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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; felicidade</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; felicidade</title>
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		<title>Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/13/dinheiro-e-felicidade-elementos-complementares-para-quem-planeja-o-futuro/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[A relação entre dinheiro e felicidade é muito clara nas famílias que criam e planejam seu futuro. Afinal, será que dinheiro traz felicidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_dinheiro_felicidade_elementos_complementares_planeja_futuro.jpg" alt="Dinheiro e felicidade: elementos complementares para quem planeja o futuro" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já tem tempo que penso em escrever um artigo falando de felicidade. É comum, muito comum, diga-se de passagem, ouvirmos aquela veja velha máxima <em>“dinheiro não traz felicidade”</em>. Até que ponto essa afirmação está correta? Você concorda? A resposta comum, e muitas vezes irônica, que muita gente gosta é <em>“Ele (o dinheiro) pode não trazer, mas manda buscar”</em>. Pois é&#8230;</p>
<p>A verdade é que, a cada dia que passa, estou mais convencido de que o que nos faz ou não felizes quando falamos em dinheiro é a forma como lidamos com ele. Não só nos momentos de crise, mas em todos os momentos de nossa vida. Quase sempre, só percebemos o quanto alguma coisa é importante para nossas vidas quando deixamos de tê-la. Essa verdade pode ser empregada para o dinheiro também.</p>
<p><strong>Exemplos: são eles que movem o mundo.</strong><br />
É natural buscarmos exemplos na vida prática que sirvam de inspiração e fonte de motivação para alcançar o sucesso. Quantos por ai não confirmam possuir muita admiração por esportistas, personalidades da TV e atores de cinema? Mas, dificilmente percebemos (pelo menos no público jovem) a identificação com pessoas de sucesso no mundo das finanças.</p>
<p><span id="more-7495"></span>Afinal, o que é mais legal: a figura do jovem ator da novela das oito ou o jovem que batalhou e alcançou, com seu próprio esforço, sua independência financeira antes dos 30 anos? A visão romântica do sucesso é mais “cool”, mais simples de explicar aos outros e mais fácil de “emular”.</p>
<p>Somos condicionados, desde sempre, a viver uma realidade de faz de conta. Aprendemos de forma errada que para ter alguma coisa na vida é preciso se endividar. Ontem mesmo no caminho para participar de uma palestra, ouvi alguém falando isso. Olhei para ver quem era e, para meu espanto, eram duas jovens de pouco mais de 20 anos. Muito triste.</p>
<p><strong>O Brasileiro ainda vive na década de 80?</strong><br />
Tenho a nítida impressão que ainda estamos vivendo no Brasil da década de 80, onde era praticamente impossível planejar o orçamento financeiro no longo e médio prazo. A inflação, que batia forte no poder de compra da população, ainda está presente, mas hoje temos a possibilidade de pensar o amanhã com muitas possibilidades.</p>
<p>Para começar, podemos sonhar com possibilidades inimagináveis naquele tempo. Hoje é possível investir pra valer na carreira (sim, educação é investimento!). O Brasil de hoje e do futuro é carente de mão de obra especializada, algo que você já está cansado de saber. Quer mais? O desemprego encontra-se em níveis relativamente baixos e a renda é crescente, o que nos permite estruturar o orçamento doméstico com tranquilidade e priorizar a construção de patrimônio.</p>
<p><strong>Felicidade hoje e sempre!</strong><br />
Hoje é uma necessidade indispensável pensar o futuro, trabalhar para criar um modelo novo e privado de aposentadoria. Você, jovem leitor, deve se sentir privilegiado: tem muito mais tempo e possibilidades de aprendizado (acesso a informações) que seus pais ou avós. O que você faz diante dessa realidade?</p>
<p>E como fica a felicidade nessa história? Ora, hoje é muito mais fácil encontrar a felicidade. E, vamos deixar a hipocrisia de lado, ela passa necessariamente por questões financeiras, seja pela tranquilidade de não estar devendo a ninguém ou mesmo pelas possibilidades de conquistar bens de consumo e realizar desejos e sonhos pessoais/familiares. O dinheiro e os exemplos que surgem na forma como lidamos com ele são importantíssimos.</p>
<p>Para finalizar, presto uma homenagem a um grande brasileiro que recentemente nos deixou: Millôr Fernandes. Uma pessoa admirada por muitos e que também manifestou alguns ótimos pensamentos em relação ao dinheiro: &#8220;O que o dinheiro faz por nós não é nada em comparação com o que a gente faz por ele&#8221;.</p>
<p>Tenho certeza que a reflexão sobre essa frase complementa e, ao mesmo tempo, dá o tom do artigo de hoje. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/05/viver-de-forma-superficial-ou-intensa-como-fica-a-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com a qualidade de vida em uma sociedade cada vez mais exigente? Como escolher entre viver de forma superficial ou intensa? Equilíbrio, a chave!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_viver_forma_superficial_intensa_qualidade_de_vida.jpg" alt="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A vida sinaliza para a necessidade de voltar para casa: <strong>o nosso EU</strong>. Um voltar com caráter amoroso e não egoísta. Observo que muitas pessoas estão anestesiadas e acabam vivendo na superficialidade. A demanda maluca do cotidiano acelera e contribui para essa vida rasa, onde não há muito espaço para estar consigo, conhecer melhor suas vontades e decidir pela melhor opção. Infelizmente, “somos levados” por isso ou aquilo&#8230;</p>
<p>Acabamos transportados para lugares sem identidade, empregos sem trabalho, relações sem amores, metas sem ideais, sentimentos sem sentido. A falta de conhecimento sobre nossas reais necessidades e o que nos faz felizes acaba gerando doenças físicas e emocionais, já que o distanciamento do Eu traz consigo consequências negativas em algum momento da vida.</p>
<p>Outros aspectos, como o consumismo, as pressões de uma sociedade voltada para aparências e o empobrecimento cultural em pleno século XXI acabam distanciando muitas pessoas do Belo, do Bem e do Bom. Isso tem reflexos pesadíssimos também no aspecto financeiro das famílias, como você bem sabe.</p>
<p><span id="more-7461"></span>Pense um pouco e lembre-se de qual foi a última vez que você:</p>
<ul>
<li>Olhou para o céu;</li>
<li>Expressou seu carinho para as pessoas que ama;</li>
<li>Olhou no espelho e disse: “Você nasceu para dar certo!”;</li>
<li>Ajudou alguém pelo simples prazer de colaborar;</li>
<li>Pediu perdão;</li>
<li>Trocou a tarde no shopping por um passeio no parque;</li>
<li>Enfeitou a casa com flores;</li>
<li>Decidiu pela saúde financeira e assumiu o controle da planilha doméstica;</li>
<li>Rompeu com as amarras comportamentais que te prendiam no automatismo e foi fazer o que realmente valia a pena para você.</li>
</ul>
<p>É preciso desenvolver uma relação mais real e saudável consigo, com o outro e com a natureza. Todos nós corremos o risco de cair na cilada de uma Vida Líquida, para usar a expressão do sociólogo <strong>Zygmunt Bauman</strong>, onde tudo é temporário. Nesse cenário, as pessoas sentem-se confusas no meio de tantas transformações e informações e acabam com a sensação de estarem perdendo sua condição humana.</p>
<p>Isso tudo <em>“associado à proliferação dos apelos do consumo e sucesso, fazendo com que as pessoas mesmo angustiadas, perplexas e inseguras, estejam mais interessadas em escolher entre as diversas marcas de produtos e as mais infinitas ofertas, do que com sua condição de Ser e Estar no mundo”</em>.</p>
<p>Esse texto é um alerta para mim e para vocês. Uma pausa para refletirmos sobre como conduzimos nossa vida, se nossos dias estão sendo bem vividos, se conseguimos realmente sentir esse cotidiano e provocar mudanças. <strong>A principal revolução deve acontecer dentro de nós</strong> para consolidarmos nossa condição de SERES HUMANOS e não de teres humanos. Que tal aproveitar o feriado prolongado para começar ao invés de apenas reagir?</p>
<p>Concorda com essa ideia? Compartilhe conosco seu ponto de vista no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/16/como-economizar-e-ainda-assim-realizar-o-casamento-dos-sonhos/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba que é possível realizar o casamento dos sonhos com economia. Planeje a contratação dos serviços e economize nos trajes, buffet, salão e demais despesas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_como_economizar_ainda_assim_realizar_casamento_sonhos.jpg" alt="Como economizar e, ainda assim, realizar o casamento dos sonhos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Recentemente, o amigo Ricardo Pereira abordou, de forma bem interessante, <a title="Casamento e planejamento financeiro precisam andar sempre juntos" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/13/casamento-e-planejamento-financeiro-precisam-estar-juntos-sempre/" target="_blank">a importância do planejamento financeiro na vida dos casais</a> e como isso pode afetar negativamente o casamento. Como recém-casado, achei muito válida a discussão e decidi, no artigo de hoje, abordar o mesmo assunto, porém, com uma diferença: focarei a reflexão sobre as finanças antes de subir ao altar, ou seja, os gastos com os preparativos do casamento.</p>
<p>Casei-me há pouco mais de um ano e minha namorada, como a maioria das mulheres, sonhava com um casamento glamuroso na igreja e uma festa de arromba para os familiares, amigos e convidados. Muito justo e não nego que esse também era meu desejo, mas esse sonho pareceu impossível quando começamos a levantar preços de convites, trajes, filmagem, decoração, Buffet etc.</p>
<p>Quando o assunto é casamento, tudo é sempre muito mais caro; e, para quem está começando a vida, investir tanto dinheiro assim não é uma decisão das mais fáceis. A situação fica ainda mais difícil se pensarmos que, nessa época, não estamos apenas preocupados com o casamento em si, mas também com a casa onde vamos morar e os gastos que virão nessa nova fase da vida.</p>
<p><span id="more-7023"></span>Na verdade, este artigo tem como objetivo discutir mais aspectos ligados ao comportamento e consumismo que finanças em si. Justamente por isso, os pontos de vista aqui colocados são resultados da minha experiência no “mundo casamentício” – minha pretensão não é julgar como e o que se deve ou não fazer no casamento, mas sim compartilhar com os leitores as minhas reflexões depois de ter passado por essa fase com um orçamento tão apertado.</p>
<p>Como em outras situações quando o assunto é dinheiro, vale a regra de que <strong>devemos priorizar sempre o que é mais importante</strong>. Foi dessa forma que minha esposa e eu conseguimos realizar o casamento dos nossos sonhos com muita economia. Para isso, definimos logo no inicio dos preparativos quais eram os itens de maior prioridade no casamento (estes itens receberam mais atenção e dinheiro). Em contrapartida, nos itens menos importantes gastamos o mínimo possível.</p>
<p><strong>Onde economizamos e nossas explicações</strong></p>
<p><strong>1. Convites</strong><br />
Quando procuramos esse tipo de serviço, achamos um absurdo o preço cobrado por um pedaço de papel que, em pouco tempo, a maioria das pessoas jogariam no lixo. Decidimos então que faríamos nós mesmos o convite do casamento. Os gastos que tivemos foram com material (papel couchê, fita decorativa, impressora, cola etc) e com o serviço de um freelancer que contratamos para desenhar nossa caricatura.</p>
<p>O convite ficou personalizado, passamos bons momentos juntos confeccionando manualmente cada convite e, estimamos uma economia em torno de 70% do que seria gasto se contratássemos esse tipo de serviço.</p>
<p><strong>2. Lembrancinhas</strong><br />
Da mesma forma que o convite, fizemos nós mesmos as lembrancinhas do casamento. Pensamos em algo simples, fácil de fazer, mas que tivesse algum significado relacionado à nossa história.</p>
<p><strong>3. Músicos</strong><br />
Os músicos (instrumentos) são essenciais em um casamento, principalmente para quem gosta de musica como eu, mas, entre três instrumentos e uma orquestra completa, percebemos que o resultado não seria tão espetacular. Fizemos questão do violino e saxofone.</p>
<p><strong>4. Decoração</strong><br />
Dos serviços que cotamos, a maior discrepância entre valores veio na decoração. A primeira pessoa cobraria mais de R$ 1.500,00 para decorar somente a igreja, por exemplo. Depois de uma boa procura, encontramos uma pessoa que fazia o mesmo serviço por menos da metade do valor do primeiro e ainda dividiríamos esse valor com os noivos que casariam depois de nós.</p>
<p><strong>5. Bolo e doces</strong><br />
Confesso que quando o vi o valor do bolo de casamento, quase desisti de casar. Depois de pesquisar um pouco mais, percebi que o que conta muito nessa hora é o nome da confeiteira; como não priorizamos esse item, procuramos uma confeiteira menos famosa e que fez um bolo igualmente bonito (e gostoso) por um preço muito mais baixo.</p>
<p><strong>6. Vídeo dos noivos</strong><br />
Não sei até que ponto foi interessante alugar um telão para passar um vídeo com fotos para os convidados, mas de qualquer forma valeram os momentos de descontração que tivemos ao convidar amigos para tirar fotos nossas em vários lugares da cidade. Além de economizar com fotografo para essas fotos, eu mesmo fiz a montagem do vídeo, economizando ainda mais.</p>
<p><strong>Onde não economizamos e as razões para investir nisso</strong></p>
<p><strong>1. Fotos e Filmagem</strong><br />
Além dos votos do matrimonio e da lembrança, a única coisa que fica depois do dia do casamento são as lembranças que foram registradas em forma de fotos e vídeo. Por isso, decidimos não arriscar e contratamos a empresa que mais passou confiança de que faria um bom trabalho. Gastamos um pouco mais, mas não nos arrependemos disso, pois o álbum de fotos e a filmagem ficaram excelentes.</p>
<p><strong>2. Trajes</strong><br />
O terno do noivo e o vestido da noiva são itens que ficarão marcados para sempre na memória e, por isso, não economizamos na busca dos trajes que mais nos agradassem. Apesar de gastarmos um pouco mais nesse item – o vestido de noiva era primeiro aluguel –, economizamos um pouco porque a empresa ofereceu, gratuitamente, os trajes dos pais dos noivos e das daminhas.</p>
<p><strong>3. Buffet</strong><br />
O serviço de Buffet é um dos serviços que mais pesam no orçamento de um casamento e, assim, contratar um que cobrasse valores estratosféricos estava fora de cogitação. No entanto, decidimos que esse seria um item prioritário no casamento e por isso investimos uma boa quantia para contratar um Buffet que servisse um jantar bem feito e de qualidade para nossos convidados.</p>
<p><strong>4. Salão e DJ</strong><br />
Durante o tempo em que estávamos preparando o casamento, minha esposa e eu tivemos oportunidade de ouvir várias histórias de noivos reclamando que não aproveitaram a festa por vários motivos, um deles sendo o local e a música. Decidimos investir um bom dinheiro na contratação de um salão confortável para a recepção e em um bom DJ para animar a festa. Valeu cada centavo gasto, pois nunca me diverti tanto em uma festa com meus amigos, além de reunir tantas pessoas da família em um mesmo dia.</p>
<p><strong>Casamento especial também existe para quem valoriza e respeita seu dinheiro!</strong><br />
Acho que a principal dica que posso dar para quem está planejando o seu casamento é: faça muita pesquisa de preços e crie uma lista de prioridades baseada no casamento de seus sonhos. Mas seja coerente e respeite os limites financeiros. Endividar-se para fazer um super casamento logo se mostrará uma decisão errada. Quem vai pagar a conta depois?</p>
<p>Há muitas opções de serviços mais em conta, basta você procurar no lugar certo. E, <strong>se for pra gastar dinheiro, que seja com algo para agradar você e sua família, e não os outros</strong>. Eu, por exemplo, escolhi um terno que fez muitas pessoas “torcerem o nariz”; apesar de estar ciente dessa possibilidade de assustar, nem por um instante desisti da ideia de usá-lo – e assim realizei meu desejo sem me importar com o que os outros pensariam.</p>
<p>Espero que esse artigo possa ajudar os noivos que estão planejando seu casamento de forma inteligente e madura, se preocupando com as despesas e limites do bom senso. Desejo também que você, leitor, possa refletir sobre as ideias e deixar nos comentários a sua opinião sobre o assunto, seja ela a favor ou contra.</p>
<p>Se você ficou curioso para ver o terno que usei, ou ainda, gostaria de saber mais sobre como foi nosso casamento, minha esposa e eu temos um blog, “Casamento de Lizena e Junior”, onde postamos reflexões, momentos e fotos do nosso matrimônio. Acesse e fale conosco. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

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		<title>Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/13/casamento-e-planejamento-financeiro-precisam-estar-juntos-sempre/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[O casamento é sinônimo de planejamento financeiro ou de uma vida juntos, mas com cada um mantendo sua independência? Como ficam os sonhos e objetivos da família?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_casamento_planejamento_financeiro_juntos_sempre.jpg" alt="Casamento e planejamento financeiro precisam estar juntos sempre" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos assuntos que mais gosto de abordar quando falamos de finanças pessoais é o quanto o dinheiro pode, para o bem ou para mal, influenciar a vida dos casais. Nosso grande amigo e mestre <strong>Gustavo Cerbasi</strong> foi muito feliz ao abordar o tema no best seller <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/280373/?franq=247523" target="_blank">“Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”</a> (Ed. Gente). Desde então, aqui mesmo no <em>Dinheirama</em> já tivemos a oportunidade de promover discussões interessantes sobre o tema em muitos artigos.</p>
<p>A verdade é que quanto mais conversarmos sobre o tema, melhor! Quanto mais discutirmos detalhes e aprimorarmos a relação entre a vida conjugal e o planejamento financeiro, acredito que mais poderemos contribuir para o bom andamento das famílias. Nosso papel é justamente alimentar a discussão e promover o debate trazendo opiniões, exemplos e reflexões.</p>
<p><strong>Dívidas, um problema fatal para os casais</strong><br />
Um dos primeiros pontos que me chama a atenção é a negação em enxergar que as finanças fora de ordem possuem um enorme poder destrutivo nas relações afetivas. Reparo no dia a dia de casais amigos que muitas vezes é mais fácil culpar alguma questão secundária e se deter na constante desculpa de que o parceiro é o vilão da história. <em>“Ele”</em> ou <em>“ela”</em> sempre <em>“gasta mais, é descontrolado”</em> e por ai vai.</p>
<p><span id="more-6796"></span>As desculpas caem por terra quando fica claro que em poucos momentos o casal destinou um mínimo de tempo para conversar e planejar os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e objetivos para o futuro. A realidade é mesmo essa: <strong>mesmo exercendo uma vida a dois, é comum encontrarmos casos de pessoas que vivem como se fossem solteiras e não enxergam nisso um problema</strong>. Você conhece casos assim? Tenho certeza que sim.</p>
<p>A situação vai se agravando e mais desculpas são trazidas para os poucos diálogos. Uma das mais comuns é acreditar que manter a independência financeira em relação ao parceiro é a “melhor alternativa” para o sucesso do casamento. Sim, é importante que cada um possa exercer sua atividade profissional e se realizar dessa forma (recebendo para tal), mas isso não quer dizer que a situação deva se resumir ao simples <em>“este é meu dinheiro”</em>.</p>
<p>Como ficam os objetivos da família? E os sonhos cultivados durante muito tempo, quando vocês ainda namoravam e noivavam? E os votos do casamento? Então vale tudo, mas não vale colocar o dinheiro na história de sucesso a ser construída? Como assim? Que cumplicidade é essa? Cuidado!</p>
<p><strong>Vida a dois, inclusive na parte financeira</strong><br />
No decorrer do caminho, é normal existirem momentos de dificuldades. Tomemos o problema para encontrar trabalho como um exemplo que, via de regra, causa redução do poder de compra da família. Ora, justamente por isso a conversa sobre as escolhas e padrão de vida é fundamental. Agir assim para que, lá na frente, nas novas dificuldades, um não jogue a culpa no outro por uma decisão que não deu certo.</p>
<p>E quando falo de conversar sobre finanças com o cônjuge, não falo apenas dos gastos em comum que precisam ser planejados. <strong>É indispensável colocar na pauta algumas situações relevantes sobre o futuro, o que ainda não ocorreu e que se deseja atingir</strong>. Um dos pontos cruciais é justamente a aposentadoria: não seria o presente o momento de discutir seriamente como será a vida no futuro? É, além de você, muita gente sequer pensa nisso&#8230;</p>
<p>Se considerarmos os recém-casados, a situação fica ainda mais complicada: são muitos os casais que estão com problemas desde o inicio do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FzYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">casamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Tudo porque não planejaram os gastos e apostaram em começar uma vida a dois com uma super festa, e uma dívida enorme. Decididamente, somos aquilo que escolhemos ser. Tenho convicção em afirmar que uma festa de poucas horas não compensa o sofrimento de uma dívida galopante que precisará de muito tempo para ser resolvida.</p>
<p><strong>Pensar no seu futuro é importante para seus filhos</strong><br />
E os filhos? A maioria dos pais, ao saber da notícia de gravidez, já começa a imaginar e idealizar uma vida perfeita e sem privações para o pimpolho(a) que está pra chegar. Já imagina uma poupança que lá na frente servirá para o filho bancar a universidade, um carro, um consultório. Tudo lindo, mas como bancar essa história se você sequer consegue andar na linha com seu próprio dinheiro?</p>
<p>Esse sonho para os filhos pode se definir uma estratégia equivocada. É claro que o futuro dos filhos é importante, mas ele deve ser pensado ao lado de decisões capazes de garantir também a você um futuro tranqüilo. Digo isso porque também <strong>é comum vermos os pais se tornarem um problema financeiro que os filhos carregam por muito tempo</strong>. Você certamente não quer isso, quer?</p>
<p>Como você pode perceber, os assuntos não se esgotam. Não podemos “tampar o sol com a peneira”, simplesmente ignorando o assunto “dinheiro” em casa e suas consequências. Se você tem alguém com quem divide a vida, seus sonhos e metas, comece a trazer o relacionamento de vocês o assunto finanças. Faça isso de forma natural, construtiva, sem medos ou tabus. Encare a questão!</p>
<p>O planejamento financeiro bem feito também ajuda a enxergar melhor os principais vilões dos relacionamentos. Em muitos casos, <strong>a falta de romantismo pode ser explicada pela falta de dinheiro</strong>. É sempre muito difícil responder à pergunta que muitos casais se fazem ao lembrar que dinheiro é importante (o que geralmente acontece quando as dívidas são enormes): o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YW1vcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-48">amor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> continua, mesmo quando acaba o dinheiro?</p>
<p>Participe da discussão. Você fala sobre dinheiro com sua família? Isso já trouxe algum benefício prático? A relação melhorou? Conte-nos um pouco de sua história. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 01:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
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		<category><![CDATA[riqueza]]></category>
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		<description><![CDATA[Atingir o sucesso, ficar rico e garantir bem estar e qualidade de vida exigirá de você muito mais que só iniciativa. Você está disposto a sair de sua zona de conforto?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_sucesso_riqueza_bem_estar_iniciativa.jpg" alt="Sucesso, riqueza e bem estar: só iniciativa não basta para vencer!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruno</strong> comenta: <em>“Navarro, sou daqueles caras super motivados e que tem energia de sobra para iniciar diversos projetos. Gosto de desafios. Minha atual meta pessoal é colocar ordem em minhas finanças e pagar algumas dívidas atrasadas. O problema é que depois de alguns dias tentando colocar em prática essa mudança, coisas novas aparecem e perco o foco. Mas não falta iniciativa. Onde estou errando? Obrigado”</em>.</p>
<p>Você já deve estar acostumado com as insistentes vozes da educação financeira que dizem que para que haja real transformação e sucesso financeiro é necessário mudar de atitude, desafiar hábitos e rever comportamentos. Mais que aprender a somar, subtrair e multiplicar, questionar o processo de tomada de decisão é que tende a trazer melhores frutos.</p>
<p><strong>Os sonhos são individuais, a mudança também!</strong><br />
Faço coro aos demais especialistas, mas tentarei agregar algo mais ao tema. As mudanças propostas são de caráter pessoal e, assim, influenciadas por diversas variáveis subjetivas e particulares: imprimir novos hábitos e definir prioridades são tarefas que oferecem desafios individuais diferentes. Em outras palavras, o que é fácil para um pode não ser para o outro.</p>
<p><span id="more-6633"></span><em>“Há que se tentar”</em>, você deve estar pensando. Iniciativa é a palavra mais usada para definir a característica desejada em muitas ações cotidianas. Se é importante mudar, é também crucial que essa decisão parta de nós mesmos – e que seja então transformada em ação de algum tipo. Com iniciativa, logo logo damos por iniciado o nosso “processo de transformação”. Quer ver?</p>
<ul>
<li>Toda segunda-feira acordamos motivados a colocar em curso a dieta que finalmente mudará o rumo das coisas. A sensação é sempre ótima e passamos o dia respeitando o cardápio e comemorando. Às vezes passamos uma semana, um mês assim. E só;</li>
<li>Todo ano renovamos os votos de dias melhores e definimos metas pessoais importantes: perder peso, livrar-se das dívidas, visitar mais a família, estudar mais etc. São tantas as mudanças desejadas, não é mesmo? Haja iniciativa.</li>
</ul>
<p>Definir tudo isso dá trabalho. Priorizar e agir conforme tais resoluções passa a ser um objetivo. Queremos mudar, queremos ser melhores, não queremos? Por onde olho, não parece faltar iniciativa. Aliás, o que não falta é vontade e coisas a fazer. Iniciativa, começo a ser mais realista em minhas observações, todo mundo tem: basta que o estímulo seja suficientemente interessante para despertar em nós a decisão pelo novo.</p>
<p><strong>Quanto realmente nos levamos a sério?</strong><br />
Se não falta vontade, atitude e iniciativa, como responder a algumas questões tipo:</p>
<ul>
<li>Por que tão poucas pessoas são bem-sucedidas financeiramente e vivem em dia com seus compromissos e orçamento?</li>
<li>Por que poucos brasileiros conseguem se manter saudáveis e satisfeitos com sua forma física?</li>
<li>Por que tão poucos indivíduos são capazes de atingir as metas propostas por eles mesmos?</li>
</ul>
<p><em>“Há algo mais, não é possível”</em>. Sim, há. <strong>Entre o começo de qualquer projeto pessoal e a hora de comemorar seus bons resultados existe um longo percurso</strong>. A jornada traz ao sujeito boas doses de realidade, especialmente se a trajetória escolhida for verdadeiramente nova (desafiadora). O caminho normalmente reserva:</p>
<ul>
<li><strong>Frustrações.</strong> Depois do otimismo característico e necessário para que sejam dados os primeiros passos, nos deparamos com a vida real. Portas fechadas, resultados aquém do esperado, necessidade de correção de rota etc. Impossível não ser assim;</li>
<li><strong>Decepções.</strong> As surpresas com os relacionamentos e amizades são comuns (infelizmente!) durante o decorrer dos acontecimentos. Empresas e sociedades são frequentemente assoladas por problemas dessa ordem. Errar na escolha pode inviabilizar um importante passo, mas nunca o sonho;</li>
<li><strong>Crises</strong>. A história comprova que muito do que hoje é melhor compreendido surgiu do enfrentamento franco das crises – muitas delas com medidas drásticas, como guerras e polêmicas decisões dos governos vigentes. O endividamento excessivo, por exemplo, é uma das mais graves crises que alguém pode encarar, mas tem solução. Tem que ter;</li>
<li><strong>Momentos de reflexão.</strong> Costumamos ser críticos demais com as horas difíceis (dos outros, principalmente) e pouco efusivos quando há o que celebrar. É aquele gosto estranho que nutrimos ao apontar o dedo ou estufar o peito: “Não falei?”; “Eu sabia que não daria certo”. Enquanto isso, damos asas demais ao que esperam de nós e deixamos de celebrar as pequenas vitórias do dia a dia;</li>
<li><strong>Vitórias</strong>. Ora, as coisas também dão muito certo. Aproveitar a sensação de “alvo atingido” oferece energia e motivação para seguirmos firmes com nossas aspirações. Importante que as emoções não sejam demais a ponto de cegar, acomodar e criar a sensação de que a rotina já está confortável.</li>
</ul>
<p>Repare que o percurso descrito pelos itens acima envolve ações e consequências inter-relacionadas. A ordem dos desafios não é literal, mas todos passamos (passaremos) por situações deste tipo. Trata-se, portanto, de um ciclo. Costumo chamá-lo de <strong>ciclo de amadurecimento</strong>.</p>
<p><strong>Iniciativa demais não adianta nada&#8230;</strong><br />
É importante ter iniciativa, é claro, mas só ela não muda muita coisa. O que, então, devemos buscar? Arrisco-me a dizer que a diferença está em insistir mesmo que o ciclo de amadurecimento ofereça mais percalços e crises que vitórias. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. Agir mesmo que as respostas não sejam exatamente as que desejamos. Persistir. Abordei essa visão nos artigos <a title="Leia o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/15/quanto-voce-esta-disposto-a-lutar-e-esperar-por-um-sonho-ou-objetivo/" target="_blank">&#8220;Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?&#8221;</a> e <a title="Leia o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/23/o-sucesso-tem-perseveranca-motivacao-disciplina-e-muitos-fracassos/" target="_blank">“O sucesso tem perseverança, motivação, disciplina e muitos fracassos”</a>.</p>
<p>Hoje quero tratar da disciplina. Ela resume o que acredito ser o “pulo do gato” que permite a poucos brasileiros a proeza de se destacar e ver realizados seus objetivos. Começar a dieta é fácil; levá-la a sério é outra história. Com o dinheiro não é diferente: iniciar as atividades de planejamento é simples; rever decisões econômicas e colocar em marcha o plano (e suas consequência) requer desprendimento, esforço e dedicação.</p>
<p>Em se tratando de disciplina, o exercício combinado de reflexão, paciência e motivação frequentemente se confunde com a frustração de não seguir a moda, o anseio dos outros. Respeitar o padrão de vida e lidar com essa percepção viciada evita angústias e problemas futuros. Digo isso porque percebo que <strong>a ansiedade combinada à expectativa dos outros detona com o aprendizado decorrente do “saber esperar”</strong>.</p>
<p><strong>Somos seres irracionais, é óbvio&#8230;</strong><br />
Sendo mais direto, é fácil saber porque tantas pessoas preferem pratos gordurosos a uma dieta saudável; ou porque curtir e comer atrai mais adeptos que a prática regular de exercícios físicos; ou porque consumir logo, usando o crédito, é a opção da maioria em detrimento do hábito de negociar, poupar e pagar à vista.</p>
<p>É fácil: <strong>a satisfação imediata vence os possíveis benefícios futuros</strong>. Está certo? O modelo “curtir agora, correr atrás depois” é popular porque atinge em cheio nossas emoções. Simples assim.</p>
<p>Não se espante! Demorei tantas linhas para falar algo que você já sabe: não adianta se vangloriar por ser bom em começar as coisas. Isso é comum. São os projetos levados a sério, construídos com disciplina, que dão ganhos significativos. Tapar os olhos para essa verdade é continuar a se esconder atrás de desculpas esfarrapadas. O alívio é imediato, mas é também temporário e não representa mudança.</p>
<p>É aquela velha história: <strong>você sabe bem o que precisa fazer, mas certas justificativas são cômodas e fazem o tempo passar</strong>. Os dias avançam, os anos passam e a situação vai sendo empurrada. Sem saber (ou consciente disso, não sei), você escolhe parecer feliz, parecer bem. Parecer? A realidade, ali do lado de fora da janela, é bem distinta.</p>
<p>Vamos resumir? <strong>Não importa quantos projetos bons aos olhos dos outros você começa ou apoia (iniciativa), mas quantos projetos relevantes para você e seus entes queridos você termina (disciplina)</strong>. O resto é hipocrisia e exigência social descabida.</p>
<p>Aproveito a oportunidade e convido-o a alimentar essa discussão no espaço de comentários. Que experiências você já teve no sentido de confundir iniciativa com disciplina? Se preferir, fale comigo também no <em>Twitter</em>: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 14:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Você é do tipo que compra tudo o que quer, usando o crédito e sem prioridades? Ou prefere lutar pelos seus sonhos e fazer valer as melhores decisões econômicas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_quanto_voce_esta_disposto_lutar_sonhos.jpg" alt="Quanto você está disposto a lutar e esperar por um sonho ou objetivo?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Otávio</strong> comenta: <em>“Navarro, tenho lido reportagens que destacam o importante papel do crédito em nossa sociedade, como a possibilidade de aumentar a capacidade de consumo, gerando força econômica e movimentando o comércio e a indústria. Fico pensando que há benefícios, é claro, mas se já não tínhamos o hábito de poupar, agora é que ele não voltará de jeito nenhum. Isso também não é perigoso? Valeu”</em>.</p>
<p>Abordar e discutir o valor pessoal dos desejos pode facilmente passar de um papo amistoso para uma armadilha perigosa. Tudo que envolve sentimentos, emoções e sensações costuma transformar e distorcer decisões com muita rapidez. O certo, do ponto de vista racional, logo vira “chatice” e “implicância” quando afloram as emoções.</p>
<p>Adicione “ao caldo” o dinheiro e chegamos ao ponto crítico do planejamento financeiro de muitos brasileiros. Por que esperar, quando é possível comprar parcelado, pagar “suavemente” e sair com o produto na hora? A lógica “uso agora, pago devagar” tem apelo, resume o que era complicado (esperar, juntar dinheiro e negociar) em uma ação corriqueira: comprar usando o crédito, de forma rápida e objetiva.</p>
<p><span id="more-6561"></span><strong>Todos felizes ou uma nação de zumbis?</strong><br />
Esses dias alguém me chamou a atenção para o comportamento das pessoas em um dia típico de passeio e compras: todas pareciam felizes, tagarelas, repletas de sacolas nas mãos e brilho nos olhos. Impossível dizer, porém, quais (e quantas) delas estão endividadas – essa informação não é perceptível como a obesidade, por exemplo.</p>
<p>Logo, o consumo é farto porque é fácil e traz uma sensação imediata de euforia, mas sem a cobrança da sociedade quando há exagero. Ninguém olha para você e diz <em>“Ei, você está endividado, melhor não comprar hein”,</em> como quem diz <em>“Você está gordinho, melhor praticar exercício e comer menos”</em>. Então você compra e guarda seus problemas financeiros em uma caixa preta. Ninguém sabe onde ela fica, nem o que há dentro dela, só você. Algo tipo <em>“eu mereço, eu posso”</em>.</p>
<p>Mas, infelizmente, esse retrato evidencia dois aspectos:</p>
<ul>
<li><strong>A ascensão social traz consigo a necessidade subjetiva, portanto pessoal, de comprovar a mudança</strong>. Não basta ser feliz, mais alegre e melhor remunerado; é preciso parecer melhor e verdadeiramente integrado – como se parecer fosse o verdadeiro diferencial, a prova de que somos realmente mais que os outros;</li>
<li><strong>Há um preço (alto) a ser pago.</strong> Parecer custa caro e só alimenta a angústia em relação ao que a sociedade irá pensar a respeito de nós e nossas decisões. Se não há cobrança em relação ao que devemos, há expectativa em relação ao que vestimos, comemos e possuímos. Passamos a viver, ainda que de forma parcialmente inconsciente, reféns do status e o que acreditamos que ele representa. O crédito fácil é a arma que pode transformar esse estilo de vida em uma tragédia.</li>
</ul>
<p>Dá para imaginar como esse ciclo “sou-tenho-pareço-apareço” gera ansiedade em níveis cada vez mais elevados? Suspeito que a raiz da questão não está nas discussões específicas sobre a economia, na mudança do quadro social ou na renda crescente. O problema tem origem na educação do cidadão e no âmbito pessoal/familiar em torno da definição de sucesso, felicidade e qualidade de vida.</p>
<p><strong>Será que esquecemos a sensação de atingir um objetivo, realizar um sonho?</strong><br />
No passado, quando a velocidade dos acontecimentos era muito menor, era também natural ser mais paciente, saber esperar. O simples ato de se corresponder com alguém exigia tempo, espera e dedicação – as cartas demoravam dias, até semanas para chegarem.</p>
<p>O mesmo acontecia com as decisões econômicas. O acesso ao consumo era limitado e precisava ser discutido. As prioridades tinham que ser eleitas e o tempo usado com sabedoria para que as metas pudessem ser atingidas. Em suma, era preciso esperar; era preciso compreender que algumas coisas eram mais importantes que outras.</p>
<p>Falar do passado é apelar, soa piegas e simplista, eu sei. Mas eu trouxe o tema para, finalmente, tocar no ponto crucial deste texto: <strong>não somos mais preparados para lidar bem com frustrações</strong>. Pais permissivos, escolas liberais demais e acesso fácil a todo tipo de informação criaram uma geração que vê no consumo o sentido das coisas: <em>“se eu posso comprar, sou aceito, sou melhor”</em>; <em>“se não posso, sofro”</em>.</p>
<p><strong>Qual o problema em sofrer um pouco para ser melhor daqui a pouco?</strong> Que graça existe em um cotidiano farto de opções, recheado de produtos, mas vazio em termos de união familiar e compromisso com a qualidade de vida? Os filhos querem comer com pressa para voltar logo para o videogame; os vizinhos trocam de carro quase todo ano; a moda muda demais e é preciso acompanhá-la. Onde está o seu genuíno e verdadeiro sonho? Nas expectativas dos outros ou nas suas decisões e ações?</p>
<p><strong>Sonhar é só isso?</strong><br />
Ouço com frequência que hoje é muito mais fácil realizar sonhos. O que faz o brasileiro que sonha ter um carro? Cria coragem e vai até uma loja especializada, só isso. Ora, você chama isso de sonhar? Então me desculpe, mas há algo errado no sentido da meta alcançada, no verdadeiro desejo. <strong>Passamos a sonhar raso, fácil, como que para abrandar a dureza da vida que nos cerca</strong>. Faz sentido, mas não me convence.</p>
<p>Logo passamos a nos enganar, crendo e fazendo crer que a vida é só isso. Ter carro, casa, TV nova, celular moderno e roupa cara. Somos felizes porque podemos ter tudo agora? Abrir mão do legado, do futuro, não assusta: para muitos, a vida é muito boa, o consumo abre horizontes e o crédito virou sinônimo de realizar sonhos.</p>
<p>O que aprende o filho que vê essa realidade dentro de sua casa, vindo justamente de seus maiores heróis, seus pais? Se eles agem assim, deve ser porque assim é bom, inteligente e interessante. O ciclo se acentua enquanto, com ele, surgem novos produtos, mais serviços financeiros e opções instantâneas de felicidade.</p>
<p><strong>A frustração? A paciência? A construção de patrimônio? As prioridades? Qualidade de vida?</strong> Tudo isso é papo furado, vindo de alguém que levou dez anos para comprar seu primeiro (e único) óculos <em>Oakley</em>. Vocês conseguem imaginar meu luxo com essas lentes? Para uns, um consumo banal; para mim, um sonho, um passo importante para uma vida repleta de mais sonhos, mas livre de dívidas, ansiedade e competição &#8211; não quero saber quem dos meus amigos comprou um desses primeiro ou qual deles tem mais óculos desta marca.</p>
<p>Confesso que eu geralmente tenho acesso às novidades com cinco anos de atraso. Quando as alcanço, muita coisa já mudou. Mas continuo feliz, realizado porque tenho tudo o que quero sem depender de ninguém. Isso mesmo, tenho tudo que quero, no devido tempo e com a devida prioridade. Entendo que <strong>adiar consumo para focar em qualidade de vida não significa ser sovina</strong>; trata-se, isso sim, de alimentar, com dedicação e paciência, verdadeiros sonhos. Recomendo a todos essa sensação.</p>
<p>E você, quanto tempo está disposto a esperar e aproveitar para construir seu caminho e realizar seus sonhos? Ou prefere manter-se no piloto automático e esperar que as coisas mudem e melhorem sem esforço? Vamos discutir mais e melhor o assunto no espaço de comentários abaixo?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Felicidade: o lançamento do Século XXI</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/05/04/felicidade-o-lancamento-do-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 14:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<description><![CDATA[A felicidade parece ser um produto, acessível a preços módicos e em qualquer lugar. Que impacto esta realidade pode trazer para nossas vidas? Ela é sustentável?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Felicidade: o lançamento do Século XXI" src="http://dinheirama.com/files/2011/05/dinheirama_felicidade_lancamento_seculo_21.jpg" alt="Felicidade: o lançamento do Século XXI" hspace="2" vspace="2" align="left" />Há alguns dias atrás li um artigo muito interessante do filósofo francês <strong>Pascal Bruckner</strong>, intitulado <a title="Leia o artigo" href="http://www.city-journal.org/2011/21_1_happiness.html" target="_blank">“Condemned to Joy” (Condenados à Felicidade)</a>. No artigo, o autor passeia pela História da Humanidade evidenciando a relação do Homem com esse sentimento até chegar aos dias de hoje, onde vivenciamos o “Culto à Felicidade”. Essa disseminação indiscriminada da idéia de que temos a obrigação de sermos felizes e fazermos nossos filhos felizes é bastante perigosa.</p>
<p>Primeiro, porque é a maneira mais eficaz de enlouquecer a humanidade – e isso não é difícil de constatar, já que o mal deste século se resume ao tédio e à sua expressão mais poderosa: a depressão, presente até em crianças! Segundo, porque a felicidade é colocada como algo que pode ser adquirido através do consumo dos mais variados bens e serviços: carros, casas, terapias, cirurgias, cursos, viagens, cosméticos, tratamentos etc.</p>
<p>Como o próprio texto diz, a felicidade nos foi negada durante muito tempo, mas agora está disponível em uma loja perto de você e pode até ser entregue, em sua casa, em apenas um dia útil após a confirmação do pagamento!</p>
<p><span id="more-6107"></span>A felicidade é o grande &#8220;lançamento&#8221; do século XXI e todo mundo quer tê-la (e pode tê-la). Como se “ser feliz” fosse a nossa grande recompensa ou a grande meta da Humanidade, quando na verdade essa grande recompensa ou meta é o EQUILÍBRIO. E, veja que coisa curiosa: quanto mais nós buscamos a felicidade, mais desequilíbrios nós causamos aos nossos filhos, a nós mesmos, à nossa comunidade, ao planeta e por aí vai.</p>
<p>Sem querer enveredar por um discurso “ecológico-bola-da-vez”, a busca e a tendência ao equilíbrio são marcas registradas do nosso planeta. É uma coisa que, de tão óbvia, parece que nem existe. As leis naturais que estão aí desde antes da nossa aparição sobre a face da Terra – e que provavelmente continuarão a existir mesmo que a nossa espécie desapareça – nos ensinam, ou pelo menos nos alertam, para essa grande meta.</p>
<p>A Humanidade sempre se relacionou com a natureza – que afinal é o que, em última instância, dita a qualidade de vida e de morte neste planeta (e não os avanços tecnológicos, que claro têm seu valor) – como se ela fosse uma vilã e não uma mestra.</p>
<p>Teimamos em negar a busca pelo equilíbrio em nome da busca pela felicidade. Entretanto, essa atitude traz como efeito colateral o medo da fragilidade, o medo de sentir-se não feliz. Digo não feliz porque temos medo de sentir (ou pelo menos de admitir, como o próprio texto coloca) qualquer outro sentimento como tristeza, raiva, ansiedade, medo, insegurança, frustração e euforia. Como se a felicidade fosse um antídoto para esses “estados mentais anormais”.</p>
<p>Uma vez ouvi uma metáfora que acho que cabe muito bem aqui. As pessoas tendem a achar que um indivíduo “feliz” ou equilibrado se assemelha muito a uma rocha: estável, inabalável, forte. Mas na verdade, a pessoa verdadeiramente equilibrada se parece muito mais com um <a title="Entenda o que é Móbile" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mobile_(escultura)" target="_blank">móbile</a>.</p>
<p>E o que é um móbile se não um todo feito de várias partes – e que, diga-se de passagem, quanto mais partes tem, mais atraente é – que se estiverem em perfeitas condições sempre farão com que o todo volte naturalmente ao equilíbrio mesmo depois de um tapa, uma mexidinha, uma brisa ou uma ventania?</p>
<p>Como todo grande avanço em termos sociais, políticos ou econômicos sempre teve como mola propulsora o sofrimento generalizado da Humanidade, acho que o efeito colateral desse grande “lançamento” do século XXI contribuirá, sobremaneira, para que a humanidade inicie sua caminhada rumo ao equilíbrio.</p>
<p>Se nós não quisermos sucumbir ou ver nossos filhos sucumbirem a essa propaganda enganosa de consumir felicidade &#8211; e acabar levando para casa uma saco cheio de vazio &#8211;  a única saída é buscar o equilíbrio. A única saída é tomar conhecimento das partes que compõem o todo, aceitá-las e sair por aí virando móbile, sem a menor pretensão de ser feliz!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/04/desafio-o-verdadeiro-combustivel-do-sucesso/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/01/04/desafio-o-verdadeiro-combustivel-do-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
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		<description><![CDATA[Quanto você realmente enfrenta de desafios ou deixa de fazê-lo preferindo a autossabotagem? Você tem medo de errar? Agrada demais os outros? Cuidado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_sucesso.jpg" alt="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Feliz Ano Novo! </strong>De novo! Afinal, nada melhor que um Réveillon bastante agitado, com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hhbXBhbmhlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">champanhe<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e ao lado de familiares e amigos de longa data para reforçar o compromisso de vencer, fazer melhor e ir mais longe. Foi assim com você? Época de promessas ocas e desejos exagerados, a virada de ano também traz alento, esperança e motivos de alegria. Afinal, a vida segue – razão máxima para comemorar.</p>
<p>Além dos usuais votos de paz, prosperidade, alegria e sucesso, tenho o costume de desejar a todos os amigos e familiares que o Ano Novo seja repleto de desafios. Ora, o que seria de nossas realizações não fossem os desafios que somos obrigados a enfrentar? São eles que nos fazem crescer e melhorar nossas habilidades; são eles que nos lembram do quanto somos capazes de “dar a volta por cima” ou de improvisar, resolver.</p>
<p><strong>Desafio e autossabotagem</strong><br />
Tenho para mim que desafio é uma palavra intimamente relacionada a risco e oportunidade. Tente se lembrar das suas principais conquistas nos anos passados. Como as atingiu? Foi fácil? Precisou de ajuda? Provavelmente, você teve de enfrentar alguma situação nova, inesperada ou ao menos diferente. Observando os acontecimentos do dia a dia dá pra perceber que ao removermos os riscos de nossas vidas, eliminamos também as oportunidades.</p>
<p><span id="more-5532"></span>O que fazer? Esconder-se nas desculpas tipo <em>“Isso não acontece comigo”</em> ou <em>“Papo furado de autoajuda”</em> costuma funcionar bem, mas até certo ponto apenas. São muitas as figuras que preferem posar, passar uma imagem inabalável, agradável, quando na verdade sofrem problemas pessoas de perigosas consequências. Para estes, a zona de conforto consiste em “deixar rolar”, mesmo que não haja nada de confortável no passar dos dias. A isso <a title="Leia mais sobre autossabotagem" href="http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/autossabotagem-compromete-crescimento-profissional-417365.shtml" target="_blank">alguns especialistas chamam autossabotagem</a>.</p>
<p><strong>Arriscar mais ajuda. Ser mais preciso também. </strong>Aproveite que a energia que o Ano Novo injetou em sua vida e encare as atitudes transformadoras que tanto empurrou com a barriga no passado. Sugiro que você encare o desafio de realmente mudar sua vida e:</p>
<ul>
<li><strong>Gaste sua energia criando objetivos mais concretos e menos abstratos.</strong> Muitos brasileiros colocam como meta do ano “entrar em forma”. Muito abstrato. Prefira apontar ações mais diretas, como: caminhar 30 minutos diariamente ou correr 20 minutos, duas vezes por semana. Outro exemplo: troque a meta “gastar menos” por anotar durante 30 dias suas receitas e despesas do período;</li>
<li><strong>Pare de temer o fracasso como se errar fosse um pecado. </strong>Prefira cercar-se de informação, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uaGVjaW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">conhecimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e aceite riscos calculados. Para cada objetivo proposto, experimente pontuar o que de melhor pode acontecer, o que de pior pode acontecer e o que tem mais probabilidade de acontecer. Se o cenário lhe agradar, faça! É como fazem os gestores profissionais antes de tomar uma decisão. Funciona;</li>
<li><strong>Agrade menos os outros e mais a si mesmo.</strong> Reconhecimento é fundamental, mas quando é exagerado só serve para evidenciar a presença de baixa autoestima. Continue sendo uma pessoa “boa praça”, de bom convívio, mas que prioriza também suas metas e não só o bem-estar do próximo. Cuidado com a interpretação de texto: estou dizendo que você precisa fazer sempre mais que o possível pelo bem, mas deve incluir seus desejos nessa missão. Só você sabe o quanto você é importante;</li>
<li><strong>Experimente mais e melhor as vitórias.</strong> É comum notar um acúmulo de energia no planejamento e tentativa de explorar a oportunidade do tipo “bola da vez”. Ficamos obcecados pelo “grande passo” e nos esquecemos de comemorar os pequenos passos. Alguém certa vez disse que <em>“as grandes tacadas dão fama, as pequenas dão grana”</em>. Quebre seus grandes sonhos em pequenas metas, várias delas, e comemore cada vez que atingi-las.</li>
</ul>
<p>Não sei se percebeu minha intenção com as provocantes ações que propus. É simples: todas elas são perturbadoras na medida em que alteram completamente nosso <em>“modus operandi”</em>, nossa programação mental padrão. Elas representam, pois, um desafio. E como todo bom desafio, há o risco de que nada disso funcione para você &#8211; e você me tenha como um sonhador &#8211; e de que os resultados apareçam logo e com frequência maior do que você imaginava &#8211; e terei dito apenas o óbvio. Prefiro assim.</p>
<p>Finalmente, se nada disso fizer sentido, deixo aqui minha última tentativa de sensibilizá-lo para a importância dos desafios e da exposição ao não usual: experimente ler <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YmlvZ3JhZmlhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">biografias<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de pessoas que você admira, seja pela riqueza, beleza ou impacto na mídia. Mas prepare-se para passagens dolorosas, tristes, pesadas. Repare em quantos e quão difíceis foram os desafios da personalidade escolhida. As pessoas bem-sucedidas – aquelas que inspiram outras com sua história – são lembradas porque arriscam mais que a média. <strong>O desafio de viver precisa valer a pena!</strong></p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Muito obrigado e Feliz 2011!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/27/tv-dinheirama-muito-obrigado-e-feliz-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 17:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Obrigado leitor, amigo, cliente e parceiro! Obrigado pelo apoio, pelas sugestões, críticas e reconhecimento. Obrigado por participar e acreditar na educação financeira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="TV Dinheirama: Muito obrigado e Feliz 2011!" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_tvdinheirama_obrigado.jpg" alt="TV Dinheirama: Muito obrigado e Feliz 2011!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Obrigado!</strong> Muitas vezes obrigado! Caro leitor, você é parte fundamental de nosso trabalho e razão principal de nossos esforços pela educação financeira. O episódio de hoje da <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> traz um recado sincero de agradecimento, uma mensagem de carinho gravada com o único objetivo de reforçar o que temos de mais importante: sua participação, apoio e reconhecimento. Aproveito para agradecer também a todos os parceiros e clientes do Dinheirama, bem como toda nossa equipe por tantas realizações. <strong>Obrigado!</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-NxTnzOTPVU">http://www.youtube.com/watch?v=-NxTnzOTPVU</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como você vai usar o dinheiro do 13º salário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/01/como-voce-vai-usar-o-dinheiro-do-13%c2%ba-salario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/12/01/como-voce-vai-usar-o-dinheiro-do-13%c2%ba-salario/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 13:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O brasileiro já recebeu o 13o. salário. Como usá-lo? Pagar dívidas, investir, viajar, reformar a casa, guardar? O Ano Novo vem ai e é hora de planejar sua vida financeira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como você vai usar o dinheiro do 13º salário?" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_13osalario_ano_novo.jpg" alt="Como você vai usar o dinheiro do 13º salário?" hspace="2" vspace="2" align="left" />A esta altura, você que é assalariado já está com as mãos no seu 13º salário. O dia 30, data limite para o pagamento sem desconto do INSS e IR, passou e as ruas ganharam um movimento típico. Trata-se de uma injeção de R$ 102 bilhões na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nacional. Muitos consumidores já começaram a gastar o esperado dinheiro extra com compras de Natal, dívidas atrasadas, reforma da casa, viagem, satisfação de alguns desejos e consumo em geral. Você, o que fez ou planeja fazer com o dinheiro do 13º salário? Pretende gastá-lo? Prefere investi-lo?</p>
<p>Segundo uma pesquisa da <strong><a title="Conheça a GfK" href="http://www.gfkcustomresearchbrasil.com/" target="_blank">Consultoria GfK</a></strong> com 400 pessoas de diferentes classes de renda, em 12 regiões metropolitanas do país e publicada na edição de 29/11 da <a title="Leia a Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a>, <strong>60,6% dos entrevistados usarão o 13º salário para o pagamento de dívidas;</strong> 40,2% pretendem comprar presentes, 21,4% viajar, 38,3% guardar o dinheiro, 17,2% reformar a casa e 11,8% não definiram. As respostas não são excludentes, por isso os percentuais somados ultrapassam 100%.</p>
<p>Quanto questionados sobre o destino dos recursos do 13º salário, os entrevistados se comportaram da seguinte maneira:</p>
<ul>
<li><strong>42% do dinheiro recebido serão usados no pagamento de dívidas;</strong></li>
<li>20% serão poupados;</li>
<li>14% serão destinados para a compra de presentes;</li>
<li>9% dos recursos serão destinados ao objetivo de viajar;</li>
<li>8% irão para a reforma da casa;</li>
<li>6% serão alocados em outros fins.</li>
</ul>
<p><span id="more-5318"></span>Observando os resultados do levantamento, fica fácil concluir que o endividamento continua sendo o principal foco de atuação da população em relação ao 13º salário. Endividamento além da conta requer todo e qualquer dinheiro extra (ainda que parte dele). Uma conclusão simples merece atenção: <strong>o brasileiro se endivida demais durante o ano porque conta com o 13º salário no mês de novembro</strong>.</p>
<p><em>&#8220;Que bom que as pessoas pretendem honrar seus compromissos e diminuir o percentual de endividamento&#8221;</em>, escuto com frequência. Pois é, mas péssimo que isso não resolve nada, só cria uma sensação temporária de alívio e tranquilidade. A razão é simples: o 13º salário perdeu a graça, é dinheiro certo, tomado como parte da renda das muitas famílias brasileiras. É sinal de mais consumo, mas também de mais dívidas.</p>
<p>Proponho algumas reflexões sobre o uso do 13º salário:</p>
<p><strong>Aproveite a ocasião para iniciar seu planejamento financeiro.</strong> Se seu principal objetivo é livrar-se do endividamento, aproveite a motivação para colocar em prática o controle de suas receitas e despesas. Ao fazer um levantamento de suas dívidas, algo básico para quem quer pagá-las, já comece seu orçamento. Vamos lá, saia da zona de conforto, enfrente a vida de cabeça erguida. Lembre-se de negociar muito bem suas dívidas: se você tem dívidas caras (juros altos), pague-as primeiro. Se tiver muitas dívidas, de muitos tamanhos, elimine as muitas de menor valor. Experimente ler meu livro, <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Vamos Falar de Dinheiro?&#8221;</a> (Ed. Novatec), onde dedico um capítulo especial ao endividamento.</p>
<p><strong>Considere a criação de uma reserva de emergência.</strong> O dinheiro extra pode lhe proporcionar boas horas de consumo no shopping, mas também tranquilidade em casos de problemas familiares ou desemprego. Destine parte do 13º salário para uma poupança de emergência. Se ainda não tem nenhum capital para eventualidades, é hora de começar a se preocupar com isso. Problemas acontecem, é melhor estar preparado. A aleatoriedade da vida está mais presente do que você imagina, como nos alerta <strong>Nassim Taleb</strong> no ótimo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/226203/?franq=247523" target="_blank">“Iludido pelo Acaso”</a> (Ed. Record).</p>
<p><strong>Lembre-se do Ano Novo.</strong> Dezembro é sinônimo de muita festa, presentes, virada de ano, promessas e por ai vai. Janeiro todo mundo quer viajar, curtir as férias. E todo ano é a mesma coisa: vem IPVA, IPTU, matrícula da faculdade, gastos com material de estudo e outras despesas típicas. Sabemos que todo ano a história se repete, mas sempre reclamamos que falta dinheiro. Ora, você tem a chance de se preparar para estes gastos. A decisão é sua.</p>
<p><strong>Priorize a qualidade de vida. </strong>Muita gente acaba usando o 13º salário para comprar presentes para a família inteira, amigos e conhecidos, mas se esquece de presentear quem mais importa: a si mesmo e sua família. Vale a pena satisfazer também um desejo pessoal, destinar parte do dinheiro para um sonho da família e tentar ser feliz ao lado de quem se ama. Lembre-se de você, sua esposa(o) e filhos. Abra espaço para a frugalidade, para ser feliz sem medir-se em números, bens e patrimônio. Sugiro a leitura de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/264436/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Questões Fundamentais da Vida&#8221;</a> (Ed. Sextante), de A. Roger Merrill.</p>
<p><strong>Sustente a disciplina e invista.</strong> O hábito transforma, portanto aproveite que uma boa soma de dinheiro caiu na conta e invista. Nem que seja 10% ou pouco mais, guarde uma parte do 13º salário como parte de sua jornada rumo à independência financeira. A melhor forma de garantir um futuro melhor é se preparando para sua chegada. A leitura de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21376854/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Investimentos Inteligentes&#8221;</a> (Ed. Thomas Nelson Brasil), de Gustavo Cerbasi, pode ajudá-lo.</p>
<p>Como sempre faço questão de ressaltar, não há certo e errado na nossa relação com o dinheiro. Nossas decisões têm grande motivação emocional e são frequentemente dirigidas por nosso atual momento, pelas circunstâncias à nossa volta. <strong>No final, nossas ações são determinadas por nossas prioridades, sua real significância e nossa capacidade de respeitá-las</strong>.</p>
<p>O que você vai fazer com o seu 13º salário é problema seu. O dinheiro é seu! Que bom, não é mesmo? Ser responsável consigo mesmo e com quem você ama é assumir essa responsabilidade com afinco e aceitar as consequências. Você decidiu por esse ou aquele caminho. Se não tomou partido nenhum, também fez sua escolha. <strong>Você é o agente de mudança</strong>. Sempre.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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