do mundo e a Internet já é alcançada por boa parte de nossa população. Dentro desse cenário, qual a contribuição que os softwares de gestão financeira online podem oferecer as pessoas?</strong></p>
<p><strong>Suely Almôas:</strong> A gestão financeira começa com a visualização do quanto se ganha, quanto se gasta e com o quê se gasta. Nesse ponto, os softwares de gestão financeira são ferramentas facilitadoras, já que permitem que relatórios, gráficos e tabelas mostrem, de forma visual e simples, a realidade financeira do usuário. Além disso, os softwares online auxiliam de forma mais ágil a entrada de dados, uma vez que estão sempre à disposição na Internet, onde quer que o usuário esteja e a qualquer hora.</p>
<p><strong>Muitos leitores acabam destacando o item segurança como um dos fatores de preocupação ao usar ferramentas de controle de terceiros. O que as empresas que oferecem esse tipo de trabalho tem realizado para preservar a segurança dos seus usuários? O usuário pode realmente ficar tranquilo?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Muito se tem feito na área de segurança da informação, desde a melhoria em infraestrutura, com data centers a prova de incêndio, inundações, abalos e violações de qualquer natureza, até a criptografia de dados, onde nem mesmo quem manuseia os bancos de dados tem acesso aos conteúdos dos mesmos.</p>
<p>Os usuários podem ficar tranquilos, pois os seus dados estão sob os cuidados de especialistas e em estruturas onde o risco de perda é mínimo. Quando os usuários domésticos são responsáveis por seus próprios dados, o risco é bem maior, uma vez que, normalmente, a maioria deles não dispõe do conhecimento do processo de cópias (backup) e armazenagem. Além disso, na hipótese de ocorrer algum problema técnico no computador, os dados podem se perder ou danificar para sempre.</p>
<p><strong>Você participou ativamente da criação do <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a>, software de controle financeiro pessoal da DígithoBrasil. Fale-nos um pouco mais sobre esse aplicativo. Por que decidiram colocá-lo na web? Quais suas características principais?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus nasceu da vontade de auxiliar as pessoas no processo de educação financeira e tem o princípio de ser simples e eficiente. Na época do lançamento da primeira versão, em 1997, os softwares existentes vinham, em sua maioria, migrados dos computadores de grande porte, onde a interface, a &#8220;cara&#8221; do software, não era considerada importante.</p>
<p>O Bônus surgiu com uma proposta nova, inteiramente gráfica, onde as despesas e receitas eram ícones desenhados (símbolos) ao invés de texto. Procuramos sempre deixar o produto enxuto no número de funcionalidades e relatórios, mas sempre evoluindo no quesito facilidade e praticidade.</p>
<p>Foram lançadas versões desde 1997 até 2009, na versão <em>desktop</em>. Nesse período, fizemos várias pesquisas de mercado, principalmente com nossos usuários, sobre a migração para a Internet. A nossa dúvida era se as pessoas colocariam os seus dados na grande rede. E a resposta foi meio a meio, então topamos o desafio de partir para web e lançamos o portal <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">www.bonusweb.com.br</a>.</p>
<p><strong>Pelos testes que fizemos com o sistema, percebemos que existe uma versão gratuita e outra com mais recursos, que é paga. Quais as principais diferenças entre as versões? Pode nos dizer quantas visitas o site recebe e quantos usuários ativos a ferramenta possui hoje?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus possui duas versões: a gratuita, com mais de 20 funcionalidades que atendem usuários que buscam um controle mais simples de suas finanças, com a possiblidade de realizar quantos lançamentos desejarem e usá-lo pelo tempo que quiserem. Já a versão paga é mais completa e possui opções de conciliação bancária e controle de cartão de crédito, facilitando as atividades de conferência e proporcionando ganho de tempo com os lançamentos. Atualmente, recebemos mais de 10 mil visitas mensais e temos mais de cinco mil usuários ativos no Bônus.</p>
<p><strong>Pensando no futuro, muitos sites cogitam a possibilidade de ver um software de gerenciamento financeiro online integrado às operações bancárias, algo parecido com o já realizado pelo americano <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>. Vocês enxergam este caminho para os aplicativos no Brasil? Quais outras inovações tendem a se concretizar no decorrer dos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Sim, esse é um caminho plausível. A barreira no Brasil concentra-se muito mais nos processos legais do que nas limitações técnicas. Mas acredito que esta seja uma tendência. As inovações virão para facilitar o processo de entrada de dados, fazendo com que estes fiquem cada vez mais automatizados e também disponibilizem uma consultoria financeira, tendo como base o conhecimento do perfil do usuário.</p>
<p>Entender melhor como o usuário compra, o que adquire, quais são os seus objetivos materiais e financeiros pode ser útil para sugerir maneiras de economizar, alternativas de gastos e aplicações (investimentos) melhores.</p>
<p><strong>Um dos mercados que mais se desenvolve no Brasil e no mundo é o ligado aos aparelhos móveis. Como você encara esse mercado? A <a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a> pretende oferecer uma versão do site para quem está ligado nessa nova forma de usar a Internet?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> É o mercado que mais cresce no momento, uma grande oportunidade de expansão. Sim, já estamos trabalhando em uma versão para esse mercado.</p>
<p><strong>Suely, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso. Peço que, por favor, deixe uma mensagem final aos nossos leitores que querem começar o seu planejamento financeiro de forma inteligente e pró-ativa.</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Existem somente dois dias que não existem no meu calendário: o ontem e o amanhã. Portanto, meus amigos, aproveitem o hoje, o presente. Como o próprio nome já diz, se dê esse presente começando hoje a gerir o seu dinheiro. E comecem ganhando um Bônus para suas finanças. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo trabalho em prol da educação financeira de nossos brasileiros.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação financeira para profissionais da área de saúde</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/30/educacao-financeira-para-profissionais-da-area-de-saude/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama e Gestão Hospitalar criam projeto para levar educação financeira para profissionais da área de saúde. Conheça a e apoie esta ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira para profissionais da área de saúde" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_educacao_financeira_profissionais_saude.jpg" alt="Educação financeira para profissionais da área de saúde" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você, leitor habitual do <em>Dinheirama</em>, já deve saber que, além de sermos um blog também oferecemos em todo território nacional palestras, cursos, seminários e consultoria relacionada à área de educação financeira. Felizmente, temos alcançado no mundo offline a mesma aceitação que alcançamos na Internet.</p>
<p>Por isso, gostaríamos de compartilhar com você a parceria firmada entre o Dinheirama e o blog <a title="Conheça o Blog Gestão Hospitalar" href="http://gehosp.com.br/" target="_blank">Gestão Hospitalar</a> com o objetivo de desenvolver projetos de educação financeira personalizados para os profissionais da área de saúde.</p>
<p><strong>O que podemos oferecer?</strong><br />
Com essa parceria, instituições de saúde poderão adotar o projeto de educação financeira feito sobe medida para os seus profissionais, contando com:</p>
<ul>
<li>Palestras de Educação Financeira e planejamento pessoal;</li>
<li>Cursos específicos de desenvolvimento financeiro (Planejamento, Investimentos, Negociação de Dívidas, Bolsa de Valores etc);</li>
<li>Consultorias pessoais;</li>
<li>Criação de conteúdo (artigos, vídeos, podcasts) para exposição na Intranet do Hospital;</li>
<li>Criação de cursos de educação financeira em DVD.</li>
</ul>
<p><span id="more-7151"></span><strong>Faça contato e conheça melhor essas possibilidades!</strong><br />
Se você trabalha em alguma instituição de saúde (hospitais, operadoras de plano de saúde, clínicas ou consultórios), converse com o departamento de pessoal (RH) e faça a sugestão para ter, em sua empresa, um beneficio que certamente fará diferença no futuro.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais do projeto e desta parceria com o Dinheirama, entre em contato com <strong>Roberta</strong> através do e-mail <strong>roberta@gehosp.com.br</strong> ou com <strong>Ricardo</strong> pelo e-mail <strong>contato@dinheirama.com</strong>. Se precisar de ajuda para formular uma apresentação ou proposta, conte conosco.</p>
<p>Não perca essa oportunidade. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[alavancagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Lidar com as finanças pessoais de forma inteligente pode fazer a diferença se você quiser terminar sua graduação com a carreira já alavancada. Preste atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem_formado_parte2.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia a primeira parte do artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/" target="_blank">texto anterior</a>, abordei de maneira generalizada os conceitos de educação financeira e de como obtê-la ainda no período estudantil. Hoje, darei foco a outras questões como alavancagem profissional e as consequências da falta de educação financeira. Como leiga no assunto, encontrei na explicação a seguir uma boa forma de compreender este conceito tão complexo.</p>
<p>A alavanca é um instrumento que potencializa uma força. Por exemplo, usa-se um macaco para levantar um carro. A força que é feita para usar o macaco é muito menor do que a utilizada diretamente no levantamento do carro. Mas, como o macaco é uma alavanca, o resultado é potencialmente maior. Ou seja, o carro, que é muito pesado, é levantado com menor esforço.</p>
<p>O princípio econômico da alavancagem é o mesmo: investe-se um valor pequeno diante do retorno, bem maior, que será obtido. Exemplo: um profissional de design de interiores, com uma pequena quantia, poderá imprimir cerca de 1.000 cartões e fazer seu marketing a qualquer momento. Com seu primeiro projeto de design, certamente conseguirá pagar este gasto com os cartões e, se for um projeto bem sucedido, já terá um cliente para indicá-lo a outros. E ainda terá cartões restantes para distribuir.</p>
<p><span id="more-7055"></span><strong>A alavancagem profissional depende de você!</strong><br />
A alavancagem, no caso de um profissional recém-formado, representa a força que ele precisará para mostrar-se ao mercado. No exemplo acima, a alavancagem foi a impressão dos cartões de visitas para divulgação. Esta força motora inicial vem sob a forma de dinheiro investido, ou seja, uma dívida, um empréstimo que deverá ser realizado para que o passo inicial seja dado.</p>
<p>No Brasil, a família e o cônjuge costumam prover o dinheiro para essa alavancagem, mas atenção: a boa alavancagem considera que o valor investido deve ser recuperado por inteiro e ainda trazer lucros. Ficar dependente de terceiros sempre que precisar dar um passo maior ou errar nos cálculos gastando mais do que irá de fato recuperar são erros frequentes. O que ocorre, muitas vezes, é que, por falta de educação financeira, essa alavancagem acaba se tornando uma despesa fixa ao invés de uma ferramenta de aumento de receita.</p>
<p><strong>O perigo do endividamento para quem está começando</strong><br />
Sabe-se que muitos recém-formados iniciam suas carreiras já endividados, na maioria das vezes por desconhecer técnicas de gestão de finanças pessoais – fruto da falta de educação financeira. Quem não consegue fazer uma boa gestão financeira pessoal, fatalmente terá dificuldades de gerir financeiramente o próprio negócio, mesmo que ele esteja dentro de casa. Os desdobramentos do endividamento são muitos. Veja alguns, a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Estar mal preparado para negociar com o cliente.</strong> Uma vez que a necessidade de ganhar dinheiro é urgente, o profissional poderá assinar contratos ruins, propondo-se fazer trabalhos mal remunerados, fechando contratos a “qualquer custo”;</li>
<li><strong>Receber solicitações de cancelamentos de contratos por parte dos clientes.</strong> A urgência em ganhar dinheiro leva o profissional a pressionar os clientes a assinarem os contratos. Estes, por sua vez, podem cancelá-los durante o processo de trabalho, por perceberem que sua decisão foi fruto de muita pressão;</li>
<li><strong>Tornar-se um profissional avarento financeiramente.</strong> Em função da pouca remuneração e do excesso de dívidas, o profissional pode tornar-se mal pagador e explorar fornecedores, estagiários e prestadores de serviço, sendo, aos poucos, abandonados por eles;</li>
<li><strong>Ter pouca ou nenhuma especialização.</strong> Com recursos escassos, o recém-formado não tem capital para investir em conhecimentos alavancadores como, por exemplo, cursos de alta especialização, pós-graduações renomadas, congressos nacionais e internacionais de grande reconhecimento e, portanto, mais caros.</li>
</ul>
<p><strong>Por que insistir em na educação financeira vale a pena?</strong><br />
Colocadas todas essas questões, é necessário ter em mente as seguintes premissas:</p>
<ul>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira está diretamente relacionado à quantidade de horas a que o profissional se dedicou ao estudo do tema, formal ou informalmente;</li>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira influencia a qualidade das decisões tomadas pelos profissionais em relação às questões financeiras;</li>
<li>A qualidade de vida está diretamente relacionada à tranquilidade financeira. Quem vive endividado ou no limite do orçamento sofre mais as consequências das instabilidades dos mercados e do mundo;</li>
<li>A criação de um portfólio diferenciado é consequência, também, de um profissional emocionalmente tranquilo e capaz de direcionar suas energias para o bom atendimento e a criatividade;</li>
<li>A tranquilidade emocional gera boa administração, e a boa administração traz como resultado a fidelidade de fornecedores e prestadores de serviços;</li>
<li>A tranquilidade financeira possibilita o acesso a pós-graduações e especializações diferenciadas, trazendo como resultado melhor posicionamento no mercado e mais bagagem profissional.</li>
</ul>
<p><strong>Educação financeira é importante, simples assim!</strong><br />
Acredito que todo cidadão, independente de sua formação profissional, deve inteirar-se a respeito de educação financeira. Quanto mais cedo estudar finanças e se dedicar ao planejamento financeiro familiar, melhor. Realizar sonhos é consequência de conhecimento aplicado e muito esforço, raramente de sorte! Sucesso e até a próxima.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos clássicos e luxuosos, em formato de galinhas, feitos em porcelana sem esmalte e banhados a ouro, criados pela conceituada Oxford Porcelanas.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/19/dinheirama-entrevista-odete-reis-palestrante-de-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Odete Reis, palestrante de educação financeira, fala sobre como colocar suas finanças em dia, economizar nas compras e multiplicar seu patrimônio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_odete_reis_palestrante_educacao_financeira.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos aspectos mais gratificantes deste trabalho de conscientização financeira é saber que, a cada dia que passa, novos profissionais decidem dedicar suas carreiras a melhorar a relação das pessoas com o dinheiro. Ainda melhor é poder conhecer e reconhecer o importante papel que a educação financeira tem no atual cenário de crescimento econômico (pelo menos é o que os brasileiros percebem) e maior possibilidade de consumo (expansão do crédito).</p>
<p>No começo deste mês, tive a honra de conversar com <strong><a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">Odete Reis</a></strong>, palestrante de “Economia Financeira e Comportamental” e Colunista da Rádio Sempre Mais FM 90,7. Formada em Administração, Odete ocupou, por cinco anos, cargo de gerente de mercado e capitais em instituições financeiras, como Bradesco. Atuou também como Assistente Executiva trilingue (português, alemão e inglês) por trinta anos nas empresas multinacionais Hoechst, AgrEvo, Aventis e Behr Brasil.</p>
<p>É Educadora Voluntária no Formare – Fundação Iochpe, onde desenvolve com os jovens de 16 a 18 anos atitudes positivas com o dinheiro, desde o primeiro salário. Conversamos sobre a atual situação do país, as possibilidades de consumo e investimento que o &#8220;novo Brasil&#8221; oferece e a importância de respeitarmos nossa condição financeira familiar. Acompanhe e deixe seu comentário ao final da entrevista:</p>
<p><span id="more-6933"></span><strong>Odete, ao olhar do brasileiro mais simples, humilde, vivemos uma época muito positiva, de renda crescente e pleno emprego. A realidade é de fato essa, mas há uma crise financeira complicada &#8220;lá fora&#8221;. Permanecer alienado pode ser perigoso?</strong></p>
<p><strong>Odete Reis:</strong> Temos agora uma nova classe consumidora que precisa urgentemente de aprendizado em relação ao dinheiro, pois, apesar da evidente disseminação da educação financeira no Brasil, é indiscutível que o que já foi feito não passa de uma gota no oceano.</p>
<p>Este público imenso que está chegando está se deparando com incontáveis decisões financeiras importantes pela primeira vez na história de suas famílias. Logo, está extremamente exposto a armadilhas. Permanecer alienado não só é muito perigoso para essas famílias, mas também para o país, pois com a globalização a crise nos afeta diretamente.</p>
<p><strong>A ascensão social deve ser comemorada, é claro, mas também deve ser acompanhada de perto &#8211; principalmente do ponto de vista do consumo. Quais os perigos, sob a ótica familiar, de tantas opções de compra e crédito?</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Com esta rápida ascensão social, 70% das pessoas estão com problemas financeiros &#8211; e não importa se ganham bem ou mal. O problema não está na remuneração, mas sim no gastar descontroladamente. O perigo está nas famílias cada vez mais endividadas no país das taxas de juros mais altas do planeta (ainda que as taxas médias de juros pagas pelo consumidor estejam em queda).</p>
<p>É necessário aprender a diferença do desejo supérfluo e do necessário. Quando as pessoas aprenderem a identificar essa diferença &#8211; que o desejo é momentâneo e a necessidade é duradora -, irão deixar de consumir por compulsão e passar a usar seu dinheiro de forma a garantir um futuro com mais qualidade de vida.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que muitos jovens, principalmente aqueles acostumados às facilidades da Internet, estão angustiados e ansiosos, com baixa tolerância à frustração. Você concorda? O que houve? Como mudar esse quadro?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Concordo plenamente. Nossos jovens não aprenderam a lidar com as frustrações e isto também se aplica ao consumo. Eles são imediatistas, querem tudo para agora. Os jovens precisam ouvir mais vezes “não” por partes de seus pais ou responsáveis para que se tornem adultos com mais tolerância. Sabendo que a vida é feita de escolhas, é importante aceitar que muitas vezes não teremos tudo que queremos.</p>
<p>Observo que pais disciplinados em relação aos seus filhos, com horário de voltar para casa, hora das refeições, banho e controle de mesada, criam filhos disciplinados em todas as áreas, da alimentação às finanças pessoais. Certamente esses jovens serão bem menos propensos ao descontrole financeiro e serão mais capazes de planejar a superar suas dificuldades.</p>
<p><strong>Os pais tem delegado o dever de educar às escolas. Tal atitude pode ser desastrosa se considerado o trato ao dinheiro, afinal perde-se o exemplo principal, o modelo. Você acha que a educação financeira ainda é pouco compreendida e valorizada?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> É claro que o ambiente escolar deve ser também palco para reflexão e transformação dos alunos, no entanto, em todo o mundo a educação financeira é um assunto que cabe prioritariamente às famílias. Transferir essa responsabilidade para as escolas é ingenuidade ou oportunismo.</p>
<p>Acontece que, na maioria das vezes, os pais também não tiveram educação financeira, então fica a questão: como passar este conhecimento, este modelo, para seus filhos? Neste caso, o aprendizado na escola será válido, embora não o suficiente. É preciso que haja troca entre pais e filhos, diálogo e também participação ativa no processo de formação do cidadão.</p>
<p>Não acredito que a educação financeira seja pouco compreendida e valorizada. Vejo como uma questão cultural que demandará algum tempo para que as pessoas, especialmente das classes mais baixas, compreendam sua importância na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Ironicamente, o dinheiro é também um assunto bastante popular, de apelo, já que faz parte do nosso dia a dia. Quais as razões que levam uma família a ignorar a importância do planejamento financeiro? Pressões sociais agravam essa relação?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Vivemos muito tempo com uma inflação altíssima, onde não havia como fazer planejamento. Some a isso o fato de que o brasileiro não aprendeu educação financeira nas escolas nem em sua casa e temos um problema maior. A falta de planejamento é também cultural.</p>
<p>O Brasil tem estabilidade econômica há apenas quinze anos e somente há cinco anos a inflação ficou estável. Com a moeda estável, ficou mais fácil para o brasileiro perceber que pode se organizar, mas ele ainda não tem essa cultura. Embora isto esteja mudando devagar, vejo em minhas palestras que as pessoas de maior conhecimento já iniciaram um planejamento de suas finanças. É um movimento crescente.</p>
<p>Entendo que os fatores que mais levam as famílias a gastarem sem controle são: as pressões sociais, a fonte de crédito rápido e sem burocracia e a falta de maturidade na relação ao dinheiro. Misture isso e temos uma situação familiar bem complicada.</p>
<p><strong>Se você pudesse resumir em poucos passos a tarefa de organizar e tomar as rédeas das finanças, o que diria? Por onde começar? Existem atalhos? E armadilhas?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> O caminho para se ter uma vida financeira sob controle começa por um passo simples, mas que tem efeito bastante poderoso: colocar todas as receitas e gastos em uma planilha. Esta planilha pode ser de papel ou em versão eletrônica. O importante é se identificar com a ferramenta que escolheu.</p>
<p>As armadilhas geralmente acontecem nos primeiros seis meses. De cada dez pessoas que se propõem a acompanhar as próprias contas, sete desistem até o quinto mês. Para muitos, essa não é uma tarefa gostosa. A realidade é que gerenciar as finanças é um passo fundamental para as pessoas que querem ver seu rico dinheirinho crescer.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, planejar requer realmente grande esforço e muito boa vontade. É primordial a persistência. Sempre digo que é como escovar os dentes, têm que fazer um pouquinho todos os dias. Brinco em minhas palestras que temos 1.440 minutos no dia; por que não tirar apenas 10 minutinhos para cuidar do seu preciso dinheirinho e obter equilíbrio financeiro?</p>
<p>O resultado é fantástico! Para não desanimar, pense que fazer todas as anotações funciona como montar um inventário de sua vida financeira. Foque nos resultados que quer atingir: finanças equilibradas, dívidas quitadas e sonhos realizados. Seja persistente.</p>
<p><strong>Odete, muito obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem para os leitores que desejam mudar sua relação com o dinheiro em 2012.</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Lembre-se também que você não precisa só guardar dinheiro. É preciso dar sentido a ele e gastá-lo bem. Para quem sabe gastar, o dinheiro rende. Para quem não sabe, não há renda que baste. Desejo a todos os leitores muito alegrias e sucesso em 2012, lembrando que o futuro é construído no presente, por isto é fundamental começar seu planejamento agora! Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Quem quiser me conhecer melhor, pode acessar <a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">www.odetereis.com.br</a>.</p>
<p>Fotos: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/13/controle-financeiro-pessoal-como-voce-faz-o-seu/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/12/13/controle-financeiro-pessoal-como-voce-faz-o-seu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 20:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você faz o seu controle financeiro pessoal? Caderno, planilha, aplicativo, software ou sistema on-line? Suas necessidades são atendidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_controle_financeiro_pessoal_como_voce_faz_seu.jpg" alt="Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Simplificando ao máximo o conceito de controle financeiro, podemos dizer que ele consiste na tarefa de relacionar as despesas (gastos), as receitas (ganhos) e em seguida calcular a diferença. Seguindo a mesma ideia da contabilidade praticada nas empresas, o controle financeiro pessoal ou familiar deveria ser, em minha opinião, uma tarefa obrigatória em todos os lares brasileiros.</p>
<p>Infelizmente, o hábito de manter um controle financeiro pessoal é ignorado pela grande maioria dos brasileiros, tanto por parte das pessoas que vivem endividadas, como daqueles que conhecem um pouco sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e conseguem manter suas finanças equilibradas. Fico me perguntando se o problema é a dificuldade ou se é só preguiça mesmo.</p>
<p><strong>Mas será tão difícil assim criar e manter um controle financeiro pessoal?</strong><br />
Difícil não é, e tenho certeza que o leitor concorda comigo. Mas, convenhamos, para termos um controle financeiro pessoal é preciso um mínimo de esforço, todo mês, para registrar e calcular nossos gastos, tarefa que deve ser feita com atenção, dedicação e disciplina. Do contrário, essa decisão não oferecerá resultados eficientes.</p>
<p><span id="more-6909"></span>O fato é que a maioria de nós brasileiros não tem a disciplina como virtude. Quando comecei a trabalhar e ter minha própria renda, eu simplesmente colocava o dinheiro na carteira e pagava as contas conforme elas apareciam. Aprendi a ser assim e estava confortável com essa postura, afinal era mais fácil e não dava trabalho nenhum. Só que, agindo dessa forma, eu não tinha previsão alguma se o salário seria suficiente até o fim do mês – e, na maioria das vezes, não era.</p>
<p><strong>O valor que damos ao controle financeiro pessoal</strong><br />
Somente depois de passar por uma dificuldade financeira, caso que já contei a vocês no artigo <a title="Leia o artigo &quot;Como a educação financeira transformou minha vida&quot;" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/" target="_blank">“Como a educação financeira transformou minha vida”</a>, é que passei a anotar em uma agenda as despesas que teria ao longo mês. Graças a essa atitude, tive como organizar minhas despesas e ter uma previsão de onde meu dinheiro seria gasto. Além disso, quando necessário, eu sabia exatamente o que cortar para não ficar sem dinheiro antes do próximo salário.</p>
<p>Depois de bons resultados adotando essa atitude, comecei a levar mais a sério esse negócio de controle financeiro pessoal. Em um caderno comum de escola, passei a anotar de um lado da folha as minhas despesas (transporte, alimentação, roupas, lazer etc.) e no outro minhas receitas, como meu salário e eventualmente algum <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que ganhava fazendo “bicos” como <em>freelancer</em>. Ainda do lado das receitas, na parte inferior da folha eu registrava o saldo do mês, calculando a diferença entre as receitas e as despesas. Veja abaixo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_caderno_de_controle_financeiro_pessoal.jpg" alt="Caderno de controle financeiro pessoal do Júnior" /></p>
<p>Dentro das despesas eu relacionava inclusive o valor que depositava em minha conta poupança. Meu objetivo era anotar todas as movimentações financeiras que fazia, de forma que o saldo do mês fosse o mais próximo possível de zero, pois assim eu teria conhecimento exato de onde eu gastava cada centavo do meu salário. Como bom brasileiro que sou, a disciplina não é uma de minhas grandes qualidades; anotar rigorosamente no meu controle financeiro todos os gastos para zerar meu saldo no mês sempre foi (e será) um desafio.</p>
<p><strong>Vale a pena usar sistemas e ferramentas de gestão financeira pessoal?</strong><br />
Durante meus estudos sobre educação financeira, sempre encontrei diversas dicas de ferramentas de controle financeiro pessoal, mas até hoje nenhuma delas funcionou pra mim com meu bom e velho caderno.</p>
<p>Primeiro, tentei utilizar um software gratuito para <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UENfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">PC<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas eram tantas as configurações, termos técnicos (“economês”) e dificuldades, que desisti. Realizar um simples lançamento de contas a pagar era um processo muito complicado. Então, abandonei o software. Não que ele fosse ruim, muito pelo contrário, mas era muito complexo para minha necessidade e na época eu não quis investir tanto tempo para aprender a utilizar a ferramenta.</p>
<p>Alguns meses depois conheci alguns serviços de controle financeiro on-line e decidi experimentar. Criei uma conta, configurei de acordo com minha necessidade e passei a lançar minhas despesas e receitas em um dos sistemas. No inicio, foi tudo muito fácil, intuitivo e automatizado. Uma maravilha! No entanto, uma desvantagem começou a atrapalhar meu controle financeiro. Era preciso estar online para acessá-lo e quando isso não era possível eu precisava anotar em algum lugar para depois lançar no sistema.</p>
<p>Depois de algum tempo, percebi que o retrabalho não estava valendo a pena pra mim, pois eu não tinha necessidade dos recursos avançados que o sistema oferecia – somente o que estava no caderno já atendia a minha necessidade de saber o quanto e onde estava gastando meu dinheiro.</p>
<p><strong>Quais são as suas reais necessidades?</strong><br />
Vale ressaltar que ferramentas assim são excelentes alternativas, mas, na época, minhas movimentações financeiras eram muito simples para a complexidade e tantas funcionalidades oferecidas. Para fazermos uma comparação bem surreal, podemos dizer que eu estava alugando uma casa de alto padrão para morar sozinho. Não valia a pena o esforço e então voltei pra meu caderno, onde realizo até hoje o meu controle financeiro.</p>
<p>Sei que existem no mercado excelentes sistemas que proporcionam ótimos recursos, mas há uma coisa que aprendi testando diversas opções: a ferramenta tem que atender à sua necessidade. Muito mais do que você precisa vai exigir esforço extra (desnecessário), o que acabará deixando-o desmotivado.</p>
<p><strong>O controle financeiro evolui e cresce com nossas decisões</strong><br />
No fim do ano passado, quando me casei, o controle financeiro deixou de ser pessoal e passou a ser familiar. O caderno não está suprindo as necessidades que preciso, pois agora tenho mais despesas para gerenciar, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a pensar e também as receitas/despesas de minha esposa que entram no orçamento familiar.</p>
<p>Repare que o caderno veio muito bem até aqui, mas agora provavelmente deixará de ser usado e dará lugar a uma alternativa mais interessante. O caderno vai desaparecer, mas a mensagem que proponho não: se você ainda não possui um método de controle financeiro pessoal, começar com o caderno pode ser sua decisão mais acertada.</p>
<p>Ferramentas elaboradas podem dificultar o processo inicial (farão do controle financeiro algo mais complexo do que a realidade), desmotivando-o a cultivar esse hábito tão importante para alcançar sua plena saúde financeira. Só passe a considerar sistemas mais completos depois que você já tiver adquirido esse hábito de gerenciar e observar sua situação financeira. Só assim sua experiência fará sentido e tornará o caminho mais natural.</p>
<p>Será que alguns de vocês também usam o bom e velho caderninho para cuidar das finanças? Se você já está habituado com alguma ferramenta ou sistema, como foi a adaptação? Quais foram suas principais dificuldades? Há alguma necessidade ainda não atendida ou excedida por funcionalidades complexas demais? Use o espaço de comentários e deixe suas respostas. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/18/use-cores-e-previsoes-para-gerenciar-melhor-seu-orcamento-domestico/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 23:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everton Ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Um orçamento categorizado, com as despesas e receitas registradas com o uso de cores e acompanhadas de previsões, pode tornar sua vida ainda melhor. Experimente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_use_cores_previsoes_gerenciar_melhor_orcamento_domestico.jpg" alt="Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico" align="left" hspace="2" vspace="2" />A classe média brasileira vem em um crescimento acelerado e continuo, o que significa que há uma quantidade maior de pessoas ganhando mais e, supostamente, interessada em poupar – e talvez investir. Mas a grande camada dessa classe denominada como média é de origem humilde e carece de educação financeira. Segundo pesquisas recentes, <a title="Leia mais sobre o endividamento dos brasileiros" href="http://economiabaiana.com.br/2011/06/22/dividas-atingem-o-bolso-de-mais-de-6-em-cada-10-familias-brasileiras/" target="_blank">6 em cada 10 brasileiros possuem alguma dívida</a>. Compromisso esse que, em termos financeiros, varia entre R$ 500,00 e R$ 5.000,00.</p>
<p>Para uma pessoa bem informada, esses números não são tão representativos ou perigosos – uma dívida de R$1.000,00 parece fácil de ser quitada. Porém, para a grande maioria, quitar essa dívida pode ser razão de grandes dificuldades. No caso delas, o problema está no aspecto pessoal e nas expectativas; quanto mais se ganha, mais se gasta.</p>
<p>O intuito desse texto é alertar aos descuidados sobre o tema e tentar abordar a questão das <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmluYW4lRTdhcytwZXNzb2Fpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">finanças pessoais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com alguma praticidade. Como, então, enxergar melhor o que fazemos com nosso próprio dinheiro e ter algum controle sobre ele? Planejamento financeiro, afinal, é mesmo uma possibilidade?</p>
<p><span id="more-6818"></span><strong>Você com o controle de suas contas</strong><br />
A <a title="Gastar menos do que ganha, regra de ouro das finanças pessoais" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>, que deve ser respeitada sempre, diz que o que importa mesmo não é o quanto se ganha e sim o montante que se gasta. Comece refletindo sobre seu mês: se não lhe “sobrou” pelo menos 10% de suas receitas, algo está errado e deve ser revisado. O parágrafo é “batido”, com razão: somos os únicos responsáveis pelas nossas dívidas ou investimentos; trata-se de uma decisão de cada um.</p>
<p>Sobre o planejamento financeiro, ou orçamento familiar, sempre sugiro começar anotando todos as gastos (despesas) e as entradas de dinheiro (receitas). Anote tudo e mapeie (categorize) suas despesas; só assim você saberá “para onde” está indo seu dinheiro.</p>
<p><strong>Faça contato visual com sua realidade financeira</strong><br />
Se você gosta de organização, assinale com uma cor diferente as despesas fixas (suas necessidades, como alimentação, luz, moradia, água etc.) e as receitas. Então marque com uma terceira cor as despesas variáveis (farmácia, roupa, presentes etc.) e preocupe-se mais com este grupo (ao menos no começo): aqui aparecem gastos sem classificação, algo tipo &#8220;Outros&#8221; e &#8220;Diversos&#8221; e que você pode, com certeza, trabalhar e rever.</p>
<p>O orçamento ficará “colorido”, mas fácil de entender. E assim você passa a se controlar e, de forma rápida e visual, passa a identificar os pontos de atenção. Em alguns casos, existe ainda a necessidade de uma quarta cor a ser assinalada, que representará as despesas não consideradas como prioridades. Alguns exemplos: academia, aula de pintura, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFYrTEVEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a cabo etc. Reflita sobre outros gastos que possam se enquadrar aqui. Cogite incluir a fatura do segundo ou terceiro celular, por exemplo, e reveja se ele é mesmo necessário.</p>
<p><strong>Aproveite os dados para comparar e extrair informações relevantes</strong><br />
A partir daí, analise com atenção tudo que está acontecendo em sua vida financeira, compare os meses anteriores, veja onde houve aumento das despesas e onde elas caíram. Sempre existirão pontos de melhoria, portanto tente eliminar itens com o objetivo de gastar menos dinheiro do que você e sua família podem arrecadar e, ao mesmo tempo, revejam se há algo a ser feito para também aumentar as receitas.</p>
<p>Ao longo de poucos meses, você notará que haverá “dinheiro sobrando”, hora em que é importante colocar em prática o hábito de poupar.</p>
<p><strong>E agora? Que tal prever e olhar para frente?</strong><br />
Eu possuo um arquivo de cinco anos de meu orçamento financeiro. Com esse histórico, obtive dados suficientes para criar uma segunda planilha, que é a minha planilha de previsão. A ideia é mexer com os números de forma a avaliar quando será possível poupar mais, que meses normalmente requerem mais atenção e quais os momentos em que será necessário aumentar os ganhos.</p>
<p>Entender sua situação financeira passada e usá-la como base para os meses por vir cria o fluxo de caixa projetado de sua família, o que facilita bastante o processo de tomada de decisões econômicas:</p>
<ul>
<li>Troque a pergunta vaga <em>&#8220;Qual a melhor hora para viajar?&#8221;</em> por uma visão mais prática: quando <em>poderemos</em> viajar?</li>
<li>Onde se concentram as despesas mais caras? Quais são as despesas variáveis mais perigosas? A informação pode gerar um retorno claro: há algo que se possa renegociar para tentar aproveitar alguma promoção ou satisfazer algum objetivo?</li>
<li>Veja se não será possível investir mais, durante alguns meses, e então usar a reserva para saldar compromissos pontuais (época de Festas, virada de ano etc.).</li>
<li>Que impacto uma mudança de operadora de celular ou de TV a cabo teria em seu fluxo de caixa? E uma mudança no plano de saúde ou de previdência privada?</li>
</ul>
<p>Gerenciar ativamente as finanças pessoais exige esforço e dedicação, mas é uma decisão recompensada pela chance de construir patrimônio e consumir com mais inteligência. Não confunda a possibilidade de ter o controle de sua vida financeira com a chatice do mundo dos sovinas. O importante, no final das contas, é ter um padrão de vida compatível com sua renda e expectativas pessoais e, com isso, também fazer parte da onda do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3Vtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">consumo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Aqui detalhei o método simples, que funciona para mim. E você, possui alguma tática financeira pessoal para evitar que as dívidas e os gastos sempre o surpreendam no final do mês? Quer nos contar? Deixe seu comentário e vamos aprofundar a discussão. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Everton Ricardo</b>.<br>

Gestor da Qualidade, investidor, blogueiro, estudante, autor do blog Finanças Forever. Colaborador do blog Valores Reais. No Twitter: @everton_ric<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como a educação financeira transformou minha vida</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a história de uma pessoa transformada pela educação financeira. Realização de sonhos, construção de patrimônio, fim das dívidas e problemas financeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como a educação financeira transformou minha vida" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_como_a_educacao_financeira_transformou_minha_vida.jpg" alt="Como a educação financeira transformou minha vida" align="left" hspace="2" vspace="2" />Durante toda a minha infância, o sustento da minha família veio exclusivamente do trabalho de meu pai – que, sendo um profissional autônomo, nunca sabia ao certo quanto receberia no fim de cada mês. Em certas épocas, as comissões garantiam um mês de fartura. Em contrapartida, algumas vezes as receitas eram insuficientes até para pagar nossas contas mais básicas. Mesmo assim, nesse ambiente de renda incerta, meu pai era ótimo para gerenciar as despesas domésticas e sempre trabalhou muito para que nunca faltasse nada à nossa família.</p>
<p>Essa situação financeira, como já disse, durou por toda a minha infância. Como consequência, acabei levando para a adolescência esse “costume” de desejar e sonhar somente com o que estava ao alcance da renda do mês. Mesmo quando comecei a trabalhar como “guardinha” e a ganhar meu próprio salário, eu agia dessa forma. Quando muito, juntava dinheiro por dois ou três meses para comprar alguma coisa mais cara.</p>
<p><strong>Aprender com os exemplos, o primeiro passo</strong><br />
Não tínhamos na minha família o costume de conversarmos sobre dinheiro, mas a regra máxima sempre presente e implícita nas atitudes de meu pai era de a <em><strong>“nunca gastar mais do que a família ganhava”</strong></em>. Regra essa que, em minha opinião, é fundamental para quem deseja ter uma boa saúde financeira.</p>
<p><span id="more-6782"></span>Infelizmente, essa não é a única regra sobre dinheiro que devemos aprender e, esse artigo, tem como objetivo contar resumidamente como foi que aprendi a segunda regra sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWR1Y2ElRTclRTNvK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. A ideia de escrever este texto partiu da possibilidade de compartilhar aquilo que vivi e aprendi – e assim aprender ainda mais.</p>
<p><strong>Aprender com a vida, sempre!</strong><br />
O início da minha vida financeira foi uma maravilha, afinal, eu não era uma pessoa que me importava com grandes luxos, não tinha impulsos de consumo e meu pequeno salário (fruto do meu primeiro emprego) era suficiente para sanar meus “pequenos” desejos e sonhos de consumo.</p>
<p>Alguns anos depois, surgiu um sonho que estava além do meu salário: cursar uma faculdade. Foi então que utilizei meu salário para pagar um cursinho pré-vestibular para tentar uma universidade pública. Eu não passei no vestibular. Mas, graças à boa nota que tirei no ENEM, eu consegui uma bolsa de 100% no ProUNI.</p>
<p>O sonho de cursar a graduação começava a virar realidade. Entretanto, mesmo não pagando a mensalidade da faculdade os gastos com livros, xerox e transporte para outra cidade começaram a pesar demais no meu bolso. Eu era muito jovem, sonhador, ganhava pouco e já gastava dinheiro feito “gente grande”.</p>
<p><strong>Aprender com os fracassos é sempre uma opção</strong><br />
Contrariando os ensinamentos de meus pais, passei a gastar mais do que ganhava em um mês. E isso não aconteceu uma ou duas vezes; não, foram várias ocasiões fazendo isso. As dívidas se acumularam e viraram uma bola de neve e, quando me dei conta, meu saldo bancário estava negativo e minha vida financeira fora de controle.</p>
<p>Conversar com alguém sobre minha situação financeira era como um tabu pra mim: eu tinha vergonha de admitir que o “rapaz inteligente” que conseguiu bolsa de 100% na faculdade era incompetente demais para administrar seu salário e seus os gastos pessoais. Por vergonha e até mesmo por um pouco de orgulho, escondi da minha família e da minha namorada os meus problemas financeiros.</p>
<p>A verdade é que sofri calado durante meses com a preocupação de ter que parar com a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmFjdWxkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">faculdade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e desistir do meu sonho. Depois de “lutar” comigo mesmo e com meus fantasmas pessoais, amadureci e aprendi muito. Fui humilde para reconhecer meus erros. Não tive outra saída senão engolir meu orgulho e recorrer à minha família para conseguir saldar minhas dívidas e recomeçar minha vida financeira.</p>
<p><strong>Aprender com os outros acelera tudo!</strong><br />
Depois desse sufoco, passei a pesquisar na Internet sobre finanças pessoais e encontrei diversos sites, blogs e artigos sobre assunto. Na mesma época, também comprei um livro chamado <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a> (Ed. Campus), de Robert Kiyosaki. Com essas leituras aprendi muito sobre economia, investimentos e finanças.</p>
<p>Infelizmente, a prática não funcionava muito pra mim – os autores, na maioria das vezes, escrevem para um tipo de pessoa cuja renda estava muito além da minha. Pensar em investir em ações, títulos ou imóveis com o que sobrava do meu salário era impossível, então eu só aproveitava mesmo algumas dicas sobre como organizar o orçamento mensal.</p>
<p>Mesmo sem muita perspectiva, continuei a estudar sobre o assunto. Foi lendo uma edição da <a title="Revista Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/" target="_blank">Revista Você S/A</a> que conheci o blog <em>Dinheirama</em>, dos hoje amigos Conrado Navarro e Ricardo Pereira. Depois de ler muitos artigos e ouvir muitos <em>podcasts</em> no blog, eu percebi que antes de aplicar meu dinheiro em um investimento, teria que aprender o “bê-á-bá” da educação financeira.</p>
<p><strong>Aprender a investir e poupar não significa deixar de consumir</strong><br />
A primeira regra eu já tinha aprendido com meus pais: <em>“nunca gastar mais do você ganha”</em>. A segunda, tão básica como a primeira, e que eu ainda não tinha aprendido nem tampouco posto em prática era: <strong><em>“Ter uma reserva financeira para emergências”</em></strong>.</p>
<p>É uma coisa tão obvia e necessária, mas que infelizmente muito de nós brasileiros temos o péssimo hábito de deixar sempre para depois. A partir de então, fiz um compromisso comigo mesmo de que pouparia todo mês 10% da minha renda, fosse ela qual fosse. Quando comecei, eram apenas R$ 50,00 – que faziam uma falta gigantesca no fim do mês, mas eu estava motivado e convicto de que aquilo era a coisa certa a se fazer.</p>
<p>A primeira coisa que fazia ao sacar meu salário era ir para o outro banco que tinha conta poupança e depositar os 10%. No começo, era até desestimulante depositar o dinheiro e ver a quantia ínfima que ele rendia por mês. Não tem problema, afinal aprendi que como a quantia que eu dispunha para poupar era pequena, não havia outras opções de investimentos com baixo risco e boa liquidez para no caso de alguma emergência eu precisar resgatar o dinheiro sem grandes prejuízos.</p>
<p>Com o passar do tempo, o compromisso de poupar os 10% se tornou um hábito: eu nem sentia mais a falta dessa grana no orçamento, pois ele tornou-se uma conta como outra qualquer que todo mês precisava ser paga. Eu aprendi a viver um padrão de vida compatível com a importância de também investir.</p>
<p>Quando minha namorada começou a trabalhar, eu já tinha aprendido sobre a importância de conversar sobre finanças com a família e consegui convencer minha namorada (futura esposa) a também seguir a regra de poupar 10% todo mês. O tempo passou e continuamos firmes com nossa regra dos 10%.</p>
<p>Mas, nem tudo são flores&#8230; Houve meses em que não foi possível depositar, principalmente quando eu e minha namorada (na época minha noiva) começamos a planejar nosso casamento. Sem problemas, o hábito e a decisão de investir já faziam parte de nossa vida: sempre recompensávamos o que deixamos de guardar depositando uma parte do nosso 13º salário no fim do ano.</p>
<p><strong>Aprender ao lado de quem amamos é ainda melhor</strong><br />
Mais tempo passou e muita coisa aconteceu na minha vida. Conclui a faculdade, me casei, arrumei outro emprego e comecei a construir minha casa. Tudo isso sem deixar de poupar os 10% que, é claro, aumentaram de valor conforme meu salário aumentava. Descobri que é possível realizar sonhos sem deixar de sonhar.</p>
<p>Hoje, finalmente, eu e minha esposa conseguimos atuar na área de nossa formação e, da mesma forma que nossa renda cresceu, nosso patrimônio formado apenas com a regra dos 10% também aumentou razoavelmente. Quando olhamos o extrato bancário, os rendimentos estão longe de ser atrativos, mas com os Reais de juros somados à quantia que depositamos todo mês, ele multiplica-se de forma satisfatória (em minha opinião), se considerado o baixo risco que corremos.</p>
<p>Embora evitemos ao máximo fazer isso, a poupança dos 10% por várias vezes serviu ao seu propósito inicial de reserva financeira, principalmente na época entre o casamento e a construção da minha casa. Não foi premeditado, mas essa poupança para reserva financeira acabou tornando-se minha forma de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, sem perceber, apliquei a terceira regra da educação financeira que os amigos aqui tanto divulgam: <strong><em>“Acumular para investir”</em></strong>.</p>
<p>Apesar de ler frequentemente sobre investimentos em livros, revistas e blogs, eu ainda não tive coragem de arriscar em alternativas como a bolsa de valores. Certamente que o maior empecilho é o medo de perder o que tanto me custou para ganhar e juntar, mas isso é um sentimento que pode ser trabalhado. E será.</p>
<p><strong>Aprender sobre o risco abre oportunidades</strong><br />
Sinto que minha educação financeira já chegou a um patamar especial, em que posso arriscar um próximo passo com segurança. E isto isso porque há muito tempo venho fazendo a “lição de casa”, poupando, vivendo um padrão de vida sustentável e, ao mesmo tempo, estudando sobre os vários tipos de investimentos.</p>
<p>Dá mesma forma que abrir mão dos 10% do salário todo mês foi um “sofrimento”, tenho certeza que, no início, seja qual for o investimento escolhido a partir daqui, o “sofrimento” será o mesmo ou até pior por causa do risco maior. Um “mal” necessário para quem quer ver seu patrimônio crescer, o que nos leva à próxima regra que aprendi e pretendo colocar em prática: <strong><em>“Diversificar os investimentos”</em></strong>.</p>
<p><strong>Aprender sempre significa também compartilhar</strong><br />
Uma coisa é ler uma opinião de alguém que trabalha na área de finanças, como os amigos que mantém este espaço. Outra coisa é aprender e fazer questão de aplicar mudanças reais em sua vida a partir de todo o esforço que eles fazem para que a educação financeira realmente transforme nossas vidas. Eu sei do que essa transformação é capaz e decidi escrever este texto para tentar motivá-lo a também tentar.</p>
<p>Não sou especialista, é bom que fique claro, e esta é apenas a conclusão de um leigo sobre a nossa capacidade de mudar o rumo de nossas finanças pessoais. A minha experiência me diz que educação financeira é tal como criar um filho: é preciso que você acompanhe, proteja e cuide com dedicação e paciência o rebento para que ele cresça forte e saudável. Com o dinheiro, não é diferente.</p>
<p>Você já passou por alguma história semelhante ou viveu desafios capazes de fazê-lo mudar suas ações diante da necessidade de se planejar financeiramente? Compartilhe conosco um pouco do que aprendeu e ajude a educação financeira a atingir cada vez mais jovens. O espaço de comentários é todo seu! Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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		<title>Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já planejou suas compras de Natal e despesas de final de ano? A educação financeira precisa estar presente ou 2012 pode ser um ano de dívidas. Atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_educacao_financeira_compras_de_natal_festas_fim_de_ano.jpg" alt="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" align="left" hspace="2" vspace="2" />Vermelho, verde, dourado&#8230; Já é possível perceber as mudanças e o movimento das cores nas lojas! Todas muito bem acompanhadas de guirlandas, presépios e o simpático <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGFwYWkrTm9lbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Papai Noel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O bom velhinho já sorri e acena para nós em muitas vitrines, centros de lazer e shopping centers. O Natal está próximo, você já se deu conta disso? Pois é!</p>
<p>Com a sua proximidade, está na hora de falarmos um pouco sobre educação financeira e as compras do final de ano. É importante alertar e relembrar pontos importantes que merecem atenção nessa época. Abaixo listo algumas observações relevantes para que possamos planejar bem e não correr o risco de começar 2012 com dívidas:</p>
<ul>
<li><strong>Presentes de Natal:</strong> como (ainda) temos tempo, é possível planejar a compra dos presentes. Comece fazendo uma lista das pessoas que deseja presentear, seus limites financeiros e as opções de compra. Com tranqüilidade já é possível fazer uma pesquisa de preços e melhores ofertas;</li>
<li><strong>Atenção às ciladas:</strong> evite a contabilidade mental, as compras de última hora e o habitual costume de comprar por impulso;</li>
<li><strong>Cuide bem de seu 13º salário:</strong> avalie qual a melhor alternativa para ele. Talvez saldar algumas dívidas seja o presente que você esteja merecendo; talvez usar parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> extra para investir nas suas merecidas férias do ano que vem também. Seja mais inteligente, mas principalmente coerente com sua realidade financeira;</li>
<li><strong>O ano de 2012 chegará logo:</strong> cuidado na hora de parcelar as compras nos últimos meses do ano. Lembre-se dos compromissos no início de 2012: IPVA, IPTU, matrícula e material escolar;</li>
<li><strong>Sonhos em comum:</strong> aproveite para envolver toda a família no planejamento. Falem sobre sonhos e juntos planejem uma ocasião onde todos possam colaborar e desfrutar. Pode ser aquela viagem, a TV nova ou quem sabe mudar de casa. Mas é preciso que essa decisão seja confrontada com seu padrão de vida e necessidades financeiras;</li>
<li><strong>Avalie seu ano:</strong> faça uma reflexão de como esteve sua saúde financeira em 2011. Pense em quantas vezes usou o cheque especial, em quantas coisas comprou sem necessidade, em quanto conseguiu poupar, em quanto investiu e o que deseja mudar em seu comportamento financeiro. A partir das suas conclusões, trace metas consistentes, aprimore hábitos positivos e evite os mesmo erros;</li>
<li><strong>Os presentes das crianças:</strong> como falei no ano passado, os presentes de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmF0YWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">Natal<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> também podem e devem ser negociados com as crianças. Uma alternativa, principalmente para crianças maiores de seis anos, é a lista de desejos, onde elas escrevem o que querem ganhar. Com essa lista, e o bom senso dos pais, é possível escolher as melhores alternativas.</li>
</ul>
<p>Final de ano é um momento especial para estarmos ao lado de quem amamos e para celebrar a Vida! Comportamento econômico saudável traz tranqüilidade durante os outros dias do ano. Cuide do seu dinheiro com atenção e discernimento. A felicidade está nas mãos de cada um de nós!</p>
<p>Para desejar um feliz ano empresto o verso de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>: <em>&#8220;Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre&#8221;</em>.</p>
<p>Você já planejou suas compras? Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/07/arrisque-a-importancia-dos-riscos-na-busca-por-melhores-resultados/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Arrisque se quer realizar seus sonhos e atingir o sucesso merecido. Entenda a importância dos riscos na busca por melhores e mais duradouros resultados. Vença o medo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_arrisque_importancia_dos_riscos_busca_melhores_resultados.jpg" alt="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruna</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, tenho uma carreira bastante promissora, mas meu desejo de mudar e arriscar ser feliz com um projeto diferenciado parece falar mais alto. No entanto, sou muito criticada quando decido abordar esta possível decisão com meus amigos e familiares. Já li que você passou por inúmeras mudanças em sua vida (fim de casamento, mudança total de carreira, problemas de saúde etc.) e gostaria de sua opinião sobre minha história. Como você se sentiu ao ter que enfrentar o risco, sem saber que resultados ele traria? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>A abordagem tradicional do crescimento pessoal, que objetiva ações baseadas no conceito de causa e efeito – “faço isso, estudo aquilo e passo a ganhar mais” –, não deve ser levada ao pé da letra por quem pretende viver uma verdadeira guinada financeira. Enriquecer e atingir a independência financeira contando apenas com o salário é tarefa que poucos conseguem atingir, basta observar a realidade à sua volta.</p>
<p><span id="more-6663"></span>Apresento com mais intensidade essa opinião no artigo <a title="Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, publicado semana passada. Hoje quero aprofundar o tema tratando de um aspecto pouco discutido nos papos sobre dinheiro: a importância de correr riscos! Convido-o a uma reflexão sincera sobre seus passos pessoais e profissionais. <strong>Quando foi que você realmente se arriscou a fim de encarar uma mudança?</strong> Qual foi o resultado?</p>
<ul>
<li><em><strong>“Não deu certo!”</strong></em>. Fracassou? Ok, as saídas são: lamentar-se, encontrando culpados por todo lado, escondendo-se atrás de desculpas de toda ordem e abrindo mão de suas responsabilidades, ou investigar as causas do insucesso, fortalecer os pontos que contribuíram com a ruína e tentar de novo. Aceitar a frustração reduz a ansiedade e torna mais humana a tarefa de “digerir” as trombadas;</li>
<li><strong><em>“Boas oportunidades surgiram”</em></strong>. Extraiu algo de positivo? Excelente. Assumir riscos então contribui para o amadurecimento e possibilita que exploremos melhor todas as nossas capacidades. Assusta, mas enriquece;</li>
<li><strong><em>“Não mudou nada”</em></strong>. Tem certeza? A tentativa de mudar e o risco corrido também não fizeram mal algum, certo? Logo, correr riscos desejando e trabalhando por algo melhor certamente agrega valor, ainda que seja “apenas” como amadurecimento e experiência.</li>
</ul>
<p>Riscos são oportunidades de alcançar resultados diferentes a partir de decisões igualmente diversas. Não há um manual que ensina quem e quando devemos arriscar. Cada pessoa tem seus anseios e desejos e também seu grau de aversão ao risco, mas é importante que estes fatores sejam coerentes. Afinal, o conflito entre o tamanho de nossos sonhos e nossa determinação de arriscar para conquistá-los está entre as razões principais de sérios problemas emocionais.</p>
<p><strong>Encare o risco de forma prática!</strong><br />
Se jogar-se diante de oportunidades que exigem desprendimento ainda lhe parece uma decisão difícil, tente parametrizar sua abordagem de uma forma mais objetiva:</p>
<ul>
<li><strong>Ouça com atenção ao que os outros têm a dizer, mas decida-se sozinho.</strong> Participe ativamente dos círculos familiares e profissionais, mas faça-o de forma inteligente. Isto é, evite o ímpeto de avançar com suas verdades prontas e procure escutar mais que falar. Depois, filtre bem que informações são realmente relevantes para o que você pretende fazer e dê o passo por conta própria; você precisa ser capaz de arcar com as consequências de seus atos;</li>
<li><strong>Informe-se sobre oportunidades de gerar renda extra.</strong> Comece a pensar “fora da caixa” e envolva-se com as chances de abrir seu próprio negócio, investir mais etc. Você já visitou o SEBRAE de sua cidade/região? Já leu algum livro ou material que detalha as alternativas de investimento disponíveis no Brasil hoje? Tenha certeza de que seu desejo de transformação não é apenas uma tentativa de distanciar-se da realidade, dos problemas cotidianos. Em outras palavras, conheça o mundo real relacionado com a atividade que pretende exercer e veja se você tem o perfil para ela;</li>
<li><strong>Discorra e analise as possíveis consequências antes de arriscar.</strong> Gosto bastante de responder a três questões antes de dar um passo rumo ao novo: o que de bom pode acontecer? O que de ruim pode acontecer? Qual dos dois cenários é o mais provável? Funciona assim: eu reúno todas as informações possíveis e que julgo importantes para responder a essas perguntas e vou adiante só quando o quadro me traz confiança.</li>
</ul>
<p>Se você interpretou adequadamente este pequeno artigo, percebeu que ele é um convite à mudança. Quero que você leve em conta sua atual situação e questione-se: estou acomodado e contando mais com os outros que comigo mesmo para atingir minha independência financeira? <strong>Sou definido por minha luta e disciplina para correr atrás do meus objetivos ou pelo meu contracheque?</strong></p>
<blockquote><p>“Não há nada de errado em ter um contracheque estável, a não ser que ele interfira na capacidade que você possui de ganhar o que merece. É neste ponto que está o problema: ele geralmente interfere. Nunca estabeleça um teto para os seus rendimentos” – <strong>T. Harv Eker</strong></p></blockquote>
<p><strong>Faça, apesar do medo!</strong><br />
A sensação de que as coisas podem dar muito erradas ou os conselhos dos mais chegados tentando dissuadi-lo da arriscada decisão pesam, mas refletem expectativas externas. Em geral, a sociedade espera que você falhe &#8211; os que adoram apontar o dedo e dizer <em>&#8220;Não falei?&#8221;</em> são maioria, infelizmente. Se você acredita no potencial do projeto/ideia e está preparado para, dando certo ou errado, insistir e assumir responsabilidades, agradeça as interferências e use-as como motivação.</p>
<p>Gosto da história de um pamonheiro aqui da cidade, que antes trabalhava como operador de máquinas na indústria. O nascimento dos filhos aumentou o custo de vida e, ao lado de sua esposa, ele decidiu arriscar-se em um antigo hobby familiar: produzir pamonhas, mas dessa vez para vender. Durante algum tempo, ele manteve os dois trabalhos. Hoje o casal fatura quase cinco vezes mais que na época da indústria, ele tem mais tempo com a família e um padrão de vida melhor. Ele arriscou.</p>
<p><strong>Então mãos à obra!</strong> É hora de tirar da gaveta aquele plano de negócios, fazer o tão falado curso de extensão, começar logo a graduação na nova carreira, investir naquela sociedade e por ai vai. O que você quer fazer? Precisa de autorização para isso? Está esperando o quê?</p>
<p>Convido todos os leitores a contar qual é seu modo de encarar os riscos. Eles influenciam sua tomada de decisões? Você já arriscou? O que fez? Se não teve coragem, por quê ainda é reticente em relação a tentar mudar? Use o espaço de comentários abaixo e também o Twitter para alongarmos esse papo: sou o <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> por lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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