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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; investimento</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; investimento</title>
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		<title>Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/16/como-fazer-o-calculo-mensal-do-meu-ir-em-acoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 13:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Skwara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba como fazer o cálculo mensal do Imposto de Renda (IR) em ações, bolsa de valores e renda variável. Conheça calculadora de IR e o passo a passo das contas para sua declaração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_como_fazer_calculo_mensal_IR_acoes.jpg" alt="Como fazer o cálculo mensal do meu IR em Ações?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Como se não bastasse ter que pagar o Imposto de Renda (IR), cabe ainda ao investidor fazer sua apuração e pagamento mensal do que deve ser recolhido. É necessária muita atenção no processo para evitar futuros problemas com a Receita Federal. Aprenda aqui como fazê-lo e fique mais tranquilo na hora de declarar!</p>
<p>Apesar de envolver diversas apurações e cálculos, saber qual o valor que deve ser recolhido pode ser muito fácil. Existem ferramentas especializadas em auxiliar nesta tarefa, tornando tudo muito mais simples, como a <strong><a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g" target="_blank">Calculadora de IR</a></strong> do portal <a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/8Ho2Q" target="_blank">Bússola do Investidor</a>, que faz todas as apurações gratuitamente.</p>
<p>No entanto, sempre é importante saber como os cálculos funcionam, até mesmo para evitar algumas operações que podem acarretar na cobrança de mais impostos. Vamos detalhar como deve ser calculado e como deve ser recolhido o seu IR em ações.</p>
<p><span id="more-7503"></span><strong>Imposto de Renda em Operações Daytrade</strong><br />
Operações daytrade ocorrem quando a compra e a venda são executadas no mesmo dia. Para a cobrança de imposto de renda, também são consideradas daytrade as operações em que uma venda é executada depois de uma compra. Preste atenção no passo a passo:</p>
<ol>
<li>Verifique se houve lucro ou prejuízo na operação;</li>
<li>Se houver lucro, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> deverá pagar 20% dele para a Receita Federal, descontadas as taxas e corretagem pagas. No dia da operação, a corretora já retém 1% do lucro, como forma de sinalizar para a Receita Federal que você deve recolher os outros19%;</li>
<li>Se houver prejuízo, guarde este valor para descontá-lo nos meses seguintes, quando houver lucro;</li>
<li><strong>Atenção:</strong> o prejuízo acumulado em operações daytrade somente servirá para abater lucros neste mesmo tipo de operação.</li>
</ol>
<p><strong>Imposto de Renda em Operações Normais</strong><br />
Operações normais ocorrem quando a compra e a venda são executadas em dias diferentes. Neste caso, o investidor conta com um incentivo: existe a isenção do pagamento de IR nos meses em que o valor total das vendas for abaixo de R$ 20.000,00. Desse modo, em alguns meses deve-se tomar cuidado para não ultrapassar este limite e ter que recolher imposto. Veja o passo a passo:</p>
<ol>
<li>Calcule o valor total das ações vendidas no mês;</li>
<li>Caso seja menos que R$ 20 mil, você não precisa recolher impostos;</li>
<li>Caso haja lucro e as vendas totais fiquem acima de R$ 20 mil, o pagamento será de 15% do lucro, descontadas as taxas e corretagens pagas à corretora. Esta já retêm 0,005% do valor das vendas, como forma de sinalizar para a Receita Federal que você deve pagar o imposto;</li>
<li>Caso haja prejuízo, guarde o valor para abater de seu lucro nos meses seguintes, exatamente como feito nas operações daytrade. Lembrando-se que este só poderá ser abatido de outras operações normais.</li>
</ol>
<p><strong>Bonificação de Ações no IR</strong><br />
As Bonificações de Ações devem ser incluídas em seu estoque, utilizando o custo de aquisição zero.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que tinha em seu estoque 100 ações compradas por R$ 10,00 e recebeu uma bonificação de 10 ações, terá um novo estoque de 110 ações com um preço médio de R$ 9,09. Em outras palavras, o custo de aquisição das ações (R$ 1.000), dividido pela nova quantidade de ações em estoque (110).</p>
<p><strong>Desdobramentos de Ações no IR</strong><br />
Os desdobramentos devem ser tratados exatamente como as bonificações de ações. Desta forma, seu preço médio sempre será multiplicado pelo fator inverso do desdobramento ocorrido.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> Se uma ação desdobrou de 1 para 4 ações, seu preço médio será dividido por 4.</p>
<p><strong>Dividendos no IR</strong><br />
Neste caso, o Imposto de Renda não precisa ser pago. Isso porque o valor já representa o lucro líquido de impostos da empresa pagadora, não fazendo sentido você pagar novamente o imposto. No caso de Juros sobre Capital Próprio, o IR já é retido na fonte, portanto você não precisará pagar o imposto novamente.</p>
<p><strong>Como recolher meu Imposto de Renda?</strong><br />
Todos estes cálculos e apurações devem ser feitos mensalmente e o imposto pago sempre até o último dia útil do mês seguinte à sua apuração. Dessa maneira, o imposto das operações em janeiro deve ser pago até o último dia de fevereiro, e assim por diante.</p>
<p>Uma vez calculados os valores, o investidor deve emitir sua DARF e pagá-la em algum banco ou Internet. Lembre-se de que os impostos de operações normais e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGF5K3RyYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">daytrade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> devem ser somados e pagos na mesma DARF.</p>
<p>Esta é mais uma facilidade de recorrer a ferramentas que auxiliam neste processo. Além do cálculo, a <a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g" target="_blank">Calculadora de IR</a> do <a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/8Ho2Q" target="_blank">Bússola do Investidor</a> já faz a emissão da DARF, preenchendo todos os campos necessários. Experimente, a ferramenta pode ser útil para você. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Frederico Skwara</b>.<br>

Economista formado pela FEA-USP e criador da <a title="Conheça a Calculadora de IR" href="http://migre.me/8Ho1g">Calculadora de IR</a>, um dos serviços de cálculo de imposto de renda para a bolsa mais completo do Brasil, oferecido gratuitamente no portal <a title="Conheça o site" href="http://migre.me/8Ho2Q">Bússola do Investidor</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Capacidade de execução: a diferença entre o céu e o inferno</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/02/capacidade-de-execucao-a-diferenca-entre-o-ceu-e-o-inferno/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
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		<description><![CDATA[Presidente Dilma Rousseff reafirma compromisso de realizar reformas importantes, mas ao mesmo tempo seu governo apenas segue com medidas circunstanciais. E agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Capacidade de execução: a diferença entre o céu e o inferno" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_capacidade_execucao_diferenca_ceu_inferno.jpg" alt="Capacidade de execução: a diferença entre o céu e o inferno" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>O título deste artigo pode sugerir uma afirmação muito óbvia, daquelas que costumo com frequência criticar nos meus artigos, mas trata-se de algo tão atual e recorrente que, diante de algumas situações, a sua adoção se torna mais do que sedutora – simplesmente transforma-se na única síntese possível. Explico.</p>
<p>Desde os tempos do ponto de inflexão inflacionário, em meados dos anos 90 – quando nos foi possível acordar e viver em uma economia real, com todos os seus benefícios e exigências de adaptação –, soubemos que um número específico de reformas precisava ser realizado em um horizonte que não poderia exceder a uma década inteira.</p>
<p>Algumas foram concretizadas, outras parcialmente e muito de sua aplicação ocorrendo contextualmente, há ainda aquelas onde ninguém colocou a mão. No máximo colocaram os olhos, elaboraram discursos e outros conteúdos relacionados, mas “mão na massa” que é bom, nada.</p>
<p><span id="more-7448"></span>Foi com a consciência sobre esse cenário que li, com satisfação, a <a title="Leia a entrevista na íntegra" href="http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/leia-a-integra-da-entrevista-de-dilma-a-veja/" target="_blank">entrevista que a Presidente Dilma Rousseff concedeu recentemente à revista Veja</a> (destacando, particularmente, que o meu voto não contribuiu para a eleição da Senhora Presidente).</p>
<p>Exposta ao escrutínio saudável de um dos veículos de imprensa com maior dosagem de posicionamento crítico ao governo – e sejamos justos, sempre atuaram desta forma, incluindo não somente os governos antecessores, mas também o forte regime militar –, ela soube colocar, com articulação, um pensamento que reflete uma boa pitada da mais clássica tradição econômica liberal, reconhecendo o exagero de nossa carga tributária e o impacto desagregador dos encargos trabalhistas ao processo competitivo.</p>
<p>Com franqueza, apenas uma democracia com dinâmica renovadora efetiva seria capaz de produzir o cenário político onde uma ex-militante de extrema esquerda (ex-VAR Palmares) pudesse assumir a Presidência da República e, na condução econômica, evocasse posicionamentos tão calibrados, em uma dança permanente, com uma voltinha ao lado de Keynes, para em seguida sair de braços dados com Adam Smith.</p>
<p>Mas essa mesma democracia, com seu arejamento e atmosfera libertadora, também produz excepcionais oradores. Verdadeiros mestres da articulação, afinal de contas, em se tratando de um regime não autoritário, sempre haverá a necessidade do convencimento, da argumentação e da capacidade de seduzir com ideias e expectativas.</p>
<p>Isso é bom, necessário e valioso, mas não podemos nos alimentar apenas de discursos, tão facilmente produzidos a partir de mentes ágeis e preparadas. E, de fato, acredito que a comandante em chefe tenha essa clara noção.</p>
<p>Em meio a este teatro de operações, é colocado em curso um universo de medidas circunstanciais com impacto direto para o senso comum menos crítico, resolvendo uma distorção ali, outra aqui. Porém, sabemos muito bem que sem um modelo estruturado e efetivamente convidativo, o conjunto não se resolve. E é dele, do conjunto, que os resultados vigorosos dependem.</p>
<p>Mas se o céu se apresenta figurativamente com esta nação que, deitada em berço esplêndido, exportaria manufaturados de alto valor agregado (com expressiva participação no PIB), com boa parcela de alta tecnologia e produção científica embarcada, o inferno seria certamente aquilo que de fato ainda estamos edificando, pautados nos grilhões da produção primária, engordando (quando engorda) o PIB exclusivamente com <em>commodities</em> e bens naturais.</p>
<p>Precisamos deslanchar dançando essa valsa que ainda toca, ainda bem vestidos como prestigiosos BRICs. Um dia a música para de tocar. Quanto dela vamos aproveitar? Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/28/compra-e-venda-de-ouro-usado-dinheiro-rapido-e-sem-perguntas/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/03/28/compra-e-venda-de-ouro-usado-dinheiro-rapido-e-sem-perguntas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 13:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Como comprar e vender ouro usado? Conheça as vantagens, os critérios, riscos e as características da compra e venda de ouro usado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_compra_venda_ouro_usado_dinheiro_rapido_sem_perguntas.jpg" alt="Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muito por culpa da crise que se instalou e veio para ficar, a negociação de ouro é uma das que mais tem crescido nos últimos anos. Principalmente nos mercados internacionais, os investidores faturam como nunca e, da mesma forma, as lojas abertas ao público tornaram-se uma fantástica forma de conseguir realizar dinheiro de forma fácil e rápida, sem grandes perguntas ou provas.</p>
<p>Os investidores sentem uma necessidade extra de diminuir os riscos dos seus investimentos, não só por uma questão de lucro, como também por segurança. É exatamente nesse patamar que entra o ouro, uma reserva de valor que atravessa um período favorável de grande procura – o que resulta numa constante e contínua valorização em todo o mundo.</p>
<p>Se por um lado os investidores menores afastam-se deste <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, por outro lado os de grande dimensão veem neste negócio uma excelente forma de conseguir aumentar o seu patrimônio. Isso se dá, entre outras coisas, por conta das necessidades dos cidadãos que sentem dificuldades econômicas e que tem, na venda de ouro, uma excelente forma de fazer dinheiro rápido.</p>
<p><strong>Vender ouro, dinheiro rápido e sem perguntas</strong><br />
Salvo raras exceções, são muitos os investidores que recorrem a poucas questões para comprar ouro usado, tornando-se assim extremamente fácil de conseguir dinheiro rápido e fácil para uma eventualidade.</p>
<p>Assim, dado que o crescimento do negócio de compra e venda de ouro usado em Portugal (de onde escrevo) e no mundo cresceu exponencialmente nos últimos anos, conseguir dinheiro rápido e sem perguntas através da venda de alguns dos seus pertences sem uso (em ouro) tornou-se cada vez mais fácil.</p>
<p>Uma das grandes vantagens é que este é um ativo que tem liquidez em todo o mundo, isto é, os investidores podem operar no mercado nacional, salvando muitas famílias da bancarota, mas também vender mais tarde em outros países, já que este pode ser comercializado de forma universal, desde que respeitando legislações locais.</p>
<p><strong>Procedimentos na venda de ouro usado</strong><br />
Alguns dos procedimentos básicos na venda do ouro usado referem-se ao comprador. Ou seja, é importante vender o seu ouro usado apenas a compradores credenciados e sempre dentro da lei, já que uma venda fora da lei poderá trazer-lhe um sem número de problemas. Por outro lado, saber vender é essencial: você deve conhecer os valores do mercado atual para que todo o procedimento seja feito de forma correta e para que ninguém ganhe de forma desonesta.</p>
<p>Apesar de ser um negócio bastante rentável, a venda de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3Vyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-48">ouro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> usado deve ser feita apenas em situações extremas e, sempre que possível, com peças sem grande história, já que vender uma peça de família pode significar grande desgosto no futuro. Assim, aconselhamos sempre a venda a um comprador que possa mais tarde voltar a vender a peça negociada – de forma que seja possível recuperá-la, caso desejado.</p>
<p><strong>Cuidados na venda de ouro usado</strong><br />
Um dos maiores cuidados que devemos ter na venda de ouro usado refere-se ao seu valor. Como ninguém gosta de ser enganado, é preciso conhecer os critérios de avaliação para conseguir prever qual será o valor da venda e, posteriormente, qual será o lucro obtido a partir dessa venda.</p>
<p>No que diz respeito aos critérios de avaliação, destacamos o tipo de peça, a antiguidade, o peso da peça em si, o estado de conservação e a pureza do ouro. Sem estes dados, é impossível definir um valor para a venda. Atenção também à negociação em si, já que uma pessoa em desespero aceita praticamente tudo o que lhe é oferecido, o que pode resultar num prejuízo enorme.</p>
<p>Em suma, os procedimentos e cuidados a ter na venda de ouro usado referem-se à legalidade da negociação, sendo sempre aconselhável procurar uma empresa especializada para a venda do material e avaliação do valor da peça. Além disso, é importante ter sempre em conta a cotação atual do ouro, que varia diariamente.</p>
<p>O amigo <strong>Conrado Navarro</strong> escreveu um artigo detalhando melhor como é possível comprar e vender ouro no Brasil, inclusive citando procedimentos e aspectos legais. Clique e leia <a title="Leia mais no artigo de Conrado Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/2010/05/04/como-investir-e-comprar-ouro-sem-ter-muito-dinheiro/" target="_blank">“Como investir e comprar ouro sem ter muito dinheiro”</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Nuno Ribeiro</b>.<br>

Nuno Ribeiro é jornalista e editor principal do <a title="Blog do Ouro" href="http://www.ouros.com.pt/">Blog do Ouro</a>, um blog que pretende informar melhor como investir em Ouro. Também aborda temas como a <a title="Compra e venda de ouro usado" href="http://www.ouros.com.pt/como-vender-ouro-usado/">compra e a venda de ouro usado</a>, a <a title="Cotação do ouro" href="http://www.ouros.com.pt/cotacao-do-ouro/">cotação do ouro</a> nos mercados internacionais e partilha dicas e conselhos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/14/o-que-vale-mais-a-pena-poupanca-ou-fundo-di/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 18:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio de Almeida Lopes Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
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		<description><![CDATA[Caderneta de poupança ou fundo DI, onde é melhor investir? Planilha e dicas ensinam você a calcular a rentabilidade líquida de investimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_o_que_vale_mais_a_pena_poupanca_fundo_di.jpg" alt="O que vale mais a pena, poupança ou fundo DI?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Com a queda da taxa Selic muitos investidores se perguntam sobre o que vale mais a pena: investimento em fundos DI ou em poupança? Trata-se de produtos diferentes, mas que são utilizados para propósitos similares. A <a title="Faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank">planilha oferecida</a> neste artigo auxilia as pessoas que buscam ter mais embasamento para tomar melhores decisões.</p>
<p><a title="Clique e faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/icon_excel.jpg" alt="Planilha Excel" /><strong>Planilha de simulação Fundos DI e Caderneta de poupança</strong> &#8211; Clique aqui para fazer o download</a>.</p>
<p><strong>Como utilizar a planilha?</strong><br />
Insira valores para as 4 variáveis (explicadas abaixo) e a planilha mostrará o resultado da sua comparação.</p>
<p>As variáveis são:</p>
<ol>
<li>Rendimento da poupança: Insira o rendimento da poupança previsto para o ano (6,17% + TR). Para saber o rendimento histórico da poupança e da TR, consulte a <a title="Conheça a calculadora do Cidadão" href="http://www.bcb.gov.br/?CALCULOSINDCOT" target="_blank">calculadora do cidadão do BCB</a>;</li>
<li>Taxa Selic (meta): Insira o valor da Taxa Selic (consulte em <a title="Acesse o site do Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">www.bcb.gov.br</a>);</li>
<li>Taxa de administração do Fundo (ao ano): Taxa de administração do fundo de investimento DI. Sugestão: colocar a taxa do fundo de investimento em que investe atualmente ou simular valores entre 0,3% a 4,0%;</li>
<li>Prazo de resgate do investimento: Clique na “caixa de listagem” para selecionar o prazo de aplicação do dinheiro. Isso afetará a tributação do rendimento das aplicações em fundos DI. Até 6 meses &#8211; 22,5% -, entre 6 meses e 1 ano &#8211; 20% -, entre 1 e 2 anos &#8211; 17,5% -, mais que 2 anos &#8211; 15%.</li>
</ol>
<p>A planilha calcula, mostra e compara, por meio de um gráfico, o rendimento da poupança e o rendimento líquido do fundo de investimento. A diferença (em pontos percentuais ao ano) entre as duas modalidades de investimento é evidenciada numa tabela. Se o número for negativo, vantagem para a poupança, se for positivo, vantagem para o fundo.</p>
<p><strong>Algumas informações básicas</strong><br />
O investimento em poupança é isento de Imposto de Renda (IR) para as pessoas físicas e não há cobrança de taxa de administração. Ou seja, o rendimento já é líquido. Atente apenas para a “data de aniversário”. Se o investidor sacar o dinheiro da poupança antes da data de aniversário da mesma, os juros daquele mês não serão creditados.</p>
<p>Já os fundos DI são fundos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) que tem o objetivo de acompanhar os juros de mercado. Há cobrança de taxa de administração e há a incidência de IR. Para esses fundos, a rentabilidade é diária. Atente para a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide apenas se os saques forem feitos com prazo inferior a 30 dias, de acordo com o número de dias da aplicação.</p>
<p><strong>Conclusões</strong><br />
Portanto, é bom fugir de bordões tipo “a poupança não rende nada”. As informações sobre as regras básicas dos produtos proporcionam ao investidor compará-los e escolher a melhor opção para o seu caso específico. Recomenda-se colher alguns dados simples (taxa de administração do fundo DI do seu banco, por exemplo) e usar os próprios objetivos pessoais, como por exemplo &#8220;comprar um computador daqui um ano&#8221;, para usar os produtos de investimento adequadamente.</p>
<p><a title="Clique e faça o download da planilha" href="http://migre.me/8hGMX" target="_blank"><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/icon_excel.jpg" alt="Planilha Excel" /><strong>Planilha de simulação Fundos DI e Caderneta de poupança</strong> - Clique aqui para fazer o download</a>.</p>
<p><strong>Importante:</strong> O autor prezou pela qualidade da informação, ressaltando, no entanto, que não faz qualquer tipo de recomendação de investimento, não se responsabilizando por perdas, danos (diretos, indiretos e incidentais), custos e lucros cessantes.</p>
<p><strong>Aviso legal:</strong> Este trabalho não deve ser citado como representando as opiniões do Banco Central do Brasil. As opiniões expressas neste trabalho são exclusivamente do autor e não refletem, necessariamente, a visão do Banco Central do Brasil.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Fabio de Almeida Lopes Araujo</b>.<br>

Graduado em Administração de Empresas pela EAESP-FGV e pós-graduado pela Business School São Paulo. É servidor do Banco Central do Brasil desde 2006 e membro da International Network on Financial Education (OCDE).<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que aprendi lendo jornais de economia e porque isso é tão importante</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/22/o-que-aprendi-lendo-jornais-de-economia-e-porque-isso-e-tao-importante/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 13:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
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		<description><![CDATA[Aprender lendo jornais de economia pode ser a diferença entre tornar-se um investidor de sucesso ou apenas um simples poupador. É importante ler e manter-se informado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que aprendi lendo jornais de economia e porque isso é tão importante" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_o_que_aprendi_lendo_economia_porque_isso_importante.jpg" alt="O que aprendi lendo jornais de economia e porque isso é tão importante" align="left" hspace="2" vspace="2" />Desde criança, ouço meus pais dizerem que <em>“só ganha dinheiro quem tem dinheiro”</em>. Até pouco tempo, eu tinha essa premissa como verdade absoluta, pois, na casa de meus pais, esta frase sempre foi empregada para justificar casos de pessoas que tiveram a “sorte” de comprar, por exemplo, uma casa por um preço baixo e depois vendê-la por um preço bem maior.</p>
<p>É claro que para qualquer tipo de investimento é necessário algum dinheiro, mas há duas variáveis nessa equação que meus pais não sabiam ou não mencionavam: 1) a intuição da pessoa (investidor) para reconhecer uma oportunidade quando ela aparece; e 2) sua atitude para aproveitá-la.</p>
<p>Como de costume nos meus textos aqui no <em>Dinheirama</em>, o artigo de hoje é baseado em uma experiência pessoal que me motivou a refletir sobre essa questão. Antes de começar, não quero que o leitor pense que ganhei muito dinheiro em um investimento, pois, muito pelo contrário, ainda não me considero um investidor, mas sim um aprendiz que está de olho nas chances que possam surgir.</p>
<p><span id="more-7265"></span><strong>Desenvolvendo a educação financeira</strong><br />
Minha história de hoje começou quando estava lendo o Capitulo 7 do livro <a title="Saiba mais sobre o livro" href="http://migre.me/80RoD" target="_blank">“Vamos falar de dinheiro?”</a> do amigo <strong>Conrado Navarro</strong>. No texto em questão, ele aborda a importância das pessoas conhecerem o básico sobre economia para, por exemplo, entender as crises econômicas e avaliar seus impactos na economia doméstica.</p>
<p>Fiquei muito incomodado quando, neste capítulo, o Navarro fez algumas perguntas ao leitor, como por exemplo: <em>“Qual a taxa básica de juros (Selic) atual no nosso país?”</em>, <em>“Quanto fechou o dólar ontem?”</em> e <em>“Por que uma crise nos EUA mexe tanto com nossa economia?”</em>.</p>
<p>São perguntas básicas sobre economia. Eu não soube responder nenhuma delas e me senti muito mal por isso na época. Confesso que, apesar de interessar-me por educação financeira, sempre achei uma chatice esse negócio de economia.</p>
<p>Mas, depois do “puxão de orelha” do Navarro, passei a esforçar-me para entender sobre o assunto e a acompanhar semanalmente alguns índices financeiros como o Ibovespa, taxa SELIC e a cotação do dólar. Informações essas que, até pouco tempo, pareciam inúteis para uma pessoa que só investia em caderneta de poupança.</p>
<p><strong>Educação financeira colocada em prática</strong><br />
Acompanhando por alguns meses as noticias sobre economia, passei a notar que a cotação do dólar começou a cair gradativamente, e em meados de julho de 2011 me deparei com a seguinte noticia em um caderno de Economia: <a title="Leia a notícia da época" href="http://economia.uol.com.br/cotacoes/ultimas-noticias/2011/07/01/dolar-fecha-a-r-1558-menor-valor-em-mais-de-12-anos.jhtm" target="_blank">“Dólar tem a menor cotação em mais de 12 anos”</a>.</p>
<p>Embora não seja uma expert em economia e não tenha acompanhado a cotação do dólar por muito tempo, percebi que aquele não era um cenário normal e passei a questionar-me se ali não havia uma oportunidade para ganhar dinheiro e comecei, então, a fazer umas pesquisas sobre como investir em moeda estrangeira. Para encurtar a história, relato abaixo a forma que encontrei para aproveitar a oportunidade do dólar em baixa.</p>
<p>Há tempos que tenho o sonho de conhecer Nova Iorque e aproveitar para praticar meu inglês. Mas, com a faculdade, a pós-graduação e o meu casamento logo em seguida, este é um projeto que provavelmente só conseguirei realizar em 2013. Assim, eu ainda não havia me preocupado com nada a esse respeito.</p>
<p>No entanto, com a baixa do dólar em julho de 2011, pensei em unir o útil ao agradável e colocar esse projeto em andamento. Conversei com alguns amigos que viajaram recentemente para o exterior e, nessas conversas, descobri que existe um cartão chamado <em>Travel Card</em> que pode ser “carregado” em Reais, aqui no Brasil, e depois usado, em Dólares, no exterior. O Navarro falou sobre ele no seu artigo <a title="Leia o artigo" href="http://migre.me/80Rs4" target="_blank">“Viajar e pagar no exterior: cartão de crédito, pré-pago ou dinheiro?”</a>.</p>
<p><strong>Planejamento e ponderação antes de agir</strong><br />
Como eu já disse, não sou um investidor e começar com moeda estrangeira não seria a melhor opção para uma pessoa inexperiente como eu. Por isso, antes de sair correndo e fazer besteira, fiz muita pesquisa na Internet e pedi conselhos a amigos que explicaram as vantagens e os riscos na compra de dólares. De posse de alguns conhecimentos, resolvi arriscar e pensei da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Se cair muito o preço, posso deixar o dinheiro parado no cartão;</li>
<li>Se subir um pouco, posso viajar aproveitando melhor esse dinheiro que comprei com uma cotação mais baixa; e</li>
<li>Se subir muito, posso vender os dólares e quem sabe até ele valorize mais do que o rendimento da poupança no período.</li>
</ul>
<p>Gostaria que você leitor não interpretasse a minha decisão de comprar dólares como um investimento, mas como uma oportunidade – e eu estava preparado para ela, tanto por parte da informação sobre a baixa do dólar, como do dinheiro que tinha disponível para a compra.</p>
<p>Este dinheiro, aliás, correspondia a mais ou menos quatro vezes o meu salário e juntei-o durante algum tempo poupando 10% da minha renda todo mês e que estava “parado” em uma conta poupança destinado a eventuais emergências. Usei o dinheiro porque a poupança de emergência já está sendo recomposta com a ajuda de minha esposa, que recentemente conseguiu emprego na sua área profissional e fez nossa renda aumentar.</p>
<p><strong>O exemplo em números</strong><br />
Para que o leitor tenha uma ideia da diferença no valor da cotação, veja o quadro abaixo e minhas ponderações finais:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_tabela_cotacao_dolar.gif" alt="Exemplo - Cotação do dólar" /></p>
<p>Ou seja, se eu fosse viajar ou comprar dólares no começo do ano, <strong>eu gastaria R$ 290,00 a mais para cada US$ 1 mil que eu fosse comprar</strong>.</p>
<p><strong>Conclusões</strong><br />
Para ter esse “ganho” na compra dos dólares, é verdade que precisei poupar durante um bom tempo para juntar o dinheiro. No entanto, o mais importante foi reconhecer a oportunidade de fazer uma boa economia comprando dólar na época certa. Isso só foi possível porque um dia, graças ao livro do Navarro, comecei a adquirir o hábito de acompanhar noticias sobre economia.</p>
<p>Por mais que eu seja eternamente grato aos meus amigos Conrado Navarro, Bruno Biscaia, Camilo Lopes e Christian Barbosa, que sempre me ajudam com dicas e conselhos no que eu preciso, ninguém veio até mim e disse <em>“Júnior, vai lá comprar dólar porque em pouco tempo o preço vai subir”</em>. Isso foi uma coisa que aprendi sozinho ao longo do tempo, lendo sobre economia. Isso, amigo leitor, ninguém poderá fazer por você.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Mônica Saccarelli, Diretora do Home Broker Rico.com.vc</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/14/dinheirama-entrevista-monica-saccarelli-diretora-do-home-broker-rico-com-vc-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>
		<category><![CDATA[títulos públicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mônica Saccarelli, Diretora do home broker Rico.com.vc, fala sobre investimentos no Tesouro Direto, títulos e bolsa de valores. Aprenda e crie uma estratégia vencedora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Mônica Saccarelli, Diretora do Home Broker Rico.com.vc" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_monica_saccarelli_diretora_rico_com_vc.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Mônica Saccarelli, Diretora do Home Broker Rico.com.vc" align="left" hspace="2" vspace="2" />Durante todos esses anos à frente do <em>Dinheirama</em>, sempre fiz questão de reconhecer como nosso país melhorou em relação às alternativas de investimentos disponíveis para a população. Uma das alternativas que me agrada muito são os títulos públicos, que hoje estão acessíveis via corretoras e Internet a partir de valores bem baixos.</p>
<p>Para falar mais sobre o Tesouro Direto, decidi conversar novamente com <strong>Mônica Saccarelli</strong>, Diretora do <strong><a title="Conheça o Rico.com.vc" href="http://migre.me/7Vibu" target="_blank">Rico.com.vc</a></strong>, home broker da Octo Investimentos, onde é responsável pelo relacionamento com o mercado e gerenciamento das áreas comercial, marketing, atendimento e tecnologia.</p>
<p>Mônica iniciou sua carreira na Bovespa e passou por empresas como AT&amp;T Broadband (em São Francisco, EUA), Concórdia Corretora de Valores e Link Investimentos, onde ocupava o cargo de Gerente Geral de Varejo até a criação do Rico, quando assumiu o cargo de direção.</p>
<p>Com 13 anos de experiência no mercado financeiro, Mônica Saccarelli é graduada em Relações Públicas pela FAAP (Faculdade Armando Álvares Penteado), possui pós-graduação em Comunicação Empresarial pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e especialização em Marketing pela University of California, de Berkeley, EUA.</p>
<p>Acompanhe nossa conversa:</p>
<p><strong>Mônica, uma dúvida bastante frequente de nossos leitores diz respeito à correta alocação de recursos em um plano de investimento focado em qualidade de vida. O brasileiro ainda poupa pouco, mas o faz de forma correta? Como deve ser a estratégia de investimentos do pequeno investidor?</strong></p>
<p><strong>Mônica Saccarelli:</strong> A melhor maneira de se juntar dinheiro para ter uma boa qualidade de vida é, em primeiro lugar, conhecer seu perfil de investidor. Em seguida, é imprescindível realizar um planejamento financeiro para, com ele, se programar para investir. Quando falo em programar, quero dizer: é importante que o comprometimento de investir todo mês seja o mesmo de pagar uma conta qualquer.</p>
<p><strong>Ao optar pelo investimento, o investidor precisa entender suas características de risco, retorno, precificação e liquidação. Vocês promovem palestras, mantém artigos e muito material de educação financeira neste sentido. Quais são as principais dúvidas?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> A principal dúvida é em que e como investir. Para começar, é preciso entender e buscar informação tanto sobre o tipo do investimento como também conhecer a empresa em que pretende investir (no caso do mercado de ações).</p>
<p>No <a title="Conheça o Rico.com.vc" href="http://migre.me/7Vibu" target="_blank">Rico.com.vc</a> temos um programa educacional para todos os níveis de conhecimento e especialistas à disposição para ajudar a tomar a melhor decisão na hora de investir. Além disso, também oferecemos cursos e palestras gratuitas (presenciais e online), chats diários, fórum e o Trade ao Vivo, que são salas de operações virtuais sobre diversos temas, com especialistas que orientam o investidor durante todo o pregão.</p>
<p><strong>Uma das modalidades que tem atraído muitos investidores é o Tesouro Direto. O home broker <a title="Conheça o Rico.com.vc" href="http://migre.me/7Vibu" target="_blank">Rico.com.vc</a> oferece essa possibilidade aos seus investidores? A possibilidade de investir em títulos públicos diretamente, sem interferência dos bancos de varejo, traduz-se em vantagem no retorno? O que muda em relação aos fundos de renda fixa tradicionais?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> Sim, o Tesouro Direto é uma boa opção em termos de rentabilidade e é possível comprar e vender títulos do tesouro no Home Broker de forma simples. O investidor tem a possibilidade de diversificar os investimentos obtendo variadas rentabilidades, com títulos pré e pós-fixados, considerados de baixo risco pelo mercado financeiro, pois são garantidos pelo Tesouro Nacional.</p>
<p>Muitos fundos de renda fixa investem grande parte do patrimônio em títulos públicos. A vantagem de investir no Tesouro Direto, além das já citadas, é que você escolhe o título que mais atende ao seu perfil e objetivo naquele momento, tem liberdade para definir o quanto quer investir e pode vender e comprar quando achar melhor. Além disso, a taxa administrativa geralmente é mais baixa &#8211; e é sempre importante calcular o custo administrativo, que impacta na rentabilidade.</p>
<p><strong>Ainda sobre o Tesouro Direto, é comum recebermos dúvidas sobre os títulos disponíveis e como optar por aqueles que melhor se adéquam ao perfil do investidor. Você pode falar brevemente das opções e suas características principais?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> O site do Tesouro Direto oferece um <a title="Acesse o simulador" href="http://migre.me/7VisD" target="_blank">teste gratuito para identificar qual é o título mais indicado para o investidor</a>. Os títulos estão divididos em pré e pós-fixados. Os títulos pré-fixados possuem rentabilidade definida no momento da compra. A rentabilidade somente é garantida caso o investidor mantenha o papel até o vencimento. As duas modalidades são:</p>
<ul>
<li><strong>LTN &#8211; Letras do Tesouro Nacional:</strong> títulos com rentabilidade definida (taxa fixa) no momento da compra. Você sabe antes quanto vai ganhar e o pagamento é feito no vencimento;</li>
<li><strong>NTN-F &#8211; Nota do Tesouro Nacional &#8211; série F:</strong> a rentabilidade é prefixada, definida no momento da compra e o pagamento dos juros é feito semestralmente. O principal é devolvido no vencimento.</li>
</ul>
<p>Os títulos pós-fixados são aqueles cujo valor total da rentabilidade é definido no final da aplicação. Isso ocorre porque o rendimento é determinado pela variação de certos índices e da taxa de juros determinada no início. As modalidades são:</p>
<ul>
<li><strong>LFT &#8211; Letras Financeiras do Tesouro:</strong> títulos com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia (taxa média das operações diárias com títulos públicos registrados no sistema SELIC). O pagamento é no vencimento;</li>
<li><strong>NTN-C &#8211; Notas do Tesouro Nacional &#8211; série C:</strong> títulos com rentabilidade vinculada à variação do IGP-M, acrescida de juros definidos no momento da compra. Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal);</li>
<li><strong>NTN-B &#8211; Nota do Tesouro Nacional &#8211; série B:</strong> título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal). No caso da NTN-B Principal, não há pagamentos de cupom de juros semestralmente.</li>
</ul>
<p><strong>O que o investidor deve ter em mente em relação ao risco das aplicações no Tesouro Direto? Comprar títulos públicos diretamente é mais seguro que através de fundos ou produtos especializados?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> Em primeiro lugar, é preciso saber o que são títulos púbicos e entender que comprar títulos é emprestar dinheiro ao governo. O ideal é investir um dinheiro que não será usado em emergências, pois o resgate não é automático. Os títulos são investimentos de baixo risco, pois quem é o credor é o Governo.</p>
<p>Caso o investidor queira vender o título antes do vencimento, o valor resgatado estará sujeito ao valor de mercado naquele momento. Esse valor pode ser menor ou maior do que ele investiu. Comprar títulos públicos diretamente do Tesouro Direto é vantajoso porque o investidor escolhe o título de acordo com seu objetivo, equanto que ao comprar através de fundos ele não sabe em que títulos o gestor investe, além do que algumas vezes as taxas administrativas não são atrativas, podendo depender do valor aplicado.</p>
<p><strong>O processo de negociação dos títulos públicos envolve custos e tarifas menores que aqueles encontrados em fundos de investimento tradicionais? Você poderia descrever os gastos que envolverão o investidor ao optar pelo Tesouro Direto? Como fica a questão do Imposto de Renda?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> Sim, visto que o investidor pagará somente as taxas da CBLC e comissão da corretora. Para investir em Tesouro Direto no Rico, os custos são: 0,10% de emolumentos (no ato da operação), 0,3% ao ano de taxa de custódia (CBLC) e 0,2% ao ano de comissão da corretora. Temos uma <a title="Clique para ler mais sobre Tesouro Direto" href="http://migre.me/7Viqf" target="_blank">página que detalha e tira as principais dúvidas sobre Tesouro Direto</a>.</p>
<p><strong>Qual seria a maneira mais adequada de criar uma carteira composta de títulos públicos (papéis de baixo risco) e ações (ativos de alto risco)? Quanto investir, como gerenciar e definir prazos para o retorno?</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> Para estruturar uma carteira de investimentos, devem-se considerar sempre os objetivos, as necessidades no curto e longo prazo e a tolerância ao risco de cada investidor. Diversificar os investimentos diminui os riscos de perdas: se uma aplicação não vai bem, outra pode compensar.</p>
<p>A forma como cada investidor aplica seu dinheiro em diferentes modalidades de investimento varia com o perfil de cada um e a corretora ajuda a identificar esse perfil – que é fundamental ser conhecido.</p>
<p>A partir daí, o investidor pode traçar objetivos e criar sua estratégia de investimentos observando os prazos desejados (curto, médio e longo prazo). Reforço que as decisões de investimento precisam levar em conta o perfil do investidor, sua aversão ao risco e suas metas.</p>
<p>Por fim, é importante que a carteira seja composta por investimentos que ofereçam boa liquidez e baixo risco, como é o caso do Tesouro Direto. Portanto, títulos federais também podem ter papel fundamental em seu portfólio.</p>
<p><strong>Mônica, obrigado pela disponibilidade em nos atender. Por favor, deixe um recado final para o leitor interessado em investir mais e melhor.</strong></p>
<p><strong>M. S.:</strong> Obrigado a vocês pelo espaço. Para o leitor interessado em nos conhecer, basta acessar <a title="Conheça o Rico.com.vc" href="http://migre.me/7Vibu" target="_blank">www.rico.com.vc</a>. Para finalizar, vou deixar cinco dicas para quem quer começar a investir:</p>
<ol>
<li><strong>Não tenha medo</strong>;</li>
<li><strong>Invista em conhecimento</strong>: busque informações em fontes diversas para tomar decisões com embasamento. Acesse o site da correta e confira o que dizem seus analistas, acesse canais específicos sobre finanças e investimentos, leia jornais, dedique algum tempo para freqüentar cursos e palestras sobre o tema e procure conhecer a empresa que você investe, caso queira investir em ações;</li>
<li><strong>Tenha um objetivo</strong>: saiba onde quer chegar e em quanto tempo;</li>
<li><strong>Conheça seu perfil</strong>, sua tolerância ao risco e respeite seus limites;</li>
<li><strong>Invista</strong>.</li>
</ol>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/01/dinheirama-entrevista-aline-rabelo-executiva-do-investmania/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Aline Rabelo, Executiva do Investmania, fala da importância da informação para o investidor e de como ele pode criar estratégias de investimentos mais inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_aline_rabelo_executiva_investmania.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre defendemos a importância da informação para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras para seus investimentos. O aprendizado é a principal condição para que resultados cada vez melhores sejam alcançados, especialmente no longo prazo.</p>
<p>Para melhor abordar a realidade da educação financeira focada no investidor, conversei com <strong>Aline Rabelo</strong>, executiva do <strong><a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a></strong>, um site cujo objetivo é concentrar, em um só lugar e em tempo real, o máximo de informações necessárias para a tomada de decisão de um investidor. Tudo isso com foco no relacionamento entre os participantes.</p>
<p>Aline é formada em Administração de Empresas e possui mais de sete anos de experiência profissional no mercado financeiro, trabalhando em grandes corretoras e proferindo palestras em eventos do setor, como o Circuito Expo Money. Atualmente, dedica-se exclusivamente à coordenação do Investmania.</p>
<p><span id="more-7178"></span>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Aline, apesar da migração social ocorrida na última década e do aumento na renda da população, o brasileiro ainda poupa e investe pouco. Como chamar atenção para o futuro, para a importância do investimento, quando consumir passa a ser possível e divertido?</strong></p>
<p><strong>Aline Rabelo:</strong> As pessoas, principalmente os jovens, devem sempre se perguntar: <em>“O que eu quero conquistar? Como quero viver quando estiver aposentado? Como imagino o meu futuro?”</em>. Estas perguntas provocarão você a olhar mais para o longo prazo e despertarão sua atenção para a importância de se planejar e começar a investir.</p>
<p><strong>Nós acreditamos que o desafio de convencer os investidores a investir na bolsa de valores passa pela educação financeira. Notei que esta é também a principal preocupação do site <a title="Conheça o InvestMania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a>. O investidor brasileiro participa mesmo dos recursos oferecidos (chats, videos, relatórios etc.)? O que ele valoriza mais?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A principal preocupação do Investmania é mostrar aos participantes as oportunidades de investimentos, sejam em ações (renda variável), renda fixa, imóveis ou câmbio. Tenho notado uma excelente participação de investidores no site, inclusive os mais experientes. Todos aproveitam os recursos disponibilizados.</p>
<p>Afinal de contas, o mais importante para qualquer investidor são as boas oportunidades e as chances de lucro. O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> é exatamente isso: um meio sério, responsável e constantemente atualizado para o investidor encontrar as melhores oportunidades de investimentos.</p>
<p><strong>Uma outra análise sugere que o investidor brasileiro tem um relacionamento muito fiel com os bancos de varejo, que normalmente não oferecem investimentos diretos em ações, mas seus produtos (fundos). Além disso, os juros ainda elevados garantem altos ganhos sem risco. Como você vê o desafio de popularizar a bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A popularização da Bolsa de Valores já vem ocorrendo há algum tempo e os próprios bancos passaram a oferecer estes investimentos aos clientes que os solicitam. A popularização dos investimentos mais sofisticados é um reflexo da necessidade de quem quer ter um futuro melhor.</p>
<p>Neste sentido, o investimento em ações é, sem dúvida, um dos mais importantes para se atingir este objetivo. É sempre bom lembrar que em momentos de crise é que surgem as melhores oportunidades para investir em renda variável, momento em que é possível comprar ações de excelentes empresas a preços normalmente defasados e mais baixos.</p>
<p><strong>É consenso entre especialistas que nosso mercado de ações atualmente oferece boas possibilidades de compra para quem tem uma carteira de longo prazo. Ao mesmo tempo, notícias sobre a crise frequentemente assustam e mexem com o mercado. O que dizer ao jovem investidor que nos lê? Como encarar a realidade dos fatos e criar uma estratégia de investimentos inteligente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Como disse, durante as crises é que surgem as melhores oportunidades. O investidor precisa entender seus objetivos e confrontá-los com a estratégia que pretende usar para alcançá-los. O passo seguinte é se informar com especialistas e acompanhar o noticiário para tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> nasceu para auxiliar estes investidores, provendo conteúdo qualificado e informação relevante para quem quer saber como lidar com o mercado e traçar uma estratégia diferenciada. A aproximação com o investidor através da Internet possibilita compartilhar experiências e o aprendizado, tarefas essenciais para quem quer ter uma carteira de investimentos interessante.</p>
<p><strong>Ainda sobre a estratégia de investimentos, como deve ser a correta alocação de recursos do pequeno investidor. Pensando nos valores ainda mais baixos que ele tem para investir, como a bolsa de valores pode ser uma opção atraente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Todo o investidor deve ponderar o capital que tem disponível para investir, o prazo desejado do investimento e o risco que ele está disposto a assumir. Para aqueles que estão iniciando e para os que dispõem de poucos recursos os ETFs, que replicam os índices de Bolsa, são uma boa opção.</p>
<p><strong>Você acredita no potencial de alternativas com os ETFs (Fundos de Índice) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), ambos negociados em bolsa? Para o pequeno investidor, estes podem ser bons pontos de entrada no mundo da renda variável? Por quê?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Sim, estas alternativas são ótimas opções de investimento. Particularmente, gosto dos ETFs porque permitem que você tenha a composição de uma carteira de ativos com baixo custo. Todo mundo conhece a lei da diversificação (não se coloca todos os ovos em uma mesma cesta), mas com pouco recurso fica caro diversificar.</p>
<p>Desta forma, quem está começando e ainda não tem muito capital para investir pode dar seus primeiros passos no mercado de ações através de ETF´s. O investidor vai encontrar nestes ativos a diversificação ideal para os seus investimentos sem ter que, para isso, comprar lotes ou frações de ativos de diversas empresas.</p>
<p><strong>Aline, muito obrigado pela disponibilidade e participação. Por favor, deixe seus conselhos finais sobre investimentos e renda variável ao nosso leitor.</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Um conselho importante para quem pretende começar a investir é conversar com quem já tem alguma experiência e entende de investimentos. Converse com quem já investe e dedique parte de seu tempo para aprender e conhecer melhor as alternativas de investimentos, suas características, riscos, modo de operação e possibilidades de retorno.</p>
<p>Essa troca de experiências também é algo que valorizamos muito no Investmania, onde o investidor pode tirar suas dúvidas com especialistas ou investidores mais experientes para encontrar excelentes oportunidades de investimento. Convido os leitores a conhecerem nosso trabalho em <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">www.investmania.com.br</a>. Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Bons investimentos a todos!</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/26/engajamento-empreendedor-a-forca-que-falta-para-o-verdadeiro-sucesso/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores são indivíduos dotados de energia e talento de sobra, o que lhes confere muitas oportunidades. Como torná-los verdadeiros cidadãos engajados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_engajamento_empreendedor_forca_que_falta_verdadeiro_sucesso.jpg" alt="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, antes de tudo peço calma e compreensão. Solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo (ou quem sabe sonífero) dessa temática. E, diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe, logo no título, uma convocação ao seu engajamento.</p>
<p>Da mesma forma, posso garantir que nesse texto você estará protegido dos ataques da ditadura do politicamente correto, com seus clichês insistentes, superficiais e suas modinhas de ocasião. Prometo não incomodá-los com esse “bobajal”. Afirmaria até que o que abordarei traz, em última análise, desoneração. Exatamente isso, desoneração empreendedora, assim como um balão que para subir necessita jogar fora parte da bagagem de seus passageiros. Mas a questão é que essa desoneração não se conquista sem um pouco de esforço.</p>
<p><strong>Qual o papel do empreendedor?</strong><br />
A dura realidade é que somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados (está no plural, pois me incluo na categoria) para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis e inquiridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores. Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.</p>
<p><span id="more-7059"></span>Não basta a carga tributária infernal – e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não poder contar com uma mão de obra qualificada, a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia.</p>
<p><strong>Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada?</strong><br />
A resposta é simples: o nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões e a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados reduziram a nossa capacidade de <strong>existir exigindo</strong>. Em troca disso, passamos a <strong>existir absorvendo</strong>, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.</p>
<p>Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam tempo pensando. Vocês precisam ganhar dinheiro para consumir e nos sustentar!”.</p>
<p>Hora de refletir:</p>
<ul>
<li>A quem interessa a nossa despolitização?</li>
<li>Quem ganha com a nossa desunião?</li>
</ul>
<p>As respostas também são simples, sabemos disso. A mesma sociedade que nos enxerga de forma tão estoica, como indivíduos repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar solucionados (ou pelo menos a caminho da solução).</p>
<p><strong>Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?</strong><br />
Que tal usarmos os nossos atributos para, ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e, na contraofensiva, efetivar reclamações e exigências? E fazer isso mantendo nossa forma de ser, com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização. Quem topa?</p>
<p>Perceba que o texto relata uma conta que não fecha. Como empreendedores, a nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.</p>
<p>Onde queremos chegar? Pensemos nisso. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/12/bolsa-de-valores-acerte-na-escolha-da-sua-corretora-para-investir/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça os principais fatores na hora de escolher uma corretora para investir em ações. Use o Guia de Corretoras BM&#038;F Bovespa para achar a corretora ideal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_acerte_escolha_corretora_investir.jpg" alt="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das dúvidas recorrentes de nossos leitores diz respeito à escolha da “melhor corretora” para começar a investir em ações. Apontar uma ou outra empresa seria irresponsabilidade de nossa parte, então optamos por construir o conhecimento que deve auxiliar o investidor a se decidir de acordo com seus planos pessoais e estratégias de investimento.</p>
<p>Não é novidade que existem corretoras mais voltadas para aqueles que gostam de investir usando Análise Técnica. Da mesma forma, algumas corretoras oferecem avaliações mais detalhadas sobre os fundamentos das empresas e trabalham com carteiras recomendadas de prazos mais longos, favorecendo investidores de longo prazo.</p>
<p>Nosso trabalho é construir a resposta para a pergunta “como começar a investir e escolher uma corretora” de forma inteligente e de acordo com o seu perfil. Publicamos na semana passada o excelente artigo <a title="Bolsa de valores: como ficar longe de uma corretora ruim" href="http://dinheirama.com/blog/2011/12/08/bolsa-de-valores-como-ficar-longe-de-uma-corretora-ruim/" target="_blank">“Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim”</a>, de Hugo Teixeira.</p>
<p><span id="more-6898"></span><strong>Como escolher a corretora, então?</strong><br />
Esta semana trazemos para você alguns comentários de <strong>Diego Wawrzeniak</strong>, sócio do excelente site <strong><a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/77bbu" target="_blank">Bússola do Investidor</a> </strong>(nosso parceiro de longa data) ao lado do amigo Frederico Skwara – que inclusive já escreveu publicou alguns artigos por aqui sobre imposto de renda e ações. Conversei com o Diego e relato abaixo suas contribuições:</p>
<p><strong>Diego, escolher uma corretora é uma decisão difícil?</strong></p>
<p><strong>Diego Wawrzeniak:</strong> A escolha da corretora é a primeira grande decisão que o investidor deve tomar e requer bastante atenção. Atualmente, existem mais de 80 corretoras cadastradas na BM&amp;F Bovespa e o que cada uma delas oferece a seus clientes pode variar enormemente.</p>
<p><strong>O que o investidor deve observar e comparar antes de decidir-se por alguma corretora?</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Existem vários fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher uma corretora, porém os principais são preço, atendimento, ferramentas e serviços. Vou detalhar melhor esses itens:</p>
<ul>
<li><strong>Preço:</strong> os valores cobrados por cada corretora variam bastante. Algumas corretoras chegam a cobrar R$ 50,00 por ordem executada, enquanto outras cobram menos de R$ 5,00. Embora seja tentador, não faça sua escolha baseada somente no preço! Um atendimento ruim ou ferramentas limitadas pode custar muito caro na hora de investir;</li>
<li><strong>Atendimento:</strong> a disponibilidade da corretora para atender seus clientes e a qualidade do atendimento faz uma enorme diferença principalmente na hora de resolver problemas;</li>
<li><strong>Ferramentas:</strong> boas ferramentas são fundamentais para auxiliar as decisões de investir e podem fazer uma grande diferença no retorno do investidor. Alguns home brokers, por exemplo, são bem básicos, enquanto outros oferecem ferramentas gráficas, relatórios de mercado, análises de empresas, calculadoras, indicadores, acompanhamento de trades ao vivo, chat com analistas etc;</li>
<li><strong>Serviços:</strong> serviços complementares também fazem uma grande diferença e, assim como os demais critérios, variam bastante, principalmente na qualidade. A divulgação de carteiras recomendadas e a qualidade dos relatórios, por exemplo, devem ser consideradas. Peça para receber um relatório antes de abrir sua conta e veja se a análise realizada é suficiente para você.</li>
</ul>
<p><strong>Sei que vocês tem uma novidade interessante para o investidor interessado em escolher melhor a corretora. Vocês lançaram o Guia de Corretoras BM&amp;F Bovespa, uma ferramenta gratuita. Conte-nos mais sobre ela.</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Tentando facilitar um pouco a vida dos investidores, criamos o <strong><a title="Conheça e acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">Guia de Corretoras da BM&amp;F Bovespa</a></strong>, que permite comparar lado a lado as corretoras de valores. Entre outras informações, lá você irá encontrar as taxas cobradas, os serviços oferecidos e até mesmo avaliações dos nossos usuários.</p>
<p>É possível ordenar e filtrar as corretoras segundo diferentes critérios e, de forma fácil, visualizar quais são as mais bem avaliadas, quais cobram menos taxa de custódia ou quais oferecem aplicativos mobile, por exemplo. O acesso é gratuito: <a title="Acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">www.bussoladoinvestidor.com.br/guia_corretoras/</a></p>
<p><strong>O investidor tem cada vez mais aliados</strong><br />
Iniciativas de educação financeira devem ser sempre apoiadas e divulgadas. Particularmente, fico muito orgulhoso de ver colegas de trabalho criando ferramentas úteis e que agregam valor ao dia a dia do pequeno investidor – e o fazem de forma gratuita. Parabéns aos amigos do Bússola do Investidor!</p>
<p>A você, leitor do <em>Dinheirama</em>, desejo cada vez mais sucesso com seus investimentos e planejamento financeiro. Reitero nosso compromisso de trazer conteúdo de qualidade para auxiliá-lo nesse caminho. Aproveite e ajude a divulgar nosso site para seus amigos. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Eduardo L&#8217;Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a trajetória de sucesso de Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas. O jovem empresário fala sobre a trajetória do negócio e como teve a idéia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_eduardo_lotellier_ceo_cofundador_getninjas.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Empreender é, antes de mais nada, detectar e resolver um problema. Poder fazer isso de forma inteligente (e rentável) significa criar um negócio sustentável e próspero. A Internet ficou muito conhecida como o terreno perfeito para lançar novas idéias sem tanta burocracia e dinheiro. O Dinheirama valoriza muito a possibilidade de aprendermos com empreendedores de sucesso. Que tal conhecer mais uma história de sucesso da nossa web?</p>
<p>Tivemos a oportunidade de conversar com <strong>Eduardo L&#8217;Hotellier</strong>, CEO e co-fundador do <strong><a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a></strong>, uma plataforma onde as pessoas podem contratar ou oferecer qualquer tipo de serviço. Formado em Engenharia da Computação pelo Institutio Militar de Engenharia (IME) e pós-graduado em Finanças pela COPPEAD, Eduardo, 26 anos começou sua carreira na área de consultoria estratégica e gestão financeira em multinacionais como McKinsey&amp;Company e Bain&amp;Company e na nacional Angra Partners.</p>
<p>Segundo ele mesmo nos contou, sua aptidão para empreendedorismo começou já na faculdade, quando foi finalista no jogo universitário Desafio Sebrae e terceiro colocado na competição de Casos de Negócio da FEA/USP. Hoje, Eduardo é CEO da GetNinjas. Veja como foi nosso papo:</p>
<p><span id="more-6887"></span><strong>Eduardo, é muito comum enxergarmos a web como um mundo repleto de muito conteúdo e informação. Até que ponto estamos preparados para lidar com os benefícios de tantas opções? Esse acesso constante não gera ansiedade em excesso?</strong></p>
<p><strong>Eduardo L&#8217;Hotellier:</strong> Vejo de forma um pouco diferente. Acredito que, pelo contrário, a Internet diminui a ansiedade na medida em que provê soluções eficazes para os problemas que enfrentamos. Falo por experiência própria: em poucos minutos posso planejar minhas férias, comprar os eletrodomésticos de minha casa ou até contratar um encanador para arrumar um vazamento. Acho isso fantástico.</p>
<p><strong>A característica que talvez faça da Internet uma poderosa ferramenta pessoal e profissional é a chance de construir algo em conjunto com outros usuários e, através dessa interação, desenvolver novos produtos e serviços. Você pode explicar melhor o que significa <em>crowdsourcing</em>?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O <em>crowdsourcing</em> é o uso da inteligência e dos conhecimentos coletivos espalhados pela internet para criar conteúdo, soluções ou desenvolver novas tecnologias. O termo foi cunhado em 2006 pelo jornalista Jeff Howe em um artigo para a revista &#8220;Wired&#8221; intitulado <a title="Leia o artigo" href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" target="_blank">&#8220;The Rise of Crowdsourcing&#8221;</a>.</p>
<p>Todavia, o conceito é muito mais antigo. Você talvez se beneficie do <em>crowdsourcing</em> todos os dias de manhã, sem saber. É que em 1869, a França enfrentava uma escassez de manteiga, o que fez com que o preço do produto fosse às alturas; foi então que o imperador Luís Napoleão III resolveu criar um prêmio para quem fosse capaz de criar um substituto para esse produto. De um esforço coletivo, surgiu a margarina.</p>
<p><strong>A venda de produtos (e-commerce) já é uma realidade na Internet brasileira. Sua empresa, a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>, propõe que o mesmo “boom” possa ocorrer com a prestação de serviços. Pode explicar melhor a ideia e como percebeu essa oportunidade?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Todo empresário já precisou de um designer para fazer um material promocional e quase todo mundo já precisou contratar um encanador para resolver um problema de vazamento. Porém, mesmo com todas as informações disponíveis na Internet, ainda é extremamente difícil encontrar um profissional de confiança, que atenda às nossas necessidades. Há diversos classificados online, mas nenhum possui sistema de qualificação e/ou verificação de vendedores: a maioria dos sites do segmento de serviços nada mais é do que páginas amarelas online.</p>
<p>Depois que identificamos que esse problema existia, fizemos alguns estudos para calcularmos o tamanho do mercado e claramente vimos que trata-se de um mercado de enorme potencial, na casa de bilhões de reais. Foi a partir dessas constatações que resolvemos criar o <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>. Prestação de serviços online, mas com qualidade, verificação e feedback de usuários e prestadores de serviços.</p>
<p><strong>Uma das principais características da Internet é aproximar empresas de seus potenciais clientes. Até agora, o profissional que deseja oferecer seus serviços normalmente opta por criar uma página web e divulgá-la entre seus contatos e através das redes sociais. Esse modelo ainda funcionará? Ou a proposta de um local de negociação, como a GetNinjas, torna desnecessária a criação de um currículo virtual oficial?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Ambos os modelos irão coexistir e eles se complementam. Apesar do <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> oferecer para seus usuários a possibilidade de criar uma página pessoal, incentivamos os usuários a &#8220;linkarem&#8221; seus blogs, perfis no Flickr, LinkedIn e outros sites. Cada plataforma tem seus pontos fortes, então por que não utilizarmos o que cada uma tem de melhor para oferecermos aos compradores o máximo de informação possível sobre os vendedores?</p>
<p><strong>Você pode dar um exemplo prático de como o crowdsourcing e a oferta de serviços via web facilitou a vida de empresas brasileiras? E o lado do profissional?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Um dos exemplos mais claros é a ajuda que plataformas como a que criamos dão para as empresas nos processos de criação da marca. O empresário pode, em instantes, achar um ótimo profissional para ajudá-lo a construir sua marca, definindo a identidade visual da empresa, criando um logotipo e até recebendo apoio para criar o slogan. Os bons profissionais também se beneficiam desse modelo, pois eles podem ter contato direto com seus clientes.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que o modelo favorece bastante o freelancer, aquele profissional que trabalha de forma independente. Como fica a qualidade e a garantia de um serviço idôneo, bem prestado, se nem sempre haverá uma empresa responsável?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O maior atrativo de uma empresa é seu nome e o mesmo vale para os freelancers. Além de que empresas são várias pessoas trabalhando em um mesmo propósito (ou pelo menos assim deveria ser). No nosso caso, oferecemos garantia para os compradores: caso o serviço não seja devidamente executado, devolvemos 100% do valor pago, sem complicações e sem enrolações.</p>
<p>Assim, apesar de abrir portas para os freelancers, será preciso prestar um serviço de qualidade para diferenciar-se na base de possibilidades que o cliente terá. Empresas e equipes bem estruturadas e que levarem o trabalho à sério serão reconhecidas pelos clientes, o que elevará as chances de receberem novos pedidos de trabalho. O <em>crowdsourcing</em> é um meio eficiente de avaliar fornecedores e criar relações entre especialistas e clientes.</p>
<p><strong>Quais devem ser os principais motivos de atenção das empresas ao procurar por serviços oferecidos através da Internet? Como evitar problemas e garantir que o serviço será realizado de forma conveniente e no prazo?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Os cuidados que as empresas e pessoas físicas devem ter ao contratar serviços pela internet devem ser os mesmos que eles exercitam ao contratar utilizando páginas amarelas e outros tipos de classificados. Deve-se verificar se o profissional é realmente quem ele diz que é, prestar atenção no seu portfólio (quem ele já atendeu, o que fez etc.), procurar referências de quem já trabalhou com ele e por ai vai.</p>
<p>A idéia de implementar essas possibilidades em uma plataforma online facilita todo esse processo, afinal você pode ver os comentários e avaliações das pessoas que já compraram determinado serviço. Mais que isso, os vendedores são incentivados a conectar sua conta no Facebook, então é possível saber o nome real da pessoa, além de ver quais amigos você tem em comum com ele. Também verificamos o telefone celular do vendedor através do envio de SMS, além de outros sistemas de validação que estão sendo implementados.</p>
<p><strong>Eduardo, desejamos sucesso com a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> e agradecemos sua disponibilidade para conversar. Por favor, deixe uma mensagem final aos leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Queridos leitores do <em>Dinheirama</em>, obrigado pela atenção de vocês. Falar um pouco sobre minha idéia e empresa me traz satisfação porque sei que assim incentivo novos empreendedores. Torço para que o papo tenha sido enriquecedor e espero vê-los também no GetNinjas. Acessem <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">www.getninjas.com.br</a> e conheçam nosso trabalho. Sigo à disposição, até a próxima. Abração.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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