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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; jovem</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; jovem</title>
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		<title>TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste episódio da TV Dinheirama mostramos como e com quem os jovens aprendem sobre dinheiro e investimentos. Educação financeira precisa começar em casa! Sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_tvdinheirama_como_com_quem_aprendemos_dinheiro_investimentos.jpg" alt="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos lares brasileiros costumam subestimar a oportunidade de passar aos filhos bons exemplos relacionados ao dinheiro. Pior que isso, é usual ouvir de pais e mães que <em>&#8220;a responsabilidade de educar os filhos é da escola&#8221;</em>. E assim muitos brasileiros seguem endividados, enforcados no cheque especial, mas com o discurso de que &#8220;ensinam&#8221; seus filhos não serem adultos assim. Não adianta, não é mesmo?</p>
<p>Neste episódio da <strong><a title="Acesse e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, agora mais leve e agradável, trato de como é importante assumir posturas positivas e coerentes diante de crianças e jovens. Além disso, também abordo os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Pesquisa mostra que os jovens buscam conhecimento e aprendizado sobre finanças e investimentos com os pais;</li>
<li>Investir só nos produtos que conhecemos vai nos levar até onde nossos pais já chegaram. Mas o Brasil mudou, a economia global mudou. Portanto, é preciso buscar aprendizado e investir de forma mais inteligente;</li>
<li>O exemplo dos pais é fundamental para criar nos filhos a cultura de poupança e planejamento financeiro. O que você faz neste sentido?</li>
</ul>
<p>Assista ao vídeo e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ">http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ</a></p>
<p>Importante: Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube – <strong><a title="Acesse a TV Dinheirama no YouTube" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> – e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/29/dinheirama-entrevista-guilherme-horn-ceo-da-orama/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 16:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
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		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Horn, CEO da Órama, explica como é possível ter acesso aos melhores fundos de investimento e estratégias com aportes iniciais pequenos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_entrevista_guilherme_horn_ceo_orama.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Guilherme Horn, CEO da Órama" align="left" hspace="2" vspace="2" />Há um bom tempo tratamos de uma questão relacionada às decisões de investimentos dos brasileiros que mostra que grande parte dos investidores tem pouco dinheiro para começar a investir. Com aportes menores, estes indivíduos normalmente são levados a escolher produtos com rentabilidades menores. A questão que fica é: como garantir rentabilidades maiores e com aportes iniciais menos vultosos?</p>
<p>Para ajudar a tratar desta questão, conversei com <strong>Guilherme Horn</strong>, CEO da <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama DTVM S/A</a></strong>. Guilherme é Mestre em Administração de Empresas pela PUC-RJ e Doutor em Ciências Empresariais na UMSA &#8211; Argentina, com concentração em Sistemas Complexos. Depois de quase 10 anos de experiência em outros segmentos, juntou-se à Ágora Corretora em 2000 para iniciar o projeto de varejo online daquela corretora.</p>
<p>Foi o sócio responsável pelo projeto, que incluía as áreas de Tecnologia e Marketing, até 2008, quando a empresa foi vendida para o Bradesco por cerca de R$ 1 bilhão de reais. Em 2009, Horn, junto com os sócios fundadores da Ágora, iniciou o desenvolvimento da Órama, a primeira loja online independente de fundos do Brasil, lançada no mercado em agosto de 2011.</p>
<p><span id="more-7441"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Guilherme, os investidores brasileiros que buscaram a renda variável aumentaram bastante na última década. Gestores especializados também apareceram para suprir a demanda por investimentos mais rentáveis. Esse movimento deve continuar?</strong></p>
<p><strong>Guilherme Horn:</strong> Nos últimos anos, houve uma grande popularização da Bolsa no Brasil. Isso mostra que finalmente o brasileiro começou a se preocupar não só em poupar, mas também em rentabilizar seu patrimônio. No entanto, o investidor comum, que se aventurou na Bolsa e obteve grandes conquistas, ficou perdido quando viu seus investimentos se diluírem com a crise. O grande engano foi achar ser possível administrar sozinho 100% dos investimentos.</p>
<p>A analogia que faço é com a automedicação. Uma simples dor de cabeça não te leva ao médico. Mas se o problema é sério, você não vai se automedicar, não é verdade? Então por que vai fazer isto com o seu dinheiro? É muito mais prudente colocar seu dinheiro na mão de especialistas que só fazem isso! Se os ricos e milionários fazem desta forma, você realmente acha que deve fazer diferente?</p>
<p><strong>Muitos leitores têm dúvidas sobre as diferenças de se investir em fundos de investimentos e de forma direta. Você pode citar as características destas alternativas e quando elas podem ser mais interessantes e vantajosas?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Uma das grandes vantagens de se investir em Fundos é contar com especialistas que acompanham e analisam o mercado diariamente em busca das melhores oportunidades, dentro de uma estratégia traçada. Esses profissionais contam com softwares de análise de risco sofisticados, que possibilitam a avaliação do risco de cada operação e suas possibilidades de retorno. Já a Bolsa oferece muitas vantagens para quem quer ter total autonomia, mas para isso é preciso entender, ter tempo de acompanhar o mercado, além de capital disponível para a diversificação em diferentes ativos.</p>
<p>Um Fundo de Ações, por exemplo, antes de comprar um papel, conversa com os administradores da empresa, com funcionários, ex-funcionários, concorrentes, clientes e fornecedores. Algumas vezes até se faz passar por um potencial parceiro ou cliente para entender melhor os processos da empresa. Leva meses numa pesquisa de campo exaustiva e detalhada. Sem contar a quantidade de dados e informações a que tem acesso.</p>
<p>Isto tudo faz com que o gestor do Fundo tenha um conhecimento da empresa e uma visão de seu futuro que não pode ser comparada com a de um investidor individual. O resultado final não pode ser o mesmo. Até pode acontecer de um investidor individual, num determinado período específico, ganhar mais do que um fundo. Mas é só comparar no longo prazo, em 5 ou 10 anos, que fica evidente a diferença na consistência dos resultados.</p>
<p><strong>Um dos principais problemas de muitos investidores é o aporte inicial. Muitas instituições de varejo (grandes bancos, por exemplo) oferecem produtos de aportes baixos, mas cujas rentabilidades não são tão interessantes. Por outro lado, produtos de gestores especializados costumam exigir valores iniciais mais elevados. Pode explicar a diferença entre os produtos de grande apelo daqueles mais específicos?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Brasileiro está acostumado a investir através de seu banco, geralmente com a indicação do gerente, que não é uma pessoa especializada em investimentos. Os bancos oferecem diversos produtos, como poupança, previdência, entre outros. Fundo de Investimento é mais um dos muitos produtos oferecidos. Por isso, da mesma maneira que procuramos um cardiologista quando temos um problema no coração e não um clínico geral, por que fazer diferente com nossos investimentos?</p>
<p>Nada melhor do que escolher um especialista em Fundos se você quiser investir e aumentar suas chances de obter êxito neste segmento. Os produtos que gestores especializados oferecem são diferenciados, pois existe um alinhamento de interesses do gestor e do cotista. Na maioria das vezes, inclusive, o dinheiro do gestor está investido no mesmo produto.</p>
<p><strong>Reparei que a <a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">Órama</a> nasceu com o objetivo de permitir que, mesmo com aportes menores, o investidor consiga investir e aproveitar a estratégia de fundos especializados. Pode explicar melhor como surgiu essa ideia?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> É antigo o nosso desejo de democratizar o mercado de Fundos de Investimento no Brasil. A história da Ágora, que foi durante quase uma década a maior corretora do país, nos mostrou que a Internet é um meio muito poderoso de prover acesso. Por isso, queremos reeditar essa trajetória de democratizar o acesso, criando a ponte entre o pequeno investidor e os Fundos de Investimento mais sofisticados do país.</p>
<p>Afinal, com uma aplicação inicial de R$ 5 mil fica muito mais fácil investir em Fundos de Gestores Independentes, que normalmente possuem uma aplicação inicial de R$ 50 mil a R$ 500 mil, sem contar que para ser cliente de uma gestora dessas, muitas vezes o patrimônio exigido é superior a R$ 1 milhão ou R$ 3 milhões. Alguns vídeos explicam melhor nossas ideias e propósitos: <a title="Veja o video" href="http://migre.me/8rzPc" target="_blank">“Como surgiu a ideia da Órama”</a> e <a title="Assista ao vídeo" href="http://migre.me/8rzSm" target="_blank">“Como a Órama se insere no mercado”</a>.</p>
<p><strong>Os fundos mais conhecidos pelas pessoas normalmente são aqueles mais comuns, comercializados através do relacionamento frequente com o gerente do banco. Como são escolhidos os fundos que a Órama oferece e de que forma o investidor pode encontrar mais detalhes antes de se decidir?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama faz é uma rigorosa seleção, pois não pretendemos ser um supermercado com centenas de opções de Fundos, como algumas corretoras, mas sim oferecer efetivamente os melhores. Por isso, dentre os milhares disponíveis no Brasil, não vamos distribuir mais de 50. Queremos que o investidor saiba que na Órama ele pode formar uma carteira bem diversificada apenas com os melhores.</p>
<p>Para isso, formamos um comitê que analisa rigorosamente os Fundos através de reuniões com os gestores, análise de seu histórico, análise dos processos internos de gestão, controles de risco, grau de aderência à filosofia e estratégia de investimentos. Enfim, uma detalhada due diligence que busca confirmar que a rentabilidade é resultado de uma estratégia bem definida, e não da sorte.</p>
<p>Para auxiliar o investidor a montar uma carteira de Fundos, oferecemos diversas ferramentas. Uma delas chama-se <a title="Conheça o selecionador de fundos da Órama" href="http://migre.me/8t9MS" target="_blank">Selecionador de Fundos</a>, na qual você responde seis perguntas e então recebe uma indicação dos melhores fundos para o seu perfil e objetivo. Temos ainda uma área multimídia com <a title="Assista aos vídeos" href="http://migre.me/8rzO2" target="_blank">vídeos dos próprios gestores</a> explicando as estratégias dos Fundos e suas performances mensais.</p>
<p><strong>Como a Órama consegue viabilizar essa facilidade do aporte inicial menor? Se o fundo exclusivo exige aporte elevado, isso significa que vocês completarão o valor necessário?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Sim. Para cada Fundo escolhido, montamos um FIC (Fundo de Investimento em Cotas), com uma <a title="Veja como começar a aplicar com apenas R$ 5 mil" href="http://migre.me/8rzUR" target="_blank">aplicação mínima de R$ 5 mil</a>. Assim, o que você aplicar no nosso FIC, nós aplicamos no que chamamos Fundo Alvo. Por exemplo, se você aplicar R$ 5 mil no Órama Gávea, a Órama vai completar o mínimo do Gávea (Fundo Alvo), ou seja, colocar mais R$ 295 mil e investir um total de R$ 300 mil lá.</p>
<p>Quando você quiser resgatar, é a mesma coisa. Você resgata o quanto deseja (mínimo de R$ 3 mil) e a Órama faz os ajustes necessários. Dia desses um repórter me perguntou se seria uma espécie de compra coletiva (garantida) de Fundos. Gostei da comparação!</p>
<p><strong>Se o fundo alvo escolhido cobra taxas de performance e administração, como ficará o patrimônio do investidor na hora do resgate? O que mais será cobrado por possibilitar a ele o acesso a este produto diferenciado?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O que a Órama cobra pelo acesso aos melhores Fundos do mercado é uma taxa de administração de 0,6% ao ano. Isso representa apenas R$ 30,00 por ano para quem aplicou R$ 5 mil. Um valor bem razoável para que você possa investir nos Fundos onde até hoje somente os milionários investiam – ainda mais por se tratar de um site simples, fácil de operar e que oferece todos os melhores fundos num só lugar.</p>
<p>E é só isso, pois a Órama não cobra taxa de performance. É importante lembrar que a rentabilidade de um Fundo é apresentada líquida da taxa de administração. Ou seja, não tem nada a ser debitado, além do imposto, é claro.</p>
<p><strong>Como você vê o atual momento econômico do Brasil e a importante mudança no patamar de renda de nossa população? É hora de investir? Como convencer as pessoas da importância do planejamento financeiro?</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> O Brasil está vivendo um momento ímpar. Alcançou a 5ª posição entre as maiores economias do mundo, deixando o Reino Unido para trás. Com inflação aparentemente controlada, moeda fortalecida e nível de desemprego no menor patamar da história, esse é o melhor momento para começar a pensar no futuro. As pessoas estão consumindo mais e mudando o padrão de vida.</p>
<p>Por isso, é importante se planejar, investir e diversificar para não ter uma surpresa negativa no futuro. Imagine a situação dos gregos, que não se planejaram. Ou de tantos outros cidadãos europeus diante desta crise. Sejam os investimentos para alcançar um determinado objetivo ou para complementar a renda da aposentadoria, quanto antes começar, melhor. Não é fácil convencer alguém a se planejar, mas cada um tem seu tempo para entender a importância do planejamento.</p>
<p><strong>Guilherme, obrigado pela participação e disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos jovens que desejam construir um futuro financeiro melhor e mais tranquilo.</strong></p>
<p><strong>G. H.:</strong> Como mensagem final, gostaria de dizer aos jovens que consumir é muito bom, mas ter dinheiro guardado é melhor ainda. Dá segurança e traz liberdade! Nada melhor do que ter uma reserva para poder viajar, consumir e realizar os sonhos. Eu que agradeço o espaço e deixo o convite aos seus leitores para acessarem nosso site – <strong><a title="Conheça a Órama" href="http://migre.me/8t9IY" target="_blank">www.orama.com.br</a></strong> – e conhecerem nossos fundos. Tenho certeza de que vão gostar! Até a próxima.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 00:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_podcast_universitarios_os_bancos_e_educacao_financeira.jpg" alt="DinheiramaCast: Universitários, os bancos e o papel da educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />É cada vez maior o número de jovens com a possibilidade de graduar-se e exercer uma profissão que exija formação em curso superior. Tal realidade coloca esses novos adultos diante da possibilidade de cuidar sozinhos do próprio dinheiro. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Muitos bancos e instituições financeiras oferecem produtos específicos para os universitários, mas será que estes sabem aproveitar da melhor forma tudo que lhes é oferecido?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>A realidade dos produtos financeiros voltados aos universitários existe e é cada vez mais explorada. Crédito para mensalidades, cartões de crédito e cheque especial com limites menores que o de outras modalidades e isenção de tarifas são algumas vantagens oferecidas. Como lidar com essa realidade?</li>
<li>O que o jovem estudante deve levar em conta para manter seu planejamento financeiro em dia com suas aspirações e desejos de consumo?</li>
<li>O controle financeiro e o orçamento são ferramentas essenciais para que o universitário aproveite as facilidades oferecidas sem que elas o transformem em um adulto endividado;</li>
<li>A responsabilidade dos pais também existe nesta fase, já que é fundamental não só dar o exemplo, mas também caminhar lado a lado com jovem para ensinar-lhe os detalhes de cada operação;</li>
<li>Lidar com as frustrações faz parte do crescimento e do importante processo relacionado à educação financeira. Não vai ser possível satisfazer todos os desejos de consumo e o crédito não pode ser sempre a saída para tentar mudar essa realidade.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

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<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Cada vez mais universitários aderem a planos bancários, cartões de crédito e cheque especial. Como abordar a educação financeira neste cenário?</itunes:summary>
		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>DinheiramaCast: Educação financeira de crianças para o consumo consciente</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/29/dinheiramacast-educacao-financeira-de-criancas-para-o-consumo-consciente/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 01:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda e coloque em prática a educação financeira de suas crianças e prepare-as para o consumo consciente. Exemplos, incentivo, disciplina e paciência são pontos-chave.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Educação financeira de crianças para o consumo consciente" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_podcast_educacao_financeira_criancas_consumo_consciente.jpg" alt="DinheiramaCast: Educação financeira de crianças para o consumo consciente" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos grandes desafios do Brasil é colocar em pauta o assunto educação financeira. Como envolver crianças e jovens e fazê-los acreditar no potencial dos investimentos para realização de sonhos? Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. Com base na excelente reportagem intitulada <a title="Leia mais no Portal Exame" href="http://migre.me/868Zt" target="_blank">&#8220;Os pecados capitais que podem empobrecer seu filho&#8221;</a>, do jornalista João Sandrini (Exame), discutimos a questão da educação financeira do ponto de vista prático.</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Especialistas como <strong>Cássia D&#8217;Aquino</strong> tratam a educação financeira de jovens e crianças como prioridade, focando muito mais nos exemplos dados pelos pais e professores que em cartilhas e material escrito;</li>
<li>Criar adultos preparados significa permitir que os filhos enfrentem frustrações e aprendam a ter paciência. É preciso que as crianças mantenham o desejo para que tenham motivação, ou podem se acomodar facilmente;</li>
<li>O consumismo ocorre muito mais por reflexo da atitude dos pais e cobranças sociais que propriamente por necessidade. Assim, é importante manter diálogo com os jovens e agir de forma coerente;</li>
<li>Discutir com o filho ou simplesmente ceder significa que os pais abriram mão do importante dever de criar e formar o cidadão. Educação financeira é parte desse processo;</li>
<li>A mesada não pode ser um instrumento de troca ou uma recompensa por comportamentos considerados básicos e essenciais. Bom comportamento, apoio nas tarefas de casa e educação não podem ser considerados diferenciais.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<item>
		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Como devem fazer os alunos de graduação que desejam equilibrar suas finanças e colocar em prática a educação financeira? Onde buscar ajuda? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem-formado.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acredito que conhecer os conceitos da educação financeira e aplicá-los no dia a dia tornou-se uma necessidade no Brasil. Digo isso devido ao fato de um novo público acessar as diversas linhas de crédito disponíveis em bancos, concessionárias, lojas de eletrodomésticos etc. Inclusive, sobre o tema, foi criada pelo Governo Federal, no final de 2010, a <a title="Conheça melhor a ENEF" href="http://www.vidaedinheiro.gov.br/Enef/default.aspx" target="_blank">Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</a>.</p>
<p>Quando estudei <em>design</em> de interiores, observei que as escolas de design não ofereciam material didático e específico sobre finanças pessoais. Exceto pelas escolas de administração e economia, não havia material disponível nem no meu curso, nem nos outros. As poucas matérias voltadas para o assunto englobavam mais as questões de marketing e posicionamento de mercado que de educação financeira.</p>
<p><strong>Onde aprender sobre finanças pessoais e dinheiro?</strong><br />
Sabemos que a riqueza de um profissional recém-formado é o seu conhecimento atualizado, trazido do seu curso de formação, somado a sua criatividade livre, leve, solta e sem amarras. Mas, sua formação, muitas vezes, distancia-se de temas ligados às leis da economia. O crescimento econômico de um recém-formado está subordinado tanto as suas aptidões, como também à sistematização e organização dos ganhos e gastos financeiros que vier a realizar.</p>
<p><span id="more-7046"></span>Constatando a carência de fontes de informação sobre este tema, busquei-as em caminhos alternativos, próprios para quem ainda está iniciando suas atividades no mercado de trabalho e, portanto, com pouco capital de investimento. O propósito deste texto é incentivar você, recém-formado, a trilhar caminhos financeiramente mais saudáveis, independentemente de sua formação e interesses.</p>
<p>Para os curiosos, sou designer de interiores por formação, designer gráfico por vocação, escritora e poeta (já publiquei quatro livros e assino regularmente uma página sobre livros de arte para uma revista especializada em arquitetura e design de interiores). Há sete anos, encerrei um bem-sucedido consultório de psicologia, com 10 anos de mercado, para trabalhar com o que gosto, o design. Tardiamente, desenvolvi minha educação financeira e aos poucos fui estruturando minha nova vida e a nova empresa. Valeu a pena!</p>
<p>Por entender que a educação financeira consiste em um conjunto amplo de orientações e esclarecimentos sobre posturas e atitudes adequadas no planejamento e uso dos recursos financeiros pessoais, acho que todos devemos dedicar atençao ao tema. Mas atenção: a capacidade de tomar decisões apropriadas na gestão das próprias finanças não deve ser confundida com o ensino de técnicas de como ganhar e gastar dinheiro.</p>
<p><strong>Fontes de conhecimento para sua educação financeira</strong><br />
Depois de separar e compreender bem a diferença que a educação financeira pode trazer ao cotidiano, compartilho as principais referências que tenho usado para aprender e praticar, ainda que de forma autodidata:</p>
<p><strong>1. Blogs especializados</strong><br />
Atualizados diariamente ou semanalmente, podem ser acessados gratuitamente. Gosto bastante deste blog, Dinheirama, que eu já sigo há algum tempo e do <a title="Leia o Blog da Miriam Leitão" href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/" target="_blank">blog sobre economia da jornalista Miriam Leitão</a>. Sugiro que busque suas próprias fontes, leia diversos blogs diferentes e procure identificar-se com a linha proposta por seus autores. E participe das discussões regularmente.</p>
<p><strong>2. Cursos on-line gratuitos</strong><br />
Desenvolvidos com capricho e muita didática, podem ser cursados no escritório ou em casa. Os <a title="Conheça os cursos online do Sebrae" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">Cursos on line do Sebrae</a>, por exemplo, estão disponíveis para todo tipo de público. Quando eu ainda exercia o ofício de psicóloga e decidi dedicar-me ao que realmente gosto, o design, matriculei-me em todos eles e acabei criando a <a title="Conheça meu trabalho" href="http://www.livro-objeto.com.br/" target="_blank">Livro-objeto Atelier e Design</a>, meu atual escritório.</p>
<p>Meu plano de negócios ficou com 45 páginas e eu estava ciente de que a jornada não seria fácil, afinal percebi que, ao longo de minha formação de psicóloga, eu não tive qualquer contato com questões ligadas à economia. Além dos cursos do SEBRAE, constatei que vários bancos oferecem educação financeira. Claro que estes cursos têm como objetivo direcionar o cliente para investir nos produtos oferecidos pelas agências, mas o posicionamento diante destas ofertas também deve ser consciente.</p>
<p>Os cursos on line oferecem vantagens interessantes:</p>
<ul>
<li>O aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, pois pode adequar o curso à sua rotina e estabelecer o seu próprio ritmo de estudo;</li>
<li>A qualidade de vida é aumentada, pois o curso pode ser frequentado em casa ou no escritório, e o aluno não terá contato com outras tensões, como as de trânsito, por exemplo;</li>
<li>Há a oportunidade real de fazer economia, pois não há gasto com combustível, tarifas de transporte e tarifas de estacionamento;</li>
<li>Pode-se ter acesso a bons cursos a preços mais acessíveis, já que algumas opções são planejadas com antecedência e têm conteúdos bem elaborados e explicativos ocorrendo com muitas opções de datas.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, as vantagens dos cursos gratuitos incluem prover conhecimento com pouco ou nenhum gasto financeiro e respeitar a motivação subjetiva do aluno: o aluno estuda, porque está mental e emocionalmente envolvido com o conteúdo do curso e com as possibilidades reais de transformação que ele representa.</p>
<p><strong>3. Videos na Internet</strong><br />
Os videos disponíveis em sites especializados são ao mesmo tempo dinâmicos e didáticos, além de se aproveitarem da popularidade do método de aprendizado áudio-visual. Há muitos programas interessantes que podem ser baixados a qualquer hora do dia e assistidos quando você tiver tempo e interesse. Eu, por exemplo, assisti e recomendo os muitos videos oferecidos pelo site do <a title="Assista aos videos" href="http://www.endeavor.org.br" target="_blank">Instituto Empreender Endeavor Brasil</a>.</p>
<p><strong>A verdade é que você precisa correr atrás!</strong><br />
Quando um recém-formado inicia sua carreira já com dívidas, o seu raciocínio fica bloqueado e o discernimento afetado. O resultado são contratos mal feitos, relacionamentos ruins com clientes, fornecedores, parceiros, sócios e funcionários. O profissional recém-formado que está estável financeiramente pode se aventurar com mais tranquilidade nos novos desafios que surgirem, usando bom senso e discernimento.</p>
<p>De preferência, o novo profissional deve desenvolver sua educação financeira antes de entrar no mercado, paralelamente à sua formação acadêmica. Essa decisão certamente fará muita diferença. Aproveite que é possível colocá-la em prática sem a necessidade de muito dinheiro. No próximo texto, darei foco às consequências profissionais da falta de educação financeira na vida de um recém-formado. Até lá.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos cor de rosa, arrojados e espirituosos, estilo “focinho de porco”, assinados pelo premiado escritório Nendo, do renomado arquiteto e <em>designer</em> japonês Oky Sato.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/28/o-deslumbramento-financeiro-causa-dependencia-e-dividas/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[O que faz o médico que ganha muito dinheiro com os plantões, mas ao mesmo tempo quer fazer residência e especializar-se? Ele sofre! O que planejamento financeiro tem com isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_deslumbramento_financeiro_causa_dependencia_dividas.jpg" alt="O deslumbramento financeiro causa dependência (e dívidas)" align="left" hspace="2" vspace="2" />Renato</strong> comenta: <em>“Navarro, sou médico recém-formado e estou vivendo uma situação angustiante. Depois de mais de seis anos estudando muito, tenho possibilidades de trabalhar em plantões e chego a tirar mais de R$ 10 mil por mês com relativa facilidade. Comprei carro esporte, viajei, estou curtindo muito, mas tenho que planejar minha residência (período em que ganharei pouco). Estou deslumbrado, mas ansioso porque sei que eu mesmo estou atrapalhando meus sonhos. E agora?”.</em></p>
<p>Embora seja um passo muito mais relacionado aos hábitos que à condição familiar, equilibrar desejos de consumo e necessidades de planejamento não é uma decisão simples de se colocar em prática. Fatores como educação, meio, relacionamentos, desejos represados e expectativas sociais costumam ser mais decisivas em nosso roteiro de consumo que o bom senso e a lógica.</p>
<p>Leve em conta um país recém-alçado à condição de “país com demanda interna sustentável” e você verá cada vez mais famílias “tirando o atraso” em relação ao consumo e à desigualdade social medida por bens e aparências – o que, diga-se, é legítimo e compreensível, embora financeiramente duvidoso.</p>
<p><span id="more-6840"></span><strong>Jovens são mais suscetíveis às pressões sociais</strong><br />
O contexto atual brasileiro, de economia previsível e sem inflação, cumpre papel de destaque na nova realidade econômica dos nossos jovens. A possibilidade de qualificar-se e as oportunidades do mercado de trabalho (nosso desemprego é de apenas 6%) criam condições ideais para a satisfação de desejos de consumo.</p>
<p>Acontece que jovem também é sinônimo de aprendizado, imaturidade, e muitos são os que criam compromissos financeiros maiores que suas capacidades e acabam por figurar como inadimplentes em muitas pesquisas. Os jovens são, de longe, os que têm <a title="Leia mais  no Estadão" href="http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/cresce-a-inadimplencia-entre-jovens-de-ate-30-anos/" target="_blank">mais problemas com o endividamento excessivo</a>, principalmente em decorrência das expectativas dos outros e sua necessidade de “fazer parte” do grupo onde está inserido.</p>
<p>Em outras palavras, quanto mais a renda aumenta, maior fica a demanda por comprovações sociais de pertencimento: a compra do carro, a troca do celular, a roupa da moda, os hábitos emulados dos ídolos, tudo isso representará despesas correntes cada vez maiores e mais profundas.</p>
<p><strong>O deslumbramento causa dependência</strong><br />
O exemplo do médico é, de certa forma, emblemático. Ainda jovem, ele tem a possibilidade de ganhar muito dinheiro com plantões, mas precisa confrontar essa realidade com o sonho de especializar-se em sua área de interesse. O dilema toma proporções alarmantes à medida que o médico decide usufruir plena e materialmente de seus recursos.</p>
<p>A elevada renda permite extravagâncias típicas dos jovens: comprar carros importados (esportivos, SUVs etc.), frequentar lugares caros e exclusivos (restaurantes, casas noturnas, shows etc.), viajar e por ai vai. A “vida perfeita”, qualquer jovem há de concordar. Será? O deslumbramento, no entanto, causa alguns efeitos interessantes:</p>
<ul>
<li><strong>Torna tudo isso cada vez mais banal</strong>, na contramão do que pensava o jovem quando decidiu exagerar. O carrão foi comprado “porque era possível comprá-lo e assim o sonho seria realizado”. Não funciona assim; logo o desejo por outro carro ainda mais exclusivo vai aparecer e ser a razão de tudo;</li>
<li><strong>Cria a falsa sensação de poder</strong>, na medida em que gera barreiras materiais claras entre o abençoado jovem rico e seus pares mais simples. A sensação é falsa simplesmente porque o ciclo é resumido pelo item anterior: aos olhos dos outros, o jovem é bem-sucedido, “tem tudo”; no íntimo, ele vive angustiado, querendo mais e mais;</li>
<li><strong>A ansiedade do deslumbramento desvia o foco das questões essenciais para o momento da carreira.</strong> O que fazer a seguir? Será que vou conseguir viver sem esse padrão de vida? Repare que não há nenhum julgamento de certo ou errado, apenas consequências de decisões tomadas. A angústia paralisa o jovem, que frequentemente precisa de ajuda para seguir a partir deste marco.</li>
</ul>
<p><strong>Despesas fixas e despesas variáveis</strong><br />
Repare que tudo aquilo que se ostenta pode, em certo momento, se tornar o problema que nos impede de crescer e ter ainda mais destaque. Essa conclusão é importante, porque temos a impressão de que atingir tais metas materiais significa ser atingir o sucesso. A questão, como é possível debater, é muito mais subjetiva e pessoal que definitiva.</p>
<p>A questão central, no entanto, não diz respeito ao padrão de vida em si, ao que se pode consumir com tanto dinheiro ou à renda em determinada idade. O que vale é como empregamos o dinheiro diante de duas análises objetivas:</p>
<ul>
<li><strong>Despesas fixas</strong>, ou todos os compromissos financeiros assumidos e contabilizados como de médio e longo prazos. Comprar um carro financiado em três, quatro anos implicará um pagamento mensal razoável durante todo esse período. Despesas com moradia, água, luz etc. também são frequentemente encontradas nesta categoria;</li>
<li><strong>Despesas variáveis</strong>, ou responsabilidades assumidas sem base frequente e que tem seus valores diferentes de um mês para o outro. O lazer, entremeado de saídas noturnas, viagens e alguns hobbies, é o exemplo perfeito para ilustrar esse item do orçamento.</li>
</ul>
<p><strong>Engessar o consumo compromete o padrão de vida</strong><br />
Observe seu controle financeiro e procure identificar onde está a maior parte de seus gastos. Você gasta mais com as despesas fixas ou variáveis? O ideal é ter o menor número (e menor valor) de despesas fixas, enquanto gerencia muito bem as despesas variáveis – não adianta apenas criar uma categoria “Outros” ou “Diversos” e lançar tudo lá.</p>
<p>Esse simples exercício já foi motivo de muita discussão entre meus amigos. De forma geral, o orçamento dos jovens deslumbrados normalmente apresenta duas falhas graves:</p>
<ul>
<li><strong>Bens de consumo duráveis, caros e com grande depreciação, geram despesas fixas elevadas.</strong> A prestação do carro esportivo e a decisão de morar em um bairro elitizado comprometem a renda mensal e criam uma barreira mental contra uma eventual necessidade de redução do padrão de vida. Como pagar as parcelas e despesas do <em>Hyundai Veloster</em> se a receita vai cair para quase zero no período da residência médica?</li>
<li><strong>Cada vez mais, despesas variáveis se tornam despesas fixas, quando o ideal seria o contrário.</strong> As saídas frequentes, as viagens, os hobbies cada vez mais caros, tudo isso passa a contar muito no orçamento mensal. Ainda que apenas mentalmente, a contabilidade para tudo isso passa a ser enraizada no orçamento e tais gastos passam para a categoria das despesas fixas.</li>
</ul>
<p><strong>As “coisas” não são quem você é!</strong><br />
Ou seja, a elevada receita causa bem-estar material imediato (o tal deslumbramento), mas gera um orçamento pesado e cada vez mais exigente. Utilizando o conceito de “profissão escalável”, lançado pelo escritor <strong>Nassim Taleb</strong>, autor do excelente livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21389447/?franq=247523" target="_blank">“A Lógica do Cisne Negro”</a>, isso significa que você terá que trabalhar cada vez mais para sustentar a alta dos gastos; e quanto mais trabalhar, mais vai querer possuir e provar.</p>
<p>O conceito também é apresentado por <strong>Robert Kiyosaki</strong>, autor de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/?franq=247523" target="_blank">“Pai Rico Pai Pobre”</a>, como “Corrida dos Ratos”. O deslumbramento, então, começa a se transformar em dívidas cada vez maiores e cujo único objetivo é sustentar sua posição social e profissional (e não completar suas lacunas pessoais e familiares). É divertido, mas cansa e custa caro.</p>
<p>Em termos financeiros, despesas fixas cada vez maiores somadas a despesas variáveis sem controle geram uma realidade financeira angustiante. Do ponto de vista social e emocional, esse deslumbramento cria dependência total do trabalho (receitas maiores) e dos outros (é preciso que haja plateia).</p>
<p><strong>Mas como fica o que você realmente é e quer?</strong> No caso do nosso amigo médico, como fica a especialização (residência)? Pois é, o assunto é bem polêmico e repleto de opiniões fortes. Mexer com quem acha que o dinheiro pode comprar tudo é sempre um desafio. Espero ter contribuído de forma enriquecedora para com o debate.</p>
<p>E você, o que acha disso tudo? Deixe seu comentário abaixo ou fale comigo no Twitter: <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[As revistas CartaCapital e Carta na Escola apresentam mais um seminário da série Diálogos Capitais 2011. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Inscreva-se!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6810" title="Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_dialogos_capitais_educacao_financeira_criancas_jovens.jpg" alt="Diálogos Capitais: Consumo Consciente e Educação Financeira para Crianças e Jovens" width="532" height="152" /></p>
<p>Nesta sexta-feira, dia <strong>18/11</strong>, a partir das 9 horas as Revistas Carta Capital e Carta na Escola promovem mais um seminário <strong><a title="Conheça o Diálogos Capitais" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/index.html" target="_blank">Diálogos Capitais</a></strong>, dessa vez com o tema: <strong>consumo consciente e educação financeira para crianças e jovens</strong>. O <em>Dinheirama</em> apoia a iniciativa com muito orgulho e é um dos parceiros de comunicação do evento em caráter voluntário. Como sabemos, o tema é muito importante e muito solicitado e comentado em nosso <em>blog</em>.</p>
<p><strong>Como participar?</strong><br />
As Inscrições são <strong>gratuitas</strong>, mas o número de vagas é limitado. O evento acontece neste dia 18 de novembro de 2011, das 9h às 13h no Espaço Reserva Cultural – São Paulo, no endereço: Av. Paulista, 900 (Térreo). <a title="Faça sua inscrição" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/inscricao.asp" target="_blank">Clique aqui para fazer sua inscrição</a> e veja abaixo como será o evento:</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>Mesa 1 - O impacto econômico e a importância da educação financeira para jovens e crianças</p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Juliana Barral</strong>, gerente executiva da Universidade do Banco Central</li>
<li><strong>Antonio Henrique Silveira</strong>, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda</li>
<li><strong>Jose Alberto Netto Filho</strong>, professor de educação financeira da BM&amp;F Bovespa</li>
</ul>
<p><strong>Mesa 2 - Como colocar em prática a educação financeira na escola</strong></p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Sérgio Jamal Gotti</strong>, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais do MEC</li>
<li><strong>José Alexandre Cavalcanti Vasco</strong>, Superintendente de Proteção e Orientação aos investidores CVM</li>
<li><strong>Lais Fontenelle Pereira</strong>, coordenadora de educação e pesquisa do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana</li>
</ul>
<p><strong>Não perca!</strong><br />
O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. <a title="Faça sua inscrição" href="http://www.dialogoscapitais.com.br/financeira/inscricao.asp" target="_blank">Clique aqui para fazer sua inscrição</a>. O evento acontece neste dia 18 de novembro de 2011, das 9h às 13h no Espaço Reserva Cultural – São Paulo, no endereço: Av. Paulista, 900 (Térreo). Até lá.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Jovens são maioria entre os inadimplentes</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/26/dinheiramacast-jovens-sao-maioria-entre-os-inadimplentes/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da ACSP revela que os jovens são maioria entre os inadimplentes e endividados. Essa realidade é perigosa para o país e revela a necessidade de educação financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Jovens são maioria entre os inadimplentes" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheiramacast_jovens_sao_maioria_entre_inadimplentes.jpg" alt="DinheiramaCast: Jovens são maioria entre os inadimplentes" align="left" hspace="2" vspace="2" />Os jovens de 20 a 35 anos são os principais inadimplentes. O endividamento pesquisado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) revela que a educação financeira precisa ser mais valorizada. Esse tema gerou uma entrevista bastante enriquecedora para o programa <strong><a title="Acesse o Conexão Itajubá" href="http://www.conexaoitajuba.com.br" target="_blank">Conexão Itajubá</a></strong>, capitaneado pelo amigo <strong>Octavio Scofano</strong> e veiculado na <strong><a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">Rádio Panorama FM 103,5</a></strong>. A pesquisa da ACSP deixa claro que a facilidade de obter crédito e o aumento da renda fazem os jovens se deslumbrarem com a possibilidade de consumir. Você é assim?</p>
<p>Como sugestão dos próprios ouvintes, trarei para o <em>Dinheirama</em> as futuras entrevistas realizadas para o programa, que acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, por volta de 11:30h. O arquivo será disponibilizado para <em>download</em> e também para assinatura pelo nosso <em>podcast</em> criado no iTunes, conforme instruções ao final deste post. Os leitores do Sul de Minas podem sintonizar a Panorama FM em 103,5 MHz e os demais podem acompanhar pelo site da rádio:<a title="Ouça a Rádio Panorama FM" href="http://www.radiopanoramafm.com.br/" target="_blank">www.radiopanoramafm.com.br</a></p>
<p><span id="more-6745"></span>A entrevista aborda os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Percentual de jovens endividados e inadimplentes preocupa e alerta para a necessidade de educação financeira;</li>
<li>O planejamento financeiro voltado para este público deve considerar a necessidade maior de inclusão social, mas também a possibilidade de começar a criar uma estratégia de investimento a partir de pequenos valores;</li>
<li>Já está chegando o final do ano e, com ele, as Festas. Trata-se de uma época de muitos gastos e cobranças sociais. Você já se planejou para a correria da virada?</li>
<li>Planejamento não tem nada a ver com ser &#8220;pão duro&#8221; ou &#8220;muquirana&#8221;. Planejar significa lidar com a realidade de forma sensata, comprando quando possível e sempre poupando para comprar também amanhã.</li>
</ul>
<p>Ouça abaixo:</p>

<p><strong>Fique ligado e ouça sempre nosso conteúdo!</strong><br />
Para que possa receber todos os episódios sem problemas, assine nosso podcast através <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">deste link (clique aqui)</a>. Se você gosta de ouvir aos podcasts em seu MP3 Player, iPod ou iTunes, assine o RSS direto dos arquivos <a title="Assine nosso podcast" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">via iTunes (Apple Store) clicando aqui</a> ou pelo link<a title="Assine nosso podcast" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> e receba os novos episódios automaticamente.</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Adianta insistir com Educação Financeira onde não há Educação?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/30/adianta-insistir-com-educacao-financeira-onde-nao-ha-educacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 23:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual o verdadeiro papel da Educação em uma nação que pretende ser uma potência mundial? Prova ABC mostra real situação das crianças brasileiras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Adianta insistir com Educação Financeira onde não há Educação?" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_educacao_financeira_pais_educacao.jpg" alt="Adianta insistir com Educação Financeira onde não há Educação?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Não é de hoje que a questão da educação me incomoda. Falo da educação formal, aquela do dia a dia na escola, das aulas, tarefas e convívio com professores e orientadores, mas também da educação do cidadão, a do respeito aos direitos dos outros, do tratamento educado e do exemplo familiar.</p>
<p>Convido o leitor a olhar para as escolas, professores e crianças de seu convívio. Os professores são devidamente valorizados, preparados e motivados? Como as crianças se comportam quando na presença de outras crianças e adultos? Como vem sendo seu desempenho em disciplinas importantes como matemática, ciências e história? Como anda a gramática, seu vocabulário e capacidade de criar uma boa redação?</p>
<p>A relação entre professores, pais e alunos também requer reflexões profundas. Quantas dessas crianças têm o hábito de ler, de gibis a livros? Quais são os exemplos dados pela família e tutores no sentido da construção do cidadão? O material didático e o programa pedagógico são adequados?</p>
<p><span id="more-6501"></span>Suas respostas serão, provavelmente, as mesmas que já ouvi inúmeras vezes por ai: <em>“A escola particular oferece boa educação, mas é cara. A escola pública é acessível, mas também ineficiente, mal administrada e de péssima qualidade”</em>. Pois é, como formar adultos mais conscientes em um cenário assim?</p>
<p><strong>Prova ABC</strong><br />
O nosso sentimento ganhou um apoio estatístico. O grupo formado pelo Todos pela Educação, Instituto Paulo Montenegro/Ibope, Inep/MEC e Cesgranrio aplicou uma avaliação em 250 escolas, escolhidas por sorteio, durante o primeiro semestre deste ano. A <a title="Clique para ver a pesquisa em detalhes" href="http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/18375/prova-abc-traz-dados-ineditos-sobre-a-alfabetizacao-das-criancas-no-brasil/" target="_blank">Prova ABC</a>, como foi chamada, continha 20 questões de matemática e português e uma redação.</p>
<p>No total, 6.000 alunos que concluíram o 3º ano do ensino fundamental (antiga 2ª série), de escolas públicas e privadas, realizaram o teste. Para medir o desempenho dos alunos, os organizadores definiram 175 pontos como a pontuação mínima esperada para matemática e português e 75 pontos para a redação. Os resultados assustam:</p>
<ul>
<li>Na média, 56,1% dos alunos atingiram o desempenho esperado em português, 53,4% em redação e 42,8% em matemática;</li>
<li>Os resultados apenas da rede pública são lamentáveis. Apenas 48,6% dos alunos atingiram nota mínima em português. Os números então desabam: 43,9% dos alunos da rede pública atingiram a nota mínima na redação e 32,6% o fizeram no teste de matemática;</li>
<li>A rede particular atingiu 79% de alunos com pontuação mínima em português, 82,4% em redação e 74,3% em matemática;</li>
<li>As diferenças entre os acertos dos alunos de rede pública e privada se acentuam quando comparadas regiões diferentes do Brasil. No Sudeste, 81% dos alunos da rede particular atingiram o mínimo exigido em matemática. Na rede pública, o número caiu para 37%.</li>
</ul>
<p>Abro espaço para um trecho do editorial da <a title="Acesse a Folha.com" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> de domingo, 28 de agosto:</p>
<blockquote><p>Confirma-se, é claro, a constatação de que o Brasil tarda a enfrentar o desafio que se segue ao processo, bem-sucedido, de universalização do ensino básico. Garantido o acesso ao ensino fundamental, falta fazer com que se torne, de fato, ensino – Editorial “Tempo Perdido”, <strong>Folha de S. Paulo</strong> &#8211; 28/08/2011.</p></blockquote>
<p><strong>O que isso tem a ver com educação financeira?</strong><br />
Ora, pense como é grande o desafio de trabalhar conceitos importantes de negociação, cálculo de taxas de juros, comparação de preços e interpretação de contratos quando nossas crianças e jovens sequer são preparados para lidar com o troco do café e com a interpretação de um texto simples.</p>
<p>Como cidadãos, não adianta justificar a situação e simplesmente cruzar os braços. Podemos e devemos agir:</p>
<ul>
<li>Não delegar apenas à escola as ações e exemplos de formação do cidadão permitirá a você criar laços duradouros com seus filhos e familiares. Mais do que citar e valorizar bons modelos, é preciso ser e agir como modelo ;</li>
<li>Agir mediante princípios e valores éticos absolutamente transparentes e sinceros deve ser a conduta básica do cidadão no dia a dia – e não um diferencial ou uma qualidade presente apenas em poucas pessoas;</li>
<li>Preocupar-se com a formação continuada e melhorada significa preparar-se para melhores oportunidades de trabalho, mantendo a empregabilidade em níveis elevados – atitude que traz aumento de renda, mais qualidade de vida e ascensão profissional.</li>
</ul>
<p>A relação entre a qualidade do ensino e o potencial de uma nação, apesar de não ser clara para todos, existe e tem peso enorme no desenvolvimento e crescimento nacionais. Como país, fomos corajosos e persistentes ao realizar importantes mudanças econômicas e políticas na nossa jovem democracia.</p>
<p>Que a educação receba a atenção que merece para que tudo o que conquistamos não seja apenas história, mas uma história de sucesso. Porque, lembre-se, queiramos ou não, somos parte dela; melhor que ela seja boa e que possamos contribuir.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 14:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
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		<category><![CDATA[jovem]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível lidar com o crescente consumismo entre adolescentes, jovens sem prejudicar o planejamento financeiro e familiar e ainda garantir um futuro melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar" src="http://dinheirama.com/files/2011/03/dinheirama_tvdinheirama_consumismo_jovens_planejamento_familiar.jpg" alt="TV Dinheirama: Consumismo, os adolescentes e o planejamento familiar" hspace="2" vspace="2" align="left" />O Brasil é um país cuja história de consumo não tem muito tempo. Antes atingidos pela inflação galopante, muitos brasileiros estão podendo comprar e consumir de forma mais intensa, o que traz muitos pontos positivos, mas também negativos. Neste episódio da <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> abordo a questão do consumismo sob a ótica dos jovens e adolescentes, além de mencionar a relação desta geração com seus pais e sociedade. Será que é preciso haver um limite para o consumo? Como educar nossos jovens neste sentido sem prejudicar seu amadurecimento?</p>
<p>Abordo neste video os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>O consumo como fator de inclusão social e aceitação tende a influenciar demais as decisões dos adolescentes e jovens. O movimento é perigoso, já que aumenta muito o nível de endividamento e a ansiedade deste grupo;</li>
<li>Trabalhar o consumismo deve ser uma atitude pautada pelo exemplo dos pais. Ensinar a lidar com dinheiro sem praticar não funciona!</li>
<li>Como os pais devem relacionar-se com seus filhos quando o assunto é o planejamento familiar?</li>
<li>Trabalhar a autoestima dos jovens e o aprendizado em relação às frustrações normais da vida costuma trazer bons resultados para o bem estar familiar.</li>
</ul>
<p><span id="more-5909"></span>Assista ao video e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uxxa65TLoE0">http://www.youtube.com/watch?v=uxxa65TLoE0</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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