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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; imprevisto</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; imprevisto</title>
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		<title>Investimentos, projetos de vida e o tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 17:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual o seu foco nos investimentos? Difícil responder? Não se assuste, o silêncio diante da pergunta ainda é muito comum. Que tal uma pergunta mais direta: você investe com que objetivos? Sim, porque só tem disciplina aquele que sabe onde quer chegar e o que quer conquistar. Ao tentar responder esta pergunta, o investidor pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/09/dinheirama_investimento_futuro_aposentadoria.jpg" alt="Investimentos, projetos de vida e o tempo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Qual o seu foco nos <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investimentos/format:box">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>? Difícil responder? Não se assuste, o silêncio diante da pergunta ainda é muito comum. Que tal uma pergunta mais direta: você investe com que objetivos? Sim, porque só tem disciplina aquele que sabe onde quer chegar e o que quer conquistar. Ao tentar responder esta pergunta, o investidor pode se deparar com diversas possibilidades e porquês, mas o crucial é manter a qualidade nos investimentos.</p>
<p><strong>Qualidade? Como assim?</strong><br />
 Hoje, a idéia de que apenas pessoas com grandes somas de dinheiro conseguem poupar e investir é, felizmente, coisa do passado. O pequeno investidor já aprende e compartilha a idéia de que, quando falamos de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:independ%EAncia+financeira/format:box">independência financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, melhor que quantidade é a qualidade no trato com o dinheiro.</p>
<p>O bacana é que a busca pela qualidade nada mais é do que a busca pelo conhecimento, pela capacitação em operar diferentes produtos, com complexidade e quantia maiores com o passar do tempo. Quem não estiver disposto a suar a camisa em busca do aperfeiçoamento não encontrará rentabilidades interessantes. É o famoso <em>&#8220;no pain, no gain&#8221;</em> da vida corporativa.</p>
<p><span id="more-1012"></span>Nosso país ainda engatinha quando o assunto é a tranqüilidade financeira na “melhor idade”. A estabilidade econômica na aposentadoria continua sendo um sonho para a grande maioria da população. Não raro, idosos dependem da renda dos filhos – já que os valores pagos pela Previdência Social cobrem, no máximo, gastos com remédios.</p>
<p><strong>O fator tempo</strong><br />
Aliado ao contexto de qualidade nos investimentos existe um componente fundamental para o sucesso financeiro: o tempo. Quem não quer chegar à fase de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:aposentadoria/format:box">aposentadoria<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com a vida financeira estabilizada? Felizmente, hoje em dia sabemos que, com valores pequenos, é possível usar o tempo em nosso favor e transformar essa realidade.</p>
<p>Mais, esse contexto de tempo e qualidade em beneficio da elevação do patrimônio financeiro parece não ficar restrito à fase da aposentadoria, o que é uma ótima notícia. Muitos já pensam em poupar desde muito cedo para garantir a formação acadêmica dos filhos e seus sonhos futuros.</p>
<p><strong>Os movimentos do mercado</strong><br />
 Produtos de previdência complementar destinados ao público jovem começam a se beneficiar dessa realidade. Só no primeiro semestre de 2008 o setor cresceu 154%. A arrecadação total dos planos para esse público chegou a R$ 2 bilhões em 2007. A demanda é tão grande que as seguradoras começam a flexibilizar algumas regras para os produtos, facilitando novas adesões.</p>
<p>Pesquisando já podemos encontrar produtos com contribuições iniciais de apenas R$ 30,00. O valor pequeno garante a oportunidade e acesso para famílias mais numerosas e(ou) de renda mais baixa.</p>
<p>Claro, existem outras opções para se fazer poupança desde cedo: ações, fundos, clubes de investimentos ou mesmo produtos mais conhecidos, como caderneta de poupança, são alguns exemplos. O importante é definir objetivos é começar, já que nada impede a mudança no mix de produtos ao longo do tempo.</p>
<p>Mais do que nunca, fica claro que juntar <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir+dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> desde o inicio da vida, garantindo dessa forma recursos para projetos de educação dos filhos e realização de sonhos, é o melhor caminho para uma vida plena e uma aposentadoria tranqüila. Aprender a controlar o que se ganha e planejar são atitudes fundamentais para o sucesso.</p>
<p>Alguns <a title="Faça download e simuladores e planilhas" href="http://dinheirama.com/blog/downloads/">simuladores financeiros e planilhas</a> disponíveis no <em>Dinheirama</em> ajudam você a construir o seu plano de metas e objetivos. Aproveite! Utilizar esse tipo de ferramenta ajuda o investidor a enxergar quanto ele precisará poupar para que seus projetos saiam do papel. Que tal?</p>
<p>Afinal, quanto custa um intercâmbio internacional, uma especialização em uma universidade de ponta, uma reforma em casa ou até mesmo um carro? A resposta não depende só do preço e de quanto custam tais projetos, mas sim de quando você começou a investir neles. <em>No pain, no gain</em>. Bons negócios!</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é consultor financeiro, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Consciência financeira, matemática e o casamento</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 19:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[A saúde financeira da família é o termômetro definitivo quando se pensa no futuro e as aventuras que ele nos reserva. Felicidade não tem preço &#8211; isso é uma verdade absoluta e indiscutível -, mas ter uma expectativa mínima de sucesso e viver um futuro pleno são questões intimamente ligadas ao desejo de bem estar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-952" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/09/dinheirama_casamento_imoveis_financas.jpg" alt="Consciência financeira, matemática e o casamento" hspace="2" vspace="2" align="left" />A saúde financeira da família é o termômetro definitivo quando se pensa no futuro e as aventuras que ele nos reserva. Felicidade não tem preço &#8211; isso é uma verdade absoluta e indiscutível -, mas ter uma expectativa mínima de sucesso e viver um futuro pleno são questões intimamente ligadas ao desejo de bem estar. E isso envolve <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p><strong>Erros e acertos</strong><br />
 A maneira como somos educados hoje propõe, infelizmente, que só muito tarde tenhamos consciência da utilidade do dinheiro. Normalmente, nessa fase (entre 15 e 18 anos) já ocorrem os primeiros grandes erros financeiros que podem nos acompanhar por boa parte da vida. Alguns por falta de bons exemplos e exercício prévio.</p>
<p>Pois bem, já falamos anteriormente que decisões tomadas em momentos de grande emoção podem representar insucessos e perdas consideráveis. Essa máxima pode ser levada adiante em diversos momentos, desde os preparativos para o inicio de uma vida a dois, por exemplo, até a fase da transição do namoro para o casamento.</p>
<p><span id="more-950"></span>Um bom exemplo de falta de planejamento e <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:gustavo+cerbasi/format:box">conhecimento financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> surge de um velho conceito de que o casal precisa de um imóvel próprio para iniciar uma vida. A partir daí, verdadeiras loucuras financeiras são realizadas. Será que começar uma vida com um comprometimento financeiro de 10, 20 ou até 30 anos é algo saudável e inteligente?</p>
<p><strong>“Mas o aluguel é um dinheiro que não será recuperado e a casa própria pode se valorizar, alem de ser um bem da família”</strong>. Ah sim, isso é o que normalmente ouvimos aqui e ali. E não deixam de ser afirmações significativas e emblemáticas, mas quando o assunto são as finanças pessoais devemos aprender a enxergar algumas variáveis “fora da caixa”.</p>
<p>Hoje em dia, um imóvel padrão de 3 quartos (o mais procurado em São Paulo e outras cidades) gira em torno de R$ 110 mil &#8211; um pouco mais ou menos dependendo da área.  Tendo como base um exemplo matemático para um financiamento de 20 anos, as parcelas mensais para esse mesmo imóvel de R$ 110 mil ficarão por não menos de R$ 1.211,00 (levando-se em conta o financiamento total do imóvel).</p>
<p>Como referência, o valor base de um aluguel gira em torno de 0,8% do valor do imóvel. No nosso exemplo, isso significa alugar o imóvel por cerca de R$ 880,00. Ora, se a diferença entre o valor da parcela do financiamento e o valor do aluguel, R$ 331,00, for aplicada a juros de poupança durante os mesmos 20 anos, o valor final seria quase R$  177 mil.</p>
<p>Este valor final, se aplicado na caderneta de poupança, com apenas com 0,5% de rentabilidade mensal, é capaz de garantir um rendimento mensal de R$ 883,37, suficiente para o pagamento do aluguel de uma casa de padrão semelhante à que se usa no exemplo. O valor do financiamento, com pagamento mensal de R$ 1.211,00 durante 20 anos, chegaria a perturbadores R$ 290.640,00.</p>
<p><strong>Sem verdades absolutas</strong><br />
O exemplo faz uso da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:matem%E1tica+financeira/format:box">matemática financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> básica e parte de premissas simples. Assim, três coisas importantes merecem destaque, para que ninguém fique com a impressão, incorreta, de que alugar é sempre a melhor alternativa. O importante é aprender a pensar:</p>
<p><strong>1. No cálculo não foram usadas correções monetárias decorrentes da inflação.</strong> Sabe-se que o valor do aluguel e o poder de compra sofrem com a inflação, o que mudaria um pouco o cenário do valor do aluguel e do financiamento. Por outro lado, é comum que os reajustes salariais também aconteçam anualmente.</p>
<p>Optei por manter o cálculo simples, sem inflação, com objetivos puramente didáticos. O raciocínio e a consciência financeira por trás do cálculo são mais importantes que a conta em si.</p>
<p><strong>2. Quando se fala em compra de imóvel, deve-se levar em conta o chamado ganho de capital, que é a variável representada pela valorização (ou desvalorização) do bem.</strong> Se o imóvel tem valorização anual positiva em seu valor, o ganho de capital trará ótimos resultados em termos de patrimônio, mesmo que o imóvel seja financiado.</p>
<p>No entanto, comprar um bom imóvel e ter a certeza de que ele se valorizará não é uma tarefa simples. Por isso o artigo trabalha a tese de que, para casais em começo de vida, o ideal é alugar e então passar a analisar melhor a situação e planejar-se de forma conjunta.</p>
<p><strong>3. Um bom valor para dar como entrada, reduzindo o valor do principal financiado, pode ser o melhor negócio.</strong> Daí a importância de começar devagar e analisar bem antes de assinar qualquer contrato. Se necessário, peçam ajuda!</p>
<p>Este artigo tenta ilustrar um dos exemplos mais práticos de quanto más escolhas podem atrapalhar o desenvolvimento de uma relação. Uma decisão apressada e tomada apenas com base em pressões sociais pode levar o casal a passar por sérios problemas financeiros, desnecessariamente.</p>
<p>Por mais que resista e prospere no inicio de um <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:relacionamento/format:box">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, o amor não resiste à falta de perspectivas. Entrar em maus negócios sem raciocinar implica muitas vezes viver uma vida de gastos estritamente necessários (alimentação, saúde, transporte e moradia) sem espaço para o prazer e a diversão.</p>
<p>Lembre-se que quando vocês dois se conheceram, o relacionamento era muito mais de sonhar do que sobreviver. Manter esta chama acesa significa dar atenção ao dinheiro e encará-lo com seriedade e disciplina. É preciso aprender a discutir as alternativas, e não apenas aceitá-las.</p>
<p><strong>O amor pode não acabar, mas o dinheiro às vezes desaparece</strong>&#8230;<br />
Então, as brigas passam a ser constantes, ladeadas por desavenças ligadas a bens de consumo, carros e gastos desnecessários. É porque o marido comprou um <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:DVD/format:box">DVD<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> novo e não havia dinheiro para isso, é porque a esposa gastou um pouco mais no salão de beleza ou comprou um sapato novo.</p>
<p>Quer ver só: chegou o aniversário de casamento e nem mesmo um simples presente foi dado? Será que o amor acabou? Arrisco-me a dizer que não, mas se não foram tomadas atitudes inteligentes desde o começo, é essa a impressão que perdurará. Dinheiro é coisa séria.</p>
<p>Essas são as armadilhas do mundo capitalista. Infelizmente. Ou será felizmente, já que está em nossas mãos o poder para mudar de atitude? Quem não se enquadrar, correrá riscos e mais riscos de encontrar uma jornada mais difícil em sua vida. Por opção.</p>
<p>Ah, sim, existem muitas escolhas boas e ruins. Nem sempre é possível acertar 100% das vezes. Não teria graça. O ideal é manter sempre aberto o diálogo e manter o planejamento feito e em dia. A expectativa de vida cada vez maior exige que tratemos melhor nossa saúde física, mas também requer cuidados intensos com a <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:independ%EAncia+financeira/format:box">saúde financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Até sexta.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é consultor financeiro, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O relacionamento com o seu Life Planner</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/08/11/o-relacionamento-com-o-seu-life-planner/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 15:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A esta altura, você já deve ter um plano concreto para a aposentadoria, certo? Alguns, como eu, devem manter ainda um plano de previdência privada devidamente alinhado com os objetivos futuros e anseios da família para a terceira idade. Ai surge a figura do Life Planner, termo em inglês usado para denominar o responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-818" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/dinheirama_olhando_para_o_futuro.jpg" alt="Dinheirama olhando para o futuro" hspace="2" vspace="2" align="left" />A esta altura, você já deve ter um plano concreto para a <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:velhice/format:box">aposentadoria<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, certo? Alguns, como eu, devem manter ainda um plano de previdência privada devidamente alinhado com os objetivos futuros e anseios da família para a terceira idade. Ai surge a figura do <em>Life Planner</em>, termo em inglês usado para denominar o responsável por seu contrato dentro da seguradora ou instituição financeira.</p>
<p>Como profissional responsável por auxiliar no processo de contratação de um plano de previdência, ele é também a pessoa que irá acompanhar nossa <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:sucesso+fam%EDlia/format:box">evolução familiar<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e realizar, com nosso consenso, eventuais mudanças nas características do(s) plano(s) contratado(s). Em suma, é ele quem irá informar sobre novas coberturas e serviços que seu seguro de vida garante, adequando seu plano de seguro (ou aposentadoria) quando necessário.</p>
<p><strong>A importância do <em>Life Planner</em> e a qualidade do relacionamento</strong><br />
Já dá para imaginar como esta figura é importante, não é mesmo? Mais, como o nosso relacionamento com ela é crucial para que o plano de aposentadoria se concretize sem sustos e da maneira realmente desejada. Pois é, será que não é hora de discutir tal relação?</p>
<p><span id="more-811"></span>Mudanças significativas em nossas vidas devem, por exemplo, ser razão de freqüentes contatos com o <em>Life Planner</em>. Imagine que uma recente promoção na empresa agora lhe permita conquistar um fluxo de caixa mais &#8220;folgado&#8221; e melhor planejado. Você pode (deve) destinar mais <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:dinheiro/format:box">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ao plano de aposentadoria ou diversificá-lo, não acha? Atualizar o plano parece ser uma atitude inteligente.</p>
<p>E o nascimento de um filho? O mesmo raciocínio também vale para este outro exemplo, mas nem sempre o responsável pelo seu plano tem como saber que ocorreu uma mudança tão significativa em sua vida. Portanto, cabe a você avaliar o impacto dos acontecimentos e chamá-lo, mais vezes, para um papo.</p>
<p>Se você está no grupo que ainda não se preocupou em reavaliar o atual plano de previdência (ou seguro) contratado, mexa-se agora mesmo. Sugiro três ações simples, que poderão instigar seu interesse em chamar o <em>Life Planner</em> para um bate-papo:<strong></strong></p>
<p><strong>1. Compare sua situação familiar à do momento em que contratou o plano.</strong> Avalie se a situação econômico-financeira da família melhorou e quais as mudanças familiares (filhos, mudança de cidade e etc.) que impactam no novo <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:cerbasi/format:box">orçamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O objetivo deste exercício é detectar oportunidades de incrementar os planos de vida e aposentadoria, de forma que representem melhor a situação presente da casa.</p>
<p><strong>2. Refaça completamente o orçamento, admitindo uma parcela maior para o plano de aposentadoria. </strong>Experimente simular a proposta de investimento no futuro e avalie o impacto de uma eventual mudança. Ajuste o valor de acordo com a expectativa familiar e o fluxo de caixa.</p>
<p><strong>3. Informe-se melhor sobre as alternativas de planos de previdência.</strong> As opções disponíveis em nosso moderno mercado financeiro vão além das modalidades tradicionais de <a title="Um pouquinho de PGBL" href="http://dinheirama.com/blog/2007/04/09/um-pouquinho-de-pgbl/">PGBL</a> e <a title="Um pouquinho de VGBL" href="http://dinheirama.com/blog/2007/05/21/agora-um-pouquinho-de-vgbl/">VGBL</a>. Planos mistos, que envolvem investimentos progressivos em <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:bolsa+de+valores/format:box">ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, são um bom exemplo de plano para os mais jovens. Investigue e separe alguns destes novos modelos para sabatinar seu <em>Life Planner</em>.</p>
<p>Não se engane: muitas pessoas deixam passar em branco ocasiões assim e se esquecem de valorizar as conquistas da vida e levá-las adiante como parte de um plano futuro de vida e aposentadoria. Como você já deve estar pensando, lá na frente esta indiferença faz muita diferença!</p>
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<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Qual o seu Índice de Endividamento Pessoal?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/05/19/qual-o-seu-indice-de-endividamento-pessoal/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2008/05/19/qual-o-seu-indice-de-endividamento-pessoal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 15:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Anderson comenta: &#8220;Navarro, gostaria de saber se existe alguma medida para o endividamento familiar. Explico: quero tentar medir, através da matemática simples e dos números, como anda a saúde financeira de minha família. Até quanto da renda mensal podemos comprometer com dívidas? Existe este tipo de indicador para as finanças pessoais? Muito obrigado.&#8221; Na matemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Calculando o Endividamento Pessoal" href="http://www.sxc.hu/photo/785979" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-650" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/dinheirama_endividamento_pessoal.jpg" alt="Calculando o Endividamento Pessoal" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a><strong>Anderson</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, gostaria de saber se existe alguma medida para o endividamento familiar. Explico: quero tentar medir, através da matemática simples e dos números, como anda a saúde financeira de minha família. Até quanto da renda mensal podemos comprometer com dívidas? Existe este tipo de indicador para as finanças pessoais? Muito obrigado.&#8221;</em></p>
<p>Na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:matemática+financeira">matemática financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> corporativa e na contabilidade gerencial existem alguns indicadores capazes de estudar a saúde financeira das empresas, especialmente sob a ótica numérica e comparativa. Um dos principais indicadores diz respeito à natureza e perspectiva das dívidas, sejam elas com terceiros ou com os próprios acionistas. Bacana, mas e na vida pessoal?</p>
<p>Será que somos capazes de trazer os cálculos corporativos para a esfera particular? Sim, isso é possível e muito simples. A idéia, então, é calcular quanto de sua receita permanece comprometida com dívidas ao longo do mês? Jóia! Vamos encontrar a porcentagem representada pelas dívidas em relação ao que você ganha mensalmente?</p>
<p><span id="more-648"></span><strong>Índice de Endividamento Pessoal</strong><br />
Para calcular a importância de seus compromissos financeiros, basta dividir o total das dívidas mensais pela receita líquida do mesmo período. O resultado será um coeficiente que, multiplicado por 100, indicará a exata porcentagem das dívidas em relação ao que você ganha. Reveja a fórmula abaixo e então um exemplo:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/dinheirama_formula_endividamento_pessoal.jpg" alt="Calculando o Índice de Endividamento Pessoal" /></p>
<p>Suponha que Maria possui as seguintes dívidas:</p>
<ul>
<li>Prestação da moto: R$ 180,00</li>
<li>Empréstimo (CDC): R$ 260,00</li>
<li>Cartão de crédito: R$ 250,00</li>
<li>Total das dívidas: R$ 690,00</li>
</ul>
<p>Maria tem uma receita líquida mensal (salário total e 13° mensal proporcional, mas deduzidos impostos, INSS etc) de R$ 1850,00. Se dividirmos o total das dívidas (R$ 690,00) pela receita líquida (R$ 1850,00), temos um coeficiente de 0,37. Quanto isso representa? Basta multiplicar o coeficiente por 100 para notar que Maria compromete 37% de sua renda pagando dívidas.</p>
<p><strong>Como interpretar o índicador?</strong><br />
A questão é polêmica e possui diferentes avaliações por parte de especialistas em <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:finanças+pessoais">finanças pessoais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Idade, número de filhos, renda e outras variáveis podem influenciar a interpretação do cálculo, mas de acordo com meus autores prediletos e trabalhos de consultoria, acredito nos seguintes valores:</p>
<ul>
<li><strong>Até 30% ou um terço da renda</strong> &#8211; Parcela administrável pela maioria da população. No entanto, não se acomode. O ideal é não ter dívidas, portanto lute para extingui-las e passe a investir o terço antes comprometido;</li>
<li><strong>Entre 30% e 35%</strong> &#8211; Importante trabalhar para reduzir as dívidas, mantendo-as dentro do máximo administrável e da filosofia do item anterior;</li>
<li><strong>Entre 35% e 40%</strong> &#8211; O aperto financeiro não permite nehuma mudança estrutural ou nas receitas, o que é perigoso. É necessário reduzir as dívidas imediatamente, ou corre-se o risco de inadimplência e problemas em caso de emergências;</li>
<li><strong>Acima de 40%</strong> &#8211; Com quase metade da renda comprometida, fica quase impossível honrar todos os compromissos financeiros e o efeito &#8220;bola de neve&#8221; dos empréstimos e financiamentos pode transformar a situação em um verdadeiro caos. Reavalie toda a sua situação financeira e reduza suas dívidas!</li>
</ul>
<p>Para usar as referências acima, inclua no cálculo das dívidas a prestação da casa (ou aluguel se você for inquilino). A questão principal do artigo é bem simples: se você compromete parte de sua receita líquida para pagar dívidas, como será capaz de investir e planejar o futuro? Como exercício, defina uma meta de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:investimento+dinheiro">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a ser cumprida a partir do montante devido.</p>
<p>Se você está no grupo que compromete 35% da renda, que tal tentar investir 10% todo mês? Reduza seu endividamento para 25% (dentro do administrável) e invista a diferença (10%). Os efeitos no médio e longo prazos serão fantásticos e você não correrá o risco de afundar-se cada vez mais em problemas financeiros. Como pode perceber, o cálculo do indicador de endividamento é apenas o começo.  Leia mais sobre endividamento:</p>
<ul>
<li><a title="Artigo sobre dívidas de Stephen Kanitz" href="http://www.kanitz.com.br/veja/comprar.asp" target="_blank">Compre sempre à vista</a> &#8211; Artigo de <strong>Stephen Kanitz</strong></li>
<li><a title="Endividamento no Organize sua Vida" href="http://www.organizesuavida.com.br/si/site/7202" target="_blank">Quanto é dever muito?</a> &#8211; Artigo do site Organize sua Vida</li>
<li><a title="Artigo sobre endividamento - Moddo" href="http://www.moddo.com.br/producao/a-cultura-do-endividamento.pdf" target="_blank">A cultura do endividamento</a> &#8211; Artigo Moddo</li>
</ul>
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<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento, a arma contra os imprevistos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/04/23/planejamento-a-arma-contra-os-imprevistos/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2008/04/23/planejamento-a-arma-contra-os-imprevistos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 17:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos grandes inimigos das finanças pessoais é a má utilização de alguns instrumentos financeiros vistos como tábua de salvação por alguns, em determinados momentos do mês. O grande problema é que com tanta utilização de ferramentas como cheque especial e cartão de crédito, o valor de desse (falso) dinheiro passa a compor parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Planejamento, a arma contra os imprevistos" href="http://www.istockphoto.com/index.php?refnum=j0sefino" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-535" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/03/dinheirama_calculadora_financeira_dia_a_dia.jpg" alt="Planejamento e dinheiro no bolso!" hspace="2" vspace="2" align="left" /></a>Um dos grandes inimigos das finanças pessoais é a má utilização de alguns instrumentos financeiros vistos como tábua de salvação por alguns, em determinados momentos do mês. O grande problema é que com tanta utilização de ferramentas como cheque especial e cartão de crédito, o valor de desse (falso) dinheiro passa a compor parte da renda das pessoas.</p>
<p>Crédito não é <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:dinheiro">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em caixa, fica fácil concluir. Mas a prática é bem diferente. O que você acharia de ter sua própria linha de crédito com juros mais baixos? Talvez a resposta para a pergunta seja óbvia. Sem dúvidas, ter uma linha de crédito pessoal pode suprir os apertos e servir como boa opção para fugir do pagamento dos enormes juros cobrados pelas instituições financeiras.</p>
<p><strong>Fundo de reserva, uma necessidade</strong><br />
E se, ao invés de pagar juros baixos, você pudesse arcar com as surpresas da vida sem a ajuda dos bancos ou financeiras? A vida é feita de surpresas que, dia após dia, transformam o futuro de muitos por pura falta de conhecimento das possibilidades, é verdade, mas é possível estar preparado. Duvida?</p>
<p><span id="more-608"></span>O ato de planejar e idealizar o futuro não é uma ciência exata, mas facilita os atos de perceber e mensurar as chances de algo imprevisto acontecer. Contar com o ovo antes da galinha, com o crédito antes da necessidade de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:educação+financeira">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, passou a ser o mais natural, levando milhares de pessoas para o endividamento desnecessário.</p>
<p>Algumas perguntas devem fazer parte do cotidiano de quem planeja o futuro, encarando a possibilidade de surgirem imprevistos com seriedade:</p>
<ul>
<li>Se você perder seu emprego, por quanto tempo sua família manteria o padrão de vida?</li>
<li>Seu plano de saúde cobre todas as suas necessidades? Você seria capaz de mantê-lo, mesmo desempregado?</li>
<li>Qual seria sua atitude diante de um dinheiro inesperado? Pagaría dívidas, compraria bens ou investiria no seu futuro?</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Não acredite cegamente nas previsões seguras publicadas por aí. Acredite somente que teremos crises de tempos em tempos e que, se você tiver zero de reservas, a crise o afetará 100%&#8221; <strong>(Stephen Kanitz)</strong></p></blockquote>
<p>Reflita sobre as palavras de Kanitz. Acaba que aqueles que tem reserva financeira acabam usando-na para outros fins: educação dos filhos, a formatura, o carro, a própria aposentadoria, por exemplo. Mas, dificilmente, param para observar o quanto as desventuras podem modificar suas vidas.</p>
<p><strong>Ninguém admite a possibilidade de uma emergência. </strong>Nós apenas a aceitamos e gostamos de passar a impressão de ter as coisas sob controle, não é assim? O nosso amigo <a title="Blog do Beto Veiga" href="http://www.betoveiga.com/blog/index.html" target="_blank">Beto Veiga</a> lembra muito bem que o dinheiro é o principal motivo de discussão entre as famílias, citando uma pesquisa realizada pela <a title="Revista Veja" href="http://www.veja.com.br/" target="_blank">Revista Veja</a>.</p>
<p>Na situação de perda do emprego, a recolocação pode levar de seis meses a um ano. Ou mais, é claro. Como se manter nesse período? Quando não temos um bom &#8220;pé de meia”, as chances de aceitar um trabalho inadequado são muito grandes. Isso para não dizer das privações familiares. E no caso de necessidade por motivo de saúde? Impossível adiar.</p>
<p>Fazer seu planejamento e investir na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:247523/tags:cerbasi+bussinger">estabilidade financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> lhe garantirá uma vida mais confortável. Além disso, enfrentar com mais serenidade períodos turbulentos e realizar planos/objetivos de longo prazo se tornam tarefas mais interessantes.</p>
<p><strong>Roteiro para gerenciar suas finanças</strong><br />
Cuidar bem de nossas finanças é possível e sei que você sabe disso. Com um pouco de boa vontade e comprometimento é possível manter um planejamento correto, realista e, ainda assim, manter a visão de futuro. Que tal seguir esses 6 passos, para gerenciar suas finanças?</p>
<p><strong>1. </strong>Estabeleça seus objetivos. Seja realista, leve em conta seus sonhos, suas necessidades e defina metas de curto prazo (até 1 ano), médio prazo (até 5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos)</p>
<p><strong>2. </strong>Faça uma análise da sua situação patrimonial atual e de fluxo de caixa. De onde vêm seus ganhos (salário, benefícios, rendimentos etc)? E suas despesas (alimentação, educação, moradia, lazer, juros, seguros, impostos etc)? Quais são seus ativos (aplicações financeiras, bens móveis e imóveis, outros investimentos etc)? E seus passivos (dívidas, obrigações etc)?</p>
<p><strong>3. </strong>Defina o horizonte do seu planejamento. Detalhe ao máximo seus próximos dois anos, experimente resumir seus cinco anos seguintes e vislumbre o futuro.</p>
<p><strong>4. </strong>Defina seu perfil de investidor. Analise sua tolerância aos riscos visando adequar seus investimentos à sua personalidade.</p>
<p><strong>5.</strong> Elabore um plano realista para seus ganhos e despesas futuras, com base na sua situação atual e nos objetivos estabelecidos. Priorize as necessidades, mas sem esquecer os desejos. Também leve em conta a evolução familiar, sua evolução profissional e o cenário econômico.</p>
<p><strong>6. </strong>Elabore um plano de investimentos baseado no seu fluxo de caixa, levando em conta os objetivos definidos para curto, médio e longo prazo. Priorize o os objetivos de longo prazo. Reveja o plano, confrontando-o com os seus objetivos e certifique-se de que ele atende suas necessidades e sonhos</p>
<p>Não é tão difícil! Sim, dá trabalho, mas não é algo complicado. Assim você evita problemas financeiros inesperados e mantém seu presente (e futuro) sobre controle. Seu comprometimento é tudo, lembre-se sempre disso. Nós do Dinheirama estamos aqui, caso necessite de auxilio. Até sexta.</p>
<p>Fontes usadas na criação deste artigo: <a title="Revista Veja" href="http://www.veja.com.br/" target="_blank">Revista Veja</a> e <a title="Portal Financenter" href="http://www.financenter.com.br/" target="_blank">Portal Financenter</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é Analista Financeiro Sênior da ABET Corretora de Seguros, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <a href="http://www.dinheirama.com"><em>Dinheirama</em></a>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Marcio Eugenio" href="http://marcioeugenio.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Marcio Eugenio</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

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