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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; investimento</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; investimento</title>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/01/dinheirama-entrevista-aline-rabelo-executiva-do-investmania/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aline Rabelo, Executiva do Investmania, fala da importância da informação para o investidor e de como ele pode criar estratégias de investimentos mais inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_aline_rabelo_executiva_investmania.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre defendemos a importância da informação para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras para seus investimentos. O aprendizado é a principal condição para que resultados cada vez melhores sejam alcançados, especialmente no longo prazo.</p>
<p>Para melhor abordar a realidade da educação financeira focada no investidor, conversei com <strong>Aline Rabelo</strong>, executiva do <strong><a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a></strong>, um site cujo objetivo é concentrar, em um só lugar e em tempo real, o máximo de informações necessárias para a tomada de decisão de um investidor. Tudo isso com foco no relacionamento entre os participantes.</p>
<p>Aline é formada em Administração de Empresas e possui mais de sete anos de experiência profissional no mercado financeiro, trabalhando em grandes corretoras e proferindo palestras em eventos do setor, como o Circuito Expo Money. Atualmente, dedica-se exclusivamente à coordenação do Investmania.</p>
<p><span id="more-7178"></span>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Aline, apesar da migração social ocorrida na última década e do aumento na renda da população, o brasileiro ainda poupa e investe pouco. Como chamar atenção para o futuro, para a importância do investimento, quando consumir passa a ser possível e divertido?</strong></p>
<p><strong>Aline Rabelo:</strong> As pessoas, principalmente os jovens, devem sempre se perguntar: <em>“O que eu quero conquistar? Como quero viver quando estiver aposentado? Como imagino o meu futuro?”</em>. Estas perguntas provocarão você a olhar mais para o longo prazo e despertarão sua atenção para a importância de se planejar e começar a investir.</p>
<p><strong>Nós acreditamos que o desafio de convencer os investidores a investir na bolsa de valores passa pela educação financeira. Notei que esta é também a principal preocupação do site <a title="Conheça o InvestMania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a>. O investidor brasileiro participa mesmo dos recursos oferecidos (chats, videos, relatórios etc.)? O que ele valoriza mais?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A principal preocupação do Investmania é mostrar aos participantes as oportunidades de investimentos, sejam em ações (renda variável), renda fixa, imóveis ou câmbio. Tenho notado uma excelente participação de investidores no site, inclusive os mais experientes. Todos aproveitam os recursos disponibilizados.</p>
<p>Afinal de contas, o mais importante para qualquer investidor são as boas oportunidades e as chances de lucro. O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> é exatamente isso: um meio sério, responsável e constantemente atualizado para o investidor encontrar as melhores oportunidades de investimentos.</p>
<p><strong>Uma outra análise sugere que o investidor brasileiro tem um relacionamento muito fiel com os bancos de varejo, que normalmente não oferecem investimentos diretos em ações, mas seus produtos (fundos). Além disso, os juros ainda elevados garantem altos ganhos sem risco. Como você vê o desafio de popularizar a bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A popularização da Bolsa de Valores já vem ocorrendo há algum tempo e os próprios bancos passaram a oferecer estes investimentos aos clientes que os solicitam. A popularização dos investimentos mais sofisticados é um reflexo da necessidade de quem quer ter um futuro melhor.</p>
<p>Neste sentido, o investimento em ações é, sem dúvida, um dos mais importantes para se atingir este objetivo. É sempre bom lembrar que em momentos de crise é que surgem as melhores oportunidades para investir em renda variável, momento em que é possível comprar ações de excelentes empresas a preços normalmente defasados e mais baixos.</p>
<p><strong>É consenso entre especialistas que nosso mercado de ações atualmente oferece boas possibilidades de compra para quem tem uma carteira de longo prazo. Ao mesmo tempo, notícias sobre a crise frequentemente assustam e mexem com o mercado. O que dizer ao jovem investidor que nos lê? Como encarar a realidade dos fatos e criar uma estratégia de investimentos inteligente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Como disse, durante as crises é que surgem as melhores oportunidades. O investidor precisa entender seus objetivos e confrontá-los com a estratégia que pretende usar para alcançá-los. O passo seguinte é se informar com especialistas e acompanhar o noticiário para tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> nasceu para auxiliar estes investidores, provendo conteúdo qualificado e informação relevante para quem quer saber como lidar com o mercado e traçar uma estratégia diferenciada. A aproximação com o investidor através da Internet possibilita compartilhar experiências e o aprendizado, tarefas essenciais para quem quer ter uma carteira de investimentos interessante.</p>
<p><strong>Ainda sobre a estratégia de investimentos, como deve ser a correta alocação de recursos do pequeno investidor. Pensando nos valores ainda mais baixos que ele tem para investir, como a bolsa de valores pode ser uma opção atraente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Todo o investidor deve ponderar o capital que tem disponível para investir, o prazo desejado do investimento e o risco que ele está disposto a assumir. Para aqueles que estão iniciando e para os que dispõem de poucos recursos os ETFs, que replicam os índices de Bolsa, são uma boa opção.</p>
<p><strong>Você acredita no potencial de alternativas com os ETFs (Fundos de Índice) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), ambos negociados em bolsa? Para o pequeno investidor, estes podem ser bons pontos de entrada no mundo da renda variável? Por quê?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Sim, estas alternativas são ótimas opções de investimento. Particularmente, gosto dos ETFs porque permitem que você tenha a composição de uma carteira de ativos com baixo custo. Todo mundo conhece a lei da diversificação (não se coloca todos os ovos em uma mesma cesta), mas com pouco recurso fica caro diversificar.</p>
<p>Desta forma, quem está começando e ainda não tem muito capital para investir pode dar seus primeiros passos no mercado de ações através de ETF´s. O investidor vai encontrar nestes ativos a diversificação ideal para os seus investimentos sem ter que, para isso, comprar lotes ou frações de ativos de diversas empresas.</p>
<p><strong>Aline, muito obrigado pela disponibilidade e participação. Por favor, deixe seus conselhos finais sobre investimentos e renda variável ao nosso leitor.</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Um conselho importante para quem pretende começar a investir é conversar com quem já tem alguma experiência e entende de investimentos. Converse com quem já investe e dedique parte de seu tempo para aprender e conhecer melhor as alternativas de investimentos, suas características, riscos, modo de operação e possibilidades de retorno.</p>
<p>Essa troca de experiências também é algo que valorizamos muito no Investmania, onde o investidor pode tirar suas dúvidas com especialistas ou investidores mais experientes para encontrar excelentes oportunidades de investimento. Convido os leitores a conhecerem nosso trabalho em <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">www.investmania.com.br</a>. Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Bons investimentos a todos!</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/26/engajamento-empreendedor-a-forca-que-falta-para-o-verdadeiro-sucesso/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores são indivíduos dotados de energia e talento de sobra, o que lhes confere muitas oportunidades. Como torná-los verdadeiros cidadãos engajados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_engajamento_empreendedor_forca_que_falta_verdadeiro_sucesso.jpg" alt="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, antes de tudo peço calma e compreensão. Solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo (ou quem sabe sonífero) dessa temática. E, diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe, logo no título, uma convocação ao seu engajamento.</p>
<p>Da mesma forma, posso garantir que nesse texto você estará protegido dos ataques da ditadura do politicamente correto, com seus clichês insistentes, superficiais e suas modinhas de ocasião. Prometo não incomodá-los com esse “bobajal”. Afirmaria até que o que abordarei traz, em última análise, desoneração. Exatamente isso, desoneração empreendedora, assim como um balão que para subir necessita jogar fora parte da bagagem de seus passageiros. Mas a questão é que essa desoneração não se conquista sem um pouco de esforço.</p>
<p><strong>Qual o papel do empreendedor?</strong><br />
A dura realidade é que somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados (está no plural, pois me incluo na categoria) para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis e inquiridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores. Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.</p>
<p><span id="more-7059"></span>Não basta a carga tributária infernal – e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não poder contar com uma mão de obra qualificada, a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia.</p>
<p><strong>Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada?</strong><br />
A resposta é simples: o nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões e a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados reduziram a nossa capacidade de <strong>existir exigindo</strong>. Em troca disso, passamos a <strong>existir absorvendo</strong>, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.</p>
<p>Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam tempo pensando. Vocês precisam ganhar dinheiro para consumir e nos sustentar!”.</p>
<p>Hora de refletir:</p>
<ul>
<li>A quem interessa a nossa despolitização?</li>
<li>Quem ganha com a nossa desunião?</li>
</ul>
<p>As respostas também são simples, sabemos disso. A mesma sociedade que nos enxerga de forma tão estoica, como indivíduos repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar solucionados (ou pelo menos a caminho da solução).</p>
<p><strong>Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?</strong><br />
Que tal usarmos os nossos atributos para, ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e, na contraofensiva, efetivar reclamações e exigências? E fazer isso mantendo nossa forma de ser, com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização. Quem topa?</p>
<p>Perceba que o texto relata uma conta que não fecha. Como empreendedores, a nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.</p>
<p>Onde queremos chegar? Pensemos nisso. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/12/bolsa-de-valores-acerte-na-escolha-da-sua-corretora-para-investir/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<category><![CDATA[longo prazo]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os principais fatores na hora de escolher uma corretora para investir em ações. Use o Guia de Corretoras BM&#038;F Bovespa para achar a corretora ideal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_acerte_escolha_corretora_investir.jpg" alt="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das dúvidas recorrentes de nossos leitores diz respeito à escolha da “melhor corretora” para começar a investir em ações. Apontar uma ou outra empresa seria irresponsabilidade de nossa parte, então optamos por construir o conhecimento que deve auxiliar o investidor a se decidir de acordo com seus planos pessoais e estratégias de investimento.</p>
<p>Não é novidade que existem corretoras mais voltadas para aqueles que gostam de investir usando Análise Técnica. Da mesma forma, algumas corretoras oferecem avaliações mais detalhadas sobre os fundamentos das empresas e trabalham com carteiras recomendadas de prazos mais longos, favorecendo investidores de longo prazo.</p>
<p>Nosso trabalho é construir a resposta para a pergunta “como começar a investir e escolher uma corretora” de forma inteligente e de acordo com o seu perfil. Publicamos na semana passada o excelente artigo <a title="Bolsa de valores: como ficar longe de uma corretora ruim" href="http://dinheirama.com/blog/2011/12/08/bolsa-de-valores-como-ficar-longe-de-uma-corretora-ruim/" target="_blank">“Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim”</a>, de Hugo Teixeira.</p>
<p><span id="more-6898"></span><strong>Como escolher a corretora, então?</strong><br />
Esta semana trazemos para você alguns comentários de <strong>Diego Wawrzeniak</strong>, sócio do excelente site <strong><a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/77bbu" target="_blank">Bússola do Investidor</a> </strong>(nosso parceiro de longa data) ao lado do amigo Frederico Skwara – que inclusive já escreveu publicou alguns artigos por aqui sobre imposto de renda e ações. Conversei com o Diego e relato abaixo suas contribuições:</p>
<p><strong>Diego, escolher uma corretora é uma decisão difícil?</strong></p>
<p><strong>Diego Wawrzeniak:</strong> A escolha da corretora é a primeira grande decisão que o investidor deve tomar e requer bastante atenção. Atualmente, existem mais de 80 corretoras cadastradas na BM&amp;F Bovespa e o que cada uma delas oferece a seus clientes pode variar enormemente.</p>
<p><strong>O que o investidor deve observar e comparar antes de decidir-se por alguma corretora?</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Existem vários fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher uma corretora, porém os principais são preço, atendimento, ferramentas e serviços. Vou detalhar melhor esses itens:</p>
<ul>
<li><strong>Preço:</strong> os valores cobrados por cada corretora variam bastante. Algumas corretoras chegam a cobrar R$ 50,00 por ordem executada, enquanto outras cobram menos de R$ 5,00. Embora seja tentador, não faça sua escolha baseada somente no preço! Um atendimento ruim ou ferramentas limitadas pode custar muito caro na hora de investir;</li>
<li><strong>Atendimento:</strong> a disponibilidade da corretora para atender seus clientes e a qualidade do atendimento faz uma enorme diferença principalmente na hora de resolver problemas;</li>
<li><strong>Ferramentas:</strong> boas ferramentas são fundamentais para auxiliar as decisões de investir e podem fazer uma grande diferença no retorno do investidor. Alguns home brokers, por exemplo, são bem básicos, enquanto outros oferecem ferramentas gráficas, relatórios de mercado, análises de empresas, calculadoras, indicadores, acompanhamento de trades ao vivo, chat com analistas etc;</li>
<li><strong>Serviços:</strong> serviços complementares também fazem uma grande diferença e, assim como os demais critérios, variam bastante, principalmente na qualidade. A divulgação de carteiras recomendadas e a qualidade dos relatórios, por exemplo, devem ser consideradas. Peça para receber um relatório antes de abrir sua conta e veja se a análise realizada é suficiente para você.</li>
</ul>
<p><strong>Sei que vocês tem uma novidade interessante para o investidor interessado em escolher melhor a corretora. Vocês lançaram o Guia de Corretoras BM&amp;F Bovespa, uma ferramenta gratuita. Conte-nos mais sobre ela.</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Tentando facilitar um pouco a vida dos investidores, criamos o <strong><a title="Conheça e acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">Guia de Corretoras da BM&amp;F Bovespa</a></strong>, que permite comparar lado a lado as corretoras de valores. Entre outras informações, lá você irá encontrar as taxas cobradas, os serviços oferecidos e até mesmo avaliações dos nossos usuários.</p>
<p>É possível ordenar e filtrar as corretoras segundo diferentes critérios e, de forma fácil, visualizar quais são as mais bem avaliadas, quais cobram menos taxa de custódia ou quais oferecem aplicativos mobile, por exemplo. O acesso é gratuito: <a title="Acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">www.bussoladoinvestidor.com.br/guia_corretoras/</a></p>
<p><strong>O investidor tem cada vez mais aliados</strong><br />
Iniciativas de educação financeira devem ser sempre apoiadas e divulgadas. Particularmente, fico muito orgulhoso de ver colegas de trabalho criando ferramentas úteis e que agregam valor ao dia a dia do pequeno investidor – e o fazem de forma gratuita. Parabéns aos amigos do Bússola do Investidor!</p>
<p>A você, leitor do <em>Dinheirama</em>, desejo cada vez mais sucesso com seus investimentos e planejamento financeiro. Reitero nosso compromisso de trazer conteúdo de qualidade para auxiliá-lo nesse caminho. Aproveite e ajude a divulgar nosso site para seus amigos. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Eduardo L&#8217;Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça a trajetória de sucesso de Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas. O jovem empresário fala sobre a trajetória do negócio e como teve a idéia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_eduardo_lotellier_ceo_cofundador_getninjas.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Eduardo L'Hotellier, CEO e co-fundador do GetNinjas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Empreender é, antes de mais nada, detectar e resolver um problema. Poder fazer isso de forma inteligente (e rentável) significa criar um negócio sustentável e próspero. A Internet ficou muito conhecida como o terreno perfeito para lançar novas idéias sem tanta burocracia e dinheiro. O Dinheirama valoriza muito a possibilidade de aprendermos com empreendedores de sucesso. Que tal conhecer mais uma história de sucesso da nossa web?</p>
<p>Tivemos a oportunidade de conversar com <strong>Eduardo L&#8217;Hotellier</strong>, CEO e co-fundador do <strong><a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a></strong>, uma plataforma onde as pessoas podem contratar ou oferecer qualquer tipo de serviço. Formado em Engenharia da Computação pelo Institutio Militar de Engenharia (IME) e pós-graduado em Finanças pela COPPEAD, Eduardo, 26 anos começou sua carreira na área de consultoria estratégica e gestão financeira em multinacionais como McKinsey&amp;Company e Bain&amp;Company e na nacional Angra Partners.</p>
<p>Segundo ele mesmo nos contou, sua aptidão para empreendedorismo começou já na faculdade, quando foi finalista no jogo universitário Desafio Sebrae e terceiro colocado na competição de Casos de Negócio da FEA/USP. Hoje, Eduardo é CEO da GetNinjas. Veja como foi nosso papo:</p>
<p><span id="more-6887"></span><strong>Eduardo, é muito comum enxergarmos a web como um mundo repleto de muito conteúdo e informação. Até que ponto estamos preparados para lidar com os benefícios de tantas opções? Esse acesso constante não gera ansiedade em excesso?</strong></p>
<p><strong>Eduardo L&#8217;Hotellier:</strong> Vejo de forma um pouco diferente. Acredito que, pelo contrário, a Internet diminui a ansiedade na medida em que provê soluções eficazes para os problemas que enfrentamos. Falo por experiência própria: em poucos minutos posso planejar minhas férias, comprar os eletrodomésticos de minha casa ou até contratar um encanador para arrumar um vazamento. Acho isso fantástico.</p>
<p><strong>A característica que talvez faça da Internet uma poderosa ferramenta pessoal e profissional é a chance de construir algo em conjunto com outros usuários e, através dessa interação, desenvolver novos produtos e serviços. Você pode explicar melhor o que significa <em>crowdsourcing</em>?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O <em>crowdsourcing</em> é o uso da inteligência e dos conhecimentos coletivos espalhados pela internet para criar conteúdo, soluções ou desenvolver novas tecnologias. O termo foi cunhado em 2006 pelo jornalista Jeff Howe em um artigo para a revista &#8220;Wired&#8221; intitulado <a title="Leia o artigo" href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" target="_blank">&#8220;The Rise of Crowdsourcing&#8221;</a>.</p>
<p>Todavia, o conceito é muito mais antigo. Você talvez se beneficie do <em>crowdsourcing</em> todos os dias de manhã, sem saber. É que em 1869, a França enfrentava uma escassez de manteiga, o que fez com que o preço do produto fosse às alturas; foi então que o imperador Luís Napoleão III resolveu criar um prêmio para quem fosse capaz de criar um substituto para esse produto. De um esforço coletivo, surgiu a margarina.</p>
<p><strong>A venda de produtos (e-commerce) já é uma realidade na Internet brasileira. Sua empresa, a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>, propõe que o mesmo “boom” possa ocorrer com a prestação de serviços. Pode explicar melhor a ideia e como percebeu essa oportunidade?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Todo empresário já precisou de um designer para fazer um material promocional e quase todo mundo já precisou contratar um encanador para resolver um problema de vazamento. Porém, mesmo com todas as informações disponíveis na Internet, ainda é extremamente difícil encontrar um profissional de confiança, que atenda às nossas necessidades. Há diversos classificados online, mas nenhum possui sistema de qualificação e/ou verificação de vendedores: a maioria dos sites do segmento de serviços nada mais é do que páginas amarelas online.</p>
<p>Depois que identificamos que esse problema existia, fizemos alguns estudos para calcularmos o tamanho do mercado e claramente vimos que trata-se de um mercado de enorme potencial, na casa de bilhões de reais. Foi a partir dessas constatações que resolvemos criar o <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a>. Prestação de serviços online, mas com qualidade, verificação e feedback de usuários e prestadores de serviços.</p>
<p><strong>Uma das principais características da Internet é aproximar empresas de seus potenciais clientes. Até agora, o profissional que deseja oferecer seus serviços normalmente opta por criar uma página web e divulgá-la entre seus contatos e através das redes sociais. Esse modelo ainda funcionará? Ou a proposta de um local de negociação, como a GetNinjas, torna desnecessária a criação de um currículo virtual oficial?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Ambos os modelos irão coexistir e eles se complementam. Apesar do <a title="Conheça o GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> oferecer para seus usuários a possibilidade de criar uma página pessoal, incentivamos os usuários a &#8220;linkarem&#8221; seus blogs, perfis no Flickr, LinkedIn e outros sites. Cada plataforma tem seus pontos fortes, então por que não utilizarmos o que cada uma tem de melhor para oferecermos aos compradores o máximo de informação possível sobre os vendedores?</p>
<p><strong>Você pode dar um exemplo prático de como o crowdsourcing e a oferta de serviços via web facilitou a vida de empresas brasileiras? E o lado do profissional?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Um dos exemplos mais claros é a ajuda que plataformas como a que criamos dão para as empresas nos processos de criação da marca. O empresário pode, em instantes, achar um ótimo profissional para ajudá-lo a construir sua marca, definindo a identidade visual da empresa, criando um logotipo e até recebendo apoio para criar o slogan. Os bons profissionais também se beneficiam desse modelo, pois eles podem ter contato direto com seus clientes.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que o modelo favorece bastante o freelancer, aquele profissional que trabalha de forma independente. Como fica a qualidade e a garantia de um serviço idôneo, bem prestado, se nem sempre haverá uma empresa responsável?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> O maior atrativo de uma empresa é seu nome e o mesmo vale para os freelancers. Além de que empresas são várias pessoas trabalhando em um mesmo propósito (ou pelo menos assim deveria ser). No nosso caso, oferecemos garantia para os compradores: caso o serviço não seja devidamente executado, devolvemos 100% do valor pago, sem complicações e sem enrolações.</p>
<p>Assim, apesar de abrir portas para os freelancers, será preciso prestar um serviço de qualidade para diferenciar-se na base de possibilidades que o cliente terá. Empresas e equipes bem estruturadas e que levarem o trabalho à sério serão reconhecidas pelos clientes, o que elevará as chances de receberem novos pedidos de trabalho. O <em>crowdsourcing</em> é um meio eficiente de avaliar fornecedores e criar relações entre especialistas e clientes.</p>
<p><strong>Quais devem ser os principais motivos de atenção das empresas ao procurar por serviços oferecidos através da Internet? Como evitar problemas e garantir que o serviço será realizado de forma conveniente e no prazo?</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Os cuidados que as empresas e pessoas físicas devem ter ao contratar serviços pela internet devem ser os mesmos que eles exercitam ao contratar utilizando páginas amarelas e outros tipos de classificados. Deve-se verificar se o profissional é realmente quem ele diz que é, prestar atenção no seu portfólio (quem ele já atendeu, o que fez etc.), procurar referências de quem já trabalhou com ele e por ai vai.</p>
<p>A idéia de implementar essas possibilidades em uma plataforma online facilita todo esse processo, afinal você pode ver os comentários e avaliações das pessoas que já compraram determinado serviço. Mais que isso, os vendedores são incentivados a conectar sua conta no Facebook, então é possível saber o nome real da pessoa, além de ver quais amigos você tem em comum com ele. Também verificamos o telefone celular do vendedor através do envio de SMS, além de outros sistemas de validação que estão sendo implementados.</p>
<p><strong>Eduardo, desejamos sucesso com a <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">GetNinjas</a> e agradecemos sua disponibilidade para conversar. Por favor, deixe uma mensagem final aos leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>E. L.:</strong> Queridos leitores do <em>Dinheirama</em>, obrigado pela atenção de vocês. Falar um pouco sobre minha idéia e empresa me traz satisfação porque sei que assim incentivo novos empreendedores. Torço para que o papo tenha sido enriquecedor e espero vê-los também no GetNinjas. Acessem <a title="Conheça a GetNinjas" href="http://migre.me/74YWL" target="_blank">www.getninjas.com.br</a> e conheçam nosso trabalho. Sigo à disposição, até a próxima. Abração.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/08/bolsa-de-valores-como-ficar-longe-de-uma-corretora-ruim/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 21:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Evite as armadilhas das corretoras e escolhe aquela que melhor oferece suporte para o investimento na bolsa de valores. Seja um investidor mais inteligente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_como_ficar_longe_corretora_ruim.jpg" alt="Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim" align="left" hspace="2" vspace="2" />Algumas corretoras da bolsa de valores brasileira, a BM&amp;F Bovespa, logo de cara mostram o quão boas são. Com preços competitivos, milhares de clientes pelo Brasil afora, vários prêmios da mídia e plataformas gráficas avançadas, não é difícil entender o motivo de tanto sucesso. Só que para cada corretora de qualidade, sempre existem umas três de péssima qualidade.</p>
<p>E nesse post convidado, dedicado especialmente aos leitores do <em>Dinheirama</em>, eu compartilharei algumas dicas para que um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> esperto como você aprenda a evitar uma corretora ruim com uma facilidade maior.</p>
<p><strong>A) Julgue pela aparência</strong><br />
Em primeiro lugar, nenhuma corretora dirá que os seus serviços são ruins. Por isso devemos prestar atenção aos sinais e aos pequenos detalhes. O mais óbvio deles é a aparência do site da corretora. Uma corretora ruim raramente dedica muito tempo à criação de um site decente e intuitivo.</p>
<p><span id="more-6883"></span>Logo, quando um investidor iniciante for procurar por informações, até uma encontrar uma simples tabela de preços de corretagem se tornará uma missão de guerra devido a péssima disposição dos elementos do site e um relaxo por parte dos responsáveis.</p>
<p>Um site desorganizado costuma indicar uma empresa desorganizada e, consequentemente, imprópria para os seus investimentos. Então preste atenção na clareza das informações, facilidade de encontrar FAQ&#8217;s, preços e formulários de contato.</p>
<p>Certifique-se também de que o site da corretora (ou pelo menos a página de abertura de conta) possui um certificado SSL válido (ícone de um cadeado na barra de endereços ou barra de status inferior).</p>
<p>Agora, os outros sinais infelizmente não são tão óbvios. Como por exemplo, o sinal do home broker.</p>
<p><strong>B) Faça um &#8220;Test Drive&#8221; no home broker</strong><br />
Qualquer investidor que se preze abre uma conta numa corretora da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Ym9sc2ErZGUrdmFsb3Jlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> só depois de dar uma boa testada na plataforma home broker oferecida pela empresa, nem que seja apenas um &#8220;test drive&#8221; de alguns minutos.</p>
<p>Depois, caso a plataforma seja muito ruim ou se os corretores nem deixarem você testá-la, é natural que o seu &#8220;alarme mental&#8221; comece a apitar: <em>&#8220;Opa, não gostei e tem algo de errado aí!&#8221;</em>, <em>&#8220;Wow, se eles não me deixam nem testar, então DEVE se tratar de um produto de baixíssima qualidade!&#8221;</em> e por ai vai.</p>
<p>Será que você deve arriscar? Não. Sendo assim, se os corretores querem ver o seu dinheiro antes de te mostrarem como é o produto, use o seu bom senso e procure uma corretora mais honesta, que te deixa &#8220;brincar&#8221; na plataforma para ver como ela funciona, que oferece bônus e, em resumo, se esforça para conquistar seus clientes (você).</p>
<p>Para terminar, se a plataforma utilizada for uma dessas populares como a Apligraph, certifique-se de que a corretora está usando a versão mais atual do sistema ou, pelo menos, uma que não seja ofensivamente ultrapassada.</p>
<p><strong>C) Conheça a reputação da corretora</strong><br />
A terceira dica é prestar atenção em como a empresa trata os outros clientes, já que uma corretora decente é conhecida pelos elogios dos seus clientes e não pelas suas reclamações. Para descobrir o que o mercado acha da corretora X ou da Y, a melhor ferramenta é, previsivelmente, a Internet.</p>
<p>Pesquise em fórums na Internet o que as pessoas acham da corretora em que você considera abrir uma conta. Você não tem ideia de como uma simples pesquisa, de apenas 15 minutos, pode tirá-lo de uma furada e apontá-lo para um caminho mais seguro e profissional.</p>
<p>Preste atenção nos problemas que os usuários reportam e, mais importante, se eles foram rapidamente resolvidos ou apenas deram dor de cabeça aos usuários. É claro, tome cuidado com opiniões suspeitas. Se uma corretora é recomendada demais, é possível haja alguma manipulação, então fique de olho e, novamente, use o seu bom senso!</p>
<p><strong>D) Teste o atendimento</strong><br />
Minha última dica para você evitar uma corretora ruim diz respeito ao atendimento da tal corretora. É óbvio que ligar numa filial e perguntar como é a qualidade do atendimento não resolve o problema, pois nesses casos a resposta sempre será a mesma: <em>&#8220;Nós somos os melhores&#8230; DO MUNDO!!!&#8221;</em>.</p>
<p>Porém, não custa nada ligar na corretora e pedir informações. Ao ligar, preste atenção na velocidade do atendimento, conte quanto tempo você fica ouvindo aquelas típicas musiquinhas de espera ou, então, pergunte quanto tempo leva para a corretora devolver seu dinheiro quando você estiver disposto a retirá-lo.</p>
<p>Tente descobrir também quanto tempo levaria para você ser transferido para um corretor da mesa no caso de querer vender alguma ação a descoberto ou para o caso de algo acontecer com sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW50ZXJuZXRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Internet<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e você precisar vender ações com urgência. Não pule este passo, pois é importantíssimo saber se a corretora tem a capacidade de ajudá-lo nos momentos mais sérios.</p>
<p>Enviar um e-mail pode funcionar muito bem e com certeza é mais fácil, porém no dia em que demorarem para responder, você irá se arrepender de não ter testado o atendimento através do ultrapassado telefone.</p>
<p>Meu conselho final é: siga cuidadosamente esses passos e adicione os seus próprios se achar necessário. Dessa maneira, quando você abrir uma conta numa corretora, as chances de fazer uma ótima escolha em vez de entrar numa fria serão muito maiores.</p>
<p>E como um investidor que usa uma boa corretora não sente nem um pingo da dor de cabeça daquele que escolheu sem pensar, não deixe isso para depois. Use seu tempo e escolha hoje uma boa corretora para não se arrepender amanhã. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Hugo Teixeira</b>.<br>

Hugo Teixeira é investidor autônomo, criador do blog para iniciantes "Como Investir na Bolsa de Valores" e autor do e-book "Como Investir na Bolsa de Valores Com Pouco Dinheiro".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 07:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Gustavo Franco fala da importância da juventude e comenta a atuação do governo na queda da taxa básica de juros (Selic). O que esperar de 2012?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_gustavo_franco.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio da Rio Bravo Investimentos" align="left" hspace="2" vspace="2" />Economia também é assunto para os jovens, principalmente porque eles sempre são os agentes de transformação (ou não) de um país. Entender o que se passa com nossa taxa de juros, nossa política fiscal e qual o papel da sociedade diante desses desafios é questão de cidadania. Para destacar a importância do tema, nada melhor que conversar com um economista. Felizmente, tivemos a oportunidade de bater um papo com um grande economista: <strong>Gustavo Franco, </strong>ex-presidente do Banco Central.</p>
<p>Gustavo Franco é Economista pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, onde também completou seu mestrado. Sua dissertação foi a primeira colocada em 1983 no Prêmio BNDES de Economia. Foi professor, pesquisador e consultor em assuntos de economia no Departamento de Economia da PUC-RJ, especializando-se em inflação, estabilização, história econômica e economia internacional, áreas em que publicou extensamente.</p>
<p>Entre 1993 e 1999, Gustavo foi secretário de política econômica adjunto do Ministério da Fazenda, diretor de Assuntos Internacionais e presidente do Banco Central do Brasil. Teve participação central na formulação, operacionalização e administração do Plano Real.</p>
<p><span id="more-6874"></span>Em 2000, Gustavo Franco fundou a <a title="Conheça a Rio Bravo Investimentos" href="http://www.riobravo.com.br/" target="_blank">Rio Bravo Investimentos</a>, empresa de serviços financeiros, fusões, aquisições, investimentos e securitizações. Participa de diversos conselhos de administração, consultivos e de eventos corporativos como palestrante. Em paralelo, mantém alguma atividade acadêmica (aulas e pesquisas) e escreve para jornais e revistas (O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Veja, Época). Acompanhe nossa conversa:</p>
<p><strong>Gustavo, um dos temas mais discutidos no Brasil é a taxa de juros. Recentemente você se tornou uma voz importante que acredita que poderíamos já praticar taxas de juros similares às da zona do Euro. Como viabilizar esse cenário?</strong></p>
<p><strong>Gustavo Franco:</strong> Somos o campeão mundial de juros há muitos anos; já é tempo de assumir que há algo de patológico nesse comportamento. Temos praticado as “metas de inflação” tal como se já tivéssemos alcançado a “normalidade” em matéria de juros e contas públicas, o que, infelizmente, não é o caso. Parece que a crise fiscal do Hemisfério Norte fez parecer que a nossa situação é melhor do que realmente é.</p>
<p>O fato é que sem uma melhora substancial no déficit nominal (e no superávit primário), não vamos conseguir reduzir muito substancialmente os juros sem acordar a inflação. Trata-se, portanto, de mudar a mistura: menos “política fiscal” permite mais “flexibilização monetária”.</p>
<p><strong>Olhando para 2012 e os gastos que o governo terá, inclusive com aumento substancial do salário mínimo (e consequentemente a expectativa de consumo maior), não corremos o risco de termos o retorno da inflação se a Selic cair demais?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Sim, corremos o risco. A determinação presidencial de reduzir os juros é louvável, mas se o Palácio não providenciar uma melhoria na política fiscal vamos rumar na direção do “mix” argentino, onde a inflação se aproxima de 20%, há manipulações e muita propaganda sobre a manutenção do crescimento, ainda que meio trôpego, e provavelmente insustentável. Não é o caminho que devemos perseguir.</p>
<p><strong>A atual direção do Banco Central optou por conter a inflação com a adoção das chamadas medidas macroprudenciais. Nesse meio tempo, a crise na Europa se agravou &#8211; o que de certa forma contribuiu para o aumento de preços e desaquecimento econômico em todo mundo. O Brasil pode aproveitar-se deste momento ou sofrerá com ele?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Pessoalmente, não gosto de medidas “macroprudenciais”, pois sob este título o que se pratica, geralmente, é controle quantitativo do crédito e tributação disfarçada, o que antigamente era chamado de “repressão financeira”. O impacto dessas medidas é simplesmente o de aumentar o “spread” bancário, ou seja, um aumento de taxas de juros que incide apenas para o crédito (para o setor privado).</p>
<p>O fato é que essas medidas ajudaram o Brasil a parar de ferver, mas em níveis de atividade e emprego ainda muito altos. A crise na Europa tem tido alguma influência deflacionista mas nada nem próximo do que se observou em 2008, de tal sorte que esta nova safra de reduções na Taxa Selic precisa ser calibrada com enorme cuidado.</p>
<p><strong>O desejo de crescer de forma sustentável nos acompanha há um bom tempo. Não seria o momento de olharmos com carinho para possíveis alterações na política fiscal, incluindo uma possível elevação no superávit primário?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> Claro que sim, está mais do que na hora. Na verdade, há anos que estamos diante desse desafio. Os governos fazem o possível e o impossível para procrastinar esse momento, face aos custos políticos de curto prazo. É a miopia clássica dos políticos, que não percebem o tamanho do benefício que pode ser gerado no futuro. Enfim, estamos perdendo tempo e ajudando a nutrir a máxima segundo a qual somos o país do futuro que nunca chega.</p>
<p><strong>No livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21866870/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Cartas a um Jovem Economista&#8221;</a>, você teve a oportunidade de conversar com um público jovem e que está se preparando para entrar no mercado de trabalho. Algumas projeções colocam o Brasil entre as quatro maiores economias do mundo daqui algumas décadas. Qual o peso dos jovens na nova realidade econômica do Brasil?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> É gigantesco. As mudanças demográficas dos últimos anos nos transformaram em um país com um inchaço nas faixas etárias dos iniciantes no mercado de trabalho, todos empregados e com fortes percepções de que é enorme a “taxa de retorno” do investimento em educação é qualificação.</p>
<p>Há muito otimismo no ar, e por isso o Instituto Gallup aferiu que o Brasil ocupa a 24ª posição no ranking de países sobre “felicidade” e a 1ª do mundo em “felicidade esperada para cinco anos à frente”. Isto é estranho para um país que ocupa a 83ª posição no ranking do Índide de Desenvolvimento Humano (IDH), e só se explica a partir de um fator, aliás, como ficou bem demonstrado no estudo do <a title="Conheça o CPS - FGV" href="http://cps.fgv.br/" target="_blank">CPS-FGV-RJ</a>, de Marcelo Nery: o fator é a juventude.</p>
<p><strong>Um dos pontos mais delicados em nosso país é justamente a falta de mão de obra especializada. Em que medida as reformas na educação e no nível do ensino profissionalizante são fundamentais para alcançarmos o projetado sucesso?</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> O ponto crucial é o aumento de vagas, e isto tem ocorrido sobretudo a partir de estabelecimentos privados. No ensino universitário, a rede pública estagnou e se elitizou a despeito da demagogia em se manter a gratuidade das mensalidades, que beneficia apenas aos filhos da classe média abastada para cima.</p>
<p>Enquanto isso, o ensino universitário noturno talvez tenha multiplicado por cinco as suas vagas nos últimos 10 anos. O governo prefere gastar dinheiro dando bolsas para os estudantes na rede privada (PROUNI) a cobrar anuidades na rede pública. Eu não consigo entender.</p>
<p><strong>Gustavo, obrigado pela participação. Por favor, deixe um recado final aos nossos muitos leitores jovens que admiram sua trajetória.</strong></p>
<p><strong>G. F.:</strong> O Brasil é um país jovem cheio de estruturas velhas, por isso somos uma explosão de empreendedorismo e vontade de vencer, mas num ambiente ainda dominado pelo privilégio e pelos cânones do patrimonialismo. O país precisa se renovar. Em boa medida, a hiperinflação era um sintoma dessa batalha entre o novo e o velho. Os problemas não foram inteiramente resolvidos, longe disso. A juventude será a principal força na direção da mudança, e há muito o que fazer.</p>
<p>Crédito das fotos: <strong>Daniela Toviansky/AE e divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silvestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça e aproveite alternativas de investimento capazes de render até seis vezes mais que a caderneta de poupança, com a mesma segurança. Invista melhor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_como_ganhar_ate_seis_vezes_mais_que_a_poupanca_com_a_mesma_seguranca.jpg" alt="Como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da poupança" align="left" hspace="2" vspace="2" />A forma mais garantida de enriquecer de verdade é aprender a multiplicar o dinheiro que você tem. Neste artigo, eu quero lhe mostrar – na ponta do lápis – quanto o investidor pode conseguir de rentabilidade diferenciada investindo em aplicações mais dinâmicas, ao invés de ficar somente nas aplicações mais triviais, como a caderneta de poupança. Também abordo a questão com mais profundidade em meu novo livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">&#8220;Investimentos à Prova de Crise&#8221;</a> (Leya).</p>
<p>Sem abrir mão de segurança (porque dinheiro do salário não foi feito para correr riscos!), você verá que é possível e altamente compensador buscar por um ganho diferenciado nos seus investimentos. Além disso, terá a chance de participar de uma promoção exclusiva que sorteará livros e prêmios. Leia, aprenda a investir melhor e garanta sua participação!</p>
<p><strong>Rentabilidade diferenciada com segurança elevada</strong><br />
A caderneta de poupança paga hoje, em média, cerca de 0,60% de rentabilidade nominal todo mês. Como a poupança não cobra IR (Imposto de Renda) ou qualquer outra taxa, podemos dizer que estes 0,60% são rentabilidade líquida, quer dizer, dinheiro no bolso. Mas, como a inflação leva cerca de 0,50% do poder de compra do dinheiro todos os meses, restam portanto apenas 0,10% (= 0,60% &#8211; O,50%) de rentabilidade real para a caderneta por mês. Isso é o que na realidade o aplicador da caderneta terá ganho, isto é o quanto ele terá enriquecido de fato durante um mês de aplicação.</p>
<p><span id="more-6856"></span>Já uma aplicação mais dinâmica, como um título do Tesouro Direto (LFTs, LTNs e NTNs), um bom fundo de investimento, um plano de previdência moderado, ou ainda um CDB bem negociado (neste caso, para quantias mais elevadas), pode pagar algo próximo de 1% ao mês, mas descontando-se algumas pequenas taxas cobradas, o IR e a inflação, ficamos com 0,30% de rentabilidade real líquida ao mês. Ainda parece pouco, mas já é três vezes mais que a poupança.</p>
<p>No entanto, ao aplicar em ações de boas empresas brasileiras, em fundos dinâmicos de investimentos ou em planos de previdência arrojados, no longo prazo o investidor poderá ganhar – em média – algo como 1,30%. Só que, abatendo-se taxas, IR e inflação, a rentabilidade líquida real ficará em 0,60%. Pode não parecer tanto, mas isso já equivale a seis vezes a rentabilidade real da poupança.</p>
<p>Agora, qualquer uma destas taxas de rentabilidade real podem lhe parecer muito pequenas porque estão aí colocadas apenas numa base mensal. Mas o bom investidor não pode limitar sua visão de ganhos às taxas mensais. Quem investe para acumular boas reservas financeiras, com o objetivo de poder realizar seus principais sonhos de compra e consumo, sabe que não adianta aplicar seu dinheiro por um único mês ou alguns poucos meses.</p>
<p>Aí entra em ação o surpreendente conceito da rentabilidade líquida real acumulada nos investimentos ao longo do tempo. Rentabilidade líquida = sem taxas de impostos; real = acima da inflação; e também acumulada = contando com a força dos juros sobre juros acumulados ao longo do tempo para fazer seu dinheiro crescer de verdade, os juros compostos.</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada: um exemplo prático</strong><br />
Veja este exemplo: se você investir R$ 200,00 por mês na caderneta de poupança, durante cinco anos, ao final do período terá o equivalente a R$ 12,4 mil corrigidos monetariamente para valores da época (ou seja, seriam R$ 12,4 mil em valores de hoje, mas que daqui a cinco anos estarão devidamente corrigidos para a inflação, para resguardar o verdadeiro poder de compra do dinheiro aplicado).</p>
<p>Juntar este dinheiro terá custado ao aplicador o total de R$ 12 mil (60 meses X R$ 200,00 por mês) e ele(a) terá ganho em termos líquidos (descontadas taxas e IR) e reais (menos a inflação) a quantia de R$ 400,00. Não é ruim, mas poderia ser bem melhor.</p>
<p>O mesmo sacrifício poupador mensal, se investido em uma aplicação mais dinâmica (títulos do Tesouro Direto, bons fundos de investimento, planos de previdência moderados ou ainda um CDB bem negociado), resultará em R$ 13,2 mil. Isso corresponde a R$ 1.200,00 de ganho líquido e real (já descontadas taxas e já reposto desgaste da inflação), o que equivale a 3X a rentabilidade da poupança &#8211; com exatamente a mesma segurança e sem ter de colocar um tostão a mais do próprio bolso, em termos de esforço poupador e investidor!</p>
<p>Poderia ser ainda melhor: se a mensalidade for destinada a uma aplicação superdinâmica (ações de boas empresas brasileiras, fundos de investimentos ou planos de previdência arrojados), o total acumulado poderia ser de R$ 14,5 mil (um valor projetado), ou seja, R$ 2,5 mil de ganho líquido real, o que equivale a mais de 6X a rentabilidade obtida na poupança. E o melhor: essa performance seria atingida com segurança equiparável à da caderneta, já que estamos falando de aplicações com lastro somente em ações de primeiríssima linha!</p>
<p><strong>Rentabilidade líquida real acumulada no longo prazo</strong><br />
Para quem puder/quiser esperar, é no longo prazo que a rentabilidade líquida real acumulada mostra sua plena força. Imagine alguém que deseje acumular um bom pé-de-meia para sua aposentadoria. Então, quando começa a trabalhar aos 20 anos, este investidor começa a aplicar R$ 200,00 todos os meses na caderneta de poupança. Quando se aposentar aos 65 anos, terá acumulado R$ 143 mil, corrigidos para valores da época.</p>
<p>Mas se optar por aplicações mais dinâmicas, com o mesmo esforço investidor mensal de R$ 200,00 esta reserva pode chegar R$ 270 mil, ou quase o dobro da poupança. Ou seja, o dobro do patrimônio acumulado, não apenas da rentabilidade!</p>
<p>Agora, veja isso: se destinado a aplicações superdinâmicas, este dinheiro pode chegar a R$ 860 mil atualizados para valores da época, ou seja, seis vezes mais do que a poupança (no total do patrimônio acumulado, não apenas na rentabilidade obtida!) com a enorme segurança de investir com lastro em ações blue chips, valendo-se somente das ações mais nobres e cobiçadas do mercado brasileiro.</p>
<p>Já imaginou ter um patrimônio acumulado seis vezes maior, sem correr riscos desnecessários, só porque você escolheu uma aplicação mais dinâmica para seu dinheiro, já que o objetivo era investi-lo a longo prazo? Imperdível! Por isso compensa tanto aprender a ganhar uma rentabilidade diferencial nos investimentos mais dinâmicos e superdinâmicos! Sem abrir mão de praticidade e segurança, o aplicador pode incrementar (e muito!) seus ganhos líquidos reais.</p>
<p>O maior diferencial do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAy1" target="_blank">“Investimentos à Prova de Crise”</a> é que, além de explicar os detalhes que verdadeiramente interessam sobre as principais aplicações financeiras dinâmicas, apresentamos o passo a passo completo de como fazer para aplicar na prática e colher todo o seu potencial enriquecedor! Trata-se de um livro realmente prático, para que você possa começar a investir à medida que vai virando as páginas. Então, boa leitura, bons investimentos&#8230; e excelentes ganhos! Sua prosperidade financeira agradece.</p>
<p><strong>PROMOÇÃO EXCLUSIVA</strong><br />
Agora queremos presentear você, leitor do <em>Dinheirama</em>, com um de nossos livros. Os autores dos três melhores depoimentos sobre educação financeira (e como ela transformou sua vida) publicados no espaço de comentários abaixo levarão para casa um exemplar do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses Para Enriquecer&#8221;</a> (Leya). A escolha será feita pelos editores deste site.</p>
<p><strong>Mais chances de ganhar!</strong><br />
Você ainda pode aumentar suas chances de ganhar utilizando o Twitter. O <em>Dinheirama</em> sorteará dois exemplares de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://migre.me/6iAAw" target="_blank">&#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;</a> para os seguidores do <strong><a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> e <strong><a title="Siga o Prof. Marcos Silvestre" href="http://www.twitter.com/marcossilvestre" target="_blank">@marcossilvestre</a></strong> que publicarem a mensagem abaixo:</p>
<p>#PROMO Sorteio do livro &#8220;12 Meses para Enriquecer&#8221;? Como? http://migre.me/6iACF &#8211; Siga @Dinheirama e @marcossilvestre e dê RT!</p>
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Que tal concorrer a R$ 500,00 em vale-compras e ganhar 20 livros? Acesse a página oficial do <a title="Deixe seu depoimento" href="http://migre.me/6iAGG" target="_blank">&#8220;Plano da Virada&#8221;</a> e deixe um depoimento no espaço ao lado, dizendo como os ensinamentos dos nossos livros ajudaram você a transformar a forma como se relaciona com o dinheiro. <a title="Participe!" href="http://migre.me/6iAGG" target="_blank">Clique aqui e veja como participar</a>.</p>
<p><strong>Resultados da promoção!</strong><br />
Os vencedores foram:</p>
<ul>
<li>No Twitter: @msribeir e @babiladeia;</li>
<li>Nos comentários deste texto: Renato C, CLAUDIA e Fulgêncio Bomtempo.</li>
</ul>
<p>Parabéns aos vencedores. Faremos contato via Twitter e e-mail para acertarmos o envio dos livros. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marcos Silvestre</b>.<br>

Economista com MBA em Finanças e Controladoria pela Universidade de São Paulo. Há 21 anos atua como educador e planejador financeiro especializado. Autor dos livros "12 Meses para Enriquecer" e "Investimentos à Prova de Crise", ambos publicados pela Leya e criador do site www.oplanodavirada.com.br. Mantém coluna semanal na BandNews FM nacional e no jornal Metro. No Twitter: @marcossilvestre<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/01/dinheiramacast-como-voce-pretende-usar-o-13-salario/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_podcast_como_voce_pretende_usar_13_salario.jpg" alt="DinheiramaCast: Como você pretende usar o 13º salário?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Segundo pesquisa recente da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças), 60% dos consumidores usarão o 13o. salário para pagar dívidas já contraídas. Apenas 3% pretendem guardar o dinheiro extra. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Discutimos a importância de aproveitar esse dinheiro para começar a criar uma cultura de poupança e planejamento financeiro em sua família. Quitar dívidas pode ser importante e essencial, mas investir também. Como você lida com essa realidade?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="{#wordpress.wp_more_alt}" src="http://dinheirama.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Comemoramos o reconhecimento do <em>Dinheirama</em> como um dos melhores blogs de finanças do país. Nosso espaço foi um dos finalistas do <a title="Conheça o Prêmio CNH" href="http://www.premiocnh.com.br/" target="_blank">19o. Prêmio CNH de Jornalismo Econômico</a>. Tudo isso graças a você, caro leitor, e à dedicação de nossa equipe para atendê-lo com materiais e artigos interessantes;</li>
<li>Pesquisa Anefac comprova que o número de brasileiros que irá usar o 13o. salário para pagar dívidas aumentou de 2010 para 2011. O contraste é claro: enquanto 60% pagarão dívidas, apenas 3% investirão o dinheiro. Que implicações isso traz para o dia a dia financeiro das famílias?</li>
<li>Como fica o planejamento para 2012 a partir do uso do 13o. salário? Será que não vale a pena guardar e começar a investir para realizar um objetivo pessoal?</li>
<li>O Natal se aproxima e as lojas já mudaram seus horários de atendimento. Como evitar as principais armadilhas de consumo?</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

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Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros (60%) usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas já contraídas. E você, o que vai fazer com o dinheiro extra?</itunes:summary>
		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprenda a investir em ações de forma inteligente e ainda concorra a R$ 50 mil em prêmios. Conheça e participe do Desafio em Ação! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desafio_em_acao.png" alt="Desafio em Ação: Aprenda a investir no Mercado de Ações e ganhe prêmios" align="left" hspace="2" vspace="2" />Como você sabe, caro leitor, o <em>Dinheirama</em> sempre apóia (e apoiará) iniciativas voltadas para o aprendizado e prática da educação financeira. Temos a alegria de apresentar o <strong><a title="Conheça o Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong>, um simulador idealizado pela SolutionTech que pretende incentivar o investimento em ações e, ao mesmo tempo, premiar aqueles interessados no assunto. <strong>Já pensou aprender a investir na bolsa de valores em um evento que dará R$ 50 mil em prêmios?</strong></p>
<p>A atual volatilidade e as incertezas na economia global costumam provocar um cenário pouco animador para o mercado acionário. O reflexo direto dessa conjuntura é a desaceleração da entrada de novos investidores e o aumento no número de saques, mesmo com o valor da maioria dos papéis em baixa. Para <strong>Rogério Thomé</strong>, co-idealizador do <strong><a title="Inscreva-se no Desafio Em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong>, <em>&#8220;os investidores mais inexperientes não podem se deixar levar pelas emoções de momento&#8221;</em>. De acordo com Rogério, o medo deve ser combatido com paciência e disciplina, associadas a uma estratégia clara e objetiva:</p>
<blockquote><p>“Considerando que podemos ganhar em um mercado que sobe ou cai, qualquer momento é ideal para o início dos investimentos. Alguns papéis que estão sendo negociados abaixo de seu valor de mercado passam a informação de que o valor patrimonial de seus ativos é mais valioso que a própria empresa. Nesse caso, em se tratando de uma empresa lucrativa com boas perspectivas para o longo prazo, esse seria o momento ideal para comprá-las”</p></blockquote>
<p>Thomé salienta, no entanto, que é extremamente importante não concentrar demasiadamente os recursos em investimentos de renda variável e buscar opções também em renda fixa.</p>
<p><span id="more-6845"></span><strong>Participe do <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong><br />
Para auxiliar os iniciantes e inexperientes, a Gomes &amp; Magliano Promoções e Eventos desenvolveu o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a>, concurso cultural que distribuirá premiação total de <strong>R$ 50 mil</strong> aos participantes até 23 de dezembro.</p>
<p><strong>Por que o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a> é importante?</strong><br />
O objetivo principal é fazer com que as pessoas passem atuar de forma sólida na Bolsa, descartando a estratégia de vender papéis com ganhos baixos após o investimento inicial e segurar ações que estão com perda acentuada, fator que compromete os ganhos no mercado de renda variável.</p>
<p><strong>Como funciona o <a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a>?</strong><br />
A dinâmica da competição permite que os internautas iniciem com um crédito fictício de R$ 100 mil para compra e venda de ações. Ao fim de cada semana, as carteiras são zeradas e os cinco participantes que apresentarem maior rentabilidade são contemplados com premiações pré-definidas, conforme regulamento no site do concurso.</p>
<p>Rogério explica melhor: <em>“Essa regra propicia o aperfeiçoamento dos participantes. Caso o competidor não obtenha sucesso na semana anterior, ele tem a opção de mudar a estratégia para alcançar resultados melhores. Já aqueles que atingirem resultados positivos podem manter ou testar novas medidas para ainda conseguirem maiores valorizações na carteira”</em>.</p>
<p>O <strong><a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">Desafio em Ação</a></strong> acontece em ambiente virtual, podendo também ser realizado via <em>Facebook</em> e nas plataformas <em>iPad</em>, <em>iPhone</em> e <em>Android</em>. As inscrições estão abertas até <strong>12 de dezembro</strong> e custam apenas R$ 29,90. Esse valor cai para R$ 19,90 se o interessado indicar 10 amigos no Facebook.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas no site oficial do evento &#8211; <strong><a title="Inscreva-se no Desafio em Ação" href="http://migre.me/6gRtB" target="_blank">www.desafioemacao.com.br</a></strong> &#8211; ou <a title="Inscreva-se no Desafio Em Ação" href="http://migre.me/6gRzY" target="_blank">www.facebook.com/desafioemacao</a>! Participe!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Carlos Augusto Lippel, fundador do Clube do Pai Rico</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/14/dinheirama-entrevista-carlos-augusto-lippel-fundador-do-clube-do-pai-rico/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 21:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Augusto Lippel, fundador do Clube do Pai Rico, fala sobre a importância da Internet para o aprendizado de finanças pessoais e investimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Carlos Augusto Lippel, fundador do Clube do Pai Rico" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_entrevista_carlos_augusto_lippel_fundador_clube_do_pai_rico.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Carlos Augusto Lippel, fundador do Clube do Pai Rico" align="left" hspace="2" vspace="2" />Aqui no <em>Dinheirama</em> sempre fizemos questão de ressaltar que o mais importante é você, leitor, especialmente porque chegou até aqui buscando conhecimento específico e dedicando parte de seu tempo para a relevante atividade de dar atenção ao seu bolso. O mérito é todo seu. Com muito orgulho agimos como facilitadores deste processo de aprendizado. Publicamos artigos, opiniões e sugestões com o objetivo de provocá-lo &#8211; e assim chamar sua atenção para a educação financeira.</p>
<p>Felizmente, somos apenas parte de um movimento muito forte. Tive a oportunidade de conversar com um dos pioneiros da educação financeira on-line, <strong>Carlos Augusto Lippel</strong>. Ele que é Engenheiro Eletricista de formação e de profissão, &#8220;viciado&#8221; em finanças desde pequeno e já viu e viveu muita coisa no mercado financeiro. Criou o <strong><a title="Conheça o Clube do Pai Rico" href="http://www.clubedopairico.com.br/" target="_blank">www.ClubedoPaiRico.com.br</a></strong> para dividir entre seus amigos, pessoais e da universidade, os seus conhecimentos em finanças.</p>
<p>Carlos Augusto criou o que, para nós, é um dos melhores <a title="Conheça o fórum do Clube do Pai Rico" href="http://www.clubedopairico.com.br/forum/index.php" target="_blank">fóruns de finanças pessoais</a> e investimentos da Internet brasileira. O pequeno grupo de amigos cresceu e hoje já ultrapassa a marca de 120.000 participantes, que dividem suas dúvidas e experiências mensalmente com os outros membros do Clube do Pai Rico. Seu pioneirismo merece destaque. Falamos sobre isso e muito mais, confira:</p>
<p><span id="more-6802"></span><strong>Carlos Augusto, como você vê a realidade da Internet brasileira quando o assunto é educação financeira e aprendizado relacionado a finanças pessoais, economia e investimentos? Já somos bons nisso? Há muito a ser feito?</strong></p>
<p><strong>Carlos Augusto Lippel:</strong> Antes de mais nada, muito obrigado pelo convite para participar desta entrevista. Somente falando sobre o tema é que conseguiremos tirar o véu de &#8220;mistério&#8221; que cobre o assunto finanças e investimentos. Acho que o que falei já mostra um pouco do que eu penso sobre a nossa realidade, a nossa situação atual, não é mesmo?</p>
<p>Fico muito triste ao ver como a grande maioria da população ocupa seu tempo de navegação na Internet. Na maioria das vezes, o tempo é gasto somente com besteiras, nada que possa acrescentar algo a elas, nada produtivo. Pode perguntar e vai constatar isso: 99% (ok, estou exagerando!) dirá que usa apenas para acessar o Facebook, o MSN e o Orkut. Uma pena!</p>
<p>Temos visto muitas iniciativas, muito boas, no campo da Educação Financeira. Muito material de qualidade vem sendo publicado. A cada dia tenho visto que mais e mais entusiastas da causa vêm se apresentando ao grande público através da Internet. Porém, a concorrência com as tais &#8220;preferências&#8221; é completamente injusta, infelizmente. Claro que isso não é a regra.</p>
<p>Existem tanto pessoas que investem seu tempo na web com consultas de qualidade, quanto pessoas que se aproveitam do &#8220;boom&#8221; das finanças para ganhar algum dinheiro extra criando material de baixa qualidade e dando conselhos/orientações que deixam muito a desejar &#8211; isso quando não criam, com segundas intenções, material única e exclusivamente para se aproveitar do baixo nível de conhecimento dos que vão atrás de material de estudo/dicas/conselhos. É preciso filtrar.</p>
<p><strong>Não é novidade que os brasileiros investem pouco (pouca formação de poupança) e quase não se preocupam com o planejamento financeiro. Essa cultura pode ser transformada também com o apoio da Internet? Como?</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Eu acho que sim. Quanto mais bons exemplos forem dados, quanto mais pessoas mostrarem o lado bom de se educar financeiramente, melhor. Gosto muito dos exemplos compartilhados: quanto mais explícitos forem os casos de pessoas em que a poupança (ou o colchão de segurança) foi importante para ajudar em uma enrascada, mais a população verá as vantagens de vir para esse lado do &#8220;jogo&#8221;.</p>
<p>Somente conversando, vendo bons exemplos, dividindo suas experiências é que a coisa poderá mudar. Vai dizer que não é a melhor coisa do dia quando você recebe um e-mail de um visitante falando sobre como o seu site o ajudou a mudar? Que vendo as coisas ali publicadas ele conseguiu ver que havia uma solução para esse problema. Quando isso acontece comigo, vejo o quão importante é a existência de sites como o <em>Dinheirama</em> e o <a title="Conheça o Clube do Pai RIco" href="http://www.clubedopairico.com.br/forum/index.php" target="_blank">Clube do Pai Rico</a>. É gratificante fazer parte desse movimento.</p>
<p><strong>O desafio parece ser também atrair cada vez mais cidadãos para as &#8220;rodas de papo&#8221; sobre economia e finanças na Internet. O assunto é visto como técnico e &#8220;chato&#8221; por muitas pessoas. Na sua opinião, o que os veículos, sites e blogs precisam fazer para tornar o tema mais acessível?</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Foi como eu disse antes: as pessoas só encontram tempo para dedicar sua atenção ao lado &#8220;besteira&#8221; da web. Não que isso não seja importante, mas não pode ser o que ocupa 100% de sua navegação.</p>
<p>O que nós devemos fazer? Insistir na criação de conteúdo de qualidade, tentando sempre discutir assuntos que envolvam coisas do dia a dia com uma linguagem simples, direta. Mostrar casos reais e experiências próprias ajuda a quebrar a barreira. Ficar de &#8220;blá-blá-blá&#8221;, apresentando apenas o lado teórico da coisa, não ajudou e nunca vai ajudar.</p>
<p>Acredito muito também em criar um ambiente que incentive a troca de experiências. É importante que o visitante sinta-se &#8220;em casa&#8221; e compartilhe o espaço com mais amigos e familiares. Isso é fundamental para trazer mais gente para o nosso &#8220;time&#8221;. <img src='http://dinheirama.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Muitos jovens entram em contato conosco buscando conhecimento específico sobre investimentos e as maneiras mais rápidas de acumular muito dinheiro. O desejo entra em conflito com o consumismo, também muito presente entre este perfil. O que fazer?</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Na verdade, eles não querem conhecimento, nem específico nem generalizado; eles querem mágica. Querem algo que seja imediato, sem riscos e que não exija estudo, nem tampouco dedicação. Não existe nada assim, é claro. Mas, felizmente, confesso que tenho visto uma mudança nesse comportamento. Quando o Clube do Pai Rico surgiu, no início dos anos 2000, esse perfil de visitante era bem mais comum do que hoje. Ainda bem!</p>
<p>Ah, o consumismo, tão necessário, tão desejado, mas provavelmente o maior culpado pela situação financeira da grande parcela que está afundada em dívidas. Acredito que somente trazendo a Educação Financeira para o início de nossas jornadas &#8211; ou seja, quando ainda somos crianças &#8211; é que conseguiremos equilibrar a equação. Somente mostrando os benefícios de adiarmos o consumo é que poderemos mostrar que existem opções. Opções que trazem muitas vantagens!</p>
<p><strong>Sua experiência com o <a title="Conheça o Clube do Pai Rico" href="http://www.clubedopairico.com.br/forum/index.php" target="_blank">Clube do Pai Rico</a>, uma das referências em fóruns de discussão sobre educação financeira, também contribuiu para mudar suas decisões econômicas?</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Certamente! São tantas histórias, tantos acontecimentos, tanto conhecimento que já foi dividido entre os membros do Clube que seria impossível eu não ser &#8220;contaminado&#8221;. Essa é a graça da vida: aprender a cada dia. Aprender enquanto &#8220;ensinamos&#8221; é melhor ainda. Ver que nada sabemos e temos muito a aprender. E fica melhor quando encontramos outras pessoas que encaram as coisas dessa mesma maneira.</p>
<p><strong>E em relação aos frequentadores do fórum, qual a história envolvendo seus leitores e participantes mais lhe chamou a atenção? O aspecto colaborativo foi decisivo para o desfecho da história?</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Olha, são tantas que seria errado eu usar alguma delas como exemplo. Poderia ser injusto. Quem não gosta de uma história que termina com um final feliz? A participação do grupo é sempre importante. Sempre surge alguém que teve uma experiência parecida, que pode apresentar um atalho para a solução daquele problema, um segundo ponto de vista para uma ocorrência, uma opinião isenta para esclarecer uma ideia. Considero isso fundamental!</p>
<p><strong>Muito obrigado pela disponibilidade em nos atender e parabéns pelo seu sucesso. Por favor deixe uma mensagem final aos nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>C.A.L.:</strong> Mais uma vez, quem agradece sou eu. Sobre o sucesso, sei que ele não é meu. Lembre-se que é o Clube do Pai Rico, portanto o sucesso é de cada um de seus membros. Uma frase para encerrar? Para se obter o sucesso financeiro só é preciso seguir algumas poucas regras, uma das mais importantes é: ganhe mais do que você gasta. Parece ser uma coisa boba, mas reflita e veja que esconde um segredo bem interessante.</p>
<p>Foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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