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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; futuro</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; futuro</title>
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		<title>Você pode não saber, mas é um milionário</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/25/voce-pode-nao-saber-mas-e-um-milionario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/25/voce-pode-nao-saber-mas-e-um-milionario/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 01:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Nitz de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Se observar a expectativa de vida e seu potencial de poupança, você é milionário. Construir riqueza é muito mais fácil quando usamos o tempo em nosso favor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você pode não saber, mas é um milionário" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_voce_pode_nao_saber_mas_milionario.jpg" alt="Você pode não saber, mas é um milionário" align="left" hspace="2" vspace="2" />Talvez você não saiba, mas você é um milionário. Não estou falando no sentido figurado, nem em saúde e felicidade, mas no sentido financeiro, ou seja, ter um patrimônio líquido acima de um milhão, principalmente em ativos financeiros. Também não estou me referindo a um prêmio de loteria ou uma repentina herança recebida, pois estou ciente que ambos os casos, apesar de possíveis, são estatisticamente improváveis.</p>
<p>Isso mesmo, você é um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWlsaCVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">milionário<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – ao menos potencialmente. Por exemplo: considerando que a expectativa média de vida no Brasil é de aproximadamente 74 anos, se você consegue investir R$ 100,00 mensais com rendimentos de 1% ao mês e tem até trinta e cinco anos, então é potencialmente um milionário.</p>
<p>Se você tem entre 35 e 53 anos, também é potencialmente um milionário, pois considerando a mesma expectativa de vida e rendimento mensal, se investir R$ 1.000,00 mensais você poderá chegar ao milhão de reais. E se você também já passou dos 53 anos, também é potencialmente milionário e ao investir R$ 10.000,00 mensais poderá alcançar o milhão de reais antes dos 70 anos.</p>
<p><span id="more-7540"></span><strong>Qual é a moral da história?</strong><br />
Assim como a lebre e a tartaruga na famosa fábula de Jean de La Fontaine (1621-1695), <strong>devagar e constantemente é muito mais fácil para conseguir chegar longe</strong>. Entenda que os exemplos acima citados são de cunho didático e podem estar distante da realidade de alguns brasileiros, mas isso não deve impedi-lo de planejar seu futuro. O <em>Dinheirama</em> oferece em sua <a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">seção de downloads</a> (<a title="Conheça os simuladores do Dinheirama" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">clique aqui</a>) muitos simuladores que podem ajudá-lo com as contas.</p>
<p>Na fábula, a lebre ficava se gabando, dizendo que era o mais veloz de todos os animais da floresta. A tartaruga a desafiou para uma corrida e a lebre saiu facilmente na frente. Porém, a lebre parou para descansar e dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga passou vagarosamente. Quando acordou continuou a correr, mas a tartaruga, que se manteve constante, chegou em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes, observamos, presencialmente ou no ambiente virtual, indivíduos iniciantes no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytkZStjYXBpdGFpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">mercado de capitais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> buscando uma riqueza rápida e repentina, assim como a lebre da nossa história. Estes normalmente são os primeiros a fugir nos momentos de crises, amargando grandes perdas.</p>
<p>Em contrapartida, encontramos também indivíduos seguros, que investem constantemente e com objetivos de longo prazo, sem medo de crises passageiras. Podemos dizer que são as tartarugas da nossa história, pois normalmente alcançam seus objetivos.</p>
<p>Claro que o objetivo não deve ser simplesmente acumular, mas sim segurança, qualidade de vida e realizar sonhos como uma viagem, um carro desejado ou uma confortável casa própria. Adicionalmente, o fato de investir não deve ser impeditivo de aproveitar o momento presente, mas de garantir um momento futuro com conforto e tranquilidade.</p>
<p>Desta forma, o quando antes você planejar seus objetivos de longo prazo e iniciar seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, com disciplina e constantemente, mais fácil você chegará lá. Se existe mesmo uma receita mágica para enriquecer, um ingrediente relevante é e será sempre a <strong>paciência</strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Fernando Nitz de Carvalho</b>.<br>

Especialista em Finanças, Mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no Centro Universitário Municipal de São José (USJ), Analista de Projetos no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/21/nova-economia-os-empreendedores-e-os-recursos-intangiveis/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/03/21/nova-economia-os-empreendedores-e-os-recursos-intangiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 14:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores e startups criam negócios a partir de ideias e recursos intangíveis. A tendência molda nova economia mundial, com pequenas e médias representando grande parte do PIB.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_nova_economia_empreendedores_recursos_intangiveis.jpg" alt="Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma economia feita por otimistas, persistentes e sonhadores, é assim que estamos percebendo este momento positivo na economia mundial. Os empreendedores em suas <em>startups</em> e seus negócios inovadores acreditam que podem, acima de tudo e contra todas as probabilidades, construir algo melhor, desenvolver do nada e contribuir com mudanças para um mundo melhor.</p>
<p>No Brasil, vivemos o boom do empreendedorismo: parte significativa do mercado está, finalmente, dando o devido valor a esses que, contra tudo e todos os obstáculos, fazem acontecer. Com isso, o empreendedorismo deixa de ser apenas um meio ou alternativa de sobrevivência para assumir uma posição de importância no cenário nacional. Negócios são criados todos os dias, cada vez mais preparados, trazendo ao mercado serviços e produtos que tem um encaixe, que ofereçam soluções de problemas, brechas e oportunidades não exploradas.</p>
<p>Mesmo sem ter uma educação voltada especificamente para isso, onde se prepara também o aluno para o mercado de trabalho e para a vida empresarial, já temos menos morte empresarial antes dos dois anos de empresa. Segundo o Banco Mundial, somos 6,2 milhões de negócios empreendedores instalados e já estamos em <a title="Leia mais" href="http://www.fnq.org.br/site/ItemID=1709/369/default.aspx" target="_blank">terceiro lugar no ranking de empreendedorismo</a> no mundo.</p>
<p><span id="more-7409"></span>Mas, afinal, como eles conseguem sobressair no Brasil? Um país com leis antigas e uma complexa, lenta e burocrática máquina pública. Simples, operando à margem e no sentido de não precisar dele, com recursos próprios, da família, ou de um investimento semente, operando com ênfase no <strong>capital intangível</strong>.</p>
<p>Estes pequenos grandes negócios são tocados pelos sócios que fazem o capital intelectual e usam tecnologia de ponta, utilizam ferramentas gratuitas, serviços nas núvens pagando apenas pelo que usam, fazem uso do Marketing Digital para divulgar seus negócios e trabalham com maior eficiência com operações simplificadas e reduções de custos. O que existe de <strong>capital tangível</strong> é muito pouco que possa ser contabilizado e que seja essencial. O que significa dizer que, hoje em dia, é preciso de menos recursos para iniciar, construir e manter um negócio.</p>
<p>Até bem pouco tempo, no passado recente, uma empresa pra ter sucesso e conquistar mercado tinha que ter, além de um bom produto, altos investimentos em marketing tradicional, capital de giro, estrutura física, estoque, equipamentos, imóveis, entre vários outros componentes para formação do capital. Hoje, em empresas como Google, Microsoft e FaceBook, seus maiores e valorados ativos são software e gente qualificada. Ou seja, a maior parte são, efetivamente, recursos Intangíveis.</p>
<p>Individualmente, as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) são apenas gotas no balde da econômica mundial &#8211; mas, no conjunto, fazem um grande volume, pois já são responsáveis por quase 65% do PIB global, segundo pesquisa da Forester Research.</p>
<p>As grandes indústrias e empresas já perceberam o valor da cadeia produtiva e da redução de custos na parceria com MPEs, já que da sinergia com elas derivam benefícios mútuos. As PMEs são hábeis em descobrir como ganhar vantagem, sempre que possível através de associações comerciais, por exemplo. Para uma pequena empresa, uma parceria com uma empresa maior, cuja marca, canal e força de vendas ou distribuição podem ser aproveitado é a grande oportunidade de que precisam.</p>
<p>Bem, não podemos somente comemorar o momento desta nova economia; essa situação tem que ser percebida como um todo. Não é fácil realmente valorizar uma coisa <strong>abstrata</strong>, que não é <strong>tangível</strong>, e ainda existem empresários que não entenderam a chamada Revolução Digital e tem dificuldade em valorizar um negócio com estas características.</p>
<p>Você já deve ter ouvido algo tipo &#8220;Se não tem mesa, cadeira, maquina, estoque, produto acabado e estrutura, não tem valor!&#8221;. Essa afirmação, infelizmente ainda encontramos no mercado, principalmente entre aqueles que aprenderam a fazer negócio na maneira antiga, desde o escambo.</p>
<p>Pense Nisso! <strong><a title="Siga o João no Twitter" href="http://twitter.com/joaokepler" target="_blank">@JoaoKepler</a></strong></p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/20/crescimento-do-brasil-em-2011-conheca-o-pibinho-esse-incompreendido/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 13:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Afinal, o que representa o crescimento do PIB brasileiro em 2011, de 2,7%? Quais as expectativas da economia, do governo e da sociedade em relação ao futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_crescimento_brasil_2011_pibinho_esse_incompreendido.jpg" alt="Crescimento do Brasil em 2011: conheça o “PIBinho”, esse incompreendido" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, muito embora o <a title="Economia brasileira cresce 2,7% em 2011" href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/03/economia-brasileira-cresce-27-em-2011-mostra-ibge.html" target="_blank">número representativo de 2,7% deste personagem já seja de conhecimento geral</a>, hoje abordaremos as profundezas de sua composição. Mas, antes de embarcar nessa leitura, quero tranquilizá-los. Não tratarei aqui de modelos econômicos ou matemáticos; não promoverei a discussão sobre teorias econômicas e nem mesmo sobre a teimosa insistência que as previsões mais otimistas têm em não se realizar.</p>
<p>Da mesma forma, não tentarei sugerir ou eleger culpados, afinal de contas vivemos em uma democracia – e nela somos todos responsáveis pelo nosso destino. A questão aqui é refletir sobre a atmosfera que sempre envolve os resultados decepcionantes.</p>
<p>Pretendo provocá-lo de forma mais específica, abordando sobre aquilo que se pode denominar coimo o DNA de um PIB pequenininho e tímido que tinha tudo para não nascer, mas nasceu.</p>
<p><span id="more-7393"></span><strong>Afinal, o que representa esse crescimento de 2,7%?</strong><br />
A sua composição é complexa. Alguns culpariam o governo, outros apontariam o dedo para os financistas e seus juros difíceis de encarar, e outros certamente apontariam a crise internacional como fonte de todas as mazelas – aquela mesma, que ocorre do outro lado do oceano, sobre a qual tantos se gabavam por estar tão distante e afetando justamente aqueles que por anos foram a referência de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvc3BlcmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">prosperidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e sucesso econômico.</p>
<p>Mas a genética de um percentual tão baixinho nasce, antes, na mentalidade de um povo. Um paradoxo triste que nasce de afirmações alvissareiras do tipo: <em>“Agora sim, ninguém segura esse Brasil!”</em>. Triste por conta do resultado final em si e lamentável pelo que representa em termos de oportunidades perdidas.</p>
<p>Compreender o “PIBinho” exige mais do que simples reflexão ou constatação, exige autoenfrentamento. Um enfrentamento que leve à conclusão de que a prosperidade não depende apenas da boa vontade dos governos e tampouco pode ser totalmente delegada ao simples empenho da sociedade civil.</p>
<p><strong>O que um verdadeiro PIB representa?</strong><br />
Para ajudar, podemos caminhar na direção inversa, tentando entender os componentes responsáveis pela construção de um PIB de verdade (que na realidade todos conhecemos muito bem).</p>
<p>Para começar, ele é feito de engajamento e reivindicação. Sim, isso mesmo, de uma sociedade soberana que cobra e exige, independentemente das distintas correntes políticas. Essa mesma sociedade assimila a noção de que nenhum governo se alinha a interesses coletivos e nacionais de forma ajustada e coerente sem intensa participação dos contribuintes.</p>
<p>É nessa atuação forte e sistemática que se blinda uma nação a ponto dela não aproveitar os ventos favoráveis para efetivar os ajustes e as reformas necessárias, para as colheitas do futuro. E, nessa esteira, efetivam-se <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> estruturantes em formação de quadros, em infraestrutura, assim como nos incentivos à competitividade. Sei que essa ladainha pode ser cansativa, mas é sempre bom lembrar o óbvio – que por ser tão evidente, quase sempre acaba no esquecimento.</p>
<p>Mas, mesmo assim, rogo para que na próxima vez que a bonança vier (esperamos que ainda ao longo dos próximos dois anos), e depois de enfrentado esse susto, as vozes do bom senso gritem mais alto e mais forte para aplacar os berros de ufanismo (aqueles da vitória antes do tempo) que, como sabemos, não são bons conselheiros.</p>
<p>Quanto ao “PIBinho”, não sinta raiva dele. Ele não tem culpa de nada. É apenas uma resultante, uma consequência, nada além disso. Ele não queria nascer. Que venha o próximo ciclo de oportunidades. Esperemos.</p>
<p>Foto de sxc.hu.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/24/voce-e-a-china-saiba-um-pouco-sobre-xi-jinping/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 19:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba mais sobre o Vice-Presidente da China, Xi Jinping, e como ele pode mudar a China em uma eventual sucessão política. O Ocidente verá mudanças?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_china_xi_jinping.jpg" alt="Você e a China: saiba um pouco sobre Xi Jinping" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, comecemos pelos fatos objetivos. <strong>Xi Jinping</strong> é o Vice Presidente da China. Mais do que isso, ele deverá se tornar, ao longo dos próximos dois anos, o principal líder Chinês, substituindo <strong>Hu Jintao</strong>, que se notabilizou como um duro negociador com o ocidente. Jinping faz parte do grupo conhecido como “os pequenos príncipes”, que reúne os filhos de líderes revolucionários chineses – uma elite formada como fruto da revolução cultural, destinada a conduzir o futuro do país. Sim, os comunistas também adoram uma elite (a própria, naturalmente).</p>
<p>Avancemos pelo histórico do senhor Xi Jinping, filho de um proeminente – e corajoso – político chinês, expulso do partido comunista em 1962 por apoiar uma publicação considerada crítica ao presidente Mao Zedong, mas que, reabilitado em 1978, assumiu papel relevante na construção da China moderna com sua adesão ao capitalismo de estado.</p>
<p>Em 1987, seu pai defendeu reformas políticas no partido e em seguida condenou a violenta repressão aos protestos de 1989 na Praça da Paz Celestial, episódio marcado como a última mobilização de grande relevância da sociedade chinesa, que na época clamava pela mistura de capitalismo com democracia. Como nem tudo se pode ter nessa vida, os tanques avançaram, os líderes foram presos e perseguidos e, para o pai de Xi, restou (por sorte) apenas o desprestígio político.</p>
<p><strong>Por que interessa saber quem é Xi Jinping?</strong><br />
Mas, o contexto familiar, suas sequelas e um passado marcado por vários contatos e interações com o ocidente, como a ocasião na qual liderou uma delegação de especialistas em alimentação animal em uma viagem oficial ao estado de Iowa (EUA), podem ter contribuído para a formação de um perfil significativamente diferente de Jintao, a quem deverá suceder.</p>
<p>Durante anos, e ao longo de sua ascensão na hierarquia do partido comunista, Xi Jinping cultivou uma forte relação com os EUA, com inúmeras viagens, relacionamentos sólidos e construídos de forma confiante e assertiva, incluindo encontros regulares nos últimos anos com Henry Paulson, ex-secretário do Tesouro. Sua esposa, Peng Liyuan, é uma famosa cantora pop na China e sua filha estuda em Harvard.</p>
<p><strong>Uma China mais próxima do Ocidente?</strong><br />
O resultado de tudo isso é um provável arejamento na relação com o Ocidente, o que não representará necessariamente refresco no avanço das ambições da China, país que hoje figura como o principal do grupo apelidado de Bric’s.</p>
<p>Precisamente na última semana, Xi iniciou uma visita de cinco dias aos EUA, começando com o programado encontro com o presidente Barack Obama e se estendendo aos estados de Iowa e da Califórnia, onde serão realizados encontros com empresários e investidores. Mas o que realmente marcou a visita foi o tom sutilmente mais conciliatório, sem deixar a retórica das temáticas mais espinhosas em linha com a estratégia diplomática. Ainda assim, ficou patente a inequívoca diferença em relação ao atual líder.</p>
<p>Os mais otimistas começam a alimentar as esperanças de que Xi Jinping poderá, juntamente com a esperada renovação nos quadros do partido comunista Chinês, iniciar um processo de distensão, lenta e gradual (parafraseando a expressão adotada pela ditadura militar brasileira nos anos 70), para aí sim garantir à China o status de economia de mercado – e, quem sabe, equipada com o sopro de liberdade típico de uma crescente democracia.</p>
<p>Se essas expectativas se concretizarem, o resultado não será certamente o de um cenário com menos concorrência e reduzida ambição internacional. No entanto, a calibragem de muitos parâmetros tornará a briga no mínimo mais razoável. Quem viver verá. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/30/dinheirama-entrevista-suely-almoas-diretora-da-digithobrasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil, alerta para a atitude de cuidar do dinheiro e fala mais sobre softwares de controle financeiro online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_entrevista_suely_almoas_diretora_digithobrasil.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos muitos desafios do brasileiro é manter-se em dia com suas finanças. O controle financeiro é uma atividade que requer atenção, dedicação e união familiar. Apesar de presente no nosso cotidiano, o dinheiro nem sempre é tratado de forma inteligente: seu uso indiscriminado causa uma falsa sensação de liberdade, logo substituída pelos problemas do endividamento. O fato é que muitos leitores nos questionam sobre a melhor maneira de gerenciar e manter registrados os gastos e as receitas.</p>
<p>Para falar mais sobre a questão, conversamos com <strong>Suely Almôas</strong>, Diretora da respeitada empresa de soluções em software <strong><a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a></strong>, hoje a maior empresa do segmento no Estado do Mato Grosso do Sul. Dentre seus produtos está o <strong><a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a></strong>, software online de controle financeiro pessoal que existe há 10 anos, possui mais de 50.000 usuários cadastrados e que recebeu, da Revista INFO, o título de <em>“Melhor Software de Controle Financeiro”</em> no ano de 2006.</p>
<p>Na nossa conversa, Suely aborda as vantagens de aproveitar ferramentas para manter o registro dos acontecimentos financeiros e conta, usando sua experiência e conhecimento da área, como os usuários estão lidando com essa nova forma de cuidar de seu bolso. Acompanhe:</p>
<p><span id="more-7156"></span><strong>Durante muitos anos, o brasileiro conviveu com uma economia instável, com inflação e com poucas perspectivas de crescimento. A realidade mudou, já somos a sexta maior economia do mundo e a Internet já é alcançada por boa parte de nossa população. Dentro desse cenário, qual a contribuição que os softwares de gestão financeira online podem oferecer as pessoas?</strong></p>
<p><strong>Suely Almôas:</strong> A gestão financeira começa com a visualização do quanto se ganha, quanto se gasta e com o quê se gasta. Nesse ponto, os softwares de gestão financeira são ferramentas facilitadoras, já que permitem que relatórios, gráficos e tabelas mostrem, de forma visual e simples, a realidade financeira do usuário. Além disso, os softwares online auxiliam de forma mais ágil a entrada de dados, uma vez que estão sempre à disposição na Internet, onde quer que o usuário esteja e a qualquer hora.</p>
<p><strong>Muitos leitores acabam destacando o item segurança como um dos fatores de preocupação ao usar ferramentas de controle de terceiros. O que as empresas que oferecem esse tipo de trabalho tem realizado para preservar a segurança dos seus usuários? O usuário pode realmente ficar tranquilo?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Muito se tem feito na área de segurança da informação, desde a melhoria em infraestrutura, com data centers a prova de incêndio, inundações, abalos e violações de qualquer natureza, até a criptografia de dados, onde nem mesmo quem manuseia os bancos de dados tem acesso aos conteúdos dos mesmos.</p>
<p>Os usuários podem ficar tranquilos, pois os seus dados estão sob os cuidados de especialistas e em estruturas onde o risco de perda é mínimo. Quando os usuários domésticos são responsáveis por seus próprios dados, o risco é bem maior, uma vez que, normalmente, a maioria deles não dispõe do conhecimento do processo de cópias (backup) e armazenagem. Além disso, na hipótese de ocorrer algum problema técnico no computador, os dados podem se perder ou danificar para sempre.</p>
<p><strong>Você participou ativamente da criação do <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a>, software de controle financeiro pessoal da DígithoBrasil. Fale-nos um pouco mais sobre esse aplicativo. Por que decidiram colocá-lo na web? Quais suas características principais?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus nasceu da vontade de auxiliar as pessoas no processo de educação financeira e tem o princípio de ser simples e eficiente. Na época do lançamento da primeira versão, em 1997, os softwares existentes vinham, em sua maioria, migrados dos computadores de grande porte, onde a interface, a &#8220;cara&#8221; do software, não era considerada importante.</p>
<p>O Bônus surgiu com uma proposta nova, inteiramente gráfica, onde as despesas e receitas eram ícones desenhados (símbolos) ao invés de texto. Procuramos sempre deixar o produto enxuto no número de funcionalidades e relatórios, mas sempre evoluindo no quesito facilidade e praticidade.</p>
<p>Foram lançadas versões desde 1997 até 2009, na versão <em>desktop</em>. Nesse período, fizemos várias pesquisas de mercado, principalmente com nossos usuários, sobre a migração para a Internet. A nossa dúvida era se as pessoas colocariam os seus dados na grande rede. E a resposta foi meio a meio, então topamos o desafio de partir para web e lançamos o portal <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">www.bonusweb.com.br</a>.</p>
<p><strong>Pelos testes que fizemos com o sistema, percebemos que existe uma versão gratuita e outra com mais recursos, que é paga. Quais as principais diferenças entre as versões? Pode nos dizer quantas visitas o site recebe e quantos usuários ativos a ferramenta possui hoje?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus possui duas versões: a gratuita, com mais de 20 funcionalidades que atendem usuários que buscam um controle mais simples de suas finanças, com a possiblidade de realizar quantos lançamentos desejarem e usá-lo pelo tempo que quiserem. Já a versão paga é mais completa e possui opções de conciliação bancária e controle de cartão de crédito, facilitando as atividades de conferência e proporcionando ganho de tempo com os lançamentos. Atualmente, recebemos mais de 10 mil visitas mensais e temos mais de cinco mil usuários ativos no Bônus.</p>
<p><strong>Pensando no futuro, muitos sites cogitam a possibilidade de ver um software de gerenciamento financeiro online integrado às operações bancárias, algo parecido com o já realizado pelo americano <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>. Vocês enxergam este caminho para os aplicativos no Brasil? Quais outras inovações tendem a se concretizar no decorrer dos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Sim, esse é um caminho plausível. A barreira no Brasil concentra-se muito mais nos processos legais do que nas limitações técnicas. Mas acredito que esta seja uma tendência. As inovações virão para facilitar o processo de entrada de dados, fazendo com que estes fiquem cada vez mais automatizados e também disponibilizem uma consultoria financeira, tendo como base o conhecimento do perfil do usuário.</p>
<p>Entender melhor como o usuário compra, o que adquire, quais são os seus objetivos materiais e financeiros pode ser útil para sugerir maneiras de economizar, alternativas de gastos e aplicações (investimentos) melhores.</p>
<p><strong>Um dos mercados que mais se desenvolve no Brasil e no mundo é o ligado aos aparelhos móveis. Como você encara esse mercado? A <a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a> pretende oferecer uma versão do site para quem está ligado nessa nova forma de usar a Internet?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> É o mercado que mais cresce no momento, uma grande oportunidade de expansão. Sim, já estamos trabalhando em uma versão para esse mercado.</p>
<p><strong>Suely, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso. Peço que, por favor, deixe uma mensagem final aos nossos leitores que querem começar o seu planejamento financeiro de forma inteligente e pró-ativa.</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Existem somente dois dias que não existem no meu calendário: o ontem e o amanhã. Portanto, meus amigos, aproveitem o hoje, o presente. Como o próprio nome já diz, se dê esse presente começando hoje a gerir o seu dinheiro. E comecem ganhando um Bônus para suas finanças. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo trabalho em prol da educação financeira de nossos brasileiros.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação financeira para profissionais da área de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama e Gestão Hospitalar criam projeto para levar educação financeira para profissionais da área de saúde. Conheça a e apoie esta ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira para profissionais da área de saúde" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_educacao_financeira_profissionais_saude.jpg" alt="Educação financeira para profissionais da área de saúde" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você, leitor habitual do <em>Dinheirama</em>, já deve saber que, além de sermos um blog também oferecemos em todo território nacional palestras, cursos, seminários e consultoria relacionada à área de educação financeira. Felizmente, temos alcançado no mundo offline a mesma aceitação que alcançamos na Internet.</p>
<p>Por isso, gostaríamos de compartilhar com você a parceria firmada entre o Dinheirama e o blog <a title="Conheça o Blog Gestão Hospitalar" href="http://gehosp.com.br/" target="_blank">Gestão Hospitalar</a> com o objetivo de desenvolver projetos de educação financeira personalizados para os profissionais da área de saúde.</p>
<p><strong>O que podemos oferecer?</strong><br />
Com essa parceria, instituições de saúde poderão adotar o projeto de educação financeira feito sobe medida para os seus profissionais, contando com:</p>
<ul>
<li>Palestras de Educação Financeira e planejamento pessoal;</li>
<li>Cursos específicos de desenvolvimento financeiro (Planejamento, Investimentos, Negociação de Dívidas, Bolsa de Valores etc);</li>
<li>Consultorias pessoais;</li>
<li>Criação de conteúdo (artigos, vídeos, podcasts) para exposição na Intranet do Hospital;</li>
<li>Criação de cursos de educação financeira em DVD.</li>
</ul>
<p><span id="more-7151"></span><strong>Faça contato e conheça melhor essas possibilidades!</strong><br />
Se você trabalha em alguma instituição de saúde (hospitais, operadoras de plano de saúde, clínicas ou consultórios), converse com o departamento de pessoal (RH) e faça a sugestão para ter, em sua empresa, um beneficio que certamente fará diferença no futuro.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais do projeto e desta parceria com o Dinheirama, entre em contato com <strong>Roberta</strong> através do e-mail <strong>roberta@gehosp.com.br</strong> ou com <strong>Ricardo</strong> pelo e-mail <strong>contato@dinheirama.com</strong>. Se precisar de ajuda para formular uma apresentação ou proposta, conte conosco.</p>
<p>Não perca essa oportunidade. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/21/como-foi-o-ano-de-2011-voce-ficou-mais-rico-ou-mais-pobre/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você avalia o ano de 2011 em termos financeiros, pessoais e de desenvolvimento profissional? Cresceu? Aprendeu mais? Leve as lições para 2012!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_foi_ano_2011_voce_ficou_mais_rico_mais_pobre.jpg" alt="Como foi o ano de 2011? Você ficou mais rico ou mais pobre?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Todo o final do ano é comum perceber na maior parte das pessoas a intenção de mudar, começar algo novo e ser mais feliz. Claro, eu não sou diferente e já comecei a pensar nos projetos (e existem vários) para os próximos anos. Se a análise para o futuro quase sempre tem a perspectiva positiva, o que podemos aprender com o que acabamos de superar durante o ano de 2011? Afinal, você ficou mais rico ou mais pobre em 2011?</p>
<p>Não existe uma maneira mais prática de encarar a evolução natural das coisas do que pensar nas conquistas. Como está o seu lado profissional, você conseguiu avançar? E sua qualidade de vida, melhorou? Os dias e momentos ao lado de sua família e amigos foram mais completos, harmoniosos? Você conseguiu investir algum dinheiro e livrar-se do endividamento?</p>
<p><strong>Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje</strong><br />
Se pensarmos objetivamente, um bom termômetro para conferir o que de fato aconteceu é olhar paro o crescimento de seu patrimônio e, numericamente, descobrir se ele aumentou ou não. Preste atenção também aos detalhes, já que a resposta para essa questão pode ser também muito subjetiva: em alguns casos, um grande projeto iniciado nesse ano pode ser o trunfo para o futuro ou longo prazo – dessa forma, você pode considerar a resposta como positiva.</p>
<p><span id="more-6943"></span>A verdade é que muitas variáveis precisam ser consideradas para responder essa pergunta sobre o patrimônio. O ideal é analisar seu crescimento primeiro pelo lado do desenvolvimento pessoal. Depois dos desafios, conquistas e dificuldades de 2011, você acredita ser uma pessoa melhor?</p>
<p>Repare que nossa conversa hoje é um pouco diferente. Estou convencido de que toda experiência adquirida durante a vida nos torna pessoas mais bem preparadas para tomar as melhores decisões, inclusive e principalmente aquelas relacionadas ao dinheiro.</p>
<p>Há aqueles que não aprenderam a lidar com o planejamento financeiro, por exemplo. Por que não o fizeram? Está mais do que claro que planejar os gastos e manter uma harmonia entre as receitas e despesas é indispensável para uma vida tranquila e de futuro garantido. Aprender a planejar é, sem dúvida, um ganho espetacular que contribuirá sempre para a realização de nossos sonhos. Você percebeu isso em 2011?</p>
<p><strong>Aprenda com os bons exemplos</strong><br />
Observe seus amigos mais bem sucedidos. Afinal, você aproveitou o ano que agora termina para perguntar como ele chegou lá? Mais, tentou absorver os pontos positivos que o levaram ao sucesso? Preste atenção: estou falando aqui de pessoas que chegaram ao sucesso com boas práticas e não dos picaretas, que usaram e abusaram de práticas condenáveis. O que você aprendeu com essas pessoas diferenciadas?</p>
<p><strong>Por um 2012 diferente, melhor!</strong><br />
Se o ano que acaba agora não foi tão bom para você, não fique se lamentando. Separei algumas atividades que podem motivá-lo a fazer de 2012 um ano melhor. Veja:</p>
<ul>
<li><strong>Invista no conhecimento.</strong> Deixe de lado a ideia de que não é possível mudar. Desenvolva o hábito da leitura e aproveite a oportunidade (se ela surgir) de voltar a estudar;</li>
<li><strong>Crie novos hábitos.</strong> Procure aprender com os erros. Deixe de comprar na base do impulso e passe a planejar os gastos para que, nos momentos de grande emoção, você não tome as piores decisões financeiras;</li>
<li><strong>Invista no relacionamento online.</strong> O mundo nunca se tornou tão pequeno. Você está a um clique de começar a ampliar seu relacionamento profissional com milhares de pessoas que podem ajudá-lo no desenvolvimento de sua carreira. A Internet não pode ser utilizada apenas para diversão. “Think different”, já dizia a Apple de Steve Jobs;</li>
<li><strong>Aprenda a investir.</strong> Chega de tomar decisões baseadas apenas nos conceitos ou aprendizados de terceiros. Aprenda a valorizar o conhecimento específico sobre economia, finanças pessoais e investimentos e busque aperfeiçoar suas decisões neste sentido. Onde investir? Quanto poupar? Por que essa e não aquela alternativa? Seu futuro pode depender disso;</li>
<li><strong>Tente, sim, mudar o mundo.</strong> Em 2011, morreu Steve Jobs, alguém que passou grande parte da vida com a intenção de mudar o mundo. Ele conseguiu. Você não acredita que também tem uma colaboração a fazer? Cada um ao seu estilo, podemos fazer a diferença, ainda que seja para uma pessoa, pequeno grupo ou comunidade. Uma boa alternativa são os trabalhos voluntários. Atualmente, as grandes empresas valorizam os profissionais que dão sua parcela de colaboração com causas consideradas nobres. Faça mais que apenas a sua parte!</li>
<li><strong>Valorize o que realmente é importante.</strong> Cada pessoa tem o seu próprio conceito de o que é realmente importante. Minha experiência pessoal mostra que o que é mais valioso e importante normalmente não custa dinheiro; não é algo que se possa comprar. Estou falando do tempo, o tempo que muitas vezes desperdiçamos com atitudes pequenas e pouco produtivas. Invista mais no contato com as pessoas e aprendendo coisas novas.</li>
</ul>
<p>Ainda dá tempo? Claro! Ora, ainda faltam alguns dias para o ano se encerrar de vez. Portanto, dá tempo de fazer muitas coisas. Comece fazendo algo especial para alguém; comece aceitando a responsabilidade de reorganizar suas finanças e sair do vermelho; comece fazendo mais que apenas prometer. Aceita o desafio?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silvestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça e aproveite alternativas de investimento capazes de render até seis vezes mais que a caderneta de poupança, com a mesma segurança. Invista melhor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_ganhar_ate_seis_vezes_mais_que_a_poupanca_com_a_mesma_seguranca.jpg" alt="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" align="left" hspace="2" vspace="2" />A forma mais garantida de enriquecer de verdade é aprender a multiplicar o dinheiro que você tem. Neste artigo, eu quero lhe mostrar – na ponta do lápis – quanto o investidor pode conseguir de rentabilidade diferenciada investindo em aplicações mais dinâmicas, ao invés de ficar somente nas aplicações mais triviais, como a caderneta de poupança. Também abordo a questão com mais profundidade em meu novo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">&#8220;Investimentos à Prova de Crise&#8221;</a> (Leya).</p>
<p>Sem abrir mão de segurança (porque dinheiro do salário não foi feito para correr riscos!), você verá que é possível e altamente compensador buscar por um ganho diferenciado nos seus investimentos. Além disso, terá a chance de participar de uma promoção exclusiva que sorteará livros e prêmios. Leia, aprenda a investir melhor e garanta sua participação!</p>
<p><strong>Rentabilidade diferenciada com segurança elevada</strong><br />
A caderneta de poupança paga hoje, em média, cerca de 0,60% de rentabilidade nominal todo mês. Como a poupança não cobra IR (Imposto de Renda) ou qualquer outra taxa, podemos dizer que estes 0,60% são rentabilidade líquida, quer dizer, dinheiro no bolso. Mas, como a inflação leva cerca de 0,50% do poder de compra do dinheiro todos os meses, restam portanto apenas 0,10% (= 0,60% &#8211; O,50%) de rentabilidade real para a caderneta por mês. Isso é o que na realidade o aplicador da caderneta terá ganho, isto é o quanto ele terá enriquecido de fato durante um mês de aplicação.</p>
<p><span id="more-6856"></span>Já uma aplicação mais dinâmica, como um título do Tesouro Direto (LFTs, LTNs e NTNs), um bom fundo de investimento, um plano de previdência moderado, ou ainda um CDB bem negociado (neste caso, para quantias mais elevadas), pode pagar algo próximo de 1% ao mês, mas descontando-se algumas pequenas taxas cobradas, o IR e a inflação, ficamos com 0,30% de rentabilidade real líquida ao mês. Ainda parece pouco, mas já é três vezes mais que a poupança.</p>
<p>No entanto, ao aplicar em ações de boas empresas brasileiras, em fundos dinâmicos de investimentos ou em planos de previdência arrojados, no longo prazo o investidor poderá ganhar – em média – algo como 1,30%. Só que, abatendo-se taxas, IR e inflação, a rentabilidade líquida real ficará em 0,60%. Pode não parecer tanto, mas isso já equivale a seis vezes a rentabilidade real da poupança.</p>
<p>Agora, qualquer uma destas taxas de rentabilidade real podem lhe parecer muito pequenas porque estão aí colocadas apenas numa base mensal. Mas o bom investidor não pode limitar sua visão de ganhos às taxas mensais. Quem investe para acumular boas reservas financeiras, com o objetivo de poder realizar seus principais sonhos de compra e consumo, sabe que não adianta aplicar seu dinheiro por um único mês ou alguns poucos meses.</p>
<p>Aí entra em ação o surpreendente conceito da rentabilidade líquida real acumulada nos investimentos ao longo do tempo. Rentabilidade líquida = sem taxas de impostos; real = acima da inflação; e também acumulada = contando com a força dos juros sobre juros acumulados ao longo do tempo para fazer seu dinheiro crescer de verdade, os juros compostos.</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada: um exemplo prático</strong><br />
Veja este exemplo: se você investir R$ 200,00 por mês na caderneta de poupança, durante cinco anos, ao final do período terá o equivalente a R$ 12,4 mil corrigidos monetariamente para valores da época (ou seja, seriam R$ 12,4 mil em valores de hoje, mas que daqui a cinco anos estarão devidamente corrigidos para a inflação, para resguardar o verdadeiro poder de compra do dinheiro aplicado).</p>
<p>Juntar este dinheiro terá custado ao aplicador o total de R$ 12 mil (60 meses X R$ 200,00 por mês) e ele(a) terá ganho em termos líquidos (descontadas taxas e IR) e reais (menos a inflação) a quantia de R$ 400,00. Não é ruim, mas poderia ser bem melhor.</p>
<p>O mesmo sacrifício poupador mensal, se investido em uma aplicação mais dinâmica (títulos do Tesouro Direto, bons fundos de investimento, planos de previdência moderados ou ainda um CDB bem negociado), resultará em R$ 13,2 mil. Isso corresponde a R$ 1.200,00 de ganho líquido e real (já descontadas taxas e já reposto desgaste da inflação), o que equivale a 3X a rentabilidade da poupança &#8211; com exatamente a mesma segurança e sem ter de colocar um tostão a mais do próprio bolso, em termos de esforço poupador e investidor!</p>
<p>Poderia ser ainda melhor: se a mensalidade for destinada a uma aplicação superdinâmica (ações de boas empresas brasileiras, fundos de investimentos ou planos de previdência arrojados), o total acumulado poderia ser de R$ 14,5 mil (um valor projetado), ou seja, R$ 2,5 mil de ganho líquido real, o que equivale a mais de 6X a rentabilidade obtida na poupança. E o melhor: essa performance seria atingida com segurança equiparável à da caderneta, já que estamos falando de aplicações com lastro somente em ações de primeiríssima linha!</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada no longo prazo</strong><br />
Para quem puder/quiser esperar, é no longo prazo que a rentabilidade líquida real acumulada mostra sua plena força. Imagine alguém que deseje acumular um bom pé-de-meia para sua aposentadoria. Então, quando começa a trabalhar aos 20 anos, este investidor começa a aplicar R$ 200,00 todos os meses na caderneta de poupança. Quando se aposentar aos 65 anos, terá acumulado R$ 143 mil, corrigidos para valores da época.</p>
<p>Mas se optar por aplicações mais dinâmicas, com o mesmo esforço investidor mensal de R$ 200,00 esta reserva pode chegar R$ 270 mil, ou quase o dobro da poupança. Ou seja, o dobro do patrimônio acumulado, não apenas da rentabilidade!</p>
<p>Agora, veja isso: se destinado a aplicações superdinâmicas, este dinheiro pode chegar a R$ 860 mil atualizados para valores da época, ou seja, seis vezes mais do que a poupança (no total do patrimônio acumulado, não apenas na rentabilidade obtida!) com a enorme segurança de investir com lastro em ações blue chips, valendo-se somente das ações mais nobres e cobiçadas do mercado brasileiro.</p>
<p>Já imaginou ter um patrimônio acumulado seis vezes maior, sem correr riscos desnecessários, só porque você escolheu uma aplicação mais dinâmica para seu dinheiro, já que o objetivo era investi-lo a longo prazo? Imperdível! Por isso compensa tanto aprender a ganhar uma rentabilidade diferencial nos investimentos mais dinâmicos e superdinâmicos! Sem abrir mão de praticidade e segurança, o aplicador pode incrementar (e muito!) seus ganhos líquidos reais.</p>
<p>O maior diferencial do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">“Investimentos à Prova de Crise”</a> é que, além de explicar os detalhes que verdadeiramente interessam sobre as principais aplicações financeiras dinâmicas, apresentamos o passo a passo completo de como fazer para aplicar na prática e colher todo o seu potencial enriquecedor! Trata-se de um livro realmente prático, para que você possa começar a investir à medida que vai virando as páginas. Então, boa leitura, bons investimentos&#8230; e excelentes ganhos! Sua prosperidade financeira agradece.</p>
<p><strong>PROMOÇÃO EXCLUSIVA</strong><br />
Agora queremos presentear você, leitor do <em>Dinheirama</em>, com um de nossos livros. Os autores dos três melhores depoimentos sobre educação financeira (e como ela transformou sua vida) publicados no espaço de comentários abaixo levarão para casa um exemplar do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses Para Enriquecer&#8221;</a> (Leya). A escolha será feita pelos editores deste site.</p>
<p><strong>Mais chances de ganhar!</strong><br />
Você ainda pode aumentar suas chances de ganhar utilizando o Twitter. O <em>Dinheirama</em> sorteará dois exemplares de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;</a> para os seguidores do <strong><a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> e <strong><a title="Siga o Prof. Marcos Silvestre" href="http://www.twitter.com/marcossilvestre" target="_blank">@marcossilvestre</a></strong> que publicarem a mensagem abaixo:</p>
<p>#PROMO Sorteio do livro &#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;? Como? http://migre.me/6iACF &#8211; Siga @Dinheirama e @marcossilvestre e dê RT!</p>
<p><strong>Mais chances ainda de ganhar!</strong><br />
Que tal concorrer a R$ 500,00 em vale-compras e ganhar 20 livros? Acesse a página oficial do <a title="Deixe seu depoimento" href="http://migre.me/6iAGG" target="_blank">&#8220;Plano da Virada&#8221;</a> e deixe um depoimento no espaço ao lado, dizendo como os ensinamentos dos nossos livros ajudaram você a transformar a forma como se relaciona com o dinheiro. <a title="Participe!" href="http://migre.me/6iAGG" target="_blank">Clique aqui e veja como participar</a>.</p>
<p><strong>Resultados da promoção!</strong><br />
Os vencedores foram:</p>
<ul>
<li>No Twitter: @msribeir e @babiladeia;</li>
<li>Nos comentários deste texto: Renato C, CLAUDIA e Fulgêncio Bomtempo.</li>
</ul>
<p>Parabéns aos vencedores. Faremos contato via Twitter e e-mail para acertarmos o envio dos livros. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marcos Silvestre</b>.<br>

Economista com MBA em Finanças e Controladoria pela Universidade de São Paulo. Há 21 anos atua como educador e planejador financeiro especializado. Autor dos livros "12 Meses para Enriquecer" e "Investimentos à Prova de Crise", ambos publicados pela Leya e criador do site www.oplanodavirada.com.br. Mantém coluna semanal na BandNews FM nacional e no jornal Metro. No Twitter: @marcossilvestre<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/01/dinheiramacast-como-voce-pretende-usar-o-13-salario/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_podcast_como_voce_pretende_usar_13_salario.jpg" alt="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Segundo pesquisa recente da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças), 60% dos consumidores usarão o 13o. salário para pagar dívidas já contraídas. Apenas 3% pretendem guardar o dinheiro extra. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos a importância de aproveitar esse dinheiro para começar a criar uma cultura de poupança e planejamento financeiro em sua família. Quitar dívidas pode ser importante e essencial, mas investir também. Como você lida com essa realidade?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Comemoramos o reconhecimento do <em>Dinheirama</em> como um dos melhores blogs de finanças do país. Nosso espaço foi um dos finalistas do <a title="Conheça o Prêmio CNH" href="http://www.premiocnh.com.br/" target="_blank">19o. Prêmio CNH de Jornalismo Econômico</a>. Tudo isso graças a você, caro leitor, e à dedicação de nossa equipe para atendê-lo com materiais e artigos interessantes;</li>
<li>Pesquisa Anefac comprova que o número de brasileiros que irá usar o 13o. salário para pagar dívidas aumentou de 2010 para 2011. O contraste é claro: enquanto 60% pagarão dívidas, apenas 3% investirão o dinheiro. Que implicações isso traz para o dia a dia financeiro das famílias?</li>
<li>Como fica o planejamento para 2012 a partir do uso do 13o. salário? Será que não vale a pena guardar e começar a investir para realizar um objetivo pessoal?</li>
<li>O Natal se aproxima e as lojas já mudaram seus horários de atendimento. Como evitar as principais armadilhas de consumo?</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
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<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?</itunes:summary>
		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/25/brasil-potencia-os-impostos-e-a-necessidade-de-figuras-publicas-empresariais/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 11:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Não há potência econômica livre e democrática que sobreviva à omissão da parcela social geradora de riquezas. O Brasil precisa de figuras públicas empresariais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_brasil_potencia_impostos_necessidade_figura_publica_empresarial.jpg" alt="Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros Leitores, antes de tudo preciso contextualizar aquilo que denomino como uma figura pública empresarial. Não se trata aqui de uma medição por conta da cobertura midiática ou sobre o volume de entrevistas concedidas a revistas, sites e jornais especializados em gestão, negócios ou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Da mesma forma, não se trata dos legítimos e acertados apelos para que deixemos de lado os complexos de inferioridade típicos do terceiro mundo em troca de uma atitude acertadamente mais altiva, confiante e determinada.</p>
<p>Trata-se (e aqui estou cobrando), sobretudo, de uma atuação crítica e incisiva daqueles que, em última instância, representam a parcela de contribuintes de maior impacto para a brutal, bilionária e massacrante arrecadação pública brasileira. Alguém que transcenda ideologias, preferências políticas ou interesses setoriais. Mais do que isso, rogo por uma atitude que ultrapasse o patamar das reclamações comuns, mas que traga engajamento, união e profundo senso de participação do empresariado.</p>
<p>Vale lembrar que são também os empresários que, com o seu esforço, suor, disposição ao risco e capacidade para enfrentar intermináveis finais de semana e horas mal dormidas, tocam para frente o desenvolvimento econômico, não obstante o sempre assustador panorama de riscos, a interminável e modorrenta burocracia nacional, uma das maiores taxas de juros do mundo e a nossa tradicional e acachapante carga tributária (sem retorno).</p>
<p><span id="more-6836"></span>É essa a minha cobrança. Confesso o meu cansaço com a eterna ladainha sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">liderança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, motivação e o blá-blá-blá politicamente correto cheio de frases de efeito sobre o mundo socialmente responsável. Isso para não falar da chatíssima retórica corporativa, sempre acompanhada de novas modinhas de ocasião.</p>
<p>Afirmo aqui, para não polemizarmos desnecessariamente, que sou totalmente a favor da atitude socialmente responsável, até por observar nela um pilar de sustentação do sistema. Sobre as modinhas, deixo-as para os aficionados.</p>
<p>Mas, questiono: não seria justamente o cuidado, a vigilância, a ativa fiscalização e o efetivo envolvimento nas questões públicas uma excelente forma de exercer a responsabilidade social, justamente por se tratar de um complexo emaranhado de políticas e ações governamentais financiadas e sustentadas pela tributação de quase um terço de tudo o que produzimos?</p>
<p>Qual é a vantagem de nos colocarmos ficticiamente em um universo paralelo de empreendedorismo, busca incansável por eficiência, inovação, competitividade e senso politicamente correto se, ao mesmo tempo, adotarmos a total condescendência, resignação e abandono com tudo aquilo que pagamos ao Estado e suas resultantes em políticas públicas e sociais?</p>
<p>Não seria essa uma excelente atitude socialmente responsável, dotada de sustentabilidade? Não podemos mais nos esquivar dessas questões. Precisamos, com urgência, sair da toca em que fomos colocados (ou em que nos colocamos) e assumir efetivamente nosso papel.</p>
<p>E que não existam dúvidas sobre o apoio da sociedade civil como um todo, seja ela empreendedora ou não. Ela está cansada, farta, aborrecida e ansiosa pelo Brasil Potência que sem dúvida se constrói e se solidifica a cada dia, mas não suporta mais apenas servir com seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmErdHJhYmFsaG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ela quer ser servida, e com qualidade, pela estrutura que os seus impostos sustentam.</p>
<p>E que também não existam ilusões. Não há potência econômica livre e democrática que sobreviva à omissão da parcela social geradora de riquezas. Eu não conheço.</p>
<p>Até o próximo!</p>
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