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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; gerente</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; gerente</title>
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		<title>DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/14/dinheiramacast-universitarios-os-bancos-e-o-papel-da-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 00:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_podcast_universitarios_os_bancos_e_educacao_financeira.jpg" alt="DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />É cada vez maior o número de jovens com a possibilidade de graduar-se e exercer uma profissão que exija formação em curso superior. Tal realidade coloca esses novos adultos diante da possibilidade de cuidar sozinhos do próprio dinheiro. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Muitos bancos e instituições financeiras oferecem produtos específicos para os universitários, mas será que estes sabem aproveitar da melhor forma tudo que lhes é oferecido?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>A realidade dos produtos financeiros voltados aos universitários existe e é cada vez mais explorada. Crédito para mensalidades, cartões de crédito e cheque especial com limites menores que o de outras modalidades e isenção de tarifas são algumas vantagens oferecidas. Como lidar com essa realidade?</li>
<li>O que o jovem estudante deve levar em conta para manter seu planejamento financeiro em dia com suas aspirações e desejos de consumo?</li>
<li>O controle financeiro e o orçamento são ferramentas essenciais para que o universitário aproveite as facilidades oferecidas sem que elas o transformem em um adulto endividado;</li>
<li>A responsabilidade dos pais também existe nesta fase, já que é fundamental não só dar o exemplo, mas também caminhar lado a lado com jovem para ensinar-lhe os detalhes de cada operação;</li>
<li>Lidar com as frustrações faz parte do crescimento e do importante processo relacionado à educação financeira. Não vai ser possível satisfazer todos os desejos de consumo e o crédito não pode ser sempre a saída para tentar mudar essa realidade.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
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<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?</itunes:summary>
		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<item>
		<title>Qual o verdadeiro papel do gerente bancário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/08/qual-o-verdadeiro-papel-do-gerente-bancario/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/09/08/qual-o-verdadeiro-papel-do-gerente-bancario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[O gerente bancário é um vendedor ou um consultor financeiro? Ele deve zelar pelas suas finanças ou pela saúde do banco e dos próprios resultados? Entenda o papel do bancário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Qual o verdadeiro papel do gerente bancário?" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_qual_verdadeiro_papel_gerente_bancario.jpg" alt="Qual o verdadeiro papel do gerente bancário?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Gilberto</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, quero compartilhar com seus leitores um desabafo. Fui ao banco e decidi conversar com o responsável por minha conta. Descobri que o gerente que conhecia foi transferido e então fui apresentado a outra pessoa. Depois de alguns minutos de conversa e algumas boas olhadas em informações de minha conta corrente e perfil, ele decidiu me bombardear com &#8216;ofertas interessantes&#8217;. Eu recusava, mas ele insistia. Fui mais incisivo e ele então confidenciou que queria atingir certas metas para impressionar os novos colegas de trabalho. Impressionar os colegas e prejudicar seus clientes? Que situação&#8230;&#8221;</em></p>
<p>De uma forma geral, decisões financeiras erradas são comuns quando há desequilíbrio claro no conhecimento entre duas partes que conversam e negociam. O desinformado tende a acreditar nas informações prestadas pelo interlocutor mais &#8220;inteligente&#8221; &#8211; e faz isso por boa índole, humildade ou até mesmo vergonha &#8211; e acaba consentindo com detalhes pouco explorados e/ou devidamente explicados.</p>
<p>Não se trata de mentir, é importante que fique claro. Vender não é o mesmo que mentir, embora alguns vendedores (uma minoria) trabalhem exatamente assim. Uma venda é, segundo o dicionário Michaelis, um <em>&#8220;contrato por meio do qual uma pessoa &#8211; o vendedor &#8211; transfere ou se obriga a transferir a outra &#8211; o comprador &#8211; a propriedade da coisa determinada, cujo preço é por ele pago segundo as condições estipuladas&#8221;</em>. Para que exista a venda, ora, o comprador precisa querer comprar. Precisa, pois, ser convencido.</p>
<p><span id="more-6535"></span><strong>A informação e o aprendizado nivelam as negociações</strong><br />
Uma boa negociação implica resultados interessantes para quem vende e para quem compra, é óbvio. Quando o comprador sabe bem o que procura, tem informações suficientes para criar seu próprio juízo de valor e está consciente das alternativas disponíveis em relação ao que procura, seus critérios tornam-se claros, objetivos e bem mais firmes. A negociação será dura, mas franca e produtiva.</p>
<p>Prestar serviços também é vender. O produto físico não existe, mas as contrapartidas em relação à decisão de compra são claras:</p>
<ul>
<li>Quando um profissional de um banco lhe oferece crédito (empréstimo pessoal, consignado ou financiamento), estão implícitas na operação as responsabilidades e direitos de cada um: você tem o dinheiro na hora, mas devolverá todo o capital emprestado com juros e tarifas;</li>
<li>Quando você decide adquirir consórcio de veículos, por exemplo, você opta por transferir ao banco a responsabilidade de guardar algum dinheiro para comprar o carro antes do período em que você poderia comprá-lo economizando sozinho. O serviço é cobrado através de uma taxa de administração, que varia de 12% a 15% ao ano;</li>
<li>Quando você contrata um título de capitalização, concorda em receber o dinheiro de volta, corrigido, mas ao mesmo tempo em pagar uma taxa mensal ao banco por coordenar tudo isso e outra tarifa para compor o capital que será sorteado a título de prêmio. Não se trata de um produto de investimento e já expliquei isso no artigo <a title="A verdadeira face dos títulos de capitalização" href="http://dinheirama.com/blog/2009/02/17/a-verdadeira-face-dos-titulos-de-capitalizacao/" target="_blank">&#8220;A verdadeira face dos títulos de capitalização&#8221;</a>.</li>
</ul>
<p><strong>O gerente bancário é um consultor ou um vendedor?</strong><br />
A resposta certa e rápida é: são vendedores. A resposta mais elaborada, com direito a interpretação e exemplos &#8220;caso a caso&#8221; também ilustra que os gerentes são vendedores, mas com responsabilidades no que diz respeito ao relacionamento com seus clientes. Logo, o gerente de contas deve vender os produtos do banco, mas também oferecer suporte e responder às dúvidas de seus consumidores.</p>
<p>A questão central do artigo volta à tona: o cliente que não sabe exatamente o que quer, não tem afinidade com contas matemáticas/raciocínio financeiro, nem conhece as características reais do serviço oferecido logo se torna presa fácil para profissionais pressionados por metas cada vez mais difíceis.</p>
<p>Eu poderia resumir a discussão presente neste artigo em uma questão simples: <strong>um gerente bancário que oferece apenas boas alternativas financeiras a seus clientes consegue atingir suas metas e subir na carreira?</strong> Poupança programada no lugar do título de capitalização, CDB com percentual decente (maior que 90% do CDI), fundos acessíveis capazes de render, de forma líquida, mas que a caderneta de poupança e por ai vai. Não creio, mas aqui cabem dois alertas:</p>
<ol>
<li>Não estou dizendo que os bancos não ofereçam atendimento diferenciado e excelentes alternativas de investimento e geração de riqueza/patrimônio. As opções existem, são interessantes, mas estão disponíveis apenas para uma pequena parcela da população &#8211; basta olhar os aportes mínimos exigidos dos bons fundos disponíveis no varejo e as altas taxas de administração cobradas em fundos cujos investimentos iniciais são menores.</li>
<li>Não se trata de agir de má fé ou falta de caráter, mas de fazer seu trabalho. Se o cliente quer, tudo bem. O problema é ter que trabalhar quase sempre em resposta à cobrança por resultados e à tensão que envolve a profissão. Resultado: o cliente desinformado &#8220;leva&#8221; algo porque quis, é claro, mas sem saber direito por que e aparentemente satisfeito. O gerente trabalha pelos seus números, exerce seu trabalho. Não há julgamento algum em minhas palavras, só indignação.</li>
</ol>
<p><strong>A situação dos bancários no Brasil</strong><br />
O texto não traz nenhuma novidade, você há de concordar. O relacionamento cliente-banco é alvo de discussões há muito tempo. Passemos então a olhar, com mais atenção, os profissionais dos bancos responsáveis por nos atender. Segundo uma pesquisa elaborada pelo sindicato dos bancários de São Paulo, obtida e publicada com exclusividade pela Folha em 31 de julho deste ano, 42% dos bancários da capital e região de Osasco dizem ter sido vítimas de assédio moral.</p>
<p>Observada pesquisa semelhante, realizada em 2011 pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) em âmbito nacional (participaram 27.644 profissionais), o susto é maior: <strong>66% dos bancários afirmam sofrer assédio moral</strong>. As principais queixas? <strong>Cobrança abusiva, humilhação e falta de reconhecimento</strong>.</p>
<p><strong>E agora? E depois?</strong><br />
Peço a você, caro leitor, que pense em um resultado para a soma de <strong>desinteresse do consumidor, desinformação, necessidade de satisfação em alta, indústria financeira concentrada (e competitiva) e profissionais pressionados</strong>. O problema está aqui, ai, basta caminharmos Brasil afora.</p>
<p>Qual o papel, então, do gerente bancário? Engordar ainda mais o lucro dos bancos ou zelar pelas finanças pessoais de seus clientes? Um pouco das duas coisas, dirá o leitor conservador. Como? Isso é possível? É desejável? A verdade é que o trabalho do bancário é muito difícil, repleto de armadilhas. Não deve ser nada fácil atuar diante dessa situação.</p>
<p>Arrisco-me a dizer que educação financeira talvez seja importante, mas não a única solução. <strong>E você, o que pensa?</strong> Dê sua opinião no espaço de comentários. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Preciso de ajuda para lidar com meu dinheiro e investimentos. Quem procurar?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/05/preciso-de-ajuda-para-lidar-com-meu-dinheiro-quem-procurar/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 16:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Massaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Endividamento, planejamento financeiro, orçamento, investimentos, aposentadoria, endividamento. Quem procurar para organizar sua vida financeira? Como agir?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Preciso de ajuda para lidar com meu dinheiro e investimentos. Quem procurar?" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_preciso_ajuda_financeira_quem_procurar.jpg" alt="Preciso de ajuda para lidar com meu dinheiro e investimentos. Quem procurar?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sou um grande defensor da idéia de que nossas finanças são algo importante demais para serem “terceirizadas”, mas em algum momento as pessoas podem precisar de ajuda profissional especializada. Em toda família, sempre tem algum membro que acha que consegue curar qualquer doença com óleo de rícino ou alguma outra substância pitoresca.</p>
<p>Da mesma forma, é só falarmos que estamos passando por algum problema financeiro que logo aparece um “Einstein das finanças” propondo uma solução simples (a palavra mais adequada seria “simplista”) para um problema complexo. Algumas pessoas gostam de dar palpites na vida financeira alheia da mesma forma que dão palpites na escalação da Seleção Brasileira.</p>
<p>Como, então, saber quem procurar e em quem confiar em um mundo em que sempre há um “gênio não-descoberto” das finanças pronto para dar palpites na administração do dinheiro alheio?</p>
<p><span id="more-6518"></span>Vamos ver, a seguir, alguns tipos de profissionais a quem devemos recorrer quando precisamos de apoio financeiro. É importante saber “quem é quem” e “quem faz o quê”, para que possamos escolher a pessoa certa para a situação certa.</p>
<p><strong>O gerente de banco</strong><br />
O gerente de contas (ou “gerente de banco”) é o profissional responsável pelo relacionamento do banco com seus clientes. Sua função primária é “vender” os produtos e serviços do banco. Sua função secundária é ajudar os clientes e orientá-los no uso adequado desses produtos e serviços.</p>
<p>É preciso deixar claro essa diferença entre a função primária e secundária, pois o cliente precisa entender que, quando ele busca orientação de um gerente de banco, há um conflito de interesses inerente. As instituições financeiras estão conscientes desse conflito e, por isso, cada vez mais exigem que seus profissionais sejam certificados para assegurar que atendam a rigorosos padrões técnicos e éticos.</p>
<p>Em geral, gerentes de banco são pessoas capacitadas e altamente íntegras, mas em algumas situações podem acabar induzindo clientes a tomar decisões que não são as melhores para eles. Isso pode ocorrer por despreparo, por pressão do empregador para cumprimento de metas comerciais ou mesmo por algum deslize ético. Por isso, é sempre interessante ter algum grau de educação financeira para poder discutir com seu gerente de igual para a igual. <strong>Na dúvida, nunca se esqueça que o gerente trabalha para o banco, e não para você</strong>.</p>
<p><strong>O administrador de carteiras</strong><br />
O administrador de carteiras é um profissional autorizado pela CVM a tomar decisões de investimento em nome de seus clientes. Em poucas palavras, isso significa que ele pode “mexer no seu dinheiro”, comprando ações e títulos sem necessariamente consultá-lo antes.</p>
<p>Os requerimentos para se tornar administrador de carteiras são rigorosos, por causa do potencial “estrago” que podem causar nas contas dos clientes caso não trabalhem corretamente. Se você precisa de alguém para “tomar conta” de seus investimentos, tomando decisões em seu lugar, você precisa de um administrador de carteiras.</p>
<p>Os administradores de carteiras autorizados a trabalhar estão listados no site da CVM (<a title="Consulte o site da CVM" href="http://www.cvm.gov.br" target="_blank">www.cvm.gov.br</a>), na seção “Participantes do mercado”. <strong>Certifique-se que o nome do profissional está lá antes de contratar qualquer serviço</strong>. Em geral, administradores de carteira que trabalham de forma independente são remunerados através de um percentual dos lucros que eles geram.</p>
<p><strong>O consultor de valores mobiliários</strong><br />
Mais um profissional de quem o registro na CVM é exigido. O papel do consultor de valores imobiliários é dar recomendações de compra e venda de valores mobiliários, como ações e debêntures. Esse é o profissional que você deve consultar caso queira saber qual ação deve comprar ou vender.</p>
<p>Os consultores de valores mobiliários também estão listados no site da CVM. Consulte o registro antes de contratar serviços de profissionais que se apresentam como tal. A remuneração do consultor de valores mobiliários é cobrada diretamente do cliente. Para evitar conflitos de interesse, <strong>consultores de valores mobiliários não devem receber comissões por suas indicações de produtos e serviços financeiros</strong>.</p>
<p><strong>O analista de valores imobiliários</strong><br />
É um profissional, também registrado na CVM, que tem como função elaborar estudos que sirvam de base para decisões financeiras. Normalmente, esses profissionais trabalham para instituições financeiras e consultorias especializadas. Eles podem dar suas opiniões sobre os ativos financeiros que analisam, mas <strong>não podem induzir pessoas diretamente a tomar decisões</strong> – esse é o trabalho do consultor de valores mobiliários.</p>
<p><strong>O agente autônomo de investimentos</strong><br />
É, grosso modo, um “representante comercial” de instituições financeiras. Sua função é, basicamente, comercializar produtos da instituição que representa e prover um suporte técnico limitado a seus clientes. <strong>Ele não pode exercer atividades como administração de carteiras ou consultoria, a não ser que esteja autorizado pela CVM</strong>.</p>
<p>O caminho para se virar um agente autônomo de investimentos é relativamente fácil. É preciso apenas segundo grau completo e não é exigida experiência anterior. Basta passar na prova e não estar legalmente impedido. Por isso, dentre as funções regulamentadas pela CVM, é aquela que apresenta maior número de restrições e limitações.</p>
<p>A remuneração dele é paga pela instituição que ele representa, e nunca pelo cliente. Assim como outros profissionais registrados na CVM, seus nomes estão disponíveis no site da autarquia para consulta.</p>
<p><strong>O planejador financeiro</strong><br />
Também conhecido simplesmente como “consultor financeiro”, é o profissional que tem como função ajudar o cliente a resolver situações pontuais (como negociar uma dívida ou planejar a aposentadoria) ou então fazer um planejamento financeiro completo, que pode envolver toda a família do indivíduo.</p>
<p>O planejador financeiro não pode exercer atividades reservadas aos profissionais registrados na CVM, a não ser que ele mesmo seja um deles. <strong>O planejador financeiro pode, em muitos casos, trabalhar em conjunto com um consultor de valores mobiliários ou administrador de carteira</strong>.</p>
<p>A profissão de planejador financeiro não é regulamentada, mas existe uma certificação chamada CFP (Certified Financial Planner), muito popular nos EUA e que no Brasil é emitida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), ligado à ANBIMA. A certificação não é obrigatória, mas como o processo para obtê-la é bastante rigoroso, escolher um profissional certificado dá alguma segurança de que ele está alinhado com altos padrões técnicos e éticos. Os profissionais certificados estão listados no site do IBCPF em <a title="Consulte os planejadores financeiros" href="http://www.ibcpf.org.br" target="_blank">www.ibcpf.org.br</a>.</p>
<p><strong>O coach financeiro</strong><br />
O coach (“treinador”) é um profissional cujo trabalho é capacitar seu cliente para atingir um determinado objetivo – no caso, financeiro. O coach não é um consultor – no sentido de ser alguém que diz ao cliente o que ele deve fazer. O coach orienta o cliente em um processo de aprendizado e capacitação, para que ele possa tomar decisões e atingir objetivos por si mesmo.</p>
<p>O coaching não é regulamentado. Tecnicamente falando, qualquer um pode sair por aí dizendo que é coach, por isso <strong>é importante conhecer a reputação e o histórico do profissional antes de contratá-lo</strong>. Existem inúmeras entidades que “certificam” coaches, mas nenhuma delas tem qualquer reconhecimento oficial.</p>
<p>Se o processo de coaching for bem sucedido e bem conduzido, espera-se que o cliente esteja capacitado a cuidar de sua vida financeira e não precise de orientação de nenhum dos profissionais anteriormente descritos.</p>
<p><strong>O picareta</strong><br />
Esse nem sempre é tão fácil de identificar. Existem picaretas de todos os tipos, tamanhos e cores. Tem aquele que você sabe que é picareta a quilômetros de distância; e também tem aquele que em nada aparenta ser um picareta, mas que também é. Alguns picaretas podem inclusive ser profissionais certificados por órgãos oficiais e com histórico profissional impecável, mas que foram seduzidos pelo “lado picareta da força”.</p>
<p><strong>Fique atento a supostos profissionais financeiros que oferecem investimentos fantásticos</strong>, com retorno “garantido”, ou que propõem esquemas obscuros de resolução de dívidas (onde você tem que colocar “algum dinheiro” na frente). Você pode estar de cara com um legítimo picareta. Se encontrar um deles, corra! Corra muito! E avise as autoridades.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Andre Massaro</b>.<br>

Administrador e pós-graduado em Economia, sócio do MoneyFit, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Autor do livro "MoneyFit" (Ed. Matrix) e co-autor do livro "Por Dentro da Bolsa de Valores" (Ed. Matrix), atualmente é consultor em finanças pessoais e corporativas, educador financeiro e palestrante.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Parcelar as compras pode complicar seu orçamento financeiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/26/parcelar-as-compras-pode-complicar-seu-orcamento-financeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 03:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
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		<description><![CDATA[A compra parcelada em excesso traz inúmeros problemas ao seu orçamento financeiro familiar. Prefira o pagamento à vista através da poupança e investimento. Cuide do seu dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img title="Parcelar as compras pode complicar seu orçamento financeiro" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_comprar_parcelado_perigo_orcamento.jpg" alt="Parcelar as compras pode complicar seu orçamento financeiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />“Em quantas vezes dá para fazer esse tênis?”</em>. Brasileiro adora parcelar suas compras, isso é fato. Já cansei de ouvir da boca de muitas pessoas próximas as famosas “verdades absolutas” (nem tanto, na prática) de que<em> “o parcelamento é a única forma de uma pessoa normal &#8211; que não é rica ou ganha bem &#8211; comprar algo, construir patrimônio e conseguir ter um pouco de conforto”</em>. Será mesmo?</p>
<p>Grandes empresas, de varejistas a comerciantes, e grupos financeiros lucram (muito) justamente com a venda de dinheiro (crediário) disfarçada de produtos. Ao entrar na loja para comprar à vista e buscar desconto, somos rapidamente desencorajados pelos seus vendedores e gerentes. Além disso, estão presentes muitas artimanhas que levam o consumidor a optar pelos <em>“pequenos pagamentos a perder de vista”</em>.</p>
<p>Em finanças pessoais, o legal é que a matemática básica sempre resolve e explica. Não existe mágica. A soma de vários pequenos valores e despesas contraídas no mês levam muitos a uma situação de descontrole. Os pequenos valores se transformam em uma grande dívida – neste momento, se a torneira não está totalmente fechada, cada gota que cai representa uma perda considerável.</p>
<p><span id="more-6065"></span><strong>Parcelamento, é possível consumir sem ele!</strong><br />
O artigo de hoje busca, em primeiro lugar, alertar você, caro leitor, quanto ao perigo de buscar somente o parcelamento como forma de conquista. Se estão lhe vendendo essa “verdade”, é hora de olhar pra fora da caixa e abrir seu horizonte de negociação e consumo.</p>
<p>Sempre batemos na tecla do planejamento de gastos. Ora, quem não cria seus próprios objetivos está cada dia mais exposto à compra por impulso. Tenho tranquilidade em afirmar que grande parte das compras parceladas acontece na base da empolgação, sustentada em algo que originalmente não fazia parte do planejamento. É aquele par de sapatos que você viu enquanto esperava por alguém no shopping, aquele celular novo que tem mais funções do que seu atual e por ai vai.</p>
<p><strong>Comece definindo suas metas de consumo</strong><br />
Experimente definir metas para sua vida financeira. Por exemplo, se você gosta de comprar sapatos, então compre-os, mas só depois de definir um limite. E poupe, guarde para quando o momento chegar, colocando esse valor no seu orçamento. Ao invés de parcelar a compra, parcele mês a mês a conquista efetiva do montante necessário para a compra à vista.</p>
<p>Ao se antecipar e guardar o dinheiro, você terá a chance ideal para negociar e conquistar bons descontos. Só compre onde as condições forem as melhores para o seu bolso, dada sua realidade e valor disponível. Prefira muitas vezes lojas menos badaladas, inclusive em locais menos frequentados por muita gente. Pesquise muito antes de decidir comprar e você certamente achará algum lojista disposto a vender-lhe o produto com um bom desconto.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, no <em>Dinheirama</em> não defendemos o pão-durismo. Não somos contra o consumo. Pelo contrário, todos temos nossos sonhos e objetivos bem definidos e compartilhamos com amigos e familiares conquistas fundamentais como carro, celular, oportunidade de viajar, mas sempre evitando parcelamentos longos e negociando boas oportunidades.</p>
<p>Optamos pela qualidade de vida com liberdade, o que significa destinar primeiro os recursos necessários para nossa independência e consumo com coerência, sem prejudicar os sonhos de curto, médio e longo prazos. Mas isso significa abrir mão de alguma satisfação imediata. Não tem problema, afinal a frustração ensina a valorizar ainda mais a conquista quando ela chega.</p>
<p><strong>Parcelar pode se tornar um vício</strong><br />
Volto a chamar sua atenção: lembre-se que o parcelamento se torna, lenta e invisivelmente, um vicio. Ao olhar o orçamento, com o tempo é provável que se enxergue apenas o valor da parcela. E de muitas parcelas. E o estrago normalmente estará bem grande. O impulso e a falta de controle poderão levá-lo a criar outros parcelamentos e a comprometer sua renda de forma perigosa.</p>
<p>Tome cuidado adicional com o parcelamento realizado pelo cartão de crédito ou mesmo por cheques pré-datados, pois as duas modalidades de crédito quando não quitados levam o consumidor a ter pela frente juros extremamente elevados, comprometendo a situação financeira em algumas vezes por muitos anos. A dívida nestes casos cresce de forma espantosa.</p>
<p>As emoções são importantes, mas não podem guiar todas as suas decisões. Na hora da compra, apelar apenas para a emoção quase sempre significa bons negócios para o vendedor e uma compra inconsciente. Seja mais amigo de seu dinheiro e busque a satisfação com planejamento e bom senso, reduzindo assim o número dos parcelamentos. Funciona. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arquitetando Escolhas no Comércio de Bens e Serviços</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/13/arquitetando-escolhas-no-comercio-de-bens-e-servicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 19:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns lojistas não dão desconto para o pagamento à vista. Outras forçam o pagamento via cartão de crédito. Como as escolhas de pagamento influenciam os negócios? Pode ser melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Arquitetando Escolhas no Comércio de Bens e Serviços" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_arquitetando_escolhas_bens_servicos.jpg" alt="Arquitetando Escolhas no Comércio de Bens e Serviços" hspace="2" vspace="2" align="left" />Arquitetar uma escolha não é proibir ou cercear o direito à livre escolha. Quando arquitetamos escolhas, estamos apenas “guiando” o outro para que ele tenha mais chances de optar por aquela alternativa que julgamos ser a melhor. Por exemplo, podemos arquitetar escolhas quanto à forma de pagamento: todos nós sabemos que os custos para pagamento à vista são diferentes dos custos para pagamento a prazo.</p>
<p>Entretanto, a maioria das lojas não oferece nenhuma vantagem para o pagamento à vista. Além disso, existem muitas que já não aceitam pagamentos em cheque, arquitetando uma escolha que força o uso do cartão de débito/crédito ou do dinheiro em espécie.</p>
<p>Mas, como o pagamento em dinheiro não apresenta nenhuma vantagem para o consumidor, a arquitetura de escolhas neste caso privilegia o uso de uma ferramenta que, segundo o PROCON, está presente em 100% dos casos de endividamento no Brasil: o cartão de crédito.</p>
<p><span id="more-6031"></span><strong>Aconteceu comigo!</strong><br />
Lembro-me de ter ido a uma loja interessada em uma cadeira de balanço que já tinha visto no site da empresa. Eu já sabia, de antemão, todas as características daquela cadeira: cor, material, dimensões e preço. Estava decidida a comprar porque tinha um dinheiro sobrando e imaginei que poderia negociar um bom desconto. Afinal, iria pagar à vista, em dinheiro.</p>
<p>Cheguei na loja, fui direto na cadeira e perguntei para a vendedora qual era o preço para pagamento à vista. Ela me respondeu, com um tom de voz quase piedoso, que o máximo que ela poderia fazer era me dar um desconto de 3%. E ainda explicou direitinho o porquê: aquele era o valor que a loja repassava para a operadora de cartão de crédito.</p>
<p>Com um tom de voz indicando uma certa irritação, insisti mais um pouco e pedi para conversar com a gerente da loja. Eu queria a tal da cadeira! Lamentavelmente, a gerente reproduziu o discurso da vendedora.</p>
<p><strong>Resultado:</strong> saí da loja sem cadeira e sem entender o que levou aquelas duas pessoas comissionadas a perderem uma venda de R$ 3.600,00 (valor máximo que eu estava disposta a pagar) para um produto que estava sendo vendido por R$4.000,00. Será que valeu a pena?</p>
<p><strong>Uma boa arquitetura de escolhas deve ser boa para todos</strong><br />
O fato curioso aqui é que o desenvolvimento do comércio está intimamente ligado ao poder aquisitivo da população. Quando uma loja incentiva apenas o uso do cartão de crédito, ela contribui para o endividamento do consumidor desatento, ou seja, a maioria de nós.</p>
<p>Todos nós sabemos dos juros astronômicos cobrados pelas operadoras de cartão de crédito. Portanto, não fica difícil concluir que uma parte considerável da renda desse consumidor fica comprometida devido ao pagamento de juros. O que, por sua vez, retira da economia um montante considerável de dinheiro.</p>
<p>No entanto, as lojas se agarram ao fato de que, mesmo que o consumidor se endivide ao ponto de não conseguir honrar seus compromissos, a operadora de cartão de crédito repassará ao lojista o valor da compra. Seguindo essa linha de raciocínio, um ótimo negócio para a loja, que, em tese, não está perdendo nada.</p>
<p>Ora, se olharmos a questão sob esse prisma, perceberemos que a arquitetura de escolha em relação à forma de pagamento não privilegia nem o comércio e nem consumidor, e sim o sistema bancário, que acaba ganhando um “dinheirinho fácil” em cima do estabelecimento comercial e do consumidor, é claro.</p>
<p>Voltando à questão de “guiar” o outro para a escolha da melhor alternativa, a primeira pergunta que deve ser feita é: melhor para quem? A resposta deve ser: melhor para todo mundo, tanto no curto quanto no longo prazo.</p>
<p>E, nesse sentido, tanto consumidor quanto comerciante podem sim arquitetar escolhas mais inteligentes. É só pensar fora dos paradigmas que viabilizaram a sociedade de hiper consumo e a conseqüente consolidação do sistema bancário vigente.</p>
<p>Se o setor de comércio de bens e serviços começasse a empregar uma arquitetura de escolha de formas de pagamento que privilegiasse o pagamento à vista, o setor estaria abandonando, do meu ponto de vista, uma postura medíocre de evitar a perda para assumir uma postura de fomentar ganhos reais maiores, mais duradouros e sustentáveis. Eu teria conseguido comprar aquela cadeira e a loja lucraria com isso.</p>
<p>De outro lado, se os consumidores utilizassem uma arquitetura de escolha de compras que privilegiasse a compra à vista, estariam usando o seu poder aquisitivo para usufruir de uma vida econômica mais saudável, ao mesmo tempo em que estariam “cutucando” o comerciante a repensar suas opções de pagamento.</p>
<p>Para quem se interessou pelo assunto, recomendo a leitura do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21445999/?franq=247523" target="_blank">“Nudge: O Empurrão para a Escolha Certa”</a> (Ed. Campus), de autoria de <strong>Richard H. Thaler</strong> e <strong>Cass R. Sunstein</strong>.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Star: conheça, compare e negocie as tarifas bancárias e pacotes de serviços</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/07/star-conheca-compare-e-negocie-as-tarifas-bancarias-e-pacotes-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 14:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[tarifa]]></category>

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		<description><![CDATA[Compare tarifas bancárias e pacotes de serviço dos bancos e financeiras do conforto de sua casa, pela Internet, através do Star, sistema gratuito da Febraban]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Star: conheça, compare e negocie as tarifas bancárias e pacotes de serviços" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_star_tarifas_bancarias_servicos.jpg" alt="Star: conheça, compare e negocie as tarifas bancárias e pacotes de serviços" hspace="2" vspace="2" align="left" />Todos sabem que sou um dos críticos da forte concentração bancária encontrada no Brasil. Nossas instituições financeiras em geral são sólidas, mas pouco agressivas no sentido da concorrência. A característica típica do brasileiro de pouco pechinchar e pesquisar melhores alternativas traz tranquilidade ao cenário de pouca competitividade. Se a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> vai bem, o brasileiro consome, compra, financia, em geral, sem se preocupar tanto com as condições da negociação.</p>
<p>Mudar o quadro de concorrência não é algo simples, capaz de acontecer de uma hora para outra. Motivar os brasileiros a aceitar e incentivar a educação financeira também não. Assim, vamos aproveitar o texto de hoje para discutir o básico: Como é o seu relacionamento com o(s) banco(s) onde mantém conta? Você conhece os produtos que contrata ou simplesmente segue recomendações? E as taxas disso, daquilo, tarifas, você as contabiliza quando toma suas decisões?</p>
<p>Ah, sim, o básico. Tratemos das tarifas, pois. Seu uso cotidiano dos serviços desta instituição implicam custos e tarifas frequentemente debitadas de seu saldo disponível. Você sabe que tarifas são essas? Elas são as mais baixas? Como diminuí-las? Alguns se defendem afirmando que <em>“são pequenos valores que não interferem no total movimentado no mês”</em>. Será? Não vale a pena negociar, buscar alternativas? Educação financeira significa respeitar seu dinheiro.</p>
<p><span id="more-5352"></span>De repente você pode concentrar certas ações em outro banco, pagando menos. Ou, quem sabe, abrir conta em outra instituição e encerrar suas movimentações no banco atual. Então surge a grande questão: como pesquisar e comparar as tarifas cobradas pelos diferentes bancos e instituições financeiras presentes no mercado? Ligando? Indo até às agências? Não.</p>
<p><strong>STAR – Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros</strong><br />
A FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) mantém um sistema on-line, gratuito, que permite a qualquer interessado pesquisar tarifas e pacotes de serviço das principais instituições financeiras brasileiras. Trata-se do <strong><a title="Acesse o Star" href="http://www.febraban-star.org.br/index.asp" target="_blank">Star</a></strong>, site de fácil acesso e bastante intuitivo que permite a você, do conforto de sua casa, <strong>comparar as 46 tarifas mais utilizadas pelas pessoas físicas</strong>.</p>
<p>O sistema existe desde 2007, mas infelizmente é pouco divulgado pela mídia em geral. Desde o dia primeiro deste mês, a base de dados conta também com informações e valores de <strong>72 pacotes de serviços</strong> – planos de conta corrente oferecidos de acordo com o perfil e objetivo do cliente bancário. Anote ai o endereço: <strong><a title="Acesse o Star" href="http://www.febraban-star.org.br/index.asp">www.febraban-star.org.br/index.asp</a></strong></p>
<p>Estão presentes no <strong><a title="Acesse o Star" href="http://www.febraban-star.org.br/index.asp" target="_blank">Star</a></strong> os 13 maiores bancos do Brasil: Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banestes, Bradesco, BRB, Caixa Econômica Federal, Citibank, Banrisul, HSBC, Itaú, Mercantil do Brasil, Safra e Santander. As consultas podem ser por instituição, por tipo de tarifa e pacote de serviço, permitindo inclusive a comparação, impressão e exportação dos dados para uma planilha.</p>
<p>Enquanto não vemos um aumento significativo de concorrência e a possibilidade de tratar a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWR1Y2ElRTclRTNvK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> como assunto de máxima prioridade, cabe reconhecer as iniciativas interessantes e de bom senso capazes de colaborar com as decisões financeiras do dia-a-dia. Mais que isso, é importante divulgar e fazer uso de tais referências.</p>
<p>A transparência nas negociações dos pacotes e tarifas permite nivelar seu conhecimento e oferecer a oportunidade de dialogar com seu gerente bancário de igual para igual. Seu objetivo é ser bem atendido, ter benefícios e ser reconhecido como um bom cliente. A meta de seu gerente é vê-lo satisfeito e oferecer-lhe alternativas. Informação é o elo que permite a ambos atingir o sucesso. O <strong><a title="Acesse o Star" href="http://www.febraban-star.org.br/index.asp" target="_blank">Star</a></strong> pode ser seu aliado na necessidade de discutir seu presente financeiro, abrir uma nova conta ou migrar de banco. Aproveite!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O profissional e o ambiente favorável à criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 17:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em qualquer organização, seja ela religiosa, uma ONG ou uma empresa, o resultado (positivo ou negativo) e o cumprimento de metas estão intimamente relacionados ao desempenho das pessoas que compõem o grupo atuante. Isto é explicado de forma muito simples: só se obtêm produtos e/ou serviços a partir de idéias &#8211; e, por enquanto, só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_trabalho_criatividade.jpg" alt="O profissional e o ambiente favorável à criatividade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Em qualquer organização, seja ela religiosa, uma ONG ou uma empresa, o resultado (positivo ou negativo) e o cumprimento de metas estão intimamente relacionados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVzZW1wZW5ob18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">desempenho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das pessoas que compõem o grupo atuante. Isto é explicado de forma muito simples: só se obtêm produtos e/ou serviços a partir de idéias &#8211; e, por enquanto, só quem tem idéias são os seres humanos. E, convenhamos, parece ser tão simples ter idéias. Será?</p>
<p>Para uma indústria não adianta apenas investir em máquinas e processos, se toda a inovação é gerada indiscutivelmente pelas pessoas. A grande barreira nesse sentido parece ser conseguir que os colaboradores tenham essas tão sonhadas idéias e as compartilhe com sua equipe. E ainda mais, idéias inteligentes, aplicáveis e que possam ser utilizadas rapidamente para inovar em um produto/serviço. Está ai um grande desafio!</p>
<p>Para que isso aconteça se faz necessária a existência de um ambiente favorável, que motive e acelere o desempenho das pessoas. Um profissional ou cidadão só tem vontade de aperfeiçoar e criar coisas se esta atividade lhe trouxer prazer e felicidade. Ora, com certeza você conhece alguém que pensa, toda sexta-feira de manhã: <em>“Ufa, amanhã é sábado, não tenho que trabalhar!”</em>. Ou, no domingo: <em>“Amanhã é segunda-feira. Começa a tortura”</em>!</p>
<p><span id="more-2652"></span>Pois é, isso ocorre porque as pessoas têm sonhos, desejos e vontades que muitas vezes são diferentes das metas da empresa. Assim, a empresa deve não só se preocupar em bater as suas metas e aparecer em primeiro no ranking de vendas do trimestre, mas também em apoiar seus funcionários no sentido de que eles também realizem seus sonhos pessoais, que devem ser valorizados pelos gerentes de cada área.</p>
<p>Sempre ouvi do <strong>Conrado Navarro</strong>, meu amigo pessoal, fundador do <em>Dinheirama</em> e autor do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523" target="_blank">“Vamos Falar de Dinheiro?”</a> que:</p>
<blockquote><p>
&#8220;Idéias para o crescimento e evolução de empresas surgem a todo o momento na mente de funcionários. O problema está no fato de que se as idéias surgirem em um domingo a tarde, a pessoa que teve esse insight não se preocupará sequer em anotá-la. Afinal, ela é paga para trabalhar de segunda a sexta-feira, das oito horas da manhã às cinco horas da tarde. No relacionamento entre empresa e funcionário fica aquela impressão de que somos pagos para ter as melhores idéias apenas no horário comercial&#8221;</p></blockquote>
<p>A conclusão que podemos tirar é a de que o tratamento e o relacionamento entre gestores, metas e funcionários não estão alinhados: o colaborador não deve ser pago apenas pelas horas que trabalha, mas sim por se tratar de um investimento que faz com que a empresa atinja suas metas e gere <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW5vdmElRTclRTNvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">inovação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em seus produtos/serviços. Aquela visão de que somos apenas recursos é apavorante para a maioria dos profissionais. Maior liberdade em relação aos horários do funcionário não farão um mal tão grande assim, desde que o profissional seja responsável &#8211; outra questão delicada.</p>
<p>Para desempenhar suas funções com maior eficiência, o colaborador necessita estar à vontade em seu ambiente de trabalho e diante de suas metas. Além disso, ele precisa estar satisfeito para com as suas vontade e obrigações familiares. Assim, bastar dar a ele um bloquinho de papel e uma caneta para ele anotar as idéias que tiver ao longo do dia, mas também a qualquer hora. Com certeza ele gostará de realizar algo importante para uma organização que sempre o apoiou em suas vontades e necessidades profissionais, mas também pessoais.</p>
<blockquote><p>“Quanto maior a satisfação dos funcionários, mais alta é a qualidade de vida no trabalho e mais positivo é o clima organizacional. Os funcionários podem estar mais ou menos satisfeitos, não apenas com o seu próprio trabalho e com as condições de trabalho, mas também com outros fatores, como a sua própria educação formal, vida familiar e oportunidades para desfrutar de atividades culturais e sociais. Estes dois últimos itens estão fora do ambiente de trabalho. No entanto, é inegável seu papel na saúde psicológica e na produtividade dos funcionários de todos os níveis. Em resumo: desempenho das pessoas = qualificação + satisfação”<br />
<strong>Fonte:</strong> <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1583813/?franq=247523" target="_blank">“Administração para Empreendedores”</a>, de <strong>Antonio Cesar Amaru Maximiano</strong> (Pearson Prentice Hall, 2006).</p></blockquote>
<p>Para repensar um pouco mais sobre ambientes de geração de criatividade e de inovação, deixo a seguir um vídeo do professor, consultor em gestão empresarial e palestrante, <strong>Waldez Ludwig</strong>. Espero que apreciem:</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Bruno Biscaia</strong> já atuou nos setores de Marketing de Eventos e de Planejamento e Controle da Produção. É estudante de Engenharia de Produção Mecânica na <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">Universidade Federal de Itajubá</a> (UNIFEI) e edita a seção de Empreendedorismo do <em>Dinheirama</em>.</p>
<ul>
<li><a title="Conheça o Bruno Biscaia" href="http://dinheirama.com/blog/bruno/">Quem é Bruno Biscaia?</a></li>
<li><a title="Leia os textos já publicados pelo Bruno" href="http://dinheirama.com/blog/author/bruno%20biscaia">Leia todos os artigos do Bruno</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Podcast: Educação Financeira e a Pedagogia Empresarial</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/07/21/podcast-educacao-financeira-e-a-pedagogia-empresarial/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/07/21/podcast-educacao-financeira-e-a-pedagogia-empresarial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 21:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[A edição de hoje do “Futura Dinheiro”, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na Rádio Futura FM 106,9, trata da interseção entre dois assuntos muito citados hoje em dia: educação financeira e pedagogia empresarial. O aprendizado nas empresas traz à tona a necessidade de valorizarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_pedagogia_empresarial_negocios.jpg" alt="Podcast: Educação Financeira e a Pedagogia Empresarial" hspace="2" vspace="2" align="left" />A edição de hoje do <strong>“Futura Dinheiro”</strong>, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br/" target="_blank"><strong>Rádio Futura FM 106,9</strong></a>, trata da interseção entre dois assuntos muito citados hoje em dia: educação financeira e pedagogia empresarial. O aprendizado nas empresas traz à tona a necessidade de valorizarmos a educação dos funcionários e gestores. Neste contexto, abrir espaço para cursos, palestras e consultoria financeira pode fazer a diferença &#8211; tudo com a base pedagógica apropriada.</p>
<p>O podcast de hoje está imperdível! Nele abordo os seguintes temas e pontos de discussão:</p>
<ul>
<li>Entrevisto e apresento a mais nova colunista e parceira do Dinheirama, a pedagoga empresarial <strong>Bernadette Vilhena</strong>, que trabalha com educação corporativa e consultoria para empresas;</li>
<li>As empresas já dão a merecida atenção ao aspecto financeiro e de educação dos seus colaboradores? A pedagogia empresarial e a educação financeira podem motivar os funcionários a trabalharem melhor e com melhores resultados;</li>
<li>Debatemos a questão da aprendizagem nas empresas e como isso pode influenciar o dia a dia dos funcionários. Os gestores precisam participar mais e dar atenção aos temas que mexem com a vida pessoal de seus colegas de trabalho;</li>
<li>Apresentamos algumas abordagens inteligentes para transformar a educação financeira em algo prazeroso e com resultados. Não bastam apenas técnicas e ferramentas, é preciso trabalhar a questão de atitude e comportamento;</li>
<li>Os resultados do uso da pedagogia empresarial influenciam diretamente o clima organizacional da empresa? Que outros benefícios, tangíveis e intangíveis, este trabalho pode trazer?</li>
</ul>

<p>Podcast: <a href="http://media.blubrry.com/dinheirama/dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/podcast/Conrado_Navarro_Futura_210709.mp3">Download</a> (11.8 MB)</p>
<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Ouça o podCast no iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine nossos feeds" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>A edição de hoje do “Futura Dinheiro”, versão on-line do programa semanal que vai ao ar, ao vivo, todas as terças-feiras às 11h na Rádio Futura FM 106,9, trata da interseção entre dois assuntos muito citados hoje em dia: educação financeira e pedagogia empresarial. O aprendizado nas empresas traz à tona a necessidade de valorizarmos a educação dos funcionários e gestores. Neste contexto, abrir espaço para cursos, palestras e consultoria financeira pode fazer a diferença - tudo com a base pedagógica apropriada.

O podcast de hoje está imperdível! Nele abordo os seguintes temas e pontos de discussão:

	Entrevisto e apresento a mais nova colunista e parceira do Dinheirama, a pedagoga empresarial Bernadette Vilhena, que trabalha com educação corporativa e consultoria para empresas;
	As empresas já dão a merecida atenção ao aspecto financeiro e de educação dos seus colaboradores? A pedagogia empresarial e a educação financeira podem motivar os funcionários a trabalharem melhor e com melhores resultados;
	Debatemos a questão da aprendizagem nas empresas e como isso pode influenciar o dia a dia dos funcionários. Os gestores precisam participar mais e dar atenção aos temas que mexem com a vida pessoal de seus colegas de trabalho;
	Apresentamos algumas abordagens inteligentes para transformar a educação financeira em algo prazeroso e com resultados. Não bastam apenas técnicas e ferramentas, é preciso trabalhar a questão de atitude e comportamento;
	Os resultados do uso da pedagogia empresarial influenciam diretamente o clima organizacional da empresa? Que outros benefícios, tangíveis e intangíveis, este trabalho pode trazer?



Podcast: Download (11.8 MB)

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Obrigado e até a próxima.</itunes:summary>
		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Podcast: justificativas, desculpas e a poupança</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/05/19/podcast-justificativas-desculpas-e-a-poupanca/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 00:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Terça-feira é dia de &#8220;Futura Dinheiro&#8221; na Rádio Futura FM 106,9. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_desculpas_justificativas_planejamento.jpg" alt="Podcast: justificativas, desculpas e a poupança" hspace="2" vspace="2" align="left" />Terça-feira é dia de &#8220;Futura Dinheiro&#8221; na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br" target="_blank"><strong>Rádio Futura FM 106,9</strong></a>. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? O que devemos levar em consideração quando as justificativas nos impedem de tomar melhores decisões? As mudanças na caderneta de poupança já foram oficializadas?</p>
<p>Estas e outras perguntas são respondidas na edição de hoje do programa, que você pode ouvir como um podcast neste artigo. Nosso objetivo é tornar o blog um espaço mais dinâmico, com diferentes tipos de informação, ao mesmo tempo em que levamos este sucesso para outros veículos de mídia &#8211; no caso, o rádio. A parceria é ótima e ganham os leitores deste espaço e também os ouvintes de toda a região sul de Minas Gerais. Espero que gostem e participem cada vez mais. Ouça o programa e deixe seu comentário. Até a próxima!</p>

<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine pelo iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine nossos feeds" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Terça-feira é dia de &quot;Futura Dinheiro&quot; na Rádio Futura FM 106,9. Terça é dia de bater um papo descontraído sobre finanças pessoais, educação financeira, economia e investimentos. O assunto de hoje foi sugerido por ouvintes e leitores do Dinheirama: como se livrar das desculpas que inventamos para deixar de agir quando o assunto é dinheiro? O que devemos levar em consideração quando as justificativas nos impedem de tomar melhores decisões? As mudanças na caderneta de poupança já foram oficializadas?

Estas e outras perguntas são respondidas na edição de hoje do programa, que você pode ouvir como um podcast neste artigo. Nosso objetivo é tornar o blog um espaço mais dinâmico, com diferentes tipos de informação, ao mesmo tempo em que levamos este sucesso para outros veículos de mídia - no caso, o rádio. A parceria é ótima e ganham os leitores deste espaço e também os ouvintes de toda a região sul de Minas Gerais. Espero que gostem e participem cada vez mais. Ouça o programa e deixe seu comentário. Até a próxima!



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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<item>
		<title>A poupança e os hábitos financeiros do brasileiro</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/05/12/a-poupanca-e-os-habitos-financeiros-do-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 19:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal Valor Econômico, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo &#8220;A caderneta de poupança atraente demais&#8221;, publicado recentemente aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2303" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dinheirama_poupanca_tempo_dinheiro.jpg" alt="A poupança e os hábitos financeiros do brasileiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal <a title="Acesse o site do jornal Valor Econômico" href="http://www.valoronline.com.br" target="_blank">Valor Econômico</a>, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo <a title="A caderneta de poupança atraente demais" href="http://dinheirama.com/blog/2009/04/27/a-caderneta-de-poupanca-atraente-demais/">&#8220;A caderneta de poupança atraente demais&#8221;</a>, publicado recentemente aqui no <em>Dinheirama</em>. A crise e a insegurança causada pela discussão fizeram com a que poupança registrasse mais saques do que depósitos nas últimas semanas. Ouça ao final do artigo o podcast em que trato do assunto.</p>
<p>A verdade sobre as mudanças parece ser a seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Alíquotas de Imposto de Renda da renda fixa serão alteradas.</strong> Atualmente, quem investe em fundos de renda fixa paga 22,5% de IR sobre os ganhos quando decide manter o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VyYmFzaV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> aplicado por até seis meses. A alíquota vai diminuindo, passando por 20% (de seis meses a um ano), 17,5% (de um a dois anos) e termina em 15% (para mais de dois anos). A medida que deve ser adotada para aumentar a competitividade destes produtos deve ser a mudança do teto, que passará a ser de 15% &#8211; e não mais 22,5%. Em outras palavras, a alíquota máxima seria de 15%;</li>
<li><strong>IR para cadernetas de poupança &#8220;inchadas&#8221;.</strong> Cerca de 93% dos usuários das cadernetas possuem aportes de até R$ 5000,00. A idéia do governo é que estes pequenos poupadores não sejam afetados, mas que quem mantém muito dinheiro na poupança pague IR referente aos ganhos via declaração anual. O teto e a alíquota não foram apresentadas, mas a medida parece ser a mais atraente aos ouvidos do Presidente Lula. A razão é óbvia: mexer na rentabilidade da poupança em véspera de eleição pode derrubar sua popularidade, o que atrapalharia bastante os planos da base governista. A solução, no entanto, seria paliativa e só entraria em vigor em 2010, aparecendo apenas na declaração de IR de 2011.</li>
</ul>
<p>Outras mudanças, como atrelar o rendimento da poupança a um percentual da Selic (discute-se 65%), aumento da carência dos depósitos (hoje de 30 dias) ou mesmo mudar o cálculo da TR também foram ações cogitadas pela equipe econômica, mas não ganharam popularidade entre os políticos. A verdade é que algo será feito, mas sem que haja efeitos colaterais no bolso do eleitor. O sonho seria notar maior competitividade entre os produtos de renda fixa, com taxas de administração mais baixas.</p>
<p><span id="more-2302"></span>No programa <strong>Futura Dinheiro</strong>, veiculado todas as terças às 11h na <a title="Ouça a Futura FM pela Internet" href="http://www.futurafm.com.br" target="_blank"><strong>Futura FM 106,9</strong></a> e aqui disponibilizado como um <em>podcast</em>, tratei desta e de outra questão de suma importância no nosso dia-a-dia: quais os hábitos financeiros dos brasileiros e como eles influenciam suas decisões de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e poupança? Ouça o programa de hoje e deixe seu comentário.</p>

<p>Lidar com o dinheiro é mais do que apenas vê-lo passar por nossas mãos. Negociar, comprar bem e investir são hábitos existentes no cotidiano das pessoas e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> bem-sucedidos. O que você está esperando para agir como elas e agintir o merecido sucesso? Estude, informe-se, leia bastante e aprenda a questionar aquilo que antes parecia um tabu. Seu bolso merece atenção. Até a próxima.</p>
<p>Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine pelo iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035">via iTunes (Apple Store)</a> ou pelo link <a title="Assine nossos feeds" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, formado em Computação com MBA em Finanças e mestrando em Produção, Economia e Finanças pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>, é sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>. Atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>As mudanças na caderneta de poupança parecem mesmo uma questão de tempo. Pouco tempo. Segundo apurou o jornal Valor Econômico, algum posicionamento oficial sobre o tema deve sair até o final desta semana. Para quem não acompanhou de perto a discussão, sugiro a leitura do artigo &quot;A caderneta de poupança atraente demais&quot;, publicado recentemente aqui no Dinheirama. A crise e a insegurança causada pela discussão fizeram com a que poupança registrasse mais saques do que depósitos nas últimas semanas. Ouça ao final do artigo o podcast em que trato do assunto.

A verdade sobre as mudanças parece ser a seguinte:

	Alíquotas de Imposto de Renda da renda fixa serão alteradas. Atualmente, quem investe em fundos de renda fixa paga 22,5% de IR sobre os ganhos quando decide manter o dinheiro aplicado por até seis meses. A alíquota vai diminuindo, passando por 20% (de seis meses a um ano), 17,5% (de um a dois anos) e termina em 15% (para mais de dois anos). A medida que deve ser adotada para aumentar a competitividade destes produtos deve ser a mudança do teto, que passará a ser de 15% - e não mais 22,5%. Em outras palavras, a alíquota máxima seria de 15%;
	IR para cadernetas de poupança &quot;inchadas&quot;. Cerca de 93% dos usuários das cadernetas possuem aportes de até R$ 5000,00. A idéia do governo é que estes pequenos poupadores não sejam afetados, mas que quem mantém muito dinheiro na poupança pague IR referente aos ganhos via declaração anual. O teto e a alíquota não foram apresentadas, mas a medida parece ser a mais atraente aos ouvidos do Presidente Lula. A razão é óbvia: mexer na rentabilidade da poupança em véspera de eleição pode derrubar sua popularidade, o que atrapalharia bastante os planos da base governista. A solução, no entanto, seria paliativa e só entraria em vigor em 2010, aparecendo apenas na declaração de IR de 2011.

Outras mudanças, como atrelar o rendimento da poupança a um percentual da Selic (discute-se 65%), aumento da carência dos depósitos (hoje de 30 dias) ou mesmo mudar o cálculo da TR também foram ações cogitadas pela equipe econômica, mas não ganharam popularidade entre os políticos. A verdade é que algo será feito, mas sem que haja efeitos colaterais no bolso do eleitor. O sonho seria notar maior competitividade entre os produtos de renda fixa, com taxas de administração mais baixas.

No programa Futura Dinheiro, veiculado todas as terças às 11h na Futura FM 106,9 e aqui disponibilizado como um podcast, tratei desta e de outra questão de suma importância no nosso dia-a-dia: quais os hábitos financeiros dos brasileiros e como eles influenciam suas decisões de investimento e poupança? Ouça o programa de hoje e deixe seu comentário.



Lidar com o dinheiro é mais do que apenas vê-lo passar por nossas mãos. Negociar, comprar bem e investir são hábitos existentes no cotidiano das pessoas e investidores bem-sucedidos. O que você está esperando para agir como elas e agintir o merecido sucesso? Estude, informe-se, leia bastante e aprenda a questionar aquilo que antes parecia um tabu. Seu bolso merece atenção. Até a próxima.

Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos via iTunes (Apple Store) ou pelo link http://dinheirama.com/feed/podcast e receba os novos episódios automaticamente.

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Conrado Navarro, educador financeiro, formado em Computação com MBA em Finanças e mestrando em Produção, Economia e Finanças pela UNIFEI, é sócio-fundador do Dinheirama. Atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.

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