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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; longo prazo</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; longo prazo</title>
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		<title>O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil ultrapassa o Reino Unido e se torna a sexta maior economia do mundo. O que é verdade e o que é mito sobre essa notícia? Ainda temos desafios a vencer!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_brasil_presente_futuro_sexta_maior_economia_mundo.jpg" alt="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" align="left" hspace="2" vspace="2" />O ano de 2011 se encerra com a notícia de que o Brasil alcançou o posto de sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, conforme <a title="Leia mais" href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-bate-reino-unido-e-se-torna-6-maior-economia-do-mundo-diz-jornal,97257,0.htm" target="_blank">matéria publicada pelo jornal “The Guardian”</a>. Como não poderia ser diferente, a notícia foi recebida com entusiasmo por parte do governo e com algumas críticas por boa parte da sociedade – que nos fez lembrar que ainda possuímos graves problemas em diversas áreas como educação, saúde, infraestrutura, saneamento básico, entre outras.</p>
<p><strong>O Brasil mudou e mudará ainda mais em 20 anos</strong><br />
O ministro Guido Mantega foi rapidamente a público afirmar que <a title="Leia mais" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/12/26/brasileiro-pode-levar-20-anos-para-ter-padrao-de-vida-europeu-diz-mantega.jhtm" target="_blank">o Brasil levará pelo menos 20 anos para alcançar o mesmo padrão de vida europeu</a>. Isso, é claro, se mantivermos o mesmo nível de crescimento atual.</p>
<p>Confesso que tenho uma opinião extremamente prática sobre o assunto: os números de crescimento da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWErYnJhc2lsZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">economia brasileira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nos últimos 20 anos são suficientes para acreditar que, sim, avançamos consideravelmente nas questões econômicas. Mas, sim, poderíamos estar em patamares melhores. Ok, dentro de um contexto de crise que se arrasta por boa parte do mundo, conseguimos evoluir e apresentar a boa parte da população condições necessárias para acreditar no país.</p>
<p><span id="more-6988"></span>A verdade é que concordo com aqueles que mostram o noticiário recheado de milhares de pessoas que são vítimas do mau atendimento público e se desesperam esperando atendimento no SUS; notícias de muitos brasileiros ainda desamparados pelo Estado, muitas vezes passando fome, também chamam minha atenção. Mas, se olharmos o Brasil de vinte anos atrás, é nítida a diferença: o desenvolvimento de nosso país tornou muita coisa possível.</p>
<p>E não é difícil descobrir qual é o grande e grave problema do Brasil: a corrupção. Dados preliminares apontam que, só em 2011, houve <a title="Leia mais" href="http://oglobo.globo.com/pais/investigacoes-em-5-ministerios-apontam-desvios-de-11-bilhao-3513380" target="_blank">indícios de desvios que somam R$ 1,1 bilhão</a>, em cinco ministérios investigados pela CGU (Controladoria Geral da União).</p>
<p>Para manter o exercício do tempo, imagine o transcorrer dos últimos 20 anos. Quanto de dinheiro público seguiu o caminho da corrupção em detrimento das reais necessidades do país? Pense adiante: mantendo o mesmo padrão nos próximos 20 anos, quanto ainda será desviado se continuarmos tolerando essas práticas?</p>
<p><strong>O desenvolvimento da sociedade</strong><br />
Está mais do que claro que para chegarmos a níveis europeus de crescimento, a população brasileira precisa também crescer como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29jaWVkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">sociedade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> organizada – isso para que tenhamos atitudes que nos dêem o direito de cobrar os governantes. Chega de ser o “país do jeitinho” ou da imagem malandra, de querer levar vantagem em tudo. Precisamos avançar.</p>
<p>Cabe lembrar que apesar do tamanho da economia – e da notícia de que ultrapassamos o Reino Unido –, <a title="Leia mais" href="http://www.jcnet.com.br/detalhe_opiniao.php?codigo=219644" target="_blank">a comparação do PIB per capita de nosso país e dos países europeus</a> dá a dimensão do desafio que temos pela frente. O Reino Unido ocupa a 20ª posição, com US$ 32 mil de renda per capita, enquanto o Brasil está em 70º lugar, com renda anual de US$ 13 mil.</p>
<p>Se já crescemos, agora precisamos nos desenvolver, melhorar a renda da população e avançar com projetos sociais que garantam mais do que uma simples bolsa no final do mês. É preciso garantir que tenhamos uma nação composta por verdadeiros cidadãos, com direitos e deveres claros e amparados pelo Estado de uma forma inteligente e sustentável.</p>
<p>O Brasil avançou muito e encarou a crise de forma inteligente. Somos a sexta <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do mundo. O ano de 2011 termina com excelentes notícias, mas também com desafios ainda maiores se considerarmos o potencial e a oportunidade que temos nas mãos. Torço para que 2012 seja um ano convincente no sentido de colocar o Brasil como uma realidade, não como uma aposta.</p>
<p>Feliz 2012 e até lá!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/12/bolsa-de-valores-acerte-na-escolha-da-sua-corretora-para-investir/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça os principais fatores na hora de escolher uma corretora para investir em ações. Use o Guia de Corretoras BM&#038;F Bovespa para achar a corretora ideal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_bolsa_de_valores_acerte_escolha_corretora_investir.jpg" alt="Bolsa de Valores: acerte na escolha da sua corretora para investir" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das dúvidas recorrentes de nossos leitores diz respeito à escolha da “melhor corretora” para começar a investir em ações. Apontar uma ou outra empresa seria irresponsabilidade de nossa parte, então optamos por construir o conhecimento que deve auxiliar o investidor a se decidir de acordo com seus planos pessoais e estratégias de investimento.</p>
<p>Não é novidade que existem corretoras mais voltadas para aqueles que gostam de investir usando Análise Técnica. Da mesma forma, algumas corretoras oferecem avaliações mais detalhadas sobre os fundamentos das empresas e trabalham com carteiras recomendadas de prazos mais longos, favorecendo investidores de longo prazo.</p>
<p>Nosso trabalho é construir a resposta para a pergunta “como começar a investir e escolher uma corretora” de forma inteligente e de acordo com o seu perfil. Publicamos na semana passada o excelente artigo <a title="Bolsa de valores: como ficar longe de uma corretora ruim" href="http://dinheirama.com/blog/2011/12/08/bolsa-de-valores-como-ficar-longe-de-uma-corretora-ruim/" target="_blank">“Bolsa de Valores: Como ficar longe de uma corretora ruim”</a>, de Hugo Teixeira.</p>
<p><span id="more-6898"></span><strong>Como escolher a corretora, então?</strong><br />
Esta semana trazemos para você alguns comentários de <strong>Diego Wawrzeniak</strong>, sócio do excelente site <strong><a title="Conheça o Bússola do Investidor" href="http://migre.me/77bbu" target="_blank">Bússola do Investidor</a> </strong>(nosso parceiro de longa data) ao lado do amigo Frederico Skwara – que inclusive já escreveu publicou alguns artigos por aqui sobre imposto de renda e ações. Conversei com o Diego e relato abaixo suas contribuições:</p>
<p><strong>Diego, escolher uma corretora é uma decisão difícil?</strong></p>
<p><strong>Diego Wawrzeniak:</strong> A escolha da corretora é a primeira grande decisão que o investidor deve tomar e requer bastante atenção. Atualmente, existem mais de 80 corretoras cadastradas na BM&amp;F Bovespa e o que cada uma delas oferece a seus clientes pode variar enormemente.</p>
<p><strong>O que o investidor deve observar e comparar antes de decidir-se por alguma corretora?</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Existem vários fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher uma corretora, porém os principais são preço, atendimento, ferramentas e serviços. Vou detalhar melhor esses itens:</p>
<ul>
<li><strong>Preço:</strong> os valores cobrados por cada corretora variam bastante. Algumas corretoras chegam a cobrar R$ 50,00 por ordem executada, enquanto outras cobram menos de R$ 5,00. Embora seja tentador, não faça sua escolha baseada somente no preço! Um atendimento ruim ou ferramentas limitadas pode custar muito caro na hora de investir;</li>
<li><strong>Atendimento:</strong> a disponibilidade da corretora para atender seus clientes e a qualidade do atendimento faz uma enorme diferença principalmente na hora de resolver problemas;</li>
<li><strong>Ferramentas:</strong> boas ferramentas são fundamentais para auxiliar as decisões de investir e podem fazer uma grande diferença no retorno do investidor. Alguns home brokers, por exemplo, são bem básicos, enquanto outros oferecem ferramentas gráficas, relatórios de mercado, análises de empresas, calculadoras, indicadores, acompanhamento de trades ao vivo, chat com analistas etc;</li>
<li><strong>Serviços:</strong> serviços complementares também fazem uma grande diferença e, assim como os demais critérios, variam bastante, principalmente na qualidade. A divulgação de carteiras recomendadas e a qualidade dos relatórios, por exemplo, devem ser consideradas. Peça para receber um relatório antes de abrir sua conta e veja se a análise realizada é suficiente para você.</li>
</ul>
<p><strong>Sei que vocês tem uma novidade interessante para o investidor interessado em escolher melhor a corretora. Vocês lançaram o Guia de Corretoras BM&amp;F Bovespa, uma ferramenta gratuita. Conte-nos mais sobre ela.</strong></p>
<p><strong>D. W.:</strong> Tentando facilitar um pouco a vida dos investidores, criamos o <strong><a title="Conheça e acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">Guia de Corretoras da BM&amp;F Bovespa</a></strong>, que permite comparar lado a lado as corretoras de valores. Entre outras informações, lá você irá encontrar as taxas cobradas, os serviços oferecidos e até mesmo avaliações dos nossos usuários.</p>
<p>É possível ordenar e filtrar as corretoras segundo diferentes critérios e, de forma fácil, visualizar quais são as mais bem avaliadas, quais cobram menos taxa de custódia ou quais oferecem aplicativos mobile, por exemplo. O acesso é gratuito: <a title="Acesse o Guia de Corretoras" href="http://migre.me/77b82" target="_blank">www.bussoladoinvestidor.com.br/guia_corretoras/</a></p>
<p><strong>O investidor tem cada vez mais aliados</strong><br />
Iniciativas de educação financeira devem ser sempre apoiadas e divulgadas. Particularmente, fico muito orgulhoso de ver colegas de trabalho criando ferramentas úteis e que agregam valor ao dia a dia do pequeno investidor – e o fazem de forma gratuita. Parabéns aos amigos do Bússola do Investidor!</p>
<p>A você, leitor do <em>Dinheirama</em>, desejo cada vez mais sucesso com seus investimentos e planejamento financeiro. Reitero nosso compromisso de trazer conteúdo de qualidade para auxiliá-lo nesse caminho. Aproveite e ajude a divulgar nosso site para seus amigos. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A verdade no aumento do superávit primário</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/31/a-verdade-no-aumento-do-superavit-primario/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 00:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo anunciou que irá aumentar o superávit primário em 2011. Entenda o que isso significa e quais os verdadeiros desafios econômicos de nosso país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A verdade no aumento do superávit primário" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_a_verdade_sobre_o_superavit_primario.jpg" alt="A verdade no aumento do superávit primário" align="left" hspace="2" vspace="2" />Durante essa semana fomos surpreendidos por um anúncio, feito pelo Ministro Guido Mantega, de que <a title="Leia mais na Folha.com" href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/966903-governo-aumenta-superavit-primario-em-r-10-bilhoes.shtml" target="_blank">o governo iria aumentar o superávit primário em R$ 10 bilhões</a>. O mercado recebeu a notícia positivamente e os reflexos no mercado foram imediatos: o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu e aumentou a confiança de que em breve teremos o final do ciclo de alta nos juros.</p>
<p>Mas, você, leitor do <em>Dinheirama</em>, sabe exatamente o que é o tal superávit primário? Engraçado como maior parte da imprensa gosta de utilizar jargões específicos, mas são poucos os lugares que realmente explicam de forma simples o que isso representa no mundo real. Vou tentar contribuir neste sentido.</p>
<p><strong>Entenda o superávit primário</strong><br />
Deixando o economês de lado, o superávit primário é o resultado da arrecadação do governo (suas receitas) menos o total de seus gastos, descontando apenas os juros para o pagamento da dívida. Simplificando ainda mais, podemos considerar o superávit como a formação de caixa do governo.</p>
<p><span id="more-6507"></span>Se essa medida é importante e positiva &#8211; e retrata a preocupação do governo em economizar -, não podemos deixar de fazer uma análise um pouco mais contextual. Sabemos que o mundo passa por um período de muitas dúvidas, com Estados Unidos e boa parte da Europa sendo dragados pela crise que começou em 2008 e que ninguém se arrisca a dizer quando irá acabar.</p>
<p>Se a notícia é muito bem-vinda, precisamos entender que na verdade o que será “economizado” não será uma despesa específica. Não estamos falando de um corte, mas da economia adicional que resultou do aumento da arrecadação. As receitas com impostos aumentaram e, ao invés de usar esse saldo adicional para aquecer a economia, o governo irá guardar o dinheiro.</p>
<p><strong>A ineficiência dos serviços públicos</strong><br />
Já abordei em outros artigos que a máquina pública brasileira é ineficiente. Os (altos) gastos com pessoal não são justificados pela qualidade no trabalho. Quando pensamos em serviço público, a imagem que temos (infelizmente) é de cabide de empregos, formado em boa parte pelo instrumento da estabilidade. Isso não é uma novidade.</p>
<p>Os gastos com corrupção e emendas para isso e aquilo discutidas entre governo e parlamentares em troca de apoio é outro ponto a se destacar. As negociatas que garantem a liberação de verbas, os chamados “restos a pagar”, entre outras anomalias, representam um saco sem fundo que corrói a competitividade da economia brasileira. Isso também não é novidade.</p>
<p><strong>Ajustes necessários para o país</strong><br />
Precisamos pensar mais no futuro e trabalhar (política, economia e cotidiano) para o longo prazo. Isso significa, entre outras coisas, buscar um ajuste fiscal e promover o desenvolvimento com o governo exercendo papel de Governo &#8211; longe da necessidade de esconder o sol com a peneira atrás de realidades contábeis distorcidas e mal explicadas.</p>
<p>É fundamental economizar, portanto há motivos para comemorar a notícia de superávit primário. Ok, mas aqui vale a máxima do planejamento, onde economizar significa cortar gastos e não apenas encontrar soluções no aumento de receitas avindo da arrecadação. A realidade de <a title="Leia mais na Exame" href="http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/brasileiros-acham-que-governo-arrecada-muito-e-gasta-mal" target="_blank">arrecadar muito e gastar mal</a> precisa acabar. Logo.</p>
<p>Se optarmos pelo caminho da austeridade e planejamento, em breve a pressão dos gastos do governo serão menores, diminuindo a pressão inflacionária e abrindo espaço para o investimento das empresas, que poderão encontrar, no crédito mais barato, melhores opções de desenvolvimento.</p>
<p>Muitos dizem que o que realmente importa é a intenção. Na economia, a intenção de gastar menos do que arrecada sem dúvida pode ser entendida de maneira positiva. É válido, mas insisto na questão estrutural e de longo prazo. Se a intenção for apenas enganar o mercado, não demorará muito para que o truque saia caro.</p>
<p>Não seria muito melhor (e mais inteligente) se o governo decidisse os rumos para os próximos anos com bom senso, planejamento e mais vontade política de longo termo?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>No longo prazo, todos seremos (podemos ser) milionários</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Investimentos iniciados quando jovem podem garantir renda extra e um futuro milionário. Por que essa é a realidade de tão poucos? Como garantir uma boa aposentadoria?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="No longo prazo, todos seremos (podemos ser) milionários" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_aposentadoria_futuro_ricos_milionarios.jpg" alt="No longo prazo, todos seremos (podemos ser) milionários" align="left" hspace="2" vspace="2" />Márcia</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, sou jovem, tenho 25 anos e sempre ouvi de meus pais que é importante começar a poupar ainda jovem. Minha família sempre faz questão de mostrar como as coisas poderiam ser diferentes se o hábito de investir estivesse mais presente em nosso dia a dia. Seria legal contar com sua opinião sobre isso, se possível mostrando alguns cálculos e simulações. Investir desde cedo é mesmo importante? Como o fator tempo influencia nosso dinheiro no longo prazo? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>Você já deve ter ouvido ou lido em algum lugar a frase <em>&#8220;a longo prazo, todos estaremos mortos&#8221;</em>, proferida pelo tão falado economista <strong><a title="Mais sobre Keynes" href="http://pt.wikiquote.org/wiki/John_Maynard_Keynes" target="_blank">John Maynard Keynes</a></strong>. A afirmação é assustadoramente real, mas tomei a liberdade de adaptá-la para a realidade dos investimentos no tempo: <strong>no longo prazo, todos seremos milionários</strong>. É verdade que não é assim tão simples, nem fácil. Assim, tentarei explicar melhor essa ideia.</p>
<p><strong>A situação</strong><br />
Suponha que você, com 25 anos, deseja aposentar-se aos 65 anos. E quer, quando este dia chegar, acumular um bom patrimônio para não ter que depender do trabalho ou da família para manter seu padrão de vida. Agora pense em um pai de família, com 45 anos, que também tem o mesmo objetivo: parar de trabalhar aos 65 anos e curtir mais a família e o tempo livre. Seu horizonte de investimento é de 40 anos, enquanto o dele é de 20 anos. Pergunto: qual dos dois tem que poupar e investir mais para garantir a desejada tranquilidade? <em>&#8220;Depende&#8221;</em>, você vai dizer. Vejamos.</p>
<p><span id="more-6376"></span><strong>A matemática financeira</strong><br />
Vamos usar números redondos para facilitar o cálculo, afinal o que interessa aqui é o conceito e a inteligência financeira a ser desenvolvida e valorizada. Ambos, você e o pai de família, decidem poupar R$ 1.000,00 por mês e investir esse dinheiro de forma a garantir rentabilidade líquida de 0,5%. Como já abordamos em <a title="Entendendo a matemática dos juros compostos" href="http://dinheirama.com/blog/2008/05/12/entendendo-a-matematica-dos-juros-compostos/" target="_blank">outros artigos sobre juros compostos</a>, essa diferença de 20 anos a mais de poupança fará subir muito o patrimônio acumulado aos 65 anos: R$ 2 milhões no seu caso (investindo por 40 anos) e R$ 460 mil para o pai de família (investindo por 20 anos).</p>
<p><strong>A importância de começar cedo</strong><br />
Que o montante acumulado por quem investe antes cresce mais, isso é o princípio básico dos juros compostos. O interessante é notar quanto essa lógica influencia no futuro. Repare: se você poupar e investir estes R$ 1.000,00 dos 25 aos 35 anos e depois parar de fazer os aportes &#8211; deixando o capital acumulado até ali (R$ 164 mil) rendendo os mesmos 0,5% ao mês -, você terá, aos 65 anos, R$ 1 milhão. Ou seja, você investirá por metade do tempo do pai de família (10 anos contra 20 anos) e atingirá o dobro do patrimônio no final do período desejado (R$ 1 milhão contra R$ 460 mil). Investir cedo começa a fazer mais sentido, não acha?</p>
<p><strong>O problema</strong><br />
Ora, quem está disposto a deixar de comprar isso ou aquilo, supérfluo e desejos de consumo, para então economizar e investir? Quem quer aprender mais sobre as alternativas de investimentos, ler sobre finanças e economia e realizar reuniões periódicas com os familiares para tomar melhores decisões econômicas? Quem quer viver um padrão de vida sabidamente sustentável, amparado por um orçamento doméstico detalhado e sob controle?</p>
<p>Todo o texto foi baseado na ideia de que você é uma pessoa responsável, adulta e inteligente o suficiente para considerar o planejamento futuro uma ação importante a ser tomada no presente. Os valores usados podem ser alterados e simulados através das <a title="Acesse nossa seção de downloads" href="http://dinheirama.com/downloads/" target="_blank">planilhas de juros compostos disponíveis em nossa seção de downloads</a>, sendo apenas uma referência para os cálculos.</p>
<p><strong>As desculpas para fugir da raia</strong><br />
Levar a discussão para <em>&#8220;ah, guardar R$ 1.000,00 por mês é impossível nesse país&#8221;</em>, <em>&#8220;rentabilidade de 0,5% líquida é algo muito difícil&#8221;</em> ou ainda <em>&#8220;se todo mundo resolver poupar e deixar de consumir a economia vai parar blábláblá&#8221;</em> só significa que você não levou a sério o que leu aqui. Desviar o foco da questão principal para justificar sua <strong>decisão errada</strong> de não investir no <strong>seu</strong> futuro só fará piorar sua própria realidade familiar.</p>
<p>Se você é do tipo &#8220;<em>carpe diem</em>&#8220;, provavelmente só se dará conta disso tudo quando começar a envelhecer e depender dos outros (ou do trabalho) para sustentar seu padrão de vida &#8211; <a title="Padrão de vida na aposentadoria: sobrevivência ou qualidade de vida?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/02/padrao-de-vida-na-aposentadoria-sobrevivencia-ou-qualidade-de-vida/" target="_blank">situação de 99% dos brasileiros aposentados, segundo o IBGE</a>. Infelizmente.</p>
<p>É claro que você poderá morrer antes disso. Quem sabe? Ou poderá ser tarde demais para economizar e investir, é verdade. Quem se importa, não é mesmo? Enfim, só sei que, ainda que estatisticamente, o futuro chega. A expectativa de vida aumenta, os aposentados sofrem e os jovens deixam passar oportunidades de ouro de repensar tudo isso. Hora de fazer alguma coisa, não?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lei do Cadastro Positivo é aprovada: mudança para lojistas e consumidores</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/13/lei-do-cadastro-positivo-e-aprovada-mudanca-para-lojistas-e-consumidores/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 14:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro positivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dilma aprova lei do Cadastro Positivo. Entenda o que é, como vai funcionar, vantagens, problemas e características do Cadastro Positivo, a base de dados de bons pagadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Lei do Cadastro Positivo é aprovada: mudança para lojistas e consumidores" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_cadastro_positivo_Dilma_sanciona_lei.jpg" alt="Lei do Cadastro Positivo é aprovada: mudança para lojistas e consumidores" hspace="2" vspace="2" align="left" />A presidente <strong>Dilma Rousseff</strong> sancionou, na sexta-feira, 10 de junho, a lei que cria o tão discutido Cadastro Positivo. Discutido porque, como mencionei no artigo <a title="Cadastro positivo: juros menores para os bons pagadores" href="http://dinheirama.com/blog/2010/12/06/cadastro-positivo-juros-menores-para-os-bons-pagadores/" target="_blank">“Cadastro Positivo: juros menores para bom pagadores”</a>, havia preocupação com alguns parágrafos do projeto piloto. Órgãos de defesa do consumidor tinham ressalvas em relação à privacidade e opção do consumidor em fazer parte da lista de bons pagadores.</p>
<p><strong>O que mudou em relação à proposta inicial?</strong><br />
A presidente Dilma seguiu as recomendações feitas pelos grupos de defesa do consumidor e vetou três parágrafos importantes da proposta. Foram retirados da lei os seguintes pontos:</p>
<ul>
<li>Compartilhamento de informações entre bancos de dados sem autorização do consumidor. Ou seja, será preciso consentimento para que a informação circule;</li>
<li>Limite de acesso gratuito do cidadão às suas próprias informações a uma vez a cada quatro meses. Ou seja, o consumidor poderá ver seus detalhes a qualquer momento e, se desejar, solicitar sua exclusão do banco de dados;</li>
<li>Impedimento de cancelamento do cadastro se houvesse alguma operação de crédito não quitada. Ou seja, o consumidor poderá sair a qualquer momento, bastante para isso solicitar sua exclusão.</li>
</ul>
<p><span id="more-6204"></span><strong>O Cadastro Positivo já está em operação?</strong><br />
Não. A criação do banco de informações sobre os pagadores ainda será alvo de legislação específica. A ideia é que estas listas de bons pagadores sejam gerenciadas de forma semelhante aos bancos de dados já existentes para quem tem o nome sujo. Várias empresas oferecerão o serviço e a expectativa é que isso crie melhores condições de consumo. Sugiro esperar até que a regulamentação apareça para só então tomar alguma decisão.</p>
<p><strong>Como vai funcionar o Cadastro Positivo?</strong><br />
Empréstimos pessoais, financiamentos e crediários terão seus detalhes (prazos, vencimentos e valores) incluídos em uma base de dados, constantemente atualizada. O histórico do cliente será acompanhado para definir sua relação com o crédito. Além disso, contas de consumo (água, telefone fixo e luz) também poderão ser utilizadas como referência. O telefone celular não entra.</p>
<p><strong>Quem vai gerenciar o Cadastro Positivo?</strong><br />
A iniciativa privada, sem exclusividade. Espera-se que as mesmas empresas que trabalham com as listas de maus pagadores (nomes sujos) ofereçam ferramentas de acesso ao Cadastro Positivo.</p>
<p><strong>Como eles vão descobrir se eu pago ou não em dia minhas obrigações?</strong><br />
Esta pergunta merece atenção. Nos demais países e no cadastro negativo em vigor no Brasil, as informações de pagamento das contas são inseridas nos bancos de dados sem consulta ao consumidor. Para o Cadastro Positivo será necessária uma autorização prévia. Ou seja, você precisa querer entrar na lista de bons pagadores e não esperar que isso aconteça automaticamente.</p>
<p>Muito cuidado com este momento em que o tema está em evidência. A lei foi aprovada, mas a regulamentação ainda não saiu. Empresas poderão abordá-lo, solicitar sua inclusão e participação. Prefira esperar. Sugiro a leitura da matéria <a title="Leia mais no IG" href="http://economia.ig.com.br/financas/cuidados+basicos+para+entrar+no+cadastro+positivo+de+credito/n1597023486336.html" target="_blank">“Cuidados básicos para entrar no cadastro positivo de crédito”</a>, publicada no <a title="IG Economia" href="http://economia.ig.com.br/" target="_blank">IG Economia</a>.</p>
<p><strong>Os benefícios serão imediatos?</strong><br />
A teoria para o Cadastro Positivo é excelente: um consumidor que honra seus compromissos sem atrasos oferece risco muito menor de inadimplência que aquele seu par sempre enrolado com as contas. A inadimplência, é claro, é um dos fatores que encarece o dinheiro – quem paga em dia paga por aqueles que atrasam. Espera-se, pois, que os juros baixem.</p>
<p>A pontuação por histórico de crédito (<em>Credit Score</em>) já existe em todos os demais países do G20 e colabora para condições melhores de compra para bons pagadores. Devemos ver isso também aqui, mas só depois de algum tempo. Dois fatores são importantes antes de realmente enxergarmos os benefícios: a) o banco de dados precisa ser grande, abrangente; e b) instituições financeiras e empresas precisam calcular o risco para só então diferenciar condições de compra (juros, preços, prazos etc.).</p>
<p>De forma geral, vejo mais benefícios que problemas com a chegada do cadastro positivo. Ferramentas assim já são utilizadas em países desenvolvidos há muito tempo, com vantagens interessantes. A questão é que aqui sempre olhamos para novas medidas com muita cautela e “um pé sempre atrás”. A lei passou, ótimo, mas agora vamos esperar a prática da regulamentação.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

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		<title>Investidores fogem da bolsa de valores: Por quê? O que está faltando?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/05/02/investidores-fogem-da-bolsa-de-valores-por-que-o-que-esta-faltando/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 14:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
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		<description><![CDATA[BM&#038;F Bovespa quer atingir 5 milhões de investidores (pessoas físicas) até 2015. Sonho ou meta factível? O mercado, as corretoras e os investidores tem a resposta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Investidores fogem da bolsa de valores: Por quê? O que está faltando?" src="http://dinheirama.com/files/2011/05/dinheirama_investidores_fogem_bolsa_valores.jpg" alt="Investidores fogem da bolsa de valores: Por quê? O que está faltando?" hspace="2" vspace="2" align="left" />A BM&amp;F Bovespa lançou, em meados de 2010, uma campanha agressiva em busca de uma meta: A Bolsa de São Paulo pretende atingir <a title="Leia mais em &quot;O Globo&quot;" href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/09/bovespa-quer-atrair-mais-4-5-milhoes-de-pessoas-fisicas-ate-2015-917106902.asp" target="_blank">cinco milhões de investidores (pessoas físicas) até 2015</a>. A estratégia conta com a <a title="Leia mais em Brasil Econômico" href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/bmf-bovespa-escala-pele-para-popularizar-bolsa_89006.html" target="_blank">presença carismática do Rei Pelé</a>, cuja carreira serviu de analogia para o entendimento do grande público sobre as tendências de alta e queda das ações e seu potencial de valorização/rentabilidade.</p>
<p>Até agora, os resultados alcançados tem se mostrado abaixo da expectativa. De acordo com a BM&amp;F Bovespa, de setembro de 2010 a março deste ano aproximadamente 33 mil pessoas deixaram a bolsa. Outros números demonstram que o investidor brasileiro ainda vê com grande desconfiança o investimento em bolsa de valores, acompanhe:</p>
<ul>
<li>No ano de 2011, no primeiro trimestre 6.498 deixaram a bolsa, mantendo a tendência negativa do final de 2010;</li>
<li>A participação do home broker no número de negócios da bolsa foi de 24,95% em março de 2011. Como base de comparação, em fevereiro o percentual era de 26,23%;</li>
<li>O número de clubes de investimento, um dos grandes trunfos de popularização do investimento em bolsa de valores, caiu de 3.054 no final de 2010 para 3.015 no final de março de 2011.</li>
</ul>
<p><span id="more-6096"></span><strong>Publicidade para encontrar novos investidores</strong><br />
Algumas corretoras, inclusive apoiadas pela BM&amp;F Bovespa, começaram a apresentar peças publicitárias em veículos de comunicação tradicionais, seguindo a tendência aberta pela própria Bolsa de Valore se São Paulo, que esteve presente, com o garoto propaganda Pelé, durante os intervalos do Jornal da Globo e também em outras TVs, revistas e jornais.</p>
<p>Fica claro que, até o momento, a estratégia tem se mostrado falha. Posso citar diversos quesitos que levam ao insucesso até o momento da iniciativa: o primeiro e mais claro é justamente o entendimento por parte da população do que realmente significa investir na bolsa de valores, quais suas peculiaridades e necessidades. O segundo ponto pode ser a segmentação do público, aceitando a realidade de que talvez esse investimento não seja para todos.</p>
<p>O terceiro e talvez principal ponto que merece uma reflexão aprofundada diz respeito à forma como as corretoras trabalham o relacionamento com os investidores. Arrisco até a dizer que esse é um dos gargalos e grandes desafios em relação a não manter os investidores atuais (que estão saindo da bolsa) e à conquista de novos participantes no mercado.</p>
<p><strong>Resistência em se aproximar dos investidores</strong><br />
Já tive a oportunidade de participar de alguns projetos relacionados à Bolsa e percebi que as corretoras estão longe dos investidores. Penso que é o momento de tê-los mais perto. Por que não, por exemplo, convidá-los para conhecer o funcionamento das suas mesas de operações ou mesmo para um cafezinho informal?</p>
<p>Sinto que falta relacionamento físico entre investidores e corretoras. Onde fica a corretora, quem são seus profissionais? Com quem o investidor pode falar, conversar? Falta vontade de se relacionar, mas, paradoxalmente, sempre surgem novas opções de contato: calls, chats, fóruns e outras ações que só levam o investidor para longe da estrutura física das corretoras. Contato é diferente de relacionamento.</p>
<p>Já é tempo de perceber que quando o assunto é dinheiro, faz toda a diferença o olho no olho e a demonstração evidente de confiança que nasce no relacionamento próximo. Confiança e proximidades tão necessárias para mostrar que a bolsa é um investimento de risco, mas também um poço de oportunidades para quem se interessar a estudar o seu funcionamento.</p>
<p><strong>Faltam opções para o pequeno investidor</strong><br />
Há também a questão operacional da Bolsa que precisa ser levada em conta. O mercado fracionário, tão divulgado como estratégia para o pequeno investidor, não oferece o mesmo apelo que o mercado tradicional. Investir em um lote inteiro de uma ou duas empresas ainda é uma realidade distante para a maior parte dos brasileiros, uma classe média com renda crescente, mas ainda sem cultura de investimentos.</p>
<p>Os <a title="Vale a pena investir em ETFs – Fundos de Índices?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/26/vale-a-pena-investir-em-etfs-fundos-de-indices/" target="_blank">ETFs (Fundos de Índice)</a> parecem ser uma boa alternativa para quem deseja diversificar e começar a investir com pouco dinheiro. Novos fundos deste tipo surgem dia após dia, mas a liquidez e os detalhes ainda assustam alguns investidores. Há também a questão da concentração bancária somada à desinformação. Os bancos desencorajam o investimento em ações diretamente para venderem seus fundos e demais produtos de investimento.</p>
<p>Até 2015 muito pode (e deve) ser feito para avançarmos no modelo proposto: investir em educação financeira, relacionamento e argumentos em favor dos investimentos em renda variável são alguns exemplos. Caso contrário, os investidores continuarão buscando outros produtos para investir e outros canais de relacionamento. Os gerentes de banco agradecem!</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Dinheirama Shop</span></strong><br />
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<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Estado Participativo: Equívocos e Acertos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/04/04/estado-participativo-equivocos-e-acertos/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 03:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Governos que se omitem completamente ou um Estado participativo em grande medida? O que é mais interessante para um país como o Brasil? Que potencial temos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Estado Participativo: Equívocos e Acertos" src="http://dinheirama.com/files/2011/04/dinheirama_estado_participativo_equivocos_acertos.jpg" alt="Estado Participativo: Equívocos e Acertos" hspace="2" vspace="2" align="left" />Mesmo que eu tente evitar recorrer aos termos e expressões batidos do senso comum, nada resume mais a situação que a afirmação: “nada é perfeito”. Antes de nos acomodarmos com essa realidade, e mesmo que seja nossa obrigação cobrar para que eventuais imperfeições do estado sejam objeto de correções e ajustes, uma análise distante de generalizações ou mesmo da crítica e do elogio vazio pode trazer a elucidação de fatos do viés político e econômico, que na modesta opinião deste que vos escreve são de grande relevância.</p>
<p>Inicio minha abordagem com a recordação das críticas proferias pelo investidor <strong>George Soros</strong>, dirigidas ao modelo econômico no qual o estado se omite totalmente dos controles regulatórios da economia, atuando com timidez na sua indução e limitando-se a prover (muitas vezes nem isso) o velho &#8211; e não tratado &#8211; trinômio <em>educação, saúde e segurança</em>.</p>
<p>Para este grande financista, que iniciou sua formação ainda criança vivenciando os horrores (e a tenebrosa aventura da sobrevivência, como ele próprio afirma em sua <a title="Compre o livro de George Soros" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21426815/?franq=247523" target="_blank">autobiografia</a>) da perseguição nazista na Hungria da Segunda Grande Guerra e que, após a queda da “cortina de ferro”, apoiou e investiu para que no leste europeu pós comunismo se instaurasse uma economia de mercado pautado na livre iniciativa, um estado ausente e omisso representa invariavelmente uma bomba relógio difícil de ser desarmada.</p>
<p><span id="more-5953"></span>Como sabemos, a conta salgada dos aportes governamentais norte-americanos para evitar uma tragédia ainda maior comprova que ele sempre esteve certo. No outro extremo, quando o estado exagera no seu protagonismo e ultrapassa os seus limites de ente servidor, acaba por operacionalizar uma usina de ineficiência econômica, geralmente acompanhada de uma boa pitada de ingerência na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29jaWVkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">sociedade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a quem em última análise deve prestar contas e satisfações, antes de importunar. O estatismo que observamos no início da década de 70 e que começou a diluir vinte anos depois é um bom exemplo.</p>
<p>No caso do Brasil contemporâneo (esse do dia a dia), particularmente não observo nenhum dos extremos. Apenas (felizmente) noto o empenho de uma estrutura governamental que, independentemente de sua corrente política, vem tentando, desde os anos 90, “acertar o caldo”. Deixando claro que isso não inocenta e nem atenua a responsabilidade por equívocos e erros cometidos por uma estrutura remunerada (e cara) para acertar.</p>
<p>Entretanto, alguns fatos muito recentes demandam destaque.</p>
<p>Com atenção, assistimos a possível movimentação governamental para <a title="Vale oficializa saída de Agnelli" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/896894-vale-oficializa-saida-de-roger-agnelli-da-presidencia.shtml" target="_blank">substituir o presidente funcionalmente bem sucedido de uma importante companhia de capital aberto</a>. O caso Vale. Isso é saudável? Penso que não.</p>
<p>Por outro lado, observamos a articulação do governo incentivando grandes grupos genuinamente nacionais a aportar recursos, a partir de uma visão de longo prazo, em nossa indústria de defesa, objetivando dinamizá-la de forma sólida.</p>
<p>Peço desculpas se vou na contramão do pensamento politicamente correto vigente, mas nessa hora saio em defesa da iniciativa governamental. O crescente protagonismo internacional apregoado ao Brasil por conta de sua crescente força econômica, aliada aos elementos geopolíticos de nossa condição, está muito mais para destino natural do que para uma opção controlável.</p>
<p>E, nesse contexto, uma indústria de defesa própria, tocada por uma abordagem empresarial de viés estratégico e de longo prazo se constitui num eixo fundamental para, ao menos, (já que a guerra não nos interessa, uma vez que somos não só “bonzinhos por natureza”, mas abençoados por ela com recursos naturais abundantes) contarmos com o poder dissuasivo necessário.</p>
<p>Lembrando que em termos de geopolítica e estratégia nacional, o horizonte ultrapassa três décadas. E, nesse caso, o agora impensável não passa de uma ilação. Observem, por favor, os nossos “amiguinhos” de grupo (BRIC’s – Russia, India, China).</p>
<p>Destaco também que o incentivo e a indução econômica por parte de governos ao setor é padrão nas economias mais liberais, justamente por conta das complexidades envolvidas e dos prazos de maturação.</p>
<p>Os benefícios não param por aí. O componente tecnológico agregado da indústria de defesa traz no seu rastro desenvolvimento e pesquisa com inúmeras aplicações civis e industriais. Em resumo: pesquisa, ciência, cientistas, tecnologia de ponta, educação avançada e muito mais.</p>
<p>Para concluir, recorro à <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/R2FzdHJvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">Gastronomia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O bom cozinheiro está sempre tentando acertar o caldo, o tempero, mas não pode jamais deixar de observar os comensais. Eles pagaram pela refeição e merecem respeito.</p>
<p>Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a href="http://www.sxc.hu">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Livro: Casos de Sucesso no Mercado de Ações</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/02/livro-casos-de-sucesso-no-mercado-de-acoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 16:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Autores retratam quatro brasileiros que construíram seu patrimônio com investimentos em mercado de ações e bolsa de valores. Estudo, foco e atitude são hábitos comuns entre eles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Livro: Casos de Sucesso no Mercado de Ações" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_livro_casos_de_sucesso_mercado_acoes.jpg" alt="Livro: Casos de Sucesso no Mercado de Ações" hspace="2" vspace="2" align="left" />Livro: </strong><a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Casos de Suce$$o no Mercado de Ações&#8221;</a><br />
<strong> Autores:</strong> Geraldo Soares, Geraldo Soares Leite e Rafael Reis<br />
<strong> Editora:</strong> Campus &#8211; Elsevier<br />
<strong> Páginas:</strong> 192<br />
<strong> Preço médio: </strong>R$ 44,00<br />
<strong> Livro 100% nacional!</strong><br />
<a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank"> Compre o livro no Submarino [clique aqui]</a></p>
<p><strong>Aprenda com quem venceu nas altas e baixas da Bolsa de Valores</strong><br />
Se você gosta de um livro com boas histórias e com relatos reais de sucesso, <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">“Casos de Suce$$o no Mercado de Ações”</a> pode ser uma ótima oportunidade para começar o ano com o pé direito na leitura. São quatro histórias de vida sob o olhar de operações feitas no mercado de ações, com altas, baixas e a construção de patrimônio.</p>
<p>Com muita perseverança, aprendizado, humildade e estudo, eles venceram! Suas trajetórias servem de inspiração para os iniciantes ou quem deseja aprender outras formas de investir. A leitura é muito agradável porque nos transporta para o dia a dia de pessoas comuns, gente que decidiu diversificar seus investimentos lado a lado com a qualidade de vida.</p>
<p><span id="more-5697"></span>Os personagens são <strong>Ari Hilgert</strong>, <strong>Samuel Emery</strong>, <strong>José Otávio</strong> e <strong>Renato Rosseti</strong>, todos biografados de forma detalhada em relação às suas atitudes, comportamento enquanto investidor e decisões financeiras relacionadas à bolsa de valores e investimentos. O mais interessante deste livro é compreender que não existe uma fórmula mágica para a construção de patrimônio: cada um tem seu perfil, seu grau de aversão ao risco e sua estratégia para tomar a melhor decisão.</p>
<p>O Ari gosta de aços com índice P/L (Preço/Lucro) entre 5 e 10; o Samuel procura empresas de segunda linha com ações baratas; o José Otávio prefere ações ON de empresas privadas e com no mínimo cinco anos de exercícios contábeis registrados e publicados; e o Renato sempre troca informações com analistas experientes antes de escolher o ativo e a hora de comprar e/ou vender.</p>
<ul>
<li>Você testaria sua sorte em uma única ação?</li>
<li>Colocaria todo o seu patrimônio em ações?</li>
<li>Compraria ações no dia seguinte ao ataque às torres gêmeas ou depois da crise do subprime?</li>
<li>Aplicaria antes da publicação do balanço?</li>
</ul>
<p><a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">“Casos de Suce$$o no Mercado de Ações”</a> tenta responder a essas e outras perguntas de forma original, com argumentos baseados nas decisões reais de homens comuns. Não se trata de um livro técnico ou que ensina uma estratégia específica. Pelo contrário, conta a história de quatro investidores diferentes, cuja semelhança se dá apenas no foco, motivação e no estudo como catalisador das decisões financeiras.</p>
<p><strong>Avaliação final</strong><br />
Diante de um mercado de ações ainda incipiente e com enorme potencial de crescimento, é normal encontrarmos uma profusão de livros tipo “como fazer”, “como operar”, “transforme-se em um investidor de sucesso”, sempre escritos por professores de finanças, traders ou consultores financeiros. Livros tipo “receita de bolo” que geram investidores muitas vezes ansiosos pelo lucro rápido e certo. A realidade é outra.</p>
<p><a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">“Casos de Suce$$o no Mercado de Ações”</a> é muito interessante neste sentido: é real e pessoal. É diferente porque trata do cotidiano de gente comum, fora do eixo Rio-São Paulo. Gente séria, que acumulou patrimônio e atingiu resultados excelentes, mas sem caráter elitista ou de alguma forma relacionada a informações privilegiadas, tacadas sensacionais ou fórmulas específicas. Vejamos as notas:</p>
<ul>
<li>Linguagem e narrativa: <strong>9</strong></li>
<li>Exemplos práticos: <strong>10</strong></li>
<li>Temas abordados: <strong>9</strong></li>
<li>Preço: <strong>6</strong></li>
<li>Custo/Benefício: <strong>8,5</strong></li>
</ul>
<p>Como principal mérito, <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">“Casos de Suce$$o no Mercado de Ações”</a> demonstra que “não há um método vencedor para o mercado acionário, mas vários, que estão diretamente relacionados à postura de vida de cada pessoa”. Se eu pudesse acrescentar algo ao livro, apenas somaria a história de uma investidora. Acredito que devem existir muitas mulheres bem sucedidas que construíram seu patrimônio também com o apoio do mercado de ações.</p>
<p><strong>PROMOÇÃO E SORTEIO</strong><br />
Separamos dois exemplares de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21878808/?franq=247523" target="_blank">“Casos de Suce$$o no Mercado de Ações”</a> para sorteio e queremos que você participe da promoção. Para concorrer ao livro você tem duas possibilidades (pode optar por uma ou pelas duas).</p>
<p><strong>1) Pelo Twitter</strong><br />
Por aqui você participará de um sorteio. Quanto mais mensagens enviar, maior a sua chance de ganhar. Para participar você tem que seguir o <strong><a title="Siga o @Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> no Twitter e enviar a mensagem abaixo a partir de seu twitter pessoal:</p>
<p>Quer ganhar o livro “Casos de Suce$o no Mercado de Ações”? Siga @Dinheirama e RT msg: http://ow.ly/3OUMo &#8211; #sorteiodinheirama</p>
<p><strong>2) Pelo fórum Dinheirama Social</strong><br />
Acesse <strong><a title="Fórum Dinheirama Social" href="http://www.dinheirama.com/social" target="_blank">www.dinheirama.com/social</a></strong>, faça seu cadastro/registro, acesse o tópico <a title="Acesse o tópico correto" href="http://dinheirama.com/social/index.php/topic/29-promocao-livro-casos-de-sucesso-no-mercado-de-acoes/" target="_blank">&#8220;Promoção &#8211; Livro Casos de Sucesso no Mercado de Ações&#8221;</a>, na seção &#8220;Promoções e Sorteios&#8221; e então deixe um depoimento sobre como o <em>Dinheirama</em>, seus artigos, dicas e informações têm colaborado com o seu dia a dia. Pode ser sua história, um episódio, um aprendizado, o que você quiser. Aquele depoimento que nossa equipe julgar mais criativo e interessante será premiado com um exemplar do livro.<br />
<strong> Importante:</strong> será considerado apenas um depoimento por leitor, portanto poste apenas uma vez. O depoimento precisa estar no local correto do fórum, conforme indicado acima.</p>
<p>O sorteio do Twitter e a divulgação do depoimento escolhido acontecerão no dia <strong>15/02</strong>. Você tem mais de 10 dias para participar. Boa sorte!</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Rodrigo Silveira</b>.<br>

Estudante de Engenharia Elétrica na UNIFEI, investidor, opera no mercado financeiro no curto/médio prazo através de Análise Técnica. É responsável pelos projetos de TI e ferramentas técnicas do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aposentadoria: hora de pendurar as chuteiras?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/26/aposentadoria-hora-de-pendurar-as-chuteiras/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 16:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hotmar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[A aposentadoria é sinônimo de muito trabalho e poucos benefícios? Com planejamento e inteligência financeira você pode finalmente fazer o que gosta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Aposentadoria: hora de pendurar as chuteiras?" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_aposentadoria_hora_pendurar_chuteiras.jpg" alt="Aposentadoria: hora de pendurar as chuteiras?" hspace="2" vspace="2" align="left" />É um velho e conhecido chavão dizer que, quando alguém está se aposentando, essa pessoa estará “pendurando as chuteiras”. Certamente essa expressão tem origem no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnV0ZWJvbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">futebol<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, quando se percebe que um jogador já não está mais com o vigor físico suficiente para agüentar toda a carga de trabalho exigida por rotinas de treinamentos, concentração e jogos. Mas será que essa expressão é realmente adequada para todas as pessoas que fazem atividades fora do futebol? <em>Será que a aposentadoria tem a ver, realmente, com inatividade?</em></p>
<p><strong>Hora de pendurar as chuteiras ou hora de pensar numa segunda carreira?</strong><br />
Certamente não, aposentadoria não é e não pode ser sinônimo de ficar andando pelos quatro cantos da casa atrás de “sujeirinhas”, assistindo à Sessão da Tarde na televisão, de pijamas, jogando dominó na pracinha ou simplesmente caminhando em volta do bairro. E isso por uma razão muito simples: a vida é boa demais para ficarmos gastando nosso tempo com coisas que pouco agregam valor!</p>
<p>Pensando também em termos mais amplos, no sentido de aposentadoria como sinônimo de independência financeira, essa perspectiva ganha dimensões ainda mais importantes, na medida em que: a) as pessoas podem se tornar financeiramente independentes antes da “idade oficial” para aposentadoria; e b) a expectativa de vida aumenta cada vez mais com os avanços da medicina e da tecnologia. Se antes viver até os 90 anos, com boa saúde, parecia uma utopia, hoje essa situação já é uma realidade para muita gente; amanhã será algo muito corriqueiro.</p>
<p><span id="more-5654"></span>Ou seja, as pessoas terão muito tempo para gastar e estarão: a) com <em>algum</em> dinheiro no bolso – no caso daqueles que se aposentam segundo as regras oficiais do sistema previdenciário; ou b) com <em>muito</em> dinheiro no bolso, no caso daqueles que constroem um plano de independência financeira e conseguem viver independentemente de ajuda estatal. Muito dinheiro no bolso e muito tempo para gastar são condições ideais para pensar numa segunda carreira, ou seja, numa carreira a ser desenvolvida após aquela principal ter cumprido o seu papel.</p>
<p>O mais interessante dessa segunda <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FycmVpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">carreira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é a possibilidade concreta de você fazer aquilo que mais gosta, ou seja, de se concentrar intensamente na prática de seus <em>hobbies</em> ou daquilo que gostaria de fazer durante sua vida, mas que, por razões de trabalho, não conseguiu. <strong>A grande vantagem de desenvolver uma segunda carreira é exatamente o fato de que você não trabalhará por dinheiro</strong> – afinal, sua tranqüilidade financeira já foi alcançada pela aposentadoria.</p>
<p>É bem verdade que muitas pessoas se aposentam e continuam a trabalhar não por opção, mas por obrigação, tendo em vista o baixo valor dos proventos recebidos pelo sistema previdenciário. Porém, isso não descaracteriza a importância de trabalhar numa segunda carreira, uma vez que você terá pelo menos um montante fixo mensal para se sustentar. Ademais, esse é mais um motivo para você trabalhar, durante sua vida produtiva, pela sua independência financeira – uma vez que é extremamente arriscado deixar seu futuro nas mãos do Governo, da empresa, ou mesmo da família.</p>
<p><strong>Você tem que ser responsável pelo seu próprio futuro financeiro.</strong> Assuma o controle de seu próprio destino. Por questão de lógica, quem não é independente financeiramente é <em>dependente</em> financeiramente, dependente de alguém ou de alguma instituição. Eliminar ou reduzir a dependência é vital para você ter uma vida pós-aposentadoria mais tranquila e lhe permitirá ampliar seu leque de escolhas no futuro.</p>
<p><strong>Dicas para desenvolver uma segunda carreira</strong><br />
E você deve estar se pensando: <em>“Tá, eu gostei da idéia de ter uma atividade proveitosa na aposentadoria, mas como fazê-la funcionar na prática?”</em> Para isso, aqui estão algumas dicas:</p>
<ul>
<li><strong>Identifique suas paixões. </strong>O que você gosta de fazer em suas horas livres? Quais são seus <em>hobbies</em>? Que tipo de tarefa você faria por satisfação, em vez de fazê-la em troca de dinheiro? Fazer um autoexame é fundamental para definir os rumos que podem ser tomados na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YXBvc2VudGFkb3JpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">aposentadoria<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>;</li>
<li><strong>Planeje desde já. </strong>Embora você ainda tenha alguns anos até se aposentar, é essencial que você não deixe inteiramente para depois os rumos que irá seguir na nova carreira. Pelo contrário, você já deve ir se programando desde agora, pensando em meios de construir essa nova atividade quando “o momento chegar”. Isso evitará correria e decisões mal executadas;</li>
<li><strong>Invista na saúde. </strong>De nada adianta você ter um plano bem montado para a sua carreira pós-aposentadoria se sua saúde estiver deteriorada, porque isso lhe impedirá de explorar todas as possibilidades que a nova carreira apresentará. Por isso, lembre-se: <a title="Por que cuidar da saúde é financeiramente importante?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/11/22/por-que-cuidar-da-saude-e-financeiramente-importante/">cuidar da saúde é financeiramente importante</a>;</li>
<li><strong>Aproveite a vida! </strong>Lembre-se: a nova carreira deve ser uma <em>opção</em> e não uma <em>obrigação</em>. E, ainda que você se entusiasme com as novas oportunidades, não se estresse tanto quanto como se estivesse no seu emprego atual. Relaxe e aproveite a vida caso a carreira pós-aposentadoria não vá para frente. <em>Pelo menos você tentou</em>. Trate de fazer outras coisas em que sua experiência acumulada de vida possa ser útil na vida de outras pessoas. Tempo você tem; dinheiro você também tem. Portanto, procure fazer coisas que lhe proporcionem prazer e satisfação!</li>
</ul>
<p>A revista <strong>Época Negócios</strong>, da Editora Globo, traz na edição de janeiro um <a title="Leia mais na Revista Época Negócios" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI200464-16380,00-VOCE+ESTA+PRONTO+PARA+O+POSCARREIRA+TRECHO.html" target="_blank">especial sobre a transição do emprego principal para o momento pós-carreira</a>, com aposentadoria e trabalho em um “segundo tempo” que pode chegar a 20 anos. Vale a pena dar uma lida.</p>
<p><strong>Fórum Dinheirama Social</strong><br />
Se você quiser tirar dúvidas específicas sobre aposentadoria, previdência privada, finanças pessoais e investimentos em geral, acesse <strong><a title="Participe de nosso fórum" href="http://www.dinheirama.com/social" target="_blank">www.dinheirama.com/social</a></strong> e faça parte de nosso fórum de discussões. O cadastro é gratuito, leva pouco tempo e permite que você faça perguntas, colabore nas discussões e conheça pessoas com interesses semelhantes aos seus. <strong>Participe!</strong></p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Hotmar</b>.<br>

Autor do blog Valores Reais, colaborador no blog Aquela Passagem e moderador dos fóruns PDA Brasil e Clube do Pai Rico<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Patrimônio, dívidas boas e dívidas ruins</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 23:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Portela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Na vida, existem as dívidas boas e as dívidas ruins. Dívidas boas fazem seu patrimônio crescer rumo à independência financeira. Dívidas ruins apenas disfarçam o passar do tempo e nada muda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Patrimônio, dívidas boas e dívidas ruins" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_patrimonio_divida_boa_divida_ruim.jpg" alt="Patrimônio, dívidas boas e dívidas ruins" hspace="2" vspace="2" align="left" />Uma das principais dificuldades para que alguém construa uma vida financeiramente estável são as dívidas assumidas. Muitas vezes, as pessoas se endividam porque gastam com coisas que não acrescentam muito nas suas vidas: passeios nos lugares da moda, compra de objetos desnecessários, trocas desnecessárias de carro, viagens constantes para o exterior e outras “coisinhas” que, ao longo do tempo, representam gastos substantivos.</p>
<p>Essas dívidas são, de um ponto de vista estritamente financeiro, dívidas ruins. Não acrescentam em nada ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGF0cmltJUY0bmlvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">patrimônio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e podem comprometê-lo no curto e, ainda pior, no longo prazo. Mesmo que o orçamento não se torne deficitário com essas despesas, ao longo de dez ou quinze anos o dinheiro gasto com elas seria o suficiente para adquirir um patrimônio que realmente faria diferença em sua qualidade de vida, como comprar uma boa casa, obter uma renda mensal para troca de carro , ir para o exterior anualmente e realizar todas as despesas anteriormente descritas.</p>
<p>A diferença é que, nesse caso, não se estaria destruindo o patrimônio, mas usufruindo dele de maneira sustentável. Afinal, quem “pagaria a conta” seria a renda decorrente do patrimônio acumulado e não o salário mensal. Independência financeira, por assim dizer.</p>
<p><span id="more-5225"></span>Uma maneira de impulsionar os investimentos é assumir dívidas boas. Dívidas ruins são como ervas daninhas, que dificultam o crescimento de sua árvore do dinheiro. Dívidas boas, por outro lado, são um poderoso incremento para os seus investimentos. Elas não são efetuadas para o consumo, mas para aumentar o poder de crescimento do dinheiro. Um exemplo de dívida boa é o financiamento de um imóvel a baixo custo e subvalorizado, para alugar.</p>
<p>Um exemplo poderia ilustrar o ponto a ser destacado: digamos que o valor do imóvel a ser financiado seja de R$ 200.000,00. Se o investidor pagar uma entrada de R$ 50.000,00 e conseguir alugar o imóvel por R$ 2.200,00, com prestações do financiamento em 30 anos de R$ 1.500,00, obterá uma rentabilidade de 1% sobre o valor investido: afinal, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> pagou R$ 50.000,00 e recebe, líquido, R$ 500,00 por mês (R$ 2.200,00 do aluguel subtraídos R$ 200,00 de imposto de renda e R$ 1.500,00 de prestação).</p>
<p>Se ele conseguir financiar pelo sistema SAC, as prestações serão decrescentes, mas os aluguéis serão crescentes – ou seja, em pouco tempo, os seus R$ 50.000,00 estarão rendendo, líquido, mais de 1% ao mês, além de uma eventual valorização do imóvel. Em 30 anos, se o investidor não resolver antecipar o pagamento das prestações, ele terá um imóvel de R$ 200.000,00, que rendeu aluguel por 30 anos, e pelo qual ele pagou R$ 50.000,00, já que os aluguéis pagaram as prestações.</p>
<p>Esse financiamento fictício é um fantástico exemplo de dívida boa. Observe, contudo, que não estou incentivando o investimento em imóveis: o exemplo é absolutamente hipotético – o objetivo foi apenas ilustrar minha linha de raciocínio.</p>
<p>Outro exemplo de dívida boa pode ser o de investir em ações, em períodos de crise, com dinheiro emprestado. Imagine a situação de alguém que, em outubro de 2008, no ápice da crise, decidiu tomar um empréstimo de R$ 30.000,00 a uma taxa de 20% ao ano para investir em ações de boas empresas que estavam irracionalmente subvalorizadas.</p>
<p>Como o preço das ações estava muito baixo, mesmo se as ações caíssem abaixo dos 29.000 pontos (que foi o fundo do poço na última crise), elas provavelmente se recuperariam rapidamente. Hoje, seus R$ 30.000,00 poderiam ter se transformado em, pelo menos, R$ 60.000,00. O empréstimo poderia ser pago e o investidor teria tido um lucro excelente sobre o dinheiro emprestado. Ou seja, a dívida foi utilizada para aumentar o patrimônio.</p>
<p>O principal fator a ser considerado antes de contrair uma dívida boa é que ela deve render lucros cuja rentabilidade seja substancialmente maior do que os custos da dívida assumida. Se os juros pagos e demais encargos empatam com os lucros ou são superiores a eles, não faz o menor sentido assumir essa dívida.</p>
<p>Um exame razoável do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> deve garantir que sua rentabilidade seja substancialmente maior do que o custo do empréstimo, para mais do que compensar o risco de que algo dê errado (por exemplo, de que o imóvel fique muito tempo sem alugar ou de que as ações não se valorizem como o previsto). Isso só pode ser calculado depois de muito estudo sobre os investimentos.</p>
<p>O investidor deve aprender a distinguir dívidas boas e dívidas ruins. O que parece uma dívida boa de início pode ser, na verdade, um engodo. Algumas pessoas, por exemplo, consideram razoável financiar um carro porque consideram que estão tomando uma dívida para construir patrimônio. Embora um carro tenha valor patrimonial, seu valor somente diminuirá ao longo do tempo (depreciação), ao passo que o banco estará recebendo os juros do financiamento normalmente. O financiamento de um carro só é investimento para a instituição financeira.</p>
<p>É claro que não estou defendendo que você deixe de viajar ou de curtir alguns dos prazeres que o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> pode comprar. Mas é imprescindível usufruir da vida de maneira organizada e planejada, possibilitando que seu patrimônio, aos poucos e com a ajuda dos juros compostos, transforme suas economias, literalmente, em uma árvore de dinheiro.</p>
<p>Vez ou outra é importante assumir &#8220;despesas ruins&#8221;. Ir a um jantar em um restaurante da moda, comprar uma roupa mais cara ou fazer uma viagem ao exterior eventualmente faz parte da vida. Mas a grande questão é a necessidade de se planejar para que essas despesas estejam dentro do orçamento e não inviabilizem a acumulação do patrimônio no longo prazo – que, como já apontei, pode permitir um padrão de vida infinitamente superior no futuro.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Fábio Portela</b>.<br>

Mestre em direito constitucional e mestrando em filosofia pela Universidade de Brasília. Desde então, tem estudado temas relacionados a finanças pessoais e a investimentos. É autor do blog "O Pequeno Investidor", que tem por objetivo ensinar a pequenos investidores, com uma linguagem clara e descomplicada, como funciona o mundo dos investimentos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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