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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; liderança</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; liderança</title>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desempenho acima da média e cobranças sociais e familiares. Como fica a qualidade de vida? Equilibrar os afazeres profissionais e pessoais é um desafio e tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_alexandre_borin_ceo_prestus.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das características profissionais que mais gera angústia, especialmente nos jovens, é a produtividade com responsabilidade. Ao mesmo tempo em que se exige desempenho acima da média, aumentam também as cobranças sociais e familiares, especialmente no que tange a questão da qualidade de vida. Equilibrar os afazeres profissionais e a demanda por mais tempo fazendo o que gosta é um desafio e tanto.</p>
<p>Para aprofundar mais esse assunto, conversei com <strong>Alexandre Borin</strong>, formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC. É atualmente CEO da <strong><a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a></strong>, uma empresa inovadora que provê serviços de concierge corporativo e um clube de especialistas em diversas áreas, para executivos de alto desempenho, além de prover atendimento profissionalizado a clientes, 24h/dia, para empresas.</p>
<p>Depois de atuar por oito anos na Ericsson Telecomunicações, indo de <em>trainee</em> a diretor em menos de 2 anos e partindo do acúmulo de responsabilidades, Alexandre teve a grande ideia de auxiliar na produtividade de profissionais e empresas e decidiu deixar o cargo para fundar a Prestus. Em menos de um ano, a Prestus ganhou um Prêmio de Inovação, dezenas de clientes e foi capa da revista PEGN de Setembro/2010.</p>
<p><span id="more-7016"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Alexandre, a percepção de que as pessoas estão cada vez mais ansiosas me faz crer que ficamos menos produtivos &#8211; pelo menos sob nosso próprio olhar. Como isso prejudica a organização das tarefas e sua consequente realização?</strong></p>
<p><strong>Alexandre Borin:</strong> Realmente, os níveis de ansiedade a que estamos expostos estão maiores, o que nos traz a sensação de que o volume de afazeres sempre aumenta, sem parar. A verdade é que estamos perdendo um bem muito importante, que é o nosso foco! Veja que os conceitos de “foco” (o que fazer e o que não fazer) e “organização” (como fazer) são conceitos bastante diferentes.</p>
<p>Em geral, uma pessoa bem organizada consegue sequenciar suas atividades e acaba assumindo diversas tarefas simultaneamente. É a sua falta de foco que cria a percepção de ansiedade e de que há problemas demais por resolver. Infelizmente, tratamos a nossa falta de foco tentando “organizar” nosso dia a dia, ao invés de priorizar o que efetivamente precisa ser feito. Ao buscarmos mais foco, a ansiedade se reduz e encadear tarefas fica mais fácil &#8211; sem realizá-las todas, é claro.</p>
<p><strong>Como empreendedor, alguém que quebrou certos paradigmas, você também concorda que, muitas vezes, as regras (explícitas ou não) limitam a criatividade e o potencial dos trabalhadores? Como equilibrar a cobrança por inovação e a importância dos resultados tangíveis?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Esta é a eterna e saudável busca por equilíbrio entre as iniciativas e “acabativas”, diariamente. Os esforços por inovação são importantíssimos em um mundo onde as empresas se reinventam a cada dia. Mas o extremo também não é saudável. É comum empresas se esforçarem tanto para inovar e lançar produtos, que se esquecem de fazê-los dar certo em seguida. Já acompanhei lançamentos serem comemorados mais como um “finalmente” que como o que realmente deveriam ser: o começo, o lançamento. Devemos buscar “acabativa” em grau igual ou ainda maior do que buscamos a inovação.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior desafio profissional? Como você lidou com a questão e o que aprendeu?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre acumulei muitas tarefas e desafios simultâneos, seja na carreira executiva como no empreendedorismo, mas não tenho dúvidas em dizer que o maior desafio sempre foi “desenvolver competências” &#8211; tanto em mim, como nos membros do time. Por mais que tenhamos pouco tempo em nossa vida profissional, desenvolver pessoas deve ser prioridade. Só assim que se obtém comprometimento e resultados acima da média.</p>
<p>Acredito ser importante evitar pensamentos egoístas e simplistas tipo <em>“se quer bem feito, faça você mesmo”</em>. Melhor é desenvolver as pessoas que estão ao nosso lado e pensar <em>“se quer bem feito 100 vezes, ensine você mesmo – e duas vezes, com paciência, se necessário”</em>. No médio e longo prazo a empresa terá muito mais gente capaz de fazer bem feito, o que aumentará seu retorno e satisfação de seus clientes.</p>
<p><strong>Você diria que o fracasso também é fundamental para crescer e prosperar? Tem algum exemplo pessoal neste sentido?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Gosto do pensamento de que devemos reconhecer o sucesso das pessoas não pelas coisas que conquistaram, mas pelas coisas de que abriram mão para conquistar o que tanto queriam. Falhar e cometer erros estão entre as experiências que mais nos ajudam crescer, não tenho dúvida disso.</p>
<p>Um exemplo pessoal? Bem, ainda antes de completar 18 anos abandonei o curso de engenharia no ITA, pois achava as disciplinas difíceis demais. Meses depois, entrei novamente para a engenharia na escola que sempre tinha sonhado (Unicamp). E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o difícil era mesmo o curso, e não a escola? Fracasso ou sucesso? Decisões difíceis nos fazem crescer e nos abrem outras oportunidades incríveis.</p>
<p><strong>A sobrecarga de informação parece vir acompanhada de uma enxurrada de atividades e demandas complementares. Você percebeu nesse problema um nicho, uma oportunidade. Delegar não faz parte de nossa natureza? Podemos mudar isso?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre fui obcecado por ser produtivo ao máximo. Quando atuei como diretor em uma multinacional de telecomunicações, por cerca de 7 anos, eu não tinha uma assistente dedicada e, frequentemente, eu me via fazendo coisas para as quais minha hora de trabalho era &#8220;cara&#8221; demais.</p>
<p>Foi aí que comecei a perceber que a maioria dos profissionais desperdiçava tempo por falta de retaguarda e decidi fundar a <a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a>. Eu queria justamente fornecer retaguarda (assistentes) 24h por dia, para todo tipo de profissional. O objetivo era dar produtividade e permitir que os profissionais pudessem focar seu esforço nas tarefas que realmente fossem relacionadas ao seu conhecimento e trabalho.</p>
<p>Uma coisa é termos que fazer algo por falta de opções. Outra coisa é a nossa recusa interior em colaborarmos mais com as outras pessoas. Nesta “Era da Colaboração”, não faz sentido fazermos as coisas sozinhos! Assim como a especialização do trabalho, delegar tarefas é uma opção natural para quem busca ter foco e alta produtividade.</p>
<p><strong>Posições de destaque exigem profissionais mais capazes, mas também equipes mais preparadas para compartilhar responsabilidades. Quais os principais passos para que delegar realmente funcione?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Delegar é uma experiência, um “quantum” de liderança. Para delegar bem, o indivíduo deve entender, dividir, programar, alocar, motivar, acompanhar, cobrar e por ai vai. O que impressiona mais, nestas palavras, é que o verbo “fazer” (a atividade em si) não está entre elas. Para delegar bem, temos que buscar o equilíbrio entre “focar” (o que fazer) e “organizar” (como fazer).</p>
<p>Há pessoas que tem dificuldade em delegar tarefas, pois se preocupam mais em “como os outros vão fazer” do que com “o que” elas mesmas devem deixar de fazer. Assim, o primeiro passo é refletir qual deve ser o seu foco e, a partir deste exercício, listar as diversas tarefas que são &#8220;terceirizáveis&#8221;.</p>
<p>Outra dica importantíssima é que mantenhamos um controle (costumo recomendar um caderno, de papel mesmo) para que, depois de entendido e dividido o problema, programados e alocados os recursos, possamos nos lembrar de acompanhar e cobrar os resultados. Delegar significa contar com o apoio dos outros, mas também reconhecer seu esforço. Só é possível fazer isso se houver controle.</p>
<p><strong>Alexandre, muito obrigado pela disponibilidade e excelente conversa. Deixe uma mensagem final aos leitores do <em>Dinheirama</em>.</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Temos que ter clareza sobre o que buscamos (isto é foco) e o que queremos primeiro (isto é priorização) em nossos desafios e em nossa vida. A pessoa que administra bem o seu tempo não é a que é mais organizada para realizar tudo, mas sim a que decide melhor o que fazer e o que deixar de fazer.</p>
<p>E, veja que interessante: no final, o nosso sucesso talvez possa ser melhor medido não pelas coisas que conquistamos, mas pelas coisas das quais abrimos mão nesta jornada de conquistas. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo belo trabalho realizado no <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Fotos: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Jobs era mesmo um gênio, mas também um chefe bem difícil. Mas, somos todos geniais e difíceis, não? Então como fica a gestão de pessoas e recursos humanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desabafo_nos_steve_jobs_somos_todos_geniais_dificeis.jpg" alt="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Carlos Jenezi</strong>, empresário, consultor e colaborador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Nesses dois meses que se passaram desde a morte de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmUrSm9ic18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Steve Jobs<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, muito se falou e escreveu sobre ele. A maioria falava de sua genialidade, seu espírito inovador, sua revolução no mundo da tecnologia. Tentando usar um pouco mais de seu já desgastado perfil, peço licença póstuma pra discorrer sobre um tema que Jobs também era mestre: sua irascibilidade enquanto chefe (o seu biógrafo, Walter Isaacson confirma).</p>
<p>Sua personalidade difícil e por vezes imatura já é de pleno conhecimento de todos há muitos anos. Jobs era genial, não temos como discordar. Quem conhece minimamente sua história de vida (que vai muito além de seus gadgets) sabe do que estou falando. Mas Jobs também era um cara muito complicado; era dificílimo enquanto gestor de pessoas. Uma característica que sua humanidade preservou, afinal, ele (como todos) carregou consigo a prerrogativa da imperfeição humana.</p>
<p>Eu nunca tive a sorte de trabalhar com chefes verdadeiramente geniais. Meus ex-superiores variavam entre a normalidade e a mediocridade. Por outro lado, tive a infelicidade de trabalhar com chefes que foram péssimos no gerenciamento de pessoas. Talvez eles fossem geniais enquanto esportistas, pais, maridos, mas como gestores dos tais “recursos humanos”, infelizmente não.</p>
<p>Se eu pudesse ter escolhido entre trabalhar com Jobs (genial e irascível) e outra pessoa qualquer (mediano, mas que gerenciasse bem sua equipe), o que teria preferido? Sinceramente, não sei. Provavelmente um pouco de cada, de acordo com a fase da minha vida profissional.</p>
<p><span id="more-6792"></span>De qualquer forma, sempre que ouço falar de pessoas como Jobs e meus ex-chefes fico me perguntando: onde teriam chegado se fossem melhores gestores de suas equipes? Quantas oportunidades não perderam? Quantas pessoas extremamente competentes – normais ou geniais – não repeliram com suas atitudes imaturas e irracionais?</p>
<p>Também me pergunto sobre o que as motiva a agirem dessa forma. Será que nunca ouviram <em>feedbacks</em> de que sua postura era contraproducente? Duvido. Ouviram muitas vezes, mas preferiram se manter iguais, seja por preguiça, descaso ou simplesmente incapacidade de mudar, a opção na qual mais acredito. Vamos aos fatos.</p>
<p>Quando prego que os chefes em geral devem olhar mais atentamente para suas equipes, não o faço como defensor dos direitos humanos. Acredito que o mercado de trabalho é lugar pra “gente grande”, pra pessoas que devem estar preparadas para suportar pressão e cobrança por resultado. Em troca, receberão seus salários, direitos e, quem sabe, alguns mimos adicionais.</p>
<p>Quem não estiver disposto, que mude de ocupação. Quando defendo o olhar atento para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rcGVzc29hc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">gestão de pessoas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, defendo antes de qualquer coisa a eficiência. Produtos e serviços são grandes diferenciais de uma empresa, mas quem os desenvolve e executa são as pessoas.</p>
<p>Salários altos seguram talentos, porém por pouco tempo. Escolher pessoas talentosas, treiná-las de acordo com a cultura da empresa, mantê-las motivadas de verdade (através de salário, desafios e um ambiente estimulante) são com certeza os maiores desafios dos gestores atuais. São também os grandes diferenciais que qualquer empresa pode ter. A má notícia é que poucas empresas se dão conta dessa realidade e cobram dos chefes esse tipo de conhecimento.</p>
<p>Todos nós, chefes ou subordinados, devemos ter sempre essa realidade em mente. Como subordinados, devemos olhar nossos superiores e tentar enxergar se eles de fato estão à altura de nosso valor ou se devemos simplesmente “demiti-los” de nossa história profissional (acredite, existem muitas empresas em todo o mundo!).</p>
<p>Como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hlZmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">chefes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, devemos olhar o exemplo de Jobs e tentar enxergar em nós a genialidade, a normalidade ou a mediocridade. A boa notícia é que, no caso da gestão de pessoas, a diferença entre um e outro não está na vontade divina, e sim na sincera e pragmática decisão de ser mais eficiente.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Caminhos para uma educação corporativa de qualidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/05/12/caminhos-para-uma-educacao-corporativa-de-qualidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 02:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A formação de executivos e gestores passa por um momento delicado, com muitas iniciativas duvidosas e pouco incentivo à verdadeira formação do líder do futuro. O que fazer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Caminhos para uma educação corporativa de qualidade" src="http://dinheirama.com/files/2011/05/dinheirama_educacao_corporativa.jpg" alt="Caminhos para uma educação corporativa de qualidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Prezados leitores, mais uma vez vou mirar as minhas baterias no universo corporativo, mas agora tratando de sua base educacional. (Estou louco para escrever sobre política e economia, mas por enquanto aguardarei pelos novos contornos do atual compasso de espera).</p>
<p>Adoto a expressão “Educação Corporativa” na tentativa (simplista, confesso) de resumir, em duas palavras, o vasto cenário onde coexistem os diversos cursos de administração e gestão de negócios com a indústria do <em>“management”</em>, repleta de palestras, eventos e seminários que, no fim das contas, compartilham o mesmo objetivo central de formar executivos, gestores e dirigentes.</p>
<p>Digo dirigentes porque raramente uso a expressão “líderes”, por considerá-la um exagero cômico quando não se limita à habilidade de liderança, essa sim, necessária aos postos de comando, chefia e direção – afinal de contas deixemos as ilusões de lado: não é toda geração que produz um <strong>Churchill</strong>, um <strong>Mao Tsé-Tung</strong> ou um <strong>Lee Iacocca</strong> capacitados a navegar no complexo cenário econômico-industrial com desenvoltura e eficiência.</p>
<p><span id="more-6139"></span>Contudo, gostaria de abordar o assunto no seu contexto mais amplo, extrapolando a fronteira dos títulos, das salas de aula, dos auditórios ou dos links da educação <em>on-line</em>. Considero, sobretudo, o ambiente geral no qual estão inseridos esses corajosos guerreiros contemporâneos.</p>
<p>Estamos diante de profissionais obrigados a conviver com a confusão cotidiana da permanente difusão de modismos, com a ideologia da inovação pela inovação, da instabilidade pela instabilidade, com a fértil profusão de jargões rebatizando aquilo que seus avós já conheciam com outras denominações &#8211; o sujeito é um bom chefe, competente e com desenvolvido senso de liderança, mas não basta, se sente frustrado por não reunir as alardeadas e permanentemente mutantes características dos “líderes” ou dos “meta-competentes” (um verdadeiro horror).</p>
<p>Diante disso, e muito distante da intenção de apresentar um receituário de bolo, compartilho aqui alguns caminhos viáveis e de fácil acesso:</p>
<p><strong>1) O senso crítico</strong><br />
Não importa a sua formação educacional ou o título que receberá ao final do semestre, se você não lapidar a sua capacidade crítica jamais potencializará o conhecimento que adquiriu. Considero como fundamental na minha própria formação a crítica que sempre tive sobre os próprios cursos que frequentei.</p>
<p>No dia-a-dia do trabalho não é diferente. Por mais que a ditadura do senso comum se imponha, lute para preservar, sustentar e fundamentar as suas próprias opiniões. Potencialmente estará, não apenas se tornando um profissional efetivamente destacado, mas preservando a sua sanidade mental.</p>
<p><strong>2) A leitura</strong><br />
Trata-se de um hábito que não traz apenas bagagem cultural ou conhecimento técnico, mas antes de tudo, potencializa o intelecto. Desenvolve o potencial cognitivo e as habilidades de expressão e articulação. Busque leituras complexas e desafiadoras, fugindo das receitas prontas ou daquilo que já é conhecido como reforço às suas crenças.</p>
<p>Evitar a zona de conforto, onde assuntos já conhecidos são abordados, ajuda muito. Historiadores, alguns romancistas, jornalistas literários e cientistas costumam oferecer em suas obras um caleidoscópio de informações e estímulos que, na pior das hipóteses, podem lhe transformar em um ser humano ainda mais interessante e rico.</p>
<p><strong>3) Autodidatismo</strong><br />
Ele é fundamental. Na falta de um sistema educacional (salvo raríssimas exceções) que possa realmente suprir deficiências e encerrar de uma vez por todas com o analfabetismo funcional, seja você o seu próprio orientador. Identifique as suas áreas de fragilidade de conhecimento e invista energia combatendo-as com disciplina, curiosidade e organização.</p>
<p>Um bom método para essa identificação é pensar na sua atividade ou no seu negócio a partir de uma abordagem por processo, facilitando assim a identificação dos setores que, em situação de estresse, demandarão um conjunto de conhecimentos e habilidades que eventualmente podem não estar presentes.</p>
<p><strong>4) Escrever</strong><br />
Além do óbvio benefício de potencializar a sua capacidade de síntese e expressão, auxilia na criação de um mecanismo próprio de racionalização, triagem e estruturação de conceitos.</p>
<p>Para concluir, considerando que a formação é por si só um processo contínuo e com vida própria, penso que devemos buscá-la em estruturas que superem a retórica ou sistema de repetição pelo qual, pouco a pouco, estamos sendo engolidos. Deve-se buscar aprofundamento, conceito e uma alternativa ao “lugar comum”, pois, como já disse o poeta (obrigado <strong>Nelson Rodrigues</strong>), a unanimidade não é nada inteligente.</p>
<p>Um abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Comportamentos e conflitos das gerações ‘baby boomer’ e ‘X’</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/21/comportamentos-e-conflitos-das-geracoes-baby-boomer-e-x/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 13:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[baby boomer]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
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		<description><![CDATA[As gerações 'baby boomer' e 'X' convivem hoje com o preconceito e dificuldades de ambientação profissional. Faz sentido relegar a diferença e amar tanto o novo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Comportamentos e conflitos das gerações 'baby boomer' e 'X'" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_comportamento_geracoes_babyboomer_x.jpg" alt="Comportamentos e conflitos das gerações 'baby boomer' e 'X'" hspace="2" vspace="2" align="left" />Calma, calma, o título não é motivo de pânico. Fiquem tranquilos, não vou inundar essas linhas com ataques politicamente corretos, demonizando a sua geração, a sua idade cronológica, os seus valores ou a sua forma de pensar. Não vou cobrar nenhuma espécie de comportamento para que você passe a agir de forma A ou B.</p>
<p>Muito pelo contrário, caso seja você um <em>“baby boomer/ X”</em>, encontrará aqui um refúgio de compreensão. Um alento diante dos intermináveis ataques ao seu estilo de trabalhar e administrar, movido por revistas especializadas e especialistas em <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rZW1wcmVzYXJpYWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-72">gestão empresarial<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Sim caros leitores, o <em>“baby boomer/ X”</em> faz parte da categoria das minorias perseguidas. No caso, perseguido pela ditadura do politicamente correto e pelo movimento da novidade permanente.</p>
<p><span id="more-5631"></span>Ele precisa viver no armário corporativo, fazendo de tudo para ser reconhecido, se não como um cara legal, democrata, agregador de equipes, liberal facilitador, estimulador socioambiental etc etc etc (paro por aqui, pois a lista de clichês seria interminável), ao menos como um gestor diferente, cheio de particularidades e uma personalidade toda própria.</p>
<p>Porém, caso o seu disfarce não seja eficiente, terá que enfrentar as hordas “geraciofóbicas”, mas com o infortúnio de não poder contar com grupos parlamentares em defesa dos seus direitos, nem com ONGs forradas com advogados para defendê-los ou efetivar reivindicações constitucionais.</p>
<p>Não é fácil a vida dessa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VyYSVFNyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">geração<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Seu legado não é reconhecido (muitas vezes não é nem conhecido), sua experiência é tida como descartável e quando ele conta que viu muitos colegas, competentes e bem formados, perderem o emprego ou falirem nas crises econômicas e que é preciso tomar cuidado, pois a história sempre se repete, recebe de volta um olhar torto de quem não está nem acreditando e muito menos entendendo.</p>
<p>Afinal de contas, para muitos dos seus sucessores geracionais, crises econômicas ou falência empresarial são coisas do passado e jamais voltarão a existir. Há ainda o grupo dos radicais que encaram qualquer ponderação sobre o futuro do Brasil como “puro pessimismo <em>baby boomer/ X</em>”, pois sabem que o destino do pais é um céu de brigadeiro interminável, rumo ao eterno nirvana da prosperidade econômica e social e nada jamais poderá nos deter.</p>
<p>Diante desse contexto difícil, pensamos em algumas dicas práticas pata atenuar a vida desse pobres perseguidos, proteger sua empregabilidade e sobrevivência profissional. Vamos lá:</p>
<ol>
<li>Jamais revele a sua idade e nunca, em hipótese alguma, diga que um dia na sua vida declarou o seu telefone no imposto de renda;</li>
<li>Mesmo que a sua empresa tenha apenas seis funcionários e que o escritório se resuma a pouco mais de quarenta metros quadrados de área, promova o desenvolvimento de programas corporativos socioambientais. Depois invista pesado em uma consultoria para montar um “case” a respeito, para em seguida publicar o feito e concorrer a prêmios classificatórios do tipo “As Melhores Empresas para (&#8230;)”;</li>
<li>Cuide do visual. Jogue fora todas as gravatas e outras roupas que caracterizem a sua geração. Consulte um guia moderno de moda para obter orientação não apenas sobre as roupas, mas também para fazer um corte de cabelo mais adequado;</li>
<li>Faça um exercício de revisão do seu repertório. A partir disso, passe a aplicar expressões como “uma visão agregadora de equipe é fundamental”, “legal, isso é super socioambientalmente estimulante” e “não quero ser chefe, mas um líder agregador” de forma aleatória e a cada intervalo de cinco frases proferidas;</li>
<li>Compre um boné e use ele com a aba virada para traz;</li>
<li>Mude a postura ao se sentar na cadeira de trabalho e adote o hábito de recolher um dos pés para ele fique entre você e o assento;</li>
<li>Eventualmente, faça questão de trabalhar com o seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bm90ZWJvb2tfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">notebook<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sentado no chão, argumentando que assim a sua cabeça fica mais livre para pensar;</li>
<li>Abandone o seu carro e não se permita usar nem metrô e nem o taxi. No lugar, compre uma bicicleta, mesmo que tenha que percorrer muitos e muitos quilômetros, vias problemáticas e regiões perigosas;</li>
<li>Passe a fazer parte de pelo menos seis redes sociais diferentes. Não é necessário atuar em todas, mas comunique isso aos seus colegas, concentrando a sua atuação naquelas onde eles estão mais presentes;</li>
<li>Rotineiramente, afirme que já está abandonando o uso do e-mail por ser um recurso cada vez mais ultrapassado.</li>
</ol>
<p>Ironia e cinismo a parte, penso que tão importante quanto tratarmos das questões sociais ou ambientais, que são sérias e necessitam sim de nossa mobilização, precisamos nos livrar dos preconceitos, da eterna dificuldade de entender e aceitar as pessoas como elas realmente são.</p>
<p>É evidente a importância da atualização permanente diante das novas tecnologias e conceitos, mas também é necessário aprimorar o nosso raciocínio crítico, compreendendo que nem toda novidade é necessariamente ótima ou revolucionária. Mais do que isso, entender que <strong>as diferenças enriquecem e que a experiência não pode ser renegada</strong>.</p>
<p>Boa sorte. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net." target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A realidade e os perigos do Bullying Corporativo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/12/15/a-realidade-e-os-perigos-do-bullying-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o que é o Bullying Corporativo, seus sintomas, resultados e aprenda a lidar com essa realidade dentro da empresa. Gestão de Pessoas é a chave para um ambiente de trabalho melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" src="http://dinheirama.com/files/2010/12/dinheirama_perigos_realidade_bullying_corporativo.jpg" alt="A realidade e os perigos do Bullying Corporativo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O assunto que trago para vocês não é muito agradável, mas de extrema importância para a tão necessária e valorizada qualidade de vida. Diariamente, muitos trabalhadores passam por imensos constrangimentos dentro de seu universo de trabalho e nem sempre se dão conta sobre a gravidade desses fatos. Um risinho hoje, uma exclusão amanhã, aquele apelido desconfortável&#8230; Atitudes assim podem ser indícios do chamado <strong><em>Bullying</em> Corporativo</strong>.</p>
<p>Esse tema, amplamente discutido na mídia nos últimos meses por conta dos absurdos ocorridos nas escolas, também está presente no universo corporativo, causando sérios prejuízos para suas vítimas. <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QnVsbHlpbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Bullying<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> </em>é uma palavra de origem inglesa que se refere a agressões verbais, psicológicas ou mesmo físicas &#8220;disfarçadas&#8221; de brincadeiras. Ocorre quando um grupo ou um indivíduo supostamente mais forte exerce poder sobre um indivíduo mais fraco.</p>
<p><span id="more-5378"></span>São vários os indícios de <em>Bullying</em> Corporativo:</p>
<ul>
<li>Chantagem;</li>
<li>Comentários maldosos sobre a aparência, orientação sexual, local onde mora e roupas usadas;</li>
<li>Pressão durante a execução de atividades;</li>
<li>Depreciação da qualidade do serviço realizado;</li>
<li>Insinuações de incompetência;</li>
<li>Uso abusivo de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> hierárquico.</li>
</ul>
<p>Essas agressões podem ser identificadas entre colegas de trabalho e mesmo entre gestores e seus colaboradores.  Algumas razões que levam os agressores a praticarem essa violência são a sua baixa autoestima e a necessidade de demonstrar poder perante aos amigos. Enfim, trata-se de uma manifestação de poder e força  onde um indivíduo acaba escolhendo outro para &#8220;servir de modelo&#8221; aos demais.</p>
<p>As conseqüências para a vítima são inúmeras, chegando a depressões graves e até mesmo síndrome do pânico. A solução para acabar com esse tipo de violência pode ser  a intervenção do setor de Gestão de Pessoas. Mas para que isso ocorra é preciso que a vítima não se cale e relate o problema em busca de ajuda e orientação, mesmo que o <em>Bullying</em> venha de seu superior hierárquico. Difícil decisão, eu sei.</p>
<p>Para a  psicóloga <strong>Clarice Barbosa</strong>,  <em>&#8220;a melhor forma de acabar com as ações do Bullying é não se intimidar ou ter medo. É preciso que a vítima tenha provas, como gravações, para poder provar dentro da empresa o que está ocorrendo. Quanto mais provas ela tiver, mais ela vai poder expor essa pessoa. Mas se fica fragilizada, a outra pessoa ganha poder, além disso, é possível consultar um advogado para saber como se proteger”</em>. É preciso <a title="Leia mais sobre Clarice Barbosa" href="http://www.rhcentral.com.br/destaques/destaque.asp?cod_destaque=562" target="_blank">atenção para identificar o problema nas empresas</a>.</p>
<p>Não sou especialista em <em>Bullying</em>, por isso falei brevemente sobre o assunto, mas acredito que disse o necessário  para  alertar você  sobre a sua existência dentro das empresas e a importância de acabar com essas práticas que comprometem a vida e a dignidade de muitos trabalhadores.</p>
<p>Você já passou ou conhece alguém que foi vítima de <em>Bullying</em> Corporativo?  O que pensa sobre esse assunto? Compartilhe conosco sua experiência e opinião.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O jogo político corporativo: um caminho perigoso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/17/o-jogo-politico-corporativo-um-caminho-perigoso/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[acionista]]></category>
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		<description><![CDATA[O jogo corporativo cria um ambiente hostil de negócios onde só o poder e o dinheiro interessam. Como fica a vida pessoal, a família e o ser humano nessa história?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_jogo_corporativo_perigo.jpg" alt="O jogo político corporativo: um caminho perigoso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assunto comum no circuito empresarial, a busca incessante pela excelência e o constante enfrentamento da mais dura e saudável concorrência é sempre tomada de superlativos e clichês que, pouco a pouco, inundam o entendimento comum sobre as façanhas executivas, seus feitos, legados e êxitos.</p>
<p>Com isso, o mundo corporativo exerce o seu fascínio, envolto numa atmosfera onde conceitos como meritocracia e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29tcGV0aXRpdmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">competitividade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> impõem toda uma cultura que transforma os seus mais proeminentes atores, os executivos profissionais, em seres quase mitológicos, mas com poderes robóticos, guiados pelo esforço, pelas competências individuais, pela ética e habilidades de liderança.</p>
<p>Jovens formandos, seduzidos pelo mesmo contexto, aspiram ingressar em grandes organizações em busca da oportunidade de serem, um dia, os atores principais dessa peça <em>darwiniana</em>.</p>
<p><span id="more-5254"></span>Embora um tanto <em>glamourizada</em>, a narrativa acima descreve com alguma fidelidade o universo desse extrato social acostumado a extensas cargas de trabalho, poucas horas de sono, com gordas contas bancárias, mas sem tempo, e muitas vezes, sem disposição para o lazer, exauridos pelo ritmo frenético e o peso das exigências.</p>
<p>Mas pouco se fala sobre o jogo político corporativo, menos ainda sobre os seus impactos, e nada sobre o ônus que pode representar.</p>
<p>No livro <a title="Mais sobre o livro na Amazon" href="http://www.amazon.com/Power-Some-People-Have-Others/dp/0061789089/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1289998310&amp;sr=8-1" target="_blank">“Power: Why Some People Have It, And Others Don`t”</a>, escrito por <strong>Jeffrey Pfeffer</strong>, renomado professor da Universidade de Stanford, o tema é abordado de forma nua e crua. Mais que isso, seu conteúdo permite diferentes interpretações, sendo que alguns podem tomar ao pé da letra as recomendações extraídas da obra de Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política da renascença.</p>
<p>Neste contexto, não se observa nada sobre eficiência, líderes servidores ou meritocracia, mas muito sobre o jogo árduo e frio de acesso ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9kZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">poder<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, custe o que custar. Neste caso, os acionistas são meros expectadores, ou, quem sabe, um obstáculo a ser vencido.</p>
<p>Porém, para um leitor mais astuto o conteúdo soa como uma crítica desse mesmo jogo insano, que fragiliza as estruturas de gestão, inibe iniciativas empreendedoras e enche de desalento e descrença aqueles que realmente querem fazer algo de concreto.</p>
<p>Especialistas afirmam categoricamente que ambientes organizacionais carregados de grande politização interna geram alta rotatividade de pessoal, afastam colaboradores competentes e contaminam a equipe com um clima de desconfiança e instabilidade que acaba por inviabilizar a empresa ao longo do tempo.</p>
<p>Fico com o leitor mais astuto e com os especialistas. O jogo político corporativo não agrega valor, toma tempo, dinheiro e, pior, acaba por permitir a criação de “instituições” paralelas à própria empresa.</p>
<p>Em termos de política, prefiro a de expressão nacional. Nessa sim falta, e muito, a participação de executivos e empresários, eternos pagadores de impostos, mas com pouquíssima voz ativa. A empresa é lugar para se trabalhar, para a busca da realização profissional e, é claro, ganhar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Nada mais.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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		<item>
		<title>TV Dinheirama: Experiência pessoal, currículo e empregabilidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/04/tv-dinheirama-experiencia-pessoal-curriculo-e-empregabilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
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		<description><![CDATA[Como os jovens podem contornar a falta de experiência? Atividades extra-curriculares, trabalho voluntário, dedicação a um projeto de pesquisa, estágio e uma rede de relacionamentos podem colaborar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Experiência pessoal, currículo e empregabilidade" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_tvdinheirama_trabalho_experiencia.jpg" alt="TV Dinheirama: Experiência pessoal, currículo e empregabilidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Experiência parece ser um requisito básico para todo e qualquer trabalho. Mas como ter experiência quando estamos no começo de nossas carreiras? Como mostrar que somos capazes de lidar com as situações apresentadas quando o currículo ainda tem poucas linhas? O episódio de hoje da <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> trata da conquista da experiência através de trabalhos voluntários, busca por relacionamentos com profissionais já estabelecidos, atividades extra-curriculares e muito mais. Você pode se diferenciar mesmo sem ter experiência. Assista e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7iO79P20CBk">http://www.youtube.com/watch?v=7iO79P20CBk</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A prosperidade empresarial não pode depender de lideranças</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/10/28/a-prosperidade-empresarial-nao-pode-depender-de-liderancas/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 00:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual deve ser o verdadeiro papel do lider nas empresas e organizações? Que impactos a liderança oferece ao gestor e seus negócios? Parece que exageramos nos debates sobre liderança. Será?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A prosperidade empresarial não pode depender de lideranças" src="http://dinheirama.com/files/2010/10/dinheirama_lideranca_ser_humano.jpg" alt="A prosperidade empresarial não pode depender de lideranças" hspace="2" vspace="2" align="left" />Assunto comum no universo corporativo, o tema <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">liderança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ocupa, há tempos, o noticiário de negócios e gestão por conta da importância de seus impactos. Em resumo, o que se prega é que uma eficaz e forte liderança resulta em bons resultados e batimento de metas. O contrário, bastante óbvio, traria como consequência uma catástrofe corporativa, com a inversão da espiral positiva de desenvolvimento, sustentabilidade econômica e inovação, tão caros para a preservação empresarial.</p>
<p>Muito bem, não me cabe questionar os efeitos que um líder pode provocar. Nem mesmo defenderia o fim dessa relevância, uma vez que, em minha opinião, trata-se de um conceito que representa a espinha dorsal do empreendedorismo e da livre iniciativa.</p>
<p>Afinal de contas, toda empresa ou negócio estabelecido hoje nasceu antes na mente e nos sonhos de corajosos empreendedores, que a despeito de todas as dificuldades e ameaças lideraram seus projetos até que se transformassem em realidade palpável. Isto é um fato, ponto final.</p>
<p><span id="more-5184"></span>No entanto, observo algum exagero na abordagem do tema, principalmente quando pensamos nos pilares que garantem a prosperidade e a longevidade de uma empresa na linha do tempo.</p>
<p>A questão é que a sobrevivência de um negócio não pode ficar à mercê desse elemento tão instável, incontrolável e muitas vezes imprevisível que conhecemos como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c2VyK2h1bWFub18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">ser humano<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ele pode ser forte, mas às vezes é frágil. Pode ser muito ou nada vaidoso, mas é repleto de virtudes e vícios.</p>
<p>Alguns cuidam da saúde, mas outros não se recordam do último <em>check-up</em> ao qual se submeteram. Está exposto a questões pessoais não resolvidas e nem sempre gosta de vozes discordantes, por mais que afirme o contrário e mesmo que venham em seu benefício. Tudo isso desde que seja um sujeito normal e saudável, é claro.</p>
<p>Em resumo, um risco total. Honestamente, quando leio sobre as propagadas características robóticas dos líderes, não me vem outro pensamento senão o de que a utopia de fato não acabou. Se não é utopia, certamente se trata de um total desconhecimento de gênero humano.</p>
<p>Seres humanos são falíveis por excelência. Por mais duro que seja, é necessário e importante aceitar que as nossas obras, quando sólidas e consistentes, devem sobreviver à nossa influência. Mais do que isso, penso que devemos trabalhar para que assim ocorra.</p>
<p>Bons empresários e líderes devem se esforçar para construir empresas que tenham na sua arquitetura de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z292ZXJuYW4lRTdhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">governança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> os fatores críticos necessários para torná-la um organismo vivo e de certa forma blindado da má gestão, seja ela conduzida pelos fundadores, seus herdeiros ou por profissionais contratados.</p>
<p>Para encerrar, penso que um bom líder não pode se embriagar pela falsa noção de perfeição, nem mesmo concluir que é insubstituível. Bons líderes deixam um legado, eventualmente um quadro na parede, mas sabem se retirar na hora certa.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A importância do resistente</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/10/04/a-importancia-do-resistente/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 14:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Toda empresa tem um ou mais profissionais que são "do contra". Líderes inteligentes já percebem nestas pessoas oportunidades de criar uma empresa mais antenada, com melhores resultados. Isso é possível?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A importância do resistente" src="http://dinheirama.com/files/2010/10/dinheirama_importancia_resistente.jpg" alt="A importância do resistente" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ao longo da minha vida profissional, tive o privilégio de vivenciar uma razoável diversidade de experiências e situações. Não faltaram <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnVzJUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">fusões<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, aquisições, agudas reestruturações organizacionais e alguns naufrágios. Ricas passagens de onde acredito que o maior aprendizado (sem desmerecer o técnico e metodológico) foi e continua sendo, de longe, originado na complexidade do impacto humano nas organizações.</p>
<p>Trata-se de algo multifacetado, que teima em desafiar modelos pré-estabelecidos e a própria lógica, seja ela natural ou convenientemente fabricada. Uma conjugação que nasce das vivências individuais de cada participante do “jogo”, forjando crenças, ilusões e certezas absolutas, ou quem sabe, certeza sobre nada.</p>
<p>É justamente por isso, creio eu, que determinada prática ou método naturalmente aceito em uma determinada empresa, em um determinado setor, é impensável ou encarado como absurdo em outra empresa, do mesmo segmento ou não.</p>
<p><span id="more-5084"></span>No entanto, seja olhando a minha trajetória pelo retrovisor ou observando o momento atual, sempre me deparo com um indivíduo presente em quase todas as situações. Ele se incorpora em diferentes pessoas, não respeita experiência profissional, nem formação técnica, muito menos a hierarquia. Trata-se do resistente. Demonizado, injustiçado e preterido pela insana cultura do <em>“tudo é possível se você acreditar”</em>, esse sujeito é vítima das mais vigorosas perseguições corporativas.</p>
<p>Ele é o obstáculo, a “pedra no sapato”, o “cara do contra”. Naturalmente, muitas vezes é fonte geradora de inúmeros problemas, porém &#8211; sempre existe um porém &#8211; em outras ocasiões traz salvação, lucidez e uma visão “pé no chão” dos acontecimentos.</p>
<p>O fato, leitores, é que cada vez mais noto que muitas <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">lideranças<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> detestam dissidências ou críticos contundentes. Não me refiro ao acomodado de plantão, ao amante do remanso. Refiro-me àquela voz crítica que resiste aos absurdos, ao impossível, à insensatez.</p>
<p>Não é fácil ser resistente nos dias de hoje. Para se proteger, estes precisam de disfarces durante os eventos e congressos de forte teor motivacional ou comportamental, tão comuns ao dia-a-dia empresarial. Precisam fundamentar com precisão os seus argumentos e encarar o fato de que por algum tempo serão preteridos na cena corporativa.</p>
<p>Por tudo isso, tenho que admitir: gosto dos resistentes, da sua coragem de dizer “não”, de criticar, de navegar contra a maré, de enfrentar o conjunto, o grupo, o <em>status quo</em>, de assumir o pessimismo. Façamos justiça: muitas vezes, dizer “não” evita tragédias anunciadas, protege reputações e bons fluxos de caixa.</p>
<p><strong>Viva o resistente!</strong></p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Um olhar sobre a motivação</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/09/um-olhar-sobre-a-motivacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 17:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[necessidade]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é um profissional motivado? Como manter a motivação no ambiente de trabalho? Entender as necessidades individuais e valorizar a automotivação são passos importantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um olhar sobre a motivação" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_olhar_motivacao.jpg" alt="Um olhar sobre a motivação" hspace="2" vspace="2" align="left" />Ultimamente percebo um grande volume de queixas vindas de empresários acerca da motivação de seus funcionários. Costumo dizer a eles que antes de traçarmos estratégias para motivá-los precisamos primeiro saber qual a influência da empresa nessa falta de motivação.   Tudo porque a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bW90aXZhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">motivação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é um fator interno do ser humano e, por isso, muito subjetivo.</p>
<p>Um dos estudos realizados sobre o tema foi feito pelo psicólogo americano <strong>Abraham Maslow</strong> (1908-1970), que apresentou a hierarquia das necessidades humanas – hoje base científica onde se apóia grande parte das pesquisas sobre motivação (imagem abaixo). Esse pesquisador constatou que o ser humano possui uma escala de necessidades básicas que precisam ser atendidas e que elas estão sempre presentes e costumam variar em intensidade, de acordo com o momento vivido por cada indivíduo.</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_necessidades_individuo.gif" alt="Necessidades segundo Maslow" /></p>
<p><span id="more-4965"></span>A figura mostra a escala das necessidades humanas, sendo que as fisiológicas e de segurança são primárias e devem ser supridas para que o indivíduo possa se desenvolver e buscar aspirações maiores.<strong> Motivação é ter motivos para agir</strong>, desejo interno de realização. As motivações variam muito de indivíduo para indivíduo em um mecanismo altamente complexo.</p>
<p>Um salário justo é o mínimo que a empresa deve oferecer para o funcionário, um valor capaz de atender às suas necessidades básicas. Mas não é só o fator salarial que costuma motivar os funcionários. O professor <strong>Luiz Marins</strong> alerta que as <em>“empresas podem criar contingências necessárias para a motivação, criar um clima em que os indivíduos sintam-se motivados a empreender e fazer o que é necessário”</em>. Segundo ele, os principais fatores motivacionais são a autonomia e a iniciativa.</p>
<p>No entanto, as empresas comprometem a motivação dos funcionários quando não oferecem a autonomia necessária para que eles possam exercer sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3JpYXRpdmlkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">criatividade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Aliada a esse fator, a iniciativa também é afetada, pois não há um incentivo nesse sentido. Todos nós precisamos de desafios, de sermos postos à prova. No final, o sentimento de realização é um fator motivacional para seguir em frente e querer mais.</p>
<blockquote><p>“O músico precisa fazer música, um artista tem que pintar, um poeta de escrever para que ele esteja em paz consigo mesmo. O que o homem pode ser, ele tem que ser. Ele precisa ser verdadeiro com sua própria natureza. A esta necessidade podemos chamar de autorealização. Acredito em autorealização como sendo o crescimento da pessoa na direção daquilo que ela gosta de fazer.” &#8211; <strong>Maslow</strong></p></blockquote>
<p>A verdade é que em relação à motivação não existe mágica. A maior ou menor disposição para realizar algo é composta de implicações pessoais que, combinadas com um ambiente favorável, provocam ou não a vontade de aprender, trabalhar e construir.</p>
<p>Retomando os estudos de Maslow, veja abaixo os itens que devem ser cuidados pelas empresas para atender às necessidades dos funcionários e, com isso, proporcionar um ambiente capaz de motivá-los:</p>
<ul>
<li><strong>Fisiológicas: </strong>salário adequado e benefícios;</li>
<li><strong>Segurança:</strong> treinamento, desenvolvimento de competências, ampliação dos conhecimentos;</li>
<li><strong>Sociais: </strong>festas de confraternização, trabalho em equipe, grêmio, congressos;</li>
<li><strong>Estima:</strong> reconhecimento do trabalho, elogios, mudança de cargo, participação em eventos importantes, autonomia, gestão participativa;</li>
<li><strong>Autorealização:</strong> algo muito particular e ainda objeto de estudo das ciências. Talvez a satisfação por ter realizado ou atingido os níveis anteriores e o desejo de aprender sempre.</li>
</ul>
<p>Pense em sua vida e nos motivos que levam você a agir. Compartilhe conosco suas idéias e experiências em torno da motivação em seu ambiente de trabalho. Um abraço e até o próximo artigo.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">FreeDigitalPhotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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