Análise Gráfica: ponto de partida!
Publicado por André Motta em 10.4.2008 na seção Ações
A maioria dos investidores pessoas físicas, quando resolvem alocar parte de seus investimentos em ações, tem um viés bem característico ao selecionar as empresas cujas ações irão adquirir: dão preferência às empresas de grande porte, bem estabelecidas, conhecidas e lucrativas. No geral, mantêm sempre o foco nos fundamentos das empresas. No entanto, há uma corrente de investidores que prefere trilhar um outro caminho, o dos gráficos.
No início do Século XX, o jornalista Charles Dow e seu companheiro Edward Jones (Dow&Jones te lembra alguma coisa?) começaram a plotar um gráfico diário com a média das cotações das principais ações negociadas na Bolsa de Nova York, num informativo financeiro que posteriormente viria a se transformar no The Wall Street Journal.
Com base neste gráfico, Dow analisava o comportamento do mercado. Suas observações, reunidas posteriormente, resultaram na Teoria de Dow, considerada o fundamento da Análise Gráfica, ou Análise Técnica como alguns preferem chamar. A teoria sugere ser possível, através dos gráficos, identificar o momento de abrir e fechar uma posição. Em resumo, “padrões” que se repetem ao longo da história sinalizam se há uma probabilidade maior de alta ou queda das cotações naquele momento.
















