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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; parcelamento</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; parcelamento</title>
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		<title>Pagar à vista ou parcelar? Qual é a melhor opção?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/14/pagar-a-vista-ou-parcelar-qual-e-a-melhor-opcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 13:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
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		<description><![CDATA[Como saber se é melhor pagar à vista ou parcelado? Conheça a matemática financeira simples por trás dos desafios de negociar suas compras. Use sua inteligência financeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pagar à vista ou parcelar? Qual é a melhor opção?" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_pagar_a_vista_parcelado.jpg" alt="Pagar à vista ou parcelar? Qual é a melhor opção?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Muitas vezes nos deparamos com situações em que precisamos fazer um rápido julgamento para escolher entre uma opção ou outra. No momento de aquisição de um bem de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3Vtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">consumo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nos são oferecidas duas formas de pagamentos: comprar à vista ou parcelar. As pessoas acostumadas ao endividamento logo optam pelo parcelamento, utilizando o fraco argumento <em>“essa pequena prestação mensal cabe nas minhas contas”</em>.</p>
<p>Entretanto, as pessoas mais acostumadas a poupar optam pela opção da compra à vista. Quem está certo e quem está errado? Depende.</p>
<p><strong>Exemplo básico</strong><br />
Estamos à procura de um bem que custa R$ 12.000,00 (uma moto, por exemplo). Ao conversarmos com o vendedor, nos são oferecidas duas opções:</p>
<ul>
<li>Comprar à vista com um desconto de 10%;</li>
<li>Parcelar a compra em 12x de R$ 1.000,00 “sem juros”.</li>
</ul>
<p>Com estes dados já podemos avaliar qual é a melhor decisão, financeiramente falando.</p>
<p><span id="more-5741"></span><strong>Opção 1: À Vista</strong><br />
<strong> Valor do bem: </strong>R$ 12.000,00<br />
<strong> Valor a ser pago:</strong> Desconto de 10%, total de R$ 10.800,00</p>
<p><strong>Opção 2: Parcelando</strong><br />
Como o preço que pagaríamos à vista é R$ 10.800,00 e não R$ 12.000,00, precisamos utilizar este valor para o cálculo na opção de parcelamento.<br />
<strong> Valor presente do bem: </strong>R$ 10.800,00<br />
<strong> Períodos (parcelas):</strong> 12<br />
<strong> Prestação Mensal: </strong>R$ 1.000,00<br />
<strong> Resultado:</strong> os juros da operação são de <strong>1,66% ao mês</strong></p>
<p>E daí? De que serviu tanta conta? Calma. A pergunta que temos de fazer é outra agora: se deixarmos os R$ 10.800,00 (valor à vista) aplicados, conseguiremos uma taxa superior aos 1,66% mensais dos juros cobrados na opção de compra parcelada? Se a resposta for “SIM”, então vale a pena parcelar, afinal você ganhará mais que os juros cobrados (alavancagem). Se a resposta for “NÃO”, é melhor pagar à vista.</p>
<p>Dado que a poupança costuma render entre 0,5% e 0,7% ao mês, pagar de forma parcelada não parece ser uma boa opção. Neste caso, é melhor optar pela compra à vista.</p>
<p><strong>Calculando os juros da operação</strong><br />
O cálculo dos juros da operação não exige nenhuma conta complexa, apenas matemática financeira simples. Abaixo detalhe como a conta pode ser feita usando o Excel ou uma calculadora financeira <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SFArMTJDXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">HP 12C<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> (ou similar):</p>
<p><strong>No Excel (função RATE).</strong> Escolha a célula e então use “=RATE(nper;pmt;pv)” (sem as aspas), onde:</p>
<ul>
<li>nper = período (12)</li>
<li>pmt = Prestação (1.000)</li>
<li>pv = Present Value (Valor Presente), que deve ser colocado com sinal negativo (-10.800)</li>
</ul>
<p>Se preferir, faça o <a title="Fala o download da planilha" href="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/media/planilha_pagamento_a_vista_ou_parcelado.xls" target="_blank">download da planilha com todos os cálculos acima (clique aqui)</a>.</p>
<p><strong>Na HP 12C</strong></p>
<ul>
<li>f [reg] &#8211; Limpa o registro</li>
<li>10800 [CHS] [PV] &#8211; Valor Presente com sinal negativo (o CHS troca o sinal)</li>
<li>12 [n] &#8211; Número de prestações</li>
<li>1000 [PMT] &#8211; Valor de cada parcela</li>
<li>[i] &#8211; Taxa de juros da operação (resultado final)</li>
</ul>
<p><strong>Praticando</strong><br />
Imagine que na mesma situação descrita anteriormente o vendedor, ao invés de dar 10% desconto, só ofereça 5% de desconto para o pagamento à vista. Além disso, ao invés de oferecer o pagamento em doze parcelas (de R$ 1.000,00), ele muda para 24 pagamentos (de R$ 500,00). Qual seria melhor opção?</p>
<ul>
<li><strong>Valor presente:</strong> R$ 11.400,00 (R$ 12.000,00 com desconto de 5%)</li>
<li><strong>Períodos:</strong> 24</li>
<li><strong>Prestação Mensal:</strong> R$ 500</li>
<li><strong>Juros da Operação:</strong> 0,41% ao mês</li>
</ul>
<p>Portanto, os juros da operação (0,41% ao mês) são menores do que a rentabilidade mínima da poupança, de 0,50%, fazendo com que a melhor opção seja investir o montante que seria destinado ao pagamento à vista e parcelar a compra. Faz sentido? Isso se chama inteligência financeira.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Como consumidores conscientes, devemos sempre procurar as melhores alternativas para realizar nossas compras, sejam elas à vista ou parceladas. Deste modo, maximizamos nossas escolhas, dando mais liberdade para focarmos em nosso <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvK2ZpbmFuY2Vpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">planejamento financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Henrique Carvalho</b>.<br>

Autor do Blog HC Investimentos. É sócio do Clube de Vienna - Análise Financeira Independente - e trabalha na consultoria Fundo Imobiliário. No Twitter: @hcinvestimentos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/17/tv-dinheirama-contas-de-janeiro-ipva-e-material-escolar/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 17:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois das festas de final de ano, a realidade: janeiro chegou e com ele muitas contas, IPVA, IPTU, matrícula na faculdade e muito mais. Como se organizar? O que mudar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_tvdinheirama_janeiro_ipva_material_escolar.jpg" alt="TV Dinheirama: Contas de janeiro, IPVA e material escolar" hspace="2" vspace="2" align="left" />Janeiro chegou e com ele muitas despesas. Algumas recorrentes, outras decorrentes da falta de planejamento no final de ano. Nesta edição da <strong><a title="Assista e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> comento sobre a importância do planejamento a fim de evitar sustos sempre que o Ano Novo começa. IPVA, IPTU, matrícula, material escolar, viagem e outras despesas costumam sempre aparecer nesta época. O que fazer para começar o ano com as contas em dia e com o orçamento financeiro sobre controle? Aproveitar 2011 para já pensar nas mesmas despesas de 2012 é bom! Assista e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=SL7HncOS59k">http://www.youtube.com/watch?v=SL7HncOS59k</a></p>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TV Dinheirama: Negociação, pagamento à vista e preço justo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/10/04/tv-dinheirama-negociacao-pagamento-a-vista-e-preco-justo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 15:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pague sempre o preço justo, aquele bom para o seu bolso. A negociação das condições comerciais e o pagamento à vista com desconto são seus aliados no consumo consciente. Valorize seu direito!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Negociação, pagamento à vista e preço justo" src="http://dinheirama.com/files/2010/10/dinheirama_tv_dinheirama_negocie_pague_avista.jpg" alt="TV Dinheirama: Negociação, pagamento à vista e preço justo" hspace="2" vspace="2" align="left" />O brasileiro ainda valoriza pouco sua capacidade de negociação e as vantagens de aproveitar o pagamento à vista com desconto. O episódio de hoje da <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> aborda a questão observando as práticas cotidianas. A comodidade do pagamento parcelado pode elevar os níveis de endividamento de forma perigosa. Negociar significa pagar o preço justo. Que preço é esse? É aquele valor negociado e planejado, previamente analisado e confrontado com o orçamento financeiro da família. Vamos discutir a questão?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=o8F4wRez8Xk">http://www.youtube.com/watch?v=o8F4wRez8Xk</a></p>
<p>Como complemento ao material em vídeo, sugiro que leia também os artigos:</p>
<ul>
<li><a title="Quanto você economizou ou negociou hoje?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/09/08/quanto-voce-economizou-ou-negociou-hoje/">&#8220;Quanto você economizou ou negociou hoje?&#8221;</a></li>
<li><a title="Reflexões sobre educação financeira, dinheiro, negociação e descontos" href="http://dinheirama.com/blog/2010/08/02/reflexoes-sobre-educacao-financeira-dinheiro-negociacao-e-descontos/">&#8220;Reflexões sobre educação financeira, dinheiro, negociação e descontos&#8221;</a></li>
<li><a title="Investir tempo, energia e esforço por uma boa negociação" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/05/investir-tempo-energia-e-esforco-por-uma-boa-negociacao/">&#8220;Investir tempo, energia e esforço por uma boa negociação&#8221;</a></li>
</ul>
<p><strong>Importante:</strong> Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/05/24/endividados-e-sem-planejamento-uma-estatistica-que-preocupa/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/05/24/endividados-e-sem-planejamento-uma-estatistica-que-preocupa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 13:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de 25 milhões de brasileiros devem valores acima de R$ 5 mil. A estatística assusta e traz à tona a necessidade de consumo com planejamento!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa" src="http://dinheirama.com/files/2010/05/dinheirama_endividamento_estatistica_dinheiro.jpg" alt="Endividados e sem planejamento: uma estatística que preocupa" hspace="2" vspace="2" align="left" />Na semana passada fomos surpreendidos por uma notícia emblemática. Segundo dados do Banco Central e <a title="Leia mais na Folha de S. Paulo" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u736739.shtml" target="_blank">matéria da Folha</a>, mais de 25 milhões de brasileiros devem acima de R$ 5 mil. O número representa um aumento de 40% em relação ao período passado. Reflexo da retomada do crédito pós-crise, é o que dizem os especialistas. Ainda que a capacidade de pagamento tenha apresentado ligeira melhora, trata-se de um numero significativo e que serve de alerta para todos.</p>
<p>A informação foi divulgada na terça-feira, dia 18, pelo Banco Central. A notícia dá conta que 25,7 milhões de consumidores brasileiros contraíram empréstimos de valores acima de R$ 5 mil. Mais, os dados demonstram que 20% dos brasileiros maiores de 16 anos já tem dívidas equivalentes a, pelo menos, quatro vezes a renda média nacional mensal.</p>
<p><strong>O que está errado?</strong><br />
Mais uma vez percebemos que o brasileiro mergulhou de cabeça na vontade de consumir, sem planejar, e com um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que ele não tem. Percebemos que nos últimos anos, a mídia e o próprio governo  bateram forte na tecla do consumo e de que existiam condições plenas para bancar  a compra de bens como automóveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos etc.</p>
<p><span id="more-4509"></span>O consumo foi de certa forma positivo, porque conseguiu fazer com que o país atravessasse bem o pior da crise &#8211; o consumo interno foi o responsável por essa constatação. Entretanto, cabe alimentarmos um pouco mais esse debate, pensando não nos números apresentados acima, mas principalmente nas conseqüências que isso pode trazer, não só para as pessoas que entraram nesse apelo do consumo sem critério, mas para toda a economia brasileira.</p>
<p><strong>Perguntas que preocupam</strong></p>
<ul>
<li>Será que essas pessoas conseguirão arcar com o pagamento dessas dívidas?</li>
<li>Será que criaremos uma bolha que, mais cedo ou mais tarde, irá estourar em razão da inadimplência que poderá aumentar?</li>
<li>O brasileiro parou para mensurar que, mesmo o crédito sendo farto e fácil, ele é extremamente caro e que a adesão, mesmo nessa situação, só incentiva a manutenção de taxas altas e insensatas?</li>
</ul>
<p>São muitas perguntas que podem representar apenas um medo exagerado de alguém que preza muito a independência financeira ou até mesmo verdadeiro possível problema. De forma geral, ainda estamos aprendendo muito &#8211; mas devagar &#8211; quando o assunto é o planejamento para aquisição de bens e construção de patrimônio. Continuamos na mesma cultura ultrapassada de que para conseguir algo existem os boletos, os pagamentos a perder de vista e os financiamentos.</p>
<p>Aproveito e faço um apelo para que todos que tenham a oportunidade de ler esse artigo: transmitam aos amigos o beneficio de comprar com critérios, negociando e, sobre tudo, planejando. Não deixem seus amigos aderirem facilmente às idéias de feirões, mega promoções ou outras artimanhas que são lançadas todos os dias pelo <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para favorecer as vendas a crédito.</p>
<p><strong>Sonho ou pesadelo?</strong><br />
Creio e pratico que para conseguir algo é preciso criar condições, afinal não desejo transformar sonhos de consumo em um pesadelos relacionados ao endividamento. A vontade de ter algo precisa ser alimentada todos os dias e esse é o segredo para o inicio do planejamento. Exerça essa conquista diariamente, com preparo e muito calma, e isso mostrará se seu objetivo é realmente verdadeiro. Se não for, você rapidamente desistirá dele e pelo menos não entrará na roubada de comprar algo com o dinheiro dos outros.</p>
<p>Se você é alguém que faz parte dessa estatística do endividamento, é hora de mudar a situação e não cair mais nessa armadilha. Errar uma única vez já é mais do que suficiente quando o assunto é <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Mude de postura, comece a poupar e passe a comprar à vista e com desconto. Radical demais? Ora, valorizar o dinheiro é também aprender a lidar com seus limites e com a frustração. Se não tiver dinheiro, não compre. Dívidas, nunca mais!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pagar juros ou recebê-los? Você decide!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/01/12/pagar-juros-ou-recebe-los-voce-decide/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 01:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hotmar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[Você sabe mesmo o que os juros representam nas compras do dia a dia? O que você prefere: pagar juros ou recebê-los? Independência financeira tem relação com sua capacidade de viver recebendo juros. Entenda como!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pagar juros ou recebê-los? Você decide!" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_pagar_juros_receber_escolha.jpg" alt="Pagar juros ou recebê-los? Você decide!" hspace="2" vspace="2" align="left" />No mundo econômico atual, os juros desempenham papel importantíssimo. E, na nossa vida particular, definir nossa relação com eles é um dos ingredientes fundamentais para ter uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">vida financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> equilibrada e saudável. É o que propõe esse artigo. É muito comum notarmos consumidores que não sabem ao certo quando estão pagando juros e qual seu real valor diante da compra que estão realizando. Ao mesmo, comprar parcelado e usar o crédito parecem uma febre. O assunto merece atenção. Assim, que tal começarmos de forma bem simples e direta? O que são juros? Na <em>Wikipédia</em> encontramos um <a title="Mais sobre juros na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Juros" target="_blank">conceito bastante simples, mas ao mesmo tempo completo sobre os juros</a>:</p>
<blockquote><p>Juro, do ponto de vista econômico, é a taxa cobrada a partir de todo capital emprestado por um certo período de tempo. Este capital consiste de bens, como dinheiro, ações, bens de consumo, propriedades ou mesmo indústrias. O juro é calculado sobre o valor destes bens, da mesma maneira que sobre o dinheiro. O juro é uma remuneração do fator capital, pode ser compreendido como uma espécie de &#8220;aluguel sobre o dinheiro&#8221;.</p>
<p>A taxa seria uma compensação feita a quem emprestou o dinheiro, pelos investimentos úteis que poderiam ter sido feitos com o dinheiro emprestado; em vez do credor usar os bens diretamente, estes passam para o mutuário, que goza destes bens sem o esforço necessário para obtê-los, enquanto o credor goza do lucro da taxa paga pelo mutuário pelo privilégio. A quantia emprestada, ou o valor dos bens emprestados, é chamada de principal. A porcentagem do principal que é paga como taxa (o juro), por um determinado período de tempo, é chamada de taxa de juros.</p></blockquote>
<p><span id="more-3750"></span><strong>Exemplos práticos</strong><br />
Se a pessoa <a title="Qualquer um pode comprar um carro?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/30/qualquer-um-pode-comprar-um-carro/" target="_self">financia um carro em 84 parcelas mensais</a>, ela se torna devedora da revendedora/concessionária/financeira/banco. Ao mesmo tempo em que usufrui de um bem que não pode (ou não quer) pagar à vista, ela se torna devedora, pagando juros mensalmente. Trocando em miúdos, ela paga juros.</p>
<p>De igual modo, uma pessoa que compra uma geladeira em 36 parcelas mensais, endivida-se e compromete seu orçamento durante longos 3 anos, pagando as prestações mensais acrescidas de juros. Se a pessoa usa o cheque especial, não paga o valor integral da fatura do cartão de crédito ou toma um empréstimo no banco, também incide no pagamento de juros &#8211; aliás, altíssimos nesses três casos.</p>
<p>Já a pessoa que investe um valor numa aplicação financeira, como, por exemplo, a caderneta de poupança, tem direito a receber, preenchidas as condições do investimento, os juros pelo capital aplicado &#8211; que, no caso da poupança, consiste em 0,5% ao mês mais TR (Taxa Referencial) quando do &#8220;aniversário&#8221; da conta. Simplificando, ela recebe juros. Quem investe em fundos de investimento imobiliário (FII), também torna-se credor, tendo direto a receber os rendimentos provenientes dos aluguéis recebidos pelo fundo.</p>
<p>Também tem direito a juros quem empresta seu dinheiro a bancos, na forma de CDBs, ou a empresas, na forma de debêntures. Quem investe em ações torna-se proprietário de uma fração da empresa na qual está investindo, adquirindo direito à participação nos lucros, seja na forma de dividendos, seja na forma de juros sobre capital próprio (olha os juros aí novamente!). Receber juros, portanto, é parte da agenda do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> inteligente.</p>
<p><strong>As diferenças entre quem paga juros e quem recebe juros</strong>.<br />
Já percebeu a diferença? Quem paga juros compromete parte de seu salário com o pagamento de dívidas. Ou seja, diminui sua renda ativa, já que uma parcela do seu salário, que poderia ser utilizado para aquisição de bens e serviços ou mesmo para investimentos (para aumentar a renda passiva), está sendo usando para pagar dinheiro devido pelo uso de dinheiro de outros (juros).</p>
<p>Já o comportamento de receber juros produz o efeito contrário: além de não comprometer a renda ativa, proveniente de salário, ainda faz aumentar a renda passiva. Em outras palavras: o patrimônio da pessoa que recebe juros aumenta, ao passo que o patrimônio da pessoa que paga juros diminui. Outra diferença importante consiste no fato de que a pessoa que paga juros precisa trabalhar para quitar as dívidas, já que o salário fica comprometido (lembre-se do caso do sujeito que financia a compra do carro em 84 parcelas, afinal, todo mês ele precisa ter saldo positivo em conta para quitar os juros do financiamento).</p>
<p>Ou seja, quem paga juros tende a ficar cada vez mais dependente do trabalho. Já quem recebe juros, pelo fato de isso constituir um aumento de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGF0cmltJUY0bmlvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">patrimônio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, se torna cada vez mais independente de seu trabalho. Quem recebe juros tende a depender cada vez menos do trabalho, trilhando o caminho certo cujo destino final não é outro senão a independência financeira.</p>
<p><strong>Mas as diferenças não param por ai.</strong><br />
Como os juros consistem na remuneração do capital, toda vez que a pessoa paga os juros, digamos, do financiamento do eletrodoméstico, ela está enriquecendo alguém &#8211; o credor, que não recebe apenas o valor devido pelo custo do bem, mas também do capital emprestado para a aquisição adiantada do bem pelo devedor. Ela assuma a posição de devedora do dinheiro que tomou emprestado. Já a pessoa que recebe os juros, decorrentes, por exemplo, do empréstimo a um banco na forma de CDBs, está enriquecendo a si própria, investidora, já que seu patrimônio aumenta em decorrência de ter se tornado credor do dinheiro que emprestou.</p>
<p>A pessoa que paga os juros do cheque especial depende do salário do próximo mês proveniente de seu trabalho para quitar os juros. Ou seja, ela trabalha para os outros; neste caso, para o banco. Já a pessoa que recebe os juros sobre o capital próprio, decorrentes de ter ações de um banco, fica na agradável posição de ter os outros trabalhando para ela; no caso, os empregados do banco do qual tem ações, dentre os quais pode, inclusive, estar o gerente da sua conta pessoal!</p>
<p><strong>Nem todo juro pago é ruim, assim como nem todo juro recebido é bom.</strong><br />
Outrossim, cabe-nos esclarecer que &#8220;toda regra comporta exceção&#8221; e, no caso dos juros, não poderia ser diferente. Há dívidas que são boas, pois revertem em benefícios futuros para as pessoas que assumem tais dívidas. Por exemplo, um financiamento imobiliário bem planejado pode ser uma ótima alternativa para a compra da casa própria. Da mesma maneira, pagar juros decorrentes de um financiamento estudantil &#8211; para aqueles que não tem condições de arcar com as mensalidades da faculdade – também pode ser visto como uma dívida boa, na medida em que a pessoa investe num ativo de maior valor, que é o seu conhecimento e seu aperfeiçoamento profissional e intelectual.</p>
<p>Por outro lado, não são todos os juros recebidos que valem a pena. Por exemplo, no atual cenário econômico em que esse artigo está sendo escrito, a taxa SELIC está a 8,75% ao ano. Dessa forma, CDBs que remunerem, por exemplo, 70% do CDI (que costuma acompanhar a variação da taxa SELIC), são maus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, na medida em que pagam apenas 6,12% a.a de rentabilidade, no exemplo citado, ficando abaixo, inclusive do rendimento da caderneta de poupança.</p>
<p>Da mesma forma, num cenário com taxa SELIC a 11%, os juros da poupança deixam de ser atraentes, tendo em vista que a remuneração da caderneta, para esse cenário, passa a ser bem inferior a de fundos DI (atrelados à taxa SELIC) e títulos públicos pós-fixados como a LFT &#8211; Letra Financeira do Tesouro – desde que, em ambos, as taxas de administração cobradas não sejam altas.</p>
<p><strong>Pagar juros ou recebê-los? Uma questão de escolha!</strong><br />
Como vimos, o modo como a pessoa se relaciona com os juros é determinante para descobrir se ela está na posição de endividada ou de investidora e se ela tende a aumentar ou corroer seu patrimônio. A pergunta que se coloca é: e como eu faço para sair da incômoda posição de pagar juros e passar a usufruir da agradável sensação de receber juros?</p>
<p>O primeiro passo é querer sair das dívidas e montar um plano de ação para eliminá-las de sua vida. Nesse contexto, vale a pena ler o artigo <a title="Enfiou o pé na Jaca? E agora?" href="http://dinheirama.com/blog/2007/05/07/enfiou-o-pe-na-jaca-e-agora/" target="_self">“Enfiou o Pé na Jaca? E agora?”</a>, do <strong>Conrado Navarro,</strong> com dicas sobre como sair de uma crise financeira, bem como ouvir o <em>podcast</em> <a title="Podcast: o perigo das dívidas e como se livrar delas" href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/09/podcast-o-perigo-das-dividas-e-como-se-livrar-delas/" target="_self">“O perigo das dívidas e como se livrar delas”</a> com dicas igualmente bastante úteis para eliminar as dívidas.</p>
<p>Quitadas as dívidas, não invista sem ter feito antes uma reserva de emergência. No artigo <a title="Você mantém uma reserva financeira para emergências?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/02/02/voce-mantem-uma-reserva-financeira-para-emergencias/" target="_self">“Você mantém uma reserva financeira para emergências?”</a>, também de autoria do Navarro, temos orientações precisas sobre como montar uma reserva financeira. Cumpridos esses passos, e paralelamente a eles, é importante dar continuidade ao processo de educação financeira, que é absolutamente fundamental para ter sucesso nos investimentos. Para tanto, recomendo a leitura do ótimo artigo <a title="Educação financeira para investir bem sempre" href="http://dinheirama.com/blog/2009/02/28/educacao-financeira-para-investir-bem-sempre/ " target="_self">“Educação financeira para investir bem sempre”</a>, escrito pelo <strong>Ricardo Pereira</strong>.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Independentemente de sua situação econômica atual, procure sempre educar-se financeiramente a fim de sempre fazer escolhas corretas na sua relação com os juros. Normalmente, o pagamento de juros está associado a escolhas de consumo, ao passo que o recebimento deles está associado a opções de investimentos.</p>
<p>Portanto, examine bem o seu padrão de vida e o de sua família e faça escolhas de consumo conscientes, a fim de evitar tanto quanto possível o endividamento. Preze por boas opções de investimento, alinhando-os com os seus objetivos de vida e seus valores pessoais, tentando maximizar o recebimento de juros. Não faça dos juros um elemento de depreciação de patrimônio e causa geradora de estresse e brigas, mas sim uma fonte de multiplicação de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmlxdWV6YV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">riqueza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, construção consistente de patrimônio, de bem-estar e qualidade de vida!</p>
<p>É isso aí! Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Hotmar</b>.<br>

Autor do blog Valores Reais, colaborador no blog Aquela Passagem e moderador dos fóruns PDA Brasil e Clube do Pai Rico<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Instituições financeiras e a educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/12/17/instituicoes-financeiras-e-a-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Os bancos e instituições financeiras mantém programas muito tímidos de educação financeira, com cartilhas e apostilas. Chegou a hora de investirem mais no cliente, o que trará melhores resultados e menos inadimplência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Instituições financeiras e a educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_bancos_educacao_financeira.jpg" alt="Instituições financeiras e a educação financeira" hspace="2" vspace="2" align="left" />Está claro que um dos maiores avanços dos países que conseguem a estabilização econômica é o maior acesso ao crédito. E, felizmente, o Brasil começa a usufruir desse beneficio. O grande problema é que a maior parte da população não está preparada &#8211; ninguém os ensinou ou deu exemplo &#8211; a usar o crédito com critério e bom senso.</p>
<p>Vejo nesse cenário um risco com potencial altamente destrutivo, que pode sem dúvidas levar o país a sérios problemas no futuro. Basta olhar para os fundamentos da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3Jpc2UrZmluYW5jZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">crise financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de 2008 para perceber que o principal mote da crise estava na forma descontrolada como o crédito foi (mal) usado em boa parte no mundo, principalmente nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Muitas parcelas = descontrole financeiro</strong><br />
Que fique claro que o problema não está no crédito em si. Financiar bens em diversas prestações pode significar o inicio de um enorme problema para muitas famílias. As diversas prestações levam, via de regra, a um comprometimento excessivo das finanças e elimina o potencial de investimentos da família. Com compromissos financeiros extensos e pesados, muitos deixam o verdadeiro bem-estar e a qualidade de vida de lado.</p>
<p><span id="more-3614"></span>O exemplo mais gritante, e que sempre traz muita polêmica, são os automóveis. Financiar esse tipo de bem se tornou uma obsessão – para muitos, a única forma de comprar um carro é através de financiamentos. O assunto é tratado com grande relevância na mídia e o governo abaixou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para manter as vendas. Os juros, ninguém baixou.</p>
<p>A redução do imposto causou mais impacto do que redução de fato. O preço final do carro caiu, é verdade, mas o valor total pago após o financiamento continua alto. As vendas cresceram como nunca, mas será que os compradores terão como pagar o financiamento no decorrer do tempo? Tomara que sim.</p>
<p><strong>Educação financeira, uma arma poderosa para sociedade</strong><br />
Em minha opinião, as instituições financeiras poderiam exercer um papel muito mais abrangente e relevante para sociedade brasileira: conscientizar a população para aprender a lidar com o crédito. Já existem programas deste tipo em andamento, mas precisamos ir além de criar cartilhas e apostilas; é preciso um trabalho mais amplo, capaz de transmitir conhecimento prático para que as pessoas <a title="Programa Consumidor Consciente - MasterCard" href="http://www.consumidorconsciente.org/BR/mister-financas/" target="_blank">entendam quais as formas de crédito</a> disponíveis e como usá-las da melhor maneira.</p>
<p>Em um primeiro momento, pode parecer pretensioso demais – especialmente para as pessoas que acreditam que os bancos ganham dinheiro à custa da desinformação das pessoas. No entanto, a conscientização pode impedir o surgimento de uma bolha financeira ou crise de crédito no Brasil, onde todos seriam afetados &#8211; principalmente as instituições financeiras. Assim, parece razoável pensar em projetos de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW52ZXN0aXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de longo prazo com o apoio dos grandes players do mercado financeiro.</p>
<p><strong>Combatendo a inadimplência</strong><br />
Um dos grandes fatores que contribuem para os juros altos praticados no país é a  inadimplência. Combater esse mal é outro ponto positivo que a adoção de uma política de educação financeira pode cumprir. O acesso a informação de qualidade conduziria as pessoas a usar o crédito possível e de forma inteligente. Aos poucos, a inadimplência diminuiria, favorecendo a todos: bancos, empresas e, principalmente, consumidores.</p>
<p>Tenho certeza que a idéia soa um tanto utópica. Admito ser um sonhador quando o assunto é educação financeira. Mas os sonhadores como eu aprendem aos poucos que para que os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> se tornem realidade, o primeiro passo é “fazer barulho” e acreditar. Eu acredito e por isso estou divulgando essa idéia. Se você também acredita, pode colaborar deixando seu comentário e passando adiante a idéia. Unido, com o suporte da educação financeira, nosso país pode fazer uma enorme diferença.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A união de Pão de Açúcar e Casas Bahia: o olhar do consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 22:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Será que a fusão entre Pão de Açucar e Casas Bahia vai ser interessante para o consumidor? O que ganhamos ou perdemos com isso? Muda alguma coisa no nosso dia a dia de clientes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A união de Pão de Açúcar e Casas Bahia: o olhar do consumidor" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_pao_de_acucar_casas_bahia.jpg" alt="A união de Pão de Açúcar e Casas Bahia: o olhar do consumidor" hspace="2" vspace="2" align="left" />Nos últimos dias, o mercado foi sacudido com a notícia da operação que resultou na união das Casas Bahia com o grupo Pão de Açúcar. Sobre o ângulo das empresas, a fusão é muito bem recebida, pois proporcionará a união de forças de dois grandes grupos que ocuparão boa parte do mercado, formando, a partir dessa nova realidade, a quarta maior empresa do Brasil, atrás de Petrobras, Vale e Gerdau. Depois das fusões no lado financeiro, chegou a vez do varejo. Nasce um gigante.</p>
<p>Mas, o que essa união oferecerá ao consumidor? Seremos beneficiados ou, ao contrário, sucumbiremos em torno da força do novo <em>player </em>que ditará as regras e preços de seus produtos para o mercado? Com maior poder de barganha junto aos fornecedores, seria natural pensar em preços melhores. E isso é verdade, mas também cria-se espaço para melhores margens (operações ainda mais rentáveis para o acionista). Se deseja conhecer o histórico da operação, como ficará a nova empresa e seus desafios, sugiro a leitura da matéria <a title="Leia a matéria no GI" href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1404697-9356,00.html" target="_blank">&#8220;Com Casas Bahia, Pão de Açucar ganha poder de barganha com indústria&#8221;</a>, do G1.</p>
<p><strong>Que tal falarmos novamente de planejamento?</strong><br />
Em primeiro lugar, antes de decidir pela compra, sempre opto por realizar uma boa pesquisa buscando o melhor preço e as melhores condições de pagamento. Com esses grandes grupos surgindo, é, mais do que nunca, indispensável que o consumidor esteja atento ao que acontece à sua volta. Como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, por exemplo, pode ser bem interessante ser sócio do novo gigante.</p>
<p><span id="more-3542"></span>Vale lembrar que a Casas Bahia se notabilizou por vender para as Classes C, D e E. O produto fica como um detalhe, já que o alvo é o crédito fácil, com muitas parcelas a serem pagas. Como educador financeiro, percebo que essa prática foi responsável por criar uma cultura extremamente nociva, a de que pessoas de baixa renda só conseguem comprar algo através das dívidas, dos crediários.</p>
<p><strong>Crédito: um negócio lucrativo</strong><br />
Essa facilidade no crédito e as muitas vezes, ditas sem juros, foram aos poucos absorvendo mercado e criando a cultura do consumo através do pagamento de pequenos valores. Algumas críticas à minha visão se apoiam no fato de que em outros países a relação crédito/PIB é muito maior que a do Brasil. Tudo bem, mas os juros são muito mais civilizados. Muito mais.</p>
<p>Onde há juros interessantes, financiar e parcelar pode ser alternativa justa para o consumo. Sem falar que hoje o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8rZmluYW4lRTdhc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">planejamento financeiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> bem realizado serve de contra-ponto ao pensamento do crediário como única maneira de comprar. Afinal, é fato que a ilusão de várias parcelas diluídas esconde o preço final e leva muitos ao descontrole e à criação de dívidas perigosas. As famílias não se dão conta, mas as dívidas acabam prejudicando a qualidade de vida &#8211; quando trazem a ilusão contrária.</p>
<p>Acabei por deixar de lado a questão da fusão. Mas foi de propósito. Com um gigante do varejo, a atenção do consumidor precisa estar justamente na negociação e nas possibilidades de compra. Facilidades tenderão a surgir, bem como opções mais interessantes para o pagamento à vista. Além disso, a opção de compra pela Internet tende a dar um salto, justamente para <a title="Leia matéria do IDG Now" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/04/uniao-de-pao-de-acucar-e-casas-bahia-coloca-em-risco-a-competicao-na-web/" target="_blank">brigar com os gigantes já estabelecidos</a> (Submarino, Americanas etc.). Ganha o cliente.</p>
<p><strong>Então muda muita coisa, mas não muda muito?</strong><br />
Pois é. Mais produtos, mais opções, uma empresa maior, diferentes condições de pagamento. O importante é fazer valer seu direito de buscar sempre boas oportunidades, comprando à vista, de forma consciente, e pedindo desconto. Cabe ressaltar que o preço ideal é aquele que você negocia, não o que é apresentado pelo vendedor.</p>
<p>Os melhores preços e oportunidades estão à espera de quem decidir brigar por eles &#8211; e não só daqueles que esperam super promoções e preços de liquidação. Procure comprar com o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que você tem e, certamente, você verá muitos benefícios ao contar com empresas maiores e mais robustas como a que acabamos de ver surgir. Se, por outro lado, optar por continuar usando o dinheiro emprestado, pode ser que pouca ou nenhuma vantagem seja percebida. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng." href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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