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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; impostos</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; impostos</title>
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		<title>A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Duarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda as vantagens da permuta de imóveis na sua declaração de imposto de renda. Você pode pagar menos impostos e evitar operações mais complicadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_grande_vantagem_permuta_imobiliaria_efeitos_imposto_de_renda.jpg" alt="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trocar imóveis diretamente tende a ser um negócio mais econômico do que vender para comprar outro. Em negociações de compra ou venda de imóveis, a permuta imobiliária pode ser um recurso muito eficiente para se pagar menos imposto. As regras do imposto de renda (IR) sobre as transações de permuta de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW0lRjN2ZWlzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">imóveis<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> são específicas e comentadas apenas superficialmente. Porém, é bem interessante conhecer as peculiaridades, para não deixar escapar a chance de usufruir de vantagens que podem significar uma grande economia.</p>
<p>Para começar, deve-se compreender que, sob a ótica do regulamento do IR, <strong>todo tipo de imóvel está elegível à permuta</strong> – seja ele um terreno, um lote desmembrado de terreno, um prédio construído para venda, uma casa pronta para morar ou até um apartamento a construir. Também é importante compreender que a permuta pode ocorrer de duas formas distintas: pela troca de um ou mais bens, de valor de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> equivalente, ou através da troca de bens acompanhada de um pagamento adicional. A esse pagamento, dá-se o nome de torna.</p>
<p>Sob o ponto de vista da Receita Federal, o custo da aquisição do imóvel recebido em permuta, quando não há torna, é igual ao valor declarado do imóvel pelo antigo dono. <strong>E essa transação é isenta de imposto de renda</strong>. Pode parecer curioso, mas é isso mesmo. Se um imóvel declarado por R$ 1 milhão for permutado por outro, de valor de mercado equivalente, mas declarado por R$ 200 mil, a pessoa que antigamente declarava R$ 1 milhão vai passar a declarar a posse de um bem de R$ 200 mil e vice-versa. E ninguém paga IR.</p>
<p><span id="more-6983"></span>Quando há torna, o IR pode ter de ser pago por quem a recebeu. Porém, é importante ressaltar que <strong>todos os redutores de IR de ganho de capital sobre imóvel continuam válidos</strong>! E <strong>quanto menos representar a torna sobre o valor do imóvel</strong> recebido, menor o ganho de capital. Logo, <strong>menor o pagamento de IR</strong>.</p>
<p>A isenção do imposto de renda para a venda de um único imóvel de até R$ 440 mil, contando que nenhum outro imóvel tenha sido vendido ou transferido nos últimos cinco anos, também vale para permutas com torna.</p>
<p>Uma leitura um pouco arrojada da legislação dá a entender que, <strong>quando a torna é inferior a R$ 440mil, dentro da condição dos 5 anos acima, cabe isenção de IR</strong>. É difícil encontrar alguma publicação de tal informação. Mas convidamos as pessoas a lerem as regras vigentes. Na dúvida, para quem quer ser conservador, como nós da <strong><a title="Conheça a DeclareCerto" href="http://migre.me/7kGH6" target="_blank">DeclareCerto</a></strong> e <em>Dinheirama</em>, o melhor é considerar que <strong>a isenção ocorre quando o valor declarado do imóvel recebido somado da torna está abaixo do patamar de R$ 440mil</strong>. Neste caso, não há dúvida sobre a isenção.</p>
<p>De qualquer forma, você não concorda que a permuta pode gerar boas oportunidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmVnJUYzY2lvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">negócio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, sobretudo para quem tem imóveis declarados por valores bem defasados?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>André Duarte</b>.<br>

Diretor da DeclareCerto IOB, empresa parceira do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Previdência Privada, PGBL e VGBL: exemplos de acertos e erros</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/15/previdencia-privada-pgbl-e-vgbl-exemplos-de-acertos-e-erros/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 00:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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		<description><![CDATA[Veja exemplos práticos e reais das diferenças tributárias entre PGBL e VGBL. Veja como é calculado o imposto de renda da previdência privada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Previdência Privada, PGBL e VGBL: exemplos de acertos e erros" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_previdencia_privada_pgbl_vgbl_exemplos_acertos_erros.jpg" alt="Previdência Privada, PGBL e VGBL: exemplos de acertos e erros" align="left" hspace="2" />Nesta época do ano, muita gente começa a falar sobre Previdência Privada, PGBL e VGBL. Na verdade, isso faz sentido. Afinal, este tema é totalmente relacionado com o imposto de renda (IR) e é neste momento que uma pessoa consegue projetar com precisão as suas receitas e despesas dedutíveis do ano que está acabando. Além disso, ninguém gosta de gastar dinheiro com antecedência, muito menos o brasileiro.</p>
<p>É comum que os artigos sobre o tema abordem os erros típicos &#8211; aquilo que precisa ser evitado. Não custa relembrar aqui. As pessoas devem fugir, principalmente, de 3 situações:</p>
<ul>
<li>Investir em PGBL e declarar no modelo simplificado;</li>
<li>Declarar no modelo completo e investir em PGBL acima do limite de 12% do rendimento;</li>
<li>Investir em PGBL ou VGBL com tabela regressiva e resgatar em menos de 4 anos.</li>
</ul>
<p><span id="more-6925"></span>Os motivos são simples: nos casos (1) e (2), não há benefício fiscal na hora da aplicação e o investidor paga mais IR no resgate do que se investisse em VGBL. Já o caso (3) é indesejado porque, ao resgatar, a tributação ocorre pela alíquota de 35% (até 2 anos) ou 30% (2 a 4 anos) &#8211; valores acima da maior alíquota da tabela progressiva (27,5%).</p>
<p>O que muitas vezes não é bem explorado são exemplos de grandes acertos ou de situações de ganho tributário diferenciado. Claro que a previdência privada é sempre um tema relevante, já que ela junta 3 aspectos fundamentais: investimento financeiro, aposentadoria e seguro de vida (cuja indenização, aliás, é isenta de IR). Mas existem oportunidades adicionais.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos:</p>
<p><strong>Exemplo 1: Investimento em PGBL com a tabela progressiva, de quem sempre declara no modelo completo, e resgate já no ano seguinte</strong><br />
Imagine um família que sempre declara no modelo completo, pagando IR na época da declaração anual, e que tenha tido um rendimento anual de R$ 100 mil em 2011. Se ela fizer agora em dezembro um investimento de R$ 12.000 em PGBL, o imposto devido cai em 27,5% disso, ou seja, R$ 3.300.</p>
<p>Se, em algum momento do ano que vem, esta mesma quantia (R$ 12.000) for sacada, 15% de IR é retido na fonte (R$ 1.800). Porém, o restante do imposto (R$ 3.300 &#8211; R$ 1.800 = R$1.500) só vai ser pago no outro ano, no IRPF 2013. Desta forma, o pagamento de parte do IR fica adiado em 1 ano.</p>
<p><strong>Exemplo 2: Investimento em PGBL com a tabela progressiva, de quem declara no modelo completo, e resgate em ano sem rendimento tributável</strong><br />
Considere agora uma pessoa assalariada que vai ficar 2012 sem (ou quase sem) rendimento tributável. Ela pode ir fazer um curso no exterior ou tirar um ano sabático. Ou pode também virar empresária e retirar os rendimentos por dividendo, que é isento de IR.</p>
<p>Supondo que os dados do primeiro exemplo também sejam válidos para ela &#8211; mesmo rendimento e investimento em PGBL -, esta pessoa naturalmente consegue ter a mesma redução de IR neste ano (R$ 3.300). Ao sacar no ano que vem, cabe retenção temporária de 15% (R$ 1.800), como no caso acima. Porém, no IRPF 2013, como R$ 12.000 é o seu único rendimento tributável, esta pessoa se torna isenta e recebe os R$ 1.800 de volta. Nesta situação, a redução de IR de R$ 3.300 foi para valer (e não temporária)!</p>
<p><strong>Exemplo 3: Aplicação de PGBL com tabela progressiva para dependente sem rendimento e resgate no futuro, dentro do limite de isenção</strong><br />
Algo similar ao segundo exemplo acontece quando um pai contribui para a previdência privada de um filho menor e sem renda. A cada contribuição para o filho, o pai consegue reduzir o seu imposto a pagar, supondo que ele sempre declara no modelo completo. Se o filho, na idade de 22 anos, (ainda sem renda, por exemplo) fizer um resgate de R$ 20.000, mais uma vez 15% será retido na fonte. Mas quando fizer a declaração anual, o IR voltará todo. De novo, a redução de IR do pai será para valer (e não temporária).</p>
<p><strong>Exemplo 4: Investimento em VGBL com tabela regressiva e resgate após 10 anos ou mais</strong><br />
A partir de 10 anos, a alíquota de IR cai para 10% para quem optou pela tabela regressiva (tanto PGBL, quanto VGBL). Isso é 5% menor do que renda fixa na menor alíquota. Se uma pessoa faz um investimento por mais de 10 anos e tem um rentabilidade que acompanha a renda fixa, o aspecto tributário acaba gerando um diferencial. Como exemplo, num ganho de R$ 20.000, em vez de pagar R$ 3.000, o IR fica em R$2.000.</p>
<p>Para entender melhor estas situações de benefício fiscal, sugerimos o acesso ao nosso <a title="Conheça e use o simulador" href="http://www.declarecerto.com.br/imposto-de-renda/planejamento-familiar/" target="_blank">simulador de cálculos de IR e planejamento</a>. Além de passar informações adicionais, ele mostra as contas e diferenças (como nos exemplos) com alta precisão, o que pode auxiliá-no no processo de tomada de decisão.</p>
<p>Preste sempre muita atenção na questão tributária. Afinal, é muito desagradável investir no futuro, cometer um erro e ser penalizado com a perda de dinheiro. Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>André Duarte</b>.<br>

Diretor da DeclareCerto IOB, empresa parceira do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/25/brasil-potencia-os-impostos-e-a-necessidade-de-figuras-publicas-empresariais/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 11:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Não há potência econômica livre e democrática que sobreviva à omissão da parcela social geradora de riquezas. O Brasil precisa de figuras públicas empresariais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_brasil_potencia_impostos_necessidade_figura_publica_empresarial.jpg" alt="Brasil Potência: os impostos e a necessidade de figuras públicas empresariais" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros Leitores, antes de tudo preciso contextualizar aquilo que denomino como uma figura pública empresarial. Não se trata aqui de uma medição por conta da cobertura midiática ou sobre o volume de entrevistas concedidas a revistas, sites e jornais especializados em gestão, negócios ou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Da mesma forma, não se trata dos legítimos e acertados apelos para que deixemos de lado os complexos de inferioridade típicos do terceiro mundo em troca de uma atitude acertadamente mais altiva, confiante e determinada.</p>
<p>Trata-se (e aqui estou cobrando), sobretudo, de uma atuação crítica e incisiva daqueles que, em última instância, representam a parcela de contribuintes de maior impacto para a brutal, bilionária e massacrante arrecadação pública brasileira. Alguém que transcenda ideologias, preferências políticas ou interesses setoriais. Mais do que isso, rogo por uma atitude que ultrapasse o patamar das reclamações comuns, mas que traga engajamento, união e profundo senso de participação do empresariado.</p>
<p>Vale lembrar que são também os empresários que, com o seu esforço, suor, disposição ao risco e capacidade para enfrentar intermináveis finais de semana e horas mal dormidas, tocam para frente o desenvolvimento econômico, não obstante o sempre assustador panorama de riscos, a interminável e modorrenta burocracia nacional, uma das maiores taxas de juros do mundo e a nossa tradicional e acachapante carga tributária (sem retorno).</p>
<p><span id="more-6836"></span>É essa a minha cobrança. Confesso o meu cansaço com a eterna ladainha sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">liderança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, motivação e o blá-blá-blá politicamente correto cheio de frases de efeito sobre o mundo socialmente responsável. Isso para não falar da chatíssima retórica corporativa, sempre acompanhada de novas modinhas de ocasião.</p>
<p>Afirmo aqui, para não polemizarmos desnecessariamente, que sou totalmente a favor da atitude socialmente responsável, até por observar nela um pilar de sustentação do sistema. Sobre as modinhas, deixo-as para os aficionados.</p>
<p>Mas, questiono: não seria justamente o cuidado, a vigilância, a ativa fiscalização e o efetivo envolvimento nas questões públicas uma excelente forma de exercer a responsabilidade social, justamente por se tratar de um complexo emaranhado de políticas e ações governamentais financiadas e sustentadas pela tributação de quase um terço de tudo o que produzimos?</p>
<p>Qual é a vantagem de nos colocarmos ficticiamente em um universo paralelo de empreendedorismo, busca incansável por eficiência, inovação, competitividade e senso politicamente correto se, ao mesmo tempo, adotarmos a total condescendência, resignação e abandono com tudo aquilo que pagamos ao Estado e suas resultantes em políticas públicas e sociais?</p>
<p>Não seria essa uma excelente atitude socialmente responsável, dotada de sustentabilidade? Não podemos mais nos esquivar dessas questões. Precisamos, com urgência, sair da toca em que fomos colocados (ou em que nos colocamos) e assumir efetivamente nosso papel.</p>
<p>E que não existam dúvidas sobre o apoio da sociedade civil como um todo, seja ela empreendedora ou não. Ela está cansada, farta, aborrecida e ansiosa pelo Brasil Potência que sem dúvida se constrói e se solidifica a cada dia, mas não suporta mais apenas servir com seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmErdHJhYmFsaG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ela quer ser servida, e com qualidade, pela estrutura que os seus impostos sustentam.</p>
<p>E que também não existam ilusões. Não há potência econômica livre e democrática que sobreviva à omissão da parcela social geradora de riquezas. Eu não conheço.</p>
<p>Até o próximo!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 23:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça investimentos mais rentáveis e seguros que a poupança para garantir rentabilidades maiores em tempos de inflação alta. Compare, comprove e crie sua estratégia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_investimentos_mais_rentaveis_poupanca_tempos_inflacao_alta.jpg" alt="Investimentos mais rentáveis que a poupança em tempos de inflação alta" align="left" hspace="2" vspace="2" />Danilo</strong> comenta: <em>“Navarro, tenho acompanhado o noticiário econômico com atenção e não há um dia em que a inflação não esteja na pauta. Sou um investidor conservador e tenho optado pela caderneta de poupança, mas com a alta da inflação fui alertado por um amigo de que essa decisão pode acarretar perda do meu poder de compra. Quais são as opções, também seguras, mais rentáveis que a poupança atualmente? Obrigado”</em>.</p>
<p>A dúvida sobre o melhor investimento conservador é comum e merece atenção. A questão principal que deve ser analisada é a rentabilidade líquida das alternativas disponíveis, ou seja, qual o retorno real que cada aplicação oferece quando comparados prazos iguais no investimento. Por retorno real compreende-se o percentual de ganhos depois de descontados impostos, taxas de administração e inflação no período.</p>
<p><strong>Por que o medo da inflação?</strong><br />
A inflação é realmente tema recorrente na mídia especializada. Não por acaso. O <a title="Veja a evolução do IPCA" href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/ipca-inpc_201109_1.shtm" target="_blank">IPCA</a> (Índice de Preços ao Consumidor Ajustado) acumula 7,31% no período de 12 meses encerrado em setembro passado. No ano, o mesmo IPCA já atinge 4,9%, valor acima do centro da meta estipulada pelo governo para o ano todo, de 4,5%. A <a title="Leia mais sobre a previsão da inflação" href="http://exame.abril.com.br/economia/noticias/analistas-elevam-expectativa-de-inflacao-pela-3a-semana-seguida" target="_blank">previsão oficial do BC (Banco Central) para este ano é de 6,4%</a>. O mercado acredita em pelo menos 6,5%, valor que configura o teto da meta. Se desejar, leia mais sobre o <a title="Regime de metas de inflação" href="http://dinheirama.com/blog/2007/10/16/que-tal-o-regime-de-metas-de-inflacao/" target="_blank">regime de metas de inflação</a> em um artigo do Ricardo Pereira.</p>
<p><span id="more-6667"></span>A variação de preços já é sentida em diversos estabelecimentos. Em termos práticos, a inflação significa a perda do poder de compra da moeda frente aos preços praticados no mercado em geral. O valor de um produto daqui alguns meses/anos será diferente daquele praticado hoje. Logo, a decisão de investir de forma a multiplicar seu patrimônio precisa considerar escolhas capazes de sustentar (aumentar) seu poder de compra ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Opções conservadoras de investimentos</strong><br />
Neste texto, apresento uma análise simples e objetiva dos principais tipos conservadores de aplicação e suas características diante do cenário de alta inflação.</p>
<p><strong>Caderneta de poupança</strong><br />
Isenta de taxas e impostos, é recomendada como colchão financeiro para emergências (fundo de reserva) e objetivos de curtíssimo prazo (até seis meses). Com liquidez imediata e facilidade/comodidade na operação, é muitas vezes a “porta de entrada” de muitos brasileiros no mundo dos investimentos.</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> mínimo de 0,5% ao mês mais TR (Taxa Referencial), que varia de acordo com a taxa média dos CDBs dos 30 maiores bancos.<br />
<strong>Rentabilidade dos últimos 12 meses:</strong> 7,31%.</p>
<p><strong>Fundos de Renda Fixa</strong><br />
Opção administrada por bancos/gestores, que permitem ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> participar mediante negociação de cotas e pagamento de uma taxa de administração. As decisões de investimentos do patrimônio do fundo são responsabilidade dos administradores e se concentram em títulos diversos, tanto pós-fixados (Fundos DI), quanto prefixados (Fundos de Renda Fixa).</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> o retorno está normalmente atrelado à variação da taxa básica de juros da economia (Taxa Selic), atualmente em 12% a.a., que baliza as operações e empréstimos entre as instituições financeiras e o CDI (Certificado de Depósitos Interbancários).</p>
<p><strong>Rentabilidade média (12 meses) dos Fundos DI:</strong> 8,96%.<br />
<strong>Rentabilidade média (12 meses) dos Fundos de Renda Fixa:</strong> 9,48%.<br />
Os valores acima expressos já tem descontada a taxa de administração, mas não o IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados foram retirados do <a title="Acesse o site da ANDIMA" href="http://www.andima.com.br/r_diaria/resultados/sec01.html" target="_blank">site da ANDIMA</a> (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).</p>
<p><strong>CDB (Certificado de Depósito Bancário)</strong><br />
São títulos de dívida emitidos pelos bancos que normalmente possuem prazo de vencimento que variam de 30 dias a dois anos. Por oferecerem os títulos em troca de dinheiro para se capitalizar (e emprestar mais caro), os bancos não cobram taxas de administração.</p>
<p>O risco de um investimento em CDB está diretamente relacionado à saúde financeira da instituição que vende o título. Problemas financeiros podem significar falta de liquidez e de capital para honrar os compromissos com os clientes. Caso o banco quebre, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) garante até R$ 70 mil de volta por CPF.</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> as taxas pagas ao cliente variam bastante, o que significa rentabilidade diferente de acordo com o banco escolhido. Bancos menores, e por consequência com maiores chances de calote, oferecem maior rentabilidade. No entanto, bancos maiores tendem a oferecer maiores facilidades (aporte menor, resgate automático etc.).</p>
<p>O retorno do CDB deve perseguir o CDI ou a Taxa Selic. Procure títulos que paguem, pelo menos, 95% do CDI. Conseguir 100% ou mais é desejável, mas nem sempre é fácil para aportes iniciais mais baixos ou prazos mais curtos. Bancos pequenos e médios já oferecem essa opção por aqui, com qualquer aporte mínimo e pagamento de 100% do CDI para CDB sem carência e até 110% do CDI para CDB com carência de três anos.</p>
<p><strong>Rentabilidade média (12 meses) do CDB para pequenas quantias:</strong> 9,41%. Esse valor não contempla incidência do IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados são da <a title="Acesse a Agência Estado" href="http://economia.estadao.com.br/renda_fixa.htm" target="_blank">Agência Estado</a>.</p>
<p><strong>Títulos Públicos (Tesouro Direto)</strong><br />
Títulos públicos são ativos de renda fixa cujo objetivo é viabilizar a captação de recursos para: a) financiar o déficit orçamentário; b) refinanciar a dívida pública; e c) realizar operações para fins específicos, definidos em lei. São quatro as modalidades de título disponíveis e seus tipos variam de acordo com o perfil do investidor e tempo de investimento (curto e médio prazo).</p>
<p>Para aplicações de curto prazo, estão disponíveis as Letras do Tesouro, nas opções LFT (Letra Fiananceira do Tesouro) e LTN (Letra do Tesouro Nacional). Para o médio prazo estão disponíveis a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B) e NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F).</p>
<p><strong>Rentabilidade:</strong> a rentabilidade varia de acordo com o tipo de título e o preço de aquisição, podendo ser prefixada (LTN), indexada à taxa SELIC (LFT), indexada ao IGP-M (NTN-C) ou indexada ao IPCA (NTN-B). Para detalhes e dicas sobre cada opção e como investir, leia o artigo <a title="Leia o artigo sobre Tesouro Direto e suas vantagens" href="http://dinheirama.com/blog/2011/01/20/tesouro-direto-como-investir-rentabilidade-vantagens-e-caracteristicas/" target="_blank">“Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características”</a>.</p>
<p><strong>Rentabilidade (12 meses) de uma LFT com vencimento em 01/2013:</strong> 12,8%.<br />
<strong>Rentabilidade (12 meses) de uma NTN-B com vencimento em 08/2012:</strong> 14,4%.<br />
Os valores acima expressos já têm descontadas a taxa de custódia da CBLC (0,4% a.a.) e a taxa média dos agentes de custódia (0,3% a.a.), mas não o IR (Imposto de Renda), que será detalhado ao final do artigo. Os dados foram retirados do <a title="Acesse o site do Tesouro Direto" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade.asp" target="_blank">site do Tesouro Direto</a>.</p>
<p><strong>Recolhimento de Imposto de Renda para Renda Fixa</strong><br />
À exceção da caderneta de poupança, todos os demais <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em renda fixa determinam que o investidor deva recolher Imposto de Renda sobre os ganhos mediante tabela de alíquotas estabelecida pela Receita Federal:</p>
<ul>
<li>Investimentos com prazo inferior a seis meses, alíquota de 22,5%;</li>
<li>Prazo superior a seis meses, mas inferior a 12 meses, alíquota de 20%;</li>
<li>Prazo superior a doze meses, mas inferior a 24 meses, alíquota de 17,5%;</li>
<li>Prazo superior a 24 meses, alíquota de 15%;</li>
<li>Fundos tem ainda a cobrança semestral do IR na figura do come-cotas. Acesse e leia o artigo <a title="Imposto de renda nos fundos de investimento: o famoso come-cotas" href="http://dinheirama.com/blog/2011/05/09/imposto-de-renda-nos-fundos-de-investimento-em-renda-fixa-o-famoso-come-cotas/" target="_blank">“Imposto de Renda nos fundos de investimento em renda fixa: o famoso come-cotas”</a> e entenda como ele funciona. Eventuais diferenças são pagas no momento do resgate.</li>
</ul>
<p><strong>Comparativo das rentabilidades</strong><br />
Com o objetivo de apresentar uma análise mais prática, decidi levantar os possíveis retornos dessas alternativas consultando os sites dos bancos, órgãos reguladores, ANBIMA e Tesouro Direto para montar um quadro comparativo entre as rentabilidades mínimas e máximas encontradas.</p>
<p>Cabe ressaltar que as taxas exibidas contemplam desconto das taxas de administração, custódia e IR correspondente a 20% dos ganhos (prazo entre um e dois anos). Por isso os valores diferem um pouco dos apresentados nos resumos de cada aplicação publicados alguns parágrafos acima.</p>
<p>Ao observar o comparativo abaixo, tenha em mente que as rentabilidades mínimas apresentadas foram encontradas buscando histórico recente das alternativas indicadas: para os fundos, este grupo representa os produtos com taxas de administração altas, de 2% a 4,5%; no caso dos CDBs, estão com rentabilidades menores aqueles de bancos grandes, que normalmente pagam entre 75% e 85% do CDI.</p>
<p>Para a rentabilidade máxima foram pesquisados produtos mais interessantes (tanto fundos quanto títulos) em bancos menores e menos famosos. Para todas as opções foi respeitado o prazo de doze meses. Logo, a distorção entre o retorno mínimo e o máximo se dá por conta das muitas opções disponíveis no varejo, o que mostra a importância de pesquisar muito antes de aceitar a primeira oferta de seu gerente de contas.</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_grafico_rentabilidades_opcoes_conservadoras_investimento.png" alt="Comparativo de rentabilidades das alternativas conservadoras" /></p>
<p><strong>Análises e conclusões</strong><br />
O texto de hoje tem como objetivo servir de referência para suas decisões de investimento reforçando a importância de conhecer bem as aplicações conservadoras disponíveis atualmente. Cabe destacar algumas conclusões a partir das informações aqui publicadas:</p>
<ul>
<li>Por sua característica simples e acessível, <strong>a caderneta de poupança oferece boa rentabilidade para quem deseja começar a criar o hábito de poupar</strong> e pretende usar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em um prazo inferior a seis meses (período em que a alíquota de IR das demais alternativas bate em 22,5%);</li>
<li><strong>Escolher um fundo DI ou fundo de renda fixa sem pesquisar muito bem pode significar rentabilidade líquida menor que a da caderneta de poupança.</strong> Neste sentido, o alerta é em relação à taxa de administração cobrada, que deve ser inferior a 1,5%, e à estratégia de investimento do fundo, claramente <a title="Aprenda a ler e interpretar um prospecto" href="http://dinheirama.com/blog/2007/09/11/fundo-de-investimento-raio-x-ii/" target="_blank">detalhada em seu prospecto</a>. Fundos com taxas mais altas dificilmente renderão mais que a poupança no curto prazo;</li>
<li><strong>CDBs e Títulos Públicos tem uma rentabilidade líquida semelhante para os piores casos, mas a opção pelo Tesouro Direto é mais inteligente porque oferece liquidez maior e maior segurança.</strong> Alguns bancos maiores só chegam a 85% ou mais do CDI exigindo carência no investimento (prazo mínimo). Os títulos tem leilões semanais e um mercado secundário bastante ativo;</li>
<li><strong>CDBs de bancos médios e menores tendem a oferecer rentabilidades muito interessantes, bem acima dos concorrentes mais famosos.</strong> Neste caso, em que a solidez da instituição não é tão reconhecida, a dica é investir montantes que não ultrapassem o limite garantido pelo FGC, ou seja, R$ 70 mil;</li>
<li><strong>Os títulos públicos (Tesouro Direto) oferecem excelentes rentabilidades no médio prazo, especialmente se consideradas as opções pós-fixadas e atreladas à inflação.</strong> Particularmente, gosto e recomendo a NTN-B por sua característica de preservar o poder de compra aliada a uma taxa de retorno bastante atrativa;</li>
<li>No geral, são boas as perspectivas para quem deseja garantir bons retornos através de aplicações conservadores. Tomar essa decisão diante do desejo explícito do governo e do BC em continuar baixando os juros e optar por investir diretamente em títulos privados (CDBs) e públicos (Tesouro Direto) tende a trazer retornos mais interessantes que produtos bancários tradicionais (fundos e caderneta de poupança).</li>
</ul>
<p>Por fim, cabe lembrar que as alternativas não são excludentes, isto é, você pode (e deve) investir de forma a diversificar sua cesta de investimentos. Você deve criar sua estratégia de acordo com seus objetivos de curto, médio e longo prazo, além de certificar-se de que suas decisões sejam coerentes com seu grau de aversão ao risco.</p>
<p>Eu, por exemplo, gosto de manter o fundo de emergência com muita liquidez (poupança) e então aproveitar os CDBs de bancos pequenos para capitalização de curto prazo (até R$ 70 mil) e títulos públicos atrelados à inflação para sustentar metas de médio prazo (assim garanto o poder de compra sempre). Para o longo prazo prefiro o investimento em renda variável (ações e fundos de ações de gestores independentes).</p>
<p>Espero ter contribuído de forma a enriquecer o debate que cerca as decisões mais conservadoras de investimentos. Para mais detalhes das alternativas disponíveis e informações sobre as rentabilidades, leia também o excelente texto <a title="Leia mais no blog da Denyse Godoy" href="http://denysegodoy.folha.blog.uol.com.br/arch2011-09-04_2011-09-10.html#2011_09-05_01_02_49-166641623-0" target="_blank">“Reavalie seus investimentos com a nova etapa da crise mundial”</a>, do blog <a title="Acesse o blog" href="http://denysegodoy.folha.blog.uol.com.br/" target="_blank">“Ganhar, Gastar, Guardar”</a> editado pela jornalista <strong>Denyse Godoy</strong> no portal <a title="Acesse a Folha on-line" href="http://folha.com.br" target="_blank">Folha.com</a>.</p>
<p>Compartilhe conosco sua visão sobre os investimentos conservadores e como gerencia suas decisões neste sentido. Se quiser, encontre-me também no Twitter: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/05/como-fazer-para-ter-um-prospero-ano-novo/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 17:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Garanta um Próspero Ano Novo adiantando as questões financeiras e profissionais que o preocupam e priorizando a mudança de comportamento e atitude para realizar suas promessas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_como_fazer_ter_prospero_ano_novo.jpg" alt="Como fazer para ter um Próspero Ano Novo?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Já repararam que o ano está “acabando” cada vez mais cedo? Mal chegou outubro e já temos Panetone nos supermercados, carros 2012 nas lojas (esses, então, começam a trocar de ano cada vez mais cedo), decoração natalina para vender no comércio, lojas começando mais uma <em>“queima total, ficamos malucos, descontos nunca vistos antes”</em> e muitas outras ocorrências típicas de final de ano.</p>
<p>Aliás, o décimo terceiro salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele gaste-o antes mesmo de “ver sua cor”. Temos que lembrar que depois de toda festa regada a muita bebida vem uma forte ressaca.</p>
<p>Estou falando de Janeiro, o mês dos “I”s. IPVA, IPTU, <em>“ihhhhh faltou dinheiro para a matrícula dos filhos”</em> e por aí vai. Lembrando que teremos um forte IGP-M (inflação também começa com “i”) em 2012, por mais que o governo prometa que será uma nova “marolinha”.</p>
<p><span id="more-6653"></span>A verdade é que quem consegue passar de janeiro “no azul”, tem grandes chances de continuar na mesma situação no decorrer do ano. Vamos a algumas dicas de como podemos alcançar 2012 em paz e com a saúde física e financeira preservadas. Afinal, um bolso saudável ajuda até mesmo a cuidar melhor da nossa saúde e bem estar. Até mesmo a OMS reconhece a importância da “saúde social” para o nosso bem estar.</p>
<p><strong>1) Conheça a si mesmo antes de começar o Ano Novo.</strong> Saiba quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater.</p>
<p>O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) a seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos. Procure não contrair dívidas que consumam mais do que 30-35% de sua renda.</p>
<p><strong>2) Só pense em adquirir um novo bem se estiver bem financeiramente.</strong> Simples assim.</p>
<p><strong>3) Aprenda a mágica dos juros compostos em aplicações financeiras e a tragédia nas compras a prazo.</strong> Não se iluda com o pensamento “essa parcela cabe no meu bolso tranquilamente”. Antes de fechar uma compra, entenda bem como funciona o mecanismo das prestações.</p>
<p><strong>4) Dedique um pouco do seu tempo para pensar na sua carreira profissional.</strong> Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos aproveitando a tranquilidade de estar empregado?</p>
<p><strong>5) Não seja acomodado.</strong> O mundo gira, e cada vez mais rápido, à medida que ficamos mais velhos.</p>
<p><strong>6) Desenvolva seu <em>network</em>.</strong> Participe de grupos e fóruns relacionados à sua carreira e áreas de interesse pessoal.</p>
<p><strong>7) Nem só de empréstimos e financiamentos vive o mundo.</strong> Se você já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. A poupança própria seria ainda melhor. Fuja do imediatismo.</p>
<p><strong> <img src='http://dinheirama.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico.</strong> Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.</p>
<p><strong>9) Quem deve cuidar da sua saúde financeira é VOCÊ!</strong> Para tal, conheça os planos que seu banco oferece e informe-se muito bem sobre as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde “aperta o calo” é você.</p>
<p><strong>10) Seja realista!</strong> Não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer “a viagem dos sonhos” devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar as dívidas e pense duas vezes antes de contrair uma nova.</p>
<p><strong>11) Cheque especial não é<em> &#8220;complemento do salário&#8221;</em>.</strong> Cheque especial, apesar de estar sempre disponível, só deve ser usado em situações REAIS de emergência e deve ser coberto o mais rápido possível.</p>
<p>Por fim, tenha em mente que o importante é &#8220;viver em paz&#8221; com o seu dinheiro. Não adianta tratar o dinheiro a partir do comportamento bipolar, isto é, no início do mês ele é &#8220;do bem&#8221; (você tem dinheiro) e no fim do mês ele é &#8220;do mal&#8221; (o dinheiro se foi). Dinheiro deve ser a nossa base sólida para a prosperidade, para o nosso futuro.</p>
<p>Não existem grandes lavouras sem pequenas sementes. Não existem grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não está só contraindo dívidas; está também deixando de plantar as sementes do seu futuro. Vamos começar?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Economia e Política: finalmente com os pés no chão!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/08/economia-e-politica-finalmente-com-os-pes-no-chao/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/07/08/economia-e-politica-finalmente-com-os-pes-no-chao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 18:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As relações políticas movem decisões estratégicas também no lado econômico. Como isso influencia nosso projeto de nação e o futuro do Brasil? Um polêmico ponto de vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Economia e Política: finalmente com os pés no chão!" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_politica_economia_revolucao.jpg" alt="Economia e Política: finalmente com os pés no chão!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Conforme cometei em artigos anteriores, aguardava o momento para novamente abordar a nossa seara econômica. Hoje volto ao assunto, mas, como sempre, não deixarei de lado o momento político, uma vez que se trata, lamentavelmente, do vetor principal da vida econômica no nosso País.</p>
<p>Por mais que o mundo corporativo/empreendedor despreze a política e seus agentes, por mais que teimem em deixá-la de lado e evitar qualquer espécie de participação ou militância, não podemos nos esquecer de que convivemos com uma arrecadação correspondente a <a title="Carga tributária no Brasil" href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/03/carga-tributaria-foi-de-3513-do-pib-em-2010-diz-instituto.html" target="_blank"><strong>35%</strong> de toda a riqueza gerada</a> – e, pior, aproximadamente <strong>100 milhões</strong> de brasileiros – a metade de nossa população – vivem total ou parcialmente de recursos repassados pelas três esferas governamentais (municipal, estadual e federal).</p>
<p>Esses dados alarmantes (ou dramáticos), que tem origem nos estudos do economista <strong>Raul Velloso</strong> – presidente do movimento <a title="Conheça o Movimento Brasil Eficiente" href="http://www.brasileficiente.org.br/Home.aspx" target="_blank">Brasil Eficiente</a> e um dos maiores especialistas em contas públicas da atualidade – mostram o quanto o aparelho estatal, e por consequência o processo político, influencia as nossas vidas. Logo, dissociar o mundo corporativo, empreendedor e da livre iniciativa desse elemento torna-se, no mínimo, uma falha grosseira.</p>
<p><span id="more-6286"></span>Em resumo, não seria um absurdo dizer que o Brasil, apesar de todo o processo de privatização e das modernizações que se implementaram a partir dos anos 90, ainda é uma nação com preponderante influência estatal, garantindo à dinâmica política a devida relevância estratégica.</p>
<p>Neste contexto, o que nos resta é torcer para que o rolo compressor governamental não avance coeso e avassalador sobre nossas vidas, direitos e liberdades. E não é por outro motivo que comemoro quando, no noticiário cotidiano, observo as dificuldades que o atual governo enfrenta – me referindo a esfera federal –, seja para coordenar sua base de apoio parlamentar ou para avançar em projetos estratégicos.</p>
<p>A esse cenário adiciono o panorama econômico, marcado pela dificuldade de conter a valorização da moeda e emperrado pela necessidade das absurdas taxas de juros para conter a inflação. Em resumo, vivemos em uma novela dramática com importantes atores, mas com um protagonista principal muito bem definido chamado governo.</p>
<p>E não se engane ao imaginar que sou da turma do “quanto pior melhor”. Nada disso! Muito pelo contrário, simplesmente acredito na força renovadora e na capacidade de reciclagem das sociedades. E o que mais me deixa feliz é justamente essa crescente percepção em quase todos os círculos e ambientes.</p>
<p>É natural que, no curto prazo, essa sopa não seja nada digestiva. No longo prazo, no entanto, ela fortalecerá o sistema como um todo, uma vez que trazidos à consciência de nossos problemas políticos, sociais e estruturais, seremos obrigados a buscar soluções, aperfeiçoamentos e ajustes. Isso se quisermos manter o mito no qual o mundo nos colocou, “uma poderosa nação emergente” – cabe lembrar que antes não havia cobrança internacional e bastava conviver com as frustrações domésticas.</p>
<p>Com o pé na realidade tal como ela se apresenta, e ainda sem navegar em mar revolto, poderemos, sem o pânico dos gregos ou o grito de vitória espanhol dos anos 90, evitar definitivamente os ufanismos infantis e a crença sem sentido, que vinha ganhando terreno nos últimos anos, de que de agora em diante navegaremos <em>“livres de obstáculos e no máximo atingidos por inofensivas marolinhas”</em> e dedicar a nossa energia em busca de soluções duradouras, sustentáveis e consistentes.</p>
<p>Quando o véu do entusiasmo barato cai, somos acordados pelo grito da realidade. Então nos resta um único caminho, que está muito distante de comemorações ou consagrações míopes, mas nos empurra e nos impele a seguir em frente, cientes de que na democracia onde vivemos não haverá espaço para omissões. Você está pronto para fazer parte disso tudo?</p>
<p>Um grande abraço e até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 17:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois das festas de final de ano, a realidade: janeiro chegou e com ele muitas contas, IPVA, IPTU, matrícula na faculdade e muito mais. Como se organizar? O que mudar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_tvdinheirama_janeiro_ipva_material_escolar.jpg" alt="TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar" hspace="2" vspace="2" align="left" />Janeiro chegou e com ele muitas despesas. Algumas recorrentes, outras decorrentes da falta de planejamento no final de ano. Nesta edição da <strong><a title="Assista e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> comento sobre a importância do planejamento a fim de evitar sustos sempre que o Ano Novo começa. IPVA, IPTU, matrícula, material escolar, viagem e outras despesas costumam sempre aparecer nesta época. O que fazer para começar o ano com as contas em dia e com o orçamento financeiro sobre controle? Aproveitar 2011 para já pensar nas mesmas despesas de 2012 é bom! Assista e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=SL7HncOS59k">http://www.youtube.com/watch?v=SL7HncOS59k</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>ExpoManagement 2009: Paul Krugman e a economia do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paul Krugman, Nobel de Economia em 2008, acredita que a euforia do mercado brasileiro é perigosa e alerta quanto ao excesso de valorização da moeda nacional! Leia o que ele diz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="ExpoManagement 2009: Paul Krugman e a economia do Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_paul_krugman_economia_brasil.jpg" alt="ExpoManagement 2009: Paul Krugman e a economia do Brasil" hspace="2" vspace="2" align="left" />Durante a semana, estive presente na <a title="Conheça detalhes da ExpoManagement 2009" href="http://www.expomanagement.com.br/" target="_blank"><strong>ExpoManagement 2009</strong></a> representando o <em>Dinheirama</em>. Grande evento que reuniu personalidades influentes no mundo corporativo e financeiro internacional. Estiveram presentes <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWljaGFlbCtQb3J0ZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Michael Porter<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Bill Tancer, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SmFjaytXZWxjaF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Jack Welch<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Vicente Falconi, entre outros. Como sou apaixonado pela discussão econômica, não poderia perder a oportunidade de assistir a palestra do Nobel em Economia de 2008, <strong>Paul Krugman</strong>, que, parece, foi a grande estrela do evento.</p>
<p>Mais do que a palestra, estive presente na coletiva de imprensa onde Krugman respondeu a inúmeros questionamentos sobre a economia mundial e, principalmente, sobre o atual cenário econômico em que o Brasil se encontra. Listo aqui alguns tópicos abordados durante sua apresentação e coletiva para que possamos absorver seu conhecimento e discuti-lo.</p>
<p><strong>Desemprego, inimigo público número um dos EUA</strong><br />
Percebi durante toda a coletiva que Paul Krugman mantém uma grande preocupação em relação ao desemprego nos EUA. E disse que o governo foi decepcionante em relação a esse tema. Tenho que concordar, pois a enorme ajuda financeira destinada a bancos e outras instituições financeiras não foi estendida na mesma dimensão a outros setores.</p>
<p><span id="more-3534"></span>É obvio que um cataclisma nos bancos sacudiria todo o mundo corporativo, afetando de forma ainda mais negativa a geração de empregos e as demissões. No entanto, ainda concordo com Krugman e parece que a melhor forma de mudar essa triste realidade americana passa pelo estímulo fiscal. De acordo com Paul Krugman, sobre o aspecto das instituições financeiras o pior da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3Jpc2UrZmluYW5jZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">crise<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> já passou, sobrando resolver a questão social que surgiu após o colapso.</p>
<p><strong>Brasil: lidando com o sucesso</strong><br />
Quando falava do Brasil, percebi que o Nobel de Economia tentava conter a euforia presente na sala de imprensa. É inegável que os ventos são favoráveis e que o resultado positivo do presente é oriundo de 15 anos de política econômica mais responsável e austera. Vale lembrar que o mesmo entusiasmo já foi observado no mundo por outros países como Argentina e México, só para citar alguns exemplos.</p>
<p>Krugman fez questão de dizer que, sobre o aspecto sócio econômico, o Brasil, diferentemente dos outros países chamados emergentes, se encontra em situação melhor. Sua população inegavelmente subiu degraus importantes e o país é menos pobre na sua totalidade. Entretanto, alguns aspectos devem ser melhor desenvolvidos, como educação e infraestrutura. Via de regra, são gargalos que o Brasil precisa enfrentar de forma decisiva como forma de crescer de forma sustentável.</p>
<p><strong>Brasil fortalecido após a crise</strong><br />
O comportamento do Brasil durante a crise recebeu elogios: <em>“Pela Primeira vez em minha carreira profissional, percebo que o Brasil se saiu melhor da crise do que a maioria dos países”</em>. Elogios à parte, a entrada maciça de capital internacional pode significar o surgimento de uma bolha financeira sem precedentes. Parece que esse será o grande desafio para os próximos anos. A receita para continuar avançando passa por: austero controle dos gastos públicos, manutenção da política de superávit, controle de metas de inflação e sustentação das reservas internacionais.</p>
<p>Acima de tudo, Paul Krugman demonstra muita responsabilidade quando fala. Ele não quis tecer comentários sobre Ben Bernanke e um novo mandato para o presidente do Federal Reserve, pois, em outros tempos, este já foi responsável por empregá-lo em uma universidade. Ficou em cima do muro.</p>
<p>Sobre seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> pessoais, ele disse, com ótimo humor, que ainda precisa fazer seu “pé de meia”, mas que felizmente recebeu uma ajudinha do “pessoal da Suécia” (referência ao prêmio recebido – Nobel de Economia 2008). E ainda deixou escapar que possui alguns títulos da dívida brasileira como investimento pessoal: <em>“Sou invariavelmente muito cauteloso com meu dinheiro”</em>.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bate papo sobre final de ano, planejamento e 2010</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/29/bate-papo-sobre-final-de-ano-planejamento-e-2010/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já parou para pensar nas contas e nas finanças da família agora que o final de ano e as festas se aproximam? Com planejamento, é possível curtir muito e ainda assim começar 2010 com os gastos e os planos em dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana retrasada tive a ótima oportunidade de, mais uma vez, participar de um bate papo com o apresentador e amigo <strong>Octavio Scofano</strong>. Desta vez, conversamos sobre planejamento financeiro, despesas de final de ano, gastos, dívidas que podem ser pagas usando o 13o. salário e também sobre as contas que insistem em aparecer nos primeiros meses do Ano Novo. Como lidar com tudo isso e ainda sustentar uma vida financeira equilibrada e com capacidade de investimento? Veja nossa conversa e deixe seu comentário:</p>
<div><object width="512" height="322"><param name="movie" value="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.46" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="AllowScriptAccess" VALUE="always" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="flashVars" value="id=16618416&#038;vid=6408284&#038;lang=pt-br&#038;intl=br&#038;thumbUrl=&#038;embed=1" /><embed src="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.46" type="application/x-shockwave-flash" width="512" height="322" allowFullScreen="true" AllowScriptAccess="always" bgcolor="#000000" flashVars="id=16618416&#038;vid=6408284&#038;lang=pt-br&#038;intl=br&#038;thumbUrl=&#038;embed=1" ></embed></object><br /><a href="http://br.video.yahoo.com/watch/6408284/16618416">Itajubá em Foco-Canal20 Dicas de planejamento para o fim de ano</a> no <a href="http://br.video.yahoo.com" >Yahoo! Vídeo</a></div>
<p>Estamos criando novas pautas para outras entrevistas, e todas serão compartilhadas com vocês aqui no <em>Dinheirama</em>. Quer sugerir um tema interessante para colocarmos em pauta? Deixe sua sugestão no espaço de comentários deste <em>post</em>. Obrigado e até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>13o. salário, final de ano e a busca pela felicidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/11/16/13o-salario-final-de-ano-e-a-busca-pela-felicidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você vai usar o seu 13o. salário? Compras? Pagamento de dívidas? Como forma de poupança e investimento? Pesquisas revelam o comportamento do brasileiro e nos convidam a algumas reflexões sobre educação financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="13o. salário, final de ano e a busca pela felicidade" src="http://dinheirama.com/files/2009/11/dinheirama_13osalario_felicidade_ano_novo.jpg" alt="13o. salário, final de ano e a busca pela felicidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Chega o final de ano e com ele o 13o salário. Estimativas do Dieese dão conta de que cerca de R$ 85 bilhões serão injetados na economia em 2009 com os depósitos do 13o nas contas dos brasileiros, valor 8% superior ao pago ano passado – no total, cerca de 70 milhões de brasileiros (trabalhadores, aposentados e pensionistas) devem ser beneficiadas, número 2,4% maior que o do ano passado.</p>
<p>Agora que você tem noção de alguns números em torno do 13o salário, surge a pergunta que não quer calar: ao receber o “bônus”, qual será sua função diante de seus compromissos e interesses financeiros? O dinheiro será usado para consumo (compras, presentes etc.), para poupança (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>) ou para pagar dívidas (cheque especial ou cartão de crédito)? As respostas divergem e preocupam.</p>
<p>De acordo com pesquisa realizada pela Anefac (Associação de Executivos de Finanças), o principal destino do 13o será a quitação de dívidas. Veja os resultados deste levantamento feito com 624 consumidores de todas as classes sociais:</p>
<ul>
<li>64% vão usar o dinheiro para pagar cartão de crédito e cheque especial, entre outras contas;</li>
<li>17% vão usar o dinheiro para comprar presentes;</li>
<li>10% vão usar o 13o para os gastos de início de ano;</li>
<li>2% vão usar o dinheiro para compra/reforma da casa;</li>
<li>1% vão usar o montante para poupança/investimento.</li>
</ul>
<p><span id="more-3361"></span>Resulta que pouquíssimos brasileiros consideram o dinheiro extra como uma alternativa de formar poupança e investir no futuro. Observando de outra forma, fica claro que o 13o salário está incorporado na agenda financeira das famílias e que sua chegada é bastante antecipada – gastos &#8220;em seu nome&#8221; são feitos muito antes do final do ano.</p>
<p>Vejamos outra pesquisa, realizada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), baseada em mil entrevistas realizadas em 70 cidades de nove regiões metropolitanas:</p>
<ul>
<li>36,6% dos entrevistados vão usar o dinheiro para fazer compras;</li>
<li>31,7% vão usar o 13o salário para o pagamento de dívidas;</li>
<li>14% vão usar o dinheiro extra para <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">poupança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e investimento;</li>
<li>7,3% não sabem o que vão fazer com dinheiro;</li>
<li>4,9% pagarão uma viagem;</li>
<li>4,9% usarão o dinheiro para reforma/compra de casa.</li>
</ul>
<p>As proporções se alteraram em relação à primeira pesquisa apresentada, mas as conclusões persistem. O consumo, representado também pelos compromissos assumidos que ultrapassam o bom senso, continua líder disparado na relação com o futuro e com a qualidade de vida. Para os que se interessarem, uma análise mais detalhada desta pesquisa da ACSP pode ser encontrada em <a title="Pesquisa ACSP - 13o. salário - InfoMoney" href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1715461&amp;path=/suasfinancas/" target="_blank">recente materia do portal InfoMoney</a>.</p>
<p><strong>Algumas reflexões<br />
</strong>Os números estão ai e retratam como age boa parte de nossa população. Intrigado com as respostas, pensei: <em>“Por que não investigar como pensa o leitor do Dinheirama, que tem doses diárias de educação financeira e busca trabalhar bem seu orçamento familiar?”</em>. Abri então uma enquete sobre o uso do 13o salário, disponível na barra lateral aqui do blog. Creio que dentre aqueles interessados e engajados, educação financeira faça mesmo diferença.</p>
<p>No final, o problema não está no uso do dinheiro extra recebido no final de ano, mas nas responsabilidades a que seu dono se amarra sem qualquer planejamento. O que acontece?</p>
<ul>
<li>Porque não planejou suas despesas, passa um Natal farto, viaja no reveillón, mas parcela em condições ruins os estudos e usa o cheque especial para cobrir a necessidade de pagar impostos no início do ano;</li>
<li>Porque antecipou restituição de Imposto de Renda e acabou exagerando nas compras do ano, decide usar o 13o salário para dar vazão aos desejos de um Natal repleto de presentes e um final de ano digno de comemoração. E atrasa o pagamento do cartão de crédito que ele esqueceu de guardar e que insiste em assustá-lo em janeiro seguinte;</li>
<li>Porque o 13o salário evaporou ao quitar dívidas passadas, mas não se fez presente o suficiente para deixar a lição, o ensinamento. Afinal, dizem, dever um pouco faz parte e a cabeça do brasileiro funciona melhor quando se pensa em quanto ele pode pagar. Nada custa R$ 1000,00, mas sim 10 vezes de R$ 100,00. O Natal farto se garante e os impostos e novas dívidas são jogados para o ano seguinte, rolados com “jeitinho” e uso do crédito (cartão, cheque especial, CDC etc.).</li>
</ul>
<p><strong>Só assim&#8230;</strong><br />
Alguns insistem na romântica visão de que, não sendo assim, nada se conquista. E vão além: sem se endividar, o brasileiro não consegue manter em dia sua felicidade e satisfazer alguns de seus desejos. Para estes, a equação é simples: um Natal farto vale por muitos dias tristes e sem dinheiro. E concluem: para os dias tristes, há sempre um cartão de crédito, um carnê ou um especial pedaço de papel aceito como dinheiro.</p>
<p>Farto? Felicidade? Tristeza? Caro? Juros? Crédito? Tais fortes palavras representam muito mais para nossa capacidade de justificar que para a realidade de nossas vidas. Distorcemos as razões usadas para consumir de forma a criar uma barreira contra qualquer crítico do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3VtaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">consumo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> desequilibrado. E o 13o salário é a oportunidade de fechar o ano com “chave de ouro”, comprando ou pagando por aquilo que nos faz melhores.</p>
<p>Ironicamente, o que nos faz melhores agora não nos diferencia assim que o ano novo começa. E a perseguição continua. Transformamos a felicidade em algo medido pela quantidade de desejos satisfeitos, sonhos realizados. O fim, muitos já descobriram, é uma família dilacerada, com dívidas insustentáveis, baixa autoestima e muita culpa. Tudo em nome da felicidade. Como se ser feliz fosse assim tão difícil.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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