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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; fundos</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; fundos</title>
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		<title>Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 23:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça investimentos mais rentáveis e seguros que a poupança para garantir rentabilidades maiores em tempos de inflação alta. Compare, comprove e crie sua estratégia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_investimentos_mais_rentaveis_poupanca_tempos_inflacao_alta.jpg" alt="Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta" align="left" hspace="2" vspace="2" />Danilo</strong> comenta: <em>“Navarro, tenho acompanhado o noticiário econômico com atenção e não há um dia em que a inflação não esteja na pauta. Sou um investidor conservador e tenho optado pela caderneta de poupança, mas com a alta da inflação fui alertado por um amigo de que essa decisão pode acarretar perda do meu poder de compra. Quais são as opções, também seguras, mais rentáveis que a poupança atualmente? Obrigado”</em>.</p>
<p>A dúvida sobre o melhor investimento conservador é comum e merece atenção. A questão principal que deve ser analisada é a rentabilidade líquida das alternativas disponíveis, ou seja, qual o retorno real que cada aplicação oferece quando comparados prazos iguais no investimento. Por retorno real compreende-se o percentual de ganhos depois de descontados impostos, taxas de administração e inflação no período.</p>
<p><strong>Por que o medo da inflação?</strong><br />
A inflação é realmente tema recorrente na mídia especializada. Não por acaso. O <a title="Veja a evolução do IPCA" href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/ipca-inpc_201109_1.shtm" target="_blank">IPCA</a> (Índice de Preços ao Consumidor Ajustado) acumula 7,31% no período de 12 meses encerrado em setembro passado. No ano, o mesmo IPCA já atinge 4,9%, valor acima do centro da meta estipulada pelo governo para o ano todo, de 4,5%. A <a title="Leia mais sobre a previsão da inflação" href="http://exame.abril.com.br/economia/noticias/analistas-elevam-expectativa-de-inflacao-pela-3a-semana-seguida" target="_blank">previsão oficial do BC (Banco Central) para este ano é de 6,4%</a>. O mercado acredita em pelo menos 6,5%, valor que configura o teto da meta. Se desejar, leia mais sobre o <a title="Regime de metas de inflação" href="http://dinheirama.com/blog/2007/10/16/que-tal-o-regime-de-metas-de-inflacao/" target="_blank">regime de metas de inflação</a> em um artigo do Ricardo Pereira.</p>
<p><span id="more-6667"></span>A variação de preços já é sentida em diversos estabelecimentos. Em termos práticos, a inflação significa a perda do poder de compra da moeda frente aos preços praticados no mercado em geral. O valor de um produto daqui alguns meses/anos será diferente daquele praticado hoje. Logo, a decisão de investir de forma a multiplicar seu patrimônio precisa considerar escolhas capazes de sustentar (aumentar) seu poder de compra ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Opções conservadoras de investimentos</strong><br />
Neste texto, apresento uma análise simples e objetiva dos principais tipos conservadores de aplicação e suas características diante do cenário de alta inflação.</p>
<p><strong>Caderneta de poupança</strong><br />
Isenta de taxas e impostos, é recomendada como colchão financeiro para emergências (fundo de reserva) e objetivos de curtíssimo prazo (até seis meses). Com liquidez imediata e facilidade/comodidade na operação, é muitas vezes a “porta de entrada” de muitos brasileiros no mundo dos investimentos.</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> mínimo de 0,5% ao mês mais TR (Taxa Referencial), que varia de acordo com a taxa média dos CDBs dos 30 maiores bancos.<br />
<strong>Rentabilidade dos últimos 12 meses:</strong> 7,31%.</p>
<p><strong>Fundos de Renda Fixa</strong><br />
Opção administrada por bancos/gestores, que permitem ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> participar mediante negociação de cotas e pagamento de uma taxa de administração. As decisões de investimentos do patrimônio do fundo são responsabilidade dos administradores e se concentram em títulos diversos, tanto pós-fixados (Fundos DI), quanto prefixados (Fundos de Renda Fixa).</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> o retorno está normalmente atrelado à variação da taxa básica de juros da economia (Taxa Selic), atualmente em 12% a.a., que baliza as operações e empréstimos entre as instituições financeiras e o CDI (Certificado de Depósitos Interbancários).</p>
<p><strong>Rentabilidade média (12 meses) dos Fundos DI:</strong> 8,96%.<br />
<strong>Rentabilidade média (12 meses) dos Fundos de Renda Fixa:</strong> 9,48%.<br />
Os valores acima expressos já tem descontada a taxa de administração, mas não o IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados foram retirados do <a title="Acesse o site da ANDIMA" href="http://www.andima.com.br/r_diaria/resultados/sec01.html" target="_blank">site da ANDIMA</a> (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).</p>
<p><strong>CDB (Certificado de Depósito Bancário)</strong><br />
São títulos de dívida emitidos pelos bancos que normalmente possuem prazo de vencimento que variam de 30 dias a dois anos. Por oferecerem os títulos em troca de dinheiro para se capitalizar (e emprestar mais caro), os bancos não cobram taxas de administração.</p>
<p>O risco de um investimento em CDB está diretamente relacionado à saúde financeira da instituição que vende o título. Problemas financeiros podem significar falta de liquidez e de capital para honrar os compromissos com os clientes. Caso o banco quebre, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) garante até R$ 70 mil de volta por CPF.</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> as taxas pagas ao cliente variam bastante, o que significa rentabilidade diferente de acordo com o banco escolhido. Bancos menores, e por consequência com maiores chances de calote, oferecem maior rentabilidade. No entanto, bancos maiores tendem a oferecer maiores facilidades (aporte menor, resgate automático etc.).</p>
<p>O retorno do CDB deve perseguir o CDI ou a Taxa Selic. Procure títulos que paguem, pelo menos, 95% do CDI. Conseguir 100% ou mais é desejável, mas nem sempre é fácil para aportes iniciais mais baixos ou prazos mais curtos. Bancos pequenos e médios já oferecem essa opção por aqui, com qualquer aporte mínimo e pagamento de 100% do CDI para CDB sem carência e até 110% do CDI para CDB com carência de três anos.</p>
<p><strong>Rentabilidade média (12 meses) do CDB para pequenas quantias:</strong> 9,41%. Esse valor não contempla incidência do IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados são da <a title="Acesse a Agência Estado" href="http://economia.estadao.com.br/renda_fixa.htm" target="_blank">Agência Estado</a>.</p>
<p><strong>Títulos Públicos (Tesouro Direto)</strong><br />
Títulos públicos são ativos de renda fixa cujo objetivo é viabilizar a captação de recursos para: a) financiar o déficit orçamentário; b) refinanciar a dívida pública; e c) realizar operações para fins específicos, definidos em lei. São quatro as modalidades de título disponíveis e seus tipos variam de acordo com o perfil do investidor e tempo de investimento (curto e médio prazo).</p>
<p>Para aplicações de curto prazo, estão disponíveis as Letras do Tesouro, nas opções LFT (Letra Fiananceira do Tesouro) e LTN (Letra do Tesouro Nacional). Para o médio prazo estão disponíveis a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B) e NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F).</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> a rentabilidade varia de acordo com o tipo de título e o preço de aquisição, podendo ser prefixada (LTN), indexada à taxa SELIC (LFT), indexada ao IGP-M (NTN-C) ou indexada ao IPCA (NTN-B). Para detalhes e dicas sobre cada opção e como investir, leia o artigo <a title="Leia o artigo sobre Tesouro Direto e suas vantagens" href="http://dinheirama.com/blog/2011/01/20/tesouro-direto-como-investir-rentabilidade-vantagens-e-caracteristicas/" target="_blank">“Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características”</a>.</p>
<p><strong>Rentabilidade (12 meses) de uma LFT com vencimento em 01/2013:</strong> 12,8%.<br />
<strong>Rentabilidade (12 meses) de uma NTN-B com vencimento em 08/2012:</strong> 14,4%.<br />
Os valores acima expressos já têm descontadas a taxa de custódia da CBLC (0,4% a.a.) e a taxa média dos agentes de custódia (0,3% a.a.), mas não o IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados foram retirados do <a title="Acesse o site do Tesouro Direto" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade.asp" target="_blank">site do Tesouro Direto</a>.</p>
<p><strong>Recolhimento de Imposto de Renda para Renda Fixa</strong><br />
À exceção da caderneta de poupança, todos os demais <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em renda fixa determinam que o investidor deva recolher Imposto de Renda sobre os ganhos mediante tabela de alíquotas estabelecida pela Receita Federal:</p>
<ul>
<li>Investimentos com prazo inferior a seis meses, alíquota de 22,5%;</li>
<li>Prazo superior a seis meses, mas inferior a 12 meses, alíquota de 20%;</li>
<li>Prazo superior a doze meses, mas inferior a 24 meses, alíquota de 17,5%;</li>
<li>Prazo superior a 24 meses, alíquota de 15%;</li>
<li>Fundos tem ainda a cobrança semestral do IR na figura do come-cotas. Acesse e leia o artigo <a title="Imposto de renda nos fundos de investimento: o famoso come-cotas" href="http://dinheirama.com/blog/2011/05/09/imposto-de-renda-nos-fundos-de-investimento-em-renda-fixa-o-famoso-come-cotas/" target="_blank">“Imposto de Renda nos fundos de investimento em renda fixa: o famoso come-cotas”</a> e entenda como ele funciona. Eventuais diferenças são pagas no momento do resgate.</li>
</ul>
<p><strong>Comparativo das rentabilidades</strong><br />
Com o objetivo de apresentar uma análise mais prática, decidi levantar os possíveis retornos dessas alternativas consultando os sites dos bancos, órgãos reguladores, ANBIMA e Tesouro Direto para montar um quadro comparativo entre as rentabilidades mínimas e máximas encontradas.</p>
<p>Cabe ressaltar que as taxas exibidas contemplam desconto das taxas de administração, custódia e IR correspondente a 20% dos ganhos (prazo entre um e dois anos). Por isso os valores diferem um pouco dos apresentados nos resumos de cada aplicação publicados alguns parágrafos acima.</p>
<p>Ao observar o comparativo abaixo, tenha em mente que as rentabilidades mínimas apresentadas foram encontradas buscando histórico recente das alternativas indicadas: para os fundos, este grupo representa os produtos com taxas de administração altas, de 2% a 4,5%; no caso dos CDBs, estão com rentabilidades menores aqueles de bancos grandes, que normalmente pagam entre 75% e 85% do CDI.</p>
<p>Para a rentabilidade máxima foram pesquisados produtos mais interessantes (tanto fundos quanto títulos) em bancos menores e menos famosos. Para todas as opções foi respeitado o prazo de doze meses. Logo, a distorção entre o retorno mínimo e o máximo se dá por conta das muitas opções disponíveis no varejo, o que mostra a importância de pesquisar muito antes de aceitar a primeira oferta de seu gerente de contas.</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_grafico_rentabilidades_opcoes_conservadoras_investimento.png" alt="Comparativo de rentabilidades das alternativas conservadoras" /></p>
<p><strong>Análises e conclusões</strong><br />
O texto de hoje tem como objetivo servir de referência para suas decisões de investimento reforçando a importância de conhecer bem as aplicações conservadoras disponíveis atualmente. Cabe destacar algumas conclusões a partir das informações aqui publicadas:</p>
<ul>
<li>Por sua característica simples e acessível, <strong>a caderneta de poupança oferece boa rentabilidade para quem deseja começar a criar o hábito de poupar</strong> e pretende usar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em um prazo inferior a seis meses (período em que a alíquota de IR das demais alternativas bate em 22,5%);</li>
<li><strong>Escolher um fundo DI ou fundo de renda fixa sem pesquisar muito bem pode significar rentabilidade líquida menor que a da caderneta de poupança.</strong> Neste sentido, o alerta é em relação à taxa de administração cobrada, que deve ser inferior a 1,5%, e à estratégia de investimento do fundo, claramente <a title="Aprenda a ler e interpretar um prospecto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/09/11/fundo-de-investimento-raio-x-ii/" target="_blank">detalhada em seu prospecto</a>. Fundos com taxas mais altas dificilmente renderão mais que a poupança no curto prazo;</li>
<li><strong>CDBs e Títulos Públicos tem uma rentabilidade líquida semelhante para os piores casos, mas a opção pelo Tesouro Direto é mais inteligente porque oferece liquidez maior e maior segurança.</strong> Alguns bancos maiores só chegam a 85% ou mais do CDI exigindo carência no investimento (prazo mínimo). Os títulos tem leilões semanais e um mercado secundário bastante ativo;</li>
<li><strong>CDBs de bancos médios e menores tendem a oferecer rentabilidades muito interessantes, bem acima dos concorrentes mais famosos.</strong> Neste caso, em que a solidez da instituição não é tão reconhecida, a dica é investir montantes que não ultrapassem o limite garantido pelo FGC, ou seja, R$ 70 mil;</li>
<li><strong>Os títulos públicos (Tesouro Direto) oferecem excelentes rentabilidades no médio prazo, especialmente se consideradas as opções pós-fixadas e atreladas à inflação.</strong> Particularmente, gosto e recomendo a NTN-B por sua característica de preservar o poder de compra aliada a uma taxa de retorno bastante atrativa;</li>
<li>No geral, são boas as perspectivas para quem deseja garantir bons retornos através de aplicações conservadores. Tomar essa decisão diante do desejo explícito do governo e do BC em continuar baixando os juros e optar por investir diretamente em títulos privados (CDBs) e públicos (Tesouro Direto) tende a trazer retornos mais interessantes que produtos bancários tradicionais (fundos e caderneta de poupança).</li>
</ul>
<p>Por fim, cabe lembrar que as alternativas não são excludentes, isto é, você pode (e deve) investir de forma a diversificar sua cesta de investimentos. Você deve criar sua estratégia de acordo com seus objetivos de curto, médio e longo prazo, além de certificar-se de que suas decisões sejam coerentes com seu grau de aversão ao risco.</p>
<p>Eu, por exemplo, gosto de manter o fundo de emergência com muita liquidez (poupança) e então aproveitar os CDBs de bancos pequenos para capitalização de curto prazo (até R$ 70 mil) e títulos públicos atrelados à inflação para sustentar metas de médio prazo (assim garanto o poder de compra sempre). Para o longo prazo prefiro o investimento em renda variável (ações e fundos de ações de gestores independentes).</p>
<p>Espero ter contribuído de forma a enriquecer o debate que cerca as decisões mais conservadoras de investimentos. Para mais detalhes das alternativas disponíveis e informações sobre as rentabilidades, leia também o excelente texto <a title="Leia mais no blog da Denyse Godoy" href="http://denysegodoy.folha.blog.uol.com.br/arch2011-09-04_2011-09-10.html#2011_09-05_01_02_49-166641623-0" target="_blank">“Reavalie seus investimentos com a nova etapa da crise mundial”</a>, do blog <a title="Acesse o blog" href="http://denysegodoy.folha.blog.uol.com.br/" target="_blank">“Ganhar, Gastar, Guardar”</a> editado pela jornalista <strong>Denyse Godoy</strong> no portal <a title="Acesse a Folha on-line" href="http://folha.com.br" target="_blank">Folha.com</a>.</p>
<p>Compartilhe conosco sua visão sobre os investimentos conservadores e como gerencia suas decisões neste sentido. Se quiser, encontre-me também no Twitter: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Ao Vivo #4: Uma conversa sobre investimentos – Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/27/dinheirama-ao-vivo-4-uma-conversa-sobre-investimentos-poupanca-tesouro-direto-fundos-acoes-e-etfs/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 12:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama Ao Vivo #4 apresenta as principais alternativas de investimento: Caderneta de Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs. Acesse e participe do chat.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Ao Vivo #4: Uma conversa sobre investimentos - Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_ao_vivo_alternativas_investimento.jpg" alt="Dinheirama Ao Vivo #4: Uma conversa sobre investimentos - Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs" hspace="2" vspace="2" align="left" />O <strong><a title="Acesse o Dinheirama Ao Vivo" href="http://dinheirama.com/aovivo/" target="_blank">Dinheirama Ao Vivo</a></strong> de hoje começa às 18 horas. Atendendo a pedidos, o tema da conversa de hoje abrange Caderneta de Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs. Vamos discutir as alternativas de investimento com mais detalhes, falar sobre os melhores momentos para optar por cada uma delas, se vale a pena diversificar, que tipo de estratégia adotar e muito mais. Acesse <strong><a title="Acesse o Dinheirama Ao Vivo" href="http://dinheirama.com/aovivo/" target="_blank">www.dinheirama.com/aovivo</a></strong> <strong>hoje às 18h</strong> e participe. <strong>É grátis!</strong></p>
<p>Você que possui dúvidas ou curiosidades sobre o assunto tem agora a oportunidade ideal de conversar com <strong>Leandro Martins</strong>,  que trabalha como economista chefe de uma grande corretora, é palestrante do circuito ExpoMoney, autor do Livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21441967/?franq=247523" target="_blank">“Aprenda a investir”</a> (Ed. Atlas) e profissional de investimento com a certificação CNPI.</p>
<p><strong>Dinheirama Ao Vivo</strong><br />
Tema: <strong>Alternativas de Investimento &#8211; Poupança, Tesouro Direto, Fundos, Ações e ETFs</strong><br />
Horário: <strong>18h</strong><br />
Onde: <strong><a title="Acesse o Dinheirama Ao VIvo" href="http://dinheirama.com/aovivo/" target="_blank">www.dinheirama.com/aovivo</a></strong></p>
<p>Para que encontre subsídios e monte seu repertório de perguntas para participar do chat e streaming em vídeo, selecionamos alguns artigos, aqui mesmo do <em>Dinheirama</em>, sobre os temas do programa de hoje:</p>
<p><strong>Poupança</strong></p>
<ul>
<li><a title="Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/08/13/caderneta-de-poupanca-investir-ou-nao-por-que/" target="_blank">Caderneta de poupança: investir ou não? Por quê?</a></li>
<li><a title="E poupança em época de juros baixos?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/12/e-a-poupanca-em-epoca-de-juros-baixos/" target="_blank">E a poupança em época de juros baixos?</a></li>
</ul>
<p><strong>Tesouro Direto</strong></p>
<ul>
<li><a title="Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características" href="http://dinheirama.com/blog/2011/01/20/tesouro-direto-como-investir-rentabilidade-vantagens-e-caracteristicas/" target="_blank">Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características</a></li>
<li><a title="Por dentro do Tesouro Direto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/07/por-dentro-do-tesouro-direto/" target="_blank">Por dentro do Tesouro Direto</a></li>
</ul>
<p><strong>Fundos</strong></p>
<ul>
<li><a title="TV Dinheirama: Fundo de Investimento – Vale a pena investir seu dinheiro?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/02/15/tv-dinheirama-fundo-de-investimento-vale-a-pena-investir-seu-dinheiro/" target="_blank">TV Dinheirama: Fundo de Investimento – Vale a pena investir seu dinheiro?</a></li>
<li><a title="Fundos Imobiliários: 10 vantagens que o investidor deve conhecer" href="http://dinheirama.com/blog/2010/11/22/fundos-imobiliarios-10-vantagens-que-o-investidor-deve-conhecer/" target="_blank">Fundos Imobiliários: 10 vantagens que o investidor deve conhecer</a></li>
</ul>
<p><strong>Ações</strong></p>
<ul>
<li><a title="Falando em Ações: Como funciona e como ganhar com o aluguel de ações" href="http://dinheirama.com/blog/2011/04/25/falando-em-acoes-como-funciona-e-como-ganhar-com-o-aluguel-de-acoes/" target="_blank">Falando em Ações: Como funciona e como ganhar com o aluguel de ações</a></li>
<li><a title="Falando em Ações: Análise Gráfica ou Análise Fundamentalista? Como começar a investir em ações?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/02/15/falando-em-acoes-analise-grafica-ou-analise-fundamentalista-como-comecar-a-investir-em-acoes/" target="_blank">Falando em Ações: Análise Gráfica ou Análise Fundamentalista? Como começar a investir em ações?</a></li>
</ul>
<p><strong>ETFS</strong></p>
<ul>
<li><a title="Vale a pena investir em ETFs – Fundos de Índices?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/26/vale-a-pena-investir-em-etfs-fundos-de-indices/" target="_blank">Vale a pena investir em ETFs – Fundos de Índices?</a></li>
<li><a title="Falando em Ações: O que é ETF (Fundo de Índice)? Quais as vantagens e como investir em ETF?" href="http://dinheirama.com/blog/2011/02/22/falando-em-acoes-o-que-e-etf-fundo-de-indice-quais-as-vantagens-e-como-investir-em-etf/" target="_blank">Falando em Ações: O que é ETF (Fundo de Índice)? Quais as vantagens e como investir em ETF?</a></li>
</ul>
<p>Agora você tem material de sobra para se preparar para o <a title="Acesse o Dinheirama Ao Vivo" href="http://dinheirama.com/aovivo/" target="_blank"><strong>Dinheirama Ao Vivo</strong></a> de hoje, que começa às 18 horas! Avise a todos e colabore com a divulgação. Até lá!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Fundo de Investimento – Vale a pena investir seu dinheiro?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 18:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Investir em fundo de investimentos vale a pena? Como analisar o risco, prospecto, taxa de administração e estratégia de um fundo? Que cuidados ter na escolha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Fundo de Investimento - Vale a pena investir seu dinheiro?" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_tvdinheirama_fundos_de_investimento.jpg" alt="TV Dinheirama: Fundo de Investimento - Vale a pena investir seu dinheiro?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Há uma discussão muito importante quando o assunto são investimentos. Afinal, vale a pena investir em fundo de investimentos ou devemos sempre tentar construir nosso patrimônio em aplicações diretas, sem a gestão de instituições especializadas? A questão ganhou uma edição do <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, onde meu principal objetivo é apontar a importância de se conhecer muito bem o fundo de investimento, seu prospecto, carteira de ativos, taxas, objetivos, risco e estratégia. O conhecimento facilitará sua decisão. Assista:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vsJ_2uffwkY">http://www.youtube.com/watch?v=vsJ_2uffwkY</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e assine à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa de valores e mercado de ações: que investidores são esses?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/21/bolsa-de-valores-e-mercado-de-acoes-que-investidores-sao-esses/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 18:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Como chegar a 5 milhões de investidores pessoa física na BM&#038;F Bovespa se as estratégias não dão conta de educar bem o investidor iniciante? Como começar a investir assim?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de valores e mercado de ações: que investidores são esses?" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_bolsa_valores_investidores.jpg" alt="Bolsa de valores e mercado de ações: que investidores são esses?" hspace="2" vspace="2" align="left" />A BM&amp;F Bovespa, bolsa de valores brasileira, trabalha para <a title="Leia mais sobre a meta da Bovespa" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/06/30/meta-de-atingir-5-milhoes-de-pessoas-fisicas-em-cinco-anos-e-conservadora-diz-bolsa.jhtm" target="_blank">atingir a meta bastante ousada de 5 milhões de investidores diretos (pessoa física) cadastrados até 2015</a>. Somos cerca de 650 mil investidores atualmente, ou 13% do total previsto. O caminho é longo. Ações no sentido de orientar o investidor têm sido feitas, divulgadas e são cada vez melhor elaboradas. Torcemos e trabalhamos para tal, mas algumas questões precisam ser consideradas.</p>
<p>Quem investe em ações sabe que o principal problema do investidor iniciante é justamente começar. Para uma grande maioria, o mercado de ações ainda é considerado um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> muito arriscado, além de ser um “estranho” e “difícil” meio de construir patrimônio e riqueza. Se o olhar é cauteloso, a abordagem precisa ser simples, de fácil interpretação. “Quer ser sócio?”. Mas, e depois?</p>
<ul>
<li>Com quanto dinheiro começar?</li>
<li>Como escolher uma corretora?</li>
<li>Comprar ações de quais empresas?</li>
</ul>
<p><span id="more-5415"></span>As perguntas acima publicadas são apenas algumas das mais comuns que normalmente recebemos por e-mail e que são proferidas em eventos e palestras. Abordamos muitas delas em diversos outros artigos, mas pretendo trabalhar a questão de uma forma mais simples neste texto, usando o olhar do iniciante e a experiência de quem já colaborou com muitos novatos.</p>
<p><strong>Risco, volatilidade e estratégia</strong><br />
O mercado de ações é parte do chamado mercado de renda variável. A oscilação dos papéis, e consequentemente dos índices, é característica básica deste tipo de investimento. Os movimentos de alta e baixa denominam a chamada volatilidade, variável importante da sistemática de risco presente na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Ym9sc2ErZGUrdmFsb3Jlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Vale a máxima “quanto maior o risco, maior o retorno”. O iniciante, portanto, precisa entender e aceitar que o “sobe e desce” faz parte.</p>
<p>Conhecida a natureza da renda variável, o investidor deve questionar-se quanto ao grau de aversão ao risco. Sua estratégia de investimentos precisa estar alinhada aos seus objetivos e perfil pessoal. Traduzindo, você pode querer tentar retornos maiores através do investimento em ações para aposentar-se com tranquilidade. Longo prazo, pois. A decisão influencia a frequência de operações (trades), que empresas escolher e até mesmo que tipo de conhecimento específico adquirir (o insosso debate análise fundamentalista versus análise técnica).</p>
<p>Não existe certo e errado no investimento em ações. Não? Não como estamos acostumados a rotular. Estratégias que funcionam bem (ou não), momentos e aprendizado, estes sim estão presentes no dia a dia das negociações de ativos. Pequenas perdas que, se bem aceitas e processadas, evitam grandes prejuízos. Lucros constantemente realizados, ainda que pequenos, que evitam que a ganância se instale. Investir na bolsa é essencialmente nutrir a psicologia ligada à tomada de decisões e reflexos do noticiário. <em>“Não no longo prazo!”</em>, dirão alguns.</p>
<p><strong>Longo prazo? Longo quanto?</strong><br />
Simplificar a bolsa de valores como a<em> “possibilidade de ser sócio de empresas que investem no crescimento do país” </em>dá o tom da importância do mercado de capitais, é verdade, mas não deixa clara a realidade que move os negócios. Minha crítica à maioria dos apelos de investimento das instituições e corretoras vai neste sentido: frisam com insistência que trata-se de investimento de longo prazo e como exemplo de rentabilidade plotam gráficos comparativos históricos entre o Índice Ibovespa, CDI, poupança e tal.</p>
<p>Que longo prazo? Quão longo prazo? Como escolher as empresas mais interessantes para este dado longo prazo? Que ação escolher se as mesmas corretoras atualizam freneticamente suas carteiras recomendadas? O leigo, justamente aquele que se pretende “fisgar” para popular as estatísticas (e o crescimento do país, claro), quer ser sócio, investir com segurança em uma ou outra empresa de futuro. Que futuro? Uma semana, um mês, um semestre, quando mudarão as <em>“top picks”</em>? Quanto dura a recomendação de um papel?</p>
<p>O modelo de negócios não é esse. Ser sócio, vangloriar o longo prazo, vender a ideia de construção de patrimônio não combina com a regra financeira vigente. Como as corretoras ganham dinheiro? Com corretagem, em taxas auferidas sempre que um investidor emite uma ordem de compra ou venda. Ora, ganha-se com as movimentações do cliente. Se ele compra poucas vezes e fica sócio durante muito tempo, ganha-se pouco com seu cadastro. A sociedade de longo prazo é ótima, desejada, mas não sustenta o sistema financeiro. E sempre foi assim. E será.</p>
<p><strong>Investir em ações pode ser frustrante</strong><br />
O iniciante choca-se com essa realidade assim que passa das belas e chamativas propagandas para o mundo real do <em>home broker</em>. Passado o susto, ou ele se frustra diante da dedicação exigida para entender bem os meandros da negociação de ativos (tem gente que acorda cedo e trabalha o dia todo, você deve saber) ou ele aceita as persistentes ofertas de cursos de Análise Gráfica oferecidas pela corretora, além das palestras sobre operações, <em>day trade</em> etc. Este passa a querer fazer parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> como o mercado deseja que ele faça parte. &#8220;Investidor ativo&#8221; é como o chamam. Ele entra no sistema.</p>
<p>Ocorre que muitos desses investidores operam pequenos valores no mercado fracionário e, depois de muito estudar e aprender, começam a “curtir suas recompensas”. Ganhos de 5% em um trade aqui, outros 3% ali. Quiçá 10% depois de uma grande tacada. A realidade percentual anima, é excelente, mas o valor absoluto não. Muitos negociam valores pequenos e, no frigir dos ovos, o esforço monumental, a noite em claro acompanhando o noticiário e as muitas horas analisando gráficos rendem poucos Reais. <em>&#8220;Tudo isso por R$ 100,00? Tanta ansiedade, trabalho e dedicação por R$ 155,00 de lucro?&#8221;</em>, costumo ouvir com frequência.</p>
<p>Ah se esse mesmo investidor tivesse R$ 500 mil para negociar, não é mesmo? Ele não tem; o brasileiro típico não tem. E se suas primeiras experiências na bolsa forem frustrantes, demorará muito a ter. E vai se cansar da bolsa como ela se apresentou. Pois é, como fica a popularização? Parece que falta uma atração mais realista para quem vai começar, para o tradicional conservador da renda fixa, dos imóveis e afins.</p>
<p>A prestação de serviços neste sentido precisa ser mais inteligente, com maior valor agregado e atenção ao: 1) perfil do investidor; 2) seus objetivos; e 3) sua disponibilidade de recursos para investir. Corretoras com serviços adicionais, cursos, gestão de carteiras, fundos acessíveis, clubes de investimento e disposição para realmente assessorar seus clientes tendem a se destacar. O cliente precisa se sentir confortável nesse ambiente e não tem sido assim.</p>
<p>Freqüentemente me pergunto:</p>
<ul>
<li>Para o investidor iniciante, por que não recomendar os <a title="Vale a pena investir em ETFs – Fundos de Índices?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/26/vale-a-pena-investir-em-etfs-fundos-de-indices/">fundos de índice (ETFs)</a>? A liquidez hoje em dia não é mais um problema. Veja o exemplo do mercado norte-americano, com <a title="Mais sobre os ETFs nos EUA" href="http://www.dailyfinance.com/story/etfs-break-1-trillion-dollar-milestone/19768235/" target="_blank">mais de 1100 opções de ETF e ativos gerenciados que chegaram a US$ 1 trilhão em 2010</a>. Taxa de administração mais baixa, diversificação e aportes iniciais menores não são fatores muito interessantes para quem quer começar?</li>
<li>Por que não começar com um fundo de ações com razoável diversificação, ainda que haja taxa de administração e Imposto de Renda, para familiarizar-se com a dinâmica do mercado e, com paciência, aumentar o valor total aplicado a fim de ter uma quantia mínima maior para negociar lotes inteiros de pelo menos quatro ou cinco empresas? Existem excelentes opções de fundos com taxas de até 3% ao ano &#8211; percentual razoável para a renda variável &#8211; disponíveis nos principais bancos de varejo e gestores independentes.</li>
</ul>
<p>Afinal de contas, para ser sócio é necessária muita confiança, cumplicidade e sinergia. Dá para confiar em corretoras e empresas que querem que você se transforme em um exímio analista gráfico ou <em>trader</em> quando seu verdadeiro objetivo é destacar-se na sua profissão e ter mais tempo para a família? Alguns investidores &#8211; a maioria, especialmente aqui &#8211; simplesmente não têm o perfil. Mas há também aquelas empresas e escritórios de investimento diferenciados, portanto a questão também passa pela nossa avaliação e escolha. Fique esperto!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fundos Imobiliários: 10 vantagens que o investidor deve conhecer</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 16:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça as vantagens dos Fundos de Investimento Imobiliários em relação aos imóveis próprios e renda fixa em geral. Invista em imóveis com mais segurança e inteligência!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Fundos Imobiliários: 10 vantagens que o investidor deve conhecer" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_fundos_imobiliarios_investimentos.jpg" alt="Fundos Imobiliários: 10 vantagens que o investidor deve conhecer" hspace="2" vspace="2" align="left" />Gostaria de agradecer ao <strong>Navarro</strong> e a todos da equipe <em>Dinheirama</em> pela oportunidade de escrever para leitores tão inteligentes e ávidos para melhorarem sua situação financeira. Sempre aprendi bastante com esta comunidade e espero, através deste artigo, retribuir este precioso conhecimento. Sinta-se livre para deixar seu comentário, sugestão ou crítica para que minha participação aconteça da melhor maneira possível.</p>
<p>Desde a última e <a title="Imóveis versus Fundos Imobiliários - Leia mais" href="http://dinheirama.com/blog/2007/08/30/imoveis-versus-fundos-imobiliarios/">excelente matéria sobre fundos imobiliários publicada pelo Dinheirama em agosto de 2007</a>, este mercado evoluiu bastante. Naquele período, havia em torno de 20 Fundos Imobiliários disponíveis, com valor de mercado de cerca de R$ 2 bilhões e a liquidez na Bovespa era um grande problema.</p>
<p>Hoje, com <a title="Conheça os Fundos Imobiliários disponíveis" href="http://www.bmfbovespa.com.br/renda-variavel/ResumoFundosImobiliarios.aspx?Idioma=pt-br" target="_blank">mais de 40 fundos disponíveis para negociação</a>, valor de mercado acima de R$ 4 bilhões e com fundos apresentando mais de 300 negócios em apenas um mês, os fundos imobiliários caíram no gosto popular. E não é por acaso. Eles oferecem uma série de vantagens em relação ao investimento direto em imóveis e a algumas das principais aplicações de renda fixa.</p>
<p><span id="more-5282"></span>Tenho a oportunidade de trabalhar ao lado de <strong>Sérgio Belleza</strong>, maior consultor de Fundos Imobiliários do Brasil e criador do site <strong><a title="Conheça o Fundo Imobiliário" href="http://www.fundoimobiliario.com.br/index.htm" target="_blank">Fundo Imobiliário</a></strong>, e aproveitarei esta oportunidade para guiar agregar mais valor ao seu conhecimento sobre o tema, caro leitor. Convido-o para, neste artigo, conhecer um pouco mais sobre as diversas vantagens dos fundos imobiliários.</p>
<p><strong>As 10 principais vantagens dos Fundos Imobiliários</strong></p>
<p><strong>1. Praticidade.</strong> Se você já lidou com a compra ou venda de um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW0lRjN2ZWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">imóvel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, provavelmente já passou pela burocracia e chateação envolvidas com a negociação. Intermediação de um corretor, idas ao cartório, advogados, uma série de certidões, anuências, legalização do imóvel, mais custos, impostos etc. Chega! Não é este tipo de preocupação que queremos na hora de negociarmos imóveis. E este é um dos principais motivos pelo qual os fundos imobiliários são bastante práticos.</p>
<p>Os Fundos Imobiliários são negociados em mercados organizados (Bovespa), podendo ser comprados e vendidos diretamente através de seu Home-broker, assim como ações, com apenas um clique. É possível também saber, a qualquer momento, o valor de mercado dos imóveis (no caso, dos fundos), além de observar rapidamente, através do book de ofertas, os preços oferecidos por compradores e vendedores.</p>
<p><strong>2. Fracionamento.</strong> Imagine a seguinte situação: Seu João possui um imóvel no valor de R$ 100 mil, que aluga para gerar uma renda mensal. Porém, ele precisa urgentemente de R$ 15 mil com o objetivo de pagar uma cirurgia para sua esposa que sofreu um acidente. O que ele faz? Não podendo vender apenas parte deste imóvel, ele terá que recorrer a outros meios para levantar este dinheiro.</p>
<p>Entretanto, ao investir nos fundos imobiliários, ele poderá simplesmente vender apenas uma parte de suas cotas no fundo, levantando os R$ 15 mil (ele receberá o dinheiro após o 3º dia útil da venda, D+3, assim como nas ações), pagando a cirurgia e ainda terá os R$ 85 mil investidos no fundo lhe rendendo os aluguéis mensais. Embora não seja possível dividir imóveis para vender apenas uma parte, é possível vender uma parte das cotas do fundo para ter em mãos a quantia desejada.</p>
<p><strong>3. Preços a partir de R$ 1,00.</strong> Acredite! O investimento em fundos imobiliários pode ser realizado a partir de apenas R$ 1,00. Para ser mais preciso, o fundo imobiliário com o menor valor de cota é o Continental Square Faria Lima (FLMA11), negociado em torno de R$ 1,20. Além dele, outro fundo com baixíssimo valor é o Rio Bravo Renda Corporativa, negociado em torno de R$ 1,35.</p>
<p>Entretanto, a grande maioria dos Fundos Imobiliários tem preços em torno de R$ 100,00 e R$ 1.000,00. Estes são os valores de cota mais comuns quando eles são ofertados inicialmente ao mercado.</p>
<p><strong>4. Atividades e inquilinos de primeira linha.</strong> Comprar um imóvel com o objetivo de gerar renda através do aluguel pode acabar numa furada caso o inquilino (locatário) não tenha condições de pagar o aluguel. Comum em imóveis de baixo valor alugados para pessoas de baixa renda e/ou com alto endividamento, você pode ficar meses sem ver a cor do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, tendo que obrigar a pessoa a se retirar, procurar outro inquilino ou esperar ela acertar suas dívidas.</p>
<p>Os fundos imobiliários brasileiros são proprietários de grandes shopping centers, como o Shopping Higienópolis, Dom Pedro, ABC Plaza, entre outros, além de possuírem imóveis locados a inquilinos de excelente qualidade, como a Petrobrás, no Fundo Torre Almirante; Atento (Grupo Telefônica) no Memorial Office; Caixa Econômica Federal no Almirante Barroso ou o Banco do Brasil no BB Progressivo. A possibilidade destas empresas (os inquilinos) aplicarem um calote nos fundos imobiliários é infinitamente menor do que um imóvel alugado para aquele indivíduo duvidoso.</p>
<p><strong>5. Diversificação. </strong>Porque ficar dependente dos ganhos de apenas um único imóvel, seja ele um apartamento ou um escritório, se você pode diluir o risco investindo em vários setores, tendo vários inquilinos diferentes?</p>
<p>O segmento dos Fundos Imobiliários é bastante extenso. É possível investir em fundos que administram shoppings, como o ABC Plaza Shopping (ABCP11). Ou escritórios, como o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). Ou hospitais, como o Nossa Senhora de Lourdes (NSLU11B). Ou hotéis, como o Hotel Maxinvest (HTMX11B), entre outros. Se você já jogou o famoso jogo Banco Imobiliário (Monopoly), sabe do que estou falando. Diversificar é importante para não depender dos lucros apenas de um setor.</p>
<p><strong>6. Administração de imóveis feita por profissionais. </strong>Manutenção do Imóvel, relação com os inquilinos, reuniões de condomínio, entre outras, são atividades que você precisa fazer ao alugar um imóvel. Que tal se ausentar de todas estas obrigações e aproveitar somente a parte boa, receber os rendimentos mensais?</p>
<p>Ao comprar cotas de um fundo imobiliário você está transferindo toda a administração dos imóveis para profissionais especializados e certificados, que atuam em grandes empresas imobiliárias no país, terceirizando todas as exigências para a manutenção do imóvel. Seu único trabalho será decidir o que fazer com os rendimentos mensais que cairão em sua conta.</p>
<p><strong>7. Imóveis de qualidade.</strong> Os fundos reúnem vários investidores que, somados, representam um volume de investimento importante, possibilitando adquirir participações ou mesmo imóveis inteiros antes inacessíveis a investidores individuais. Veja na colagem abaixo como os imóveis são novos, bem conservados e, sobretudo, com visual bem apelativo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_colagem_fundos_imobiliarios.jpg" alt="Colagem - Fundos Imobiliários" /></p>
<p><strong>8. Baixo Custo.</strong> Os custos que incidem na negociação dos Fundos Imobiliários são:</p>
<ul>
<li><strong>Corretagem:</strong> semelhante às ações, com exceção do fato do lote padrão ser de uma cota. Portanto, não há mercado fracionário;</li>
<li><strong>Taxas de Administração:</strong> variam entre 0,2% e 5,0%. Entretanto, elas já são descontadas antes de repassar os rendimentos para os cotistas. Logo, ao analisar os rendimentos mensais do fundo, você já sabe qual será seu rendimento líquido;</li>
<li><strong>Imposto de Renda: </strong>20% sobre o lucro auferido com a venda de cotas.</li>
</ul>
<p><strong>9. Excelentes geradores de renda.</strong> A maior vantagem dos Fundos Imobiliários são as distribuições mensais, que colocam este tipo de investimento entre os mais eficientes e rentáveis de todo o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, já que os rendimentos são isentos de imposto de renda.</p>
<p>Na teoria, para um fundo estar elegível a isenção do imposto de renda ele deve ter mais do que 50 cotistas, sendo que um cotista não pode ter mais do que 10% do patrimônio do fundo e as cotas devem ser negociadas exclusivamente em Bolsa ou em um mercado de balcão organizado. Na prática, todos os fundos estão elegíveis e se beneficiam da isenção de imposto nas ditribuições mensais.</p>
<p>Portanto, para aqueles que desejam viver de renda, retirando mensalmente um valor de suas aplicações para cobrir os gastos do dia-a-dia, os Fundos Imobiliários são altamente recomendados, de acordo com as vantagens citadas acima.</p>
<p><strong>10. Baixo Risco. </strong>Apesar de serem menos arriscados, é importante que você compreenda o que está envolvido quando se trata de negociar cotas de Fundos Imobiliários. Entenda também porque os riscos inerentes a este tipo de investimento são bem inferiores ao investimento direto em imóveis:</p>
<ul>
<li><strong>Risco de crédito (inadimplência ou o vulgo calote):</strong> risco decorrente da possibilidade de a contraparte não cumprir suas obrigações, parcial ou integralmente, diante da data combinada. Como vimos acima, com inquilinos de primeira linha este risco é bastante minimizado;</li>
<li><strong>Risco de mercado:</strong> esse tipo de risco é associado à possibilidade de desvalorização ou de valorização de um ativo. Este é o maior risco. Ao contrário do que muitos pensam, imóveis não se valorizam eternamente. Conforme vimos nos EUA, durante a crise do Subprime, os imóveis podem perder valor rapidamente e, portanto, afetar também os fundos imobiliários;</li>
<li><strong>Risco de liquidez: </strong>o risco de liquidez surge da dificuldade em conseguir encontrar compradores potenciais de determinado ativo no momento e no preço desejado. Comparado ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> direto em imóveis, a liquidez dos Fundos Imobiliários é bastante superior, mas ainda tem muito espaço para se popularizar. A média diária de negociação ainda se situa por volta de cinco negócios diários;</li>
<li><strong>Risco de vacância:</strong> é o risco de um imóvel ficar desocupado por um período de tempo. Grandes empreendimentos raramente têm este tipo de problema, mas é um risco a ser considerado. No caso de Shoppings, o nível de ocupação geralmente fica acima de 90%, dada a grande quantidade de lojas e a rotatividade entre elas.</li>
</ul>
<p><strong>Comparativo de rentabilidade</strong><br />
Para finalizar este artigo, gostaria de trazer a rentabilidade dos Fundos Imobiliários em comparação com outros tipos de investimentos no período de janeiro/2008 até setembro/2010:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_tabela_comparativa_FIIs_investimentos.png" alt="Comparativo de rentabilidades - FIIs e outros investimentos" /></p>
<p>A rentabilidade dos FII (Fundos de Investimento Imobiliário) foi calculada através da evolução do valor de mercado de 16 fundos representativos. Este é um método conservador para os cálculos, mas fácil de ser compreendido. O <a title="Mais sobre as empresas do mercado imobiliário na BM&amp;F Bovespa" href="http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoIndice.aspx?Indice=IMOB&amp;Opcao=0&amp;idioma=pt-br" target="_blank">Imob</a> é o Índice BM&amp;F BOVESPA Imobiliário, que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de atividade imobiliária.</p>
<p>Desde 2008, os Fundos Imobiliários tiveram o melhor desempenho entre os diversos investimentos analisados. É esperado que eles tenham desempenho superior ao CDI no longo prazo. Atualmente, apresentam uma rentabilidade de praticamente 10% ao ano, considerando somente os rendimentos mensais isentos de imposto de renda. Para calcular a rentabilidade total, seria ainda necessário adicionar a variável valorização da cota.</p>
<p>No ano de 2010, boas oportunidades surgiram para investimento nos fundos imobiliários, proporcionando ganhos superiores ao CDI, conforme <a title="Mais sobre os FIIs em 2010" href="http://hcinvestimentos.wordpress.com/2010/07/11/rentabilidade-dos-fundos-de-investimentos-imobiliarios-no-1%C2%BA-semestre-de-2010/" target="_blank">relatado neste balanço do primeiro semestre de 2010</a>. Agora que você já está mais familiarizado com o tema, que tal buscar novas oportunidades de diversificação para sua carteira de investimentos?</p>
<p>Espero que através deste artigo sua visão sobre os fundos imobiliários tenha ampliado consideravelmente. Caso tenha qualquer tipo de dúvida, deixe um comentário. Terei grande prazer em respondê-lo.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FundoImobiliário.com.br" href="http://www.fundoimobiliário.com.br" target="_blank">fundoimobiliário.com.br</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Henrique Carvalho</b>.<br>

Autor do Blog HC Investimentos. É sócio do Clube de Vienna - Análise Financeira Independente - e trabalha na consultoria Fundo Imobiliário. No Twitter: @hcinvestimentos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O grande segredo de ter metas financeiras</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/02/18/o-grande-segredo-de-ter-metas-financeiras/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/02/18/o-grande-segredo-de-ter-metas-financeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 21:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hotmar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[DI]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Definir metas e objetivos financeiros requer atitude para conquistá-los. Significa trabalhar muito no presente para usufruir do futuro desejado. Então por que fazemos tão pouco hoje, agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O grande segredo de ter metas financeiras" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_metas_sucesso_objetivo_financeiro.jpg" alt="O grande segredo de ter metas financeiras" hspace="2" vspace="2" align="left" />Situação A<br />
</strong>Você quer realizar uma viagem no começo do ano que vem com a sua família. Faz cálculos acerca dos custos envolvidos, tais como preço de passagens/combustíveis, diárias de hotel, passeios a serem realizados etc. Cota a mesma viagem em diferentes agências de turismo e chega ao valor total estimado de cerca de R$ 3 mil. Para realizar esse sonho de lazer, calcula que terá de poupar e investir aproximadamente R$ 250 por mês, em uma aplicação segura que renda juros, como a caderneta de poupança.</p>
<p>E começa já esse mês a construir o seu plano de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZiVFOXJpYXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">férias<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a fim de tornar viável a realização da viagem no ano que vem, fazendo esforços coletivos, ou seja, com a família, por meio de corte de despesas desnecessárias no orçamento doméstico e mais disciplina com as contas e gastos do dia a dia. Tudo com o objetivo de conseguir realizar a viagem dos sonhos.</p>
<p><strong>Situação B<br />
</strong>Você quer comprar a casa própria em 5 anos. Consultando seu planejador financeiro, chegam juntos à conclusão de que, diante das alternativas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> atualmente disponíveis e levando-se em consideração sua situação financeira atual, a melhor opção é o pagamento do imóvel à vista. O imóvel que você planeja comprar custa cerca de R$ 100 mil. Logo, você conclui que é necessário poupar R$ 1.500 por mês e investir esse dinheiro em uma aplicação conservadora, como um fundo referenciado DI com baixa taxa de administração.</p>
<p><span id="more-4009"></span>Animado com a possibilidade de alcançar essa meta financeira e vendo que a empresa em que trabalha tem um sistema de promoção em que o aumento de escolaridade proporciona um aumento real de salário, empreende desde já esforços no sentido de fazer cursos de reciclagem profissional. Afinal, tais cursos lhe promoverão no emprego, aumentando seu salário e, por conseqüência, incrementarão a disponibilidade de caixa existente para dar impulso ao planejamento e conquista da meta de aquisição do imóvel.</p>
<p>Dadas as situações, pergunto: o que ambas têm em comum? Intuitivamente, percebemos a existência de um objetivo financeiro, uma meta a cumprir: em um caso, financiamento de uma viagem, em outro, a compra de um imóvel. Ocorre que não é somente isso. Para a realização de tais metas, ambas as situações exigem a construção de planos de ação, ou seja, elas envolvem o planejamento. E o que é necessário para que o planejamento dê certo e a meta seja alcançada? Simples: <strong>o plano precisa “sair do papel”</strong>. Uma vez estabelecidas as premissas para a viabilização dos objetivos, é preciso agir!</p>
<p>Na primeira situação, a família deverá rever seu orçamento mensal, cortando despesas desnecessárias e diminuindo o valor das contas de consumo (energia, água, gás) a fim de fazer com que haja sobras no final do mês que possam ser aplicadas no investimento programado à finalidade específica – as merecidas férias.</p>
<p>Na segunda situação, o profissional que quer ter o imóvel próprio e sabe que a empresa valoriza os funcionários que mais estudam, deve criar espaço em sua agenda não só para freqüentar o curso que lhe dará direito a uma promoção no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmErdHJhYmFsaG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas também motivar-se para saber que o aprimoramento profissional também lhe trará benefícios para a sua vida pessoal, traduzidos na aquisição da casa própria dentro do prazo estabelecido.</p>
<p>Refletindo sobre essas situações hipoteticamente descritas (mas cujos desejos podem muito bem ir ao encontro dos nossos) em um nível mais profundo de análise, finalmente conseguimos descobrir o grande segredo de ter metas financeiras: <strong>o segredo não reside no futuro que elas descrevem, mas sim nas mudanças que provocam hoje, aqui e agora</strong>.</p>
<p>A partir do momento em que você aspira a realização de um sonho qualquer, cuja realização se encontra no futuro (não importa se mais perto ou mais longe), percebe que, para torná-lo concreto, necessita praticar determinadas ações no presente. <strong>É preciso ter um comportamento ativo para a materialização do sonho</strong>. Assim, para conseguir uma aposentadoria financeira confortável, não basta ficar imaginando um futuro cheio de mais tempo para você e sua família, mas sim investir dinheiro hoje para que tal meta seja passível de realização.</p>
<p>Da mesma forma, para ter um patrimônio em ações bem construído e sólido, não basta especular quanto será o preço da ação “X” ou “Y” daqui 10 ou 15 anos, mas sim estudar hoje todos os aspectos importantes que envolvem esse tipo de investimento, tais como mecanismo de funcionamento da Bolsa, balanço patrimonial das empresas em que se quer investir etc. E efetivamente <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrYm9sc2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">investir na Bolsa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Se a sua meta financeira for acabar com as dívidas, não basta ficar imaginando a sensação de alívio que terá no futuro ao “sair do vermelho”, mas sim procurar hoje meios de se ver livre dos problemas o quanto antes, renegociando as dívidas com as instituições financeiras, procurando orientação de especialistas etc.</p>
<p>Enfim, como diz acertadamente o <strong>Conrado Navarro</strong>, <a title="Educação financeira: um estilo de vida" href="http://dinheirama.com/blog/2010/01/29/educacao-financeira-um-estilo-de-vida/" target="_self">a educação financeira deve ser incorporada ao estilo de vida</a> das pessoas que têm ambições e visões de futuro acerca de suas finanças. As mudanças que você provoca em sua vida do dia a dia por meio de eliminação de consumo excessivo, planejamento de compras mais conscientes, aplicação em investimentos mais coerentes com seu perfil de risco, necessidades pessoais e horizontes de tempo, dentre outros, são os grandes ingredientes que farão com que você consiga “acertar o ponto” nessa “receita de bolo” que permitirá que você alcance seus objetivos.</p>
<p>Meu desejo é que você, ao ter metas e visões financeiras realizáveis e factíveis &#8211; afinal, a meta não pode ser tão ambiciosa a ponto de exigir um esforço impraticável, nem tão pequena a ponto de desestimular o trabalho de buscá-la -, faça modificações positivas no seu cotidiano a fim de não só realizar o sonho um dia planejado, mas também ter um estilo de vida financeiramente mais saudável e próspero. Não apenas no futuro, mas igualmente no presente. Aqui e agora.</p>
<p>É isso aí! Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!</p>
<p><strong>PS:</strong> a minha fonte de inspiração para a elaboração desse artigo foi o livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21652592/?franq=247523" target="_blank">“Faça Tudo acontecer”</a>, de David Allen. Se quiser conhecê-lo, <a title="Leia a resenha do livro &quot;Faça Tudo Acontecer&quot;" href="http://www.valoresreais.com/2010/01/10/resenha-faca-tudo-acontecer-de-david-allen-gtd/" target="_blank">leia a resenha do livro em meu blog (clique aqui)</a>.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Hotmar</b>.<br>

Autor do blog Valores Reais, colaborador no blog Aquela Passagem e moderador dos fóruns PDA Brasil e Clube do Pai Rico<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/08/13/caderneta-de-poupanca-investir-ou-nao-por-que/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
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		<description><![CDATA[André comenta: “Navarro, sou um pequeno investidor que está de olho na caderneta de poupança. Tenho alguns objetivos de curto prazo, mas não sei se optar pela poupança agora pode ser interessante por conta das anunciadas mudanças que vem por ai. É sobre isso que quero sua opinião: o que o investidor deve saber sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/dinheirama_poupanca_investidor.jpg" alt="Caderneta de poupança: investir ou não? Por que?" hspace="2" vspace="2" align="left" />André</strong> comenta: <em>“Navarro, sou um pequeno investidor que está de olho na caderneta de poupança. Tenho alguns objetivos de curto prazo, mas não sei se optar pela poupança agora pode ser interessante por conta das anunciadas mudanças que vem por ai. É sobre isso que quero sua opinião: o que o investidor deve saber sobre as mudanças na poupança ou em torno de sua rentabilidade? A caderneta é uma boa opção se comparada à maioria dos fundos de renda fixa? Muito obrigado”</em>.</p>
<p>Dadas as condições econômicas atuais e o cenário que se desenrola, a caderneta de poupança é uma ótima alternativa de investimento! Começo o artigo com esta afirmação para que minha opinião fique bem clara: se você é do tipo que investe em fundos de renda fixa tradicionais, cujas taxas de administração são maiores que 1,5% e onde há incidência de Imposto de Renda, faça uma boa avaliação de sua rentabilidade líquida. As chances de seu valor ser inferior ao atual patamar de retorno da poupança é grande.</p>
<p>Pronto, a esta altura você já deve estar pensando: <em>“Então vou tirar tudo da renda fixa e migrar para a caderneta de poupança”</em>. Calma, interpretação de texto, um pouco de cautela e algumas continhas é que selarão esta possível decisão. Este artigo traz um panorama das aplicações em caderneta de poupança e informações úteis para que você decida-se de forma coerente. Um pouco de realidade faz bem: para alguns <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a poupança está muito atrativa, para outros ainda existem produtos mais interessantes e de risco também baixo. Vamos entender melhor tudo isso?</p>
<p><span id="more-2762"></span><strong>O momento da caderneta</strong><br />
Excluídos os meses de dezembro &#8211; momento em que os depósitos em caderneta aumentam por conta do 13o. salário -, a poupança teve, em julho deste ano, sua maior captação desde 1994. A entrada líquida de recursos chegou a <strong>R$ 6,67 bilhões</strong> no mês. A captação completa três meses seguidos com mais aportes que retiradas. Traduzindo, mais gente está optando pela caderneta em detrimento de outras modalidades conservadoras de investimento.</p>
<p>Mas, não! Não chega a ser a tão falada migração de recursos de fundos de investimento. No mesmo mês, os fundos DI e de renda fixa também tiveram captação positiva de R$ 1,47 bilhões, segundo dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Além disso, os recursos aplicados na poupança são bem menores que os atualmente investidos na indústria de fundos: R$ 290 bilhões contra R$ 1,291 trilhão.</p>
<p><strong>De olho em agosto, setembro, outubro…</strong><br />
A ordem no governo parece ser simples: observar com atenção e torcer. Torcer para que o equilíbrio nos saldos das aplicações seja atingido e que os aportes na poupança não prejudiquem os fundos de investimento. Torcer para que a tal migração não ocorra. Envolver a população em uma reforma na caderneta de poupança, ainda que nos moldes já apresentados, pode trazer reflexos políticos preocupantes &#8211; 2010 é ano de eleições, não é? Estas e outras novidades sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> vão depender das captações nos próximos meses.</p>
<p>Parece que o Banco Central considera importante enviar logo ao Congresso <a title="Governo bate martelo nas mudanças da poupança" href="http://dinheirama.com/blog/2009/05/13/governo-bate-o-martelo-nas-mudancas-da-poupanca/">o projeto que estipula tributação para a caderneta de poupança</a> (em valores acima de R$ 50 mil) e também as novas regras de tributação para os fundos de renda fixa. O interesse parece ser coerente, já que, segundo apurou a Folha de S. Paulo, o simples envio dos projetos já seria suficiente para lançar ao mercado a mensagem de que, em algum momento, a rentabilidade da poupança será revista. A Fazenda dá outro recado:</p>
<blockquote><p>“Por enquanto, na nossa análise, o movimento ainda está dentro do normal. Você teve um aumento de captação na poupança, mas também teve um aumento de captação de todos os fundos. (…) O Brasil está mudando para uma situação de baixa taxa de juros e, eventualmente, a poupança vai ter que ser reformulada, mas quando e como é uma questão em aberto” &#8211; <strong>Nelson Barbosa</strong>, secretário de Política Econômica da Fazenda, em entrevista ao jornal <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> de 08/08/2009.</p></blockquote>
<p>Tudo indica que mexer na caderneta de poupança não parece ser atividade de grande interesse por parte do governo. Fica a impressão de que se a mudança puder ser adiada, será. A mudança prevê cobrança de IR para investidores que mantém mais de R$ 50 mil na caderneta de poupança, o que atinge uma parcela pequena da população &#8211; mas não pequena dos recursos. Logo, para o pequeno poupador pouco deve mudar, com ou sem o atual projeto. Se confirmada a tendência de juros baixos, pode ser que maiores mudanças estruturais no cálculo tenham que ser feitas. Provavelmente, em outro governo.</p>
<p><strong>O que deve fazer o investidor?</strong><br />
Como costumamos sempre defender, informação é fundamental para que suas decisões sejam assertivas. Dito isso, listo alguns dos princípios que tenho compartilhado com amigos e clientes quando o assunto é o investimento na caderneta de poupança:</p>
<ul>
<li><strong>Defina bem o objetivo e seu prazo.</strong> Pode ser que o capital que você queira investir na poupança só vá ser usado no médio prazo. Neste caso, avalie a possibilidade de conhecer produtos de carteira mista, conhecidos como fundos multimercado;</li>
<li><strong>Faça bem as contas.</strong> Simplesmente tirar o capital hoje alocado em fundos de renda fixa pode não ser vantajoso, especialmente se você optou por fundos de curto prazo e onde as alíquotas de IR são maiores. Ao avaliar a possibilidade de migração, veja em que faixa de cobrança de IR você se enquadra e considere a possibilidade de esperar pelo prazo em que a taxa for menor;</li>
<li><strong>Cuidado com as taxas de administração.</strong> Já está em curso um movimento de mudança nas regras de investimento de fundos. Bancos e instituições financeiras começaram diminuindo o valor de aporte inicial de produtos cujas taxas de administração já eram mais baixas. Se você está em um produto que cobra mais do que 2% ao ano, a poupança pode ser bem mais interessante &#8211; ainda que você tenha que recolher IR para sair;</li>
<li><strong>Considere outras alternativas de investimento.</strong> Investir em títulos públicos, conhecidos agora como <a title="Por dentro do Tesouro Direto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/07/por-dentro-do-tesouro-direto/">Tesouro Direto</a>, é também uma decisão inteligente. Como as taxas e encargos são bem mais baixos que os encontrados nos fundos, hoje a rentabilidade final &#8211; atrelada à Selic ou à indicadores de inflação &#8211; tende a ser superior que a encontrada na caderneta de poupança.</li>
</ul>
<p>Diante de tudo isso, lembre-se da possibilidade de mudança em todo este cenário. Apesar de não estar sendo cogitada, pode haver mudança na cobrança de IR de fundos de renda fixa; pode ser que as mudanças na poupança sejam mesmo levadas ao Congresso; pode ser que os bancos diminuam suas taxas de administração de forma mais agressiva. Por isso frisamos tanto que não adianta apenas conhecer o produto. É preciso se interessar também pelos rumos da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, pelo cenário atual e pelas possibilidades para o futuro. Em outras palavras, quero dizer que o plano de investimentos deve ser periodicamente revisto. Até a próxima!</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>, autor do livro <a title="Compre o livro do Navarro!" href="http://www.novatec.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_blank">&#8220;Vamos falar de dinheiro?&#8221;</a> (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Responsabilidades do investidor diante dos juros baixos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/07/31/responsabilidades-do-investidor-diante-dos-juros-baixos/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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		<description><![CDATA[Anderson comenta: “Navarro, não parece que a queda da Selic vai se transformar em benefícios ao tomador de crédito, afinal o spread continua alto. No entanto, parece que os bancos já estão se mexendo para evitar que correntistas e investidores migrem seus recursos para a poupança. E, claro, para que mantenham seus investimentos em produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_investidor_renda_fixa_selic.jpg" alt="Responsabilidades do investidor diante dos juros baixos" hspace="2" vspace="2" align="left" />Anderson</strong> comenta: <em>“Navarro, não parece que a queda da Selic vai se transformar em benefícios ao tomador de crédito, afinal o spread continua alto. No entanto, parece que os bancos já estão se mexendo para evitar que correntistas e investidores migrem seus recursos para a poupança. E, claro, para que mantenham seus investimentos em produtos com taxa de administração (ainda que menor). Devemos prestar atenção a este movimento? Parabéns pelo blog. Obrigado”</em>.</p>
<p>As sucessivas quedas dos juros básicos da economia (taxa Selic) e seu atual patamar de um dígito &#8211; nível mais baixo da história &#8211; sugerem que consumidores e empresas terão benefícios importantes ao tomar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> emprestado. Bom, assim deveria ser. Com a justificativa (plausível, é verdade) de que a inadimplência ainda está em níveis elevados, bancos e instituições financeiras pouco fazem para diminuir o famoso <em>spread</em> &#8211; diferença média entre quanto o banco paga pelo dinheiro e por quanto ele o empresta. Há queda, mas em ritmo muito menor do que o da taxa Selic.</p>
<p>Tomar dinheiro emprestado requer cautela e muita pesquisa, já que cenários econômicos favoráveis tornam a concorrência mais acirrada. Os bancos estatais lidam com a missão declarada de forçar a queda dos juros dos empréstimos e financiamentos, ao mesmo tempo em que tentam se manter lucrativos e bem administrados. A verdade é que reflexos mais incisivos da forte queda dos juros básicos só serão vistos no decorrer do ano ou em anos seguintes, se a tendência se confirmar &#8211; o que é discutível, já que 2010 é um ano de eleição presidencial. Mas como fica a Selic para quem recebe juros e investe?</p>
<p><span id="more-2689"></span><strong>O outro lado da história</strong><br />
Se pouco muda para quem deseja tomar dinheiro emprestado, muito se modifica a questão dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Quem vê na multiplicação de seu capital a porta para realizar seus objetivos e garantir um futuro melhor deve prestar muita atenção às sucessivas quedas da Selic. A popularização dos fundos DI e de renda fixa em geral, decorrente dos altos retornos sem risco e da agressiva estratégia dos bancos, deve ser questionada. Produtos conservadores e que sustentam características do passado hoje podem render muito pouco.</p>
<p>Até então era natural encontrar produtos acessíveis, com aporte inicial exigido relativamente baixo, cujas taxas de administração ficavam entre 2,5% e 4%. Fundos cujos aportes iniciais exigidos eram mais altos ofereciam taxas de administração mais interessantes, da ordem de 2% ou pouco menos. Com a Selic em 8,75% ao ano, produtos com essas características apresentam rendimento líquido menor que o da caderneta de poupança &#8211; cabe lembrar que nos fundos de renda fixa existe incidência de Imposto de Renda semestral (come cotas) e no ato do resgate.</p>
<p><strong>Como garantir a competitividade?</strong><br />
Os bancos e instituições financeiras já começaram a mexer em seus produtos conservadores, mudando principalmente o valor do aporte inicial de produtos cujas taxas de administração são mais baixas. Poucos optaram por diminuir a própria taxa de administração, o que representaria perda imediata de arrecadação para os cofres das instituições, como explica o jornalista <strong>Fabricio Vieira</strong> em reportagem da <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> de 20 de julho:</p>
<blockquote><p>“Para analistas consultados, as medidas tomadas foram mais interessantes para os bancos do que se eles simplesmente tivessem baixado as taxas cobradas em todos os fundos. A simples redução das taxas de administração dos fundos significaria perda imediata e global para as instituições. Já as possíveis perdas com os ganhos das taxas decorrentes das alterações tomadas vão ocorrer apenas se os clientes decidirem mudar de aplicação”</p></blockquote>
<p><strong>Investidor, atenção redobrada!</strong><br />
Se você já é cliente de um grande banco e tem seu dinheiro investido em um produto de renda fixa conservador, procure visitar o gerente e discuta a situação atual de seu patrimônio:</p>
<ul>
<li><strong>A taxa de administração do fundo continua a mesma?</strong> Discuta as mudanças econômicas apresentadas neste texto com o objetivo de entender as ações do banco diante da queda da Selic. Procure compreender o que os gestores da instituição estão fazendo para manter as aplicações competitivas;</li>
<li><strong>Há algum produto semelhante, adequado ao seu perfil e que ofereça taxa de administração mais interessante?</strong> Seu produto pode não ter sofrido alteração, mas outro sim. Agora é possível achar um fundo com taxa de administração menor &#8211; e que antes exigia aportes altos &#8211; com novos limites para o investimento inicial. Acesse o site do banco, pesquise os produtos e estabeleça um diálogo capaz de colocar à sua disposição novas oportunidades de investimento;</li>
<li><strong>Será que vale a pena migrar parte do capital ancorado em renda fixa para a caderneta de poupança?</strong> A resposta passa por uma importante avaliação matemática, já que ao resgatar seu capital do fundo de renda fixa você terá que pagar IR. Faça bem as contas, mas não deixe de considerar esta possibilidade;</li>
<li><strong>Você já pensou na possibilidade de investir com mais arrojo?</strong> Pode ser hora de definir objetivos e metas de longo prazo e encarar os riscos da renda variável (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado em ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, por exemplo). Sempre lembrando de não colocar ali capital destinado para acontecimentos de curto prazo e manter ativos uma reserva de emergência e investimentos conservadores, menos arriscados.</li>
</ul>
<p><strong>Mauro Calil</strong>, professor e educador financeiro, deu excelente contribuição para a matéria <a title="Leia a matéria na Folha" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u597429.shtml" target="_blank">“Bancos se mexem para evitar fuga de fundo”</a>, publicada pela <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> no dia 20 de julho:</p>
<blockquote><p>“Os bancos têm buscado um caminho indireto para reduzir as taxas. O cliente atento, que mudar de aplicação aproveitando as medidas que os bancos têm tomado, conseguirá pagar uma taxa de administração menor para o mesmo montante que tem para aplicar. É normal no mercado que os fundos que exigem maiores aportes dos clientes cobrem taxas menores”</p></blockquote>
<p>Portanto, caro <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a ordem do dia é: pesquise os produtos oferecidos pela instituição onde mantém seu dinheiro aplicado e considere migrar seus recursos. A avaliação constante dos investimentos e do planejamento financeiro é parte da rotina de quem quer tirar o máximo de seu capital. Bons negócios!</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>, autor do livro <a title="Compre o livro do Navarro!" href="http://www.novatec.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_blank">&#8220;Vamos falar de dinheiro?&#8221;</a> (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fim da crise e as oportunidades de investimento</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/07/13/fim-da-crise-e-as-oportunidades-de-investimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 00:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Skwara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo o consultor Stephen Kanitz, o PIB brasileiro não deverá ser negativo neste ano e a confiança do consumidor começa a mostrar sinais de melhora. Embora não caiba a nós discutir se a crise chegou ao fim, todos devem saber que não é o fim da crise que fará com que investir fique mais fácil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_fim_da_crise_investimentos.jpg" alt="Fim da crise e as oportunidades de investimento" hspace="2" vspace="2" align="left" />Segundo o consultor <strong>Stephen Kanitz</strong>, o PIB brasileiro não deverá ser negativo neste ano e a confiança do consumidor começa a mostrar sinais de melhora. Embora não caiba a nós discutir se a crise chegou ao fim, todos devem saber que não é o fim da crise que fará com que <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investir<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> fique mais fácil. Embora nos últimos meses o noticiário econômico tenha mostrado uma retomada da atividade, o país ainda é dependente da economia mundial, principalmente devido às exportações.</p>
<p>Após líderes do G8 alertarem aos países emergentes que não esperem que os EUA puxem a retomada, investidores devem ficar cautelosos com empresas ligadas a esses setores, principalmente commodities. Ainda que países como a China ainda dêem sinais surpreendentes de crescimento econômico, grande parte dos importadores de matérias primas brasileiras coincide com os mais afetados pela crise.</p>
<p>Uma das melhores conseqüências do aperto de crédito mundial tem sido a política do Banco Central do Brasil em relação às taxas de juros. Após um primeiro semestre de 2008 com todas as atenções voltadas para a inflação cada vez maior, as taxas chegaram ao menor patamar da história, valendo hoje 9,25% ao ano. Isso, somado à políticas fiscais, como a redução do IPI, gerou uma das recuperações econômicas mais rápidas vistas no mundo.</p>
<p><span id="more-2587"></span>Tomemos a venda de carros como indicador: em junho desse ano as vendas bateram os recordes de julho de 2008 como maior número de carros vendidos num único mês. Essa redução de taxas de juros, ainda que não chegue ao consumidor final no mesmo patamar, proporcionam não só redução no custo para financiamentos, mas também prazos mais longos. Empresas ligadas ao consumo interno devem ter boa recuperação, acompanhando tais incentivos fiscais e monetários.</p>
<p>Como nem sempre é possível agradar à todos, aqueles que investem em renda fixa foram os maiores prejudicados. Com taxas menores, diminuem os rendimentos de fundos de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dessa categoria e de títulos públicos, fazendo com que seja cada vez mais necessário que investidores aceitem um risco maior e migrem para a bolsa.</p>
<p>Da mesma maneira, aqueles que já investem em ações devem tomar decisões cautelosas. A volatilidade das <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Ym9sc2ErZGUrdmFsb3Jlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">bolsas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ainda é alta, e notícias ruins continuam existindo. Tendo acabado ou não, a crise baixou os preços em geral e criou novas oportunidades de lucro. Basta estudo, paciência e estômago forte para tirar proveito.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Fred Skwara</strong> é investidor e criador do <a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://www.bussoladoinvestidor.com.br" target="_blank">Bússola do Investidor</a>, um portal de investimentos que oferece ferramentas de controle de ações e informação de qualidade sobre a bolsa de valores.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Frederico Skwara</b>.<br>

Economista formado pela FEA-USP e criador da Calculadora de IR, um dos serviços de cálculo de imposto de renda para a bolsa mais completo do Brasil, oferecido gratuitamente no portal Bússola do Investidor.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como se tornar um investidor de sucesso?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 03:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_investidor_sucesso_grafico.jpg" alt="Como se tornar um investidor de sucesso?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Um dos grandes desafios do brasileiro comum é conseguir chegar ao final do mês com a conta no azul. Esta é uma triste realidade de um país que após longo e tenebroso inverno de desconjuntura econômica (década de 80 e boa parte da década de 90), só agora começa a  descobrir os benefícios de uma economia estabilizada e com possibilidades de crescimento sustentável e produtivo para aqueles capazes de realizar um bom planejamento e usar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VyYmFzaV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com inteligência.</p>
<p>A maioria dos investidores de renome não nasceu milionária. Muitos começaram com valores pequenos, mas com grande disciplina. A grande pergunta que surge é: como começar a investir? Gosto de dizer que o inicio se dá justamente pela cabeça. A mentalidade precisa mudar e objetivos claros para o investimento devem ser criados desde o inicio. Defina-os levando em conta:</p>
<ul>
<li>Curto prazo;</li>
<li>Médio prazo;</li>
<li>Longo prazo;</li>
</ul>
<p>A idéia fundamental é usar o tempo como aliado e adequar as metas à medida que os momentos de sua vida forem avançando, e cada passo for alcançado. Investir para, de degrau em degrau, conquistar aquilo tudo que se deseja e que está planejado.</p>
<p><span id="more-2380"></span><strong>Os objetivos de curto prazo</strong><br />
 Um dos grandes ensinamentos que deve ser seguido ao iniciar os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> trata do período da aplicação. Quanto maior o tempo para investir, maior pode ser a exposição ao risco, que será diluída ao longo dos anos. Desta forma, para os investimentos de curto prazo o raciocínio deve ser o oposto: para se adquirir uma TV em um prazo de 12 meses, é mais sensato juntar o dinheiro através de uma alternativa mais conservadora, com rentabilidade fixa.</p>
<p>Um bom exemplo é a caderneta de poupança, que ainda não sofreu nenhuma alteração oficial, já que o projeto ainda não foi levado ao Congresso – e que, mesmo que aconteça, contemplará os investidores com valores expressivos. Além de rentabilidade de no mínimo 6% ao ano mais TR, tem garantia de liquidez imediata e não há cobrança de taxas de administração e Imposto de Renda. Guardando um pouquinho, mês a mês, sua TV estará garantida.</p>
<p><strong>Investimentos de médio prazo</strong><br />
Antes de me aprofundar nas dicas sobre os investimentos, cabe um esclarecimento conceitual: quem deve definir o que é curto, médio ou longo prazo é o investidor, personagem responsável pelos investimentos. Ou seja, VOCÊ! A idéia do artigo é justamente despertar o interesse e a pesquisa para, com o passar do tempo, garantir a conquista de objetivos financeiros.</p>
<p>Costumo atribuir ao médio prazo o mínimo de cinco anos. Com no mínimo 60 meses para cuidar dos investimentos podemos perseguir, nesse momento, rentabilidades mais atrativas. Um carro é um bem de valor relativamente alto para a grande maioria das pessoas. Sua compra pode ser programada através de investimentos mensais em produtos mistos que podem, no decorrer do período, oferecer a oportunidade de compra à vista.</p>
<p>Aliás, aproveito a oportunidade para indicar o nosso último <a title="Podcast: será que é hora de comprar ou trocar de carro?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/05/26/podcast-e-hora-de-comprar-ou-trocar-de-carro/">podcast: “será que é hora de comprar ou trocar de carro?”</a>. Para esse tipo de investimento, o ideal é diversificar, já podendo inclusive pensar em produtos mais sofisticados, como fundos com baixa taxa de administração e títulos (públicos e privados). Enfrente seu gerente bancário e arranque boas taxas de administração e retorno. Barganhe mesmo, afinal o banco vive do “comércio” de dinheiro; seja persuasivo, insistente e esteja bem informado.</p>
<p><strong>Investimentos de longo prazo</strong><br />
Investimento no Longo Prazo, ao contrário do que muitos pensam, não significa guardar o dinheiro em uma única aplicação por muito tempo. Seria essa a vertente moderna do guardar o dinheiro de baixo do colchão? Quando falamos em investimentos em longo prazo, a idéia é justamente usufruir com grande perspicácia o melhor que o mercado financeiro pode oferecer por um longo período de tempo, mas sempre reavaliando e, se preciso, alterando a estratégia.</p>
<p>Isso quer dizer que quem conhece seus objetivos, conhece, por exemplo, a funcionalidade do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado de ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e enxerga boas oportunidades – inclusive aquelas de realizar negócios rápidos como compra e venda de ativos em um mesmo dia, o <a title="O Básico sobre Day Trade" href="http://dinheirama.com/blog/2007/10/03/o-basico-sobre-daytrade/"><em>day trade</em></a>.</p>
<p>A diferença de quem é vitorioso em sua estratégia de valores está no correto uso do tempo do investimento e da dedicação aos investimentos. Se você perceber que falta tempo para gerir melhor seus investimentos, talvez seja interessante considerar a alternativa de contratar um profissional gabaritado para administrar e gerir seus investimentos – no entanto, uma dedicação mínima é fundamental.</p>
<p>Quando o investimento é planejado para ser alcançado no longo prazo, podemos dedicar e investir valores mensais menores, além de buscar um risco maior com investimentos mais arrojados. Risco que será diluído com o tempo e a correta diversificação.</p>
<p>Suponha que seu objetivo seja alcançar a independência financeira em 15 anos.  O primeiro passo é descobrir qual é o seu padrão de vida atual. Será que o objetivo é plausível? Comece por ai, para que a expectativa seja realista. Tendo essa informação, você precisará encontrar um mix de investimentos que, usados com inteligência nestes 15 anos, garantirão sua aposentadoria e a tranqüilidade de viver com os dividendos de seus investimentos.</p>
<p>Como vê, o segredo do sucesso é o conhecimento adquirido e aplicado no dia-a-dia. Investir tempo e dedicação em aprender mais sobre mercado financeiro é, na prática, mais rentável que a aplicação financeira. Sabendo investigar as alternativas, resta a você separar o montante necessário e alocá-lo para a meta estabelecida. A disciplina garante que você chegará lá no tempo estabelecido, mas só o interesse e o conhecimento são capazes de auxiliá-lo nas boas escolhas.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Ricardo Pereira </strong>é educador financeiro e palestrante, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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