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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; negócio</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; negócio</title>
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		<title>Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/22/voce-e-o-proprio-negocio-o-empreendedorismo-perde-forca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 02:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos brasileiros desejam independência través do próprio negócio, mas o empreendedorismo perde força e apresenta sinais de mudanças. O que é fato? O que é mito?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_voce_proprio_negocio_empreendedorismo_perde_forca.jpg" alt="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, o título também me traz pesar. Mais do que isso, me assusta. Quando comecei a conceber esse texto, troquei algumas opiniões a respeito com parceiros e sócios, e de fato ali não observei sequer uma vírgula de desânimo, mas o universo empreendedor é muito grande e, por conta disso, alguns dados não podem passar sem o mínimo de observação.</p>
<p>Desde sempre escutei – e realmente presenciei todos os indícios – a máxima que coloca o Brasil como um dos países mais empreendedores do mundo. Uma gente criativa, impactada por múltiplas influências culturais, dotada de grande capacidade de adaptação a adversidades e invejável flexibilidade a circunstâncias.</p>
<p>E, como se não bastasse, um povo que ainda conta com um dos maiores <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> consumidores do mundo, além de um universo empresarial repleto de oportunidades e grande diversificação.</p>
<p><span id="more-7631"></span>Tudo absolutamente verdadeiro, assim como é efetivamente possível perceber o avanço do empreendedorismo como cultura e aspiração para jovens e também maduros, que anseiam independência e campo fértil para suas realizações e sonhos através das próprias “pernas” (empresas).</p>
<p>Mas alguns fatos merecem atenção. Segundo algumas pesquisas, a maioria dos profissionais já formados e em atividades, estudantes e donas de casa, declaram o desejo de ter serem seus próprios patrões, mas pouquíssimos se animam a pôr a ideia em prática. Ao que tudo indica , o impulso perdeu intensidade nos últimos anos.</p>
<p>Durante muito tempo, muito antes do glamour empreendedor, diante das inúmeras e recorrentes crises econômicas, muitos brasileiros enxergavam no negócio próprio uma rota de fuga da consequente escassez de empregos formais. Para mim, semanas antes da formatura, é inesquecível a imagem da aglomeração de alunos disputando um mural que não continha mais do que alguns poucos anúncios de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVnb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">emprego<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Algo impensável nos dias de hoje.</p>
<p>O tempo passou, o Brasil passou a usufruir das poucas e essenciais reformas que foram implementadas nos últimos 17 anos, recebendo impacto direto na criação de empregos formais. Com isso, observamos o surgimento e o fortalecimento de grandes grupos empresariais. Estes também, frutos de forte e saudável cultura empreendedora.</p>
<p>Mas a dinâmica econômica precisa ser sempre observada em perspectiva e, ao que tudo indica e apesar dos avanços claros, estamos “ficando pra trás”. Em um estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2011, sobre a facilidade para abrir e conduzir negócios em 183 países, o Brasil ocupou o longínquo 126º lugar no ranking, entre a Bósnia e a Tanzânia.</p>
<p>Além dos obstáculos criados pela nossa ineficiente burocracia, existem as questões tributárias e os encargos trabalhistas que, consumindo 35% da renda nacional, põem medo em muita gente corajosa. A parte paradoxal dessa história é que, segundo alguns levantamentos, não obstante o crescimento observado nos últimos anos, o número de brasileiros que declaram desejar montar as suas próprias empresas vem declinando na medida em que os empregos formais ganham força.</p>
<p>A conclusão aqui é a de que não atingiremos os patamares desejados de competitividade, diversidade industrial e tecnológica sem um forte e estruturado espírito <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> capaz de ser colocado em prática, em ação.</p>
<p>Esse mesmo espírito deve ser potencializado por incentivos e um cenário minimamente fértil para o seu fortalecimento – ou, quem sabe, menos hostil. Mais do que tudo isso, o empreendedorismo saudável deve ser cada vez mais uma opção e menos uma simples solução.</p>
<p>Você já tentou abrir uma empresa por aqui? É atualmente um empresário? Pretende ser? Como enxerga essa situação? Vamos discutir o tema com mais cuidado? Use o espaço de comentários abaixo. Obrigado e até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/04/dinheirama-entrevista-paulo-schiavon-diretor-do-vivareal/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/04/dinheirama-entrevista-paulo-schiavon-diretor-do-vivareal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 01:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Paulo Schiavon, Diretor de Marketing do portal VivaReal, que fala sobre empreendedorismo, investimentos no Brasil e compra e venda de imóveis pela Internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_paulo_schiavon_diretor_vivareal.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos leitores enviam comentários relacionados ao fato de o Brasil chamar tanta atenção. Questões que envolvem a solidez de nossa economia, os eventos esportivos que se avizinham (Copa e Olimpíadas), a realidade do mercado sob a ótica do investidor e as histórias de empresas de sucesso são frequentes. É fato que o Brasil tem hoje negócios muito interessantes, inclusive capazes de fazer sucesso fora daqui.</p>
<p>É este o caso do <strong><a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a></strong>, um portal imobiliário voltado para anúncios de venda e locação de imóveis em toda a América Latina e mercado hispânico norte-americano. O VivaReal brasileiro compõe a rede internacional de portais imobiliários que iniciaram suas operações, em 2007, nos Estados Unidos. O site tem mais de 500 mil imóveis em suas ofertas e mais de dois milhões de visitas por mês.</p>
<p>Conversamos com <strong>Paulo Schiavon</strong>, Diretor de Marketing do VivaReal, portal imobiliário com ofertas em mais de 20 países nas Américas e Caribe, palestrante e professor de Marketing Digital. É Bacharel em Tecnologia e Mídias Digitais, com especialização em Arte e Tecnologia pela PUC-SP, pós-graduado em Gestão Empresarial e Inovação pela ESPM, com extensões nas áreas de Gestão de Projetos e Gestão do Conhecimento.</p>
<p><span id="more-7577"></span>Paulo &#8211; <a title="Siga o Paulo no Twitter" href="http://twitter.com/pauloschiavon" target="_blank">@pauloschiavon</a> &#8211; atua nas áreas de Comunicação e Marketing Digital desde 1998 e há cinco anos colabora com empresas no segmento imobiliário. Já atuou em empresas como Tecnisa, Gafisa, SOCOG (Comitê Olímpico organizador das Olimpíadas de Sydney/Austrália), Loducca Publicidade, entre outras.</p>
<p>Veja como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Nos últimos anos, o mercado brasileiro de imóveis se desenvolveu bastante, apoiado no crescimento da renda do brasileiro e na facilidade do acesso ao crédito. A perspectiva de crescimento do país continua positiva no curto e médio prazo e a redução dos juros para consumidor parece garantir a procura por imóveis. Como o VivaReal encara esse momento do Brasil e qual a perspectiva de crescimento do portal para os próximos anos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Schiavon:</strong> O momento pelo qual o Brasil passa em sua economia, e por consequência no mercado imobiliário, é muito positivo e talvez único por algumas décadas. Entramos em um ciclo vigoroso, com um mercado interno crescente e forte, baixo desemprego, baixo juros, além de hospedarmos nos próximos anos os dois maiores eventos esportivos mundiais.</p>
<p>Todos esses fatores criam oportunidades indiscutíveis em diversas áreas de negócios e o <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> busca expandir sua posição e se consolidar como maior e melhor portal imobiliário em um segmento ainda em desenvolvimento. O país já possui exemplos regionais de projetos que prosperaram, mas o VivaReal quer prosperar em todo o Brasil, respeitando suas complexidades e diferenças regionais através de um posicionamento ousado e inovador.</p>
<p>Estamos trilhando um caminho que nunca foi trilhado, por isso o crescimento deve ser intenso em todos os aspectos, sejam eles financeiros, em audiência ou em volume de negócios. Consideramos um crescimento contínuo na casa dos dois ou três dígitos nos próximos anos, mas é difícil precisar ainda.</p>
<p><strong>Falando ainda sobre o crescimento do país, alguns dados interessantes foram recentemente divulgados. Por exemplo, fica clara a migração internacional, em que profissionais começam a enxergar no Brasil um país de oportunidades para desenvolvimento de carreira. No primeiro trimestre de 2012, o VivaReal brasileiro recebeu acessos de 174 países, segundo você nos contou. Esse dado mostra que o Brasil efetivamente entrou no mapa mundial de oportunidades como um destino interessante?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sem dúvidas. O Brasil é a &#8220;bola da vez&#8221; e é comum ouvir dos principais executivos de grandes empresas que não há melhor lugar no mundo para se estar e fazer negócios nessa década. A busca por imóveis e oportunidades de trabalho por pessoas de todo o mundo vêm se intensificando, especialmente nos últimos dois ou três anos &#8211; e esse movimento trará grandes ganhos para a economia local.</p>
<p>O mercado imobiliário, por sua representatividade e importância, acaba sendo um dos setores mais beneficiados por essa nova dinâmica de negócios. Os ganhos acontecem rapidamente em toda a cadeia que depende dessa indústria, como serviços especializados, móveis, insumos e outros tipos de fornecedores posicionados acima ou abaixo na cadeia da construção civil.</p>
<p><strong>Vivemos na era da informação e da tecnologia. Dados recentes mostram o expressivo crescimento dos aparelhos celulares, uma boa parte deles os smartphones. O VivaReal acaba de lançar uma versão móvel do site, seguindo essa tendência. Nós também queremos aperfeiçoar nossas ferramentas mobile, então seria muito legal contar com seus comentários a esse respeito.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> O <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> vai sempre estar onde o consumidor estiver nos meios digitais, unindo anunciantes a clientes de maneira direta, não importa a tela. A versão móvel de nosso site é o primeiro passo por ser a plataforma mais versátil, colocando cerca de 400 mil ofertas de imóveis na mão de aproximadamente 30 milhões de usuários de internet móvel no país.</p>
<p>O site reconhece a localização do usuário, preenchendo automaticamente certos campos de busca, oferece as fichas completas dos imóveis, opções de contato direto com os anunciantes, permite o compartilhamento dos imóveis via redes sociais, além de filtros para segmentação de resultados, entre outros recursos.</p>
<p>Certamente é a melhor e mais completa experiência de busca por imóveis em smartphones disponível no Brasil atualmente. Para acessá-lo, basta digitar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">vivareal.com.br</a> diretamente no navegador Internet do seu smartphone. E parabéns por levarem a educação financeira de forma tão responsável a milhões de brasileiros, isso é fundamental para que bons negócios sejam realizados.</p>
<p><strong>Acreditamos que não se pode desprezar o poder das redes sociais nesse “admirável mundo novo”. A interação entre usuário e empresa tem papel importante na estratégia de vocês? Nossos leitores, empreendedores ou não, devem prestar atenção nisso?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, sem dúvida! O VivaReal já tem presença oficial em 14 redes sociais, pelo qual nossos usuários podem se relacionar com a marca. No nosso caso, que pode servir de exemplo, nossos serviços permitem o compartilhamento de imóveis pelas três principais redes da atualidade: Facebook, Twitter e Google+.</p>
<p>Com isso, já temos a presença mais completa do setor, porém estamos ampliando significativamente o aspecto &#8216;social&#8217; de nossos produtos e serviços para anunciantes e usuários nos próximos meses. Devemos lançar novos serviços exclusivos integrados com as redes sociais, recursos inéditos no Brasil que ainda não podemos divulgar.</p>
<p><strong>Recentemente, o VivaReal recebeu investimentos dos fundos Monashees e Kaszek. A partir desse novo degrau alcançado, é correto afirmar que a empresa aumentará seu quadro de colaboradores e continuará investindo pesado em criar mecanismos inovadores de busca de imóveis?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, vamos ser o maior e melhor portal imobiliário do Brasil. Para uma empresa de publicidade e serviços como a nossa, pessoas e tecnologia são as bases desse objetivo. Acreditamos que serviços prestados com qualidade e uma equipe realmente apaixonada podem fazer a diferença. E, claro, chamar atenção, despertando interesse de investidores e parceiros.</p>
<p>Queremos transformar a busca por imóveis no país, oferecendo o portal mais completo e simples do mercado, com ferramentas poderosas e muito conteúdo onde o usuário estiver, seja na tela do computador no trabalho, na comodidade de sua casa com um tablet no fim do dia ou em um smartphone durante o trânsito.</p>
<p><strong>Agradecemos a oportunidade de conversar. Peço que deixe uma mensagem para os leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> É sempre um prazer participar de uma conversa agradável com profissionais e leitores inteligentes e experientes como os do Dinheirama. Parabéns por insistirem tanto na educação financeira dos brasileiros. Aproveito para convidar os leitores a experimentarem nossos serviços. Basta acessar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">www.vivareal.com.br</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/27/conseguiu-gastar-menos-que-tal-agora-ganhar-mais/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Agora que você aprendeu e conseguiu gastar menos, como aproveitar a educação financeira para ganhar mais? Subir na carreira ou ter o próprio negócio fazem sentido?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_conseguiu_gastar_menos_que_tal_ganhar_mais.jpg" alt="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Esse artigo é dedicado àqueles que conseguiram controlar seus gastos, que adquiriram (pelo menos até esse instante) bons hábitos financeiros e saíram do vermelho. Isso é ótimo, ainda mais com os altos índices de inadimplência que temos atualmente no Brasil. Ter as contas em dia é poder dormir melhor, se concentrar mais no trabalho e até ter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais tranquilo.</p>
<p><strong>Mas, e depois? O que vem depois das contas em dia? Parar de dever é o suficiente?</strong><br />
Se hoje você consegue enxugar seus gastos até o seu orçamento dar conta e sobrar uma pequena parte, você pode até ter o sono dos deuses (o que é ótimo para a saúde), mas infelizmente pode estar bloqueando o seu <strong>“desenvolvimento consumista”</strong>. Esse é um termo novo e pode soar um pouco estranho, mas resumidamente, seria o mesmo que “limitar o horizonte dos seus sonhos”.</p>
<p>Nós vivemos de sonhos: sonhamos em conhecer lugares novos, ter um carro melhor, roupas melhores, uma casa melhor e por ai vai. Assim como os animais se desenvolvem para subir na cadeia alimentar, nós nos desenvolvemos financeiramente para gastar (e comer está incluso) melhor. De certa forma, é como a lei do mais forte, quanto mais recursos nós temos, mais podemos ter.</p>
<p><span id="more-7558"></span><strong>Que tal ganhar mais?</strong><br />
A saída para você ter mais recursos é partir para o passo seguinte dentro da “escala evolutiva”, que é ganhar mais. Existem algumas maneiras de fazer isso acontecer: receber uma herança, lançar uma música “chiclete” no mercado e ela explodir nas rádios, jogar bola muito bem, casar com alguém rico, ganhar na loteria, partir para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou subir na carreira.</p>
<p>Vamos focar nas duas últimas. Tanto subir na carreira quando se tornar um empreendedor requer uma certa dose de ousadia e disposição para assumir riscos. Às vezes, a empresa atual se torna pequena para nossas ambições e é necessário largar o conforto daquele emprego “seguro” por outro, desconhecido.</p>
<p>Abrir uma empresa requer não só coragem, mas muitos cálculos, um bom plano de negócios e sangue frio para a emoção não atrapalhar. Ter o negócio próprio implica gerenciar e lidar com funcionários, contabilidade e outros temas relacionados às melhores práticas de gestão empresarial.</p>
<p><strong>Educação financeira é fundamental!</strong><br />
Em ambos em casos, a educação financeira é que vai permitir que você dê esse passo. Imagine um time de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnV0ZWJvbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">futebol<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sem reservas, que só pode contar com seus jogadores titulares. Ele tem que torcer para ninguém se machucar. O mesmo acontece com quem deseja evoluir e ganhar mais. Nem sempre as coisas acontecem na velocidade que desejamos e é através de nossas reservas que a evolução terá tempo suficiente para acontecer.</p>
<p>A educação financeira não é somente a chave para um sono tranquilo. É a chave também para o seu futuro. Sucesso e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
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		<description><![CDATA[Como deve ser feita a gestão e controle do capital de giro, ativos e passivos de uma empresa bem administrada? A gestão é a chave para o sucesso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_capital_de_giro_outros_temas.jpg" alt="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" align="left" hspace="2" vspace="2" />O gestor é o guardião do capital a ele confiado pelos acionistas e é imprescindível que cuide deste com carinho e diligência. Para cuidar, é preciso conhecê-lo e é isso que vou abordar nesse artigo em relação ao capital de giro.</p>
<p>O capital, nome genérico atribuído aos recursos financeiros investidos numa empresa, pode vir dos acionistas e dos credores (Origem &#8211; lado esquerdo do balanço). Ele é então investido (Aplicação &#8211; lado direito do balanço) nos ativos em contas classificadas segundo sua liquidez, isto é, contas mais líquidas, como caixa, são colocadas em primeiro lugar e contas menos líquidas, como imóveis e equipamentos numa indústria, por exemplo, por último.</p>
<p>Assim, o valor total investido numa empresa é representado por todo o ativo que, por ser de natureza distinta, é classificado em ativo circulante e não circulante. Como já ressaltamos, a regra geral nos negócios é minimizar o investimento (capital), buscando, com isso, aumentar o retorno (para o mesmo lucro, quanto menor o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, maior vai ser o retorno).</p>
<p><span id="more-7546"></span>Os lucros da operação da empresa devem vir, preferencialmente, da eficiência e eficácia no uso dos ativos não circulantes (máquinas, equipamentos, softwares e marca, por exemplo) e, portanto, dado que o capital é escasso, quanto menor o capital investido no ativo circulante, maior é a parcela disponível para investimento no capital permanente.</p>
<p><strong>Capital de Giro ou &#8220;de Trabalho&#8221;, como diriam os gringos</strong><br />
Os ativos circulantes dizem respeito àqueles ativos mais líquidos e que no curso normal das operações de uma empresa vão se transformar em caixa num período de até um ano. É por isso que esses ativos compõem aquilo que se denominou capital de giro, pois eles giram ao longo de um ano, sustentando a necessidade de liquidez (caixa) da empresa.</p>
<p>Numa empresa comercial, por exemplo, o caixa se transforma em estoque pela compra, que por sua vez se transforma num contas a receber pela venda, para finalmente se transformar em caixa novamente, completando o ciclo. Capital de giro, portanto, é o ativo circulante que dá liquidez às operações do dia a dia da empresa.</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO = ATIVO CIRCULANTE (CAIXA, CONTAS A RECEBER, ESTOQUES).</strong></p>
<p><strong>Capital de Giro Líquido (CGL)</strong><br />
Todos os ativos de uma empresa são financiados por recursos (fontes) representados no passivo. Os recursos do acionista no patrimônio líquido, e os recursos de terceiros de curto e de longo prazo representados no exigível a curto e no exigível a longo prazo. Aos recursos que se originam de terceiros e são exigíveis (têm que ser pagos até uma determinada data) em até um ano, convencionou-se chamar de passivo circulante.</p>
<p>Deste modo, dá-se o nome de capital de giro líquido à diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante, e este representa em que medida o passivo circulante financia o capital de giro (ativo circulante).</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO = ATIVO CIRCULANTE (-) PASSIVO CIRCULANTE</strong></p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro</strong><br />
O objetivo da administração financeira de curto prazo é gerir cada um dos itens do ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber, estoques etc.) e do passivo circulante (fornecedores, salários e impostos a pagar, empréstimos etc.) a fim de alcançar um equilíbrio, entre rentabilidade e risco, que contribua positivamente para aumentar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dmFsb3IrZW1wcmVzYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">valor da empresa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Um investimento alto demais em ativos circulantes reduz a lucratividade (mais investimento em ativos líquidos e, portanto, menos rentáveis), enquanto um investimento baixo demais em ativos circulantes aumenta o risco de a empresa não poder honrar suas obrigações nos prazos pactuados (perder crédito e até se tornar inadimplente). Ambas as situações conduzem à redução do valor da empresa, que é exatamente o oposto da missão dos gestores.</p>
<p><strong>Capital de Giro Positivo e Capital de Giro Negativo</strong><br />
Quando o valor do ativo circulante supera o do passivo circulante, significa que a empresa possui um capital de giro positivo. Essa situação (ativo circulante maior que o passivo circulante) é mais comum, por conta de dois motivos:</p>
<ul>
<li>O primeiro, denominado descasamento, diz respeito à impossibilidade de conciliar as datas de pagamento com as de recebimento;</li>
<li>O segundo refere-se à incerteza associada ao recebimento dos recursos de clientes nas datas acordadas e à necessidade de a empresa honrar seus pagamentos nas datas compromissadas, sob pena de sofrer os efeitos de perda de reputação, pagamento de multa e juros cada vez mais altos e, por fim, perda do crédito e inadimplência.</li>
</ul>
<p>Assim, um ativo circulante maior que o passivo circulante dá fôlego para o gestor lidar com o descasamento e as incertezas das entradas de caixa. Nessa situação, ativo circulante maior que o passivo circulante, o capital de giro líquido representa a parcela dos ativos circulantes da empresa financiada com recursos de longo prazo (soma do exigível a longo prazo com patrimônio líquido), os quais excedem as necessidades de financiamento dos ativos permanentes. Veja a figura abaixo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_figura_capital_de_giro.gif" alt="Detalhes sobre Capital de Giro" /></p>
<p>Quando o valor do ativo circulante é menor que o do passivo circulante, significa que a empresa possui capital de giro líquido negativo. Nessa situação, menos usual, o capital de giro líquido é a parcela dos ativos permanentes da empresa que está sendo financiada com passivos circulantes, ou seja, com capitais de curto prazo, o que denota um quadro de risco, pois dívidas de curto prazo vencem antes que os ativos não circulantes comecem a gerar caixa.</p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro no Brasil</strong><br />
No Brasil, provavelmente em função de nossa memória inflacionária e da elevada taxa de juros real, a gestão de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FwaXRhbCtkZStnaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">capital de giro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> torna-se ainda mais relevante. Primeiro, nós, gestores, temos que entender o capital de giro como um mal necessário (precisamos ter estoques para amortecer desvios da demanda e falhas na cadeia de suprimentos, além de precisarmos conceder crédito e vender a prazo se quisermos vender mais e batermos nosso concorrente).</p>
<p>Isto posto, a meta é otimizar o capital de giro, buscando eficiência na gestão de estoques e de contas a receber de um lado, e passivos circulantes que nos financiem, de preferência sem custo do outro. Como já mencionei, nossa taxa de juros exorbitante faz com que os fornecedores de matéria-prima e serviços incluam encargos financeiros, hoje em dia de até 2% ao mês quando optamos por compras a curto prazo (30/60 dias), coisa que no exterior dificilmente ocorre. Assim, apenas as contas de salários em geral e de impostos e encargos a pagar podem ser ditos como de custo zero no financiamento do capital de giro.</p>
<p>Como otimizar contas circulantes (caixa, estoques, contas a receber, contas a pagar etc.) é o “X” da questão, e que pretendo explorar em futuros artigos. Até lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/11/empreendedorismo-digital-brasil-a-arroba-da-vez/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 12:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Somos a "arroba" da vez em empreendedorismo digital. São cada vez mais bem-sucedidos os projetos de tecnologia criados e executados no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_empreendedorismo_digital_brasil_arroba_da_vez.jpg" alt="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Tenho lido diversas matérias em publicações internacionais sobre o Brasil. Edições especializadas ou não em tecnologia, a voz geral diz que chegou a nossa vez. O Brasil deixou de ser apenas referência em Carnaval, o país da Amazônia, do futebol, das empresas internacionais, como Petrobrás, Embraer e Vale, que muito nos orgulham, para ser referência em tecnologia e mercado digital.</p>
<p>O Brasil já ocupa o sétimo maior mercado de TI no mundo. Os bancos brasileiros são os mais inovadores nessa área, nossas eleições são informatizadas (com o resultado saindo quase que instantaneamente), temos produtos, empresas e profissionais de destaque em todo o ecossistema da tecnologia mundial.</p>
<p>Exatamente por isso, em muito em breve o Brasil será um dos três centros globais de tecnologia para pesquisa e desenvolvimento no mundo, disputando essa posição com a India e China, perdendo apenas para os EUA e o Japão.</p>
<p><span id="more-7474"></span>Por outro lado e apesar de todo esse &#8220;boom brazuca&#8221;, infelizmente ainda temos vários problemas: legislação tributária ultrapassada, leis trabalhistas impeditivas e pouco ou quase nenhum apoio governamental (Federal, Estadual e Municipal).</p>
<p>Para completar os desafios, li uma nota em que o Ministério do Trabalho informava que não estamos formando engenheiros e e bacharéis em ciências da computação com rapidez suficiente para atender este crescimento e demanda. Precisamos de gente qualificada e com boa formação.</p>
<p>Os empreendedores, no entanto, estáo fazendo cada vez melhor a sua parte e têm colaborado bastante com iniciativas independentes e projetos tão bons quanto os similares nos grandes centros no mundo. Isso também tem atraido cada vez mais a atenção de investidores para o Brasil.</p>
<p>Vamos em frente! Somos a bola da vez! Arr@ba Brasil&#8230; ops&#8230; Arriba Brasil!</p>
<p>Até a próxima &#8211; <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/JoaoKepler" target="_blank">@JoaoKepler</a>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/08/as-ilusoes-corporativas-e-os-perigos-da-zona-de-conforto/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Crenças antigas, ilusões corporativas, acomodação na zona de conforto e decisões baseadas no lugar comum e a falta de bom senso prejudicam o importante aprendizado profissional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_ilusoes_corporativas_perigos_da_zona_de_conforto.jpg" alt="As ilusões corporativas e os perigos da zona de conforto" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, depois de uma certa vivência, e após ter assistido (e sofrido as consequências na própria pele) ao conjunto de crises e turbulências econômicas que o sistema capitalista gerou nos últimos quinze anos, a conclusão que fica é a de que, se há algum benefício nos grandes vendavais – e penso que apenas aqueles bem fortes possuem essa prerrogativa –, é justamente o de produzir a disposição para questionamentos até então fora do esquadro.</p>
<p><strong>A comodidade da vida na zona de conforto</strong><br />
Quando tudo vai bem, ou quando as crises são resolvidas sem grandes complicações estruturais, a sensação dominante da capacidade natural dos agentes em superar eventuais turbulências sempre prevalece. Ao final, para os menos críticos (ou mais crédulos) funciona como a comprovação da perfeição do sistema, que se autocorrige e é capaz de conceber a próprias soluções.</p>
<p>Fica a impressão de que qualquer proposição de reformas mais robustas e abordagens que ameacem a muralha que protege o castelo do senso comum soam como precipitação ou esquisitice. Com isso, e nessa cadência de causa e efeito, constroem-se as novas torres desse castelo tão protegido. Em sua defesa, no lugar de arqueiros, os eternos lugares comuns.</p>
<p><span id="more-7231"></span><strong>A realidade ou o que querem que acreditemos?</strong><br />
Ao invés de fossos com crocodilos famintos, modismos e mais modismos. Para aqueles que optaram por viver dentro da fortificação, as leis são rigorosas. Críticas ao modelo? Nem pensar. Rever conceitos amplamente estabelecidos? Nem de brincadeira. Pensar por conta própria e à revelia dos gurus do “bobajal”? Jamais! E, assim, a vida segue, aparentemente tranquila, com uma acefalia aqui, outra ali.</p>
<p>No meio do caminho, algumas “torres” são mais bem defendidas do que outras. São torres conceituais, cujo núcleo jamais pode ser questionado. Mas, com o tempo e os acontecimentos, tais torres não resistem aos fatos e as temidas novas abordagens começam a atravessar a muralha.</p>
<p><strong>O exemplo da empresa de capital aberto, “sem dono”</strong><br />
Uma dessas abordagens, da qual compartilho e sobre a qual começo a escutar vozes convergentes a defendê-la, trata do descompromisso que o sistema profissional de gestão pode incutir em uma companhia aberta. Ofereço o reconhecimento de que, independentemente disso, algumas culturas organizacionais de fato conseguem oferecer a blindagem a esse tipo de risco.</p>
<p>Mas o problema, como sabemos, é que uma fileira de dominós não consegue resistir integralmente de pé quando um deles leva um tombo. Alguns permanecem firmes, mas muitos vão ao chão sem nenhuma resistência. O que dizer da crença comum de que uma empresa imune à fiscalização rigorosa de um “dono”, mas sujeita a gestão de um profissional com mandato seja menos suscetível aos desvios de conduta?</p>
<p>Reconheço que, na maioria dos casos onde as fraudes ocorreram, uma ou duas ovelhas da pá virada, destoando da maioria dos seus colegas, fizeram todo o serviço. Mas, observe que assim como na analogia com o dominó, bastaram um ou dois elementos para que a fileira descambasse em um redemoinho de acusações, investigações criminais e desespero jurídico. E as ações? Bem, como sempre elas desabaram em conjunto com a reputação de auditorias e agências de rating.</p>
<p><strong>E o caso do profissional que pula de empresa em empresa?</strong><br />
Outro “lugar comum” corporativo, pouco relacionado às regras de governança, mas com impacto direto na alta-média e média gestão, tanto em empresas de capital aberto quanto naquelas que permanecem fechadas, trata da instabilidade profissional como conceito de posicionamento e afirmação de “competência” ou “agressividade”.</p>
<p>Escutei certa vez de um headhunter sobre sua relutância em indicar candidatos que tenham trabalhado na mesma companhia por mais de três anos. Para ele, isso era sinal inequívoco de acomodação, incompatibilidade aos novos tempos e afirmação de um perfil retrógrado.</p>
<p>À parte a total inexistência de qualquer métrica, de qualquer fundo metodológico ou científico no sentido da exploração psicológica do tema, para este caçador de executivos faltou também o mínimo de bom senso. Para ele, pouco importava a dinâmica de carreira destes candidatos ao longo dos quatro, cinco ou dez anos de permanência em suas posições atuais ou anteriores.</p>
<p>Não importava se tinham realizado projetos do início ao fim, se foram frequentemente expostos a novos e ricos desafios e menos ainda se souberam suportar e administrar pressões por períodos longos, como reflexo de um senso de responsabilidade apurado. Não, a qualidade do período de permanência não oferecia o menor indicativo de nada. O que importava mesmo era a cega repetição dos manuais e da retórica em voga.</p>
<p>O artigo tem tom provocador, mas porque <strong>acredito que precisamos aprender a pensar e criar por conta própria</strong>. Não é fácil, afinal não há castelo bem defendido sem um exército inteligente; e, mesmo quando isso existe, sempre poderá haver um Cavalo de Tróia tripulado por uma turba de ilusionistas do senso comum tentando complicar as coisas. <strong>É preciso resistir. E insistir</strong>.</p>
<p>Até o próximo.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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		<title>Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/06/pouca-atencao-aos-detalhes-erro-comum-e-perigoso-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Conhecer bem os detalhes da empresa e o cliente é fundamental para vender mais e melhor. A falta de atenção pode significar queda nas vendas e problemas de relacionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_pouca_atencao_detalhes_erro_comum_perigoso_empresas.jpg" alt="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tema não é novo, mas é sempre bom escrever sobre ele para lembrar a todos sobre a importância da atenção aos clientes. Percebo que, mesmo com tantas informações, alguns aspectos básicos ainda deixam a desejar; e sabemos que cliente insatisfeito é sinônimo de propaganda negativa. Pois bem, é consenso que empresas vitoriosas são aquelas que efetivamente primam pela qualidade de seus produtos e serviços.</p>
<p>O especialista em marketing e professor <strong>David Kotler</strong> alerta sobre a importância da fidelização dos clientes, já que um consumidor insatisfeito causa muitos prejuízos à empresa (ele influência negativamente, em média, outros 10 consumidores). Observa-se que, apesar dos esforços empreendidos na busca pela qualidade, muitas empresas falham e acabam perdendo clientes por não darem a atenção merecida a detalhes da cadeia produtiva.</p>
<p>O objetivo desse artigo é abordar alguns itens que poderão contribuir para a melhoria dos serviços prestados através da discussão de aspectos importantes do cotidiano empresarial. Fatores que muitas vezes são vistos como detalhes e não recebem a atenção devida, fazendo com que a empresa comprometa a qualidade dos serviços oferecidos.</p>
<p><span id="more-7191"></span><strong>Atendimento ao cliente interno</strong><br />
Os funcionários são a base de toda empresa, pois é através de cada um deles que os produtos e serviços são elaborados e oferecidos. Costuma-se ver que as causas mais comuns de afastamentos, absenteísmo, acidentes de trabalho e desmotivação residem na pouca atenção oferecida a eles por parte da gerência. É preciso investir não apenas em remuneração adequada, mas também no reconhecimento de seus esforços e na oportunidade de expressão de suas ideias.</p>
<p>Programas frequentes de treinamento e desenvolvimento, reuniões semanais e melhoria da comunicação interna são eficazes e provocam mudança significativa na postura em relação ao trabalho. Somente funcionários felizes são capazes de transmitir satisfação aos clientes.</p>
<p><strong>Atenção à cadeia produtiva</strong><br />
Muitas vezes, os produtos são entregues aos clientes com pequenas imperfeições, algo que pode ser resolvido com a atenção maior aos detalhes da produção. Pequenos desvios são facilmente resolvidos através da padronização dos processos, das reuniões freqüentes com os funcionários e da adoção de novas formas de atuação.</p>
<p><strong>Pontualidade</strong><br />
Empresas comprometem sua relação com os clientes quando não cumprem os prazos de entrega combinados. A organização interna e o comprometimento de todos da empresa costumam garantir o tempo determinado.</p>
<p><strong>Alto rigor nas normas</strong><br />
Normas e padrões são importantes, mas quando são engessados e não dão margem para pequenas negociações podem comprometer o relacionamento com clientes internos e externos. A opção pelo bom senso é sempre bem vinda.</p>
<p><strong>Repasse das atividades</strong><br />
Funcionário não costuma adivinhar o que se espera dele e isso provoca muita confusão no cotidiano empresarial. O colaborador é encaminhado para suas atividades naturalmente, como se ele soubesse tudo que precisa ser executado e como comportar-se. Esse pequeno problema pode ser resolvido com uma breve explicação do que precisa ser feito.</p>
<p><strong>Pouca atenção às reclamações dos clientes</strong><br />
Um dos caminhos para a excelência é ouvir os consumidores. Não despreze as reclamações de seus clientes e não os considere exigentes demais. Veja-os como aliados na identificação de falhas e possíveis melhorias.</p>
<p><strong>A sustentabilidade veio para ficar!</strong><br />
A preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente também são fatores ganhadores de clientes e algumas atitudes relativamente simples podem ser determinantes na consolidação da marca de uma empresa no mercado:</p>
<ul>
<li><strong>Adoção de sacolas ecológicas.</strong> Principalmente para os comerciantes do setor alimentício, onde o uso de sacolas plásticas é alto, a iniciativa pela adoção de sacolas ecológicas estimula os clientes na questão ambiental e reduz despesas com as sacolas descartáveis. Além de cuidar do meio ambiente, o financeiro da empresa também será beneficiado, vale a pena fazer as contas;</li>
<li><strong>Iluminação correta.</strong> Existem muitas maneiras de diminuir gastos com energia elétrica: utilização da luz natural no ambiente, uso de cores claras nas paredes e móveis, espelhos em locais estratégicos, uso de lâmpadas fluorescentes, aumento ou troca de janelas de lugar são algumas delas;</li>
<li><strong>Conscientização interna.</strong> O uso consciente dos recursos durante a execução das tarefas é um aspecto que precisa ser ensinado e amplamente divulgado dentro das empresas. Desde o uso excessivo de impressões, matérias primas, telefone até o desperdiço de comida e danos nas ferramentas de trabalho pelo mau uso têm um impacto ambiental e um custo mensal alto para as empresas;</li>
<li><strong>Qualidade nas relações internas e externas.</strong> A relação saudável com os funcionários e a preocupação com as condições adequadas de trabalho são itens que merecem atenção. Os cuidados com a comunidade onde a empresa está inserida e ações ligadas ao seu bem estar também agregam muito valor à empresa. Cuidar das relações internas e externas também coloca a empresa em um caminho ecologicamente correto.</li>
</ul>
<p>A melhor maneira de buscar e manter a qualidade de produtos e serviços é o envolvimento de todos da empresa em torno desse objetivo. A gestão participativa é um modelo altamente eficaz nesse sentido, já que preza pela atenção todos em torno do bem mais precioso de uma companhia: o cliente. Estar atento aos detalhes pode ser a diferença entre prosperar ou não. Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/11/dinheirama-entrevista-alexandre-borin-ceo-da-prestus/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desempenho acima da média e cobranças sociais e familiares. Como fica a qualidade de vida? Equilibrar os afazeres profissionais e pessoais é um desafio e tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_alexandre_borin_ceo_prestus.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das características profissionais que mais gera angústia, especialmente nos jovens, é a produtividade com responsabilidade. Ao mesmo tempo em que se exige desempenho acima da média, aumentam também as cobranças sociais e familiares, especialmente no que tange a questão da qualidade de vida. Equilibrar os afazeres profissionais e a demanda por mais tempo fazendo o que gosta é um desafio e tanto.</p>
<p>Para aprofundar mais esse assunto, conversei com <strong>Alexandre Borin</strong>, formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC. É atualmente CEO da <strong><a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a></strong>, uma empresa inovadora que provê serviços de concierge corporativo e um clube de especialistas em diversas áreas, para executivos de alto desempenho, além de prover atendimento profissionalizado a clientes, 24h/dia, para empresas.</p>
<p>Depois de atuar por oito anos na Ericsson Telecomunicações, indo de <em>trainee</em> a diretor em menos de 2 anos e partindo do acúmulo de responsabilidades, Alexandre teve a grande ideia de auxiliar na produtividade de profissionais e empresas e decidiu deixar o cargo para fundar a Prestus. Em menos de um ano, a Prestus ganhou um Prêmio de Inovação, dezenas de clientes e foi capa da revista PEGN de Setembro/2010.</p>
<p><span id="more-7016"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Alexandre, a percepção de que as pessoas estão cada vez mais ansiosas me faz crer que ficamos menos produtivos &#8211; pelo menos sob nosso próprio olhar. Como isso prejudica a organização das tarefas e sua consequente realização?</strong></p>
<p><strong>Alexandre Borin:</strong> Realmente, os níveis de ansiedade a que estamos expostos estão maiores, o que nos traz a sensação de que o volume de afazeres sempre aumenta, sem parar. A verdade é que estamos perdendo um bem muito importante, que é o nosso foco! Veja que os conceitos de “foco” (o que fazer e o que não fazer) e “organização” (como fazer) são conceitos bastante diferentes.</p>
<p>Em geral, uma pessoa bem organizada consegue sequenciar suas atividades e acaba assumindo diversas tarefas simultaneamente. É a sua falta de foco que cria a percepção de ansiedade e de que há problemas demais por resolver. Infelizmente, tratamos a nossa falta de foco tentando “organizar” nosso dia a dia, ao invés de priorizar o que efetivamente precisa ser feito. Ao buscarmos mais foco, a ansiedade se reduz e encadear tarefas fica mais fácil &#8211; sem realizá-las todas, é claro.</p>
<p><strong>Como empreendedor, alguém que quebrou certos paradigmas, você também concorda que, muitas vezes, as regras (explícitas ou não) limitam a criatividade e o potencial dos trabalhadores? Como equilibrar a cobrança por inovação e a importância dos resultados tangíveis?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Esta é a eterna e saudável busca por equilíbrio entre as iniciativas e “acabativas”, diariamente. Os esforços por inovação são importantíssimos em um mundo onde as empresas se reinventam a cada dia. Mas o extremo também não é saudável. É comum empresas se esforçarem tanto para inovar e lançar produtos, que se esquecem de fazê-los dar certo em seguida. Já acompanhei lançamentos serem comemorados mais como um “finalmente” que como o que realmente deveriam ser: o começo, o lançamento. Devemos buscar “acabativa” em grau igual ou ainda maior do que buscamos a inovação.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior desafio profissional? Como você lidou com a questão e o que aprendeu?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre acumulei muitas tarefas e desafios simultâneos, seja na carreira executiva como no empreendedorismo, mas não tenho dúvidas em dizer que o maior desafio sempre foi “desenvolver competências” &#8211; tanto em mim, como nos membros do time. Por mais que tenhamos pouco tempo em nossa vida profissional, desenvolver pessoas deve ser prioridade. Só assim que se obtém comprometimento e resultados acima da média.</p>
<p>Acredito ser importante evitar pensamentos egoístas e simplistas tipo <em>“se quer bem feito, faça você mesmo”</em>. Melhor é desenvolver as pessoas que estão ao nosso lado e pensar <em>“se quer bem feito 100 vezes, ensine você mesmo – e duas vezes, com paciência, se necessário”</em>. No médio e longo prazo a empresa terá muito mais gente capaz de fazer bem feito, o que aumentará seu retorno e satisfação de seus clientes.</p>
<p><strong>Você diria que o fracasso também é fundamental para crescer e prosperar? Tem algum exemplo pessoal neste sentido?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Gosto do pensamento de que devemos reconhecer o sucesso das pessoas não pelas coisas que conquistaram, mas pelas coisas de que abriram mão para conquistar o que tanto queriam. Falhar e cometer erros estão entre as experiências que mais nos ajudam crescer, não tenho dúvida disso.</p>
<p>Um exemplo pessoal? Bem, ainda antes de completar 18 anos abandonei o curso de engenharia no ITA, pois achava as disciplinas difíceis demais. Meses depois, entrei novamente para a engenharia na escola que sempre tinha sonhado (Unicamp). E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o difícil era mesmo o curso, e não a escola? Fracasso ou sucesso? Decisões difíceis nos fazem crescer e nos abrem outras oportunidades incríveis.</p>
<p><strong>A sobrecarga de informação parece vir acompanhada de uma enxurrada de atividades e demandas complementares. Você percebeu nesse problema um nicho, uma oportunidade. Delegar não faz parte de nossa natureza? Podemos mudar isso?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre fui obcecado por ser produtivo ao máximo. Quando atuei como diretor em uma multinacional de telecomunicações, por cerca de 7 anos, eu não tinha uma assistente dedicada e, frequentemente, eu me via fazendo coisas para as quais minha hora de trabalho era &#8220;cara&#8221; demais.</p>
<p>Foi aí que comecei a perceber que a maioria dos profissionais desperdiçava tempo por falta de retaguarda e decidi fundar a <a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a>. Eu queria justamente fornecer retaguarda (assistentes) 24h por dia, para todo tipo de profissional. O objetivo era dar produtividade e permitir que os profissionais pudessem focar seu esforço nas tarefas que realmente fossem relacionadas ao seu conhecimento e trabalho.</p>
<p>Uma coisa é termos que fazer algo por falta de opções. Outra coisa é a nossa recusa interior em colaborarmos mais com as outras pessoas. Nesta “Era da Colaboração”, não faz sentido fazermos as coisas sozinhos! Assim como a especialização do trabalho, delegar tarefas é uma opção natural para quem busca ter foco e alta produtividade.</p>
<p><strong>Posições de destaque exigem profissionais mais capazes, mas também equipes mais preparadas para compartilhar responsabilidades. Quais os principais passos para que delegar realmente funcione?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Delegar é uma experiência, um “quantum” de liderança. Para delegar bem, o indivíduo deve entender, dividir, programar, alocar, motivar, acompanhar, cobrar e por ai vai. O que impressiona mais, nestas palavras, é que o verbo “fazer” (a atividade em si) não está entre elas. Para delegar bem, temos que buscar o equilíbrio entre “focar” (o que fazer) e “organizar” (como fazer).</p>
<p>Há pessoas que tem dificuldade em delegar tarefas, pois se preocupam mais em “como os outros vão fazer” do que com “o que” elas mesmas devem deixar de fazer. Assim, o primeiro passo é refletir qual deve ser o seu foco e, a partir deste exercício, listar as diversas tarefas que são &#8220;terceirizáveis&#8221;.</p>
<p>Outra dica importantíssima é que mantenhamos um controle (costumo recomendar um caderno, de papel mesmo) para que, depois de entendido e dividido o problema, programados e alocados os recursos, possamos nos lembrar de acompanhar e cobrar os resultados. Delegar significa contar com o apoio dos outros, mas também reconhecer seu esforço. Só é possível fazer isso se houver controle.</p>
<p><strong>Alexandre, muito obrigado pela disponibilidade e excelente conversa. Deixe uma mensagem final aos leitores do <em>Dinheirama</em>.</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Temos que ter clareza sobre o que buscamos (isto é foco) e o que queremos primeiro (isto é priorização) em nossos desafios e em nossa vida. A pessoa que administra bem o seu tempo não é a que é mais organizada para realizar tudo, mas sim a que decide melhor o que fazer e o que deixar de fazer.</p>
<p>E, veja que interessante: no final, o nosso sucesso talvez possa ser melhor medido não pelas coisas que conquistamos, mas pelas coisas das quais abrimos mão nesta jornada de conquistas. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo belo trabalho realizado no <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Fotos: <strong>divulgação</strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/14/dinheirama-entrevista-romero-rodrigues-fundador-e-ceo-do-buscape/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, fala sobre empreendedorismo, negócios na Internet, venture capital, investidores e sucesso! Como chegar lá?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_romero_rodrigues_ceo_buscape.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" align="left" hspace="2" vspace="2" />O fim de ano continua muito especial para nós do Dinheirama. Sempre pensando em compartilhar conhecimento e aprender mais, buscamos conhecer pessoas importantes e modelos de sucesso acessíveis e dispostos a incentivar a disseminação da educação financeira e empreendedora. Tivemos a grande honra de conversar com <strong>Romero Rodrigues</strong>, fundador e CEO do <strong><a title="Conheça o Buscape" href="http://www.buscape.com.br/" target="_blank">Buscapé</a></strong>, que começou como um comparador de preços e hoje engloba diversos serviços de Internet.</p>
<p>Romero é Engenheiro Elétrico com ênfase em Computação pela Universidade de São Paulo (USP) &#8211; Escola Politécnica. Criou o Buscapé em 1998, ainda com 21 anos e ao lado de dois colegas de faculdade. O site só começou mesmo a operar em 1999, com 35 lojas parceiras e 35.000 produtos. Dez anos depois, em 2009, uma fatia de 91% da empresa foi vendida ao grupo africano Naspers por US$ 342 milhões.</p>
<p>Atualmente, o grupo <a title="Conheça o Buscapé Company" href="http://migre.me/79luI" target="_blank">Buscapé</a> está presente em 28 países e conta com empresas como QueBarato!, Pagamento Digital, FControl, BondFaro, Lomadee, ebit, entre outras. Nosso papo com Romero foi sobre a possibilidade de novos empreendedores de Internet despontarem no Brasil. O que impede que isso aconteça mais? Confira abaixo:</p>
<p><span id="more-6919"></span><strong>Romero, sabemos como todo começo de um negócio de Internet é difícil. Aqui no Brasil, podemos dizer que é ainda mais difícil? Por quê? Quais as diferenças e o que devemos melhorar?</strong></p>
<p><strong>Romero Rodrigues:</strong> As condições melhoraram muito no Brasil. As barreiras que existiam antes hoje são muito mais fáceis de serem transpostas, como os custos de hospedagem, de aluguel de um escritório e do link de Internet. Além disso, a Internet rápida propicia acesso fácil aos consumidores. As dificuldades, hoje, são de se encontrar as grandes ideias e implementá-las sem perder o time-to-market.</p>
<p>Mas uma coisa é certa: o cenário de estabilização e crescimento da economia brasileira, somado à crise na Europa e nos Estados Unidos, colocou o país entre as prioridades de investimentos do capital de risco, atraindo, inclusive, modelos de investimento que antes não existiam por aqui, como os investidores anjo.</p>
<p><strong>Você e seus sócios entraram e criaram uma grande empresa de internet justamente no período do estouro da bolha. Qual foi a decisão mais difícil que tiveram que tomar e quais as consequências disso?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> A decisão mais complicada é sempre a de prosseguir. Às vezes, desistir é mais fácil. Se fôssemos ouvir conselhos, dicas e sugestões, não persistiríamos durante as tempestades que enfrentamos, não só no estouro da bolha, como também em outras ditas crises mundiais que, nós, por opção e insistência, decidimos ficar de fora.</p>
<p><strong>Um dos momentos mais importante de uma startup é a busca por investimentos e podemos dizer que o Buscapé foi uma das pioneiras em conseguir bons parceiros. Qual a dica para quem está justamente buscando investidores para fazer o negócio crescer?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Acredite realmente no projeto, revise, repense; deixe-o perfeito. Fique antenado nas notícias do setor em que sua startup atuará. Monte um plano detalhado, mas não prolixo. Busque ajuda, troque experiência, crie sinergias. Os investidores são consequência do trabalho bem feito durante estas etapas.</p>
<p>Entendo que o principal diferencial de qualquer empreendedor é a paixão por seu negócio. Nenhum investidor apóia uma empresa na qual não enxerga paixão nos olhos do empresário. Inovação também é um requisito importante quando se trata da Indústria da Internet. É preciso estar sempre se antecipando às tendências, já que, neste mercado, quem chega primeiro com um serviço realmente inovador é quem tem a maior chance de se consolidar na liderança. Na Internet, dificilmente os últimos serão os primeiros.</p>
<p><strong>Há um consenso que diz que fundos e investidores internacionais se preocupam muito mais com a equipe e o produto do que com a geração de receita e retorno financeiro (no primeiro momento), enquanto os financiadores brasileiros querem um plano de negócios muito amarrado. Isso é real? Como o empreendedor web deve encarar essa questão?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Sim. Os investidores internacionais veem um passo além. São menos imediatistas e procuram equipes e produtos aptos e capacitados. Apesar dessa diferença, os financiadores brasileiros, que prioritariamente buscam planos de negócios detalhados, estão exigindo cada vez mais capacitação e foco da equipe. São grupos diferentes, mas igualmente focados em resultados.</p>
<p><strong>Como deve ser a gestão financeira do negócio web que pretende crescer e atrair a atenção de um investidor?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Deve ser ousada, mas sem extremos. O investidor percebe de longe quando uma startup apresenta risco maior ou menor. O grande desafio é mostrar que esse risco vale a pena. Existem investidores para todos os perfis de gestão financeira. Um plano sólido e bem coerente, que justifique bem um determinado posicionamento, é o melhor caminho.</p>
<p><strong>O que dizer do atual momento de crise em relação aos investidores de risco? O dinheiro continua disponível no Brasil? Você pode listar alguns requisitos para que o empreendedor se diferencie na hora de buscar apoio?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> O Brasil tem sido um dos principais alvos, quando não o principal, dos investidores de risco. De certa forma, o Buscapé ajudou a reabrir as portas do Brasil para o capital de risco nos últimos anos por conta da venda da empresa para a Naspers, ocorrida em 2009.</p>
<p>Nos últimos anos temos assistido a entrada no país de Venture Capitals dispostas a apoiar startups na indústria da Internet que tenham modelos de negócios inovadores e/ou que estejam replicando no mercado brasileiro modelos de comprovado sucesso em outros mercados internacionais, como Europa e Estados Unidos. Além disso, empresas internacionais também estão chegando ao Brasil dentro de uma estratégia de expansão em que o país se apresenta não apenas como uma economia emergente, mas também como o principal mercado da América Latina.</p>
<p><strong>7) Romero, obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos nossos jovens leitores que sonham ser empreendedores web de sucesso.</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Existe uma palavra que, sempre que a escuto, ligo meu radar: impossível. Se alguém disser que sua ideia ou que o que você está construindo é algo impossível, acelere. O impossível é o caminho para o sucesso.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 23:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto muitos herdeiros alavancam o patrimônio deixado e transformam o legado, outros tantos simplesmente ignoram o esforço familiar e deitam em berço esplêndido. E ai?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_heranca_herdeiros_compreendemos_real_valor_legado.jpg" alt="A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Instituto secular presente nos mais antigos registros jurídicos e normativos da conduta civil, o direito a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aGVyYW4lRTdhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">herança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sobrevive firme e forte em todas as sociedades onde o mínimo de civilidade e senso patrimonial vigora. Herança essa que é um alicerce fundamental no sistema de sucessão, mas muitas vezes também um fardo, na medida em que gera problemas para muitas famílias.</p>
<p>É claro que receber uma herança significa herdar direitos e deveres, o que é essencialmente interessante, mas também complicado: o estresse e as confusões aparecem precisamente por conta das consequências futuras que podem se originar em uma mentalidade pautada na certeza (muitas vezes ingênua) de um futuro economicamente forrado de recursos.</p>
<p>Explico. Existem diferentes formas de se encarar um potencial patrimonialmente confortável. Alguns encaram como uma plataforma para prosseguir em uma trajetória sólida e crescente de geração de riqueza e realização. Estes, em geral, estão ancorados em formação, educação financeira, apetite <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e trabalho, muito trabalho. Eles sabem o que é respeitar um legado. Mais, sabem o que é dar valor ao que a família construiu.</p>
<p><span id="more-6903"></span><strong>Mas há os acomodados.</strong> E, não nos enganemos, não se trata necessariamente de preguiça ou indisposição individual, mas na maioria das vezes de pura e brutal ingenuidade. Uma ingenuidade econômica que não considera a possibilidade de nenhuma pedra no caminho, não compreende os ciclos da acumulação patrimonial e desconhece os mecanismos da avassaladora mobilidade social que vivenciamos, desde sempre.</p>
<p>O fracasso em lidar com o patrimônio nasce na perigosa acomodação, muitas vezes dotada de raízes culturais. Essa realidade acaba por resultar em uma dinâmica deficiente, onde um grupo menos abastado encontra a sua ascensão no momento em que outro mais rico se enfraquece e mergulha. E é bom deixar claro que não torço contra os ascendentes, mas seria bem melhor que não houvesse o mergulho daqueles um dia ocuparam o topo.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma questão de musculatura econômica e patrimonial, onde uma sociedade mais rica se forma pela soma e não pela decadência cíclica. Quem não conhece a velha história do velho trabalhador, sucedido por um filho rico que gerou um neto nobre e que, dependendo da mentalidade, gerará um bisneto pobre? Uma história triste construída com absoluta ignorância financeira, e perfeitamente evitável. Um desrespeito ao legado.</p>
<p>Tampouco defendo a sucessão cega, onde herdeiros precisem abrir mão de suas aspirações próprias para se enterrarem vivos em trabalhos e responsabilidades que detestam. Penso que a preservação patrimonial passa longe da necessidade de se seguir a mesma trajetória profissional dos nossos progenitores; ela passa, ai sim, na educação econômica – que propicia a nítida percepção de que o dinheiro não suporta desaforos e de que nada substitui a força criadora do trabalho.</p>
<p><strong>Que não existam ilusões!</strong> Nesse exato momento, fortunas estão sendo construídas nos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, no esforço e na capacidade criadora daqueles que anseiam por um lugar ao sol. E, também nesse exato momento, inúmeros herdeiros afortunados tomam o seu banho de sol, distraídos e cegos na certeza de que nenhuma nuvem o ofuscará. Será?</p>
<p>Você provavelmente conhece histórias bastante interessantes sobre herdeiros e heranças. Que tal compartilhar seu aprendizado conosco no espaço de comentários abaixo? Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

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